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EVOLUT ESCOLAS TÉCNICAS
TÉCNICO EM MECATRÔNICA
ANAILSON FERREIRA DA FONSECA RM:110441
MAYCON CRISTIAN SILVA RM:110304
VENTILADOR INTELIGENTE
MODO DORMIR
JUNDIAÍ
2019
ANAILSON FERREIRA DA FONSECA RM:110441
MAYCON CRISTIAN SILVA RM:110304
VENTILADOR INTELIGENTE
MODO DORMIR
Trabalho apresentado à disciplina Projeto
Integrador III como requisito de avaliação, do
curso em Mecatrônica da escola EVOLUT
Escolas Técnicas.
Orientadores: Rodrigo Ming Pavani /
Rosana Cristina Françozo
JUNDIAÍ
2019
FONSECA, Anailson Ferreira; SILVA, Maycon Cristian; Ventilador
Inteligente
Jundiaí: EVOLUT - Escolas Técnicas.
68 p, Trabalho de Conclusão de curso de Técnico em Mecatrônica.
EVOLUT Jundiaí, 2019.
Palavras-chave: 1 Arduino. 2 relê. 3 sensor IR.
ERRATA
ANAILSON FERREIRA DA FONSECA RM:110441
MAYCON CRISTIAN SILVA RM:110304
VENTILADOR INTELIGENTE
MODO DORMIR
Trabalho apresentado à disciplina Projeto
Integrador III como requisito de avaliação, do
curso em Mecatrônica da escola EVOLUT
Escolas Técnicas.
Orientadores: Rodrigo Ming Pavani /
Rosana Cristina Françozo
Aprovado em: ____/____/_______
Banca Examinadora
____________________________
Profº _______________________
___________________________
Profº _______________________
DEDICATÓRIA
Dedicamos esse trabalho a todos que nos
apoiaram e ajudaram com esse projeto,
professores, colegas e familiares.
AGRADECIMENTO
Agradecemos primeiramente a Deus, que
nos deu energia e benefícios para concluir
todo esse trabalho.
Agradecemos aos nossos professores que
nos ajudou o tempo todo, os nossos pais
que nos incentivou todo esse tempo.
Enfim, agradecemos a todas as pessoas
que fizeram parte dessa etapa decisiva em
nossas vidas.
A persistência é o caminho do êxito
CHARLES CHAPLIN
RESUMO
FONSECA, Anailson Ferreira; SILVA, Maycon Cristian; Ventilador inteligente – modo
dormir Jundiaí, Curso Técnico em Mecatrônica, Evolut Escolas Técnicas, 2° bimestre
de 2019. 68 p. Trabalho de Conclusão de Curso
Trabalho de conclusão de curso de técnico em mecatrônica com ênfase em
automação de um ventilador comum com acionamento via controle remoto ou celular
via bluetooth, toda via sabemos que os ventiladores na maioria são ventiladores
simples, comum, muitos com um acabamento superior, outros com uma rotação maior
e mais silencioso. Com isso tivemos a ideia de automatizar um ventilador 30CM, para
com que as pessoas tem um maior conforto e comodidade na hora de ligar o ventilador
ou desligar, aumentar velocidade ou diminuir, e na hora de dormir ter um maior
conforto com temporizador de até 4 horas, ou no caso da temperatura ter uma queda
e chegar a temperatura desejada o ventilador desliga automaticamente, para que o
consumidor não venha a passar frio. E também para as pessoas portadoras de algum
tipo de necessidades especiais no caso, de locomoção, venha ter um pouco de
conforto na hora de ficar se levantando e abaixando. Esse projeto foi feito com a placa
eletrônica Arduino unoR3 e alguns assessórios acoplados na placa, como, modulo
relé com quatro canais, sensor de temperatura e umidade, display LCD, sensor
receptor infravermelho, modulo bluetooth HC 06 e controle remoto. A comunicação é
feita através de controle remoto e sensor IR que recebe informações de acordo com
cada botão do controle remoto, acionando algumas funções do ventilador, assim como
o bluetooth, e o sensor de temperatura que faz a leitura, no caso se a temperatura
estiver abaixo do desejado, manda o comando de desligar o ventilador, e o display
sete segmentos para ver a temperatura e umidade do ar.
Palavras chave: Arduino, relé, sensor IR.
ABSTRACT
FONSECA, Anailson Ferreira; SILVA, Maycon Cristian; Smart Fan - Sleep Mode
Jundiaí, Technical Course in Mechatronics, Evolut Technical Schools, 2nd two months
of 2019. 68 p.. Course Conclusion Work
Mechatronics technician course completion work with emphasis on automation of a
common fan with remote control or cell phone via bluetooth, we all know that the fans
are mostly simple, common fans, many with a superior finish, others with a greater and
quieter rotation. With this we had the idea to automate a 30CM fan, so that people
have a greater comfort and convenience when turning the fan on or off, increase speed
or decrease, and at bedtime have a greater comfort with timer up to 4 hours, or in case
the temperature has a drop and reach the desired temperature the fan turns off
automatically, so that the consumer does not come to pass cold. And also for people
with some kind of special needs in the case of locomotion, come to have a little comfort
when getting up and down. This project was made with the Arduino unoR3 electronic
board and some accessories connected to the board, such as a four-channel relay
module, temperature and humidity sensor, LCD display, infrared receiver sensor,
bluetooth module HC 06, and remote control. The communication is made through
remote control and IR sensor that receives information according to each button of the
remote control, activating some functions of the fan, as well as the bluetooth, and the
temperature sensor that makes the reading, in case if the temperature is below the
desired one, it sends the command to turn off the fan, and the display seven segments
to see the temperature and humidity of the air.
Keywords: Arduino, Rele, IR sensor.
LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Arduino Uno ............................................................................................... 18
Figura 2: Modulo relé 4 canais .................................................................................. 19
Figura 3: Display
lcd...................................................................................................Erro! Indicador
não definido.
Figura 4: Sensor de temperatura e umidade ............................................................. 23
Figura 5: Sensor de temperatura e umidade: ligação ................................................ 23
Figura 6: Sensor IR ................................................................................................... 24
Figura 7: ventilador britânia ....................................................................................... 25
Figura 8: Primeiro ventilador da história .................................................................... 26
Figura 9: Fonte de alimentação 9V ........................................................................... 27
Figura 10 : Tipos de LED .......................................................................................... 28
Figura 11: LED .......................................................................................................... 31
Figura 12:tipos de Push Button ................................................................................. 35
Figura 13: Representação ......................................................................................... 36
Figura 14: tabela de Cores ........................................................................................ 37
Figura 15: Resistor .................................................................................................... 38
Figura 16: controle Philips......................................................................................... 41
Figura 17: Modulo bluetooth HC-06 ......................................................................... 44
Figura 18: interface do app ....................................................................................... 45
Figura 19: interface do app........................................................................................ 46
Figura 20: interface do app........................................................................................ 46
Figura 21: motor do ventilador ................................................................................... 47
Figura 22: testes de funcionamento .......................................................................... 48
Figura 23: instalação do display lcd .......................................................................... 48
Figura 24: instalação do sensor IR. ........................................................................... 49
Figura 25: instalação do Arduino uno ........................................................................ 50
Figura 26: instalação do modulo rele 4 canais .......................................................... 50
Figura 27: instalação do push button ....................................................................... 51
Figura 28: controle remoto ........................................................................................ 52
Figura 29: fixação do modulo bluetooth. .................................................................. 52
Figura 30: fixação do sensor DHT 11 ........................................................................ 53
Figura 31: diagrama elétrico. ..................................................................................... 53
Figura 32: projeto finalizado ...................................................................................... 54
LISTA DE TABELAS
Tabela01: tabela luz....................................................................................................34
Tabela02: Componentes e custos..............................................................................57
Tabela03: Cronograma...............................................................................................58
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
AC - Corrente Alternada
CC - Corrente Continua
LED - Diodo Emissor de Luz
NF - Normalmente Fechado
NO - Normalmente Aberto
PWM - Modulação de Largura De Pulso
IDE - Ambiente De Desenvolvimento Integrado
LISTA DE SÍMBOLOS
A - Ampére
Cm - Centímetro
g - Grama
Kg - Quilograma
KHz - quilohertz
MHz - Mega-hertz
USB - Porta Universal
V - Volts
W - Potência
°C - Grau Celsius
SUMARIO
1 INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 14
2 DESENVOLVIMENTO ........................................................................................... 15
2.1 Problema .......................................................................................................... 15
2.2 Objetivo Geral .................................................................................................. 15
2.3 Objetivos Específicos ....................................................................................... 15
2.4 Justificativa ...................................................................................................... 15
2.5 Metodologia ..................................................................................................... 16
3 ARDUINO UNO R3 ................................................................................................ 17
3.1 Conexões de alimentação elétrica ................................................................... 17
3.2 Entradas analógicas ......................................................................................... 17
3.4 Conexões Digitais ............................................................................................ 18
4 MODULO RELÉ 4 CANAIS ................................................................................... 19
4.1 Conexões ......................................................................................................... 19
5 DISPLAY LCD 16X2 ............................................................................................. 20
5.1 MODULO L2C ................................................................................................ 21
6 SENSOR DHT11 .................................................................................................... 22
6.1 Potência e pinagem. ........................................................................................ 22
7 SENSOR RECEPTOR INFRAVERMELHO ........................................................... 24
8 VENTILADOR BRITÂNIA 30 CM .......................................................................... 25
8.1 Historia do ventilador ....................................................................................... 25
9 FONTE DE ALIMENTAÇÃO 9 V ........................................................................... 27
10 DIODO EMISSOR DE LUZ .................................................................................. 28
10.1 Caracteristicas ............................................................................................... 28
10.2 Funcionamento .............................................................................................. 30
11 PUSH BUTTON ................................................................................................... 35
12 RESISTOR ........................................................................................................... 36
12.1 Onde são encontrados? ................................................................................. 36
12.2 Associação de resistores ............................................................................... 38
13 CONTROLE REMOTO......................................................................................... 39
13.1 O interior dos controles remotos infravermelho............................................ 42
14 MODULO BLUETOOTH ...................................................................................... 44
15 APLICATIVO ANDROID ...................................................................................... 45
16 PROTÓTIPO ........................................................................................................ 47
16.1 Programação utilizada. .................................................................................. 55
17 LISTA COMPONENTES E CUSTOS ................................................................... 57
18 CRONOGRAMA .................................................................................................. 58
19 CONCLUSÃO ...................................................................................................... 59
14
1 INTRODUÇÃO
A automatização veio para facilitar a vida das pessoas, principalmente quando
fala em custo e benefício, por isso tivemos a ideia de automatizar um ventilador
comum, para dar mais conforto e praticidade para o consumidor. A tecnologia avança
cada dia mais por isso tivemos a ideia de automatiza-lo.
