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ABNT/CEE-175
PROJETO ABNT NBR 16757-2
FEV 2019
Geossintéticos — Requisitos para aplicação 
Parte 2: Barreiras geossintéticas
APRESENTAÇÃO
1)	 Este Projeto foi elaborado pela Comissão de Estudos Especiais em Geossintéticos 
(ABNTCEE-175), com número de Texto-Base 175:000.001-022-2, nas reuniões de:
08.08.2017 12.09.2017 10.10.2017
07.11.2017 12.06.2018 09.10.2018
a) não tem valor normativo.
2)	 Aqueles que tiverem conhecimento de qualquer direito de patente devem apresentar esta 
informação em seus comentários, com documentação comprobatória.
3)	 Tomaram parte na sua elaboração, participando em no mínimo 30 % das reuniões realizadas 
sobre o Texto-Base e aptos a deliberarem na Reunião Especial de Análise da Consulta Nacional:
Participante Representante
AUTONOMA Indiara Giugni
BRASKEM Marcial Cesar Vieira
EESC/USP Jefferson Lins
HUESKER Emilia M. Andrade
IGSBRASIL André E. Silva
ITA Delma M. Vidal
MACCAFERRI Daniele M. Ojea
MEXICHEM/BIDIM Demetrius Guimarães
MEXICHEM/BIDIM Natalia F.L da Silva
MEXICHEM/BIDIM Uriel Machado Santos
NEOPLASTIC Daiani O.Magalhães
NEOPLASTIC Daniel Moreno Meucci
© ABNT 2019
Todos os direitos reservados. Salvo disposição em contrário, nenhuma parte desta publicação pode ser modificada 
ou utilizada de outra forma que altere seu conteúdo. Esta publicação não é um documento normativo e tem 
apenas a incumbência de permitir uma consulta prévia ao assunto tratado. Não é autorizado postar na internet 
ou intranet sem prévia permissão por escrito. A permissão pode ser solicitada aos meios de comunicação da ABNT.
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ABNT/CEE-175
PROJETO ABNT NBR 16757-2
FEV 2019
NORTENE Andréia Machado
OBER Eduardo A. Janela
OBER Samira T. de Souza
RAMALHO Hersio A. Ranzani Jr.
TESIS Joelmir Arcanjo Gomes
TESIS Julia Abdalla Conte
TDM Marcus V. W. Campos
TRI AMBIENTAL Julio Ferreira
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ABNT/CEE-175
PROJETO ABNT NBR 16757-2
FEV 2019
Geossintéticos — Requisitos para aplicação 
Parte 2: Barreiras geossintéticas
Geosynthetics — Application requirements 
Part 2: Geosynthetic barriers
Prefácio
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. 
As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), 
dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais 
(ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas 
no tema objeto da normalização.
Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da ABNT Diretiva 2.
A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais 
direitos de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados 
à ABNT a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).
Os Documentos Técnicos ABNT, assim como as Normas Internacionais (ISO e IEC), são voluntários 
e não incluem requisitos contratuais, legais ou estatutários. Os Documentos Técnicos ABNT 
não substituem Leis, Decretos ou Regulamentos, aos quais os usuários devem atender, tendo 
precedência sobre qualquer Documento Técnico ABNT.
Ressalta-se que os Documentos Técnicos ABNT podem ser objeto de citação em Regulamentos 
Técnicos. Nestes casos, os órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar 
as datas para exigência dos requisitos de quaisquer Documentos Técnicos ABNT.
A ABNT NBR 16757-2 foi elaborada na Comissão de Estudos Especiais em Geossintéticos 
(ABNTCEE-175). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº XX, de XX.XX.XXXX a 
XX.XX.XXXX.
A ABNT NBR 16757, sob o título geral “Geossintéticos – Requisitos para aplicação”, tem previsão 
de conter as seguintes partes:
 — Parte 1: Geotêxteis e produtos correlatos;
 — Parte 2: Barreiras geossintéticas.
O Escopo em inglês da ABNT NBR 16757-2 é o seguinte:
Scope
This Part of ABNT NBR 16757 specifies requirements and procedures to be followed by 
manufacturers and distributors of geosynthetic products and applies to products classified according to 
ABNT NBR ISO 10318-1 in the group of Geosynthetic Barriers, in particular polymeric geosynthetic 
barriers (geomembranes) and clay geossintetic barriers (GCL).
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ABNT/CEE-175
PROJETO ABNT NBR 16757-2
FEV 2019
This Part of ABNT NBR 16757 does not apply to products classified according to 
ABNT NBR ISO 10318-1 in the group of geotextiles and related products.
NOTE The properties indicated in this Part comprise the set of manufacturing control and information 
to be provided to users and designers. To meet the project needs, other properties may be necessary, 
depending on the type of application, the type of product, and the specific conditions of each work. 
