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"Nós que aqui estamos por vós esperamos" é um filme brasileiro de 1999 sob a direção de Marcelo Masagão. Ele traz o filme como memórias do século XX. O filme retrata de uma verdadeira volta ao mundo no seu contexto histórico, econômico e cultural. Banaliza a vida e a morte para nos fazer refletir sobre ela.
 O roteiro vem apresentando uma soma de imagens impactantes e reais, que optam pela subjetividade (inspiração em Freud). Masagão disse que as imagens falam por si só, não se faz necessária narração e nem explicação, apenas a correlação entre cenas, ideias e imagens e as citações dos 'grandes da história'.
 O século XX foi o século que houve mais mortes, e o documentário abrange esse tema. Por isso essa abordagem mais melancólica e desesperançosa através da montagem das imagens produzidas no século XX e da música composta por Wim Mertens, o período de contrastes entre um mundo que se envolve em dois grandes conflitos internacionais, a banalização da violência, o desenvolvimento tecnológico, a esperança e a loucura das pessoas.
 O título do filme vem do letreiro disposto em um cemitério localizado na cidade de Paraibuna, no interior do Estado de São Paulo, onde se lê a mesma frase "Nós que aqui estamos, por vós esperamos" acontecimentos da vida de pessoas no século XX, com mortes banalizadas.
Já no artigo é tecida uma crítica teórica a família na visão de Poster usando como base as principais correntes cientificas que, de alguma forma, abordaram o tema. O autor analisa em primeiro plano o conceito de família de acordo com Freud, segundo ele, Freud pecou pela incapacidade de estabelecer um conjunto de seus progressos em um contexto mais amplo de teoria histórica e social. Poster continua sua analise abordando os conceitos mais importantes de Freud, para ele o complexo de Édipo só é encontrado no privatizado lar burguês, ao contrario de Freud que afirma que este é universal. 
Poster continua sua Análise crítica a autores como Reich, Horkheimer, Marcuse. Entre outros. Em sua própria análise do conceito de família, poster afirma que para esta foi considerada dois níveis de análise: a vida cotidiana da família e a relação entre família e sociedade. Conclui, porém, com um modelo utópico de família que elimine das hierarquias os mecanismos de produção a partir de idade e sexo, apontando assim direções de mudanças. 
Com a banalização da morte no documentário (Filme), em comparação do conceito de família percebemos um contraste bem nítido, já que conforme Poster um dos níveis de análise da família, como citado acima, é a relação família e sociedade, e a sociedade do século XX retratada pelo Filme mostra uma total falta de empatia/interesse pelos componentes da própria sociedade mostrado pela banalização da morte.