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OS CARBOIDRATOS SÃO COMPOSTOS QUE TÊM NA SUA ESTRUTURA OS ELEMENTOS QUÍMICOS CARBONO, HIDROGÊNIO E OXIGÊNIO. FÓRMULA GERAL: (CH2O)n, sendo n ≥ 3 O nome carboidrato indica que eles são hidratos de carbono Os carboidratos são as biomoléculas mais abundantes e constituem cerca de 60% da nossa dieta. Através de sua oxidação, obtemos a maior parte da energia utilizada pelo nosso organismo. Além de fonte energética, eles são componentes das membranas celulares, dos ácido nucléicos – DNA e RNA – da parede celular de bactérias, fungos e vegetais e do tecido conjuntivo de animais. A pirâmide alimentar mostra a importância dos carboidratos na nossa alimentação. Na base, os alimentos que precisam ser ingeridos em maior quantidade e no topo, os que precisam ser ingeridos em menor quantidade. Classificação dos Carboidratos Monossacarídeos: não sofrem hidrólise Oligossacarídeos (dissacarídeos): até 20 monossacarídeos Polissacarídeos: acima de 20 monossacarídeos Porcentagem de amido presente em alguns vegetais Vegetais Porcentagem de amido Batata 15 Trigo 55 Arroz 65 Milho 75 Tanto o amido quanto o glicogênio são altamente hidratados devido à interação entre grupos hidroxila e a água. Essa interação é chamada ligação de hidrogênio. O glicogênio perfaz de 4 a 8% da massa do fígado e também está presente nos músculos esqueléticos, representando de 0,5 a 1% da massa. Degradação dos Carboidratos Para que o metabolismo funcione de maneira compatível com nossas necessidades fisiológicas, as reações químicas precisam acontecer de maneira rápida, que só é possível devido à ação de moléculas catalisadoras: as enzimas A maior parte das enzimas é de natureza protéica, ou seja, formada por aminoácidos que, no nosso organismo estão em constante processo de síntese e degradação. As enzimas são sintetizadas pelo nosso próprio organismo através das informações contidas nas molécula de DNA, portanto, o funcionamento adequado do nosso metabolismo está diretamente ligado ao nosso material genético Transporte da glicose para o interior da célula Via Glicolítica ou Glicólise A glicólise, também conhecida como via de Ebden- Meyerhof, é a primeira via metabólica da molécula de glicose e outras hexoses. Todos os seres vivos (a exceção dos vírus) realizam, invariavelmente, a glicólise seja em condições de aerobiose ou de anaerobiose, com as enzimas glicolíticas presentes no citoplasma. Via Glicolítica ou Glicólise Glicólise aeróbica: a conversão de glicose em duas moléculas de piruvato (glicólise aeróbica), depende de 10 reações químicas e de duas fases. Ocorre no citosol das células pois nele se encontram todas as enzimas necessárias para esse processo. Via Glicolítica ou Glicólise Glicólise anaeróbica: Metabolismo da sacarose e lactose Metabolismo da sacarose e lactose O ciclo de Krebs Degradação do Glicogênio - Glicogenólise Síntese de Carboidratos Síntese de Glicogênio - Glicogênese Gliconeogênese Os substratos da Gliconeogênese **CARBOIDRATOS** Número do slide 2 Número do slide 3 Número do slide 4 Classificação dos Carboidratos Número do slide 6 Número do slide 7 Número do slide 8 Número do slide 9 �Porcentagem de amido presente em alguns vegetais� Número do slide 11 Número do slide 12 Degradação dos Carboidratos Número do slide 14 Número do slide 15 Número do slide 16 Número do slide 17 Transporte da glicose para o interior da célula Número do slide 19 Número do slide 20 Via Glicolítica ou Glicólise Via Glicolítica ou Glicólise Número do slide 23 Número do slide 24 Via Glicolítica ou Glicólise Metabolismo da sacarose e lactose Metabolismo da sacarose e lactose Número do slide 28 Número do slide 29 O ciclo de Krebs Número do slide 31 Número do slide 32 Degradação do Glicogênio - Glicogenólise Número do slide 34 Síntese de Carboidratos Número do slide 36 Número do slide 37 Gliconeogênese Número do slide 39 Os substratos da Gliconeogênese Número do slide 41 Número do slide 42 Número do slide 43