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07/05/2020 Ead.br
https://unp.blackboard.com/webapps/late-Course_Landing_Page_Course_100-BBLEARN/Controller 1/25
07/05/2020 Ead.br
https://unp.blackboard.com/webapps/late-Course_Landing_Page_Course_100-BBLEARN/Controller 2/25
introdução
Introdução
Nesta unidade vamos conhecer quatro dos 12 princípios da animação que são
fundamentos básicos na produção de qualquer tipo de animação, independente
d f il ili d i h i í i d
HISTÓRIA E PRINCÍPIOS HISTÓRIA E PRINCÍPIOS 
DA ANIMAÇÃODA ANIMAÇÃO
Me. Graziel le de Lima Cianfa
I N I C I A R
07/05/2020 Ead.br
https://unp.blackboard.com/webapps/late-Course_Landing_Page_Course_100-BBLEARN/Controller 3/25
de software ou estilo utilizado. Você vai conhecer o princípio de ação
secundária, os movimentos que reforçam a ação primária, deixando a cena mais
natural e realista além de fortalecer as características de personalidade do
personagem. O princípio de encenação, que é a maneira de apresentar a cena ou
sensação ao público de maneira clara e simples. O princípio de temporização
que determina o tempo da ação do personagem a ser animado. E o princípio de
aceleração e desaceleração que dá noção desse movimento através da posição e
distanciamento dos quadros desenhados.
Os 12 Princípios daOs 12 Princípios da
AnimaçãoAnimação
07/05/2020 Ead.br
https://unp.blackboard.com/webapps/late-Course_Landing_Page_Course_100-BBLEARN/Controller 4/25
De acordo com THOMAS e JOHNSTON (1995) com o tempo, os estudos
realizados pelo estúdio Disney foram gerando resultados cada vez mais
satisfatórios e percebeu-se que alguns dos métodos de desenho criados eram
mais seguros e davam resultados melhores e realistas. Cada um desses
processos recebeu um nome conforme os artistas conversavam e discutiam
sobre o tema. Eles foram reunidos e por �m se tornaram os princípios
fundamentais da animação.
1. Comprimir e esticar
2. Antecipação
3. Encenação
4. Animação direta e pose a pose
5. Continuidade e sobreposição da ação
6. Aceleração e desaceleração
7. Arcos
8. Ação secundária
9. Temporização
10. Exagero
11. Desenho volumétrico
12. Apelo
Vamos conhecer o princípio da ação secundária e suas aplicações na animação.
Ação Secundária
Este princípio da ação secundária ajuda a reforçar a ação primária, deixa a cena
mais natural e enriquece as características de personalidade do personagem
07/05/2020 Ead.br
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mais natural e enriquece as características de personalidade do personagem.
Por exemplo, um personagem triste que seca uma lágrima, essa é uma ação que
reforça o acontecimento primário. A ação secundária sempre depende dessa
ação principal e não pode se sobrepor ou se sobressair. A di�culdade é manter
as duas ações unidas dentro da mesmo tempo de animação (THOMAS;
JOHNSTON, 1995).
Explorando um pouco mais esse exemplo vamos conseguir identi�car a
implementação do  princípio e sua necessidade na animação. De acordo com os
animadores da Disney THOMAS e JOHNSTON (1995) se o personagem tem
uma expressão de tristeza em seu rosto ela deve estar em evidência, é a ação
principal, o foco da cena que deve ser vista pelo público. A mão secando a
lágrima deve ser planejada com cuidado para apoiar a ação que está
acontecendo. Um movimento brusco ou onde a mão cubra parte do rosto do
personagem é di�cilmente aceitável. É necessário suavidade para que a
expressão se sobressaia em meio aos movimentos.
Fi 4 1 U i t b d ã b t d t d
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THOMAS e JOHNSTON (1995) dizem que um animador encontrou um método
para identi�car com mais clareza como implementar a ação secundária sem que
ela se sobreponha a ação primária. É a técnica de construção em blocos.
