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PROJETO PEDAGÓGICO DO 
CURSO DE DIREITO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP 
CAMPO GRANDE / MS 
 
 
UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO 
 
 
 
 
 
 
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO 
 
 
Projeto Pedagógico elaborado pelo 
Núcleo Docente Estruturante do Curso de 
Direito da Universidade Anhanguera-
Uniderp, homologado pelo Colegiado do 
Curso. 
 
 
 
 
 
 
 
Campo Grande / MS 
2016 
Sumário 
 
LISTAS DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS ............................................................. 8 
APRESENTAÇÃO .................................................................................................................... 9 
1 CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 
SUPERIOR E DO CURSO .................................................................................................... 10 
1.1 GRUPO KROTON EDUCACIONAL S.A. .................................................................. 10 
1.2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA ............................................. 10 
1.3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR 
(IES) ...................................................................................................................................... 11 
1.4 DADOS GERAIS DO CURSO .................................................................................... 16 
2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS 
INSTITUCIONAIS ................................................................................................................... 19 
2.1 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS ...................................................................................... 19 
2.2 RESPONSABILIDADE SOCIAL ................................................................................. 20 
2.3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ..................................... 23 
3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSOErro! Indicador não 
definido. 
3.1 CONCEITOS ACADÊMICOS ..................................................................................... 27 
3.1.1 Modelo acadêmico .................................................................................................. 28 
3.1.2 Concepção e organização da matriz curricular .............................................. 30 
3.2 METODOLOGIA: AULA MODELO E MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL 32 
3.2.1 Aula modelo .............................................................................................................. 34 
3.2.2 Material didático ...................................................................................................... 37 
3.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO E ÁREA DE ATUAÇÃO ...................... 38 
3.3.1 Acompanhamento de egressos .......................................................................... 40 
3.3.2 BSC acadêmico do curso de Direito .................................................................. 42 
3.4 OBJETIVOS DO CURSO ............................................................................................ 54 
3.5. ESTRUTURA CURRICULAR .................................................................................... 55 
3.5.1 Matriz Curricular ...................................................................................................... 55 
3.5.2 Interdisciplinaridade ............................................................................................... 57 
3.5.3 Flexibilização curricular ........................................................................................ 58 
3.5.4 Acessibilidade plena .............................................................................................. 59 
3.5.5 Compatibilização da carga horária ..................................................................... 59 
3.5.6 Articulação da teoria com a prática ................................................................... 60 
3.5.7 Tópicos especiais ................................................................................................... 60 
3.6 CONTEÚDOS CURRICULARES ............................................................................... 61 
3.6.1 Plano de ensino ....................................................................................................... 61 
3.6.2 Ementário e bibliografia ........................................................................................ 63 
3.6.3 Conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental .. Erro! Indicador 
não definido. 
3.6.4 Conteúdos pertinentes às políticas de educação em direitos 
humanos ................................................................................ Erro! Indicador não definido. 
3.6.5 Conteúdos pertinentes às políticas de educação das relações étnico-
raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e 
indígena ................................................................................. Erro! Indicador não definido. 
3.7. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ........... Erro! Indicador não definido. 
3.8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ............... Erro! Indicador não definido. 
3.8.1. Objetivos ....................................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.8.2. Carga Horária, Estrutura e Orientação .................. Erro! Indicador não definido. 
3.8.3. Avaliação ....................................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .............................. Erro! Indicador não definido. 
3.9.1 Estudos Dirigidos: Objetivos e Estrutura .............. Erro! Indicador não definido. 
3.9.2 Estudos Dirigidos: Avaliação .................................. Erro! Indicador não definido. 
3.10 APOIO AO DISCENTE ................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.10.1 Apoio extraclasse ...................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.10.2 Apoio psicopedagógico ........................................... Erro! Indicador não definido. 
3.10.3 Atendimento educacional especializado ............. Erro! Indicador não definido. 
3.10.4 Atividades de nivelamento ...................................... Erro! Indicador não definido. 
3.10.5 Atividades extracurriculares ................................... Erro! Indicador não definido. 
3.10.6 Programas de participação em centros acadêmicos e em 
intercâmbios ......................................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.11 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO 
CURSO ...................................................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.12 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE 
ENSINO-APRENDIZAGEM .................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.13 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-
APRENDIZAGEM ..................................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.14 NÚMERO DE VAGAS..................................................... Erro! Indicador não definido. 
3.15 PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO ACOMPANHAMENTO E NA 
AVALIAÇÃO DO PPC .............................................................. Erro! Indicador não definido. 
4 CORPO DOCENTE E TUTORIAL ...................................Erro! Indicador não definido. 
4.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ........... Erro! Indicador não definido. 
4.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO ............ Erro! Indicador não definido. 
4.2.1 Gestão Do Curso .......................................................... Erro! Indicador não definido. 
4.2.2 Relação do coordenador com os docentes e discentes do curso ........ Erro! 
Indicador não definido. 
4.2.3 Representatividade nos colegiados superiores .. Erro! Indicadornão definido. 
4.2.4 Experiência de magistério superior e de gestão acadêmica do 
coordenador ......................................................................... Erro! Indicador não definido. 
4.2.5 Regime de trabalho do coordenador ...................... Erro! Indicador não definido. 
4.3 CORPO DOCENTE DO CURSO .................................... Erro! Indicador não definido. 
4.3.1 Titulação ......................................................................... Erro! Indicador não definido. 
4.3.2 Regime de trabalho do corpo docente do curso . Erro! Indicador não definido. 
4.3.3 Experiência profissional do corpo docente .......... Erro! Indicador não definido. 
4.3.4 Experiência de magistério superior do corpo docente ..... Erro! Indicador não 
definido. 
4.3.5 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica ..... Erro! Indicador não 
definido. 
4.4 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO ..... Erro! Indicador não definido. 
4.4.1 Representatividade dos segmentos ....................... Erro! Indicador não definido. 
4.4.2 Periodicidade das reuniões ....................................... Erro! Indicador não definido. 
4.4.3 Registro e encaminhamento das reuniões............ Erro! Indicador não definido. 
4.4.4 Componentes do colegiado do curso .................... Erro! Indicador não definido. 
5. INFRAESTRUTURA ...............................................................Erro! Indicador não definido. 
5.1 GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL 
(TI) .............................................................................................. Erro! Indicador não definido. 
5.2 ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E PARA 
SERVIÇOS ACADÊMICOS .................................................... Erro! Indicador não definido. 
5.3 SALA DE PROFESSORES .............................................. Erro! Indicador não definido. 
5.4 SALAS DE AULA ............................................................... Erro! Indicador não definido. 
5.5 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICAErro! Indicador 
não definido. 
5.6 BIBLIOTECA ...................................................................... Erro! Indicador não definido. 
5.6.1 Acervo ............................................................................. Erro! Indicador não definido. 
5.6.2 Bibliografia básica ....................................................... Erro! Indicador não definido. 
5.6.3 Bibliografia complementar ........................................ Erro! Indicador não definido. 
5.6.4 Biblioteca virtual .......................................................... Erro! Indicador não definido. 
5.6.5 Periódicos científicos eletrônicos ........................... Erro! Indicador não definido. 
5.7 LABORATÓRIOS .............................................................. Erro! Indicador não definido. 
5.7.1 Laboratórios didáticos especializados: quantidade .......... Erro! Indicador não 
definido. 
5.7.2 Laboratórios didáticos especializados: qualidade ............ Erro! Indicador não 
definido. 
5.7.3 Laboratórios didáticos especializados: serviços Erro! Indicador não definido. 
5.8 NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS: ATIVIDADES BÁSICASErro! Indicador não 
definido. 
5.9 NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA: ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, 
NEGOCIAÇÃO E MEDIAÇÃO ............................................... Erro! Indicador não definido. 
6 REQUISITOS LEGAIS ............................................................Erro! Indicador não definido. 
6.1 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSOErro! Indicador não 
definido. 
6.2 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS 
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA 
AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA ................... Erro! Indicador não definido. 
6.3 DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS 
HUMANOS ................................................................................ Erro! Indicador não definido. 
6.4 PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO 
ESPECTRO AUTISTA (Conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 
2012) .......................................................................................... Erro! Indicador não definido. 
6.5 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE ............................ Erro! Indicador não definido. 
6.6 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ........... Erro! Indicador não definido. 
6.7 CARGA HORÁRIA MÍNIMA - PARA BACHARELADOS E LICENCIATURASErro! 
Indicador não definido. 
6.8 TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO ..................................... Erro! Indicador não definido. 
6.9 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU 
MOBILIDADE REDUZIDA. ..................................................... Erro! Indicador não definido. 
6.10 DISCIPLINA DE LIBRAS (Decreto nº 5.626/2005) .... Erro! Indicador não definido. 
6.11 INFORMAÇÕES ACADÊMICAS ................................. Erro! Indicador não definido. 
6.12 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................. Erro! Indicador não definido. 
7. REFERENCIAIS TEÓRICOS DO PPC ..............................Erro! Indicador não definido. 
8. ANEXO .....................................................................................Erro! Indicador não definido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTAS DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS 
 
Quadro 1 - O PDI e as políticas de ensino do curso .................................................................... 24 
Quadro 2 - O PDI e as políticas de extensão do curso ................................................................ 25 
Quadro 3 - O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso . Erro! Indicador não 
definido. 
Quadro 4 - BSC acadêmico .......................................................................................................... 42 
Quadro 5 - Competências gerais e técnicas .....................................Erro! Indicador não definido. 
Quadro 6 - Composição do NDE .......................................................Erro! Indicador não definido. 
Quadro 7 - Perfil do coordenador do curso .....................................Erro! Indicador não definido. 
Quadro 8 - Titulação do corpo docente do curso ............................Erro! Indicador não definido. 
Quadro 9 - Componentes do colegiado do curso ............................Erro! Indicador não definido. 
Quadro 10 – Titulação do corpo docente do curso – lato sensu e stricto sensu ... Erro! Indicador 
não definido. 
Quadro 11 – Carga Horária do Curso ...............................................Erro! Indicador não definido. 
 
Figura 1- Disciplinas profissionalizantes ............................................................................... 32 
Figura 2 - Aula Modelo ............................................................................................................ 35 
Figura 3 - Tempos didáticos ................................................................................................... 36 
 
 
Tabela 1- Matriz curricular ...................................................................................................... 56 
Tabela 2 - Infraestrutura da IES ..................................................Erro! Indicador não definido. 
Tabela 3 - Acervo geral da biblioteca .........................................Erro! Indicador não definido. 
Tabela 4 - E-Books ........................................................................Erro! Indicador não definido. 
Tabela 5 - Periódicos eletrônicos da base EBSCO .................Erro! Indicador não definido. 
Tabela 6 - Periódicos eletrônicos de outras bases ..................Erro! Indicador não definido. 
Tabela 7- Laboratórios didáticos especializados: quantidade Erro! Indicador não definido. 
APRESENTAÇÃO 
 
A Universidade Anhanguera-Uniderp entende o projeto pedagógico como um 
documento orientador de um curso, que traduz as políticas acadêmicas institucionais, 
fundamentaa gestão acadêmica, pedagógica e administrativa e articula as ações a 
serem adotadas em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais. O projeto 
contempla conhecimentos e saberes necessários à formação das competências, 
estabelecidas a partir do perfil do egresso, que norteiam todo o processo de ensino-
aprendizagem. Sua estrutura prevê diversos elementos, dentre eles o contexto 
educacional e suas particularidades, os objetivos do curso, a matriz curricular com 
observância aos seus elementos e sua respectiva operacionalização, a metodologia e 
estratégias de ensino, os recursos humanos e materiais, bem como a infraestrutura 
adequada ao pleno funcionamento do curso. 
Dessa forma, o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Direito foi construído 
coletivamente, e é implementado por meio do seu Núcleo Docente Estruturante 
(NDE), órgão que elabora e acompanha a consolidação do projeto em sintonia com o 
colegiado do curso. O processo de elaboração do PPC considerou a concepção de um 
curso superior que venha a se concentrar na aprendizagem, no aluno e no professor. 
No que concerne à aprendizagem, ela se processa por meio de uma atividade cognitiva. 
Nesse sentido, aprender é operar mentalmente, é raciocinar, é refletir, é agir. 
Consequentemente, aprender resulta em mudanças de comportamento. Entende-se o 
aluno como um sujeito ativo que, ao assumir o papel de protagonista do seu processo 
de ensino-aprendizagem, viabiliza o desenvolvimento de suas capacidades intelectuais 
e atitudinais. Nesse contexto, o professor assume o papel de mediador da 
aprendizagem, um processo em que a transmissão de conhecimentos evolui para uma 
postura dinâmica que estimula o diálogo, a interação e a cooperação. Ao professor é 
necessário ter a capacidade de adequar sua linguagem, suas estratégias e seus 
recursos ao perfil dos alunos, de forma a viabilizar uma comunicação assertiva, tornando 
significativa a aprendizagem. 
Cabe ao NDE zelar para que esse documento se reflita como o produto de olhares 
atentos ao perfil do profissional, às competências e habilidades, aos conteúdos 
(conceituais, procedimentais e atitudinais), à matriz curricular, à metodologia de ensino, 
às atividades de aprendizagem e ao processo de avaliação, de modo que todos sejam 
objetivo de discussões, de revisão de paradigmas, de mudança de modelos mentais, de 
hábitos e de culturas. 
Nesse sentido, este projeto pedagógico está aberto às inovações, práticas e legislações 
que exijam fazer reestruturações capazes de propiciar o fortalecimento dos vínculos 
entre educação e sociedade, visando, em última instância, direcionar, positivamente, os 
destinos das pessoas e as políticas públicas que as influenciam. Por essas razões, o 
PPC de Direito será atualizado para fazer frente aos desafios, sempre que se fizer 
necessário. 
A preocupação que permeia todo o PPC é a formação de um profissional com senso 
crítico e reconhecida capacidade em articular os conceitos para resolver problemas, 
agindo de forma ética e com competência, criatividade, autonomia, determinação, 
objetividade, sensibilidade e sociabilidade, competências tão reconhecidas e 
valorizadas pelo mundo do trabalho. 
 
 
1 CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 
SUPERIOR E DO CURSO 
 
1.1 GRUPO KROTON EDUCACIONAL S.A. 
A Universidade Anhanguera Uniderp faz parte do grupo Kroton Educacional, 
empresa privada do ramo da educação, com uma trajetória de mais de 45 anos, por 
meio da marca Pitágoras, na prestação de serviços educacionais, com várias unidades 
de ensino distribuídas pelos estados brasileiros. Dentre as instituições de ensino que 
agregam o grupo estão a ANHANGUERA, ESTÁCIO DE SÁ, FAMA, PITÁGORAS, 
UNIC, UNIME, UNIRONDON, UNOPAR e UNIDERP. 
 
Dados institucionais da Kroton Educacional 
 CNPJ/MF n.º 02.800.026/0001-40 
 Av Paulista, 1106, Bela Vista, CEP 01310700 - SP 
 CEP: 01419-001 – São Paulo – SP 
 Fone: (11) 3775-2000 
 E-mail: comunicacao@kroton.com.br 
 Home Page: www.kroton.com.br 
 
Principais dirigentes executivos 
NOME FUNÇÃO 
Rodrigo Galindo Presidente (CEO) 
Mário Ghio Junior Vice-Presidente Acadêmico 
Américo Matiello Vice-Presidente Presencial 
Gislaine Moreno Diretora de Avaliação e Desenvolvimento Institucional (DDI) 
 
1.2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA 
Anhanguera Educacional S.A. 
CNPJ/MF nº 04.310.392/0001-46 
Alameda Maria Tereza, 2000, Dois Córregos, cidade de Valinhos, Estado de São 
Paulo 
Home page: www.anhanguera.com 
Registro na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o NIRE 35.300.197.054 
 
Representante legal da mantenedora 
NOME FUNÇÃO 
Gislaine Moreno Diretora de avaliação e desenvolvimento institucional (DDI) 
e representante legal 
 
1.3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) 
UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP 
 Rua: Ceará, 333 - Bairro Miguel Couto 79003-010 
 Cidade: Campo Grande -MS 
 CEP: 79003-010 
 Fone: (67) 3348-8000 
 E-mail: reitoria.uniderp@anhanguera.com 
 Home page: www.uniderp.br 
Atos Legais: P.M. Nº 699 – 15/04/2003 e Recredenciamento Portaria SERES/MEC Nº 29. 
Data da publicação no DOU: 26/03/2012 
 
Dirigentes da IES 
NOME FUNÇÃO 
Leocádia Aglaé Petry Leme Reitora / Diretora da Uniderp - Unidade Matriz 
Evaldo Tadeu Gomes da Rosa Pró-Reitor Administrativo 
Eugênia Aparecida dos Santos Pró-Reitora de Graduação / Coordenadora Acadêmica 
Iael Cristina da Silva Pacheco Marinheiro Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação 
Raquel Andrés Caram Guimarães Pró-Reitora de Extensão 
 
Histórico da IES 
O Centro de Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos (CESUP), foi 
criado em 1974, e implantou, de acordo com o previsto em seu projeto educacional, 
http://www.uniderp.br/
ainda em 1974, cursos de graduação, realizou pesquisas e implementou projetos de 
extensão. Em 1989, ampliou a sua atuação com uma nova unidade em Rio Verde de 
Mato Grosso-MS, para atender a demanda daquela região e sua área de influência. 
Como parte do seu desenvolvimento, em 1990, o CESUP solicitou ao então 
Conselho Federal de Educação, autorização para a transformação do Centro de 
Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos na Universidade para o 
Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP). O reconhecimento 
da Universidade, pelo atual Conselho Nacional de Educação, deu-se pelo Parecer n.º 
153/96, de 02 de dezembro de 1996, homologado por Decreto Presidencial de 
18/12/1996. 
No ano de 2005, a Universidade, após sua larga experiência em ofertar cursos 
de pós-graduação lato sensu a distância (visto ter sido autorizada pela Portaria nº. 
2.632, de 19/09/2002), decidiu-se pela ampliação da oferta de cursos a distância, no 
âmbito da graduação, sendo Credenciada pela Portaria nº. 4.069, de 29/11/2005. 
Em outubro de 2007, a Anhanguera Educacional S/A (AESA) assumiu o 
controle acionário do Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda., mantenedor 
da UNIDERP. 
Em outubro de 2008, o Conselho Universitário decidiu, por unanimidade, pelo 
novo texto do Estatuto, aprovado, em seguida, pelo Ministério da Educação, por meio 
da Portaria MEC nº. 879, de 18 de novembro de 2008, veiculada no D.O.U. nº. 225, 
de 19 de novembro de 2008. A partir desta data a Universidade passou a denominar-
se Universidade Anhanguera-Uniderp, mantida pelo Centro de Ensino Superior de 
Campo Grande Ltda - CESUP. 
A Anhanguera Educacional S/A. - AESA incorporou o Centro de Ensino 
Superior de Campo Grande Ltda.-CESUP, em 30 de abril de 2009, conforme 
Assembleia Geral Extraordinária – AGE realizada na mesma data e registrada na 
JUCESP (NIRE n.º 35.300.197.054), em 30 de setembro de 2009, sob o n.º 
377.012/09-9. 
Por meio da Portaria MEC n. 1.620, de 13 de novembro de 2009, publicada no 
D.O.U. nº 218, de 16 de novembro de 2009, a mantença da Universidade 
Anhanguera-Uniderp foi transferida do Centro de Ensino Superior de Campo Grande 
Ltda.-CESUP, para a Anhanguera EducacionalS/A - AESA. 
Em 06 de setembro de 2010, a AESA transformou sua natureza social de 
“sociedade anônima” para “sociedade empresária ltda.,” passando a denominar-se 
Anhanguera Educacional Ltda. - AELTDA., consoante atos registrados na JUCESP 
(NIRE n.º 35.300.197.054), sob o n.º 380.452/10-8, em 25 de outubro de 2010. 
Missão 
“Melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável e de qualidade, 
formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, contribuindo para o 
desenvolvimento de seus projetos de vida”. 
 
Visão 
“Ser referência em educação, atuando de forma inovadora e sustentável, e a melhor 
escolha para estudar, trabalhar e investir, líder nos mercados onde atua”. 
 
Valores 
 Paixão por educar - Somos educadores movidos pela paixão em formar e 
desenvolver pessoas. 
 Respeito às pessoas - Promovemos o respeito à diversidade e aos compromissos 
assumidos, cultivando relacionamentos. 
 Honestidade e responsabilidade - Agimos com integridade, transparência e 
assumimos os impactos de nossas ações. 
 Fazer acontecer - Somos ágeis em transformar ideias e desafios em realizações. 
 Foco em geração de valor sustentável - Trabalhamos para gerar impactos positivos 
e sustentáveis para a sociedade. 
 Trabalhar e aprender juntos - Unimos esforços para o mesmo propósito. 
 
Dados socioeconômicos e socioambientais da região 
Para atender às necessidades regionais e vislumbrando um cenário de 
desenvolvimento e prosperidade, a IES foi fundada em 1974 e está localizada na 
cidade de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, região Centro-
Oeste do Brasil. 
A cidade de Campo Grande encontra-se em um espaço geográfico privilegiado na 
região central do Estado. Foi fundada em 26 de agosto de 1899 e ocupa uma área 
de 8.092,951 km², com uma população estimada em 2013 de 832.352 habitantes e 
densidade demográfica de 97,22 hab/Km2 (Fonte: IBGE, 2014). Tem como 
municípios limítrofes: Jaraguari, Rochedo, Nova Alvorada do Sul, Ribas do Rio 
Pardo, Sidrolândia e Terenos. 
A região onde está localizado o Estado de Mato Grosso do Sul contribui muito para 
o seu desenvolvimento econômico, por ser vizinho dos grandes centros produtores 
e consumidores do Brasil - Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Paraná 
- além de fazer fronteira com dois países sul-americanos, Bolívia e Paraguai. 
Acompanhando o ritmo de crescimento do Estado, insere-se a Universidade 
Anhanguera-Uniderp, para atender às necessidades de mercado de acordo com a 
economia regional, no desempenho de seu papel social. 
Campo Grande é o município mais estruturado de Mato Grosso do Sul em termos 
de bens e serviços de apoio à produção e atende a todas as demais. Sua estrutura 
econômica está vinculada à agroindústria regional, ao comércio e à prestação de 
serviço. 
É considerado o mais importante centro catalisador de toda a atividade econômica 
e social do Estado do Mato Grosso do Sul, posicionando-se como o de maior 
expressão e influência cultural. Apresenta ainda nos dias de hoje, forte relação com 
as questões étnico – raciais, principalmente com a cultura e direitos indígenas e 
suas raízes históricas. Por tal motivo, vivencia-se atualmente, conflitos sociais e 
agrários, referentes à demarcação de terras, o que também representa demanda 
para o mercado jurídico no estado. 
Economicamente, a capital destaca-se no setor primário com a agricultura, pecuária 
e silvicultura; no secundário com a indústria extrativa e transformação; e no terciário 
(mais desenvolvido): com a produção e distribuição de eletricidade, água e gás; 
construção; comércio; alojamento e alimentação; educação; atividades imobiliárias; 
saúde; serviços domésticos. 
A maior economia do estado é Campo Grande com um PIB de mais de R$10 bilhões, 
seguido de Dourados (R$2,87 bilhões), Corumbá (R$2,84 bilhões) e Três Lagoas 
(R$ 1,5 bilhão). 
O Estado de Mato Grosso do Sul constituía a parte meridional de Mato Grosso, do 
qual foi desmembrado por Lei Complementar de 11 de outubro de 1977, e instalado 
em 1º de janeiro de 1979. Possui ainda o segundo maior número de índios do Brasil, 
com 73.295 habitantes (Censo Demográfico 2010). 
Salienta-se que o referido Estado é mundialmente conhecido pela biodiversidade 
existente no Complexo do Pantanal e no Parque Nacional da Serra da Bodoquena. 
Com isso, o nicho do ecoturismo permite a atuação do profissional do direito nas 
áreas de Direito ambiental e do turismo. 
O Estado do Mato Grosso do Sul possui um dos maiores rebanhos bovinos do País 
e a atividade de piscicultura explorada em Itaporã é destaque estadual. Também se 
destaca a agricultura, em especial a produção de soja e algodão. Pela sua 
localização, o escoamento da produção pelo Porto de Paranaguá favorecem as 
exportações e os incentivos fiscais induzem ao desenvolvimento com segurança 
jurídica e justiça tributária. 
No Centro-Oeste as indústrias mais importantes são as de produtos alimentícios, 
farmacêutica, de minerais não-metálicos e a madeireira. Tais indústrias instalaram-
se na região atraídas pela energia abundante fornecida pelas usinas e Pequenas 
Centrais Hidrelétricas - PCH. O município de Três Lagoas se destaca pela produção 
de papel e celulose e, por consequência, é forte a atividade de reflorestamento. 
Ainda apresenta alta taxa de geração de empregos, o que já supera 3.000 
colaboradores diretos. No extremo, encontra-se Corumbá, rica em minério, 
explorado pela Vale do Rio Doce, entre outras empresas que se utilizam da ferrovia 
e do transporte rodoviário para o escoamento do minério. 
Neste cenário, o mercado carece de profissionais que prestem assessoria às 
empresas dos setores acima citados, relacionados especificamente a departamento 
pessoal, pelo considerável aumento das frentes de trabalho; planejamento tributário; 
estrutura e Direito de empresa; Direito Ambiental e propriedade industrial. 
Ainda por ser estado fronteiriço, várias são as questões jurídicas envolvendo direito 
internacional, penal, constitucional, civil e tributário. É pois, necessário o suporte do 
profissional do Direito para atender às demandas relacionadas à cidadania, 
atendimento ao estrangeiro, tráfico de entorpecentes, contrabando, descaminho, 
dentre outros litígios oriundos de regiões que fazem limite com outros países. 
Na saúde, o Estado se destaca pelos hospitais, maternidades e prontos-socorros, 
sendo os mais conhecidos: Santa Casa de Misericórdia; Hospital Adventista do 
Pênfigo, cujo trabalho feito na instituição desperta o interesse de cientistas e 
médicos nacionais e internacionais; Hospital Regional de Mato Grosso do Sul – 
Rosa Pedrossian; Maternidade Cândido Mariano; Hospital do Câncer Alfredo Abrão; 
Hospital Universitário. 
O maior centro de atendimento hospitalar de destaque é a Santa Casa de 
Misericórdia, que foi construída em 1928, sendo o segundo hospital mais antigo da 
cidade de Campo Grande. É considerada um dos mais renomados hospitais do 
centro-oeste, pela parceria com o Curso de Medicina da IES. Ademais, a Santa Casa 
é referência em alta complexidade no município, no estado do MS e em países 
vizinhos como o Paraguai. 
A região Centro-Oeste constitui-se como uma região em pleno desenvolvimento, por 
essa razão despertou interesse dos grupos educacionais na última década, 
momento marcado pela expansão do ensino superior. Os Estados de Goiás, Mato 
Grosso e Mato Grosso do Sul possuem grande integração com o restante do país e 
bastante demanda por ensino superior de qualidade. A região engloba algumas das 
principais cidades planejadas do País, como Brasília, Goiânia, Campo Grande e 
Sinop. Enquanto as grandes cidades do Centro-Oeste possuem tendência a 
fortalecer as áreas de serviços, como o jurídico, e de carreiras inovadoras, as 
regiões do interior têm necessidade de profissionais qualificados em setores de 
produção, pecuária, agrícola e industrial. Assim, se justificou a necessidade de 
estruturar um curso jurídico de excelência na capitaldo estado do Mato Grosso do 
Sul. 
Mato Grosso do Sul exibe índices satisfatórios de acesso à educação, dada a 
existência de um número adequado de estabelecimentos escolares, tanto públicos 
(municipais, estaduais e federais) quanto particulares. 
Segundo pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas 
Educacionais do Ministério da Educação (INEP/MEC) a região Centro-Oeste 
ampliou o número de alunos matriculados no ensino superior, pois os dados revelam 
que em 2001 esse número era de apenas 260.349, especificamente, na modalidade 
presencial, passando a 495.240 em 2010. A inserção da Universidade Anhanguera- 
Uniderp, como uma das instituições de ensino superior da região, de fato, contribuiu 
para esta expansão, uma vez que oferece cursos de graduação na modalidade 
presencial em diferentes áreas. 
Segundo dados do E-MEC, atualmente Campo Grande conta com sete Instituições 
de Ensino Superior que oferecem o curso de Direito, sendo três Universidades, uma 
pública federal (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS) e duas 
privadas (Universidade Católica Dom Bosco - UCDB e Universidade Anhanguera -
UNIDERP) e quatro Faculdades. 
A educação, indiscutivelmente, é a condição básica para o crescimento 
socioeconômico, o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida 
da população de um município. 
 
1.4 DADOS GERAIS DO CURSO 
 Instituição: UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP 
 Endereço: Rua Ceará, nº333/Bairro: Miguel Couto/Campo 
Grande-MS/CEP: 79.003-010 
 Nome do curso: Direito 
 Nº de vagas autorizadas: 670 (seiscentas e setenta) vagas 
 Turno de funcionamento: manhã, tarde e noite 
 Regime de matrícula: semestral 
 Duração do curso: 10 (dez) semestres 
 Carga horária total: 3700 (três mil e setecentos) horas 
 Coordenador do curso: Nestor Rufino Xavier 
 Atos legais: Resolução Nº 06/CONSU/97. e Nº 20/CONEPE/97
 e reconhecimento pela Portaria Ministerial nº 1.168 de 17 de abril de 
2002Instituição: 
 
Contexto educacional do curso 
O contexto educacional no qual é concebido o curso de Direito da Universidade 
Anhanguera-Uniderp busca contemplar, com qualidade, as demandas efetivas de 
natureza econômica, social e socioambientais, como pode ser mostrado nas 
informações apresentadas neste capítulo. 
O Centro de Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos (CESUP), foi criado 
em 1974, e implantou, de acordo com o previsto em seu projeto educacional, ainda em 
1974, cursos de graduação, realizou pesquisas e implementou projetos de extensão. 
Em 1989, ampliou a sua atuação com uma nova unidade em Rio Verde de Mato Grosso-
MS, para atender a demanda daquela região e sua área de influência. 
Como parte do seu desenvolvimento, em 1990, o CESUP solicitou ao então 
Conselho Federal de Educação, autorização para a transformação do Centro de Ensino 
Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos na Universidade para o Desenvolvimento do 
Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP). O reconhecimento da Universidade, pelo 
atual Conselho Nacional de Educação, deu-se pelo Parecer n.º 153/96, de 02 de 
dezembro de 1996, homologado por Decreto Presidencial de 18/12/1996. 
No ano de 2005, a Universidade, após sua larga experiência em ofertar cursos 
de pós-graduação lato sensu a distância (visto ter sido autorizada pela Portaria nº. 
2.632, de 19/09/2002), decidiu-se pela ampliação da oferta de cursos a distância, no 
âmbito da graduação, sendo Credenciada pela Portaria nº. 4.069, de 29/11/2005. 
Em outubro de 2007, a Anhanguera Educacional S/A (AESA) assumiu o controle 
acionário do Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda., mantenedor da 
UNIDERP. 
Em outubro de 2008, o Conselho Universitário decidiu, por unanimidade, pelo 
novo texto do Estatuto, aprovado, em seguida, pelo Ministério da Educação, por meio 
da Portaria MEC nº. 879, de 18 de novembro de 2008, veiculada no D.O.U. nº. 225, de 
19 de novembro de 2008. A partir desta data a Universidade passou a denominar-se 
Universidade Anhanguera-Uniderp, mantida pelo Centro de Ensino Superior de Campo 
Grande Ltda - CESUP. 
A Anhanguera Educacional S/A. - AESA incorporou o Centro de Ensino Superior 
de Campo Grande Ltda.-CESUP, em 30 de abril de 2009, conforme Assembleia Geral 
Extraordinária – AGE realizada na mesma data e registrada na JUCESP (NIRE n.º 
35.300.197.054), em 30 de setembro de 2009, sob o n.º 377.012/09-9. 
Por meio da Portaria MEC n. 1.620, de 13 de novembro de 2009, publicada no 
D.O.U. nº 218, de 16 de novembro de 2009, a mantença da Universidade Anhanguera-
Uniderp foi transferida do Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda.-CESUP, 
para a Anhanguera Educacional S/A - AESA. 
Em 06 de setembro de 2010, a AESA transformou sua natureza social de 
“sociedade anônima” para “sociedade empresária ltda.,” passando a denominar-se 
Anhanguera Educacional Ltda. - AELTDA., consoante atos registrados na JUCESP 
(NIRE n.º 35.300.197.054), sob o n.º 380.452/10-8, em 25 de outubro de 2010. 
Formas de acesso ao curso 
O ingresso na Universidade Anhanguera Uniderp é disciplinado pela Constituição 
Federal, pelos Pareceres CNE/CP no 95/98 e, sobretudo, pelo que determina o Artigo 
44 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu inciso II: 
Art. 44º. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e 
programas: 
[...] 
II - de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o Ensino 
Médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo 
seletivo. 
Desse modo, os alunos podem ingressar no curso de Direito por meio das seguintes 
formas: 
Concurso vestibular 
Visando a selecionar candidatos, semestralmente, a Universidade Anhanguera 
Uniderp oferece concursos vestibulares, cujas questões buscam mensurar no 
candidato o domínio de suas competências e habilidades, tais como aquelas definidas 
e avaliadas pelo Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). As condições para 
submissão aos exames de seleção são que os candidatos tenham concluído o ensino 
médio ou equivalente, ou que estejam em processo de conclusão até o início das 
atividades letivas. Após os exames formais de seleção, caso haja vaga, o candidato 
poderá agendar e se submeter a um exame simplificado, que busca avaliar uma 
produção textual argumentativa. Uma vez aprovado no exame simplificado, o candidato 
pode ter acesso ao curso. 
Transferência externa 
Indicada para alunos regularmente matriculados, ou com matrícula trancada em outra 
IES, cujo curso seja devidamente autorizado ou reconhecido pelo MEC. Os alunos 
podem solicitar transferência externa, em um processo que está condicionado à 
existência de vagas no curso pretendido. Caso o número de candidatos seja superior 
ao número de vagas, o candidato será submetido a um processo seletivo específico. 
Reaproveitamento de curso 
Esta é uma forma de ingresso em que o candidato portador de diploma de nível superior 
devidamente reconhecido solicita isenção do vestibular para ocupar uma vaga nos 
cursos da IES. Este processo está condicionado à existência de vaga no curso 
pretendido. Caso o número de vagas seja inferior ao número de candidatos, será 
realizado um processo seletivo específico. 
ProUni 
Por meio do Programa Universidade Para Todos (ProUni), do Governo Federal, é 
possível o ingresso de alunos de baixa renda em instituições particulares credenciadas 
pelo Ministério da Educação com bolsas integrais ou parciais. 
 
Enem 
Considerando que o Enem avalia competências e habilidades inerentes a esse nível de 
ensino, o candidato pode optar por ingressar na instituição utilizando suas notas obtidas 
nesse exame, de acordo com os critérios estabelecidos pelo MEC. 
2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS 
INSTITUCIONAIS 
 
2.1 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS 
A filosofia adotada pela Universidade Anhanguera-Uniderp prevê um processo 
educacional onde predominam a formação crítica dos indivíduos sobre a sociedade e 
seu papelenquanto cidadãos transformadores e o compromisso com a formação do 
homem e com o desenvolvimento social, científico e tecnológico. Acredita-se que é 
preciso articular a formação científico-profissional e a formação ética, política e estética; 
a aprendizagem como atividade de assimilação/compreensão/produção do 
conhecimento; e o processo de ensino-aprendizagem que tem como proposta explícita 
a liberdade, igualdade, autonomia de direitos, democracia, cidadania, humanização da 
natureza, existência social e do próprio homem. 
A instituição trabalha ações na administração, nos cursos, nos colegiados e nos núcleos 
docentes estruturantes no sentido de manter uma estrutura organizacional dinâmica e 
flexível, que permite ajustes permanentes, adaptações e inovações contínuas, rupturas, 
quando necessárias, e transformações sobre o que estará acontecendo no que diz 
respeito a desenvolvimento cognitivo e tecnológico. Dessa forma, a instituição se torna 
agente promotora dessas transformações. Para tanto, as aulas apresentam propostas 
dinâmicas, com conteúdos que usam a problematização e os estudos de caso como 
forma de tornar o aluno agente ativo no processo de ensino-aprendizagem. Ao mesmo 
tempo, esta proposta metodológica será flexível e estimula a discussão e a 
contextualização acerca de temas atuais entre alunos e professor, alinhados com a 
proposta das competências a serem desenvolvidas na aula. Essa proposta desloca 
qualquer ideia de que a diretriz acadêmica definida pela Kroton possa causar 
engessamento ou falta de coerência com as demandas locais. 
A Universidade Anhanguera-Uniderp se propõe a preparar profissionais pensantes, 
críticos, reflexivos e criativos, por meio do ensino, pesquisa e extensão, além de buscar 
formar profissionais competentes, éticos e cidadãos. 
A relação entre a concepção filosófica e a prática pedagógica é acompanhada por meio 
de avaliações de processos, avaliações de ensino-aprendizagem e avaliações 
atitudinais, e tem como ferramentas fundamentais a avaliação institucional e a Comissão 
Própria de Avaliação (CPA), bem como discussões sobre os cursos nos aspectos 
administrativos e didático-metodológicos e atividades do cotidiano dos colegiados. 
O projeto pedagógico da instituição, conforme descrito no Plano de Desenvolvimento 
Institucional (PDI), visa a proporcionar aos alunos uma formação prática, realista, cidadã 
e solidária com as necessidades do meio, integrando aspectos regionais e nacionais, 
por meio de currículos flexíveis que permitem eleger, reformular e ampliar as 
modalidades de formação. Este trabalho é desenvolvido no curso por meio dos seus 
Colegiados, Núcleos Docentes Estruturantes, avaliações aplicadas pela Comissão 
Própria de Avaliação e reuniões entre coordenadores de curso, diretores e discentes. 
Em cada matriz curricular há disciplinas optativas que permitem atender a demandas de 
necessidades locais, caso não sejam contempladas em outras disciplinas, ou não sejam 
contextualizadas em discussões em salas de aula. 
A identidade da Universidade Anhanguera-Uniderp é construída continuamente a partir 
dos princípios ético-políticos, epistemológicos e educacionais. Os princípios ético-
políticos que embasam o planejamento e as ações institucionais se refletem nos valores 
e atitudes da comunidade acadêmica, nas atividades de ensino, nas relações entre as 
pessoas e destas com o conhecimento. Esses princípios são: 
I. O respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da sociedade, 
portador de direitos e deveres; 
II. O respeito às diversidades de pensamento e ideologias como possibilidades de 
crescimento individual e social; 
III. O compromisso com as finalidades e objetivos da instituição, considerando a 
atividade-fim, a educação, acima de qualquer interesse particular; 
IV. A busca constante da qualidade institucional através da qualidade de seus 
elementos humanos, de sua estrutura organizacional e de seus programas de ação; 
V. O respeito às limitações físicas, mentais e emocionais. 
A Universidade Anhanguera-Uniderp também adota o Princípio Ser Educador, que 
norteia as ações de todos os colaboradores, pois a instituição acredita que a educação 
somente é possível se houver comprometimento em educar. Nessa perspectiva, se 
assume o compromisso em contribuir com o estabelecimento no que diz respeito ao 
sentimento de pertença de toda a comunidade acadêmica. 
O ser educador possui, essencialmente, como característica do seu trabalho, a 
capacidade formadora, empreendedora e reflexiva, que contribui para o 
desenvolvimento de indivíduos conscientes, guiados por valores éticos e morais 
necessários à coletividade. 
Em consonância com os princípios filosóficos, a Universidade Anhanguera-Uniderp 
reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da 
população, razão pela qual desenvolve ensino, pesquisa e extensão voltados para a 
diversidade e consciência humana, que buscam o desenvolvimento da democracia, a 
promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da 
sociedade. 
 
2.2 RESPONSABILIDADE SOCIAL 
A Universidade Anhanguera-Uniderp reconhece a importância de sua 
contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual 
desenvolverá ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência 
humana, buscando o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o 
atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade. 
 As ações de responsabilidade social são norteadas pelas diretrizes de seu 
Projeto de Desenvolvimento Institucional. Faz parte da missão da IES contribuir para 
melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável. 
Para alcançar esse objetivo, a Universidade Anhanguera Uniderp desenvolve 
projetos institucionais de responsabilidade social e sustentabilidade voltados para a 
diversidade e consciência humana, a fim de buscar o desenvolvimento da democracia, 
a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da 
sociedade. 
A garantia desse comprometimento institucional se dá por meio das seguintes 
políticas: 
I. gestão universitária democrática, aberta e transparente, especificando seu 
compromisso social com o ensino de qualidade e envolvendo o corpo social na tomada 
de decisão e no debate e direcionamento das ações; 
II. investimento na capacitação do corpo docente e promoção de programas de 
treinamento ao pessoal administrativo, que visem à permanente qualificação e 
atualização; 
III. possibilidade de oferta de bolsas de estudos a funcionários e docentes, como 
também aos seus dependentes, cumprindo seu compromisso social em propiciar o 
acesso e o crescimento profissional; 
IV. promoção de palestras que abordem a promoção humana e a igualdade étnico-
racial; 
V. realização de ações que proporcionem a educação ambiental; 
VI. inclusão digital por meio da disseminação das tecnologias de informação; 
VII. manutenção de currículos dos cursos que contemplem atividades 
complementares para contribuir no desenvolvimento de habilidades e competências 
acadêmicas, inclusive aquelas constituídas fora do âmbito escolar, relacionadas ao 
mundo do trabalho, à prática profissional e às ações de extensão junto à comunidade; 
VIII. disseminação do conhecimento por meio de projetos de extensão e cursos livres; 
IX. ampliação do acesso ao ensino de qualidade por meio da adesão a programas 
de bolsas de estudos promovidos por órgãos federais, estaduais e municipais, além de 
programas promovidos com recursos próprios; 
X. desenvolvimento de projetos de extensão que envolva ações de inclusão social, 
promovendo a integração da comunidade com a instituição; 
XI. interação e atendimento à sociedade através de prestação de serviços de 
qualidade; 
XII. realização de ações voltadas à educação ambiental. 
Por meio dessas políticas, a Universidade Anhanguera-Uniderp busca contribuir 
para o desenvolvimento econômicoe social de sua região por meio de ações e 
programas de responsabilidade social, abaixo citadas, integrando as comunidades 
acadêmica e local: 
 Trote solidário: é um programa com o objetivo de engajar alunos, 
professores, coordenadores, colaboradores, gestores e diretores no 
desenvolvimento de ações que promovam cidadania, educação e trabalho 
em equipe, reafirmando o compromisso de IES socialmente responsável e 
marcando posição contrária ao trote violento. 
 Semana do ensino responsável: momento em que apresenta os resultados 
e feitos de seus projetos sociais desenvolvidos ao longo do ano à 
comunidade por meio de atendimentos, palestras, campanhas, oficinas, 
jogos e atividades recreativas envolvendo alunos e colaboradores de todos 
os cursos. 
 Semana global de empreendedorismo: é um evento que envolve 190 países 
com o objetivo de fortalecer e disseminar a cultura empreendedora, 
conectando, capacitando e inspirando as pessoas a empreender a partir do 
movimento. A Universidade Anhanguera-Uniderp participa todos os anos 
dessa semana, que ocorre durante todo o mês de novembro, por meio de 
diversas atividades, como oficinas, workshops, palestras, feiras, 
apresentação de projetos, e envolverá alunos, professores, colaboradores e 
a comunidade, abordando o empreendedorismo de alguma maneira. 
 
 
Além dessas ações, a Universidade Anhanguera-Uniderp adota mecanismos de 
incentivo e apoio à inclusão social, envolvendo a alocação de recursos que possibilitem 
o acesso e permanência dos estudantes, tais como: 
 Bolsas de estudo oferecidas por meio de uma política de gerenciamento e 
concessão interna; 
 Financiamentos alternativos; 
 Atendimento ao público alvo da educação especial por meio de um núcleo que 
garanta a acessibilidade plena a todos os acadêmicos da educação especial, 
respeitando seu direito de matrícula e permanência no Ensino Superior. 
Em consonância com os princípios filosóficos, a Universidade Anhanguera-Uniderp 
reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da 
população, razão pela qual desenvolverá ensino, pesquisa e extensão voltados para a 
diversidade e consciência humana, de modo a buscar o desenvolvimento da 
democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos 
segmentos da sociedade, especialmente no que se refere à sua contribuição em 
relação: 
I. à inclusão social: a ser alcançada por meio da adoção de mecanismos de 
incentivo e apoio a processos de inclusão social, envolvendo a alocação de recursos 
que possibilitem o acesso e permanência dos estudantes (bolsas de estudo, 
atendimento ao público alvo da educação especial, financiamentos alternativos, 
programas de extensão que visem à integração e ampliação da participação da 
sociedade como um todo, desenvolvimento de conteúdo específico que estimule a 
inclusão social de deficientes além de ações que busquem incentivar a integração 
social da região com a comunidade acadêmica; 
II. à promoção humana e igualdade étnico-racial: partindo da premissa que “a 
escola tem papel preponderante para eliminação das discriminações e para 
emancipação dos grupos discriminados”, a instituição proporciona acesso aos 
conhecimentos científicos, aos registros culturais diferenciados, à conquista da 
racionalidade que rege as relações sociais e raciais. Promove, também, os 
conhecimentos avançados indispensáveis para consolidação e ajuste das nações 
enquanto educacionais, que valorizam e respeitam as pessoas para que não haja 
discriminações sociais e raciais em sua comunidade acadêmica. Para isso, são 
utilizadas ações como palestras, trote solidário, projetos de pesquisa, atendimentos 
e orientações em laboratórios, empresas juniores, Núcleo de Práticas Jurídicas e de 
conteúdos curriculares, com o objetivo de fomentar a promoção e respeito à 
igualdade entre as pessoas. Há eventos para recepção de estrangeiros e sua 
integração na comunidade local, feira das nações com a missão de integração e 
propagação de costumes, danças e comidas típicas de países. A instituição 
promove, também, mutirões de atendimentos integrados para atividades gratuitas à 
sociedade, como orientações e atendimentos nas diversas áreas e apoio às causas 
relacionadas aos direitos humanos; 
III. ao desenvolvimento econômico e social: almejado por meio de ações e 
programas que v i s a m a concretizar e integrar as diretrizes curriculares com os 
setores sociais e produtivos, incluindo o mercado profissional, por meio de 
experiências de produção e transferência de conhecimentos, tecnologias e 
dispositivos decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais. A finalidade 
é atender as demandas locais, regionais e nacionais por meio da Semana Global de 
Empreendedorismo, de projetos e palestras que primam pelo desenvolvimento social 
da comunidade local como cursos de empreendedorismo, capacitações pessoais, 
atendimentos psicopedagógicos, orientações e ações. Ações essas que são 
concretizadas por meio de conteúdos e componentes curriculares como estágios e 
práticas em todas as áreas que oferecem orientações e atendimentos públicos, além 
da iniciação científica, primando pelo crescimento e desenvolvimento da sociedade no 
âmbito econômico e social; 
IV. à defesa do meio ambiente: está presente em ações e programas que visam a 
concretizar e integrar as diretrizes curriculares com políticas relacionadas à 
preservação do meio ambiente, estimulando parcerias e transferência de 
conhecimentos. Está também presente em experiências de produção e 
transferência de conhecimentos e tecnologias decorrentes das atividades 
científicas, técnicas e culturais voltadas para a preservação e melhoria do meio 
ambiente. Para tal fim, há palestras e políticas voltadas à educação ambiental para a 
comunidade acadêmica e local, de modo a estimular coleta seletiva, consumo 
racional de água e energia, preservação de áreas verdes na região, incentivo de 
logística reversa e gestão dos resíduos sólidos, entre outros; 
V. à preservação da memória cultural, da produção artística e do patrimônio 
cultural: buscada por meio de ações e programas que concretizam e integram as 
diretrizes curriculares com as políticas relacionadas ao patrimônio histórico e 
cultural, visam à sua preservação e o estímulo à transferência de conhecimentos e 
tecnologias decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais com vistas à 
preservação da memória e do patrimônio cultural. Para isso, há a implantação de 
política de preservação cultural da região por meio de projeto de extensão, primando 
pela preservação e manutenção das origens, costumes e memória locais. Há a 
realização de palestras e orientações para estímulo de produções típicas artesanais, 
agrícolas, industriais e culturais. Ademais, são realizadas orientações e palestras 
com o objetivo de informação à comunidade local sobre a importância da produção 
artística e sua proteção. 
 
