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EVOLUT ESCOLAS TÉCNICAS 
TÉCNICO EM MECATRÔNICA 
 
 
 
ANAILSON FERREIRA DA FONSECA RM:110441 
 MAYCON CRISTIAN SILVA RM:110304 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VENTILADOR INTELIGENTE 
MODO DORMIR 
 
 
 
 
 
 
 
 
JUNDIAÍ 
2019 
ANAILSON FERREIRA DA FONSECA RM:110441 
 MAYCON CRISTIAN SILVA RM:110304 
 
 
 
 
 
 
VENTILADOR INTELIGENTE 
MODO DORMIR 
 
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho apresentado à disciplina Projeto 
Integrador III como requisito de avaliação, do 
curso em Mecatrônica da escola EVOLUT 
Escolas Técnicas. 
Orientadores: Rodrigo Ming Pavani / 
Rosana Cristina Françozo 
 
 
 
 
 
 
JUNDIAÍ 
2019 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONSECA, Anailson Ferreira; SILVA, Maycon Cristian; Ventilador 
Inteligente 
 
Jundiaí: EVOLUT - Escolas Técnicas. 
 
 68 p, Trabalho de Conclusão de curso de Técnico em Mecatrônica. 
 
EVOLUT Jundiaí, 2019. 
 
Palavras-chave: 1 Arduino. 2 relê. 3 sensor IR. 
 
ERRATA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANAILSON FERREIRA DA FONSECA RM:110441 
 MAYCON CRISTIAN SILVA RM:110304 
 
 
 
 
VENTILADOR INTELIGENTE 
MODO DORMIR 
 
 
 
Trabalho apresentado à disciplina Projeto 
Integrador III como requisito de avaliação, do 
curso em Mecatrônica da escola EVOLUT 
Escolas Técnicas. 
Orientadores: Rodrigo Ming Pavani / 
 Rosana Cristina Françozo 
Aprovado em: ____/____/_______ 
 
 
 
 
Banca Examinadora 
 
 
 
____________________________ 
Profº _______________________ 
 
 ___________________________ 
 Profº _______________________ 
DEDICATÓRIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dedicamos esse trabalho a todos que nos 
apoiaram e ajudaram com esse projeto, 
professores, colegas e familiares. 
AGRADECIMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agradecemos primeiramente a Deus, que 
nos deu energia e benefícios para concluir 
todo esse trabalho. 
Agradecemos aos nossos professores que 
nos ajudou o tempo todo, os nossos pais 
que nos incentivou todo esse tempo. 
Enfim, agradecemos a todas as pessoas 
que fizeram parte dessa etapa decisiva em 
nossas vidas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A persistência é o caminho do êxito 
CHARLES CHAPLIN 
 
RESUMO 
 
 
FONSECA, Anailson Ferreira; SILVA, Maycon Cristian; Ventilador inteligente – modo 
dormir Jundiaí, Curso Técnico em Mecatrônica, Evolut Escolas Técnicas, 2° bimestre 
de 2019. 68 p. Trabalho de Conclusão de Curso 
 
Trabalho de conclusão de curso de técnico em mecatrônica com ênfase em 
automação de um ventilador comum com acionamento via controle remoto ou celular 
via bluetooth, toda via sabemos que os ventiladores na maioria são ventiladores 
simples, comum, muitos com um acabamento superior, outros com uma rotação maior 
e mais silencioso. Com isso tivemos a ideia de automatizar um ventilador 30CM, para 
com que as pessoas tem um maior conforto e comodidade na hora de ligar o ventilador 
ou desligar, aumentar velocidade ou diminuir, e na hora de dormir ter um maior 
conforto com temporizador de até 4 horas, ou no caso da temperatura ter uma queda 
e chegar a temperatura desejada o ventilador desliga automaticamente, para que o 
consumidor não venha a passar frio. E também para as pessoas portadoras de algum 
tipo de necessidades especiais no caso, de locomoção, venha ter um pouco de 
conforto na hora de ficar se levantando e abaixando. Esse projeto foi feito com a placa 
eletrônica Arduino unoR3 e alguns assessórios acoplados na placa, como, modulo 
relé com quatro canais, sensor de temperatura e umidade, display LCD, sensor 
receptor infravermelho, modulo bluetooth HC 06 e controle remoto. A comunicação é 
feita através de controle remoto e sensor IR que recebe informações de acordo com 
cada botão do controle remoto, acionando algumas funções do ventilador, assim como 
o bluetooth, e o sensor de temperatura que faz a leitura, no caso se a temperatura 
estiver abaixo do desejado, manda o comando de desligar o ventilador, e o display 
sete segmentos para ver a temperatura e umidade do ar. 
 
Palavras chave: Arduino, relé, sensor IR. 
 
 
 
 
 
 
 
 
ABSTRACT 
 
 
FONSECA, Anailson Ferreira; SILVA, Maycon Cristian; Smart Fan - Sleep Mode 
Jundiaí, Technical Course in Mechatronics, Evolut Technical Schools, 2nd two months 
of 2019. 68 p.. Course Conclusion Work 
 
Mechatronics technician course completion work with emphasis on automation of a 
common fan with remote control or cell phone via bluetooth, we all know that the fans 
are mostly simple, common fans, many with a superior finish, others with a greater and 
quieter rotation. With this we had the idea to automate a 30CM fan, so that people 
have a greater comfort and convenience when turning the fan on or off, increase speed 
or decrease, and at bedtime have a greater comfort with timer up to 4 hours, or in case 
the temperature has a drop and reach the desired temperature the fan turns off 
automatically, so that the consumer does not come to pass cold. And also for people 
with some kind of special needs in the case of locomotion, come to have a little comfort 
when getting up and down. This project was made with the Arduino unoR3 electronic 
board and some accessories connected to the board, such as a four-channel relay 
module, temperature and humidity sensor, LCD display, infrared receiver sensor, 
bluetooth module HC 06, and remote control. The communication is made through 
remote control and IR sensor that receives information according to each button of the 
remote control, activating some functions of the fan, as well as the bluetooth, and the 
temperature sensor that makes the reading, in case if the temperature is below the 
desired one, it sends the command to turn off the fan, and the display seven segments 
to see the temperature and humidity of the air. 
 
 
Keywords: Arduino, Rele, IR sensor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE FIGURAS 
 
 
Figura 1: Arduino Uno ............................................................................................... 18 
Figura 2: Modulo relé 4 canais .................................................................................. 19 
Figura 3: Display 
lcd...................................................................................................Erro! Indicador 
não definido. 
Figura 4: Sensor de temperatura e umidade ............................................................. 23 
Figura 5: Sensor de temperatura e umidade: ligação ................................................ 23 
Figura 6: Sensor IR ................................................................................................... 24 
Figura 7: ventilador britânia ....................................................................................... 25 
Figura 8: Primeiro ventilador da história .................................................................... 26 
Figura 9: Fonte de alimentação 9V ........................................................................... 27 
Figura 10 : Tipos de LED .......................................................................................... 28 
Figura 11: LED .......................................................................................................... 31 
Figura 12:tipos de Push Button ................................................................................. 35 
Figura 13: Representação ......................................................................................... 36 
Figura 14: tabela de Cores ........................................................................................ 37 
Figura 15: Resistor .................................................................................................... 38 
Figura 16: controle Philips......................................................................................... 41 
Figura 17: Modulo bluetooth HC-06 ......................................................................... 44 
Figura 18: interface do app ....................................................................................... 45 
Figura 19: interface do app........................................................................................ 46 
Figura 20: interface do app........................................................................................ 46 
Figura 21: motor do ventilador ................................................................................... 47 
Figura 22: testes de funcionamento .......................................................................... 48 
Figura 23: instalação do display lcd .......................................................................... 48 
Figura 24: instalação do sensor IR. ........................................................................... 49 
Figura 25: instalação do Arduino uno ........................................................................ 50 
Figura 26: instalação do modulo rele 4 canais .......................................................... 50 
Figura 27: instalação do push button ....................................................................... 51 
Figura 28: controle remoto ........................................................................................ 52 
Figura 29: fixação do modulo bluetooth. .................................................................. 52 
Figura 30: fixação do sensor DHT 11 ........................................................................ 53 
Figura 31: diagrama elétrico. ..................................................................................... 53 
Figura 32: projeto finalizado ...................................................................................... 54 
 
 
 
 
 
LISTA DE TABELAS 
 
 
Tabela01: tabela luz....................................................................................................34 
Tabela02: Componentes e custos..............................................................................57 
Tabela03: Cronograma...............................................................................................58 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS 
 
 
AC - Corrente Alternada 
CC - Corrente Continua 
LED - Diodo Emissor de Luz 
NF - Normalmente Fechado 
NO - Normalmente Aberto 
PWM - Modulação de Largura De Pulso 
IDE - Ambiente De Desenvolvimento Integrado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE SÍMBOLOS 
 
A - Ampére 
Cm - Centímetro 
g - Grama 
Kg - Quilograma 
KHz - quilohertz 
MHz - Mega-hertz 
USB - Porta Universal 
V - Volts 
W - Potência 
°C - Grau Celsius 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMARIO 
 