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ABNT/CEE-175
PROJETO ABNT NBR 16757-2
FEV 2019
Geossintéticos — Requisitos para aplicação 
Parte 2: Barreiras geossintéticas
1 Escopo
Esta Parte da ABNT NBR 16757 especifica os requisitos e os procedimentos a serem aplicados por 
fabricantes e distribuidores de produtos geossintéticos. Esta Parte da ABNT NBR 16757 é aplicável 
aos produtos classificados no grupo das barreiras geossintéticas, em particular, as barreiras geos-
sintéticas poliméricas (geomembranas) e as barreiras geossintéticas argilosas (também conhecidas 
como GCL), conforme a ABNT NBR ISO 10318-1.
Esta Parte da ABNT NBR 16757 não é aplicável aos produtos classificados, no grupo dos geotêxteis 
e produtos correlatos, conforme a ABNT NBR ISO 10318-1.
NOTA As propriedades indicadas nesta Parte compõem um conjunto mínimo de controle da fabricação 
e de informações a serem fornecidas aos usuários e projetistas, a fim de atender às necessidades 
de projeto, outras propriedades estabelecidas em função do tipo de aplicação, do tipo de produto e dos 
requisitos específicos de cada obra.
2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. 
Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, 
aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).
ABNT NBR 15856 Geomembranas e produtos correlatos – Determinação das propriedades de tração
ABNT NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos
ABNT NBR ISO 9862, Geossintéticos – Amostragem e preparação de corpos de prova para ensaios
ABNT NBR ISO 9863-1, Geossintéticos – Determinação da espessura a pressões especificadas – 
Parte 1: Camada única
ABNT NBR ISO 10318-1, Geossintéticos – Parte 1: Termos e definições
ABNT NBR ISO 10319, Geossintéticos – Ensaio de tração faixa larga
ABNT NBR ISO 10320, Geotexteis e produtos correlatos – Identificação em obra
ABNT NBR ISO 12236, Geossintéticos – Ensaio de puncionamento estático (punção CBR)
ISO 1183-2, Plastics – Methods for determining the density of non-cellular plastics – Part 2: Density
ISO TS 13434, Geosynthetics – Guidelines for the assessment durability
EN 12224, Geotextiles and geotextiles related products – Determination of the resistance to weathering.
EN 14415, Geosynthetic barriers – Test method for determining the resistance to leaching
EN 14575, Geosynthetic barriers – Screening test method for determining the resistance to oxidation 
gradient column method
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PROJETO ABNT NBR 16757-2
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ASTM D792, Test methods for density and specific gravity (relative density) of plastics by displacement
ASTM D1203, Test methods for volatile loss from plastics using activated carbon methods
ASTM D1505, Test method for density of plastics by the density-gradient technique
ASTM D1603, Test method for carbon black content in olefin plastics
ASTM D2124, Test method for analysisof components in poly(vinyl chloride) compounds using an 
infrared spectrophotometric technique
ASTM D3895, Test method for oxidative-induction time of polyolefins by differential scanning calorimetry
ASTM D4218, Test method for determination of carbon black content in polyethylene compounds by 
the muffle-furnace Technique
ASTM D 4833, Test method for index puncture resistance of geomembranes and related products
ASTM D5397, Test method for evaluation of stress crack resistance of polyolefin geomembranes 
using notched constant tensile load test
ASTM D5596, Test method for microscopic evaluation of the dispersion of carbon black in polyolefin 
geosynthetics
ASTM D5885, Test method for oxidative induction time of polyolefin geosynthetics by high-pressure 
differential scanning calorimetry
ASTM D5887, Test method for measurement of index flux through saturated geosynthetic clay liner 
specimens using a flexible wall permeameter
ASTM D5993, Test method for measuring mass per unit of geosynthetic clay liners
ASTM D6496, Test method for determining average bonding peel strength between top and bottom 
layers of needle-punched geosynthetic clay liners
3 Termos,	definições	e	abreviações
3.1 Termos	e	definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR ISO 10318-1 e os 
seguintes.