2.3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO 
As políticas institucionais de ensino, pesquisa e extensão, constantes no PDI estão 
implantadas no âmbito do curso. 
 
O PDI e as políticas de ensino do curso 
 
 
Quadro 1 - O PDI e as políticas de ensino do curso 
 POLÍTICAS DE ENSINO DO PDI E DO CURSO 
PDI 
Elaboração e execução de projeto para estimular a abordagem interdisciplinar, a convivência, 
com foco em resolução de problemas, inclusive de natureza regional, respeitando as diretrizes 
curriculares pertinentes; 
CURSO 
O curso promove projetos de extensão extra curricular, proporcionando o acadêmico a 
convivência com a sociedade na solução de conflitos em comunidades específicas. 
PDI 
Preparação do contexto e das circunstâncias para implementação das novas metodologias de 
ensino-aprendizagem adotadas; 
CURSO 
Na busca de novas abordagens metodológicas o curso de Direito implantou práticas reais a 
todos os semestres do curso, inclusive com visitas técnicas a tribunais e instituiçõesligadas ao 
Direito. 
PDI 
Elaboração e execução de projeto que, com base na abordagem interdisciplinar, maximizem a 
integração entre a teoria e a prática, bem como entre a instituição e o seu entorno; 
CURSO 
O curso promove projetos de extensão extra curricular, proporcionando o acadêmico a 
convivência com a sociedade na solução de conflitos em comunidades específicas. 
PDI 
Elaboração e execução de projeto de oferta de Cursos baseados em currículos por competências 
e habilidades; 
CURSO Adequação do Projeto Pedagógico aos planos de ensino. 
PDI Elaboração do BSC - Acadêmico para cada Curso; 
CURSO Atender aos objetivos específicos do cursos em suas competências e habilidades. 
PDI 
Elaboração do banco de conteúdos profissionalizantes essenciais para cada Curso e do banco de 
conteúdos de conhecimentos prévios; 
CURSO Aplicar o conteúdo profissionalizante principalmente nos Estágios de Práticas Jurídicas. 
PDI 
Homogeneização da avaliação das competências a serem adquiridas (indicadores de processo); 
reflexão das avaliações dos conteúdos profissionalizantes e de conhecimento prévio (ensino-
aprendizagem); e avaliação dos conteúdos atitudinais (testes psicopedagógicos); 
CURSO Seminários, avaliações e pesquisa 
PDI 
Elaboração de atividades provocadoras de aprendizagem que visam incutir no aluno o interesse 
pelo tema abordado nas atividades de aprendizagem presencial e/ou não-presencial; 
CURSO Discussão de casos práticos e reais 
PDI 
Revisão e atualização contínua dos projetos pedagógicos segundo escala de prioridades baseado 
nas avaliação institucional e nas Diretrizes Curriculares Nacionais; 
CURSO O NDE do curso realiza a revisão semestral do Projeto Pedagógico do Curso. 
PDI 
Promoção de eventos de difusão do conhecimento científico em áreas prioritárias, com 
envolvimento do corpo docente e discente, inclusive com efeitos multiplicativos de outros 
eventos de que professores e alunos tenham participado; 
CURSO 
Desenvolvimentos de projetos de extensão do curso para que os discentes orientados pelos 
docentes vivenciem a prática real do conteúdo teórico. 
PDI Desenvolvimento de ações que reduzam as taxas de evasão. 
CURSO Apoio ao discente com orientação individual, oficinas de nivelamento, palestras, etc. 
 
 
O PDI e as políticas de extensão do curso 
 Quadro 2 - O PDI e as políticas de extensão do curso 
 POLÍTICAS DE EXTENSÃO DO PDI E DO CURSO 
PDI 
Ampliação das atividades, segundo áreas prioritárias, especialmente onde for considerado mais 
necessário o estreitamento das relações entre a teoria e prática; 
CURSO 
Realização de Tribunal do Juri real no próprio campus, atendimento jurídico a comunidade, com 
atendimento a casos reais junto ao Nucleo de Prática jurídica. 
PDI 
Oferecimento de Cursos de extensão em áreas selecionadas, conforme as demandas da 
comunidade, detectadas mediante sondagem sistemática; 
CURSO Cursos ministrados para atualização de conteúdos, palestras, simpósios e seminários. 
PDI 
Estímulo à experimentação de novas metodologias de trabalho comunitário ou de ações sociais, 
envolvendo o aluno com diferentes possibilidades de atuação no sentido de reduzir as mazelas 
sociais e promover a disseminação do conhecimento do bem público; 
CURSO 
Desenvolvimento de Projetos de extensão a comunidade, como atendimento jurídico em 
centros comunitários ou comunidades carentes. 
PDI 
Estabelecimento de ações que aliem a projeção da imagem da instituição a serviços específicos 
prestados à comunidade; 
CURSO 
Atendimento a comunidade no Núcleo de Prática Jurídica, em parceria com o Tribunal de Justiça 
de Mato Grosso do Sul e Tribunal Regional Federal da 3ª Região. 
 
O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso 
 
O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso 
 
Quadro 3 - O PDI e as Políticas de Pesquisa ou Iniciação Científica do Curso. 
 POLÍTICAS DE PESQUISA DO PDI E DO CURSO 
PDI 
Contribuir para a solução dos problemas socioeconômicos, ambientais, 
empresariais, governamentais, culturais, que produzem reflexos diretos na 
qualidade de vida do estado de Mato Grosso do Sul e região; 
CURSO 
Os alunos utilizam da pesquisa como meio de estudos, atualização de 
conhecimentos e reflexão sobre os problemas da atualidade. 
PDI 
Incentivar a capacitação e desenvolvimento de pesquisadores preparando-os 
para enfrentar as realidades brasileira e internacional, por meio de programas 
científicos e tecnológicos, visando ao bemestar social, econômico e ao 
desenvolvimento sustentável; 
CURSO 
Manutenção das linhas e grupos de pesquisa implantados e consolidados dos 
quais se originam projetos de pesquisa dos docentes; 
PDI 
Estimular a captação de recursos e de cooperação científica nacional e 
internacional; 
CURSO Organizar eventos para captação de recursos. 
PDI 
Viabilizar a geração e a apropriação de conhecimentos por meio de processos, 
métodos, patentes, educação científicos; 
CURSO 
Realiza evento científico anual que tem como objetivo estimular as atividades 
de pesquisa no âmbito da universidade e das demais instituições de ensino e 
pesquisa do país, além de oferecer à comunidade científica a oportunidade de 
divulgar os resultados de seus trabalhos, promovendo o intercâmbio entre 
alunos de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores das mais 
diversas áreas do conhecimento. 
PDI 
Promover a difusão de conhecimentos à sociedade por meio de transferência 
de produtos ao mercado, publicações especializadas, divulgação junto aos 
órgãos e instituições de interesse. 
CURSO 
Publicação de periódicos em parceria com outras IES, cujo objetivo é oferecer 
um veículo para publicação e disseminação das pesquisas desenvolvidas na 
Instituição. 
 
 
3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO 
 
3.1 CONCEITOS ACADÊMICOS 
Para construção dos conceitos acadêmicos da instituição, primeiramente, debruça-se 
acerca de respostas que possam elucidar a seguinte pergunta: 
Qual o objetivo do aluno ao ingressar em um curso superior? 
Naturalmente, vários motivos podem responder a essa questão. Entretanto, é 
necessária uma resposta que, em certa medida, represente a maioria dos ingressantes, 
pois somente assim, num trabalho de pensar e repensar conjunto e participativo, é 
possível criar os conceitos, elaborar os processos e implementar ações que levam à 
concretização dos objetivos da grande maioria dos futuros alunos. Considerando isso, 
assumimos que o objetivo do aluno, ao ingressar no Ensino Superior, é ter sucesso 
pessoal e/ou profissional, é ter um sonho realizado de conquista e superação, é 
conquistar a empregabilidade, tornando-se apto a ingressar e manter-se no mercado de 
trabalho, seja por meio do emprego, do empreendedorismo, da pesquisa ou de qualquer 
outra forma de ocupação. 
Tendo reconhecido a empregabilidade como centro dessa representação, a próxima 
pergunta que estimula a busca por respostas é descobrir: o que é preciso ter para 
ganhar empregabilidade? 
Um dos valores emergentes na sociedade pós-industrial é a progressiva 
intelectualização da atividade humana, que requer cada vez mais o uso das tecnologias 
e do conhecimento constituído por quatro pilares: SABER, FAZER, SER e CONVIVER 
(DELORS, 1999). 
O SABER permite compreender melhor a área de conhecimento escolhida pelo aluno e 
compreender o ambiente sob os seus diversos aspectos. Dessa forma, deve despertar 
a curiosidade intelectual, estimular o sentido crítico e permitir compreender o real 
mediante a aquisição de autonomia na capacidade de discernir. Entretanto, de nada 
adianta SABER se o aluno não consegue utilizar e aplicar os conceitos e teorias 
adquiridas no meio onde vive (FAZER). 
O SER e o CONVIVER constituem a formação do cidadão, já que trata do 
desenvolvimento do indivíduo e da aprendizagem do viver com os outros. 
A Universidade Anhanguera Uniderp entende como tarefa fundamental a promoção da 
convivência entre os acadêmicos dos diversoscursos, e trabalha a competência 
socioafetiva tão necessária hoje no mercado de trabalho. 
Consonante com esses conceitos e com o objetivo de atender aos novos desafios da 
Educação Superior foi desenvolvido o Modelo Acadêmico Kroton Learning System (KLS 
2.0), pautado na qualidade e na inovação, com foco na promoção da empregabilidade 
dos alunos. 
3.1.1 Modelo acadêmico 
Tendo em vista a missão, a visão e os valores da IES, que remetem para o objetivo de 
melhorar a vida das pessoas e ser referência em educação com ética, respeito e 
integridade, promovendo o desenvolvimento das pessoas e atuando de forma inovadora 
e sustentável, o curso de graduação em Direito da Universidade Anhanguera-Uniderp 
está organizado e sua matriz curricular está configurada para promover a relação entre 
a teoria e a prática profissional, a fim de formar egressos com as competências 
necessárias para atenderem às demandas da sociedade e do mercado de trabalho. 
É levada em conta, nessa perspectiva, a progressiva intelectualização da atividade 
humana. Atualmente, as atividades de trabalho requerem inteligência, criatividade, 
preparação cultural, enfim, requerem conhecimento. Ou seja, o conhecimento é um 
recurso indispensável. 
Em concordância com Delors (1999), a Universidade Anhanguera-Uniderp entende que 
cada um dos quatro pilares do conhecimento 
[...] deve ser objeto de atenção igual por parte do ensino estruturado, a 
fim de que a educação apareça como uma experiência global a levar a 
cabo ao longo de toda a vida, no plano cognitivo, no prático, para o 
indivíduo enquanto pessoa e membro da sociedade (UNESCO, 1999). 
Tendo como suporte pressupostos teóricos de autores como Perrenoud, Delors e 
Zabala, em termos práticos, são desenvolvidas ações para cada um dos pilares que a 
IES define como conhecimento. 
A aprendizagem baseada em conteúdos acumulados é substituída pela visão de que 
conteúdos não constituem o núcleo de uma proposta educacional, mas representam 
suporte para o desenvolvimento de competências. Assim, os métodos, as técnicas e as 
estratégias não são meios no processo de ensinar e aprender, mas se identificam com 
o próprio exercício das competências, mobilizados pelas habilidades, atitudes e 
conhecimentos em realizações profissionais. 
Por meio da integração entre o SABER, o FAZER, o SER e o CONVIVER, o curso 
desenvolve nos alunos não apenas uma nova mentalidade para o exercício profissional, 
mas um conjunto de habilidades procedimentais e atitudinais, que contribuem para a 
formação cidadã. 
O KLS 2.0 foi concebido para possibilitar a concretização dessa proposta. Um modelo 
integrado com as tecnologias da informação e comunicação (TIC), que focaliza na 
qualidade e na essencialidade dos conteúdos para a formação do perfil profissional 
desejado. Portanto, a proposta do curso privilegia os conteúdos essenciais que podem 
ser aplicados no desenvolvimento das competências necessárias para cada campo de 
atuação em questão. 
O pressuposto é o de que o conteúdo ensinado, por si só, não leva à formação do 
profissional que se deseja para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. A 
articulação, a operacionalização e a contextualização são o cerne do processo de 
aprendizagem para que os conhecimentos construídos e assimilados possam ser 
colocados em prática de forma eficaz. 
Consequentemente, torna-se imperativo que o processo de ensino-aprendizagem 
forneça ao aluno as ferramentas necessárias para que ele possa desenvolver suas 
competências, a partir da junção de habilidades, tais como: mobilizar o que aprendeu, 
desenvolver autonomia intelectual diante de um desafio profissional, saber transformar 
informações em conhecimentos pessoais, fazer análises e sínteses, relacionar 
aprendizado e tirar conclusões. 
A ideia de competência pode ser sintetizada, segundo Moretto (2005), em três aspectos 
básicos: ideia de pessoa, ser capaz de; a ideia de mobilização, isto é, a capacidade de 
se mobilizar o que sabe para realizar o que se busca; e a ideia de conhecimento 
intelectual, a cognição. 
O conceito de competência, portanto, está relacionado à sua finalidade, que consiste 
em abordar e resolver situações complexas. Nesse contexto, o que muda na prática é 
que as atividades de aprendizagem que antes continham apenas conteúdos 
conceituais, agora, necessariamente, devem conter conteúdos procedimentais e 
atitudinais trabalhados metodologicamente numa proposta relacional dos diferentes 
conteúdos, atividades de aprendizagem e avaliação. 
Para a organização da matriz curricular do KLS 2.0, foi construída uma metodologia 
adaptada a partir de uma ferramenta de gestão denominada Balanced Scorecard, 
desenvolvida pelos professores da Harvard Business School (HBS) Robert Kaplan e 
David Norton. 
O BSC acadêmico é uma adaptação dos conceitos e princípios do Balanced Scorecard 
para escolha, organização, disponibilização, distribuição e avaliação das competências, 
habilidades e conteúdos de cada curso ofertado na IES. 
Na construção do BSC acadêmico são considerados: 
PERFIL DO EGRESSO 
O curso de Direito da Universidade Anhanguera-Uniderp se compromete a estruturar 
e seguir um perfil profissional com sólida formação geral e humanística, capacidade de 
análise, domínio dos conceitos de sua área aliada a uma postura reflexiva e de visão 
crítica, que fomente a capacidade e a aptidão para a aprendizagem autônoma e 
dinâmica, de forma a atender ao mercado de trabalho. 
ÁREA DE ATUAÇÃO 
A definição de área de atuação possui o intuito de facilitar a apuração das competências 
e habilidades necessárias para o bom desempenho profissional, e não deve ser 
confundida com local de trabalho. Tornar precisas as áreas de atuação do curso permite 
selecionar as competências e habilidades necessárias a tornar um profissional 
especialista na área escolhida, mas que também seja generalista e abrangente. 
COMPETÊNCIAS GERAIS 
Determinam o que o aluno deve conhecer bem para ser capaz de desempenhar suas 
funções na área de atuação em que está sendo formado. 
COMPETÊNCIAS TÉCNICAS 
Determinam o que o aluno deve conhecer bem para aplicar métodos, processos e para 
ser capaz de responder às situações concretas encontradas na realidade profissional 
por meio da concretização da aprendizagem na forma de um produto, como por exemplo 
maquete, laudo, projeto, procedimento, entre outros. 
DISCIPLINA 
Representa o nome do componente curricular que agrega toda a estruturação de uma 
competência. 
UNIDADE DE ENSINO 
Tratam das ementas que representam o conjunto de conteúdos. 
CONTEÚDO 
Desdobramento dos assuntos granulares que devem ser trabalhados para o 
desenvolvimento das competências previstas. 
CLASSIFICAÇÃO DO CONTEÚDO 
Determina se o conteúdo é teórico ou prático (aquele que exige roteiros de aulas 
práticas e vivências em laboratórios específicos/campo). 
CARGA HORÁRIA DO CONTEÚDO 
Definição de carga horária para cada conteúdo a ser contemplado. 
TIPO DE OFERTA 
Modalidade de oferta presencial ou semipresencial. 
CATEGORIZAÇÃO DA DISCIPLINA 
Disciplina de fundamento ou profissionalizante. 
 
3.1.2 Concepção e organização da matriz curricular 
O processo de concepção e organização da matriz curricular e, consequentemente, das 
disciplinas que a compõem, seguem um percurso particular dentro do KLS 2.0. Esse 
percurso se inicia com a definição das competências que subsidiam o ensino crítico, 
reflexivo e criativo por meio do desenvolvimento de conteúdos curriculares que 
contemplam saberes fundamentais à construção de um perfil acadêmico e profissional 
do egresso. O foco da construção da disciplina como elemento fundador resultante no 
currículo é desviado, sem, contudo, deixar de ser considerada sua importância no 
conjunto organizado que compõe a estrutura de uma matriz curricular. 
Sendo assim, no contexto do KLS 2.0, as competências podem ser compreendidas 
como aptidões adquiridas quando da junção e coordenação de conhecimentos, 
habilidades, valorese atitudes que permitirão ao aluno constituir domínio suficiente para 
exercer, de modo eficaz e eficiente, as atividades requeridas no contexto do trabalho, 
nas diversas áreas de atuação de sua profissão. Essa capacidade de mobilizar recursos 
cognitivos em resposta às diversas situações determina a seleção das técnicas 
apropriadas (o fazer associado ao aplicar, às habilidades exigidas pela prática) e suporta 
a definição dos conteúdos que devem ser ministrados em uma disciplina. 
O currículo é visto como conjunto integrado e articulado de situações-meio 
didaticamente concebidas e organizadas para promover aprendizagens significativas e 
funcionais. O alvo de controle se constitui na geração das competências profissionais 
gerais e específicas. A Universidade Anhanguera-Uniderp trabalha o currículo por 
competências, no qual o aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e de 
construir a trajetória de sua aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de 
conteúdos, em que aluno atua como sujeito passivo. 
É assumido, nessa construção, o conceito de que uma disciplina consiste na soma de 
competências gerais. A derivação da competência geral em seus componentes 
constitutivos depende, porém, da categorização das disciplinas, a saber: disciplinas de 
fundamentos ou disciplinas profissionalizantes. 
 
DISCIPLINAS DE FUNDAMENTOS 
Uma disciplina de fundamentos é, como se anuncia, elaborada para abranger as 
competências e conteúdos que estabelecem as relações de base e subsidiam a 
posterior imersão em conteúdos de cunho profissional. São alicerces que consolidam a 
estrutura conceitual necessária para o aluno progredir, e engloba conteúdos 
fundamentais que se interligam aos eixos de formação. 
Por meio de conteúdos que orientam a construção do conhecimento, é proporcionado 
ao aluno conhecer e aprender conceitos e contextos para que ele seja capaz de 
desenvolver as competências profissionalizantes. Uma boa fundamentação conceitual 
e contextualizada facilita a aprendizagem dos conteúdos profissionalizantes. 
Uma disciplina de fundamentos é, portanto, a base estruturante para que as disciplinas 
profissionalizantes possam oportunizar o desenvolvimento das competências exigidas 
durante o exercício profissional. 
 
DISCIPLINAS PROFISSIONALIZANTES 
As disciplinas profissionalizantes propiciam o desenvolvimento das competências 
técnicas exigidas para a atuação do futuro egresso. É no momento do seu percurso 
formativo que o aluno desenvolve o fazer prático, articula os saberes, habilidades, 
técnicas e atitudes que prenunciam a capacidade de responder a situações reais e 
complexas com os quais os profissionais se deparam cotidianamente. Essa capacidade 
de aprendizagem e de resposta às situações concretas contribui para o 
desenvolvimento de atitude profissional, e possibilita a construção dessas experiências 
em novos saberes, possíveis de serem mobilizados em diferentes contextos. 
Uma disciplina profissionalizante depreende de competências gerais e técnicas, bem 
como de produtos ou entregas relacionadas ao exercício prático profissional. Os 
conteúdos que precisam ser ministrados derivam, portanto, da técnica e do produto 
(Figura 1). 
 
Figura 1- Disciplinas profissionalizantes 
 
A disciplina profissionalizante é, portanto, concebida para atender ao conceito 
acadêmico do KLS 2.0, por meio de um ambiente de ensino-aprendizagem com enfoque 
na empregabilidade. 
 
3.2 METODOLOGIA: AULA MODELO E MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL 
Nos dias de hoje, a educação visa fundamentalmente à preparação para o exercício da 
cidadania, cabendo ao curso formar acadêmicos com conhecimentos, habilidades, 
valores, atitudes, ética e formas de pensar em atuar na sociedade por meio de uma 
aprendizagem significativa. 
Nessa perspectiva, todas as ações do curso de Direito ocorrem no sentido de romper 
com a perspectiva tradicional e se dirigir para um modelo em que professor e aluno 
interajam no processo de ensino-aprendizagem, por meio de diferentes canais e 
procedimentos de ensino, visando a que as aprendizagens se tornem significativas. 
O principal papel na promoção de uma aprendizagem significativa é desafiar os 
conceitos já aprendidos, para que se reconstruam de forma mais ampliada. Isso é feito 
por meio de planejamento, quando se coloca ao aluno um novo desafio, no sentido de 
buscar formas de provocar instabilidade cognitiva. Dessa forma, planejar uma aula 
significativa é a primeira etapa da metodologia a ser aplicada, pois representa, em 
primeira análise, buscar formas criativas e estimuladoras de desafiar as estruturas 
conceituais dos alunos. Isso é importante, pois, segundo Ausubel (1982), “é 
indispensável para que haja uma aprendizagem significativa, que os alunos se 
predisponham a aprender significativamente”. 
Competência Geral 
CONHECER para ser 
capaz de ATUAR 
PROFISSIONALMENTE
, nas diferentes Áreas 
de Atuação
Competência Técnica 
APLICAR (métodos, 
processos, técnicas) 
para ser capaz de 
RESPONDER as 
situações complexas 
encontradas na 
realidade profissional.
Produto
ENTREGAR
(maquete, laudo, 
projeto), para ser 
capaz de 
SOLUCIONAR 
problemas.
Conteúdos
TEMAS que orientam 
a construção do 
conhecimento e que 
constituem a base 
mais granular para o 
processo de ensino e 
aprendizagem. 
CP△T△G
Neste sentido, são buscadas estratégias de ensino-aprendizagem que utilizam recursos 
tais como: mapas conceituais, metodologias baseadas em projetos, tecnologias 
interativas de ensino, visitas técnicas, aulas práticas de laboratório, estudo de caso, 
problematização, grupos de verbalização e grupo de observação, metodologias de 
simulação, oficinas (workshops), aulas expositivas dialogadas, tempestade cerebral, 
seminários, aprendizagem baseada em problema, etc. 
O curso de Direito adota uma metodologia de trabalho que considera o perfil do 
ingressante, e enseja que cada disciplina ofertada venha a possibilitar o 
desenvolvimento das habilidades e competências projetadas, permitindo que o egresso 
venha a ter o perfil que lhe garanta uma boa empregabilidade. Para tal, a metodologia 
nasce do planejamento, que propõe novas metodologias, mais atualizadas e 
condizentes com os perfis dos ingressantes e egressos na atualidade. 
Além disso, considerando os diferentes perfis que temos em nossa IES, busca-se 
contemplar nessa metodologia a acessibilidade plena. 
Entende-se que a acessibilidade plena se remete ao direito assegurado ao público-alvo 
da educação especial às condições de igualdade no acesso, na permanência e na 
terminalidade dos estudos na educação superior. Tais condições são promovidas 
institucionalmente a partir da eliminação do conjunto de barreiras, a saber: 
arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, comunicativas e digitais. 
A acessibilidade arquitetônica se concretiza por meio do rompimento de barreiras físicas 
dentro do espaço acadêmico, incluindo a estrutura física da IES, de forma que seus 
ambientes permitam o desenvolvimento de atividades acadêmicas. Os exemplos mais 
comuns de acessibilidade arquitetônica são a presença de rampas, banheiros 
adaptados, elevadores adaptados, piso tátil, entre outras. 
A acessibilidade atitudinal está relacionada à capacidade do indivíduo de identificar-se 
como parte integrante da diversidade, livre de preconceitos, estigmas, estereótipos e 
discriminações, visto que serão as atitudes que impulsionarão a remoção de barreiras. 
Essa acessibilidade ocorre por meio de ações e projetos relacionados à acessibilidade 
em toda a sua amplitude. 
Por meio dessas atitudes, a acessibilidade metodológica (também conhecida como 
pedagógica) é promovida pela eliminação de barreiras por meio de metodologias e 
técnicas de estudo desenvolvidas pelo docente. É possível notar a acessibilidade 
metodológica nas salas de aula quando os professores promovem processos 
pedagógicos, flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a 
aprendizagem de estudantes com deficiência,como por exemplo: pranchas de 
comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores e leitores de tela, 
comunicação alternativa, aprofundamento de estudos, entre outros recursos, conforme 
a Resolução VP Acadêmica de Graduação n° 1/2015, que regulamenta o atendimento 
ao público-alvo da educação especial, por meio do Núcleo de educação especial 
Inclusiva - NUEEI. 
A acessibilidade digital e nas comunicações se efetiva por meio das variadas formas de 
comunicação sem obstáculos, como a língua de sinais, aprofundamento de estudos, 
uso de programas específicos por intermédio de computadores, bem como a difusão e 
facilidade no uso de novas tecnologias, mecanismos digitais e de tecnologias assistivas. 
Para garantir a contratação e gestão do intérprete, o NUEEI disponibiliza para as 
unidades o Manual de orientações para gestão do intérprete da Libras e a Declaração 
para solicitação de intérprete da Libras. 
Além das orientações para a contratação dos intérpretes da Libras e, atentos à formação 
do professor e a familiarização com o contexto dos alunos, a IES oferece curso de 
capacitação em educação inclusiva e em Libras, oportunizando o contato e a difusão da 
Língua Brasileira de Sinais. 
Essas orientações contribuem para a eliminação de barreiras comunicacionais. 
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da educação especial 
no curso de Direito é realizado pelo NUEEI, composto por profissionais da área da 
educação especial, que conta com a participação colaborativa de outros profissionais 
do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), responsável pelo 
atendimento local na IES, composto por um representante dos coordenadores, um 
representante docente, um representante do corpo técnico-administrativo e um 
representante da CPA. 
O procedimento metodológico para execução das aulas considera o que determina o 
Kroton Learning System, cujos princípios, fundamentação e evolução foram descritos 
no item 3.1.1. 
3.2.1 Aula modelo 
Em sintonia com os conceitos acadêmicos adotados, o curso de Direito busca 
estratégias de ensino-aprendizagem por meio de metodologias ativas que desenvolvem 
competências e habilidades necessárias ao egresso que se quer formar, como 
possibilidade de desenvolvimento do pensamento, da autoanálise e da 
autoaprendizagem. 
Por meio de situações propostas, didaticamente concebidas e organizadas para 
promover aprendizagens significativas e funcionais, o alvo se constitui na geração das 
competências profissionais gerais e técnicas. 
Dessa forma, o KLS 2.0 considera que a sala de aula é um espaço de aprendizado 
dialógico, baseando-se em situações da realidade profissional (SRs) e situações-
problema (SPs) que instiguem reflexão e ação. 
Nesse sentido, é criada a aula modelo, cujos principais objetivos são: 
• Maximizar a eficácia das atividades em sala de aula. 
• Estruturar o tempo fora da sala de aula para o máximo benefício de 
aprendizagem. 
• Criar e manter o espírito de parceria entre alunos e professores. 
A aula modelo, baseada no conceito sala de aula invertida, compreende três momentos 
didáticos, a saber: 
 Pré-aula, momento que antecede a aula, tem por objetivos desafiar, incentivar 
e estimular o aluno para a aprendizagem, por meio de proposições via webaula 
(WA), livro didático (LD), objetos de aprendizagem, textos ou outros recursos 
que o professor julgar relevantes. 
 Aula mediada, momento em que são desenvolvidas atividades para resolver 
situações-problema, momento em que as trocas de experiências e 
conhecimentos são estimuladas. 
 Pós-aula, momento destinado à realização de atividades e de propor novos 
desafios a fim de despertar os alunos para novas aprendizagens. 
As aulas são planejadas para serem desenvolvidas na seguinte sequência: 
 Introdução: levantamento de ideias a partir do assunto que será proposto na 
pré-aula. 
 Desenvolvimento: desencadeamento do tema e explicação dialógica do 
assunto pelo professor. 
 Conclusão: nessa etapa, o professor deve fazer uma síntese geral do assunto, 
retomando os pontos mais importantes, e questionando os alunos para 
perceber como a aprendizagem está se processando. 
O professor, tendo o plano de ensino como referência, estrutura a sua aula modelo e 
disponibiliza, juntamente com o plano de ensino, no ambiente virtual de aprendizagem 
(AVA), uma sequência sistematizada do que deve ser desenvolvido em sala de aula, 
como por exemplo: os conteúdos, os textos, os exercícios e/ou as atividades a serem 
realizadas. 
Os materiais sugeridos pelo professor não devem se limitar apenas ao assunto que será 
abordado, deve também permitir ao aluno o estudo aprofundado do tema. 
Todo o material e as atividades de aprendizagem a serem utilizadas ficam disponíveis 
para o aluno durante todo o tempo de sua formação. Assim, a qualquer momento, o 
aluno poderá revisar o tema estudado e, a cada semestre, terá à sua disposição não 
apenas os materiais e atividades de aprendizagem daquele semestre, mas também os 
de todos os semestres já cursados. 
Resumidamente, a aula modelo está representada pela figura a seguir (Figura 2): 
Figura 2 - Aula Modelo 
 
 
Aula Modelo
Pré-Aula
Webaula
Livro 
Didático
Avaliação 
Diagnóstica
Atividades 
Preparató-
rias
Aula Mediada
Planos de aula e Roteiros de aula prática
Pensando a 
aula 
(avaliação 
formativa)
Problematiz
ando a aula 
(avaliação 
formativa)
Provocando 
novas 
situações 
(avaliação 
formativa)
Pós-Aula
Atividades 
de 
Aprendiza-
gem (Livro 
Didático)
Atividades 
relaciona-
das ao 
conteúdo 
posterior
Esse modelo parte do pressuposto de que o conhecimento não deve ocorrer apenas ao 
tempo previsto para a duração das aulas, conforme determina a Resolução n.º 3/2007 
e no Parecer CNE/CES n.º 261/2006, que define que 
Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos 
duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da 
duração da atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo que 
compreenderá: 
I. preleções e aulas expositivas; 
II. atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, 
atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em 
grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. 
Deste modo, o aluno desenvolve, no mínimo, 60 minutos de atividades acadêmicas 
efetivas, 50 minutos de aula e 10 minutos de atividades orientadas compreendidas entre 
a pré-aula e a pós-aula. Todo o conteúdo é planejado pelo professor da disciplina, de 
modo a promover uma inter-relação entre os tempos didáticos e, consequentemente, 
viabilizar o desenvolvimento do aluno. Nesse cenário, o professor estará presente em 
todo o processo orientando, auxiliando e intermediando o processo de ensino-
aprendizagem. 
É importante ressaltar que para a aula modelo é estruturado um material didático 
baseado na sistematização conceitual e no ensino fundamentado na problematização, 
que possibilitará ao aluno o desenvolvimento do pensamento crítico e a aplicação dos 
conhecimentos em situações práticas e reais. Os materiais didáticos visam a 
potencializar o processo ensino-aprendizagem por meio de livro didático, webaula, 
roteiro de aulas práticas, entre outros. Para além desses materiais, o professor pode, 
se julgar necessário, agregar novos recursos e materiais que contribuem com o 
desenvolvimento da disciplina. As disciplinas que não possuem material didático terão, 
da mesma forma, os três momentos didáticos planejados e aplicados pelo professor da 
disciplina. 
Em uma disciplina de fundamento, a problematização do conteúdo é realizada a partir 
de sua competência e dos resultados geradores de aprendizagem. Já para uma 
disciplina profissionalizante, a problematização do conteúdo é realizada a partir da 
competência técnica e do produto. 
Resumindo, a metodologia adotada pelo KLS 2.0 pode ser representada por meio da 
aula modelo e pelos materiais adotados, conforme figura a seguir.Figura 3 - Tempos didáticos 
M
ET
O
D
O
LO
G
IA
 
Pré-Aula 
 
 Sistematização de 
conceitos. 
 Deve ser provocativa 
e despertar o 
interesse do aluno no 
conteúdo. 
 
 Webaula, roteiro 
do vídeo, livro 
didático e 
atividades 
diagnósticas. 
Aula Mediada 
 
 Resolução de 
situação-problema. 
 Plano de aula e 
roteiros de aula 
prática (quando a 
disciplina exigir CH 
prática). 
 
Pós-Aula 
 
 Aprofundamento por 
meio de atividades. 
 
 Preparação para a 
aula seguinte. 
 
 Atividade de 
aprendizagem. 
 
Por fim, a metodologia a ser adotada, em consonância com o modelo acadêmico, 
promove ações de ensino-aprendizagem para desenvolver as competências 
necessárias para a empregabilidade dos seus alunos. 
Sabe-se que, entre os principais desafios da era contemporânea, é necessário que os 
jovens sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento e do de suas comunidades. 
Uma das abordagens adotadas passará pelo desenvolvimento de competências 
socioemocionais. Nesse processo, se aprende a colocar em prática as atitudes e 
habilidades que possibilitam ao aluno controlar suas emoções, alcançar objetivos, 
demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar decisões de maneira 
responsável. 
Dessa forma, com base nos quatro pilares da educação - aprender a conhecer, 
aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver -, a IES prepara os 
alunos não apenas para o aprendizado dos conteúdos curriculares, mas também a 
serem pessoas colaborativas e críticas, preparadas para desenvolver uma atividade 
profissional. 
3.2.2 Material didático 
O material didático da Universidade Anhanguera Uniderp é um recurso pedagógico 
relevante, que auxiliará o processo de ensino-aprendizagem e materializa o ensino por 
competências. A cada aula, que corresponde a uma seção do material, o conteúdo é 
abordado de forma contextualizada e exemplificada numa situação-problema (SP). Isso 
exige que o aluno compreenda e mobilize os conteúdos teóricos para análise, síntese e 
aplicação deles na resolução de um problema, viabilizando e reforçando o 
desenvolvimento das competências almejadas no perfil profissional do egresso. 
Para o corpo docente são disponibilizados planos de aulas e roteiros para as aulas 
práticas, contendo orientações de didática de ensino do conteúdo e técnicas de 
mediação para resolução da SP. Tais materiais auxiliam o planejamento do professor 
em relação à aula, permitindo a avaliação contínua e formativa da aprendizagem em 
sala de aula. Também estimulam a autonomia do professor em sala de aula, permitindo 
a flexibilidade e interdisciplinaridade, focando nas necessidades locorregionais de seus 
discentes. 
Dessa forma, por meio dos materiais didáticos, se busca desenvolver o pensamento 
crítico dos alunos e as competências profissionais para a resolução de problemas, 
competências essas que são cada vez mais exigidas pelos empregadores. 
A produção dos materiais didáticos segue etapas rigorosas de qualidade que são 
organizadas por processos que interligam uma cadeia que tem como princípio a 
elaboração, posteriormente a editoração e, por fim, a disponibilização do material ao 
aluno no ambiente virtual de aprendizagem (AVA). 
Essa construção tem o BSC do curso como documento norteador para promover a 
transformação do conteúdo em material didático, buscando oferecer todos os elementos 
necessários, compatibilizando com aprofundamento e coerência, aliando teoria e prática 
por meio das situações-problema a serem apresentadas ao longo do material. 
 
O material didático oferecido ao aluno da Universidade também é pensado de acordo 
com os requisitos de acessibilidade necessários para a inclusão do público-alvo da 
Educação Especial, a saber, pessoas com: 
 deficiência; 
 transtornos globais do desenvolvimento (Autismo, Síndrome de Rett, Síndrome de 
Asperger, Transtorno Desintegrativo da Infância); 
 altas habilidades/superdotação. 
 
Para tanto, há materiais compatíveis com leitores de tela e textos com fonte ampliada, 
vídeos com janela da Libras e, quando solicitado, a disponibilização de recursos e 
adaptações específicas. 
 
A Universidade disponibiliza auxílio de ledor/transcritor, intérprete da Libras, 
equipamentos (computador com software leitor de tela, scanner* para digitalização e 
conversão de texto em áudio), além de formação continuada para o corpo docente e 
colaboradores, a fim de contribuir com o processo de inclusão dos alunos por meio de 
ações para atender os espectros de acessibilidade metodológica, atitudinal, 
programática, digital e nas comunicações em busca da acessibilidade plena. 
 
3.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO E ÁREA DE ATUAÇÃO 
Partindo do princípio de que o aluno ingressa no Ensino Superior principalmente para 
ter empregabilidade, o curso de Direito da Universidade Anhanguera-Uniderp, por meio 
do KLS 2.0, se preocupa com uma formação do profissional-cidadão competente e 
capacitado a ingressar e manter-se no mercado de trabalho, desenvolvendo-se com 
eficiência e eficácia na área que escolheu atuar. 
Para a formação desse egresso, a proposta de organização curricular é realizada em 
função das competências que os acadêmicos precisam desenvolver, respeitando-se as 
aprendizagens, conhecimentos e as construções adquiridas anteriormente. 
Nessa proposta, a elaboração do currículo tem como referência o perfil do egresso. É 
esse perfil que orienta a definição das áreas de atuação, a composição das 
competências a serem desenvolvidas e, consequentemente, o conjunto de elementos 
que contribuirão para se estabelecer as conexões necessárias. 
Compreendendo que as competências permitem mobilizar conhecimentos para 
enfrentar determinadas situações, as atividades de aprendizagem vão além dos 
conteúdos conceituais, abrangendo também os conteúdos procedimentais e atitudinais, 
que garantirão o perfil profissional do egresso que se deseja formar. 
As competências a serem trabalhadas no curso estão de acordo com as respectivas 
Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e têm como foco o que o egresso necessita 
conhecer bem para ser capaz de desenvolver suas atividades nas diversas áreas de 
atuação de sua profissão. 
Neste contexto, o egresso deve ter como pressupostos essenciais o compromisso de 
atuar no contexto socioeconômico e político do país, sendo um profissional e cidadão 
comprometido com os interesses e desafios da sociedade contemporânea e capaz de 
acompanhar a evolução científica e tecnológica da sua área de atuação, mantendo 
adequado padrão de ética profissional, conduta moral e respeito ao ser humano. 
Considerando as concepções filosóficas e educacionais, os objetivos formativos da IES, 
sua missão, visão, valores, e os preceitos dispostos no seu PDI; Universidade 
Anhanguera-Uniderp busca que os egressos de todos os seus cursos superiores, sejam 
profissionais que: 
• tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; 
• sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com 
o desenvolvimento regional sustentável; 
• tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica, 
tecnológica e científica; 
• atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável; 
• saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir da 
convivência democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes; e 
• sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos 
conhecimentos. 
No âmbito do curso, a Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que 
instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Direito, 
define o perfil do egresso desse Curso da seguinte forma: 
 
Sólida formação geral, humanística e axiológica, capacidade de 
análise, domínio de conceitos e da terminologia jurídica, adequada 
argumentação, interpretação e valorização dos fenômenos jurídicos e 
sociais, aliada a uma postura reflexiva e de visão crítica que fomente a 
capacidadee a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica, 
indispensável ao exercício da Ciência do Direito, da prestação da 
justiça e do desenvolvimento da cidadania. 
Em alinhamento com os objetivos do curso, considerando os pressupostos assumidos 
pela Faculdade, e mediante o conjunto de conhecimentos que serão internalizados ao 
longo do Curso de Direito, busca-se que os seus egressos tenham o perfil de 
profissionais generalistas, aptos a analisar, interpretar e agir em situações pertinentes 
ao Direito, a partir de atitudes críticas, reflexivas e éticas, pois adquiriram habilidades 
suficientes para, eticamente, atuar: 
• Compreendendo, analisando e elaborando textos, atos e documentos jurídicos 
ou normativos; 
• Interpretando e aplicando o Direito; 
• Pesquisando e utilizando legislação, jurisprudência, doutrina e outras fontes do 
Direito; 
• Adequando a atuação técnico-jurídica, em diferentes instâncias administrativas 
ou judiciais, com o correto uso de atos, procedimentos e processos; 
• Empregando corretamente a terminologia empregada na Ciência jurídica e do 
Direito; 
• Utilizando o raciocínio jurídico, a argumentação, a persuasão, a conciliação e a 
reflexão crítica; 
• Tomando decisões orientadas por valores éticos e realizando julgamentos 
imparciais; 
• Dominando tecnologias e métodos para a constante compreensão e aplicação 
do Direito. 
 
Considerando as habilidades e competências desenvolvidas ao longo do Curso e seu 
perfil profissiográfico; o Bacharel em Direito formado pela Universidade Anhanguera 
Uniderp poderá atuar nas seguintes áreas: Direito Público, Direito Privado e Direitos 
Especiais. 
O conhecimento do PPC pelo corpo docente e discente ocorre por meio de reuniões de 
Colegiado, do Núcleo Docente Estruturante e de coordenadores de curso com discentes 
visando a participação da sociedade acadêmica como um todo na decisão do Projeto 
Pedagógico do Curso, permitindo o debate e o melhoramento, bem como com a análise 
de informações oriundas da Comissão Própria de Avaliação (CPA). 
A versão atualizada e impressa do Projeto Pedagógico do Curso de Direito está 
disponível na Biblioteca da Universidade Anhanguera Uniderp em local público e 
acessível. Visando a atender a acessibilidade plena, o PPC pode ser divulgado também 
em outras modalidades que se julgar necessária pelo NUEEI após análise de corpo 
docente e discente da unidade. 
 
3.3.1 Acompanhamento de egressos 
A Política de Empregabilidade formaliza a atuação da Universidade Anhanguera 
Uniderp quanto à promoção da inserção de seus alunos e ex-alunos no mercado de 
trabalho, o que afirma o compromisso em desenvolver a empregabilidade de seus 
alunos, por meio da promoção de sua qualificação profissional, especificamente nos 
seguintes aspectos: 
a) Promover a inserção dos alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, por meio da 
intermediação de emprego e do desenvolvimento de sua empregabilidade; 
b) acompanhar a evolução profissional dos egressos; 
c) entender o impacto do Ensino Superior na vida profissional dos alunos; e 
d) buscar atender aos requisitos de qualificação profissional do mercado. 
Esses objetivos são coerentes com a missão de “Melhorar a vida das pessoas por meio 
da educação responsável, formando cidadãos e preparando profissionais para o 
mercado, gerando valor de forma sustentável”. 
Integrante dessa política, o Canal Conecta é um portal web, criado para aproximar 
alunos e ex-alunos dos empregos disponíveis na região, de forma rápida, fácil e objetiva, 
bem como auxiliar as empresas na indicação dos melhores profissionais, de acordo com 
suas demandas mercadológicas atuais. 
Totalmente gratuita e inédita, a ferramenta permite às empresas a divulgação de suas 
vagas em aberto, incluindo estágio, visualização de currículos, agendamento de 
entrevistas e, ainda, a gestão de seus processos seletivos até a contratação do 
candidato. 
Os alunos e ex-alunos formados na IES poderão se candidatar para novas vagas, 
acompanhar o processo seletivo, acessar conteúdos sobre carreira, empreendedorismo 
e mercado, para auxiliar no crescimento profissional e desenvolvimento individual. A 
plataforma indicará cursos livres de curta duração a preços acessíveis, com o intuito de 
ampliar seu potencial competitivo e preparar-se para as oportunidades de 
empregabilidade. 
Por meio de algoritmos estatísticos, o sistema do Canal Conecta faz o cruzamento de 
dados dos candidatos mais indicados para cargos das empresas inscritas e consolida 
todo e qualquer tipo de vaga, para estudantes do ensino técnico até egressos que já 
possuem pós-graduação. 
A ferramenta auxiliará na gestão da carreira do aluno por tempo indeterminado, atuando 
como parceira da área de RH das empresas, estabelecendo uma relação com entidades 
de classe e empresas locais. Dessa forma a IES restabelece também seu compromisso 
com a responsabilidade social e com a cidadania no local onde está inserida. 
Por meio do acesso ao Canal Conecta, o aluno ou egresso registrado receberá 
mensagens e newsletters. Com isso, o ex-aluno poderá continuar a fazer parte da vida 
da instituição, além de conhecer as possibilidades de continuação de seus estudos no 
âmbito da instituição. 
As pesquisas de empregabilidade, ao abranger também egressos, permitem conhecer 
a evolução do desempenho dos alunos em suas carreiras e, assim, entender os efeitos 
da formação superior sobre suas vidas, retroalimentando as decisões no âmbito da IES. 
Tal pesquisa permite um acompanhamento sistêmico e periódico de alunos e ex-alunos 
da Universidade Anhanguera Uniderp, subsidiando análises de evolução salarial, índice 
de ocupação, relação entre ocupação e formação recebida, importância das atividades 
acadêmicas para a inserção no mercado, entre outras. 
 
