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· O que é Marketing?
· Marketing é entender o cliente, identificar suas necessidade e assim satisfazê-lo visando o lucro. É um processo que vai desde a produção até o cliente final, engloba a pré-venda, a venda e a pós-venda, com a finalidade de conhecer os desejos do cliente, ou seja, é o conjunto sistemas comprometidos na comercialização de algum produto ou serviço.
· 
· A história do Marketing
Você deve se lembrar de ter aprendido, na escola, que Gutenberg inventou a prensa tipográfica em 1450.
Essa invenção revolucionou a comunicação humana, já que, pela primeira vez, era possível produzir textos em massa e distribuí-los a mais pessoas. Afinal, antes disso, todos os textos tinham que ser escritos à mão.
Foi a prensa de Gutenberg, portanto, que impulsionou o surgimento dos primeiros anúncios impressos, que era a forma mais elaborada de Marketing nesse período. Vale a pena lembrar que, antes do computador e da internet, o Marketing seguia o modelo que chamamos de outbound.
Em outras palavras, ele tentava vender o produto antes de criar qualquer vínculo com os clientes.
Hoje, com o inbound marketing, nós criamos um vínculo antes – educando os clientes sobre o problema, apresentando soluções, gerando valor por meio da informação.
O Marketing e a evolução da imprensa: jornais e revistas
Apesar da invenção de Gutenberg, foi apenas no século XVII que jornais e revistas começaram a ser publicados em massa.
Muitos reconhecem o jornal alemão Relation aller Fürnemmen und gedenckwürdigen Historien, de 1605, como o primeiro jornal.
O primeiro jornal do mundo
Enquanto isso, a primeira revista americana foi publicada em 1741, na Philadelphia.
The Gentleman’s Magazine, a primeira revista do mundo
Jornais e revistas, então, tornaram-se um meio interessante para que as empresas e os “marketeiros” do período publicassem seus anúncios.
Essa era uma relação vantajosa para os dois lados. Qualquer negócio podia divulgar seus produtos e serviços a mais pessoas.
Enquanto isso, os editores podiam vender espaço e obter recursos para manter sua publicação rodando. E até hoje essa é uma forma de outbound marketing que ainda funciona.
O marketing e os espaços públicos: pôsteres e outdoors
É verdade que, com a possibilidade de imprimir panfletos, a divulgação ficou mais fácil. Mas ainda havia um problema: era preciso distribuir esses panfletos, um por um, às pessoas.
Logo, porém, alguém percebeu que seria muito mais fácil afixar um único pôster em uma via pública. Assim, todos os transeuntes veriam a mensagem, e o esforço necessário era muito menor.
E quanto aos pôsteres? Não sabemos como a prática de afixar pôsteres começou – é possível que ela já existisse até mesmo antes da prensa ser inventada. Afinal, é possível fazer um pôster, mesmo à mão.
Porém, um fato curioso é que essa estratégia tornou-se tão popular que chegou a ser banida de Londres! No ano de 1839, tornou-se ilegal afixar pôsteres em propriedades na capital da Inglaterra.
Mas os profissionais de Marketing da época logo encontraram uma forma de contornar essa proibição, usando um meio similar, mas com muito mais impacto: os outdoors.
Através do outdoor, os anúncios podiam ser vistos de longe, tendo um alcance melhor do que os pôsteres. Além disso, um outdoor é bem mais durável. Em termos de custo-benefício, ele é uma aposta interessante.
Outdoor da Coca-Cola em 1922
O registro mais antigo de aluguel de um outdoor é de 1867. A maior prova de que essa ideia tem seu valor é que a prática continua até hoje.
O Marketing e o som: Rádio, TV e telefone
Com o século XIX e começo do século XX vieram novos meios de comunicação, por meio de invenções tão significativas e revolucionárias quanto a prensa de Gutenberg. Estamos falando, é claro, do rádio, televisão e telefone.