3.1.1 
declaração de desempenho
documento emitido pelo fabricante ou distribuidor contendo as informações requeridas nesta Parte 
da ABNT NBR 16757, com o objetivo de assegurar a qualidade do produto, apresentar os valores 
nominais e os valores de tolerância declarados para suas propriedades
3.1.2 
material pós-consumo
material reciclado produzido a partir de material que foi usado anteriormente em outras aplicações, 
como embalagens, por exemplo
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PROJETO ABNT NBR 16757-2
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3.1.3 
material pós-industrial
material reciclado de material industrial originário de outro processo ou resíduos de terceiro
3.1.4 
material	retrabalhado 
RM
material compreendendo aparas a serem reutilizadas, diretamente ou após mistura com a matéria-
prima, desde que oriundo do mesmo processo, da mesma fábrica e proveniente da mesma família 
de produtos
3.1.5 
propriedade característica de controle 
CC
propriedade índice a ser controlada pelo fabricante com frequência mínima e método de ensaio 
estabelecidos nesta Parte (ver 5.3), e que é para ser apresentada na declaração de desempenho 
com base em valor declarado 
NOTA A propriedade característica pode ser apresentada em catálogos ou outro material de divulgação, 
à exceção da declaração de desempenho, como o valor mínimo e/ou máximo assegurado pelo fabricante 
considerando a condição de 95 % de confiança, ou seja, (VN – VT) e/ou (VN + VT).
3.1.6 
valor declarado da propriedade característica
valor estabelecido pelo fabricante com base na interpretação estatística das medidas de seu controle 
de qualidade interno e expressa como valor nominal e valor de tolerância correspondendo a 95 % 
do nível de confiança (ver Anexo A) 
3.1.7 
valor nominal da propriedade característica 
VN
valor estabelecido pelo fabricante, determinado como o valor médio obtido no conjunto de ensaios de 
controle da propriedade característica realizados em um número considerável de amostras do produto 
3.1.8 
valor de tolerância da propriedade característica 
VT
valor estabelecido pelo fabricante em função dos resultados obtidos nos ensaios de controle de 
qualidade que serviram para estabelecer o valor nominal da propriedade característica e que o valor 
de tolerância permite estabelecer os valores mínimos e/ou máximos da propriedade assegurado 
pelo fabricante com um nível de confiança de 95% (ver Anexo A)
NOTA O valor de tolerância é geralmente denominado margem de erro na bibliografia clássica sobre 
estatística (ver bibliografia [9]).
3.2 Abreviaturas
3.2.1 Para os efeitos deste documento são consideradas as abreviações indicadas na ANBR ISO 10318-1:
GBR-P é a barreira geossintética polimérica (também conhecida como geomembrana polimérica)
GBR-C é a barreira geossintética argilosa (também conhecida como GCL)
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PROJETO ABNT NBR 16757-2
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3.2.2 Fabricação
CMD direção transversal à de fabricação 
MD direção de fabricação
HDPE polietileno de alta densidade (PEAD)
LLDPE polietileno de baixa densidade linear (PEBDL)
PE polietileno
FPP polipropileno flexível
PVC policloreto de vinila
4 Requisitos
Um produto, para ser declarado barreira geossintética polimérica (geomembrana) ou barreira geossin-
tética argilosa (GCL), deve atender aos requisitos descritos em 4.1 a 4.7.
4.1 Deve haver um programa de controle de qualidade da matéria-prima que atenda aos critérios 
de aceitação e aos procedimentos indicados em 5.1
4.2 Deve haver um programa de controle de qualidade do processo de fabricação bem definido 
no sistema de gestão conforme 5.2, que permita satisfazer o descrito em 5.3
4.3 Deve haver um programa de controle de qualidade do produto que assegure o atendimento 
das propriedades características de controle requeridas para as funções que o geossintético pode 
desempenhar e que devem constar da declaração de desempenho conforme o indicado em 5.3 e 5.4
4.4 Deve haver um programa de controle de durabilidade do produto que garanta o atendimento dos 
requisitos para condições de uso a constar da declaração de desempenho conforme indicado em 5.5
4.5 Todas as bobinas a serem entregues na obra devem ser marcadas e identificadas conforme 5.6 e 5.7
4.6 Proteger com embalagem adequada todas as bobinas a serem entregues na obra conforme 5.8
4.7 Disponibilizar aos projetistas e entregar junto com o produto, na obra, uma declaração de desem-
penho conforme 5.9.
NOTA É importante que projetistas, usuários finais e outras partes interessadas considerem estes requi-
sitos para estabelecer os critérios para recebimento e aceitação do produto que compõe a especificação 
de projeto.
5 Procedimentos
5.1 Controle de qualidade da matéria-prima
O fabricante deve definir em documento específico os requisitos de aceitação da matéria-prima e os 
procedimentos para garantir que estes requisitos sejam cumpridos.
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PROJETO ABNT NBR 16757-2
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A resina usada na fabricação de barreiras geossintéticas poliméricas (GBR-P) deve ser 100 % virgem, 
à exceção dos produtos em PE ou PVC, que podem conter até 10 % de material retrabalhado 
(ver 3.1.4), obtido obrigatoriamente do próprio processo de fabricação, sem incluir material reciclado 
pós-consumo (ver 3.1.2), ou pós-industrial (ver 3.1.3).