3.3.2 BSC acadêmico do curso de Direito 
Considerando o perfil, as competências gerais e técnicas, o profissional formado poderá 
atuar nas seguintes áreas profissionais: 
 Direito Público; 
 Direito Privado; 
 Direitos Especiais. 
O BSC do curso de Direito está demonstrado a seguir: 
Quadro 4 - BSC acadêmico 
PERFIL DO EGRESSO 
O Bacharel em Direito generalista e humanista, com senso crítico, apto a agir eticamente, capacitado e habilitado para 
interpretar, elaborar textos, atos e documentos jurídicos ou normativos, utilizar, aplicar e interpretar as normas técnico-
jurídicas frente aos fenômenos jurídicos e sociais, bem como adotar uma postura reflexiva, crítica e dinâmica para o 
exercício da ciência do Direito e da oferta de prestação jurídica, como também viabilizar o desenvolvimento da cidadania 
na sociedade. 
CICLO BÁSICO DE FORMAÇÃO 
Conhecer, interpretar e aplicar teorias, conceitos, princípios e fundamentos oriundos da filosofia, antropologia, ética, 
ciência política, economia, história, psicologia, lógica e argumentação relacionados ao Direito, concebendo uma formação 
interdisciplinar, humanista e holística. 
CICLO PROFISSIONALIZANTE 
DIREITO PRIVADO DIREITO PÚBLICO DIREITOS ESPECIAIS 
Atuar na prevenção, consultoria e 
resolução de conflitos por meio 
judicial e extrajudicial com 
predominância do interesse 
particular, prestando serviços 
jurisdicionais na defesa de direitos 
para pessoas físicas e jurídicas de 
direito privado essencialmente. 
Atuar na prevenção, consultoria e 
resolução de conflitos por meio judicial e 
extrajudicial com predominância do 
interesse estatal, prestando serviços 
jurisdicionais na defesa de direitos para 
pessoas físicas e jurídicas de direito 
privado e público, porém 
predominantemente de direito público. 
Atuar na prevenção, consultoria e 
resolução de conflitos por meio judicial e 
extrajudicial com predominância dos 
interesses coletivos, difusos e de novos 
temas da área jurídica, prestando 
serviços jurisdicionais na defesa de 
direitos para pessoas físicas e jurídicas de 
direito privado e público. 
DISCIPLINAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS 
 Direito Civil - Atos e Fatos 
Jurídicos 
 Direito Civil - Coisas 
Direito Civil - Família e Sucessões 
 Direito Civil - Obrigações 
 Direito Civil - Pessoas e Bens 
 Direito Civil - Teoria Geral dos 
Contratos 
 Direito Coletivo do Trabalho 
 Direito de Falência e 
Recuperação de Empresa 
 Direito do Trabalho 
 Direito Processual Civil - 
Execução, Cumprimento de 
 Direito Administrativo - Administração 
Pública 
 Direito Administrativo - Organização 
da Administração Pública 
 Direito Constitucional 
 Direito Econômico 
 Direito Penal - Crimes contra a 
Dignidade Sexual e Administração 
Pública 
 Direito Penal - Crimes Contra a Pessoa 
e o Patrimônio 
 Direito Penal - Legislação Extravagante 
e Execução Penal 
 Direito Penal - Parte Geral 
 Direito Penal - Teoria das Penas 
 Direito Ambiental 
 Direito da Seguridade Social 
 Direito das Relações de Consumo 
 Direito Internacional 
 Direito Político e Eleitoral 
 Direitos Humanos 
 Medicina Forense (OPTATIVA) 
 Meios Alternativos de Conflito 
 Responsabilidade Civil 
Sentença e Procedimentos 
Especiais 
 Estágio Supervisionado I 
 Estágio Supervisionado II 
 Teoria Geral da Empresa 
 Títulos de Crédito 
 Direito Processual Civil - Parte Geral 
 Direito Processual Civil - Processo de 
Conhecimento 
 Direito Processual Civil - Recursos 
 Direito Processual do Trabalho 
 Direito Processual Penal - 
Procedimentos 
 Direito Tributário - Direito 
Constitucional Tributário 
 Direito Tributário - Tributos em 
Espécie 
 Estágio Supervisionado III 
 Estágio Supervisionado IV 
 Teoria Geral do Direito Constitucional 
 Teoria Geral do Processo 
 Teoria Geral do Processo Penal 
 Trabalho de Conclusão de Curso I 
 Trabalho de Conclusão de Curso II 
 
Quadro 5 – Competências Gerais e Técnicas 
O BSC ainda elenca as competências que o aluno terá desenvolvido com a conclusão 
dos conteúdos presentes no curso de Direito: 
 
BIODIREITO (OPTATIVA) 
 
Competência geral: Conhecer e entender os fundamentos éticos e jurídicos, os 
conceitos e as limitações que permeiam o biodireito. 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar as normas constitucionais e 
infraconstitucionais relacionadas à transfusão de sangue, anencefalia, transplante, 
estudos com células tronco, sexualidade e gênero e seus impactos no mundo jurídico. 
Conhecer os fundamentos do biodireito e aplicá-los para a proteção da dignidade da 
pessoa humana e dos direitos humanos. 
 
DIREITO ADMINISTRATIVO - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, 
características e procedimentos atinentes aos servidores e a intervenção do Estado 
nas propriedades 
 
Competência técnica: Conhecer e interpretar conceitos, institutos, princípios e 
normas legais referentes à intervenção do estado na propriedade privada 
Conhecer e interpretar os conceitos, elementos e legislação versando sobre os 
servidores e domínio público 
Conhecer, aplicar e interpretar as características e conceitos da responsabilidade do 
Estado 
 
DIREITO ADMINISTRATIVO - ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, 
características e procedimentos aplicados à Administração Pública, sua organização, 
atos administrativos e processo licitatório 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos, características e espécies de 
serviços públicos e da Administração Pública 
Conhecer e interpretar conceitos, princípios e características dos contratos 
administrativos e diferencia-los 
Conhecer, interpretar e identificar os atos administrativos 
 
DIREITO AMBIENTAL 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, 
instrumentos e legislações do Direito Ambiental 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceito de danos, princípios e dispositivos 
legais na tutela do meio ambiente nas esferas administrativa, cível e penal 
Conhecer e aplicar conceitos, princípios e legislação no âmbito setorial nacional e no 
âmbito internacional, permitindo sua relação com a defesa do patrimônio genético e 
cultural 
Conhecer e interpretar conceitos e princípios e legislação presentes na Constituição 
Federal e na Política Nacional de Meio Ambiente os correlacionando com as atividades 
de licenciamento, zoneamento e auditoria ambiental 
 
DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos e elementos 
relacionados aos atos, fatos e negócios jurídicos 
 
Conhecer e aplicar os institutos da prescrição e decadência nos negócios jurídicos, 
identificando seus elementos acidentais. 
Conhecer o conceito, a classificação, a interpretação dos negócios jurídicos e seus 
elementos de existência e validade 
Conhecer os elementos, requisitos e classificação dos fatos jurídicos 
 
DIREITO CIVIL – COISAS 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, características, 
institutos e espécies de Direitos reais no Direito Civil 
 
Competência técnica: Conhecer o direito da propriedade intelectual, identificando as 
características e distinções entre patentes, marcas, desenho industrial, concorrência 
desleal e o direito autoral 
Conhecer os institutos e características da posse, propriedade, usucapião e direito de 
vizinhança 
Conhecer os institutos relacionados aos direitos reais de fruição e gozo 
 
DIREITO CIVIL - FAMÍLIA E SUCESSÕES 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, características, 
institutos e princípios do Direito de Família e de Sucessões 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos, institutos e disposições legais 
atinentes ao Direito Sucessório 
Conhecer e aplicar os institutos, conceitos e princípios aplicados ao Direito de Família 
 
DIREITO CIVIL – OBRIGAÇÕES 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, elementos, espécies 
e formas de extinção das obrigações. 
 
Competência técnica: Conhecer as formas de adimplemento, extinção e 
inadimplemento das obrigações 
Conhecer os elementos constitutivos, modalidades e modos de transmissão das 
obrigações 
 
DIREITO CIVIL - PESSOAS E BENS 
 
Competência geral: Conhecer os fundamentos jurídicos da pessoa física, pessoa 
jurídica e a teoria jurídica sobre os bens 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características sobre a 
ausência de pessoas e sobre as características da pessoa jurídica 
Conhecer e aplicar conceitos e características sobre pessoas, personalidade e 
capacidade civil 
Conhecer os bens jurídicos e sua classificação 
 
DIREITO CIVIL - TEORIA GERAL DOS CONTRATOS 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, institutos 
e características do Direito Contratual 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar princípios e características relacionadas ao 
Direito contratual 
Conhecer e interpretar as espécies contratuais elencadas na legislação nacional 
Conhecer os elementos e efeitos dos contratos no âmbito nacional 
 
DIREITO COLETIVO DO TRABALHO 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos e institutos relacionados 
aos direitos coletivos dos trabalhadores e de segurança no trabalho 
 
Competência técnica: Conhecer as questões relacionadas à medicina e segurança 
no trabalho 
Conhecer e aplicar conceitos e institutos relativos aos direitos coletivos dos 
trabalhadores 
Conhecer os direitos fundamentais do trabalhador 
 
DIREITO CONSTITUCIONAL 
 
Competência geral: Conhecer e entender a organização do Estado, dos Poderes 
Legislativo, Executivo e Judiciário bem como o controle de constitucionalidade 
 
Competência técnica: Conhecer a organização político administrativa do Brasil 
Conhecer a separação de poderes, o processo legislativo e o controle de 
constitucionalidade 
Conhecer princípios gerais e institutos da ordem econômica, financeira e social 
presentes na Constituição Federal 
 
DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios, regimes 
previdenciáriose benefícios presentes no Direito Previdenciário e de Seguridade 
Social 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de benefícios concedidos pela 
Previdência Social e a forma de custeio da Seguridade Social 
Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre o Direito 
Previdenciário e os regimes de Previdência 
 
DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios e institutos aplicados 
no Direito do Consumidor 
 
Competência técnica: Conhecer, aplicar e interpretar conceitos, caracterísiticas e 
legislação sobre as relações de consumo e a responsabilidade civil atinentes a ela. 
Conhecer, identificar e aplicar conceitos, características e legislação sobre o abuso de 
direito e da proteção dos contratos nas relações consumeristas 
 
DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios e 
procedimentos adotados para a Recuperação e Falência de Empresas 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o processo 
falimentar 
Conhecer e aplicar o procedimento de Recuperação de Empresas 
Conhecer e aplicar os conceitos e procedimentos de liquidação extrajudicial de 
Instituições Financeiras 
 
DIREITO DO TRABALHO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios, elementos 
essências para o Direito individual do Trabalho 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar as diversas espécies de contratos de 
trabalho, suas alterações e a extinção 
Conhecer e aplicar as fontes e normas gerais do direito do trabalho 
Conhecer e aplicar os diversos sujeitos da relação de trabalho e suas tipicidades 
correlacionando com os diferentes contratos de trabalho 
 
DIREITO ECONÔMICO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, teorias e questões legais e 
sociais na Ordem Econômica e no Direito 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar institutos, conceitos e princípios inerentes 
à ordem econômica e a intervenção no domínio econômico 
Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, teorias e características do direito econômico 
e da economia política 
 
DIREITO ELETRÔNICO (OPTATIVA) 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios e legislação sobre 
o Direito Eletrônico 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o e-commerce 
e os crimes realizados por meio eletrônico 
Conhecer e aplicar conceitos introdutórios do direito eletrônico e da legislação da Lei 
do Marco Civil da Internet 
 
DIREITO INTERNACIONAL 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios, características, 
institutos, sistema de controle e legislações aplicadas ao Direito Internacional Público 
e ao Privado 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e fontes do direito internacional 
Conhecer o processo de formação dos tratados internacionais e sua aplicabilidade e 
eficácia nas Cortes Internacionais de Direitos Humanos 
Conhecer, interpretar e aplicar dispositivos legais atinentes ao Direito internacional 
privado e sua aplicabilidade 
 
DIREITO NOTARIAL E REGISTRAL (OPTATIVA) 
 
Competência geral: Conhecer e Interpretar conceitos, procedimentos e prática 
registral e notarial 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar as regras referentes aos tabelionatos e 
outras espécies de registros 
Conhecer e aplicar os conceitos fundamentais do Direito Notarial e Registral 
 
DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO 
PÚBLICA 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas 
tipificações dos crimes contra o sentimento religioso, dignidade sexual, a Paz Pública, 
a Fé Pública e a Administração Pública 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de crimes contra o sentimento 
religioso e a dignidade sexual 
Conhecer e aplicar os conceitos de delitos relativos aos crimes contra a paz e a fé 
pública 
 
DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A PESSOA E O PATRIMÔNIO 
 
Competência geral: Conhecer interpretar e aplicar os conceitos e princípios presentes 
nas tipificações dos crimes contra a vida, a honra, à liberdade individual e o patrimônio 
 
Competência técnica: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas 
tipificações dos crimes contra a honra e contra a saúde 
Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes 
contra a liberdade individual e contra o patrimônio 
 
DIREITO PENAL - LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E EXECUÇÃO PENAL 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas 
tipificações dos crimes elencados na legislação penal extravagante 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação para proteção de 
crianças e idoso além de porte de arma de fogo 
Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre crimes no trânsito. 
Conhecer, interpretar e aplicar institutos, conceitos e princípios aplicados à Execução 
Penal 
Conhecer, interpretar e aplicar institutos, conceitos e princípios aplicados aos Crimes 
hediondos 
 
 
DIREITO PENAL - PARTE GERAL 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, fontes do direito e princípios 
aplicados à Parte Geral do Direito Penal 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos da aplicação da lei e elementos 
da teoria do crime 
Conhecer e aplicar os conceitos e características da ilicitude, culpabilidade e concurso 
de pessoas 
Conhecer e aplicar os conceitos e princípios do Direito Penal 
Conhecer e aplicar os elementos e características da teoria do crime 
 
DIREITO PENAL - TEORIA DAS PENAS 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos e institutos 
relacionados à pena e sua aplicação 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de penas aplicadas no Direito 
Penal e os concursos de crimes de modo a distingui-los e aplicar a dosimetria 
corretamente. 
Conhecer e aplicar as medidas de segurança e os incidentes de execução 
Conhecer e aplicar os institutos do direito penal, da ação penal e as causas de extinção 
da punibilidade 
 
DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, institutos e princípios do Direito 
Eleitoral e Político 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre Direito 
eleitoral, instrumentos de participação popular e da organização da Justiça eleitoral.. 
Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre sistemas eleitorais e partidos políticos 
Conhecer e aplicar os direitos políticos 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - EXECUÇÃO, CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E 
PROCEDIMENTOS ESPECIAIS 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, características e espécies 
processuais relacionadas à Execução no Processo Civil 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação para cumprimento 
de sentença 
Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre procedimentos especiais 
Conhecer e aplicar os institutos e espécies de execução e liquidação de sentença 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PARTE GERAL 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar princípios, institutos, conceitos e 
características gerais do Direito Processual 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre sujeitos e atos 
processuais 
Conhecer e aplicar os conceitos, institutos e disposições relacionadas ao processo 
físico e eletrônico, tratando de sua formação, suspensão e extinção. 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PROCESSO DE CONHECIMENTO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, características, elementos 
e fases do Processo de conhecimento e tutela provisória do Processo Civil 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos sobre sentença e coisa 
julgada e compreender a tutela provisória e suas características 
Conhecer e aplicar os institutos, conceitos, princípios e elementos probatórios no 
Processo de Conhecimento 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL – RECURSOS 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos,princípios e espécies de 
recursos presentes no Processo Civil 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação das diversas 
espécies de recursos e seus incidentes 
Conhecer e aplicar os princípios e elementos essenciais e introdutórios sobre recursos 
no Processo Civil 
 
DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, institutos e 
elementos do Direito Processual trabalhista 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre atos, prazos 
e recursos no Processo do Trabalho 
Conhecer e aplicar conceitos, legislação e meios sobre modalidades de solução de 
conflitos, a jurisdição e competências no Direito do Trabalho 
 
DIREITO PROCESSUAL PENAL – PROCEDIMENTOS 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, princípios, institutos, 
procedimentos e recursos no Direito Processual Penal 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre os diversos 
procedimentos no Processo Penal 
Conhecer e aplicar legislações sobre nulidades no Processo Penal 
Conhecer e aplicar os conceitos, princípios, características dos recursos penais e 
identifica-los 
 
DIREITO TRIBUTÁRIO - DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO 
 
Competência geral: Conhecer e aplicar os conceitos, fontes do direito e princípios 
aplicados à Parte Geral do Direito Tributário 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos e dispositivos legais quanto a 
obrigação tributária, lançamento e constituição do crédito tributário 
Conhecer e aplicar os conceitos, princípios e dispositivos legais sobre tributos 
 
DIREITO TRIBUTÁRIO - TRIBUTOS EM ESPÉCIE 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos e características de 
impostos federais, estaduais e municipais compreendendo ainda a sua execução e o 
processo judicial tributário 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o processo de 
execução fiscal e o Processo Judicial Tributário com a identificação no conhecimento 
e no recurso 
Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre os tributos estaduais 
e municipais os diferenciando. 
Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre os tributos federais. 
 
DIREITOS HUMANOS 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios e características 
dos direitos humanos e seus tratados internacionais 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características dos tratados 
internacionais de direitos humanos e a evolução histórica dos Direitos Humanos 
Conhecer e aplicar conceitos, princípios e institutos aplicáveis aos Direitos Humanos 
e presentes na Constituição brasileira 
 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no 
Processo Civil 
 
Competência técnica: Conhecer, identificar e aplicar as diversas espécies de 
petições no Processo Civil 
Conhecer, identificar e aplicar as petições mais utilizadas no Processo Civil 
Conhecer, identificar e aplicar os recursos presentes no Processo Civil 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no 
Processo do Trabalho 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, dispositivos e princípios na 
elaboração de petições iniciais e intermediárias no Processo do Trabalho 
Conhecer e aplicar conceitos, dispositivos e princípios na elaboração de recursos e na 
execução no Processo do Trabalho 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e a prática no 
Processo Penal 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar o funcionamento, conceitos e petições 
relacionadas ao Tribunal do Júri 
Conhecer e aplicar os conceitos e características de petições iniciais e intermediárias 
utilizadas no Processo Penal 
Conhecer e aplicar os conceitos e características de recursos utilizados no Processo 
Penal 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no 
Processo Constitucional, Tributária e Empresarial 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar institutos e petições mais utilizadas na 
Prática Tributária e na Prática Empresarial 
Conhecer e aplicar os instrumentos de controle de constitucionalidade e remédios 
constitucionais 
Conhecer e aplicar os recursos utilizados nas Instâncias Superiores e distingui-los. 
 
ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar princípios éticos e a legislação atinentes 
à conduta ética de advogados e estagiários de Direito 
 
 
ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE 
 
Competência geral: Conhecer as relações entre a filosofia, a ética e a política. 
 
FILOSOFIA DO DIREITO 
 
Competência geral: Conhecer os conceitos, ideologias e teorias dos principais 
filósofos presentes no Direito 
 
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO 
 
Competência geral: Conhecer e relacionar os fundamentos filosóficos e teóricos 
gerais e do Direito. 
 
HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE 
 
Competência geral: Conhecer as diversas correntes teóricas que explicam o homem, 
a vida em sociedade e as diversas formas de explicação da realidade social. 
 
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO 
 
Competência geral: Conhecer os conceitos, princípios e fundamentos teóricos do 
Direito, da Ciência Política, Sociologia e Teoria Geral do Estado 
 
LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (OPTATIVA) 
 
Competência geral: Conhecer os fundamentos e a língua que possibilita o ensino-
aprendizagem de surdos 
 
MEDICINA FORENSE (OPTATIVA) 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, características, 
conhecimentos e importância da Medicina Forense 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e institutos sobre a Medicina 
Legal mostrando sua importância para o Direito 
Conhecer e aplicar conceitos e técnicas sobre perícias e identidade jurídica. 
Conhecer e aplicar conceitos, características e espécies de Traumatologia forense 
 
MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, institutos, princípios e 
modalidades de Solução Extrajudicial de Conflitos 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características do 
procedimento arbitral no âmbito internacional 
Conhecer e aplicar conceitos e características do procedimento arbitral retratando 
ainda as causas de nulidade da sentença arbitral 
Conhecer e aplicar técnicas e conceitos sobre os meios extrajudiciais de solução do 
conflito de modo a diferencia-los. 
 
METODOLOGIA CIENTÍFICA 
 
Competência geral: Conhecer Técnicas e métodos de Pesquisa Científica 
 
PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO 
 
Competência geral: Conhecer alguns aspectos da psicologia e suas aplicações no 
Direito. 
 
RESPONSABILIDADE CIVIL 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, características e modalidades 
de Responsabilidade Civil 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características das diferentes 
espécies de responsabilidade civil 
Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre a responsabilidade de Administração 
pública 
Conhecer e aplicar os conceitos e características da Responsabilidade Civil Subjetiva 
e Objetiva 
 
TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA 
 
Competência geral: Conhecer os conceitos e teorias da Linguagem e da 
Argumentação destacando a linguagem jurídica 
 
TEORIA GERAL DA EMPRESA 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, 
legislação e institutos do Direito Empresarial 
 
Competência técnica: Conhecer, aplicar e interpretar conceitos, institutos e 
características sobre a reorganização societária e as modalidades de dissolução da 
sociedade 
Conhecer, aplicar e interpretar institutos, conceitos e características das sociedades 
empresariais, diferenciando suas espécies 
Conhecer, aplicar e interpretar institutos, conceitos e princípios atinentes ao Direito 
Empresarial 
 
TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL 
 
Competênciageral: Conhecer os fundamentos teóricos da organização jurídico-
constitucional da Constituição Federal da República Federativa do Brasil de 1988 
discando seus objetos, princípios e garantias. 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, princípios e elementos da 
Constituição Federal, de suas normas e da organização do Estado 
Conhecer e aplicar direitos, garantias fundamentais e remédios constitucionais 
Conhecer e aplicar os direitos civis e políticos e as espécies de nacionalidade 
 
TEORIA GERAL DO PROCESSO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, institutos e 
características essenciais do Direito Processual 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos básicos de conflito, formas de 
resolução e atividade jurisdicional 
Conhecer e aplicar conceitos, características e estruturação da Jurisdição e dos 
Judiciário 
Conhecer e aplicar conceitos, espécies e características de competência e ação 
Conhecer e aplicar os princípios utilizados no Processo 
 
TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL 
 
Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, 
características e espécies de ações, provas e competências no Direito Processual 
Penal 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características do Inquérito 
policial 
Conhecer e aplicar conceitos, características, legislação e princípios sobre as provas 
no processo Penal 
Conhecer e aplicar conceitos, institutos, princípios e características relacionados à 
ação penal e à jurisdição no Processo penal 
 
TÍTULOS DE CRÉDITO 
 
Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, requisitos e 
espécies de títulos de credito existentes no ordenamento nacional 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, requisitos e legislação dos 
títulos cambiar formes 
Conhecer e aplicar conceitos, requisitos e legislação dos títulos de crédito e cambiais 
 
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 
 
Competência geral: Conhecer os critérios para as definições metodológicas e 
conhecer as etapas de elaboração do projeto de conclusão do curso. 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar as técnicas e métodos para o 
desenvolvimento do projeto, compondo a proposta com as etapas do projeto de 
conclusão do curso. 
Conhecer e aplicar técnicas e métodos para o delineamento do projeto. 
Conhecer as técnicas e métodos para o delineamento do projeto. 
Conhecer as técnicas e métodos para o desenvolvimento do projeto, compondo a 
proposta com as etapas do projeto de conclusão do curso. 
 
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 
 
Competência geral: Conhecer o processo de desenvolvimento do trabalho científico, 
norteado pelos os critérios da metodologia científica, cumprindo o embasamento 
teórico dentro do esboço do objeto de estudo. 
 
Competência técnica: Conhecer e aplicar as características e meios para o 
desenvolvimento do trabalho científico, e ser capaz de definir os aspectos da 
metodologia científica, para cumprir o embasamento teórico dentro do esboço do 
objeto de estudo. 
Conhecer e aplicar as características e meios para estruturar o trabalho científico. 
Conhecer o as características e meios para estruturar o trabalho científico. 
Conhecer o as características e meios para o desenvolvimento do trabalho científico, 
e ser capaz de definir os aspectos da metodologia científica, para cumprir o 
embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. 
 
 
3.4 OBJETIVOS DO CURSO 
Os objetivos do curso de Direito foram concebidos e implementados buscando uma 
coerência, em uma análise sistêmica e global, com os seguintes aspectos: perfil 
profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 
Nesse contexto, ao se definir o BSC do curso de Direito, foi definido o perfil profissional 
do Bacharel em Direito a ser formado pela Universidade Anhanguera Uniderp, e foram 
delineados os principais objetivos do curso à luz das DCNs, dispostas na Resolução 
CNE/ CES N.o 9, de 29 de setembro de 2004. 
Assim, o curso tem como objetivo principal: 
Formar um profissional generalista e humanista, com senso 
crítico, apto a agir eticamente, capacitado e habilitado para 
interpretar, elaborar textos, atos e documentos jurídicos ou 
normativos, utilizar, aplicar e interpretar as normas técnico-
jurídicas frente aos fenômenos jurídicos e sociais, bem como 
adotar uma postura reflexiva, crítica e dinâmica para o exercício 
da ciência do Direito e da oferta de prestação jurídica, como 
também viabilizar o desenvolvimento da cidadania na sociedade. 
 
O objetivo do curso é atender às necessidades locais e regionais, permitindo a 
integração social na comunidade externa por meio das seguintes atividades: 
 Convenio junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, para a instalação 
da Central de mediação da Justiça Estadual, o qual atende a população em geral 
buscando a solução de conflitos principalmente na área de família. 
 Convenio junto ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, para a instalação da 
Central de conciliação da Justiça Federal, o qual atende a população em geral 
buscando a solução de conflitos na esfera federal. 
 
3.5. ESTRUTURA CURRICULAR 
A estrutura curricular implantada no curso de Direito da Universidade Anhanguera 
Uniderp, busca contemplar, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, os 
aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade plena, compatibilidade da 
carga horária total e articulação da teoria com a prática. 
Ao apresentar uma matriz curricular, o curso terá como preocupação realizar um 
currículo voltado para o alcance do perfil definido para o profissional a partir do 
desenvolvimento das competências previstas no BSC, estabelecidas a partir da 
Resolução CNE/CES No.9, de 29 de setembro de 2004 que institui as DCNs do curso 
de Direito, tendo em vista o mercado de trabalho e sua articulação com as tendências 
da profissão na sociedade contemporânea. 
 
3.5.1 Matriz Curricular 
Em atendimento ao que recomendam as diretrizes nacionais para curso de Direito, 
instituídas pela Resolução CNE/ CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, a matriz 
curricular do curso de Direito será a seguinte: 
Tabela 1- Matriz curricular 
DISCIPLINA SEM 
TIPO 
OFERTA 
TEÓRICA PRÁTICA OUTROS TOTAL 
ED – GRAMÁTICA 1 ACO-ED 10 10 
HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE 1 Presencial 60 60 
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO 1 Presencial 60 60 
METODOLOGIA CIENTÍFICA 1 Presencial 60 60 
PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO 1 Presencial 60 60 
TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA 1 Presencial 60 60 
ED - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS 2 ACO-ED 10 
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO 2 Presencial 60 60 
DIREITO CIVIL – PESSOAS E BENS 2 Presencial 60 60 
DIREITO DO TRABALHO 2 Presencial 60 60 
DIREITO PENAL – PARTE GERAL 2 Presencial 60 60 
TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL 2 Presencial 60 60 
ED - COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA 3 ACO-ED 10 10 
TEORIA GERAL DO PROCESSO 3 Presencial 60 60 
DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS 3 Presencial 60 60 
DIREITO CONSTITUCIONAL 3 Presencial 60 60 
DIREITO PENAL – TEORIA DAS PENAS 3 Presencial 60 60 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL – PARTE GERAL 3 Presencial 60 60 
ED - LOGICA MATEMÁTICA 4 ACO-ED 10 10 
DIREITO ECONÔMICO 4 Presencial 60 60 
DIREITO CIVIL – OBRIGAÇÕES 4 Presencial 60 60 
DIREITO COLETIVO DO TRABALHO 4 Presencial 60 60 
DIREITO PENAL – CRIMES CONTRA A PESSOA E O 
PATRIMÔNIO 4 Presencial 60 60 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL – PROCESSO DO 
CONHECIMENTO 4 Presencial 60 60 
ED – EMPREGABILIDADE 5 ACO-ED 10 10 
ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE 5 Presencial 60 60 
DIREITO CIVIL – TEORIA GERAL DOS CONTRATOS 5 Presencial 60 60 
DIREITO PENAL – CRIMES CONTRA A DIGNIDADE 
SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 5 Presencial 60 60 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - RECURSOS 5 Presencial 60 60 
DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO 5 Presencial 60 60 
ED - EDUCAÇÃO AMBIENTAL 6 ACO-ED10 10 
TEORIA GERAL DA EMPRESA 6 Presencial 60 60 
DIREITO CIVIL – COISAS 6 Presencial 60 60 
DIREITO PENAL – LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E 
EXECUÇÃO PENAL 6 Presencial 60 60 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL – EXECUÇÃO, 
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E PROCEDIMENTOS 
ESPECIAIS 6 Presencial 60 60 
TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL 6 Presencial 60 60 
ED - POLÍTICAS PÚBLICAS 7 ACO-ED 10 10 
TÍTULOS DE CRÉDITO 7 Presencial 60 60 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 7 Estágio 90 90 
DIREITO ADMINISTRATIVO – ORGANIZAÇÃO DA 
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 7 Presencial 60 60 
DIREITO CIVIL – FAMÍLIA E SUCESSÕES 7 Presencial 60 60 
DIREITO PROCESSUAL PENAL - PROCEDIMENTOS 7 Presencial 60 60 
MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS 7 Presencial 30 30 
ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO 7 
Tópicos 
Especiais 30 30 
ED - DEMOGRACIA, ÉTICA E CIDADANIA 8 ACO-ED 10 10 
FILOSOFIA DO DIREITO 8 Presencial 60 60 
DIREITO ADMINISTRATIVO – ADMINISTRAÇÃO 
PÚBLICA 8 Presencial 60 60 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 8 Estágio 90 90 
DIREITO AMBIENTAL 8 Presencial 60 60 
DIREITO TRIBUTÁRIO – DIREITO CONSTITUCIONAL 
TRIBUTÁRIO 8 Presencial 60 60 
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 8 TCC 60 60 
ED - CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE 9 ACO-ED 10 10 
DIREITOS HUMANOS 9 Presencial 60 60 
OPTATIVA 9 Presencial 60 60 
DIREITO TRIBUTÁRIO – TRIBUTOS EM ESPÉCIE 9 Presencial 60 60 
DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA 9 
Tópicos 
Especiais 60 60 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 9 Estágio 90 90 
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 9 TCC 60 60 
ED - RESPONSABILIDADE SOCIAL 10 ACO-ED 10 10 
DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO 10 Presencial 60 60 
DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL 10 Presencial 60 60 
DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL 10 Presencial 60 60 
DIREITO INTERNACIONAL 10 Presencial 60 60 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV 10 Estágio 90 90 
RESPONSABILIDADE CIVIL 10 
Tópicos 
Especiais 30 30 
ATIVIDADES COMPLEMENTARES * ACO-EI 270 270 
BIODIREITO ** ** Optativa 
DIREITO ELETRÔNICO ** ** Optativa 
DIREITO NOTARIAL E REGISTRAL ** ** Optativa 
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS ** ** Optativa 
MEDICINA FORENSE ** ** Optativa 
 
3.5.2 Interdisciplinaridade 
 
A interdisciplinaridade é uma estratégia de abordagem em que duas ou mais disciplinas 
poderão interagir, estabelecendo relações entre os conteúdos, com o objetivo de 
proporcionar um conhecimento mais abrangente e contextualizado ao aluno. 
Nessa concepção, permanecem os interesses próprios de cada disciplina, porém, 
buscando soluções dos seus próprios problemas através da articulação com as outras 
disciplinas. 
No modelo KLS 2.0, essa articulação se inicia com a escolha das disciplinas de 
fundamento que embasam as disciplinas profissionalizantes, as quais darão suporte, a 
partir das competências previstas e desenvolvidas, para a atuação do futuro egresso 
nas diferentes áreas da profissão. 
 
3.5.3 Flexibilização curricular 
O princípio da flexibilização da matriz curricular do curso de Direito é promover fluidez 
na oferta dos componentes curriculares e, dessa forma, possibilitar que coordenador e 
professores desenvolvam ações, entendidas como desdobramentos das competências 
previstas na matriz curricular, que fortalecem a identidade do curso, a partir de suas 
características e necessidades 
Considerando que o KLS 2.0 é organizado por competências, a flexibilidade para a 
oferta das disciplinas se potencializa. Significa dizer que a oferta das disciplinas se 
tornará um processo dinâmico, que oportuniza ao aluno um percurso que o desafie e o 
prepare para o desenvolvimento de uma visão crítica. Rompe-se a barreira da rigidez 
de oferta, valorizando-se e respeitando-se a articulação entre as disciplinas. Esse 
dinamismo estimula o trabalho com a diversidade, a interação entre os alunos e a 
interdisciplinaridade. 
Além dessa maleabilidade na oferta e disposição de disciplinas, a flexibilização 
curricular se efetivará também por meio de componentes acadêmicos, tais como: 
disciplinas optativas, trabalho de conclusão de curso e atividades complementares. 
 
Disciplinas optativas 
A disciplina optativa prevista no curso de Direito é parte integrante da matriz curricular, 
e oportunizando a flexibilização do currículo por meio de um elenco de disciplinas à 
escolha dos alunos, sendo elas: 
 Biodireito 
 Direito Eletrônico 
 Direito Notarial e Registral 
 Libras – Língua Brasileira de Sinais 
A disciplina optativa prevista na matriz poderá ser substituída por uma das disciplinas 
escolhidas, devendo ser cursada com êxito pelos alunos para o cômputo da carga 
horária do curso e desenvolvimento das competências nela previstas. As disciplinas 
previstas no elenco de disciplinas optativas apresentam congruência com as áreas de 
atuação do egresso e com a legislação vigente, no que se refere à disciplina de Libras. 
A disciplina Libras, conforme determinam a Lei n.º 10.436/2002 e o Decreto n.º 
5.626/2005, é obrigatória para as licenciaturas e o bacharelado em Fonoaudiologia e 
optativa para os demais cursos. 
Trabalho de conclusão de curso 
Descrito no item 3.8. 
Atividades complementares 
Descritas no item 3.9. 
 
3.5.4 Acessibilidade plena 
Conforme descrito anteriormente a Universidade Anhanguera Uniderp, preocupa-se 
com o direito às condições de igualdade no acesso, assegurado ao público-alvo da 
educação especial a permanência e a terminalidade dos estudos na Educação Superior. 
Tais condições são promovidas institucionalmente a partir da eliminação do conjunto de 
barreiras, a saber: arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, comunicativas e digitais. 
Para o público-alvo da educação especial, a flexibilização curricular também acontece 
por meio da ampliação ou redução do tempo de integralização do curso. A ampliação, 
considerandoconsidera especificidades e o tempo de aprender de alunos com 
deficiência intelectual, por exemplo. Redução, para alunos com altas 
habilidades/superdotação, caso comprovado extraordinário aproveitamento, conforme 
previsto no Art. 47 da LDB 9.394/96. 
 
3.5.5 Compatibilização da carga horária 
A carga horária dos cursos é orientada pela Resolução CNE/CES n.º 3/2007 e pelo 
Parecer CNE/CES n.º 261/2006, que institui o mínimo dos duzentos dias letivos de 
trabalho acadêmico efetivo, por meio de preleções e aulas expositivas e/ou atividades 
práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação 
científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no 
caso das licenciaturas. 
Dessa forma, no modelo KLS 2.0, a carga horária é mensurada em horas (60 minutos), 
composta de 50 minutos de aula mediada e 10 minutos de atividades orientadas, 
totalizando 60 minutos de efetiva atividade acadêmica. As atividades orientadas foram 
concebidas com a finalidade de desenvolver no aluno a cultura de autoestudo. Assim 
sendo, cada professor prepara e disponibiliza, antecipadamente, no ambiente virtual, o 
planejamento das atividades que irão preparar o aluno para a aprendizagem dos 
conteúdos da aula, conforme descrito anteriormente. 
A Universidade Anhanguera Uniderp, atenta à Lei n.º 13.005/2014, também conhecida 
como Plano Nacional de Educação (PNE), visando a implementar a aplicação da carga 
horária mínima de 10% (dez por cento) do total da carga horária do curso de Direito para 
atender a tal normativa legal, aplicará gradativamente o aumento de sua carga horária 
para as atividades de extensão, e estará totalmente implementada até o ano de 2024. 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10436.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm
 
3.5.6 Articulação da teoria com a prática 
Essa articulação da teoria com a prática é contemplada na abordagem dos diversos 
conteúdos, observando o equilíbrio teórico-prático,permitindo o desenvolvimento de 
temas inerentes às atividades profissionais, de forma integrada, propiciando ao aluno o 
aprimoramento científico e a busca do avanço tecnológico. Nesse contexto, a estrutura 
curricular a ser desenvolvida, que possui coerência com o perfil traçado para o 
profissional egresso, foi organizada de forma a propiciar uma articulação dinâmica entre 
ensino e labor profissional, prática e teoria, ambiente acadêmico e convívio comunitário, 
o básico e o profissionalizante, de modo que assegure ao longo do curso a formação 
científico-ético-humanista do profissional almejado, e que agregue diversas 
competências necessárias ao desenvolvimento autônomo no pensar e decidir. Para 
isso, podem ser utilizados outros ambientes de aprendizagem, como laboratórios, 
empresas juniores, escritórios de aplicação, núcleos de prática jurídica, escolas de 
aplicação e outros ambientes externos, quando possível. 
Na elaboração da estrutura curricular foram adotados, também, princípios que 
promovem a organização do curso, partindo do geral para o específico, em níveis 
crescentes de complexidade e em sucessivas aproximações. Assim, uma sequência de 
conhecimentos definirá os objetivos a serem alcançados - novos conhecimentos e 
habilidades (cognitivos, afetivos e psicomotores) são introduzidos em momentos 
subsequentes, reforçando o que já se sabe e mantendo as interligações com as 
informações previamente aprendidas. Deste modo, o estudante irá gradualmente se 
apropriando do conhecimento em uma maior amplitude e profundidade, havendo uma 
concentração maior de disciplinas específicas à medida que o estudante vai avançando 
no curso. Contudo, se buscará essa articulação desde o início da formação acadêmica, 
por meio da metodologia de ensino a ser adotada. 
 
3.5.7 Tópicos especiais 
Tópicos especiais são disciplinas obrigatórias, previstas nas matrizes curriculares, 
que têm como finalidade oferecer aos discentes a oportunidade de estudar e 
discutir assuntos atuais, articulados com conteúdos específicos do curso, e, portanto, de 
relevância para o curso. 
A ementa e os conteúdos podem ser revistos, editados, atualizados ou modificados a 
partir da necessidade mapeada, estimulando a interdisciplinaridade no curso e 
buscando contribuir para o desenvolvimento de habilidades e competências 
acadêmicas, considerando os temas mais debatidos no momento, relacionados ao 
mundo do trabalho e à prática profissional. 
Coerente com os conceitos acadêmicos e a metodologia adotados, as disciplinas 
ofertadas como Tópicos Especiais promovem o debate entre o curso e os principais 
temas contemporâneos, a fim de formar os egressos com as competências necessárias 
para atenderem às demandas da sociedade e do mercado de trabalho. 
 
3.6 CONTEÚDOS CURRICULARES 
Os conteúdos curriculares definidos para o curso estão em consonância com o que 
preconiza a Resolução CNE/CES nº 8, de 29 de setembro de 2004, que instituiu as 
diretrizes nacionais para cursos de Direito, e buscam possibilitar, com qualidade, o 
desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise 
sistêmica e global, os aspectos: coerência com as DCNs e objetivos do curso, 
necessidades locorregionais, acessibilidade plena, adequação das cargas horárias (em 
horas), adequação da bibliografia e abordagem de conteúdos pertinentes às políticas 
de educação ambiental, de educação em direitos humanos, de educação das relações 
étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena e 
pessoas com deficiência. Todos os conteúdos das disciplinas são apresentados 
juntamente com o ementário e bibliografia do curso. 
O curso considera as necessidades locorregionais objetivando atender e supri-las, 
gerando bem-estar à comunidade local e regional com a formação de qualidade de seu 
futuro egresso. 
Entre as necessidades locorregionais encontram-se: 
A acessibilidade plena é concretizada nos conteúdos por meio da eliminação de 
qualquer obstáculo arquitetônico, pedagógico, atitudinal, comunicativo e digital, 
oferecendo mecanismos e meios para alcançar a todos os públicos no processo de 
ensino-aprendizagem, visando a atender às diretrizes curriculares e objetivos do curso 
com a formação e desenvolvimento de egressos com formação de qualidade. 
A IES procura adequar os conteúdos ao perfil profissional do egresso, considerando as 
especificidades do público-alvo da educação especial. Assim, organizará o curso de 
Formação em Educação Inclusiva, e o ofertará para todos os professores, buscando 
contribuir com as reflexões pedagógicas e adaptações necessárias para que todos os 
acadêmicos tenham condições de acesso para desenvolver esse perfil. 
 
3.6.1 Plano de ensino 
O plano de ensino do curso da Universidade Anhanguera Uniderp é um instrumento de 
ação educativa, que promove a organização do conteúdo programático, o planejamento 
do processo metodológico e avaliativo e a sistematização do processo educacional das 
ações dos docentes e discentes em vista à consecução dos objetivos de aprendizagem 
estabelecidos. 
O processo de elaboração considera a participação ativa dos docentes e deverá ser 
consciente, refletido e planejado, trazendo consigo a característica da flexibilidade e da 
adaptabilidade a situações novas e imprevistas. O plano de ensino é elaborado e 
disponibilizado no ambiente virtual de aprendizagem, pois se trata de um documento 
em que se pactua o planejamento do semestre e a comunicação entre professor e aluno, 
passando a ser um instrumento de trabalho e um documento de compromisso com o 
processo de ensino-aprendizagem. 
Em consonância com seu modelo de ensino, os planos de ensino da Universidade 
Anhanguera-Uniderp são organizados e disponibilizados para os alunos, de acordo com 
os seguintes tópicos: 
I. Curso. 
II. Identificação da disciplina. 
III. Docente. 
IV. Coordenador (a). 
V. Carga horária. 
VI. Objetivos da disciplina: 
- Competências gerais; 
- Competências técnicas (quando for o caso). 
VII. Estrutura da disciplina: 
 - Unidade de ensino; 
- Conteúdo Programático. 
VIII. Proposta metodológica. 
IX. Sistemática de avaliação. 
X. Referências bibliográficas: 
 - Referências básicas; 
 - Referências complementares. 
XI. Outras referências. 
 
Esse modelo de plano de ensino permite ao professor ter clareza sobre o trabalho que 
desenvolverá em sala de aula. 
Embora a maioria das IES opte por adotar o termo objetivo geral, a Universidade 
Anhanguera-Uniderp opta por utilizar o termo competência, considerando o 
entrelaçamento existente entre os conceitos de objetivo geral e competência, bem como 
de objetivos específicos e habilidades, depreendidos a partir das leituras em Perrenoud 
(2002), Mager (1984) e Bloom (1971). 
A Universidade Anhanguera-Uniderp trabalha o currículo por competências, no qual o 
aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua 
aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de conteúdos, em que aluno 
atua como sujeito passivo. 
O termo competência tem recebido vários significados ao longo do tempo. Na atual LDB, 
competência é definida como: 
Capacidade de mobilizar, articular, colocar em ação valores, habilidades e 
conhecimentos necessários para o desempenho eficiente e eficaz de 
atividades requeridas pela natureza do trabalho. (BRASIL, 1996) 
Diante de todo o exposto, e considerando que o plano de ensino deve guiar a ação 
docente no processo ensino-aprendizagem, a Universidade Anhanguera Uniderp opta 
por utilizar o termo competências, entendendo que 
1. O objetivo geral não esta apenas no campo cognitivo, não se encontra em algo 
que o docente deseja para o seu aluno (pois esse é o seu dever ético), mas 
naquilo que, após a sua completa mediação, o aluno será capaz de fazer para 
demonstrar que, de fato, desenvolveu a competência geral projetada. 
2. Uma competência geral pode originar uma competência técnica, por isso, a 
seguir,é necessário anunciar qual é o produto (uma entrega que consolide uma 
etapa de aprendizagem pelo aluno) originado por essa competência. 
Nesse contexto, o objetivo do conteúdo é desenvolver competências, cujo alcance 
abrangerá o CONHECER e se evidencia no FAZER do discente/egresso, prenunciando 
a qualidade da sua atuação como profissional. 
 
3.6.2 Ementário e bibliografia 
O ementário consta no Anexo 1 deste Projeto Pedagógico. 
 
Bibliografia básica 
O acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por disciplina, está disponível 
na proporção média de um exemplar para 10 vagas anuais autorizadas, de cada uma 
das disciplinas, de todos os cursos que efetivamente utilizarão o acervo, além de estar 
informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES. 
 
Bibliografia complementar 
O acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, três títulos por unidade 
curricular, com 2 (dois) exemplares de cada título ou com acesso virtual. 
 
3.6.3 Conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental 
Os conteúdos relacionados à temática de educação ambiental estão presentes nos 
seguintes componentes curriculares: 
Direito Ambiental, Homem, Cultura e Sociedade, Direito Constitucional, Direito Penal, 
Direito Empresarial, Direito Agrário, entre outros. 
3.6.4 Conteúdos pertinentes às políticas de educação em direitos humanos 
Os conteúdos relacionados à temática de educação em direitos humanos estão 
presentes nos seguintes componentes curriculares: 
Direitos Humanos, Homem, Cultura e Sociedade, Direito Penal, Direito Civil, Direito 
Constitucional, Direito Previdenciário, entre outros. 
3.6.5 Conteúdos pertinentes às políticas de educação das relações étnico-raciais 
e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena 
Os conteúdos relacionados à temática de educação das relações étnico-raciais e ao 
ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena estão presentes nos 
seguintes componentes curriculares: 
Homem, Cultura e Sociedade, Direito Internacional e Direito Constitucional. 
3.7. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 
 
O estágio curricular supervisionado oportuniza ao discente a realização de atividades 
práticas em situações reais de trabalho, enquanto componente da formação 
profissional, seja pelo desenvolvimento da competência técnica ou pelo compromisso 
político-social frente à sociedade. 
Por ser um componente fundamental na formação profissional e na cidadania dos 
alunos, tem como objetivos: 
• proporcionar o exercício do aprendizado compromissado com a realidade 
socioeconômica-política do país; 
• promover a realização de experiências de ensino e aprendizagem visando à formação 
profissional continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades, 
bem como no exercício do pensamento reflexivo e criativo. 
No curso de Direito, os estágios estão devidamente institucionalizados e normatizados 
pelo Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado, aprovado pela Resolução 
nº41/CONEPE/2016. 
 
 
Carga horária 
 
Quanto ao aspecto carga horária, o estágio curricular aparece na matriz do curso de 
Direito como atividade obrigatória, perfazendo um total de 360 (trezentos e sessenta) 
horas, estando assim em consonância com a Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho 
de 2007. O estágio é desenvolvido em atividades, distribuídas ao longo da matriz 
curricular com as seguintes denominações: Estágio Supervisionado I e Estágio 
Supervisionado II, versando sobre a prática simulada com a elaboração de peças e 
atuação em audiências e outros modalidades de solução de conflitos; Estágio 
Supervisionado III e Estágio Supervisionado IV, desenvolvendo a prática real do futuro 
egresso nas diversas áreas e exercícios profissionais, oferecendo uma vivência ampla 
que auxiliará na tomada de decisão quanto ao caminho a ser trilhado futuramente. 
 
 
Formas de apresentação 
 
Quanto às formas de apresentação, durante o estágio o aluno pode desenvolver as 
seguintes atividades: observação - nesta modalidade de atividade o aluno deverá 
entender e compreender ações de planejamento, acompanhamento e avaliação de 
procedimentos práticos realizados, bem como analisar criticamente as condições em 
que são realizadas estas ações e a sua inserção nesse contexto; coparticipação - o 
discente, além dos itens citados em observação, deverá auxiliar o profissional nas ações 
desenvolvidas durante o estágio; e intervenção - quando o discente assume as 
atividades junto à comunidade. 
 
