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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP CAMPO GRANDE / MS UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO Projeto Pedagógico elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante do Curso de Direito da Universidade Anhanguera- Uniderp, homologado pelo Colegiado do Curso. Campo Grande / MS 2016 Sumário LISTAS DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS ............................................................. 8 APRESENTAÇÃO .................................................................................................................... 9 1 CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR E DO CURSO .................................................................................................... 10 1.1 GRUPO KROTON EDUCACIONAL S.A. .................................................................. 10 1.2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA ............................................. 10 1.3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) ...................................................................................................................................... 11 1.4 DADOS GERAIS DO CURSO .................................................................................... 16 2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS INSTITUCIONAIS ................................................................................................................... 19 2.1 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS ...................................................................................... 19 2.2 RESPONSABILIDADE SOCIAL ................................................................................. 20 2.3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ..................................... 23 3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSOErro! Indicador não definido. 3.1 CONCEITOS ACADÊMICOS ..................................................................................... 27 3.1.1 Modelo acadêmico .................................................................................................. 28 3.1.2 Concepção e organização da matriz curricular .............................................. 30 3.2 METODOLOGIA: AULA MODELO E MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL 32 3.2.1 Aula modelo .............................................................................................................. 34 3.2.2 Material didático ...................................................................................................... 37 3.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO E ÁREA DE ATUAÇÃO ...................... 38 3.3.1 Acompanhamento de egressos .......................................................................... 40 3.3.2 BSC acadêmico do curso de Direito .................................................................. 42 3.4 OBJETIVOS DO CURSO ............................................................................................ 54 3.5. ESTRUTURA CURRICULAR .................................................................................... 55 3.5.1 Matriz Curricular ...................................................................................................... 55 3.5.2 Interdisciplinaridade ............................................................................................... 57 3.5.3 Flexibilização curricular ........................................................................................ 58 3.5.4 Acessibilidade plena .............................................................................................. 59 3.5.5 Compatibilização da carga horária ..................................................................... 59 3.5.6 Articulação da teoria com a prática ................................................................... 60 3.5.7 Tópicos especiais ................................................................................................... 60 3.6 CONTEÚDOS CURRICULARES ............................................................................... 61 3.6.1 Plano de ensino ....................................................................................................... 61 3.6.2 Ementário e bibliografia ........................................................................................ 63 3.6.3 Conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental .. Erro! Indicador não definido. 3.6.4 Conteúdos pertinentes às políticas de educação em direitos humanos ................................................................................ Erro! Indicador não definido. 3.6.5 Conteúdos pertinentes às políticas de educação das relações étnico- raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena ................................................................................. Erro! Indicador não definido. 3.7. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ........... Erro! Indicador não definido. 3.8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ............... Erro! Indicador não definido. 3.8.1. Objetivos ....................................................................... Erro! Indicador não definido. 3.8.2. Carga Horária, Estrutura e Orientação .................. Erro! Indicador não definido. 3.8.3. Avaliação ....................................................................... Erro! Indicador não definido. 3.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .............................. Erro! Indicador não definido. 3.9.1 Estudos Dirigidos: Objetivos e Estrutura .............. Erro! Indicador não definido. 3.9.2 Estudos Dirigidos: Avaliação .................................. Erro! Indicador não definido. 3.10 APOIO AO DISCENTE ................................................... Erro! Indicador não definido. 3.10.1 Apoio extraclasse ...................................................... Erro! Indicador não definido. 3.10.2 Apoio psicopedagógico ........................................... Erro! Indicador não definido. 3.10.3 Atendimento educacional especializado ............. Erro! Indicador não definido. 3.10.4 Atividades de nivelamento ...................................... Erro! Indicador não definido. 3.10.5 Atividades extracurriculares ................................... Erro! Indicador não definido. 3.10.6 Programas de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios ......................................................................... Erro! Indicador não definido. 3.11 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ...................................................................................... Erro! Indicador não definido. 3.12 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM .................................................... Erro! Indicador não definido. 3.13 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO- APRENDIZAGEM ..................................................................... Erro! Indicador não definido. 3.14 NÚMERO DE VAGAS..................................................... Erro! Indicador não definido. 3.15 PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO ACOMPANHAMENTO E NA AVALIAÇÃO DO PPC .............................................................. Erro! Indicador não definido. 4 CORPO DOCENTE E TUTORIAL ...................................Erro! Indicador não definido. 4.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ........... Erro! Indicador não definido. 4.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO ............ Erro! Indicador não definido. 4.2.1 Gestão Do Curso .......................................................... Erro! Indicador não definido. 4.2.2 Relação do coordenador com os docentes e discentes do curso ........ Erro! Indicador não definido. 4.2.3 Representatividade nos colegiados superiores .. Erro! Indicadornão definido. 4.2.4 Experiência de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador ......................................................................... Erro! Indicador não definido. 4.2.5 Regime de trabalho do coordenador ...................... Erro! Indicador não definido. 4.3 CORPO DOCENTE DO CURSO .................................... Erro! Indicador não definido. 4.3.1 Titulação ......................................................................... Erro! Indicador não definido. 4.3.2 Regime de trabalho do corpo docente do curso . Erro! Indicador não definido. 4.3.3 Experiência profissional do corpo docente .......... Erro! Indicador não definido. 4.3.4 Experiência de magistério superior do corpo docente ..... Erro! Indicador não definido. 4.3.5 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica ..... Erro! Indicador não definido. 4.4 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO ..... Erro! Indicador não definido. 4.4.1 Representatividade dos segmentos ....................... Erro! Indicador não definido. 4.4.2 Periodicidade das reuniões ....................................... Erro! Indicador não definido. 4.4.3 Registro e encaminhamento das reuniões............ Erro! Indicador não definido. 4.4.4 Componentes do colegiado do curso .................... Erro! Indicador não definido. 5. INFRAESTRUTURA ...............................................................Erro! Indicador não definido. 5.1 GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL (TI) .............................................................................................. Erro! Indicador não definido. 5.2 ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E PARA SERVIÇOS ACADÊMICOS .................................................... Erro! Indicador não definido. 5.3 SALA DE PROFESSORES .............................................. Erro! Indicador não definido. 5.4 SALAS DE AULA ............................................................... Erro! Indicador não definido. 5.5 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICAErro! Indicador não definido. 5.6 BIBLIOTECA ...................................................................... Erro! Indicador não definido. 5.6.1 Acervo ............................................................................. Erro! Indicador não definido. 5.6.2 Bibliografia básica ....................................................... Erro! Indicador não definido. 5.6.3 Bibliografia complementar ........................................ Erro! Indicador não definido. 5.6.4 Biblioteca virtual .......................................................... Erro! Indicador não definido. 5.6.5 Periódicos científicos eletrônicos ........................... Erro! Indicador não definido. 5.7 LABORATÓRIOS .............................................................. Erro! Indicador não definido. 5.7.1 Laboratórios didáticos especializados: quantidade .......... Erro! Indicador não definido. 5.7.2 Laboratórios didáticos especializados: qualidade ............ Erro! Indicador não definido. 5.7.3 Laboratórios didáticos especializados: serviços Erro! Indicador não definido. 5.8 NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS: ATIVIDADES BÁSICASErro! Indicador não definido. 5.9 NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA: ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, NEGOCIAÇÃO E MEDIAÇÃO ............................................... Erro! Indicador não definido. 6 REQUISITOS LEGAIS ............................................................Erro! Indicador não definido. 6.1 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSOErro! Indicador não definido. 6.2 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA ................... Erro! Indicador não definido. 6.3 DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS ................................................................................ Erro! Indicador não definido. 6.4 PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (Conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012) .......................................................................................... Erro! Indicador não definido. 6.5 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE ............................ Erro! Indicador não definido. 6.6 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ........... Erro! Indicador não definido. 6.7 CARGA HORÁRIA MÍNIMA - PARA BACHARELADOS E LICENCIATURASErro! Indicador não definido. 6.8 TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO ..................................... Erro! Indicador não definido. 6.9 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA. ..................................................... Erro! Indicador não definido. 6.10 DISCIPLINA DE LIBRAS (Decreto nº 5.626/2005) .... Erro! Indicador não definido. 6.11 INFORMAÇÕES ACADÊMICAS ................................. Erro! Indicador não definido. 6.12 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................. Erro! Indicador não definido. 7. REFERENCIAIS TEÓRICOS DO PPC ..............................Erro! Indicador não definido. 8. ANEXO .....................................................................................Erro! Indicador não definido. LISTAS DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS Quadro 1 - O PDI e as políticas de ensino do curso .................................................................... 24 Quadro 2 - O PDI e as políticas de extensão do curso ................................................................ 25 Quadro 3 - O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso . Erro! Indicador não definido. Quadro 4 - BSC acadêmico .......................................................................................................... 42 Quadro 5 - Competências gerais e técnicas .....................................Erro! Indicador não definido. Quadro 6 - Composição do NDE .......................................................Erro! Indicador não definido. Quadro 7 - Perfil do coordenador do curso .....................................Erro! Indicador não definido. Quadro 8 - Titulação do corpo docente do curso ............................Erro! Indicador não definido. Quadro 9 - Componentes do colegiado do curso ............................Erro! Indicador não definido. Quadro 10 – Titulação do corpo docente do curso – lato sensu e stricto sensu ... Erro! Indicador não definido. Quadro 11 – Carga Horária do Curso ...............................................Erro! Indicador não definido. Figura 1- Disciplinas profissionalizantes ............................................................................... 32 Figura 2 - Aula Modelo ............................................................................................................ 35 Figura 3 - Tempos didáticos ................................................................................................... 36 Tabela 1- Matriz curricular ...................................................................................................... 56 Tabela 2 - Infraestrutura da IES ..................................................Erro! Indicador não definido. Tabela 3 - Acervo geral da biblioteca .........................................Erro! Indicador não definido. Tabela 4 - E-Books ........................................................................Erro! Indicador não definido. Tabela 5 - Periódicos eletrônicos da base EBSCO .................Erro! Indicador não definido. Tabela 6 - Periódicos eletrônicos de outras bases ..................Erro! Indicador não definido. Tabela 7- Laboratórios didáticos especializados: quantidade Erro! Indicador não definido. APRESENTAÇÃO A Universidade Anhanguera-Uniderp entende o projeto pedagógico como um documento orientador de um curso, que traduz as políticas acadêmicas institucionais, fundamentaa gestão acadêmica, pedagógica e administrativa e articula as ações a serem adotadas em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais. O projeto contempla conhecimentos e saberes necessários à formação das competências, estabelecidas a partir do perfil do egresso, que norteiam todo o processo de ensino- aprendizagem. Sua estrutura prevê diversos elementos, dentre eles o contexto educacional e suas particularidades, os objetivos do curso, a matriz curricular com observância aos seus elementos e sua respectiva operacionalização, a metodologia e estratégias de ensino, os recursos humanos e materiais, bem como a infraestrutura adequada ao pleno funcionamento do curso. Dessa forma, o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Direito foi construído coletivamente, e é implementado por meio do seu Núcleo Docente Estruturante (NDE), órgão que elabora e acompanha a consolidação do projeto em sintonia com o colegiado do curso. O processo de elaboração do PPC considerou a concepção de um curso superior que venha a se concentrar na aprendizagem, no aluno e no professor. No que concerne à aprendizagem, ela se processa por meio de uma atividade cognitiva. Nesse sentido, aprender é operar mentalmente, é raciocinar, é refletir, é agir. Consequentemente, aprender resulta em mudanças de comportamento. Entende-se o aluno como um sujeito ativo que, ao assumir o papel de protagonista do seu processo de ensino-aprendizagem, viabiliza o desenvolvimento de suas capacidades intelectuais e atitudinais. Nesse contexto, o professor assume o papel de mediador da aprendizagem, um processo em que a transmissão de conhecimentos evolui para uma postura dinâmica que estimula o diálogo, a interação e a cooperação. Ao professor é necessário ter a capacidade de adequar sua linguagem, suas estratégias e seus recursos ao perfil dos alunos, de forma a viabilizar uma comunicação assertiva, tornando significativa a aprendizagem. Cabe ao NDE zelar para que esse documento se reflita como o produto de olhares atentos ao perfil do profissional, às competências e habilidades, aos conteúdos (conceituais, procedimentais e atitudinais), à matriz curricular, à metodologia de ensino, às atividades de aprendizagem e ao processo de avaliação, de modo que todos sejam objetivo de discussões, de revisão de paradigmas, de mudança de modelos mentais, de hábitos e de culturas. Nesse sentido, este projeto pedagógico está aberto às inovações, práticas e legislações que exijam fazer reestruturações capazes de propiciar o fortalecimento dos vínculos entre educação e sociedade, visando, em última instância, direcionar, positivamente, os destinos das pessoas e as políticas públicas que as influenciam. Por essas razões, o PPC de Direito será atualizado para fazer frente aos desafios, sempre que se fizer necessário. A preocupação que permeia todo o PPC é a formação de um profissional com senso crítico e reconhecida capacidade em articular os conceitos para resolver problemas, agindo de forma ética e com competência, criatividade, autonomia, determinação, objetividade, sensibilidade e sociabilidade, competências tão reconhecidas e valorizadas pelo mundo do trabalho. 1 CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR E DO CURSO 1.1 GRUPO KROTON EDUCACIONAL S.A. A Universidade Anhanguera Uniderp faz parte do grupo Kroton Educacional, empresa privada do ramo da educação, com uma trajetória de mais de 45 anos, por meio da marca Pitágoras, na prestação de serviços educacionais, com várias unidades de ensino distribuídas pelos estados brasileiros. Dentre as instituições de ensino que agregam o grupo estão a ANHANGUERA, ESTÁCIO DE SÁ, FAMA, PITÁGORAS, UNIC, UNIME, UNIRONDON, UNOPAR e UNIDERP. Dados institucionais da Kroton Educacional CNPJ/MF n.º 02.800.026/0001-40 Av Paulista, 1106, Bela Vista, CEP 01310700 - SP CEP: 01419-001 – São Paulo – SP Fone: (11) 3775-2000 E-mail: comunicacao@kroton.com.br Home Page: www.kroton.com.br Principais dirigentes executivos NOME FUNÇÃO Rodrigo Galindo Presidente (CEO) Mário Ghio Junior Vice-Presidente Acadêmico Américo Matiello Vice-Presidente Presencial Gislaine Moreno Diretora de Avaliação e Desenvolvimento Institucional (DDI) 1.2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA Anhanguera Educacional S.A. CNPJ/MF nº 04.310.392/0001-46 Alameda Maria Tereza, 2000, Dois Córregos, cidade de Valinhos, Estado de São Paulo Home page: www.anhanguera.com Registro na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o NIRE 35.300.197.054 Representante legal da mantenedora NOME FUNÇÃO Gislaine Moreno Diretora de avaliação e desenvolvimento institucional (DDI) e representante legal 1.3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP Rua: Ceará, 333 - Bairro Miguel Couto 79003-010 Cidade: Campo Grande -MS CEP: 79003-010 Fone: (67) 3348-8000 E-mail: reitoria.uniderp@anhanguera.com Home page: www.uniderp.br Atos Legais: P.M. Nº 699 – 15/04/2003 e Recredenciamento Portaria SERES/MEC Nº 29. Data da publicação no DOU: 26/03/2012 Dirigentes da IES NOME FUNÇÃO Leocádia Aglaé Petry Leme Reitora / Diretora da Uniderp - Unidade Matriz Evaldo Tadeu Gomes da Rosa Pró-Reitor Administrativo Eugênia Aparecida dos Santos Pró-Reitora de Graduação / Coordenadora Acadêmica Iael Cristina da Silva Pacheco Marinheiro Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação Raquel Andrés Caram Guimarães Pró-Reitora de Extensão Histórico da IES O Centro de Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos (CESUP), foi criado em 1974, e implantou, de acordo com o previsto em seu projeto educacional, http://www.uniderp.br/ ainda em 1974, cursos de graduação, realizou pesquisas e implementou projetos de extensão. Em 1989, ampliou a sua atuação com uma nova unidade em Rio Verde de Mato Grosso-MS, para atender a demanda daquela região e sua área de influência. Como parte do seu desenvolvimento, em 1990, o CESUP solicitou ao então Conselho Federal de Educação, autorização para a transformação do Centro de Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos na Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP). O reconhecimento da Universidade, pelo atual Conselho Nacional de Educação, deu-se pelo Parecer n.º 153/96, de 02 de dezembro de 1996, homologado por Decreto Presidencial de 18/12/1996. No ano de 2005, a Universidade, após sua larga experiência em ofertar cursos de pós-graduação lato sensu a distância (visto ter sido autorizada pela Portaria nº. 2.632, de 19/09/2002), decidiu-se pela ampliação da oferta de cursos a distância, no âmbito da graduação, sendo Credenciada pela Portaria nº. 4.069, de 29/11/2005. Em outubro de 2007, a Anhanguera Educacional S/A (AESA) assumiu o controle acionário do Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda., mantenedor da UNIDERP. Em outubro de 2008, o Conselho Universitário decidiu, por unanimidade, pelo novo texto do Estatuto, aprovado, em seguida, pelo Ministério da Educação, por meio da Portaria MEC nº. 879, de 18 de novembro de 2008, veiculada no D.O.U. nº. 225, de 19 de novembro de 2008. A partir desta data a Universidade passou a denominar- se Universidade Anhanguera-Uniderp, mantida pelo Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda - CESUP. A Anhanguera Educacional S/A. - AESA incorporou o Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda.-CESUP, em 30 de abril de 2009, conforme Assembleia Geral Extraordinária – AGE realizada na mesma data e registrada na JUCESP (NIRE n.º 35.300.197.054), em 30 de setembro de 2009, sob o n.º 377.012/09-9. Por meio da Portaria MEC n. 1.620, de 13 de novembro de 2009, publicada no D.O.U. nº 218, de 16 de novembro de 2009, a mantença da Universidade Anhanguera-Uniderp foi transferida do Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda.-CESUP, para a Anhanguera EducacionalS/A - AESA. Em 06 de setembro de 2010, a AESA transformou sua natureza social de “sociedade anônima” para “sociedade empresária ltda.,” passando a denominar-se Anhanguera Educacional Ltda. - AELTDA., consoante atos registrados na JUCESP (NIRE n.º 35.300.197.054), sob o n.º 380.452/10-8, em 25 de outubro de 2010. Missão “Melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável e de qualidade, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, contribuindo para o desenvolvimento de seus projetos de vida”. Visão “Ser referência em educação, atuando de forma inovadora e sustentável, e a melhor escolha para estudar, trabalhar e investir, líder nos mercados onde atua”. Valores Paixão por educar - Somos educadores movidos pela paixão em formar e desenvolver pessoas. Respeito às pessoas - Promovemos o respeito à diversidade e aos compromissos assumidos, cultivando relacionamentos. Honestidade e responsabilidade - Agimos com integridade, transparência e assumimos os impactos de nossas ações. Fazer acontecer - Somos ágeis em transformar ideias e desafios em realizações. Foco em geração de valor sustentável - Trabalhamos para gerar impactos positivos e sustentáveis para a sociedade. Trabalhar e aprender juntos - Unimos esforços para o mesmo propósito. Dados socioeconômicos e socioambientais da região Para atender às necessidades regionais e vislumbrando um cenário de desenvolvimento e prosperidade, a IES foi fundada em 1974 e está localizada na cidade de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, região Centro- Oeste do Brasil. A cidade de Campo Grande encontra-se em um espaço geográfico privilegiado na região central do Estado. Foi fundada em 26 de agosto de 1899 e ocupa uma área de 8.092,951 km², com uma população estimada em 2013 de 832.352 habitantes e densidade demográfica de 97,22 hab/Km2 (Fonte: IBGE, 2014). Tem como municípios limítrofes: Jaraguari, Rochedo, Nova Alvorada do Sul, Ribas do Rio Pardo, Sidrolândia e Terenos. A região onde está localizado o Estado de Mato Grosso do Sul contribui muito para o seu desenvolvimento econômico, por ser vizinho dos grandes centros produtores e consumidores do Brasil - Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Paraná - além de fazer fronteira com dois países sul-americanos, Bolívia e Paraguai. Acompanhando o ritmo de crescimento do Estado, insere-se a Universidade Anhanguera-Uniderp, para atender às necessidades de mercado de acordo com a economia regional, no desempenho de seu papel social. Campo Grande é o município mais estruturado de Mato Grosso do Sul em termos de bens e serviços de apoio à produção e atende a todas as demais. Sua estrutura econômica está vinculada à agroindústria regional, ao comércio e à prestação de serviço. É considerado o mais importante centro catalisador de toda a atividade econômica e social do Estado do Mato Grosso do Sul, posicionando-se como o de maior expressão e influência cultural. Apresenta ainda nos dias de hoje, forte relação com as questões étnico – raciais, principalmente com a cultura e direitos indígenas e suas raízes históricas. Por tal motivo, vivencia-se atualmente, conflitos sociais e agrários, referentes à demarcação de terras, o que também representa demanda para o mercado jurídico no estado. Economicamente, a capital destaca-se no setor primário com a agricultura, pecuária e silvicultura; no secundário com a indústria extrativa e transformação; e no terciário (mais desenvolvido): com a produção e distribuição de eletricidade, água e gás; construção; comércio; alojamento e alimentação; educação; atividades imobiliárias; saúde; serviços domésticos. A maior economia do estado é Campo Grande com um PIB de mais de R$10 bilhões, seguido de Dourados (R$2,87 bilhões), Corumbá (R$2,84 bilhões) e Três Lagoas (R$ 1,5 bilhão). O Estado de Mato Grosso do Sul constituía a parte meridional de Mato Grosso, do qual foi desmembrado por Lei Complementar de 11 de outubro de 1977, e instalado em 1º de janeiro de 1979. Possui ainda o segundo maior número de índios do Brasil, com 73.295 habitantes (Censo Demográfico 2010). Salienta-se que o referido Estado é mundialmente conhecido pela biodiversidade existente no Complexo do Pantanal e no Parque Nacional da Serra da Bodoquena. Com isso, o nicho do ecoturismo permite a atuação do profissional do direito nas áreas de Direito ambiental e do turismo. O Estado do Mato Grosso do Sul possui um dos maiores rebanhos bovinos do País e a atividade de piscicultura explorada em Itaporã é destaque estadual. Também se destaca a agricultura, em especial a produção de soja e algodão. Pela sua localização, o escoamento da produção pelo Porto de Paranaguá favorecem as exportações e os incentivos fiscais induzem ao desenvolvimento com segurança jurídica e justiça tributária. No Centro-Oeste as indústrias mais importantes são as de produtos alimentícios, farmacêutica, de minerais não-metálicos e a madeireira. Tais indústrias instalaram- se na região atraídas pela energia abundante fornecida pelas usinas e Pequenas Centrais Hidrelétricas - PCH. O município de Três Lagoas se destaca pela produção de papel e celulose e, por consequência, é forte a atividade de reflorestamento. Ainda apresenta alta taxa de geração de empregos, o que já supera 3.000 colaboradores diretos. No extremo, encontra-se Corumbá, rica em minério, explorado pela Vale do Rio Doce, entre outras empresas que se utilizam da ferrovia e do transporte rodoviário para o escoamento do minério. Neste cenário, o mercado carece de profissionais que prestem assessoria às empresas dos setores acima citados, relacionados especificamente a departamento pessoal, pelo considerável aumento das frentes de trabalho; planejamento tributário; estrutura e Direito de empresa; Direito Ambiental e propriedade industrial. Ainda por ser estado fronteiriço, várias são as questões jurídicas envolvendo direito internacional, penal, constitucional, civil e tributário. É pois, necessário o suporte do profissional do Direito para atender às demandas relacionadas à cidadania, atendimento ao estrangeiro, tráfico de entorpecentes, contrabando, descaminho, dentre outros litígios oriundos de regiões que fazem limite com outros países. Na saúde, o Estado se destaca pelos hospitais, maternidades e prontos-socorros, sendo os mais conhecidos: Santa Casa de Misericórdia; Hospital Adventista do Pênfigo, cujo trabalho feito na instituição desperta o interesse de cientistas e médicos nacionais e internacionais; Hospital Regional de Mato Grosso do Sul – Rosa Pedrossian; Maternidade Cândido Mariano; Hospital do Câncer Alfredo Abrão; Hospital Universitário. O maior centro de atendimento hospitalar de destaque é a Santa Casa de Misericórdia, que foi construída em 1928, sendo o segundo hospital mais antigo da cidade de Campo Grande. É considerada um dos mais renomados hospitais do centro-oeste, pela parceria com o Curso de Medicina da IES. Ademais, a Santa Casa é referência em alta complexidade no município, no estado do MS e em países vizinhos como o Paraguai. A região Centro-Oeste constitui-se como uma região em pleno desenvolvimento, por essa razão despertou interesse dos grupos educacionais na última década, momento marcado pela expansão do ensino superior. Os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul possuem grande integração com o restante do país e bastante demanda por ensino superior de qualidade. A região engloba algumas das principais cidades planejadas do País, como Brasília, Goiânia, Campo Grande e Sinop. Enquanto as grandes cidades do Centro-Oeste possuem tendência a fortalecer as áreas de serviços, como o jurídico, e de carreiras inovadoras, as regiões do interior têm necessidade de profissionais qualificados em setores de produção, pecuária, agrícola e industrial. Assim, se justificou a necessidade de estruturar um curso jurídico de excelência na capitaldo estado do Mato Grosso do Sul. Mato Grosso do Sul exibe índices satisfatórios de acesso à educação, dada a existência de um número adequado de estabelecimentos escolares, tanto públicos (municipais, estaduais e federais) quanto particulares. Segundo pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do Ministério da Educação (INEP/MEC) a região Centro-Oeste ampliou o número de alunos matriculados no ensino superior, pois os dados revelam que em 2001 esse número era de apenas 260.349, especificamente, na modalidade presencial, passando a 495.240 em 2010. A inserção da Universidade Anhanguera- Uniderp, como uma das instituições de ensino superior da região, de fato, contribuiu para esta expansão, uma vez que oferece cursos de graduação na modalidade presencial em diferentes áreas. Segundo dados do E-MEC, atualmente Campo Grande conta com sete Instituições de Ensino Superior que oferecem o curso de Direito, sendo três Universidades, uma pública federal (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS) e duas privadas (Universidade Católica Dom Bosco - UCDB e Universidade Anhanguera - UNIDERP) e quatro Faculdades. A educação, indiscutivelmente, é a condição básica para o crescimento socioeconômico, o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população de um município. 1.4 DADOS GERAIS DO CURSO Instituição: UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP Endereço: Rua Ceará, nº333/Bairro: Miguel Couto/Campo Grande-MS/CEP: 79.003-010 Nome do curso: Direito Nº de vagas autorizadas: 670 (seiscentas e setenta) vagas Turno de funcionamento: manhã, tarde e noite Regime de matrícula: semestral Duração do curso: 10 (dez) semestres Carga horária total: 3700 (três mil e setecentos) horas Coordenador do curso: Nestor Rufino Xavier Atos legais: Resolução Nº 06/CONSU/97. e Nº 20/CONEPE/97 e reconhecimento pela Portaria Ministerial nº 1.168 de 17 de abril de 2002Instituição: Contexto educacional do curso O contexto educacional no qual é concebido o curso de Direito da Universidade Anhanguera-Uniderp busca contemplar, com qualidade, as demandas efetivas de natureza econômica, social e socioambientais, como pode ser mostrado nas informações apresentadas neste capítulo. O Centro de Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos (CESUP), foi criado em 1974, e implantou, de acordo com o previsto em seu projeto educacional, ainda em 1974, cursos de graduação, realizou pesquisas e implementou projetos de extensão. Em 1989, ampliou a sua atuação com uma nova unidade em Rio Verde de Mato Grosso- MS, para atender a demanda daquela região e sua área de influência. Como parte do seu desenvolvimento, em 1990, o CESUP solicitou ao então Conselho Federal de Educação, autorização para a transformação do Centro de Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos na Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP). O reconhecimento da Universidade, pelo atual Conselho Nacional de Educação, deu-se pelo Parecer n.º 153/96, de 02 de dezembro de 1996, homologado por Decreto Presidencial de 18/12/1996. No ano de 2005, a Universidade, após sua larga experiência em ofertar cursos de pós-graduação lato sensu a distância (visto ter sido autorizada pela Portaria nº. 2.632, de 19/09/2002), decidiu-se pela ampliação da oferta de cursos a distância, no âmbito da graduação, sendo Credenciada pela Portaria nº. 4.069, de 29/11/2005. Em outubro de 2007, a Anhanguera Educacional S/A (AESA) assumiu o controle acionário do Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda., mantenedor da UNIDERP. Em outubro de 2008, o Conselho Universitário decidiu, por unanimidade, pelo novo texto do Estatuto, aprovado, em seguida, pelo Ministério da Educação, por meio da Portaria MEC nº. 879, de 18 de novembro de 2008, veiculada no D.O.U. nº. 225, de 19 de novembro de 2008. A partir desta data a Universidade passou a denominar-se Universidade Anhanguera-Uniderp, mantida pelo Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda - CESUP. A Anhanguera Educacional S/A. - AESA incorporou o Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda.-CESUP, em 30 de abril de 2009, conforme Assembleia Geral Extraordinária – AGE realizada na mesma data e registrada na JUCESP (NIRE n.º 35.300.197.054), em 30 de setembro de 2009, sob o n.º 377.012/09-9. Por meio da Portaria MEC n. 1.620, de 13 de novembro de 2009, publicada no D.O.U. nº 218, de 16 de novembro de 2009, a mantença da Universidade Anhanguera- Uniderp foi transferida do Centro de Ensino Superior de Campo Grande Ltda.-CESUP, para a Anhanguera Educacional S/A - AESA. Em 06 de setembro de 2010, a AESA transformou sua natureza social de “sociedade anônima” para “sociedade empresária ltda.,” passando a denominar-se Anhanguera Educacional Ltda. - AELTDA., consoante atos registrados na JUCESP (NIRE n.º 35.300.197.054), sob o n.º 380.452/10-8, em 25 de outubro de 2010. Formas de acesso ao curso O ingresso na Universidade Anhanguera Uniderp é disciplinado pela Constituição Federal, pelos Pareceres CNE/CP no 95/98 e, sobretudo, pelo que determina o Artigo 44 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu inciso II: Art. 44º. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: [...] II - de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo. Desse modo, os alunos podem ingressar no curso de Direito por meio das seguintes formas: Concurso vestibular Visando a selecionar candidatos, semestralmente, a Universidade Anhanguera Uniderp oferece concursos vestibulares, cujas questões buscam mensurar no candidato o domínio de suas competências e habilidades, tais como aquelas definidas e avaliadas pelo Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). As condições para submissão aos exames de seleção são que os candidatos tenham concluído o ensino médio ou equivalente, ou que estejam em processo de conclusão até o início das atividades letivas. Após os exames formais de seleção, caso haja vaga, o candidato poderá agendar e se submeter a um exame simplificado, que busca avaliar uma produção textual argumentativa. Uma vez aprovado no exame simplificado, o candidato pode ter acesso ao curso. Transferência externa Indicada para alunos regularmente matriculados, ou com matrícula trancada em outra IES, cujo curso seja devidamente autorizado ou reconhecido pelo MEC. Os alunos podem solicitar transferência externa, em um processo que está condicionado à existência de vagas no curso pretendido. Caso o número de candidatos seja superior ao número de vagas, o candidato será submetido a um processo seletivo específico. Reaproveitamento de curso Esta é uma forma de ingresso em que o candidato portador de diploma de nível superior devidamente reconhecido solicita isenção do vestibular para ocupar uma vaga nos cursos da IES. Este processo está condicionado à existência de vaga no curso pretendido. Caso o número de vagas seja inferior ao número de candidatos, será realizado um processo seletivo específico. ProUni Por meio do Programa Universidade Para Todos (ProUni), do Governo Federal, é possível o ingresso de alunos de baixa renda em instituições particulares credenciadas pelo Ministério da Educação com bolsas integrais ou parciais. Enem Considerando que o Enem avalia competências e habilidades inerentes a esse nível de ensino, o candidato pode optar por ingressar na instituição utilizando suas notas obtidas nesse exame, de acordo com os critérios estabelecidos pelo MEC. 2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS INSTITUCIONAIS 2.1 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS A filosofia adotada pela Universidade Anhanguera-Uniderp prevê um processo educacional onde predominam a formação crítica dos indivíduos sobre a sociedade e seu papelenquanto cidadãos transformadores e o compromisso com a formação do homem e com o desenvolvimento social, científico e tecnológico. Acredita-se que é preciso articular a formação científico-profissional e a formação ética, política e estética; a aprendizagem como atividade de assimilação/compreensão/produção do conhecimento; e o processo de ensino-aprendizagem que tem como proposta explícita a liberdade, igualdade, autonomia de direitos, democracia, cidadania, humanização da natureza, existência social e do próprio homem. A instituição trabalha ações na administração, nos cursos, nos colegiados e nos núcleos docentes estruturantes no sentido de manter uma estrutura organizacional dinâmica e flexível, que permite ajustes permanentes, adaptações e inovações contínuas, rupturas, quando necessárias, e transformações sobre o que estará acontecendo no que diz respeito a desenvolvimento cognitivo e tecnológico. Dessa forma, a instituição se torna agente promotora dessas transformações. Para tanto, as aulas apresentam propostas dinâmicas, com conteúdos que usam a problematização e os estudos de caso como forma de tornar o aluno agente ativo no processo de ensino-aprendizagem. Ao mesmo tempo, esta proposta metodológica será flexível e estimula a discussão e a contextualização acerca de temas atuais entre alunos e professor, alinhados com a proposta das competências a serem desenvolvidas na aula. Essa proposta desloca qualquer ideia de que a diretriz acadêmica definida pela Kroton possa causar engessamento ou falta de coerência com as demandas locais. A Universidade Anhanguera-Uniderp se propõe a preparar profissionais pensantes, críticos, reflexivos e criativos, por meio do ensino, pesquisa e extensão, além de buscar formar profissionais competentes, éticos e cidadãos. A relação entre a concepção filosófica e a prática pedagógica é acompanhada por meio de avaliações de processos, avaliações de ensino-aprendizagem e avaliações atitudinais, e tem como ferramentas fundamentais a avaliação institucional e a Comissão Própria de Avaliação (CPA), bem como discussões sobre os cursos nos aspectos administrativos e didático-metodológicos e atividades do cotidiano dos colegiados. O projeto pedagógico da instituição, conforme descrito no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), visa a proporcionar aos alunos uma formação prática, realista, cidadã e solidária com as necessidades do meio, integrando aspectos regionais e nacionais, por meio de currículos flexíveis que permitem eleger, reformular e ampliar as modalidades de formação. Este trabalho é desenvolvido no curso por meio dos seus Colegiados, Núcleos Docentes Estruturantes, avaliações aplicadas pela Comissão Própria de Avaliação e reuniões entre coordenadores de curso, diretores e discentes. Em cada matriz curricular há disciplinas optativas que permitem atender a demandas de necessidades locais, caso não sejam contempladas em outras disciplinas, ou não sejam contextualizadas em discussões em salas de aula. A identidade da Universidade Anhanguera-Uniderp é construída continuamente a partir dos princípios ético-políticos, epistemológicos e educacionais. Os princípios ético- políticos que embasam o planejamento e as ações institucionais se refletem nos valores e atitudes da comunidade acadêmica, nas atividades de ensino, nas relações entre as pessoas e destas com o conhecimento. Esses princípios são: I. O respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da sociedade, portador de direitos e deveres; II. O respeito às diversidades de pensamento e ideologias como possibilidades de crescimento individual e social; III. O compromisso com as finalidades e objetivos da instituição, considerando a atividade-fim, a educação, acima de qualquer interesse particular; IV. A busca constante da qualidade institucional através da qualidade de seus elementos humanos, de sua estrutura organizacional e de seus programas de ação; V. O respeito às limitações físicas, mentais e emocionais. A Universidade Anhanguera-Uniderp também adota o Princípio Ser Educador, que norteia as ações de todos os colaboradores, pois a instituição acredita que a educação somente é possível se houver comprometimento em educar. Nessa perspectiva, se assume o compromisso em contribuir com o estabelecimento no que diz respeito ao sentimento de pertença de toda a comunidade acadêmica. O ser educador possui, essencialmente, como característica do seu trabalho, a capacidade formadora, empreendedora e reflexiva, que contribui para o desenvolvimento de indivíduos conscientes, guiados por valores éticos e morais necessários à coletividade. Em consonância com os princípios filosóficos, a Universidade Anhanguera-Uniderp reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolve ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, que buscam o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade. 2.2 RESPONSABILIDADE SOCIAL A Universidade Anhanguera-Uniderp reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolverá ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, buscando o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade. As ações de responsabilidade social são norteadas pelas diretrizes de seu Projeto de Desenvolvimento Institucional. Faz parte da missão da IES contribuir para melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável. Para alcançar esse objetivo, a Universidade Anhanguera Uniderp desenvolve projetos institucionais de responsabilidade social e sustentabilidade voltados para a diversidade e consciência humana, a fim de buscar o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade. A garantia desse comprometimento institucional se dá por meio das seguintes políticas: I. gestão universitária democrática, aberta e transparente, especificando seu compromisso social com o ensino de qualidade e envolvendo o corpo social na tomada de decisão e no debate e direcionamento das ações; II. investimento na capacitação do corpo docente e promoção de programas de treinamento ao pessoal administrativo, que visem à permanente qualificação e atualização; III. possibilidade de oferta de bolsas de estudos a funcionários e docentes, como também aos seus dependentes, cumprindo seu compromisso social em propiciar o acesso e o crescimento profissional; IV. promoção de palestras que abordem a promoção humana e a igualdade étnico- racial; V. realização de ações que proporcionem a educação ambiental; VI. inclusão digital por meio da disseminação das tecnologias de informação; VII. manutenção de currículos dos cursos que contemplem atividades complementares para contribuir no desenvolvimento de habilidades e competências acadêmicas, inclusive aquelas constituídas fora do âmbito escolar, relacionadas ao mundo do trabalho, à prática profissional e às ações de extensão junto à