1 INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 14 
2 DESENVOLVIMENTO ........................................................................................... 15 
2.1 Problema .......................................................................................................... 15 
2.2 Objetivo Geral .................................................................................................. 15 
2.3 Objetivos Específicos ....................................................................................... 15 
2.4 Justificativa ...................................................................................................... 15 
2.5 Metodologia ..................................................................................................... 16 
3 ARDUINO UNO R3 ................................................................................................ 17 
3.1 Conexões de alimentação elétrica ................................................................... 17 
3.2 Entradas analógicas ......................................................................................... 17 
3.4 Conexões Digitais ............................................................................................ 18 
4 MODULO RELÉ 4 CANAIS ................................................................................... 19 
4.1 Conexões ......................................................................................................... 19 
5 DISPLAY LCD 16X2 ............................................................................................. 20 
 5.1 MODULO L2C ................................................................................................ 21 
6 SENSOR DHT11 .................................................................................................... 22 
6.1 Potência e pinagem. ........................................................................................ 22 
7 SENSOR RECEPTOR INFRAVERMELHO ........................................................... 24 
8 VENTILADOR BRITÂNIA 30 CM .......................................................................... 25 
8.1 Historia do ventilador ....................................................................................... 25 
9 FONTE DE ALIMENTAÇÃO 9 V ........................................................................... 27 
10 DIODO EMISSOR DE LUZ .................................................................................. 28 
10.1 Caracteristicas ............................................................................................... 28 
10.2 Funcionamento .............................................................................................. 30 
11 PUSH BUTTON ................................................................................................... 35 
12 RESISTOR ........................................................................................................... 36 
12.1 Onde são encontrados? ................................................................................. 36 
12.2 Associação de resistores ............................................................................... 38 
13 CONTROLE REMOTO......................................................................................... 39 
13.1 O interior dos controles remotos infravermelho............................................ 42 
14 MODULO BLUETOOTH ...................................................................................... 44 
15 APLICATIVO ANDROID ...................................................................................... 45 
16 PROTÓTIPO ........................................................................................................ 47 
16.1 Programação utilizada. .................................................................................. 55 
17 LISTA COMPONENTES E CUSTOS ................................................................... 57 
18 CRONOGRAMA .................................................................................................. 58 
19 CONCLUSÃO ...................................................................................................... 59 
 
 
 
 
 
14 
 
1 INTRODUÇÃO 
A automatização veio para facilitar a vida das pessoas, principalmente quando 
fala em custo e benefício, por isso tivemos a ideia de automatizar um ventilador 
comum, para dar mais conforto e praticidade para o consumidor. A tecnologia avança 
cada dia mais por isso tivemos a ideia de automatiza-lo. 
Ter um ventilador controlado por controle remoto ou bluetooth, sem precisar se 
levantar da cama ou do sofá, ter total domínio em suas mãos e muito legal. Sabemos 
que quando chega a temporada de verão todos correm para a loja comprar um produto 
para amenizar o calor e muitas das vezes não acha um produto do seu gosto e compra 
o que tem, pelo fato da grandenecessidade. 
Com esse sistema não precisa ficar levantando da cama ou sofá para aumentar 
ou diminuir a rotação, na hora de dormir pode programar ele para desligar no tempo 
que desejar, com uma programação de até 4 horas no modo dormir para ter um maior 
tempo de conforto, caso na madrugada tenha uma queda mais elevada de 
temperatura, o ventilador desliga automaticamente para o consumidor não ficar com 
frio a noite. 
Tudo isso com uma placa Arduino uno R3, um modulo rele de 4 canais, um 
display com indicador da temperatura e umidade, e o sensor de temperatura e 
umidade DHT11, o sensor receptor infravermelho para receber o sinal do controle 
remoto, modulo bluetooth HC 06 e um botão de acionamento manual caso não tenha 
o controle remoto ou celular Android. 
 
 
 
 
 
 
 
 
15 
 
2 DESENVOLVIMENTO 
 
2.1 Problema 
 
Muitas das vezes ao ir dormir com o ventilador ligado acabamos sentindo no 
meio da noite uma temperatura mais baixa, e isso faz com que o consumidor tenha 
que se levantar da cama para desligar ou até mesmo para diminuir a velocidade de 
rotação do ventilador. Outro problema do ventilador comum que temos no mercado é 
que, portadores de deficiência acabam sofrendo um pouco para conseguir usar. 
 
2.2 Objetivo Geral 
 
 A automatização do ventilador comum de 30 cm, vem com intenção de trazer 
mais comodidade e conforto para os consumidores, possibilitando o acionamento e 
desligamento, tudo isso na palma da mão, aumento ou diminuição da velocidade de 
rotação, um timer para o desligamento no tempo desejado e desabilitar no caso de 
chegar a uma temperatura baixa. Sendo controlado via controle remoto ou podendo 
controlar manualmente. 
 
2.3 Objetivos Específicos 
 
 Fizemos esse projeto na intenção em facilitar a vida dos consumidores, para 
que quando chegar a noite a temperatura estiver baixa o ventilador desliga sozinho, 
também para quem tem dificuldades de locomoção e com isso facilitaria o uso para 
todos. 
 
2.4 Justificativa 
 
Criamos a automatização do ventilador por analisar que no mercado que ainda 
não temos modelos que levam mais comodidade as pessoas e pelo fato que 
16 
 
portadores de deficiência encontram na hora da utilização do mesmo. Então com esse 
sistema, estaremos abrindo mais possibilidades, visto que será controlado via controle 
remoto, podendo controlar de longa distância. Isso irá trazer mais comodidade para 
todos usuários. 
 
 
2.5 Metodologia 
 
Com ênfase a este trabalho, decidimos criar esta automação ao perceber a falta 
desse tipo de produto no mercado. Dessa forma podemos fazer com que as pessoas 
se sintam mais confortáveis ao seu uso. Fizemos uma pesquisa de campo, buscando 
modelos que suprisse a necessidade. 
Procuramos algumas pessoas com algum tipo de deficiência, e muitos por sua 
vez, não conseguem fazer o uso do ventilador pela falta de locomoção e pela 
dificuldade de estar ligando e ou desligando, e até mesmo na hora de mudar as 
velocidades de oscilação. Muitos também não têm condições de estar podendo 
adquirir um ar condicionado, no qual teria uma facilidade maior para o uso. E a partir 
disso e por não ter um ventilador que supra essa necessidade, criamos essa 
automação, a fim de que todos possam fazer o uso independente de suas limitações. 
 
 
 
 
17 
 
3 ARDUINO UNO R3 
 
 O Arduino foi criado na Itália em 2005, e tem como principal objetivo oferecer 
plataforma de prototipagem de código aberto, onde a documentação da criação da 
placa eletrônica é disponibilizado em seu site de projetos. O arduino disponibiliza para 
download o ambiente de desenvolvimento integrado (IDE) para a programação da 
placa eletrônica, juntamente com o código fonte deste ambiente. O IDE do arduino 
pode rodar nas plataformas Windows, Linux e MacOS.(ARDUINO, 2016). 
 
3.1 Conexões de alimentação elétrica 
 
 Próximo dos conectores, você pode ler os seus nomes. O primeiro é o de 
Reset. Ele faz a mesma coisa que o botão de Reset do Arduino. De forma semelhante 
ao que ocorre quando reiniciamos um computador PC, se ativarmos o conector de 
Reset do Arduino, o microcontrolador será inicializado começando a executar o seu 
sketch desde o início. Para inicializar o microcontrolador usando o conector de Reset, 
você deve manter esse pino momentaneamente em nível baixo (conectando-o a 0V). 
Os demais pinos desta seção simplesmente fornecem diversas tensões (3,3V, 5V, 
GND e 9V), conforme estão indicadas na placa. GND (ground ou terra) significa 
simplesmente zero volts. É a tensão que serve de referência a todas as outras tensões 
da placa. 
 
3.2 Entradas analógicas 
 
 Os seis pinos indicados como Analog In, de A0 a A5, podem ser usados para 
medir a tensão que está sendo aplicada a cada pino, de modo que os seus valores 
podem ser usados em um programa (sketch). Observe que nos pinos são medidas as 
tensões e não as correntes. Como os pinos têm uma resistência interna muito elevada, 
apenas uma diminuta corrente entrará em cada pino passando internamente até o 
pino GND. Isto é, a elevada resistência interna dos pinos permite que somente uma 
corrente muito baixa consiga entrar neles. Embora essas entradas estejam indicadas 
18 
 
como analógicas, sendo entradas analógicas por default, essas conexões também 
poderão ser usadas como entradas ou saídas digitais. 
 
3.4 Conexões Digitais 
 
 Encontramos os pinos denominados Digital, de 0 a 13. Eles podem ser usados 
como entradas ou como saídas. Quando usados como saídas, eles se comportam 
como as tensões da alimentação elétrica, discutidas anteriormente nesta seção, 
exceto que agora todas são de 5V e podem ser ligadas ou desligadas a partir de um 
sketch. Assim, se você as ligar em seu sketch, elas ficarão com 5V. Se você desligá-
las, elas ficarão com 0V. Como no caso das conexões da alimentação elétrica, você 
deve tomar cuidado para não ultrapassar as suas capacidades máximas de corrente. 
Os primeiros dois pinos (0 e 1), também denominados RX e TX, são para recepção e 
transmissão. Essas conexões estão reservadas para uso na comunicação. 
Indiretamente, são as conexões da recepção e transmissão USB usadas pelo Arduino 
para se comunicar com o seu computador. Essas conexões digitais podem fornecer 
40 mA (mili amperes) com 5V. Isso é mais do que suficiente para acender um LED 
comum, mas é insuficiente para acionar diretamente um motor elétrico. 
 