Apesar de o telefone ter sido inventado antes, em 1876, ele desenvolveu-se de maneira lenta. Assim, foi apenas em 1946 – quase cem anos depois – que a penetração desse equipamento nas casas americanas atingiu 50%. E, claro, ele passou a ser usado para o famoso telemarketing.
O termo “telemarketing” começou a ser usado no final da década de 1970 e, desde então, tem sido associado com uma das práticas de Marketing mais problemáticas – tanto pelos resultados quanto pela recepção do público a essa abordagem.
Uma das formas atuais de telemarketing usa ligações automáticas e mensagens gravadas para oferecer produtos e serviços.
Depois do telefone, foi a vez do rádio ocupar a posição de novidade. O desenvolvimento dessa tecnologia foi acelerado pela 1ª Guerra Mundial, para finalidades militares.
Porém, no começo da década de 1920, ele passou a ser usado para transmissões abertas, de entretenimento e notícias. Em apenas 22 anos – de 1921 a 1933 – o rádio entrou em mais de 55% dos lares americanos.
Para patrocinar as transmissões, eram feitos anúncios verbais de produtos e serviços. Mas, se esses anúncios trouxeram um elemento extra ao Marketing, isso não se comparou em nada à mágica da televisão.
A primeira demonstração pública de silhuetas em movimento televisionadas foi feita em 25 de Março de 1925. Em 1941 foi feito o primeiro anúncio de TV do qual temos registro.
Em 1954, menos de quinze anos depois, os anúncios de TV já tinham superado a receita obtida com o Marketing via revistas e rádio.
Os anúncios pela televisão continuam fazendo parte do escopo de atividades do Marketing, é claro. Mas, como você deve saber, essa não é uma alternativa muito acessível.
Como as empresas da época não demoraram a perceber, um anúncio na TV custa caro.
Por isso, o Marketing continuou evoluindo, para incorporar alternativas que pudessem ajudar qualquer negócio — mesmo aqueles que não têm um orçamento milionário.
Outro ponto interessante é observar que, a cada nova invenção, o tempo necessário para que a tecnologia se espalhasse foi diminuindo.
Isso demonstra que a própria sociedade tornou-se ávida por novos meios de comunicação e novas ferramentas para interagir com o mundo à sua volta.
E o Marketing buscou encontrar uma maneira de aproveitar o potencial de cada um deles.
O Marketing e a era digital: Celulares, computadores, impressoras e a internet
Depois da invenção da televisão, foi preciso esperar mais algumas décadas por uma nova revolução.
Finalmente, em 3 de Abril de 1973, foi feita a primeira chamada por celular. Então, em 1981, a IBM apresenta o computador pessoal e, em 1984, a Apple lança seu icônico Macintosh.
O primeiro Macintosh
E, na década de 1990, ocorreu o boom da internet — não apenas para fins militares e industriais, como era no começo, mas pelas pessoas comuns também.
Quatro grandes marcos em um período de 10 anos, que mudariam completamente o futuro do Marketing!
Com o computador pessoal, vieram as impressoras pessoais. Isso permitiu que a publicidade impressa fosse feita com muito mais facilidade e, novamente, elevou a importância dos anúncios em jornais.
Os resultados foram visíveis. Em 1972, a revista Life tinha sido cancelada (após 36 anos de publicação) devido à competição da TV. Então, em 1985, essa mídia renasceu, atingindo receita de US$25 bilhões.
Outra consequência do computador pessoal foi tornar possível o acesso à internet e e-mail. Em 1994 foi enviada a primeira mensagem automatizada em larga escala – o primeiro spam, que atingiu milhares de usuários.
Essa foi uma demonstração do poder de alcance do e-mail marketing, para o bem ou para o mal. Como resultado, hoje, ele faz parte de qualquer estratégia de Marketing bem-sucedida.
E, dos anos 1990 para cá, as inovações não pararam de surgir e foram sempre incorporadas ao Marketing.
