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Centro Universitário Leonardo da Vinci
MÁRCIO PINHEIRO DA SILVA
TUTOR: FRANCISCO MARCOS SARAIVA
EFL0757
RELATÓRIO PAPER DA VIVÊNCIA DO ESTÁGIO I
2020
Bacharel Educação Física
2019
CIDADE
ANO
SUMÁRIO
1. CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO	3
2. INTRODUÇÃO	4
3. DESENVOLVIMENTO	5
3.1. Atividades desenvolvidas	5
3.2. Descrição das atividades desenvolvidas	5
3. Referencial teórico	6
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS	7
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	8
1. CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Razão Social: Mais Evolucion Academia 
Endereço Completo: Conjunto Cidade Nova VI S/N 21 Altos nº 1011 
Ramo de atividade: Atividade Principal: 93.13-1-00 - Atividades de condicionamento físico e Atividades Secundárias: 85.91-1-00 - Ensino de esportes de lutas.
Histórico da Instituição: A Mais Evolucion Academia foi criada em 27/03/2015, pela figura então de pessoa física e sócio João Gabriel Almeida Rosário. CNPJ: 22.160.458/0001-40.
Estrutura Organizacional:
A academia é gerenciada por João Gabriel Almeida Rosário, profissional registrado no Conselho Regional de Educação Física da 18ªRegião PA-AP (CREF18/PA-AP), de número CREF 005955-G/PA.
2. INTRODUÇÃO
Esse trabalho se constitui como Estágio Curricular Obrigatório I do curso para obtenção de título de Bacharel em Educação Física na Instituição de ensino Centro Universitário Leonardo da Vinci - Uniasselvi - Polo Ananindeua.
Sua motivação se deu a partir da área de concentração escolhida que foi o G.E (Grupos Especiais), que refletem a condição de pessoas hipertensas, diabéticas e/ou com limitações de movimentos e os exercícios indicados como forma de tratamento.
Unindo as observações realizadas no recinto da academia e vivenciando diariamente como estagiário, surgiram algumas questões que se constituíram como norte para esse trabalho, uma vez que, ao entrevistarmos hipertensos que procuravam praticar alguma atividade física havia sempre um padrão nas suas respostas.
Neste sentido, surgiram as seguintes questões norteadoras: Quais os principais exercícios indicados para hipertensos ou diabéticos? Quais os benefícios da musculação para esse grupo de pessoas? E por fim, quais as principais mudanças relacionadas a saúde física do G.E praticantes de musculação.
Por meio dessa problematização, chegamos ao objetivo deste trabalho, que se constitui em descrever as diferenças na saúde pela pratica de musculação em pessoas do grupo especial que são acometidas por algumas dessas patologias citadas acima.
Muitos estudos atualmente buscam informações que podem relacionar a prática da musculação e seus benefícios para pessoas saudáveis e com doenças. 
Como formas de tratamento são incluídos meios farmacológicos e também a prática de exercícios físicos. O exercício físico de uma forma geral apresenta muitos benefícios para a redução de riscos e de complicações decorrentes da doença. Como benefícios podemos incluir a redução de valores de pressão arterial, redução da glicemia e redução da utilização de fármacos. 
Observou-se, portanto, que os hipertensos, diabéticos e portadores de alguma limitação física procuravam a academia para realização de exercícios geralmente orientado e recomendado pelo médico.
3. DESENVOLVIMENTO
3.1. Atividades desenvolvidas 
A intervenção foi realizada no horário noturno das 18:00 às 22:00 hs, no qual pude acompanhar três clientes da academia.
Os treinos eram propostos de acordo com as necessidades e informações do cliente.
Eram realizados diferentes modelos de organização de exercícios: Treino mesclados de membros superiores e inferiores, ativando diferentes grupos musculares.
Fizemos o acompanhamento de três clientes, sendo um senhor e uma senhora de 45 anos, e outra de 65 anos. Com as fichas de treino dos clientes em mãos os acompanhei sempre orientando em cada exercício e entrevistando a cada um para colher as experiências vividas por eles após o início da pratica da musculação. 
A cliente de 65 anos me relatou que pratica musculação em torno de 25 anos. Só nesta academia ela já estava com 5 anos de experiência, e que por conta da hipertensão foi que ela buscou a pratica da musculação. Continuando a entrevista, ela me relatou que devido a pratica constante de exercícios gradativamente ela foi diminuindo a ingestão de medicamentos para HAS.
A outra senhora de 45 anos relatou que o médico a orientou a pratica da musculação por complicações de HAS e diabetes. O senhor de 45 anos tinha problemas posturais e alergias medicamentosa. Alguns exercícios com peso livre para membros inferiores ele encontrava dificuldades para executar.
