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CENTRO UNIVERSITÁRIO SETE DE SETEMBRO
Máquinas de fluxo
Perda de carga
EQUIPE: 
Jayane dos Santos Pinheiro
Ramon Herbert Lopes de Oliveira
Renan Siqueira Silva
Professor: Kaio Dutra
FORTALEZA
2019
Componentes:
Jayane dos Santos Pinheiro
Ramon Herbert Lopes de Oliveira
Renan Siqueira Silva
RELATÓRIO DE AULA PRATICA PERDA DE CARGA
Relatório apresentado à disciplina de máquinas de fluxo, como requisito para obtenção de nota para 2° avaliação parcial.
 Professor: Kaio Dutra
FORTALEZA
2019.2
Resumo
Neste relatório iremos descrever experimentos realizados com água percorrendo um sistema de tubos de PVC. Com medições de pressão, objetiva-se: verificar a influência do diâmetro do tubo sobre a perda de carga, verificar a influência da vazão sobre a perda de carga, calcular a rugosidade do PVC e discutir os resultados obtidos de acordo com os conceitos teóricos de escoamento dos fluidos.
Introdução 
O sistema utilizado para o experimento de perda de carga em escoamento de fluidos incompressíveis consistiu circulação de água dado através da moto bomba de modelo ME HI 5210 1 T 60 2/3 Fabricante Schneider e três opções de tubulações, com diâmetros nominais 15 mm, ¾”, 1" A vazão é medida através de um rotâmetro em LPM (litros por minuto).
 A medição da perda de carga nos trechos de tubulação é feita através de um manômetro digital em formato "U", para coleta das diferenças de pressão.
A perda de carga, basicamente, consiste em uma perda energética no escoamento, que aparece como uma diminuição da pressão no escoamento a jusante. A energia dissipada pode converter-se em calor para o próprio fluido.
Metodologia
Cálculo da Rugosidade (ε)
A rugosidade de cada tubo de PVC pode ser calculada tomando-se a perda de carga com a máxima vazão e o número de Reynolds. Aplicando-se a perda de carga na Equação de Moody, sabendo-se V, D e L, obtém-se o fator f. No Diagrama de Moody, com o número de Reynolds, encontra-se a curva ε/D apropriada. Obtém-se assim a rugosidade. 
F= J.D.2g/L.V² Re = V.D/V
Dados
Tubo PVC ¾ 
 L = 1,02 m
Q1 = 7200 l/h > 2x10-³m³/s Q2 = 4000 l/h > 1,11x10-³m³/s
J1 = 550 cm/mca > 5,5 mca J2 = 260 cm/mca > 2,6 mca
V1 = 7,04 m/s V2 = 3,87 m/s
F1 = 0,041 F2 = 0,065 
Re1 = 166.574,34 Re2 = 91.569,12
ε1 (Moody) = 0,01 ε2 (Moody) = 0,04
Dados
Tubo de cobre 15mm 
 L = 0,815 m
Q1 = 4600 l/h > 1,28x10-³m³/s Q2 = 3000 l/h > 8,33X10-³m³/s
J1 = 890 cm/mca > 8,9 mca J2 = 380 cm/mca > 3,8 mca
V1 = 7,23 m/s V2 = 4,70 m/s
F1 = 0,063 F2 = 0,0633
Re1 = 135.056,04 Re2 = 87.795,77
ε1 (Moody) = 0,035 ε2 (Moody) = 0,032
Cálculo de L nos acessórios
L = J.D.2g/ f.v²
Curvas
Raio Curto (45º)
Q1 = 6000 l/h > 1,67x10-³ m³/s Q2 = 4400l/h > 1,22x10-³ m³/s 
J1 = 200 cm/mca > 2,0 mca J2 = 80 cm/mca > 0,8 mca 
D = 2,54 cm > 0,0254 m D = 2,54 cm > 0,0254 m 
V1= 3,29 m/s V2 = 2,41 m/s
F = 0,053 F = 0,053
L1 = 1,77 m L2 = 1,32 m
Raio Longo (90º)
Q1 = 6500 l/h > 1,81x10-³m³/s Q2 = 4000l/h > 1,11x10-³m³/s 
J1 = 50 cm/mca > 0,5 mca J2 = 30 cm/mca > 0,3 mca 
D = 2,54 cm > 0,0254 m D = 2,54 cm > 0,0254 m 
V1= 3,57 m/s V2 = 2,19 m/s
F = 0,053 F = 0,053
L1 = 0,376 m L2 = 0,599 m
Gráfico de variação de Pressão x Vazão medido 
	VASÃO
	Pressão (P) em MCA
	0
	32,36
	3000
	28,14
	3200
	26,73
	4200
	24,62
	5500
	23,22
	5800
	21,11
	6200
	18,29
Gráfico de variação de Pressão x Vazão do fabricante
Fonte de tensão; 
( Circuito divisor de tensão; 
( Resistores (Rx e tábua com 5 resistores iguais em série); 
( Potenciômetro (10kΩ); 
( Multímetro digital (duas); 
( Garras jacaré; 
( Cabos (c
Gráfico de vazão Registro de Gaveta em relação a Abertura
	Vazão
	Pressão de entrada 
	Pressão de saída
	ΔP
	Abertura
	Nº voltas
	6000
	28
	6
	22
	100%
	0 voltas
	5700
	30
	5
	25
	80%
	1/2 volta
	4800
	34
	6
	28
	60%
	1 volta 
	3500
	38
	5
	33
	40%
	1 1/2 volta
	1800
	44
	4
	40
	20%
	1 1/4 volta
Gráfico da Vazão Registro de Globo em relação a Abertura
	Vazão
	Pressão de entrada 
	Pressão de saída
	ΔP
	Abertura
	nº voltas
	2100
	40
	2,5
	37,5
	100%
	0 voltas
	1600
	42
	2
	40
	75%
	1/2 volta
	1100
	44
	2
	42
	50%
	1 volta 
	900
	45
	2
	43
	25%
	1 1/4 volta

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