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FUNDAMENTOS DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS 
 
O comércio internacional e a revolução tecnológica foram dois dos principais fatores que aumentaram o 
incentivo para que os Estados cooperassem. Esse mecanismo é o que chamamos de interdependência. 
O cenário onde existe uma situação real de interdependência é: 
R: a China depende do mercado de consumo americano para suas indústrias, ao mesmo tempo em que 
as grandes indústrias dos EUA dependem dos baixos preços de mão de obra da China para se manterem 
competitivos. 
 
A ordem internacional hoje comporta um número muito maior de atores transnacionais do que 100 anos 
atrás. 
Podemos afirmar que uma das consequências dessa transformação foi: 
R: a ajuda das redes de atores transnacionais na disseminação de informação para um grande conjunto 
de atores globais. 
 
Capacidades militares constituem, normalmente, o primeiro elemento do poder lembrado tanto por 
leigos como por especialistas em relações internacionais. 
Sobre capacidades militares como poder, podemos afirmar que: 
R: as capacidades militares de um Estado também dependem de suas capacidades econômicas. 
 
O debate sobre a natureza da cooperação entre Estados soberanos é profundamente influenciado pela 
distinção entre influência e coerção. 
A situação onde há apenas influência e não coerção é: 
R: a embaixada canadense em Washington organiza jantares regulares para os membros do Congresso 
americano. Por meio de suas redes de contato, os diplomatas canadenses fazem lobby para que o 
Congresso aprove novas regulações sobre o comércio de alimentos. 
 
A partir dos anos 1990, surgiu um fenômeno típico do sistema internacional – a formação de blocos 
econômicos regionais, como NAFTA, a União Europeia e a ASEAN. 
O principal argumento a favor da ideia de que o regionalismo é uma boa estratégia para lidar com a 
globalização se fundamenta na ideia de que: 
R: a Liberalização regional prepara Estados para a competição global e aumenta seu poder de barganha 
em negociações multilaterais. 
 
 
 
 
 
Teorias clássicas das Relações Internacionais, normalmente, entendem o poder em termos de 
capacidades. 
Em termos de capacidades, são elementos do poder: 
R: produto interno bruto – PIB –, localização geográfica, população. 
 
Debates sobre se os efeitos da globalização têm sido, majoritariamente, positivos ou negativos, para a 
maioria das pessoas, estão entre os temas mais importantes no estudo da economia política 
internacional hoje. Os principais defensores da tese de que a globalização tem sido positiva são 
chamados de globalistas, os seus críticos são, muitas vezes, chamados de céticos. 
Podemos afirmar que o principal argumento dos globalistas a favor da globalização consiste no fato de 
que: 
R: os Estados, que se adaptarem melhor a essa nova realidade – a globalização –, vão ganhar mais. 
 
O desenvolvimento de leis internacionais e de normas de comportamento aceitável em relação ao meio 
ambiente tem crescido rapidamente nos últimos trinta anos, em especial, acompanhando as conferências 
das Nações Unidas – especificamente as Conferências da Terra. 
O principal desafio apresentado pela questão ambiental aos países do sul global é o fato de que: 
R: a implementação de regras de proteção ambiental, muitas vezes, representa abandonar estratégias de 
desenvolvimento que alguns desses países consideram cruciais. 
 
O problema de se oferecer uma resposta internacional aos desafios ambientais é amplamente conhecido. 
Podemos afirmar que a principal dificuldade em se conseguir acordos internacionais nessa área existe 
porque: 
R: o enorme número de atores envolvidos e o caráter eminentemente difuso do problema faz com que 
acordos sejam difíceis 
 
Junto com o inglês Thomas Hobbes (1588-1679), Immanuel Kant (1724-1804) foi um dos principais 
filósofos modernos a teorizar sobre a natureza da guerra e da paz. Suas teorias foram inspiração para 
movimentos diversos, desde as correntes mais radicais do pacifismo até as ideias neoconservadoras 
sobre a promoção da paz no Oriente Médio pela disseminação da democracia. 
Segundo Kant, o principal fator que faz com que as repúblicas sejam menos propensas a fazer guerras é: 
 
R: o poder de decisão dos cidadãos.

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