· A partir dos mecanismos de busca, surgiu a preocupação com SEO;
· A partir dos blogs, surgiu o Marketing de Conteúdo;
· A partir do fenômeno do Facebook, surgiu o Marketing de Redes Sociais;
· A partir da popularização do YouTube, surgiu a incorporação do vídeo ao Marketing;
· A partir das redes de comunicação móveis, a necessidade de buscar responsividade no webdesign.
Hoje, a grande tendência do Marketing Digtal é o Inbound Marketing, que responde ao perfile às demandas do consumidor do século XXI.
O Inbound Marketing está alinhado com a realidade desse indivíduo que nasce e cresce mergulhado em informação, buscando aprender e entender antes de tomar qualquer decisão de compra.
E usa todos os recursos tecnológicos, obtidos através da evolução histórica que você acabou de acompanhar, para estabelecer um vínculo, uma comunicação consistente.
Agora, quais serão os próximos marcos na evolução do Marketing? Qual será o futuro do Inbound? Confira no ebook Inbound Marketing 2.0!
· A evolução do conceito
Década de 40
Nos  anos  40,  os  primeiros  estudos  sobre  o  marketing vieram  com  trabalhos como o de Walter Scott, sobre a aplicação da psicologia na propaganda e o de William J. Reilly sobre as Leis de gravitação do varejo. A  questão crucial era se as teorias de mercado  podiam  ou  não  se  desenvolver.  Autores  como  Roland  Vaile  e  outros afirmavam  que  nunca  seria  possível  desenvolver  uma  teoria  mercadológica  genuína, pois  consideravam  esta  extremamente  subjetiva,  quase  uma  forma  de  arte.  Por  outro lado, Bartels e outros começavam a admitir que existia uma potencialidade para a teoria mercadológica se tornar uma ciência.
Na  década  de  40  existiam  muitas  resistências  sobre  o  Marketing  como ferramenta necessária para estudo aprofundado e preciso do mercado, no qual o produto seria ou não alvo de consumismo.
Algumas filosofias foram criadas no final da década de 40 para a década de 50
São elas:
Orientação  para  produção:  O  objetivo  nesta  transição  de  décadas  era  produzir para consumo, porém, não se tinha como foco o gosto dos clientes e as necessidades dos mesmos,  visavam  somente  obter  lucro  com  produtos  ,  muitas  vezes,  precários.  O Marketingusca mudar, de forma quase insignificante, essa visão arcaica e atrofiada.
Orientação para vendas: Busca-se trabalhar o produto como alvo de sedução, ou seja,  com  um  estoque  farto  (oferta),  busca-se  o  consumidor  (demanda)  para  obter  o lucro almejado. Busca-se o conceito de Promoção de Vendas.
Orientação  para  o  cliente:  O  marketing  tem  o  papel  de  mudar  o  conceito  de produzir  para  consumo  para  o  conceito  de  satisfazer o  cliente  com  o  produto  que  foi produzido  e  inserido  no  mercado  de  consumo. Sua  luta era  contra  a  primeira  onda  da     qualidade  (1950)  –  tinha-se  a  preocupação  com  a  conformidade  daquilo  que  é produzido (Koetler).
Orientação para o marketing  societal
Sustenta  que  a organização  deve determinar as necessidades, desejos e interesses do mercado-alvo e então proporcionar aos clientes um valor superior de forma a manter ouelhorar o bem-estar do cliente e da sociedade.
Orientação  para  o  marketing  holístico:  Nesta  orientação  a  empresa  busca entender  e  compreender  a  complexidade  que  é  o  Marketing dentro  do  setor  de criação,produção até o cliente final.
Década de 50
Divulgação  do  Marketing  propriamente  dito  com  a  obra  de  Peter  Drucker  “A Prática da Administração”, porém, ainda é uma tentativa, existindo grande resistência, nessa fase de transição. Aproximadamente do período de 1954.