Ter um ventilador controlado por controle remoto ou bluetooth, sem precisar se
levantar da cama ou do sofá, ter total domínio em suas mãos e muito legal. Sabemos
que quando chega a temporada de verão todos correm para a loja comprar um produto
para amenizar o calor e muitas das vezes não acha um produto do seu gosto e compra
o que tem, pelo fato da grandenecessidade.
Com esse sistema não precisa ficar levantando da cama ou sofá para aumentar
ou diminuir a rotação, na hora de dormir pode programar ele para desligar no tempo
que desejar, com uma programação de até 4 horas no modo dormir para ter um maior
tempo de conforto, caso na madrugada tenha uma queda mais elevada de
temperatura, o ventilador desliga automaticamente para o consumidor não ficar com
frio a noite.
Tudo isso com uma placa Arduino uno R3, um modulo rele de 4 canais, um
display com indicador da temperatura e umidade, e o sensor de temperatura e
umidade DHT11, o sensor receptor infravermelho para receber o sinal do controle
remoto, modulo bluetooth HC 06 e um botão de acionamento manual caso não tenha
o controle remoto ou celular Android.
15
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 Problema
Muitas das vezes ao ir dormir com o ventilador ligado acabamos sentindo no
meio da noite uma temperatura mais baixa, e isso faz com que o consumidor tenha
que se levantar da cama para desligar ou até mesmo para diminuir a velocidade de
rotação do ventilador. Outro problema do ventilador comum que temos no mercado é
que, portadores de deficiência acabam sofrendo um pouco para conseguir usar.
2.2 Objetivo Geral
A automatização do ventilador comum de 30 cm, vem com intenção de trazer
mais comodidade e conforto para os consumidores, possibilitando o acionamento e
desligamento, tudo isso na palma da mão, aumento ou diminuição da velocidade de
rotação, um timer para o desligamento no tempo desejado e desabilitar no caso de
chegar a uma temperatura baixa. Sendo controlado via controle remoto ou podendo
controlar manualmente.
2.3 Objetivos Específicos
Fizemos esse projeto na intenção em facilitar a vida dos consumidores, para
que quando chegar a noite a temperatura estiver baixa o ventilador desliga sozinho,
também para quem tem dificuldades de locomoção e com isso facilitaria o uso para
todos.
2.4 Justificativa
Criamos a automatização do ventilador por analisar que no mercado que ainda
não temos modelos que levam mais comodidade as pessoas e pelo fato que
16
portadores de deficiência encontram na hora da utilização do mesmo. Então com esse
sistema, estaremos abrindo mais possibilidades, visto que será controlado via controle
remoto, podendo controlar de longa distância. Isso irá trazer mais comodidade para
todos usuários.
2.5 Metodologia
Com ênfase a este trabalho, decidimos criar esta automação ao perceber a falta
desse tipo de produto no mercado. Dessa forma podemos fazer com que as pessoas
se sintam mais confortáveis ao seu uso. Fizemos uma pesquisa de campo, buscando
modelos que suprisse a necessidade.
Procuramos algumas pessoas com algum tipo de deficiência, e muitos por sua
vez, não conseguem fazer o uso do ventilador pela falta de locomoção e pela
dificuldade de estar ligando e ou desligando, e até mesmo na hora de mudar as
velocidades de oscilação. Muitos também não têm condições de estar podendo
adquirir um ar condicionado, no qual teria uma facilidade maior para o uso. E a partir
disso e por não ter um ventilador que supra essa necessidade, criamos essa
automação, a fim de que todos possam fazer o uso independente de suas limitações.
17
3 ARDUINO UNO R3
O Arduino foi criado na Itália em 2005, e tem como principal objetivo oferecer
plataforma de prototipagem de código aberto, onde a documentação da criação da
placa eletrônica é disponibilizado em seu site de projetos. O arduino disponibiliza para
download o ambiente de desenvolvimento integrado (IDE) para a programação da
placa eletrônica, juntamente com o código fonte deste ambiente. O IDE do arduino
pode rodar nas plataformas Windows, Linux e MacOS.(ARDUINO, 2016).
3.1 Conexões de alimentação elétrica
Próximo dos conectores, você pode ler os seus nomes. O primeiro é o de
Reset. Ele faz a mesma coisa que o botão de Reset do Arduino. De forma semelhante
ao que ocorre quando reiniciamos um computador PC, se ativarmos o conector de
Reset do Arduino, o microcontrolador será inicializado começando a executar o seu
sketch desde o início. Para inicializar o microcontrolador usando o conector de Reset,
você deve manter esse pino momentaneamente em nível baixo (conectando-o a 0V).
Os demais pinos desta seção simplesmente fornecem diversas tensões (3,3V, 5V,
GND e 9V), conforme estão indicadas na placa. GND (ground ou terra) significa
simplesmente zero volts. É a tensão que serve de referência a todas as outras tensões
da placa.
3.2 Entradas analógicas
Os seis pinos indicados como Analog In, de A0 a A5, podem ser usados para
medir a tensão que está sendo aplicada a cada pino, de modo que os seus valores
podem ser usados em um programa (sketch). Observe que nos pinos são medidas as
tensões e não as correntes. Como os pinos têm uma resistência interna muito elevada,
apenas uma diminuta corrente entrará em cada pino passando internamente até o
pino GND. Isto é, a elevada resistência interna dos pinos permite que somente uma
corrente muito baixa consiga entrar neles. Embora essas entradas estejam indicadas
18
como analógicas, sendo entradas analógicas por default, essas conexões também
poderão ser usadas como entradas ou saídas digitais.
3.4 Conexões Digitais
Encontramos os pinos denominados Digital, de 0 a 13. Eles podem ser usados
como entradas ou como saídas. Quando usados como saídas, eles se comportam
como as tensões da alimentação elétrica, discutidas anteriormente nesta seção,
exceto que agora todas são de 5V e podem ser ligadas ou desligadas a partir de um
sketch. Assim, se você as ligar em seu sketch, elas ficarão com 5V. Se você desligá-
las, elas ficarão com 0V. Como no caso das conexões da alimentação elétrica, você
deve tomar cuidado para não ultrapassar as suas capacidades máximas de corrente.
Os primeiros dois pinos (0 e 1), também denominados RX e TX, são para recepção e
transmissão. Essas conexões estão reservadas para uso na comunicação.
Indiretamente, são as conexões da recepção e transmissão USB usadas pelo Arduino
para se comunicar com o seu computador. Essas conexões digitais podem fornecer
40 mA (mili amperes) com 5V. Isso é mais do que suficiente para acender um LED
comum, mas é insuficiente para acionar diretamente um motor elétrico.