comunidade; VIII. disseminação do conhecimento por meio de projetos de extensão e cursos livres; IX. ampliação do acesso ao ensino de qualidade por meio da adesão a programas de bolsas de estudos promovidos por órgãos federais, estaduais e municipais, além de programas promovidos com recursos próprios; X. desenvolvimento de projetos de extensão que envolva ações de inclusão social, promovendo a integração da comunidade com a instituição; XI. interação e atendimento à sociedade através de prestação de serviços de qualidade; XII. realização de ações voltadas à educação ambiental. Por meio dessas políticas, a Universidade Anhanguera-Uniderp busca contribuir para o desenvolvimento econômicoe social de sua região por meio de ações e programas de responsabilidade social, abaixo citadas, integrando as comunidades acadêmica e local: Trote solidário: é um programa com o objetivo de engajar alunos, professores, coordenadores, colaboradores, gestores e diretores no desenvolvimento de ações que promovam cidadania, educação e trabalho em equipe, reafirmando o compromisso de IES socialmente responsável e marcando posição contrária ao trote violento. Semana do ensino responsável: momento em que apresenta os resultados e feitos de seus projetos sociais desenvolvidos ao longo do ano à comunidade por meio de atendimentos, palestras, campanhas, oficinas, jogos e atividades recreativas envolvendo alunos e colaboradores de todos os cursos. Semana global de empreendedorismo: é um evento que envolve 190 países com o objetivo de fortalecer e disseminar a cultura empreendedora, conectando, capacitando e inspirando as pessoas a empreender a partir do movimento. A Universidade Anhanguera-Uniderp participa todos os anos dessa semana, que ocorre durante todo o mês de novembro, por meio de diversas atividades, como oficinas, workshops, palestras, feiras, apresentação de projetos, e envolverá alunos, professores, colaboradores e a comunidade, abordando o empreendedorismo de alguma maneira. Além dessas ações, a Universidade Anhanguera-Uniderp adota mecanismos de incentivo e apoio à inclusão social, envolvendo a alocação de recursos que possibilitem o acesso e permanência dos estudantes, tais como: Bolsas de estudo oferecidas por meio de uma política de gerenciamento e concessão interna; Financiamentos alternativos; Atendimento ao público alvo da educação especial por meio de um núcleo que garanta a acessibilidade plena a todos os acadêmicos da educação especial, respeitando seu direito de matrícula e permanência no Ensino Superior. Em consonância com os princípios filosóficos, a Universidade Anhanguera-Uniderp reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolverá ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, de modo a buscar o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade, especialmente no que se refere à sua contribuição em relação: I. à inclusão social: a ser alcançada por meio da adoção de mecanismos de incentivo e apoio a processos de inclusão social, envolvendo a alocação de recursos que possibilitem o acesso e permanência dos estudantes (bolsas de estudo, atendimento ao público alvo da educação especial, financiamentos alternativos, programas de extensão que visem à integração e ampliação da participação da sociedade como um todo, desenvolvimento de conteúdo específico que estimule a inclusão social de deficientes além de ações que busquem incentivar a integração social da região com a comunidade acadêmica; II. à promoção humana e igualdade étnico-racial: partindo da premissa que “a escola tem papel preponderante para eliminação das discriminações e para emancipação dos grupos discriminados”, a instituição proporciona acesso aos conhecimentos científicos, aos registros culturais diferenciados, à conquista da racionalidade que rege as relações sociais e raciais. Promove, também, os conhecimentos avançados indispensáveis para consolidação e ajuste das nações enquanto educacionais, que valorizam e respeitam as pessoas para que não haja discriminações sociais e raciais em sua comunidade acadêmica. Para isso, são utilizadas ações como palestras, trote solidário, projetos de pesquisa, atendimentos e orientações em laboratórios, empresas juniores, Núcleo de Práticas Jurídicas e de conteúdos curriculares, com o objetivo de fomentar a promoção e respeito à igualdade entre as pessoas. Há eventos para recepção de estrangeiros e sua integração na comunidade local, feira das nações com a missão de integração e propagação de costumes, danças e comidas típicas de países. A instituição promove, também, mutirões de atendimentos integrados para atividades gratuitas à sociedade, como orientações e atendimentos nas diversas áreas e apoio às causas relacionadas aos direitos humanos; III. ao desenvolvimento econômico e social: almejado por meio de ações e programas que v i s a m a concretizar e integrar as diretrizes curriculares com os setores sociais e produtivos, incluindo o mercado profissional, por meio de experiências de produção e transferência de conhecimentos, tecnologias e dispositivos decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais. A finalidade é atender as demandas locais, regionais e nacionais por meio da Semana Global de Empreendedorismo, de projetos e palestras que primam pelo desenvolvimento social da comunidade local como cursos de empreendedorismo, capacitações pessoais, atendimentos psicopedagógicos, orientações e ações. Ações essas que são concretizadas por meio de conteúdos e componentes curriculares como estágios e práticas em todas as áreas que oferecem orientações e atendimentos públicos, além da iniciação científica, primando pelo crescimento e desenvolvimento da sociedade no âmbito econômico e social; IV. à defesa do meio ambiente: está presente em ações e programas que visam a concretizar e integrar as diretrizes curriculares com políticas relacionadas à preservação do meio ambiente, estimulando parcerias e transferência de conhecimentos. Está também presente em experiências de produção e transferência de conhecimentos e tecnologias decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais voltadas para a preservação e melhoria do meio ambiente. Para tal fim, há palestras e políticas voltadas à educação ambiental para a comunidade acadêmica e local, de modo a estimular coleta seletiva, consumo racional de água e energia, preservação de áreas verdes na região, incentivo de logística reversa e gestão dos resíduos sólidos, entre outros; V. à preservação da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural: buscada por meio de ações e programas que concretizam e integram as diretrizes curriculares com as políticas relacionadas ao patrimônio histórico e cultural, visam à sua preservação e o estímulo à transferência de conhecimentos e tecnologias decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais com vistas à preservação da memória e do patrimônio cultural. Para isso, há a implantação de política de preservação cultural da região por meio de projeto de extensão, primando pela preservação e manutenção das origens, costumes e memória locais. Há a realização de palestras e orientações para estímulo de produções típicas artesanais, agrícolas, industriais e culturais. Ademais, são realizadas orientações e palestras com o objetivo de informação à comunidade local sobre a importância da produção artística e sua proteção. 2.3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO As políticas institucionais de ensino, pesquisa e extensão, constantes no PDI estão implantadas no âmbito do curso. O PDI e as políticas de ensino do curso Quadro 1 - O PDI e as políticas de ensino do curso POLÍTICAS DE ENSINO DO PDI E DO CURSO PDI Elaboração e execução de projeto para estimular a abordagem interdisciplinar, a convivência, com foco em resolução de problemas, inclusive de natureza regional, respeitando as diretrizes curriculares pertinentes; CURSO O curso promove projetos de extensão extra curricular, proporcionando o acadêmico a convivência com a sociedade na solução de conflitos em comunidades específicas. PDI Preparação do contexto e das circunstâncias para implementação das novas metodologias de ensino-aprendizagem adotadas; CURSO Na busca de novas abordagens metodológicas o curso de Direito implantou práticas reais a todos os semestres do curso, inclusive com visitas técnicas a tribunais e instituiçõesligadas ao Direito. PDI Elaboração e execução de projeto que, com base na abordagem interdisciplinar, maximizem a integração entre a teoria e a prática, bem como entre a instituição e o seu entorno; CURSO O curso promove projetos de extensão extra curricular, proporcionando o acadêmico a convivência com a sociedade na solução de conflitos em comunidades específicas. PDI Elaboração e execução de projeto de oferta de Cursos baseados em currículos por competências e habilidades; CURSO Adequação do Projeto Pedagógico aos planos de ensino. PDI Elaboração do BSC - Acadêmico para cada Curso; CURSO Atender aos objetivos específicos do cursos em suas competências e habilidades. PDI Elaboração do banco de conteúdos profissionalizantes essenciais para cada Curso e do banco de conteúdos de conhecimentos prévios; CURSO Aplicar o conteúdo profissionalizante principalmente nos Estágios de Práticas Jurídicas. PDI Homogeneização da avaliação das competências a serem adquiridas (indicadores de processo); reflexão das avaliações dos conteúdos profissionalizantes e de conhecimento prévio (ensino- aprendizagem); e avaliação dos conteúdos atitudinais (testes psicopedagógicos); CURSO Seminários, avaliações e pesquisa PDI Elaboração de atividades provocadoras de aprendizagem que visam incutir no aluno o interesse pelo tema abordado nas atividades de aprendizagem presencial e/ou não-presencial; CURSO Discussão de casos práticos e reais PDI Revisão e atualização contínua dos projetos pedagógicos segundo escala de prioridades baseado nas avaliação institucional e nas Diretrizes Curriculares Nacionais; CURSO O NDE do curso realiza a revisão semestral do Projeto Pedagógico do Curso. PDI Promoção de eventos de difusão do conhecimento científico em áreas prioritárias, com envolvimento do corpo docente e discente, inclusive com efeitos multiplicativos de outros eventos de que professores e alunos tenham participado; CURSO Desenvolvimentos de projetos de extensão do curso para que os discentes orientados pelos docentes vivenciem a prática real do conteúdo teórico. PDI Desenvolvimento de ações que reduzam as taxas de evasão. CURSO Apoio ao discente com orientação individual, oficinas de nivelamento, palestras, etc. O PDI e as políticas de extensão do curso Quadro 2 - O PDI e as políticas de extensão do curso POLÍTICAS DE EXTENSÃO DO PDI E DO CURSO PDI Ampliação das atividades, segundo áreas prioritárias, especialmente onde for considerado mais necessário o estreitamento das relações entre a teoria e prática; CURSO Realização de Tribunal do Juri real no próprio campus, atendimento jurídico a comunidade, com atendimento a casos reais junto ao Nucleo de Prática jurídica. PDI Oferecimento de Cursos de extensão em áreas selecionadas, conforme as demandas da comunidade, detectadas mediante sondagem sistemática; CURSO Cursos ministrados para atualização de conteúdos, palestras, simpósios e seminários. PDI Estímulo à experimentação de novas metodologias de trabalho comunitário ou de ações sociais, envolvendo o aluno com diferentes possibilidades de atuação no sentido de reduzir as mazelas sociais e promover a disseminação do conhecimento do bem público; CURSO Desenvolvimento de Projetos de extensão a comunidade, como atendimento jurídico em centros comunitários ou comunidades carentes. PDI Estabelecimento de ações que aliem a projeção da imagem da instituição a serviços específicos prestados à comunidade; CURSO Atendimento a comunidade no Núcleo de Prática Jurídica, em parceria com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e Tribunal Regional Federal da 3ª Região. O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso Quadro 3 - O PDI e as Políticas de Pesquisa ou Iniciação Científica do Curso. POLÍTICAS DE PESQUISA DO PDI E DO CURSO PDI Contribuir para a solução dos problemas socioeconômicos, ambientais, empresariais, governamentais, culturais, que produzem reflexos diretos na qualidade de vida do estado de Mato Grosso do Sul e região; CURSO Os alunos utilizam da pesquisa como meio de estudos, atualização de conhecimentos e reflexão sobre os problemas da atualidade. PDI Incentivar a capacitação e desenvolvimento de pesquisadores preparando-os para enfrentar as realidades brasileira e internacional, por meio de programas científicos e tecnológicos, visando ao bemestar social, econômico e ao desenvolvimento sustentável; CURSO Manutenção das linhas e grupos de pesquisa implantados e consolidados dos quais se originam projetos de pesquisa dos docentes; PDI Estimular a captação de recursos e de cooperação científica nacional e internacional; CURSO Organizar eventos para captação de recursos. PDI Viabilizar a geração e a apropriação de conhecimentos por meio de processos, métodos, patentes, educação científicos; CURSO Realiza evento científico anual que tem como objetivo estimular as atividades de pesquisa no âmbito da universidade e das demais instituições de ensino e pesquisa do país, além de oferecer à comunidade científica a oportunidade de divulgar os resultados de seus trabalhos, promovendo o intercâmbio entre alunos de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento. PDI Promover a difusão de conhecimentos à sociedade por meio de transferência de produtos ao mercado, publicações especializadas, divulgação junto aos órgãos e instituições de interesse. CURSO Publicação de periódicos em parceria com outras IES, cujo objetivo é oferecer um veículo para publicação e disseminação das pesquisas desenvolvidas na Instituição. 3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO 3.1 CONCEITOS ACADÊMICOS Para construção dos conceitos acadêmicos da instituição, primeiramente, debruça-se acerca de respostas que possam elucidar a seguinte pergunta: Qual o objetivo do aluno ao ingressar em um curso superior? Naturalmente, vários motivos podem responder a essa questão. Entretanto, é necessária uma resposta que, em certa medida, represente a maioria dos ingressantes, pois somente assim, num trabalho de pensar e repensar conjunto e participativo, é possível criar os conceitos, elaborar os processos e implementar ações que levam à concretização dos objetivos da grande maioria dos futuros alunos. Considerando isso, assumimos que o objetivo do aluno, ao ingressar no Ensino Superior, é ter sucesso pessoal e/ou profissional, é ter um sonho realizado de conquista e superação, é conquistar a empregabilidade, tornando-se apto a ingressar e manter-se no mercado de trabalho, seja por meio do emprego, do empreendedorismo, da pesquisa ou de qualquer outra forma de ocupação. Tendo reconhecido a empregabilidade como centro dessa representação, a próxima pergunta que estimula a busca por respostas é descobrir: o que é preciso ter para ganhar empregabilidade? Um dos valores emergentes na sociedade pós-industrial é a progressiva intelectualização da atividade humana, que requer cada vez mais o uso das tecnologias e do conhecimento constituído por quatro pilares: SABER, FAZER, SER e CONVIVER (DELORS, 1999). O SABER permite compreender melhor a área de conhecimento escolhida pelo aluno e compreender o ambiente sob os seus diversos aspectos. Dessa forma, deve despertar a curiosidade intelectual, estimular o sentido crítico e permitir compreender o real mediante a aquisição de autonomia na capacidade de discernir. Entretanto, de nada adianta SABER se o aluno não consegue utilizar e aplicar os conceitos e teorias adquiridas no meio onde vive (FAZER). O SER e o CONVIVER constituem a formação do cidadão, já que trata do desenvolvimento do indivíduo e da aprendizagem do viver com os outros. A Universidade Anhanguera Uniderp entende como tarefa fundamental a promoção da convivência entre os acadêmicos dos diversoscursos, e trabalha a competência socioafetiva tão necessária hoje no mercado de trabalho. Consonante com esses conceitos e com o objetivo de atender aos novos desafios da Educação Superior foi desenvolvido o Modelo Acadêmico Kroton Learning System (KLS 2.0), pautado na qualidade e na inovação, com foco na promoção da empregabilidade dos alunos. 3.1.1 Modelo acadêmico Tendo em vista a missão, a visão e os valores da IES, que remetem para o objetivo de melhorar a vida das pessoas e ser referência em educação com ética, respeito e integridade, promovendo o desenvolvimento das pessoas e atuando de forma inovadora e sustentável, o curso de graduação em Direito da Universidade Anhanguera-Uniderp está organizado e sua matriz curricular está configurada para promover a relação entre a teoria e a prática profissional, a fim de formar egressos com as competências necessárias para atenderem às demandas da sociedade e do mercado de trabalho. É levada em conta, nessa perspectiva, a progressiva intelectualização da atividade humana. Atualmente, as atividades de trabalho requerem inteligência, criatividade, preparação cultural, enfim, requerem conhecimento. Ou seja, o conhecimento é um recurso indispensável. Em concordância com Delors (1999), a Universidade Anhanguera-Uniderp entende que cada um dos quatro pilares do conhecimento [...] deve ser objeto de atenção igual por parte do ensino estruturado, a fim de que a educação apareça como uma experiência global a levar a cabo ao longo de toda a vida, no plano cognitivo, no prático, para o indivíduo enquanto pessoa e membro da sociedade (UNESCO, 1999). Tendo como suporte pressupostos teóricos de autores como Perrenoud, Delors e Zabala, em termos práticos, são desenvolvidas ações para cada um dos pilares que a IES define como conhecimento. A aprendizagem baseada em conteúdos acumulados é substituída pela visão de que conteúdos não constituem o núcleo de uma proposta educacional, mas representam suporte para o desenvolvimento de competências. Assim, os métodos, as técnicas e as estratégias não são meios no processo de ensinar e aprender, mas se identificam com o próprio exercício das competências, mobilizados pelas habilidades, atitudes e conhecimentos em realizações profissionais. Por meio da integração entre o SABER, o FAZER, o SER e o CONVIVER, o curso desenvolve nos alunos não apenas uma nova mentalidade para o exercício profissional, mas um conjunto de habilidades procedimentais e atitudinais, que contribuem para a formação cidadã. O KLS 2.0 foi concebido para possibilitar a concretização dessa proposta. Um modelo integrado com as tecnologias da informação e comunicação (TIC), que focaliza na qualidade e na essencialidade dos conteúdos para a formação do perfil profissional desejado. Portanto, a proposta do curso privilegia os conteúdos essenciais que podem ser aplicados no desenvolvimento das competências necessárias para cada campo de atuação em questão. O pressuposto é o de que o conteúdo ensinado, por si só, não leva à formação do profissional que se deseja para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. A articulação, a operacionalização e a contextualização são o cerne do processo de aprendizagem para que os conhecimentos construídos e assimilados possam ser colocados em prática de forma eficaz. Consequentemente, torna-se imperativo que o processo de ensino-aprendizagem forneça ao aluno as ferramentas necessárias para que ele possa desenvolver suas competências, a partir da junção de habilidades, tais como: mobilizar o que aprendeu, desenvolver autonomia intelectual diante de um desafio profissional, saber transformar informações em conhecimentos pessoais, fazer análises e sínteses, relacionar aprendizado e tirar conclusões. A ideia de competência pode ser sintetizada, segundo Moretto (2005), em três aspectos básicos: ideia de pessoa, ser capaz de; a ideia de mobilização, isto é, a capacidade de se mobilizar o que sabe para realizar o que se busca; e a ideia de conhecimento intelectual, a cognição. O conceito de competência, portanto, está relacionado à sua finalidade, que consiste em abordar e resolver situações complexas. Nesse contexto, o que muda na prática é que as atividades de aprendizagem que antes continham apenas conteúdos conceituais, agora, necessariamente, devem conter conteúdos procedimentais e atitudinais trabalhados metodologicamente numa proposta relacional dos diferentes conteúdos, atividades de aprendizagem e avaliação. Para a organização da matriz curricular do KLS 2.0, foi construída uma metodologia adaptada a partir de uma ferramenta de gestão denominada Balanced Scorecard, desenvolvida pelos professores da Harvard Business School (HBS) Robert Kaplan e David Norton. O BSC acadêmico é uma adaptação dos conceitos e princípios do Balanced Scorecard para escolha, organização, disponibilização, distribuição e avaliação das competências, habilidades e conteúdos de cada curso ofertado na IES. Na construção do BSC acadêmico são considerados: PERFIL DO EGRESSO O curso de Direito da Universidade Anhanguera-Uniderp se compromete a estruturar e seguir um perfil profissional com sólida formação geral e humanística, capacidade de análise, domínio dos conceitos de sua área aliada a uma postura reflexiva e de visão crítica, que fomente a capacidade e a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica, de forma a atender ao mercado de trabalho. ÁREA DE ATUAÇÃO A definição de área de atuação possui o intuito de facilitar a apuração das competências e habilidades necessárias para o bom desempenho profissional, e não deve ser confundida com local de trabalho. Tornar precisas as áreas de atuação do curso permite selecionar as competências e habilidades necessárias a tornar um profissional especialista na área escolhida, mas que também seja generalista e abrangente. COMPETÊNCIAS GERAIS Determinam o que o aluno deve conhecer bem para ser capaz de desempenhar suas funções na área de atuação em que está sendo formado. COMPETÊNCIAS TÉCNICAS Determinam o que o aluno deve conhecer bem para aplicar métodos, processos e para ser capaz de responder às situações concretas encontradas na realidade profissional por meio da concretização da aprendizagem na forma de um produto, como por exemplo maquete, laudo, projeto, procedimento, entre outros. DISCIPLINA Representa o nome do componente curricular que agrega toda a estruturação de uma competência. UNIDADE DE ENSINO Tratam das ementas que representam o conjunto de conteúdos. CONTEÚDO Desdobramento dos assuntos granulares que devem ser trabalhados para o desenvolvimento das competências previstas. CLASSIFICAÇÃO DO CONTEÚDO Determina se o conteúdo é teórico ou prático (aquele que exige roteiros de aulas práticas e vivências em laboratórios específicos/campo). CARGA HORÁRIA DO CONTEÚDO Definição de carga horária para cada conteúdo a ser contemplado. TIPO DE OFERTA Modalidade de oferta presencial ou semipresencial. CATEGORIZAÇÃO DA DISCIPLINA Disciplina de fundamento ou profissionalizante. 3.1.2 Concepção e organização da matriz curricular O processo de concepção e organização da matriz curricular e, consequentemente, das disciplinas que a compõem, seguem um percurso particular dentro do KLS 2.0. Esse percurso se inicia com a definição das competências que subsidiam o ensino crítico, reflexivo e criativo por meio do desenvolvimento de conteúdos curriculares que contemplam saberes fundamentais à construção de um perfil acadêmico e profissional do egresso. O foco da construção da disciplina como elemento fundador resultante no currículo é desviado, sem, contudo, deixar de ser considerada sua importância no conjunto organizado que compõe a estrutura de uma matriz curricular. Sendo assim, no contexto do KLS 2.0, as competências podem ser compreendidas como aptidões adquiridas quando da junção e coordenação de conhecimentos, habilidades, valorese atitudes que permitirão ao aluno constituir domínio suficiente para exercer, de modo eficaz e eficiente, as atividades requeridas no contexto do trabalho, nas diversas áreas de atuação de sua profissão. Essa capacidade de mobilizar recursos cognitivos em resposta às diversas situações determina a seleção das técnicas apropriadas (o fazer associado ao aplicar, às habilidades exigidas pela prática) e suporta a definição dos conteúdos que devem ser ministrados em uma disciplina. O currículo é visto como conjunto integrado e articulado de situações-meio didaticamente concebidas e organizadas para promover aprendizagens significativas e funcionais. O alvo de controle se constitui na geração das competências profissionais gerais e específicas. A Universidade Anhanguera-Uniderp trabalha o currículo por competências, no qual o aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de conteúdos, em que aluno atua como sujeito passivo. É assumido, nessa construção, o conceito de que uma disciplina consiste na soma de competências gerais. A derivação da competência geral em seus componentes constitutivos depende, porém, da categorização das disciplinas, a saber: disciplinas de fundamentos ou disciplinas profissionalizantes. DISCIPLINAS DE FUNDAMENTOS Uma disciplina de fundamentos é, como se anuncia, elaborada para abranger as competências e conteúdos que estabelecem as relações de base e subsidiam a posterior imersão em conteúdos de cunho profissional. São alicerces que consolidam a estrutura conceitual necessária para o aluno progredir, e engloba conteúdos fundamentais que se interligam aos eixos de formação. Por meio de conteúdos que orientam a construção do conhecimento, é proporcionado ao aluno conhecer e aprender conceitos e contextos para que ele seja capaz de desenvolver as competências profissionalizantes. Uma boa fundamentação conceitual e contextualizada facilita a aprendizagem dos conteúdos profissionalizantes. Uma disciplina de fundamentos é, portanto, a base estruturante para que as disciplinas profissionalizantes possam oportunizar o desenvolvimento das competências exigidas durante o exercício profissional. DISCIPLINAS PROFISSIONALIZANTES As disciplinas profissionalizantes propiciam o desenvolvimento das competências técnicas exigidas para a atuação do futuro egresso. É no momento do seu percurso formativo que o aluno desenvolve o fazer prático, articula os saberes, habilidades, técnicas e atitudes que prenunciam a capacidade de responder a situações reais e complexas com os quais os profissionais se deparam cotidianamente. Essa capacidade de aprendizagem e de resposta às situações concretas contribui para o desenvolvimento de atitude profissional, e possibilita a construção dessas experiências em novos saberes, possíveis de serem mobilizados em diferentes contextos. Uma disciplina profissionalizante depreende de competências gerais e técnicas, bem como de produtos ou entregas relacionadas ao exercício prático profissional. Os conteúdos que precisam ser ministrados derivam, portanto, da técnica e do produto (Figura 1). Figura 1- Disciplinas profissionalizantes A disciplina profissionalizante é, portanto, concebida para atender ao conceito acadêmico do KLS 2.0, por meio de um ambiente de ensino-aprendizagem com enfoque na empregabilidade. 3.2 METODOLOGIA: AULA MODELO E MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL Nos dias de hoje, a educação visa fundamentalmente à preparação para o exercício da cidadania, cabendo ao curso formar acadêmicos com conhecimentos, habilidades, valores, atitudes, ética e formas de pensar em atuar na sociedade por meio de uma aprendizagem significativa. Nessa perspectiva, todas as ações do curso de Direito ocorrem no sentido de romper com a perspectiva tradicional e se dirigir para um modelo em que professor e aluno interajam no processo de ensino-aprendizagem, por meio de diferentes canais e procedimentos de ensino, visando a que as aprendizagens se tornem significativas. O principal papel na promoção de uma aprendizagem significativa é desafiar os conceitos já aprendidos, para que se reconstruam de forma mais ampliada. Isso é feito por meio de planejamento, quando se coloca ao aluno um novo desafio, no sentido de buscar formas de provocar instabilidade cognitiva. Dessa forma, planejar uma aula significativa é a primeira etapa da metodologia a ser aplicada, pois representa, em primeira análise, buscar formas criativas e estimuladoras de desafiar as estruturas conceituais dos alunos. Isso é importante, pois, segundo Ausubel (1982), “é indispensável para que haja uma aprendizagem significativa, que os alunos se predisponham a aprender significativamente”. Competência Geral CONHECER para ser capaz de ATUAR PROFISSIONALMENTE , nas diferentes Áreas de Atuação Competência Técnica APLICAR (métodos, processos, técnicas) para ser capaz de RESPONDER as situações complexas encontradas na realidade profissional. Produto ENTREGAR (maquete, laudo, projeto), para ser capaz de SOLUCIONAR problemas. Conteúdos TEMAS que orientam a construção do conhecimento e que constituem a base mais granular para o processo de ensino e aprendizagem. CP△T△G Neste sentido, são buscadas estratégias de ensino-aprendizagem que utilizam recursos tais como: mapas conceituais, metodologias baseadas em projetos, tecnologias interativas de ensino, visitas técnicas, aulas práticas de laboratório, estudo de caso, problematização, grupos de verbalização e grupo de observação, metodologias de simulação, oficinas (workshops), aulas expositivas dialogadas, tempestade cerebral, seminários, aprendizagem baseada em problema, etc. O curso de Direito adota uma metodologia de trabalho que considera o perfil do ingressante, e enseja que cada disciplina ofertada venha a possibilitar o desenvolvimento das habilidades e competências projetadas, permitindo que o egresso venha a ter o perfil que lhe garanta uma boa empregabilidade. Para tal, a metodologia nasce do planejamento, que propõe novas metodologias, mais atualizadas e condizentes com os perfis dos ingressantes e egressos na atualidade. Além disso, considerando os diferentes perfis que temos em nossa IES, busca-se contemplar nessa metodologia a acessibilidade plena. Entende-se que a acessibilidade plena se remete ao direito assegurado ao público-alvo da educação especial às condições de igualdade no acesso, na permanência e na terminalidade dos estudos na educação superior. Tais condições são promovidas institucionalmente a partir da eliminação do conjunto de barreiras, a saber: arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, comunicativas e digitais. A acessibilidade arquitetônica se concretiza por meio do rompimento de barreiras físicas dentro do espaço acadêmico, incluindo a estrutura física da IES, de forma que seus ambientes permitam o desenvolvimento de atividades acadêmicas. Os exemplos mais comuns de acessibilidade arquitetônica são a presença de rampas, banheiros adaptados, elevadores adaptados, piso tátil, entre outras. A acessibilidade atitudinal está relacionada à capacidade do indivíduo de identificar-se como parte integrante da diversidade, livre de preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações, visto que serão as atitudes que impulsionarão a remoção de barreiras. Essa acessibilidade ocorre por meio de ações e projetos relacionados à acessibilidade em toda a sua amplitude. Por meio dessas atitudes, a acessibilidade metodológica (também conhecida como pedagógica) é promovida pela eliminação de barreiras por meio de metodologias e técnicas de estudo desenvolvidas pelo docente. É possível notar a acessibilidade metodológica nas salas de aula quando os professores promovem processos pedagógicos, flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência,como por exemplo: pranchas de comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores e leitores de tela, comunicação alternativa, aprofundamento de estudos, entre outros recursos, conforme a Resolução VP Acadêmica de Graduação n° 1/2015, que regulamenta o atendimento ao público-alvo da educação especial, por meio do Núcleo de educação especial Inclusiva - NUEEI. A acessibilidade digital e nas comunicações se efetiva por meio das variadas formas de comunicação sem obstáculos, como a língua de sinais, aprofundamento de estudos, uso de programas específicos por intermédio de computadores, bem como a difusão e facilidade no uso de novas tecnologias, mecanismos digitais e de tecnologias assistivas. Para garantir a contratação e gestão do intérprete, o NUEEI disponibiliza para as unidades o Manual de orientações para gestão do intérprete da Libras e a Declaração para solicitação de intérprete da Libras. Além das orientações para a contratação dos intérpretes da Libras e, atentos à formação do professor e a familiarização com o contexto dos alunos, a IES oferece curso de capacitação em educação inclusiva e em Libras, oportunizando o contato e a difusão da Língua Brasileira de Sinais. Essas orientações contribuem para a eliminação de barreiras comunicacionais. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da educação especial no curso de Direito é realizado pelo NUEEI, composto por profissionais da área da educação especial, que conta com a participação colaborativa de outros profissionais do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), responsável pelo atendimento local na IES, composto por um representante dos coordenadores, um representante docente, um representante do corpo técnico-administrativo e um representante da CPA. O procedimento metodológico para execução das aulas considera o que determina o Kroton Learning System, cujos princípios, fundamentação e evolução foram descritos no item 3.1.1. 3.2.1 Aula modelo Em sintonia com os conceitos acadêmicos adotados, o curso de Direito busca estratégias de ensino-aprendizagem por meio de metodologias ativas que desenvolvem competências e habilidades necessárias ao egresso que se quer formar, como possibilidade de desenvolvimento do pensamento, da autoanálise e da autoaprendizagem. Por meio de situações propostas, didaticamente concebidas e organizadas para promover aprendizagens significativas e funcionais, o alvo se constitui na geração das competências profissionais gerais e técnicas. Dessa forma, o KLS 2.0 considera que a sala de aula é um espaço de aprendizado dialógico, baseando-se em situações da realidade profissional (SRs) e situações- problema (SPs) que instiguem reflexão e ação. Nesse sentido, é criada a aula modelo, cujos principais objetivos são: • Maximizar a eficácia das atividades em sala de aula. • Estruturar o tempo fora da sala de aula para o máximo benefício de aprendizagem. • Criar e manter o espírito de parceria entre alunos e professores. A aula modelo, baseada no conceito sala de aula invertida, compreende três momentos didáticos, a saber: Pré-aula, momento que antecede a aula, tem por objetivos desafiar, incentivar e estimular o aluno para a aprendizagem, por meio de proposições via webaula (WA), livro didático (LD), objetos de aprendizagem, textos ou outros recursos que o professor julgar relevantes. Aula mediada, momento em que são desenvolvidas atividades para resolver situações-problema, momento em que as trocas de experiências e conhecimentos são estimuladas. Pós-aula, momento destinado à realização de atividades e de propor novos desafios a fim de despertar os alunos para novas aprendizagens. As aulas são planejadas para serem desenvolvidas na seguinte sequência: Introdução: levantamento de ideias a partir do assunto que será proposto na pré-aula. Desenvolvimento: desencadeamento do tema e explicação dialógica do assunto pelo professor. Conclusão: nessa etapa, o professor deve fazer uma síntese geral do assunto, retomando os pontos mais importantes, e questionando os alunos para perceber como a aprendizagem está se processando. O professor, tendo o plano de ensino como referência, estrutura a sua aula modelo e disponibiliza, juntamente com o plano de ensino, no ambiente virtual de aprendizagem (AVA), uma sequência sistematizada do que deve ser desenvolvido em sala de aula, como por exemplo: os conteúdos, os textos, os exercícios e/ou as atividades a serem realizadas. Os materiais sugeridos pelo professor não devem se limitar apenas ao assunto que será abordado, deve também permitir ao aluno o estudo aprofundado do tema. Todo o material e as atividades de aprendizagem a serem utilizadas ficam disponíveis para o aluno durante todo o tempo de sua formação. Assim, a qualquer momento, o aluno poderá revisar o tema estudado e, a cada semestre, terá à sua disposição não apenas os materiais e atividades de aprendizagem daquele semestre, mas também os de todos os semestres já cursados. Resumidamente, a aula modelo está representada pela figura a seguir (Figura 2): Figura 2 - Aula Modelo Aula Modelo Pré-Aula Webaula Livro Didático Avaliação Diagnóstica Atividades Preparató- rias Aula Mediada Planos de aula e Roteiros de aula prática Pensando a aula (avaliação formativa) Problematiz ando a aula (avaliação formativa) Provocando novas situações (avaliação formativa) Pós-Aula Atividades de Aprendiza- gem (Livro Didático) Atividades relaciona- das ao conteúdo posterior Esse modelo parte do pressuposto de que o conhecimento não deve ocorrer apenas ao tempo previsto para a duração das aulas, conforme determina a Resolução n.º 3/2007 e no Parecer CNE/CES n.º 261/2006, que define que Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da duração da atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo que compreenderá: I. preleções e aulas expositivas; II. atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. Deste modo, o aluno desenvolve, no mínimo, 60 minutos de atividades acadêmicas efetivas, 50 minutos de aula e 10 minutos de atividades orientadas compreendidas entre a pré-aula e a pós-aula. Todo o conteúdo é planejado pelo professor da disciplina, de modo a promover uma inter-relação entre os tempos didáticos e, consequentemente, viabilizar o desenvolvimento do aluno. Nesse cenário, o professor estará presente em todo o processo orientando, auxiliando e intermediando o processo de ensino- aprendizagem. É importante ressaltar que para a aula modelo é estruturado um material didático baseado na sistematização conceitual e no ensino fundamentado na problematização, que possibilitará ao aluno o desenvolvimento do pensamento crítico e a aplicação dos conhecimentos em situações práticas e reais. Os materiais didáticos visam a potencializar o processo ensino-aprendizagem por meio de livro didático, webaula, roteiro de aulas práticas, entre outros. Para além desses materiais, o professor pode, se julgar necessário, agregar novos recursos e materiais que contribuem com o desenvolvimento da disciplina. As disciplinas que não possuem material didático terão, da mesma forma, os três momentos didáticos planejados e aplicados pelo professor da disciplina. Em uma disciplina de fundamento, a problematização do conteúdo é realizada a partir de sua competência e dos resultados geradores de aprendizagem. Já para uma disciplina profissionalizante, a problematização do conteúdo é realizada a partir da competência técnica e do produto. Resumindo, a metodologia adotada pelo KLS 2.0 pode ser representada por meio da aula modelo e pelos materiais adotados, conforme figura a seguir.Figura 3 - Tempos didáticos M ET O D O LO G IA Pré-Aula Sistematização de conceitos. Deve ser provocativa e despertar o interesse do aluno no conteúdo. Webaula, roteiro do vídeo, livro didático e atividades diagnósticas. Aula Mediada Resolução de situação-problema. Plano de aula e roteiros de aula prática (quando a disciplina exigir CH prática). Pós-Aula Aprofundamento por meio de atividades. Preparação para a aula seguinte. Atividade de aprendizagem. Por fim, a metodologia a ser adotada, em consonância com o modelo acadêmico, promove ações de ensino-aprendizagem para desenvolver as competências necessárias para a empregabilidade dos seus alunos. Sabe-se que, entre os principais desafios da era contemporânea, é necessário que os jovens sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento e do de suas comunidades. Uma das abordagens adotadas passará pelo desenvolvimento de competências socioemocionais. Nesse processo, se aprende a colocar em prática as atitudes e habilidades que possibilitam ao aluno controlar suas emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar decisões de maneira responsável. Dessa forma, com base nos quatro pilares da educação - aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver -, a IES prepara os alunos não apenas para o aprendizado dos conteúdos curriculares, mas também a serem pessoas colaborativas e críticas, preparadas para desenvolver uma atividade profissional. 3.2.2 Material didático O material didático da Universidade Anhanguera Uniderp é um recurso pedagógico relevante, que auxiliará o processo de ensino-aprendizagem e materializa o ensino por competências. A cada aula, que corresponde a uma seção do material, o conteúdo é abordado de forma contextualizada e exemplificada numa situação-problema (SP). Isso exige que o aluno compreenda e mobilize os conteúdos teóricos para análise, síntese e aplicação deles na resolução de um problema, viabilizando e reforçando o desenvolvimento das competências almejadas no perfil profissional do egresso. Para o corpo docente são disponibilizados planos de aulas e roteiros para as aulas práticas, contendo orientações de didática de ensino do conteúdo e técnicas de mediação para resolução da SP. Tais materiais auxiliam o planejamento do professor em relação à aula, permitindo a avaliação contínua e formativa da aprendizagem em sala de aula. Também estimulam a autonomia do professor em sala de aula, permitindo a flexibilidade e interdisciplinaridade, focando nas necessidades locorregionais de seus discentes. Dessa forma, por meio dos materiais didáticos, se busca desenvolver o pensamento crítico dos alunos e as competências profissionais para a resolução de problemas, competências essas que são cada vez mais exigidas pelos empregadores. A produção dos materiais didáticos segue etapas rigorosas de qualidade que são organizadas por processos que interligam uma cadeia que tem como princípio a elaboração, posteriormente a editoração e, por fim, a disponibilização do material ao aluno no ambiente virtual de aprendizagem (AVA). Essa construção tem o BSC do curso como documento norteador para promover a transformação do conteúdo em material didático, buscando oferecer todos os elementos necessários, compatibilizando com aprofundamento e coerência, aliando teoria e prática por meio das situações-problema a serem apresentadas ao longo do material. O material didático oferecido ao aluno da Universidade também é pensado de acordo com os requisitos de acessibilidade necessários para a inclusão do público-alvo da Educação Especial, a saber, pessoas com: deficiência; transtornos globais do desenvolvimento (Autismo, Síndrome de Rett, Síndrome de Asperger, Transtorno Desintegrativo da Infância); altas habilidades/superdotação. Para tanto, há materiais compatíveis com leitores de tela e textos com fonte ampliada, vídeos com janela da Libras e, quando solicitado, a disponibilização de recursos e adaptações específicas. A Universidade disponibiliza auxílio de ledor/transcritor, intérprete da Libras, equipamentos (computador com software leitor de tela, scanner* para digitalização e conversão de texto em áudio), além de formação continuada para o corpo docente e colaboradores, a fim de contribuir com o processo de inclusão dos alunos por meio de ações para atender os espectros de acessibilidade metodológica, atitudinal, programática, digital e nas comunicações em busca da acessibilidade plena. 3.