5.2 Controle	de	fabricação
O controle de fabricação deve ser estabelecido e documentado no sistema de gestão. Este sistema 
deve incluir os procedimentos de controle de fabricação relevantes para as propriedades de controle 
a serem declaradas e a descrição detalhada das tarefas do fabricante, incluindo os tipos de ensaios 
a serem realizados e a frequência destes ensaios (ver 5.3).
Subsequentemente, qualquer mudança fundamental na matéria-prima e nos aditivos, processos de 
fabricação ou esquema de controle que afete as propriedades ou uso de um produto deve ser prevista 
nesta Parte da ABNT NBR 16757.
Para que a qualidade de um produto seja mantida, é recomendável que a empresa atenda aos 
requisitos da ABNT NBR ISO 9001, ou que uma inspeção da fábrica e do controle de fabricação seja 
feita por empresa especializada ou órgão certificador ao menos uma vez ao ano, buscando avaliar se 
as condições de fabricação são mantidas constantes e se o fabricante atende aos cuidados indicados 
nesta Parte da ABNT NBR 16757.
5.3 Propriedades das características de controle
Ensaios de controle devem ser realizados pelo fabricante para estabelecer os valores das propriedades 
de controlea serem declaradas, para que o produto possa satisfazer os requisitos para o emprego de 
geossintéticos. Os resultados dos ensaios devem ser registrados e estar disponíveis para inspeção.
As propriedades características a serem controladas, a forma da apresentação destas propriedades, 
o método de ensaio a ser empregado para determiná-las e a frequência dos ensaios a serem realizados, 
são apresentados nas Tabelas 1 e 2. A frequência indicada para os ensaios considera que o produto 
é fabricado utilizando sempre a mesma matéria-prima e não sofre mudança significativa na técnica 
de produção.
Uma mudança significativa no processo pode ser aquela que envolve uma mudança na formulação 
ou alteração dos níveis de concentração dos ingredientes ativos da formulação do polímero na 
matéria-prima. Qualquer alteração no procedimento de fabricação ou na formulação, incluindo a 
troca de fornecedor ou matéria-prima (resina, aditivos, pigmentos), que possa afetar as propriedades 
declaradas ou o uso do produto, constitui uma mudança significativa de processo e requer novos 
ensaios de controle.
As características de controle devem ser declaradas pelo fabricante com base na interpretação 
estatística das medidas de seu controle de qualidade de fabricação e expressas como valores nominais 
e valores de tolerância correspondendo a 95% do nível de confiança, calculados conforme indicado 
no Anexo A (ver bibliografia, [1]).
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ABNT/CEE-175
PROJETO ABNT NBR 16757-2
FEV 2019
Tabela	1	–	Características requeridas, métodos de ensaio e frequência mínima do controle 
de	qualidade	de	fabricação	para	barreiras	geossintéticas	poliméricas	(geomembranas)
Características de 
Controle	(CC) Método de ensaio VN, VT Frequência mínima 
a, c
Espessura nominal ABNT NBR ISO 9863-1 (mm, – mm) 1 por bobina
Densidade ISO1183-2 ou ASTM D1505 ou D792 (g/cm
3, – g/cm3) 1 a cada 90nt
Resistência à tração na 
ruptura ABNT NBR 15856 (kN/m
2, – kN/m2) 1 a cada 9 t para PE e PP 1 a cada 18 t para PVC
Deformação à tração na 
ruptura ABNT NBR 15856 (%, +/– %) 
a 1 a cada 9 t para PE e PP 
1 a cada 18 t para PVC
Resistência ao 
puncionamento estático b
ASTM D4833 ou 
ABNT NBR ISO 12236
(N, – N) ou 
(kN, – kN) 1 a cada 20 t
a Quando um fabricante opera mais que uma linha de produção no mesmo local, a frequência de ensaios 
é por linha de produção.
b Considerando que os fabricantes brasileiros têm um amplo histórico de resultados utilizando a ASTM D4833 
e ainda muitos projetos no país se baseiam em recomendações americanas, o resultado da resistência 
ao puncionamento estático pode ser apresentado com base neste método de ensaio, lembrando que os 
resultados de ensaios realizados pelos dois métodos podem ou não ser correlacionáveis, mas são sempre 
diferentes.
c Para polímeros diferentes do PE, PP e PVC, ou produtos reforçados, a frequência do controle deve se 
basear em recomendações da literatura internacional devidamente justificadas e referenciadas.