Figura 1: Arduino Uno
Fonte:https:/www.flipkart.com/diy-ecraft-arduino-uno r3/p/itme93up6mdthxgr?otracker -
=product_breadCrumbs_DIY-eCraft+Arduino+UNO+R3+%28Blue%29
19
4 MODULO RELÉ 4 CANAIS
Esse Módulo Relé possui 4 Reles de 1 canal, com interface padrão TTL, que
pode ser controlado diretamente por diversos Microcontroladores (Arduino, 8051,
AVR, PIC, DSP, ARM, ARM, MSP430). Através deste Módulo é possível enviar sinais
digitais do MCU para cada relé e controlar vários aparelhos e outros equipamentos de
alta corrente, como por exemplo: motores AC ou DC, eletroímãs, solenoides,
lâmpadas, etc. Sendo ideal para aplicações de automação residencial, industrial e
robótica.
4.1 Conexões
O módulo pode ser conectado ao Arduino ligando-se o pino positivo (VCC) no
5V, o pino negativo GND e o pino SINAL em um pino digital, como por exemplo D13.
Este Módulo possui uma entrada (Sinal), que controla um relé, e para acioná-la, basta
aplicar um pulso de nível TTL (5V) na entrada correspondente ao relé desejado. Ligar
a carga (lâmpada) nos terminais Comum e NA do Módulo Relé, também na rede da
Concessionária de Energia.
Figura 2: Modulo relé 4 canais
Fonte : http://tecnomelque.blogspot.com/2016/08/modulo-rele-de-4-canais-como-ponte-h.html
20
5 DISPLAY LCD 16X2
O Display LCD 16x2 é um modelo de display vastamente utilizado em projetos
onde se necessita uma interface homem-máquina(IHM). Ele é composto por 16
colunas e 2 linhas com a escrita na cor branca e sua backlight (luz de fundo) azul para
exibição de caracteres, letras e números de forma clara e nítida, melhorando a
visibilidade para quem recebe a informação.
O Display LCD 16x2 utiliza o controlador HD44780, utilizado em toda
indústria de LCD's como base de interface que pode ser operado em 4 ou 8-bits
paralelamente. Sua conexão é feita através de 16 pinos, sendo 12 deles para conexão
básica com o microcontrolador e 11 deles pinos de entrada/saída (I/O) e os demais
pinos para ajuste de contraste através de potenciômetros, trimpots e afins e para a
alimentação da backlight. Também é possível fazer a comunicação L2C com um
microcontrolador. Fácil interação com qualquer microcontrolador, como Arduino, entre
outros, o display 16x2 ideal para empresas de tecnologia, projetistas, estudantes, e
iniciantes na profissão de programação.
O display LCD 16x2 pode ser utilizado em diversos projetos em que o operador
ou usuário necessita de uma resposta visual devido ao seu ótimo funcionamento e a
simplicidade de instalação/configuração, podendo ser uma mensagem informativa, o
resultado de uma calculo matemático, uma resposta de algum comando, entre outros.
A seguir, temos alguns exemplos de projetos com um Display LCD 16x2:Letreiro
informativo, Voltímetro, Amperímetro, Calculadoras digitais, Painel de catracas, Painel
de controle, Painel informativo de diversos sistemas, como exibição de temperatura,
umidade, entre outros.
https://www.curtocircuito.com.br/arduino-uno-r3-com-cabo-usb.html
21
Figura 3: display LCD 16X2
Fonte: https://www.curtocircuito.com.br/display-lcd-16x2-backlight-azul.html
5.1 MODULO L2C
Quem precisa conectar um display LCD 16x2 ou 20x4 ao Arduino sabe que vai
precisar de pelo menos 6 fios para conexão. Em placas com um número menor de
portas, como o Arduino Uno, isso significa sacrificar algumas portas que poderiam ser
utilizadas para ligação de outros componentes, como sensores ou motores.
Com esse módulo, você consegue controlar um display LCD, seja ele 16x2 ou
20x4, utilizando apenas dois pinos do Arduino: o pino analógico 4 (SDA) e o pino
analógico 5 (SCL), que formam a interface de comunicação I2C.
Na lateral esquerda do módulo temos 4 pinos, sendo que dois são para
alimentação (Vcc e GND), e os outros dois são da interface I2C (SDA e SCL). O
potenciômetro da placa serve para ajuste do contraste do display, e o jumper na lateral
oposta permite que a luz de fundo (backlight) seja controlada pelo programa ou
permaneça apagada.
https://www.curtocircuito.com.br/display-lcd-16x2-backlight-azul.html
22
6 SENSOR DHT11
O sensor DHT11 possui um sensor de temperatura e umidade complexo com
uma saída de sinal digital calibrada. Utilizando a aquisição exclusiva de sinal digital
técnica e temperatura e tecnologia de detecção de umidade, garante alta
confiabilidade e excelente estabilidade a longo prazo. Este sensor inclui uma medição
de umidade do tipo resistiva e um componente de medição de temperatura NTC, e se
conecta a um microcontrolador de 8 bits de alto desempenho, oferecendo excelente
qualidade, resposta rápida, ante interferência, capacidade e custo-efetividade.
Cada elemento DHT11 é rigorosamente calibrado no laboratório, que é
extremamente preciso. Os coeficientes de calibração são armazenados como
programas na memória OTP, que são usados pelo processo interno de detecção de
sinal do sensor. A interface serial de fio único torna a integração do sistema rápida e
fácil. Seu tamanho pequeno, baixo consumo de energia e até 20 transmissão do sinal
do medidor, sendo a melhor escolha para várias aplicações, incluindo aquelas mais
exigentes. O componente é um pacote de pinos de fileira única de 4 pinos.
6.1 Potência e pinagem.
A fonte de alimentação do DHT11 é de 5V DC. Quando a energia é fornecida ao
sensor, não envie nenhuma instrução ao sensor dentro de um segundo a fim passar
o status instável. Um capacitor com valor de 100nF pode ser adicionado entre VDD e
GND para filtragem de energia. Especificações: Modelo: DHT11 (Datasheet),
Alimentação: 3,0 a 5,0 VDC (5,5 Vdc máximo), Corrente: 200uA a 500mA, em stand
by de 100uA a 150 uA, Faixa de medição de umidade: 20 a 90% UR, Faixa de medição
de temperatura: 0º a 50ºC, Precisão de umidade de medição: ± 5,0% UR, Precisão de
medição de temperatura: ± 2.0 ºC, Tempo de resposta: < 5s, Dimensões: 23mm x
12mm x 5mm (incluindo terminais).
23
Figura 3: Sensor de temperatura e umidade
Fonte: https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-
For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=USA
Figura 4: Sensor de temperatura e umidade: ligação
Fonte: https://www.filipeflop.com/blog/monitorando-temperatura-e-umidade-com-o-sensor-dht11/
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=USA
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=USA
https://www.filipeflop.com/blog/monitorando-temperatura-e-umidade-com-o-sensor-dht11/
24
7 SENSOR RECEPTOR INFRAVERMELHO
A melhor solução para o sensoriamento à curta distância, que faz uso do
infravermelho (IR). Controles remotos, links de dados, sensoriamento remoto são
algumas das aplicações em que o uso do infravermelho se faz presente com grande
eficiência. No entanto, para usar o infravermelho na comunicação de dados, no
controle remoto e no sensoriamento é preciso que o profissional tenha algum
conhecimento básico sobre seu comportamento e circuitos.
As grandes vantagens do uso do infravermelho estão na sua imunidade à
interferências e possibilidade de ser transmitido e recebido com componentes comuns
de baixo custo e fácil utilização.
O infravermelho é uma forma de radiação eletromagnética, uma forma de luz
"invisível", Especificações: Modelo: VS 1838B; Tensão de trabalho: 2,7V ~
5,5V;Consumo de corrente: 1,5uA;Frequência de trabalho: 38Khz; angulo: +/- 45°;
Tensão em nível lógico baixo: 0,4V;Tensão em nível lógico alto: até 4,5V;Temperatura
de trabalho: -20° ~ 85°;Dimensões (CxLxE):7,5x6x5,2mm; (ignorando-se os pinos)
Comprimento total: 29,8mm;Peso: 1g.
Figura 5: Sensor IR
Fonte: https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-infravermelho-universal.html
https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-infravermelho-universal.html
25
8 VENTILADOR BRITÂNIA 30 CM
Desenvolvido com hélice de 6 pás, sistema oscilante e inclinações verticais,
você pode escolher a ventilação que mais agrada. Com suas três velocidades, a
mínima, média e máxima você pode ajustar a intensidade do vento de acordo com a
sua necessidade. Além disso, sua grade protetora é segura e produzida de acordo
com as normas de segurança de proteção da grade.