Primeiro se anima o movimento mais importante, veri�cando se está
transmitindo corretamente a expressão e ação desejada. Em seguida o
animador passa uma segunda vez pelos desenhos e poses fazendo a animação
secundária. E, se necessário, uma terceira vez para adequar e �nalizar os
movimentos daquela cena da animação, para que todas as partes funcionem
juntas de maneira natural.
atividadeAtividade
1) Com base no que aprendeu do princípio de ação secundária sobre a construção em
blocos, utilizada para inserir os desenhos dos movimento secundários, assinale a
alternativa correta
a) A técnica consiste em construir blocos no meio da animação.
b) A técnica está relacionada a quantidade de blocos identi�cados em cena.
Figura 4.1 - Um movimento brusco ou onde a mão cubra parte do rosto do
personagem é di�cilmente aceitável
Fonte: Pixabay.
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https://unp.blackboard.com/webapps/late-Course_Landing_Page_Course_100-BBLEARN/Controller 7/25
) q
c) Os blocos representam a quantidade de desenhos.
d) Os blocos são referentes a revisões e inserção de novos desenhos na ação.
e) Os blocos são referências a poses da animação.
Os 12 Princípios daOs 12 Princípios da
AnimaçãoAnimação
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De acordo com THOMAS e JOHNSTON (1995) com o tempo, os estudos
realizados pelo estúdio Disney foram gerando resultados cada vez mais
satisfatórios e percebeu-se que alguns dos métodos de desenho criados eram
mais seguros e davam resultados melhores e realistas. Cada um desses
processos recebeu um nome conforme os artistas conversavam e discutiam
sobre o tema. Eles foram reunidos e por �m se tornaram os princípios
fundamentais da animação.
1. Comprimir e esticar
2. Antecipação
3. Encenação
4. Animação direta e pose a pose
5. Continuidade e sobreposição da ação
6. Aceleração e desaceleração
7. Arcos
8. Ação secundária
9. Temporização
10. Exagero
11. Desenho volumétrico
12. Apelo
Vamos agora conhecer o princípio de encenação e suas aplicações na animação.
Encenação
Encenação é apresentar a ideia de forma que seja clara para o público, simples,
mas envolve características diversas e conceitos de encenação de teatro A ação
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mas envolve características diversas e conceitos de encenação de teatro. A ação
precisa ser encenada com clareza, a personalidade do personagem precisa estar
aparente, uma expressão visível e um humor ou sentimento a ser transmitido ao
público (THOMAS; JOHNSTON, 1995).
Deve-se manter a história em foco, independente de planejar uma cena grande
com todo o cenário aparente ou mostrar apenas o personagem na cena. Ter a
câmera se movendo ao longo do cenário ou várias imagens focadas em objetos
especí�cos da cena. Tudo tem que estar de acordo com o plano de animação
(THOMAS; JOHNSTON, 1995).
Por exemplo, se a intenção é transmitir uma sensação de medo e terror ao
público é preciso acrescentar elementos para tornar a cena assustadora como
uma casa antiga, ventos uivantes, um céu ameaçador, sombras se movendo.
Uma cama de �ores estaria fora de contexto (THOMAS; JOHNSTON, 1995).
Agora se o objetivo é encenar uma ação deve-se ter a certeza de que aquela
ação será vista pelo público, que ela não �cará encoberta em cena por conta de
um mal posicionamento, uma pose no ângulo errado ou se perder em meio ao
cenário.  O animador faz os desenhos pra que eles representem ações de
maneira clara e simples (THOMAS; JOHNSTON, 1995).
Se o personagem está pulando a visão geral de câmera do cenário deve ser um
pouco afastada, para que se possa identi�car a ação, agora se for para mostrar a
expressão do personagem o foco deve estar no rosto do personagem e não
afastado mostrando todo o cenário (THOMAS; JOHNSTON, 1995).
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Na �gura 4.2 vemos um exemplo do princípio de encenação. O intuito é
apresentar de forma clara a ação do personagemcom todo o conjunto do
cenário. O personagem �ca em destaque de maneira que o público possa
observar sua expressão e identi�que a ação através dos elementos do cenário,
pose e construção do personagem.
atividadeAtividade
2) O princípio de encenação, embora pareça simples, envolve a apresentação e
conceitos teatrais. Para atingir o resultado proposto por este princípio devemos
sempre tomar o cuidado de manter a cena:
a) Encoberta, atrapalhando a visão do público.
b) Com o foco sempre no rosto do personagem.
