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Achievements Infographic Free Infographic Maker (https://venngage.com/) (https://venngage.com/) Amebíase Extra-intestinal Trichomonas vaginalis O diagnóstico laboratorial parasitológico da amebíase intestinal, é obtido por meio da pesquisa do parasita nas fezes. Em fezes consistentes, faz-se a busca de cistos e em fezes diarreicas faz-se a busca de trofozoítos. Foi coletado e feita a análise de três amostras de fezes consistentes em dias alternados devido à eliminação intermitente dos parasitos.Houve conclusão diagnóstica já que foi feita a identificação morfológica dos cistos e trofozoítos da E. histolytica. PROTOZOÁRIOS CAVITÁRIOS DOENÇAS Ciclo da amebíase O contágio se deu quando os tricomonas, durante a ejaculação, sairam da mucosa uretral e foram levados pelo esperma até a vagina. Duas semanas depois a paciente observou um corrimento vaginal abundante, amarelado com mau cheiro. Ciclo da vaginite A paciente informa que 4 semanas antes havia feito uma viagem, com o mesmo parceiro que teve relações sexuais, e ingerido água de uma região desconhecida. A paciente teve relações sexuais desprotegidas três semanas antes do aparecimento dos sintomas. O T. vaginalis infectou principalmente o epitélio escamoso do trato genital. Houve a invasão dos tecidos pelos trofozoítos, ingeridos na água contaminada. Os trofozoítos entram na corrente sanguínea e através da mesentérica superior alcançaroutros órgãos. Uma semana antes a paciente apresentou calafrios, suores, náuseas e vômitos. Os trofozoítos tem alta adesão entre célula-protozoário mediada por lectinas e auxiliadas por formações filopódicas que aumentam a adesão, posteriormente fazem fagocitose. Quando a barreira epitelial é rompida, há liberação de enzimas proteolíticas que destroem os tecidos, invadindo a mucosa. O T. vaginalis é uma célula tipicamente elipsóide, piriforme ou oval em preparações fixadas e coradas. As condições físico-químicas afetam o aspecto dos organismos, que não possuem a forma cística, somente a trofozoítica. O T. vaginalis possui quatro flagelos anteriores, desiguais em tamanho, e uma membrana ondulante que se adere ao corpo pela costa.O T. vaginalis é um organismo anaeróbio facultativo. Cresce perfeitamente bem na ausência de oxigênio na faixa de pH compreendida entre 5 e 7,5 e em temperaturas entre 20ºC e 40ºC. Como fonte de energia utiliza a glicose, a maltose, a galactose. São portadores de uma enzima piruvato: ferredoxina oxidorredutase, capaz de transformar o piruvato em acetato pela oxidação fermentativa e liberar ATP) e hidrogênio molecular. O T. vaginalis é capaz de manter o glicogênio em reserva como forma de energia(13). Isso é importante para o parasito, pois o ambiente vaginal é constantemente modificado por variações de pH, hormônios, menstruação e fornecimento de nutrientes. Os carboidratos são a principal fonte de nutrientes para o T. vaginalis; no entanto, sob condições em que tais compostos são limitados, a utilização de aminoácidos torna-se vital, e este consome especialmente arginina, treonina e leucina. DIAGNÓSTICO Foi solicitada um exame de cultura com uma preparação úmida obtida por swab do fórnix vaginal posterior, colocada numa gota de solução salina a 0,9%, incubada por 5 dias. Foi observado o crescimento do parasito, dando positivo para o diagnóstico de tricomoníase. Seu ciclo evolutivo é monoxeno, e o homem se infecta ao ingerir cistos presentes na água ou nos alimentos contaminados. O desencistamento ocorre na porção final do intestino delgado, liberando os trofozoítos que passam a viver como comensais e a reproduzir-se por divisão binária. Através de relacionados com a ruptura do equilíbrio intestinal (baixa de imunidade local, alteração da flora intestinal, lesões de mucosa, etc.), os trofozoítos tornam-se patogênicos e invadem a parede intestinal, alimentando-se de células da mucosa e de hemácias. Em casos de infecção crônica podem invadir outros órgãos através da circulação sangüínea, especialmente ao fígado. Os trofozoítos que permanecem no intestino sob a forma comensal reduzem o seu metabolismo, armazenam reservas energéticas e secretam uma parede cística ao seu redor, formando os cistos, que são eliminados através das fezes. Dentro do cisto o parasito realiza divisão binária formando quatro novos indivíduos que desencistam quando chegam ao intestino de um novo hospedeiro. Os cistos podem permanecer viáveis fora do hospedeiro por cerca de 20 dias, caso as condições de temperatura e umidade não sejam adequadas, logo eles são as formas de resistência do parasito no ambiente. Os trofozoítos, entretanto, são lábeis no ambiente. 1 de 1 https://venngage.com/ https://venngage.com/ kalou Caixa de texto Karen Lourenço