 
Formalização, Orientação, Supervisão 
 
A Instituição compreende que os estágios devem propiciar a complementação do ensino 
e da aprendizagem, sendo planejados, executados, acompanhados e avaliados em 
conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se 
constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de 
aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. 
O discente é orientado e supervisionado por professores e profissionais da área do 
curso quando se tratar de estágio intramuros e extramuros., que são responsáveis por 
acompanhar as questões relacionadas à prática da profissão, bem como as questões 
pertinentes a comportamentos, frequência ou qualquer outro assunto relacionado à 
vivência do estágio. 
A formalização do Estágio Curricular Obrigatório é realizada mediante a apresentação 
e assinatura de documentos específicos, discriminados em regulamento próprio e 
disponibilizados – templates – para os alunos no Ambiente Virtual de Aprendizagem – 
AVA. Dentre os documentos supramencionados destacamos que o Termo de 
Compromisso do Estágio Curricular Obrigatório deve ser devidamente assinado e 
carimbado pelas partes envolvidas. 
 
Coordenação 
 
É função da coordenação de Núcleo de Prática Jurídica juntamente com a Coordenação 
do Curso, realizar os contatos com as instituições conveniadas, coordenar e 
acompanhar as atividades práticas reais e simuladas e definir os professores 
orientadores. 
 
Avaliação 
 
A avaliação do desempenho do estagiário será realizada de forma contínua e 
sistemática, durante o desenvolvimento de todo o estágio, envolvendo a análise dos 
aspectos técnicos-científicos, sociais e humanos da profissão. São considerados na 
avaliação os seguintes aspectos: o grau de aproveitamento técnico-profissional, a 
frequência às atividades programadas, o cumprimento das atividades estabelecidas, a 
ética e o relacionamento pessoal, a entrega dos relatórios de estágio e demais 
documentos solicitados como peças, relatórios de visitas e participação em audiências. 
Os acadêmicos são avaliados tendo por base o programa de estágio e sua realização 
conforme o cronograma estabelecido e demais critérios relativos à sua dedicação, 
frequência e interesse, constantes dos planos de ensino dos respectivos estágios. 
Os meios para avaliação do desenvolvimento do Estágio Curricular Obrigatório 
contemplam a entrega, dentre outros o Termo de Compromisso (que deve ser 
devidamente assinado e carimbado pelas partes envolvidas) e o Plano de Atividades. 
Para ser considerado aprovado nas disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado 
Obrigatório, o acadêmico deve obter nota final igual ou superior a 7,0 (sete). 
As demais informações referentes aos critérios de avaliação estão descritas no Manual 
do aluno e em Regulamento próprio. 
 
3.8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma oportunidade para o aluno integrar e 
aplicar conhecimentos adquiridos ao longo do curso, resultando em trabalhos que 
tenham cunho prático ou aplicado. 
O modelo acadêmico adotado preconiza a importância do TCC como elemento 
formativo, que estimula a produção intelectual dos alunos. No curso de Direito, o TCC 
corresponde à componente curricular obrigatório, sendo realizado individualmente, 
conforme estabelece a Resolução CNE/CES nº 9 de 29 de setembro de 2004. 
O TCC é a oportunidade para o aluno demonstrar sua capacidadede aplicar as 
competências adquiridas durante o seu percurso formativo de forma sistematizada, em 
um ambiente profissional controlado e sob orientação. 
Por meio do TCC, o discente poderá trabalhar temática relacionada a sua futura área 
de atuação, permitindo a pesquisa científica, visando a completar sua formação de 
qualidade e atingir o perfil desejado ao futuro egresso. 
 
3.8.1. Objetivos 
 
O TCC tem como objetivos: 
- Estimular a produção intelectual dos alunos à luz de preceitos metodológicos e da 
interlocução com a prática profissional; 
- Demonstrar a capacidade do discente de aplicar competências sintetizando 
conhecimentos, habilidades e aspectos atitudinais adquiridos durante o seu percurso 
formativo. 
 
3.8.2. Carga Horária, Estrutura e Orientação 
 
Em termos gerais, o aluno cursará o TCC I e TCC II, respectivamente, totalizando 120 
(cento e vinte) horas, conforme previsto na estrutura curricular do curso e o que 
preconizam o regulamento e o manual específico da atividade. O Regulamento de 
Trabalho de Conclusão de Curso encontra-se anexo a este PPC e está institucionalizado 
pela Resolução 12/CONEPE/2016, e é de conhecimento da comunidade acadêmica, 
estando afixado em murais do curso e disponível na Biblioteca, em local acessível. 
Em termos gerais, o aluno cursará o TCC I e TCC II, respectivamente, sendo 
condição de cursar o TCC II, ter concluído com aprovação o TCC I, totalizando 120 
horas, conforme previsto na estrutura curricular do Curso e o que preconizam o 
Regulamento e o Manual específicos da atividade. O Regulamento do TCC encontra-se 
anexo a este PPC e está institucionalizado pela Resolução N. 012/CONEPE/2016, e é 
de conhecimento da comunidade acadêmica, estando disponíveis na Biblioteca em local 
acessível e no site da Instituição. 
A elaboração do TCC deve observar exigências metodológicas específicas e 
seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, 
no que forem a eles aplicáveis, em relação aos elementos pré-textuais, textuais e pós-
textuais. As instruções referentes à estrutura e as orientações para a monografia 
encontram-se no Manual do Aluno. 
Para realização o TCC I, o acadêmico deverá efetuar o desenvolvimento de um 
projeto de pesquisa, intimamente ligado ao TCC II, que, por sua vez, deve cuidar do seu 
desenvolvimento, resultando, preferencialmente, em um trabalho que mereça 
publicação. 
 Cabe ao discente escolher o tema, formular o problema, a justificativa; os 
objetivos gerais e específicos; elaborar a fundamentação teórica; escolher a 
metodologia, elaborar o cronograma de realização do trabalho; e referenciar a 
bibliografia básica consultada. 
3.8.3 AVALIAÇÃO 
 A avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso são contínuas e cumulativas, 
atendendo a um cronograma definido, considerando aspectos qualitativos e 
quantitativos, focalizando a aquisição de competências, habilidades e atitudes 
necessárias ao bom desempenho da prática profissional. Para ser considerado 
aprovado no TCC I e no TCC II, o acadêmico deve obter nota final igual ou superior a 
7,0 (sete). 
 Durante a realização do TCC I são contempladas três atividades avaliativas, que 
direcionam a elaboração do projeto, que deve ser entregue como atividade final. A 
conclusão do TCC I com aprovação é condição indispensável para o aluno cursar o TCC 
II. 
 Durante o desenvolvimento do TCC II o acadêmico dará andamento ao projeto 
desenvolvido no TCC I, e será avaliado por meio de quatro atividades avaliativas. As 
atividades de 1 (um) a 3 (três) correspondem à elaboração do TCC final e contam como 
peso 6 para a integralização da nota final do aluno, enquanto a atividade 4 (quatro) 
corresponde à defesa presencial do TCC, e conta como peso 4 para a integralização da 
nota final do discente. 
 A forma de apresentação do TCC I e TCC II, será determinada pelo NDE e 
Colegiado do Curso e informada ao aluno no início do período letivo pela coordenação 
do curso. O aluno deve seguir as orientações contidas neste PPC, no Manual do Aluno, 
na Resolução que rege o TCC I e II, e demais orientações e procedimentos recebidos, 
dentro dos prazos publicados em cronograma, para concluir com êxito essas disciplinas. 
 
3.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 
A Resolução CNE/CES nº 9 de 29 de setembro de 2004, que instituiu as Diretrizes 
Curriculares Nacionais para curso de Direito, em seu artigo 8º diz que: 
Art. 8º As atividades complementares são componentes 
curriculares enriquecedores e complementadores do perfil 
do formando, possibilitam o reconhecimento, por 
avaliação de habilidades, conhecimento e competência do 
aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, 
incluindo a prática de estudos e atividades independentes, 
transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, 
especialmente nas relações com o mercado do trabalho e 
com as ações de extensão junto à comunidade. 
Parágrafo único. A realização de atividades 
complementares não se confunde com a do Estágio 
Supervisionado ou com a do Trabalho de Curso. 
 
No curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp, as atividades 
complementares são componentes curriculares obrigatórios, que se efetivam por meio 
de experiências ou vivências intra ou extracurriculares do discente durante o período 
em que frequentará o curso. Elas têm como objetivos flexibilizar, diversificar e 
enriquecer a formação do acadêmico, ampliando suas chances de sucesso no mercado 
de trabalho, e estão institucionalizadas e regulamentadas. 
O Regulamento de Atividades Complementares do curso de Direito determina as formas 
de aproveitamento a serem cumpridas por meio de atividades, que podem englobar 
atividades de ensino, de extensão, de iniciação científica e de estudos dirigidos. De 
modo geral, as atividades complementares podem ser cumpridas por meio de: 
I. Atividades de ENSINO – cumpridas mediante aproveitamento de disciplinas afins 
cursadas em outro(s) curso(s) da instituição, mas não previstas na matriz curricular 
do discente; cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições; monitoria em 
disciplina(s) específica(s) do curso; 
II. Atividades de EXTENSÃO – mediante participação em seminários, palestras, 
cursos, jornadas, congressos, conferências, encontros, cursos de atualização e 
similares; programas de extensão, relativos à área do curso; realização de estágios 
extracurriculares e execução de ações de extensão promovidas pela instituição; 
III. Atividades de INICIAÇÃO CIENTÍFICA – por meio de participação em programas 
de iniciação científica; trabalhos publicados na íntegra em periódicos da área, 
resumos publicados em anais de eventos científicos; apresentação de trabalhos em 
eventos científicos; 
IV. Atividades de Estudos Dirigidos – visando a desenvolver as capacidades de refletir, 
analisar, sintetizar, avaliar, argumentar, buscar novas informações e construir 
novos conhecimentos de maneira autônoma, aos alunos do curso Direito da 
Universidade Anhanguera Uniderp, estimulando a autoaprendizagem, são 
propostos estudos de temas que não apenas diversifiquem, flexibilizem e 
enriqueçam seus currículos, mas também desenvolvem as competências e 
habilidades que são essenciais para a empregabilidade. 
Quanto às formas de aproveitamento, os documentos comprobatórios das Atividades 
Complementares – tipo I, II e III –, após apreciação pelo coordenador do curso, com a 
sua manifestação formal quanto à sua validação, são encaminhados para a secretaria 
acadêmica para registro no histórico escolar do aluno e guardados pela mesma até a 
expedição do diploma. Já as atividades cumpridas por meio dos estudos dirigidos são 
aproveitadas mediante aprovação nas atividades por frequência e por nota, conforme 
descrito no Manual do Estudo Dirigido. 
Os Estudos Dirigidos (ED) foram instituídos como uma inovadora modalidade de 
atividades complementares obrigatórias de ensino, respaldando-se no Parecer no 67do 
CNE/CES, que estabelece um Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais dos 
cursos de graduação, e na Resolução CNE/CES no 2/2007, que dispõe sobre a carga 
horária e os procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de 
graduação. 
A proposta dos EDs é a concretização do desejo institucional de fazer da educação, em 
todos os níveis, um instrumento de inclusão social, comprometida com a formação de 
atitudes, habilidades, interesses e valores que perpassam toda a realidade social, de 
modo a contribuir, dessa forma, para mudanças de comportamento a partir de uma 
formação acadêmica interdisciplinar. 
A realização das atividades referentes aos Estudos Dirigidos ocorre por meio de 
ambiente virtual de aprendizagem que possibilita a interatividade, o acesso a materiais 
didáticos, a exercícios e avaliações, a fórum de discussão, à biblioteca digital, entre 
outros. 
 
3.9.1 Estudos Dirigidos: Objetivos e Estrutura 
Os EDs apresentam-se como instrumento capaz de viabilizar as exigências de 
qualidade pedagógica requeridas por um processo educacional que objetiva propiciar 
meios para que o acadêmico possa vir a desenvolver, entre outras habilidades, a 
capacidade de se comunicar e interpretar de forma eficaz, de raciocinar de forma crítica 
e analítica e de saber conviver com as pessoas. 
Além disso, os estudos dirigidos objetivam incentivar a autoaprendizagem, produzir 
novos conhecimentos com a integração de informações acadêmicas, oportunizar uma 
nova forma de aprender e desenvolver a criatividade, contribuir para mudanças de 
comportamentos e atitudes e estimular a autonomia e o aprimoramento do pensamento 
crítico. 
Considerando-se que o desenvolvimento científico e tecnológico tem provocado 
mudanças nas necessidades de formação profissional, as atividades centram-se no 
desenvolvimento de competências e habilidades, vinculando-se a um conceito mais 
abrangente e estrutural da inteligência humana. Nesse sentido, essa formação, antes 
de valorizar o conteúdo, busca valorizar o desenvolvimento de habilidades cruciais para 
a atuação profissional em um mercado em constante mutação. 
Para nortear os estudos foi elaborada uma matriz pedagógica, definindo-se em duas 
etapas: 
 Revisão de conhecimentos prévios: faz parte da matriz curricular de cada curso 
e, como o próprio nome diz, no ED de revisão de conhecimentos prévios, o aluno 
realiza atividades que permitam rever os conteúdos de Ciências Biológicas, 
Matemática e Língua Portuguesa, para nivelamento e oportunizar ao aluno um 
melhor desempenho nas disciplinas oferecidas. 
 Formação geral (empregabilidade; políticas públicas; democracia, ética e 
cidadania; ciência, tecnologia e sociedade; responsabilidade social; formação de 
professores): tem como meta possibilitar aos alunos o desenvolvimento do 
raciocínio crítico e analítico a partir de temas de grande relevância social, como 
políticas públicas, responsabilidade socioambiental, novas tecnologias. visando 
a formação de cidadãos preparados de forma adequada para o mercado 
profissional. 
Os estudos de formação geral privilegiarão o desenvolvimento de habilidades, 
utilizando-se das seguintes estratégias: 
I. Estudo de textos teóricos; 
II. Pesquisas; 
III. Sistematização e esquematização de informações; 
IV. Resolução de questões discursivas e de múltipla escolha, com 
abordagens de situações-problema e estudos de caso; 
V. Simulações e interpretação de textos, imagens, gráficos e tabelas; 
VI. Produção escrita; 
VII. Discussão em fóruns. 
A integralização da carga horária pelo aluno nos Estudos Dirigidos é validada mediante 
o cumprimento dos critérios mínimos definidos em regulamento próprio e a realização 
das atividades nos prazos determinados no calendário. 
 
3.9.2 Estudos Dirigidos: Avaliação 
A realização das atividades no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) conta como 
integralização da carga horária prevista para o ED do semestre. A nota do aluno será 
resultante da realização da avaliação on-line. A aprovação do aluno e, 
consequentemente, o cômputo da carga horária relativa à atividade, estão 
condicionados à integralização igual ou acima de 75% da carga horária e nota igual ou 
acima de 7,0 na avaliação final. 
Em caso de reprovação, acumula-se o respectivo ED para o próximo semestre, não 
acarretando encargos financeiros, nem implicando em retenção. O detalhamento das 
atividades e avaliações encontrar-se-ão descritos no manual de estudos dirigidos. 
3.10 APOIO AO DISCENTE 
O atendimento aos discentes é fundamental para qualquer instituição de Ensino 
Superior, visto que o processo pedagógico só realiza seus objetivos quando contempla 
as necessidades dos alunos. Neste sentido, a Universidade Anhanguera Uniderp 
ordenou diversas formas integradas de apoio aos discentes, buscando contemplar com 
qualidade os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de 
nivelamento e extracurriculares (não computadas como atividades complementares) e 
de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios. 
3.10.1 Apoio extraclasse 
O curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp oferece aos seus acadêmicos 
o apoio extraclasse no que diz respeito à sua vida acadêmica e à sua aprendizagem, 
este apoio é desenvolvido na modalidade presencial e na modalidade virtual: 
Portal do aluno - por meio dele é possível oferecer o apoio extraclasse aos alunos, 
informando-os sobre o curso, disciplinas, biblioteca, materiais didático-pedagógicos e 
demais informações sobre a sua vida acadêmica. 
Ambiente Virtual de Aprendizagem - constituído de conteúdo web, avaliação/exercícios 
on-line, portfólio e sistema de mensagens, os quais têm os seguintes objetivos: 
I. Conteúdo web: enriquecem os conteúdos trabalhados em sala de aula por meio 
de conteúdos complementares à disciplina, que poderão conter hipertextos, 
vídeos e links para sites de interesse; 
II. Avaliação/exercícios on-line: contribui para a fixação e verificação da 
aprendizagem dos conteúdos por meio da resolução de problemas de forma 
contínua, além de auxiliar na complementação da avaliação presencial; 
III. Portfólio: se caracteriza como um espaço para a postagem de trabalhos 
acadêmicos desenvolvidos, solicitados pelos docentes, dentro dos objetivos e 
critérios estabelecidos e com prazo determinado conforme calendário; 
IV. Sistema de mensagens: espaço que possibilita a comunicação para troca de 
informações como avisos, comunicados e orientações entre alunos, 
professores e coordenador do curso. 
Serviço de atendimento ao aluno - virtual – é o atendimento disponibilizado aos alunos 
que permite a realização de chamadas para esclarecimento de dúvidas sobre os 
produtos e serviços oferecidos presencialmente, além de acolhimento de reclamações, 
sugestões e solicitações diversas. Portanto, além do atendimento presencial, o aluno 
conta com o atendimento virtual por meio de: 
I. Chat, sendo uma forma de atendimento que o aluno poderá acessar, por meio 
do site da instituição, de qualquer lugar do mundo, e ter respostas on-line de 
forma rápida e segura; 
II. “Fale conosco”, em que o aluno poderá acessar o site e encaminhar uma 
mensagem de e-mail. Essa demanda é encaminhada para a equipe de 
atendimento, que irá registrar as solicitações e respondê-las no prazo máximo 
48h. 
Coordenação do curso - o coordenador do curso na Universidade Anhanguera Uniderp, 
conforme prevê o Regimento Geral, tem como atribuições da gestão do curso: manter 
o clima organizacional e motivacional do corpo docente e corpo discente do curso; ser 
corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de alunos evadidos; 
controlar e minimizar índices de evasão do curso; apreciar todos os requerimentos 
formulados pelos alunos; estimular a participação dos alunos na avaliação institucional; 
promover ações de autoavaliação do curso; entre outras. Assim, os alunos dispõem de 
acesso ao coordenador do curso para atendimento presencial e individualsempre que 
tiver necessidade, mediante agendamento prévio. 
Serviço de atendimento ao aluno - é a estrutura de boas-vindas aos discentes na 
instituição. O setor representa o ponto único de atendimento ao aluno, seja qual for o 
serviço solicitado. São atribuições do serviço de atendimento ao aluno: realizar o pronto 
atendimento às demandas presenciais dos alunos; facilitar a comunicação com os 
alunos provendo informações, documentos; facilitar e solucionar as negociações 
financeiras; minimizar índices de evasão; representar a ouvidoria da instituição; atender 
e encaminhar os alunos com dificuldades acadêmicas aos serviços de apoio 
psicopedagógico; atender às solicitações e entrega de documentos acadêmicos e 
financeiros; coordenar e realizar o processo de matrícula; gerar os serviços solicitados 
pelos discentes, como: revisão de provas; segunda via de boletos etc.; promover 
negociação financeira com alunos inadimplentes; atendimento de retenção; efetuar 
atendimento Programa Universidade para Todos) ProUni, Promuni, Financiamento 
Estudantil (FIES) e outros créditos; e entregar documentos, tais como: declarações, 
históricos, certificados e diplomas. 
Sala integrada de coordenadores e professores - tem por objetivo promover a integração 
e a convivência entre todos os professores e coordenadores; serve de ponto de 
atendimento aos alunos, que necessitam contato com professores e coordenadores, e 
para executar os seguintes processos da faculdade: operacionalizar o Processo Seletivo 
na unidade, como a organização de salas que serão utilizadas, convocação de fiscais e 
garantir a segurança das provas; confeccionar e controlar processos de alterações de 
faltas, abono de faltas, transferências internas e externas; cadastro do quadro de 
horários das aulas e dos professores; cadastro, abertura e controle de salas especiais 
(solicitações de alunos); cadastro de aproveitamentos de estudos aprovadas pelos 
coordenadores de Curso; coordenar o evento de ajuste de quadro de horários dos 
alunos no início de cada semestre; cadastro das datas de provas para cada disciplina 
dos Cursos da instituição; preparar os processos com documentação física para registro 
de diplomas no SRD; gerir o arquivo físico de documentos dos discentes. 
Setor de registro acadêmico 
O Setor de Registro de Diplomas e Certificados é um órgão vinculado à Reitoria da 
Universidade Anhanguera – UNIDERP, a qual é credenciada pelo Decreto Federal n.º 
246, de 18/12/1996, publicado no D.O.U. de 19/12/1996. 
O Setor é responsável pelo registro dos diplomas de cursos de graduação, sequencial 
de formação específica, de pós-graduação Stricto Sensu e certificados de pós-
graduação lato sensu, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego 
(Pronatec) e de cursos complementares. 
O setor atua em conformidade com a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, art. 48, 
§ 1º. O processo tem como base a Portaria n.º 33 DAU/MEC, de 02/08/78, e Parecer 
CNE/CNS n.º 379/2004, de 08/12/04. 
O processo de registro é feito eletronicamente, gerando numeração sequencial em livros 
virtuais pelo Sistema SRD, um sistema desenvolvido pela Kroton Educacional que tem 
como objetivo garantir a implantação de processos que resultem em eficiência 
operacional, melhoria contínua, crescimento e segurança nos registros de diplomas e 
certificados. 
Tem como vantagem melhor eficiência no processo, rapidez e segurança nas 
informações. Todo o sistema é informatizado, permitindo acesso de qualquer lugar para 
um melhor acompanhamento. 
O principal objetivo do Setor de Registro de Diplomas e Certificados é o trabalho cartorial 
de dar fé pública em diplomas e certificados. 
As responsabilidades do Setor de Registro de Diplomas e Certificados (SRDC) são: 
1. receber os processos via on-line por meio do sistema SRD; 
2. proceder com a análise dos processos, conferindo as informações da vida acadêmica 
dos discentes e toda documentação que comporá o processo de diplomas e certificados; 
3. efetuar o registro que obedecerá à sequência numérica gerada pelo próprio sistema; 
4. imprimir os diplomas e certificados de acordo com o layout de cada unidade que 
compõe o Grupo Kroton em consonância aos seus atos regulatórios; 
5. gerir o controle de registros e seus livros; 
6. armazenar e controlar os processos de registro de diplomas de cada aluno. 
 O Setor de Registro de Diplomas e Certificados é um órgão vinculado à Reitoria da 
Universidade de Cuiabá – UNIC, recredenciada pela Portaria n.º 316, de 15/04/2013, 
publicado em 17/04/2013. 
O setor é responsável pelo registro dos diplomas de cursos de graduação, sequencial 
de formação específica, de pós-graduação Stricto Sensu e certificados de pós-
graduação Lato Sensu, Pronatec e de cursos complementares. 
O setor atua em conformidade com a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, art. 48 
§ 1º. O processo tem como base a Portaria n.º 33 DAU/MEC, de 02/08/78, e Parecer 
CNE/CNS n.º 379/2004, de 08/12/04. 
O processo de registro é feito eletronicamente, gerando numeração sequencial em livros 
virtuais pelo Sistema SRD, um sistema desenvolvido pela Kroton Educacional que tem 
como objetivo garantir a implantação de processos que resultem em eficiência 
operacional, melhoria contínua, crescimento e segurança nos registros de diplomas e 
certificados. 
Tem como vantagem melhor eficiência no processo, rapidez e segurança nas 
informações. Todo o sistema é informatizado, permitindo acesso de qualquer lugar para 
um melhor acompanhamento. 
O principal objetivo do Setor de Registro de Diplomas e Certificados é o trabalho cartorial 
de dar fé pública em diplomas e certificados. 
As responsabilidades do Setor de Registro de Diplomas e Certificados (SRDC) são: 
1. receber os processos via on-line por meio do sistema SRD; 
2. proceder com a análise dos processos, conferindo as informações da vida acadêmica 
dos discentes e toda documentação que comporá o processo de diplomas e certificados; 
3. efetuar o registro que obedecerá à sequência numérica gerada pelo próprio sistema; 
4. imprimir os diplomas e certificados de acordo com o layout de cada unidade que 
compõe o Grupo Kroton em consonância aos seus atos regulatórios; 
5. gerir o controle de registros e seus livros; 
6. armazenar e controlar os processos de registro de diplomas de cada aluno. 
 
Ouvidoria - canal de comunicação entre as comunidades interna e externa e a 
Instituição, é disponibilizado para atender, registrar e responder as demandas dos 
solicitantes, referente aos serviços prestados pela IES, e que incluem sugestões, 
críticas, elogios, denúncias ou reclamações, que são contabilizados com vistas a 
produzir subsídios para as ações de aprimoramento permanente da Instituição. 
Cabe à Ouvidoria garantir o acesso direto a todos os membros da comunidade interna 
e externa para as seguintes categorias de serviços: 
I. reclamações fundamentadas; 
II. sugestões para mudanças de processos acadêmico-administrativos; 
III. denúncias de natureza acadêmico-administrativa; 
IV. agradecimentos e elogios pelos serviços prestados pelos órgãos/setores da 
instituição. 
Neste contexto, a Ouvidoria terá, prioritariamente, atendimento eletrônico, com o 
objetivo de facilitar e agilizar o processo de comunicação, devendo o seu endereço 
eletrônico ser amplamente divulgado na IES. A Ouvidoria terá até três dias úteis para 
responder aos contatos recebidos pelo canal eletrônico e qualquer prazo que exceda a 
esse limite deverá ser comunicado ao solicitante. 
Para garantir a melhoria e qualidade dos serviços prestados na instituição, a Ouvidoria 
deverá expedir relatórios semestrais com informação de quantidade e tipo de 
reclamações, denúncias, elogios, críticas ou sugestões, para integrar o relatório anual 
da CPA e o plano de ação decorrente do processo de avaliação institucional. 
 
3.10.2 Apoio psicopedagógico 
 
O apoio psicopedagógico é disponibilizado para alunos com dificuldades de 
aprendizagem e visa a fortalecê-los,de modo que eles possam melhorar o desempenho 
acadêmico. O acompanhamento enfatiza a superação e/ou minimização dos problemas 
emocionais que se refletem no processo ensino-aprendizagem, por meio de uma 
proposta metodológica de acompanhamento sistemático, a ser desenvolvido de forma 
articulada com todos os setores da instituição. 
Os casos identificados pelos professores, de distúrbios de comportamento do aluno, 
dificuldades de relacionamento interpessoal, dificuldade de aprendizagem ou 
assimilação de determinadas disciplinas, falta de concentração, depressão e outros, 
deverão ser levados para o Coordenador do Curso, que encaminhará ao Núcleo de 
Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), que poderá realizar o 
encaminhamento do aluno para profissionais qualificados, quando necessário. 
Durante o processo de interferência psicopedagógica, realizado por profissionais 
qualificados, poderá ser feito contato com a família, professores e coordenadores, que 
são de extrema importância, pois exercem um papel incentivador na valorização do 
aluno como pessoa ativa no processo de ensino, colaborando para o desenvolvimento 
da sua autoestima e liberdade. Cabe ressaltar que essas pessoas somente são 
envolvidas com a permissão e participação do próprio aluno. 
Assim, são realizados encaminhamentos para profissionais das diversas áreas, tais 
como: psicopedagogos, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, médicos, dentre 
outros, capacitados em prestar a melhor orientação na busca de superação das 
dificuldades do aluno. Após diagnóstico e orientação realizada por estes profissionais, 
o NAID reúne-se com a Coordenação do Curso, para elaboração de medidas a serem 
adotadas, com o objetivo de garantir educação inclusiva, igualdade de oportunidades, 
resguardando-se as diferenças e concebendo o aluno como sujeito de seu processo de 
aprendizagem e de construção. 
 
3.10.3 Atendimento educacional especializado 
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da educação especial 
é realizado pelo Núcleo de Educação Especial Inclusiva (NUEEI), que tem por base os 
seguintes princípios: 
 
I. Garantia dos direitos dos alunos caracterizados como público-alvo da educação 
especial, de acordo com as especificidades, oportunizando acesso e 
permanência desses alunos no Ensino Superior; 
II. Desenvolvimento de seu papel de responsabilidade social como instituição de 
Ensino Superior, respeitando a diversidade, garantindo educação justa e 
igualitária. 
Caracterizam-se como público-alvo da educação especial, com direito a atendimento 
pelo NUEEI, os alunos com: 
I. Deficiência (física, visual, auditiva, intelectual e múltipla); 
II. Transtorno global do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett, síndrome de 
Asperger e psicose infantil); 
III. Altas habilidades/superdotação. 
O NUEEI é composto por profissionais da área da educação especial e conta com a 
participação colaborativa de outros profissionais do Nucleo de Acessibilidade, Inclusão 
e Direitos Humanos (NAID), responsável pelo atendimento local na IES. São eles: 
I. No Ensino Presencial: um representante dos coordenadores, um representante 
docente, um representante do Corpo técnico-administrativo e um representante 
da CPA; 
II. Nos Polos de Apoio Presencial: coordenador do Polo, três representantes dos 
tutores externos e um representante da secretaria do Polo. 
Esses profissionais desenvolverem as seguintes ações na IES: identificam o público-
alvo da educação especial na IES; garantem o acesso e a permanência dos alunos 
caracterizados como público-alvo da educação especial matriculados nos cursos 
presenciais e a distância; adaptam materiais didáticos para os alunos caracterizados 
como público-alvo da educação especial; prestam assessorias às IES nas 
especificidades de acessibilidade física por meio do estudo da NBR9050 e legislação 
vigente; orientam os colegiados de curso para que propiciem ações de ensino e 
aprendizagem voltadas para o respeito à diversidade; orientam coordenadores, 
professores, tutores presenciais e à distância e demais colaboradores para o AEE, bem 
como para as especificidades da educação especial; pesquisam recursos tecnológicos 
e propostas que propiciem a inclusão do público-alvo da educação especial nos cursos 
de graduação, pós-graduação; acompanham a trajetória dos acadêmicos, público-alvo 
da educação especial, desde o ingresso até a conclusão do curso de graduação; e 
buscam parcerias com outras instituições específicas de atendimento educacional 
especializado. 
O atendimento educacional especializado ofertado na IES segue o fluxograma que 
apresentaremos a seguir: 
Figura 4 – Fluxograma NUEEI 
 
 
 
 
 
 
 
3.10.4 Atividades de nivelamento 
Aula Modelo Institucional Adaptativa contemplando Nivelamento 
A Universidade Anhanguera Uniderp, preocupada com a qualidade do ensino e a 
formação do seu alunado, implantou uma política de ação sistemática voltada para a 
recuperação das deficiências de formação do ingressante dos diversos cursos da 
instituição, instituindo a atividade de nivelamento de Português. Tal iniciativa tem como 
maior objetivo dar oportunidade aos alunos revisarem esses conteúdos. O nivelamento 
responde satisfatoriamente às expectativas dos alunos e da Instituição, pois além de 
serem revistos aqueles conteúdos básicos, necessários ao adequado prosseguimento 
de seus estudos em nível superior, favorece seu desempenho acadêmico na fase inicial 
do curso superior escolhido. 
A plataforma Studiare é outra tecnologia da informação utilizada pela IES, 
correspondendo à plataforma cloud que trabalha com adaptive learning, big data, data 
mining, analytics, blended learning e estímulos adaptativos. O seu uso objetiva propiciar 
ao discente conteúdos que fazem sentido para sua realidade, facilitando o processo de 
ensino-aprendizagem. A plataforma busca apresentar as lacunas de aprendizagem dos 
discentes após uma avaliação diagnóstica inicial, norteando seu processo de ensino-
aprendizagem de modo individualizado diante da ferramenta adaptive learning. A 
plataforma busca a todo momento entender os pontos de fragilidade do aluno e, a partir 
deste mapeamento e dos objetivos da disciplina, propor estudos na e personalizar o 
percurso da aprendizagem. 
 
3.10.5 Atividades extracurriculares 
 
Centro de idiomas 
A Universidade Anhanguera Uniderp implantou um Centro de Idiomas, que tem por 
finalidade despertar nos alunos da instituição o desejo pelo aprendizado de uma 
segunda língua por meio de um processo motivador e interativo. Diante da 
universalização das línguas modernas, em especial das línguas Inglesa e Espanhola, 
devido a fatores políticos, socioculturais e econômicos, torna-se cada vez mais evidente 
a necessidade do conhecimento de tais idiomas por parte de quem não os domina, não 
somente pela influência cultural, mas principalmente no âmbito socioeconômico. 
O Centro de Idiomas tem como proposta de trabalho um ensino de línguas totalmente 
voltado para atender às necessidades dos alunos e envolvê-los num processo de 
comunicação real, em que haverá a participação direta de cada um deles, sendo 
ofertados cursos de idiomas adequados aos contextos. Os acadêmicos da instituição 
representam o público-alvo dos cursos de capacitação em línguas estrangeiras e 
possuem desconto nas mensalidades, que inclusive apresentam um valor bastante 
inferior àquele praticado no mercado externo à instituição. 
 
3.10.6 Programas de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios 
 
Apoio aos centros acadêmicos - CA 
O curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp apresentou como princípios 
gerais o respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da sociedade, 
portador de direitos e deveres e o respeito às diversidades de pensamento e ideologias 
como possibilidades de crescimento individual e social. Na filosofia institucional se 
incluiu, além da preparação de indivíduos para o mercado, a preocupaçãocom a 
formação do indivíduo que busque reflexivamente e em ações a solução de problemas 
imediatos da sociedade, constituindo-se num espaço privilegiado de transformação e 
conservação do saber, onde se exercitará a reflexão, o debate e a crítica, tendo como 
proposta explícita a liberdade, a igualdade, a autonomia de direitos, a democracia, a 
cidadania, a humanização e a sua existência social. 
Nesse contexto, os acadêmicos são incentivados pelo curso de Direito, por meio da 
coordenação de curso a motivar os líderes de turma, eleitos a cada semestre letivo, a 
manterem essa atividade de forma contínua, dinâmica e renovável. Reuniões periódicas 
são agendadas pelo coordenador do curso com os líderes, quando são discutidas as 
diversas questões relacionadas ao desenvolvimento das atividades acadêmicas, 
esportivas, científicas e culturais do curso. Além disso, periodicamente, a direção da 
instituição convida os alunos representantes de todos os cursos para discutir questões 
institucionais de interesse da comunidade acadêmica. 
 
Intercâmbios 
Será interesse do curso de Direito aprimorar o ensino, propiciando aos seus discentes 
a possibilidade de estabelecer e desenvolver relações com IES estrangeiras, pois 
entende-se que o contato com culturas distintas se constitui em um importante 
mecanismo de desenvolvimento intelectual para os discentes. 
O apoio ao intercâmbio é promovido pela Universidade Anhanguera Uniderp por meio 
do Programa de Bolsas de Mobilidade Internacional Santander Universidades, o qual 
possibilita a mobilidade internacional dos seus discentes, e tem por escopo propiciar 
aos discentes indicados pelas faculdades conveniadas a oportunidade de acesso às 
culturas estrangeiras, realizando cursos em renomadas universidades integrantes do 
programa. Além disso, considera-se que o contato com culturas distintas e o 
estabelecimento de relações com IES localizadas em outros países constituirão 
importante instrumento de formação intelectual dos seus estudantes. 
Os estudos e atividades acadêmicas a serem realizadas pelos discentes contemplados 
junto às IES de destino são computados, para efeito de integralização curricular, como 
AC, obedecendo ao disposto no Regimento Geral da instituição. Qualquer eventual 
aproveitamento de disciplina(s) cursada(s) pelos discentes contemplados nas IES de 
destino, a título de equivalência e para efeito de dispensa em disciplina(s) cursada(s) ou 
a cursar na instituição de origem, está sujeito a análise prévia e específica pelo 
Colegiado do Curso, obedecendo ao disposto no Regimento Geral. 
3.11 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO 
As ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das 
avaliações externas (avaliação de curso, Enade, CPC e outras), no âmbito do curso, 
compõem o planejamento estratégico da instituição. 
Nesse contexto, os resultados da autoavaliação do curso de Direito procuram identificar 
os aspectos que dificultam e/ou facilitam a ação acadêmica do curso, assim como 
sugerem estratégias de intervenção para corrigir rumos, consolidar sua ação 
pedagógica e alcançar efetivamente maior qualidade no ensino-aprendizagem. 
As ações acadêmico-administrativas, resultantes das avaliações externas (avaliação de 
curso, Enade e CPC), no âmbito do curso, resultam da análise do relatório do Enade 
emitido pelo MEC. São realizadas reuniões com os docentes a fim de discutir o 
desempenho dos acadêmicos em cada questão de conhecimento geral e específica da 
prova. Os resultados do questionário socioeconômico, considerando as questões gerais 
e aquelas relacionadas ao CPC, são analisadas, e ações serão empreendidas em busca 
de melhorias. 
Não se trata apenas de levantar dados, elaborar questionários, aplicá-los, analisá-los, 
utilizando técnicas sofisticadas, produzir relatórios, publicá-los, considerando os 
diversos ângulos da vida acadêmica. Esses aspectos são relevantes, mas o importante 
é ter clareza do que deve ser feito com os resultados levantados, com todos esses dados 
e informações colhidas. O importante é saber de que modo o processo de autoavaliação 
institucional e as avaliações externas podem vir a ser um efetivo e eficiente instrumento 
de mudança e melhoria de todos os processos acadêmicos e de gestão do curso. 
A Comissão Própria de Avaliação (CPA) trabalha de forma colaborativa com os 
coordenadores de curso, identificando fragilidades e potencialidades, a fim de 
desenvolver os projetos de melhorias. Todo processo é permeado por um ciclo de ações 
que envolvem sensibilização, coleta, análise e socialização de dados. Após a 
socialização dos dados revelados por meio dos instrumentos de avaliação, como o 
questionário de avaliação institucional (AVALIAR), os dados de Ouvidoria e das 
avaliações externas, inicia-se o desenvolvimento e divulgação das melhorias. 
 
3.12 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE 
ENSINO-APRENDIZAGEM 
Tecnologias da informação e comunicação representam um conjunto de recursos 
tecnológicos que auxiliam nos processos informacionais e comunicativos como 
importante ferramenta para o atendimento às mudanças educacionais para a melhoria 
da qualidade do ensino, do planejamento e da gestão dos processos educacionais. 
Neste contexto, o curso de Direito incorpora continuamente as TIC através de diversas 
ferramentas, entre elas podemos destacar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), 
o Banco de Objetos de Aprendizagem (BOA), o Livro Didático Digital (LDD) e a Studiare 
(Plataforma de Ensino Adaptativo). 
O AVA é um espaço virtual que proporciona aprendizagem por meio de materiais 
didáticos disponibilizados para as disciplinas. Nesse espaço, o aluno tem acesso a 
materiais interativos como webaulas e livros digitais, participa de discussões com sua 
turma e realiza atividades avaliativas colaborativas. O aluno tem à sua disposição 
documentos relativos ao seu curso e disciplinas, tais como manuais com regras 
avaliativas, cronogramas de interações e também o plano de ensino da sua disciplina. 
Desse modo, docentes e discentes participam, de forma colaborativa, por meio da 
construção coletiva, do processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares e 
pesquisas adicionais de temas correlatos. 
O Banco de Objetos de Aprendizagem (BOA) é um ambiente de estudo onde se 
encontra um amplo acervo acadêmico de alta qualidade disponibilizado em diversos 
formatos digitais, como livros didáticos, simuladores, infográficos, vídeos, podcasts e 
objetos digitais de aprendizagem. Por meio da ferramenta de busca avançada, o usuário 
pode pesquisar sobre assuntos específicos, área de conhecimento, palavras-chave, 
autor e tipo de objeto que deseja utilizar. O acesso a ele se dá pelo link que estará 
disponível em: <https://krotonacademico.sharepoint.com/sites/bancodeobjetos/>. 
Proporcionar uma experiência de aprendizagem inovadora e imersiva é a proposta do 
aplicativo Saber para a oferta dos livros didáticos digitais (LDDs). Lançado em 2015, ele 
está disponível para download na Apple Store, Google Play e Windows Store, e pode 
ser adquirido gratuitamente por qualquer usuário. Nesse espaço, são oferecidos livros 
didáticos digitais abertos ao público em geral e conteúdo exclusivo para os alunos de 
suas unidades e polos de apoio presencial. Os alunos têm acesso a centenas de LDDs 
sobre os mais diversos assuntos e áreas do conhecimento e vivenciam a experiência 
da leitura ativa, o que significa ler, escutar, assistir, interagir e simular o que aprendeu 
a qualquer hora e lugar. Tudo isso porque os LDDs estão disponíveis para download, 
garantindo o acesso aos conteúdos mesmo sem internet. 
A plataforma Studiare é outra tecnologia da informação a ser utilizada pela IES, 
correspondendo à plataforma cloud que trabalha com adaptive learning, big data, data 
mining, analytics, blended learning e estímulos adaptativos. O seu uso objetiva propiciar 
ao discente conteúdos que fazem sentido para sua realidade, facilitando o processode 
ensino-aprendizagem. A plataforma busca apresentar as lacunas de aprendizagem dos 
discentes após uma avaliação diagnóstica inicial, norteando seu processo de ensino–
aprendizagem de modo individualizado diante da ferramenta adaptive learning. Os 
recursos apresentados aos discentes que ocorrem por meio do uso da plataforma 
Studiare são: Projeto Desafio Nota Máxima, Nivelamento e Aula Modelo Adaptativa. 
As TIC, diretamente relacionadas à comunicação dentro da unidade, são bastante 
diversificadas, envolvendo a Kroton e o conjunto de unidades. Existem três grandes 
áreas na comunicação, compreendendo a comunicação interna direcionada a todos os 
colaboradores; a comunicação acadêmica direcionada para diretores, coordenadores 
acadêmicos e coordenadores de curso e a comunicação aos discentes. 
Na comunicação interna são veiculados informes, comunicações, e-mails e programas 
com o objetivo de divulgar informações fundamentais para o funcionamento da 
companhia como um todo, além da difusão de boas práticas e campanhas adotadas. 
São encontrados nesta modalidade o Portal Informa (intranet), Boletim Informa, e-mails 
institucionais e de campanhas voltadas para os colaboradores, a Revista Conexão e a 
TV Kroton, a ser disponibilizada via Universidade Kroton. 
Para a comunicação acadêmica são direcionadas informações e instruções acadêmicas 
para o funcionamento das unidades e dos cursos, envolvendo assuntos diretamente 
https://krotonacademico.sharepoint.com/sites/bancodeobjetos/
relacionados às competências da Diretoria Geral, Coordenação Acadêmica, 
Coordenação de Curso e Docentes. Os meios utilizados para esta comunicação são o 
Portal Espaço Acadêmico, onde são divulgados documentos, informes e orientações 
relacionadas à área acadêmica, como Avaliação, Documentos, Processos, ENADE 
entre outros. Além disto, são utilizados e-mails informativos e transmissão via satélite 
de informações e entrevistas às unidades, denominado Espaço Acadêmico, permitindo 
inclusive o envio de questionamentos sobre o tema que está sendo abordado, sendo 
que alguns programas são gravados e outros ocorrem ao vivo. No início de cada 
semestre ocorre a Semana Pedagógica em todas as unidades, utilizando reuniões com 
o corpo docente, coordenação e direção, sendo ainda disponibilizados programas 
específicos para tal fim por meio do Espaço Acadêmico, visando oferecer todas as 
informações necessárias, desde questões pedagógicas como também institucionais, 
oferecendo uma visão sistêmica da área acadêmica da IES para todos os atores 
envolvidos diretamente com o modelo de ensino-aprendizagem. 
Na comunicação direcionada aos alunos são disponibilizados o Manual do Aluno, 
informações, orientações, calendários, documentos, assuntos financeiros e demais 
questões relacionadas à vida institucional do discente via Portal do Aluno, sendo 
direcionados e-mails e informes visuais em TVs quando a unidade possui este 
mecanismo de comunicação. A informação também ocorre via afixação de avisos em 
painéis em sala de aula e em corredores da unidade, na Biblioteca, em laboratórios e 
demais locais de convivência acadêmica. O Coordenador de Curso e os professores 
também auxiliam para que esta comunicação se torne mais efetiva em sala de aula. 
Para os alunos calouros, ocorre uma semana de preparação e recepção nas unidades, 
com o repasse de todas as informações importantes, bem como a informação do Manual 
do Aluno e o acesso ao Portal do Aluno, à plataforma Studiare, ao AVA e à Biblioteca 
Virtual. 
O KLS 2.0 foi concebido a partir de metodologias atualizadas e aderentes às TIC 
centradas na autoaprendizagem, possibilitando o desenvolvimento da autonomia e da 
disciplina. 
Desse modo, foi possível compor um cenário de aprendizagem contemporâneo, 
inovador e motivador das atividades acadêmicas de ensino, em que as interações 
midiáticas são incorporadas como recursos indispensáveis. Cabe destacar que, tão 
importante quanto a proposição destas TIC no processo de ensino-aprendizagem, é a 
garantia da acessibilidade e do processo de assimilação e domínio das mesmas. Para 
garantir acesso às TIC, o NUEEI realiza testes de acessibilidade e usabilidade com 
leitores de tela e orientará os setores responsáveis pelo desenvolvimento dos produtos. 
Além das orientações que visam às melhorias contínuas nos sites, AVAs e materiais, os 
alunos usuários de tecnologia assistiva são acompanhados para que as possíveis 
dificuldades sejam sanadas. Com base nas dificuldades apresentadas é possível, 
também, avaliar e adequar os produtos às necessidades desse público. 
Nesse sentido, destaca-se a importância do corpo docente, coordenador de curso e 
acadêmico, diretor e demais colaboradores no monitoramento da disponibilidade e 
acesso a estas tecnologias na IES. 
 