Década de 60
Theodore  Levit, Seu  artigo  na  revista  Harvard  Business  Review  intitulado “Miopia  em  Marketing”,  revelou  uma  série  de  erros  de  percepção,  mostrou  a importância  da  satisfação  dos  clientes  e  transformou  para  sempre  o  mundo  dos negócios. O vender a qualquer custo deu lugar à satisfação garantida.
Década de 70
Nasce,  lentamente  e  sem  alardes,  uma  nova  figura  de comprador,  cada  vez menos  consumidor  e  cada  vez  mais  cliente.  À medida  que  essa  figura  passou  a demandar  atenção  e  não  somente  produtos  adequados  a determinadas  necessidades específicas,  a  situação  foi  complicando-se  para  o  produtor  ou  prestador  de  serviços desatento.
:” Satisfação em primeiro lugar
Década de 80
Vem com o livro  “Em Busca da Excelência”, de Tom Peters e Bob Waterman , que tornaram-se os gurus do Marketing. Essa obra levou o marketing às massas, e portanto as pequenas e médias empresas, e a todo o tipo de profissional.
Década de 90
O  avanço  tecnológico  dos  anos  90  teve  um  forte  impacto  no  mundo  do marketing. O comércio eletrônico foi uma revolução na logística, distribuição e formas de  pagamento.  
Surge o conceito de marketing societal, ou seja, a preocupação com o bem-estar da  sociedade.  A  satisfação  do  consumidor  e  a  opinião  pública,  passou  a  estar diretamente  ligada  a  participação  das  organizações  em  causas  sociais,  e  a responsabilidade social transformou-se numa vantagem competitiva.
Década de 2000
A virada do milênio assistiu a segmentação da televisão a cabo, a popularidade da  telefonia  celular  e  a  democratização  dos  meios  de  comunicação  especialmente  via Internet. A World Wide Web já estava madura o suficiente e nos primeiros anos desta década  surgiram  uma  infinidade  de  pesquisas  e  publicações  sobre  Web marketing  e Comércio eletrônico (também conhecido como e-commerce). Isso revolucionou tanto a logística  como  a  oferta  de  produtos,  e  o  cliente  passou  a  ter  informações  e  poder  de barganha nunca antes vistos.
Não somente o  e-commerce tornou-se um  grande diferencial  como também as    redes de relacionamento começaram a surgir, e aí ,  grandes oportunidades de se fazer contato e também
fazer propaganda e Marketing do produto gratuitamente, sem custo adicional.  Criam-se  grandes  parcerias  virtuais,  nessa  grande  teia  de  oportunidades muitos  conseguem  alavancar  negócios  e  até  mesmo  ficarem  multimilionários  do  dia para a noite pela ousadia e visão de negócios.
Década de 2010
A década de 2010 é marcada pela inserção da rede mundial de computadores e um novo comportamento de compra online, porém, não há pesquisas ou publicações a respeito  de  uma  tendência  principal,  como  o  marketing  de  busca.  O  que  sugere  a academia é que há uma nova interpelação entre os meios, o acesso do consumidor ao mercado e as formas de comunicação entre as empresas e os consumidores.
2010 é marcado como um segundo divisor de águas, agora, a internet torna-se cada vez mais o Grande Comércio Mundial e a Globalização assina seu passaporte fixo.
Com  o  avanço  tecnológico  desenfreado  e  o  consumismo exacerbado,  hoje  temos  na internet  a  visão  do  futuro  do  Marketing.  As  compras tradicionais  aos  poucos  são  se extinguindo, pois, as facilidades existentes no mercado virtual são inúmeras. Produtos podem sofrer  reduções  de  preços  consideráveis,  não  é  necessário  um  número  de funcionários  considerável,  logística  tecnicamente  aplicada  e  garantia  de  retorno imediato, com poucas chances de falência, diferente de uma venda tradicional, no qual, a grande preocupação é conquistar o cliente pelo boca a boca, pelo face a face, o que torna essa comunicação cada vez mais precária, pois, a internet influencia da inibição e decadência  deste  setor  tão  antigo  de  nossa  sociedade  hoje  não  mais  moderna  porém, tecnológica.
