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Bioquimica - Atividade 2

Atividade de Bioquímica/Farmacologia que define antibióticos e quimioterápicos; diferencia bactericida e bacteriostático; lista características de toxicidade seletiva; descreve quimioterápicos antineoplásicos e sua classificação por atuação no ciclo celular; indica mecanismos antibacterianos.

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Atividade Bioquímica / Farmacologia
Inaê Fernanda de Luccas RA:8064525 (Biomed)
Lucas de Matteo RA:8067355 (Ed)
Daniele Mazzini RA:8064566 (Biomed)
Jaqueline Ribeiro RA:8066806 (Biomed)
Giovanna Marcelino RA:8066862 (Biomed)
Rafael Martinez RA:8067608 (Ed)
Robson Souza da Silva RA:8066809 (Ed)
Matheus Marangoni de Castro RA:8066951 (Ed)
Wesley Dionizio Pinheiro RA:8026807 (Ed)
1- Antibiótico é qualquer medicamento capaz de combater uma infecção causada por microrganismos que causam infecções a outro organismo. Não destroem vírus. 
O termo antibiótico tem sido utilizado de modo mais restrito para indicar substâncias que atingem bactérias, embora possa ser utilizado em sentido mais amplo contra outros parasitas (protozoários, fungos ou helmintos). Ele pode ser bactericida, quando tem efeito mortífero sobre a bactéria ou bacteriostático, se interrompe a sua reprodução ou inibe seu metabolismo, mas também causa efeitos significativos em doenças causadas por vírus como a gripe.
As primeiras substâncias descobertas eram produzidas por fungos, como a penicilina. Atualmente existem também antibióticos sintetizados ou alterados em laboratórios farmacêuticos para evitar resistências e diminuir efeitos colaterais.
Os antibióticos podem ser classificados em bactericidas e bacteriostáticos, dependendo se o fármaco causa diretamente a morte das bactérias ou se apenas inibe sua replicação, respectivamente. Na prática, esta classificação se baseia no comportamento do antibiótico in vitro e ambas as classes podem ser eficazes no tratamento de uma infeção.
Os quimioterápicos são de origem sintética, com a propriedade de atual sobre microrganismos patogênicos, obtidas em laboratório, por síntese. Assim, o termo quimioterápico aplica-se essencialmente a substâncias empregadas sistemicamente, de estrutura química definida, sintetizada em laboratório ou de origem vegetal com toxicidade baixa para as células do hospedeiro e alto para o seu agente agressor.
Podem ser classificados em anti-infecciosos específicos e anti-infecciosos inespecíficos. 
2- Toxidade seletiva: destruir o patógeno sem atacar o hospedeiro.
- Bactericida em vez de bacteriostático: principalmente em hospedeiros imunocomprometidos;
- Não induzir resistência bacteriana;
- Espectro de ação satisfatório: amplo/estreito espectro X terapia empírica;
- Não alergênico;
- Ativo quando dissolvido nos fluidos corporais ou exsudatos;
- Solúvel e estável em solução aquosa;
- Atingir o nível máximo sistêmico rapidamente;
- Capaz de atingir o sítio de infecção.
3- Os medicamentos quimioterápicos, atuam combatendo as células doentes, destruindo e/ou controlando seu desenvolvimento, pois interferem na capacidade de multiplicação das células do próprio organismo. A partir do momento em que as drogas quimioterápicas são administradas, atingem todas as partes do corpo. Por isso, o tratamento é conhecido como terapia sistêmica. Para cada diagnóstico é definido o tipo e as combinações das drogas a serem administradas ao paciente.
Drogas antineoplásicas: Os agentes utilizados no tratamento do câncer afetam tanto as células normais como as neoplásicas, porém eles acarretam maior dano às células malignas do que às dos tecidos normais, devido às diferenças quantitativas entre os processos metabólicos dessas duas populações celulares. As diferenças existentes entre o crescimento das células malignas e os das células normais e as pequenas diferenças bioquímicas verificadas entre elas provavelmente se combinam para produzir seus efeitos específicos.
Classificação dos quimioterápicos conforme a sua atuação sobre o ciclo celular em:
Ciclo-inespecíficos - Aqueles que atuam nas células que estão ou não no ciclo proliferativo, como, por exemplo, a mostarda nitrogenada.	