3.13 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-
APRENDIZAGEM 
 
A prática da avaliação do processo ensino–aprendizagem esta intrinsecamente 
relacionada a uma concepção de educação e à missão a que se propõe realizar uma 
instituição de ensino. Para a Universidade Anhanguera Uniderp, a avaliação do 
processo ensino-aprendizagem assumirá os seguintes pressupostos e princípios: 
 É um processo contínuo e sistemático. A avaliação não tem um fim em si 
mesma, é um meio, um recurso para acompanhar o desenvolvimento do 
processo ensino-aprendizagem, por isso não pode ser esporádica ou 
improvisada. Deve ser constante e planejada, ocorrendo ao longo de todo o 
processo, para reorientá-lo e aperfeiçoá-lo. 
 É funcional: Ela funciona em estreita relação com as competências e 
habilidades estabelecidas pelas DCNs, atendendo ao perfil do egresso, pois é 
o alcance desses itens que a avaliação deve buscar. 
 É orientadora: Ela indica os avanços e dificuldades do aluno, ajudando-o a 
progredir na aprendizagem, orientando-o no sentido de atingir os objetivos 
propostos. 
 É integral: pois deve considerar o aluno como um ser total e integrado, 
analisando e julgando todas as dimensões do comportamento: os elementos 
cognitivos, socioafetivos e psicomotor. 
Diante do exposto, a Universidade Anhanguera Uniderp entende que a avaliação 
será um processo interpretativo, baseado em aspectos qualitativos e quantitativos, 
que permite uma redefinição e reorientação no sentido de se alcançar os objetivos 
propostos. Como tal, constitui-se em um importante instrumento para orientar o 
processo pedagógico, de modo a fornecer informações aos alunos, aos professores 
e à instituição sobre a atuação dos mesmos. Desse modo, a prática da avaliação há 
de cumprir funções, tais como: 
 Diagnóstico: é importante investigar os conhecimentos que o discente possui 
antes de se introduzir um novo assunto; 
 Acompanhamento: para saber se as competências e habilidades propostas 
para o processo ensino-aprendizagem foram alcançadas; 
 Feedback: os resultados de avaliações têm caráter de mão dupla, pois 
fornecem aos alunos informações sobre o seu desempenho acadêmico e ao 
professor dados para avaliar sua ação didática; e 
 Promoção: a ascensão a um nível seguinte deve ser consequência do alcance 
das competências, habilidades e objetivos institucionais propostos, essenciais 
para o alcance do perfil projetado para o egresso. 
O processo avaliativo do rendimento acadêmico do curso de Direito é regido pelas 
disposições gerais fixadas pelo Regimento Geral da Universidade Anhanguera Uniderp, 
e os procedimentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem utilizados no curso 
buscam ser coerentes com as concepções teóricas, filosóficas e sociais que permearão 
o PPC. 
De modo geral, a avaliação de aprendizagem do curso é feita por disciplina e incide 
sobre a frequência e o rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do 
acadêmico e dos resultados por ele obtidos nas avaliações. O processo de avaliação se 
traduz em um conjunto de procedimentos aplicados nas etapas formativa e somativa, 
objetivando, na primeira, a aferição da apreensão, pelo acadêmico, das competênciase habilidades previstas no plano de ensino de cada disciplina e, na segunda, o 
consequente resultado. 
As avaliações são adaptadas em formato acessível para o público-alvo da educação 
especial sempre que solicitado. Dessa forma, cabe destacar a disponibilização de 
provas em fonte ampliada e compatíveis com leitores de tela. Além dos formatos 
disponibilizados, é importante salientar a ampliação de tempo para realização da 
avaliação para alunos com deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento 
e deficiência auditiva e a flexibilidade de correção. 
A flexibilidade de correção visa a respeitar a condição dos acadêmicos, levando em 
consideração o processo de ensino e aprendizagem. Desta forma, o NUEEI orienta 
professores sobre a valorização quanto ao aspecto semântico e reconhecimento da 
singularidade linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez. 
Sempre que solicitado, são disponibilizados profissionais para acompanhar os 
acadêmicos no momento da realização das provas. Quais sejam: intérpretes da Libras 
para acadêmicos com surdez e ledor/transcritor para acadêmicos com deficiência visual, 
intelectual, transtornos globais do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett e 
síndrome de Asperger) e transtornos funcionais específicos (dislexia, TDAH, etc.). 
 
3.14 NÚMERO DE VAGAS 
 
O número de vagas implantadas visa corresponder, com qualidade, à dimensão do 
corpo docente e às condições de infraestrutura da instituição. 
O curso de Direito possui 670 vagas anuais autorizadas pela Portaria Ministerial nº 
1.168. Para esse número de vagas, é disponibilizado um corpo docente composto por 
professores e uma infraestrutura de qualidade constituída por 56.896,08 metros 
quadrados destinadas às instalações administrativas, 62,58 metros quadrados 
destinadas ao Núcleo de Prática Jurídica, 106,08 metros quadrados destinados a sala 
de professores e coordenação de curso e 5.498,30 metros quadrados destinados a 
salas de aula das turmas de Direito. 
 
3.15 PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO ACOMPANHAMENTO E NA AVALIAÇÃO 
DO PPC 
Os discentes participarão no acompanhamento do Projeto Pedagógico do Curso 
mediante as reuniões com o colegiado do curso Direito, e sendo registrada ata de todas 
as intervenções e solicitações pretendidas, tornando-se disseminador do conhecimento 
aos demais colegas. Da mesma forma em que compartilha as informações, poderá 
também receber demandas dos alunos e compartilhá-las em discussões em próximas 
reuniões. 
Estas reuniões também ocorrerão entre Coordenador de Curso e representantes de 
turmas, visando ouvir coletivamente as sugestões de todos os grupos de discentes. 
Além da oportunidade de tratar recortes de temas relevantes do projeto, associando-os 
ao momento pedagógico da turma ou curso por meio da interlocução do professor em 
sala de aula. Dessa forma, os professores são orientados a debater e reforçar a 
importância do PPC com os alunos durante o semestre letivo, inserindo o tema em suas 
aulas. 
Entende-se o PPC como um documento vivo que revela as estratégicas e organização 
do curso, sujeito a inserções que oportunizam a sincronia com o contexto real, 
importante para o estabelecimento das competências tão explicitadas pelo modelo 
acadêmico. Nesse sentido, se faz necessário ser conhecido por todos, ao mesmo tempo 
em que deve merecer contribuições de atores tão importantes ao cotidiano do curso, 
especialmente alunos, professores e coordenador. 
Novas interlocuções são propostas pelos professores além da avaliação realizada pela 
CPA, mediante itens avaliatórios específicos que fazem referência ao PPC, mensurando 
seu conhecimento e solicitando sugestões para melhoria do documento e do curso. 
 
CORPO DOCENTE E TUTORIAL 
ALESSANDRO GOMES LEWANDOWSKI Especialista 
ALEXANDRE RIBEIRO BRUM Especialista 
ALINE ERTZOGUE MARQUES Especialista 
ANDREA ALVES FERREIRA ROCHA Especialista 
ANDREA FRANCISCO DE M CHIESA Especialista 
ANDREIA ARGUELHO GONCALVES Especialista 
AUGUSTO CESAR GUERRA VIEIRA Especialista 
CAROLINE PENTEADO SANTANA Especialista 
CASSIANO GARCIA RODRIGUES Mestre 
CEZAR RENATO GAZOLLA Especialista 
CLELIA STEINLE DE CARVALHO Especialista 
CRISTIANE MALUF RODRIGUES CORREIA Especialista 
DANIELLE NASCIMENTO DE SOUZA Especialista 
DIOGO EDUARDO PEREIRA DA SILVA Especialista 
EDUARDO BINOTTO Mestre 
FABIO JUN CAPUCHO Doutor(a) 
JOSE LUIZ DA SILVA NETO Especialista 
JULIANA INOCENCIO MENDES Especialista 
JULIANE PENTEADO SANTANA Especialista 
JULIANO WILSON SANTOS BARBOSA Especialista 
KARINA ALVES CAMPOS Especialista 
KARINA DALLA PRIA BALEJO Mestre 
LEONARDO TODSQUINI SILVA Especialista 
MARCIA APARECIDA JACOMETO Mestre 
NESTOR RUFINO DA COSTA XAVIER Especialista 
NILTON KIYOSHI KURACHI Mestre 
ODEMILSON ROBERTO CASTRO FASSA Doutor(a) 
RAFAEL RODRIGUES SAMPAIO Especialista 
RAQUEL PIANESSO Especialista 
REGIS JORGE JUNIOR Especialista 
RENATO TEDESCO Especialista 
RENE MOHR Mestre 
RICARDO LEAO DE SOUZA ZARDO FILHO Mestre 
RODRIGO CORREA DO COUTO Especialista 
RONALDO BRAGA FERREIRA Especialista 
RUY CELSO BARBOSA FLORENCE Doutor(a) 
TAIYO SCHAEFFER FERREIRA Especialista 
THIAGO RAFAEL SANTOS DE SOUZA Especialista 
WILMAR SOUZA FORTALEZA JUNIOR Mestre 
ZOROASTRO COUTINHO NETO Especialista 
 
4.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE 
 
O NDE do curso de Direito foi constituído de acordo com a Resolução CONAES N° 1, 
de 17/06/2010, é constituído por um grupo de docentes que exercem liderança 
acadêmica no âmbito do curso, percebida na produção de conhecimentos, no 
desenvolvimento do ensino e em outras dimensões entendidas como importantes pela 
instituição. A ata de constituição do NDE está disponível e arquivada na coordenação 
do curso. 
É constituído por cinco professores do curso, a ser um deles o coordenador de curso e 
60.% com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu; 
todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo 60% em 
tempo integral. Importa ressaltar que a instituição, por meio do seu Regimento Geral, 
assegura a estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a garantir 
a continuidade no processo de acompanhamento do curso. 
Quadro 5 - Composição do NDE 
 
 
NOME COMPLETO 
TITULAÇÃO 
 
REGIME DE 
TRABALHO 
 
DATA DE 
INGRESSO 
NO NDE 
1 Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier Especialista integral 2015 
2 Prof. Doutor Ruy Celso Barbosa 
Florence 
Doutor parcial 2008 
3 Profª Mestre. Marcia Aparecida 
Jacometo 
Mestre integral 2008 
4 Prof. Mestre. Nilton Kiyoshi 
Kurachi 
Mestre parcial 2008 
5 Profª Esp. Karina Alves Campos Espcialista integral 2013 
 
As atribuições do Núcleo Docente Estruturante são: 
I. Conhecer, adotar, implementar e contribuir para a consolidação, aplicação e 
melhoria do projeto pedagógico do curso. 
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de 
ensino-aprendizagem do curso. 
III. Incentivar e contribuir para melhoria das atividades complementares. 
IV. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso. 
V. Zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares do curso. 
VI. Zelar pela atualização da contextualização regional do curso e sua coerência 
com o perfil do egresso. 
VII. Garantir que a estrutura do curso possibilite adicionalmente aos alunos com 
necessidades educacionais especiais a diversificação e a flexibilização curricular 
e metodológica. 
VIII. Assegurar estratégias de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo 
a garantir continuidade no processo de acompanhamento do curso. 
O NDE do curso de Direito realiza reuniões com intervalos semestrais, conforme atas 
disponíveis e arquivadas na Coordenação do Curso, para acompanhamento, 
estabelecimento das estratégias de consolidação e para avaliação deste PPC. Para 
tanto, a Coordenação do Curso se reúne periodicamente com os líderes de turma e com 
os professores do curso para avaliar fragilidades e fortalezas dasdisciplinas e seus 
planos de ensino. O resultado destas reuniões, juntamente com o resultado da 
autoavaliações promovidas com a Comissão Própria de Avaliação (CPA), são discutidos 
com o NDE, que define estratégias de melhorias e adequações deste PPC. 
O coordenador do curso de Direito, juntamente com professores, realizam orientações 
aos alunos em sala de aula, fazendo menção a partes e temas do PPC de forma a 
integrá-los no contexto do documento e da organização do curso, estimulando a 
participação da comunidade acadêmica como um todo no conhecimento e apropriação 
do documento, permitindo o debate e o aperfeiçoamento, inter-relacionando essas 
informações com a análise detalhada dos resultados refletidos nos relatórios gerados 
pela CPA. 
A versão atualizada e impressa do PPC do curso de Direito encontra-se disponível na 
biblioteca da faculdade Universidade Anhanguera Uniderp, em local público e acessível. 
Visando atender à acessibilidade plena, poderá ser divulgado também em outras 
modalidades que se julgar necessárias pelo NAID após análise de corpos docente e 
discente. 
 
4.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO 
O coordenador de curso de Direito é Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier designado pelo 
diretor da instituição, sendo o responsável pelo curso – gestor eficaz, crítico, reflexivo, 
flexível e proativo –, catalisa o comprometimento com uma visão clara e forte, bem como 
envolve-se na busca vigorosa desta, estimulando padrões mais elevados de 
desempenho de todo o corpo docente e discente de seu curso. 
O Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier busca uma atuação com qualidade considerando, em 
uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes 
e discentes e representatividade nos colegiados superiores. 
 
Quadro 6 - Perfil do coordenador do curso 
FORMAÇÃO 
ACADÊMICA 
(graduação) 
TITULAÇÃO 
MÁXIMA 
OBTIDA 
TEMPO DE EXERCÍCIO 
NA IES 
 
TEMPO DE EXERCÍCIO 
NA FUNÇÃO DE 
COORDENADOR 
 
Bacharel em Direito Especialista 1 ano e 6 meses 1 ano e 6 meses 
 
4.2.1 Gestão Do Curso 
Em conformidade com o previsto no regimento da IES, são funções do coordenador de 
curso: 
I. Coordenar e supervisionar as atividades dos professores do curso. 
II. Convocar e presidir as reuniões do colegiado de curso. 
III. Representar a coordenação do curso perante as autoridades e órgãos da 
faculdade. 
IV. Elaborar, em consonância com o diretor da faculdade, o planejamento 
estratégico do curso sob sua gestão. 
V. Elaborar, implementar e acompanhar o orçamento do curso. 
VI. Gerenciar e responsabilizar-se pela coordenação dos processos operacionais, 
pedagógicos e de registro do curso. 
VII. Propor a adoção de estratégias de avaliação e ensino adequadas à educação 
inclusiva. 
VIII. Manter o clima organizacional e motivacional dos corpos docente e discente 
do curso. 
IX. Disseminar princípios e políticas que garantam a inclusão social e assegurar 
condições de acesso e permanência a estudantes com deficiências; 
X. Gerenciar e manter a padronização do projeto pedagógico do curso em 
conformidade com os princípios institucionais. 
XI. Coordenar o planejamento, (re)elaboração e avaliação das atividades de 
aprendizagem do curso. 
XII. Buscar melhorias metodológicas de aprendizagem em sua área e implementá-
las em seu curso. 
XIII. Supervisionar as atividades dos professores do curso, buscando a 
maximização da qualidade do trabalho dos docentes. 
XIV. Ser responsável pela coordenação das instalações físicas, laboratórios e 
equipamentos do curso. 
XV. Ser responsável pelo estímulo e controle da frequência dos docentes e 
discentes. 
XVI. Ser responsável pela indicação da contratação e demissão de docentes do 
curso. 
XVII. Ser corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de 
alunos evadidos. 
XVIII. Ser corresponsável pela divulgação do curso. 
XIX. Estimular a oferta e a participação em atividades complementares, eventos e 
cursos de extensão. 
XX. Ser responsável pelos estágios supervisionados e não supervisionados 
realizados pelos discentes, quando aplicável. 
XXI. Ser corresponsável pela realização das atividades complementares, quando 
previstas. 
XXII. Ser responsável pelo estímulo ao bom desempenho dos discentes nas 
avaliações nacionais, como Enade e outras aplicáveis pelo nível do programa e 
pelo desempenho otimizado do curso nas demais avaliações. 
XXIII. Ser corresponsável por ações que promovam a empregabilidade dos 
estudantes e dos egressos. 
XXIV. Ser corresponsável pelo reconhecimento do curso e renovação periódica 
desse processo por parte do MEC, quando aplicável. 
XXV. Estimular a participação dos alunos na avaliação institucional. 
XXVI. Promover ações de autoavaliação do curso. 
XXVII. Ser responsável pelo desenvolvimento do corpo docente para aplicação de 
novas metodologias e técnicas pedagógicas. 
XXVIII. Ser responsável pela inscrição de alunos regulares e irregulares nas 
avaliações nacionais, como Enade e outras aplicáveis pelo nível do programa, nos 
termos legais. 
XXIX. Coordenar o processo de seleção dos professores da área profissional 
(específica do curso). 
XXX. Pronunciar-se sobre matrícula, quando necessário, e acompanhar o estudo 
do processo de transferência de aluno, inclusive no que se refere à adaptação, ao 
aproveitamento de estudos e à dispensa de disciplina, para deliberação superior. 
XXXI. Acompanhar o cumprimento do calendário escolar. 
XXXII. Dar parecer sobre representação de aluno contra professor, quando 
couber. 
XXXIII. Controlar e minimizar índices de evasão do curso. 
XXXIV. Apreciar todos os requerimentos formulados pelos alunos, não previstos 
neste Regimento. 
 
4.2.2 Relação do coordenador com os docentes e discentes do curso 
A relação do Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier com os docentes e discentes do curso é 
avaliada por meio de questionário presente na autoavaliação e os relatórios resultantes 
deste processo são analisados pela CPA da instituição, ocorrendo a disponibilização 
subsequente à coordenação do curso, onde se pode verificar a relação estabelecida 
do(a) coordenador Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier com os docentes e discentes do curso 
de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp. 
 
4.2.3 Representatividade nos colegiados superiores 
 
O coordenador do curso de Direito, conforme prevê o Regimento Geral da Instituição, 
preside o colegiado do curso, órgão deliberativo em matéria de natureza acadêmica 
operacional, administrativa e disciplinar. 
Além disso, conforme o artigo 15 do Regimento Geral, poderá atuar como representante 
do Conselho Superior da Instituição, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e 
deliberativa em matéria de políticas e procedimentos, administrativa, disciplinar, de 
natureza didático-científica da faculdade. 
O artigo 51 do Regimento Geral preve a participação de coordenador de curso na 
composição do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos, com o objetivo 
de garantir o atendimento ao estudante com deficiências, limitações, superdotações e 
com transtorno do espectro autista, prevendo o desenvolvimento de ações voltadas para 
o acesso, para a permanência e para qualidade do ensino oferecidos aos estudantes a 
serem matriculados na instituição e aos seus colaboradores e também promover ações 
de difusão dos Direitos Humanos, como processo dinâmico, multidimensional, que 
envolva toda a comunidade acadêmica e que dissemine a necessidade de igualdade e 
de defesa da dignidade humana. 
 
4.2.4 Experiência de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador 
O coordenador do curso, professor Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier, possui 6 anos e 4 
meses de magistério superior e 1ª ano e 6 meses de gestão acadêmica, totalizando 8 
anos de experiência, conforme comprovantes no currículo profissional do coordenador. 
Para executar a gestão acadêmica, o coordenador trabalha e domina a legislação e 
tecnologiaeducacional disponíveis para seu curso, compatibilizando seu 
desenvolvimento científico na área educacional, na gestão de processos acadêmicos e 
na atualização e mudança curricular. 
 
4.2.5 Regime de trabalho do coordenador 
 
O regime de trabalho do coordenador é de tempo integral, sendo que o número de vagas 
anuais autorizadas para o curso de Direito são de 670 vagas, e as horas semanais 
dedicadas à coordenação é 40 horas, ou seja, perfazendo uma relação de 16,75 vagas 
por hora de coordenação. 
 
4.3 CORPO DOCENTE DO CURSO 
 
4.3.1 Titulação 
 
O curso de Direito possui 41 docentes, conforme relação abaixo, sendo 10 docentes 
com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, ou seja, 25%, 
conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos 
profissionais. 
De acordo com a relação apresentada, o curso de Direito possui 4 docentes doutores, 
ou seja,10%, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos 
currículos profissionais. 
 
Quadro 7 - Titulação do corpo docente do curso 
 Nome dos docentes 
Titulação 
(apenas 
mestre ou 
doutor) 
1 RUY CELSO BARBOSA FLORENCE Doutor(a) 
2 FABIO JUN CAPUCHO Doutor(a) 
3 ODEMILSON ROBERTO CASTRO FASSA Doutor(a) 
4 EDUARDO BINOTTO Mestre 
5 KARINA DALLA PRIA BALEJO Mestre 
6 MARCIA APARECIDA JACOMETO Mestre 
7 NILTON KIYOSHI KURACHI Mestre 
8 RENE MOHR Mestre 
9 WILMAR SOUZA FORTALEZA JUNIOR Mestre 
10 RICARDO LEAO DE SOUZA ZARDO FILHO Mestre 
4.3.2 Regime de trabalho do corpo docente do curso 
O curso de Direito possui 53% dos docentes com regime de trabalho de tempo parcial 
ou integral, conforme contratos de trabalho anexados às respectivas pastas individuais 
de cada professor. 
4.3.3 Experiência profissional do corpo docente 
O curso de Direito possuirá 98% dos docentes com experiência profissional (excluídas 
as atividades do magistério superior) de 6 anos conforme documentos comprobatórios 
a serem anexados aos respectivos currículos profissionais. 
 
4.3.4 Experiência de magistério superior do corpo docente 
 
O curso de Direito possui 90% dos docentes com experiência de magistério superior de, 
pelo menos, 4 anos, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos 
currículos profissionais. 
 
4.3.5 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica 
De acordo com os respectivos Currículos Lattes, é possível comprovar que pelo menos 
35% dos docentes do curso de Direito possuem, nos últimos três anos, relativas a 
produção científica, cultural, artística ou tecnológica, entendidas como livros, capítulos 
de livros, material didático institucional, artigos em periódicos especializados, textos 
completos em anais de eventos científicos, resumos publicados em anais de eventos 
internacionais, propriedade intelectual depositada ou registrada, produções culturais, 
artísticas, técnicas e inovações tecnológicas relevantes, publicações nacionais com e 
sem Qualis e regionais, considerando sua abrangência. 
Para a Universidade Anhanguera Uniderp, a publicação tem como principal objetivo 
promover a produção intelectual, de modo a exercer função essencial, na medida em 
que disponibiliza a divulgação dos resultados de pesquisa e promove a disseminação 
de conhecimentos, o que permitirá aos docentes aperfeiçoar e atingir o nível exigido 
pela comunidade científica. 
Para a publicação de artigos, os docentes do curso de Direito contam com as revistas 
institucionais, disponíveis no link <http://www.pgsskroton.com.br>. Os critérios para 
publicação estão de acordo com os padrões estabelecidos pela comunidade científica. 
A revista conta com equipe constituída por editores científicos, corpo editorial externo, 
especialistas em editoração científica e revisores. 
 
4.4 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO 
O funcionamento do colegiado do curso de Direito esta regulamentado e 
institucionalizado conforme Regimento Geral da Universidade Anhanguera Uniderp, 
considerando em uma análise sistêmica e global os aspectos: representatividade dos 
segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamentos das decisões. 
 
4.4.1 Representatividade dos segmentos 
De acordo com o Regimento Geral da instituição, o colegiado de curso, órgão 
deliberativo em matéria de natureza acadêmica operacional, administrativa e disciplinar, 
é constituído: 
I. pelo coordenador de curso; 
II. por três representantes dos professores; 
III. por um representante dos alunos, indicado por seu órgão representativo, que 
esteja regularmente matriculado no curso e que não tenha sido reprovado em 
nenhuma disciplina dentre as já cursadas. 
 
4.4.2 Periodicidade das reuniões 
As reuniões do colegiado do curso de Direito serão programadas e realizadas a cada 
semestre letivo, sendo realizada, ordinariamente, uma vez por semestre. Reuniões 
extraordinárias poderão ocorrer em conformidade com o artigo 25 do Regimento Geral 
da Universidade Anhanguera Uniderp. 
 
4.4.3 Registro e encaminhamento das reuniões 
 
Nas reuniões do colegiado do curso de Direito serão produzidas as atas que, após lidas 
e acordadas, deverão ser devidamente assinadas e arquivadas para fins de registro 
documental da coordenação do curso. 
Após a realização das reuniões com a discussão e aprovação dos pontos de pauta, os 
encaminhamentos serão feitos pelos respectivos responsáveis designados em cada 
reunião. 
E, de acordo com o Regimento Geral da instituição, compete ao colegiado de curso: 
I. Apresentar propostas relacionadas ao projeto pedagógico do curso e 
acompanhar sua execução. 
II. Coordenar os programas de ensino e as experiências pedagógicas. 
III. Propor alterações na regulamentação da verificação do rendimento escolar, do 
trancamento de matrícula, da reopção de curso, da transferência e da obtenção 
de novo título, para decisão do conselho superior. 
IV. Acompanhar a execução do regime didático e o cumprimento de programas 
aprovados. 
V. Emitir resoluções, normas complementares e ordens de serviço, dentro de sua 
esfera de competência. 
VI. Propor práticas de diversificação e flexibilização curricular, ouvido o NDE, 
quando couber, e estabelecer parâmetros para a consolidação da aprendizagem 
por todos os alunos do curso, inclusive aqueles com deficiência fisiológica ou 
psicológica, transtornos globais de desenvolvimento e altas 
habilidades/superdotação. 
VII. Analisar e aprovar, em primeira instância, alterações no projeto pedagógico 
do curso, propostas pelo NDE, quando couber, e encaminhar o PPC para 
aprovação do conselho superior. 
VIII. Propor e implementar a autoavaliação no âmbito do curso em complemento 
à avaliação institucional. 
IX. Deliberar sobre proposta do coordenador do curso para desligamento de 
discente da faculdade motivado por ato de indisciplina, contrário à lei ou que 
apresente risco à integridade física ou moral dos discentes, docentes e 
empregados da faculdade. 
X. Aprovar o plano acadêmico da Empresa Júnior, quando houver. 
XI. Exercer outras funções na sua esfera de competência, de acordo com este 
Regimento. 
 
4.4.4 Componentes do colegiado do curso 
Em conformidade com o artigo 23 do Regimento Geral é apresentado a composição do 
Colegiado de Direito: 
Quadro 8 - Componentes do colegiado do curso 
 Nome dos docentes REPRESENTAÇÃO 
1 
Nestor Rufino da Costa Xavier 
Coordenador do Curso 
2 
Karina Alves Campos Representante Docente 
1 
3 
Raquel Pianesso Representante Docente 
2 
4 
Cristiane Maluf Correa Representante Docente 
3 
5 Valdir Souza Representante discente 
 
5. INFRAESTRUTURA 
A Universidade Anhanguera Uniderp possui uma área de 86.598,48m² destinada às 
instalações administrativas. Essas instalações são compostas por diversos ambientes, 
conforme especifica a tabela a seguir: 
Tabela 2 - Infraestrutura da IES 
Campus I - Campo Grande (Matriz) 
Local Descrição Área (m2) 
 Áreas de Circulação 1.958,00 
 Assessoria das Coordenadorias 15,54 
 Assessoria Jurídica/Imprensa/Comunicação86,50 
 Atendimento Médico/brigada 19,80 
 Cantina 210,00 
 Arquivo Geral - Departamento de Controle Acadêmico 204,50 
 Apoio 5,80 
 Diploma 29,20 
 Coordenadorias de Cursos 366,34 
Bloco I Copa 12,50 
 Departamento de Pessoal 60,00 
 Diretoria de Recursos Humanos 71,40 
 Comercial 181,14 
 Guarita 30,00 
 Atendimento ao Estudante 15,75 
 Posto de Atendimento Bancário 48,30 
 Coordenadorias de Cursos 150,20 
 Sala Reitoria 63,44 
 Sala Vice Reitoria 59,63 
 Sala Reunião da Reitoria 117,42 
 Sala da CPA - Comissão Própria de Avaliação 24,10 
 Sala Gerente de Operações 22,00 
 Sala Assessoria 10,58 
 Secretária da Assessoria 14,45 
 Secretária da Reitoria 13,67 
 Recepção da Reitoria 10,60 
 Circulação Reitoria 49,21 
 Banheiros Reitoria 15,11 
 Arquivo Reitoria 6,84 
 Reprografia 28,01 
 Sanitários 44,44 
 Secretaria Administrativa 35,00 
 Sala DCE 120,00 
 Gerência de Tecnologia 52,30 
 Subtotal 1 4.151,77 
 Áreas de Circulação 463,24 
 Biblioteca Central 3.878,00 
Bloco II Sala de aulas 1.013,82 
 Sala de Juiz 31,90 
 Sanitários 146,04 
 Tribunal de Juri 179,00 
 Subtotal 2 5.712,00 
 Apoio 25,50 
 Áreas de Circulação 790,78 
 Auditório com 140 lugares 142,91 
 Brinquedoteca 33,18 
 Sala dos professores 88,44 
 Copa 9,38 
Bloco III Depósito para Materiais de Limpeza 3,01 
 Sala de aulas 2.141,95 
 Sanitário 202,88 
 Setor de Multimeios 39,93 
 Subtotal 3 3.477,96 
 Área de Convivência coberta 1.050,00 
 Áreas de Circulação 211,00 
 Atelier Integrado 389,03 
 Sala dos professores 33,60 
 Sala dos Técnicos 8,56 
 Laboratório de Circuitos Elétricos 88,00 
 Laboratório de Concreto 88,00 
 Laboratório de Eletrônica Digital 88,00 
 Laboratório de Eletrônica Geral e Servomecanismo 88,00 
 Laboratório de Estúdio Alternativo de Televisão 12,00 
Bloco IV Laboratório de Fotografia 88,00 
 Laboratório de Máquinas Elétricas 88,00 
 Laboratório de Materiais e Técnicas da Engenharia Civil 88,00 
 Laboratório de Microprocessadores 88,00 
 Laboratório de Multimídia: Redação e Computação Gráfica 88,00 
 Lab. de Mecânica de Fluidos 80,22 
 Laboratório de Plástica 177,66 
 Laboratório de Resistência dos Materiais 88,00 
 Laboratório de Telecomunicações 88,00 
 Sala de aula 630,05 
 Sanitário 82,30 
 Subtotal 4 3.642,42 
 Agência de Publicidade e Propaganda (UNIDEIAS) 94,50 
 Áreas de circulação 508,00 
 Auditório com 300 lugares 300,00 
 Laboratório de Multimídia e Computação Gráfica 140,00 
 Diretório Acadêmico de Arquitetura 14,16 
 Sala de estudos - Polo de Apoio Presencial 94,50 
 Sala Coordenação/Professores - Polo de Apoio Presencial 72,93 
 Secretária - Polo de Apoio Presencial 46,75 
 Produtora 70,00 
 Sala de aula 2.620,64 
 Depósito 100,00 
 Sanitários 80,00 
 Edição switcher I 22,52 
 Edição switcher II 16,18 
 Edição ilha I 11,60 
 Edição ilha II 12,84 
Bloco V Camarin 5,52 
 Sanitários 6,60 
 Arquivo 7,84 
 Técnica 20,02 
 Espera 14,27 
 Recepção 17,10 
 Circulação 51,09 
 Estudio da tv 86,00 
 Laboratório pedagógico rádio 27,60 
 Estudio gravação rádio 17,02 
 Estudio ao vivo rádio 15,48 
 Subtotal 5 4.473,16 
 Áreas de Circulação 985,46 
 Auditório (132 lugares) 210,00 
 Sala de Professores 192,00 
 Laboratório de Informática (01) 104,45 
 Laboratório de Informática (02) 103,50 
 Laboratório de Informática (03) 68,30 
 Laboratório de Informática (04) 60,90 
 Laboratório de Informática (05) 59,15 
 Laboratório de Informática (06) 70,42 
 Laboratório de Informática (07) 57,55 
 Laboratório de Informática (08) 178,82 
Bloco VI Laboratório de Informática (09) 73,85 
 Laboratório de Informática (10) 59,25 
 Laboratório dos Técnicos 31,25 
 Sala de Professores 63,00 
 Salas de aula 2.114,98 
 Sanitários 72,00 
 Subtotal 6 4.504,88 
 Áreas de Circulação 292,50 
 Auditório com 222 lugares 325,18 
 Laboratório de Informática (11) 73,79 
 Laboratório de Informática (12) 69,76 
 Laboratório de Informática (13) 72,48 
 Laboratório de Informática (14) 100,14 
 Laboratório de Informática (15) 94,42 
 Laboratório de Hardware 82,03 
Bloco VII Sala de Professores / Pronatec 56,00 
 Cantina 1 59,20 
 Cantina 2 25,57 
 Salas de aula 2.780,59 
 Sanitários 64,00 
 Subtotal 7 4.095,66 
 Áreas de Circulação (interna e externa) 2.368,79 
 Recepção Prajur 40,92 
 PRAJUR 62,58 
 Justiça Federal 161,48 
 Arquivo 73,85 
 Tribunal de Justiça 90,00 
 Salas de Mediação 67,24 
 Sala de Professores 106,08 
Bloco VIII Salas de aula 2.899,10 
 Coordenadorias de Cursos 136,86 
 Centro de Educação a Distância - CEAD 1.254,13 
 Laboratório Núcleo de Apoio Fiscal - NAF 43,64 
 Sanitários 265,10 
 Copa 10,85 
 Subtotal 8 7.580,62 
Bloco IX Salas de Aula/ corredores e escadaria 5.498,30 
 Centro de Educação a Distância - CEAD 1.280,00 
 Sub Total 9 6.778,30 
 Almoxarifado 41,16 
 Laboratório de Física 243,94 
 Laboratório de Química Geral e Tecnológica 243,94 
 Protocolo Geral 34,18 
Anexo A Pró-Reitoria de Extensão 72,75 
 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação 27,04 
 Comitê de Ética 15,62 
 Sala de Reunião do Comitê de Ética 25,65 
 Núcleo de Informática 41,70 
 Núcleo de Processamento de Dados - Servidores 28,90 
 Sub Total 10 774,88 
 Arquivo Ativo (Secretaria de Controle Acadêmico) 24,70 
 Secretaria de Controle Acadêmico 115,00 
Anexo B Laboratórios 200,00 
 Centro Integrado de Atendimento ao Estudante 224,59 
 Sub Total 11 564,29 
 Cantina 77,90 
 Serviços Gerais Administrativo 60,40 
 Etarq 12,00 
 Lab. TCC 38,40 
Anexo C Laboratório de Resistência de Materiais (Prensa) 38,40 
 Apoio Topografia 38,40 
 Sanitário 5,50 
 Garagem 72,00 
 Refeitório 48,00 
 Maquetaria 150,00 
 Setor de manutenção 45,00 
 Subtotal 12 586,00 
Local Descrição Área (m2) 
 Banheiros 40,00 
 Área Verde 120,00 
 Almoxarifado 240,00 
 Laboratório de estetica [2 ] 214,00 
 Laboratório de RTM 64,00 
 Laboratório de Recursos Cinésicos 190,85 
 Laboratório de eletrotemoterapia 91,64 
Anexo D Fundação Manoel de Barros - FMB 115,00 
 Incubadora 22,70 
 Laboratório de Artes 104,80 
 Laboratório de eletroterapia 64,00 
 Laboratório de fisioterapia 56,00 
 Depósito 17,00 
 Área de circulação240,22 
 Total 1.580,21 
 
 Total parcial Campus I 47.922,15 
 
Complexo Policlínico Odontológico 
Descrição Área (m2) 
 Almoxarifado 12,90 
 Arquivo 12,85 
 Assistência Social 9,45 
 Auditório 80,15 
 Biblioteca 120,00 
 Câmara Escura 18,25 
 Circulação 242,00 
 Copa 8,00 
 Depósito 4,60 
 Depósito de material 12,00 
 Diretoria 9,90 
 Esterilização 11,70 
 Histopatologia 52,80 
 Odontopediatria 12,00 
 Ortodontia 17,28 
 Raio –X Panorâmico 15,60 
 Recepção 180,00 
 Sala de aulas 464,00 
 Sala de Escovação 25,77 
 Sala de Interpretação 60,00 
 Sala de Manutenção de Equipamentos 6,75 
 Sala de Raio X 12,80 
 Sala dos professores 29,15 
 Sala para pacientes especiais 10,80 
 Sanitários 60,00 
 Secretaria 11,65 
 
Setor de odontologia com cap. para 40 alunos, cirurgia, raio-x e 
farmácia 
 464,00 
 
Setor de odontologia com cap. para 41 alunos, cirurgia, raio-x e 
farmácia 
 468,80 
 Tesouraria 10,80 
Total da Policlínica 2.444,00 
 
Farmácia-Escola 
Descrição Área (m2) 
 Administração Central 22,00 
 Almoxarifado 37,70 
 Área de Vendas 82,00 
 Circulação 87,00 
 Laboratório 40,40 
 Laboratório de controle de qualidade 12,00 
 Laboratório de homeopatia 40,50 
 Laboratório de homeopatia II 39,95 
 Laboratório de lavagem de materiais 15,30 
 Laboratório de líquidos 30,00 
 Laboratório de Produção de medicamentos sólidos 28,20 
 Laboratório de Semisólidos 23,00 
 Sala de atendimento especial 6,30 
 Sala de curativos 4,60 
 Sala de injeções 3,65 
 Sala dos professores 8,50 
 Sanitários 38,90 
Total da Farmácia-Escola 520,00 
 
Centro de Reabilitação Física e Clínica de Psicologia 
Descrição Área (m2) 
P
is
o
 S
u
p
er
io
r 
Área de serviço e copa 9,70 
Atendimento 15,00 
Cardiovascular 30,30 
Circulação 281,05 
Consultórios 126,00 
Diretoria 12,10 
Eletroterapia 72,15 
Ginásio e terapia ocupacional 147,65 
Observatórios 36,00 
Piscina aquecida 52,90 
Recepção 63,00 
Sala de arquivos 6,95 
Sala de aulas 65,00 
Sala de professores 32,15 
Sala para turbilhão 34,80 
Salas de estudos em grupo 58,85 
Sanitário público 20,30 
Sanitários 73,40 
Sanitários 29,65 
Sanitários para professores 11,85 
Terapia infantil 93,20 
Total 1.272,00 
 
Centro de Especialidades Médicas -Cemed 
Local Descrição Área (m2) 
Té
rr
eo
 
Administração 10,45 
Almoxarifado 39,31 
Área de circulação 1.209,86 
Armazenamento 10,40 
Atendimento ambulatorial 13,45 
Audiometria 12,00 
Auditório 140,55 
Banheiro 135,93 
Bioquímico 10,88 
Box 3,60 
Câmara escura 6,00 
Clínica cirúrgica 28,00 
Clínica da dor 15,60 
Clínica G.O 60,00 
Clínica médica 24,00 
Consultório da pediatria 48,00 
Consultório médico 12,00 
Copa 12,00 
CPD 12,00 
Desinfecção 10,40 
Distribuição 7,00 
DML 15,92 
Ecocardiograma 18,20 
Eletroencefalograma 20,20 
Endoscopia 15,60 
Espera infantil 12,00 
Estar médico 19,95 
Esterilização 13,00 
Farmácia 12,00 
Função pulmonar 12,00 
Habilidades médicas 317,00 
Copiadora 18,80 
Investigação cardiológica 42,80 
Lanchonete 16,65 
Laudos 10,60 
Litrotripsia 30,80 
Mamografia 9,10 
Material sujo 10,40 
Microbiologia 17,50 
Multimeios 3,70 
Oftalmologia 24,45 
Ortopedia 24,00 
Otorrinolaringologia 12,00 
Parasitologia 18,75 
Pequenas cirurgias 18,45 
Quadro de força 14,02 
Raio X 33,00 
Repouso 38,40 
Repouso c/ cadeiras 9,87 
Repouso Fem. 19,20 
Repouso Masc 19,20 
Reserva Raio X 24,60 
Reserva Técnica 12,00 
Roupas 11,66 
Sala Bioquímica/Hematologia/Imunologia/Hormônios 81,00 
Sala de coleta 26,40 
Sala de espera 22,65 
Sala de esterilização 26,00 
Sala de gesso 12,00 
Sala escura 6,00 
Sala reserva 12,00 
SAP 5,10 
Secreção 10,40 
Sonoteca 7,32 
Tesouraria 12,00 
Tratamento Químico 5,55 
Ultrasom 9,10 
Vacinação 12,00 
Vestiário 17,84 
Vitalidade fetal 12,00 
Sub-total 2.994,61 
P
is
o
 S
u
p
er
io
r 
Agendamento 12,30 
Área de Circulação 342,65 
Atendimento Diferenciado 14,40 
Banheiro 27,00 
Biblioteca 253,30 
Laboratório Morfofuncional 272,78 
Diretoria Clínica 22,80 
Diretoria de Enfermagem 12,00 
NPD 16,20 
Recepção 61,45 
Registro em Saúde 30,78 
Sala da secretaria 11,25 
Sala de aula 589,01 
Sala de professores 22,80 
Sala do Diretor 22,80 
Sala do Diretor-Superintendente 22,80 
Secretaria 4,50 
Secretaria/arquivo 4,50 
Sub-total 1.743,32 
Área Total do CEMED 4.737,93 
 Total Geral Campus I 56.896,08 
 
Campus I I I - Campo Grande 
Bloco Descrição Área (m2) 
 Circulação 42,56 
A1 Laboratório de Ecofisiologia vegetal 104,86 
 Laboratório de Genética e embriologia 104,86 
 Salas de aulas 209,72 
 Subtotal 1 462,00 
 Circulação 42,56 
 Laboratório de Bioquímica 104,86 
A2 Laboratório de Microscopia 104,86 
 Laboratório de Odontologia II 104,86 
 Laboratório de Química Básica 104,86 
 Subtotal 2 462,00 
 Auditório com 200 lugares 209,72 
 Circulação 42,56 
A3 Coordenadoria do Instituto de Pesquisa do Pantanal 58,00 
 Laboratório de Computação 104,86 
 Livraria 46,86 
 Subtotal 3 462,00 
 Circulação 38,58 
A4 Laboratório de Anatomia Humana 195,30 
 Laboratório de Anatomia Veterinária 228,12 
 Salas de aula 745,00 
 Subtotal 4 1.207,00 
 Circulação 42,56 
 Consultório médico 25,00 
 Coordenação de Assuntos Estudantis 9,00 
 Coordenações de Cursos 118,44 
 Recepção 60,00 
B1 Sala de Computação para alunos 9,00 
 Sala de Computação para Professores 9,00 
 Sala de Professores 50,00 
 Sala de Reuniões (atendimento ao aluno) 15,00 
 Sanitários 24,00 
 Secretarias de Cursos 90,00 
 Xerox 10,00 
 Subtotal 5 462,00 
 Arquivo 15,00 
 Reprografia 24,00 
 Circulação 60,00 
 Controle da Estação metereológica 12,00 
 Copa 10,00 
 Departamento Pessoal 20,00 
 Diretoria do Campus 37,00 
 Gerência Administrativa 42,00 
 Loja para vendas de produtos/UNIDERP 18,00 
B2 Multimeios 20,00 
 Prefeitura do Campus 24,00 
 Recepção 25,00 
 Sala de Professores 35,00 
 Sala de Reuniões 20,00 
 Sala de Telefonista 10,00Sala do Patrimônio/NPD 10,00 
 Sanitários 30,00 
 Secretaria de Controle Acadêmico 21,00 
 Tesouraria 29,00 
 Subtotal 6 462,00 
B4 4 Salas e laboratorios 1.067,00 
 Sub total 6.1 1.067,00 
 Circulação 42,56 
 Herbário 48,86 
C1 Laboratório de Entomologia 104,86 
 Laboratório de Morfologia Vegetal 104,86 
 Laboratório de Zoologia 160,86 
 Subtotal 7 462,00 
 Circulação 42,56 
 Laboratório de Odontologia I 104,86 
C2 Laboratório de Química Analítica 104,86 
 Laboratório de Química Orgânica 104,86 
 Sala de aulas 104,86 
 Subtotal 8 462,00 
 Circulação 42,56 
C3 Laboratório de Fitopatologia e Microbiologia 104,86 
 Laboratório de Pedologia e Geologia 104,86 
 Sala de aulas 209,72 
 Subtotal 9 462,00 
 Circulação 42,56 
 Laboratório de Fisiologia Animal 104,86 
C4 Laboratório de Histopatologia 104,86 
 Laboratório de Imunologia e Microbiologia Animal 104,86 
 Laboratório de Parasitologia Animal 104,86 
 Subtotal 10 462,00 
 Circulação 42,56 
 Fertilidade do Solo 104,86 
C5 Laboratório de Sementes 104,86 
 Sala de aulas 209,72 
 Subtotal 11 462,00 
 Circulação 42,56 
 Laboratório de Histologia e Histopatologia 104,86 
C6 Laboratório de Microscopia 104,86 
 Sala de aulas 209,72 
 Subtotal 12 462,00 
 Circulação 42,56 
 Laboratório de Farmacologia 104,86 
D1 Laboratório de Imunologia e Microbiologia 104,86 
 Laboratório de Parasitologia Humana 104,86 
 Sala de aulas 104,86 
 Subtotal 13 462,00 
 Circulação 42,56 
 Laboratório de Análises Clínicas 104,86 
D2 Laboratório de Eletrotermoterapia 104,86 
 Laboratório de Recursos Cinésicos 104,86 
 Núcleo de Ensino e Pesquisa Interdisciplinar (Medicina) 104,86 
 Subtotal 14 462,00 
 Circulação 42,56 
 Laboratório de Enfermagem 209,72 
D3 Laboratório de Histopatologia Humana 104,86 
 Sala de aulas 104,86 
 Subtotal 15 462,00 
 Circulação 42,56 
 Grupo Tutorial 104,86 
D4 Laboratório de Habilidades Médicas 104,86 
 Laboratório Morfofuncional e Habilidades Médicas 104,86 
 Sala de Professores (Consultoria) 104,86 
 Subtotal 16 462,00 
E1 Circulação 42,56 
E1 Salas de aula 419,44 
 Subtotal 17 462,00 
E2 Circulação 85,12 
E2 Salas de aula 376,88 
 Subtotal 18 462,00 
E3 Circulação 85,12 
E3 Salas de aula 376,88 
 Subtotal 19 462,00 
E4 Circulação 85,12 
 Sala de Pesquisa 104,86 
E4 Salas de aula 877,02 
 Subtotal 20 1.067,00 
 Laboratório de Cirurgia Experimental/ Farmácia Veterinária 52,43 
 Laboratório de Patologia Clínica 104,86 
Hospital 
Veterinário 
Laboratório de Reprodução Animal 68,00 
 Outras Dependências 1.874,71 
 Subtotal 21 2.100,00 
 Almoxarifado Central 240,00 
 Área de Convivência e Sanitários 756,47 
 Biblioteca Setorial 1.440,00 
 Biotério/ Canil 455,03 
Blocos Casa de Bomba de Irrigação 12,00 
Indepen- Casa de Força 20,00 
dentes Casa de Vegetação 182,70 
 Circulação 42,80 
 Cocheiras 194,00 
 Curral 640,00 
 Depósito 110,00 
 Estação Meteorológica 256,00 
 Galpão de Produção Hortifrutigranjeiros 270,00 
 Guarita de Controle de entrada/saída 25,00 
 Guarita Principal 50,00 
 Laboratório de Bromatologia 75,00 
Blocos Laboratório de Entomologia 36,00 
Indepen- Laboratório de Hidráulica e Irrigação 300,00 
dentes Laboratório de Mecânica e Máquinas Agrícolas 240,00 
 Laboratório de Quirópteros 125,00 
 Laboratório de Nutrição 384,00 
 Laboratório de Tecnologia de Alimentos (mini-usin. 420,00 
 Marcenaria 189,00 
 Minhocário 144,00 
 Necrópsia 275,00 
 Pavilhão de Manipulação de Solos e Plantas 260,00 
 Quadra Poliesportiva 2.050,00 
 Refeitório de Funcionários 140,00 
 Restaurante e Cantina 350,00 
 Terminal de Consulta de notas/freqüência 20,00 
 Vestiários e WC de Funcionários 162,00 
 Campo de Futebol e pistas de atletismo 1.424,97 
 Sala Ginástica 378,00 
 Subtotal 19 11.666,97 
 Total Campus III 25.423,97 
 
Fazenda-Escola Três Barras 
 
Descrição m2 
Alojamento 73,99 
Área de Convivência 229,35 
Baia I 124,72 
Baia I I 412,20 
Barracão 270,00 
Canil 35,64 
Capela 45,50 
Casas de funcionarios 559,00 
Casa dos ovinos 23,59 
Depósito de Insumos 79,13 
Escritório 64,80 
Galpão de máquinas agrícolas 288,00 
Garagem/Oficina 315,14 
Mangueiros 1.059,83 
Paiol 45,32 
Centro tecnologico de ovinos 608,00 
Sala de aulas 44,22 
 Total Geral Fazenda-Escola Três Barras 4.278,43 
 
 Área Física construída da Uniderp por Campus 
 
Campus Área (m2) 
 I - Matriz 56.896,08 
 III - Agrárias 25.423,97 
 Fazendas-Escola Três Barras 4.278,43 
 Total 86.598,48 
 
 
5.1 GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL (TI) 
Os espaços de trabalho no Gabinete para Professores em Tempo Integral (PARA 
AEDU) para os docentes em tempo integral buscam atender com qualidade os aspectos: 
disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, 
dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e 
comodidade. 
Nesses ambientes, são disponibilizados 8 equipamentos de informática para os 
professores em regime de tempo integral, sendo ainda disponibilizada rede Wi-Fi para 
aqueles que trarão seus computadores portáteis. 
 
