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FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA: Metodologias do Ensino nas Brincadeiras Lúdicas
Acadêmicos
Anderson[footnoteRef:1] [1: Acadêmico do Curso de Educação Física da Uniasselvi...] 
David[footnoteRef:2] [2: Acadêmico do Curso de Educação Física da Uniasselvi...] 
Josiclis[footnoteRef:3] [3: Acadêmico do Curso de Educação Física da Uniasselvi...] 
Pládson[footnoteRef:4] [4: Acadêmico do Curso de Educação Física da Uniasselvi...] 
Rodrigo[footnoteRef:5] [5: Acadêmico do Curso de Educação Física da Uniasselvi...] 
Tutor Externo
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
	
Uma realidade constante notada nos últimos tempos é que o lúdico esta sendo substituído pelos desportos, em nossas escolas, e, principalmente no Ensino Infantil, onde percebe-se que os alunos perderam quase todos os laços com as atividades recreativas, as quais, foram trabalhadas de maneira exaustiva e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com menos ênfase nos anos finais desta etapa, talvez por despreocupação ou falta de compromisso de alguns profissionais.
Recreação e o lazer, fazem parte no currículo, porém, ainda com certa resistência de serem trabalhadas, justamente pela complexidade dos temas para alguns profissionais que não buscam o aperfeiçoamento sobre a matéria.
De acordo com RONCA (1989):
 “O movimento lúdico, simultaneamente, torna-se fonte prazerosa de conhecimento, pois nele a criança constrói classificações, elabora sequências lógicas, desenvolve o psicomotor e a afetividade e amplia conceitos das várias áreas da ciência”. (1989, p. 27)
Podemos chamar de lúdico, os elementos que envolvem o jogo, brinquedo e a brincadeira, com tais elementos, busca-se desenvolver a criatividade, a capacidade de tomada de decisões além de auxiliar no desenvolvimento motor, pois, as aulas tornam-se mais atrativas para os alunos e propiciam situações de descontração que possibilitam o docente desenvolver diversos conteúdos voltados aos valores e noções de cidadania.
Nesta linha de pensamento temos como ponto de partida, o lúdico que é trabalhado, a fim de contribuir de maneira prazerosa com o desenvolvimento psicomotor e social dos alunos, sofre uma diminuição de aplicabilidade gradativa nos anos finais do ensino fundamental , pois, a “esportivizaçao” (Elias, 2002, p. 218), entra com maior ênfase no currículo e os professores buscam ensinar os alunos os fundamentos e regras, tornando as aulas de educação física pautadas quase na totalidade em esporte encaminhando-se segundo Elias (2002, p. 218) para o que denominamos “esportivização escolar”.
Sendo assim observar o que a literatura apresenta sobre o tema e fazer uma associação com os dados levantados no contexto escolar proposto. Além disso, verificar onde a mesma pode contribuir para uma melhor compreensão de como as brincadeiras lúdicas podem auxiliar no processo de formação do conhecimento dos alunos, assim como na melhoria da sua aprendizagem, a fim de garantir momentos diários para o brincar com as crianças trazendo assim, recompensas que vão além de um bom desenvolvimento motor, pois proporcionam também a diversão, cumplicidade, confiança e maior afetividade entre os mesmos.
Segundo Bezerra (2006, p. 5):
Independente das condições que a escola e o sistema educacional proporcionam à sua prática docente, é da responsabilidade de cada professor motivar suas aulas, tornando-as atrativas e prazerosas, preparando a criança para que está vá se constituindo um sujeito crítico de suas próprias ações no meio em que vive.
Por meio de atividades lúdicas numa relação com as brincadeiras a criança poderá desenvolver sua personalidade, formular suas ideias, atitudes, conceitos, criar, inovar, aprender e ensinar, num processo de cooperação e compreensão, mesmo nesta fase de desenvolvimento da criança. Pois, está fase é de construção da personalidade, onde conceitos morais e éticos poderão ser constituídos. A brincadeira em sua ação é essencial para o desenvolvimento sensorial-motor e representativo na aquisição das múltiplas inteligências.
2.1 CONCEITUANDO O TERMO LÚDICO
Conforme Freitas (2004, p. 44):
A ludicidade é uma ocorrência de todos os tempos, é parte integrante da vida de todo ser humano, mas também é um problema que surge e deve ser estudado e orientado como um dos aspectos fundamentais da estrutura social. Ela é tudo quanto diverte e entretém o ser humano e envolve uma ativa participação. Processa-se tanto em torno do grupo como, das necessidades individuais.
Tendo como base e referência à importância da ludicidade para a alfabetização demonstra-se que ela é uma ferramenta importante no combate ao baixo rendimento escolar. De acordo com Freitas (2004, p. 2) “o lúdico é analisado não de forma isolada, mas como integrante da cultura considerada do ponto de vista antropológico, em suas várias manifestações: jogo, brinquedo, etc”.
É fundamental que os profissionais de educação física busquem novas formas de possibilitar aulas dinâmicas que resgatem esse ato de brincar, realizando a tarefa com prazer, enfatizando o lazer e a importância das relações, sem competitividade definida.