 
Figura 1: Arduino Uno 
 
 
Fonte:https:/www.flipkart.com/diy-ecraft-arduino-uno r3/p/itme93up6mdthxgr?otracker - 
=product_breadCrumbs_DIY-eCraft+Arduino+UNO+R3+%28Blue%29 
19 
 
4 MODULO RELÉ 4 CANAIS 
 
 Esse Módulo Relé possui 4 Reles de 1 canal, com interface padrão TTL, que 
pode ser controlado diretamente por diversos Microcontroladores (Arduino, 8051, 
AVR, PIC, DSP, ARM, ARM, MSP430). Através deste Módulo é possível enviar sinais 
digitais do MCU para cada relé e controlar vários aparelhos e outros equipamentos de 
alta corrente, como por exemplo: motores AC ou DC, eletroímãs, solenoides, 
lâmpadas, etc. Sendo ideal para aplicações de automação residencial, industrial e 
robótica. 
 
4.1 Conexões 
 
 O módulo pode ser conectado ao Arduino ligando-se o pino positivo (VCC) no 
5V, o pino negativo GND e o pino SINAL em um pino digital, como por exemplo D13. 
Este Módulo possui uma entrada (Sinal), que controla um relé, e para acioná-la, basta 
aplicar um pulso de nível TTL (5V) na entrada correspondente ao relé desejado. Ligar 
a carga (lâmpada) nos terminais Comum e NA do Módulo Relé, também na rede da 
Concessionária de Energia. 
 
Figura 2: Modulo relé 4 canais 
 
Fonte : http://tecnomelque.blogspot.com/2016/08/modulo-rele-de-4-canais-como-ponte-h.html 
 
 
20 
 
5 DISPLAY LCD 16X2 
 
O Display LCD 16x2 é um modelo de display vastamente utilizado em projetos 
onde se necessita uma interface homem-máquina(IHM). Ele é composto por 16 
colunas e 2 linhas com a escrita na cor branca e sua backlight (luz de fundo) azul para 
exibição de caracteres, letras e números de forma clara e nítida, melhorando a 
visibilidade para quem recebe a informação. 
 O Display LCD 16x2 utiliza o controlador HD44780, utilizado em toda 
indústria de LCD's como base de interface que pode ser operado em 4 ou 8-bits 
paralelamente. Sua conexão é feita através de 16 pinos, sendo 12 deles para conexão 
básica com o microcontrolador e 11 deles pinos de entrada/saída (I/O) e os demais 
pinos para ajuste de contraste através de potenciômetros, trimpots e afins e para a 
alimentação da backlight. Também é possível fazer a comunicação L2C com um 
microcontrolador. Fácil interação com qualquer microcontrolador, como Arduino, entre 
outros, o display 16x2 ideal para empresas de tecnologia, projetistas, estudantes, e 
iniciantes na profissão de programação. 
 O display LCD 16x2 pode ser utilizado em diversos projetos em que o operador 
ou usuário necessita de uma resposta visual devido ao seu ótimo funcionamento e a 
simplicidade de instalação/configuração, podendo ser uma mensagem informativa, o 
resultado de uma calculo matemático, uma resposta de algum comando, entre outros. 
A seguir, temos alguns exemplos de projetos com um Display LCD 16x2:Letreiro 
informativo, Voltímetro, Amperímetro, Calculadoras digitais, Painel de catracas, Painel 
de controle, Painel informativo de diversos sistemas, como exibição de temperatura, 
umidade, entre outros. 
 
 
 
 
 
 
https://www.curtocircuito.com.br/arduino-uno-r3-com-cabo-usb.html
21 
 
Figura 3: display LCD 16X2 
 
 
 
Fonte: https://www.curtocircuito.com.br/display-lcd-16x2-backlight-azul.html 
 
 
5.1 MODULO L2C 
 
Quem precisa conectar um display LCD 16x2 ou 20x4 ao Arduino sabe que vai 
precisar de pelo menos 6 fios para conexão. Em placas com um número menor de 
portas, como o Arduino Uno, isso significa sacrificar algumas portas que poderiam ser 
utilizadas para ligação de outros componentes, como sensores ou motores. 
Com esse módulo, você consegue controlar um display LCD, seja ele 16x2 ou 
20x4, utilizando apenas dois pinos do Arduino: o pino analógico 4 (SDA) e o pino 
analógico 5 (SCL), que formam a interface de comunicação I2C. 
Na lateral esquerda do módulo temos 4 pinos, sendo que dois são para 
alimentação (Vcc e GND), e os outros dois são da interface I2C (SDA e SCL). O 
potenciômetro da placa serve para ajuste do contraste do display, e o jumper na lateral 
oposta permite que a luz de fundo (backlight) seja controlada pelo programa ou 
permaneça apagada. 
 
 
https://www.curtocircuito.com.br/display-lcd-16x2-backlight-azul.html
22 
 
6 SENSOR DHT11 
 
 O sensor DHT11 possui um sensor de temperatura e umidade complexo com 
uma saída de sinal digital calibrada. Utilizando a aquisição exclusiva de sinal digital 
técnica e temperatura e tecnologia de detecção de umidade, garante alta 
confiabilidade e excelente estabilidade a longo prazo. Este sensor inclui uma medição 
de umidade do tipo resistiva e um componente de medição de temperatura NTC, e se 
conecta a um microcontrolador de 8 bits de alto desempenho, oferecendo excelente 
qualidade, resposta rápida, ante interferência, capacidade e custo-efetividade. 
Cada elemento DHT11 é rigorosamente calibrado no laboratório, que é 
extremamente preciso. Os coeficientes de calibração são armazenados como 
programas na memória OTP, que são usados pelo processo interno de detecção de 
sinal do sensor. A interface serial de fio único torna a integração do sistema rápida e 
fácil. Seu tamanho pequeno, baixo consumo de energia e até 20 transmissão do sinal 
do medidor, sendo a melhor escolha para várias aplicações, incluindo aquelas mais 
exigentes. O componente é um pacote de pinos de fileira única de 4 pinos. 
 
6.1 Potência e pinagem. 
 
A fonte de alimentação do DHT11 é de 5V DC. Quando a energia é fornecida ao 
sensor, não envie nenhuma instrução ao sensor dentro de um segundo a fim passar 
o status instável. Um capacitor com valor de 100nF pode ser adicionado entre VDD e 
GND para filtragem de energia. Especificações: Modelo: DHT11 (Datasheet), 
Alimentação: 3,0 a 5,0 VDC (5,5 Vdc máximo), Corrente: 200uA a 500mA, em stand 
by de 100uA a 150 uA, Faixa de medição de umidade: 20 a 90% UR, Faixa de medição 
de temperatura: 0º a 50ºC, Precisão de umidade de medição: ± 5,0% UR, Precisão de 
medição de temperatura: ± 2.0 ºC, Tempo de resposta: < 5s, Dimensões: 23mm x 
12mm x 5mm (incluindo terminais). 
 
 
 
 
23 
 
Figura 3: Sensor de temperatura e umidade 
 
Fonte: https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-
For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=USA 
 
 
 
 
 
Figura 4: Sensor de temperatura e umidade: ligação 
 
 
 
 
Fonte: https://www.filipeflop.com/blog/monitorando-temperatura-e-umidade-com-o-sensor-dht11/ 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=USA
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=USA
https://www.filipeflop.com/blog/monitorando-temperatura-e-umidade-com-o-sensor-dht11/
24 
 
7 SENSOR RECEPTOR INFRAVERMELHO 
 
A melhor solução para o sensoriamento à curta distância, que faz uso do 
infravermelho (IR). Controles remotos, links de dados, sensoriamento remoto são 
algumas das aplicações em que o uso do infravermelho se faz presente com grande 
eficiência. No entanto, para usar o infravermelho na comunicação de dados, no 
controle remoto e no sensoriamento é preciso que o profissional tenha algum 
conhecimento básico sobre seu comportamento e circuitos. 
As grandes vantagens do uso do infravermelho estão na sua imunidade à 
interferências e possibilidade de ser transmitido e recebido com componentes comuns 
de baixo custo e fácil utilização. 
O infravermelho é uma forma de radiação eletromagnética, uma forma de luz 
"invisível", Especificações: Modelo: VS 1838B; Tensão de trabalho: 2,7V ~ 
5,5V;Consumo de corrente: 1,5uA;Frequência de trabalho: 38Khz; angulo: +/- 45°; 
Tensão em nível lógico baixo: 0,4V;Tensão em nível lógico alto: até 4,5V;Temperatura 
de trabalho: -20° ~ 85°;Dimensões (CxLxE):7,5x6x5,2mm; (ignorando-se os pinos) 
Comprimento total: 29,8mm;Peso: 1g. 
 
 
Figura 5: Sensor IR 
 
 
 
 
Fonte: https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-infravermelho-universal.html 
 
https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-infravermelho-universal.html
25 
 
8 VENTILADOR BRITÂNIA 30 CM 
 
 Desenvolvido com hélice de 6 pás, sistema oscilante e inclinações verticais, 
você pode escolher a ventilação que mais agrada. Com suas três velocidades, a 
mínima, média e máxima você pode ajustar a intensidade do vento de acordo com a 
sua necessidade. Além disso, sua grade protetora é segura e produzida de acordo 
com as normas de segurança de proteção da grade. 
 