· Os quatro pilares do Marketing
Os 4 Ps, então, referem-se aos pilares das táticas de marketing: Preço, Praça, Promoção e Produto. Eles devem ser definidos para cada segmento-alvo que a empresa escolher, a partir das definições de posicionamento da marca para cada um deles.
Preço
Portanto, o P de Preço deve ser definido de olho nas projeções de lucratividade e nos preços dos concorrentes, mas também em como o público vai absorver essa informação.
Além do preço de lista, você deve definir também as políticas de desconto e parcelamento, que também afetam as percepções e escolhas do cliente.
Praça
distribuição do produto no mercado.
Promoção
engloba todas as ações de comunicação, que fazem a conexão entre a marca e os consumidores e despertam o interesse no produto. 
Produto
· O Marketing Digital
Marketing Digital são as estratégias de marketing aplicadas aos meios eletrônicos ― simples assim.
Sites, blogs, aplicativos,redes sociais, e-mails, buscadores e banners não são, por si só, o Marketing Digital ― eles são apenas canais que você pode usar para comunicar e entregar valor aos consumidores.
· 
· 
· Os objetivos do Marketing
1. Vender mais
2. Fidelizar clientes
Mas o papel do marketing não termina na venda. A empresa deve continuar próxima do cliente para que ele não esqueça a marca e volte a comprar outras vezes.
3. Aumentar a visibilidade
, as estratégias devem ser focadas nas pessoas certas: aquelas que têm mais chances de virarem clientes.
4. Gerenciar uma marca
A construção de uma marca acontece na mente dos consumidores.
5. Construir boas relações
Ao estreitar os laços com os seus públicos (não apenas clientes, mas também parceiros, colaboradores etc.), 
6. Educar o mercado
A intenção não é vender diretamente o produto, mas mostrar como ele pode ser útil.
7. Engajar colaboradores
Por isso, o marketing ― ou melhor, o endomarketing ― também pode ajudar a engajar o público interno(colaboradores), fazê-los mais felizes com o seu trabalho e torná-los propagadores da marca.
· Os profissionais de Marketing
Afinal, o profissional de marketing é um marketeiro? Em geral, não usamos essa expressão porque ela tem um tom pejorativo, como se nomeasse alguém que quer vender a qualquer custo.
Por isso, esse profissional pode ser chamado, simplesmente, de profissional de marketing!
Em muitas empresas, ele pode trabalhar sozinha na área ― trata-se da famigerada “eu-quipe” de marketing, em que o profissional de marketing se torna um generalista. Ele atende todas as demandas, desde a criação de posts para as redes sociais até o planejamento estratégico da empresa.
fazer de tudo um pouco.
Além disso, o profissional de marketing precisa ter um perfil analítico, orientado pelas métricas e focado em resultados, pois isso sempre fará parte do seu dia a dia, mesmo se buscar especialização em alguma área.
Nas empresas que tem uma equipe de marketing, nesse caso, os times se desmembram em outras funções, que os profissionais de marketing também podem ocupar:
· analista de redes sociais;
· analista de conteúdo;
· analista de SEO;
· analista de mídias pagas;
· designer;
· gerente ou coordenador de marketing;
· diretor de marketing (CMO);
· entre outros cargos.
Nesses casos em que o time abrange vários profissionais, o gestor procura especialistas em suas áreas. 
· 
· O processo percorrido pelo Marketing
· 
· As filosofias da estratégia
Quem sou eu? De onde vim? O que faço aqui? Para onde vou?