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO E ÁREA DE ATUAÇÃO Partindo do princípio de que o aluno ingressa no Ensino Superior principalmente para ter empregabilidade, o curso de Direito da Universidade Anhanguera-Uniderp, por meio do KLS 2.0, se preocupa com uma formação do profissional-cidadão competente e capacitado a ingressar e manter-se no mercado de trabalho, desenvolvendo-se com eficiência e eficácia na área que escolheu atuar. Para a formação desse egresso, a proposta de organização curricular é realizada em função das competências que os acadêmicos precisam desenvolver, respeitando-se as aprendizagens, conhecimentos e as construções adquiridas anteriormente. Nessa proposta, a elaboração do currículo tem como referência o perfil do egresso. É esse perfil que orienta a definição das áreas de atuação, a composição das competências a serem desenvolvidas e, consequentemente, o conjunto de elementos que contribuirão para se estabelecer as conexões necessárias. Compreendendo que as competências permitem mobilizar conhecimentos para enfrentar determinadas situações, as atividades de aprendizagem vão além dos conteúdos conceituais, abrangendo também os conteúdos procedimentais e atitudinais, que garantirão o perfil profissional do egresso que se deseja formar. As competências a serem trabalhadas no curso estão de acordo com as respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e têm como foco o que o egresso necessita conhecer bem para ser capaz de desenvolver suas atividades nas diversas áreas de atuação de sua profissão. Neste contexto, o egresso deve ter como pressupostos essenciais o compromisso de atuar no contexto socioeconômico e político do país, sendo um profissional e cidadão comprometido com os interesses e desafios da sociedade contemporânea e capaz de acompanhar a evolução científica e tecnológica da sua área de atuação, mantendo adequado padrão de ética profissional, conduta moral e respeito ao ser humano. Considerando as concepções filosóficas e educacionais, os objetivos formativos da IES, sua missão, visão, valores, e os preceitos dispostos no seu PDI; Universidade Anhanguera-Uniderp busca que os egressos de todos os seus cursos superiores, sejam profissionais que: • tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; • sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável; • tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica, tecnológica e científica; • atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável; • saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir da convivência democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes; e • sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos conhecimentos. No âmbito do curso, a Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Direito, define o perfil do egresso desse Curso da seguinte forma: Sólida formação geral, humanística e axiológica, capacidade de análise, domínio de conceitos e da terminologia jurídica, adequada argumentação, interpretação e valorização dos fenômenos jurídicos e sociais, aliada a uma postura reflexiva e de visão crítica que fomente a capacidadee a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica, indispensável ao exercício da Ciência do Direito, da prestação da justiça e do desenvolvimento da cidadania. Em alinhamento com os objetivos do curso, considerando os pressupostos assumidos pela Faculdade, e mediante o conjunto de conhecimentos que serão internalizados ao longo do Curso de Direito, busca-se que os seus egressos tenham o perfil de profissionais generalistas, aptos a analisar, interpretar e agir em situações pertinentes ao Direito, a partir de atitudes críticas, reflexivas e éticas, pois adquiriram habilidades suficientes para, eticamente, atuar: • Compreendendo, analisando e elaborando textos, atos e documentos jurídicos ou normativos; • Interpretando e aplicando o Direito; • Pesquisando e utilizando legislação, jurisprudência, doutrina e outras fontes do Direito; • Adequando a atuação técnico-jurídica, em diferentes instâncias administrativas ou judiciais, com o correto uso de atos, procedimentos e processos; • Empregando corretamente a terminologia empregada na Ciência jurídica e do Direito; • Utilizando o raciocínio jurídico, a argumentação, a persuasão, a conciliação e a reflexão crítica; • Tomando decisões orientadas por valores éticos e realizando julgamentos imparciais; • Dominando tecnologias e métodos para a constante compreensão e aplicação do Direito. Considerando as habilidades e competências desenvolvidas ao longo do Curso e seu perfil profissiográfico; o Bacharel em Direito formado pela Universidade Anhanguera Uniderp poderá atuar nas seguintes áreas: Direito Público, Direito Privado e Direitos Especiais. O conhecimento do PPC pelo corpo docente e discente ocorre por meio de reuniões de Colegiado, do Núcleo Docente Estruturante e de coordenadores de curso com discentes visando a participação da sociedade acadêmica como um todo na decisão do Projeto Pedagógico do Curso, permitindo o debate e o melhoramento, bem como com a análise de informações oriundas da Comissão Própria de Avaliação (CPA). A versão atualizada e impressa do Projeto Pedagógico do Curso de Direito está disponível na Biblioteca da Universidade Anhanguera Uniderp em local público e acessível. Visando a atender a acessibilidade plena, o PPC pode ser divulgado também em outras modalidades que se julgar necessária pelo NUEEI após análise de corpo docente e discente da unidade. 3.3.1 Acompanhamento de egressos A Política de Empregabilidade formaliza a atuação da Universidade Anhanguera Uniderp quanto à promoção da inserção de seus alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, o que afirma o compromisso em desenvolver a empregabilidade de seus alunos, por meio da promoção de sua qualificação profissional, especificamente nos seguintes aspectos: a) Promover a inserção dos alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, por meio da intermediação de emprego e do desenvolvimento de sua empregabilidade; b) acompanhar a evolução profissional dos egressos; c) entender o impacto do Ensino Superior na vida profissional dos alunos; e d) buscar atender aos requisitos de qualificação profissional do mercado. Esses objetivos são coerentes com a missão de “Melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, gerando valor de forma sustentável”. Integrante dessa política, o Canal Conecta é um portal web, criado para aproximar alunos e ex-alunos dos empregos disponíveis na região, de forma rápida, fácil e objetiva, bem como auxiliar as empresas na indicação dos melhores profissionais, de acordo com suas demandas mercadológicas atuais. Totalmente gratuita e inédita, a ferramenta permite às empresas a divulgação de suas vagas em aberto, incluindo estágio, visualização de currículos, agendamento de entrevistas e, ainda, a gestão de seus processos seletivos até a contratação do candidato. Os alunos e ex-alunos formados na IES poderão se candidatar para novas vagas, acompanhar o processo seletivo, acessar conteúdos sobre carreira, empreendedorismo e mercado, para auxiliar no crescimento profissional e desenvolvimento individual. A plataforma indicará cursos livres de curta duração a preços acessíveis, com o intuito de ampliar seu potencial competitivo e preparar-se para as oportunidades de empregabilidade. Por meio de algoritmos estatísticos, o sistema do Canal Conecta faz o cruzamento de dados dos candidatos mais indicados para cargos das empresas inscritas e consolida todo e qualquer tipo de vaga, para estudantes do ensino técnico até egressos que já possuem pós-graduação. A ferramenta auxiliará na gestão da carreira do aluno por tempo indeterminado, atuando como parceira da área de RH das empresas, estabelecendo uma relação com entidades de classe e empresas locais. Dessa forma a IES restabelece também seu compromisso com a responsabilidade social e com a cidadania no local onde está inserida. Por meio do acesso ao Canal Conecta, o aluno ou egresso registrado receberá mensagens e newsletters. Com isso, o ex-aluno poderá continuar a fazer parte da vida da instituição, além de conhecer as possibilidades de continuação de seus estudos no âmbito da instituição. As pesquisas de empregabilidade, ao abranger também egressos, permitem conhecer a evolução do desempenho dos alunos em suas carreiras e, assim, entender os efeitos da formação superior sobre suas vidas, retroalimentando as decisões no âmbito da IES. Tal pesquisa permite um acompanhamento sistêmico e periódico de alunos e ex-alunos da Universidade Anhanguera Uniderp, subsidiando análises de evolução salarial, índice de ocupação, relação entre ocupação e formação recebida, importância das atividades acadêmicas para a inserção no mercado, entre outras. 3.3.2 BSC acadêmico do curso de Direito Considerando o perfil, as competências gerais e técnicas, o profissional formado poderá atuar nas seguintes áreas profissionais: Direito Público; Direito Privado; Direitos Especiais. O BSC do curso de Direito está demonstrado a seguir: Quadro 4 - BSC acadêmico PERFIL DO EGRESSO O Bacharel em Direito generalista e humanista, com senso crítico, apto a agir eticamente, capacitado e habilitado para interpretar, elaborar textos, atos e documentos jurídicos ou normativos, utilizar, aplicar e interpretar as normas técnico- jurídicas frente aos fenômenos jurídicos e sociais, bem como adotar uma postura reflexiva, crítica e dinâmica para o exercício da ciência do Direito e da oferta de prestação jurídica, como também viabilizar o desenvolvimento da cidadania na sociedade. CICLO BÁSICO DE FORMAÇÃO Conhecer, interpretar e aplicar teorias, conceitos, princípios e fundamentos oriundos da filosofia, antropologia, ética, ciência política, economia, história, psicologia, lógica e argumentação relacionados ao Direito, concebendo uma formação interdisciplinar, humanista e holística. CICLO PROFISSIONALIZANTE DIREITO PRIVADO DIREITO PÚBLICO DIREITOS ESPECIAIS Atuar na prevenção, consultoria e resolução de conflitos por meio judicial e extrajudicial com predominância do interesse particular, prestando serviços jurisdicionais na defesa de direitos para pessoas físicas e jurídicas de direito privado essencialmente. Atuar na prevenção, consultoria e resolução de conflitos por meio judicial e extrajudicial com predominância do interesse estatal, prestando serviços jurisdicionais na defesa de direitos para pessoas físicas e jurídicas de direito privado e público, porém predominantemente de direito público. Atuar na prevenção, consultoria e resolução de conflitos por meio judicial e extrajudicial com predominância dos interesses coletivos, difusos e de novos temas da área jurídica, prestando serviços jurisdicionais na defesa de direitos para pessoas físicas e jurídicas de direito privado e público. DISCIPLINAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS Direito Civil - Atos e Fatos Jurídicos Direito Civil - Coisas Direito Civil - Família e Sucessões Direito Civil - Obrigações Direito Civil - Pessoas e Bens Direito Civil - Teoria Geral dos Contratos Direito Coletivo do Trabalho Direito de Falência e Recuperação de Empresa Direito do Trabalho Direito Processual Civil - Execução, Cumprimento de Direito Administrativo - Administração Pública Direito Administrativo - Organização da Administração Pública Direito Constitucional Direito Econômico Direito Penal - Crimes contra a Dignidade Sexual e Administração Pública Direito Penal - Crimes Contra a Pessoa e o Patrimônio Direito Penal - Legislação Extravagante e Execução Penal Direito Penal - Parte Geral Direito Penal - Teoria das Penas Direito Ambiental Direito da Seguridade Social Direito das Relações de Consumo Direito Internacional Direito Político e Eleitoral Direitos Humanos Medicina Forense (OPTATIVA) Meios Alternativos de Conflito Responsabilidade Civil Sentença e Procedimentos Especiais Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Teoria Geral da Empresa Títulos de Crédito Direito Processual Civil - Parte Geral Direito Processual Civil - Processo de Conhecimento Direito Processual Civil - Recursos Direito Processual do Trabalho Direito Processual Penal - Procedimentos Direito Tributário - Direito Constitucional Tributário Direito Tributário - Tributos em Espécie Estágio Supervisionado III Estágio Supervisionado IV Teoria Geral do Direito Constitucional Teoria Geral do Processo Teoria Geral do Processo Penal Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II Quadro 5 – Competências Gerais e Técnicas O BSC ainda elenca as competências que o aluno terá desenvolvido com a conclusão dos conteúdos presentes no curso de Direito: BIODIREITO (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer e entender os fundamentos éticos e jurídicos, os conceitos e as limitações que permeiam o biodireito. Competência técnica: Conhecer e aplicar as normas constitucionais e infraconstitucionais relacionadas à transfusão de sangue, anencefalia, transplante, estudos com células tronco, sexualidade e gênero e seus impactos no mundo jurídico. Conhecer os fundamentos do biodireito e aplicá-los para a proteção da dignidade da pessoa humana e dos direitos humanos. DIREITO ADMINISTRATIVO - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, características e procedimentos atinentes aos servidores e a intervenção do Estado nas propriedades Competência técnica: Conhecer e interpretar conceitos, institutos, princípios e normas legais referentes à intervenção do estado na propriedade privada Conhecer e interpretar os conceitos, elementos e legislação versando sobre os servidores e domínio público Conhecer, aplicar e interpretar as características e conceitos da responsabilidade do Estado DIREITO ADMINISTRATIVO - ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, características e procedimentos aplicados à Administração Pública, sua organização, atos administrativos e processo licitatório Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos, características e espécies de serviços públicos e da Administração Pública Conhecer e interpretar conceitos, princípios e características dos contratos administrativos e diferencia-los Conhecer, interpretar e identificar os atos administrativos DIREITO AMBIENTAL Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, instrumentos e legislações do Direito Ambiental Competência técnica: Conhecer e aplicar conceito de danos, princípios e dispositivos legais na tutela do meio ambiente nas esferas administrativa, cível e penal Conhecer e aplicar conceitos, princípios e legislação no âmbito setorial nacional e no âmbito internacional, permitindo sua relação com a defesa do patrimônio genético e cultural Conhecer e interpretar conceitos e princípios e legislação presentes na Constituição Federal e na Política Nacional de Meio Ambiente os correlacionando com as atividades de licenciamento, zoneamento e auditoria ambiental DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos e elementos relacionados aos atos, fatos e negócios jurídicos Conhecer e aplicar os institutos da prescrição e decadência nos negócios jurídicos, identificando seus elementos acidentais. Conhecer o conceito, a classificação, a interpretação dos negócios jurídicos e seus elementos de existência e validade Conhecer os elementos, requisitos e classificação dos fatos jurídicos DIREITO CIVIL – COISAS Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, características, institutos e espécies de Direitos reais no Direito Civil Competência técnica: Conhecer o direito da propriedade intelectual, identificando as características e distinções entre patentes, marcas, desenho industrial, concorrência desleal e o direito autoral Conhecer os institutos e características da posse, propriedade, usucapião e direito de vizinhança Conhecer os institutos relacionados aos direitos reais de fruição e gozo DIREITO CIVIL - FAMÍLIA E SUCESSÕES Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, características, institutos e princípios do Direito de Família e de Sucessões Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos, institutos e disposições legais atinentes ao Direito Sucessório Conhecer e aplicar os institutos, conceitos e princípios aplicados ao Direito de Família DIREITO CIVIL – OBRIGAÇÕES Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, elementos, espécies e formas de extinção das obrigações. Competência técnica: Conhecer as formas de adimplemento, extinção e inadimplemento das obrigações Conhecer os elementos constitutivos, modalidades e modos de transmissão das obrigações DIREITO CIVIL - PESSOAS E BENS Competência geral: Conhecer os fundamentos jurídicos da pessoa física, pessoa jurídica e a teoria jurídica sobre os bens Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características sobre a ausência de pessoas e sobre as características da pessoa jurídica Conhecer e aplicar conceitos e características sobre pessoas, personalidade e capacidade civil Conhecer os bens jurídicos e sua classificação DIREITO CIVIL - TEORIA GERAL DOS CONTRATOS Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, institutos e características do Direito Contratual Competência técnica: Conhecer e aplicar princípios e características relacionadas ao Direito contratual Conhecer e interpretar as espécies contratuais elencadas na legislação nacional Conhecer os elementos e efeitos dos contratos no âmbito nacional DIREITO COLETIVO DO TRABALHO Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos e institutos relacionados aos direitos coletivos dos trabalhadores e de segurança no trabalho Competência técnica: Conhecer as questões relacionadas à medicina e segurança no trabalho Conhecer e aplicar conceitos e institutos relativos aos direitos coletivos dos trabalhadores Conhecer os direitos fundamentais do trabalhador DIREITO CONSTITUCIONAL Competência geral: Conhecer e entender a organização do Estado, dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário bem como o controle de constitucionalidade Competência técnica: Conhecer a organização político administrativa do Brasil Conhecer a separação de poderes, o processo legislativo e o controle de constitucionalidade Conhecer princípios gerais e institutos da ordem econômica, financeira e social presentes na Constituição Federal DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios, regimes previdenciáriose benefícios presentes no Direito Previdenciário e de Seguridade Social Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de benefícios concedidos pela Previdência Social e a forma de custeio da Seguridade Social Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre o Direito Previdenciário e os regimes de Previdência DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios e institutos aplicados no Direito do Consumidor Competência técnica: Conhecer, aplicar e interpretar conceitos, caracterísiticas e legislação sobre as relações de consumo e a responsabilidade civil atinentes a ela. Conhecer, identificar e aplicar conceitos, características e legislação sobre o abuso de direito e da proteção dos contratos nas relações consumeristas DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios e procedimentos adotados para a Recuperação e Falência de Empresas Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o processo falimentar Conhecer e aplicar o procedimento de Recuperação de Empresas Conhecer e aplicar os conceitos e procedimentos de liquidação extrajudicial de Instituições Financeiras DIREITO DO TRABALHO Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios, elementos essências para o Direito individual do Trabalho Competência técnica: Conhecer e aplicar as diversas espécies de contratos de trabalho, suas alterações e a extinção Conhecer e aplicar as fontes e normas gerais do direito do trabalho Conhecer e aplicar os diversos sujeitos da relação de trabalho e suas tipicidades correlacionando com os diferentes contratos de trabalho DIREITO ECONÔMICO Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, teorias e questões legais e sociais na Ordem Econômica e no Direito Competência técnica: Conhecer e aplicar institutos, conceitos e princípios inerentes à ordem econômica e a intervenção no domínio econômico Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, teorias e características do direito econômico e da economia política DIREITO ELETRÔNICO (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios e legislação sobre o Direito Eletrônico Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o e-commerce e os crimes realizados por meio eletrônico Conhecer e aplicar conceitos introdutórios do direito eletrônico e da legislação da Lei do Marco Civil da Internet DIREITO INTERNACIONAL Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios, características, institutos, sistema de controle e legislações aplicadas ao Direito Internacional Público e ao Privado Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e fontes do direito internacional Conhecer o processo de formação dos tratados internacionais e sua aplicabilidade e eficácia nas Cortes Internacionais de Direitos Humanos Conhecer, interpretar e aplicar dispositivos legais atinentes ao Direito internacional privado e sua aplicabilidade DIREITO NOTARIAL E REGISTRAL (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer e Interpretar conceitos, procedimentos e prática registral e notarial Competência técnica: Conhecer e aplicar as regras referentes aos tabelionatos e outras espécies de registros Conhecer e aplicar os conceitos fundamentais do Direito Notarial e Registral DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes contra o sentimento religioso, dignidade sexual, a Paz Pública, a Fé Pública e a Administração Pública Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de crimes contra o sentimento religioso e a dignidade sexual Conhecer e aplicar os conceitos de delitos relativos aos crimes contra a paz e a fé pública DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A PESSOA E O PATRIMÔNIO Competência geral: Conhecer interpretar e aplicar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes contra a vida, a honra, à liberdade individual e o patrimônio Competência técnica: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes contra a honra e contra a saúde Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes contra a liberdade individual e contra o patrimônio DIREITO PENAL - LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E EXECUÇÃO PENAL Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes elencados na legislação penal extravagante Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação para proteção de crianças e idoso além de porte de arma de fogo Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre crimes no trânsito. Conhecer, interpretar e aplicar institutos, conceitos e princípios aplicados à Execução Penal Conhecer, interpretar e aplicar institutos, conceitos e princípios aplicados aos Crimes hediondos DIREITO PENAL - PARTE GERAL Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, fontes do direito e princípios aplicados à Parte Geral do Direito Penal Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos da aplicação da lei e elementos da teoria do crime Conhecer e aplicar os conceitos e características da ilicitude, culpabilidade e concurso de pessoas Conhecer e aplicar os conceitos e princípios do Direito Penal Conhecer e aplicar os elementos e características da teoria do crime DIREITO PENAL - TEORIA DAS PENAS Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos e institutos relacionados à pena e sua aplicação Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de penas aplicadas no Direito Penal e os concursos de crimes de modo a distingui-los e aplicar a dosimetria corretamente. Conhecer e aplicar as medidas de segurança e os incidentes de execução Conhecer e aplicar os institutos do direito penal, da ação penal e as causas de extinção da punibilidade DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, institutos e princípios do Direito Eleitoral e Político Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre Direito eleitoral, instrumentos de participação popular e da organização da Justiça eleitoral.. Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre sistemas eleitorais e partidos políticos Conhecer e aplicar os direitos políticos DIREITO PROCESSUAL CIVIL - EXECUÇÃO, CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, características e espécies processuais relacionadas à Execução no Processo Civil Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação para cumprimento de sentença Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre procedimentos especiais Conhecer e aplicar os institutos e espécies de execução e liquidação de sentença DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PARTE GERAL Competência geral: Conhecer e interpretar princípios, institutos, conceitos e características gerais do Direito Processual Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre sujeitos e atos processuais Conhecer e aplicar os conceitos, institutos e disposições relacionadas ao processo físico e eletrônico, tratando de sua formação, suspensão e extinção. DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PROCESSO DE CONHECIMENTO Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, características, elementos e fases do Processo de conhecimento e tutela provisória do Processo Civil Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos sobre sentença e coisa julgada e compreender a tutela provisória e suas características Conhecer e aplicar os institutos, conceitos, princípios e elementos probatórios no Processo de Conhecimento DIREITO PROCESSUAL CIVIL – RECURSOS Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos,princípios e espécies de recursos presentes no Processo Civil Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação das diversas espécies de recursos e seus incidentes Conhecer e aplicar os princípios e elementos essenciais e introdutórios sobre recursos no Processo Civil DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, institutos e elementos do Direito Processual trabalhista Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre atos, prazos e recursos no Processo do Trabalho Conhecer e aplicar conceitos, legislação e meios sobre modalidades de solução de conflitos, a jurisdição e competências no Direito do Trabalho DIREITO PROCESSUAL PENAL – PROCEDIMENTOS Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, princípios, institutos, procedimentos e recursos no Direito Processual Penal Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre os diversos procedimentos no Processo Penal Conhecer e aplicar legislações sobre nulidades no Processo Penal Conhecer e aplicar os conceitos, princípios, características dos recursos penais e identifica-los DIREITO TRIBUTÁRIO - DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO Competência geral: Conhecer e aplicar os conceitos, fontes do direito e princípios aplicados à Parte Geral do Direito Tributário Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos e dispositivos legais quanto a obrigação tributária, lançamento e constituição do crédito tributário Conhecer e aplicar os conceitos, princípios e dispositivos legais sobre tributos DIREITO TRIBUTÁRIO - TRIBUTOS EM ESPÉCIE Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos e características de impostos federais, estaduais e municipais compreendendo ainda a sua execução e o processo judicial tributário Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o processo de execução fiscal e o Processo Judicial Tributário com a identificação no conhecimento e no recurso Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre os tributos estaduais e municipais os diferenciando. Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre os tributos federais. DIREITOS HUMANOS Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios e características dos direitos humanos e seus tratados internacionais Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características dos tratados internacionais de direitos humanos e a evolução histórica dos Direitos Humanos Conhecer e aplicar conceitos, princípios e institutos aplicáveis aos Direitos Humanos e presentes na Constituição brasileira ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no Processo Civil Competência técnica: Conhecer, identificar e aplicar as diversas espécies de petições no Processo Civil Conhecer, identificar e aplicar as petições mais utilizadas no Processo Civil Conhecer, identificar e aplicar os recursos presentes no Processo Civil ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no Processo do Trabalho Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, dispositivos e princípios na elaboração de petições iniciais e intermediárias no Processo do Trabalho Conhecer e aplicar conceitos, dispositivos e princípios na elaboração de recursos e na execução no Processo do Trabalho ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e a prática no Processo Penal Competência técnica: Conhecer e aplicar o funcionamento, conceitos e petições relacionadas ao Tribunal do Júri Conhecer e aplicar os conceitos e características de petições iniciais e intermediárias utilizadas no Processo Penal Conhecer e aplicar os conceitos e características de recursos utilizados no Processo Penal ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no Processo Constitucional, Tributária e Empresarial Competência técnica: Conhecer e aplicar institutos e petições mais utilizadas na Prática Tributária e na Prática Empresarial Conhecer e aplicar os instrumentos de controle de constitucionalidade e remédios constitucionais Conhecer e aplicar os recursos utilizados nas Instâncias Superiores e distingui-los. ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO Competência geral: Conhecer e interpretar princípios éticos e a legislação atinentes à conduta ética de advogados e estagiários de Direito ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE Competência geral: Conhecer as relações entre a filosofia, a ética e a política. FILOSOFIA DO DIREITO Competência geral: Conhecer os conceitos, ideologias e teorias dos principais filósofos presentes no Direito FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO Competência geral: Conhecer e relacionar os fundamentos filosóficos e teóricos gerais e do Direito. HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE Competência geral: Conhecer as diversas correntes teóricas que explicam o homem, a vida em sociedade e as diversas formas de explicação da realidade social. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Competência geral: Conhecer os conceitos, princípios e fundamentos teóricos do Direito, da Ciência Política, Sociologia e Teoria Geral do Estado LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer os fundamentos e a língua que possibilita o ensino- aprendizagem de surdos MEDICINA FORENSE (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, características, conhecimentos e importância da Medicina Forense Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e institutos sobre a Medicina Legal mostrando sua importância para o Direito Conhecer e aplicar conceitos e técnicas sobre perícias e identidade jurídica. Conhecer e aplicar conceitos, características e espécies de Traumatologia forense MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITO Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, institutos, princípios e modalidades de Solução Extrajudicial de Conflitos Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características do procedimento arbitral no âmbito internacional Conhecer e aplicar conceitos e características do procedimento arbitral retratando ainda as causas de nulidade da sentença arbitral Conhecer e aplicar técnicas e conceitos sobre os meios extrajudiciais de solução do conflito de modo a diferencia-los. METODOLOGIA CIENTÍFICA Competência geral: Conhecer Técnicas e métodos de Pesquisa Científica PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO Competência geral: Conhecer alguns aspectos da psicologia e suas aplicações no Direito. RESPONSABILIDADE CIVIL Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, características e modalidades de Responsabilidade Civil Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características das diferentes espécies de responsabilidade civil Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre a responsabilidade de Administração pública Conhecer e aplicar os conceitos e características da Responsabilidade Civil Subjetiva e Objetiva TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA Competência geral: Conhecer os conceitos e teorias da Linguagem e da Argumentação destacando a linguagem jurídica TEORIA GERAL DA EMPRESA Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, legislação e institutos do Direito Empresarial Competência técnica: Conhecer, aplicar e interpretar conceitos, institutos e características sobre a reorganização societária e as modalidades de dissolução da sociedade Conhecer, aplicar e interpretar institutos, conceitos e características das sociedades empresariais, diferenciando suas espécies Conhecer, aplicar e interpretar institutos, conceitos e princípios atinentes ao Direito Empresarial TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL Competênciageral: Conhecer os fundamentos teóricos da organização jurídico- constitucional da Constituição Federal da República Federativa do Brasil de 1988 discando seus objetos, princípios e garantias. Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, princípios e elementos da Constituição Federal, de suas normas e da organização do Estado Conhecer e aplicar direitos, garantias fundamentais e remédios constitucionais Conhecer e aplicar os direitos civis e políticos e as espécies de nacionalidade TEORIA GERAL DO PROCESSO Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, institutos e características essenciais do Direito Processual Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos básicos de conflito, formas de resolução e atividade jurisdicional Conhecer e aplicar conceitos, características e estruturação da Jurisdição e dos Judiciário Conhecer e aplicar conceitos, espécies e características de competência e ação Conhecer e aplicar os princípios utilizados no Processo TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, características e espécies de ações, provas e competências no Direito Processual Penal Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características do Inquérito policial Conhecer e aplicar conceitos, características, legislação e princípios sobre as provas no processo Penal Conhecer e aplicar conceitos, institutos, princípios e características relacionados à ação penal e à jurisdição no Processo penal TÍTULOS DE CRÉDITO Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, requisitos e espécies de títulos de credito existentes no ordenamento nacional Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, requisitos e legislação dos títulos cambiar formes Conhecer e aplicar conceitos, requisitos e legislação dos títulos de crédito e cambiais TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Competência geral: Conhecer os critérios para as definições metodológicas e conhecer as etapas de elaboração do projeto de conclusão do curso. Competência técnica: Conhecer e aplicar as técnicas e métodos para o desenvolvimento do projeto, compondo a proposta com as etapas do projeto de conclusão do curso. Conhecer e aplicar técnicas e métodos para o delineamento do projeto. Conhecer as técnicas e métodos para o delineamento do projeto. Conhecer as técnicas e métodos para o desenvolvimento do projeto, compondo a proposta com as etapas do projeto de conclusão do curso. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Competência geral: Conhecer o processo de desenvolvimento do trabalho científico, norteado pelos os critérios da metodologia científica, cumprindo o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. Competência técnica: Conhecer e aplicar as características e meios para o desenvolvimento do trabalho científico, e ser capaz de definir os aspectos da metodologia científica, para cumprir o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. Conhecer e aplicar as características e meios para estruturar o trabalho científico. Conhecer o as características e meios para estruturar o trabalho científico. Conhecer o as características e meios para o desenvolvimento do trabalho científico, e ser capaz de definir os aspectos da metodologia científica, para cumprir o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. 3.4 OBJETIVOS DO CURSO Os objetivos do curso de Direito foram concebidos e implementados buscando uma coerência, em uma análise sistêmica e global, com os seguintes aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. Nesse contexto, ao se definir o BSC do curso de Direito, foi definido o perfil profissional do Bacharel em Direito a ser formado pela Universidade Anhanguera Uniderp, e foram delineados os principais objetivos do curso à luz das DCNs, dispostas na Resolução CNE/ CES N.o 9, de 29 de setembro de 2004. Assim, o curso tem como objetivo principal: Formar um profissional generalista e humanista, com senso crítico, apto a agir eticamente, capacitado e habilitado para interpretar, elaborar textos, atos e documentos jurídicos ou normativos, utilizar, aplicar e interpretar as normas técnico- jurídicas frente aos fenômenos jurídicos e sociais, bem como adotar uma postura reflexiva, crítica e dinâmica para o exercício da ciência do Direito e da oferta de prestação jurídica, como também viabilizar o desenvolvimento da cidadania na sociedade. O objetivo do curso é atender às necessidades locais e regionais, permitindo a integração social na comunidade externa por meio das seguintes atividades: Convenio junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, para a instalação da Central de mediação da Justiça Estadual, o qual atende a população em geral buscando a solução de conflitos principalmente na área de família. Convenio junto ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, para a instalação da Central de conciliação da Justiça Federal, o qual atende a população em geral buscando a solução de conflitos na esfera federal. 3.5. ESTRUTURA CURRICULAR A estrutura curricular implantada no curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp, busca contemplar, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade plena, compatibilidade da carga horária total e articulação da teoria com a prática. Ao apresentar uma matriz curricular, o curso terá como preocupação realizar um currículo voltado para o alcance do perfil definido para o profissional a partir do desenvolvimento das competências previstas no BSC, estabelecidas a partir da Resolução CNE/CES No.9, de 29 de setembro de 2004 que institui as DCNs do curso de Direito, tendo em vista o mercado de trabalho e sua articulação com as tendências da profissão na sociedade contemporânea. 3.5.1 Matriz Curricular Em atendimento ao que recomendam as diretrizes nacionais para curso de Direito, instituídas pela Resolução CNE/ CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, a matriz curricular do curso de Direito será a seguinte: Tabela 1- Matriz curricular DISCIPLINA SEM TIPO OFERTA TEÓRICA PRÁTICA OUTROS TOTAL ED – GRAMÁTICA 1 ACO-ED 10 10 HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE 1 Presencial 60 60 FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO 1 Presencial 60 60 METODOLOGIA CIENTÍFICA 1 Presencial 60 60 PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO 1 Presencial 60 60 TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA 1 Presencial 60 60 ED - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS 2 ACO-ED 10 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO 2 Presencial 60 60 DIREITO CIVIL – PESSOAS E BENS 2 Presencial 60 60 DIREITO DO TRABALHO 2 Presencial 60 60 DIREITO PENAL – PARTE GERAL 2 Presencial 60 60 TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL 2 Presencial 60 60 ED - COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA 3 ACO-ED 10 10 TEORIA GERAL DO PROCESSO 3 Presencial 60 60 DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS 3 Presencial 60 60 DIREITO CONSTITUCIONAL 3 Presencial 60 60 DIREITO PENAL – TEORIA DAS PENAS 3 Presencial 60 60 DIREITO PROCESSUAL CIVIL – PARTE GERAL 3 Presencial 60 60 ED - LOGICA MATEMÁTICA 4 ACO-ED 10 10 DIREITO ECONÔMICO 4 Presencial 60 60 DIREITO CIVIL – OBRIGAÇÕES 4 Presencial 60 60 DIREITO COLETIVO DO TRABALHO 4 Presencial 60 60 DIREITO PENAL – CRIMES CONTRA A PESSOA E O PATRIMÔNIO 4 Presencial 60 60 DIREITO PROCESSUAL CIVIL – PROCESSO DO CONHECIMENTO 4 Presencial 60 60 ED – EMPREGABILIDADE 5 ACO-ED 10 10 ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE 5 Presencial 60 60 DIREITO CIVIL – TEORIA GERAL DOS CONTRATOS 5 Presencial 60 60 DIREITO PENAL – CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 5 Presencial 60 60 DIREITO PROCESSUAL CIVIL - RECURSOS 5 Presencial 60 60 DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO 5 Presencial 60 60 ED - EDUCAÇÃO AMBIENTAL 6 ACO-ED10 10 TEORIA GERAL DA EMPRESA 6 Presencial 60 60 DIREITO CIVIL – COISAS 6 Presencial 60 60 DIREITO PENAL – LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E EXECUÇÃO PENAL 6 Presencial 60 60 DIREITO PROCESSUAL CIVIL – EXECUÇÃO, CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS 6 Presencial 60 60 TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL 6 Presencial 60 60 ED - POLÍTICAS PÚBLICAS 7 ACO-ED 10 10 TÍTULOS DE CRÉDITO 7 Presencial 60 60 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 7 Estágio 90 90 DIREITO ADMINISTRATIVO – ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 7 Presencial 60 60 DIREITO CIVIL – FAMÍLIA E SUCESSÕES 7 Presencial 60 60 DIREITO PROCESSUAL PENAL - PROCEDIMENTOS 7 Presencial 60 60 MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS 7 Presencial 30 30 ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO 7 Tópicos Especiais 30 30 ED - DEMOGRACIA, ÉTICA E CIDADANIA 8 ACO-ED 10 10 FILOSOFIA DO DIREITO 8 Presencial 60 60 DIREITO ADMINISTRATIVO – ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 8 Presencial 60 60 ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 8 Estágio 90 90 DIREITO AMBIENTAL 8 Presencial 60 60 DIREITO TRIBUTÁRIO – DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO 8 Presencial 60 60 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 8 TCC 60 60 ED - CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE 9 ACO-ED 10 10 DIREITOS HUMANOS 9 Presencial 60 60 OPTATIVA 9 Presencial 60 60 DIREITO TRIBUTÁRIO – TRIBUTOS EM ESPÉCIE 9 Presencial 60 60 DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA 9 Tópicos Especiais 60 60 ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 9 Estágio 90 90 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 9 TCC 60 60 ED - RESPONSABILIDADE SOCIAL 10 ACO-ED 10 10 DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO 10 Presencial 60 60 DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL 10 Presencial 60 60 DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL 10 Presencial 60 60 DIREITO INTERNACIONAL 10 Presencial 60 60 ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV 10 Estágio 90 90 RESPONSABILIDADE CIVIL 10 Tópicos Especiais 30 30 ATIVIDADES COMPLEMENTARES * ACO-EI 270 270 BIODIREITO ** ** Optativa DIREITO ELETRÔNICO ** ** Optativa DIREITO NOTARIAL E REGISTRAL ** ** Optativa LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS ** ** Optativa MEDICINA FORENSE ** ** Optativa 3.5.2 Interdisciplinaridade A interdisciplinaridade é uma estratégia de abordagem em que duas ou mais disciplinas poderão interagir, estabelecendo relações entre os conteúdos, com o objetivo de proporcionar um conhecimento mais abrangente e contextualizado ao aluno. Nessa concepção, permanecem os interesses próprios de cada disciplina, porém, buscando soluções dos seus próprios problemas através da articulação com as outras disciplinas. No modelo KLS 2.0, essa articulação se inicia com a escolha das disciplinas de fundamento que embasam as disciplinas profissionalizantes, as quais darão suporte, a partir das competências previstas e desenvolvidas, para a atuação do futuro egresso nas diferentes áreas da profissão. 3.5.3 Flexibilização curricular O princípio da flexibilização da matriz curricular do curso de Direito é promover fluidez na oferta dos componentes curriculares e, dessa forma, possibilitar que coordenador e professores desenvolvam ações, entendidas como desdobramentos das competências previstas na matriz curricular, que fortalecem a identidade do curso, a partir de suas características e necessidades Considerando que o KLS 2.0 é organizado por competências, a flexibilidade para a oferta das disciplinas se potencializa. Significa dizer que a oferta das disciplinas se tornará um processo dinâmico, que oportuniza ao aluno um percurso que o desafie e o prepare para o desenvolvimento de uma visão crítica. Rompe-se a barreira da rigidez de oferta, valorizando-se e respeitando-se a articulação entre as disciplinas. Esse dinamismo estimula o trabalho com a diversidade, a interação entre os alunos e a interdisciplinaridade. Além dessa maleabilidade na oferta e disposição de disciplinas, a flexibilização curricular se efetivará também por meio de componentes acadêmicos, tais como: disciplinas optativas, trabalho de conclusão de curso e atividades complementares. Disciplinas optativas A disciplina optativa prevista no curso de Direito é parte integrante da matriz curricular, e oportunizando a flexibilização do currículo por meio de um elenco de disciplinas à escolha dos alunos, sendo elas: Biodireito Direito Eletrônico Direito Notarial e Registral Libras – Língua Brasileira de Sinais A disciplina optativa prevista na matriz poderá ser substituída por uma das disciplinas escolhidas, devendo ser cursada com êxito pelos alunos para o cômputo da carga horária do curso e desenvolvimento das competências nela previstas. As disciplinas previstas no elenco de disciplinas optativas apresentam congruência com as áreas de atuação do egresso e com a legislação vigente, no que se refere à disciplina de Libras. A disciplina Libras, conforme determinam a Lei n.º 10.436/2002 e o Decreto n.º 5.626/2005, é obrigatória para as licenciaturas e o bacharelado em Fonoaudiologia e optativa para os demais cursos. Trabalho de conclusão de curso Descrito no item 3.8. Atividades complementares Descritas no item 3.9. 3.5.4 Acessibilidade plena Conforme descrito anteriormente a Universidade Anhanguera Uniderp, preocupa-se com o direito às condições de igualdade no acesso, assegurado ao público-alvo da educação especial a permanência e a terminalidade dos estudos na Educação Superior. Tais condições são promovidas institucionalmente a partir da eliminação do conjunto de barreiras, a saber: arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, comunicativas e digitais. Para o público-alvo da educação especial, a flexibilização curricular também acontece por meio da ampliação ou redução do tempo de integralização do curso. A ampliação, considerandoconsidera especificidades e o tempo de aprender de alunos com deficiência intelectual, por exemplo. Redução, para alunos com altas habilidades/superdotação, caso comprovado extraordinário aproveitamento, conforme previsto no Art. 47 da LDB 9.394/96. 3.5.5 Compatibilização da carga horária A carga horária dos cursos é orientada pela Resolução CNE/CES n.º 3/2007 e pelo Parecer CNE/CES n.º 261/2006, que institui o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, por meio de preleções e aulas expositivas e/ou atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. Dessa forma, no modelo KLS 2.0, a carga horária é mensurada em horas (60 minutos), composta de 50 minutos de aula mediada e 10 minutos de atividades orientadas, totalizando 60 minutos de efetiva atividade acadêmica. As atividades orientadas foram concebidas com a finalidade de desenvolver no aluno a cultura de autoestudo. Assim sendo, cada professor prepara e disponibiliza, antecipadamente, no ambiente virtual, o planejamento das atividades que irão preparar o aluno para a aprendizagem dos conteúdos da aula, conforme descrito anteriormente. A Universidade Anhanguera Uniderp, atenta à Lei n.