Figura 6: ventilador britânia
Fonte:https://www.casasbahia.com.br/arventilacao/ventiladoresecirculadores/ventiladordemesa/ventila
dor-britania-ventus-30-six-preto-cinza-30cm-11700686.html
8.1 História do ventilador
Inventor responsável pela criação do ventilador foi o engenheiro americano
Schuyler Skaats Wheeler no final do século XIX. O modelo criado por ele foi o de
mesa, que tinha duas pás. Ele era mecânico e composto de um legue tradicional que
26
foi aplicado, preso por uma haste que se mexia por intermédio do movimento das
roldanas e girava entre os eixos.
Esse tipo de ventilador, criado entre 1882 e 1886, foi criado para atender
especialmente às necessidades do setor industrial. Quase simultaneamente, também
em 1882, Philip H. Diehl, considerado o criador do ventilador moderno, criou o
ventilador de teto. A sua composição era pás de latãoe internamente eram bem
confeccionados. Todavia, tanto o modelo de mesa, criado por Wheeler, quanto o
modelo de teto de Diehl, apesar de serem adequados denota muita insegurança.
Apesar do processo de criação do ventilador ter tido início nas últimas décadas do
século XIX, o aparelho só entrou no gosto popular quase 100 anos depois.
Em 1970, os modelos de chão e de teto se popularizaram por causa técnicas
de construção mais baratas e simples.
Figura 7: Primeiro ventilador da história
Fonte: http://ghztecnologia.blogspot.com/2010/12/como-surgio-o-ventilador.html
27
9 FONTE DE ALIMENTAÇÃO 9 V
A Fonte de Alimentação Chaveada 9V 2A é um produto muito utilizado na
construção de projetos de automação residencial e na alimentação de pequenos
circuitos, como, por exemplo, LEDS, câmeras de segurança, aparelhos
eletroeletrônicos que exijam fontes com 5V e corrente de saída nominal de 2A, sendo
projetadas para uso geral
O diferencial da Fonte de Alimentação Chaveada 9V 2A é o seu ajuste
automático da energia de entrada, caracterizado como bivolt, podendo ser utilizada
em 127V ou 220V. Com um circuito controlador interno, chaveando a corrente, de
modo a alternar a passagem de energia, ligando e desligando rapidamente a corrente,
de forma a estabilizar a tensão de saída. Outra característica da Fonte de
Alimentação Chaveada é o seu peso muito inferior a de um transformador, devido a
aplicação de maior tecnologia. Importante destacar que as fontes são submetidas a
um rigoroso processo de verificação de qualidade do início ao fim de sua montagem,
sempre utilizando componentes eletrônicos de alta qualidade, proporcionando
segurança aos aparelhos em que serão utilizadas. A Fonte conta ainda com plug
padrão universal, adotado pelo Brasil em conformidade com a norma NBR 14136, que
estabelece o padrão brasileiro para tomadas e plugues elétricos e está baseada na
norma internacional IEC 60906-1.
Figura 8: Fonte de alimentação 9V
Fonte: https://www.filipeflop.com/produto/fonte-dc-chaveada-9v-1a-plug-p4/
https://www.filipeflop.com/produto/fonte-dc-chaveada-9v-1a-plug-p4/
28
10 DIODO EMISSOR DE LUZ
O diodo emissor de luz, também conhecido pela sigla
em inglês LED (Light Emitting Diode), é usado para a emissão de luz em locais e
instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de
uma lâmpada. Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como
sinalizador de avisos, também pode ser encontrado em tamanho maior, como em
alguns modelos de semáforos. Também é muito utilizado em painéis de LED, cortinas
de LED, pistas de LED e postes de iluminação pública, permitindo uma redução
significativa no consumo de eletricidade.
Figura 9 : Tipos de LED
Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9e/Verschiedene_LEDs.jpg/220px-
Verschiedene_LEDs.jpg
10.1 Características
O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando é energizado
emite luz visível – por isso LED (Diodo Emissor de Luz). A luz não
é monocromática (como em um laser), mas consiste de uma banda espectral
relativamente estreita e é produzida pelas interações energéticas
dos elétrons (português europeu)/elétron (português brasileiro). O processo de
emissão de luz pela aplicação de uma fonte elétrica de energia é
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A2mpada
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sem%C3%A1foro
https://pt.wikipedia.org/wiki/Diodo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Semicondutor
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Monocrom%C3%A1tico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Laser
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Verschiedene_LEDs.jpg
29
chamado eletroluminescência. Em qualquer junção P-N polarizada diretamente,
dentro da estrutura, próximo à junção, ocorrem recombinações de lacunas e elétrons.
Essa recombinação exige que a energia possuída pelos elétrons seja liberada, o que
ocorre na forma de calor ou fótons de luz .
No silício e no germânio, que são os elementos básicos
dos diodos e transistores, entre outros componentes eletrônicos, a maior parte da
energia é liberada na forma de calor, sendo insignificante a luz emitida (devido à
opacidade do material), e os componentes que trabalham com maior capacidade de
corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na
manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável. Já em outros materiais,
como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfito de gálio (GaP), a quantidade de fótons
de luz emitida é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes.
A forma simplificada de uma junção P-N de um LED demonstra seu processo de
eletroluminescência. O material dopante de uma área
do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em
relação ao material semicondutor. Na ligação, os íons desse material dopante (íons
"aceitadores") removem elétrons de valência do semicondutor, deixando "lacunas" (ou
buracos), fazendo com que o semicondutor torne-se do tipo P. Na outra área do
semicondutor, o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o
semicondutor puro em sua faixa de valência. Portanto, na ligação esse elétron fica
disponível sob a forma de elétron livre, formando o semicondutor do tipo N.
Os semicondutores também podem ser do tipo compensados, isto é, possuem
ambos os dopantes (P e N). Neste caso, o dopante em maior concentração
determinará a que tipo pertence o semicondutor. Por exemplo, se existem mais
dopantes que levariam ao P do que do tipo N, o semicondutor será do tipo P. Isso
implicará, contudo, na redução da Mobilidade dos Portadores.
A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (eletrons e
buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da
estrutura. Quanto maior a mobilidade dos portadores, menor será a perda de energia,
portanto mais baixa será a resistividade.
Na região de contato das áreas, elétrons e lacunas se recombinam, criando uma
fina camada praticamente isenta de portadores de carga, a chamada barreira de
potencial, onde há apenas os íons "doadores" da região N e os íons "aceitadores" da
https://pt.wikipedia.org/wiki/Calor
https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ton
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sil%C3%ADcio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Germ%C3%A2nio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Elementos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Diodos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Transistor
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arsenieto_de_g%C3%A1lio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Semicondutor
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81tomo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_de_val%C3%AAncia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Resistividade
30
região P que, por não apresentarem portadores de carga, "isolam" as demais lacunas
do material P dos outros elétrons livres do material N.
Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial
mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção). Nesse ponto
ressalta-se um fato físico do semicondutor: nesse material, os elétrons só podem
assumir determinados níveis de energia (níveis discretos), sendo as bandas de
valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem.
A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de
condução é a chamada "banda proibida". Se o material semicondutor for puro, não
terá elétrons nessa banda (daí ser chamada "proibida"). A recombinação entre
elétrons e lacunas, que ocorre depois de vencida a barreira de potencial, pode
acontecer na banda de valência ou na proibida. A possibilidade dessa recombinação
ocorrer na banda proibidase deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa
área pela introdução de outras impurezas no material. Como a recombinação ocorre
mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução, pode-se
escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs, de modo a
exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de
onda específico).
10.2 Funcionamento
A luz emitida não é monocromática, mas a banda colorida é relativamente
estreita. A cor, portanto, depende do cristal e da impureza de dopagem com que o
componente é fabricado. O LED que utiliza o arsenieto de gálio emite
radiações infravermelhas. Dopando-se com fósforo, a emissão pode ser vermelha ou
amarela, de acordo com a concentração. Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem
de nitrogênio, a luz emitida pode ser verde ou amarela. Hoje em dia, com o uso de
outros materiais, consegue-se fabricar LEDs que emitem luz azul, violeta e até
ultravioleta. Existem também os LEDs brancos, mas esses são geralmente LEDs
emissores de cor azul, revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado
nas lâmpadas fluorescentes, que absorve a luz azul e emite a luz branca. Com o
barateamento do preço, seu alto rendimento e sua grande durabilidade, esses LEDs
https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_de_condu%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arsenieto_de_g%C3%A1lio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Infravermelho
31
tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns, e devem substituí-las a
médio ou longo prazo. Existem também os LEDs brancos chamados RGB (mais
caros), e que são formados por três "chips", um vermelho (R de red), um verde (G de
green) e um azul (B de blue). Uma variação dos LEDs RGB são LEDs com um
microcontrolador integrado, o que permite que se obtenha um verdadeiro show de
luzes utilizando apenas um LED.