Tabela	2	–	Características requeridas, métodos de ensaio e frequência mínima 
do	controle	de	qualidade	de	fabricação	para	barreiras	geossintéticas	argilosas	(GCL)
Características de 
Controle	(CC) Método de ensaio VN, VT Frequência mínima 
a
Espessura ABNT NBR ISO 9863-1 (mm, – mm) 1 a cada 4 000 m
2 e no mínimo 
1 por lote de fabricação a
Massa por unidade de 
área ASTM D5993 (g/m
2, – g/m2) 1 a cada 4 000 m
2 e no mínimo 
1 por lote de fabricação a
Resistência ao 
descolamento b ASTM D6496 (N/m, – N/m)
1 a cada 4 000 m2 e no mínimo 
1 por lote de fabricação a
Permeabilidade à água ASTM D5887 (m/s, +/– m/s) 1 por 25 000 m2
Resistência à tração ABNT NBR ISO 10319 (kN/m, – kN/m) 1 por 20 000 m2
a Lote de fabricação é a quantidade continuamente produzida de um produto com a mesma matéria-prima 
e de acordo com a mesma especificação de produção.
b Para barreiras em não tecido agulhado
NOTA Quando um fabricante opera mais que uma linha de produção no mesmo local, a frequência de 
ensaios é considerada por linha de produção.
As amostras para os ensaios de controle devem ser obtidas da linha de produção normal de acordo 
com a ABNT NBR ISO 9862. O tamanho da amostra deve ser suficiente para permitir determinar 
as características especificadas na Tabela 1 ou na Tabela 2. Amostras artesanais, pequenos lotes 
experimentais e outros protótipos desenvolvidos, podem ser ensaiados pelos mesmos métodos, 
mas não podem ser usados para estabelecer valores característicos em ensaios de controle.
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5.4 Verificação	de	conformidade
A verificação da conformidade das características medidas em relação aos valores declarados deve 
ser baseada em medidas feitas em duas amostras representativas (A e B) tomadas em duas bobinas 
diferentes. A amostragem deve estar de acordo com a ABNT NBR ISO 9862. As características 
indicadas na Tabela 1 devem ser medidas de acordo com as normas correspondentes, em corpos 
de prova preparados da amostra A.
Se o resultado do ensaio para uma característica particular estiver dentro do intervalo estabelecido 
pelo fabricante (VN – VT e/ou VN + VT), o produto é aceito como satisfatório em relação a esta 
característica.
Se o resultado do ensaio para uma característica particular estiver fora do intervalo (VN – 1,5 × VT 
e/ou VN + 1,5 × VT), o produto não é satisfatório em relação a esta característica.
Se o resultado do ensaio para uma característica particular estiver entre 1 e 1,5 vez o valor de 
tolerância, corpos de prova preparados a partir da amostra B devem ser ensaiados.
NOTA 1 O nível de confiança de 95 % corresponde ao valor nominal menos (e/ou mais) 1,0 de valor 
de tolerância.
Se o resultado do ensaio dos corpos de prova da amostra B para as mesmas características esti-
verem dentro do intervalo estabelecido pelo fabricante (VN – VT e/ou VN + VT), o produto é aceito 
como satisfatório para esta característica. Se os resultados de ensaio estiverem fora do intervalo 
de tolerância, o produto não é aceito.
NOTA 2 É recomendável que o método proposto neste item também seja empregado no controle de 
qualidade do material entregue na obra.
5.5 Avaliação	da	durabilidade
5.5.1 Requisitos de análise e frequencia
Este Documento indica as condições mínimas de análise a que todos os produtos devem ser 
submetidos, para avaliar sua resistência aos mecanismos de degradação passíveis de ocorrer em 
meio ambiente normal, ou seja, solo e água naturais, pH entre 4 e 9 e temperatura do solo de até 
25 °C, conforme ISO/TS 13434.
As solicitações ambientais mínimas a serem avaliadas são a resistência ao intemperismo durante 
o período em que o produto não estiver coberto (exposição a raios UV, mudanças bruscas de 
temperatura e chuva) e a resistência aos agentes presentes no meio ambiente considerado normal. 
Estas análises compõem as condições mínimas a serem indicadas na declaração de desempenho 
que deve acompanhar o produto. 
Ensaios específicos devem ser realizados para obras com vidas de serviço superiores a 25 anos e 
ou aplicação em outras condições de intemperismo ou de meio ambiente (ver ISO/TS 13434).
Qualquer modificação na matéria-prima (formulação ou fornecedor) ou no procedimento de fabri-
cação que possa afetar a durabilidade requer novos ensaios, atendendo aos critérios estabelecidos 
nesta Norma.
Os resultados dos ensaios devem ser registrados e estar disponíveis para inspeção.