 
Figura 6: ventilador britânia 
 
 
Fonte:https://www.casasbahia.com.br/arventilacao/ventiladoresecirculadores/ventiladordemesa/ventila
dor-britania-ventus-30-six-preto-cinza-30cm-11700686.html 
 
 
8.1 História do ventilador 
 
 Inventor responsável pela criação do ventilador foi o engenheiro americano 
Schuyler Skaats Wheeler no final do século XIX. O modelo criado por ele foi o de 
mesa, que tinha duas pás. Ele era mecânico e composto de um legue tradicional que 
26 
 
foi aplicado, preso por uma haste que se mexia por intermédio do movimento das 
roldanas e girava entre os eixos. 
 Esse tipo de ventilador, criado entre 1882 e 1886, foi criado para atender 
especialmente às necessidades do setor industrial. Quase simultaneamente, também 
em 1882, Philip H. Diehl, considerado o criador do ventilador moderno, criou o 
ventilador de teto. A sua composição era pás de latãoe internamente eram bem 
confeccionados. Todavia, tanto o modelo de mesa, criado por Wheeler, quanto o 
modelo de teto de Diehl, apesar de serem adequados denota muita insegurança. 
Apesar do processo de criação do ventilador ter tido início nas últimas décadas do 
século XIX, o aparelho só entrou no gosto popular quase 100 anos depois. 
 Em 1970, os modelos de chão e de teto se popularizaram por causa técnicas 
de construção mais baratas e simples. 
 
 
Figura 7: Primeiro ventilador da história 
 
 
 
 
Fonte: http://ghztecnologia.blogspot.com/2010/12/como-surgio-o-ventilador.html 
 
 
 
 
 
27 
 
9 FONTE DE ALIMENTAÇÃO 9 V 
 
 A Fonte de Alimentação Chaveada 9V 2A é um produto muito utilizado na 
construção de projetos de automação residencial e na alimentação de pequenos 
circuitos, como, por exemplo, LEDS, câmeras de segurança, aparelhos 
eletroeletrônicos que exijam fontes com 5V e corrente de saída nominal de 2A, sendo 
projetadas para uso geral 
 O diferencial da Fonte de Alimentação Chaveada 9V 2A é o seu ajuste 
automático da energia de entrada, caracterizado como bivolt, podendo ser utilizada 
em 127V ou 220V. Com um circuito controlador interno, chaveando a corrente, de 
modo a alternar a passagem de energia, ligando e desligando rapidamente a corrente, 
de forma a estabilizar a tensão de saída. Outra característica da Fonte de 
Alimentação Chaveada é o seu peso muito inferior a de um transformador, devido a 
aplicação de maior tecnologia. Importante destacar que as fontes são submetidas a 
um rigoroso processo de verificação de qualidade do início ao fim de sua montagem, 
sempre utilizando componentes eletrônicos de alta qualidade, proporcionando 
segurança aos aparelhos em que serão utilizadas. A Fonte conta ainda com plug 
padrão universal, adotado pelo Brasil em conformidade com a norma NBR 14136, que 
estabelece o padrão brasileiro para tomadas e plugues elétricos e está baseada na 
norma internacional IEC 60906-1. 
 
Figura 8: Fonte de alimentação 9V 
 
 
Fonte: https://www.filipeflop.com/produto/fonte-dc-chaveada-9v-1a-plug-p4/ 
https://www.filipeflop.com/produto/fonte-dc-chaveada-9v-1a-plug-p4/
28 
 
 10 DIODO EMISSOR DE LUZ 
 
O diodo emissor de luz, também conhecido pela sigla 
em inglês LED (Light Emitting Diode), é usado para a emissão de luz em locais e 
instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de 
uma lâmpada. Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como 
sinalizador de avisos, também pode ser encontrado em tamanho maior, como em 
alguns modelos de semáforos. Também é muito utilizado em painéis de LED, cortinas 
de LED, pistas de LED e postes de iluminação pública, permitindo uma redução 
significativa no consumo de eletricidade. 
 
Figura 9 : Tipos de LED 
 
 
 
Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9e/Verschiedene_LEDs.jpg/220px-
Verschiedene_LEDs.jpg 
 
 
 
10.1 Características 
 
O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando é energizado 
emite luz visível – por isso LED (Diodo Emissor de Luz). A luz não 
é monocromática (como em um laser), mas consiste de uma banda espectral 
relativamente estreita e é produzida pelas interações energéticas 
dos elétrons (português europeu)/elétron (português brasileiro). O processo de 
emissão de luz pela aplicação de uma fonte elétrica de energia é 
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A2mpada
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sem%C3%A1foro
https://pt.wikipedia.org/wiki/Diodo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Semicondutor
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Monocrom%C3%A1tico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Laser
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Verschiedene_LEDs.jpg
29 
 
chamado eletroluminescência. Em qualquer junção P-N polarizada diretamente, 
dentro da estrutura, próximo à junção, ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. 
Essa recombinação exige que a energia possuída pelos elétrons seja liberada, o que 
ocorre na forma de calor ou fótons de luz . 
No silício e no germânio, que são os elementos básicos 
dos diodos e transistores, entre outros componentes eletrônicos, a maior parte da 
energia é liberada na forma de calor, sendo insignificante a luz emitida (devido à 
opacidade do material), e os componentes que trabalham com maior capacidade de 
corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na 
manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável. Já em outros materiais, 
como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfito de gálio (GaP), a quantidade de fótons 
de luz emitida é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes. 
A forma simplificada de uma junção P-N de um LED demonstra seu processo de 
eletroluminescência. O material dopante de uma área 
do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em 
relação ao material semicondutor. Na ligação, os íons desse material dopante (íons 
"aceitadores") removem elétrons de valência do semicondutor, deixando "lacunas" (ou 
buracos), fazendo com que o semicondutor torne-se do tipo P. Na outra área do 
semicondutor, o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o 
semicondutor puro em sua faixa de valência. Portanto, na ligação esse elétron fica 
disponível sob a forma de elétron livre, formando o semicondutor do tipo N. 
Os semicondutores também podem ser do tipo compensados, isto é, possuem 
ambos os dopantes (P e N). Neste caso, o dopante em maior concentração 
determinará a que tipo pertence o semicondutor. Por exemplo, se existem mais 
dopantes que levariam ao P do que do tipo N, o semicondutor será do tipo P. Isso 
implicará, contudo, na redução da Mobilidade dos Portadores. 
A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (eletrons e 
buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da 
estrutura. Quanto maior a mobilidade dos portadores, menor será a perda de energia, 
portanto mais baixa será a resistividade. 
Na região de contato das áreas, elétrons e lacunas se recombinam, criando uma 
fina camada praticamente isenta de portadores de carga, a chamada barreira de 
potencial, onde há apenas os íons "doadores" da região N e os íons "aceitadores" da 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Calor
https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ton
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sil%C3%ADcio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Germ%C3%A2nio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Elementos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Diodos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Transistor
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arsenieto_de_g%C3%A1lio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Semicondutor
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81tomo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_de_val%C3%AAncia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Resistividade
30 
 
região P que, por não apresentarem portadores de carga, "isolam" as demais lacunas 
do material P dos outros elétrons livres do material N. 
Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial 
mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção). Nesse ponto 
ressalta-se um fato físico do semicondutor: nesse material, os elétrons só podem 
assumir determinados níveis de energia (níveis discretos), sendo as bandas de 
valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem. 
A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de 
condução é a chamada "banda proibida". Se o material semicondutor for puro, não 
terá elétrons nessa banda (daí ser chamada "proibida"). A recombinação entre 
elétrons e lacunas, que ocorre depois de vencida a barreira de potencial, pode 
acontecer na banda de valência ou na proibida. A possibilidade dessa recombinação 
ocorrer na banda proibidase deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa 
área pela introdução de outras impurezas no material. Como a recombinação ocorre 
mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução, pode-se 
escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs, de modo a 
exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de 
onda específico). 
 
10.2 Funcionamento 
 
A luz emitida não é monocromática, mas a banda colorida é relativamente 
estreita. A cor, portanto, depende do cristal e da impureza de dopagem com que o 
componente é fabricado. O LED que utiliza o arsenieto de gálio emite 
radiações infravermelhas. Dopando-se com fósforo, a emissão pode ser vermelha ou 
amarela, de acordo com a concentração. Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem 
de nitrogênio, a luz emitida pode ser verde ou amarela. Hoje em dia, com o uso de 
outros materiais, consegue-se fabricar LEDs que emitem luz azul, violeta e até 
ultravioleta. Existem também os LEDs brancos, mas esses são geralmente LEDs 
emissores de cor azul, revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado 
nas lâmpadas fluorescentes, que absorve a luz azul e emite a luz branca. Com o 
barateamento do preço, seu alto rendimento e sua grande durabilidade, esses LEDs 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_de_condu%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arsenieto_de_g%C3%A1lio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Infravermelho
31 
 
tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns, e devem substituí-las a 
médio ou longo prazo. Existem também os LEDs brancos chamados RGB (mais 
caros), e que são formados por três "chips", um vermelho (R de red), um verde (G de 
green) e um azul (B de blue). Uma variação dos LEDs RGB são LEDs com um 
microcontrolador integrado, o que permite que se obtenha um verdadeiro show de 
luzes utilizando apenas um LED. 
 