A palavra lúdico se originou de "ludus" que significa jogo, a palavra evoluiu ganhando novas considerações principalmente pelas pesquisas envolvendo a psicomotricidade, por esse motivo passou a ter outros sentidos e não somente o sentido de jogo. As atividades lúdicas fazem parte da atividade humana caracterizando-se pela espontaneidade, funcionalidade, satisfação e prazer do individuo pela atividade prática. Na aplicabilidade das atividades lúdicas considera-se não somente o resultado, mas a ação, o movimento, assim como as vivências por elas proporcionadas. Observa-se ainda que as brincadeiras lúdicas exercem forte influência na formação da personalidade, do caráter e do equilíbrio emocional das crianças.
Para Santin (1990, p. 27):
O indivíduo que brinca é espontâneo, e no ato de brincar, a realidade é transformada, personagens e mundos de ilusão são criados, colocando-se diante de desafios, riscos, de imprevistos, de suspense. O jogo lúdico apresenta uma dimensão humana que proporciona alegria e euforia a criança ao perceber suas possibilidades e a oportunidade de representá-las e retratá-las.
Um fator importante no desenvolvimento do lúdico é a preparação dos profissionais de educação física para ministrá-lo, a capacitação deve ser contínua, pois, as metodologias e inovações nos dias atuais acontecem com uma velocidade intensa, e, os professores da área não podem afugentar-se destas atividades em suas aulas.
O brincar pode ser entendido como um dos fatores motivadores e um dos requisitos importantíssimos para a permanência e gosto pela escola e a recreação surgem com o ser humano, portanto, não deve ser esquecido em nenhuma fase da vida, e com certeza tem que ser intensificado e diversificado a cada instante.
A recreação segundo Castro (2007, p. 7):
Contempla um conjunto de atividades de caráter lúdico e recreativo, que se destinam a promover o entretenimento e o divertimento. Não pode ser camuflada na fase da vida que mais lhe pertence. Na infância é importante o resgate primordial da ludicidade e da descontração neste período de formação do ser humano.
Assim sendo, as atividades lúdicas servem como uma forma de entretenimento, diversão, e lazer, e propiciam um incentivo as atividades físicas, mostrando para os alunos que a educação física é muito mais que as modalidades esportivas, suas regras e o fenômeno da esportivização (Elias, 2002, p. 218); eles conseguem aprender e desenvolver capacidades físicas e de socialização com o grupo por intermédio de aulas dinâmicas , longe das regras tabuladas que o esporte exige.
2.2 A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS DE FORMA LÚDICA
A influência dos jogos lúdicos na aprendizagem é complexa e envolve uma série de estudos e conceitos: partindo de valores culturais e de estrutura física ambiental. Tendo como base e referência à importância da ludicidade para a alfabetização observa-se que ela é uma ferramenta muito importante na interação dos alunos, além de melhorare combater o fraco rendimento escolar e a falta de interesse de algumas crianças no processo educativo. Conforme Soler (2007, p. 6). 
A Educação Física é, na sua essência, interdisciplinar, pode-se aproveitar o interesse das crianças por atividades físicas, já que estão na fase em que enxergam o mundo através do corpo para apresentar temas que elas ainda não conhecem. Durante os jogos, podemos ensinar e aprender noções de escrita e matemática, e partir do que a criança já conhece é sempre o melhor ponto de partida, pois, a partir daí podemos ir criando desequilíbrios, ou seja, ir gerando novos objetivos a serem alcançados, fazendo com que ela aprenda cada vez mais. As atividades físicas exercitam as habilidades necessárias para a criança atingir o estágio de prontidão, pois é a partir daí que alcançam o desenvolvimento motor necessário para a leitura e escrita.
Por isso as atividades de jogos devem ser prazerosas para a criança e permitir a ela experimentar a situação proporcionada pelo jogo. Não é permitido obrigar uma criança a brincar, o professor deve incentivá-la a participar das atividades propostas. O jogo lúdico deve ser prazeroso para que as possibilidades de aprendizagem sejam alcançadas. Ainda segundo Silveira (2005, p. 7) 
Através do jogo o aluno tende a aprender á tomar decisões, formulando conceitos através da compreensão que o contexto jogo fornece. Desta forma, é necessário conhecer o jogo esportivo e suas táticas a fim de extrair o máximo possível de proveito durante o jogo. Interligando assim, inteligência, domínio e habilidades que o próprio ambiente proporciona ao aluno durante as diferentes situações de jogo.
As atividades lúdicas devem estar presentes em todas as fases de nossas vidas, sejam elas nas mais variadas formas: no brinquedo/jogo, na brincadeira tradicional infantil, na brincadeira de faz de conta e jogos e brincadeiras de construção.
Kishimoto (1997) complementa definindo ... b) A brincadeira tradicional infantil, por sua vez, é um tipo de jogo livre, espontâneo, no qual a criança brinca pelo prazer de o fazer. c) A brincadeira de faz-de-conta, é a que deixa mais evidente a presença da situação imaginária. No entanto, é importante ressaltar que o conteúdo do imaginário provém de experiências anteriores adquiridas pelas crianças em diferentes contextos... d) Os jogos ou brincadeiras de construção são de grande importância para a experiência sensorial, estimulando a criatividade e desenvolvendo habilidades da criança.