5.2 ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E PARA 
SERVIÇOS ACADÊMICOS 
O espaço destinado às atividades de coordenação está localizado na Sala de 
Coordenações e tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os 
professores e coordenadores e servir de ponto de atendimento aos alunos que 
necessitam de algum contato com coordenadores. 
Cada coordenador possui gabinete individual de 30. metros quadrados, contando com 
computador, arquivos e telefone. São disponibilizadas senhas para acesso a todos os 
sistemas, permitindo sua familiarização e uso. 
 Existirão 04 funcionários que auxiliam no atendimento, direcionamento e auxílio aos 
serviços sob competência dos coordenadores de curso. 
O coordenador em seu gabinete realiza o atendimento de discentes e docentes. 
No atendimento aos discentes, existe registro de visitas ao coordenador do curso, em 
documento contendo horário, nome, RA e assinatura do discente, com o objetivo de 
quantificar e documentar tais visitas por curso, servindo com referência estatística e 
correspondendo como base para proposição de melhorias. 
 
5.3 SALA DE PROFESSORES 
A convivência e a cooperação são condições importantes do cotidiano dos educadores 
de todos os cursos, relações estas que, na medida em que se busca a melhoria da 
qualidade interpessoal e intrapessoal, pode-se desenvolver e aperfeiçoar competências 
na perspectiva de viver juntos e, a partir da troca de experiências, terem um 
desempenho melhor no processo de ensino-aprendizagem. 
Neste processo, o que se pretende com a Sala de Professores é resgatar e valorizar 
atitudes e comportamentos mais humanos e cooperativos, para quesurjam inovações 
e atividades de aprendizagem conjuntas entre os docentes dos diversos cursos. 
Nesse espaço, são disponibilizados 05 equipamentos de informática para os 
professores, sendo ainda disponibilizada rede Wi-Fi para aqueles que trazem seus 
computadores portáteis. 
5.4 SALAS DE AULA 
Atualmente, o curso possui 3683 discentes matriculados no curso distribuidos em 55 
turmas no turno matutino, vespertino e noturno, permitindo a excelente acomodação de 
seus discentes em suas salas de aula. 
A Universidade Anhanguera Uniderp possui uma área de 18.676,72 m² destinada às 
salas de aula, totalizando 168 salas, conforme tabela abaixo. 
5.5 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA 
A IES possui 25 laboratórios com capacidade para 1500 alunos, com 840 computadores 
de mesa, scanner, softwares atendendo plenamente o número total de usuários, 
possuindo velocidade de internet via banda larga, contando com wi-fi nas salas de aula, 
refrigeração com ar-condicionado, limpeza e conservação dos espaços físicos e 
equipamentos. 
A atualização de equipamentos e softwares é feita através de trabalho conjunto entre a 
diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando ofertar novas tecnologias e 
equipamentos modernos a seus discentes. Este trabalho é realizado no início de cada 
semestre, obedecendo à Política de Atualização de Equipamentos e Softwares. 
A total adequação do espaço físico com condições de acessibilidade plena nos moldes 
elencados no item 3.2, eliminando as barreiras arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, 
de comunicação e digital. 
 
5.6 BIBLIOTECA 
 
O Sistema de Bibliotecas da IES, unidade de apoio ao ensino, pesquisa e extensão, é 
formado pelo acervo bibliográfico presencial e virtual, e conta com recursos 
tecnológicos, espaços físicos adequados, serviços e produtos. 
Com base neste novo cenário educacional, a Instituição vem buscando novas 
abordagens e modelos na prestação de serviços e ofertas de produtos. 
Na Biblioteca, buscamos caminhos inovadores e criativos para apoiar a aprendizagem 
a distância e presencial, e, principalmente, oferecer aos estudantes de ambas as 
modalidades oportunidades iguais de acesso às fontes de informação. 
Com as novas tecnologias e ferramentas de comunicação, a Biblioteca Virtual da 
Instituição tem como meta ofertar produtos e serviços à comunidade acadêmica, 
provocando na Instituição um “repensar nossas ações“, bem como a maneira em que 
os nossos serviços serão prestados no futuro. A Biblioteca tem, como premissa para 
atendimento, “informação ao alcance de todos“. E todos, para nossa unidade, são 
nossos alunos, professores, colaboradores, público-alvo da educação especial e a 
comunidade ao entorno desta. 
Os serviços disponibilizados pela biblioteca compreendem: 
 Empréstimo domiciliar. 
 Consulta local. 
 Reserva local e on-line. 
 Renovação local e on-line. 
 Serviço de referência. 
 Acesso a serviço de cópias de documentos da instituição. 
 Serviços específicos ao deficiente visual. 
 Ponto adicional para devolução de obras. 
 Serviço de comutação bibliográfica. 
 Apoio aos alunos quanto à normalização de trabalhos acadêmicos. 
 Visita orientada. 
 Catalogação na fonte de trabalhos de conclusão de curso. 
 Empréstimo entre bibliotecas (EEB). 
As unidades recebem, ainda, suporte e apoio do corporativo para possíveis adequações 
e ampliações de espaço para a biblioteca presencial, orientação para as necessidades 
de acessibilidade plena nos termos do item 3.2 e treinamento para as formas de acesso 
a novos produtos e serviços disponíveis na biblioteca virtual. Para facilitar e motivar os 
alunos no acesso aos e-books, periódicos científicos, jornais e revistas, são elaborados 
e encaminhados aos bibliotecários tutoriais com orientações de acesso às bases de 
dados, com o objetivo de capacitá-los e, por consequência, orientar alunos e 
professores. 
Também são ofertadas capacitações específicas para que bibliotecários e assistentes 
recebam treinamento para apoio aos alunos público-alvo da educação especial. 
O horário de funcionamento da biblioteca da IES busca atender toda a necessidade da 
comunidade acadêmica, adequando-se à realidade da unidade. Assim, a biblioteca 
funciona, de segunda a sexta entre 07:30 e 22:30hs. Aos sábados, funciona das 07:30 
até 18:00. 
 
5.6.1 Acervo 
O acervo da biblioteca está disponível no catálogo on-line da Instituição, possibilitando 
a recuperação da informação pela internet, permitindo a possibilidade de buscas por 
meio da consulta simples e avançada. No catálogo on-line também é possível realizar 
reservas e renovação de empréstimos. 
O processamento técnico do acervo é feito de acordo com padrões bibliográficos, 
adotando as regras de catalogação Anglo-Americano (AACR2) e o sistema padrão de 
classificação bibliográfica a Classificação Decimal Dewey (CDD). O preparo físico dos 
livros é feito pela aplicação da identificação patrimonial (número de tombo) e de 
etiquetas contendo o número de chamada na lombada do livro. O sistema de circulação 
é automatizado, permitindo o controle através da carteira de identidade estudantil. 
A atualização do acervo é feita por meio de trabalho conjunto entre o Sistema Integrado 
de Bibliotecas - SIBLI, coordenadores e professores da unidade, em função das 
bibliografias adotadas nos Planos de Ensino. Este trabalho é realizado no início de cada 
semestre, obedecendo à Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo 
Bibliográfico. 
Todas as aquisições da biblioteca estão documentadas por notas fiscais e/ou termos de 
doações (originais ou cópias autenticadas disponíveis na unidade). 
O acervo do Sistema de Bibliotecas é totalmente informatizado pelo sistema Pergamum, 
no que diz respeito ao processamento técnico, trabalhos de circulação, catalogação, 
reserva (na biblioteca ou on-line) e consulta e renovação pelo catálogo on-line. A 
Biblioteca possui o serviço de alerta que informa a disponibilidade do material reservado. 
As unidades ainda contam com o apoio de uma equipe de especialistas em Biblioteca 
no corporativo, encarregados de identificar novos conteúdos, fornecedores e melhorias 
no acesso à informação, sejam através de conteúdos para a Biblioteca Virtual ou 
presencial. 
A aquisição sob demanda é feita no início de cada ano letivo, mas, no decorrer deste, 
outras sugestões podem ser feitas pelos coordenadores, professores e alunos, sendo 
que as obras são adquiridas de acordo com a necessidade de atualização das áreas, 
respeitada a programação orçamentária para esse fim. Também são fontes de 
sugestões de aquisições: o serviço de atendimento ao público e empréstimo entre 
bibliotecas, pois esses fornecem indicações sobre materiais que são procurados pelos 
usuários, mas que possuem alta demanda e/ou inexistentes em uma determinada 
unidade. Essas sugestões são reunidas, organizadas e distribuídas conforme 
procedimento estabelecido, sendo que este processo constitui a base do modelo de 
aquisição sob demanda. A organização das sugestões contribui para que seja adquirido 
material necessário e de acordo com a disponibilidade de recursos financeiros. 
No planejamento preestabelecido para a vigência do Plano de Desenvolvimento 
Institucional, a Biblioteca apresenta um plano de evolução para o crescimento de 
acervo. 
Outra função da Política de Aquisição e Atualização do Acervo Bibliográfico é a 
formação cultural, com a aquisição de grande número de títulos e periódicos, e-books e 
jornais, os quais possam oferecer informações diárias com a melhor qualidade. Além 
disso, são disponibilizadas matérias multimídias que agregam títulos técnicos e também 
filmes temáticos, desde clássicos do cinema até obras contemporâneas, as quais são 
utilizadas em exercícios pedagógicos com os alunos. Em ambos os casos, o processo 
de aquisição obedece às mesmas normas adotadas para a compra de obras do modelo 
de aquisição sob demanda. 
Outro formato de aquisição previsto é a comprados Livros-Texto por parte de nossos 
alunos e ofertada pela Instituição através dos serviços prestados pela Biblioteca. O 
Programa do Livro-Texto (PLT), em função da alta qualidade das obras aliada ao baixo 
custo, incentiva a leitura e promove a cultura do combate às cópias de livros. 
Existe ainda a Livraria Kroton, que permite a aquisição de obras indicadas na Bibliografia 
básica e complementar, bem como PLTs a um custo menor, sendo ofertados descontos 
de até 70% no preço de mercado, sendo ainda praticadas outras ofertas, como a 
aquisição de combos de livros a valores diferenciados a seus discentes e funcionários 
de todas as áreas. Tais ofertas e aquisições podem ser realizadas por meio do link 
http://www.livrariakroton.com.br/. 
Os Planos de Ensino das disciplinas são o ponto de referência fundamental para tal 
atualização, para a bibliografia básica, complementar e periódico científico. 
Tabela 3 - Acervo geral da biblioteca 
ÁREA DO CONHECIMENTO 
CNPQ QTD. DE TÍTULOS QTD. DE EXEMPLARES 
Enciclopédias e referências 19.490 36.834 
Ciências Exatas e da Terra 117.051 290.542 
Ciências da Saúde 59.470 224.122 
Ciências Sociais Aplicadas 332.116 1.242.814 
Ciências Humanas 150.451 403.332 
Engenharias 27.919 120.085 
Linguística, Letras e Artes 149.089 391.188 
Ciências Biológicas 11.024 41.276 
Ciências Agrárias 11.957 23.825 
Multidisciplinares 13.996 53.637 
TOTAL 892.563 2.827.655 
5.6.2 Bibliografia básica 
O acervo da bibliografia básica possui 3 títulos por disciplina, com disponibilização na 
proporção média de um exemplar para 670 vagas anuais autorizadas. 
Todo o acervo de bibliografia básica esta informatizado e tombado junto ao patrimônio 
da IES. 
5.6.3 Bibliografia complementar 
O acervo da bibliografia complementar possui 03 títulos por disciplina, com 
disponibilização de dois exemplares de cada título ou com acervo virtual. 
 
http://www.livrariakroton.com.br/
5.6.4 Biblioteca virtual 
A Biblioteca Virtual é um espaço que facilita o acesso à informação científica e cultural, 
além de levar comodidade aos alunos e eliminar barreiras de espaço e tempo. É 
referencial de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, já que promove a difusão 
intelectual. Esta ferramenta é composta por bases de dados, e-books, periódicos de 
acesso livre, teses, monografias, artigos e links de órgãos institucionais, Regulamento, 
Fale Conosco e inclusive orientações quanto a acesso às bases de dados e orientações 
na elaboração de Trabalhos de Conclusão de Curso com base na Associação Brasileira 
de Normas Técnicas - ABNT. O acesso ocorre por meio do link https://biblioteca-
virtual.com/. 
Atualmente, a Biblioteca Virtual disponibiliza a seus alunos, professores e colaboradores 
de forma geral, um total aproximado de 15.103 títulos de periódicos científicos, nas 
diversas áreas de conhecimento oferecidas pela Instituição, com acesso livre e de forma 
remota. Desta forma, auxilia na aprendizagem, permite o acesso simultâneo de vários 
usuários, amplia a coleção bibliográfica do acervo de forma significativa e diária. 
Destacamos, ainda, que praticamente toda a bibliografia complementar dos alunos se 
encontra disponível na Biblioteca Virtual, ofertando a seus usuários acesso simultâneo, 
de forma remota através de qualquer dispositivo móvel. A bibliografia complementar que 
está disponível na Biblioteca Virtual é atualizada e seu acervo cresce diariamente, 
conforme demonstrado na tabela abaixo: 
Tabela 4 - E-Books 
Títulos de e-books Quantidade 
Cengage 260 
Minha biblioteca 6.051 
Pearson 3.277 
TOTAL 9.588 
 
 
5.6.5 Periódicos científicos eletrônicos 
O acervo de periódicos da Universidade Anhanguera Uniderp está disposto de acordo 
com as necessidades de cada curso, possuindo assinaturas correntes distribuídas nas 
principais áreas do conhecimento, além de assinaturas dos principais jornais estaduais 
e municipais, com o acervo atualizado. 
 
Tabela 5 - Periódicos eletrônicos da base EBSCO 
ÁREA DO CONHECIMENTO CNPQ QTD. ESTRANGEIRA QTD. NACIONAL 
Ciências Exatas e da Terra 6166 106 
Ciências da Saúde 2880 29 
Ciências Sociais Aplicadas 2600 79 
https://biblioteca-virtual.com/
https://biblioteca-virtual.com/
Ciências Humanas 990 31 
Engenharias 437 25 
Linguística, Letras e Artes 578 16 
Ciências Biológicas 250 15 
Ciências Agrárias 643 85 
Multidisciplinares 149 2 
TOTAL 14.693 388 
Tabela 6 - Periódicos eletrônicos de outras bases 
Revista dos Tribunais Quantidade 
Doutrinas 30.000 
Jurisprudência 97.000 
Súmulas 42.111 
Legislação 50.000 
Revistas 27 
 
IOB - Informação Objetiva Quantidade 
Legislação 190.581 
Procedimento 7.241 
Notícia 30.420 
IOB - Informação Objetiva - Revista Síntese Quantidade 
Legislação 222.118 
Jurisprudência 19.821.326 
Doutrina 9.209 
Práticas Processuais 352 
Súmulas 11.997 
Com a finalidade de manter nossos alunos e professores atualizados em relação ao 
mercado de forma geral, a Instituição se preocupa em proporcionar aos mesmos os 
principais jornais de circulação nacional e internacional, especialmente alguns 
direcionados aos cursos em funcionamento na Unidade. Com acesso através da Base 
Press Reader, o conteúdo disponível passa por reavaliação anualmente, privilegiando 
as escolhas em âmbito nacional, internacional e regional. 
 
Jornais Press Reader Quantidade 
Jornais - Títulos estrangeiros 2.575 
Jornais - Títulos nacionais 29 
Revistas 1.469 
TOTAL 4.073 
 
5.7 LABORATÓRIOS 
Os laboratórios da Instituição são implementados para atender todas as áreas do 
conhecimento ofertadas na IES, orientados pelos cursos de graduação que estão em 
funcionamento, com a finalidade de assegurar as premissas acadêmicas previstas 
nesse documento e nos respectivos roteiros de aula prática. 
A importância dos laboratórios na IES também está presente nas pesquisas, 
relacionadas aos trabalhos realizados em sala de aula, e de conclusão de curso, onde 
os mesmos ofertam horários específicos para desenvolvimento dos trabalhos sem 
impactar na programação das aulas. 
A preocupação da IES centra-se em oferecer os melhores equipamentos, sempre em 
sintonia com o mercado e roteiro das aulas práticas. Os técnicos de laboratórios são 
treinados e capacitados a preparar, montar e desmontar as aulas práticas, assegurando 
que as próximas turmas encontrem os laboratórios em condições de utilização. 
A estrutura física respeita o previsto em relação às normas de acessibilidade plena e 
equipamentos de segurança, para que todos tenham acesso aos serviços oferecidos 
sem causar qualquer tipo de dano aos alunos, professores e colaboradores presentes 
neste ambiente. Os laboratórios estão preparados para atender a demanda dos alunos 
caracterizados como público-alvo da Educação Especial, por meio de acessibilidade 
atitudinal, arquitetônica, instrumental, pedagógica e nas comunicações. Desta forma, a 
IES dispõe de espaços adaptados com placas de sinalização, rampas de acesso, 
elevador adaptado e portas adaptadas de acordo com a NBR 9.050. Os computadores 
contam com leitor de tela instalado (NVDA) e, sempre que solicitado, a IES disponibiliza 
profissionais para o acompanhamento dos alunos, como o intérprete da Libras e ledor 
transcritor. 
A IES possui ainda uma equipe de profissionais especialistas em laboratórios, nas 
diversas áreas de conhecimento, cujas atividades principais são apoiar e zelar pela 
atualização dos equipamentos, planos de manutenção e garantir a entrega de insumos 
necessários para o bom andamento das atividades. Para garantir o programa de 
manutenção e atualização de equipamentos, os laboratórios são inventariados 
anualmente. Esta equipe ainda tem como atividade pesquisar constantemente novos 
fornecedores no mercado, nacional e internacional, que possam contribuir para manter 
as práticas alinhadas às tecnologias mais modernas ofertadas em um país comproporções continentais. 
A IES possui um programa de capacitação, a todos os técnicos de laboratórios, com a 
finalidade de desenvolver competências relacionadas às práticas laboratoriais, estímulo 
à pesquisa, garantir a utilização dos EPIs , aprendizagem para novos equipamentos e 
roteiros de aula. 
 
5.7.1 Laboratórios didáticos especializados: quantidade 
Os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de 
funcionamento, utilização e segurança atenderão, com qualidade, em uma análise 
sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços 
físicos e alunos vagas autorizadas, conforme tabela. 
 
Tabela 7- Laboratórios didáticos especializados: quantidade 
LABORATÓRIOS DIDÁTICOS 
ESPECIALIZADOS DO CURSO 
EQUIPAMENTOS QUANT. 
Núcleo de Prática Jurídica Computadores 19 
Núcleo de Prática Jurídica Impressoras 02 
Núcleo de Prática Jurídica scanner 02 
 
 
 
5.7.2 Laboratórios didáticos especializados: qualidade 
Os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento 
utilização e segurança buscam atender, com qualidade, em uma análise sistêmica e 
global, aos aspectos: adequação, acessibilidade plena, atualização de equipamentos e 
disponibilidade de insumos. 
A atualização de equipamentos e insumos é feita através de trabalho conjunto entre a 
diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando a ofertar novas tecnologias 
e equipamentos modernos a seus discentes. Esse trabalho é realizado no início de cada 
semestre, obedecendo à política e ações de conservação, manutenção e atualização 
de espaço físico e equipamentos. 
5.7.3 Laboratórios didáticos especializados: serviços 
Os serviços dos laboratórios especializados a sere implantados com respectivas normas 
de funcionamento, utilização e segurança buscam atender, com qualidade, em uma 
análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos 
e atendimento à comunidade. 
 
 5.8 NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS: ATIVIDADES BÁSICAS 
O Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) possui regulamento específico destinado à 
realização de práticas jurídicas simuladas e reais, inclusive com visitas orientadas e 
busca atender, com qualidade, às demandas do curso. 
A Universidade Anhanguera Uniderp conta com o Núcleo de Prática Jurídica, visando a 
oferecer um ensino de qualidade coadunando a teoria com a prática real dos 
profissionais do Direito. Tal propósito visa oferecer a visão da realidade vivida pelos 
profissionais do Direito, buscando atender a todas as demandas, especialmente as 
relacionadas à prática jurídica nos tribunais em diversas áreas. 
O Núcleo de Prática Jurídica estará devidamente estruturado e operacionalizado para o 
melhor cumprimento das atividades do estágio supervisionado e será composto por um 
advogado, um supervisor de estágio, um atendente, uma assistente social, um 
coordenador e 26 professores. 
A estrutura física do Núcleo de Prática Jurídica busca proporcionar aos discentes e 
assistidos a maior qualidade de atendimento, informação e estrutura. 
Conta com computadores, estações de atendimento, sala para conciliação, mediação, 
negociação e arbitragem, sala do coordenador de NPJ, sala de audiência, . Gabinete 
para Juiz, sala de simulação do Tribunal de Júri, telefonia, ar-condicionado, iluminação 
e ventilação adequados. 
No Núcleo ocorrem simulações da prática cotidiana nos tribunais, que buscam atender 
todas as áreas, como a prática civil, a criminal, a trabalhista, constitucional e tributária. 
 
5.9 NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA: ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, 
NEGOCIAÇÃO E MEDIAÇÃO 
O Núcleo de Prática Jurídica possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, 
mediação e atividades jurídicas reais, e busca atender com qualidade às demandas do 
curso. 
O NPJ da Universidade Anhanguera Uniderp possui convênio junto ao Centro Judiciário 
de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça Estadual e Centro Judiciário de Solução 
de Conflitos do Tribunal de Justiça Federal, através do Tribunal de Justiça de Mato 
Grosso do Sul e Tribunal Regional Federal da 3ªRegião, onde executará as atividades 
de conciliação e mediação. 
As atividades do Núcleo de Prática Jurídica são ordenadas de forma a priorizar a 
mediação, conciliação e negociação entre as partes antes da propositura das demandas 
através da aproximação dos demandantes e esclarecimento sobre as vantagens da 
conciliação e outros meios para solução de conflitos. 
Os discentes contam, ainda, com carga horária teórica exclusiva para Conciliação, 
Negociação, Mediação e Arbitragem por meio da disciplina Meios Alternativos de 
Solução de Conflitos bem como a realização de práticas simuladas e reais de 
negociação, mediação, conciliação e arbitragem por meio dos estágios curriculares 
supervisionados. 
 
6 REQUISITOS LEGAIS 
 
6.1 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO 
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Direito está coerente com a Resolução 
CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que instituiu as diretrizes curriculares 
nacionais do curso de graduação em Direito, e buscou-se atendê-la integralmente. 
6.2 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES 
ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, 
AFRICANA E INDÍGENA 
(Conforme Lei n.º 11.645, de 10/3/2008; Resolução CNE/CP n.º 01, de 17/06/2004.) 
A temática da história e cultura afro-brasileira e indígena é trabalhada em diversas 
disciplinas como Direito Civil, Direito Penal, Direito Agrário, Direito Tributário e outros. 
A temática da história e cultura afro-brasileira e indígena está inclusa na disciplina 
Homem, Cultura e Sociedade e em outras atividades curriculares do curso, tais como 
os Estudos Dirigidos. A Universidade Anhanguera Uniderp entende que essa temática 
nos sistemas de ensino significa o reconhecimento da importância da questão do 
combate ao preconceito, ao racismo e à discriminação da sociedade, com foco em 
redução às desigualdades. 
A disciplina Homem, Cultura e Sociedade articula a formação humano-social por meio 
do estudo do homem e de suas relações sociais, integrando aspectos psicossociais, 
culturais, filosóficos e antropológicos. 
São abordados assuntos como igualdade básica de pessoa humana como sujeito de 
direitos; a compreensão de que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a 
grupos étnico-raciais distintos, que possuem cultura e história próprias, igualmente 
valiosas, e que, em conjunto constroem sua história na nação brasileira; o conhecimento 
e a valorização da história dos povos africanos e da cultura afro-brasileira na construção 
histórica e cultural brasileira; a superação da indiferença, injustiça e desqualificação com 
que os negros, os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, 
no geral, pertencem, são comumente tratados; a desconstrução, por meio de 
questionamentos e análises críticas, objetivando eliminar conceitos, ideias, 
comportamentos veiculados pela ideologia do branqueamento, pelo mito da supremacia 
racial, que tanto mal fazem a negros, índios e brancos. 
Além desses, outros importantes assuntos são abordados, como: a consolidação da 
sociedade global e implicações ambientais, sociedade, exclusão e direitos humanos por 
meio do desenvolvimento de conteúdos sobre antropologia, cultura, formação do povo 
brasileiro, heranças indígenas, portuguesas e africanas, discriminação racial, sexual, 
social, de pessoas com deficiência e de gênero. 
A Lei nº 11.645 (BRASIL, 2008) e a Resolução CNE/CP nº 1 (BRASIL, 2004) concedem 
a mesma orientação quanto à temática indígena, não são apenas instrumentos de 
orientação para o combate à discriminação, são inclusive leis afirmativas, no sentido de 
que reconhecem a escola como lugar da formação de cidadãos e afirmam a relevância 
desta em promover a necessidade de valorização das matrizes culturais que fizeram do 
Brasil um país rico e múltiplo. 
Cabe esclarecer que o termoraça é utilizado com frequência nas relações sociais 
brasileiras para informar como determinadas características físicas, como cor de pele, 
tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino 
e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade brasileira. Contudo, o termo foi 
modificado pelo Movimento Negro que, em várias situações, o utiliza com um sentido 
político e de valorização do legado deixado pelos africanos. 
É importante esclarecer que o emprego do termo étnico, na expressão étnico-racial, 
serve para marcar que essas relações tensas devido às diferenças na cor da pele e 
traços fisionômicos o são também devido à raiz cultural plantada na ancestralidade 
africana, que difere em visão de mundo, valores e princípios das de origem indígena, 
europeia e asiática. 
Assim sendo, a educação das relações étnico-raciais impõe aprendizagens entre 
brancos, negros e índios, trocas de conhecimentos, quebra de desconfianças e a 
criação de um projeto conjunto para construção de uma sociedade justa, igual, 
equânime. 
6.3 DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS 
(Conforme disposto no Parecer CNE/CP n° 8, de 06/03/2012, que originou a 
Resolução CNE/CP n° 1, de 30/05/2012.) 
A Educação em Direitos Humanos é trabalhada em conteúdos das disciplinas de 
Direitos Humanos, Direito Penal, Direito Civil, Estatuto da Criança e adolescente entre 
outras. 
A Educação em Direitos Humanos (Parecer CP/CNE N° 8, de 06/03/2012, que originou 
a Resolução CP/CNE N° 1, de 30/05/2012), está contemplada na disciplina Homem, 
Cultura e Sociedade e, transversalmente, nas demais disciplinas do curso, como tema 
recorrente, garantindo atendimento ao requisito legal. 
Por meio do seu núcleo de acessibilidade local (NAID), a IES garante o atendimento dos 
“princípios da educação em direitos”: a dignidade humana, a igualdade de direitos, o 
reconhecimento e a valorização das diferenças e da diversidade, a democracia na 
educação, a transversalidade. O NAID é orientado pelo NUEEI, que propicia ao aluno, 
regularmente matriculado a permanência no Ensino Superior, garantindo o direito à 
educação inclusiva, de acordo com as especialidades, acolhendo a diversidade e 
garantindo educação justa e igualitária. 
Ao NAID cabe promover ações de difusão dos direitos humanos como processo 
dinâmico, que venha a envolver toda a comunidade acadêmica e que dissemine a 
necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana. 
 
6.4 PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO 
AUTISTA (Conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012) 
O atendimento à Lei 12.764, de 27 de dezembro de 2012, é garantido pelo Núcleo de 
Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos. O NAID, responsável pelo Atendimento 
Educacional Especializado, realiza o acompanhamento dos alunos caracterizados como 
público-alvo da educação especial, a saber: pessoas com deficiência, transtorno global 
do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, desde o processo seletivo até o 
término do curso. Dessa forma, buscará garantir os recursos de acessibilidade 
necessários para a inclusão deste público. Cabe ressaltar que comporão o grupo de 
pessoas com transtorno global do desenvolvimento as com transtorno do espectro 
autista, síndrome de Rett, síndrome de Asperger e psicose infantil. 
O NAID é responsável por garantir que a proteção dos direitos da pessoa com transtorno 
do espectro autista, nos termos legais, seja completamente atendida. As avaliações são 
adaptadas em formato acessível para o público-alvo da educação especial, sempre que 
solicitado. Dessa forma, cabe destacar a disponibilização de provas em fonte ampliada 
e compatíveis com leitores de tela. Além dos formatos disponibilizados, é importante 
salientar a ampliação de tempo para realização da avaliação para alunos com 
deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento e deficiência auditiva, e a 
flexibilidade de correção. 
A flexibilidade de correção visa respeitar a condição dos acadêmicos, levando em 
consideração o processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, o NUEEI orienta 
professores sobre a valorização quanto ao aspecto semântico e reconhecimento da 
singularidade linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez. Sempre que 
solicitado, são disponibilizados profissionais para acompanhar os acadêmicos no 
momento da realização das provas. Quais sejam: intérpretes da Libras para acadêmicos 
com surdez e ledor/transcritor para acadêmicos com deficiência visual, intelectual, 
transtornos globais do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett e síndrome de 
Asperger) e transtornos funcionais específicos (dislexia, TDAH, etc.). 
Para garantir acesso nos processos acadêmicos, sempre que solicitado, o NAID 
designará profissional para acompanhar o estudante. 
 
6.5 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE 
O quadro a seguir apresenta o corpo docente do curso de Direito, no qual pode ser 
verificado que todos os professores possuem formação em pós-graduação (lato sensu 
ou stricto sensu). 
Quadro 90 – Titulação do corpo docente do curso – lato sensu e stricto sensu 
 NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO 
 ALESSANDRO GOMES LEWANDOWSKI Especialista 
 ALEXANDRE RIBEIRO BRUM Especialista 
 ALINE ERTZOGUE MARQUES Especialista 
 ANDREA ALVES FERREIRA ROCHA Especialista 
 ANDREA FRANCISCO DE M CHIESA Especialista 
 ANDREIA ARGUELHO GONCALVES Especialista 
 AUGUSTO CESAR GUERRA VIEIRA Especialista 
 CAROLINE PENTEADO SANTANA Especialista 
 CASSIANO GARCIA RODRIGUES Mestre 
 CEZAR RENATO GAZOLLA Especialista 
 CLELIA STEINLE DE CARVALHO Especialista 
 CRISTIANE MALUF RODRIGUES CORREIA Especialista 
 DANIELLE NASCIMENTO DE SOUZA Especialista 
 DIOGO EDUARDO PEREIRA DA SILVA Especialista 
 EDUARDO BINOTTO Mestre 
 FABIO JUN CAPUCHO Doutor(a) 
 JOSE LUIZ DA SILVA NETO Especialista 
 JULIANA INOCENCIO MENDES Especialista 
 JULIANE PENTEADO SANTANA Especialista 
 JULIANO WILSON SANTOS BARBOSA Especialista 
 KARINA ALVES CAMPOS Especialista 
 KARINA DALLA PRIA BALEJO Mestre 
 LEONARDO TODSQUINI SILVA Especialista 
 MARCIA APARECIDA JACOMETO Mestre 
 NESTOR RUFINO DA COSTA XAVIER Especialista 
 NILTON KIYOSHI KURACHI Mestre 
 ODEMILSON ROBERTO CASTRO FASSA Doutor(a) 
 RAFAEL RODRIGUES SAMPAIO Especialista 
 RAQUEL PIANESSO Especialista 
 REGIS JORGE JUNIOR Especialista 
 RENATO TEDESCO Especialista 
 RICARDO LEAO DE SOUZA ZARDO FILHO Mestre 
 RODRIGO CORREA DO COUTO Especialista 
 RONALDO BRAGA FERREIRA Especialista 
 RUY CELSO BARBOSA FLORENCE Doutor(a) 
 TAIYO SCHAEFFER FERREIRA Especialista 
 THIAGO RAFAEL SANTOS DE SOUZA Especialista 
 WILMAR SOUZA FORTALEZA JUNIOR Mestre 
 ZOROASTRO COUTINHO NETO Especialista 
6.6 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE 
(Conforme Resolução CONAES n° 1, de 17/06/2010.) 
O NDE do curso de Direito é constituído, de acordo com a Resolução CONAES n.° 1, 
de 17/06/2010, por um grupo de cinco docentes, conforme descrito no item 4.1: 
 
NOME COMPLETO 
TITULAÇÃO 
 
REGIME DE TRABALHO 
 
DATA DE 
INGRESSO 
NO NDE 
1 Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier Especialista integral 2015 
2 Prof. Doutor Ruy Celso Barbosa Florence Doutor parcial 2008 
3 Profª Mestre. Marcia Aparecida Jacometo Mestre integral 2008 
4 Prof. Mestre. Nilton Kiyoshi Kurachi Mestre parcial 2008 
5 Profª Esp. Karina Alves Campos Espcialista integral 2013 
 
6.7 CARGA HORÁRIA MÍNIMA - PARA BACHARELADOS E LICENCIATURAS 
Conforme Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). 
Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). 
(licenciaturas). Resolução CNE/CP n.º 1/2006 (Pedagogia). Resolução CNE/CP n.º 
1/2011 (Letras). Resolução CNE/CP n.º 2, de 1° de julho de 2015 (Formação inicial em 
nível superior - cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados 
e cursos de segunda licenciatura - e formação continuada). 
O curso de Direito totaliza 3700 horas e atende à carga horaria mínima em horasestabelecida na Resolução CNE/CES nº 2 de 18 de junho de 2007, conforme pode ser 
demonstrado no quadro abaixo: 
 
 
Quadro 101 – Carga Horária do Curso 
Descrição da Carga Horária 
Total da Carga Horária Teórica 2.850 
Total da Carga Horária Prática - 
Atividades 
Complementares 
ED's 100 
370 
Outras 270 
Total da Carga Horária de TCC 120 
Total da Carga Horária de Estágio 360 
 TOTAL GERAL 3.700 
A compatibilidade da carga horária total cumpre a determinação da Resolução 
CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007. Todas as disciplinas são organizadas e 
mensuradas em horas-relógio de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo. 
A matriz curricular do curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp será 
concebida com um total de 3700 (três mil e setecentas) horas, em consonância com o 
que preconiza a Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que instituíram 
as diretrizes curriculares do curso de Direito. 
Como explicado no item sobre aula modelo, o parecer CNE/CES n.º 261/2006 define 
que a carga horária é mensurada em horas (60 minutos) de atividades acadêmicas e de 
trabalho discente efetivo, e que a hora-aula é decorrente de necessidades acadêmicas 
das instituições de Ensino Superior. 
 
6.8 TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO 
Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Resolução 
CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). Resolução CNE/CP n.º 
2, de 1° de julho de 2015 (Formação inicial em nível superior - cursos de licenciatura, 
cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura - e 
formação continuada). 
O tempo mínimo de integralização do curso de Direito é de 10 (dez) semestres e atende 
ao tempo de integralização e o tempo máximo de integralização será de 15 (quinze) 
semestres. 
6.9 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU 
MOBILIDADE REDUZIDA. 
Conforme disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei 
n° 10.098/2000, na Lei n° 13.146/2015, nos Decretos n° 5.296/2004, n° 6.949/2009, n° 
7.611/2011 e na Portaria n° 3.284/2003, 
A instituição, em respeito e acolhimento à diversidade, concebe a educação especial na 
perspectiva da educação inclusiva de forma transversal, pois entende que a inclusão 
escolar deve perpassar todos os níveis e modalidades de ensino. Dessa forma, 
oferecerá aos alunos público-alvo da educação especial atendimento educacional 
especializado e os recursos necessários para garantir a acessibilidade, desde o 
ingresso até a conclusão do curso de graduação. Cabe ressaltar que a concepção de 
inclusão da instituição converge com a política nacional de educação especial na 
perspectiva da educação inclusiva e busca garantir a acessibilidade aos alunos com 
deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. 
A Universidade Anhanguera Uniderp apresenta condições de acesso para pessoas com 
deficiência e/ou mobilidade reduzida, atendendo ao Decreto 5.296/2004 e 
disponibilizando rampas de acesso às áreas acadêmico-administrativas, elevadores, 
possui em sua infraestrutura piso tátil, placas em braile, rampas, banheiros adaptados, 
entre outros. 
O NAID garante o atendimento a todas as condições de acessibilidade arquitetônica de 
acordo com a NBR 9050, pedagógica e atitudinal. 
A quebra de barreiras atitudinais, por meio de processos de implementação de núcleos 
de acessibilidade, sensibilização e formação humana, converge com um dos valores da 
IES, ou seja, o respeito às pessoas, contribuindo para a construção da cultura 
institucional inclusiva. 
 
6.10 DISCIPLINA DE LIBRAS (Decreto nº 5.626/2005) 
A Universidade Anhanguera Uniderp contempla a disciplina de Libras na estrutura 
curricular do curso de Direito, sendo essa uma disciplina optativa na sua estrutura 
curricular, atendendo ao disposto no Decreto n.º 5.626/2005 e da Lei n.º 13.146. 
 
6.11 INFORMAÇÕES ACADÊMICAS 
(Art. 32 da Portaria Normativa n.º 40, de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa 
MEC n.º 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010.) 
As informações acadêmicas exigidas pela Portaria Normativa n.º 40, de 12/12/2007, 
alterada pela Portaria Normativa MEC n.º 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010, 
estão disponibilizadas na forma impressa e virtual. Estão afixadas em local visível, junto 
a Departamento de Controle Acadêmico, as seguintes informações: 
I. Ato autorizativo expedido pelo MEC, com a data de publicação no DOU; 
II. Dirigentes da instituição e coordenador de curso efetivamente em exercício; 
III. Relação dos professores que integram o corpo docente do curso, com a 
respectiva formação, titulação e regime de trabalho; 
IV. Matriz curricular do curso; 
V. Resultados obtidos nas últimas avaliações realizadas pelo MEC, quando houver; 
VI. Valor corrente dos encargos financeiros a serem assumidos pelos alunos, 
incluindo mensalidades, taxas de matrícula e respectivos reajustes e todos os 
ônus incidentes sobre a atividade educacional. 
 
As seguintes informações estão disponibilizadas em www.uniderp.br e também na 
biblioteca: 
I. Projeto pedagógico do curso e componentes curriculares, sua duração, 
requisitos e critérios de avaliação; 
II. Conjunto de normas que regem a vida acadêmica, incluídos o estatuto ou 
regimento que instruíram os pedidos de ato autorizativo junto ao MEC; 
III. Descrição da biblioteca quanto ao seu acervo de livros e periódicos relacionados 
à área do curso, política de atualização e informatização, área física disponível 
e formas de acesso e utilização; 
IV. Descrição da infraestrutura física destinada ao curso, incluindo laboratórios, 
equipamentos instalados, infraestrutura de informática e redes de informação. 
 
6.12 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 
(Lei n.º 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002.) 
A temática da educação ambiental é trabalhada em disciplinas como Direitos Difusos e 
Coletivos II, Direito Civil, Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Penal, entre 
outras. 
O reconhecimento do papel transformador da temática educação ambiental torna-se 
cada vez mais visível diante do atual contexto regional, nacional e mundial, em que a 
preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da 
biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais e as necessidades planetárias 
são evidenciados na prática social atual. 
A Universidade Anhanguera Uniderp entende que o termo educação ambiental é 
empregado para especificar um tipo de educação, um elemento estruturante em 
constante desenvolvimento, demarcando um campo político de valores e práticas, 
mobilizando a comunidade acadêmica, comprometida com as práticas pedagógicas 
transformadoras, capaz de promover a cidadania ambiental. 
Neste contexto, no curso de Direito, há integração da educação ambiental às disciplinas 
do curso de modo transversal, contínuo e permanente. Os componentes curriculares 
que abordam a temática educação ambiental durante o período de integralização do 
curso serão: as disciplinas DIREITO AMBIENTAL, HOMEM CULTURA E SOCIEDADE, 
DIREITO INTERNACIONAL, DIREITO CONSTITUCIONAL, ENTRE OUTROS. 
 
Além disso, a Universidade Anhanguera Uniderp concebeu como política institucional, 
por meio do qual são desenvolvidas ações junto à comunidade acadêmica da instituição 
com os seguintes objetivos: desenvolver a compreensão integrada do meio ambiente 
para fomentar novas práticas sociais e de produção e consumo; garantir a 
democratização e acesso às informações referentes à área socioambiental; estimular a 
mobilização social e política e o fortalecimento da consciência crítica; incentivar a 
participação individual e coletiva na preservação do equilíbrio do meio ambiente; 
estimular a cooperação entre as diversas regiões do país, em diferentes formas de 
arranjos territoriais, visando à construção de uma sociedade ambientalmente justa e 
sustentável, e também fortalecer a cidadania,a autodeterminação dos povos e a 
solidariedade, a igualdade e o respeito aos direitos humanos. 
 
7. REFERENCIAIS TEÓRICOS DO PPC 
 
AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: 
Moraes, 1982. 
ALBRECHT, K. Revolução dos serviços: como as empresas podem revolucionar a 
maneira de tratar os seus clientes. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 1992. 
BOSSIDY, L.; CHARAN, R. Execução: a disciplina para atingir resultados. Rio de 
Janeiro: Campus, 2004. 
BELLONI, I. A educação superior na nova LDB. In: BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB 
Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2005, p. 136-
137. 
BLOOM, B. S. et al. Taxonomy of educational objectives. New York: David Mckay, 
1956. 262 p. (v. 1) 
BLOOM, B. S.; HASTINGS, J. T.; MADAUS, G. F. Handbook on formative and 
sommative evaluation of student learning. New York: McGraw Hill, 1971. 923 p. 
BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases 
da Educação Nacional. Brasília, DF: MEC, 1996. Diário Oficial [da] República 
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 1996. 
______. Lei n.º 9.795, de 27/04/1999 e Decreto n.º 4.281, de 25/6/2002. Dispõe sobre 
a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras 
providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, 
Brasília, DF, 2002a. 
______. Resolução CNE/CP n.º 2/2002 (licenciaturas). Diário Oficial [da] República 
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002b. 
______. Resolução CNE/CP n.º 3, 18/12/2002). Diário Oficial [da] República 
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002c. 
______. Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação 
da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da 
República, 2004. 
______. Lei n.º 11.645, de 10 de março de 2008. Diário Oficial [da] República 
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2008. 
______. Decreto n.º 5.296/2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, 
Poder Executivo, Brasília, DF, 2004. 
______. Decreto n.º 5.622/2005, art. 4, inciso II. Diário Oficial [da] República 
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2005a. 
______. Decreto n.º 5.626/2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, 
Poder Executivo, Brasília, DF, 2005b. 
______. Resolução CNE/CP n.º 1/2006 (Pedagogia). Diário Oficial [da] República 
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006a. 
______. Portaria n.º 10, 28/7/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, 
Poder Executivo, Brasília, DF, 2006b. 
______. Portaria n.º 1024, 11/5/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do 
Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006c. 
______. Portaria Normativa n.º 12/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do 
Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006d. 
______. Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Diário 
Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2007a. 
______. Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Diário 
Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2007b. 
______. Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). 
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 
2009a. 
______. Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). 
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 
2009b. 
______. Resolução CNE/CP n.º 1, 17/6/2004. Diário Oficial [da] República Federativa 
do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2004. 
______. Portaria n.º 3, de 2 de julho de 2007. Diário Oficial [da] República Federativa 
do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2007. 
______. Portaria n.º 1.326, de 18 de novembro de 2010. Aprova, em extrato, o 
Instrumento de Avaliação de cursos de Graduação: Bacharelados e Licenciatura, na 
modalidade de educação a distância, do Sistema Nacional de Educação Superior – 
SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, 
Brasília, DF, 2010a. 
______. Portaria n.º 4059, de 2004 Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, 
Poder Executivo, Brasília, DF, 2004. 
______. Portaria Normativa n.º 40, de 12 de dezembro de 2007. Instituição do e-MEC, 
sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos 
processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. Teve 
nova redação, foi consolidada e publicada no D.O.U em 29 de dezembro de 2010 como 
Portaria Normativa / MEC n.º 23. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, 
Poder Executivo, Brasília, DF, 2010b. 
______. Portaria Normativa MEC 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010. Altera 
dispositivos da Portaria Normativa n.º 40, de 12 de dezembro de 2007. Diário Oficial 
[da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2010c. 
BRETAS, M. L. Ordem na Cidade: O exercício cotidiano da autoridade. Rio de Janeiro: 
Rocco, 1997. 
BRUNER, J. Acción, pensamiento y lenguaje. Madrid: Alianza Editorial, 2002. 
CAMARGO, P. Mapa do saber. Disponível em: 
<http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_revistas/revista_educacao/setembro01/entrevista.
htm>. Acesso em: 11 out. 2012. 
CAPES – FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE 
NÍVEL SUPERIOR. Tabela de áreas de conhecimento. Disponível em: 
<http://www.capes.gov.br/avaliacao/tabela-de-areas-de-conhecimento>. Acesso em: 
27 out. 2012. 
CHRISTENSEN, C. M. O Dilema da inovação: quando novas tecnologias levam 
empresas ao fracasso. São Paulo: Makron Books, 2001. 
CONAES. Resolução n.º 01, de 17 de junho de 2010. Normatiza o Núcleo Docente 
Estruturante e dá outras providências. Brasília, DF: CONAES, 2010. 
CONTRERAS, J. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002. 
COVEY, S. R. O 8º hábito: da eficácia à grandeza. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 
DELORS, J. (coord.) et al. Educação: um tesouro a descobrir. [Relatório para UNESCO 
da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI]. São Paulo: Cortez 
Editora, 1999. 
DE MASI, D. O futuro do trabalho. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001. 
DIAS SOBRINHO, J. (org.). Avaliação institucional: a experiência da UNICAMP – 
condições, princípios e processo. Pró-posições. v. 16, n.1 (16), p. 41-54, 1995. 
ENRICONE, D (Org.). Ser professor. 5. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006. 
FAVA, R. Educação 3.0: como ensinar estudantes com culturas tão diferentes. Cuiabá: 
Carlini & Caniato Editorial, 2011. 
FAVA, R. O estrategista. Cuiabá: Unic, 2002. 
FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da libertação, uma introdução ao 
pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Moras, 1980. 
______. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. Rio de 
Janeiro: Paz e Terra, 1996. 
IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a 
incerteza. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 
JUNQUEIRA, A. M. (Org.) Educação continuada: reflexões, alternativas. Campinas: 
Papirus, 2000. 
KAPLAN, R.; NORTON, D. The Balanced Scorecard: translating strategy into action. 
Boston: Harvard Business School Press, 1996. 
KARDEC. A. A obsessão. 3. ed. São Paulo: O Clarim, 1978. 
MACEDO, E. Currículo e competência. In: MACEDO, Elizabeth; LOPES, Alice Casimiro 
(Org.). Disciplinas e integração curricular: história e políticas. Rio de Janeiro: DP&A, 
2002. p. 115-144. 
MAGER, R. F. Preparing instructional objectives. Belmont: Lake Publishers, 1984. 
136 p. 
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DO BRASIL. Instrumento de Avaliação de cursos de 
Graduação: Bacharelados e Licenciatura, na modalidade de educação a distância, do 
Sistema Nacional de Educação Superior – SINAES. Maio 2012. 
MORAN, J. M.. Os modelos educacionais na aprendizagem on-line. 2007. Disponível 
em: <http://www.eca.usp.br/prof/moran/modelos.htm>.Acesso em: 20 abr. 2012. 
MOREIRA, A. F. B. Currículo: questões atuais. 9. ed. Campinas: Papirus, 2003. 
MORETTO, V. P. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. 
9. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2010. 
PERRENOUD, P. A prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e 
razão pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002a. 
______. As competências para ensinar no século XXI: a formação de professores e 
o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002b. 
______. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 
1999. 
______. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: Artmed, 2001. 
______. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas 
lógicas. Porto Alegre: Artmed, 1999. 
PRIGOGINE, I. O fim das certezas: tempo, ciências e as leis da natureza. São Paulo: 
Unesp, 1996. 
RIBEIRO DA SILVA, A. C.; PACHECO, J. A. Organização curricular por competências 
no Ensino Superior. Dificuldades e Possibilidades. In: SILVA, B.; ALMEIDA, L. (org.) 
Actas do VIII Congresso Galaico-Português de Psicopedagogia. Braga: CIEd, pp. 
2929-2941. 
SALDANHA, L. E. Educação brasileira contemporânea: organização e 
funcionamento. São Paulo, McGraw-Hill, 1978. 
SANTOS, B. S. A Universidade no século XXI: para uma reforma democrática e 
emancipatória da Universidade. São Paulo: Cortez, 2004. 
SCHÖN, D. A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a 
aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. 
SENGE, P. et al. Presença: propósito humano e o campo do futuro. São Paulo: Cultrix, 
2007. 
STENGERS, I.; PRIGOGINE, I. A nova aliança. Metamorfose da ciência. 3. ed. Brasilia: 
UNB, 1997. 
TAPSCOTT, D. Economia digital: promessa e perigo na era da inteligência em rede. 
São Paulo: Makron Books, 1997. 
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Guia de organização curricular: o ensino 
de graduação e a melhoria curricular. Niterói, 1998. 
VYGOTSKY, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e 
aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ícone. 1998. 
ZABALA, A. A prática educativa. Porto Alegre: Artmed, 1998. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8. ANEXO 1 
 
1° SEMESTRE 
 
HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE 
Ementa: A consolidação da sociedade global 
Conteúdos: 
Acesso à informação e interconectividade global. 
Antecedentes históricos 
Aquecimento global. 
Aspectos econômicos e sociais da globalização. 
Aspectos políticos e culturais da globalização 
Cenários possíveis. 
Globalização como processo disforme, heterogêneo e inacabado. 
Implicações ambientais da globalização. 
Multiculturalismo e Homogeneidade cultural 
Pressupostos da globalização 
 
Ementa: As ciências sociais: formas de compreender o mundo 
Conteúdos: 
A busca da cientificidade da Sociologia. 
A crítica marxista ao Estado; A dominação ideológica a partir de K. Marx; A experiência 
da alienação. 
A especificidade do fenômeno sociológico: o fato social. 
A explicação materialista da vida social; O trabalho como característica humana. 
As leituras de Durkheim, Weber e Marx. 
O tipo-ideal; O desenvolvimento do capitalismo moderno: o espírito capitalista e a ética 
protestante. 
Origem e desenvolvimento da sociedade capitalista: a acumulação primitiva e extração 
da mais-valia; O modo de produção: infraestrutura e superestrutura. 
Os tipos de desigualdade em perspectiva weberiana: classe, estamento e partido. 
Os tipos de sociedade e as formas de solidariedade; A relação individuo-sociedade. 
Os três tipos puros de dominação legítima. 
 