Uma empresa deve ter a definição clara sobre estas questões milenares, ou seja: “Quem sou eu?” (Qual é o negócio? O que me torna único no mercador em que atuo?), “De onde eu vim?” (Qual é a história da minha empresa?), “O que eu faço aqui?” (Qual o propósito de minha organização? Qual a missão da minha organização?) e “Para onde eu vou?” (Qual é a visão da minha empresa? Onde eu quero chegar?).
OPensamento Estratégico, mesmo antes do Planejamento Estratégico, é a atitude que auxilia os empresários e suas respectivas lideranças a responder essas perguntas
· O Planejamento Estratégico é a ferramenta que auxilia os empresários e suas respectivas lideranças a responder a essas perguntas. Além de definir os objetivos da empresa, metas, desafios da corporação e a estratégia mais viável e adequada ao momento, a empresa deve adotá-lo visando alcançar aumento no lucro e nos demais resultados almejados, em curto, médio e longo prazos.
· 
· O ciclo de vida do mercado
· As empresas precisam ficar atentas aos grandes acontecimentos que influenciam na curva do mercado – questões como política, hábitos de consumo e mentalidade da população de uma determinada geração são determinantes para traçarmos boas estratégias de atuação no mercado.
· 
· O ciclo de vida compreende quatro etapas bem definidas: lançamento, crescimento, maturidade e declínio.
· 
· 1. O lançamento
· aquisição de novas competências, conquista e desenvolvimento de tecnologias diferenciadas ou outras coisas que são capazes de transformar a forma de pensar do mercado.
· 2. O crescimento
· é preciso estar preparado para as demandas do mercado.
· .
· 3. A maturidade
· No momento de maturidade, o mercado já está uniforme em relação à tecnologia ou competência em questão. A concorrência já está estabilizada, e a população já consumiu esse produto no momento de “febre”.
· Nesse ponto da curva, a tecnologia já está estagnada, perdendo sua atratividade, as empresas que tinham que se adequar à essa demanda já fizeram sua parte, e tudo está fixo naquele 
· 
· 4. O declínio
· Quando a tecnologia atinge sua maturidade e perde o atrativo para o desempenho da concorrência e empolgação do público, inicia-se o declínio.
· .
· 
· O ciclo de vida do produto
· As empresas precisam, então, ajustar as estratégias de marketing ao ciclo e equilibrar seu portfólio de produtos para passar por esses estágios com o melhor aproveitamento e sem prejudicar suas operações.
· Vamos ver agora quais são os estágios do ciclo de vida de um produto:
· 
· 1. Introdução
· lançamento do produto no mercado.
· As vendas tendem a ser baixas
· 
· 2. Crescimento
· o produto já foi aceito no mercado e alcança uma alta procura, O desejo pelo produto e o lucro aumentam, 
· 
· 3. Maturidade
· Na maturidade, as vendas e os lucros se estabilizam. O produto já é conhecido pela maioria dos compradores potenciais, que já não trazem mais novos clientes.
· 4. Declínio
· Ela costuma acontecer devido a mudanças no mercado, como uma nova tecnologia, a evolução de comportamentos ou a entrada de um grande concorrente.
· 
· Os conceitos e aplicações das diversas estratégias de Marketing
O que significa ter uma estratégia de marketing?
Alguns termos se espalham tão rapidamente que todo mundo começa a usá-los, muitas vezes sem realmente entender o que significam.
Então, quando falamos em ter uma estratégia de marketing, o que isso realmente significa?
A própria ideia de traçar uma estratégia dá uma noção de que é preciso se planejar, pensar bem antes de tomar qualquer medida prática.
Mas, uma estratégia bem-sucedida é mais do que uma preparação antecipada. Envolve também um acompanhamento durante a execução do projeto. Isso envolve:
Definir objetivos claros
Como há muitos objetivos possíveis, e várias maneiras de alcançar cada um, escolher o que você pretende alcançar com o marketing digital é o primeiro passo para uma estratégia de sucesso.