Por meio de atividades envolvendo “Jogos Cooperativos”, buscou-se a união de pessoas reforçando a confiança e as relações sociais, possibilitando a participação de todos, pois, vitória ou derrota não era o que realmente importava, mas sim, o processo como um todo.
Considerando o ambiente de trabalho de equipe, despertado nos jogos cooperativos, possibilitou-se debates sobre valores de cidadania , justamente nos momentos em que a formação do cidadão no ensino médio é aprofundada em âmbito nacional. 
Ainda, ressalta-se que por intermédio dos jogos cooperativos, averiguou-se que os alunos aprenderam a organizar-se melhor em grupo, porque muitas atividades ministradas só teriam êxito se realizadas com a parceria de todos.
3. MATERIAIS E MÉTODOS
Este estudo se caracterizou como uma pesquisa qualitativa, que, segundo Negrine (2004, p. 61), “se centra na descrição, análise e interpretação das informações recolhidas durante o processo investigatório, procurando entendê-las de forma contextualizada” e descritiva exploratória, para a qual Roesch (1996 p. 73) afirma que: “[...] se o propósito do trabalho é obter informações sobre determinada opção utiliza-se um estudo de caráter descritivo... se o propósito do projeto é explorar um tema pouco estudado, utiliza-se pesquisa exploratória”. 
O trabalho buscará desenvolver uma análise reflexiva, ou seja, tende descrever a problemática e explicar os fenômenos a partir do acompanhamento direto buscando realizar pesquisa de opinião, observação de atitudes e motivação. Como procedimento metodológico foi elaborado em forma de um processo metodológico, este que consiste em atividades organizadas dando ênfase no objeto de estudo de nosso projeto que poderemos definir então como atividades lúdicas. Essas atividades foram elaboradas, com embasamento teórico por meio de uma revisão de literatura e foi escolhido uma intervenção direta procurando conhecer e interpretar a realidade no âmbito escolar. 
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Podemos afirmar que através das atividades lúdicas, é possível transformar os processos pedagógicos em momentos agradáveis, descontraídos e produtivos. Por meio de jogos e brincadeiras constrói também valores éticos e morais dos educandos.
Lembrando sempre que o brincar não é simplesmente uma recreação. Cabe ao educador refletir sobre esse instrumento facilitador que tem em mãos, participando de um desenvolvimento natural da criança, valorizando os conhecimentos prévios quando a criança ingressa na escola, reconhecendo a realidade de seus alunos, proporcionar espaços para essas atividades e observar sempre o que esta favorecendo e auxiliando a aprendizagem de seus alunos. Para isso é preciso ser mais do que um educador, é necessário fazer com amor e respeito, buscando a satisfação de construir cidadãos conscientes e preparados para o mundo em que vivemos.
É evidente que, muitas vezes programa-se uma atividade para uma aula toda, porém ela não atinge os objetivos como se esperava, porque a aceitabilidade por parte dos alunos é diferenciada, o público não é seleto, tem restrições e diferenças, as quais precisam se respeitadas , portanto , o preparo e as adaptações tornam-se necessárias além de novas atividades executadas em uma só aula, ou seja , nunca se pode chegar nas aulas com uma única atividade pronta , para tanto , inúmeras perspectivas devem ser apresentadas durante a aula buscando manter a motivação e a receptividade dos alunos.
REFERÊNCIAS
BEZERRA Alexsandra Maria. Lúdico: Uma Contribuição à Aprendizagem na Educação Infantil do município de Cedro-PE SERRITA - PE 2006, p.5. 
CASTRO, Mônica da Silva. Modelo da atividade Recreação: Módulo programação. Rio de Janeiro: Sesc, 2007. 
ELIAS, N. DUNNING, E. A busca da Excitação. Lisboa: DIFEL-Difusão editorial Ltda, 2002.
FREITAS Ivan Antônio de . À Escola com Alegria. a Importância da Incorporação do Componente Lúdico no Cotidiano da Escola, Piracicaba, SP 2004. 
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, Brinquedo e a Educação. 2ª ed. São Paulo: Editora Cortiz, 1997. 
NEGRINE, A. Instrumentos de coleta de informações em pesquisa qualitativa. In.: NETO, V. M.; TRIVIÑOS, A. N. S. A Pesquisa Qualidade na Educação Física. 2 ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004.
ROESCH, S. O estudo de caso como estratégia de pesquisa. Seminário, Porto Alegre: PPGA/UFRGS, 1998.
RONCA, P. A. C. A aula operatória e a construção do conhecimento. São Paulo: Edisplan, 1995.
SANTIN, Vilvino. Educação Física: outros caminhos. Porto Alegre: EST, 1990. 
SILVEIRA Lucinéia Darlyene. Educação Física e atividade lúdica: o papel da ludicidade no desenvolvimento psicomotor. Porto Alegre, 2005.
SOLER Reinaldo. Jogos Cooperativos (Se Competir é Importante, Cooperar é Essencial) 2007 p,6. i

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