º 13.005/2014, também conhecida como Plano Nacional de Educação (PNE), visando a implementar a aplicação da carga horária mínima de 10% (dez por cento) do total da carga horária do curso de Direito para atender a tal normativa legal, aplicará gradativamente o aumento de sua carga horária para as atividades de extensão, e estará totalmente implementada até o ano de 2024. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10436.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm 3.5.6 Articulação da teoria com a prática Essa articulação da teoria com a prática é contemplada na abordagem dos diversos conteúdos, observando o equilíbrio teórico-prático,permitindo o desenvolvimento de temas inerentes às atividades profissionais, de forma integrada, propiciando ao aluno o aprimoramento científico e a busca do avanço tecnológico. Nesse contexto, a estrutura curricular a ser desenvolvida, que possui coerência com o perfil traçado para o profissional egresso, foi organizada de forma a propiciar uma articulação dinâmica entre ensino e labor profissional, prática e teoria, ambiente acadêmico e convívio comunitário, o básico e o profissionalizante, de modo que assegure ao longo do curso a formação científico-ético-humanista do profissional almejado, e que agregue diversas competências necessárias ao desenvolvimento autônomo no pensar e decidir. Para isso, podem ser utilizados outros ambientes de aprendizagem, como laboratórios, empresas juniores, escritórios de aplicação, núcleos de prática jurídica, escolas de aplicação e outros ambientes externos, quando possível. Na elaboração da estrutura curricular foram adotados, também, princípios que promovem a organização do curso, partindo do geral para o específico, em níveis crescentes de complexidade e em sucessivas aproximações. Assim, uma sequência de conhecimentos definirá os objetivos a serem alcançados - novos conhecimentos e habilidades (cognitivos, afetivos e psicomotores) são introduzidos em momentos subsequentes, reforçando o que já se sabe e mantendo as interligações com as informações previamente aprendidas. Deste modo, o estudante irá gradualmente se apropriando do conhecimento em uma maior amplitude e profundidade, havendo uma concentração maior de disciplinas específicas à medida que o estudante vai avançando no curso. Contudo, se buscará essa articulação desde o início da formação acadêmica, por meio da metodologia de ensino a ser adotada. 3.5.7 Tópicos especiais Tópicos especiais são disciplinas obrigatórias, previstas nas matrizes curriculares, que têm como finalidade oferecer aos discentes a oportunidade de estudar e discutir assuntos atuais, articulados com conteúdos específicos do curso, e, portanto, de relevância para o curso. A ementa e os conteúdos podem ser revistos, editados, atualizados ou modificados a partir da necessidade mapeada, estimulando a interdisciplinaridade no curso e buscando contribuir para o desenvolvimento de habilidades e competências acadêmicas, considerando os temas mais debatidos no momento, relacionados ao mundo do trabalho e à prática profissional. Coerente com os conceitos acadêmicos e a metodologia adotados, as disciplinas ofertadas como Tópicos Especiais promovem o debate entre o curso e os principais temas contemporâneos, a fim de formar os egressos com as competências necessárias para atenderem às demandas da sociedade e do mercado de trabalho. 3.6 CONTEÚDOS CURRICULARES Os conteúdos curriculares definidos para o curso estão em consonância com o que preconiza a Resolução CNE/CES nº 8, de 29 de setembro de 2004, que instituiu as diretrizes nacionais para cursos de Direito, e buscam possibilitar, com qualidade, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: coerência com as DCNs e objetivos do curso, necessidades locorregionais, acessibilidade plena, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia e abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos, de educação das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena e pessoas com deficiência. Todos os conteúdos das disciplinas são apresentados juntamente com o ementário e bibliografia do curso. O curso considera as necessidades locorregionais objetivando atender e supri-las, gerando bem-estar à comunidade local e regional com a formação de qualidade de seu futuro egresso. Entre as necessidades locorregionais encontram-se: A acessibilidade plena é concretizada nos conteúdos por meio da eliminação de qualquer obstáculo arquitetônico, pedagógico, atitudinal, comunicativo e digital, oferecendo mecanismos e meios para alcançar a todos os públicos no processo de ensino-aprendizagem, visando a atender às diretrizes curriculares e objetivos do curso com a formação e desenvolvimento de egressos com formação de qualidade. A IES procura adequar os conteúdos ao perfil profissional do egresso, considerando as especificidades do público-alvo da educação especial. Assim, organizará o curso de Formação em Educação Inclusiva, e o ofertará para todos os professores, buscando contribuir com as reflexões pedagógicas e adaptações necessárias para que todos os acadêmicos tenham condições de acesso para desenvolver esse perfil. 3.6.1 Plano de ensino O plano de ensino do curso da Universidade Anhanguera Uniderp é um instrumento de ação educativa, que promove a organização do conteúdo programático, o planejamento do processo metodológico e avaliativo e a sistematização do processo educacional das ações dos docentes e discentes em vista à consecução dos objetivos de aprendizagem estabelecidos. O processo de elaboração considera a participação ativa dos docentes e deverá ser consciente, refletido e planejado, trazendo consigo a característica da flexibilidade e da adaptabilidade a situações novas e imprevistas. O plano de ensino é elaborado e disponibilizado no ambiente virtual de aprendizagem, pois se trata de um documento em que se pactua o planejamento do semestre e a comunicação entre professor e aluno, passando a ser um instrumento de trabalho e um documento de compromisso com o processo de ensino-aprendizagem. Em consonância com seu modelo de ensino, os planos de ensino da Universidade Anhanguera-Uniderp são organizados e disponibilizados para os alunos, de acordo com os seguintes tópicos: I. Curso. II. Identificação da disciplina. III. Docente. IV. Coordenador (a). V. Carga horária. VI. Objetivos da disciplina: - Competências gerais; - Competências técnicas (quando for o caso). VII. Estrutura da disciplina: - Unidade de ensino; - Conteúdo Programático. VIII. Proposta metodológica. IX. Sistemática de avaliação. X. Referências bibliográficas: - Referências básicas; - Referências complementares. XI. Outras referências. Esse modelo de plano de ensino permite ao professor ter clareza sobre o trabalho que desenvolverá em sala de aula. Embora a maioria das IES opte por adotar o termo objetivo geral, a Universidade Anhanguera-Uniderp opta por utilizar o termo competência, considerando o entrelaçamento existente entre os conceitos de objetivo geral e competência, bem como de objetivos específicos e habilidades, depreendidos a partir das leituras em Perrenoud (2002), Mager (1984) e Bloom (1971). A Universidade Anhanguera-Uniderp trabalha o currículo por competências, no qual o aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de conteúdos, em que aluno atua como sujeito passivo. O termo competência tem recebido vários significados ao longo do tempo. Na atual LDB, competência é definida como: Capacidade de mobilizar, articular, colocar em ação valores, habilidades e conhecimentos necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho. (BRASIL, 1996) Diante de todo o exposto, e considerando que o plano de ensino deve guiar a ação docente no processo ensino-aprendizagem, a Universidade Anhanguera Uniderp opta por utilizar o termo competências, entendendo que 1. O objetivo geral não esta apenas no campo cognitivo, não se encontra em algo que o docente deseja para o seu aluno (pois esse é o seu dever ético), mas naquilo que, após a sua completa mediação, o aluno será capaz de fazer para demonstrar que, de fato, desenvolveu a competência geral projetada. 2. Uma competência geral pode originar uma competência técnica, por isso, a seguir,é necessário anunciar qual é o produto (uma entrega que consolide uma etapa de aprendizagem pelo aluno) originado por essa competência. Nesse contexto, o objetivo do conteúdo é desenvolver competências, cujo alcance abrangerá o CONHECER e se evidencia no FAZER do discente/egresso, prenunciando a qualidade da sua atuação como profissional. 3.6.2 Ementário e bibliografia O ementário consta no Anexo 1 deste Projeto Pedagógico. Bibliografia básica O acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por disciplina, está disponível na proporção média de um exemplar para 10 vagas anuais autorizadas, de cada uma das disciplinas, de todos os cursos que efetivamente utilizarão o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES. Bibliografia complementar O acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, três títulos por unidade curricular, com 2 (dois) exemplares de cada título ou com acesso virtual. 3.6.3 Conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental Os conteúdos relacionados à temática de educação ambiental estão presentes nos seguintes componentes curriculares: Direito Ambiental, Homem, Cultura e Sociedade, Direito Constitucional, Direito Penal, Direito Empresarial, Direito Agrário, entre outros. 3.6.4 Conteúdos pertinentes às políticas de educação em direitos humanos Os conteúdos relacionados à temática de educação em direitos humanos estão presentes nos seguintes componentes curriculares: Direitos Humanos, Homem, Cultura e Sociedade, Direito Penal, Direito Civil, Direito Constitucional, Direito Previdenciário, entre outros. 3.6.5 Conteúdos pertinentes às políticas de educação das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena Os conteúdos relacionados à temática de educação das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena estão presentes nos seguintes componentes curriculares: Homem, Cultura e Sociedade, Direito Internacional e Direito Constitucional. 3.7. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O estágio curricular supervisionado oportuniza ao discente a realização de atividades práticas em situações reais de trabalho, enquanto componente da formação profissional, seja pelo desenvolvimento da competência técnica ou pelo compromisso político-social frente à sociedade. Por ser um componente fundamental na formação profissional e na cidadania dos alunos, tem como objetivos: • proporcionar o exercício do aprendizado compromissado com a realidade socioeconômica-política do país; • promover a realização de experiências de ensino e aprendizagem visando à formação profissional continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades, bem como no exercício do pensamento reflexivo e criativo. No curso de Direito, os estágios estão devidamente institucionalizados e normatizados pelo Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado, aprovado pela Resolução nº41/CONEPE/2016. Carga horária Quanto ao aspecto carga horária, o estágio curricular aparece na matriz do curso de Direito como atividade obrigatória, perfazendo um total de 360 (trezentos e sessenta) horas, estando assim em consonância com a Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007. O estágio é desenvolvido em atividades, distribuídas ao longo da matriz curricular com as seguintes denominações: Estágio Supervisionado I e Estágio Supervisionado II, versando sobre a prática simulada com a elaboração de peças e atuação em audiências e outros modalidades de solução de conflitos; Estágio Supervisionado III e Estágio Supervisionado IV, desenvolvendo a prática real do futuro egresso nas diversas áreas e exercícios profissionais, oferecendo uma vivência ampla que auxiliará na tomada de decisão quanto ao caminho a ser trilhado futuramente. Formas de apresentação Quanto às formas de apresentação, durante o estágio o aluno pode desenvolver as seguintes atividades: observação - nesta modalidade de atividade o aluno deverá entender e compreender ações de planejamento, acompanhamento e avaliação de procedimentos práticos realizados, bem como analisar criticamente as condições em que são realizadas estas ações e a sua inserção nesse contexto; coparticipação - o discente, além dos itens citados em observação, deverá auxiliar o profissional nas ações desenvolvidas durante o estágio; e intervenção - quando o discente assume as atividades junto à comunidade. Formalização, Orientação, Supervisão A Instituição compreende que os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem, sendo planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. O discente é orientado e supervisionado por professores e profissionais da área do curso quando se tratar de estágio intramuros e extramuros., que são responsáveis por acompanhar as questões relacionadas à prática da profissão, bem como as questões pertinentes a comportamentos, frequência ou qualquer outro assunto relacionado à vivência do estágio. A formalização do Estágio Curricular Obrigatório é realizada mediante a apresentação e assinatura de documentos específicos, discriminados em regulamento próprio e disponibilizados – templates – para os alunos no Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA. Dentre os documentos supramencionados destacamos que o Termo de Compromisso do Estágio Curricular Obrigatório deve ser devidamente assinado e carimbado pelas partes envolvidas. Coordenação É função da coordenação de Núcleo de Prática Jurídica juntamente com a Coordenação do Curso, realizar os contatos com as instituições conveniadas, coordenar e acompanhar as atividades práticas reais e simuladas e definir os professores orientadores. Avaliação A avaliação do desempenho do estagiário será realizada de forma contínua e sistemática, durante o desenvolvimento de todo o estágio, envolvendo a análise dos aspectos técnicos-científicos, sociais e humanos da profissão. São considerados na avaliação os seguintes aspectos: o grau de aproveitamento técnico-profissional, a frequência às atividades programadas, o cumprimento das atividades estabelecidas, a ética e o relacionamento pessoal, a entrega dos relatórios de estágio e demais documentos solicitados como peças, relatórios de visitas e participação em audiências. Os acadêmicos são avaliados tendo por base o programa de estágio e sua realização conforme o cronograma estabelecido e demais critérios relativos à sua dedicação, frequência e interesse, constantes dos planos de ensino dos respectivos estágios. Os meios para avaliação do desenvolvimento do Estágio Curricular Obrigatório contemplam a entrega, dentre outros o Termo de Compromisso (que deve ser devidamente assinado e carimbado pelas partes envolvidas) e o Plano de Atividades. Para ser considerado aprovado nas disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório, o acadêmico deve obter nota final igual ou superior a 7,0 (sete). As demais informações referentes aos critérios de avaliação estão descritas no Manual do aluno e em Regulamento próprio. 3.8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma oportunidade para o aluno integrar e aplicar conhecimentos adquiridos ao longo do curso, resultando em trabalhos que tenham cunho prático ou aplicado. O modelo acadêmico adotado preconiza a importância do TCC como elemento formativo, que estimula a produção intelectual dos alunos. No curso de Direito, o TCC corresponde à componente curricular obrigatório, sendo realizado individualmente, conforme estabelece a Resolução CNE/CES nº 9 de 29 de setembro de 2004. O TCC é a oportunidade para o aluno demonstrar sua capacidadede aplicar as competências adquiridas durante o seu percurso formativo de forma sistematizada, em um ambiente profissional controlado e sob orientação. Por meio do TCC, o discente poderá trabalhar temática relacionada a sua futura área de atuação, permitindo a pesquisa científica, visando a completar sua formação de qualidade e atingir o perfil desejado ao futuro egresso. 3.8.1. Objetivos O TCC tem como objetivos: - Estimular a produção intelectual dos alunos à luz de preceitos metodológicos e da interlocução com a prática profissional; - Demonstrar a capacidade do discente de aplicar competências sintetizando conhecimentos, habilidades e aspectos atitudinais adquiridos durante o seu percurso formativo. 3.8.2. Carga Horária, Estrutura e Orientação Em termos gerais, o aluno cursará o TCC I e TCC II, respectivamente, totalizando 120 (cento e vinte) horas, conforme previsto na estrutura curricular do curso e o que preconizam o regulamento e o manual específico da atividade. O Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso encontra-se anexo a este PPC e está institucionalizado pela Resolução 12/CONEPE/2016, e é de conhecimento da comunidade acadêmica, estando afixado em murais do curso e disponível na Biblioteca, em local acessível. Em termos gerais, o aluno cursará o TCC I e TCC II, respectivamente, sendo condição de cursar o TCC II, ter concluído com aprovação o TCC I, totalizando 120 horas, conforme previsto na estrutura curricular do Curso e o que preconizam o Regulamento e o Manual específicos da atividade. O Regulamento do TCC encontra-se anexo a este PPC e está institucionalizado pela Resolução N. 012/CONEPE/2016, e é de conhecimento da comunidade acadêmica, estando disponíveis na Biblioteca em local acessível e no site da Instituição. A elaboração do TCC deve observar exigências metodológicas específicas e seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, no que forem a eles aplicáveis, em relação aos elementos pré-textuais, textuais e pós- textuais. As instruções referentes à estrutura e as orientações para a monografia encontram-se no Manual do Aluno. Para realização o TCC I, o acadêmico deverá efetuar o desenvolvimento de um projeto de pesquisa, intimamente ligado ao TCC II, que, por sua vez, deve cuidar do seu desenvolvimento, resultando, preferencialmente, em um trabalho que mereça publicação. Cabe ao discente escolher o tema, formular o problema, a justificativa; os objetivos gerais e específicos; elaborar a fundamentação teórica; escolher a metodologia, elaborar o cronograma de realização do trabalho; e referenciar a bibliografia básica consultada. 3.8.3 AVALIAÇÃO A avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso são contínuas e cumulativas, atendendo a um cronograma definido, considerando aspectos qualitativos e quantitativos, focalizando a aquisição de competências, habilidades e atitudes necessárias ao bom desempenho da prática profissional. Para ser considerado aprovado no TCC I e no TCC II, o acadêmico deve obter nota final igual ou superior a 7,0 (sete). Durante a realização do TCC I são contempladas três atividades avaliativas, que direcionam a elaboração do projeto, que deve ser entregue como atividade final. A conclusão do TCC I com aprovação é condição indispensável para o aluno cursar o TCC II. Durante o desenvolvimento do TCC II o acadêmico dará andamento ao projeto desenvolvido no TCC I, e será avaliado por meio de quatro atividades avaliativas. As atividades de 1 (um) a 3 (três) correspondem à elaboração do TCC final e contam como peso 6 para a integralização da nota final do aluno, enquanto a atividade 4 (quatro) corresponde à defesa presencial do TCC, e conta como peso 4 para a integralização da nota final do discente. A forma de apresentação do TCC I e TCC II, será determinada pelo NDE e Colegiado do Curso e informada ao aluno no início do período letivo pela coordenação do curso. O aluno deve seguir as orientações contidas neste PPC, no Manual do Aluno, na Resolução que rege o TCC I e II, e demais orientações e procedimentos recebidos, dentro dos prazos publicados em cronograma, para concluir com êxito essas disciplinas. 3.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES A Resolução CNE/CES nº 9 de 29 de setembro de 2004, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para curso de Direito, em seu artigo 8º diz que: Art. 8º As atividades complementares são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do formando, possibilitam o reconhecimento, por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. Parágrafo único. A realização de atividades complementares não se confunde com a do Estágio Supervisionado ou com a do Trabalho de Curso. No curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp, as atividades complementares são componentes curriculares obrigatórios, que se efetivam por meio de experiências ou vivências intra ou extracurriculares do discente durante o período em que frequentará o curso. Elas têm como objetivos flexibilizar, diversificar e enriquecer a formação do acadêmico, ampliando suas chances de sucesso no mercado de trabalho, e estão institucionalizadas e regulamentadas. O Regulamento de Atividades Complementares do curso de Direito determina as formas de aproveitamento a serem cumpridas por meio de atividades, que podem englobar atividades de ensino, de extensão, de iniciação científica e de estudos dirigidos. De modo geral, as atividades complementares podem ser cumpridas por meio de: I. Atividades de ENSINO – cumpridas mediante aproveitamento de disciplinas afins cursadas em outro(s) curso(s) da instituição, mas não previstas na matriz curricular do discente; cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições; monitoria em disciplina(s) específica(s) do curso; II. Atividades de EXTENSÃO – mediante participação em seminários, palestras, cursos, jornadas, congressos, conferências, encontros, cursos de atualização e similares; programas de extensão, relativos à área do curso; realização de estágios extracurriculares e execução de ações de extensão promovidas pela instituição; III. Atividades de INICIAÇÃO CIENTÍFICA – por meio de participação em programas de iniciação científica; trabalhos publicados na íntegra em periódicos da área, resumos publicados em anais de eventos científicos; apresentação de trabalhos em eventos científicos; IV. Atividades de Estudos Dirigidos – visando a desenvolver as capacidades de refletir, analisar, sintetizar, avaliar, argumentar, buscar novas informações e construir novos conhecimentos de maneira autônoma, aos alunos do curso Direito da Universidade Anhanguera Uniderp, estimulando a autoaprendizagem, são propostos estudos de temas que não apenas diversifiquem, flexibilizem e enriqueçam seus currículos, mas também desenvolvem as competências e habilidades que são essenciais para a empregabilidade. Quanto às formas de aproveitamento, os documentos comprobatórios das Atividades Complementares – tipo I, II e III –, após apreciação pelo coordenador do curso, com a sua manifestação formal quanto à sua validação, são encaminhados para a secretaria acadêmica para registro no histórico escolar do aluno e guardados pela mesma até a expedição do diploma. Já as atividades cumpridas por meio dos estudos dirigidos são aproveitadas mediante aprovação nas atividades por frequência e por nota, conforme descrito no Manual do Estudo Dirigido. Os Estudos Dirigidos (ED) foram instituídos como uma inovadora modalidade de atividades complementares obrigatórias de ensino, respaldando-se no Parecer no 67do CNE/CES, que estabelece um Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação, e na Resolução CNE/CES no 2/2007, que dispõe sobre a carga horária e os procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação. A proposta dos EDs é a concretização do desejo institucional de fazer da educação, em todos os níveis, um instrumento de inclusão social, comprometida com a formação de atitudes, habilidades, interesses e valores que perpassam toda a realidade social, de modo a contribuir, dessa forma, para mudanças de comportamento a partir de uma formação acadêmica interdisciplinar. A realização das atividades referentes aos Estudos Dirigidos ocorre por meio de ambiente virtual de aprendizagem que possibilita a interatividade, o acesso a materiais didáticos, a exercícios e avaliações, a fórum de discussão, à biblioteca digital, entre outros. 3.9.1 Estudos Dirigidos: Objetivos e Estrutura Os EDs apresentam-se como instrumento capaz de viabilizar as exigências de qualidade pedagógica requeridas por um processo educacional que objetiva propiciar meios para que o acadêmico possa vir a desenvolver, entre outras habilidades, a capacidade de se comunicar e interpretar de forma eficaz, de raciocinar de forma crítica e analítica e de saber conviver com as pessoas. Além disso, os estudos dirigidos objetivam incentivar a autoaprendizagem, produzir novos conhecimentos com a integração de informações acadêmicas, oportunizar uma nova forma de aprender e desenvolver a criatividade, contribuir para mudanças de comportamentos e atitudes e estimular a autonomia e o aprimoramento do pensamento crítico. Considerando-se que o desenvolvimento científico e tecnológico tem provocado mudanças nas necessidades de formação profissional, as atividades centram-se no desenvolvimento de competências e habilidades, vinculando-se a um conceito mais abrangente e estrutural da inteligência humana. Nesse sentido, essa formação, antes de valorizar o conteúdo, busca valorizar o desenvolvimento de habilidades cruciais para a atuação profissional em um mercado em constante mutação. Para nortear os estudos foi elaborada uma matriz pedagógica, definindo-se em duas etapas: Revisão de conhecimentos prévios: faz parte da matriz curricular de cada curso e, como o próprio nome diz, no ED de revisão de conhecimentos prévios, o aluno realiza atividades que permitam rever os conteúdos de Ciências Biológicas, Matemática e Língua Portuguesa, para nivelamento e oportunizar ao aluno um melhor desempenho nas disciplinas oferecidas. Formação geral (empregabilidade; políticas públicas; democracia, ética e cidadania; ciência, tecnologia e sociedade; responsabilidade social; formação de professores): tem como meta possibilitar aos alunos o desenvolvimento do raciocínio crítico e analítico a partir de temas de grande relevância social, como políticas públicas, responsabilidade socioambiental, novas tecnologias. visando a formação de cidadãos preparados de forma adequada para o mercado profissional. Os estudos de formação geral privilegiarão o desenvolvimento de habilidades, utilizando-se das seguintes estratégias: I. Estudo de textos teóricos; II. Pesquisas; III. Sistematização e esquematização de informações; IV. Resolução de questões discursivas e de múltipla escolha, com abordagens de situações-problema e estudos de caso; V. Simulações e interpretação de textos, imagens, gráficos e tabelas; VI. Produção escrita; VII. Discussão em fóruns. A integralização da carga horária pelo aluno nos Estudos Dirigidos é validada mediante o cumprimento dos critérios mínimos definidos em regulamento próprio e a realização das atividades nos prazos determinados no calendário. 3.9.2 Estudos Dirigidos: Avaliação A realização das atividades no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) conta como integralização da carga horária prevista para o ED do semestre. A nota do aluno será resultante da realização da avaliação on-line. A aprovação do aluno e, consequentemente, o cômputo da carga horária relativa à atividade, estão condicionados à integralização igual ou acima de 75% da carga horária e nota igual ou acima de 7,0 na avaliação final. Em caso de reprovação, acumula-se o respectivo ED para o próximo semestre, não acarretando encargos financeiros, nem implicando em retenção. O detalhamento das atividades e avaliações encontrar-se-ão descritos no manual de estudos dirigidos. 3.10 APOIO AO DISCENTE O atendimento aos discentes é fundamental para qualquer instituição de Ensino Superior, visto que o processo pedagógico só realiza seus objetivos quando contempla as necessidades dos alunos. Neste sentido, a Universidade Anhanguera Uniderp ordenou diversas formas integradas de apoio aos discentes, buscando contemplar com qualidade os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares (não computadas como atividades complementares) e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios. 3.10.1 Apoio extraclasse O curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp oferece aos seus acadêmicos o apoio extraclasse no que diz respeito à sua vida acadêmica e à sua aprendizagem, este apoio é desenvolvido na modalidade presencial e na modalidade virtual: Portal do aluno - por meio dele é possível oferecer o apoio extraclasse aos alunos, informando-os sobre o curso, disciplinas, biblioteca, materiais didático-pedagógicos e demais informações sobre a sua vida acadêmica. Ambiente Virtual de Aprendizagem - constituído de conteúdo web, avaliação/exercícios on-line, portfólio e sistema de mensagens, os quais têm os seguintes objetivos: I. Conteúdo web: enriquecem os conteúdos trabalhados em sala de aula por meio de conteúdos complementares à disciplina, que poderão conter hipertextos, vídeos e links para sites de interesse; II. Avaliação/exercícios on-line: contribui para a fixação e verificação da aprendizagem dos conteúdos por meio da resolução de problemas de forma contínua, além de auxiliar na complementação da avaliação presencial; III. Portfólio: se caracteriza como um espaço para a postagem de trabalhos acadêmicos desenvolvidos, solicitados pelos docentes, dentro dos objetivos e critérios estabelecidos e com prazo determinado conforme calendário; IV. Sistema de mensagens: espaço que possibilita a comunicação para troca de informações como avisos, comunicados e orientações entre alunos, professores e coordenador do curso. Serviço de atendimento ao aluno - virtual – é o atendimento disponibilizado aos alunos que permite a realização de chamadas para esclarecimento de dúvidas sobre os produtos e serviços oferecidos presencialmente, além de acolhimento de reclamações, sugestões e solicitações diversas. Portanto, além do atendimento presencial, o aluno conta com o atendimento virtual por meio de: I. Chat, sendo uma forma de atendimento que o aluno poderá acessar, por meio do site da instituição, de qualquer lugar do mundo, e ter respostas on-line de forma rápida e segura; II. “Fale conosco”, em que o aluno poderá acessar o site e encaminhar uma mensagem de e-mail. Essa demanda é encaminhada para a equipe de atendimento, que irá registrar as solicitações e respondê-las no prazo máximo 48h. Coordenação do curso - o coordenador do curso na Universidade Anhanguera Uniderp, conforme prevê o Regimento Geral, tem como atribuições da gestão do curso: manter o clima organizacional e motivacional do corpo docente e corpo discente do curso; ser corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de alunos evadidos; controlar e minimizar índices de evasão do curso; apreciar todos os requerimentos formulados pelos alunos; estimular a participação dos alunos na avaliação institucional; promover ações de autoavaliação do curso; entre outras. Assim, os alunos dispõem de acesso ao coordenador do curso para atendimento presencial e individualsempre que tiver necessidade, mediante agendamento prévio. Serviço de atendimento ao aluno - é a estrutura de boas-vindas aos discentes na instituição. O setor representa o ponto único de atendimento ao aluno, seja qual for o serviço solicitado. São atribuições do serviço de atendimento ao aluno: realizar o pronto atendimento às demandas presenciais dos alunos; facilitar a comunicação com os alunos provendo informações, documentos; facilitar e solucionar as negociações financeiras; minimizar índices de evasão; representar a ouvidoria da instituição; atender e encaminhar os alunos com dificuldades acadêmicas aos serviços de apoio psicopedagógico; atender às solicitações e entrega de documentos acadêmicos e financeiros; coordenar e realizar o processo de matrícula; gerar os serviços solicitados pelos discentes, como: revisão de provas; segunda via de boletos etc.; promover negociação financeira com alunos inadimplentes; atendimento de retenção; efetuar atendimento Programa Universidade para Todos) ProUni, Promuni, Financiamento Estudantil (FIES) e outros créditos; e entregar documentos, tais como: declarações, históricos, certificados e diplomas. Sala integrada de coordenadores e professores - tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os professores e coordenadores; serve de ponto de atendimento aos alunos, que necessitam contato com professores e coordenadores, e para executar os seguintes processos da faculdade: operacionalizar o Processo Seletivo na unidade, como a organização de salas que serão utilizadas, convocação de fiscais e garantir a segurança das provas; confeccionar e controlar processos de alterações de faltas, abono de faltas, transferências internas e externas; cadastro do quadro de horários das aulas e dos professores; cadastro, abertura e controle de salas especiais (solicitações de alunos); cadastro de aproveitamentos de estudos aprovadas pelos coordenadores de Curso; coordenar o evento de ajuste de quadro de horários dos alunos no início de cada semestre; cadastro das datas de provas para cada disciplina dos Cursos da instituição; preparar os processos com documentação física para registro de diplomas no SRD; gerir o arquivo físico de documentos dos discentes. Setor de registro acadêmico O Setor de Registro de Diplomas e Certificados é um órgão vinculado à Reitoria da Universidade Anhanguera – UNIDERP, a qual é credenciada pelo Decreto Federal n.º 246, de 18/12/1996, publicado no D.O.U. de 19/12/1996. O Setor é responsável pelo registro dos diplomas de cursos de graduação, sequencial de formação específica, de pós-graduação Stricto Sensu e certificados de pós- graduação lato sensu, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e de cursos complementares. O setor atua em conformidade com a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, art. 48, § 1º. O processo tem como base a Portaria n.º 33 DAU/MEC, de 02/08/78, e Parecer CNE/CNS n.º 379/2004, de 08/12/04. O processo de registro é feito eletronicamente, gerando numeração sequencial em livros virtuais pelo Sistema SRD, um sistema desenvolvido pela Kroton Educacional que tem como objetivo garantir a implantação de processos que resultem em eficiência operacional, melhoria contínua, crescimento e segurança nos registros de diplomas e certificados. Tem como vantagem melhor eficiência no processo, rapidez e segurança nas informações. Todo o sistema é informatizado, permitindo acesso de qualquer lugar para um melhor acompanhamento. O principal objetivo do Setor de Registro de Diplomas e Certificados é o trabalho cartorial de dar fé pública em diplomas e certificados. As responsabilidades do Setor de Registro de Diplomas e Certificados (SRDC) são: 1. receber os processos via on-line por meio do sistema SRD; 2. proceder com a análise dos processos, conferindo as informações da vida acadêmica dos discentes e toda documentação que comporá o processo de diplomas e certificados; 3. efetuar o registro que obedecerá à sequência numérica gerada pelo próprio sistema; 4. imprimir os diplomas e certificados de acordo com o layout de cada unidade que compõe o Grupo Kroton em consonância aos seus atos regulatórios; 5. gerir o controle de registros e seus livros; 6. armazenar e controlar os processos de registro de diplomas de cada aluno. O Setor de Registro de Diplomas e Certificados é um órgão vinculado à Reitoria da Universidade de Cuiabá – UNIC, recredenciada pela Portaria n.º 316, de 15/04/2013, publicado em 17/04/2013. O setor é responsável pelo registro dos diplomas de cursos de graduação, sequencial de formação específica, de pós-graduação Stricto Sensu e certificados de pós- graduação Lato Sensu, Pronatec e de cursos complementares. O setor atua em conformidade com a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, art. 48 § 1º. O processo tem como base a Portaria n.º 33 DAU/MEC, de 02/08/78, e Parecer CNE/CNS n.º 379/2004, de 08/12/04. O processo de registro é feito eletronicamente, gerando numeração sequencial em livros virtuais pelo Sistema SRD, um sistema desenvolvido pela Kroton Educacional que tem como objetivo garantir a implantação de processos que resultem em eficiência operacional, melhoria contínua, crescimento e segurança nos registros de diplomas e certificados. Tem como vantagem melhor eficiência no processo, rapidez e segurança nas informações. Todo o sistema é informatizado, permitindo acesso de qualquer lugar para um melhor acompanhamento. O principal objetivo do Setor de Registro de Diplomas e Certificados é o trabalho cartorial de dar fé pública em diplomas e certificados. As responsabilidades do Setor de Registro de Diplomas e Certificados (SRDC) são: 1. receber os processos via on-line por meio do sistema SRD; 2. proceder com a análise dos processos, conferindo as informações da vida acadêmica dos discentes e toda documentação que comporá o processo de diplomas e certificados; 3. efetuar o registro que obedecerá à sequência numérica gerada pelo próprio sistema; 4. imprimir os diplomas e certificados de acordo com o layout de cada unidade que compõe o Grupo Kroton em consonância aos seus atos regulatórios; 5. gerir o controle de registros e seus livros; 6. armazenar e controlar os processos de registro de diplomas de cada aluno. Ouvidoria - canal de comunicação entre as comunidades interna e externa e a Instituição, é disponibilizado para atender, registrar e responder as demandas dos solicitantes, referente aos serviços prestados pela IES, e que incluem sugestões, críticas, elogios, denúncias ou reclamações, que são contabilizados com vistas a produzir subsídios para as ações de aprimoramento permanente da Instituição. Cabe à Ouvidoria garantir o acesso direto a todos os membros da comunidade interna e externa para as seguintes categorias de serviços: I. reclamações fundamentadas; II. sugestões para mudanças de processos acadêmico-administrativos; III. denúncias de natureza acadêmico-administrativa; IV. agradecimentos e elogios pelos serviços prestados pelos órgãos/setores da instituição. Neste contexto, a Ouvidoria terá, prioritariamente, atendimento eletrônico, com o objetivo de facilitar e agilizar o processo de comunicação, devendo o seu endereço eletrônico ser amplamente divulgado na IES. A Ouvidoria terá até três dias úteis para responder aos contatos recebidos pelo canal eletrônico e qualquer prazo que exceda a esse limite deverá ser comunicado ao solicitante. Para garantir a melhoria e qualidade dos serviços prestados na instituição, a Ouvidoria deverá expedir relatórios semestrais com informação de quantidade e tipo de reclamações, denúncias, elogios, críticas ou sugestões, para integrar o relatório anual da CPA e o plano de ação decorrente do processo de avaliação institucional. 3.10.2 Apoio psicopedagógico O apoio psicopedagógico é disponibilizado para alunos com dificuldades de aprendizagem e visa a fortalecê-los,de modo que eles possam melhorar o desempenho acadêmico. O acompanhamento enfatiza a superação e/ou minimização dos problemas emocionais que se refletem no processo ensino-aprendizagem, por meio de uma proposta metodológica de acompanhamento sistemático, a ser desenvolvido de forma articulada com todos os setores da instituição. Os casos identificados pelos professores, de distúrbios de comportamento do aluno, dificuldades de relacionamento interpessoal, dificuldade de aprendizagem ou assimilação de determinadas disciplinas, falta de concentração, depressão e outros, deverão ser levados para o Coordenador do Curso, que encaminhará ao Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), que poderá realizar o encaminhamento do aluno para profissionais qualificados, quando necessário. Durante o processo de interferência psicopedagógica, realizado por profissionais qualificados, poderá ser feito contato com a família, professores e coordenadores, que são de extrema importância, pois exercem um papel incentivador na valorização do aluno como pessoa ativa no processo de ensino, colaborando para o desenvolvimento da sua autoestima e liberdade. Cabe ressaltar que essas pessoas somente são envolvidas com a permissão e participação do próprio aluno. Assim, são realizados encaminhamentos para profissionais das diversas áreas, tais como: psicopedagogos, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, médicos, dentre outros, capacitados em prestar a melhor orientação na busca de superação das dificuldades do aluno. Após diagnóstico e orientação realizada por estes profissionais, o NAID reúne-se com a Coordenação do Curso, para elaboração de medidas a serem adotadas, com o objetivo de garantir educação inclusiva, igualdade de oportunidades, resguardando-se as diferenças e concebendo o aluno como sujeito de seu processo de aprendizagem e de construção. 3.10.3 Atendimento educacional especializado O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da educação especial é realizado pelo Núcleo de Educação Especial Inclusiva (NUEEI), que tem por base os seguintes princípios: I. Garantia dos direitos dos alunos caracterizados como público-alvo da educação especial, de acordo com as especificidades, oportunizando acesso e permanência desses alunos no Ensino Superior; II. Desenvolvimento de seu papel de responsabilidade social como instituição de Ensino Superior, respeitando a diversidade, garantindo educação justa e igualitária. Caracterizam-se como público-alvo da educação especial, com direito a atendimento pelo NUEEI, os alunos com: I. Deficiência (física, visual, auditiva, intelectual e múltipla); II. Transtorno global do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett, síndrome de Asperger e psicose infantil); III. Altas habilidades/superdotação. O NUEEI é composto por profissionais da área da educação especial e conta com a participação colaborativa de outros profissionais do Nucleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), responsável pelo atendimento local na IES. São eles: I. No Ensino Presencial: um representante dos coordenadores, um representante docente, um representante do Corpo técnico-administrativo e um representante da CPA; II. Nos Polos de Apoio Presencial: coordenador do Polo, três representantes dos tutores externos e um representante da secretaria do Polo. Esses profissionais desenvolverem as seguintes ações na IES: identificam o público- alvo da educação especial na IES; garantem o acesso e a permanência dos alunos caracterizados como público-alvo da educação especial matriculados nos cursos presenciais e a distância; adaptam materiais didáticos para os alunos caracterizados como público-alvo da educação especial; prestam assessorias às IES nas especificidades de acessibilidade física por meio do estudo da NBR9050 e legislação vigente; orientam os colegiados de curso para que propiciem ações de ensino e aprendizagem voltadas para o respeito à diversidade; orientam coordenadores, professores, tutores presenciais e à distância e demais colaboradores para o AEE, bem como para as especificidades da educação especial; pesquisam recursos tecnológicos e propostas que propiciem a inclusão do público-alvo da educação especial nos cursos de graduação, pós-graduação; acompanham a trajetória dos acadêmicos, público-alvo da educação especial, desde o ingresso até a conclusão do curso de graduação; e buscam parcerias com outras instituições específicas de atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado ofertado na IES segue o fluxograma que apresentaremos a seguir: Figura 4 – Fluxograma NUEEI 3.10.4 Atividades de nivelamento Aula Modelo Institucional Adaptativa contemplando Nivelamento A Universidade Anhanguera Uniderp, preocupada com a qualidade do ensino e a formação do seu alunado, implantou uma política de ação sistemática voltada para a recuperação das deficiências de formação do ingressante dos diversos cursos da instituição, instituindo a atividade de nivelamento de Português. Tal iniciativa tem como maior objetivo dar oportunidade aos alunos revisarem esses conteúdos. O nivelamento responde satisfatoriamente às expectativas dos alunos e da Instituição, pois além de serem revistos aqueles conteúdos básicos, necessários ao adequado prosseguimento de seus estudos em nível superior, favorece seu desempenho acadêmico na fase inicial do curso superior escolhido. A plataforma Studiare é outra tecnologia da informação utilizada pela IES, correspondendo à plataforma cloud que trabalha com adaptive learning, big data, data mining, analytics, blended learning e estímulos adaptativos. O seu uso objetiva propiciar ao discente conteúdos que fazem sentido para sua realidade, facilitando o processo de ensino-aprendizagem. A plataforma busca apresentar as lacunas de aprendizagem dos discentes após uma avaliação diagnóstica inicial, norteando seu processo de ensino- aprendizagem de modo individualizado diante da ferramenta adaptive learning. A plataforma busca a todo momento entender os pontos de fragilidade do aluno e, a partir deste mapeamento e dos objetivos da disciplina, propor estudos na e personalizar o percurso da aprendizagem. 3.10.5 Atividades extracurriculares Centro de idiomas A Universidade Anhanguera Uniderp implantou um Centro de Idiomas, que tem por finalidade despertar nos alunos da instituição o desejo pelo aprendizado de uma segunda língua por meio de um processo motivador e interativo. Diante da universalização das línguas modernas, em especial das línguas Inglesa e Espanhola, devido a fatores políticos, socioculturais e econômicos, torna-se cada vez mais evidente a necessidade do conhecimento de tais idiomas por parte de quem não os domina, não somente pela influência cultural, mas principalmente no âmbito socioeconômico. O Centro de Idiomas tem como proposta de trabalho um ensino de línguas totalmente voltado para atender às necessidades dos alunos e envolvê-los num processo de comunicação real, em que haverá a participação direta de cada um deles, sendo ofertados cursos de idiomas adequados aos contextos. Os acadêmicos da instituição representam o público-alvo dos cursos de capacitação em línguas estrangeiras e possuem desconto nas mensalidades, que inclusive apresentam um valor bastante inferior àquele praticado no mercado externo à instituição. 