Figura 10: LED
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:%2B-_of_Led.svg
Em geral, os LEDs operam com nível de tensão de 1,6 a 3,3 V, sendo
compatíveis com os circuitos de estado sólido. É interessante notar que a tensão é
dependente do comprimento da onda emitida. Assim, os LEDs infravermelhos
geralmente funcionam com menos de 1,5V, os vermelhos com 1,7V, os amarelos com
1,7V ou 2.0V, os verdes entre 2.0V e 3.0V, enquanto os LEDs azuis, violeta e
ultravioleta geralmente precisam de mais de 3V. A potência necessária está na faixa
típica de 10 a 150 mW, com um tempo de vida útil de 100.000 ou mais horas
Como o LED é um dispositivo de junção P-N, sua característica de polarização
direta é semelhante à de um diodo semicondutor. Sendo polarizado, a maioria dos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:%2B-_of_Led.svg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:%2B-_of_Led.svg
32
fabricantes adota um "código" de identificação para a determinação externa dos
terminais A (ânodo) e K (cátodo) dos LEDs. Nos LEDs redondos, duas codificações
são comuns: identifica-se o terminal K como sendo aquele junto a um pequeno chanfro
na lateral da base circular do seu invólucro ("corpo"), ou por ser o terminal mais curto
dos dois. Existem fabricantes que adotam simultaneamente as duas formas de
identificação. Nos LEDs retangulares, alguns fabricantes marcam o terminal K com
um pequeno "alargamento" do terminal junto à base do componente, ou então deixam
esse terminal mais curto. Mas, pode acontecer do componente não trazer qualquer
referência externa de identificação dos terminais. Nesse caso, se o invólucro for
semitransparente, pode-se identificar o cátodo (K) como sendo o terminal que contém
o eletrodo interno mais largo do que o eletrodo do outro terminal (anodo). Além de
mais largo, às vezes o cátodo é mais baixo do que o anodo. Os diodos emissores de
luz são empregados também na construção dos displays alfanuméricos.
Há também LEDs bicolores, que são constituídos por duas junções de materiais
diferentes em um mesmo invólucro, de modo que uma inversão na polarização muda
a cor da luz emitida de verde para vermelho, e vice-versa. Existem ainda LEDs
bicolores com três terminais, sendo um para acionar a junção dopada com material
para produzir luz verde, outro para acionar a junção dopada com material para gerar
a luz vermelha, e o terceiro comum às duas junções. O terminal comum pode
corresponder à interligação dos anodos das junções (LEDs bicolores em ánodo
comum) ou dos seus cátodos (LEDs bicolores em cátodo comum).
Embora normalmente seja tratado por LED bicolor (vermelho + verde), esse tipo
de LED é na realidade um "tricolor", já que além das duas cores independentes, cada
qual gerada em uma junção, essas duas junções podem ser simultaneamente
polarizadas, resultando na emissão de luz alaranjada. Geralmente, os LEDs são
utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis
dos instrumentos e aparelhos diversos. Para fixação nesses painéis, é comum o uso
de suportes plásticos com rosca. Como o diodo, o LED não pode receber tensão
diretamente entre seus terminais, uma vez que a corrente deve ser limitada para que
a junção não seja danificada. Assim, o uso de um resistor limitador em série com o
LED é comum nos circuitos que o utilizam. Para calcular o valor do resistor usa-se a
seguinte fórmula: R = (V fonte-VLED)/ILED, onde V fonte é a tensão disponível, VLED
é a tensão correta para o LED em questão e ILED é a corrente que ele pode suportar
https://pt.wikipedia.org/wiki/Display
33
com segurança. Tipicamente, os LEDs grandes (de aproximadamente 5 mm de
diâmetro, quando redondos) trabalham com correntes da ordem de 12 a 30 mA e os
pequenos (com aproximadamente 3 mm de diâmetro) operam com a metade desse
valor.
Adotamos I1 = 15 mA e I2 = 8 mA, Vfonte = 12 V, VLED = 2 V:
R1 = (12 - 2)/0,015 = 10/0,015 = 680*
R2 = (12 - 2)/0,008 = 10/0,008 = 1K2*
Os LEDs não suportam tensão reversa (Vr) de valor significativo, podendo-se
danificá-los com apenas 5 V de tensão nesse sentido. Por isso, quando alimentado
por tensão C.A., o LED costuma ser acompanhado de um diodo retificador em
antiparalelo (polaridade invertida em relação ao LED), com a finalidade de conduzir
os semi-ciclos nos quais ele - o LED - fica no corte, limitando essa tensão reversa em
torno de 0,7V (tensão direta máxima do diodo), um valor suficientemente baixo para
que sua junção não se danifique. Pode-se adotar também uma ligação em série entre
o diodo de proteção e o LED.
A energia eletrostática que os portadores de carga perdem na passagem da
interface entre os dois semicondutores é transformada em luz. Essa energia
corresponde à diferença entre dois níveis de energia no semicondutor, e tem um valor
específico próprio dos semicondutores usados no LED.
Consequentemente, os fotões emitidos no LED terão todos aproximadamente a
mesma frequência, igual à diferença entre os níveis de energia dos elétrons nos dois
elétrodos do LED, dividida pela constante de Planck; isso implica que a luz do LED é
monocromática. Assim, a cor da luz emitida pelo LED dependerá do semicondutor
usados.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tens%C3%A3o_el%C3%A9trica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrente_alternada
https://pt.wikipedia.org/wiki/Retificador
https://pt.wikipedia.org/wiki/Liga%C3%A7%C3%A3o_em_s%C3%A9rie
https://pt.wikipedia.org/wiki/Constante_de_Planck
34
Tabela01: tabela luz
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tabela_luz_comp.png
Quando circula corrente pelo LED, cada carga de condução que atravessa a
interface no LED perde uma energia correspondente à energia de um fotão. Assim, a
curva caraterística do LED será semelhante à caraterística de um receptor, com
ordenada na origem positiva, e declive constante positivo.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tabela_luz_comp.png35
11 PUSH BUTTON
O Push Button 6x6 é um botão/pulsa dor utilizado comumente para dar ordem
de acionamento em determinados projetos ou equipamentos ativados geralmente
sempre que pulsados.
Dentre as diversas aplicações as quais o Push Button 6x6 pode ser submetido,
é comumente empregado como um botão eletrônico que possui a funcionalidade de
trabalho de um interruptor elétrico.
Com dois contatos em seu interior, o Push Button 6x6 é uma chave
táctil comumente fechada ou comumente aberta, sempre que pulsar o botão ativa-se
automaticamente a função inversa a qual estava sendo realizada anteriormente.
Figura 11:tipos de Push Button
Fonte: https://www.banggood.com/Total-120pcs-Tactile-Tact-Mini-Push-Button-Switch-Packet-Micro-
Switch-Bags-12-Types-Each-10pcs-p-1300898.html?cur_warehouse=CN
36
12 RESISTOR
Resistores são dispositivos elétricos que compõem circuitos com a finalidade
básica de transformar energia elétrica em calor ou mudar o valor da ddp, Resistores
são componentes de circuitos elétricos utilizados para transformar energia elétrica em
calor, Resistores são dispositivos que compõem circuitos elétricos diversos, a sua
finalidade básica é a conversão de energia elétrica em energia térmica (Efeito Joule).
Outra função dos resistores é a possibilidade de alterar a diferença de potencial em
determinada parte do circuito, isso ocorre por conta da diminuição da corrente elétrica
devido à presença do equipamento Os símbolos abaixo são usados para representar
os resistores em um circuito elétrico.
Figura 12: Representação
Fonte:https://s5.static.brasilescola.uol.com.br/img/2017/01/representacao.jpg
12.1 Onde são encontrados?
Os resistores estão presentes na maioria dos equipamentos utilizados em nosso
cotidiano, seja nos chuveiros elétricos com a função de fornecer calor à água, ou na
composição de circuitos eletroeletrônicos, Os resistores que compõem circuitos
elétricos geralmente possuem quatro faixas coloridas, a função das cores é
determinar o valor da resistência do resistor sem a necessidade de aparelhos de
medida.
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/resistores.htm
https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/enem/circuitos-eletricos-no-enem.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/energia-eletrica.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/temperatura-calor.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/efeito-joule.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/corrente-eletrica.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/funcionamento-chuveiro-eletrico.htm
37
As duas primeiras faixas de cores representam os dois primeiros algarismos do
valor da resistência. A terceira faixa indica o número de zeros que compõem o valor
da resistência. A quarta faixa representa a tolerância ou incerteza da medida do valor
do resistor. Sendo dourada, a incerteza será de 5%, a prateada mostra que o resistor
possui incerteza de 10 %. Caso não exista a quarta faixa, a incerteza no valor da
resistência do resistor será de 20 %. A tabela abaixo indica o valor associado a cada
possível cor das faixas de um resistor.