Nos momentos em que o professor não estava próximo fizemos algumas correções na execução dos movimentos dos alunos sempre mostrando a importância da musculação para o controle da hipertensão arterial, esta foi a forma que contribui ajudando o professor regente. 
Exercícios resistidos, são exercícios de força, ou sobrecarga, visando a potência e resistência muscular, é indicado tanto, para o aumento muscular, como para uma vida mais saudável. Uma hipotensão foi verificada após o treinamento resistido em hipertensos controlados, e esse efeito foi verificado até 60 minutos após a realização dos exercícios, comprovando a eficácia deste tipo de exercício, levando a normalidade da pressão arterial por pelo menos uma hora (MUTTI, 2010). 
Em estudo realizado por POLITO (2003) onde 16 jovens realizaram uma série de exercícios resistidos de 6 repetições, a pressão arterial foi aferida pré e pós exercício a cada 10 minutos durante 1 hora de repouso absoluto. Os resultados mostraram que os exercícios resistidos exerceram efeito hipotensivo sobre a pressão arterial, especialmente sobre a pressão arterial sistólica, ou seja, sobre hipertensos. 
O autor ainda afirma que a quantidade de carga e repetições não foi uma variante. De acordo com POLITO (2011), os exercícios resistidos são recomendados a pacientes hipertensos, como forma de aumentar a força muscular, em seu estudo o autor afirma que há uma queda significativa na pressão arterial no período pós-exercício, mais especificamente na primeira hora pós - treino, independentemente do protocolo aplicado. 
Há uma relação antagônica entre atividade física e hipertensão arterial, a pratica regular de exercícios físicos, reduz a pressão sistólica em 3,2 mmHg, se comparada a pressão arterial inicial, recomendando assim sua prática (PEDROSO, 2007).
 Há um questionamento muito grande e polêmico a respeito da indicação de exercícios resistidos para hipertensos, FORJAZ (2003) defende a teoria de que uma carga excessiva de exercícios de força pode aumentar a pressão de forma descontrolada. 
Porém, LOPES (2012) e MEDIANO (2005), confirmam a teoria e massificam a ideia de forma comprovada que a hipertensão arterial pode ser tratada com exercícios resistidos em academias de musculação. 
Existem dois tipos de tratamento para a hipertensão arterial, o primeiro é o farmacológico, e o segundo é o não farmacológico, e o que tem se buscado constantemente é comprovar a eficácia do não farmacológico, ou seja, os benefícios da atividade física em hipertensos controlados. 
De acordo com PINHO (2010) os exercícios físicos praticados de forma regular e com acompanhamento, estimulam o sistema imunológico e ajudam prevenir algumas doenças, como é o caso da hipertensão arterial. 
MEDIANO (2005), faz uma análise de um estudo colocado em prática com 20 indivíduos hipertensos, sujeitando-os a uma carga de exercícios de musculação, e logo após aferindo a pressão arterial de modo que ficou comprovado que os resultados mais gratificantes foram verificados, não imediatamente após os exercícios, mas sim, depois de 30 a 50 minutos de repouso, onde foi verificada a pressão arterial, e constatado que houve uma queda significativa. Tais verificações foram feitas nos períodos de 60 minutos com intervalos de 10 em 10 minutos para cada verificação, comprovando assim que existem essas duas realidades, a primeira imediatamente após o exercício de força, onde a pressão ainda está elevadadevido à carga de exercício, mas em repouso o indivíduo vai demonstrando um resultado bastante gratificante, se comparado à verificação pré-exercício, ou seja, anterior a pratica do referido exercício de força. 
Existem vários outros estudos, que procuram demonstrar a eficácia dos exercícios resistidos em prol de uma melhor na qualidade de vida, e em especial, no controle da hipertensão arterial. 
FORJAZ (2003), coloca em questão em seu artigo, a importância dos exercícios resistidos para hipertensos, ela destaca que já é sabido que os exercícios aeróbicos já produzem esses efeitos benéficos aos portadores desta doença. Mas enfatiza também a crescente e importante necessidade dos estudos com relação a exercícios de força, ou seja, à musculação, como prática saudável para indivíduos com pressão arterial alta. 
Um outro ponto que fica bem destacado, é a intensidade dos exercícios, onde o mesmo afirma que os 21 exercícios de muita intensidade são contraindicados, diferentemente dos menos intensos que são benéficos aos hipertensos. 
Já PEDROSO (2007), em seu estudo sobre de mulheres hipertensas, procurou analisar vários outros fatores com percentual de gordura, bem como sua capacidade aeróbica, e afirma que em seus testes não houve alteração maléfica após os exercícios de força, concluindo que, a avaliação comprovou que as atividades físicas propostas foram benéficas para mulheres com pressão arterial alta. 