3.10.6 Programas de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios Apoio aos centros acadêmicos - CA O curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp apresentou como princípios gerais o respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da sociedade, portador de direitos e deveres e o respeito às diversidades de pensamento e ideologias como possibilidades de crescimento individual e social. Na filosofia institucional se incluiu, além da preparação de indivíduos para o mercado, a preocupaçãocom a formação do indivíduo que busque reflexivamente e em ações a solução de problemas imediatos da sociedade, constituindo-se num espaço privilegiado de transformação e conservação do saber, onde se exercitará a reflexão, o debate e a crítica, tendo como proposta explícita a liberdade, a igualdade, a autonomia de direitos, a democracia, a cidadania, a humanização e a sua existência social. Nesse contexto, os acadêmicos são incentivados pelo curso de Direito, por meio da coordenação de curso a motivar os líderes de turma, eleitos a cada semestre letivo, a manterem essa atividade de forma contínua, dinâmica e renovável. Reuniões periódicas são agendadas pelo coordenador do curso com os líderes, quando são discutidas as diversas questões relacionadas ao desenvolvimento das atividades acadêmicas, esportivas, científicas e culturais do curso. Além disso, periodicamente, a direção da instituição convida os alunos representantes de todos os cursos para discutir questões institucionais de interesse da comunidade acadêmica. Intercâmbios Será interesse do curso de Direito aprimorar o ensino, propiciando aos seus discentes a possibilidade de estabelecer e desenvolver relações com IES estrangeiras, pois entende-se que o contato com culturas distintas se constitui em um importante mecanismo de desenvolvimento intelectual para os discentes. O apoio ao intercâmbio é promovido pela Universidade Anhanguera Uniderp por meio do Programa de Bolsas de Mobilidade Internacional Santander Universidades, o qual possibilita a mobilidade internacional dos seus discentes, e tem por escopo propiciar aos discentes indicados pelas faculdades conveniadas a oportunidade de acesso às culturas estrangeiras, realizando cursos em renomadas universidades integrantes do programa. Além disso, considera-se que o contato com culturas distintas e o estabelecimento de relações com IES localizadas em outros países constituirão importante instrumento de formação intelectual dos seus estudantes. Os estudos e atividades acadêmicas a serem realizadas pelos discentes contemplados junto às IES de destino são computados, para efeito de integralização curricular, como AC, obedecendo ao disposto no Regimento Geral da instituição. Qualquer eventual aproveitamento de disciplina(s) cursada(s) pelos discentes contemplados nas IES de destino, a título de equivalência e para efeito de dispensa em disciplina(s) cursada(s) ou a cursar na instituição de origem, está sujeito a análise prévia e específica pelo Colegiado do Curso, obedecendo ao disposto no Regimento Geral. 3.11 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO As ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, Enade, CPC e outras), no âmbito do curso, compõem o planejamento estratégico da instituição. Nesse contexto, os resultados da autoavaliação do curso de Direito procuram identificar os aspectos que dificultam e/ou facilitam a ação acadêmica do curso, assim como sugerem estratégias de intervenção para corrigir rumos, consolidar sua ação pedagógica e alcançar efetivamente maior qualidade no ensino-aprendizagem. As ações acadêmico-administrativas, resultantes das avaliações externas (avaliação de curso, Enade e CPC), no âmbito do curso, resultam da análise do relatório do Enade emitido pelo MEC. São realizadas reuniões com os docentes a fim de discutir o desempenho dos acadêmicos em cada questão de conhecimento geral e específica da prova. Os resultados do questionário socioeconômico, considerando as questões gerais e aquelas relacionadas ao CPC, são analisadas, e ações serão empreendidas em busca de melhorias. Não se trata apenas de levantar dados, elaborar questionários, aplicá-los, analisá-los, utilizando técnicas sofisticadas, produzir relatórios, publicá-los, considerando os diversos ângulos da vida acadêmica. Esses aspectos são relevantes, mas o importante é ter clareza do que deve ser feito com os resultados levantados, com todos esses dados e informações colhidas. O importante é saber de que modo o processo de autoavaliação institucional e as avaliações externas podem vir a ser um efetivo e eficiente instrumento de mudança e melhoria de todos os processos acadêmicos e de gestão do curso. A Comissão Própria de Avaliação (CPA) trabalha de forma colaborativa com os coordenadores de curso, identificando fragilidades e potencialidades, a fim de desenvolver os projetos de melhorias. Todo processo é permeado por um ciclo de ações que envolvem sensibilização, coleta, análise e socialização de dados. Após a socialização dos dados revelados por meio dos instrumentos de avaliação, como o questionário de avaliação institucional (AVALIAR), os dados de Ouvidoria e das avaliações externas, inicia-se o desenvolvimento e divulgação das melhorias. 3.12 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Tecnologias da informação e comunicação representam um conjunto de recursos tecnológicos que auxiliam nos processos informacionais e comunicativos como importante ferramenta para o atendimento às mudanças educacionais para a melhoria da qualidade do ensino, do planejamento e da gestão dos processos educacionais. Neste contexto, o curso de Direito incorpora continuamente as TIC através de diversas ferramentas, entre elas podemos destacar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), o Banco de Objetos de Aprendizagem (BOA), o Livro Didático Digital (LDD) e a Studiare (Plataforma de Ensino Adaptativo). O AVA é um espaço virtual que proporciona aprendizagem por meio de materiais didáticos disponibilizados para as disciplinas. Nesse espaço, o aluno tem acesso a materiais interativos como webaulas e livros digitais, participa de discussões com sua turma e realiza atividades avaliativas colaborativas. O aluno tem à sua disposição documentos relativos ao seu curso e disciplinas, tais como manuais com regras avaliativas, cronogramas de interações e também o plano de ensino da sua disciplina. Desse modo, docentes e discentes participam, de forma colaborativa, por meio da construção coletiva, do processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares e pesquisas adicionais de temas correlatos. O Banco de Objetos de Aprendizagem (BOA) é um ambiente de estudo onde se encontra um amplo acervo acadêmico de alta qualidade disponibilizado em diversos formatos digitais, como livros didáticos, simuladores, infográficos, vídeos, podcasts e objetos digitais de aprendizagem. Por meio da ferramenta de busca avançada, o usuário pode pesquisar sobre assuntos específicos, área de conhecimento, palavras-chave, autor e tipo de objeto que deseja utilizar. O acesso a ele se dá pelo link que estará disponível em: <https://krotonacademico.sharepoint.com/sites/bancodeobjetos/>. Proporcionar uma experiência de aprendizagem inovadora e imersiva é a proposta do aplicativo Saber para a oferta dos livros didáticos digitais (LDDs). Lançado em 2015, ele está disponível para download na Apple Store, Google Play e Windows Store, e pode ser adquirido gratuitamente por qualquer usuário. Nesse espaço, são oferecidos livros didáticos digitais abertos ao público em geral e conteúdo exclusivo para os alunos de suas unidades e polos de apoio presencial. Os alunos têm acesso a centenas de LDDs sobre os mais diversos assuntos e áreas do conhecimento e vivenciam a experiência da leitura ativa, o que significa ler, escutar, assistir, interagir e simular o que aprendeu a qualquer hora e lugar. Tudo isso porque os LDDs estão disponíveis para download, garantindo o acesso aos conteúdos mesmo sem internet. A plataforma Studiare é outra tecnologia da informação a ser utilizada pela IES, correspondendo à plataforma cloud que trabalha com adaptive learning, big data, data mining, analytics, blended learning e estímulos adaptativos. O seu uso objetiva propiciar ao discente conteúdos que fazem sentido para sua realidade, facilitando o processode ensino-aprendizagem. A plataforma busca apresentar as lacunas de aprendizagem dos discentes após uma avaliação diagnóstica inicial, norteando seu processo de ensino– aprendizagem de modo individualizado diante da ferramenta adaptive learning. Os recursos apresentados aos discentes que ocorrem por meio do uso da plataforma Studiare são: Projeto Desafio Nota Máxima, Nivelamento e Aula Modelo Adaptativa. As TIC, diretamente relacionadas à comunicação dentro da unidade, são bastante diversificadas, envolvendo a Kroton e o conjunto de unidades. Existem três grandes áreas na comunicação, compreendendo a comunicação interna direcionada a todos os colaboradores; a comunicação acadêmica direcionada para diretores, coordenadores acadêmicos e coordenadores de curso e a comunicação aos discentes. Na comunicação interna são veiculados informes, comunicações, e-mails e programas com o objetivo de divulgar informações fundamentais para o funcionamento da companhia como um todo, além da difusão de boas práticas e campanhas adotadas. São encontrados nesta modalidade o Portal Informa (intranet), Boletim Informa, e-mails institucionais e de campanhas voltadas para os colaboradores, a Revista Conexão e a TV Kroton, a ser disponibilizada via Universidade Kroton. Para a comunicação acadêmica são direcionadas informações e instruções acadêmicas para o funcionamento das unidades e dos cursos, envolvendo assuntos diretamente https://krotonacademico.sharepoint.com/sites/bancodeobjetos/ relacionados às competências da Diretoria Geral, Coordenação Acadêmica, Coordenação de Curso e Docentes. Os meios utilizados para esta comunicação são o Portal Espaço Acadêmico, onde são divulgados documentos, informes e orientações relacionadas à área acadêmica, como Avaliação, Documentos, Processos, ENADE entre outros. Além disto, são utilizados e-mails informativos e transmissão via satélite de informações e entrevistas às unidades, denominado Espaço Acadêmico, permitindo inclusive o envio de questionamentos sobre o tema que está sendo abordado, sendo que alguns programas são gravados e outros ocorrem ao vivo. No início de cada semestre ocorre a Semana Pedagógica em todas as unidades, utilizando reuniões com o corpo docente, coordenação e direção, sendo ainda disponibilizados programas específicos para tal fim por meio do Espaço Acadêmico, visando oferecer todas as informações necessárias, desde questões pedagógicas como também institucionais, oferecendo uma visão sistêmica da área acadêmica da IES para todos os atores envolvidos diretamente com o modelo de ensino-aprendizagem. Na comunicação direcionada aos alunos são disponibilizados o Manual do Aluno, informações, orientações, calendários, documentos, assuntos financeiros e demais questões relacionadas à vida institucional do discente via Portal do Aluno, sendo direcionados e-mails e informes visuais em TVs quando a unidade possui este mecanismo de comunicação. A informação também ocorre via afixação de avisos em painéis em sala de aula e em corredores da unidade, na Biblioteca, em laboratórios e demais locais de convivência acadêmica. O Coordenador de Curso e os professores também auxiliam para que esta comunicação se torne mais efetiva em sala de aula. Para os alunos calouros, ocorre uma semana de preparação e recepção nas unidades, com o repasse de todas as informações importantes, bem como a informação do Manual do Aluno e o acesso ao Portal do Aluno, à plataforma Studiare, ao AVA e à Biblioteca Virtual. O KLS 2.0 foi concebido a partir de metodologias atualizadas e aderentes às TIC centradas na autoaprendizagem, possibilitando o desenvolvimento da autonomia e da disciplina. Desse modo, foi possível compor um cenário de aprendizagem contemporâneo, inovador e motivador das atividades acadêmicas de ensino, em que as interações midiáticas são incorporadas como recursos indispensáveis. Cabe destacar que, tão importante quanto a proposição destas TIC no processo de ensino-aprendizagem, é a garantia da acessibilidade e do processo de assimilação e domínio das mesmas. Para garantir acesso às TIC, o NUEEI realiza testes de acessibilidade e usabilidade com leitores de tela e orientará os setores responsáveis pelo desenvolvimento dos produtos. Além das orientações que visam às melhorias contínuas nos sites, AVAs e materiais, os alunos usuários de tecnologia assistiva são acompanhados para que as possíveis dificuldades sejam sanadas. Com base nas dificuldades apresentadas é possível, também, avaliar e adequar os produtos às necessidades desse público. Nesse sentido, destaca-se a importância do corpo docente, coordenador de curso e acadêmico, diretor e demais colaboradores no monitoramento da disponibilidade e acesso a estas tecnologias na IES. 3.13 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO- APRENDIZAGEM A prática da avaliação do processo ensino–aprendizagem esta intrinsecamente relacionada a uma concepção de educação e à missão a que se propõe realizar uma instituição de ensino. Para a Universidade Anhanguera Uniderp, a avaliação do processo ensino-aprendizagem assumirá os seguintes pressupostos e princípios: É um processo contínuo e sistemático. A avaliação não tem um fim em si mesma, é um meio, um recurso para acompanhar o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, por isso não pode ser esporádica ou improvisada. Deve ser constante e planejada, ocorrendo ao longo de todo o processo, para reorientá-lo e aperfeiçoá-lo. É funcional: Ela funciona em estreita relação com as competências e habilidades estabelecidas pelas DCNs, atendendo ao perfil do egresso, pois é o alcance desses itens que a avaliação deve buscar. É orientadora: Ela indica os avanços e dificuldades do aluno, ajudando-o a progredir na aprendizagem, orientando-o no sentido de atingir os objetivos propostos. É integral: pois deve considerar o aluno como um ser total e integrado, analisando e julgando todas as dimensões do comportamento: os elementos cognitivos, socioafetivos e psicomotor. Diante do exposto, a Universidade Anhanguera Uniderp entende que a avaliação será um processo interpretativo, baseado em aspectos qualitativos e quantitativos, que permite uma redefinição e reorientação no sentido de se alcançar os objetivos propostos. Como tal, constitui-se em um importante instrumento para orientar o processo pedagógico, de modo a fornecer informações aos alunos, aos professores e à instituição sobre a atuação dos mesmos. Desse modo, a prática da avaliação há de cumprir funções, tais como: Diagnóstico: é importante investigar os conhecimentos que o discente possui antes de se introduzir um novo assunto; Acompanhamento: para saber se as competências e habilidades propostas para o processo ensino-aprendizagem foram alcançadas; Feedback: os resultados de avaliações têm caráter de mão dupla, pois fornecem aos alunos informações sobre o seu desempenho acadêmico e ao professor dados para avaliar sua ação didática; e Promoção: a ascensão a um nível seguinte deve ser consequência do alcance das competências, habilidades e objetivos institucionais propostos, essenciais para o alcance do perfil projetado para o egresso. O processo avaliativo do rendimento acadêmico do curso de Direito é regido pelas disposições gerais fixadas pelo Regimento Geral da Universidade Anhanguera Uniderp, e os procedimentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem utilizados no curso buscam ser coerentes com as concepções teóricas, filosóficas e sociais que permearão o PPC. De modo geral, a avaliação de aprendizagem do curso é feita por disciplina e incide sobre a frequência e o rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do acadêmico e dos resultados por ele obtidos nas avaliações. O processo de avaliação se traduz em um conjunto de procedimentos aplicados nas etapas formativa e somativa, objetivando, na primeira, a aferição da apreensão, pelo acadêmico, das competênciase habilidades previstas no plano de ensino de cada disciplina e, na segunda, o consequente resultado. As avaliações são adaptadas em formato acessível para o público-alvo da educação especial sempre que solicitado. Dessa forma, cabe destacar a disponibilização de provas em fonte ampliada e compatíveis com leitores de tela. Além dos formatos disponibilizados, é importante salientar a ampliação de tempo para realização da avaliação para alunos com deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento e deficiência auditiva e a flexibilidade de correção. A flexibilidade de correção visa a respeitar a condição dos acadêmicos, levando em consideração o processo de ensino e aprendizagem. Desta forma, o NUEEI orienta professores sobre a valorização quanto ao aspecto semântico e reconhecimento da singularidade linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez. Sempre que solicitado, são disponibilizados profissionais para acompanhar os acadêmicos no momento da realização das provas. Quais sejam: intérpretes da Libras para acadêmicos com surdez e ledor/transcritor para acadêmicos com deficiência visual, intelectual, transtornos globais do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett e síndrome de Asperger) e transtornos funcionais específicos (dislexia, TDAH, etc.). 3.14 NÚMERO DE VAGAS O número de vagas implantadas visa corresponder, com qualidade, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da instituição. O curso de Direito possui 670 vagas anuais autorizadas pela Portaria Ministerial nº 1.168. Para esse número de vagas, é disponibilizado um corpo docente composto por professores e uma infraestrutura de qualidade constituída por 56.896,08 metros quadrados destinadas às instalações administrativas, 62,58 metros quadrados destinadas ao Núcleo de Prática Jurídica, 106,08 metros quadrados destinados a sala de professores e coordenação de curso e 5.498,30 metros quadrados destinados a salas de aula das turmas de Direito. 3.15 PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO ACOMPANHAMENTO E NA AVALIAÇÃO DO PPC Os discentes participarão no acompanhamento do Projeto Pedagógico do Curso mediante as reuniões com o colegiado do curso Direito, e sendo registrada ata de todas as intervenções e solicitações pretendidas, tornando-se disseminador do conhecimento aos demais colegas. Da mesma forma em que compartilha as informações, poderá também receber demandas dos alunos e compartilhá-las em discussões em próximas reuniões. Estas reuniões também ocorrerão entre Coordenador de Curso e representantes de turmas, visando ouvir coletivamente as sugestões de todos os grupos de discentes. Além da oportunidade de tratar recortes de temas relevantes do projeto, associando-os ao momento pedagógico da turma ou curso por meio da interlocução do professor em sala de aula. Dessa forma, os professores são orientados a debater e reforçar a importância do PPC com os alunos durante o semestre letivo, inserindo o tema em suas aulas. Entende-se o PPC como um documento vivo que revela as estratégicas e organização do curso, sujeito a inserções que oportunizam a sincronia com o contexto real, importante para o estabelecimento das competências tão explicitadas pelo modelo acadêmico. Nesse sentido, se faz necessário ser conhecido por todos, ao mesmo tempo em que deve merecer contribuições de atores tão importantes ao cotidiano do curso, especialmente alunos, professores e coordenador. Novas interlocuções são propostas pelos professores além da avaliação realizada pela CPA, mediante itens avaliatórios específicos que fazem referência ao PPC, mensurando seu conhecimento e solicitando sugestões para melhoria do documento e do curso. CORPO DOCENTE E TUTORIAL ALESSANDRO GOMES LEWANDOWSKI Especialista ALEXANDRE RIBEIRO BRUM Especialista ALINE ERTZOGUE MARQUES Especialista ANDREA ALVES FERREIRA ROCHA Especialista ANDREA FRANCISCO DE M CHIESA Especialista ANDREIA ARGUELHO GONCALVES Especialista AUGUSTO CESAR GUERRA VIEIRA Especialista CAROLINE PENTEADO SANTANA Especialista CASSIANO GARCIA RODRIGUES Mestre CEZAR RENATO GAZOLLA Especialista CLELIA STEINLE DE CARVALHO Especialista CRISTIANE MALUF RODRIGUES CORREIA Especialista DANIELLE NASCIMENTO DE SOUZA Especialista DIOGO EDUARDO PEREIRA DA SILVA Especialista EDUARDO BINOTTO Mestre FABIO JUN CAPUCHO Doutor(a) JOSE LUIZ DA SILVA NETO Especialista JULIANA INOCENCIO MENDES Especialista JULIANE PENTEADO SANTANA Especialista JULIANO WILSON SANTOS BARBOSA Especialista KARINA ALVES CAMPOS Especialista KARINA DALLA PRIA BALEJO Mestre LEONARDO TODSQUINI SILVA Especialista MARCIA APARECIDA JACOMETO Mestre NESTOR RUFINO DA COSTA XAVIER Especialista NILTON KIYOSHI KURACHI Mestre ODEMILSON ROBERTO CASTRO FASSA Doutor(a) RAFAEL RODRIGUES SAMPAIO Especialista RAQUEL PIANESSO Especialista REGIS JORGE JUNIOR Especialista RENATO TEDESCO Especialista RENE MOHR Mestre RICARDO LEAO DE SOUZA ZARDO FILHO Mestre RODRIGO CORREA DO COUTO Especialista RONALDO BRAGA FERREIRA Especialista RUY CELSO BARBOSA FLORENCE Doutor(a) TAIYO SCHAEFFER FERREIRA Especialista THIAGO RAFAEL SANTOS DE SOUZA Especialista WILMAR SOUZA FORTALEZA JUNIOR Mestre ZOROASTRO COUTINHO NETO Especialista 4.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE O NDE do curso de Direito foi constituído de acordo com a Resolução CONAES N° 1, de 17/06/2010, é constituído por um grupo de docentes que exercem liderança acadêmica no âmbito do curso, percebida na produção de conhecimentos, no desenvolvimento do ensino e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição. A ata de constituição do NDE está disponível e arquivada na coordenação do curso. É constituído por cinco professores do curso, a ser um deles o coordenador de curso e 60.% com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu; todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo 60% em tempo integral. Importa ressaltar que a instituição, por meio do seu Regimento Geral, assegura a estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a garantir a continuidade no processo de acompanhamento do curso. Quadro 5 - Composição do NDE NOME COMPLETO TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO DATA DE INGRESSO NO NDE 1 Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier Especialista integral 2015 2 Prof. Doutor Ruy Celso Barbosa Florence Doutor parcial 2008 3 Profª Mestre. Marcia Aparecida Jacometo Mestre integral 2008 4 Prof. Mestre. Nilton Kiyoshi Kurachi Mestre parcial 2008 5 Profª Esp. Karina Alves Campos Espcialista integral 2013 As atribuições do Núcleo Docente Estruturante são: I. Conhecer, adotar, implementar e contribuir para a consolidação, aplicação e melhoria do projeto pedagógico do curso. II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino-aprendizagem do curso. III. Incentivar e contribuir para melhoria das atividades complementares. IV. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso. V. Zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares do curso. VI. Zelar pela atualização da contextualização regional do curso e sua coerência com o perfil do egresso. VII. Garantir que a estrutura do curso possibilite adicionalmente aos alunos com necessidades educacionais especiais a diversificação e a flexibilização curricular e metodológica. VIII. Assegurar estratégias de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a garantir continuidade no processo de acompanhamento do curso. O NDE do curso de Direito realiza reuniões com intervalos semestrais, conforme atas disponíveis e arquivadas na Coordenação do Curso, para acompanhamento, estabelecimento das estratégias de consolidação e para avaliação deste PPC. Para tanto, a Coordenação do Curso se reúne periodicamente com os líderes de turma e com os professores do curso para avaliar fragilidades e fortalezas dasdisciplinas e seus planos de ensino. O resultado destas reuniões, juntamente com o resultado da autoavaliações promovidas com a Comissão Própria de Avaliação (CPA), são discutidos com o NDE, que define estratégias de melhorias e adequações deste PPC. O coordenador do curso de Direito, juntamente com professores, realizam orientações aos alunos em sala de aula, fazendo menção a partes e temas do PPC de forma a integrá-los no contexto do documento e da organização do curso, estimulando a participação da comunidade acadêmica como um todo no conhecimento e apropriação do documento, permitindo o debate e o aperfeiçoamento, inter-relacionando essas informações com a análise detalhada dos resultados refletidos nos relatórios gerados pela CPA. A versão atualizada e impressa do PPC do curso de Direito encontra-se disponível na biblioteca da faculdade Universidade Anhanguera Uniderp, em local público e acessível. Visando atender à acessibilidade plena, poderá ser divulgado também em outras modalidades que se julgar necessárias pelo NAID após análise de corpos docente e discente. 4.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO O coordenador de curso de Direito é Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier designado pelo diretor da instituição, sendo o responsável pelo curso – gestor eficaz, crítico, reflexivo, flexível e proativo –, catalisa o comprometimento com uma visão clara e forte, bem como envolve-se na busca vigorosa desta, estimulando padrões mais elevados de desempenho de todo o corpo docente e discente de seu curso. O Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier busca uma atuação com qualidade considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores. Quadro 6 - Perfil do coordenador do curso FORMAÇÃO ACADÊMICA (graduação) TITULAÇÃO MÁXIMA OBTIDA TEMPO DE EXERCÍCIO NA IES TEMPO DE EXERCÍCIO NA FUNÇÃO DE COORDENADOR Bacharel em Direito Especialista 1 ano e 6 meses 1 ano e 6 meses 4.2.1 Gestão Do Curso Em conformidade com o previsto no regimento da IES, são funções do coordenador de curso: I. Coordenar e supervisionar as atividades dos professores do curso. II. Convocar e presidir as reuniões do colegiado de curso. III. Representar a coordenação do curso perante as autoridades e órgãos da faculdade. IV. Elaborar, em consonância com o diretor da faculdade, o planejamento estratégico do curso sob sua gestão. V. Elaborar, implementar e acompanhar o orçamento do curso. VI. Gerenciar e responsabilizar-se pela coordenação dos processos operacionais, pedagógicos e de registro do curso. VII. Propor a adoção de estratégias de avaliação e ensino adequadas à educação inclusiva. VIII. Manter o clima organizacional e motivacional dos corpos docente e discente do curso. IX. Disseminar princípios e políticas que garantam a inclusão social e assegurar condições de acesso e permanência a estudantes com deficiências; X. Gerenciar e manter a padronização do projeto pedagógico do curso em conformidade com os princípios institucionais. XI. Coordenar o planejamento, (re)elaboração e avaliação das atividades de aprendizagem do curso. XII. Buscar melhorias metodológicas de aprendizagem em sua área e implementá- las em seu curso. XIII. Supervisionar as atividades dos professores do curso, buscando a maximização da qualidade do trabalho dos docentes. XIV. Ser responsável pela coordenação das instalações físicas, laboratórios e equipamentos do curso. XV. Ser responsável pelo estímulo e controle da frequência dos docentes e discentes. XVI. Ser responsável pela indicação da contratação e demissão de docentes do curso. XVII. Ser corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de alunos evadidos. XVIII. Ser corresponsável pela divulgação do curso. XIX. Estimular a oferta e a participação em atividades complementares, eventos e cursos de extensão. XX. Ser responsável pelos estágios supervisionados e não supervisionados realizados pelos discentes, quando aplicável. XXI. Ser corresponsável pela realização das atividades complementares, quando previstas. XXII. Ser responsável pelo estímulo ao bom desempenho dos discentes nas avaliações nacionais, como Enade e outras aplicáveis pelo nível do programa e pelo desempenho otimizado do curso nas demais avaliações. XXIII. Ser corresponsável por ações que promovam a empregabilidade dos estudantes e dos egressos. XXIV. Ser corresponsável pelo reconhecimento do curso e renovação periódica desse processo por parte do MEC, quando aplicável. XXV. Estimular a participação dos alunos na avaliação institucional. XXVI. Promover ações de autoavaliação do curso. XXVII. Ser responsável pelo desenvolvimento do corpo docente para aplicação de novas metodologias e técnicas pedagógicas. XXVIII. Ser responsável pela inscrição de alunos regulares e irregulares nas avaliações nacionais, como Enade e outras aplicáveis pelo nível do programa, nos termos legais. XXIX. Coordenar o processo de seleção dos professores da área profissional (específica do curso). XXX. Pronunciar-se sobre matrícula, quando necessário, e acompanhar o estudo do processo de transferência de aluno, inclusive no que se refere à adaptação, ao aproveitamento de estudos e à dispensa de disciplina, para deliberação superior. XXXI. Acompanhar o cumprimento do calendário escolar. XXXII. Dar parecer sobre representação de aluno contra professor, quando couber. XXXIII. Controlar e minimizar índices de evasão do curso. XXXIV. Apreciar todos os requerimentos formulados pelos alunos, não previstos neste Regimento. 4.2.2 Relação do coordenador com os docentes e discentes do curso A relação do Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier com os docentes e discentes do curso é avaliada por meio de questionário presente na autoavaliação e os relatórios resultantes deste processo são analisados pela CPA da instituição, ocorrendo a disponibilização subsequente à coordenação do curso, onde se pode verificar a relação estabelecida do(a) coordenador Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier com os docentes e discentes do curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp. 4.2.3 Representatividade nos colegiados superiores O coordenador do curso de Direito, conforme prevê o Regimento Geral da Instituição, preside o colegiado do curso, órgão deliberativo em matéria de natureza acadêmica operacional, administrativa e disciplinar. Além disso, conforme o artigo 15 do Regimento Geral, poderá atuar como representante do Conselho Superior da Instituição, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa em matéria de políticas e procedimentos, administrativa, disciplinar, de natureza didático-científica da faculdade. O artigo 51 do Regimento Geral preve a participação de coordenador de curso na composição do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos, com o objetivo de garantir o atendimento ao estudante com deficiências, limitações, superdotações e com transtorno do espectro autista, prevendo o desenvolvimento de ações voltadas para o acesso, para a permanência e para qualidade do ensino oferecidos aos estudantes a serem matriculados na instituição e aos seus colaboradores e também promover ações de difusão dos Direitos Humanos, como processo dinâmico, multidimensional, que envolva toda a comunidade acadêmica e que dissemine a necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana. 4.2.4 Experiência de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador O coordenador do curso, professor Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier, possui 6 anos e 4 meses de magistério superior e 1ª ano e 6 meses de gestão acadêmica, totalizando 8 anos de experiência, conforme comprovantes no currículo profissional do coordenador. Para executar a gestão acadêmica, o coordenador trabalha e domina a legislação e tecnologiaeducacional disponíveis para seu curso, compatibilizando seu desenvolvimento científico na área educacional, na gestão de processos acadêmicos e na atualização e mudança curricular. 4.2.5 Regime de trabalho do coordenador O regime de trabalho do coordenador é de tempo integral, sendo que o número de vagas anuais autorizadas para o curso de Direito são de 670 vagas, e as horas semanais dedicadas à coordenação é 40 horas, ou seja, perfazendo uma relação de 16,75 vagas por hora de coordenação. 4.3 CORPO DOCENTE DO CURSO 4.3.1 Titulação O curso de Direito possui 41 docentes, conforme relação abaixo, sendo 10 docentes com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, ou seja, 25%, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais. De acordo com a relação apresentada, o curso de Direito possui 4 docentes doutores, ou seja,10%, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais. Quadro 7 - Titulação do corpo docente do curso Nome dos docentes Titulação (apenas mestre ou doutor) 1 RUY CELSO BARBOSA FLORENCE Doutor(a) 2 FABIO JUN CAPUCHO Doutor(a) 3 ODEMILSON ROBERTO CASTRO FASSA Doutor(a) 4 EDUARDO BINOTTO Mestre 5 KARINA DALLA PRIA BALEJO Mestre 6 MARCIA APARECIDA JACOMETO Mestre 7 NILTON KIYOSHI KURACHI Mestre 8 RENE MOHR Mestre 9 WILMAR SOUZA FORTALEZA JUNIOR Mestre 10 RICARDO LEAO DE SOUZA ZARDO FILHO Mestre 4.3.2 Regime de trabalho do corpo docente do curso O curso de Direito possui 53% dos docentes com regime de trabalho de tempo parcial ou integral, conforme contratos de trabalho anexados às respectivas pastas individuais de cada professor. 4.3.3 Experiência profissional do corpo docente O curso de Direito possuirá 98% dos docentes com experiência profissional (excluídas as atividades do magistério superior) de 6 anos conforme documentos comprobatórios a serem anexados aos respectivos currículos profissionais. 4.3.4 Experiência de magistério superior do corpo docente O curso de Direito possui 90% dos docentes com experiência de magistério superior de, pelo menos, 4 anos, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais. 4.3.5 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica De acordo com os respectivos Currículos Lattes, é possível comprovar que pelo menos 35% dos docentes do curso de Direito possuem, nos últimos três anos, relativas a produção científica, cultural, artística ou tecnológica, entendidas como livros, capítulos de livros, material didático institucional, artigos em periódicos especializados, textos completos em anais de eventos científicos, resumos publicados em anais de eventos internacionais, propriedade intelectual depositada ou registrada, produções culturais, artísticas, técnicas e inovações tecnológicas relevantes, publicações nacionais com e sem Qualis e regionais, considerando sua abrangência. Para a Universidade Anhanguera Uniderp, a publicação tem como principal objetivo promover a produção intelectual, de modo a exercer função essencial, na medida em que disponibiliza a divulgação dos resultados de pesquisa e promove a disseminação de conhecimentos, o que permitirá aos docentes aperfeiçoar e atingir o nível exigido pela comunidade científica. Para a publicação de artigos, os docentes do curso de Direito contam com as revistas institucionais, disponíveis no link <http://www.pgsskroton.com.br>. Os critérios para publicação estão de acordo com os padrões estabelecidos pela comunidade científica. A revista conta com equipe constituída por editores científicos, corpo editorial externo, especialistas em editoração científica e revisores. 4.4 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO O funcionamento do colegiado do curso de Direito esta regulamentado e institucionalizado conforme Regimento Geral da Universidade Anhanguera Uniderp, considerando em uma análise sistêmica e global os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamentos das decisões. 4.4.1 Representatividade dos segmentos De acordo com o Regimento Geral da instituição, o colegiado de curso, órgão deliberativo em matéria de natureza acadêmica operacional, administrativa e disciplinar, é constituído: I. pelo coordenador de curso; II. por três representantes dos professores; III. por um representante dos alunos, indicado por seu órgão representativo, que esteja regularmente matriculado no curso e que não tenha sido reprovado em nenhuma disciplina dentre as já cursadas. 4.4.2 Periodicidade das reuniões As reuniões do colegiado do curso de Direito serão programadas e realizadas a cada semestre letivo, sendo realizada, ordinariamente, uma vez por semestre. Reuniões extraordinárias poderão ocorrer em conformidade com o artigo 25 do Regimento Geral da Universidade Anhanguera Uniderp. 4.4.3 Registro e encaminhamento das reuniões Nas reuniões do colegiado do curso de Direito serão produzidas as atas que, após lidas e acordadas, deverão ser devidamente assinadas e arquivadas para fins de registro documental da coordenação do curso. Após a realização das reuniões com a discussão e aprovação dos pontos de pauta, os encaminhamentos serão feitos pelos respectivos responsáveis designados em cada reunião. E, de acordo com o Regimento Geral da instituição, compete ao colegiado de curso: I. Apresentar propostas relacionadas ao projeto pedagógico do curso e acompanhar sua execução. II. Coordenar os programas de ensino e as experiências pedagógicas. III. Propor alterações na regulamentação da verificação do rendimento escolar, do trancamento de matrícula, da reopção de curso, da transferência e da obtenção de novo título, para decisão do conselho superior. IV. Acompanhar a execução do regime didático e o cumprimento de programas aprovados. V. Emitir resoluções, normas complementares e ordens de serviço, dentro de sua esfera de competência. VI. Propor práticas de diversificação e flexibilização curricular, ouvido o NDE, quando couber, e estabelecer parâmetros para a consolidação da aprendizagem por todos os alunos do curso, inclusive aqueles com deficiência fisiológica ou psicológica, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. VII. Analisar e aprovar, em primeira instância, alterações no projeto pedagógico do curso, propostas pelo NDE, quando couber, e encaminhar o PPC para aprovação do conselho superior. VIII. Propor e implementar a autoavaliação no âmbito do curso em complemento à avaliação institucional. IX. Deliberar sobre proposta do coordenador do curso para desligamento de discente da faculdade motivado por ato de indisciplina, contrário à lei ou que apresente risco à integridade física ou moral dos discentes, docentes e empregados da faculdade. X. Aprovar o plano acadêmico da Empresa Júnior, quando houver. XI. Exercer outras funções na sua esfera de competência, de acordo com este Regimento. 4.4.4 Componentes do colegiado do curso Em conformidade com o artigo 23 do Regimento Geral é apresentado a composição do Colegiado de Direito: Quadro 8 - Componentes do colegiado do curso Nome dos docentes REPRESENTAÇÃO 1 Nestor Rufino da Costa Xavier Coordenador do Curso 2 Karina Alves Campos Representante Docente 1 3 Raquel Pianesso Representante Docente 2 4 Cristiane Maluf Correa Representante Docente 3 5 Valdir Souza Representante discente 5. INFRAESTRUTURA A Universidade Anhanguera Uniderp possui uma área de 86.598,48m² destinada às instalações administrativas. Essas instalações são compostas por diversos ambientes, conforme especifica a tabela a seguir: Tabela 2 - Infraestrutura da IES Campus I - Campo Grande (Matriz) Local Descrição Área (m2) Áreas de Circulação 1.958,00 Assessoria das Coordenadorias 15,54 Assessoria Jurídica/Imprensa/Comunicação86,50 Atendimento Médico/brigada 19,80 Cantina 210,00 Arquivo Geral - Departamento de Controle Acadêmico 204,50 Apoio 5,80 Diploma 29,20 Coordenadorias de Cursos 366,34 Bloco I Copa 12,50 Departamento de Pessoal 60,00 Diretoria de Recursos Humanos 71,40 Comercial 181,14 Guarita 30,00 Atendimento ao Estudante 15,75 Posto de Atendimento Bancário 48,30 Coordenadorias de Cursos 150,20 Sala Reitoria 63,44 Sala Vice Reitoria 59,63 Sala Reunião da Reitoria 117,42 Sala da CPA - Comissão Própria de Avaliação 24,10 Sala Gerente de Operações 22,00 Sala Assessoria 10,58 Secretária da Assessoria 14,45 Secretária da Reitoria 13,67 Recepção da Reitoria 10,60 Circulação Reitoria 49,21 Banheiros Reitoria 15,11 Arquivo Reitoria 6,84 Reprografia 28,01 Sanitários 44,44 Secretaria Administrativa 35,00 Sala DCE 120,00 Gerência de Tecnologia 52,30 Subtotal 1 4.151,77 Áreas de Circulação 463,24 Biblioteca Central 3.878,00 Bloco II Sala de aulas 1.013,82 Sala de Juiz 31,90 Sanitários 146,04 Tribunal de Juri 179,00 Subtotal 2 5.712,00 Apoio 25,50 Áreas de Circulação 790,78 Auditório com 140 lugares 142,91 Brinquedoteca 33,18 Sala dos professores 88,44 Copa 9,38 Bloco III Depósito para Materiais de Limpeza 3,01 Sala de aulas 2.141,95 Sanitário 202,88 Setor de Multimeios 39,93 Subtotal 3 3.477,96 Área de Convivência coberta 1.050,00 Áreas de Circulação 211,00 Atelier Integrado 389,03 Sala dos professores 33,60 Sala dos Técnicos 8,56 Laboratório de Circuitos Elétricos 88,00 Laboratório de Concreto 88,00 Laboratório de Eletrônica Digital 88,00 Laboratório de Eletrônica Geral e Servomecanismo 88,00 Laboratório de Estúdio Alternativo de Televisão 12,00 Bloco IV Laboratório de Fotografia 88,00 Laboratório de Máquinas Elétricas 88,00 Laboratório de Materiais e Técnicas da Engenharia Civil 88,00 Laboratório de Microprocessadores 88,00 Laboratório de Multimídia: Redação e Computação Gráfica 88,00 Lab. de Mecânica de Fluidos 80,22 Laboratório de Plástica 177,66 Laboratório de Resistência dos Materiais 88,00 Laboratório de Telecomunicações 88,00 Sala de aula 630,05 Sanitário 82,30 Subtotal 4 3.642,42 Agência de Publicidade e Propaganda (UNIDEIAS) 94,50 Áreas de circulação 508,00 Auditório com 300 lugares 300,00 Laboratório de Multimídia e Computação Gráfica 140,00 Diretório Acadêmico de Arquitetura 14,16 Sala de estudos - Polo de Apoio Presencial 94,50 Sala Coordenação/Professores - Polo de Apoio Presencial 72,93 Secretária - Polo de Apoio Presencial 46,75 Produtora 70,00 Sala de aula 2.620,64 Depósito 100,00 Sanitários 80,00 Edição switcher I 22,52 Edição switcher II 16,18 Edição ilha I 11,60 Edição ilha II 12,84 Bloco V Camarin 5,52 Sanitários 6,60 Arquivo 7,84 Técnica 20,02 Espera 14,27 Recepção 17,10 Circulação 51,09 Estudio da tv 86,00 Laboratório pedagógico rádio 27,60 Estudio gravação rádio 17,02 Estudio ao vivo rádio 15,48 Subtotal 5 4.473,16 Áreas de Circulação 985,46 Auditório (132 lugares) 210,00 Sala de Professores 192,00 Laboratório de Informática (01) 104,45 Laboratório de Informática (02) 103,50 Laboratório de Informática (03) 68,30 Laboratório de Informática (04) 60,90 Laboratório de Informática (05) 59,15 Laboratório de Informática (06) 70,42 Laboratório de Informática (07) 57,55 Laboratório de Informática (08) 178,82 Bloco VI Laboratório de Informática (09) 73,85 Laboratório de Informática (10) 59,25 Laboratório dos Técnicos 31,25 Sala de Professores 63,00 Salas de aula 2.114,98 Sanitários 72,00 Subtotal 6 4.504,88 Áreas de Circulação 292,50 Auditório com 222 lugares 325,18 Laboratório de Informática (11) 73,79 Laboratório de Informática (12) 69,76 Laboratório de Informática (13) 72,48 Laboratório de Informática (14) 100,14 Laboratório de Informática (15) 94,42 Laboratório de Hardware 82,03 Bloco VII Sala de Professores / Pronatec 56,00 Cantina 1 59,20 Cantina 2 25,57 Salas de aula 2.780,59 Sanitários 64,00 Subtotal 7 4.095,66 Áreas de Circulação (interna e externa) 2.368,79 Recepção Prajur 40,92 PRAJUR 62,58 Justiça Federal 161,48 Arquivo 73,85 Tribunal de Justiça 90,00 Salas de Mediação 67,24 Sala de Professores 106,08 Bloco VIII Salas de aula 2.899,10 Coordenadorias de Cursos 136,86 Centro de Educação a Distância - CEAD 1.254,13 Laboratório Núcleo de Apoio Fiscal - NAF 43,64 Sanitários 265,10 Copa 10,85 Subtotal 8 7.580,62 Bloco IX Salas de Aula/ corredores e escadaria 5.498,30 Centro de Educação a Distância - CEAD 1.280,00 Sub Total 9 6.778,30 Almoxarifado 41,16 Laboratório de Física 243,94 Laboratório de Química Geral e Tecnológica 243,94 Protocolo Geral 34,18 Anexo A Pró-Reitoria de Extensão 72,75 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação 27,04 Comitê de Ética 15,62 Sala de Reunião do Comitê de Ética 25,65 Núcleo de Informática 41,70 Núcleo de Processamento de Dados - Servidores 28,90 Sub Total 10 774,88 Arquivo Ativo (Secretaria de Controle Acadêmico) 24,70 Secretaria de Controle Acadêmico 115,00 Anexo B Laboratórios 200,00 Centro Integrado de Atendimento ao Estudante 224,59 Sub Total 11 564,29 Cantina 77,90 Serviços Gerais Administrativo 60,40 Etarq 12,00 Lab. TCC 38,40 Anexo C Laboratório de Resistência de Materiais (Prensa) 38,40 Apoio Topografia 38,40 Sanitário 5,50 Garagem 72,00 Refeitório 48,00 Maquetaria 150,00 Setor de manutenção 45,00 Subtotal 12 586,00 Local Descrição Área (m2) Banheiros 40,00 Área Verde 120,00 Almoxarifado 240,00 Laboratório de estetica [2 ] 214,00 Laboratório de RTM 64,00 Laboratório de Recursos Cinésicos 190,85 Laboratório de eletrotemoterapia 91,64 Anexo D Fundação Manoel de Barros - FMB 115,00 Incubadora 22,70 Laboratório de Artes 104,80 Laboratório de eletroterapia 64,00 Laboratório de fisioterapia 56,00 Depósito 17,00 Área de circulação240,22 Total 1.580,21 Total parcial Campus I 47.922,15 Complexo Policlínico Odontológico Descrição Área (m2) Almoxarifado 12,90 Arquivo 12,85 Assistência Social 9,45 Auditório 80,15 Biblioteca 120,00 Câmara Escura 18,25 Circulação 242,00 Copa 8,00 Depósito 4,60 Depósito de material 12,00 Diretoria 9,90 Esterilização 11,70 Histopatologia 52,80 Odontopediatria 12,00 Ortodontia 17,28 Raio –X Panorâmico 15,60 Recepção 180,00 Sala de aulas 464,00 Sala de Escovação 25,77 Sala de Interpretação 60,00 Sala de Manutenção de Equipamentos 6,75 Sala de Raio X 12,80 Sala dos professores 29,15 Sala para pacientes especiais 10,80 Sanitários 60,00 Secretaria 11,65 Setor de odontologia com cap. para 40 