Figura 13: tabela de Cores
Fonte:http://www.comofazerascoisas.com.br/resistor-o-que-e-e-para-que-serve-introducao-
aplicacao.html
38
Figura 14: Resistor
Fonte:https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-sao-resistores.htm
1ª cor: Laranja – Primeiro algarismo = 3
2ª cor: Laranja – Segundo algarismo = 3
3ª cor: Marrom – Número de zeros ou valor do expoente da potência de base 10
= 1
4ª cor: Dourada – Tolerância de 5 %
Valor da resistência: 330 ± 5% Ω. O valor da resistência pode variar de 313,5 Ω
até 346,5 Ω.
12.2 Associação de resistores
Em um circuito elétrico, os resistores podem ser organizados de duas maneiras
diferentes. As diferentes formas de ser organizar as posições dos resistores são
chamadas de associações, e permitem a obtenção de valores diversos de resistência
elétrica.
Associação em série: Os resistores são colocados um ao lado do outro. Nessa
associação, os equipamentos terão mesma corrente elétrica e diferença de potencial
diferente.
Associação em paralelo: Os resistores são colocados um sobre o outro. Nesta associação, os
equipamentos terão mesma diferença de potencial e corrente elétrica diferente. Associação
mista: Ocorre quando em um mesmo circuito existem resistores associados em série
e em paralelo.
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/associacao-resistores.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/associacao-resistores.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/associacao-resistores.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/circuitos-mistos.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/circuitos-mistos.htm
39
13 CONTROLE REMOTO
Quando surgiram, os primeiros controles remotos eram equipamentos de rádio
frequência que dirigiam navios alemães para colidirem com barcos aliados durante a
Primeira Guerra Mundial. Foi durante a Segunda Guerra que os controles remotos
detonaram bombas pela primeira vez. Com o fim da grande guerra, os cientistas
tinham uma tecnologia brilhante e nenhum lugar para aplicá-la. Quase um século
depois, muitas pessoas passam horas procurando pelo controle remoto antes de
lembrar que existem botões na TV, ou até pouco tempo existiam.
Neste artigo, examinaremos a tecnologia infravermelha usada na maioria dos
televisores e home theaters e a diferença entre controles remotos IR e RF,
descobriremos a diferença entre controles remotos "universais" e "programáveis" e
verificaremos alguns dos outros recursos de alta tecnologia que se encontra nos
controles remotos atuais, como conectividade com PCs, extensores RF e macro
comandos. O criador dessa nova tecnologia foi Nikola Tesla, um cientista que nasceu
na Croácia. Com uma excelente memória capaz de dar origem a várias invenções,
Nikola, em 1898, patenteou um dispositivo capaz de controlar um barco via rádio, No
início dos anos 50, foi criado o primeiro controle remoto da Zenith Eletronics
Corporation por Robert Adler. A TV foi revolucionada pelo aparelho. Ela criou um
controle sem fio com som de alta frequência usado para transmitir comandos para a
TV, o “Space Command”. Não funcionava por meio de baterias e serviu como exemplo
para a criação de outros controles até o início da década de 80. A partir daí, começou
a ser substituído por aparelhos movidos a raios infravermelhos, que eram simples e
baratos. E foi por isso que o controle remoto se tornou mais atrativo e popular.
O chefe da Zenith, Eugene F. McDonals Jr., alertou e reuniu a sua equipe para
resolver o problema. Em meio à reunião, Adler sugeriu a criação de um controle com
o uso do ultrassom, cuja frequência de som é tão alta que os ouvidos humanos não
conseguem escutar. Houve contradições quanto à ideia dele. Mas, no final, ele e seus
colegas de trabalho decidiram fazer um experimento. O incrível Zenith Space
Command (1956). A ideia foi um sucesso.
40
Em 1955, eles começaram fazendo os testes e em 1956 concluíram a obra. Foi
criado um controle sem baterias. Na época, os únicos objetos que utilizavam baterias
eram as lanternas e os aparelhos para auxiliar na audição. Se o controle remoto
parasse de funcionar por causa da bateria, as pessoas iriam achar que ele estava
estragado, e daí surgiu essa necessidade.
Uma das dificuldades encontradas pela equipe de Adler foi a descoberta de que
mulheres jovens tem uma audição superior à de outras pessoas. Assim constatou o
fato num livro científico que utilizou na época. No laboratório, uma jovem profissional
deu um pulo quando eles produziram o som que era um pouco mais alto do que os
ouvidos poderiam captar. Além disso, o som também pode incomodar os cães.
Conseguindo ultrapassar essa barreira, buscaram trabalhar com uma frequência
de som mais alta da qual ninguém poderia ouvir.Utilizaram ondas de ultrassom para
transmitir os sinais para a TV e por causa dessa tecnologia, o custo tornou-se mais
elevado. Na década de 70 foi necessário usar números de três dígitos e mudar para
diferentes canais. Os controles remotos infravermelhos e o novo tempo dos universais
O controle remoto com ultrassom foi usado por duas décadas. Com suas
desvantagens, foi necessária a criação do controle infravermelho (1977). A BBC criou
o Protocolo ITT de comunicação infravermelha. Nela, cada botão possui um comando
que, quando acionado, é enviado para TV.
Há também um pequeno sensor (fotodetector) que identifica cada feixe
infravermelho e converte o código em um comando, permitindo a mudança de canais.
Uma das desvantagens é que o sinal infravermelho deve estar de frente ao sinal de
TV. Para Adler, uma das motivações maiores de se criar um controle remoto era
puramente lógica. A pessoa não teria que se levantar toda hora para mudar canais,
ou apagar uma luz por exemplo. E, inicialmente, ele não pensou que o controle remoto
se tornaria algo tão popular, embora desejasse que isso ocorresse. Apesar do controle
ter demorado 25 anos para sua popularização, (antes a tecnologia usada encarecia a
TV) com a tecnologia da luz infravermelha isso foi possível.
Em 1980, Steve Wozniak, o co-fundador da Apple, se interessou pelo
desenvolvimento do controle remoto universal e com o lançamento do CORE
(controlador remoto de equipamentos, 1987), um controlador remoto que poderia
41
aprender sinais remotos de outros aparelhos eletrônicos que pode ser ligado ao
computador e carregada uma lista de códigos de um software específico do site do
fabricante. No entanto, as funcionalidades de cada botão do CORE foram
consideradas complexas e difíceis de serem executadas. Foi um dos primeiros
controles remotos de aprendizagem controlados por um software de computador.
De acordo com a Consumer Eletronics Association, até o início de 2000, o
número de pessoas que utilizam dispositivos eletrônicos em sua casa aumentou,
assim como o número de controles remotos. É raro encontrarmos um só controle em
nossa casa. Existem diferentes aparelhos e para cada um, temos um controle. Por
esse motivo, surgiu a ideia da criação de aparelhos remotos universais capazes de
controlar qualquer dispositivo eletrônico.
Figura 15: controle Philips
Fonte: os autores
https://www.mundodocontrole.com.br/controle-remoto-receptor-azamerica-champions-4k-acm-iptv
42
13.1 O interior dos controles remotos infravermelho
Para aqueles que querem aprender como um controle infravermelho funciona, é
necessário estar acompanhado de um bom professor e livro de eletrônica. Mas, a título
de curiosidade, seguem alguns componentes do controle infravermelho e suas
funções. A maioria dos controles infravermelhos possui uma placa de circuito
impresso (CI) em seu interior com: Microprocessador - um componente que possui
todo o controle lógico do controle remoto. Ao apertamos as teclas, ele lê a informação
e processa o comando necessário. Esse processo é chamado de matriz (o mesmo
contato passa por várias ilhas, formando uma informação digital). Ex.: Verificação de
botões pressionados, emissão do comando completo para o sistema de comunicação
infravermelho, verificação de pilhas fracas, etc.
Cristal oscilador - através da ressonância, o cristal vibra com a pizoeletricidade,
capacidade de alguns cristais gerarem corrente elétrica devido a uma pressão
mecânica, assim, é criado um sinal elétrico com frequência bem precisa. Ele que ditará
a velocidade com que o microprocessador irá processar os comandos.