Ciclo-específicos - Os quimioterápicos que atuam somente nas células que se encontram em proliferação, como é o caso da ciclofosfamida.
Fase-específicos - Aqueles que atuam em determinadas fases do ciclo celular.
-Quimioterápicos anti-infecciosos específicos: possuem o que se chama de toxicidade seletiva, ou seja, a capacidade de destruir ou inibir o crescimento de um parasita sem afetar, ou afetando o mínimo possível, as células do hospedeiro.
-Quimioterápicos anti-infecciosos inespecíficos: são compostos capazes de, in vitro, matar ou inibir o crescimento de qualquer microrganismo, porém sem nenhuma toxicidade seletiva em relação às células do hospedeiro. Isto significa que se utilizados por via sistêmica, destruiriam igualmente as células do hospedeiro.
Quimioterápicos antibacterianos: 
-Inibição da síntese do DNA bacteriano, sendo assim, estes compostos impedem a incorporação de precursores do DNA à nova molécula em formação.
-Inibição da síntese do RNA
-Alterações no metabolismo celular
4- Antibiótico betalactâmicos- são uma classe ampla de antibióticos, que inclui a penicilina e seus derivados, que possuem agente antibiótico, o núcleo β-lactâmico em sua estrutura molecular. É o mais usado grupo de antibióticos.
Existem 4 subclasses de beta-lactâmicos usados no tratamento de infecções:
Os penicilínicos, que são os derivados semissintéticos da penicilina, como penicilina V, penicilina G, amoxicilina e ampicilina;
As cefalosporinas de 1ª, 2ª, 3ª e 4ª gerações, sendo entre os betalactâmicos os que maior número de moléculas semissintéticas disponibilizam para tratamento, inclusive de infecções hospitalares e também comunitárias;
Os carbapenêmicos como o Imipenem, Meropenem, Ertapenem e o Panipenem;
O Clavulanato, com mínimo espectro de atividade, mas usado como inativador de betalactamase, enzima produzida por bactérias para resistirem a ação dos antibióticos betalactâmicos.
Mecanismo de ação: Todos os antibióticos betalactâmicos possuem ação bactericida. Eles atuam por inibição da síntese da parede celular bacteriana, que é uma estrutura essencial da célula por manter a sua integridade, prevenindo-a da lise osmótica.
Devem penetrar na bactéria através das porinas presentes na membrana externa da parede celular;
Não devem ser destruídos pelas B-lactamases produzidas pelas bactérias;
Devem ligar-se e inibir as proteínas ligadoras de penicilina (PLP), responsáveis pelo passo final da síntese da parede bacteriana.
Bactérias gram-positivas: a parede celular é mais espessa pela maior espessura da camada de peptidoglicano, o principal componente da parede celular nestas células.
- Bactérias: Filo Firmicutes (Bacilos, Estreptococos, Estafilococos, Enterococos, Actinobacteria, Listeria, etc.).
- Bactérias gram-negativas- a parede celular é mais complexa por envolver mais camadas em sua composição como a membrana externa, além do peptidoglicano.
As proteobactérias compõem a maior parte das bactérias gram negativas. As principais são:
Escherichia coli
Salmonella
Shigella
 Quinolonas e fluoroquinolonas: são grupos relacionados de antibióticos, derivados do ácido nalidíxico, usados no tratamento das infecções bacterianas. Os fármacos da classe podem desencadear uma vasta onda de efeitos colaterais debilitantes e, portanto, não devem ser usadas como primeira linha de tratamento.
As fluoroquinolonas apresentam um átomo de flúor não observado nas quinolonas. Ambas formam o grupo de antibióticos mais tóxico atualmente. Mais de metade dos fármacos encontradas dentro desta classe já foram removidas do uso clínico devido a reações adversas que podem causar dano permanente.
São efetivos contra Gram-negativos e positivos. Usada contra bacilos entéricos Gram-negativos (família Enterobacteriaceae). Também em casos de infecção por Neisseria, Haemophilus, Campylobacter e Pseudomonas.
Indicações: 
Carbúnculo (Antrax): devido a Bacillus anthracis;
Gonorreia;
Infecções do trato urinário mais graves;
Infecções respiratórias com Pseudomonas aeruginosa;
Otite externa por Pseudomonas aeruginosa;
Osteomielite por bacilo Gram-negativo;
Prostatite bacteriana;
Cervicite (infecção do colo do útero) por bactérias.