alunos, cirurgia, raio-x e farmácia 464,00 Setor de odontologia com cap. para 41 alunos, cirurgia, raio-x e farmácia 468,80 Tesouraria 10,80 Total da Policlínica 2.444,00 Farmácia-Escola Descrição Área (m2) Administração Central 22,00 Almoxarifado 37,70 Área de Vendas 82,00 Circulação 87,00 Laboratório 40,40 Laboratório de controle de qualidade 12,00 Laboratório de homeopatia 40,50 Laboratório de homeopatia II 39,95 Laboratório de lavagem de materiais 15,30 Laboratório de líquidos 30,00 Laboratório de Produção de medicamentos sólidos 28,20 Laboratório de Semisólidos 23,00 Sala de atendimento especial 6,30 Sala de curativos 4,60 Sala de injeções 3,65 Sala dos professores 8,50 Sanitários 38,90 Total da Farmácia-Escola 520,00 Centro de Reabilitação Física e Clínica de Psicologia Descrição Área (m2) P is o S u p er io r Área de serviço e copa 9,70 Atendimento 15,00 Cardiovascular 30,30 Circulação 281,05 Consultórios 126,00 Diretoria 12,10 Eletroterapia 72,15 Ginásio e terapia ocupacional 147,65 Observatórios 36,00 Piscina aquecida 52,90 Recepção 63,00 Sala de arquivos 6,95 Sala de aulas 65,00 Sala de professores 32,15 Sala para turbilhão 34,80 Salas de estudos em grupo 58,85 Sanitário público 20,30 Sanitários 73,40 Sanitários 29,65 Sanitários para professores 11,85 Terapia infantil 93,20 Total 1.272,00 Centro de Especialidades Médicas -Cemed Local Descrição Área (m2) Té rr eo Administração 10,45 Almoxarifado 39,31 Área de circulação 1.209,86 Armazenamento 10,40 Atendimento ambulatorial 13,45 Audiometria 12,00 Auditório 140,55 Banheiro 135,93 Bioquímico 10,88 Box 3,60 Câmara escura 6,00 Clínica cirúrgica 28,00 Clínica da dor 15,60 Clínica G.O 60,00 Clínica médica 24,00 Consultório da pediatria 48,00 Consultório médico 12,00 Copa 12,00 CPD 12,00 Desinfecção 10,40 Distribuição 7,00 DML 15,92 Ecocardiograma 18,20 Eletroencefalograma 20,20 Endoscopia 15,60 Espera infantil 12,00 Estar médico 19,95 Esterilização 13,00 Farmácia 12,00 Função pulmonar 12,00 Habilidades médicas 317,00 Copiadora 18,80 Investigação cardiológica 42,80 Lanchonete 16,65 Laudos 10,60 Litrotripsia 30,80 Mamografia 9,10 Material sujo 10,40 Microbiologia 17,50 Multimeios 3,70 Oftalmologia 24,45 Ortopedia 24,00 Otorrinolaringologia 12,00 Parasitologia 18,75 Pequenas cirurgias 18,45 Quadro de força 14,02 Raio X 33,00 Repouso 38,40 Repouso c/ cadeiras 9,87 Repouso Fem. 19,20 Repouso Masc 19,20 Reserva Raio X 24,60 Reserva Técnica 12,00 Roupas 11,66 Sala Bioquímica/Hematologia/Imunologia/Hormônios 81,00 Sala de coleta 26,40 Sala de espera 22,65 Sala de esterilização 26,00 Sala de gesso 12,00 Sala escura 6,00 Sala reserva 12,00 SAP 5,10 Secreção 10,40 Sonoteca 7,32 Tesouraria 12,00 Tratamento Químico 5,55 Ultrasom 9,10 Vacinação 12,00 Vestiário 17,84 Vitalidade fetal 12,00 Sub-total 2.994,61 P is o S u p er io r Agendamento 12,30 Área de Circulação 342,65 Atendimento Diferenciado 14,40 Banheiro 27,00 Biblioteca 253,30 Laboratório Morfofuncional 272,78 Diretoria Clínica 22,80 Diretoria de Enfermagem 12,00 NPD 16,20 Recepção 61,45 Registro em Saúde 30,78 Sala da secretaria 11,25 Sala de aula 589,01 Sala de professores 22,80 Sala do Diretor 22,80 Sala do Diretor-Superintendente 22,80 Secretaria 4,50 Secretaria/arquivo 4,50 Sub-total 1.743,32 Área Total do CEMED 4.737,93 Total Geral Campus I 56.896,08 Campus I I I - Campo Grande Bloco Descrição Área (m2) Circulação 42,56 A1 Laboratório de Ecofisiologia vegetal 104,86 Laboratório de Genética e embriologia 104,86 Salas de aulas 209,72 Subtotal 1 462,00 Circulação 42,56 Laboratório de Bioquímica 104,86 A2 Laboratório de Microscopia 104,86 Laboratório de Odontologia II 104,86 Laboratório de Química Básica 104,86 Subtotal 2 462,00 Auditório com 200 lugares 209,72 Circulação 42,56 A3 Coordenadoria do Instituto de Pesquisa do Pantanal 58,00 Laboratório de Computação 104,86 Livraria 46,86 Subtotal 3 462,00 Circulação 38,58 A4 Laboratório de Anatomia Humana 195,30 Laboratório de Anatomia Veterinária 228,12 Salas de aula 745,00 Subtotal 4 1.207,00 Circulação 42,56 Consultório médico 25,00 Coordenação de Assuntos Estudantis 9,00 Coordenações de Cursos 118,44 Recepção 60,00 B1 Sala de Computação para alunos 9,00 Sala de Computação para Professores 9,00 Sala de Professores 50,00 Sala de Reuniões (atendimento ao aluno) 15,00 Sanitários 24,00 Secretarias de Cursos 90,00 Xerox 10,00 Subtotal 5 462,00 Arquivo 15,00 Reprografia 24,00 Circulação 60,00 Controle da Estação metereológica 12,00 Copa 10,00 Departamento Pessoal 20,00 Diretoria do Campus 37,00 Gerência Administrativa 42,00 Loja para vendas de produtos/UNIDERP 18,00 B2 Multimeios 20,00 Prefeitura do Campus 24,00 Recepção 25,00 Sala de Professores 35,00 Sala de Reuniões 20,00 Sala de Telefonista 10,00Sala do Patrimônio/NPD 10,00 Sanitários 30,00 Secretaria de Controle Acadêmico 21,00 Tesouraria 29,00 Subtotal 6 462,00 B4 4 Salas e laboratorios 1.067,00 Sub total 6.1 1.067,00 Circulação 42,56 Herbário 48,86 C1 Laboratório de Entomologia 104,86 Laboratório de Morfologia Vegetal 104,86 Laboratório de Zoologia 160,86 Subtotal 7 462,00 Circulação 42,56 Laboratório de Odontologia I 104,86 C2 Laboratório de Química Analítica 104,86 Laboratório de Química Orgânica 104,86 Sala de aulas 104,86 Subtotal 8 462,00 Circulação 42,56 C3 Laboratório de Fitopatologia e Microbiologia 104,86 Laboratório de Pedologia e Geologia 104,86 Sala de aulas 209,72 Subtotal 9 462,00 Circulação 42,56 Laboratório de Fisiologia Animal 104,86 C4 Laboratório de Histopatologia 104,86 Laboratório de Imunologia e Microbiologia Animal 104,86 Laboratório de Parasitologia Animal 104,86 Subtotal 10 462,00 Circulação 42,56 Fertilidade do Solo 104,86 C5 Laboratório de Sementes 104,86 Sala de aulas 209,72 Subtotal 11 462,00 Circulação 42,56 Laboratório de Histologia e Histopatologia 104,86 C6 Laboratório de Microscopia 104,86 Sala de aulas 209,72 Subtotal 12 462,00 Circulação 42,56 Laboratório de Farmacologia 104,86 D1 Laboratório de Imunologia e Microbiologia 104,86 Laboratório de Parasitologia Humana 104,86 Sala de aulas 104,86 Subtotal 13 462,00 Circulação 42,56 Laboratório de Análises Clínicas 104,86 D2 Laboratório de Eletrotermoterapia 104,86 Laboratório de Recursos Cinésicos 104,86 Núcleo de Ensino e Pesquisa Interdisciplinar (Medicina) 104,86 Subtotal 14 462,00 Circulação 42,56 Laboratório de Enfermagem 209,72 D3 Laboratório de Histopatologia Humana 104,86 Sala de aulas 104,86 Subtotal 15 462,00 Circulação 42,56 Grupo Tutorial 104,86 D4 Laboratório de Habilidades Médicas 104,86 Laboratório Morfofuncional e Habilidades Médicas 104,86 Sala de Professores (Consultoria) 104,86 Subtotal 16 462,00 E1 Circulação 42,56 E1 Salas de aula 419,44 Subtotal 17 462,00 E2 Circulação 85,12 E2 Salas de aula 376,88 Subtotal 18 462,00 E3 Circulação 85,12 E3 Salas de aula 376,88 Subtotal 19 462,00 E4 Circulação 85,12 Sala de Pesquisa 104,86 E4 Salas de aula 877,02 Subtotal 20 1.067,00 Laboratório de Cirurgia Experimental/ Farmácia Veterinária 52,43 Laboratório de Patologia Clínica 104,86 Hospital Veterinário Laboratório de Reprodução Animal 68,00 Outras Dependências 1.874,71 Subtotal 21 2.100,00 Almoxarifado Central 240,00 Área de Convivência e Sanitários 756,47 Biblioteca Setorial 1.440,00 Biotério/ Canil 455,03 Blocos Casa de Bomba de Irrigação 12,00 Indepen- Casa de Força 20,00 dentes Casa de Vegetação 182,70 Circulação 42,80 Cocheiras 194,00 Curral 640,00 Depósito 110,00 Estação Meteorológica 256,00 Galpão de Produção Hortifrutigranjeiros 270,00 Guarita de Controle de entrada/saída 25,00 Guarita Principal 50,00 Laboratório de Bromatologia 75,00 Blocos Laboratório de Entomologia 36,00 Indepen- Laboratório de Hidráulica e Irrigação 300,00 dentes Laboratório de Mecânica e Máquinas Agrícolas 240,00 Laboratório de Quirópteros 125,00 Laboratório de Nutrição 384,00 Laboratório de Tecnologia de Alimentos (mini-usin. 420,00 Marcenaria 189,00 Minhocário 144,00 Necrópsia 275,00 Pavilhão de Manipulação de Solos e Plantas 260,00 Quadra Poliesportiva 2.050,00 Refeitório de Funcionários 140,00 Restaurante e Cantina 350,00 Terminal de Consulta de notas/freqüência 20,00 Vestiários e WC de Funcionários 162,00 Campo de Futebol e pistas de atletismo 1.424,97 Sala Ginástica 378,00 Subtotal 19 11.666,97 Total Campus III 25.423,97 Fazenda-Escola Três Barras Descrição m2 Alojamento 73,99 Área de Convivência 229,35 Baia I 124,72 Baia I I 412,20 Barracão 270,00 Canil 35,64 Capela 45,50 Casas de funcionarios 559,00 Casa dos ovinos 23,59 Depósito de Insumos 79,13 Escritório 64,80 Galpão de máquinas agrícolas 288,00 Garagem/Oficina 315,14 Mangueiros 1.059,83 Paiol 45,32 Centro tecnologico de ovinos 608,00 Sala de aulas 44,22 Total Geral Fazenda-Escola Três Barras 4.278,43 Área Física construída da Uniderp por Campus Campus Área (m2) I - Matriz 56.896,08 III - Agrárias 25.423,97 Fazendas-Escola Três Barras 4.278,43 Total 86.598,48 5.1 GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL (TI) Os espaços de trabalho no Gabinete para Professores em Tempo Integral (PARA AEDU) para os docentes em tempo integral buscam atender com qualidade os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. Nesses ambientes, são disponibilizados 8 equipamentos de informática para os professores em regime de tempo integral, sendo ainda disponibilizada rede Wi-Fi para aqueles que trarão seus computadores portáteis. 5.2 ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E PARA SERVIÇOS ACADÊMICOS O espaço destinado às atividades de coordenação está localizado na Sala de Coordenações e tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os professores e coordenadores e servir de ponto de atendimento aos alunos que necessitam de algum contato com coordenadores. Cada coordenador possui gabinete individual de 30. metros quadrados, contando com computador, arquivos e telefone. São disponibilizadas senhas para acesso a todos os sistemas, permitindo sua familiarização e uso. Existirão 04 funcionários que auxiliam no atendimento, direcionamento e auxílio aos serviços sob competência dos coordenadores de curso. O coordenador em seu gabinete realiza o atendimento de discentes e docentes. No atendimento aos discentes, existe registro de visitas ao coordenador do curso, em documento contendo horário, nome, RA e assinatura do discente, com o objetivo de quantificar e documentar tais visitas por curso, servindo com referência estatística e correspondendo como base para proposição de melhorias. 5.3 SALA DE PROFESSORES A convivência e a cooperação são condições importantes do cotidiano dos educadores de todos os cursos, relações estas que, na medida em que se busca a melhoria da qualidade interpessoal e intrapessoal, pode-se desenvolver e aperfeiçoar competências na perspectiva de viver juntos e, a partir da troca de experiências, terem um desempenho melhor no processo de ensino-aprendizagem. Neste processo, o que se pretende com a Sala de Professores é resgatar e valorizar atitudes e comportamentos mais humanos e cooperativos, para quesurjam inovações e atividades de aprendizagem conjuntas entre os docentes dos diversos cursos. Nesse espaço, são disponibilizados 05 equipamentos de informática para os professores, sendo ainda disponibilizada rede Wi-Fi para aqueles que trazem seus computadores portáteis. 5.4 SALAS DE AULA Atualmente, o curso possui 3683 discentes matriculados no curso distribuidos em 55 turmas no turno matutino, vespertino e noturno, permitindo a excelente acomodação de seus discentes em suas salas de aula. A Universidade Anhanguera Uniderp possui uma área de 18.676,72 m² destinada às salas de aula, totalizando 168 salas, conforme tabela abaixo. 5.5 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA A IES possui 25 laboratórios com capacidade para 1500 alunos, com 840 computadores de mesa, scanner, softwares atendendo plenamente o número total de usuários, possuindo velocidade de internet via banda larga, contando com wi-fi nas salas de aula, refrigeração com ar-condicionado, limpeza e conservação dos espaços físicos e equipamentos. A atualização de equipamentos e softwares é feita através de trabalho conjunto entre a diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando ofertar novas tecnologias e equipamentos modernos a seus discentes. Este trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de Atualização de Equipamentos e Softwares. A total adequação do espaço físico com condições de acessibilidade plena nos moldes elencados no item 3.2, eliminando as barreiras arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, de comunicação e digital. 5.6 BIBLIOTECA O Sistema de Bibliotecas da IES, unidade de apoio ao ensino, pesquisa e extensão, é formado pelo acervo bibliográfico presencial e virtual, e conta com recursos tecnológicos, espaços físicos adequados, serviços e produtos. Com base neste novo cenário educacional, a Instituição vem buscando novas abordagens e modelos na prestação de serviços e ofertas de produtos. Na Biblioteca, buscamos caminhos inovadores e criativos para apoiar a aprendizagem a distância e presencial, e, principalmente, oferecer aos estudantes de ambas as modalidades oportunidades iguais de acesso às fontes de informação. Com as novas tecnologias e ferramentas de comunicação, a Biblioteca Virtual da Instituição tem como meta ofertar produtos e serviços à comunidade acadêmica, provocando na Instituição um “repensar nossas ações“, bem como a maneira em que os nossos serviços serão prestados no futuro. A Biblioteca tem, como premissa para atendimento, “informação ao alcance de todos“. E todos, para nossa unidade, são nossos alunos, professores, colaboradores, público-alvo da educação especial e a comunidade ao entorno desta. Os serviços disponibilizados pela biblioteca compreendem: Empréstimo domiciliar. Consulta local. Reserva local e on-line. Renovação local e on-line. Serviço de referência. Acesso a serviço de cópias de documentos da instituição. Serviços específicos ao deficiente visual. Ponto adicional para devolução de obras. Serviço de comutação bibliográfica. Apoio aos alunos quanto à normalização de trabalhos acadêmicos. Visita orientada. Catalogação na fonte de trabalhos de conclusão de curso. Empréstimo entre bibliotecas (EEB). As unidades recebem, ainda, suporte e apoio do corporativo para possíveis adequações e ampliações de espaço para a biblioteca presencial, orientação para as necessidades de acessibilidade plena nos termos do item 3.2 e treinamento para as formas de acesso a novos produtos e serviços disponíveis na biblioteca virtual. Para facilitar e motivar os alunos no acesso aos e-books, periódicos científicos, jornais e revistas, são elaborados e encaminhados aos bibliotecários tutoriais com orientações de acesso às bases de dados, com o objetivo de capacitá-los e, por consequência, orientar alunos e professores. Também são ofertadas capacitações específicas para que bibliotecários e assistentes recebam treinamento para apoio aos alunos público-alvo da educação especial. O horário de funcionamento da biblioteca da IES busca atender toda a necessidade da comunidade acadêmica, adequando-se à realidade da unidade. Assim, a biblioteca funciona, de segunda a sexta entre 07:30 e 22:30hs. Aos sábados, funciona das 07:30 até 18:00. 5.6.1 Acervo O acervo da biblioteca está disponível no catálogo on-line da Instituição, possibilitando a recuperação da informação pela internet, permitindo a possibilidade de buscas por meio da consulta simples e avançada. No catálogo on-line também é possível realizar reservas e renovação de empréstimos. O processamento técnico do acervo é feito de acordo com padrões bibliográficos, adotando as regras de catalogação Anglo-Americano (AACR2) e o sistema padrão de classificação bibliográfica a Classificação Decimal Dewey (CDD). O preparo físico dos livros é feito pela aplicação da identificação patrimonial (número de tombo) e de etiquetas contendo o número de chamada na lombada do livro. O sistema de circulação é automatizado, permitindo o controle através da carteira de identidade estudantil. A atualização do acervo é feita por meio de trabalho conjunto entre o Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBLI, coordenadores e professores da unidade, em função das bibliografias adotadas nos Planos de Ensino. Este trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo Bibliográfico. Todas as aquisições da biblioteca estão documentadas por notas fiscais e/ou termos de doações (originais ou cópias autenticadas disponíveis na unidade). O acervo do Sistema de Bibliotecas é totalmente informatizado pelo sistema Pergamum, no que diz respeito ao processamento técnico, trabalhos de circulação, catalogação, reserva (na biblioteca ou on-line) e consulta e renovação pelo catálogo on-line. A Biblioteca possui o serviço de alerta que informa a disponibilidade do material reservado. As unidades ainda contam com o apoio de uma equipe de especialistas em Biblioteca no corporativo, encarregados de identificar novos conteúdos, fornecedores e melhorias no acesso à informação, sejam através de conteúdos para a Biblioteca Virtual ou presencial. A aquisição sob demanda é feita no início de cada ano letivo, mas, no decorrer deste, outras sugestões podem ser feitas pelos coordenadores, professores e alunos, sendo que as obras são adquiridas de acordo com a necessidade de atualização das áreas, respeitada a programação orçamentária para esse fim. Também são fontes de sugestões de aquisições: o serviço de atendimento ao público e empréstimo entre bibliotecas, pois esses fornecem indicações sobre materiais que são procurados pelos usuários, mas que possuem alta demanda e/ou inexistentes em uma determinada unidade. Essas sugestões são reunidas, organizadas e distribuídas conforme procedimento estabelecido, sendo que este processo constitui a base do modelo de aquisição sob demanda. A organização das sugestões contribui para que seja adquirido material necessário e de acordo com a disponibilidade de recursos financeiros. No planejamento preestabelecido para a vigência do Plano de Desenvolvimento Institucional, a Biblioteca apresenta um plano de evolução para o crescimento de acervo. Outra função da Política de Aquisição e Atualização do Acervo Bibliográfico é a formação cultural, com a aquisição de grande número de títulos e periódicos, e-books e jornais, os quais possam oferecer informações diárias com a melhor qualidade. Além disso, são disponibilizadas matérias multimídias que agregam títulos técnicos e também filmes temáticos, desde clássicos do cinema até obras contemporâneas, as quais são utilizadas em exercícios pedagógicos com os alunos. Em ambos os casos, o processo de aquisição obedece às mesmas normas adotadas para a compra de obras do modelo de aquisição sob demanda. Outro formato de aquisição previsto é a comprados Livros-Texto por parte de nossos alunos e ofertada pela Instituição através dos serviços prestados pela Biblioteca. O Programa do Livro-Texto (PLT), em função da alta qualidade das obras aliada ao baixo custo, incentiva a leitura e promove a cultura do combate às cópias de livros. Existe ainda a Livraria Kroton, que permite a aquisição de obras indicadas na Bibliografia básica e complementar, bem como PLTs a um custo menor, sendo ofertados descontos de até 70% no preço de mercado, sendo ainda praticadas outras ofertas, como a aquisição de combos de livros a valores diferenciados a seus discentes e funcionários de todas as áreas. Tais ofertas e aquisições podem ser realizadas por meio do link http://www.livrariakroton.com.br/. Os Planos de Ensino das disciplinas são o ponto de referência fundamental para tal atualização, para a bibliografia básica, complementar e periódico científico. Tabela 3 - Acervo geral da biblioteca ÁREA DO CONHECIMENTO CNPQ QTD. DE TÍTULOS QTD. DE EXEMPLARES Enciclopédias e referências 19.490 36.834 Ciências Exatas e da Terra 117.051 290.542 Ciências da Saúde 59.470 224.122 Ciências Sociais Aplicadas 332.116 1.242.814 Ciências Humanas 150.451 403.332 Engenharias 27.919 120.085 Linguística, Letras e Artes 149.089 391.188 Ciências Biológicas 11.024 41.276 Ciências Agrárias 11.957 23.825 Multidisciplinares 13.996 53.637 TOTAL 892.563 2.827.655 5.6.2 Bibliografia básica O acervo da bibliografia básica possui 3 títulos por disciplina, com disponibilização na proporção média de um exemplar para 670 vagas anuais autorizadas. Todo o acervo de bibliografia básica esta informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES. 5.6.3 Bibliografia complementar O acervo da bibliografia complementar possui 03 títulos por disciplina, com disponibilização de dois exemplares de cada título ou com acervo virtual. http://www.livrariakroton.com.br/ 5.6.4 Biblioteca virtual A Biblioteca Virtual é um espaço que facilita o acesso à informação científica e cultural, além de levar comodidade aos alunos e eliminar barreiras de espaço e tempo. É referencial de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, já que promove a difusão intelectual. Esta ferramenta é composta por bases de dados, e-books, periódicos de acesso livre, teses, monografias, artigos e links de órgãos institucionais, Regulamento, Fale Conosco e inclusive orientações quanto a acesso às bases de dados e orientações na elaboração de Trabalhos de Conclusão de Curso com base na Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. O acesso ocorre por meio do link https://biblioteca- virtual.com/. Atualmente, a Biblioteca Virtual disponibiliza a seus alunos, professores e colaboradores de forma geral, um total aproximado de 15.103 títulos de periódicos científicos, nas diversas áreas de conhecimento oferecidas pela Instituição, com acesso livre e de forma remota. Desta forma, auxilia na aprendizagem, permite o acesso simultâneo de vários usuários, amplia a coleção bibliográfica do acervo de forma significativa e diária. Destacamos, ainda, que praticamente toda a bibliografia complementar dos alunos se encontra disponível na Biblioteca Virtual, ofertando a seus usuários acesso simultâneo, de forma remota através de qualquer dispositivo móvel. A bibliografia complementar que está disponível na Biblioteca Virtual é atualizada e seu acervo cresce diariamente, conforme demonstrado na tabela abaixo: Tabela 4 - E-Books Títulos de e-books Quantidade Cengage 260 Minha biblioteca 6.051 Pearson 3.277 TOTAL 9.588 5.6.5 Periódicos científicos eletrônicos O acervo de periódicos da Universidade Anhanguera Uniderp está disposto de acordo com as necessidades de cada curso, possuindo assinaturas correntes distribuídas nas principais áreas do conhecimento, além de assinaturas dos principais jornais estaduais e municipais, com o acervo atualizado. Tabela 5 - Periódicos eletrônicos da base EBSCO ÁREA DO CONHECIMENTO CNPQ QTD. ESTRANGEIRA QTD. NACIONAL Ciências Exatas e da Terra 6166 106 Ciências da Saúde 2880 29 Ciências Sociais Aplicadas 2600 79 https://biblioteca-virtual.com/ https://biblioteca-virtual.com/ Ciências Humanas 990 31 Engenharias 437 25 Linguística, Letras e Artes 578 16 Ciências Biológicas 250 15 Ciências Agrárias 643 85 Multidisciplinares 149 2 TOTAL 14.693 388 Tabela 6 - Periódicos eletrônicos de outras bases Revista dos Tribunais Quantidade Doutrinas 30.000 Jurisprudência 97.000 Súmulas 42.111 Legislação 50.000 Revistas 27 IOB - Informação Objetiva Quantidade Legislação 190.581 Procedimento 7.241 Notícia 30.420 IOB - Informação Objetiva - Revista Síntese Quantidade Legislação 222.118 Jurisprudência 19.821.326 Doutrina 9.209 Práticas Processuais 352 Súmulas 11.997 Com a finalidade de manter nossos alunos e professores atualizados em relação ao mercado de forma geral, a Instituição se preocupa em proporcionar aos mesmos os principais jornais de circulação nacional e internacional, especialmente alguns direcionados aos cursos em funcionamento na Unidade. Com acesso através da Base Press Reader, o conteúdo disponível passa por reavaliação anualmente, privilegiando as escolhas em âmbito nacional, internacional e regional. Jornais Press Reader Quantidade Jornais - Títulos estrangeiros 2.575 Jornais - Títulos nacionais 29 Revistas 1.469 TOTAL 4.073 5.7 LABORATÓRIOS Os laboratórios da Instituição são implementados para atender todas as áreas do conhecimento ofertadas na IES, orientados pelos cursos de graduação que estão em funcionamento, com a finalidade de assegurar as premissas acadêmicas previstas nesse documento e nos respectivos roteiros de aula prática. A importância dos laboratórios na IES também está presente nas pesquisas, relacionadas aos trabalhos realizados em sala de aula, e de conclusão de curso, onde os mesmos ofertam horários específicos para desenvolvimento dos trabalhos sem impactar na programação das aulas. A preocupação da IES centra-se em oferecer os melhores equipamentos, sempre em sintonia com o mercado e roteiro das aulas práticas. Os técnicos de laboratórios são treinados e capacitados a preparar, montar e desmontar as aulas práticas, assegurando que as próximas turmas encontrem os laboratórios em condições de utilização. A estrutura física respeita o previsto em relação às normas de acessibilidade plena e equipamentos de segurança, para que todos tenham acesso aos serviços oferecidos sem causar qualquer tipo de dano aos alunos, professores e colaboradores presentes neste ambiente. Os laboratórios estão preparados para atender a demanda dos alunos caracterizados como público-alvo da Educação Especial, por meio de acessibilidade atitudinal, arquitetônica, instrumental, pedagógica e nas comunicações. Desta forma, a IES dispõe de espaços adaptados com placas de sinalização, rampas de acesso, elevador adaptado e portas adaptadas de acordo com a NBR 9.050. Os computadores contam com leitor de tela instalado (NVDA) e, sempre que solicitado, a IES disponibiliza profissionais para o acompanhamento dos alunos, como o intérprete da Libras e ledor transcritor. A IES possui ainda uma equipe de profissionais especialistas em laboratórios, nas diversas áreas de conhecimento, cujas atividades principais são apoiar e zelar pela atualização dos equipamentos, planos de manutenção e garantir a entrega de insumos necessários para o bom andamento das atividades. Para garantir o programa de manutenção e atualização de equipamentos, os laboratórios são inventariados anualmente. Esta equipe ainda tem como atividade pesquisar constantemente novos fornecedores no mercado, nacional e internacional, que possam contribuir para manter as práticas alinhadas às tecnologias mais modernas ofertadas em um país comproporções continentais. A IES possui um programa de capacitação, a todos os técnicos de laboratórios, com a finalidade de desenvolver competências relacionadas às práticas laboratoriais, estímulo à pesquisa, garantir a utilização dos EPIs , aprendizagem para novos equipamentos e roteiros de aula. 5.7.1 Laboratórios didáticos especializados: quantidade Os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atenderão, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e alunos vagas autorizadas, conforme tabela. Tabela 7- Laboratórios didáticos especializados: quantidade LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS DO CURSO EQUIPAMENTOS QUANT. Núcleo de Prática Jurídica Computadores 19 Núcleo de Prática Jurídica Impressoras 02 Núcleo de Prática Jurídica scanner 02 5.7.2 Laboratórios didáticos especializados: qualidade Os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento utilização e segurança buscam atender, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação, acessibilidade plena, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos. A atualização de equipamentos e insumos é feita através de trabalho conjunto entre a diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando a ofertar novas tecnologias e equipamentos modernos a seus discentes. Esse trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à política e ações de conservação, manutenção e atualização de espaço físico e equipamentos. 5.7.3 Laboratórios didáticos especializados: serviços Os serviços dos laboratórios especializados a sere implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança buscam atender, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade. 5.8 NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS: ATIVIDADES BÁSICAS O Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e reais, inclusive com visitas orientadas e busca atender, com qualidade, às demandas do curso. A Universidade Anhanguera Uniderp conta com o Núcleo de Prática Jurídica, visando a oferecer um ensino de qualidade coadunando a teoria com a prática real dos profissionais do Direito. Tal propósito visa oferecer a visão da realidade vivida pelos profissionais do Direito, buscando atender a todas as demandas, especialmente as relacionadas à prática jurídica nos tribunais em diversas áreas. O Núcleo de Prática Jurídica estará devidamente estruturado e operacionalizado para o melhor cumprimento das atividades do estágio supervisionado e será composto por um advogado, um supervisor de estágio, um atendente, uma assistente social, um coordenador e 26 professores. A estrutura física do Núcleo de Prática Jurídica busca proporcionar aos discentes e assistidos a maior qualidade de atendimento, informação e estrutura. Conta com computadores, estações de atendimento, sala para conciliação, mediação, negociação e arbitragem, sala do coordenador de NPJ, sala de audiência, . Gabinete para Juiz, sala de simulação do Tribunal de Júri, telefonia, ar-condicionado, iluminação e ventilação adequados. No Núcleo ocorrem simulações da prática cotidiana nos tribunais, que buscam atender todas as áreas, como a prática civil, a criminal, a trabalhista, constitucional e tributária. 5.9 NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA: ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, NEGOCIAÇÃO E MEDIAÇÃO O Núcleo de Prática Jurídica possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais, e busca atender com qualidade às demandas do curso. O NPJ da Universidade Anhanguera Uniderp possui convênio junto ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça Estadual e Centro Judiciário de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça Federal, através do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e Tribunal Regional Federal da 3ªRegião, onde executará as atividades de conciliação e mediação. As atividades do Núcleo de Prática Jurídica são ordenadas de forma a priorizar a mediação, conciliação e negociação entre as partes antes da propositura das demandas através da aproximação dos demandantes e esclarecimento sobre as vantagens da conciliação e outros meios para solução de conflitos. Os discentes contam, ainda, com carga horária teórica exclusiva para Conciliação, Negociação, Mediação e Arbitragem por meio da disciplina Meios Alternativos de Solução de Conflitos bem como a realização de práticas simuladas e reais de negociação, mediação, conciliação e arbitragem por meio dos estágios curriculares supervisionados. 6 REQUISITOS LEGAIS 6.1 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Direito está coerente com a Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que instituiu as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Direito, e buscou-se atendê-la integralmente. 6.2 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA (Conforme Lei n.º 11.645, de 10/3/2008; Resolução CNE/CP n.º 01, de 17/06/2004.) A temática da história e cultura afro-brasileira e indígena é trabalhada em diversas disciplinas como Direito Civil, Direito Penal, Direito Agrário, Direito Tributário e outros. A temática da história e cultura afro-brasileira e indígena está inclusa na disciplina Homem, Cultura e Sociedade e em outras atividades curriculares do curso, tais como os Estudos Dirigidos. A Universidade Anhanguera Uniderp entende que essa temática nos sistemas de ensino significa o reconhecimento da importância da questão do combate ao preconceito, ao racismo e à discriminação da sociedade, com foco em redução às desigualdades. A disciplina Homem, Cultura e Sociedade articula a formação humano-social por meio do estudo do homem e de suas relações sociais, integrando aspectos psicossociais, culturais, filosóficos e antropológicos. São abordados assuntos como igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos; a compreensão de que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais distintos, que possuem cultura e história próprias, igualmente valiosas, e que, em conjunto constroem sua história na nação brasileira; o conhecimento e a valorização da história dos povos africanos e da cultura afro-brasileira na construção histórica e cultural brasileira; a superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os negros, os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, no geral, pertencem, são comumente tratados; a desconstrução, por meio de questionamentos e análises críticas, objetivando eliminar conceitos, ideias, comportamentos veiculados pela ideologia do branqueamento, pelo mito da supremacia racial, que tanto mal fazem a negros, índios e brancos. Além desses, outros importantes assuntos são abordados, como: a consolidação da sociedade global e implicações ambientais, sociedade, exclusão e direitos humanos por meio do desenvolvimento de conteúdos sobre antropologia, cultura, formação do povo brasileiro, heranças indígenas, portuguesas e africanas, discriminação racial, sexual, social, de pessoas com deficiência e de gênero. A Lei nº 11.645 (BRASIL, 2008) e a Resolução CNE/CP nº 1 (BRASIL, 2004) concedem a mesma orientação quanto à temática indígena, não são apenas instrumentos de orientação para o combate à discriminação, são inclusive leis afirmativas, no sentido de que reconhecem a escola como lugar da formação de cidadãos e afirmam a relevância desta em promover a necessidade de valorização das matrizes culturais que fizeram do Brasil um país rico e múltiplo. Cabe esclarecer que o termoraça é utilizado com frequência nas relações sociais brasileiras para informar como determinadas características físicas, como cor de pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade brasileira. Contudo, o termo foi modificado pelo Movimento Negro que, em várias situações, o utiliza com um sentido político e de valorização do legado deixado pelos africanos. É importante esclarecer que o emprego do termo étnico, na expressão étnico-racial, serve para marcar que essas relações tensas devido às diferenças na cor da pele e traços fisionômicos o são também devido à raiz cultural plantada na ancestralidade africana, que difere em visão de mundo, valores e princípios das de origem indígena, europeia e asiática. Assim sendo, a educação das relações étnico-raciais impõe aprendizagens entre brancos, negros e índios, trocas de conhecimentos, quebra de desconfianças e a criação de um projeto conjunto para construção de uma sociedade justa, igual, equânime. 6.3 DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS (Conforme disposto no Parecer CNE/CP n° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP n° 1, de 30/05/2012.) A Educação em Direitos Humanos é trabalhada em conteúdos das disciplinas de Direitos Humanos, Direito Penal, Direito Civil, Estatuto da Criança e adolescente entre outras. A Educação em Direitos Humanos (Parecer CP/CNE N° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CP/CNE N° 1, de 30/05/2012), está contemplada na disciplina Homem, Cultura e Sociedade e, transversalmente, nas demais disciplinas do curso, como tema recorrente, garantindo atendimento ao requisito legal. Por meio do seu núcleo de acessibilidade local (NAID), a IES garante o atendimento dos “princípios da educação em direitos”: a dignidade humana, a igualdade de direitos, o reconhecimento e a valorização das diferenças e da diversidade, a democracia na educação, a transversalidade. O NAID é orientado pelo NUEEI, que propicia ao aluno, regularmente matriculado a permanência no Ensino Superior, garantindo o direito à educação inclusiva, de acordo com as especialidades, acolhendo a diversidade e garantindo educação justa e igualitária. Ao NAID cabe promover ações de difusão dos direitos humanos como processo dinâmico, que venha a envolver toda a comunidade acadêmica e que dissemine a necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana. 6.4 PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (Conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012) O atendimento à Lei 12.764, de 27 de dezembro de 2012, é garantido pelo Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos. O NAID, responsável pelo Atendimento Educacional Especializado, realiza o acompanhamento dos alunos caracterizados como público-alvo da educação especial, a saber: pessoas com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, desde o processo seletivo até o término do curso. Dessa forma, buscará garantir os recursos de acessibilidade necessários para a inclusão deste público. Cabe ressaltar que comporão o grupo de pessoas com transtorno global do desenvolvimento as com transtorno do espectro autista, síndrome de Rett, síndrome de Asperger e psicose infantil. O NAID é responsável por garantir que a proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista, nos termos legais, seja completamente atendida. As avaliações são adaptadas em formato acessível para o público-alvo da educação especial, sempre que solicitado. Dessa forma, cabe destacar a disponibilização de provas em fonte ampliada e compatíveis com leitores de tela. Além dos formatos disponibilizados, é importante salientar a ampliação de tempo para realização da avaliação para alunos com deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento e deficiência auditiva, e a flexibilidade de correção. A flexibilidade de correção visa respeitar a condição dos acadêmicos, levando em consideração o processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, o NUEEI orienta professores sobre a valorização quanto ao aspecto semântico e reconhecimento da singularidade linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez. Sempre que solicitado, são disponibilizados profissionais para acompanhar os acadêmicos no momento da realização das provas. Quais sejam: intérpretes da Libras para acadêmicos com surdez e ledor/transcritor para acadêmicos com deficiência visual, intelectual, transtornos globais do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett e síndrome de Asperger) e transtornos funcionais específicos (dislexia, TDAH, etc.). Para garantir acesso nos processos acadêmicos, sempre que solicitado, o NAID designará profissional para acompanhar o estudante. 6.5 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE O quadro a seguir apresenta o corpo docente do curso de Direito, no qual pode ser verificado que todos os professores possuem formação em pós-graduação (lato sensu ou stricto sensu). Quadro 90 – Titulação do corpo docente do curso – lato sensu e stricto sensu NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO ALESSANDRO GOMES LEWANDOWSKI Especialista ALEXANDRE RIBEIRO BRUM Especialista ALINE ERTZOGUE MARQUES Especialista ANDREA ALVES FERREIRA ROCHA Especialista ANDREA FRANCISCO DE M CHIESA Especialista ANDREIA ARGUELHO GONCALVES Especialista AUGUSTO CESAR GUERRA VIEIRA Especialista CAROLINE PENTEADO SANTANA Especialista CASSIANO GARCIA RODRIGUES Mestre CEZAR RENATO GAZOLLA Especialista CLELIA STEINLE DE CARVALHO Especialista CRISTIANE MALUF RODRIGUES CORREIA Especialista DANIELLE NASCIMENTO DE SOUZA Especialista DIOGO EDUARDO PEREIRA DA SILVA Especialista EDUARDO BINOTTO Mestre FABIO JUN CAPUCHO Doutor(a) JOSE LUIZ DA SILVA NETO Especialista JULIANA INOCENCIO MENDES Especialista JULIANE PENTEADO SANTANA Especialista JULIANO WILSON SANTOS BARBOSA Especialista KARINA ALVES CAMPOS Especialista KARINA DALLA PRIA BALEJO Mestre LEONARDO TODSQUINI SILVA Especialista MARCIA APARECIDA JACOMETO Mestre NESTOR RUFINO DA COSTA XAVIER Especialista NILTON KIYOSHI KURACHI Mestre ODEMILSON ROBERTO CASTRO FASSA Doutor(a) RAFAEL RODRIGUES SAMPAIO Especialista RAQUEL PIANESSO Especialista REGIS JORGE JUNIOR Especialista RENATO TEDESCO Especialista RICARDO LEAO DE SOUZA ZARDO FILHO Mestre RODRIGO CORREA DO COUTO Especialista RONALDO BRAGA FERREIRA Especialista RUY CELSO BARBOSA FLORENCE Doutor(a) TAIYO SCHAEFFER FERREIRA Especialista THIAGO RAFAEL SANTOS DE SOUZA Especialista WILMAR SOUZA FORTALEZA JUNIOR Mestre ZOROASTRO COUTINHO NETO Especialista 6.6 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE (Conforme Resolução CONAES n° 1, de 17/06/2010.) O NDE do curso de Direito é constituído, de acordo com a Resolução CONAES n.° 1, de 17/06/2010, por um grupo de cinco docentes, conforme descrito no item 4.1: NOME COMPLETO TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO DATA DE INGRESSO NO NDE 1 Prof. Esp.Nestor Rufino Xavier Especialista integral 2015 2 Prof. Doutor Ruy Celso Barbosa Florence Doutor parcial 2008 3 Profª Mestre. Marcia Aparecida Jacometo Mestre integral 2008 4 Prof. Mestre. Nilton Kiyoshi Kurachi Mestre parcial 2008 5 Profª Esp. Karina Alves Campos Espcialista integral 2013 6.7 CARGA HORÁRIA MÍNIMA - PARA BACHARELADOS E LICENCIATURAS Conforme Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). (licenciaturas). Resolução CNE/CP n.º 1/2006 (Pedagogia). Resolução CNE/CP n.º 1/2011 (Letras). Resolução CNE/CP n.º 2, de 1° de julho de 2015 (Formação inicial em nível superior - cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura - e formação continuada). O curso de Direito totaliza 3700 horas e atende à carga horaria mínima em horasestabelecida na Resolução CNE/CES nº 2 de 18 de junho de 2007, conforme pode ser demonstrado no quadro abaixo: Quadro 101 – Carga Horária do Curso Descrição da Carga Horária Total da Carga Horária Teórica 2.850 Total da Carga Horária Prática - Atividades Complementares ED's 100 370 Outras 270 Total da Carga Horária de TCC 120 Total da Carga Horária de Estágio 360 TOTAL GERAL 3.700 A compatibilidade da carga horária total cumpre a determinação da Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007. Todas as disciplinas são organizadas e mensuradas em horas-relógio de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo. A matriz curricular do curso de Direito da Universidade Anhanguera Uniderp será concebida com um total de 3700 (três mil e setecentas) horas, em consonância com o que preconiza a Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que instituíram as diretrizes curriculares do curso de Direito. Como explicado no item sobre aula modelo, o parecer CNE/CES n.º 261/2006 define que a carga horária é mensurada em horas (60 minutos) de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo, e que a hora-aula é decorrente de necessidades acadêmicas das instituições de Ensino Superior. 6.8 TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). Resolução CNE/CP n.º 2, de 1° de julho de 2015 (Formação inicial em nível superior - cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura - e formação continuada). O tempo mínimo de integralização do curso de Direito é de 10 (dez) semestres e atende ao tempo de integralização e o tempo máximo de integralização será de 15 (quinze) semestres. 6.9 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA. Conforme disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei n° 10.098/2000, na Lei n° 13.146/2015, nos Decretos n° 5.296/2004, n° 6.949/2009, n° 7.611/2011 e na Portaria n° 3.284/2003, A instituição, em respeito e acolhimento à diversidade, concebe a educação especial na perspectiva da educação inclusiva de forma transversal, pois entende que a inclusão escolar deve perpassar todos os níveis e modalidades de ensino. Dessa forma, oferecerá aos alunos público-alvo da educação especial atendimento educacional especializado e os recursos necessários para garantir a acessibilidade, desde o ingresso até a conclusão do curso de graduação. Cabe ressaltar que a concepção de inclusão da instituição converge com a política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva e busca garantir a acessibilidade aos alunos com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. A Universidade Anhanguera Uniderp apresenta condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, atendendo ao Decreto 5.296/2004 e disponibilizando rampas de acesso às áreas acadêmico-administrativas, elevadores, possui em sua infraestrutura piso tátil, placas em braile, rampas, banheiros adaptados, entre outros. O NAID garante o atendimento a todas as condições de acessibilidade arquitetônica de acordo com a NBR 9050, pedagógica e atitudinal. A quebra de barreiras atitudinais, por meio de processos de implementação de núcleos de acessibilidade, sensibilização e formação humana, converge com um dos valores da IES, ou seja, o respeito às pessoas, contribuindo para a construção da cultura institucional inclusiva. 6.10 DISCIPLINA DE LIBRAS (Decreto nº 5.626/2005) A Universidade Anhanguera Uniderp contempla a disciplina de Libras na estrutura curricular do curso de Direito, sendo essa uma disciplina optativa na sua estrutura curricular, atendendo ao disposto no Decreto n.º 5.626/2005 e da Lei n.º 13.146. 6.11 INFORMAÇÕES ACADÊMICAS (Art. 32 da Portaria Normativa n.º 40, de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC n.º 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010.) As informações acadêmicas exigidas pela Portaria Normativa n.º 40, de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC n.