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PROJETO ABNT NBR 16757-2
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5.5.2 Resistência ao intemperismo
5.5.2.1 A ISO/TS 13434 estabelece as condições para avaliar a resistência ao intemperismo dos geos- 
sintéticos por meio de ensaios acelerados e análise da porcentagem de resistência retida, dada pela 
relação entre a resistência à tração apresentada pela amostra ao fim do ensaio e a resistênciaà tração 
da amostra virgem. Ensaios de resistência ao intemperismo devem ser realizados no mínimo a cada 
cinco anos, desde que não haja modificação na matéria-prima ou no processo de fabricação.
Considerando o conjunto dos requisitos, duas categorias de exposição podem ser identificadas:
 a) exposição equivalente a um mês de radiação UV: para produtos submetidos a ensaios 
de intemperismo acelerado considerando a exposição à radiação de um mês (50 MJ/m2), 
com corpos de prova ensaiados após exposição apresentando resistência superior a 75 % 
do valor obtido antes da exposição (resistência retida > 75 %), a declaração de desempenho 
deve indicar “A ser coberto em até 30 dias após a instalação”;
 b) exposição equivalente a um ano de radiação UV: para produtos submetidos a ensaios de 
intemperismo acelerado considerando a exposição à radiação de um ano (495 MJ/m2) 
com corpos de prova ensaiados após exposição apresentando resistência superior a 75 % 
do valor obtido antes da exposição (resistência retida > 75 %), a declaração de desempenho 
deve indicar “A ser coberto em até um ano após a instalação”.
5.5.2.2 Para produtos não submetidos a ensaios de resistência ao intemperismo, a declaração 
de desempenho deve indicar: “A ser coberto no dia da instalação”.
NOTA Para uma gama de produtos idênticos, exceto pela espessura ou massa por unidade de área, 
inicialmente apenas o produto com a menor espessura ou massa por unidade de área pode ser submetido 
aos ensaios. Os resultados do ensaio podem ser aplicados para os outros produtos da gama, a menos que 
tenham sido ensaiados separadamente.
5.5.3 Vida	de	serviço	sob	condição	ambiente	normal
5.5.3.1 Obras	com	vida	de	serviço	de	projeto	de	até	cinco	anos	e	condição	ambiente	normal
Um produto que não teve avaliada sua durabilidade deve ter indicado na declaração de desempenho: 
“Este produto atende a obras com vida de serviço de projeto de até cinco anos, quando aplicado em 
solo e água naturais, com pH entre 4 e 9 e temperatura do solo inferior a 25 °C”.
5.5.3.2 Obras	com	vida	de	serviço	de	projeto	de	até	25	anos	e	condição	ambiente	normal
5.5.3.2.1 Um produto que atenda aos critérios de aceitação indicados em 5.5.3.2.2, para barreiras 
poliméricas, ou em 5.5.3.2.3, para barreiras argilosas, deve indicar na declaração de desempenho: 
“Este produto atende a obras com vida de serviço de projeto prevista de até 25 anos quando aplicado 
em solo e água naturais, com pH entre 4 e 9 e temperatura do solo inferior a 25 °C, desde que 
os cuidados durante a estocagem e instalação e o tempo de exposição ao intemperismo indicados 
sejam observados”.
NOTA 1 Os ensaios estabelecidos para esta análise foram concebidos para assegurar um tempo mínimo 
de durabilidade (25 anos), com base na experiência de campo (ver ISO/TS 13434). Os produtos que atende 
a estes critérios podem ter vidas de serviço muito superiores.
NOTA 2 Considerando que prazos maiores de vida de serviço ou diferentes condições ambientes 
requerem análise específica, é recomendável que vidas de serviço ou condições diferentes das indicadas 
nesta Norma sejam sempre objeto de avaliação caso a caso.
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5.5.3.2.2 Critérios	para	barreiras	geossintéticas	poliméricas	(geomembranas)
Os ensaios relevantes para as análises de durabilidade de barreiras geossintéticas poliméricas e os 
critérios para sua aceitação estão apresentados na Tabela 3.
Tabela	3	–	Avaliação	da	durabilidade	de	barreiras	geossintéticas	poliméricas	(geomembranas): 
métodos de ensaio, frequência e critério de aceitação.