Figura 4.2 - Exemplo de encenação
Fonte:123rf.
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) p p g
c) Com o foco sempre afastado do personagem, mostrando todo o cenário.
d) O personagem sempre com a mão no rosto.
e) Representar a ação de maneira clara e simples.
Os 12 Princípios daOs 12 Princípios da
AnimaçãoAnimação
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De acordo com THOMAS e JOHNSTON (1995) com o tempo, os estudos
realizados pelo estúdio Disney foram gerando resultados cada vez mais
satisfatórios e percebeu-se que alguns dos métodos de desenho criados eram
mais seguros e davam resultados melhores e realistas. Cada um desses
processos recebeu um nome conforme os artistas conversavam e discutiam
sobre o tema. Eles foram reunidos e por �m se tornaram os princípios
fundamentais da animação.
1. Comprimir e esticar
2. Antecipação
3. Encenação
4. Animação direta e pose a pose
5. Continuidade e sobreposição da ação
6. Aceleração e desaceleração
7. Arcos
8. Ação secundária
9. Temporização
10. Exagero
11. Desenho volumétrico
12. Apelo
Vamos conhecer o princípio de temporização e suas aplicações na animação.
Temporização
Resumidamente, a temporização determina o tempo que a ação vai �car em
cena Através da velocidade dos movimentos dos personagens e quantidades de
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cena. Através da velocidade dos movimentos dos personagens e quantidades de
quadros/desenhos podemos identi�car sua personalidade e sentimento
expressado, se ele está nervoso ou relaxado por exemplo (THOMAS;
JOHNSTON, 1995).
Como exemplo podemos pegar duas imagens de uma animação pose a pose: a
primeira, onde o personagem está com a cabeça virada para a direita e a última
onde o personagem está com a cabeça virada para a esquerda e o queixo
levemente inclinado para cima. São os quadros de preenchimento desenhados
entre eles que darão sentido a ação. A quantidade desses quadros dá um
sentido totalmente diferente para a cena (THOMAS; JOHNSTON, 1995).
Observe os exemplos abaixo:
Sem quadros de preenchimento: O personagem foi atingido por uma
força tremenda. Sua cabeça quase foi arrancada.
Um quadro de preenchimento: … foi atingido por um tijolo, rolo de
massa, frigideira.
Dois quadros de preenchimento: … teve um tique nervoso, um
espasmo muscular, uma contração muscular incontrolável.
Três quadros de preenchimento: … está desviando de um tijolo, rolo de
massa, frigideira.
Quatro quadros de preenchimento: … está dando uma ordem de
maneira rude, “Vamos!” “Mova isso!”.
Cinco quadros de preenchimento: … é mais amigável, “Aqui!” “Vamos
lá, rápido!”.
Seis quadros de preenchimento: … viu uma garota bonita, ou o carro
esporte que sempre quis.
Sete quadros de preenchimento: … tenta olhar algo com calma.
Oito quadros de preenchimento: … procura pela pasta de amendoim
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no armário da cozinha.
Nove quadros de preenchimento: … avalia, considerando
pensativamente.
Dez quadros de preenchimento: … alonga um músculo dolorido.
(THOMAS; JOHNSTON, 1995, p. 66, tradução nossa).
Na �gura a seguir podemos observar como seria a implementação do princípio
de temporização na animação com o exemplo dado acima. Temos uma linha do
tempo com a disposição dos quadros desenhados. O circulados em vermelho
são os quadros principais, o primeiro e último. Os quadros dentro da marcação
azul representam os quadros de preenchimento. A ação, independente de qual
seja, vai acontecer dentro do espaço de tempo determinado, do quadro 0 ao 60
e os frames de preenchimento dão o sentido a ação.
A questão desse princípio de animação também é quando usar um quadro e
quando usar dois? Aqui os animadores THOMAS e JOHNSTON (1995) se
Figura 4.3 - Implementação do princípio de temporização
Fonte: Elaborado pela autora.