Figura 10: LED 
 
 
 
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:%2B-_of_Led.svg 
 
 
 
Em geral, os LEDs operam com nível de tensão de 1,6 a 3,3 V, sendo 
compatíveis com os circuitos de estado sólido. É interessante notar que a tensão é 
dependente do comprimento da onda emitida. Assim, os LEDs infravermelhos 
geralmente funcionam com menos de 1,5V, os vermelhos com 1,7V, os amarelos com 
1,7V ou 2.0V, os verdes entre 2.0V e 3.0V, enquanto os LEDs azuis, violeta e 
ultravioleta geralmente precisam de mais de 3V. A potência necessária está na faixa 
típica de 10 a 150 mW, com um tempo de vida útil de 100.000 ou mais horas 
Como o LED é um dispositivo de junção P-N, sua característica de polarização 
direta é semelhante à de um diodo semicondutor. Sendo polarizado, a maioria dos 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:%2B-_of_Led.svg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:%2B-_of_Led.svg
32 
 
fabricantes adota um "código" de identificação para a determinação externa dos 
terminais A (ânodo) e K (cátodo) dos LEDs. Nos LEDs redondos, duas codificações 
são comuns: identifica-se o terminal K como sendo aquele junto a um pequeno chanfro 
na lateral da base circular do seu invólucro ("corpo"), ou por ser o terminal mais curto 
dos dois. Existem fabricantes que adotam simultaneamente as duas formas de 
identificação. Nos LEDs retangulares, alguns fabricantes marcam o terminal K com 
um pequeno "alargamento" do terminal junto à base do componente, ou então deixam 
esse terminal mais curto. Mas, pode acontecer do componente não trazer qualquer 
referência externa de identificação dos terminais. Nesse caso, se o invólucro for 
semitransparente, pode-se identificar o cátodo (K) como sendo o terminal que contém 
o eletrodo interno mais largo do que o eletrodo do outro terminal (anodo). Além de 
mais largo, às vezes o cátodo é mais baixo do que o anodo. Os diodos emissores de 
luz são empregados também na construção dos displays alfanuméricos. 
Há também LEDs bicolores, que são constituídos por duas junções de materiais 
diferentes em um mesmo invólucro, de modo que uma inversão na polarização muda 
a cor da luz emitida de verde para vermelho, e vice-versa. Existem ainda LEDs 
bicolores com três terminais, sendo um para acionar a junção dopada com material 
para produzir luz verde, outro para acionar a junção dopada com material para gerar 
a luz vermelha, e o terceiro comum às duas junções. O terminal comum pode 
corresponder à interligação dos anodos das junções (LEDs bicolores em ánodo 
comum) ou dos seus cátodos (LEDs bicolores em cátodo comum). 
Embora normalmente seja tratado por LED bicolor (vermelho + verde), esse tipo 
de LED é na realidade um "tricolor", já que além das duas cores independentes, cada 
qual gerada em uma junção, essas duas junções podem ser simultaneamente 
polarizadas, resultando na emissão de luz alaranjada. Geralmente, os LEDs são 
utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis 
dos instrumentos e aparelhos diversos. Para fixação nesses painéis, é comum o uso 
de suportes plásticos com rosca. Como o diodo, o LED não pode receber tensão 
diretamente entre seus terminais, uma vez que a corrente deve ser limitada para que 
a junção não seja danificada. Assim, o uso de um resistor limitador em série com o 
LED é comum nos circuitos que o utilizam. Para calcular o valor do resistor usa-se a 
seguinte fórmula: R = (V fonte-VLED)/ILED, onde V fonte é a tensão disponível, VLED 
é a tensão correta para o LED em questão e ILED é a corrente que ele pode suportar 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Display
33 
 
com segurança. Tipicamente, os LEDs grandes (de aproximadamente 5 mm de 
diâmetro, quando redondos) trabalham com correntes da ordem de 12 a 30 mA e os 
pequenos (com aproximadamente 3 mm de diâmetro) operam com a metade desse 
valor. 
Adotamos I1 = 15 mA e I2 = 8 mA, Vfonte = 12 V, VLED = 2 V: 
R1 = (12 - 2)/0,015 = 10/0,015 = 680* 
R2 = (12 - 2)/0,008 = 10/0,008 = 1K2* 
Os LEDs não suportam tensão reversa (Vr) de valor significativo, podendo-se 
danificá-los com apenas 5 V de tensão nesse sentido. Por isso, quando alimentado 
por tensão C.A., o LED costuma ser acompanhado de um diodo retificador em 
antiparalelo (polaridade invertida em relação ao LED), com a finalidade de conduzir 
os semi-ciclos nos quais ele - o LED - fica no corte, limitando essa tensão reversa em 
torno de 0,7V (tensão direta máxima do diodo), um valor suficientemente baixo para 
que sua junção não se danifique. Pode-se adotar também uma ligação em série entre 
o diodo de proteção e o LED. 
A energia eletrostática que os portadores de carga perdem na passagem da 
interface entre os dois semicondutores é transformada em luz. Essa energia 
corresponde à diferença entre dois níveis de energia no semicondutor, e tem um valor 
específico próprio dos semicondutores usados no LED. 
Consequentemente, os fotões emitidos no LED terão todos aproximadamente a 
mesma frequência, igual à diferença entre os níveis de energia dos elétrons nos dois 
elétrodos do LED, dividida pela constante de Planck; isso implica que a luz do LED é 
monocromática. Assim, a cor da luz emitida pelo LED dependerá do semicondutor 
usados. 
 
 
 
 
 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tens%C3%A3o_el%C3%A9trica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrente_alternada
https://pt.wikipedia.org/wiki/Retificador
https://pt.wikipedia.org/wiki/Liga%C3%A7%C3%A3o_em_s%C3%A9rie
https://pt.wikipedia.org/wiki/Constante_de_Planck
34 
 
Tabela01: tabela luz 
 
 
 
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tabela_luz_comp.png 
 
 
Quando circula corrente pelo LED, cada carga de condução que atravessa a 
interface no LED perde uma energia correspondente à energia de um fotão. Assim, a 
curva caraterística do LED será semelhante à caraterística de um receptor, com 
ordenada na origem positiva, e declive constante positivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tabela_luz_comp.png35 
 
11 PUSH BUTTON 
 
 
 O Push Button 6x6 é um botão/pulsa dor utilizado comumente para dar ordem 
de acionamento em determinados projetos ou equipamentos ativados geralmente 
sempre que pulsados. 
Dentre as diversas aplicações as quais o Push Button 6x6 pode ser submetido, 
é comumente empregado como um botão eletrônico que possui a funcionalidade de 
trabalho de um interruptor elétrico. 
Com dois contatos em seu interior, o Push Button 6x6 é uma chave 
táctil comumente fechada ou comumente aberta, sempre que pulsar o botão ativa-se 
automaticamente a função inversa a qual estava sendo realizada anteriormente. 
 
Figura 11:tipos de Push Button 
 
Fonte: https://www.banggood.com/Total-120pcs-Tactile-Tact-Mini-Push-Button-Switch-Packet-Micro-
Switch-Bags-12-Types-Each-10pcs-p-1300898.html?cur_warehouse=CN 
 
 
 
 
 
36 
 
 12 RESISTOR 
 
Resistores são dispositivos elétricos que compõem circuitos com a finalidade 
básica de transformar energia elétrica em calor ou mudar o valor da ddp, Resistores 
são componentes de circuitos elétricos utilizados para transformar energia elétrica em 
calor, Resistores são dispositivos que compõem circuitos elétricos diversos, a sua 
finalidade básica é a conversão de energia elétrica em energia térmica (Efeito Joule). 
Outra função dos resistores é a possibilidade de alterar a diferença de potencial em 
determinada parte do circuito, isso ocorre por conta da diminuição da corrente elétrica 
devido à presença do equipamento Os símbolos abaixo são usados para representar 
os resistores em um circuito elétrico. 
 
 
Figura 12: Representação 
 
 
Fonte:https://s5.static.brasilescola.uol.com.br/img/2017/01/representacao.jpg 
 
 
12.1 Onde são encontrados? 
 
Os resistores estão presentes na maioria dos equipamentos utilizados em nosso 
cotidiano, seja nos chuveiros elétricos com a função de fornecer calor à água, ou na 
composição de circuitos eletroeletrônicos, Os resistores que compõem circuitos 
elétricos geralmente possuem quatro faixas coloridas, a função das cores é 
determinar o valor da resistência do resistor sem a necessidade de aparelhos de 
medida. 
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/resistores.htm
https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/enem/circuitos-eletricos-no-enem.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/energia-eletrica.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/temperatura-calor.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/efeito-joule.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/corrente-eletrica.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/funcionamento-chuveiro-eletrico.htm
37 
 
As duas primeiras faixas de cores representam os dois primeiros algarismos do 
valor da resistência. A terceira faixa indica o número de zeros que compõem o valor 
da resistência. A quarta faixa representa a tolerância ou incerteza da medida do valor 
do resistor. Sendo dourada, a incerteza será de 5%, a prateada mostra que o resistor 
possui incerteza de 10 %. Caso não exista a quarta faixa, a incerteza no valor da 
resistência do resistor será de 20 %. A tabela abaixo indica o valor associado a cada 
possível cor das faixas de um resistor. 
 
Figura 13: tabela de Cores 
 
 
Fonte:http://www.comofazerascoisas.com.br/resistor-o-que-e-e-para-que-serve-introducao-
aplicacao.html 
 
 
 
 
 
 
38 
 
Figura 14: Resistor 
 
Fonte:https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-sao-resistores.htm 
 
1ª cor: Laranja – Primeiro algarismo = 3 
2ª cor: Laranja – Segundo algarismo = 3 
3ª cor: Marrom – Número de zeros ou valor do expoente da potência de base 10 
= 1 
4ª cor: Dourada – Tolerância de 5 % 
Valor da resistência: 330 ± 5% Ω. O valor da resistência pode variar de 313,5 Ω 
até 346,5 Ω. 
 