Característica Polímero Método de ensaio Frequência 
a Critério aceitação
Teor de negro de 
fumo
PE, FPP
Aditivados 
com negro 
de fumo
ASTM D4218 
(PE)
ASTM D1603 
(FPP)
1 a cada 9 t para 
HDPE e 1 a 
cada 20 t para 
LLDPE e FPP
Entre 2 e 3 % para HDPE e LLDPE
entre 2 e 15 % para FPP
Dispersão de 
negro de fumo
PE 
Aditivado 
com negro 
de fumo
ASTM D5596 1 a cada 20 t produzidas
A cada 10 vistas pelo menos 9 nas 
categorias 1 ou 2 e no máximo 1 na 
categoria 3 (considerar apenas 
aglomerados aproximadamente 
esféricos)
Tempo de 
oxidação 
indutiva
PE
ASTM D3895 
ou 
ASTM D5885
1 a cada 90 t 
produzidas
No mínimo 100 min para 
ASTM D3895 e no mínimo 
400 min para ASTM D5885
Resistência ao 
stress crack HDPE ASTMD5397
1 a cada 180 t 
produzidas
O produto deve suportar mais 
de 500h de solicitação
Resistência à 
oxidação PE, FPP EN 14575
1 a cada 
5 anos b
Resistência à tração retida > 75 % 
após ensaio a 85°C por 90 dias
Resistência à 
lixiviação PVC
Método A da 
EN14415
1 a cada 
5 anos b
Resistência à tração retida > 75 %, 
com perda de massa < 5 % e 
sem sinal visível de degradação 
Peso molecular 
médio do plastificante PVC ASTM D2124
1 a cada 
5 anos No mínimo 400
Resistência à 
perda de voláteis PVC ASTM D1203
1 a cada 
5 anos
No máximo de 0,5 % para 
espessura ≥ 1 mm
a Todos os ensaios devem ser feitos a cada nova formulação
b Pode ser ensaiada apenas a menor espessura se produtos tem mesma formulação e processo de fabricação
NOTA 1 Quando um fabricante opera mais que uma linha de produção no mesmo local, a frequência de 
ensaios é por linha de produção.
NOTA 2 Para polímeros diferentes do HDPE, LLDPE, FPP e PVC, ou barreiras reforçadas, a frequência 
mínima dos ensaios para avaliação da durabilidade e o critério de aceitação devem se basear em 
recomendações da literatura internacional devidamente justificadas e referenciadas.
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5.5.3.2.3 Critérios	para	barreiras	geossintéticas	argilosas	(GCL)
Os ensaios relevantes para as análises de durabilidade de barreiras geossintéticas argilosas e os 
critérios para sua aceitação são os seguintes:
 a) os componentes em geotêxtil, fibras de agulhamento e fios de costura devem ser avaliados 
conforme descrito na Parte 1 desta Norma;
 b) os componentes em barreira geossintética polimérica devem ser avaliados de acordo com 5.5.3.2.2.
5.6 Marcação
Todo produto geossintético a ser entregue na obra deve ter marcados, a cada 5 m, o nome e o tipo 
do produto conforme especificado na ABNT NBR ISO 10320.
5.7 Etiquetagem
Todo produto geossintético a ser entregue na obra deve ter etiqueta com as informações conforme 
especificado na ABNT NBR ISO 10320.
5.8 Embalagem
A embalagem do geossintético deve oferecer proteção durante o transporte e estocagem e é reco-
mendável que seja removida apenas no momento da aplicação.
Caso a embalagem de uma barreira geossintética polimérica seja o próprio produto, o fabricante deve 
indicar o número de voltas que está sendo utilizado como proteção.
5.9 Declaração de desempenho
Todo produto geossintético a ser entregue na obra deve estar acompanhado da declaração de desem-
penho com no mínimo as seguintes informações:
 a) todas as informações para identificação e localização do fabricante ou do distribuidor, quando 
este for o responsável pela declaração, no caso de marca própria ou importação;
 b) produto concebido para desempenhar a função de barreira;
 c) os valores médios e valores de tolerância declarados e garantidos pelo fabricante para as carac-
terísticas de controle relacionadas às funções desempenhadas, conforme indicado na Tabela 1 
para barreiras geossintéticas poliméricas ou na Tabela 2 para barreiras geossintéticas argilosas;
 d) as normas de ensaio utilizadas para determinação das propriedades características;
 e) declaração de que o material retrabalhado, RM (ver 3.1.4), não ultrapassa 10 %;
 f) As condições de durabilidade, conforme indicado em 5.5, incluindo tempo de exposição ao 
intemperismo máximo recomendado (5.5.2) e tempo de vida de serviço na obra (5.5.3) para as 
condições ambientes estabelecidas na ISO TS 13434 (solo e água naturais, pH entre 4 e 9 e 
temperatura inferior a 25 °C);
 g) As condições de manipulação,incluindo o descarregamento na obra, estocagem e instalação.
O Anexo B apresenta um exemplo de documento que acompanha o produto.