Componentes em geral - capacitores cerâmicos, resistores, diodos e
transistores. São componentes secundários necessários para o funcionamento do
circuito como um todo. LED infravermelho ou diodo emissor de luz - responsável por
gerar luz infravermelha que é invisível ao olho humano e que transmite o comando
para a TV. Outros componentes do controle: A Placa de CI – é um pedaço fino de feno
lite, com caminhos feitos de cobre, gravados em sua superfície. Os componentes são
montados na placa de circuito impresso, por causa da facilidade de produção e
montagem em grande quantidade. Nessa placa, também existem pistas de Carbono,
com o objetivo de fechar os contatos com as conexões quando a tecla é pressionada.
Conjunto de pontos ou trilhas pretas de tinta condutiva - elas que fazem contato com
os botões. Botões - são feitos por uma lâmina fina emborrachada (chamada de
manta). Para cada botão, encontramos um disco condutor preto. Quando o disco toca
na placa de circuito impresso, eles se conectam e o microprocessador consegue
receber essa conexão.
43
E como o processo acontece, quando pressionamos um botão, dois ou mais
pinos do microprocessador são conectados de forma única, permitindo assim que ele
saiba qual comando foi escolhido pelo usuário. O microprocessador produz uma
sequência de piscos rápidos no LED infravermelho na forma de um código binário
específico para o botão pressionado. Os transistores amplificam esses pulsos
enviados pelo microprocessador para o LED, que traduz o sinal em luz infravermelha.
O sensor na TV pode ver a luz infravermelha e reage apropriadamente ao ver o sinal.
Na TV, há um outro microprocessador que lê o sinal emitido pelo controle e efetua os
comandos específicos, como trocar de canal, aumentar o volume e todos os outros
que atuam no equipamento.
44
14 MODULO BLUETOOTH
Com este módulo para distâncias de 10 a 30m. De fácil configuração permite a
utilização do sinal sem fios como se fosse uma conexão serial convencional.
Especificações: Módulo montado em PCB com regulador de tensão e 4 terminais
de acesso a VCC, GND, TXD, e RXD (TXD e RXD máx. 3,3V). Tensão de
Alimentação CC: 3,6V a 6,0V. Consumo de corrente: 30 mA a 40 mA. Frequência:
2.4GHz Banda ISM (Industrial, Scientific and Medical). Led de status: Pescante (não
conectado), sempre ligado (pareado e conectado). Antena incorporada na PCB. Chip
de radio: CSR BC417143 Alcance de sinal: até 30m (ideal) sem obstáculos e
interferências, típica de até 10m.
Especificação Bluetooth v2.0 + EDR (Enhanced Data Rate). Modulação: GFSK
(Gaussian Frequency Shift Keying). Potência de transmissão: não mais do que 4dBm,
Classe 2. Sensibilidade: Não superior a -84dBm 0,1% BER. Taxa de dados:
Assíncrona: 2 Mbps (máx.) /160 kbps, síncrona: 1 Mbps/1 Mbps. Temperatura de
operação: -25 ºC a +75 ºC. Perfis suportados: Bluetooth Serial Port (slave).
Alimentação: 5Vcc / 50mA. Taxa máxima de transmissão serial: 1382400bps.
Configuração padrão: Identificação BT-06, 9600bps, senha 1234. Dimensões: 4.3 x
1.6 x 0,7cm. Peso 5g.
Figura 16: Modulo bluetooth HC-06
Fonte: https://multilogica-shop.com/modulo-bluetooth-hc-06
45
15 APLICATIVO ANDROID
Arduino Bluetooth Control Device, permite que você controle vários dispositivos
elétricos até oito dispositivos e controlados de forma independente.
Use o dispositivo móvel Android Bluetooth para controlar remotamente o seu
dispositivo com Módulo Bluetooth Serial TTL e Placa Arduino.
Para sistema de automação, automação residencial inteligente, controle de
iluminação, etc.
Os recursos do programa.
- Controle até 8 dispositivos.
- Pode ser definido o temporizador para ligar / desligar o dispositivo e mostrar o
temporizador de contagem regressiva. (Timer pode ser definido para 1 minuto, 15
minutos, 30 minutos, 1 hora, 2 horas, 4 horas).
- Alterar e editar seu nome de dispositivo. (Versão 1.6+)
- Versão grátis com AD
Abaixo temos fotos mostrando a interface do aplicativo
Figura 17: interface do app
Fonte: https://apkpure.com/arduino-bluetooth-control/com.app.control
46
Figura 18: interface doapp.
Fonte: https://apkpure.com/arduino-bluetooth-control/com.app.control
Figura 19: interface do app.
Fonte: https://apkpure.com/arduino-bluetooth-control/com.app.control
47
16 PROTÓTIPO
Na montagem do nosso protótipo utilizamos uma caixa retangular de MDF e o
corpo do ventilador para fixação dos componentes utilizados. Fixamos na parte inferior
da caixa o Arduino uno, modulo rele 4 canais e o sensor DHT11. Já no corpo do
ventilador fixamos o display 8 dígitos, sensor IR e push button. Abaixo vamos mostrar
com imagens o processo de montagem do nosso protótipo.
Figura 20: motor do ventilador
Fonte: Os autores
Inicialmente na figura 21 identificamos os fios de cada velocidade de oscilação
do ventilador, sendo amarelo para velocidade 1, branco para velocidade 2 e vermelho
para velocidade 3. Após a identificação fizemos um chicote de alimentação que foi
ligado ao modulo relé, onde iniciamos os testes com o Arduino para verificação de
funcionamento. Como mostra na figura 22.
48
Figura 21: testes de funcionamento
Fonte: Os autores
Feito os testes necessários iniciamos a montagem fixa dos componentes. Na
figura 23 foi feito o recorte para fixação do modulo display 8 digitos e fixado com cola
quente, utilizamos silicone preto para o acabamento na parte superior. Cuja sua
função é mostrar a temperatura e umidade do ambiente.
Figura 22: instalação do display lcd.
Fonte: Os autores.
49
Na figura 24 foi feito o furo e a instalação do sensor IR, sendo fixado com cola
quente. Cuja sua função é recebe o sinal de luz do controle remoto.
Figura 23: instalação do sensor IR.
Fonte: Os autores
Na figura 25 foi fixado o Arduino uno na parte inferior da caixa MDF. Cuja sua
função é comandar todos componentes do projeto através do software.
50
Figura 24: instalação do Arduino uno
.
Fonte: Os autores
Na figura 26 foi fixado o modulo rele 4 canais na caixa MDF, cuja função e
acionar cada velocidade do ventilador e o modo manual.
Figura 25: instalação do modulo rele 4 canais
Fonte: Os autores
51
Na figura 27 foi feito o furo e colocado o push button, sendo fixado com cola
quente. Colocamos uma tampa vermelha para um melhor acabamento e
pressionamento dele na parte superior, além de dar uma boa visibilidade do botão.
Cuja sua função será acionar o modo manual do produto. Abaixo do botão fixamos o
led indicador de modo automatizado, onde ele fica ligado se o modo automatizado
estiver ligado.
Figura 26: instalação do push button
Fonte: Os autores
Na figura 28 foi usado um controle remoto Philips para fazer o acionamento do
ventilador.
52
Figura 27: controle remoto
Fonte: Os autores
Na figura 29 foi fixado o modulo bluetooth, cuja sua função sera receber os comandos
enviados do celular para a placa Arduino uno.
Figura 28: fixação do modulo bluetooth.
Fonte: Os autores.
53
Na figura 30 foi fixado o sensor de humidade e temperatura, que fara a leitura e enviara
o valor lido para o display 8 digitos
Figura 29: fixação do sensor DHT 11
Fonte : Os autores
Após concluir a fixação dos componentes utilizados nesse projeto, segue abaixo o
esquema elétrico de ligação, na figura 31.
Figura 30: diagrama elétrico.
Fonte: Os autores.
54
Na figura 32 temos fotos do projeto finalizado
Figura 31: projeto finalizado
Fonte: Os autores.
55
16.1 Programação utilizada.
#include <SoftwareSerial.h>
#include "Wire.h"
// endereco do modulo slave que pode ser um valor de 0 a 255
#define myAdress 0x08
SoftwareSerial serial1(8,9); // RX, TX
int pinPortas[3] = {2,3,4};
int botao1=7;
int led1=6;
int estadobotao;
int contagem;
int eab;
int pinoRele5 = 5;
int pinoRele2 = 2;
int pinoRele3 = 3;
int pinoRele4 = 4;
void setup() {
serial1.begin(9600);
pinMode(botao1,INPUT_PULLUP);
pinMode(led1,OUTPUT);
pinMode(pinoRele5, OUTPUT);
contagem=0;
for (int nP=0; nP<3; nP++) {
pinMode(pinPortas[nP], OUTPUT);
byte byteEnviar = nP + 1;
byteEnviar = bitSet(bitSet(byteEnviar, 6), 5);
56
serial1.println(byteEnviar);
}
}
void loop() {
if (serial1.available()) {
byte byteRecebido = serial1.read();
boolean acao = bitRead(byteRecebido, 5); //Lê se o comando é para ligar ou
desligar
byte porta = bitClear(bitClear(byteRecebido, 6), 5);
digitalWrite(pinPortas[porta - 1], !acao);
}
estadobotao=digitalRead(botao1);
if(estadobotao==HIGH&& eab==LOW){
contagem=contagem+1;
}
eab=estadobotao;
if (estadobotao==!LOW){
digitalWrite(led1,contagem);
digitalWrite(pinoRele5,contagem);
digitalWrite(pinoRele2, HIGH);
digitalWrite(pinoRele3, HIGH);
digitalWrite(pinoRele4, HIGH);
}
if(contagem==2){
contagem=0;
}
delay(100);
}
57
17 LISTA COMPONENTES E CUSTOS
Na montagem foram utilizados componentes eletrônicos e elétricos.