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referem a usar um desenho em um quadro ou duplicar o mesmo desenho em
dois quadros. Essa técnica suaviza a animação e é imperceptível aos olhos do
público além de otimizar o tempo de produção dos desenhos. Um movimento
rápido com imagens duplicadas dá mais espírito ao personagem, mas quando há
a necessidade de coincidir movimentos o desenho precisa ser único para não
haver um deslize ou desencontro.
atividadeAtividade
3) Qual deve ser o objetivo do animador ao implementar o princípio de Temporização
na animação? O que ele deve buscar? Assinale a alternativa correta.
a) Identi�car a personalidade e sentimento expressado do personagem.
b) Identi�car a quantidade de quadros na animação.
c) Duplicar o mesmo desenho em dois quadros.
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c) Duplicar o mesmo desenho em dois quadros.
d) De�nir os quadros de preenchimento.
e) Determina o tempo que a ação vai �car em cena.
Os 12 Princípios daOs 12 Princípios da
AnimaçãoAnimação
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De acordo com THOMAS e JOHNSTON (1995) com o tempo, os estudos
realizados pelo estúdio Disney foram gerando resultados cada vez mais
satisfatórios e percebeu-se que alguns dos métodos de desenho criados eram
mais seguros e davam resultados melhores e realistas. Cada um desses
processos recebeu um nome conforme os artistas conversavam e discutiam
sobre o tema. Eles foram reunidos e por �m se tornaram os princípios
fundamentais da animação.
1. Comprimir e esticar
2. Antecipação
3. Encenação
4. Animação direta e pose a pose
5. Continuidade e sobreposição da ação
6. Aceleração e desaceleração
7. Arcos
8. Ação secundária
9. Temporização
10. Exagero
11. Desenho volumétrico
12. Apelo
Vamos conhecer o princípio de aceleração e desaceleração e suas aplicações na
animação.
Aceleração e Desaceleração
Aceleração e desaceleração são referentes aos quadros de preenchimento
07/05/2020 Ead.br
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Aceleração e desaceleração são referentes aos quadros de preenchimento.
Após determinar os quadros da extremidade, ou poses principais, o desenhistas
faz os desenhos de preenchimento, a distância entre eles determina a
velocidade desse movimento. Quanto mais próximos ao quadro principal inicial,
mais devagar �ca a animação, dando o efeito de aceleração. O contrário, quando
os quadros de preenchimento �cam próximos ao quadro principal �nal, temos o
efeito de desaceleração dessa animação (THOMAS; JOHNSTON, 1995). Veja
nas imagens abaixo diferentes posicionamentos para os quadros de
preenchimento, o primeiro de aceleração e o segundo de desaceleração.
Nesta �gura 4.4 observamos os quadros principais 0 e 60. Os quadros de
preenchimento são os que se encontram entre eles. Na imagem de cima esses
quadros estão mais próximos ao início da animação, resultando no efeito de
aceleração. Enquanto que na imagem de baixo os quadros de preenchimento
estão mais próximos ao �nal da animação, resultando no efeito de
desaceleração.
Figura 4.4 - Imagem de cima representa aaceleração. A imagem de baixo
representa a desaceleração
Fonte: Elaborado pela autora.
saiba mais
S ib i
07/05/2020 Ead.br
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Entendendo os 12 princípios da Animação
Marc Davis (apud THOMAS; JOHNSTON, 1995), que foi um dos animadores do
estúdio Disney, disse uma vez que “a animação da Disney é muito diferente.
Ninguém, não me importo quem seja, pode vir de fora e desenhar um
personagem da Disney sem o completo entendimento do que tudo se trata”.
Todos os princípios funcionam em conjunto, um depende do outro, se
complementam para atingir o realismo.
Embora esses princípios tenham sido nomeados pelo estúdio Disney na década
de 30, as pesquisas e experimentos continuaram, para um melhor entendimento
na implementação destes. Tudo o que os animadores faziam servia como
observação e estudo para se aprofundar nos princípios (THOMAS; JOHNSTON,
1995).