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Anexo A 
(normativo) 
 
Determinação do valor de tolerância e do intervalo 
de	confiança	de	uma	propriedade-índice
A.1 Cálculo do valor de tolerância
Para uma dada média populacional μ, baseada em um número de amostras analisadas, n, maior que 
30, o valor de tolerância da propriedade índice do produto definido pelo fabricante, para um nível de 
confiança de 95 % pode ser determinado pela Equação A.1 ou pela Equação A.2 (Ver Bibliografia [1]), 
conforme a seguir:
 a) quando valores mínimo e máximo forem requeridos:
1,96VT
n
⋅ σ= (A.1)
 b) quando apenas o valor mínimo ou o valor máximo for requerido:
1,64VT
n
⋅ σ= (A.2)
Sendo VT o valor de tolerância para um nível de confiança de 95%, n o número de amostras ensaia-
das e σ o desvio-padrão populacional (se o desvio-padrão populacional σ não é conhecido, ele pode 
ser substituído pelo desvio-padrão amostral s).
Os valores mínimo e máximo da propriedade índice para o intervalo de confiança de 95% são dados 
respectivamente por ( x – VT) e ( x + VT), sendo x o valor da média amostral, adotado como valor 
nominal da propriedade.
A.2 Exemplo de aplicação
Para um produto que durante sua produção e controle de qualidade (ver Seção 5) teve sua resistência 
à tração na direção de fabricação determinada em 100 amostras obtendo:
 a) resistência à tração na força máxima;
 — Para um valor da média amostral (valor nominal) igual a 20,0 kN/m e desvio-padrão amostral 
(s) igual a 2,0 kN/m, o valor de tolerância para um nível de confiança de 95 % pode ser 
calculado pela equação A.2 como:
VT = (1,64 . 2,0)/10 = 0,33 kN/m
x – VT = 20kN/m – 0,33 kN/m = 19,7 kN/m
 — Sendo o valor mínimo garantido pelo fabricante igual a 19,7 kN/m.
 b) alongamento na força máxima
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Para um valor da média amostral (valor nominal) igual a 15 % e desvio-padrão amostral (s) 
igual a 5 %, o valor de tolerância para um nível de confiança de 95 % pode ser calculado pela 
equação A.1 como:
VT = (1,96 · 5)/10 = 1,0%
 — Sendo o valor garantido pelo fabricante no intervalo 14 % < εmáx < 16 %.
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Anexo B 
(informativo) 
 
Exemplo de documento que acompanha o produto
Declaração de desempenho Descrição
PRODUTO A Nome comercial do produto
Tipo: 
Barreira geossintética polimérica (geomembrana)
Indicar o tipo conforme ABNT NBR ISO 10318-1
Fabricante: EMPRESA A 
Endereço 
CNPJ
Nome ou marca de identificação do fabricante 
Endereço completo 
CNPJ do fabricante ou do importador
Fornecedor: EMPRESA B 
Endereço 
CNPJ
Nome ou marca de identificação do 
fornecedor Endereço completo 
CNPJ do fornecedor ou do importador
Controle de fabricação certificado: Número do certificado de controle de 
fabricação (se houver)
Atende à ABNT NBR ISO 10320 e a ABNT NBR 16757-2 Normas ou recomendações atendidas
Apto a desempenhar a função de barreira de fluxo (B) Função que pode desempenhar
Polímero principal: polietileno de alta densidade (HDPE) Declaração do polímero componente principal
Características de controle
 Espessura (ABNT NBR 9063-1): VN mm (– VT mm)
 Densidade (ASTM D 792): VN g/cm3 (– VT g/cm3)
 Resistência à tração (ABNT NBR 15856):
 MD VN N/mm2 (– VT N/mm2)
 CMD VN N/mm2 (– VT N/mm2)
 Deformação (ABNT NBR 15856):
 MD VN % (+/– VT %)
 CMD VN % (+/– VT %)
Resistência ao puncionamento estático: 
(ABNT NBR ISO 12236): VN kN (– VT kN)
Valores declarados das características de 
controle:
 Valores nominais (valores de tolerância)
Durabilidade (análise considerando a ABNT NBR 1757-2 
e a ISO TS 13434)
 — “A ser coberto em até um ano após a instalação”
 — “Este produto atende a obras com vida de serviço de 
projeto prevista de até 25 anos, quando aplicado em 
solo e água naturais, com pH entre 4 e 9 e temperatura 
do solo inferior a 25ºC, desde que os cuidados durante 
a estocagem e instalação e o tempo de exposição ao 
intemperismo indicados sejam atendidos”.
Indicar as condições de durabilidade 
baseadas em 5.5
Condições de armazenamento: Recomendações do fabricante de como o 
produto deve ser armazenado
Dados do lote de fabricação:
 identificação do lote:
 massa por unidade de área (ABT NBR ISO 9864): (em g/m2)
 massa nominal bruta: (em kg)
 Comprimento: (em m)
 Largura: (em m)
Dados da unidade
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Bibliografia
[1] [1] Montgomery, D. C., Runger, G. C., Hubele, N. F. Estatística Aplicada à Engenharia, 
Editora LTC, 2ª Edição, 2004.
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