Utilizamos os componentes descritos no desenvolvimento deste trabalho. Na
tabela abaixo listamos os principais componentes com seus respectivos custos.
Tabela 02: componentes e custos
Kit Arduino Uno completo com
protoboard, cabos, conectores, leds,
botões, resistores.
R$ 150,00
Placa módulo Rele de 04 canais
R$ 40,00
Placa módulo bluetooth
R$ 25,00
Modulo l2c
R$ 15,00
Ventilador Britânia 30CM
R$ 65,00
58
18 CRONOGRAMA
Tabela 03: cronograma
Fonte: Os autores.
ATIVIDADES AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN
ELABORAÇÃO DA
IDEIA X X
COMPRA DOS
COMPONENTES
X X
ENCONTROS PARA
MONTAGEM DO
PROTÓTIPO
X X X
REALIZAÇÃO DO
TCC X X X X X X X X X
PERIODO 2018 PERIODO 2019
59
19 CONCLUSÃO
Concluímos que com esse produto irá trazer mais conformo comodidade e
praticidade na hora da utilização, todos irão ficar satisfeito com o produto, com essa
inovação no mercado. Isso irá trazer um conforto maior para todos, e para pessoas
que tem algum tipo de problema na hora de se locomover terá um diferencial pelo fato
de ter um controle remoto ou um celular Android para ligar e desligar o ventilador, se
porventura a temperatura tiver uma queda para o padrão utilizado o ventilador
desligara automaticamente com o sensor de temperatura e umidade fazendo que as
pessoas não venha a passar frio.
Com esse produto inovador no mercado vamos fazer com que muitas pessoas
coloquem na balança qual modelo irá suprir melhor a necessidade na hora de comprar
um ventilador.
60
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ELETRODEX. Disponível em <http://www.eletrodex.com.br/arduino-uno/> Acesso em
dezembro 2018
FILIPEFLOP. Disponível em <https://www.filipeflop.com/produto/modulo-rele-5v-4-
canais/>.Acesso em dezembro 2018
FILIPEFLOP. Disponível em https://www.filipeflop.com/blog/monitorando-
temperatura-e-umidade-com-o-sensor-dht11/ Acesso em dezembro 2018
LELONG. Disponível em <https://www.lelong.com.my/ir-receiver-sensor-chq1838-
arduino-raspberry-littlecraft-180270935-2019-07-Sale-P.htm>.Acesso em dezembro
2018
ARDUINOECIA. Disponível em <https://www.arduinoecia.com.br/2013/05/sensor-de-
umidade-e-temperatura-dht11.html>.Acesso em dezembro 2018
USINAINFO. Disponível em https://www.usinainfo.com.br/leds/receptor-
infravermelho-1838b-universal-ideal-para-arduino-e-pic-4412.html Acesso em
dezembro 2018
DOCPLAYER. Disponível em https://www.docplayer.com.br/40752031-Manual-
tecnico-modulo-de-rele-4-canais.html Acesso em dezembro 2018
BRITANIA. Disponível em https://britania.com.br/vent-ventus-30-six-127v-
033011122/p Acesso em dezembro 2018
ROBO.IN. Disponivel em https://robu.in/product/arduino-uno-r3-without-cable/ Acesso em dezembro 2018
USIINFO. Disponivel em https://www.usinainfo.com.br/leds/receptor-infravermelho-
1838b-universal-ideal-para-arduino-e-pic-4412.html/ Acesso em dezembro 2018
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BANGGOOD. Disponivel em https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-
Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-
916173.html?cur_warehouse=US/ Acesso em dezembro 2018
ELETRODEX. Disponivel em https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-
infravermelho-universal.html/ Acesso em dezembro 2018
USINAINFO. Disponivel em https://www.usinainfo.com.br/displays-arduino/modulo-
display-led-8-digitos-com-interface-controle-spi-max7219-4416.html/ Acesso em
dezembro 2018
INFRAVERMELHO. Disponivem em http://infravermelho.info/controle-remoto.html
acasso em maio 2019
MOUSER. Disponivel em https://www.mouser.com/ds/2/758/DHT11-Technical-Data-
Sheet-Translated-Version-1143054.pdf/ Acesso em dezembro 2018
COMO SE FAZ. Disponivel em http://www.comofazerascoisas.com.br/resistor-o-que-
e-e-para-que-serve-introducao-aplicacao.html acesso em março 2019
BRASILESCOLA. Disponivel em :https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-
sao-resistores.htm acesso em março 2019
FLIP. Disponivel em: https:/www.flipkart.com/diy-ecraft-arduino-
unor3/p/itme93up6mdthxgr?otracker=product_breadCrumbs_DIYeCraft+Arduino+UN
O+R3 acesso em março 2019
MULTILOGICA. Disponivel em: https://multilogica-shop.com/modulo-bluetooth-hc-06.
Acesso em Maio 2019
ANEXO1. EMBARCADOS. Disponivel em: https://www.embarcados.com.br/modulo-
de-display-lcd/ Acesso em Junho 2019
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=US
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=US
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https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-infravermelho-universal.html
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https://www.usinainfo.com.br/displays-arduino/modulo-display-led-8-digitos-com-interface-controle-spi-max7219-4416.html
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http://infravermelho.info/controle-remoto.html
https://www.mouser.com/ds/2/758/DHT11-Technical-Data-Sheet-Translated-Version-1143054.pdf
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https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-sao-resistores.htm
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-sao-resistores.htm
https://www.embarcados.com.br/modulo-de-display-lcd/
https://www.embarcados.com.br/modulo-de-display-lcd/
62
GLOSSÁRIO
Prototipagem: Desenvolvimento ou criação de protótipos, modelos iniciais de alguma
coisa que podem ser, posteriormente, usados como padrão.
Relé: Aparelho que retransmite o sinal que recebe, amplificando-o consideravelmente.
DHT: Densidade, umidade e temperatura.
Infravermelho: As radiações infravermelhas, da mesma natureza que a luz, têm
comprimentos de onda maiores. São utilizadas para o aquecimento, a fotografia
aérea, em terapêutica etc.
Oscilante: Que pode oscilar; que não possui firmeza; que treme; trêmulo ou titubeante.
Diodo: Válvula eletrônica de dois elementos (placa e filamento).
Eletroluminocência: Eletrocardiograma; gráfico que faz o registro das alterações ou
das oscilações elétricas resultantes da movimentação, da atividade, ritmo do músculo
cardíaco.
Eletrón: Corpúsculo muito pequeno carregado de eletricidade negativa, um dos
elementos constituintes dos átomos: a carga do elétron é 1,60 X 10-19 coulomb.
Led: LED infravermelho ou diodo emissor de luz - responsável por gerar luz
infravermelha que é invisível ao olho humano e que transmite o comando para a T
63
APÊNDICE
Diagrama elétrico
64
ANEXO 1
Datasheet do display LCD
65
ÌNDICE
Relé: Aparelho que retransmite o sinal que recebe, amplificando-o consideravelmente.
Sensor DHT: Densidade, umidade e temperatura
Sensor receptor infravermelho: As radiações infravermelhas, da mesma natureza que
a luz, têm comprimentos de onda maiores. São utilizadas para o aquecimento, a
fotografia aérea, em terapêutica etc.
Diodo emissor de luz: LED infravermelho ou diodo emissor de luz - responsável por
gerar luz infravermelha que é invisível ao olho humano e que transmite o comando
para a TV.
Push Button: É um dispositivo utilizado para controlar uma máquina ou processo. Os
botões podem ser eléctricos ou mecânicos, sendo os eléctricos mais comuns devido
à sua larga aplicação em eletrotecnia eletrônica. Ao ato de usar um botão dá-se o
nome de carregar, pressionar, premir, ligar ou desligar.
Resistor: resistor sm (resist(ir)+or) Eletrôn. Peça que aumenta a resistência elétrica
de um circuito.