 
12.2 Associação de resistores 
 
Em um circuito elétrico, os resistores podem ser organizados de duas maneiras 
diferentes. As diferentes formas de ser organizar as posições dos resistores são 
chamadas de associações, e permitem a obtenção de valores diversos de resistência 
elétrica. 
Associação em série: Os resistores são colocados um ao lado do outro. Nessa 
associação, os equipamentos terão mesma corrente elétrica e diferença de potencial 
diferente. 
Associação em paralelo: Os resistores são colocados um sobre o outro. Nesta associação, os 
equipamentos terão mesma diferença de potencial e corrente elétrica diferente. Associação 
mista: Ocorre quando em um mesmo circuito existem resistores associados em série 
e em paralelo. 
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/associacao-resistores.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/associacao-resistores.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/associacao-resistores.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/circuitos-mistos.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/circuitos-mistos.htm
39 
 
13 CONTROLE REMOTO 
 
Quando surgiram, os primeiros controles remotos eram equipamentos de rádio 
frequência que dirigiam navios alemães para colidirem com barcos aliados durante a 
Primeira Guerra Mundial. Foi durante a Segunda Guerra que os controles remotos 
detonaram bombas pela primeira vez. Com o fim da grande guerra, os cientistas 
tinham uma tecnologia brilhante e nenhum lugar para aplicá-la. Quase um século 
depois, muitas pessoas passam horas procurando pelo controle remoto antes de 
lembrar que existem botões na TV, ou até pouco tempo existiam. 
Neste artigo, examinaremos a tecnologia infravermelha usada na maioria dos 
televisores e home theaters e a diferença entre controles remotos IR e RF, 
descobriremos a diferença entre controles remotos "universais" e "programáveis" e 
verificaremos alguns dos outros recursos de alta tecnologia que se encontra nos 
controles remotos atuais, como conectividade com PCs, extensores RF e macro 
comandos. O criador dessa nova tecnologia foi Nikola Tesla, um cientista que nasceu 
na Croácia. Com uma excelente memória capaz de dar origem a várias invenções, 
Nikola, em 1898, patenteou um dispositivo capaz de controlar um barco via rádio, No 
início dos anos 50, foi criado o primeiro controle remoto da Zenith Eletronics 
Corporation por Robert Adler. A TV foi revolucionada pelo aparelho. Ela criou um 
controle sem fio com som de alta frequência usado para transmitir comandos para a 
TV, o “Space Command”. Não funcionava por meio de baterias e serviu como exemplo 
para a criação de outros controles até o início da década de 80. A partir daí, começou 
a ser substituído por aparelhos movidos a raios infravermelhos, que eram simples e 
baratos. E foi por isso que o controle remoto se tornou mais atrativo e popular. 
O chefe da Zenith, Eugene F. McDonals Jr., alertou e reuniu a sua equipe para 
resolver o problema. Em meio à reunião, Adler sugeriu a criação de um controle com 
o uso do ultrassom, cuja frequência de som é tão alta que os ouvidos humanos não 
conseguem escutar. Houve contradições quanto à ideia dele. Mas, no final, ele e seus 
colegas de trabalho decidiram fazer um experimento. O incrível Zenith Space 
Command (1956). A ideia foi um sucesso. 
40 
 
Em 1955, eles começaram fazendo os testes e em 1956 concluíram a obra. Foi 
criado um controle sem baterias. Na época, os únicos objetos que utilizavam baterias 
eram as lanternas e os aparelhos para auxiliar na audição. Se o controle remoto 
parasse de funcionar por causa da bateria, as pessoas iriam achar que ele estava 
estragado, e daí surgiu essa necessidade. 
Uma das dificuldades encontradas pela equipe de Adler foi a descoberta de que 
mulheres jovens tem uma audição superior à de outras pessoas. Assim constatou o 
fato num livro científico que utilizou na época. No laboratório, uma jovem profissional 
deu um pulo quando eles produziram o som que era um pouco mais alto do que os 
ouvidos poderiam captar. Além disso, o som também pode incomodar os cães. 
Conseguindo ultrapassar essa barreira, buscaram trabalhar com uma frequência 
de som mais alta da qual ninguém poderia ouvir.Utilizaram ondas de ultrassom para 
transmitir os sinais para a TV e por causa dessa tecnologia, o custo tornou-se mais 
elevado. Na década de 70 foi necessário usar números de três dígitos e mudar para 
diferentes canais. Os controles remotos infravermelhos e o novo tempo dos universais 
O controle remoto com ultrassom foi usado por duas décadas. Com suas 
desvantagens, foi necessária a criação do controle infravermelho (1977). A BBC criou 
o Protocolo ITT de comunicação infravermelha. Nela, cada botão possui um comando 
que, quando acionado, é enviado para TV. 
Há também um pequeno sensor (fotodetector) que identifica cada feixe 
infravermelho e converte o código em um comando, permitindo a mudança de canais. 
Uma das desvantagens é que o sinal infravermelho deve estar de frente ao sinal de 
TV. Para Adler, uma das motivações maiores de se criar um controle remoto era 
puramente lógica. A pessoa não teria que se levantar toda hora para mudar canais, 
ou apagar uma luz por exemplo. E, inicialmente, ele não pensou que o controle remoto 
se tornaria algo tão popular, embora desejasse que isso ocorresse. Apesar do controle 
ter demorado 25 anos para sua popularização, (antes a tecnologia usada encarecia a 
TV) com a tecnologia da luz infravermelha isso foi possível. 
Em 1980, Steve Wozniak, o co-fundador da Apple, se interessou pelo 
desenvolvimento do controle remoto universal e com o lançamento do CORE 
(controlador remoto de equipamentos, 1987), um controlador remoto que poderia 
41 
 
aprender sinais remotos de outros aparelhos eletrônicos que pode ser ligado ao 
computador e carregada uma lista de códigos de um software específico do site do 
fabricante. No entanto, as funcionalidades de cada botão do CORE foram 
consideradas complexas e difíceis de serem executadas. Foi um dos primeiros 
controles remotos de aprendizagem controlados por um software de computador. 
De acordo com a Consumer Eletronics Association, até o início de 2000, o 
número de pessoas que utilizam dispositivos eletrônicos em sua casa aumentou, 
assim como o número de controles remotos. É raro encontrarmos um só controle em 
nossa casa. Existem diferentes aparelhos e para cada um, temos um controle. Por 
esse motivo, surgiu a ideia da criação de aparelhos remotos universais capazes de 
controlar qualquer dispositivo eletrônico. 
 
Figura 15: controle Philips 
 
 
 
 
Fonte: os autores 
 
 
 
 
https://www.mundodocontrole.com.br/controle-remoto-receptor-azamerica-champions-4k-acm-iptv
42 
 
13.1 O interior dos controles remotos infravermelho 
 
Para aqueles que querem aprender como um controle infravermelho funciona, é 
necessário estar acompanhado de um bom professor e livro de eletrônica. Mas, a título 
de curiosidade, seguem alguns componentes do controle infravermelho e suas 
funções. A maioria dos controles infravermelhos possui uma placa de circuito 
impresso (CI) em seu interior com: Microprocessador - um componente que possui 
todo o controle lógico do controle remoto. Ao apertamos as teclas, ele lê a informação 
e processa o comando necessário. Esse processo é chamado de matriz (o mesmo 
contato passa por várias ilhas, formando uma informação digital). Ex.: Verificação de 
botões pressionados, emissão do comando completo para o sistema de comunicação 
infravermelho, verificação de pilhas fracas, etc. 
Cristal oscilador - através da ressonância, o cristal vibra com a pizoeletricidade, 
capacidade de alguns cristais gerarem corrente elétrica devido a uma pressão 
mecânica, assim, é criado um sinal elétrico com frequência bem precisa. Ele que ditará 
a velocidade com que o microprocessador irá processar os comandos. 
Componentes em geral - capacitores cerâmicos, resistores, diodos e 
transistores. São componentes secundários necessários para o funcionamento do 
circuito como um todo. LED infravermelho ou diodo emissor de luz - responsável por 
gerar luz infravermelha que é invisível ao olho humano e que transmite o comando 
para a TV. Outros componentes do controle: A Placa de CI – é um pedaço fino de feno 
lite, com caminhos feitos de cobre, gravados em sua superfície. Os componentes são 
montados na placa de circuito impresso, por causa da facilidade de produção e 
montagem em grande quantidade. Nessa placa, também existem pistas de Carbono, 
com o objetivo de fechar os contatos com as conexões quando a tecla é pressionada. 
Conjunto de pontos ou trilhas pretas de tinta condutiva - elas que fazem contato com 
os botões. Botões - são feitos por uma lâmina fina emborrachada (chamada de 
manta). Para cada botão, encontramos um disco condutor preto. Quando o disco toca 
na placa de circuito impresso, eles se conectam e o microprocessador consegue 
receber essa conexão. 
43 
 
E como o processo acontece, quando pressionamos um botão, dois ou mais 
pinos do microprocessador são conectados de forma única, permitindo assim que ele 
saiba qual comando foi escolhido pelo usuário. O microprocessador produz uma 
sequência de piscos rápidos no LED infravermelho na forma de um código binário 
específico para o botão pressionado. Os transistores amplificam esses pulsos 
enviados pelo microprocessador para o LED, que traduz o sinal em luz infravermelha. 
O sensor na TV pode ver a luz infravermelha e reage apropriadamente ao ver o sinal. 
Na TV, há um outro microprocessador que lê o sinal emitido pelo controle e efetua os 
comandos específicos, como trocar de canal, aumentar o volume e todos os outros 
que atuam no equipamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
44 
 