º 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010, estão disponibilizadas na forma impressa e virtual. Estão afixadas em local visível, junto a Departamento de Controle Acadêmico, as seguintes informações: I. Ato autorizativo expedido pelo MEC, com a data de publicação no DOU; II. Dirigentes da instituição e coordenador de curso efetivamente em exercício; III. Relação dos professores que integram o corpo docente do curso, com a respectiva formação, titulação e regime de trabalho; IV. Matriz curricular do curso; V. Resultados obtidos nas últimas avaliações realizadas pelo MEC, quando houver; VI. Valor corrente dos encargos financeiros a serem assumidos pelos alunos, incluindo mensalidades, taxas de matrícula e respectivos reajustes e todos os ônus incidentes sobre a atividade educacional. As seguintes informações estão disponibilizadas em www.uniderp.br e também na biblioteca: I. Projeto pedagógico do curso e componentes curriculares, sua duração, requisitos e critérios de avaliação; II. Conjunto de normas que regem a vida acadêmica, incluídos o estatuto ou regimento que instruíram os pedidos de ato autorizativo junto ao MEC; III. Descrição da biblioteca quanto ao seu acervo de livros e periódicos relacionados à área do curso, política de atualização e informatização, área física disponível e formas de acesso e utilização; IV. Descrição da infraestrutura física destinada ao curso, incluindo laboratórios, equipamentos instalados, infraestrutura de informática e redes de informação. 6.12 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (Lei n.º 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002.) A temática da educação ambiental é trabalhada em disciplinas como Direitos Difusos e Coletivos II, Direito Civil, Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Penal, entre outras. O reconhecimento do papel transformador da temática educação ambiental torna-se cada vez mais visível diante do atual contexto regional, nacional e mundial, em que a preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais e as necessidades planetárias são evidenciados na prática social atual. A Universidade Anhanguera Uniderp entende que o termo educação ambiental é empregado para especificar um tipo de educação, um elemento estruturante em constante desenvolvimento, demarcando um campo político de valores e práticas, mobilizando a comunidade acadêmica, comprometida com as práticas pedagógicas transformadoras, capaz de promover a cidadania ambiental. Neste contexto, no curso de Direito, há integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente. Os componentes curriculares que abordam a temática educação ambiental durante o período de integralização do curso serão: as disciplinas DIREITO AMBIENTAL, HOMEM CULTURA E SOCIEDADE, DIREITO INTERNACIONAL, DIREITO CONSTITUCIONAL, ENTRE OUTROS. Além disso, a Universidade Anhanguera Uniderp concebeu como política institucional, por meio do qual são desenvolvidas ações junto à comunidade acadêmica da instituição com os seguintes objetivos: desenvolver a compreensão integrada do meio ambiente para fomentar novas práticas sociais e de produção e consumo; garantir a democratização e acesso às informações referentes à área socioambiental; estimular a mobilização social e política e o fortalecimento da consciência crítica; incentivar a participação individual e coletiva na preservação do equilíbrio do meio ambiente; estimular a cooperação entre as diversas regiões do país, em diferentes formas de arranjos territoriais, visando à construção de uma sociedade ambientalmente justa e sustentável, e também fortalecer a cidadania,a autodeterminação dos povos e a solidariedade, a igualdade e o respeito aos direitos humanos. 7. REFERENCIAIS TEÓRICOS DO PPC AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, 1982. ALBRECHT, K. Revolução dos serviços: como as empresas podem revolucionar a maneira de tratar os seus clientes. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 1992. BOSSIDY, L.; CHARAN, R. Execução: a disciplina para atingir resultados. Rio de Janeiro: Campus, 2004. BELLONI, I. A educação superior na nova LDB. In: BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2005, p. 136- 137. BLOOM, B. S. et al. Taxonomy of educational objectives. New York: David Mckay, 1956. 262 p. (v. 1) BLOOM, B. S.; HASTINGS, J. T.; MADAUS, G. F. Handbook on formative and sommative evaluation of student learning. New York: McGraw Hill, 1971. 923 p. BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: MEC, 1996. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 1996. ______. Lei n.º 9.795, de 27/04/1999 e Decreto n.º 4.281, de 25/6/2002. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002a. ______. Resolução CNE/CP n.º 2/2002 (licenciaturas). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002b. ______. Resolução CNE/CP n.º 3, 18/12/2002). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002c. ______. Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2004. ______. Lei n.º 11.645, de 10 de março de 2008. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2008. ______. Decreto n.º 5.296/2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2004. ______. Decreto n.º 5.622/2005, art. 4, inciso II. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2005a. ______. Decreto n.º 5.626/2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2005b. ______. Resolução CNE/CP n.º 1/2006 (Pedagogia). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006a. ______. Portaria n.º 10, 28/7/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006b. ______. Portaria n.º 1024, 11/5/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006c. ______. Portaria Normativa n.º 12/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006d. ______. Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2007a. ______. Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2007b. ______. Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2009a. ______. Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2009b. ______. Resolução CNE/CP n.º 1, 17/6/2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2004. ______. Portaria n.º 3, de 2 de julho de 2007. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2007. ______. Portaria n.º 1.326, de 18 de novembro de 2010. Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação de cursos de Graduação: Bacharelados e Licenciatura, na modalidade de educação a distância, do Sistema Nacional de Educação Superior – SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2010a. ______. Portaria n.º 4059, de 2004 Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2004. ______. Portaria Normativa n.º 40, de 12 de dezembro de 2007. Instituição do e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. Teve nova redação, foi consolidada e publicada no D.O.U em 29 de dezembro de 2010 como Portaria Normativa / MEC n.º 23. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2010b. ______. Portaria Normativa MEC 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010. Altera dispositivos da Portaria Normativa n.º 40, de 12 de dezembro de 2007. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2010c. BRETAS, M. L. Ordem na Cidade: O exercício cotidiano da autoridade. 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Educação continuada: reflexões, alternativas. Campinas: Papirus, 2000. KAPLAN, R.; NORTON, D. The Balanced Scorecard: translating strategy into action. Boston: Harvard Business School Press, 1996. KARDEC. A. A obsessão. 3. ed. São Paulo: O Clarim, 1978. MACEDO, E. Currículo e competência. In: MACEDO, Elizabeth; LOPES, Alice Casimiro (Org.). Disciplinas e integração curricular: história e políticas. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. p. 115-144. MAGER, R. F. Preparing instructional objectives. Belmont: Lake Publishers, 1984. 136 p. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DO BRASIL. Instrumento de Avaliação de cursos de Graduação: Bacharelados e Licenciatura, na modalidade de educação a distância, do Sistema Nacional de Educação Superior – SINAES. Maio 2012. MORAN, J. M.. Os modelos educacionais na aprendizagem on-line. 2007. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/prof/moran/modelos.htm>.Acesso em: 20 abr. 2012. MOREIRA, A. F. B. Currículo: questões atuais. 9. ed. Campinas: Papirus, 2003. MORETTO, V. P. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. 9. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2010. PERRENOUD, P. A prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e razão pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002a. ______. As competências para ensinar no século XXI: a formação de professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002b. ______. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. ______. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: Artmed, 2001. ______. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed, 1999. PRIGOGINE, I. O fim das certezas: tempo, ciências e as leis da natureza. São Paulo: Unesp, 1996. RIBEIRO DA SILVA, A. C.; PACHECO, J. A. Organização curricular por competências no Ensino Superior. Dificuldades e Possibilidades. In: SILVA, B.; ALMEIDA, L. (org.) Actas do VIII Congresso Galaico-Português de Psicopedagogia. Braga: CIEd, pp. 2929-2941. SALDANHA, L. E. Educação brasileira contemporânea: organização e funcionamento. São Paulo, McGraw-Hill, 1978. SANTOS, B. S. A Universidade no século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade. São Paulo: Cortez, 2004. SCHÖN, D. A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. SENGE, P. et al. Presença: propósito humano e o campo do futuro. São Paulo: Cultrix, 2007. STENGERS, I.; PRIGOGINE, I. A nova aliança. Metamorfose da ciência. 3. ed. Brasilia: UNB, 1997. TAPSCOTT, D. Economia digital: promessa e perigo na era da inteligência em rede. São Paulo: Makron Books, 1997. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Guia de organização curricular: o ensino de graduação e a melhoria curricular. Niterói, 1998. VYGOTSKY, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ícone. 1998. ZABALA, A. A prática educativa. Porto Alegre: Artmed, 1998. 8. ANEXO 1 1° SEMESTRE HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE Ementa: A consolidação da sociedade global Conteúdos: Acesso à informação e interconectividade global. Antecedentes históricos Aquecimento global. Aspectos econômicos e sociais da globalização. Aspectos políticos e culturais da globalização Cenários possíveis. Globalização como processo disforme, heterogêneo e inacabado. Implicações ambientais da globalização. Multiculturalismo e Homogeneidade cultural Pressupostos da globalização Ementa: As ciências sociais: formas de compreender o mundo Conteúdos: A busca da cientificidade da Sociologia. A crítica marxista ao Estado; A dominação ideológica a partir de K. Marx; A experiência da alienação. A especificidade do fenômeno sociológico: o fato social. A explicação materialista da vida social; O trabalho como característica humana. As leituras de Durkheim, Weber e Marx. O tipo-ideal; O desenvolvimento do capitalismo moderno: o espírito capitalista e a ética protestante. Origem e desenvolvimento da sociedade capitalista: a acumulação primitiva e extração da mais-valia; O modo de produção: infraestrutura e superestrutura. Os tipos de desigualdade em perspectiva weberiana: classe, estamento e partido. Os tipos de sociedade e as formas de solidariedade; A relação individuo-sociedade. Os três tipos puros de dominação legítima. Ementa: O Capitalismo: o surgimento de um novo mundo. Conteúdos: A distinção entre Ciências Naturais e Ciências Humanas. A Revolução Francesa e um novo modelo político. Antecedentes da Revolução Francesa. Antecedentes da Revolução Industrial. Declínio do feudalismo e a emergência do capitalismo comercial. O Capitalismo e a Sociedade de Classes. O capitalismo e racionalização do mundo. O contexto histórico de surgimento das Ciências Humanas e Sociais. O desenvolvimento da Sociologia e seus principais pensadores. Revolução Industrial e a consolidação de um novo modelo econômico. Ementa: Sociedade, Exclusão e Direitos Humanos Conteúdos: A condição humana. Explicações deterministas & Explicações antropológicas. Cultura: definições iniciais, características da cultura, Explicações sobre a origem das diferenças culturais. A distinção entre país, estado e nação; Paulo Prado e a discussão sobre a identidade nacional. Etnocentrismo x Relativismo cultural. Conceitos de raça e etnia. A formação histórica e heterogênea do povo brasileiro. A implantação de políticas afirmativas relacionadas às relações inter-étnicas: a Lei 11645 e o Estatuto da Igualdade Racial e políticas públicas. Antropologia como ciência: definição, objeto, objetivos e histórico. Campos de estudo: Antropologia Biológica e Antropologia Cultural. As heranças indígenas, portuguesa e africana. Movimentos de resistência contra o preconceito e a discriminação no Brasil O Mito da democracia racial. O preconceito como negação dos direitos humanos. Políticas afirmativas e as cotas como instrumentos de inclusão e de garantia dos direitos humanos. Políticas afirmativas relacionadas à diversidade sexual, às questões de gênero e à pessoa com deficiência. Reflexões sobre discriminação racial, sexual, social, de pessoas com deficiência e de gênero FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO Ementa: Direito Brasileiro: fundamentos e evolução histórica Conteúdos: Assembleia Constituinte, A Constituição Cidadã e o Estado Democrático de Direito. Código de Defesa do Consumidor, Código Civil, Novo Código de Processo Civil e demais legislações relevantes desde 1988. Direito Transnacional, Tratados e Convenções Internacionais. O império e a consolidação das bases jurídicas nacionais. A República Velha e as transformações sociais. Inovações legislativas durante a era Vargas. Legislações da Ditadura Militar. Ementa: Direito Ocidental Moderno Conteúdos: Direitos Fundamentais de 1ª a 6ª dimensão. Direitos Humanos Iniciação ao Direito Comparado. Direito germânico. Direito canônico. Direito costumeiro. Common Law. Constitucionalismo Latino-Americano. O Código de Napoleão e sistemas jurídicos vigentes à época. O projeto do Estado de Direito. O fenômeno das guerras mundiais no século XX. Globalização. Ementa: O Direito como fato social: as codificações e os costumes na Antiguidade Conteúdos: Direito Medieval e Idade Média. Egito. Babilônia. Hebreus. História e método. História do Direito e seu método. As sociedades em Estado. As sociedades em Estado na Antiguidade. O Direito Grego na Antiguidade. Ementa: O Direito Romano Conteúdos: Fundamentos Gerais: Direito Penal e Processual Fundamentos Gerais: Direito Privado Fundamentos Gerais: Fontes Os pilares do Direito Romano e os atores do cenário jurídico. METODOLOGIA CIENTÍFICA Ementa: Cientificidade do Conhecimento Conteúdos: A ciência em construção, aspectos históricos e conceituais A ética e a ciência. A filosofia como suporte para a ciência. As diferentes formas de explicação para os fenômenos – os diferentes tipos de conhecimento. Característica do conhecimento científico. Características do conhecimento filosófico. Características do senso comum Conceituando o senso comum O espírito científico. O pensamento científico. O senso comum como base para o desenvolvimento da ciência. Ementa: Normas e Padronização Científica Conteúdos: A apresentação oral do trabalho. As principais normas da ABNT utilizada em um trabalho científico. Aspectos formais de um TCC conforme as normas da ABNT Como elaborar papers e sua utilização em apresentações acadêmicas. Considerações sobre a tabulação e análise de dados Eventos científicos O que é um artigo científico – Normas da ABNT para a elaboração do artigo científico. O que são as normas para apresentaçãode trabalhos científicos – a padronização. Ementa: Projeto de Pesquisa Conteúdos: A pesquisa bibliográfica e a revisão bibliográfica num processo de investigação científica. A pesquisa qualitativa e a pesquisa quantitativa. As características da pesquisa bibliográfica As características da pesquisa documental As principais abordagens teóricas no âmbito das ciências sociais. Elementos do projeto de pesquisa. O que é um projeto de pesquisa? Os paradigmas da ciência – a influência das ciências naturais. Técnicas para coleta de dados. Ementa: Tipos de Produção Científica Conteúdos: A pesquisa como ferramenta para construção do conhecimento científico A pesquisa como princípio. Como elaborar resumos e resenhas – normas da ABNT Compreendendo melhor os resumos e resenhas. Diferentes tipos de leitura. O fichamento como estratégia para registro de informações. O método científico O método científico e a pesquisa. O que é pesquisa? Utilizando os recursos da informática – organização de arquivos. Vantagens da utilização dos princípios do método científico nas práticas profissionais. PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO Ementa: Comportamento Conteúdos: As principais características do transtorno da conduta. Emoções, gênero e cultura. Agressão. Aspectos fundamentais para o estudo do comportamento. Comportamento normal e anormal. Aprendizagem e condicionamento. Conceito. Psicopata primário, secundário e criminoso. Percepção. Atenção. Memória. Linguagem. Pensamento. Emoção. Ementa: Personalidade Conteúdos: Conceito. Exemplos de mecanismos de defesa: compensação, expiação, fantasia, formação reativa, identificação, isolamento, negação, projeção e regressão. Formação e determinantes da personalidade. Estruturas clínicas da personalidade. Personalidade antissocial e criminalidade. Influência de fatores ambiental/familiar e biológico. Personalidade: definição e abordagens. A genética da personalidade. Personalidade e ambiente. Ementa: Psicologia e Direito Conteúdos: Contextualização histórica. Psicologia científica e senso comum. Fenômenos psicológicos e sua importância. Importância do estudo da Psicologia para os futuros profissionais do Direito. Psicanálise. Gestalt. Humanismo. Behaviorismo Psicologia Criminal. Psicologia Judiciária. Psicologia Forense. Psicologia Legal. Ementa: Temas da Psicologia Jurídica Conteúdos: Assédio (moral e sexual). Síndrome do Pânico decorrente de eventos traumáticos no ambiente de trabalho. Desgaste psicológico decorrente de condições laborais de estresse emocional Código de Menores e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Atos infracionais e o processo de inclusão social. Adolescente, judiciário e sociedade. Crime e criminalidade. Psicologia do testemunho. Processo de formação e rompimento do vínculo familiar. Separação e divórcio. Efeitos sobre os filhos. Síndrome de alienação parenteral TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA Ementa: Linguagem Jurídica e Vocabulário Jurídico Conteúdos: Estrutura e organização de julgados dos tribunais superiores (ementa, voto de relator, revisor e ministros, jurisprudência. Publicações no diário oficial e publicações de editais. Expressões úteis, brocardos, pronomes de tratamento, abreviaturas e siglas no direito. Locuções de coesão textual. Linguagem de grupo, linguagem técnica e linguagem tradicional. Níveis de linguagem (legislativa, processual, contratual, doutrinária, cartorária). Numeração e estrutura dos artigos de lei, regência de alguns verbos jurídicos. Ementa: Prática da Argumentação Jurídica Conteúdos: Análise da estrutura das principais peças jurídicas: petição inicial, contestação, apelação. Análise da estrutura de pareceres jurídicos. Análise de Cartas de Notificação. Análise de E-mails. Análise da estrutura de requerimento para órgãos públicos e instâncias superiores privadas. Análise da estrutura de notificação extrajudicial, estrutura do requerimento extrajudicial e de requerimento judicial simples. Como iniciar, desenvolver e concluir os parágrafos de um texto jurídico. Ementa: Temas essenciais de Língua Portuguesa Conteúdos: A Teoria da Comunicação (elementos da comunicação e funções da linguagem). Análise do discurso. Teoria sociointeracionista da linguagem. Gêneros e tipos textuais; os domínios discursivos documental e jurídico. Regência, concordância, modos de tratamentos oficiais, pontuação, uso da crase, questões ortográficas e da nova ortografia. Ementa: Teoria da Argumentação Jurídica Conteúdos: Conceitos. Elementos. Possibilidade. Fundamentos e regras básicas das inferências dedutivas por oposição e silogismo. Lógica formal, lógica material e sua utilidade no raciocínio jurídico. Possibilidades e limites. Exemplos Aplicativos. Preliminares. Figuras de Escolha. Figuras de Presença. Figuras de comunhão. Preliminares, comunicação modus operandi, comunicação e argumentação. Argumentação objetiva. Argumentação Subjetiva. Comunicção conflitual. 2° SEMESTRE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Ementa: Ciência Política e Teoria Geral do Estado Conteúdos: Conceito, direito adquirido, ato jurídico perfeito e coisa julgada. Elementos: povo, território e soberania. Finalidade. Características da soberania e extinção de Estado. Formas de Estado, Formas de Governo e Sistema de Governo. Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário Tipos: emenda constitucional, lei complementar, lei ordinária, lei delegada, medida provisória, resolução e decreto legislativo. Fases do processo legislativo. Ementa: Direito, Justiça, Ciência, Sociedade e Fontes do Direito Conteúdos: Conceito de fonte material e fonte formal: lei, jurisprudência, princípios gerais do direito, costumes e doutrina. Fontes formais: próprias e impróprias, estatais e não- estatais, principais e acessórias. Homem e Sociedade. Fato social e Fato Jurídico. Jusnaturalismo. Contratualismo jurídico. O Direito como Fenômeno Jurídico: origem, significado e função. Relações entre Direito e Justiça. O Direito como técnica, ideologia e a cientificidade do direito. Ementa: Fontes do Direito e Hermenêutica Jurídica Conteúdos: Conceito de norma social e jurídica. Norma: forma, poder e autoridade. Características das normas sociais e jurídicas. Sanção. Tipos de normas jurídicas. Normas de Direito Público, Direito Privado e Direitos Transindividuais. Conceito de Ordenamento Jurídico. Sistema, Poder e Estrutura do Ordenamento Jurídico. Conceito, Caracterísiticas, Classificação, Validade, Vigência, Revogação, Repristinação. Definição de hermêutica jurídica. Métodos (interpretação gramatical, lógica, sistemática, histórica, sociológica, evolutiva, teleológica e axiológica). Tipos (especificadora, restritiva, extensiva). Interpretação e Integração. Ementa: Fundamentos Filosóficos e Sociológicos do Direito Conteúdos: Conceito e Características (científica, empírica, zetética, causal). Métodos da Sociologia do Direito (indutivo, positivista, compreensivo, dialético, estruturalista, funcionalista e desconstrutivista). Conceito e Características. Direito Objetivo e Subjetivo. Ato lícito e ilícito. Divisão do Direito Positivo. Conceitos, características e sua aplicação no Direito Positivo Brasileiro. O Positivismo Científico de Augusto Comte. A Escola Objetiva Francesa de Émile Durkheim. O materialismo histórico-dialético de Karl Marx. Culturalismo sociológico de Max Weber. Sociologismo jurídico: séc XIX - XX. O funcionalismo sociológico de Niklas Luhmann. DIREITO CIVIL - PESSOAS E BENS Ementa: Da Ausência e das Pessoas Jurídicas Conteúdos: Classificação da pessoa jurídica: pessoas jurídicas de direito privado (associações, sociedades, fundações, organizações religiosas e partidos políticos); Desconsideração da personalidade jurídica; Responsabilidade das pessoas jurídicas de direito privado e público. Conceito e natureza jurídica e requisitos para constituiçãoda pessoa jurídica (começo da existência legal, sociedades irregulares ou de fato e grupos personalizados). Curadoria dos bens do ausente. Sucessão provisória. Sucessão definitiva. Retorno do ausente. Ausência como causa de dissolução da sociedade conjugal. Responsabilidade por atos omissivos. Danos recorrentes de atos judiciais: atos em geral e erro judiciário; Danos decorrentes de atos legislativos causados por lei inconstitucional e lei constitucionalmente perfeita; Extinção da pessoa jurídica Ementa: Das Incapacidades Conteúdos: Conceitos, fundamentos, características proteção dos direitos de personalidade. Atos de disposição do próprio corpo. Tratamento médico de risco. Direito ao nome, proteção à palavra e a imagem e intimidade. Incapacidade absoluta: menores de 16 anos, privados por discernimento e por causa transitória; Incapacidade relativa: maiores de 16 anos e menores de 18 anos, ébrios, excepcionais e pródigos. A situação jurídica dos índios. Modos de individualização: nome (conceito, natureza, elementos e imutabilidade do nome). Estado (aspectos e caracteres). Domicílio pessoa natural (conceitos e espécies) domicílio da pessoa jurídica. Atos de registro civil Modos de suprimento da incapacidade. Cessação da incapacidade: maioridade e emancipação (voluntária, judicial e legal). Extinção da personalidade: morte real, ocorrência, morte presumida e morte civil Ementa: Direito Civil, Introdução ao Código Civil e Pessoas Conteúdos: Conceito, histórico do Direito Civil; Código Civil de 2002: estrutura, conteúdo, princípios e eficácia dos direitos fundamentais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro: Conteúdo, função e fontes do Direito Civil. Artigo 1° do Código Civil: vigência da lei, início e revogação. Obrigatoriedade das leis; Integração das normas jurídicas: analogia, costume, princípios e equidade no contexto do Direito Civil; Aplicação e interpretação das normas jurídicas, conflito das leis no tempo e eficácia da lei no espaço Os sujeitos da relação jurídica. Conceito de pessoa natural e começo da personalidade natural Personalidade jurídica, capacidade jurídica e legitimação Ementa: Dos Bens Conteúdos: Bens fora do comércio Bens principais e acessórios. Classe de bens acessórios: produtos, frutos, pertenças e benfeitorias. Bens públicos e particulares Objeto da relação jurídica. Bens corpóreos e incorpóreos. Patrimônio. Bens móveis e imóveis. Bens fungíveis e infungíveis, consumíveis e inconsumíveis. Bens divisíveis e indivisíveis. Bens singulares e coletivos DIREITO DO TRABALHO Ementa: Contrato de Trabalho - Direito do Trabalho Conteúdos: Contrato de Trabalho, Conceito, Natureza Jurídica, Contrato sob a Lei 9.601/98. Contrato por Tempo Indeterminado. Sujeitos do Contrato de Trabalho Duração: Contrato a Prazo, Contrato de Experiência, Contrato de Trabalho por Obra Certa, Trabalho a Tempo Parcial Vícios de Consentimento e Forma de contrato de trabalho. Ementa: Extinção do Contrato de Trabalho Conteúdos: Alteração do Contrato de Trabalho, Transferência do Empregado Assistência na Rescisão do Contrato de Trabalho, Prazo para Pagamento das Verbas Rescisórias, Sindicalismo Aviso Prévio, Conceito, Natureza Jurídica, Cabimento, Irrenucabilidade, Forma, Prazo, Efeitos Indenização Suspensão do Contrato de trabalho; Interrupção do Contrato de trabalho, Cessação do Contrato de Trabalho Ementa: Introdução ao Direito do Trabalho Conteúdos: Aplicação das Normas de Direito do Trabalho no Tempo e no Espaço Fontes do Direito do Trabalho História Geral do Direito do Trabalho Princípios do Direito do Trabalho Ementa: Sujeitos da Relação Laboral Conteúdos: Empregado, Conceito, Elementos Essenciais, Tipos Especiais de Empregado Empregador, Conceito, Grupo de Empresas, Poder de Direção do Empregador, Sucessão de Empresas, Consórcio de Empregadores Rurais Trabalhador Rural Trabalho da Mulher, Trabalho da Criança e do Adolescente DIREITO PENAL - PARTE GERAL Ementa: Ilicitude, Culpabilidade e Concurso de Pessoas Conteúdos: Conceito. Causas de exclusão da ilicitude. Cumprimento do dever legal, exercício regular do direito. Consenso da vítima. Legítima defesa. Omissão, concurso de crimes e punição no concurso de pessoas. Pactum sceleris e teoria do domínio de fato. Circunstâncias incomunicáveis. Teorias da culpabilidade, Imputabilidade e potencial consciência da ilicitude. Exigibilidade de conduta diversa. Tipos e requisitos, da autoria. Co-autoria. Participação. Ementa: Introdução ao Direito Penal Conteúdos: Culpabilidade, humanidade e proporcionalidade. In dubio pro reo, taxatividade, tipicidade. Limitação e individualização da pena Direito penal: função ético-profissional, objeto e Estado Democrático de Direito. Direito penal: princípios penais limitadores. Limites de controle material de tipo incriminador. Interpretação da norma penal: imediata, mediatas. Irretroatividade, intervenção mínima. Subsidiariedade, fragmentariedade, insignificância. Não-culpabilidade, ne bis in idem, adequação social. Princípio da legalidade: medida de segurança, conteúdo material e analogia da lei penal mais benigna. Escolas penais e sua evolução doutrinaria (positivismo, garantismo, funcionalismo e direito penal do inimigo) Ementa: Lei Penal e Teoria do Crime: fato típico Conteúdos: Conceito, sujeito e classificação: infrações, crimes e divisão da infração penal e crime impossível. Crime doloso: elementos, espécies e características. Crime (conceito, ilícito, sujeitos e objeto). Classificação dos crimes. Validade temporal da lei penal, sucessividade no tempo e lei excepcional (intermitentes, temporárias e excepcionais). Tempo do crime. Responsabilidade penal, conceito e tipos penais, tipos incriminadores: delito e conduta. Teorias da conduta: finalismo (formas de conduta, efeitos da ausência, ação ou omissão) e resultado (conceitos e espécies). Teorias da conduta: nexo causal e tipicidade penal (juízo de tipicidade, tipo de injusto de ação dolosa e tipo de injusto de ação culposa). Territorialidade, Ultra territorialidade ou extraterritorialidade e Lugar do crime (teoria da ubiquidade). Contagem do prazo penal. Conflito aparente de normas: finalidade, princípio da especialidade, subsidiariedade, consunção e alternatividade. Ementa: Lei Penal e Teoria do Crime: iter criminis Conteúdos: Crime culposo: compensação de negligências, elementos e espécies de culpa e excepcionalidade. Crime culposo: previsibilidade do resultado, desvalor de ação e resultado, tipicidade nos delitos culposos. Crime pelo resultado e preterdoloso. Desistência voluntária. Arrependimento eficaz. Arrependimento posterior. Crime impossível Iter criminis, atos preparatórios e início de execução e consumação provocada. Tentativa: tipo de injusto de ação culposa, perfeita e imperfeita, penalidade, dolo e culpa. Tipo de natureza, incidência e formas, efeitos do erro de tipo. Descriminantes putativas: conceito, natureza jurídica e espécies de excludentes putativas de ilucitude. TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL Ementa: Constituição e Hermenêutica Conteúdos: Conceito de Constituição e constitucionalização simbólica. Histórico das Constituições brasileira. Classificação e elementos da Constituição. Métodos e limites de interpretação: clássico, tópico ´problemático, hermenêutico- concretizado; científico-espiritual, comparação constitucional. Princípios e regras de interpretação constitucional: Unidade, efeito integrador, máxima efetividade, justeza, harmonização, força normativa e proporcionalidade Mutação, reforma, regras, princípios e derrotabilidade. Estrutura da CF/88: preâmbulo e ADCT. Princípios fundamentais na CF/88: Republica, Federação e Estado Democrático de Direito. Separação de ""poderes"". Fundamentos, objetivos e princípios da República. Ementa: Direitos e Garantias Fundamentais - Direito Constitucional Conteúdos: Diferenciação, características,abrangência, aplicabilidade e eficácia de direitos e garantias fundamentais. Deveres fundamentais e Direitos individuais, coletivos e sociais. Evolução das gerações de direitos: 1ª a 5ª dimensão Remédios constitucionais: habeas corpus e mandado de segurança Remédios constitucionais: mandado de injunção, habeas data, ação popular. Ementa: Direitos, partidos políticos e nacionalidade Conteúdos: Cargos privativos de brasileiros e atividade nociva ao interesse nacional. Perda da nacionalidade: cancelamento e aquisição de outra nacionalidade. Direitos políticos. Partidos políticos: conceito, regras constitucionais e fidelidade partidária. Nacionalidade: espécies e critérios. Nacionalidade: brasileiro nato e naturalizado Naturalização ordinária e extraordinária, quase nacionalidade, perda da nacionalidade e reaquisição da nacionalidade. Nato ou naturalizado: extradição (expulsão, deportação e banimento) Ementa: Eficácia, aplicabilidade e organização do Estado Conteúdos: Entes federados: união federal e Estados-membros. Entes federados: municípios e territórios federais. Intervenção federal e estadual. Estado unitário e Federação: histórico, tipologias de federalismo, características. Federação brasileira na CF/88: fundamentos e objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil. Modelos de repartição de competências. Normas constitucionais: eficácia jurídica, social e eficácia contida. Normas constitucionais: eficácia limitada, de eficácia exaurida e aplicabilidade esgotada e definidores dos direitos e garantias fundamentais e gradualismo eficacial. 3° SEMESTRE TEORIA GERAL DO PROCESSO Ementa: Estruturação do Poder Judiciário e Teoria da Jurisdição Conteúdos: Características da Jurisdição. Diferença entre jurisdição voluntária e jurisdição contenciosa. Direitos e deveres do Advogado. Diversas perspectivas conceituais da jurisdição Estruturação do juízo e tribunais. Funções essenciais à Justiça: juízes, desembargadores e ministros. Impedimentos dos Magistrados e do Ministério Público. Ministério Público, Defensoria Pública e Auxiliares da Justiça. Os princípios inerentes à jurisdição: aderência ao território, investidura, indelegabilidade, inevitabilidade, inafastabilidade, juiz natural. Partes e seus advogados Poder e Jurisdição. Atividades Jurisdicional, legislativa e executiva e suas diferenciações. Princípios garantidores da autonomia e imparcialidade do juiz. Ementa: Noções Teóricas Básicas do Processo Conteúdos: Acesso à justiça e linhas evolutivas do processo Conceito de processo. Conflitos de interesses e seus modos de resolução nos tempos antigos Constituição Federal e processo Cooperação entre as partes e os órgãos jurisdicionais Distinção entre as normas de Direito Material e as normas de Direito Processual Fontes Modernas de resolução de conflitos Homem em sociedade. Interpretação da lei processual Noções introdutórias de arbitragem, mediação e conciliação no Novo Código de Processo Civil Normas processuais no tempo e no espaço. Eficácia temporal O fortalecimento do Estado e a atividade jurisdicional Ementa: Princípios Estruturais do Processo Conteúdos: Princípio da Ação: da demanda e da iniciativa das partes Princípio da Economia Processual e da Instrumentalidade das formas. Princípio da efetividade. Princípio da Imparcialidade do Juiz. Princípio da Igualdade Princípio da Motivação das decisões judiciais. Princípio da Persuasão Racional do Juiz. Princípio da Oralidade. Princípio da Publicidade. Princípio da Lealdade Processual. Princípio da Tempestividade da prestação jurisdicional. Primazia do julgamento de mérito. Princípio do Acesso à Justiça. Princípio da Preclusão. Princípio do Contraditório e da Ampla Defesa. Princípio da Disponibilidade e da Indisponibilidade Princípio do devido processo legal em sentido material e em sentido material Princípio do Dispositivo e da livre investigação das provas. Princípio do Impulso Oficial. Princípio do Duplo grau de jurisdição. Princípio do Juiz Natural. Princípios e regras: conceito e diferenciação. Princípios constitucionais e infraconstitucionais do Processo Ementa: Teoria da Competência e Ação Conteúdos: Análise da delimitação da competência no Código de Processo Civil As condições para o exercício do direito de ação Classificação das Ações Competência absoluta e competência relativa: características e formas de impugnação. Conceito de Ação Critérios para determinação da competência: territorial, funcional e objetivo. Diferença entre competência e jurisdição. Diferença entre incompetência e impedimento. Elementos da Ação: partes, pedido e causa de pedir. Momento de fixação dos elementos. Importância dos elementos da ação: delimitação do julgamento, identidade de ações, litispendência, coisa julgada, conexão e continência Natureza jurídica do direito de ação e suas teorias Prevenção e princípio da perpetuaria jurisdictionis. Causas modificativas da competência. Reunião de processos. Prorrogação de competência DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS Ementa: Atos jurídicos, prescrição, decadência, elementos acidentais e prova do negócio jurídico Conteúdos: Conceito, Abuso de Direito e Causas de Excludentes e Ilicitude Conceitos, Prazos, Diferenças entre Prescrição e Decadência, Suspensão e Interrupção do Prazo Prescricional Condição, Termo e Encargo. Da Confissão Documentos Públicos e Particulares. Da Testemunha. Presunção e Perícia Ementa: Elementos de Existência e Validade do Negócio Jurídico. Defeitos. Invalidade. Conteúdos: Agente emissor da vontade, objeto, forma, causa e manifestação de vontade. O silêncio como forma de manifestação de vontade Erro ou Ignorância, Dolo, Coação; Lesão Estado de Perigo; Simulação e Fraude contra credores Nulidade Absoluta e Nulidade Relativa Ementa: Fato Jurídico Conteúdos: Ato-fato Jurídico Classificação dos Fatos Jurídicos Efeitos dos Fatos Jurídicos (aquisitivo, modificado, consertativos, extintivos) Fatos Naturais Ementa: Negócios Jurídicos Conteúdos: Classificação dos Negócios Jurídicos Da representação no Negócio Jurídico Interpretação dos Negócios Jurídicos Negócio jurídico: conceito DIREITO CONSTITUCIONAL Ementa: Controle de Constitucionalidade Conteúdos: Ação Declaratória de Constitucionalidade. Arguição de descumprimento de preceito fundamental. Súmulas vinculantes Ação Direta de Inconstitucionalidade de Lei. Ação Direta de Inconstitucionalidade por omissão Controle de Constitucionalidade: conceito, pressupostos e requisitos, espécies de controle, controle preventivo Controle repressivo de constitucionalidade, controle repressivo realizado pelo poder legislativo, controle repressivo realizado pelo judiciário, controle concentrado ou via de ação direta Ementa: Ordem Econômica, Financeira e Social Conteúdos: Educação, Cultura e Desporto. Ciência e Tecnologia. Comunicação social. Meio Ambiente. Família, criança, adolescente, jovem e idoso. Índios Estado de defesa e estado de sítio. Forças armadas. Segurança Pública. Política urbana. Política agrícola e fundiária e da reforma agrária. Princípios gerais da atividade econômica. Intervenção do Estado no domínio econômico. Sistema financeiro nacional Ementa: Organização Político-Administrativa Conteúdos: Distribuição de competências em matéria administrativa e em matéria legislativa. Intervenção. Formação dos Estados. Formação de Municípios Regras de organização, adoção da federação, indissolubilidade do pacto federativo; Capital Federal; legislativa. Intervenção. União, Estados-membros; Municípios; Distrito Federal; Territórios. Ementa: Separação de Poderes Conteúdos: Poder Judiciário: conceito, estrutura, funções típicas e atípicas, garantias, Conselho Nacional de Justiça, organização do Poder Judiciário. Ministério Público: origem, conceito, princípios, funções, garantias. AdvocaciaPública: advocacia, indispensabilidade do advogado, imunidade. Defensoria Pública Poder Legislativo: Funções, Congresso Nacional, Função típica; Tribunal de Contas: conceito, finalidade, funções. Poder Executivo: estrutura, responsabilidade do Presidente da República Processo Legislativo: Conceito. Processo legislativo ordinário. Espécies normativas. Separação das funções estatais; Funções estatais: Poder Legislativo, Executivo Judiciário. Ministério Público DIREITO PENAL - TEORIA DAS PENAS Ementa: Ação Penal e causas de Extinção da punibilidade Conteúdos: Ação penal pública e privada Anistia, graça e indulto e Renúncia Prescrição, decadência e perempção Retratação e Perdão judicial Ementa: Concurso de Crimes e de Sistema de aplicação da pena Conteúdos: Concurso Formal Impróprio Concurso Formal Próprio Concurso Material Crime combinado Ementa: Incidentes de execução de penas e medida de segurança Conteúdos: Detração penal Livramento Condicional Medida de segurança Sursis Ementa: Penas e seus critério de aplicação Conteúdos: Dosimetria da pena Pena de Multa Pena Privativa de liberdade (remissão, detração e progressão de regime) Penas restritivas de direito DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PARTE GERAL Ementa: Atos processuais Conteúdos: Comunicação dos atos processuais: cartas; citações; intimações Comunicação dos atos processuais: nulidades Conceito; classificação; forma; publicidade Tempo e lugar dos atos processuais; prazos Ementa: Formação e Extinção do processo Conteúdos: Formação do processo: impulso, citação Hipóteses de extinção com julgamento do mérito: acolhimento ou rejeição do pedido; transação; prescrição e decadência Hipóteses de extinção sem julgamento do mérito: indeferimento da inicial, abandono, carência da ação, perempção, litispendência Suspensão do processo: conceito e hipóteses Ementa: Processo judicial Eletrônico Conteúdos: Comunicação eletrônica dos atos processuais. Informatização do processo judicial. Lei 11419/2006 e seus conceitos O processo eletrônico nos diversos estados e seu funcionamento Ementa: Sujeitos Processuais Conteúdos: Competência: conceito, classificação, modificação de competência e declaração de incompetência. Organização judiciária. Auxiliares da justiça Condições da Ação, Pressupostos processuais. Partes e procuradores: capacidade processual; substituição processual Litisconsórcio; intervenção de terceiros; oposição nomeação à autoria; denunciação da lide; denunciação da lide; chamamento ao processo; assistência Ministério Público: conceito e funções. Juiz: poderes e responsabilidade; impedimento; suspeição 4° SEMESTRE DIREITO ECONÔMICO Ementa: A Ordem Econômica Constitucional e Internacional Conteúdos: A ordem econômica na Constituição de 1988: introdução e seus fins Imperfeições do liberalismo, agente regulador da economia, funções de legitimação e repressão, preservação do sistema capitalista Introdução à ordem econômica internacional e sua relação com a soberania Princípios constitucionais da Ordem Econômica Ementa: Economia Política Conteúdos: Antiguidade e idade média, mercantilismo, fisiocratas, escola clássica, marginalismo, keynesianismo e neoliberalismo Comunismo primitivo, capitalismo de concorrência, capitalismo monopolista, socialismo Introdução ao tema da Economia Política Noções de mercado, Bens econômicos e sua classificação (bens exclusivos e bens públicos), o fato econômico e suas relações, Fatores de Produção Ementa: Intervenção do Estado no Domínio Econômico Conteúdos: A fiscalização e controle da concorrência: CADE, funcionamento e julgamentos Formas de Intervenção do Estado na Economia Introdução ao tema da regulação, O papel das agências. O Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência Ementa: Introdução ao Direito Econômico Conteúdos: A interpretação do conceito de ordem econômica, tipos de constituição, história das Constituições Econômicas Atividade econômica em sentido amplo e sentido estrito, serviço público, intervenção sobre o domínio econômico Conceito de direito econômico, sua importância e histórico Direito econômico e política econômica, o método, economia política da forma jurídica DIREITO CIVIL - OBRIGAÇÕES Ementa: Da Inadimplemento das Obrigações Conteúdos: Cláusula Penal e Arras Dos Juros Legais Mora Perdas e Danos Ementa: Das Modalidades e Transmissão das Obrigações Conteúdos: Da Cessão de Contrato Da Cessão de Crédito e de Débito Obrigações Propter rem. Obrigações em Relação ao seu Vínculo, Obrigações quanto à liquidez do objeto Obrigações quanto ao Conteúdo, ao Objeto e aos sujeitos Ementa: Do Adimplemento e da Extinção das Obrigações Conteúdos: Da Dação em Pagamento Da Imputação do Pagamento e Dação em Pagamento Da Renovação, Compensação, Confusão e Remissão de Dívidas Do Pagamento: introdução, em consignação e com sub-rogação Ementa: Introdução ao Direito das Obrigações Conteúdos: Conceito e Importância do Direito das Obrigações Distinções Fundamentais entre Direitos Pessoais e Direitos Reais. Elementos Constitutivos das Obrigações Fontes das Obrigações DIREITO COLETIVO DO TRABALHO Ementa: Direito Coletivo do Trabalho Conteúdos: Conflitos Coletivos de Trabalho Greve Liberdade Sindical Organização Sindical Relações Coletivas de Trabalho Ementa: Direito Individual do Trabalho 2 Conteúdos: Equiparação Salarial Estabilidade FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ) Salário e Remuneração Ementa: Direito Tutelar do Trabalho 2 Conteúdos: Duração do Trabalho Férias Intervalos para descanso. Repouso semanal remunerado. Ementa: Medicina e segurança do trabalho Conteúdos: Higiene, condição e ambiente de trabalho Medicina do trabalho e controle médico Risco Segurança e programa educativo DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A PESSOA E PATRIMÔNIO Ementa: Da Periclitação da Vida e da Saúde Conteúdos: Abandono de Incapaz - Artigo 133 do Código Penal Exposição ou Abandono de Recém-Nascido - Artigo 134 Maus Tratos - Artigo 136 do Código Penal Omissão de Socorro - Artigo 135 do Código Penal Perigo de Contágio de Moléstia Grave - Artigo 131 Perigo de Contágio Venéreo - Artigo 130 do Código Perigo para a Vida ou Saúde de Outrem - Artigo 123 Ementa: Do crime contra o patrimônio Conteúdos: Da apropriação indébita Da receptação Da usurpação Do dano Do estelionato e outras fraudes Do furto Do roubo e da extorsão Ementa: Dos Crimes Contra a Liberdade Individual e inviolabilidade da pessoa Conteúdos: Ameaça - Artigo 147 do Código Penal Constrangimento Ilegal - Artigo 146 do Código Pena Correspondência Comercial - Artigo 152 do Código P Redução à Condição Análoga a de Escravo - Artigo 149 Rixa - Artigo 137 do Código Penal Sequestro e Cárcere Privado - Artigo 148 do Código Violação de Correspondência - Artigo 151 do Código Violação de Domicílio - Artigo 150 do Código Penal Ementa: Dos Crimes Contra a Vida e Honra Conteúdos: Aborto - Artigos 124 a 128 do Código Penal, Lesão Corporal - Artigo 129 do Código Penal Calúnia - Artigo 138 do Código Penal Difamação - Artigo 139 do Código Penal Disposições Comuns - Crimes Contra a Honra - Artigo 141 Escritura do tipo Penal. Homicídio - Artigo 121, Código Penal Induzimento, Instigação ou Auxílio a Suicídio - Artigo 122, Código Penal Infanticídio - Artigo 123, Código Penal Injúria - Artigo 140 do Código Penal Princípios Constitucionais