Depois de definir claramente o que se pretende alcançar, é muito mais fácil se concentrar apenas nas ações que ajudarão a empresa nisso, e ter noção de quanto tempo isso vai demorar.
Por isso, podemos dizer que uma estratégia de marketing só funciona quando tem objetivos bem definidos e compartilhados por todos na empresa.
Se comunicar de forma constante
É verdade que esse requisito é importante em qualquer setor de toda empresa, mas no que diz respeito a uma estratégia de marketing, é importante reforçar esse aspecto.
Alguns ainda caem no erro de pensar que fazer marketing significa trabalhar apenas com a inspiração e a criatividade, mas não é bem assim.
Há muitos processos e estruturas envolvidos nesse trabalho, e a boa comunicação garante que todos os profissionais façam o seu melhor a cada momento.
Seguir boas práticas
Seguir boas práticas da indústria também tem um papel importante no sucesso da sua estratégia. Mas, o que significa isso?
Especialmente quando falamos de marketing digital, tudo muda muito rápido. Então, seja qual for o assunto — desde SEO à e-mail marketing — , é preciso se manter atualizado.
Isso inclui ler blogs especializados (como esse!), investir em treinamentos e testar novas possibilidades de acordo com o que você observa ao longo da estratégia.
Fazer isso vai te ajudar a continuar relevante, mesmo que aconteçam mudanças radicais.
Analisar resultados
Como saber se a estratégia está funcionando? A única forma é por acompanhar e analisar os resultados do trabalho que está sendo feito.
No caso do marketing isso acontece por analisar o que chamamos de métricas e KPIs. Essas métricas são dadosrelevantes sobre pontos específicos do planejamento.
Por exemplo, é possível saber quantos novos clientes a empresa conseguiu, quanto lucro isso trouxe, entre outras informações.
Depois é só comparar isso com os objetivos definidos e ver se o negócio está no caminho certo ou não.
Por que é importante ter uma estratégia?
Só pela explicação anterior nós já conseguimos perceber que é vantajoso ter uma estratégia de marketing, não concorda?
Mas, para que você se convença ainda mais disso, veja 4 motivos básicos que deixam clara a importância da estratégia para a sua empresa:
Menos estresse
Imagine como seria conduzir uma estratégia complexa de marketing digital sem qualquer tipo de planejamento.
Isso levaria à tomada de decisões importantes sem qualquer tipo de informação ou critério, mal uso das ferramentas disponíveis para o trabalho, conflitos internos, falta de resultados e desânimo geral.
Em outras palavras, trabalhar sem se planejar e seguir um rumo certo significa muito estresse desnecessário.
Esse estresse todo é evitado a partir do momento em que se adota um padrão de trabalho, uma estratégia com começo, meio e fim.
Gasto menor
Uma coisa que todo empreendedor deve manter em mente é: decisões ruins custam dinheiro. Por que podemos dizer isso?
Porque sempre que uma decisão ruim é tomada, isso acaba custando à empresa tempo para consertar o erro e energia dos colaboradores que poderia ser usada para outras tarefas.
Isso sem contar os casos em que um investimento mal feito acaba dando prejuízo financeiro de forma direta!
Por isso, traçar uma estratégia clara ajuda a evitar decisões ruins, o que significa gastar menos.
Decisões melhores
Quanto mais informações de qualidade você tiver à disposição antes de tomar uma decisão, mais fácil será acertar nos pontos mais importantes para que o negócio se mantenha saudável.
Como se planejar envolve também se manter bem informado, fica claro que isso interfere de modo positivo nas escolhas que você terá de fazer ao longo do caminho.
E com tantos caminhos que você pode seguir, saber para onde direcionar os esforços é a diferença entre o lugar comum e o sucesso.
Equipe mais motivada
Imagine uma equipe que não consegue se manter em sintonia, não tem metas claras e nem sabe realmente o que fazer para resolver o problema.