14 MODULO BLUETOOTH 
 
Com este módulo para distâncias de 10 a 30m. De fácil configuração permite a 
utilização do sinal sem fios como se fosse uma conexão serial convencional. 
Especificações: Módulo montado em PCB com regulador de tensão e 4 terminais 
de acesso a VCC, GND, TXD, e RXD (TXD e RXD máx. 3,3V). Tensão de 
Alimentação CC: 3,6V a 6,0V. Consumo de corrente: 30 mA a 40 mA. Frequência: 
2.4GHz Banda ISM (Industrial, Scientific and Medical). Led de status: Pescante (não 
conectado), sempre ligado (pareado e conectado). Antena incorporada na PCB. Chip 
de radio: CSR BC417143 Alcance de sinal: até 30m (ideal) sem obstáculos e 
interferências, típica de até 10m. 
Especificação Bluetooth v2.0 + EDR (Enhanced Data Rate). Modulação: GFSK 
(Gaussian Frequency Shift Keying). Potência de transmissão: não mais do que 4dBm, 
Classe 2. Sensibilidade: Não superior a -84dBm 0,1% BER. Taxa de dados: 
Assíncrona: 2 Mbps (máx.) /160 kbps, síncrona: 1 Mbps/1 Mbps. Temperatura de 
operação: -25 ºC a +75 ºC. Perfis suportados: Bluetooth Serial Port (slave). 
Alimentação: 5Vcc / 50mA. Taxa máxima de transmissão serial: 1382400bps. 
Configuração padrão: Identificação BT-06, 9600bps, senha 1234. Dimensões: 4.3 x 
1.6 x 0,7cm. Peso 5g. 
 
Figura 16: Modulo bluetooth HC-06 
 
Fonte: https://multilogica-shop.com/modulo-bluetooth-hc-06 
45 
 
15 APLICATIVO ANDROID 
 
Arduino Bluetooth Control Device, permite que você controle vários dispositivos 
elétricos até oito dispositivos e controlados de forma independente. 
Use o dispositivo móvel Android Bluetooth para controlar remotamente o seu 
dispositivo com Módulo Bluetooth Serial TTL e Placa Arduino. 
Para sistema de automação, automação residencial inteligente, controle de 
iluminação, etc. 
 
Os recursos do programa. 
- Controle até 8 dispositivos. 
- Pode ser definido o temporizador para ligar / desligar o dispositivo e mostrar o 
temporizador de contagem regressiva. (Timer pode ser definido para 1 minuto, 15 
minutos, 30 minutos, 1 hora, 2 horas, 4 horas). 
- Alterar e editar seu nome de dispositivo. (Versão 1.6+) 
- Versão grátis com AD 
Abaixo temos fotos mostrando a interface do aplicativo 
 
Figura 17: interface do app 
 
 
Fonte: https://apkpure.com/arduino-bluetooth-control/com.app.control 
 
46 
 
Figura 18: interface doapp. 
 
 
Fonte: https://apkpure.com/arduino-bluetooth-control/com.app.control 
 
 
Figura 19: interface do app. 
 
 
Fonte: https://apkpure.com/arduino-bluetooth-control/com.app.control 
47 
 
16 PROTÓTIPO 
 
Na montagem do nosso protótipo utilizamos uma caixa retangular de MDF e o 
corpo do ventilador para fixação dos componentes utilizados. Fixamos na parte inferior 
da caixa o Arduino uno, modulo rele 4 canais e o sensor DHT11. Já no corpo do 
ventilador fixamos o display 8 dígitos, sensor IR e push button. Abaixo vamos mostrar 
com imagens o processo de montagem do nosso protótipo. 
 
Figura 20: motor do ventilador 
 
 
Fonte: Os autores 
 
Inicialmente na figura 21 identificamos os fios de cada velocidade de oscilação 
do ventilador, sendo amarelo para velocidade 1, branco para velocidade 2 e vermelho 
para velocidade 3. Após a identificação fizemos um chicote de alimentação que foi 
ligado ao modulo relé, onde iniciamos os testes com o Arduino para verificação de 
funcionamento. Como mostra na figura 22. 
 
 
48 
 
Figura 21: testes de funcionamento 
 
 
Fonte: Os autores 
 
Feito os testes necessários iniciamos a montagem fixa dos componentes. Na 
figura 23 foi feito o recorte para fixação do modulo display 8 digitos e fixado com cola 
quente, utilizamos silicone preto para o acabamento na parte superior. Cuja sua 
função é mostrar a temperatura e umidade do ambiente. 
 
Figura 22: instalação do display lcd. 
 
 
 
 
Fonte: Os autores. 
49 
 
Na figura 24 foi feito o furo e a instalação do sensor IR, sendo fixado com cola 
quente. Cuja sua função é recebe o sinal de luz do controle remoto. 
 
Figura 23: instalação do sensor IR. 
 
 
Fonte: Os autores 
 
 
Na figura 25 foi fixado o Arduino uno na parte inferior da caixa MDF. Cuja sua 
função é comandar todos componentes do projeto através do software. 
 
50 
 
Figura 24: instalação do Arduino uno 
. 
 
Fonte: Os autores 
 
Na figura 26 foi fixado o modulo rele 4 canais na caixa MDF, cuja função e 
acionar cada velocidade do ventilador e o modo manual. 
 
Figura 25: instalação do modulo rele 4 canais 
 
 
Fonte: Os autores 
 
51 
 
Na figura 27 foi feito o furo e colocado o push button, sendo fixado com cola 
quente. Colocamos uma tampa vermelha para um melhor acabamento e 
pressionamento dele na parte superior, além de dar uma boa visibilidade do botão. 
Cuja sua função será acionar o modo manual do produto. Abaixo do botão fixamos o 
led indicador de modo automatizado, onde ele fica ligado se o modo automatizado 
estiver ligado. 
 
Figura 26: instalação do push button 
 
 
 
Fonte: Os autores 
 
Na figura 28 foi usado um controle remoto Philips para fazer o acionamento do 
ventilador. 
 
 
 
 
 
52 
 
Figura 27: controle remoto 
 
 
Fonte: Os autores 
 
Na figura 29 foi fixado o modulo bluetooth, cuja sua função sera receber os comandos 
enviados do celular para a placa Arduino uno. 
 
Figura 28: fixação do modulo bluetooth. 
 
 
Fonte: Os autores. 
53 
 
Na figura 30 foi fixado o sensor de humidade e temperatura, que fara a leitura e enviara 
o valor lido para o display 8 digitos 
 
Figura 29: fixação do sensor DHT 11 
 
 
Fonte : Os autores 
 
Após concluir a fixação dos componentes utilizados nesse projeto, segue abaixo o 
esquema elétrico de ligação, na figura 31. 
 
Figura 30: diagrama elétrico. 
 
Fonte: Os autores. 
54 
 
Na figura 32 temos fotos do projeto finalizado 
 
Figura 31: projeto finalizado 
 
 
Fonte: Os autores. 
 
 
 
 
55 
 
16.1 Programação utilizada. 
 
#include <SoftwareSerial.h> 
#include "Wire.h" 
// endereco do modulo slave que pode ser um valor de 0 a 255 
#define myAdress 0x08 
SoftwareSerial serial1(8,9); // RX, TX 
int pinPortas[3] = {2,3,4}; 
int botao1=7; 
int led1=6; 
int estadobotao; 
int contagem; 
int eab; 
int pinoRele5 = 5; 
int pinoRele2 = 2; 
int pinoRele3 = 3; 
int pinoRele4 = 4; 
void setup() { 
serial1.begin(9600); 
pinMode(botao1,INPUT_PULLUP); 
pinMode(led1,OUTPUT); 
pinMode(pinoRele5, OUTPUT); 
contagem=0; 
for (int nP=0; nP<3; nP++) { 
pinMode(pinPortas[nP], OUTPUT); 
byte byteEnviar = nP + 1; 
byteEnviar = bitSet(bitSet(byteEnviar, 6), 5); 
56 
 
serial1.println(byteEnviar); 
} 
} 
void loop() { 
if (serial1.available()) { 
byte byteRecebido = serial1.read(); 
boolean acao = bitRead(byteRecebido, 5); //Lê se o comando é para ligar ou 
desligar 
byte porta = bitClear(bitClear(byteRecebido, 6), 5); 
digitalWrite(pinPortas[porta - 1], !acao); 
} 
estadobotao=digitalRead(botao1); 
if(estadobotao==HIGH&& eab==LOW){ 
contagem=contagem+1; 
} 
eab=estadobotao; 
if (estadobotao==!LOW){ 
digitalWrite(led1,contagem); 
digitalWrite(pinoRele5,contagem); 
digitalWrite(pinoRele2, HIGH); 
digitalWrite(pinoRele3, HIGH); 
digitalWrite(pinoRele4, HIGH); 
} 
if(contagem==2){ 
contagem=0; 
} 
delay(100); 
} 
57 
 
17 LISTA COMPONENTES E CUSTOS 
 
 Na montagem foram utilizados componentes eletrônicos e elétricos. 
Utilizamos os componentes descritos no desenvolvimento deste trabalho. Na 
tabela abaixo listamos os principais componentes com seus respectivos custos. 
 