Um outro estudo, referente aos exercícios resistidos em prol do controle da hipertensão arterial foi feito por, MAIOR (2009) onde o mesmo busca analisar de forma prática os efeitos dos exercícios de força para hipertensos comparando duas formas de exercício, os exercícios de força praticados de forma fracionada e os praticados de forma contínua, ou seja, a primeira implica na execução fracionada de 03 (três) seções de exercícios, já a segunda, é a execução sem intervalos desses mesmos exercícios. 
Após estes testes o autor afirma que independentemente do tipo de prescrição, ambos os exercícios apresentaram significativos efeitos sobre a pressão arterial dos avaliados.
 MEDIANO (2005), usou como aplicabilidade 10 repetições de exercícios com intervalo de 2 (dois) minutos entre cada série, foi escolhida pelo autor para comprar sua teoria 4 (quatro) tipos de exercícios de força, supino reto, leg- press, remada em pé no puxador baixo e rosca tríceps no puxador alto. 
Em sua pesquisa MEDIANO (2005), transferiu seus voluntários para um local tranquilo, onde fez as aferições da PA, por um período de 60 minutos com intervalos de 10 minutos entre cada aferição, verificando uma melhora considerável na pressão arterial dos hipertensos voluntários. Doença que está atingindo uma boa demanda da população mundial, a hipertensão é objeto de estudos nas mais variadas classes de indivíduos, seja ela, sexo, idade, etc. 
Um estudo bastante interessante feito em idosos hipertensos, por MUTTI (2010), selecionando como amostra 20 homens com idade de 67 anos aproximadamente, com exercícios físicos fracionados, 3 repetições. 
A verificação da pressão arterial foi feita quando os indivíduos estavam em repouso após os exercícios, de forma que tanto a pressão sistólica, quanto a diastólica tiveram reduções significativas. Embora haja uma diferença no grupo de indivíduos estudados nos artigos citados anteriormente, independente desse fator, o que se entende é que a atividade física é benéfica para o controle e prevenção de fatores de riscos relacionados a doenças cardiovasculares, e a hipertensão arterial é um destes fatores.
3.2. Descrição das atividades desenvolvidas
	As tarefas desenvolvidas foram: Acompanhar e orientar os clientes de acordo com a ficha de exercícios propostos, observando e corrigindo a execução de movimentos e mostrando como regular e adaptar cada aparelho de treino de acordo com a estatura de cada um.
 Percebi que o cliente que estava na mesa flexora fazia um movimento com certa dificuldade devido o apoiador dos pés estarem muito próximo as suas panturrilhas, pedi ao mesmo que parasse e corrigi para a posição ideal fazendo assim que os apoiadores ficassem nos tornozelos do cliente, a partir disso ele relatou que o movimento melhorou muito e deixou de ser desconfortante. 
3. REFERENCIAL TEÓRICO
Como a qualidade de vida relacionada à saúde reflete questões que envolvam a saúde do indivíduo a prática da musculação pode ser um meio efetivo para melhorar a saúde do praticante. 
Muitos estudos atualmente buscam informações que podem relacionar a prática da musculação e seus benefícios para pessoas saudáveis e com doenças. 
Como formas de tratamento são incluídos meios farmacológicos e também a prática de exercícios físicos. O exercício físico de uma forma geral apresenta muitos benefícios para a redução de riscos e de complicações decorrentes da doença. Como benefícios podemos incluir a redução de valores de pressão arterial, redução da glicemia e redução da utilização de fármacos. 
Umas das doenças que podem ter benefícios com a prática da musculação é a Hipertensão arterial e a Diabetes Tipo 2. Atualmente um grande percentual de pessoas apresenta quadro de Hipertensão Arterial e Diabetes Tipo 2, necessitando de meios para prevenção e tratamento dessas doenças. Recomendações para alterações dos hábitos de vida, como inclusão de exercícios físicos e redução do consumo de comidas industrializadas (Cunha e colaboradores, 2006). 
A redução de valores de pressão arterial com a prática de exercícios tende de ser maior em indivíduos hipertensos quando comparados a indivíduos normotensos. O fenômeno de redução de pressão arterial pós exercício é conhecido como Efeito Hipotensor Pós Exercício (HPE). Alguns mecanismos fisiológicos estão envolvidos com a redução dos valores iniciais de pressão arterial, como por exemplo, a redução da resistência vascular periférica, redução do volume sistólico e acúmulo de metabólitos que contribuem para a vasodilatação. Foi observado que sessões de musculação podem reduzir a pressão arterial diastólica em diferentes tempos de intervalos de recuperação entre séries (Veloso e colaboradores, 2010). 