Limitadores e Orientadores do Direito Penal DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PROCESSO DO CONHECIMENTO Ementa: Da Tutela Provisória Conteúdos: Da tutela da evidencia Disposições gerais Do procedimento da tutela antecipada requerida em caráter antecedente Do procedimento da tutela cautelar requerida em caráter antecedente Ementa: Processo de Conhecimento: Procedimento Comum Conteúdos:Fase Postulatória e de saneamento Julgamento conforme o estado do processo Providências preliminares Saneamento do processo; fase probatória Ementa: Sentença e Coisa julgada Conteúdos: Classificação das sentenças Coisa julgada Estrutura e formalidades da sentença Fase Decisória; sentença Hipoteca judiciária Ementa: Teoria Geral das Provas - Direito Processual Civil Conteúdos: A Prova; Meios de prova Audiência de Instrução e julgamento Espécies de Provas Procedimento probatório 5° SEMESTRE ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE Ementa: A disputa contemporânea entre as concepções de mundo Conteúdos: A Socialdemocracia e o Estado de Bem-Estar Social. A reação da Europa ao modelo socialista. Os anos dourados do capitalismo. Meados do século XX. Consolidação do Estado Liberal e do Capitalismo no Séc. XIX e início do século XX. O esgotamento dos modelos socialdemocrata e socialista. O liberalismo revisitado. O neoliberalismo no final do século XX. A crise mundial do início do século XXI e o questionamento do neoliberalismo. Políticas públicas e intervenção estatal. o Socialismo como alternativa real ao capitalismo: URSS, China e Cuba. Ementa: A formação do pensamento ocidental Conteúdos: A lógica aristotélica e formação dos conceitos universais. A maiêutica socrática. O racionalismo platônico e o mundo das ideias. Agostinho e a revelação divina como fonte de conhecimento. Condições históricas para o surgimento da Filosofia. Definição de mito. Natureza do mito. Função do mito. Immanuel Kant e o movimento iluminista. John Locke e o Empirismo. O convencionalismo e relativismo dos sofistas. Principais características do período pré-socrático. René Descartes e o racionalismo. Tomás de Aquino e a busca pela conciliação entre fé e razão. Ementa: A política e a evolução das concepções de mundo Conteúdos: Agostinho e o direito divino de governar. Aristóteles e o homem como um animal político. Hobbes e o Estado Soberano. Locke, o Estado Liberal e o direito à propriedade. Maquiavel e o realismo político. Os regimes políticos. Os sofistas e a política como uma construção circunstancial. Platão e a construção idealista da República. Rousseau e o contrato social. Ementa: Formação da Moral Ocidental Conteúdos: Hegel e a moral como uma construção histórico-cultural. Kant e o imperativo categórico. Nietzsche e genealogia da moral. O conceito de virtude em Aristóteles e a sabedoria prática. O dualismo platônico e o antagonismo entre o corpo e a alma racional. Renê Descartes: o valor da intenção. Rousseau e a moral do coração. Santo Agostinho: a importância da revelação. Sartre e a questão da liberdade. Sofistas e o relativismo ético. Sócrates e o racionalismo ético. DIREITO CIVIL - TEORIA GERAL DOS CONTRATOS Ementa: Contratos em Espécies Conteúdos: Comodato Compra e Venda Contrato Estimatório Depósito Doação Empreitada Empréstimo Locação Mútuo Prestação de Serviço Troca e Permuta Ementa: Contratos: Princípios; Classificação, Formação e Manifestação de vontade Conteúdos: Aceitante ou Oblato Autonomia da Vontade, Supremacia da Ordem Pública, Consensual ismo, Obrigatoriedade da Convenção, Relatividade dos Efeitos do Contrato, Revisão dos Contratos ou Onerosidade Excessiva, Boa Fé. Classificação dos contratos: Unilaterais ou Bilaterais, Onerosos ou Gratuitos, Aleatórios ou Comutativos, Reais ou Consensuais, Solenes ou Não Solenes, Principais ou Acessórios, paritários ou de ades Conceito e Requisitos Declaração de Vontade Expressa Proponente ou Policitante Tácita Ementa: Elementos do Contrato, efeitos, contratos aleatórios, interpretação, vícios, evicção e extinção do contrato. Conteúdos: Ações Edilícias: ação redibitória, ação quanti minoris ou estimatória Conceito de evicção, requisitos, partes na relação de evicção, classificação, responsabilidade, deterioração ou benfeitorias. Conceito de vícios redibitórios, Fundamento Jurídico, Distinções. Conceito e interpretação dos contratos, efeitos, princípios básicos, regras esparsas, Interpretação dos Contratos no Código de Defesa ao Consumidor Contratos Aleatórios: conceito, característica e requisitos. Execução com o cumprimento do Contrato; Inexecução Contratual Formas de Extinção; Imperfeição anterior ao contrato Interpretação dos Contratos no Código de Defesa ao Consumidor Obrigações Personalíssimas, Obrigações Não Personalíssimas, Contratos que criam Deveres ou Direitos para Terceiros Prazos no Código Civil e código de defesa do consumidor Requisitos dos elementos do contrato: subjetivos, objetivos, formais. Função social do contrato Rescisão; requisitos; consequências; resilição; distrato; Ementa: Negociações, proposta, aceitação, momento da conclusão. Conteúdos: Aceitação entre Presentes e entre ausentes Características e obrigatoriedade da proposta Entre Ausentes Entre Presentes Expressa, em Regra Negociação Pessoa Presente e ausente Requisitos de aceitação Tácita (art.432 CC ) Teoria da Congnição e Agnição Teorias Três subteorias - Declaração, Expedição e Recepção DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ementa: Dos Crimes contra a Administração Pública Conteúdos: Dos crimes contra a administração da Justiça (arts. 338 a 348) Dos crimes contra a administração da Justiça (arts. 349 a 359) Dos crimes praticados por funcionário público contra a Administração em Geral (arts. 312 a 327) Dos crimes praticados por particular contra a administração em geral (arts. 328 a 337- A) Ementa: Dos Crimes contra a Dignidade Sexual Conteúdos: Do Lenocínio e do tráfico de pessoa para fim de prostituição ou outra forma de exploração sexual (arts. 227 a 231-A) Do ultraje público ao pudor (arts. 233 e 234) Dos crimes contra a Liberdade sexual (arts. 213 a 216-A) Dos crimes sexuais contra vulnerável (arts. 217 a 218-B) Ementa: Dos Crimes contra a Paz E Fé Pública Conteúdos: Apologia de crime ou criminoso (art. 287) Da falsidade de títulos e outros papéis públicos (art. 293) Da falsidade documental (arts. 296 a 305) Da Moeda falsa (arts. 289 a 292) De outras falsidades (arts. 306 a 311) Incitação ao crime (Art. 286) Quadrilha ou bando Ementa: Dos Crimes contra o Sentimento Religioso e contra o Respeito aos mortos Conteúdos: Dos Crimes contra o respeito aos mortos (art. 209) Dos Crimes contra o respeito aos mortos (art. 210) Dos Crimes contra o respeito aos mortos (arts. 211 a 212) Dos Crimes contra o Sentimento religioso (art. 208) DIREITO PROCESSUAL CIVIL - RECURSOS Ementa: Do Processo e dos Incidentes nos Tribunais Conteúdos: Ação Anulatória Ação Rescisória Da Declaração de inconstitucionalidade Da uniformização de jurisprudência Homologação de sentença estrangeira Incidentes expressos nos regimentos internos dos tribunais: análise comparativa entre Estados Processos nos tribunais Ementa: Princípios Fundamentais dos Recursos Civis Conteúdos: Conceitos e Natureza Jurídica do Recurso Princípio a Proibição de reformatio in pejus Princípio da Complementaridade Princípio da Irrecorribilidade em sesparado de decisões interlocutórias Princípio da Taxatividade; singularidade; fungibilidade; volunariedade; dialeticidade Princípio do Duplo grau de jurisdição Ementa: Recurso em espécie Conteúdos: Agravo Retido; agravo de instrumento; interno e regimental Apelação Cível Embargos de Declaração Embargos de Divergência Julgamento no STJ Prequestionamento Recurso Especial retido Ementa: Teoria Geral dos Recursos Conteúdos: Atos Processuais Sujeitos a Recurso Conceito e Natureza Jurídica de Recurso Efeitos dos Recursos - Devolutivo, Suspensivo, Expansivo, Translativo e Substitutivo Juízo de Admissibilidade e Juízo de Mérito dos recursos DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO Ementa: Atos, Termos e Prazos ProcessuaisConteúdos: Atos Processuais Classificação Comunicação do Atos Processuais: Notificação, Cit Conceito e vícios da nulidade do Processo do Trabalho Prazos Processuais Principais Prazos na Justiça do Trabalho Termos Processuais Ementa: Formas de Solucionar Conflitos Conteúdos: Arbitragem Auto composição Autotutela Comissão de Conciliação Prévia Heterocomposição Jurisdição Mediação Negociação Coletiva Ementa: Jurisdição e Competências Trabalhistas Conteúdos: Ações Oriundas das Relações de Emprego e trabalho Competência em Razão da Matéria Competência em Razão da Pessoas Competência em Razão do Lugar Competência Funcional O Ministério Público do Trabalho Órgãos Auxiliares da Justiça do Trabalho; Corregedorias e conselho Tribunais Regionais do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho Varas do Trabalho Ementa: Processo de conhecimento, de execução e recursos Conteúdos: Ação Civil processo do trabalho Audiência Inicial, Instrução e Julgamento Cálculos trabalhistas Comparecimento das Partes, Arquivamento, Revelia e Confissão Contestação, renovação e execução Elementos da Ação, condição das ações, pressupostos de validade do processo Embargos à Execução, embargos de terceiro Forma, valor da causa, requisitos, inépcia da inicial Preposto, testemunhas, provas Presença do Juiz e Servidores das Audiências Recurso Ordinário, Revista, Embargos ao TST, Agra 6° SEMESTRE TEORIA GERAL DA EMPRESA Ementa: Introdução ao Direito Empresarial e a Atividade Empresária Conteúdos: A importância da propriedade Industrial para a empresa: questões relacionadas à concorrência desleal e à marca A origem e evolução do Direito Empresarial. Teoria da Empresa. Atividades empresariais e não empresariais. As fontes do Direito Empresarial. Princípios Gerais do Direito Empresarial. O Estabelecimento empresarial. Nome Empresarial. Registro do Comércio. Livros comerciais Ementa: Reorganização e Dissolução da Sociedade Conteúdos: Fases da dissolução Incorporação, fusão e cisão. Sociedades coligadas: controladas e controladoras Introdução e transformação societária Mecanismos de Reorganização Societária: introdução e transformação Ementa: Sociedades em espécie Conteúdos: Sociedade anônima: Noções gerais, constituição e capital social. Sociedade Anônima: Poder de controle, órgãos, administração, lucros e dividendos Sociedade Limitada. Empresa individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) Valores Mobiliários: Ações, partes beneficiárias, debêntures e bônus de subscrição Ementa: Teoria Geral do Direito Societário Conteúdos: Conceito de sociedade empresária. Personalização e Classificação da sociedade empresária Constituição das sociedades empresariais. Espécies Sociedade comum. Desconsideração da personalidade jurídica Sociedade em conta de participação. Sociedade simples. Sociedade cooperativa. Sociedade em nome coletivo. Sociedade em comandita simples. Sociedade em comandita por ações DIREITO CIVIL - COISAS Ementa: Da Posse; Propriedade; Usucapião Conteúdos: Conceito e generalidades do direito das coisas Conceito, Características, espécies da propriedade Espécies de Usucapião Origem, conceito e modalidade de posse Ementa: Direitos Reais de Gozo e Fruição; Aquisição; Garantia Conteúdos: Alienação Fiduciária Anticrese Direito de Superfície Habitação Hipoteca Penhor Promessa de Compra e Venda Irretratável Servidões Prediais Uso Usufruto Ementa: Do Condomínio e Direitos de vizinhança Conteúdos: Conceito e características do condomínio em geral Condomínio edilício. Direito de Vizinhança Uso regulares ou irregulares da propriedade dos direitos de vizinhança Ementa: Propriedade Intelectual Conteúdos: Direitos Autorais Marcas e Concorrência desleal Patentes e Desenho industrial Propriedade Industrial: Introdução DIREITO PENAL - LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E EXECUÇÃO PENAL Ementa: Crimes de Trânsito Causas de Aumento de Pena. Fuga do Local do Acidente. Omissão de Socorro Dirigir sem Habilitação. Velocidade Incompatível. Fraude Processual Embriaguez ao Volante. Participação em ""Racha"". Entrega Temerária da Direção de Veículo Homicídio culposo. Lesão Culposa Ementa: Crimes Hediondos – Equiparados Conteúdos: Descriminalização ou Despenalização. Plantio para uso. Porte x Tráfico Embasamento Constitucional, rol de crimes hediondos. Definição do Crime de Tortura, tortura por omissão. Porte de Entorpecentes / Drogas Oferecimento gratuito. Transporte. Delação Premiada Tráfico de Entorpecentes. Associação no Tráfico. Financiamento do tráfico Ementa: Execução Penal - Lei 7.210/84 Conteúdos: D.D. - Regime Disciplinar Diferenciado: características, cabimento e aspectos constitucionais Finalidade da LEP. Competência. Procedimento judicial. Fixação de regimes. Livramento Condicional, Sursis, Extinção da Punibilidade Progressão. Autorização de saída. Remição. Trabalho e estudo. Contagem. Remição Presumida. Perda de dias remidos Ementa: Proteção aos direitos da pessoa Conteúdos: Crime contra crianças e idoso Figuras Equiparadas. Responsabilidade Penal Posse / Porte Ilegal de Arma de uso permitido. Omissão de Cautela. Disparo de Arma de Fogo Posse / Porte Ilegal de Arma Restrita Tráfico de Armas DIREITO PROCESSUAL CIVIL - EXECUÇÃO, CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Ementa: Da execução em geral Conteúdos: Da ordem dos processos e dos processos de competência originária dos tribunais Da suspensão e da extinção do processo de execução Das diversas espécies de execução Dos Embargos a execução Dos processos nos tribunais e dos meios de impugnação das decisões judiciais Ementa: Da Liquidação da sentença Conteúdos: Liquidação da sentença: disposições gerais Art. 509 a 512 Liquidação pelo procedimento comum (art. 511) Liquidação por arbitramento (art. 510) Liquidação provisória (art. 512) Ementa: Do Cumprimento da sentença Conteúdos: Cumprimento de sentença de obrigação de fazer, de não fazer e de entregar coisa Cumprimento de Sentença: disposições gerais Cumprimento definitivo de obrigação de pagar quantia certa Cumprimento provisório de obrigação de pagar quantia certa Ementa: Procedimentos Especiais Conteúdos: Da Ação de consignação em pagamento Da Ação de exigir contas Das Ações possessórias: disposições gerais Manutenção e reintegração de posse TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL Ementa: Ação Penal Conteúdos: Ação penal privada - Prazos - Denúncia e queixa (requisitos, omissões, prazo, rejeição e aditamento); Ação civil ex delict: requisitos e condição de procedibilidade Ação penal pública incondicionada e condicionada Ação Penal: Conceito - Condições da ação penal Princípios; Titularidade Ementa: Inquérito Policial Conteúdos: Conceito; natureza jurídica; características. Valor probatório - vícios - Dispensabilidade Notitia criminis. Inquérito em ação pública incondicionada, condicionada e privada. Providências. Arquivamento. Da liberdade provisória. Liberdade provisória mediante fiança. Liberdade provisória decorrente de ilegal constrangimento por excesso de prazo do encerramento do inquérito policial ou da instrução criminal. Ensinamentos sobre o excesso de prazo no encerramento da instrução criminal Da prisão em flagrante, conceito e efeitos. Prisão ilegal, efeitos, relaxamento com e sem a soltura do preso. Da prisão por mandado. Conceito e distinção da prisão em flagrante, tipos de prisão por mandado (prisão em virtude de sentença condenatória, prisão pela pronúncia, prisão temporária) Princípios processuais. Lei processual no tempo e no espaço. Lei processual em relação às pessoas Ementa: Jurisdição e Competência Conteúdos: Competência em crime plurilocais. Competência para julgar crimes cometidos por prefeitos e policiais militares, Competência da justiça Comum Federal. Competênciafuncional ou foro especial por prerrogativa de função Competência pela natureza da infração. Competência por distribuição. Competência por conexão ou continência - Competência por prevenção - Competência por prerrogativa de função Das questões prejudiciais. Das exceções. Das incompatibilidades de impedimentos. Do conflito de jurisdição Delegação e prorrogação de competência. Competência pelo local da infração. Competência pelo domicílio do réu Ementa: Teoria Geral das Provas Conteúdos: Conceito de provas. Sistemas de prova. Espécies de provas Perícias. Instrução criminal Princípio da correlação; Emendatio libelli; Mutatio libelli Provas inadmissíveis e provas nulas. Provas ilícitas e ilícitas por derivação 7° SEMESTRE TÍTULOS DE CRÉDITO Ementa: Outros Títulos Cambiariformes Conteúdos: Cédula de Crédito Bancário Cédula de Crédito Imobiliário Cédula de Crédito: disposições gerais Conhecimentos de frete e de depósito Ementa: Títulos Cambiais Conteúdos: Letra de Câmbio: histórico, conceito, figuras intervenientes e legislação aplicável. Letra de Câmbio: requisitos, aceite, aval, pagamento, protesto, prescrição Nota Promissória: conceitos, figuras intervenientes e legislação aplicável Nota Promissória: requisitos e prescrição Ementa: Títulos Cambiariformes Conteúdos: Cheque: conceito, Natureza jurídica, legislação aplicável e requisitos. Cheque: figuras intervenientes, aval, apresentação para pagamentos, rescisão, prescrição, cobrança e modalidades Duplicata: aceite, pagamento, protesto, execução, prescrição, cobrança, duplicada de prestação de serviço e duplicata simulada Duplicata: Legislação aplicável, conceito de fatura e de duplicata e requisitos. Ementa: Títulos de Crédito Conteúdos: Ações, Ações Cambiais, Ações Causais Atributos; conceitos; princípios; classificação Conceito de Crédito Institutos de Direito Cambiário: emissão, endosso, aval, apresentação, aceite, pagamento e protesto Títulos de Crédito DIREITO ADMINISTRATIVO - ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ementa: Administração Pública Conteúdos: A Estrutura Administrativa, conceito, elementos e poderes do Estado Entidades Políticas e a Administração. Entidades Estatais. Entidades Autárquicas. Entidades Fundacionais. Entidades empresariais. Entidades paraestatais Organização do Estado. Organização da administração. Governo e Administração. Administração pública Órgãos e Agentes públicos. Atividade administrativa. Poderes e Deveres do Administrador Público. Uso e abuso de poder Ementa: Atos Administrativos Conteúdos: Competência dos Atos Administrativos Conceito e Requisitos dos Atos Administrativos Forma e finalidade dos Atos Administrativos Invalidade dos Atos Administrativos Ementa: Licitação e Contratos Administrativos Conteúdos: Considerações gerais sobre contratos. Conceito e peculiaridades do contrato administrativo. Formalização do Contrato Administrativo Execução do Contrato Administrativo. Inexecução, Revisão e Rescisão do Contrato Licitação e suas modalidades Principais Contratos Administrativos Ementa: Serviços Públicos Conteúdos: Autarquias, Fundações, agências executivas, empresas estatais ou governamentais, entes de cooperação, entidades paraestatais, convênios e consórcios administrativos Conceito, Classificação, Regulamentação e Controle, requisitos Direitos do Usuário. Competência para prestar os serviços. Competência da União, Estados, Municípios e Distrito Federal Formas e Meios de Prestação DIREITO CIVIL - FAMÍLIA E SUCESSÕES Ementa: Da Liquidação da Herança Conteúdos: Colação e Sonegados Inventário e procedimento O Arrolamento (Sumário e Comum) - sua distinção do Inventário e seus Procedimentos Partilha e suas espécies Ementa: Do Direito Matrimonial Conteúdos: Casamento Civil e Casamento Religioso, Idade Nupcial, Capacidade; impedimentos Matrimoniais Condições de Existência, Validade e Regularidade. Regimes de Bens Direito matrimonial: conceitos, natureza e princípios e União Estável Dissolução da Sociedade Conjugal, Divórcio, Separação Ementa: Do Direto Parenteral e Assistencial Conteúdos: Estatuto da Criança e do Adolescente Guarda, Alimentos Relações de Parentesco, Adoção Tutela, Curatela e Interdição Ementa: Sucessão em Geral Conteúdos: A Ordem de Vocação Hereditária, Sucessão de ascendentes, descendentes Noções Gerais acerca do Direito das Sucessões, Herança e sua transmissão Sucessão de colaterais e de convivente Sucessão Testamentária: testamento, princípios, legado e deserdação DIREITO PROCESSUAL PENAL - PROCEDIMENTOS Ementa: Das citações e nulidades Conteúdos: Diferença entre ato nulo e irregular e legitimidade para arguir. Espécies Natureza jurídica; previsão. Princípios Ementa: Introdução à teoria geral dos recursos Conteúdos: Classificação dos recursos: quanto aos motivos, iniciativa, fonte. Conceito, Admissibilidade; Previsão legal, cabimento Efeitos, reforma in pejus (art.617 CPP) Fatos impeditivos, fatos extintivos, desistência, deserção Fundamentos dos recursos. Existência jurídica dos recursos, princípios Interesses jurídicos, legitimidade Interposição de recursos (art.578, CPP), natureza jurídica, juízo de admissibilidade Possíveis recursos das decisões Prazos dos recursos Pressuposto subjetivo (art.577 CPP) Pressupostos Objetivos, cabimento, adequação, tempestividade, regularidade, procedimento Ementa: Processo e procedimento Conteúdos: Dos procedimentos do júri Procedimento Especial de legislação extravagante Procedimento comum/ ordinário Procedimento Especial do código Procedimento Sumário Procedimento Sumaríssimo Ementa: Recursos em espécie Conteúdos: Agravo Apelação Carta testemunhável Correição parcial Embargos infringentes e de nulidade Habeas corpus Mandado de segurança em matéria criminal Recurso em sentido estrito Recurso especial no Processo Penal Recurso Extraordinário no Processo Penal Recurso ordinário constitucional Revisão criminal MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS Ementa: Arbitragem Internacional Conteúdos: A Convenção de Nova York de 1958; painel de arbitragem. A Corte de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional; Reconhecimento e execução de sentenças arbitrais estrangeiras Ementa: Da Sentença Arbitral e nulidades Conteúdos: Intempestividade; competência; capacidade; Ausência de requisito obrigatório da sentença arbitral; Sentenças proferidas fora dos limites da convenção de arbitragem O cumprimento da sentença arbitral; Embargo de declaração; efeitos da sentença arbitral. Prevaricação; Concussão; anulação parcial do laudo; procedimento; direito de propor demanda anulatória; embargos do devedor. Sentença Arbitral; Prazo; questão prejudicial; requisitos essenciais; Ementa: Do Procedimento Arbitral Conteúdos: Instituição; Preclusão; Incompetência; escolha do procedimento arbitral; Medidas cautelares; revelia; intervenção do judiciário Princípios do processo arbitral; Conciliação; poderes instrutórios do árbitro; Ementa: Meios Extrajudiciais de Solução de Conflitos Conteúdos: A preservação de relacionamentos; Flexibilidade procedimental; Executividade; cumprimento voluntário, Recorribilidade. Negociação; Conciliação; Mediação e Arbitragem Os métodos híbridos; Vantagens e desvantagens dos MESCs; Aspectos econômicos; temporais; sigilosos. ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO Ementa: Código de Ética Conteúdos: Os deveres legais do estagiário e advogado Os deveres morais do estagiário e advogado Ementa: Deontologia Jurídica Conteúdos: A ética e moral como organização teleológica de comportamento humano Os princípios deontológicos Ementa: Estatuto do advogado Conteúdos: O advogado e o direito de representação O processo Disciplinar contra estagiário e advogado Ementa: Prerrogativas Conteúdos: O direito do estagiárioe do advogado: Parte I O direito do estagiário e do advogado: Parte II 8° SEMESTRE FILOSOFIA DO DIREITO Ementa: Conceitos e Filosofia Clássica Conteúdos: a Justiça Cristã: Paulo de Tarso e Agostinho de Hipona, o Pensamento Jurídico de Isidoro de Sevilha e Tomás de Aquino, a Evolução do Pensamento Jurídico na Idade Média, a Teocracia. Características do Filosofar, Distinção entre Conhecimento Científico e Conhecimento Filosófico, objeto de estudo da Filosofia Conceito, Atribuições, Funções, Métodos da Filosofia do Direito: Definição de Método, Modalidades de Métodos, a Teoria dos objetos, o Direito no mundo dos objetos. Filosofia do Direito e Ciência do Direito. Por que estudar filosofia do Direito? Sofistas, a Ética Socrática, o Idealismo Platônico, a Justiça Aristotélica, o Helenismo Greco-Romano, Contribuições da Filosofia Antiga para o Direito, o Direito Romano Ementa: Filosofia do Direito contemporâneo Conteúdos: a Fenomenologia do Poder, a Legitimidade do Poder. Contrapontos entre o Poder, o Não-Poder e o Dever Justiça e Finalidade do Direito. Diquelogia Jurídica Teoria do Direito Enquanto Justiça. Miguel Reale, Tercio Sampaio, Celso Laffer, Bittar, Alysson Mascaro e outros. Normas Jurídicas e Normas Morais - Conceitos e Distinções Ementa: Filosofia e Direito Moderno Conteúdos: a Ruptura do Renascimento, a Revolução Copernicana, o Jusnaturalismo, as Teorias Contratualistas, a Filosofia Moderna: Capitalismo e Modernidade, o problema do conhecimento, a Filosofia Política Moderna, a Filosofia do Direito Moderno, Contribuições para o Direito Moderno de Kant, Hegel e Marx Itália, Alemanha, França, Portugal, Brasil, Filosofia do Direito Comparado Kant, Hume e Hegel, a Filosofia Política Moderna, a Filosofia do Direito Moderno. Contribuições para o Direito Moderno de Karl Marx o Positivismo Jurídico de Hans Kelsen, a Proposta Existencialista, Hannah Arendt Direitos Humanos e os Neocontratualistas. Ementa: Temas Contemporâneos da Filosofia do Direito Conteúdos: Direito e Linguagem. Epistemologia Jurídica. Da Amplitude Epistemológica do Direito Direito e valor. Os Valores e o Homem; e a Religião; e a Estética; E o Direito. Os Valores Axiologia Jurídica Teoria do Direito Enquanto Valor. o Livre Arbítrio, a Liberdade de Consciência, Dimensões Sociais Sistemicidade e unicidade do Direito. Intersecções e multidisciplinaridade. DIREITO ADMINISTRATIVO - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ementa: Domínio Público Conteúdos: Afetação e Desafetação Alienação dos Bens Públicos Aquisição dos Bens Públicos Características principais: Impenhorabilidade, Imprescritibilidade, intangibilidade e não oneração Conceito e Classificação dos Bens Públicos (Bens de uso comum do povo, bens de uso especial, bens dominicais). Afetação e Desafetação Domínio Eminente e Domínio Patrimonial: fundamentos Utilização dos Bens Públicos por particulares: Autorização de uso, autorização de uso especial, permissão de uso, concessão de uso, concessão de uso especial, concessão de direito real de uso Ementa: Intervenção do Estado na Propriedade Conteúdos: Anulação de Desapropriação Competência para intervir na propriedade Declaração Expropriatória Desapropriação Fundamentos e Limites da Intervenção Indenização Limitações Administrativas Modalidades de Intervenção Processo Expropriatório Requisição e Ocupação temporária Retrocessão Tombamento Ementa: Responsabilidade Extracontratual do Estado Conteúdos: Aplicação da Responsabilidade Objetiva. Reparação do Dano. Responsabilidade Civil do Estado. Tipos de Responsabilidade. Responsabilidade por atos judiciais Ementa: Servidores Públicos Conteúdos: Improbidade Administrativa Normas Constitucionais pertinentes aos Servidores Organização do Serviço Público Responsabilidade dos Servidores DIREITO AMBIENTAL Ementa: Competências e Princípios Fundamentais do Direto Ambiental Conteúdos: Conceito de direito ambiental e legislação ambiental Normas constitucionais de competência Normas constitucionais gerais e específicas Princípios do direito ambiental Ementa: Direito Internacional, Políticas Nacionais e Patrimônio Genético Conteúdos: Direito Internacional Ambiental Patrimonio genético. Patrimônio Cultural Política energética. Recursos Hídricos Política Nacional de Mudanças Climáticas, Política Nacional de Resíduos Sólidos Ementa: Política Nacional do Meio Ambiente Conteúdos: Espaços territoriais especialmente protegidos (Reserva legal, Área de Preservação Permanente, Unidades de Conservação) Licenciamento Ambiental. Estudos e Avaliação ambiental. Auditoria Ambiental Política Nacional do Meio Ambiente Zoneamento Ambiental e padrões de qualidade Ementa: Tutela Administrativa; Civil e Penal Conteúdos: Dano Ambiental Infrações Administrativas Ambientais (Código Florestal, Lei 9605/98 e outros) Responsabilidade Civil e Processual Civil Ambiental Responsabilidade Criminal Ambiental DIREITO TRIBUTÁRIO - DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO Ementa: Constituição do Crédito Tributário Conteúdos: Conceito e efeitos; Garantias e privilégios do crédito tributário; Lançamento Tributário; Lançamento de ofício; Lançamento por homologação; Reclamações e Recursos administrativos; Parcelamento; Extinção do crédito tributário; Revisão; Suspensão de Exigibilidade; Moratória; Depósito do Crédito Tributário; Ementa: O Conceito de Tributação e os Tributos Conteúdos: Empréstimos compulsórios; Contribuições Sociais Isenções e Imunidades tributárias Taxas, Contribuições de Melhoria Teorias e Espécies Tributárias - Impostos Ementa: Obrigação Tributária Conteúdos: A Norma jurídica tributária; Conceito jurídico de tributo; Poder tributário: fundamentos, competência e capacidade ativa; Obrigação tributária; o Sujeito ativo; obrigação tributária principal e acessória; sujeito passivo da obrigação tributária; Capacidade tributária passiva; Obrigação: aspectos gerais. Conceito. Elementos. Fato gerador: conceito, características. Estrutura, elementos, tributação de atos ilícitos e atos ineficazes. Responsabilidade tributária Ementa: Princípios Constitucionais Tributários Conteúdos: A Ciência do Direito Tributário e a Lógica dos Tributos; A ideologia Tributária. Estudo dos princípios Constitucionais Tributários; Noção de Direito Tributário; as Fontes do direito tributário; Domicilio Tributário; Pacto Federativo e Sistema Tributário Nacional; Federalismo Fiscal; 9° SEMESTRE DIREITOS HUMANOS Ementa: A Constituição Brasileira de 1988 e os Tratados Internacionais de Proteção dos Direitos Humanos Conteúdos: A incorporação dos Tratados Internacionais de proteção de direitos humanos pelo Direito Brasileiro Gênese e principiologia O Estado Brasileiro em face do Sistema Internacional de proteção dos Direitos Humanos O impacto dos Tratados Internacionais dos Direitos Humanos na ordem Jurídica Brasileira Ementa: A Evolução Histórica dos Direitos Humanos Conteúdos: Características dos direitos humanos. Evolução Histórica em nível global Os direitos Humanos e suas gerações Os Direitos Humanos na segunda metade do século XX Ementa: O Direito Internacional dos Direitos Humanos e a Redefinição da Cidadania no Brasil Conteúdos: O movimento de internacionalização dos Direitos Humanos O sistema Interamericano de proteção dos Direitos Humanos Os refugiados e asilados Sistema de Proteção de Direitos Humanos das Nações Unidas e Tribunal Penal Internacional Ementa: O valor Jurídico dos Tratados Internacionais de proteção dos direitos Humanos Conteúdos: A Organização das Nações Unidas Concepção contemporânea de Direitos Humanos O conceito de tratados O processo de formação dos tratados internacionais DIREITO TRIBUTÁRIO - TRIBUTOS EM ESPÉCIE Ementa: Execução Fiscal e Processo Tributário Conteúdos: Ações de Autoria do Contribuinte Anulatória deLançamento Tributário; Tutela Provisória Consignação em Pagamento Execução Fiscal, aspectos Gerais. Mandado de Segurança; Ação Declaratória Processo e Procedimento da Execução Fiscal Repetição de Indébito Ementa: Impostos Estaduais Conteúdos: Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e às prestações de serviços (ICMS): função, fato gerador, não-cumulatividade, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, convênios interestaduais, imunidades, considerações; Imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Imposto sobre transmissão causa mortis e doações (ITCMD): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações Imposto sobre transmissão causa mortis e doação O ICMS e a Emenda Constitucional 87/2015 Ementa: Impostos Federais Conteúdos: Imposto de exportação (IE): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Imposto de importação (II): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações. Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro e sobre operações relativas a títulos e valores mobiliários (IOF): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações. Imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza (IR): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Ementa: Impostos Municipais Conteúdos: Contribuição para custeio do serviço de iluminação pública (COSIP) Imposto sobre a transmissão Intervimos de bens imóveis e direitos a eles relativos (ITBI): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Imposto sobre propriedade predial e territorial urbana (IPTU): função, fato gerador, base de cálculo, progressividade, sujeito passivo, lançamento, considerações Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA Ementa: Liquidação Extrajudicial de Instituições Financeiras Conteúdos: Da Intervenção e seu Processo Liquidação Extrajudicial e seu Processo Reorganização da Instituição Financeira Responsabilidade dos Administradores Ementa: Recuperação Extrajudicial e Judicial Conteúdos: Homologação Facultativa e Obrigatória; os credores na Recuperação Extrajudicial Microempresa e empresa de pequeno porte Órgãos da Recuperação Judicial; Assembleia Geral; Administração Judicial; Comitê Processo da Recuperação Judicial; Convolação em Falência Requisito da Recuperação Extrajudicial Viabilidade da Empresa e Meios de Recuperação da Empresa Ementa: Regime Jurídico dos Atos e Contratos do Falido e dos Credores do Falido Conteúdos: Atos Ineficazes, Declaração Judicial da Ineficiência. Classificação dos Créditos Credores Admitidos, Efeitos da Falência quando aos credores. Efeitos da Falência quanto aos Contratos do Falido Ementa: Teoria Geral do Direito e Processo Falimentar Conteúdos: Administração da Falência, Apuração do Ativo, Verificação de Crédito, Liquidação do Processo Falimentar, Reabilitação do Falido Introdução; Devedor sujeito a falência e insolvência Pedido de Falência, Sentença Declaratória da Falência, Sentença Denegatória da Falência Restrições pessoais e Regime Patrimonial do Falido, Reabilitação do Falido, Patrimônio Separado 10° SEMESTRE DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO Ementa: Evolução das Relações de Consumo Conteúdos: A evolução e fundamentos do direito do Consumidor; Direito do Consumidor no Brasil Art. 4 do CDC e suas implicações Aspectos Constitucionais do Direito do Consumidor Conceito jurídico de Relações Negociais de Consumo. Produto e Serviço Direitos básicos do consumidor Princípios da vulnerabilidade; princípio do dever do Estado; da saúde e segurança; da transparência; do interesse econômico; da boa-fé; da dignidade; Ementa: Práticas Abusivas Conteúdos: Conceito; Oferta, Publicidade; Formas de oferta; não cumprimento da oferta: Consequências; princípios aplicados. Inversão do ônus da prova Publicidade enganosa: conceito; por omissão; por comissão. Publicidade abusiva Responsabilidade do patrocinador e a repetição em dobro. Ementa: Proteção Contratual Conteúdos: Ações coletivas, medidas cautelares Conceitos de SPC E Serasa; procedimentos, prazos; negativação indevida; indenização; Contrato de adesão; Multa, juros e correção monetária no CDC Força executiva, cláusula abusiva, contrato de consórcio, contrato de financiamento Interesses difuso, coletivo e individual homogêneo Introdução; formas de Contratos; princípios aplicados; interpretação contratual; Ementa: Responsabilidade Civil pelo Vício do Produto ou Serviço Conteúdos: Conceito e distinção de defeito e de vício Conceito; Consequência do RECALL; Responsabilidade; Prazos; Desconsideração da Personalidade Jurídica Excludentes de responsabilidade; Responsabilidade solidária; Responsabilidade exclusiva do comerciante; Responsabilidade pelo fato do produto; Responsabilidade pelo fato do serviço. Responsabilidade pelo vício Garantia Legal, contratual, garantia estendida, contagem de prazo, correntes doutrinária, prazo prescricional, prazo decadencial Qualidade: Prazo de reparo do produto; Dilação do prazo; Formas de reparação do vício Regras de responsabilidade no CDC. Responsabilidade Objetiva e Subjetiva DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL Ementa: Direitos Eleitorais Conteúdos: Art. 14 da CF; Cidadania Direitos Políticos Perda e Suspensão dos Direitos Políticos Sufrágio e suas espécies Ementa: Fundamentos do Direito Eleitoral Conteúdos: Conceito e Fontes do Direito Eleitoral. Conceito e espécies de Democracia História do Direito Eleitoral Instrumentos de participação direta da sociedade Referendo. Plebiscito e iniciativa popular Ementa: Justiça Eleitoral Conteúdos: Juiz Eleitoral e Juntas Eleitorais Justiça Eleitoral Organização e Competência Tribunal Superior Eleitoral. Tribunal Regional Eleitoral Ementa: Sistemas Eleitorais Conteúdos: Condições de Elegibilidades e Desincompatibilização. Breves Considerações sobre a Lei nº 9.096/95 Da criação e do Registro dos Partidos Políticos. Breves Considerações sobre a Lei nº 9.504/97 Inelegibilidades. Conceito e Classificação Sistemas Eleitorais. Majoritário e Proporcional DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL Ementa: Benefícios da Seguridade Social Conteúdos: Auxílio Doença. Salário-Família. Salário maternidade. Pensão por morte. Auxílio acidente. Auxílio reclusão. Benefícios previstos em leis esparsas Filiação, Inscrição, Dependentes, Manutenção e Perda da Qualidade de Segurado. Beneficiários - segurados e dependentes dos segurados. Período de Carência; Salário Benefício. Renda mensal do benefício. Reajustamento do valor do benefício. Espécies de benefícios. Aposentadoria por idade; Aposentadoria por tempo de contribuição; Aposentadoria por invalidez. Aposentadoria Especial Serviços da previdência social; Reconhecimento de filiação. Justificação administrativa. Pagamento de benefício. Restituição de benefícios indevidos Ementa: Custeio da Seguridade Social Conteúdos: Compensação e Restituição. Prescrição e Decadência. Crimes contra a seguridade social Fontes de custeio, Natureza jurídica da contribuição previdenciária e Obrigação previdenciária. Segurados e Contribuintes da Previdência. Isenções de Contribuições. Salário de Contribuição. Arrecadação e Reconhecimento das contribuições sociais Segurados (empregado, empregado doméstico, contribuinte individual, trabalhador avulso, segurado especial, segurado facultativo). Empregador Doméstico, Empresa e equiparados, outros Empregadores. Contribuições (segurado, obrigatório e facultativo, contribuinte individual, empresas, cooperativas, empregadorrural, segurado especial, empregador doméstico, clubes de futebol, PIS/PASEP, COFINS, CSLL, concurso de prognósticos, CPMF, outras receitas) Ementa: Introdução ao Direito Previdenciário Conteúdos: Benefícios atrelados ao salário de contribuição. Preservação do valor real dos benefícios. Previdência complementar facultativa, custeada por contribuição adicional Conceito de Previdência Social e Direito Previdenciário. Finalidade da Previdência Social. Seguridade Social na Constituição de 1988 Legislação aplicável no Direito Previdenciário. Histórico do Direito Previdenciário. Princípios da Seguridade Social e do Direito Previdenciário. Princípios da Seguridade Social e da Previdência Social Universidade de participação nos planos previdenciários, mediante contribuição. Valor da renda mensal dos benefícios, substitutos do salário-de-contribuição ou do rendimento do trabalho, não inferior do salário mínimo Ementa: Regimes de Previdência Conteúdos: Regime da Previdência Oficial Complementar Regime Geral Previdência Social Regimes da Previdência Privada Regimes Próprios - União, Estados, Distrito Federal e Municípios DIREITO INTERNACIONAL Ementa: Direito Internacional Privado Conteúdos: Conflitos de leis Elementos de conexão Estatuto do Estrangeiro Homologação de sentença estrangéria Introdução ao Direito Internacional Privado Ementa: Sistema de controle internacional dos Direito Humanos Conteúdos: Corte Internacional de Justiça Corte Penal Internacional Sistema Europeu de Direitos Humanos e seu funcionamento Sistema Interamericano de Direitos Humanos e seu funcionamento Ementa: Sociedade Internacional Conteúdos: Introdução e fontes Jurisdição e Imunidades Personalidade e sujeitos Responsabilidade internacional Ementa: Tratados internacionais Conteúdos: Estrutura, classificação dos tratados internacionais Hierarquia dos tratados Processo de formação dos tratados: negociação e assinatura Processo de formação dos tratados: ratificação, adesão e denúncia RESPONSABILIDADE CIVIL Ementa: Responsabilidade Civil Extracontratual Objetiva Conteúdos: A Responsabilidade Civil no Novo Código Civil Brasileiro Evolução Doutrinária; Teoria do Risco; Modalidades de Risco Evolução histórica da responsabilidade civil Responsabilidade pelo Fato das Coisas. Ementa: Responsabilidade Civil Extracontratual Subjetiva Conteúdos: Conduta Culposa Dano Espécies de Culpa Nexo de causalidade Ementa: Responsabilidade da Administração Pública Conteúdos: Responsabilidade do Estado no Direito Civil Brasileiro: Parte I Responsabilidade do Estado no Direito Civil Brasileiro: Parte II Ementa: Teoria Geral da Responsabilidade Civil Conteúdos: Função e Espécies de Responsabilidade Civil. Posicionamento da Responsabilidade Civil na Teoria Geral do Direito Brasileiro OPTATIVAS BIODIREITO Ementa: Biodireito: Introdução Conteúdos: Ética. Bioética: Evolução do termo; Princípios da bioética; Posturas liberal e Conservadora. Biodireito. Noção geral; O titular da dignidade: Nascituro e embrião. Os direitos humanos e o biodireito Análise e discussão de casos práticos. Ementa: Clonagem humana e Reprodução Assistida Conteúdos: Clonagem reprodutiva e terapêutica. Ética, bioética e dignidade da pessoa humana e Clonagem humana. Direitos da personalidade. Tratamento constitucional da clonagem humana. Legislação aplicável à clonagem humana. Histórico. Mudança de tratamento na filiação. Presunções na reprodução assistida. Perícias. Paternidade e maternidade na reprodução assistida. Reprodução à revelia das partes. Laqueadura e vasectomia. Ementa: Experiência com seres humanos e Alimentos transgênicos Conteúdos: Experiência com seres humanos: Conceituação. Riscos e benefícios. Anencefalia: Generalidades. Conceito. Caracterização. Aspectos jurídicos Celulas Tronco embrionárias: Aspectos gerais. Conceituação. Legislação aplicável. Discussão ética. Regulamentação internacional. A proteção dos transgênicos. Análise atual da biotecnologia alimentar. Risco do produto transgênicos. Ementa: Transfusão de sangue, Transplante de tecidos, órgãos e partes do corpo e Conteúdos: Mudança de Sexo Transfusão de Sangue: Generalidades. Conflito de direitos fundamentais quando da recusa. Posicionamentos do Tribunais. Transplante: Conceito. Gratuidade. Consentimento. Momento da extração de tecidos, Órgão ou partes do corpo em caso de morte. Doador e receptor. Listas de doação. Limitação à doação. Cobertura de planos de sapude para o transplante. Legislação pertinente Sexualidade e gênero: Generalidades. Conceito. Transexualidade feminina e masculina. O casamento do transexual. LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Ementa: Aspectos gramaticais da Libras Adjetivos Classificadores Estruturas sintáticas da Libras Flexão de aspecto Flexão de número e grau Flexão de pessoa Pronomes interrogativos Pronomes pessoais e possessivos Recursos narrativos da Libras Verbos "manuais" Verbos com concordância Verbos sem concordância Ementa: Aspectos linguísticos e culturais da Libras Conteúdos: Diferenças culturais na interação em Libras Alfabeto manual da Libras Apresentação pessoal em Libras Configurações de mão, movimento, localização e orientação da(s) mão(s) Cumprimentos em Libras Derivações na Libras Desmitificando algumas crenças sobre a Libras Expressões faciais afetivas e gramaticais Formação de sinais compostos Incorporações na Libras Manifestações artísticas e culturais Variedades linguísticas da Libras Ementa: Fundamentos históricos e conceituais da educação de surdos Conteúdos: A educação de surdos na Antiguidade A educação de surdos na Idade Média A educação de surdos na Idade Moderna até os dias atuais A Libras como símbolo de identidade Abordagem de ensino bilíngue Abordagem de ensino oralista Aparelho de Amplificação Sonora Individual e Implante Coclear Concepções sócio-antropológica e patológica da surdez Diferentes identidades surdas Graus de perdas auditivas O conceito de identidade Tipos de perdas auditivas Ementa: O surdo na escola Conteúdos: A escrita de alunos surdos Atendimento educacional especializado Código de ética do intérprete Diferença entre tradutor e intérprete de Libras Escolas ou classes bilíngues para alunos surdos Estratégias didáticas de ensino de língua portuguesa como segunda língua para surdos Fundamentação legal do ensino de língua portuguesa como segunda língua para surdos Inclusão do aluno surdo na sala regular com ou sem a presença de intérprete de Libras O ensino de Libras como primeira língua O ensino de Libras como segunda língua O intérprete educacional de Libras O profissional docente de Libras. MEDICINA FORENSE Ementa: Identidade Jurídica Conteúdos: Documentos periciais Identificação Judiciária Papel da autoridade solicitante Papel do IML Ementa: Introdução a Medicina Legal Conteúdos: Conceito e elementos da Perícia Legal História da Medicina Forense Importância da Medicina Forense para o Direito Provas Delitivas Ementa: Peritos e Perícias Conteúdos: A emissão de documentos A importância dos peritos. Papel dos Peritos Laudo pericial Perícia e local de crime Ementa: Traumatologia Conteúdos: Estudo da decomposição do organismo. Asfixias Mecânicas. Sexologia Forense Gravidez, Parto e Puerpério. Aborto. Infanticídio Infortunística Traumatologia. Químicas, Físicas e Mecânicas