Tabela 02: componentes e custos 
 
Kit Arduino Uno completo com 
protoboard, cabos, conectores, leds, 
botões, resistores. 
 
R$ 150,00 
 
 
Placa módulo Rele de 04 canais 
 
R$ 40,00 
 
 
Placa módulo bluetooth 
 
R$ 25,00 
 
 
Modulo l2c 
 
R$ 15,00 
 
 
 
 
Ventilador Britânia 30CM 
R$ 65,00 
 
 
 
 
58 
 
18 CRONOGRAMA 
Tabela 03: cronograma 
 
 
Fonte: Os autores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADES AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN 
ELABORAÇÃO DA 
IDEIA X X 
COMPRA DOS 
COMPONENTES 
 
 X X 
ENCONTROS PARA 
MONTAGEM DO 
PROTÓTIPO 
 
 X X X 
REALIZAÇÃO DO 
TCC X X X X X X X X X 
PERIODO 2018 PERIODO 2019 
59 
 
19 CONCLUSÃO 
 
Concluímos que com esse produto irá trazer mais conformo comodidade e 
praticidade na hora da utilização, todos irão ficar satisfeito com o produto, com essa 
inovação no mercado. Isso irá trazer um conforto maior para todos, e para pessoas 
que tem algum tipo de problema na hora de se locomover terá um diferencial pelo fato 
de ter um controle remoto ou um celular Android para ligar e desligar o ventilador, se 
porventura a temperatura tiver uma queda para o padrão utilizado o ventilador 
desligara automaticamente com o sensor de temperatura e umidade fazendo que as 
pessoas não venha a passar frio. 
Com esse produto inovador no mercado vamos fazer com que muitas pessoas 
coloquem na balança qual modelo irá suprir melhor a necessidade na hora de comprar 
um ventilador. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
60 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
ELETRODEX. Disponível em <http://www.eletrodex.com.br/arduino-uno/> Acesso em 
dezembro 2018 
FILIPEFLOP. Disponível em <https://www.filipeflop.com/produto/modulo-rele-5v-4-
canais/>.Acesso em dezembro 2018 
FILIPEFLOP. Disponível em https://www.filipeflop.com/blog/monitorando-
temperatura-e-umidade-com-o-sensor-dht11/ Acesso em dezembro 2018 
LELONG. Disponível em <https://www.lelong.com.my/ir-receiver-sensor-chq1838-
arduino-raspberry-littlecraft-180270935-2019-07-Sale-P.htm>.Acesso em dezembro 
2018 
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umidade-e-temperatura-dht11.html>.Acesso em dezembro 2018 
USINAINFO. Disponível em https://www.usinainfo.com.br/leds/receptor-
infravermelho-1838b-universal-ideal-para-arduino-e-pic-4412.html Acesso em 
dezembro 2018 
DOCPLAYER. Disponível em https://www.docplayer.com.br/40752031-Manual-
tecnico-modulo-de-rele-4-canais.html Acesso em dezembro 2018 
 
BRITANIA. Disponível em https://britania.com.br/vent-ventus-30-six-127v-
033011122/p Acesso em dezembro 2018 
 
 ROBO.IN. Disponivel em https://robu.in/product/arduino-uno-r3-without-cable/ Acesso em dezembro 2018 
 
USIINFO. Disponivel em https://www.usinainfo.com.br/leds/receptor-infravermelho-
1838b-universal-ideal-para-arduino-e-pic-4412.html/ Acesso em dezembro 2018 
 
http://www.eletrodex.com.br/arduino-uno
https://www.docplayer.com.br/40752031-Manual-tecnico-modulo-de-rele-4-canais.html
https://www.docplayer.com.br/40752031-Manual-tecnico-modulo-de-rele-4-canais.html
https://britania.com.br/vent-ventus-30-six-127v-033011122/p
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https://robu.in/product/arduino-uno-r3-without-cable/
https://robu.in/product/arduino-uno-r3-without-cable/
https://www.usinainfo.com.br/leds/receptor-infravermelho-1838b-universal-ideal-para-arduino-e-pic-4412.html
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61 
 
BANGGOOD. Disponivel em https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-
Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-
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ELETRODEX. Disponivel em https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-
infravermelho-universal.html/ Acesso em dezembro 2018 
 
USINAINFO. Disponivel em https://www.usinainfo.com.br/displays-arduino/modulo-
display-led-8-digitos-com-interface-controle-spi-max7219-4416.html/ Acesso em 
dezembro 2018 
 
INFRAVERMELHO. Disponivem em http://infravermelho.info/controle-remoto.html 
acasso em maio 2019 
 
MOUSER. Disponivel em https://www.mouser.com/ds/2/758/DHT11-Technical-Data-
Sheet-Translated-Version-1143054.pdf/ Acesso em dezembro 2018 
 
COMO SE FAZ. Disponivel em http://www.comofazerascoisas.com.br/resistor-o-que-
e-e-para-que-serve-introducao-aplicacao.html acesso em março 2019 
BRASILESCOLA. Disponivel em :https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-
sao-resistores.htm acesso em março 2019 
 
FLIP. Disponivel em: https:/www.flipkart.com/diy-ecraft-arduino-
unor3/p/itme93up6mdthxgr?otracker=product_breadCrumbs_DIYeCraft+Arduino+UN
O+R3 acesso em março 2019 
 
MULTILOGICA. Disponivel em: https://multilogica-shop.com/modulo-bluetooth-hc-06. 
Acesso em Maio 2019 
 
ANEXO1. EMBARCADOS. Disponivel em: https://www.embarcados.com.br/modulo-
de-display-lcd/ Acesso em Junho 2019 
 
 
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=US
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=US
https://www.banggood.com/pt/KY-015-DHT11-Temperature-Humidity-Sensor-Module-For-Arduino-p-916173.html?cur_warehouse=US
https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-infravermelho-universal.html
https://www.eletrodex.com.br/vs1838-receptor-infravermelho-universal.html
https://www.usinainfo.com.br/displays-arduino/modulo-display-led-8-digitos-com-interface-controle-spi-max7219-4416.html
https://www.usinainfo.com.br/displays-arduino/modulo-display-led-8-digitos-com-interface-controle-spi-max7219-4416.html
http://infravermelho.info/controle-remoto.html
https://www.mouser.com/ds/2/758/DHT11-Technical-Data-Sheet-Translated-Version-1143054.pdf
https://www.mouser.com/ds/2/758/DHT11-Technical-Data-Sheet-Translated-Version-1143054.pdf
http://www.comofazerascoisas.com.br/resistor-o-que-e-e-para-que-serve-introducao-aplicacao.html
http://www.comofazerascoisas.com.br/resistor-o-que-e-e-para-que-serve-introducao-aplicacao.html
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-sao-resistores.htm
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-sao-resistores.htm
https://www.embarcados.com.br/modulo-de-display-lcd/
https://www.embarcados.com.br/modulo-de-display-lcd/
62 
 
GLOSSÁRIO 
 
 
Prototipagem: Desenvolvimento ou criação de protótipos, modelos iniciais de alguma 
coisa que podem ser, posteriormente, usados como padrão. 
 
Relé: Aparelho que retransmite o sinal que recebe, amplificando-o consideravelmente. 
 
DHT: Densidade, umidade e temperatura. 
 
Infravermelho: As radiações infravermelhas, da mesma natureza que a luz, têm 
comprimentos de onda maiores. São utilizadas para o aquecimento, a fotografia 
aérea, em terapêutica etc. 
 
Oscilante: Que pode oscilar; que não possui firmeza; que treme; trêmulo ou titubeante. 
 
Diodo: Válvula eletrônica de dois elementos (placa e filamento). 
 
Eletroluminocência: Eletrocardiograma; gráfico que faz o registro das alterações ou 
das oscilações elétricas resultantes da movimentação, da atividade, ritmo do músculo 
cardíaco. 
 
Eletrón: Corpúsculo muito pequeno carregado de eletricidade negativa, um dos 
elementos constituintes dos átomos: a carga do elétron é 1,60 X 10-19 coulomb. 
 
Led: LED infravermelho ou diodo emissor de luz - responsável por gerar luz 
infravermelha que é invisível ao olho humano e que transmite o comando para a T 
 
 
 
63 
 
APÊNDICE 
 
Diagrama elétrico 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
64 
 
ANEXO 1 
 
Datasheet do display LCD 
 
 
 
65 
 
ÌNDICE 
 
 
Relé: Aparelho que retransmite o sinal que recebe, amplificando-o consideravelmente. 
 
Sensor DHT: Densidade, umidade e temperatura 
 
Sensor receptor infravermelho: As radiações infravermelhas, da mesma natureza que 
a luz, têm comprimentos de onda maiores. São utilizadas para o aquecimento, a 
fotografia aérea, em terapêutica etc. 
 
Diodo emissor de luz: LED infravermelho ou diodo emissor de luz - responsável por 
gerar luz infravermelha que é invisível ao olho humano e que transmite o comando 
para a TV. 
 
Push Button: É um dispositivo utilizado para controlar uma máquina ou processo. Os 
botões podem ser eléctricos ou mecânicos, sendo os eléctricos mais comuns devido 
à sua larga aplicação em eletrotecnia eletrônica. Ao ato de usar um botão dá-se o 
nome de carregar, pressionar, premir, ligar ou desligar. 
 
Resistor: resistor sm (resist(ir)+or) Eletrôn. Peça que aumenta a resistência elétrica 
de um circuito.

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