A Diabetes Tipo 2 constitui uma alteração metabólica que reduz a produção ou ação da insulina, reduzindo a captação de glicose mantendo a taxa de glicemia acima de valores normais. Também apresenta um grande percentual de pessoas acometidas, apresentando um grande número de mortalidade e gastos públicos com tratamento. 
Indivíduos acometidos devem ser incentivados a praticar exercícios físicos, incluindo a musculação devido aos benefícios atingidos como, aumento da sensibilidade da insulina, aumento da massa muscular, aumento do fluxo sanguíneo, aumento do número de transportadores de glicose (GLUT-4) e redução do tecido adiposo (Bernardini, Manda e Burini, 2010). 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
	A participação neste Estágio Curricular I foi realmente de grande importância para o meu desenvolvimento acadêmico, porque somente através da vivencia e regência é que podemos observar e sentir a realidade de uma aula em uma academia de musculação.
As dificuldades que presenciei, diz respeito ao pouco número de professores para atender uma quantidade muito grande de clientes em um salão de academia de musculação e o cuidado da parte de cada um para atender com eficiência cada caso.
A receptividade e a boa vontade por parte dos clientes foram o fator positivo e o que também se tornou como um facilitador para a abordagem ter êxito nos momentos da aplicabilidade do plano de intervenção do estágio. 
Todos os conhecimentos absolvidos através das disciplinas em sala de aula foram indispensáveis para que o bom desenvolvimento do estágio ocorresse de forma positiva,
Entretanto, pude perceber que o desafio é grande e a jornada é longa para todos os que almejam ser futuros profissionais da Educação Física Bacharelado, basta então, termos uma boa preparação acadêmica para assim ministrarmos aulas com entusiasmo e perseverança sempre presando o compromisso e o profissionalismo para comtodos os nossos futuros clientes. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bernadini, A. O.; Manda, R. M.; Burini, R. C. Características do protocolo de exercícios físicos para atenção primária ao diabetes tipo 2. Revista Brasileira de Ciências e Movimento. Vol. 3. Num. 18. 2010.
Cunha, G. A.; Rios, A. C. S.; Moreno, J. R.; Braga, P. L.; Campbell, C. S. G.; Simões, H. G.; Denadai, M. L. D. R. Hipotensão pós exercício em hipertensos submetidos ao exercício aeróbico de intensidades variadas e exercício de intensidade constante. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Vol. 12. Num. 6. 2006. 
FORJAZ CLM, REZK CC, MELO CM, Santos DA, Teixeira L, Nery SS, Tinucci
T. Exercício resistido para o paciente hipertenso: Indicação ou Contra indicação. Revista Brasileira Hipertensão. v. 10, p. 119-124, 2003.
LOPES, Rafael Rodrigues. A importância da musculação no controle da pressão arterial: uma revisão de literatura. Educação Física e Deportes, Revista Digital. Buenos Aires, Ano 17, n.167, 2012.
Mutti LC, Simão R, Dias I, Figueiredo T, Salles BF. Efeito hipotensivo do treinamento de força em homens idosos. Rev Bras Cardiol. 2010;23(2):111-5.
PEDROSO, Milena de Azambuja. Efeitos do Treinamento de Força em Mulheres com Hipertensão Arterial. Saúde em Revista. v. 9, n. 21, p. 27-32, 2007.
MAIOR, AS, Santos FG, Freitas JGP, et al. Efeito hipotensivo do treinamento de força em séries contínuas e fracionadas. Revista SOCERJ. v. 22, n. 3, p. 151-57, 2009.
MEDIANO, Mauro Felippe Felix. Comportamento subagudo da pressão arterial após o treinamento de força em hipertensos controlados. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. v.11, n. 06, 2005
Polito MD, Simão R, Senna GW, Farinatti PTV. Efeito hipotensivo do exercício de forca realizados em intensidades diferentes e o mesmo volume de trabalho. Rev. Bras. Med. Esporte, 2003; 9(2): 69-73.    
POLITO, Marcos Doederlein. Hipotensão Pós-exercício em Indivíduos Hipertensos: uma Revisão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. v. 96, n. 5, p. 100-109, 2011.
POLITO, M. D.; SIMÃO R.; FARINATTI, P. T. V. Efeito hipotensivo do exercício de força realizado em intensidades diferentes e mesmo volume de trabalho. Revista Brasileira de Medicina Esportiva, v.9, n.2, p. 69-73, mar/abr, 2003
PINHO, Silvia Teixeira de. Os benefícios do exercício físico no controle da pressão arterial de hipertensos. Anais da semana Educa. v. 01, n. 01, 2010.
Veloso, J.; Polito, M.; Riera, T.; Celes, R.; Vidal, J. C.; Bottaro, M. Efeitos do intervalo de recuperação entre as séries sobre a pressão arterial após exercícios resistidos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2010. Disponível em:http://www.arquivosonline.com.br 
 
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