Saiba mais
Walt Disney (1901 - 1966), criador do estúdio
Disney, recebeu a maior quantidade de
Oscars na história. O primeiro em 1932, com
a animação Flowers and trees, além de muitos
outros. Walt Disney faleceu em 1966 e deixou
um grande legado e ensinamento na história
da animação e também em outras áreas.
Acesse o link e leia o artigo sobre a biogra�a
de Walt Disney.
ACESSAR
flit
https://www.ebiografia.com/walt_disney
07/05/2020 Ead.br
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atividadeAtividade
4) De acordo com o que vimos no item 4.1 aceleração e desaceleração, assinale a
alternativa correta referente ao posicionamento dos quadros para atingir o efeito de
aceleração e desaceleração.
a) Quadros de preenchimento próximos ao quadro principal inicial dão ideia de
aceleração.
reflita
Re�ita
“Cada geração de animadores se bene�cia do que a geração
anterior aprendeu por tentativa e erro e, consequentemente, é
mais �exível no que consegue produzir, e conseguiam chegar
alto.”
Fonte: Ben Sharpsteen apud THOMAS; JOHNSTON (1995, p.
40, tradução nossa).
07/05/2020 Ead.br
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b) Quadros de preenchimento próximos ao quadro principal inicial dão ideia de
desaceleração.
c) Quadros  de preenchimento próximos ao quadro principal �nal dão ideia de
aceleração
d) Quadros  de preenchimento próximos uns aos outros dão ideia de
aceleração.
e) Quadros  de preenchimento próximos uns aos outros dão ideia de
desaceleração.
indicações
Material
Complementar
07/05/2020 Ead.br
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L I V R O
WaltDisney. O Triunfo da Imaginação
Americana
Neal Gabler
Editora: Novo Século
ISBN: 978-8542809787
Comentário: Walt Disney deixou um grande legado na
história da animação, graças a ele e seuestúdio, todo
estudo e experiênciatemos hoje os princípios
fundamentais da animação. Este livro conta a históriade
vida de Walt Disney e a criação do estúdio.
F I L M E
Dumbo
Ano: 2019
Comentário: Esse �lme foi lançado após Branca de Neve
e os Sete anões (grande marco da Disney), e lançado
recentemente como live-action. Assista o �lme de forma
líti t t id ti� i í i i i
07/05/2020 Ead.br
https://unp.blackboard.com/webapps/late-Course_Landing_Page_Course_100-BBLEARN/Controller 23/25
conclusão
Conclusão
Ao �nal deste estudo podemos entender com mais clareza a função dos 12
princípios fundamentais criados pelo estúdio Disney, além de identi�car e
con�rmar a importância do estudo e implementação nas animações. Nesta
unidade aprendemos com detalhes o princípio de ação secundária, responsável
por enfatizar os acontecimentos primários focos da cena Encenação como
analítica, tente identi�car os princípios e imagine como o
�lme seria sem eles.
Para conhecer mais sobre o �lme, acesse o trailer
disponível a seguir:
T R A I L E R
07/05/2020 Ead.br
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por enfatizar os acontecimentos primários, focos da cena. Encenação, como
apresentar as expressões e ações dos personagens de maneira que o público
consiga identi�car com clareza. Temporização, o tempo certo para acontecer a
ação dentro da animação, em conjunto com toda a cena. Aceleração e
desaceleração, organizar a posição e proximidade dos quadros de maneira a
exibir esse efeito nos personagens. Vemos que o objetivo de todos os princípios
é trazer o realismo, em todos os sentidos, para a animação. Também pudemos
observar como os �lmes da Disney foram feitos, entender o potencial da
animação e principalmente, como dar vida aos desenhos.
referências
Referências
Bibliográ�cas
THOMAS, Frank; JOHNSTON, Ollie. The Illusion of Life: Disney animation. New
York: Disney Editions, 1995.
FRAZÃO, Dilva. Walt Disney: Empresário americano. Disponível em:
<https://www.ebiogra�a.com/walt_disney/> Acesso em: 09 de maio de 2019.
IMPRIMIR
https://www.ebiografia.com/walt_disney/
07/05/2020 Ead.br
https://unp.blackboard.com/webapps/late-Course_Landing_Page_Course_100-BBLEARN/Controller 25/25