Ementa: O Capitalismo: o surgimento de um novo mundo. 
Conteúdos: 
A distinção entre Ciências Naturais e Ciências Humanas. 
A Revolução Francesa e um novo modelo político. 
Antecedentes da Revolução Francesa. 
Antecedentes da Revolução Industrial. 
Declínio do feudalismo e a emergência do capitalismo comercial. 
O Capitalismo e a Sociedade de Classes. 
O capitalismo e racionalização do mundo. 
O contexto histórico de surgimento das Ciências Humanas e Sociais. 
O desenvolvimento da Sociologia e seus principais pensadores. 
Revolução Industrial e a consolidação de um novo modelo econômico. 
 
Ementa: Sociedade, Exclusão e Direitos Humanos 
Conteúdos: 
A condição humana. Explicações deterministas & Explicações antropológicas. Cultura: 
definições iniciais, características da cultura, Explicações sobre a origem das 
diferenças culturais. 
A distinção entre país, estado e nação; Paulo Prado e a discussão sobre a identidade 
nacional. Etnocentrismo x Relativismo cultural. Conceitos de raça e etnia. 
A formação histórica e heterogênea do povo brasileiro. 
A implantação de políticas afirmativas relacionadas às relações inter-étnicas: a Lei 
11645 e o Estatuto da Igualdade Racial e políticas públicas. 
Antropologia como ciência: definição, objeto, objetivos e histórico. Campos de estudo: 
Antropologia Biológica e Antropologia Cultural. 
As heranças indígenas, portuguesa e africana. 
Movimentos de resistência contra o preconceito e a discriminação no Brasil 
O Mito da democracia racial. 
O preconceito como negação dos direitos humanos. 
Políticas afirmativas e as cotas como instrumentos de inclusão e de garantia dos 
direitos humanos. 
Políticas afirmativas relacionadas à diversidade sexual, às questões de gênero e à 
pessoa com deficiência. 
Reflexões sobre discriminação racial, sexual, social, de pessoas com deficiência e de 
gênero 
 
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO 
Ementa: Direito Brasileiro: fundamentos e evolução histórica 
Conteúdos: 
Assembleia Constituinte, A Constituição Cidadã e o Estado Democrático de Direito. 
Código de Defesa do Consumidor, Código Civil, Novo Código de Processo Civil e 
demais legislações relevantes desde 1988. 
Direito Transnacional, Tratados e Convenções Internacionais. 
O império e a consolidação das bases jurídicas nacionais. A República Velha e as 
transformações sociais. Inovações legislativas durante a era Vargas. Legislações da 
Ditadura Militar. 
 
Ementa: Direito Ocidental Moderno 
Conteúdos: 
Direitos Fundamentais de 1ª a 6ª dimensão. Direitos Humanos 
Iniciação ao Direito Comparado. Direito germânico. Direito canônico. Direito 
costumeiro. Common Law. Constitucionalismo Latino-Americano. 
O Código de Napoleão e sistemas jurídicos vigentes à época. 
O projeto do Estado de Direito. O fenômeno das guerras mundiais no século XX. 
Globalização. 
 
Ementa: O Direito como fato social: as codificações e os costumes na 
Antiguidade 
Conteúdos: 
Direito Medieval e Idade Média. 
Egito. Babilônia. Hebreus. 
História e método. História do Direito e seu método. As sociedades em Estado. As 
sociedades em Estado na Antiguidade. 
O Direito Grego na Antiguidade. 
 
Ementa: O Direito Romano 
Conteúdos: 
Fundamentos Gerais: Direito Penal e Processual 
Fundamentos Gerais: Direito Privado 
Fundamentos Gerais: Fontes 
Os pilares do Direito Romano e os atores do cenário jurídico. 
 
METODOLOGIA CIENTÍFICA 
Ementa: Cientificidade do Conhecimento 
Conteúdos: 
A ciência em construção, aspectos históricos e conceituais 
A ética e a ciência. 
A filosofia como suporte para a ciência. 
As diferentes formas de explicação para os fenômenos – os diferentes tipos de 
conhecimento. 
Característica do conhecimento científico. 
Características do conhecimento filosófico. 
Características do senso comum 
Conceituando o senso comum 
O espírito científico. 
O pensamento científico. 
O senso comum como base para o desenvolvimento da ciência. 
 
Ementa: Normas e Padronização Científica 
Conteúdos: 
A apresentação oral do trabalho. 
As principais normas da ABNT utilizada em um trabalho científico. 
Aspectos formais de um TCC conforme as normas da ABNT 
Como elaborar papers e sua utilização em apresentações acadêmicas. 
Considerações sobre a tabulação e análise de dados 
Eventos científicos 
O que é um artigo científico – Normas da ABNT para a elaboração do artigo científico. 
O que são as normas para apresentaçãode trabalhos científicos – a padronização. 
 
Ementa: Projeto de Pesquisa 
Conteúdos: 
A pesquisa bibliográfica e a revisão bibliográfica num processo de investigação 
científica. 
A pesquisa qualitativa e a pesquisa quantitativa. 
As características da pesquisa bibliográfica 
As características da pesquisa documental 
As principais abordagens teóricas no âmbito das ciências sociais. 
Elementos do projeto de pesquisa. 
O que é um projeto de pesquisa? 
Os paradigmas da ciência – a influência das ciências naturais. 
Técnicas para coleta de dados. 
 
Ementa: Tipos de Produção Científica 
Conteúdos: 
A pesquisa como ferramenta para construção do conhecimento científico 
A pesquisa como princípio. 
Como elaborar resumos e resenhas – normas da ABNT 
Compreendendo melhor os resumos e resenhas. 
Diferentes tipos de leitura. 
O fichamento como estratégia para registro de informações. 
O método científico 
O método científico e a pesquisa. 
O que é pesquisa? 
Utilizando os recursos da informática – organização de arquivos. 
Vantagens da utilização dos princípios do método científico nas práticas profissionais. 
 
PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO 
Ementa: Comportamento 
Conteúdos: 
As principais características do transtorno da conduta. Emoções, gênero e cultura. 
Agressão. 
Aspectos fundamentais para o estudo do comportamento. Comportamento normal e 
anormal. Aprendizagem e condicionamento. 
Conceito. Psicopata primário, secundário e criminoso. 
Percepção. Atenção. Memória. Linguagem. Pensamento. Emoção. 
 
Ementa: Personalidade 
Conteúdos: 
Conceito. Exemplos de mecanismos de defesa: compensação, expiação, fantasia, 
formação reativa, identificação, isolamento, negação, projeção e regressão. 
Formação e determinantes da personalidade. Estruturas clínicas da personalidade. 
Personalidade antissocial e criminalidade. Influência de fatores ambiental/familiar e 
biológico. 
Personalidade: definição e abordagens. A genética da personalidade. Personalidade 
e ambiente. 
 
Ementa: Psicologia e Direito 
Conteúdos: 
Contextualização histórica. Psicologia científica e senso comum. 
Fenômenos psicológicos e sua importância. Importância do estudo da Psicologia para 
os futuros profissionais do Direito. 
Psicanálise. Gestalt. Humanismo. Behaviorismo 
Psicologia Criminal. Psicologia Judiciária. Psicologia Forense. Psicologia Legal. 
 
Ementa: Temas da Psicologia Jurídica 
Conteúdos: 
Assédio (moral e sexual). Síndrome do Pânico decorrente de eventos traumáticos no 
ambiente de trabalho. Desgaste psicológico decorrente de condições laborais de 
estresse emocional 
Código de Menores e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Atos infracionais e o 
processo de inclusão social. Adolescente, judiciário e sociedade. 
Crime e criminalidade. Psicologia do testemunho. 
Processo de formação e rompimento do vínculo familiar. Separação e divórcio. Efeitos 
sobre os filhos. Síndrome de alienação parenteral 
 
TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA 
Ementa: Linguagem Jurídica e Vocabulário Jurídico 
Conteúdos: 
Estrutura e organização de julgados dos tribunais superiores (ementa, voto de relator, 
revisor e ministros, jurisprudência. Publicações no diário oficial e publicações de 
editais. 
Expressões úteis, brocardos, pronomes de tratamento, abreviaturas e siglas no direito. 
Locuções de coesão textual. 
Linguagem de grupo, linguagem técnica e linguagem tradicional. Níveis de linguagem 
(legislativa, processual, contratual, doutrinária, cartorária). 
Numeração e estrutura dos artigos de lei, regência de alguns verbos jurídicos. 
 
Ementa: Prática da Argumentação Jurídica 
Conteúdos: 
Análise da estrutura das principais peças jurídicas: petição inicial, contestação, 
apelação. 
Análise da estrutura de pareceres jurídicos. Análise de Cartas de Notificação. Análise 
de E-mails. 
Análise da estrutura de requerimento para órgãos públicos e instâncias superiores 
privadas. Análise da estrutura de notificação extrajudicial, estrutura do requerimento 
extrajudicial e de requerimento judicial simples. 
Como iniciar, desenvolver e concluir os parágrafos de um texto jurídico. 
 
Ementa: Temas essenciais de Língua Portuguesa 
Conteúdos: 
A Teoria da Comunicação (elementos da comunicação e funções da linguagem). 
Análise do discurso. Teoria sociointeracionista da linguagem. 
Gêneros e tipos textuais; os domínios discursivos documental e jurídico. 
Regência, concordância, modos de tratamentos oficiais, pontuação, uso da crase, 
questões ortográficas e da nova ortografia. 
 
Ementa: Teoria da Argumentação Jurídica 
Conteúdos: 
Conceitos. Elementos. Possibilidade. Fundamentos e regras básicas das inferências 
dedutivas por oposição e silogismo. 
Lógica formal, lógica material e sua utilidade no raciocínio jurídico. Possibilidades e 
limites. Exemplos Aplicativos. 
Preliminares. Figuras de Escolha. Figuras de Presença. Figuras de comunhão. 
Preliminares, comunicação modus operandi, comunicação e argumentação. 
Argumentação objetiva. Argumentação Subjetiva. Comunicção conflitual. 
 
 
2° SEMESTRE 
 
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO 
Ementa: Ciência Política e Teoria Geral do Estado 
Conteúdos: 
Conceito, direito adquirido, ato jurídico perfeito e coisa julgada. 
Elementos: povo, território e soberania. Finalidade. Características da soberania e 
extinção de Estado. Formas de Estado, Formas de Governo e Sistema de Governo. 
Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário 
Tipos: emenda constitucional, lei complementar, lei ordinária, lei delegada, medida 
provisória, resolução e decreto legislativo. Fases do processo legislativo. 
 
Ementa: Direito, Justiça, Ciência, Sociedade e Fontes do Direito 
Conteúdos: 
Conceito de fonte material e fonte formal: lei, jurisprudência, princípios gerais do 
direito, costumes e doutrina. Fontes formais: próprias e impróprias, estatais e não-
estatais, principais e acessórias. 
Homem e Sociedade. Fato social e Fato Jurídico. Jusnaturalismo. Contratualismo 
jurídico. 
O Direito como Fenômeno Jurídico: origem, significado e função. Relações entre 
Direito e Justiça. 
O Direito como técnica, ideologia e a cientificidade do direito. 
 
Ementa: Fontes do Direito e Hermenêutica Jurídica 
Conteúdos: 
Conceito de norma social e jurídica. Norma: forma, poder e autoridade. Características 
das normas sociais e jurídicas. Sanção. Tipos de normas jurídicas. Normas de Direito 
Público, Direito Privado e Direitos Transindividuais. 
Conceito de Ordenamento Jurídico. Sistema, Poder e Estrutura do Ordenamento 
Jurídico. 
Conceito, Caracterísiticas, Classificação, Validade, Vigência, Revogação, 
Repristinação. 
Definição de hermêutica jurídica. Métodos (interpretação gramatical, lógica, 
sistemática, histórica, sociológica, evolutiva, teleológica e axiológica). Tipos 
(especificadora, restritiva, extensiva). Interpretação e Integração. 
 
Ementa: Fundamentos Filosóficos e Sociológicos do Direito 
Conteúdos: 
Conceito e Características (científica, empírica, zetética, causal). Métodos da 
Sociologia do Direito (indutivo, positivista, compreensivo, dialético, estruturalista, 
funcionalista e desconstrutivista). 
Conceito e Características. Direito Objetivo e Subjetivo. Ato lícito e ilícito. Divisão do 
Direito Positivo. 
Conceitos, características e sua aplicação no Direito Positivo Brasileiro. 
O Positivismo Científico de Augusto Comte. A Escola Objetiva Francesa de Émile 
Durkheim. O materialismo histórico-dialético de Karl Marx. Culturalismo sociológico de 
Max Weber. Sociologismo jurídico: séc XIX - XX. O funcionalismo sociológico de Niklas 
Luhmann. 
 
DIREITO CIVIL - PESSOAS E BENS 
Ementa: Da Ausência e das Pessoas Jurídicas 
Conteúdos: 
Classificação da pessoa jurídica: pessoas jurídicas de direito privado (associações, 
sociedades, fundações, organizações religiosas e partidos políticos); Desconsideração 
da personalidade jurídica; Responsabilidade das pessoas jurídicas de direito privado 
e público. 
Conceito e natureza jurídica e requisitos para constituiçãoda pessoa jurídica (começo 
da existência legal, sociedades irregulares ou de fato e grupos personalizados). 
Curadoria dos bens do ausente. Sucessão provisória. Sucessão definitiva. Retorno do 
ausente. Ausência como causa de dissolução da sociedade conjugal. 
Responsabilidade por atos omissivos. Danos recorrentes de atos judiciais: atos em 
geral e erro judiciário; Danos decorrentes de atos legislativos causados por lei 
inconstitucional e lei constitucionalmente perfeita; Extinção da pessoa jurídica 
 
Ementa: Das Incapacidades 
Conteúdos: 
Conceitos, fundamentos, características proteção dos direitos de personalidade. Atos 
de disposição do próprio corpo. Tratamento médico de risco. Direito ao nome, proteção 
à palavra e a imagem e intimidade. 
Incapacidade absoluta: menores de 16 anos, privados por discernimento e por causa 
transitória; Incapacidade relativa: maiores de 16 anos e menores de 18 anos, ébrios, 
excepcionais e pródigos. A situação jurídica dos índios. 
Modos de individualização: nome (conceito, natureza, elementos e imutabilidade do 
nome). Estado (aspectos e caracteres). Domicílio pessoa natural (conceitos e 
espécies) domicílio da pessoa jurídica. Atos de registro civil 
Modos de suprimento da incapacidade. Cessação da incapacidade: maioridade e 
emancipação (voluntária, judicial e legal). Extinção da personalidade: morte real, 
ocorrência, morte presumida e morte civil 
 
Ementa: Direito Civil, Introdução ao Código Civil e Pessoas 
Conteúdos: 
Conceito, histórico do Direito Civil; Código Civil de 2002: estrutura, conteúdo, princípios 
e eficácia dos direitos fundamentais 
Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro: Conteúdo, função e fontes do Direito 
Civil. Artigo 1° do Código Civil: vigência da lei, início e revogação. Obrigatoriedade das 
leis; Integração das normas jurídicas: analogia, costume, princípios e equidade no 
contexto do Direito Civil; Aplicação e interpretação das normas jurídicas, conflito das 
leis no tempo e eficácia da lei no espaço 
Os sujeitos da relação jurídica. Conceito de pessoa natural e começo da personalidade 
natural 
Personalidade jurídica, capacidade jurídica e legitimação 
 
Ementa: Dos Bens 
Conteúdos: 
Bens fora do comércio 
Bens principais e acessórios. Classe de bens acessórios: produtos, frutos, pertenças 
e benfeitorias. 
Bens públicos e particulares 
Objeto da relação jurídica. Bens corpóreos e incorpóreos. Patrimônio. Bens móveis e 
imóveis. Bens fungíveis e infungíveis, consumíveis e inconsumíveis. Bens divisíveis e 
indivisíveis. Bens singulares e coletivos 
 
DIREITO DO TRABALHO 
Ementa: Contrato de Trabalho - Direito do Trabalho 
Conteúdos: 
Contrato de Trabalho, Conceito, Natureza Jurídica, 
Contrato sob a Lei 9.601/98. Contrato por Tempo Indeterminado. Sujeitos do Contrato 
de Trabalho 
Duração: Contrato a Prazo, Contrato de Experiência, Contrato de Trabalho por Obra 
Certa, Trabalho a Tempo Parcial 
Vícios de Consentimento e Forma de contrato de trabalho. 
 
Ementa: Extinção do Contrato de Trabalho 
Conteúdos: 
Alteração do Contrato de Trabalho, Transferência do Empregado 
Assistência na Rescisão do Contrato de Trabalho, Prazo para Pagamento das Verbas 
Rescisórias, Sindicalismo 
Aviso Prévio, Conceito, Natureza Jurídica, Cabimento, Irrenucabilidade, Forma, Prazo, 
Efeitos Indenização 
Suspensão do Contrato de trabalho; Interrupção do Contrato de trabalho, Cessação 
do Contrato de Trabalho 
 
Ementa: Introdução ao Direito do Trabalho 
Conteúdos: 
Aplicação das Normas de Direito do Trabalho no Tempo e no Espaço 
Fontes do Direito do Trabalho 
História Geral do Direito do Trabalho 
Princípios do Direito do Trabalho 
 
Ementa: Sujeitos da Relação Laboral 
Conteúdos: 
Empregado, Conceito, Elementos Essenciais, Tipos Especiais de Empregado 
Empregador, Conceito, Grupo de Empresas, Poder de Direção do Empregador, 
Sucessão de Empresas, Consórcio de Empregadores Rurais 
Trabalhador Rural 
Trabalho da Mulher, Trabalho da Criança e do Adolescente 
 
DIREITO PENAL - PARTE GERAL 
Ementa: Ilicitude, Culpabilidade e Concurso de Pessoas 
Conteúdos: 
Conceito. Causas de exclusão da ilicitude. Cumprimento do dever legal, exercício 
regular do direito. Consenso da vítima. Legítima defesa. 
Omissão, concurso de crimes e punição no concurso de pessoas. Pactum sceleris e 
teoria do domínio de fato. Circunstâncias incomunicáveis. 
Teorias da culpabilidade, Imputabilidade e potencial consciência da ilicitude. 
Exigibilidade de conduta diversa. 
Tipos e requisitos, da autoria. Co-autoria. Participação. 
 
Ementa: Introdução ao Direito Penal 
Conteúdos: 
Culpabilidade, humanidade e proporcionalidade. In dubio pro reo, taxatividade, 
tipicidade. Limitação e individualização da pena 
Direito penal: função ético-profissional, objeto e Estado Democrático de Direito. Direito 
penal: princípios penais limitadores. Limites de controle material de tipo incriminador. 
Interpretação da norma penal: imediata, mediatas. 
Irretroatividade, intervenção mínima. Subsidiariedade, fragmentariedade, 
insignificância. Não-culpabilidade, ne bis in idem, adequação social. 
Princípio da legalidade: medida de segurança, conteúdo material e analogia da lei 
penal mais benigna. Escolas penais e sua evolução doutrinaria (positivismo, 
garantismo, funcionalismo e direito penal do inimigo) 
 
Ementa: Lei Penal e Teoria do Crime: fato típico 
Conteúdos: 
Conceito, sujeito e classificação: infrações, crimes e divisão da infração penal e crime 
impossível. Crime doloso: elementos, espécies e características. 
Crime (conceito, ilícito, sujeitos e objeto). Classificação dos crimes. Validade temporal 
da lei penal, sucessividade no tempo e lei excepcional (intermitentes, temporárias e 
excepcionais). Tempo do crime. 
Responsabilidade penal, conceito e tipos penais, tipos incriminadores: delito e 
conduta. Teorias da conduta: finalismo (formas de conduta, efeitos da ausência, ação 
ou omissão) e resultado (conceitos e espécies). Teorias da conduta: nexo causal e 
tipicidade penal (juízo de tipicidade, tipo de injusto de ação dolosa e tipo de injusto de 
ação culposa). 
Territorialidade, Ultra territorialidade ou extraterritorialidade e Lugar do crime (teoria da 
ubiquidade). Contagem do prazo penal. Conflito aparente de normas: finalidade, 
princípio da especialidade, subsidiariedade, consunção e alternatividade. 
 
Ementa: Lei Penal e Teoria do Crime: iter criminis 
Conteúdos: 
Crime culposo: compensação de negligências, elementos e espécies de culpa e 
excepcionalidade. Crime culposo: previsibilidade do resultado, desvalor de ação e 
resultado, tipicidade nos delitos culposos. Crime pelo resultado e preterdoloso. 
Desistência voluntária. Arrependimento eficaz. Arrependimento posterior. Crime 
impossível 
Iter criminis, atos preparatórios e início de execução e consumação provocada. 
Tentativa: tipo de injusto de ação culposa, perfeita e imperfeita, penalidade, dolo e 
culpa. 
Tipo de natureza, incidência e formas, efeitos do erro de tipo. Descriminantes 
putativas: conceito, natureza jurídica e espécies de excludentes putativas de ilucitude. 
 
TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL 
Ementa: Constituição e Hermenêutica 
Conteúdos: 
Conceito de Constituição e constitucionalização simbólica. Histórico das Constituições 
brasileira. Classificação e elementos da Constituição. 
Métodos e limites de interpretação: clássico, tópico ´problemático, hermenêutico-
concretizado; científico-espiritual, comparação constitucional. Princípios e regras de 
interpretação constitucional: Unidade, efeito integrador, máxima efetividade, justeza, 
harmonização, força normativa e proporcionalidade 
Mutação, reforma, regras, princípios e derrotabilidade. Estrutura da CF/88: preâmbulo 
e ADCT. 
Princípios fundamentais na CF/88: Republica, Federação e Estado Democrático de 
Direito. Separação de ""poderes"". Fundamentos, objetivos e princípios da República. 
 
Ementa: Direitos e Garantias Fundamentais - Direito Constitucional 
Conteúdos: 
Diferenciação, características,abrangência, aplicabilidade e eficácia de direitos e 
garantias fundamentais. Deveres fundamentais e Direitos individuais, coletivos e 
sociais. 
Evolução das gerações de direitos: 1ª a 5ª dimensão 
Remédios constitucionais: habeas corpus e mandado de segurança 
Remédios constitucionais: mandado de injunção, habeas data, ação popular. 
 
Ementa: Direitos, partidos políticos e nacionalidade 
Conteúdos: 
Cargos privativos de brasileiros e atividade nociva ao interesse nacional. Perda da 
nacionalidade: cancelamento e aquisição de outra nacionalidade. 
Direitos políticos. Partidos políticos: conceito, regras constitucionais e fidelidade 
partidária. 
Nacionalidade: espécies e critérios. Nacionalidade: brasileiro nato e naturalizado 
Naturalização ordinária e extraordinária, quase nacionalidade, perda da nacionalidade 
e reaquisição da nacionalidade. Nato ou naturalizado: extradição (expulsão, 
deportação e banimento) 
 
Ementa: Eficácia, aplicabilidade e organização do Estado 
Conteúdos: 
Entes federados: união federal e Estados-membros. Entes federados: municípios e 
territórios federais. Intervenção federal e estadual. 
Estado unitário e Federação: histórico, tipologias de federalismo, características. 
Federação brasileira na CF/88: fundamentos e objetivos fundamentais da República 
Federativa do Brasil. Modelos de repartição de competências. 
Normas constitucionais: eficácia jurídica, social e eficácia contida. Normas 
constitucionais: eficácia limitada, de eficácia exaurida e aplicabilidade esgotada e 
definidores dos direitos e garantias fundamentais e gradualismo eficacial. 
 
 
3° SEMESTRE 
 
TEORIA GERAL DO PROCESSO 
Ementa: Estruturação do Poder Judiciário e Teoria da Jurisdição 
Conteúdos: 
Características da Jurisdição. 
Diferença entre jurisdição voluntária e jurisdição contenciosa. 
Direitos e deveres do Advogado. 
Diversas perspectivas conceituais da jurisdição 
Estruturação do juízo e tribunais. Funções essenciais à Justiça: juízes, 
desembargadores e ministros. 
Impedimentos dos Magistrados e do Ministério Público. 
Ministério Público, Defensoria Pública e Auxiliares da Justiça. 
Os princípios inerentes à jurisdição: aderência ao território, investidura, 
indelegabilidade, inevitabilidade, inafastabilidade, juiz natural. 
Partes e seus advogados 
Poder e Jurisdição. Atividades Jurisdicional, legislativa e executiva e suas 
diferenciações. 
Princípios garantidores da autonomia e imparcialidade do juiz. 
 
Ementa: Noções Teóricas Básicas do Processo 
Conteúdos: 
Acesso à justiça e linhas evolutivas do processo 
Conceito de processo. 
Conflitos de interesses e seus modos de resolução nos tempos antigos 
Constituição Federal e processo 
Cooperação entre as partes e os órgãos jurisdicionais 
Distinção entre as normas de Direito Material e as normas de Direito Processual 
Fontes Modernas de resolução de conflitos 
Homem em sociedade. 
Interpretação da lei processual 
Noções introdutórias de arbitragem, mediação e conciliação no Novo Código de 
Processo Civil 
Normas processuais no tempo e no espaço. Eficácia temporal 
O fortalecimento do Estado e a atividade jurisdicional 
 
Ementa: Princípios Estruturais do Processo 
Conteúdos: 
Princípio da Ação: da demanda e da iniciativa das partes 
Princípio da Economia Processual e da Instrumentalidade das formas. Princípio da 
efetividade. 
Princípio da Imparcialidade do Juiz. Princípio da Igualdade 
Princípio da Motivação das decisões judiciais. Princípio da Persuasão Racional do 
Juiz. 
Princípio da Oralidade. 
Princípio da Publicidade. Princípio da Lealdade Processual. 
Princípio da Tempestividade da prestação jurisdicional. Primazia do julgamento de 
mérito. Princípio do Acesso à Justiça. Princípio da Preclusão. 
Princípio do Contraditório e da Ampla Defesa. Princípio da Disponibilidade e da 
Indisponibilidade 
Princípio do devido processo legal em sentido material e em sentido material 
Princípio do Dispositivo e da livre investigação das provas. Princípio do Impulso Oficial. 
Princípio do Duplo grau de jurisdição. Princípio do Juiz Natural. 
Princípios e regras: conceito e diferenciação. Princípios constitucionais e 
infraconstitucionais do Processo 
 
Ementa: Teoria da Competência e Ação 
Conteúdos: 
Análise da delimitação da competência no Código de Processo Civil 
As condições para o exercício do direito de ação 
Classificação das Ações 
Competência absoluta e competência relativa: características e formas de 
impugnação. 
Conceito de Ação 
Critérios para determinação da competência: territorial, funcional e objetivo. 
Diferença entre competência e jurisdição. Diferença entre incompetência e 
impedimento. 
Elementos da Ação: partes, pedido e causa de pedir. Momento de fixação dos 
elementos. 
Importância dos elementos da ação: delimitação do julgamento, identidade de ações, 
litispendência, coisa julgada, conexão e continência 
Natureza jurídica do direito de ação e suas teorias 
Prevenção e princípio da perpetuaria jurisdictionis. Causas modificativas da 
competência. Reunião de processos. 
Prorrogação de competência 
 
DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS 
Ementa: Atos jurídicos, prescrição, decadência, elementos acidentais e prova 
do negócio jurídico 
Conteúdos: 
Conceito, Abuso de Direito e Causas de Excludentes e Ilicitude 
Conceitos, Prazos, Diferenças entre Prescrição e Decadência, Suspensão e 
Interrupção do Prazo Prescricional 
Condição, Termo e Encargo. Da Confissão 
Documentos Públicos e Particulares. Da Testemunha. Presunção e Perícia 
 
Ementa: Elementos de Existência e Validade do Negócio Jurídico. Defeitos. 
Invalidade. 
Conteúdos: 
Agente emissor da vontade, objeto, forma, causa e manifestação de vontade. O 
silêncio como forma de manifestação de vontade 
Erro ou Ignorância, Dolo, Coação; Lesão 
Estado de Perigo; Simulação e Fraude contra credores 
Nulidade Absoluta e Nulidade Relativa 
 
Ementa: Fato Jurídico 
Conteúdos: 
Ato-fato Jurídico 
Classificação dos Fatos Jurídicos 
Efeitos dos Fatos Jurídicos (aquisitivo, modificado, consertativos, extintivos) 
Fatos Naturais 
 
Ementa: Negócios Jurídicos 
Conteúdos: 
Classificação dos Negócios Jurídicos 
Da representação no Negócio Jurídico 
Interpretação dos Negócios Jurídicos 
Negócio jurídico: conceito 
 
DIREITO CONSTITUCIONAL 
Ementa: Controle de Constitucionalidade 
Conteúdos: 
Ação Declaratória de Constitucionalidade. Arguição de descumprimento de preceito 
fundamental. Súmulas vinculantes 
Ação Direta de Inconstitucionalidade de Lei. Ação Direta de Inconstitucionalidade por 
omissão 
Controle de Constitucionalidade: conceito, pressupostos e requisitos, espécies de 
controle, controle preventivo 
Controle repressivo de constitucionalidade, controle repressivo realizado pelo poder 
legislativo, controle repressivo realizado pelo judiciário, controle concentrado ou via de 
ação direta 
 
Ementa: Ordem Econômica, Financeira e Social 
Conteúdos: 
Educação, Cultura e Desporto. Ciência e Tecnologia. Comunicação social. Meio 
Ambiente. Família, criança, adolescente, jovem e idoso. Índios 
Estado de defesa e estado de sítio. Forças armadas. Segurança Pública. 
Política urbana. Política agrícola e fundiária e da reforma agrária. 
Princípios gerais da atividade econômica. Intervenção do Estado no domínio 
econômico. Sistema financeiro nacional 
 
Ementa: Organização Político-Administrativa 
Conteúdos: 
Distribuição de competências em matéria administrativa e em matéria legislativa. 
Intervenção. 
Formação dos Estados. Formação de Municípios 
Regras de organização, adoção da federação, indissolubilidade do pacto federativo; 
Capital Federal; legislativa. Intervenção. 
União, Estados-membros; Municípios; Distrito Federal; Territórios. 
 
Ementa: Separação de Poderes 
Conteúdos: 
Poder Judiciário: conceito, estrutura, funções típicas e atípicas, garantias, Conselho 
Nacional de Justiça, organização do Poder Judiciário. Ministério Público: origem, 
conceito, princípios, funções, garantias. AdvocaciaPública: advocacia, 
indispensabilidade do advogado, imunidade. Defensoria Pública 
Poder Legislativo: Funções, Congresso Nacional, Função típica; Tribunal de Contas: 
conceito, finalidade, funções. Poder Executivo: estrutura, responsabilidade do 
Presidente da República 
Processo Legislativo: Conceito. Processo legislativo ordinário. Espécies normativas. 
Separação das funções estatais; Funções estatais: Poder Legislativo, Executivo 
Judiciário. Ministério Público 
 
DIREITO PENAL - TEORIA DAS PENAS 
Ementa: Ação Penal e causas de Extinção da punibilidade 
Conteúdos: 
Ação penal pública e privada 
Anistia, graça e indulto e Renúncia 
Prescrição, decadência e perempção 
Retratação e Perdão judicial 
 
Ementa: Concurso de Crimes e de Sistema de aplicação da pena 
Conteúdos: 
Concurso Formal Impróprio 
Concurso Formal Próprio 
Concurso Material 
Crime combinado 
 
Ementa: Incidentes de execução de penas e medida de segurança 
Conteúdos: 
Detração penal 
Livramento Condicional 
Medida de segurança 
Sursis 
 
Ementa: Penas e seus critério de aplicação 
Conteúdos: 
Dosimetria da pena 
Pena de Multa 
Pena Privativa de liberdade (remissão, detração e progressão de regime) 
Penas restritivas de direito 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PARTE GERAL 
Ementa: Atos processuais 
Conteúdos: 
Comunicação dos atos processuais: cartas; citações; intimações 
Comunicação dos atos processuais: nulidades 
Conceito; classificação; forma; publicidade 
Tempo e lugar dos atos processuais; prazos 
 
Ementa: Formação e Extinção do processo 
Conteúdos: 
Formação do processo: impulso, citação 
Hipóteses de extinção com julgamento do mérito: acolhimento ou rejeição do pedido; 
transação; prescrição e decadência 
Hipóteses de extinção sem julgamento do mérito: indeferimento da inicial, abandono, 
carência da ação, perempção, litispendência 
Suspensão do processo: conceito e hipóteses 
 
Ementa: Processo judicial Eletrônico 
Conteúdos: 
Comunicação eletrônica dos atos processuais. 
Informatização do processo judicial. 
Lei 11419/2006 e seus conceitos 
O processo eletrônico nos diversos estados e seu funcionamento 
 
Ementa: Sujeitos Processuais 
Conteúdos: 
Competência: conceito, classificação, modificação de competência e declaração de 
incompetência. Organização judiciária. Auxiliares da justiça 
Condições da Ação, Pressupostos processuais. Partes e procuradores: capacidade 
processual; substituição processual 
Litisconsórcio; intervenção de terceiros; oposição nomeação à autoria; denunciação 
da lide; denunciação da lide; chamamento ao processo; assistência 
Ministério Público: conceito e funções. Juiz: poderes e responsabilidade; impedimento; 
suspeição 
 
 
4° SEMESTRE 
 
DIREITO ECONÔMICO 
Ementa: A Ordem Econômica Constitucional e Internacional 
Conteúdos: 
A ordem econômica na Constituição de 1988: introdução e seus fins 
Imperfeições do liberalismo, agente regulador da economia, funções de legitimação e 
repressão, preservação do sistema capitalista 
Introdução à ordem econômica internacional e sua relação com a soberania 
Princípios constitucionais da Ordem Econômica 
 
Ementa: Economia Política 
Conteúdos: 
Antiguidade e idade média, mercantilismo, fisiocratas, escola clássica, marginalismo, 
keynesianismo e neoliberalismo 
Comunismo primitivo, capitalismo de concorrência, capitalismo monopolista, socialismo 
Introdução ao tema da Economia Política 
Noções de mercado, Bens econômicos e sua classificação (bens exclusivos e bens 
públicos), o fato econômico e suas relações, Fatores de Produção 
 
Ementa: Intervenção do Estado no Domínio Econômico 
Conteúdos: 
A fiscalização e controle da concorrência: CADE, funcionamento e julgamentos 
Formas de Intervenção do Estado na Economia 
Introdução ao tema da regulação, O papel das agências. 
O Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência 
 
Ementa: Introdução ao Direito Econômico 
Conteúdos: 
A interpretação do conceito de ordem econômica, tipos de constituição, história das 
Constituições Econômicas 
Atividade econômica em sentido amplo e sentido estrito, serviço público, intervenção 
sobre o domínio econômico 
Conceito de direito econômico, sua importância e histórico 
Direito econômico e política econômica, o método, economia política da forma jurídica 
 
DIREITO CIVIL - OBRIGAÇÕES 
Ementa: Da Inadimplemento das Obrigações 
Conteúdos: 
Cláusula Penal e Arras 
Dos Juros Legais 
Mora 
Perdas e Danos 
 
Ementa: Das Modalidades e Transmissão das Obrigações 
Conteúdos: 
Da Cessão de Contrato 
Da Cessão de Crédito e de Débito 
Obrigações Propter rem. Obrigações em Relação ao seu Vínculo, Obrigações quanto à 
liquidez do objeto 
Obrigações quanto ao Conteúdo, ao Objeto e aos sujeitos 
 
Ementa: Do Adimplemento e da Extinção das Obrigações 
Conteúdos: 
Da Dação em Pagamento 
Da Imputação do Pagamento e Dação em Pagamento 
Da Renovação, Compensação, Confusão e Remissão de Dívidas 
Do Pagamento: introdução, em consignação e com sub-rogação 
 
Ementa: Introdução ao Direito das Obrigações 
Conteúdos: 
Conceito e Importância do Direito das Obrigações 
Distinções Fundamentais entre Direitos Pessoais e Direitos Reais. 
Elementos Constitutivos das Obrigações 
Fontes das Obrigações 
 
DIREITO COLETIVO DO TRABALHO 
Ementa: Direito Coletivo do Trabalho 
Conteúdos: 
Conflitos Coletivos de Trabalho 
Greve 
Liberdade Sindical 
Organização Sindical 
Relações Coletivas de Trabalho 
 
Ementa: Direito Individual do Trabalho 2 
Conteúdos: 
Equiparação Salarial 
Estabilidade 
FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ) 
Salário e Remuneração 
 
Ementa: Direito Tutelar do Trabalho 2 
Conteúdos: 
Duração do Trabalho 
Férias 
Intervalos para descanso. 
Repouso semanal remunerado. 
 
Ementa: Medicina e segurança do trabalho 
Conteúdos: 
Higiene, condição e ambiente de trabalho 
Medicina do trabalho e controle médico 
Risco 
Segurança e programa educativo 
 
DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A PESSOA E PATRIMÔNIO 
Ementa: Da Periclitação da Vida e da Saúde 
Conteúdos: 
Abandono de Incapaz - Artigo 133 do Código Penal 
Exposição ou Abandono de Recém-Nascido - Artigo 134 
Maus Tratos - Artigo 136 do Código Penal 
Omissão de Socorro - Artigo 135 do Código Penal 
Perigo de Contágio de Moléstia Grave - Artigo 131 
Perigo de Contágio Venéreo - Artigo 130 do Código 
Perigo para a Vida ou Saúde de Outrem - Artigo 123 
 
Ementa: Do crime contra o patrimônio 
Conteúdos: 
Da apropriação indébita 
Da receptação 
Da usurpação 
Do dano 
Do estelionato e outras fraudes 
Do furto 
Do roubo e da extorsão 
 
Ementa: Dos Crimes Contra a Liberdade Individual e inviolabilidade da pessoa 
Conteúdos: 
Ameaça - Artigo 147 do Código Penal 
Constrangimento Ilegal - Artigo 146 do Código Pena 
Correspondência Comercial - Artigo 152 do Código P 
Redução à Condição Análoga a de Escravo - Artigo 149 
Rixa - Artigo 137 do Código Penal 
Sequestro e Cárcere Privado - Artigo 148 do Código 
Violação de Correspondência - Artigo 151 do Código 
Violação de Domicílio - Artigo 150 do Código Penal 
 
Ementa: Dos Crimes Contra a Vida e Honra 
Conteúdos: 
Aborto - Artigos 124 a 128 do Código Penal, Lesão Corporal - Artigo 129 do Código 
Penal 
Calúnia - Artigo 138 do Código Penal 
Difamação - Artigo 139 do Código Penal 
Disposições Comuns - Crimes Contra a Honra - Artigo 141 
Escritura do tipo Penal. 
Homicídio - Artigo 121, Código Penal 
Induzimento, Instigação ou Auxílio a Suicídio - Artigo 122, Código Penal 
Infanticídio - Artigo 123, Código Penal 
Injúria - Artigo 140 do Código Penal 
Princípios Constitucionais Limitadores e Orientadores do Direito Penal 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PROCESSO DO CONHECIMENTO 
Ementa: Da Tutela Provisória 
Conteúdos: 
Da tutela da evidencia 
Disposições gerais 
Do procedimento da tutela antecipada requerida em caráter antecedente 
Do procedimento da tutela cautelar requerida em caráter antecedente 
 
Ementa: Processo de Conhecimento: Procedimento Comum 
Conteúdos:Fase Postulatória e de saneamento 
Julgamento conforme o estado do processo 
Providências preliminares 
Saneamento do processo; fase probatória 
 
Ementa: Sentença e Coisa julgada 
Conteúdos: 
Classificação das sentenças 
Coisa julgada 
Estrutura e formalidades da sentença 
Fase Decisória; sentença 
Hipoteca judiciária 
 
Ementa: Teoria Geral das Provas - Direito Processual Civil 
Conteúdos: 
A Prova; Meios de prova 
Audiência de Instrução e julgamento 
Espécies de Provas 
Procedimento probatório 
 
5° SEMESTRE 
 
ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE 
Ementa: A disputa contemporânea entre as concepções de mundo 
Conteúdos: 
A Socialdemocracia e o Estado de Bem-Estar Social. A reação da Europa ao modelo 
socialista. Os anos dourados do capitalismo. Meados do século XX. 
Consolidação do Estado Liberal e do Capitalismo no Séc. XIX e início do século XX. 
O esgotamento dos modelos socialdemocrata e socialista. O liberalismo revisitado. O 
neoliberalismo no final do século XX. A crise mundial do início do século XXI e o 
questionamento do neoliberalismo. Políticas públicas e intervenção estatal. 
o Socialismo como alternativa real ao capitalismo: URSS, China e Cuba. 
 
Ementa: A formação do pensamento ocidental 
Conteúdos: 
A lógica aristotélica e formação dos conceitos universais. 
A maiêutica socrática. O racionalismo platônico e o mundo das ideias. 
Agostinho e a revelação divina como fonte de conhecimento. 
Condições históricas para o surgimento da Filosofia. 
Definição de mito. Natureza do mito. Função do mito. 
Immanuel Kant e o movimento iluminista. 
John Locke e o Empirismo. 
O convencionalismo e relativismo dos sofistas. 
Principais características do período pré-socrático. 
René Descartes e o racionalismo. 
Tomás de Aquino e a busca pela conciliação entre fé e razão. 
 
Ementa: A política e a evolução das concepções de mundo 
Conteúdos: 
Agostinho e o direito divino de governar. 
Aristóteles e o homem como um animal político. 
Hobbes e o Estado Soberano. 
Locke, o Estado Liberal e o direito à propriedade. 
Maquiavel e o realismo político. 
Os regimes políticos. 
Os sofistas e a política como uma construção circunstancial. 
Platão e a construção idealista da República. 
Rousseau e o contrato social. 
 
Ementa: Formação da Moral Ocidental 
Conteúdos: 
Hegel e a moral como uma construção histórico-cultural. 
Kant e o imperativo categórico. 
Nietzsche e genealogia da moral. 
O conceito de virtude em Aristóteles e a sabedoria prática. 
O dualismo platônico e o antagonismo entre o corpo e a alma racional. 
Renê Descartes: o valor da intenção. 
Rousseau e a moral do coração. 
Santo Agostinho: a importância da revelação. 
Sartre e a questão da liberdade. 
Sofistas e o relativismo ético. Sócrates e o racionalismo ético. 
 