Agora pense em um time que tem objetivos claros em foco, colabora entre si para alcançá-los, e consegue se manter atualizada em um mercado competitivo.
Agora, responda uma questão simples: qual você acha que estaria mais motivada? 
Esta é a grande diferença entre ter ou não uma estratégia de marketing bem definida e segui-la!
5 elementos indispensáveis uma estratégia de marketing vencedora
A estratégia de cada empresa deve ser única, levando em conta o público a ser atingido, os objetivos da empresa, os recursos disponíveis e uma série de fatores.
Mas, alguns elementos são indispensáveis para qualquer marca que espera fazer do marketing digital uma arma. Veja quais são eles:
1. Personas sólidas
As personas são fundamentais para uma estratégia de marketing dar certo. Elas serão o norte de tudo o que virá depois, então errar na criação das personas seria um grande problema.
Por isso, siga os passos corretamente sem pular etapas, pense bem nas perguntas que vai fazer aos seus clientes atuais e monte uma persona sólida.
Também não se preocupe em criar personas demais. Uma ou duas (no máximo) são mais do que suficientes.
2. Bons canais de marketing
Existem muitos canais de marketing que você pode explorar, e o melhor é que não precisa escolher só um deles.
A única regra é não manter funcionando um canal que você não encara com seriedade ou que não é relevante para o seu negócio.
Podemos destacar entre os principais canais:
· Blog: O canal mais fácil e conhecido para produzir conteúdo e ganhar credibilidade com seu público;
· Redes sociais: Facebook, Twitter, Snapchat, Instagram, LinkedIn e outras redes são canais perfeitos para se manter próximo ao seu público;
· Canal de vídeos: Seja uma página em seu site ou um canal no Youtube, os vídeos chegaram para ficar e são muito úteis para uma estratégia;
· E-mail marketing: Manter uma newsletter é simples, barato e super eficiente para manter os seus fãs engajados;
· SEO: Não se engane, o Google pode ser um importante canal de visitas para o seu site.
3. Ferramentas de qualidade
Um bom profissional precisa de boas ferramentas, certo? Com o marketing não é diferente, e o que não falta são ferramentas para te ajudar no dia a dia.
Desde bancos de imagens gratuitas a ferramentas de análise de métricas, há tanto recursos gratuitos quanto pagos que são essenciais para que as suas tarefas sejam feitas sem problemas.
Já fizemos algumas listas de ferramentas úteis para:
· Aumentar as vendas;
· Manter um blog;
· Cuidar do SEO do seu site;
· Monitorar seus perfis nas redes sociais;
· E muitas outras tarefas.
4. Entender o ambiente digital
Já teve a infelicidade de chegar num lugar e ver alguém se comportar de maneira completamente inapropriada?
É isso que acontece quando uma empresa resolve investir em marketing digital, mas não tira tempo para entender como funciona esse ambiente.
O resultado é deixar todos em volta — nesse caso os prospectivos fãs da marca — desconfortáveis, e causar vergonha para si.
Por entender algumas regras de conduta da internet, é possível evitar muitas dores de cabeça e garantir que os resultados não sejam prejudicados.
5. KPIs apropriados
Já falamos como os KPIs são importantes na hora de analisar os resultados da estratégia, mas é preciso escolher indicadores apropriados para medir os objetivos que você escolheu.
Existem KPIs para vendas, marketing, atendimento, SEO e tudo que for relevante para as suas metas. Basta escolher e acompanhar.
Pois é, ter uma estratégia de marketing bem montada e segui-la de perto não é opcional para quem deseja mesmo se beneficiar do poder que o marketing digital tem para os negócios. Felizmente, você já sabe o que fazer e está pronto para começar seu planejamento!
Como vimos, uma boa estratégia de marketing leva em conta o perfil do público. Por isso, você precisa ter uma persona bem definida. Aprenda como com nosso ebook O guia para a Criação de Personas.

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