DIREITO CIVIL - TEORIA GERAL DOS CONTRATOS 
Ementa: Contratos em Espécies 
Conteúdos: 
Comodato 
Compra e Venda 
Contrato Estimatório 
Depósito 
Doação 
Empreitada 
Empréstimo 
Locação 
Mútuo 
Prestação de Serviço 
Troca e Permuta 
 
Ementa: Contratos: Princípios; Classificação, Formação e Manifestação de 
vontade 
Conteúdos: 
Aceitante ou Oblato 
Autonomia da Vontade, Supremacia da Ordem Pública, Consensual ismo, 
Obrigatoriedade da Convenção, Relatividade dos Efeitos do Contrato, Revisão dos 
Contratos ou Onerosidade Excessiva, Boa Fé. 
Classificação dos contratos: Unilaterais ou Bilaterais, Onerosos ou Gratuitos, 
Aleatórios ou Comutativos, Reais ou Consensuais, Solenes ou Não Solenes, Principais 
ou Acessórios, paritários ou de ades 
Conceito e Requisitos 
Declaração de Vontade 
Expressa 
Proponente ou Policitante 
Tácita 
 
Ementa: Elementos do Contrato, efeitos, contratos aleatórios, interpretação, 
vícios, evicção e extinção do contrato. 
Conteúdos: 
Ações Edilícias: ação redibitória, ação quanti minoris ou estimatória 
Conceito de evicção, requisitos, partes na relação de evicção, classificação, 
responsabilidade, deterioração ou benfeitorias. 
Conceito de vícios redibitórios, Fundamento Jurídico, Distinções. 
Conceito e interpretação dos contratos, efeitos, princípios básicos, regras esparsas, 
Interpretação dos Contratos no Código de Defesa ao Consumidor 
Contratos Aleatórios: conceito, característica e requisitos. 
Execução com o cumprimento do Contrato; Inexecução Contratual 
Formas de Extinção; Imperfeição anterior ao contrato 
Interpretação dos Contratos no Código de Defesa ao Consumidor 
Obrigações Personalíssimas, Obrigações Não Personalíssimas, Contratos que criam 
Deveres ou Direitos para Terceiros 
Prazos no Código Civil e código de defesa do consumidor 
Requisitos dos elementos do contrato: subjetivos, objetivos, formais. Função social do 
contrato 
Rescisão; requisitos; consequências; resilição; distrato; 
 
Ementa: Negociações, proposta, aceitação, momento da conclusão. 
Conteúdos: 
Aceitação entre Presentes e entre ausentes 
Características e obrigatoriedade da proposta 
Entre Ausentes 
Entre Presentes 
Expressa, em Regra 
Negociação 
Pessoa Presente e ausente 
Requisitos de aceitação 
Tácita (art.432 CC ) 
Teoria da Congnição e Agnição 
Teorias 
Três subteorias - Declaração, Expedição e Recepção 
 
DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO 
PÚBLICA 
Ementa: Dos Crimes contra a Administração Pública 
Conteúdos: 
Dos crimes contra a administração da Justiça (arts. 338 a 348) 
Dos crimes contra a administração da Justiça (arts. 349 a 359) 
Dos crimes praticados por funcionário público contra a Administração em Geral (arts. 
312 a 327) 
Dos crimes praticados por particular contra a administração em geral (arts. 328 a 337-
A) 
 
Ementa: Dos Crimes contra a Dignidade Sexual 
Conteúdos: 
Do Lenocínio e do tráfico de pessoa para fim de prostituição ou outra forma de 
exploração sexual (arts. 227 a 231-A) 
Do ultraje público ao pudor (arts. 233 e 234) 
Dos crimes contra a Liberdade sexual (arts. 213 a 216-A) 
Dos crimes sexuais contra vulnerável (arts. 217 a 218-B) 
 
Ementa: Dos Crimes contra a Paz E Fé Pública 
Conteúdos: 
Apologia de crime ou criminoso (art. 287) 
Da falsidade de títulos e outros papéis públicos (art. 293) 
Da falsidade documental (arts. 296 a 305) 
Da Moeda falsa (arts. 289 a 292) 
De outras falsidades (arts. 306 a 311) 
Incitação ao crime (Art. 286) 
Quadrilha ou bando 
 
Ementa: Dos Crimes contra o Sentimento Religioso e contra o Respeito aos 
mortos 
Conteúdos: 
Dos Crimes contra o respeito aos mortos (art. 209) 
Dos Crimes contra o respeito aos mortos (art. 210) 
Dos Crimes contra o respeito aos mortos (arts. 211 a 212) 
Dos Crimes contra o Sentimento religioso (art. 208) 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - RECURSOS 
Ementa: Do Processo e dos Incidentes nos Tribunais 
Conteúdos: 
Ação Anulatória 
Ação Rescisória 
Da Declaração de inconstitucionalidade 
Da uniformização de jurisprudência 
Homologação de sentença estrangeira 
Incidentes expressos nos regimentos internos dos tribunais: análise comparativa entre 
Estados 
Processos nos tribunais 
 
Ementa: Princípios Fundamentais dos Recursos Civis 
Conteúdos: 
Conceitos e Natureza Jurídica do Recurso 
Princípio a Proibição de reformatio in pejus 
Princípio da Complementaridade 
Princípio da Irrecorribilidade em sesparado de decisões interlocutórias 
Princípio da Taxatividade; singularidade; fungibilidade; volunariedade; dialeticidade 
Princípio do Duplo grau de jurisdição 
 
Ementa: Recurso em espécie 
Conteúdos: 
Agravo Retido; agravo de instrumento; interno e regimental 
Apelação Cível 
Embargos de Declaração 
Embargos de Divergência 
Julgamento no STJ 
Prequestionamento 
Recurso Especial retido 
 
Ementa: Teoria Geral dos Recursos 
Conteúdos: 
Atos Processuais Sujeitos a Recurso 
Conceito e Natureza Jurídica de Recurso 
Efeitos dos Recursos - Devolutivo, Suspensivo, Expansivo, Translativo e Substitutivo 
Juízo de Admissibilidade e Juízo de Mérito dos recursos 
 
DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO 
Ementa: Atos, Termos e Prazos ProcessuaisConteúdos: 
Atos Processuais 
Classificação 
Comunicação do Atos Processuais: Notificação, Cit 
Conceito e vícios da nulidade do Processo do Trabalho 
Prazos Processuais 
Principais Prazos na Justiça do Trabalho 
Termos Processuais 
 
Ementa: Formas de Solucionar Conflitos 
Conteúdos: 
Arbitragem 
Auto composição 
Autotutela 
Comissão de Conciliação Prévia 
Heterocomposição 
Jurisdição 
Mediação 
Negociação Coletiva 
 
Ementa: Jurisdição e Competências Trabalhistas 
Conteúdos: 
Ações Oriundas das Relações de Emprego e trabalho 
Competência em Razão da Matéria 
Competência em Razão da Pessoas 
Competência em Razão do Lugar 
Competência Funcional 
O Ministério Público do Trabalho 
Órgãos Auxiliares da Justiça do Trabalho; Corregedorias e conselho 
Tribunais Regionais do Trabalho 
Tribunal Superior do Trabalho 
Varas do Trabalho 
 
Ementa: Processo de conhecimento, de execução e recursos 
Conteúdos: 
Ação Civil processo do trabalho 
Audiência Inicial, Instrução e Julgamento 
Cálculos trabalhistas 
Comparecimento das Partes, Arquivamento, Revelia e Confissão 
Contestação, renovação e execução 
Elementos da Ação, condição das ações, pressupostos de validade do processo 
Embargos à Execução, embargos de terceiro 
Forma, valor da causa, requisitos, inépcia da inicial 
Preposto, testemunhas, provas 
Presença do Juiz e Servidores das Audiências 
Recurso Ordinário, Revista, Embargos ao TST, Agra 
 
 
6° SEMESTRE 
 
TEORIA GERAL DA EMPRESA 
Ementa: Introdução ao Direito Empresarial e a Atividade Empresária 
Conteúdos: 
A importância da propriedade Industrial para a empresa: questões relacionadas à 
concorrência desleal e à marca 
A origem e evolução do Direito Empresarial. Teoria da Empresa. Atividades 
empresariais e não empresariais. 
As fontes do Direito Empresarial. Princípios Gerais do Direito Empresarial. 
O Estabelecimento empresarial. Nome Empresarial. Registro do Comércio. Livros 
comerciais 
 
Ementa: Reorganização e Dissolução da Sociedade 
Conteúdos: 
Fases da dissolução 
Incorporação, fusão e cisão. Sociedades coligadas: controladas e controladoras 
Introdução e transformação societária 
Mecanismos de Reorganização Societária: introdução e transformação 
 
Ementa: Sociedades em espécie 
Conteúdos: 
Sociedade anônima: Noções gerais, constituição e capital social. 
Sociedade Anônima: Poder de controle, órgãos, administração, lucros e dividendos 
Sociedade Limitada. Empresa individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) 
Valores Mobiliários: Ações, partes beneficiárias, debêntures e bônus de subscrição 
 
Ementa: Teoria Geral do Direito Societário 
Conteúdos: 
Conceito de sociedade empresária. Personalização e Classificação da sociedade 
empresária 
Constituição das sociedades empresariais. Espécies 
Sociedade comum. Desconsideração da personalidade jurídica 
Sociedade em conta de participação. Sociedade simples. Sociedade cooperativa. 
Sociedade em nome coletivo. Sociedade em comandita simples. Sociedade em 
comandita por ações 
 
DIREITO CIVIL - COISAS 
Ementa: Da Posse; Propriedade; Usucapião 
Conteúdos: 
Conceito e generalidades do direito das coisas 
Conceito, Características, espécies da propriedade 
Espécies de Usucapião 
Origem, conceito e modalidade de posse 
 
Ementa: Direitos Reais de Gozo e Fruição; Aquisição; Garantia 
Conteúdos: 
Alienação Fiduciária 
Anticrese 
Direito de Superfície 
Habitação 
Hipoteca 
Penhor 
Promessa de Compra e Venda Irretratável 
Servidões Prediais 
Uso 
Usufruto 
 
Ementa: Do Condomínio e Direitos de vizinhança 
Conteúdos: 
Conceito e características do condomínio em geral 
Condomínio edilício. 
Direito de Vizinhança 
Uso regulares ou irregulares da propriedade dos direitos de vizinhança 
 
Ementa: Propriedade Intelectual 
Conteúdos: 
Direitos Autorais 
Marcas e Concorrência desleal 
Patentes e Desenho industrial 
Propriedade Industrial: Introdução 
 
DIREITO PENAL - LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E EXECUÇÃO PENAL 
Ementa: Crimes de Trânsito 
Causas de Aumento de Pena. Fuga do Local do Acidente. Omissão de Socorro 
Dirigir sem Habilitação. Velocidade Incompatível. Fraude Processual 
Embriaguez ao Volante. Participação em ""Racha"". Entrega Temerária da Direção de 
Veículo 
Homicídio culposo. Lesão Culposa 
 
Ementa: Crimes Hediondos – Equiparados 
Conteúdos: 
Descriminalização ou Despenalização. Plantio para uso. Porte x Tráfico 
Embasamento Constitucional, rol de crimes hediondos. Definição do Crime de Tortura, 
tortura por omissão. Porte de Entorpecentes / Drogas 
Oferecimento gratuito. Transporte. Delação Premiada 
Tráfico de Entorpecentes. Associação no Tráfico. Financiamento do tráfico 
 
Ementa: Execução Penal - Lei 7.210/84 
Conteúdos: 
D.D. - Regime Disciplinar Diferenciado: características, cabimento e aspectos 
constitucionais 
Finalidade da LEP. Competência. Procedimento judicial. Fixação de regimes. 
Livramento Condicional, Sursis, Extinção da Punibilidade 
Progressão. Autorização de saída. Remição. Trabalho e estudo. Contagem. Remição 
Presumida. Perda de dias remidos 
Ementa: Proteção aos direitos da pessoa 
Conteúdos: 
Crime contra crianças e idoso 
Figuras Equiparadas. Responsabilidade Penal 
Posse / Porte Ilegal de Arma de uso permitido. Omissão de Cautela. Disparo de Arma 
de Fogo 
Posse / Porte Ilegal de Arma Restrita Tráfico de Armas 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - EXECUÇÃO, CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E 
PROCEDIMENTOS ESPECIAIS 
Ementa: Da execução em geral 
Conteúdos: 
Da ordem dos processos e dos processos de competência originária dos tribunais 
Da suspensão e da extinção do processo de execução 
Das diversas espécies de execução 
Dos Embargos a execução 
Dos processos nos tribunais e dos meios de impugnação das decisões judiciais 
 
Ementa: Da Liquidação da sentença 
Conteúdos: 
Liquidação da sentença: disposições gerais Art. 509 a 512 
Liquidação pelo procedimento comum (art. 511) 
Liquidação por arbitramento (art. 510) 
Liquidação provisória (art. 512) 
 
Ementa: Do Cumprimento da sentença 
Conteúdos: 
Cumprimento de sentença de obrigação de fazer, de não fazer e de entregar coisa 
Cumprimento de Sentença: disposições gerais 
Cumprimento definitivo de obrigação de pagar quantia certa 
Cumprimento provisório de obrigação de pagar quantia certa 
 
Ementa: Procedimentos Especiais 
Conteúdos: 
Da Ação de consignação em pagamento 
Da Ação de exigir contas 
Das Ações possessórias: disposições gerais 
Manutenção e reintegração de posse 
 
TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL 
Ementa: Ação Penal 
Conteúdos: 
Ação penal privada - Prazos - Denúncia e queixa (requisitos, omissões, prazo, rejeição 
e aditamento); Ação civil ex delict: requisitos e condição de procedibilidade 
Ação penal pública incondicionada e condicionada 
Ação Penal: Conceito - Condições da ação penal 
Princípios; Titularidade 
 
Ementa: Inquérito Policial 
Conteúdos: 
Conceito; natureza jurídica; características. Valor probatório - vícios - Dispensabilidade 
Notitia criminis. Inquérito em ação pública incondicionada, condicionada e privada. 
Providências. Arquivamento. 
Da liberdade provisória. Liberdade provisória mediante fiança. Liberdade provisória 
decorrente de ilegal constrangimento por excesso de prazo do encerramento do 
inquérito policial ou da instrução criminal. Ensinamentos sobre o excesso de prazo no 
encerramento da instrução criminal 
Da prisão em flagrante, conceito e efeitos. Prisão ilegal, efeitos, relaxamento com e 
sem a soltura do preso. Da prisão por mandado. Conceito e distinção da prisão em 
flagrante, tipos de prisão por mandado (prisão em virtude de sentença condenatória, 
prisão pela pronúncia, prisão temporária) 
Princípios processuais. Lei processual no tempo e no espaço. Lei processual em 
relação às pessoas 
 
Ementa: Jurisdição e Competência 
Conteúdos: 
Competência em crime plurilocais. Competência para julgar crimes cometidos por 
prefeitos e policiais militares, Competência da justiça Comum Federal. Competênciafuncional ou foro especial por prerrogativa de função 
Competência pela natureza da infração. Competência por distribuição. Competência 
por conexão ou continência - Competência por prevenção - Competência por 
prerrogativa de função 
Das questões prejudiciais. Das exceções. Das incompatibilidades de impedimentos. 
Do conflito de jurisdição 
Delegação e prorrogação de competência. Competência pelo local da infração. 
Competência pelo domicílio do réu 
 
Ementa: Teoria Geral das Provas 
Conteúdos: 
Conceito de provas. Sistemas de prova. Espécies de provas 
Perícias. Instrução criminal 
Princípio da correlação; Emendatio libelli; Mutatio libelli 
Provas inadmissíveis e provas nulas. Provas ilícitas e ilícitas por derivação 
 
7° SEMESTRE 
 
TÍTULOS DE CRÉDITO 
Ementa: Outros Títulos Cambiariformes 
Conteúdos: 
Cédula de Crédito Bancário 
Cédula de Crédito Imobiliário 
Cédula de Crédito: disposições gerais 
Conhecimentos de frete e de depósito 
 
Ementa: Títulos Cambiais 
Conteúdos: 
Letra de Câmbio: histórico, conceito, figuras intervenientes e legislação aplicável. 
Letra de Câmbio: requisitos, aceite, aval, pagamento, protesto, prescrição 
Nota Promissória: conceitos, figuras intervenientes e legislação aplicável 
Nota Promissória: requisitos e prescrição 
 
Ementa: Títulos Cambiariformes 
Conteúdos: 
Cheque: conceito, Natureza jurídica, legislação aplicável e requisitos. 
Cheque: figuras intervenientes, aval, apresentação para pagamentos, rescisão, 
prescrição, cobrança e modalidades 
Duplicata: aceite, pagamento, protesto, execução, prescrição, cobrança, duplicada de 
prestação de serviço e duplicata simulada 
Duplicata: Legislação aplicável, conceito de fatura e de duplicata e requisitos. 
 
Ementa: Títulos de Crédito 
Conteúdos: 
Ações, Ações Cambiais, Ações Causais 
Atributos; conceitos; princípios; classificação 
Conceito de Crédito 
Institutos de Direito Cambiário: emissão, endosso, aval, apresentação, aceite, 
pagamento e protesto 
Títulos de Crédito 
 
DIREITO ADMINISTRATIVO - ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 
Ementa: Administração Pública 
Conteúdos: 
A Estrutura Administrativa, conceito, elementos e poderes do Estado 
Entidades Políticas e a Administração. Entidades Estatais. Entidades Autárquicas. 
Entidades Fundacionais. Entidades empresariais. Entidades paraestatais 
Organização do Estado. Organização da administração. Governo e Administração. 
Administração pública 
Órgãos e Agentes públicos. Atividade administrativa. Poderes e Deveres do 
Administrador Público. Uso e abuso de poder 
 
Ementa: Atos Administrativos 
Conteúdos: 
Competência dos Atos Administrativos 
Conceito e Requisitos dos Atos Administrativos 
Forma e finalidade dos Atos Administrativos 
Invalidade dos Atos Administrativos 
 
Ementa: Licitação e Contratos Administrativos 
Conteúdos: 
Considerações gerais sobre contratos. Conceito e peculiaridades do contrato 
administrativo. Formalização do Contrato Administrativo 
Execução do Contrato Administrativo. Inexecução, Revisão e Rescisão do Contrato 
Licitação e suas modalidades 
Principais Contratos Administrativos 
 
Ementa: Serviços Públicos 
Conteúdos: 
Autarquias, Fundações, agências executivas, empresas estatais ou governamentais, 
entes de cooperação, entidades paraestatais, convênios e consórcios administrativos 
Conceito, Classificação, Regulamentação e Controle, requisitos 
Direitos do Usuário. Competência para prestar os serviços. Competência da União, 
Estados, Municípios e Distrito Federal 
Formas e Meios de Prestação 
 
DIREITO CIVIL - FAMÍLIA E SUCESSÕES 
Ementa: Da Liquidação da Herança 
Conteúdos: 
Colação e Sonegados 
Inventário e procedimento 
O Arrolamento (Sumário e Comum) - sua distinção do Inventário e seus Procedimentos 
Partilha e suas espécies 
 
Ementa: Do Direito Matrimonial 
Conteúdos: 
Casamento Civil e Casamento Religioso, Idade Nupcial, Capacidade; impedimentos 
Matrimoniais 
Condições de Existência, Validade e Regularidade. Regimes de Bens 
Direito matrimonial: conceitos, natureza e princípios e União Estável 
Dissolução da Sociedade Conjugal, Divórcio, Separação 
 
Ementa: Do Direto Parenteral e Assistencial 
Conteúdos: 
Estatuto da Criança e do Adolescente 
Guarda, Alimentos 
Relações de Parentesco, Adoção 
Tutela, Curatela e Interdição 
 
Ementa: Sucessão em Geral 
Conteúdos: 
A Ordem de Vocação Hereditária, Sucessão de ascendentes, descendentes 
Noções Gerais acerca do Direito das Sucessões, Herança e sua transmissão 
Sucessão de colaterais e de convivente 
Sucessão Testamentária: testamento, princípios, legado e deserdação 
 
DIREITO PROCESSUAL PENAL - PROCEDIMENTOS 
Ementa: Das citações e nulidades 
Conteúdos: 
Diferença entre ato nulo e irregular e legitimidade para arguir. 
Espécies 
Natureza jurídica; previsão. 
Princípios 
 
Ementa: Introdução à teoria geral dos recursos 
Conteúdos: 
Classificação dos recursos: quanto aos motivos, iniciativa, fonte. 
Conceito, Admissibilidade; Previsão legal, cabimento 
Efeitos, reforma in pejus (art.617 CPP) 
Fatos impeditivos, fatos extintivos, desistência, deserção 
Fundamentos dos recursos. Existência jurídica dos recursos, princípios 
Interesses jurídicos, legitimidade 
Interposição de recursos (art.578, CPP), natureza jurídica, juízo de admissibilidade 
Possíveis recursos das decisões 
Prazos dos recursos 
Pressuposto subjetivo (art.577 CPP) 
Pressupostos Objetivos, cabimento, adequação, tempestividade, regularidade, 
procedimento 
 
Ementa: Processo e procedimento 
Conteúdos: 
Dos procedimentos do júri 
Procedimento Especial de legislação extravagante 
Procedimento comum/ ordinário 
Procedimento Especial do código 
Procedimento Sumário 
Procedimento Sumaríssimo 
 
Ementa: Recursos em espécie 
Conteúdos: 
Agravo 
Apelação 
Carta testemunhável 
Correição parcial 
Embargos infringentes e de nulidade 
Habeas corpus 
Mandado de segurança em matéria criminal 
Recurso em sentido estrito 
Recurso especial no Processo Penal 
Recurso Extraordinário no Processo Penal 
Recurso ordinário constitucional 
Revisão criminal 
 
MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS 
Ementa: Arbitragem Internacional 
Conteúdos: 
A Convenção de Nova York de 1958; painel de arbitragem. 
A Corte de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional; Reconhecimento e 
execução de sentenças arbitrais estrangeiras 
 
Ementa: Da Sentença Arbitral e nulidades 
Conteúdos: 
Intempestividade; competência; capacidade; Ausência de requisito obrigatório da 
sentença arbitral; Sentenças proferidas fora dos limites da convenção de arbitragem 
O cumprimento da sentença arbitral; Embargo de declaração; efeitos da sentença 
arbitral. 
Prevaricação; Concussão; anulação parcial do laudo; procedimento; direito de propor 
demanda anulatória; embargos do devedor. 
Sentença Arbitral; Prazo; questão prejudicial; requisitos essenciais; 
 
Ementa: Do Procedimento Arbitral 
Conteúdos: 
Instituição; Preclusão; Incompetência; escolha do procedimento arbitral; 
Medidas cautelares; revelia; intervenção do judiciário 
Princípios do processo arbitral; Conciliação; poderes instrutórios do árbitro; 
 
Ementa: Meios Extrajudiciais de Solução de Conflitos 
Conteúdos: 
A preservação de relacionamentos; Flexibilidade procedimental; Executividade; 
cumprimento voluntário, Recorribilidade. 
Negociação; Conciliação; Mediação e Arbitragem 
Os métodos híbridos; Vantagens e desvantagens dos MESCs; Aspectos econômicos; 
temporais; sigilosos. 
 
ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO 
Ementa: Código de Ética 
Conteúdos: 
Os deveres legais do estagiário e advogado 
Os deveres morais do estagiário e advogado 
 
Ementa: Deontologia Jurídica 
Conteúdos: 
A ética e moral como organização teleológica de comportamento humano 
Os princípios deontológicos 
 
Ementa: Estatuto do advogado 
Conteúdos: 
O advogado e o direito de representação 
O processo Disciplinar contra estagiário e advogado 
 
Ementa: Prerrogativas 
Conteúdos: 
O direito do estagiárioe do advogado: Parte I 
O direito do estagiário e do advogado: Parte II 
 
8° SEMESTRE 
 
FILOSOFIA DO DIREITO 
Ementa: Conceitos e Filosofia Clássica 
Conteúdos: 
a Justiça Cristã: Paulo de Tarso e Agostinho de Hipona, o Pensamento Jurídico de 
Isidoro de Sevilha e Tomás de Aquino, a Evolução do Pensamento Jurídico na Idade 
Média, a Teocracia. 
Características do Filosofar, Distinção entre Conhecimento Científico e Conhecimento 
Filosófico, objeto de estudo da Filosofia 
Conceito, Atribuições, Funções, Métodos da Filosofia do Direito: Definição de Método, 
Modalidades de Métodos, a Teoria dos objetos, o Direito no mundo dos objetos. 
Filosofia do Direito e Ciência do Direito. Por que estudar filosofia do Direito? 
Sofistas, a Ética Socrática, o Idealismo Platônico, a Justiça Aristotélica, o Helenismo 
Greco-Romano, Contribuições da Filosofia Antiga para o Direito, o Direito Romano 
 
Ementa: Filosofia do Direito contemporâneo 
Conteúdos: 
a Fenomenologia do Poder, a Legitimidade do Poder. Contrapontos entre o Poder, o 
Não-Poder e o Dever 
Justiça e Finalidade do Direito. Diquelogia Jurídica Teoria do Direito Enquanto Justiça. 
Miguel Reale, Tercio Sampaio, Celso Laffer, Bittar, Alysson Mascaro e outros. 
Normas Jurídicas e Normas Morais - Conceitos e Distinções 
 
Ementa: Filosofia e Direito Moderno 
Conteúdos: 
a Ruptura do Renascimento, a Revolução Copernicana, o Jusnaturalismo, as Teorias 
Contratualistas, a Filosofia Moderna: Capitalismo e Modernidade, o problema do 
conhecimento, a Filosofia Política Moderna, a Filosofia do Direito Moderno, 
Contribuições para o Direito Moderno de Kant, Hegel e Marx 
Itália, Alemanha, França, Portugal, Brasil, Filosofia do Direito Comparado 
Kant, Hume e Hegel, a Filosofia Política Moderna, a Filosofia do Direito Moderno. 
Contribuições para o Direito Moderno de Karl Marx 
o Positivismo Jurídico de Hans Kelsen, a Proposta Existencialista, Hannah Arendt 
Direitos Humanos e os Neocontratualistas. 
 
Ementa: Temas Contemporâneos da Filosofia do Direito 
Conteúdos: 
Direito e Linguagem. Epistemologia Jurídica. Da Amplitude Epistemológica do Direito 
Direito e valor. Os Valores e o Homem; e a Religião; e a Estética; E o Direito. Os 
Valores Axiologia Jurídica Teoria do Direito Enquanto Valor. 
o Livre Arbítrio, a Liberdade de Consciência, Dimensões Sociais 
Sistemicidade e unicidade do Direito. Intersecções e multidisciplinaridade. 
 
DIREITO ADMINISTRATIVO - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 
Ementa: Domínio Público 
Conteúdos: 
Afetação e Desafetação 
Alienação dos Bens Públicos 
Aquisição dos Bens Públicos 
Características principais: Impenhorabilidade, Imprescritibilidade, intangibilidade e não 
oneração 
Conceito e Classificação dos Bens Públicos (Bens de uso comum do povo, bens de 
uso especial, bens dominicais). Afetação e Desafetação 
Domínio Eminente e Domínio Patrimonial: fundamentos 
Utilização dos Bens Públicos por particulares: Autorização de uso, autorização de uso 
especial, permissão de uso, concessão de uso, concessão de uso especial, concessão 
de direito real de uso 
 
Ementa: Intervenção do Estado na Propriedade 
Conteúdos: 
Anulação de Desapropriação 
Competência para intervir na propriedade 
Declaração Expropriatória 
Desapropriação 
Fundamentos e Limites da Intervenção 
Indenização 
Limitações Administrativas 
Modalidades de Intervenção 
Processo Expropriatório 
Requisição e Ocupação temporária 
Retrocessão 
Tombamento 
 
Ementa: Responsabilidade Extracontratual do Estado 
Conteúdos: 
Aplicação da Responsabilidade Objetiva. 
Reparação do Dano. 
Responsabilidade Civil do Estado. Tipos de Responsabilidade. 
Responsabilidade por atos judiciais 
 
Ementa: Servidores Públicos 
Conteúdos: 
Improbidade Administrativa 
Normas Constitucionais pertinentes aos Servidores 
Organização do Serviço Público 
Responsabilidade dos Servidores 
 
DIREITO AMBIENTAL 
Ementa: Competências e Princípios Fundamentais do Direto Ambiental 
Conteúdos: 
Conceito de direito ambiental e legislação ambiental 
Normas constitucionais de competência 
Normas constitucionais gerais e específicas 
Princípios do direito ambiental 
 
Ementa: Direito Internacional, Políticas Nacionais e Patrimônio Genético 
Conteúdos: 
Direito Internacional Ambiental 
Patrimonio genético. Patrimônio Cultural 
Política energética. Recursos Hídricos 
Política Nacional de Mudanças Climáticas, Política Nacional de Resíduos Sólidos 
 
Ementa: Política Nacional do Meio Ambiente 
Conteúdos: 
Espaços territoriais especialmente protegidos (Reserva legal, Área de Preservação 
Permanente, Unidades de Conservação) 
Licenciamento Ambiental. Estudos e Avaliação ambiental. Auditoria Ambiental 
Política Nacional do Meio Ambiente 
Zoneamento Ambiental e padrões de qualidade 
 
Ementa: Tutela Administrativa; Civil e Penal 
Conteúdos: 
Dano Ambiental 
Infrações Administrativas Ambientais (Código Florestal, Lei 9605/98 e outros) 
Responsabilidade Civil e Processual Civil Ambiental 
Responsabilidade Criminal Ambiental 
 
DIREITO TRIBUTÁRIO - DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO 
Ementa: Constituição do Crédito Tributário 
Conteúdos: 
Conceito e efeitos; Garantias e privilégios do crédito tributário; 
Lançamento Tributário; Lançamento de ofício; Lançamento por homologação; 
Reclamações e Recursos administrativos; Parcelamento; Extinção do crédito tributário; 
Revisão; Suspensão de Exigibilidade; Moratória; Depósito do Crédito Tributário; 
 
Ementa: O Conceito de Tributação e os Tributos 
Conteúdos: 
Empréstimos compulsórios; Contribuições Sociais 
Isenções e Imunidades tributárias 
Taxas, Contribuições de Melhoria 
Teorias e Espécies Tributárias - Impostos 
 
 
Ementa: Obrigação Tributária 
Conteúdos: 
A Norma jurídica tributária; Conceito jurídico de tributo; Poder tributário: fundamentos, 
competência e capacidade ativa; 
Obrigação tributária; o Sujeito ativo; obrigação tributária principal e acessória; sujeito 
passivo da obrigação tributária; Capacidade tributária passiva; 
Obrigação: aspectos gerais. Conceito. Elementos. Fato gerador: conceito, 
características. Estrutura, elementos, tributação de atos ilícitos e atos ineficazes. 
Responsabilidade tributária 
 
Ementa: Princípios Constitucionais Tributários 
Conteúdos: 
A Ciência do Direito Tributário e a Lógica dos Tributos; A ideologia Tributária. 
Estudo dos princípios Constitucionais Tributários; 
Noção de Direito Tributário; as Fontes do direito tributário; Domicilio Tributário; 
Pacto Federativo e Sistema Tributário Nacional; Federalismo Fiscal; 
 
9° SEMESTRE 
 
DIREITOS HUMANOS 
Ementa: A Constituição Brasileira de 1988 e os Tratados Internacionais de 
Proteção dos Direitos Humanos 
Conteúdos: 
A incorporação dos Tratados Internacionais de proteção de direitos humanos pelo 
Direito Brasileiro 
Gênese e principiologia 
O Estado Brasileiro em face do Sistema Internacional de proteção dos Direitos 
Humanos 
O impacto dos Tratados Internacionais dos Direitos Humanos na ordem Jurídica 
Brasileira 
 
Ementa: A Evolução Histórica dos Direitos Humanos 
Conteúdos: 
Características dos direitos humanos. 
Evolução Histórica em nível global 
Os direitos Humanos e suas gerações 
Os Direitos Humanos na segunda metade do século XX 
 
Ementa: O Direito Internacional dos Direitos Humanos e a Redefinição da 
Cidadania no Brasil 
Conteúdos: 
O movimento de internacionalização dos Direitos Humanos 
O sistema Interamericano de proteção dos Direitos Humanos 
Os refugiados e asilados 
Sistema de Proteção de Direitos Humanos das Nações Unidas e Tribunal Penal 
Internacional 
 
Ementa: O valor Jurídico dos Tratados Internacionais de proteção dos direitos 
Humanos 
Conteúdos: 
A Organização das Nações Unidas 
Concepção contemporânea de Direitos Humanos 
O conceito de tratados 
O processo de formação dos tratados internacionais 
 
DIREITO TRIBUTÁRIO - TRIBUTOS EM ESPÉCIE 
Ementa: Execução Fiscal e Processo Tributário 
Conteúdos: 
Ações de Autoria do Contribuinte 
Anulatória deLançamento Tributário; Tutela Provisória 
Consignação em Pagamento 
Execução Fiscal, aspectos Gerais. 
Mandado de Segurança; Ação Declaratória 
Processo e Procedimento da Execução Fiscal 
Repetição de Indébito 
 
Ementa: Impostos Estaduais 
Conteúdos: 
Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e às prestações de 
serviços (ICMS): função, fato gerador, não-cumulatividade, base de cálculo, sujeito 
passivo, lançamento, convênios interestaduais, imunidades, considerações; 
Imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA): função, fato gerador, base 
de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Imposto sobre transmissão 
causa mortis e doações (ITCMD): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito 
passivo, lançamento, considerações 
Imposto sobre transmissão causa mortis e doação 
O ICMS e a Emenda Constitucional 87/2015 
 
Ementa: Impostos Federais 
Conteúdos: 
Imposto de exportação (IE): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, 
lançamento, considerações; 
Imposto de importação (II): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, 
lançamento, considerações. 
Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro e sobre operações relativas a 
títulos e valores mobiliários (IOF): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito 
passivo, lançamento, considerações. 
Imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza (IR): função, fato gerador, base 
de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; 
 
Ementa: Impostos Municipais 
Conteúdos: 
Contribuição para custeio do serviço de iluminação pública (COSIP) 
Imposto sobre a transmissão Intervimos de bens imóveis e direitos a eles relativos 
(ITBI): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, 
considerações; 
Imposto sobre propriedade predial e territorial urbana (IPTU): função, fato gerador, 
base de cálculo, progressividade, sujeito passivo, lançamento, considerações 
Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS): função, fato gerador, base de 
cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações 
 
DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA 
Ementa: Liquidação Extrajudicial de Instituições Financeiras 
Conteúdos: 
Da Intervenção e seu Processo 
Liquidação Extrajudicial e seu Processo 
Reorganização da Instituição Financeira 
Responsabilidade dos Administradores 
 
Ementa: Recuperação Extrajudicial e Judicial 
Conteúdos: 
Homologação Facultativa e Obrigatória; os credores na Recuperação Extrajudicial 
Microempresa e empresa de pequeno porte 
Órgãos da Recuperação Judicial; Assembleia Geral; Administração Judicial; Comitê 
Processo da Recuperação Judicial; Convolação em Falência 
Requisito da Recuperação Extrajudicial 
Viabilidade da Empresa e Meios de Recuperação da Empresa 
 
Ementa: Regime Jurídico dos Atos e Contratos do Falido e dos Credores do 
Falido 
Conteúdos: 
Atos Ineficazes, Declaração Judicial da Ineficiência. 
Classificação dos Créditos 
Credores Admitidos, Efeitos da Falência quando aos credores. 
Efeitos da Falência quanto aos Contratos do Falido 
 
Ementa: Teoria Geral do Direito e Processo Falimentar 
Conteúdos: 
Administração da Falência, Apuração do Ativo, Verificação de Crédito, Liquidação do 
Processo Falimentar, Reabilitação do Falido 
Introdução; Devedor sujeito a falência e insolvência 
Pedido de Falência, Sentença Declaratória da Falência, Sentença Denegatória da 
Falência 
Restrições pessoais e Regime Patrimonial do Falido, Reabilitação do Falido, 
Patrimônio Separado 
 
 
10° SEMESTRE 
 
DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO 
Ementa: Evolução das Relações de Consumo 
Conteúdos: 
A evolução e fundamentos do direito do Consumidor; Direito do Consumidor no Brasil 
Art. 4 do CDC e suas implicações 
Aspectos Constitucionais do Direito do Consumidor 
Conceito jurídico de Relações Negociais de Consumo. Produto e Serviço 
Direitos básicos do consumidor 
Princípios da vulnerabilidade; princípio do dever do Estado; da saúde e segurança; da 
transparência; do interesse econômico; da boa-fé; da dignidade; 
 
Ementa: Práticas Abusivas 
Conteúdos: 
Conceito; Oferta, Publicidade; Formas de oferta; não cumprimento da oferta: 
Consequências; princípios aplicados. 
Inversão do ônus da prova 
Publicidade enganosa: conceito; por omissão; por comissão. Publicidade abusiva 
Responsabilidade do patrocinador e a repetição em dobro. 
 
Ementa: Proteção Contratual 
Conteúdos: 
Ações coletivas, medidas cautelares 
Conceitos de SPC E Serasa; procedimentos, prazos; negativação indevida; 
indenização; 
Contrato de adesão; Multa, juros e correção monetária no CDC 
Força executiva, cláusula abusiva, contrato de consórcio, contrato de financiamento 
Interesses difuso, coletivo e individual homogêneo 
Introdução; formas de Contratos; princípios aplicados; interpretação contratual; 
 
Ementa: Responsabilidade Civil pelo Vício do Produto ou Serviço 
Conteúdos: 
Conceito e distinção de defeito e de vício 
Conceito; Consequência do RECALL; Responsabilidade; Prazos; Desconsideração da 
Personalidade Jurídica 
Excludentes de responsabilidade; Responsabilidade solidária; Responsabilidade 
exclusiva do comerciante; Responsabilidade pelo fato do produto; Responsabilidade 
pelo fato do serviço. Responsabilidade pelo vício 
Garantia Legal, contratual, garantia estendida, contagem de prazo, correntes 
doutrinária, prazo prescricional, prazo decadencial 
Qualidade: Prazo de reparo do produto; Dilação do prazo; Formas de reparação do 
vício 
Regras de responsabilidade no CDC. Responsabilidade Objetiva e Subjetiva 
 
DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL 
Ementa: Direitos Eleitorais 
Conteúdos: 
Art. 14 da CF; Cidadania 
Direitos Políticos 
Perda e Suspensão dos Direitos Políticos 
Sufrágio e suas espécies 
 
Ementa: Fundamentos do Direito Eleitoral 
Conteúdos: 
Conceito e Fontes do Direito Eleitoral. Conceito e espécies de Democracia 
História do Direito Eleitoral 
Instrumentos de participação direta da sociedade 
Referendo. Plebiscito e iniciativa popular 
 
Ementa: Justiça Eleitoral 
Conteúdos: 
Juiz Eleitoral e Juntas Eleitorais 
Justiça Eleitoral 
Organização e Competência 
Tribunal Superior Eleitoral. Tribunal Regional Eleitoral 
 
Ementa: Sistemas Eleitorais 
Conteúdos: 
Condições de Elegibilidades e Desincompatibilização. Breves Considerações sobre a 
Lei nº 9.096/95 
Da criação e do Registro dos Partidos Políticos. Breves Considerações sobre a Lei nº 
9.504/97 
Inelegibilidades. Conceito e Classificação 
Sistemas Eleitorais. Majoritário e Proporcional 
 
DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL 
Ementa: Benefícios da Seguridade Social 
Conteúdos: 
Auxílio Doença. Salário-Família. Salário maternidade. Pensão por morte. Auxílio 
acidente. Auxílio reclusão. Benefícios previstos em leis esparsas 
Filiação, Inscrição, Dependentes, Manutenção e Perda da Qualidade de Segurado. 
Beneficiários - segurados e dependentes dos segurados. Período de Carência; Salário 
Benefício. 
Renda mensal do benefício. Reajustamento do valor do benefício. Espécies de 
benefícios. Aposentadoria por idade; Aposentadoria por tempo de contribuição; 
Aposentadoria por invalidez. Aposentadoria Especial 
Serviços da previdência social; Reconhecimento de filiação. Justificação 
administrativa. Pagamento de benefício. Restituição de benefícios indevidos 
 
Ementa: Custeio da Seguridade Social 
Conteúdos: 
Compensação e Restituição. Prescrição e Decadência. Crimes contra a seguridade 
social 
Fontes de custeio, Natureza jurídica da contribuição previdenciária e Obrigação 
previdenciária. Segurados e Contribuintes da Previdência. 
Isenções de Contribuições. Salário de Contribuição. Arrecadação e Reconhecimento 
das contribuições sociais 
Segurados (empregado, empregado doméstico, contribuinte individual, trabalhador 
avulso, segurado especial, segurado facultativo). Empregador Doméstico, Empresa e 
equiparados, outros Empregadores. Contribuições (segurado, obrigatório e facultativo, 
contribuinte individual, empresas, cooperativas, empregadorrural, segurado especial, 
empregador doméstico, clubes de futebol, PIS/PASEP, COFINS, CSLL, concurso de 
prognósticos, CPMF, outras receitas) 
 
Ementa: Introdução ao Direito Previdenciário 
Conteúdos: 
Benefícios atrelados ao salário de contribuição. Preservação do valor real dos 
benefícios. Previdência complementar facultativa, custeada por contribuição adicional 
Conceito de Previdência Social e Direito Previdenciário. Finalidade da Previdência 
Social. Seguridade Social na Constituição de 1988 
Legislação aplicável no Direito Previdenciário. Histórico do Direito Previdenciário. 
Princípios da Seguridade Social e do Direito Previdenciário. Princípios da Seguridade 
Social e da Previdência Social 
Universidade de participação nos planos previdenciários, mediante contribuição. Valor 
da renda mensal dos benefícios, substitutos do salário-de-contribuição ou do 
rendimento do trabalho, não inferior do salário mínimo 
 
Ementa: Regimes de Previdência 
Conteúdos: 
Regime da Previdência Oficial Complementar 
Regime Geral Previdência Social 
Regimes da Previdência Privada 
Regimes Próprios - União, Estados, Distrito Federal e Municípios 
 
DIREITO INTERNACIONAL 
Ementa: Direito Internacional Privado 
Conteúdos: 
Conflitos de leis 
Elementos de conexão 
Estatuto do Estrangeiro 
Homologação de sentença estrangéria 
Introdução ao Direito Internacional Privado 
 
Ementa: Sistema de controle internacional dos Direito Humanos 
Conteúdos: 
Corte Internacional de Justiça 
Corte Penal Internacional 
Sistema Europeu de Direitos Humanos e seu funcionamento 
Sistema Interamericano de Direitos Humanos e seu funcionamento 
 
Ementa: Sociedade Internacional 
Conteúdos: 
Introdução e fontes 
Jurisdição e Imunidades 
Personalidade e sujeitos 
Responsabilidade internacional 
 
Ementa: Tratados internacionais 
Conteúdos: 
Estrutura, classificação dos tratados internacionais 
Hierarquia dos tratados 
Processo de formação dos tratados: negociação e assinatura 
Processo de formação dos tratados: ratificação, adesão e denúncia 
 
RESPONSABILIDADE CIVIL 
Ementa: Responsabilidade Civil Extracontratual Objetiva 
Conteúdos: 
A Responsabilidade Civil no Novo Código Civil Brasileiro 
Evolução Doutrinária; Teoria do Risco; Modalidades de Risco 
Evolução histórica da responsabilidade civil 
Responsabilidade pelo Fato das Coisas. 
 
Ementa: Responsabilidade Civil Extracontratual Subjetiva 
Conteúdos: 
Conduta Culposa 
Dano 
Espécies de Culpa 
Nexo de causalidade 
 
Ementa: Responsabilidade da Administração Pública 
Conteúdos: 
Responsabilidade do Estado no Direito Civil Brasileiro: Parte I 
Responsabilidade do Estado no Direito Civil Brasileiro: Parte II 
 
Ementa: Teoria Geral da Responsabilidade Civil 
Conteúdos: 
Função e Espécies de Responsabilidade Civil. 
Posicionamento da Responsabilidade Civil na Teoria Geral do Direito Brasileiro 
 
 
OPTATIVAS 
 
BIODIREITO 
Ementa: Biodireito: Introdução 
Conteúdos: 
Ética. Bioética: Evolução do termo; Princípios da bioética; Posturas liberal e 
Conservadora. Biodireito. 
Noção geral; O titular da dignidade: Nascituro e embrião. 
Os direitos humanos e o biodireito 
Análise e discussão de casos práticos. 
 
Ementa: Clonagem humana e Reprodução Assistida 
Conteúdos: 
Clonagem reprodutiva e terapêutica. Ética, bioética e dignidade da pessoa humana e 
Clonagem humana. Direitos da personalidade. 
Tratamento constitucional da clonagem humana. Legislação aplicável à clonagem 
humana. 
Histórico. Mudança de tratamento na filiação. Presunções na reprodução assistida. 
Perícias. 
Paternidade e maternidade na reprodução assistida. Reprodução à revelia das partes. 
Laqueadura e vasectomia. 
 
Ementa: Experiência com seres humanos e Alimentos transgênicos 
Conteúdos: 
Experiência com seres humanos: Conceituação. Riscos e benefícios. 
Anencefalia: Generalidades. Conceito. Caracterização. Aspectos jurídicos 
Celulas Tronco embrionárias: Aspectos gerais. Conceituação. Legislação aplicável. 
Discussão ética. Regulamentação internacional. 
A proteção dos transgênicos. Análise atual da biotecnologia alimentar. Risco do 
produto transgênicos. 
 
Ementa: Transfusão de sangue, Transplante de tecidos, órgãos e partes do corpo e 
Conteúdos: 
Mudança de Sexo 
Transfusão de Sangue: Generalidades. Conflito de direitos fundamentais quando da 
recusa. Posicionamentos do Tribunais. 
Transplante: Conceito. Gratuidade. Consentimento. Momento da extração de tecidos, 
Órgão ou partes do corpo em caso de morte. Doador e receptor. 
Listas de doação. Limitação à doação. Cobertura de planos de sapude para o 
transplante. Legislação pertinente 
Sexualidade e gênero: Generalidades. Conceito. Transexualidade feminina e 
masculina. O casamento do transexual. 
 
LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 
 
Ementa: Aspectos gramaticais da Libras 
Adjetivos 
Classificadores 
Estruturas sintáticas da Libras 
Flexão de aspecto 
Flexão de número e grau 
Flexão de pessoa 
Pronomes interrogativos 
Pronomes pessoais e possessivos 
Recursos narrativos da Libras 
Verbos "manuais" 
Verbos com concordância 
Verbos sem concordância 
 
Ementa: Aspectos linguísticos e culturais da Libras 
Conteúdos: 
Diferenças culturais na interação em Libras 
Alfabeto manual da Libras 
Apresentação pessoal em Libras 
Configurações de mão, movimento, localização e orientação da(s) mão(s) 
Cumprimentos em Libras 
Derivações na Libras 
Desmitificando algumas crenças sobre a Libras 
Expressões faciais afetivas e gramaticais 
Formação de sinais compostos 
Incorporações na Libras 
Manifestações artísticas e culturais 
Variedades linguísticas da Libras 
 
Ementa: Fundamentos históricos e conceituais da educação de surdos 
Conteúdos: 
A educação de surdos na Antiguidade 
A educação de surdos na Idade Média 
A educação de surdos na Idade Moderna até os dias atuais 
A Libras como símbolo de identidade 
Abordagem de ensino bilíngue 
Abordagem de ensino oralista 
Aparelho de Amplificação Sonora Individual e Implante Coclear 
Concepções sócio-antropológica e patológica da surdez 
Diferentes identidades surdas 
Graus de perdas auditivas 
O conceito de identidade 
Tipos de perdas auditivas 
 
Ementa: O surdo na escola 
Conteúdos: 
A escrita de alunos surdos 
Atendimento educacional especializado 
Código de ética do intérprete 
Diferença entre tradutor e intérprete de Libras 
Escolas ou classes bilíngues para alunos surdos 
Estratégias didáticas de ensino de língua portuguesa como segunda língua para 
surdos 
Fundamentação legal do ensino de língua portuguesa como segunda língua para 
surdos 
Inclusão do aluno surdo na sala regular com ou sem a presença de intérprete de Libras 
O ensino de Libras como primeira língua 
O ensino de Libras como segunda língua 
O intérprete educacional de Libras 
O profissional docente de Libras. 
 
MEDICINA FORENSE 
Ementa: Identidade Jurídica 
Conteúdos: 
Documentos periciais 
Identificação Judiciária 
Papel da autoridade solicitante 
Papel do IML 
 
Ementa: Introdução a Medicina Legal 
Conteúdos: 
Conceito e elementos da Perícia Legal 
História da Medicina Forense 
Importância da Medicina Forense para o Direito 
Provas Delitivas 
 
Ementa: Peritos e Perícias 
Conteúdos: 
A emissão de documentos 
A importância dos peritos. Papel dos Peritos 
Laudo pericial 
Perícia e local de crime 
 
Ementa: Traumatologia 
Conteúdos: 
Estudo da decomposição do organismo. Asfixias Mecânicas. Sexologia Forense 
Gravidez, Parto e Puerpério. Aborto. Infanticídio 
Infortunística 
Traumatologia. Químicas, Físicas e Mecânicas

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