Mecanismo de ação: São inibidores da enzima bacteriana DNA topoisomerase II (girase de DNA) e da DNA topoisomerase IV. Para muitasbactérias Gram-positivo (S. aureus), a DNA topoisomerase IV é a principal inibida pelas quinolonas. Em contraste, para muitas bactérias Gram-negativo (E. coli), o principal alvo das quinolonas é a DNA-girase.
Aminoglicosídeos: grupo de fármacos compostos de um grupo amino e um grupo glicosídeo. Os medicamentos desta classe são bactericidas, inibidores de síntese proteica das bactérias sensíveis.
Diversos aminoglicosídeos funcionam como antibióticos que são efetivos contra certos tipos de bactérias. Eles incluem a amicacina, arbecacina, gentamicina, canamicina, neomicina, netilmicina, paromomicina, rodostreptomicina, estreptomicina, tobramicina e apramicina.
As antraciclinas são outro grupo de aminoglicosídeos, que são utilizadas na quimioterapia.
Mecanismo de ação: ligam-se à fração 30s dos ribossomos inibindo a síntese proteica ou produzindo proteínas defeituosas. Para atuar, o aminoglicosídeo deve primeiramente ligar-se à superfície da célula bacteriana e posteriormente deve ser transportado dependente de energia oxidativa.
Indicações:
-Sepse com Gram-negativos.
-Infecções com bactérias Gram-negativas aeróbias, como Pseudomonas, Acinetobacter e Enterobacter.
-Contra Streptococcus e Listeria concomitantemente com penicilina.
-Usadas secundariamente em infecções por Mycobacterium, como na Tuberculose.
Tetraciclinas: antimicrobianos primariamente bacteriostáticos, quando em concentrações terapêuticas. Apresentam amplo espectro de ação, incluindo bactérias gram-positivas, gram-negativas aeróbicas e anaeróbicas, espiroquetas, riquétsias, micoplasma, clamídias e alguns protozoários. Não funciona contra vírus.
Indicações: 
Pode ser usado contra um amplo espectro de microrganismos:
Bactérias gram positivas: Streptococcus, Diplococcus, Clostridium e Actinomyces.
Bactérias gram negativas: Neisseria, Brucellas, Haemophilus, Shigella, Escherichia coli, Bordetella, Klebsiella, Vibrio e Pasteurella.
Infecções por Espiroquetas, Clamidáceas ou Rickettsias.
Alguns protozoários como Entamoeba e Trichomonas
Pode ser usado para tratar infecções de:
Pele: Acne, rosácea.
Oculares: Conjuntivite de inclusão, tracoma.
Urogenitais: Gonorreia, sífilis, clamídia, cancroide.
Gastrointestinais: Disenteria, cólera, amebíase, úlcera gástrica, infecção periodontal.
Respiratórias: Faringite amigdalite, bronquite e algumas formas de pneumonia atípica.
Sistêmicas: Febre maculosa, febre Q, tifos, actinomicose, brucelose, malária
Mecanismo de ação: as tetraciclinas entram na célula por difusão, em processo dependente de gasto de energia. Ligam-se, de maneira reversível, à porção 30s do ribossoma, bloqueando a ligação do RNA transportador, impedindo a síntese proteica. 
Cloranfenicol: é um antibiótico de amplo espectro, sendo eficaz contra bactérias Gram-negativas, Gram-positivas e riquétsias.
Indicações:
-Infecções por Haemophilus influenzae resistente.
-Meningite se a penicilina não é eficaz ou não pode ser usada (devido a susceptibilidade alérgica).
-Conjuntivite bacteriana.
-Febre tifoide se ciprofloxacina, ou amoxicilina + clavulanato não são eficazes ou não podem ser usados.
Mecanismo de ação: Inibe a síntese de proteínas devido ao bloqueio específico dos ribossomas bacterianos, na subunidade 50S (inibe a transpeptidação). Não afeta significativamente os ribossomas das células humanas que são substancialmente diferentes. Esse medicamento é tido como um bacteriostático (paralisa a reprodução bacteriana), no entanto ele é uma exceção para dois gêneros de bactérias Haemophilus sp. e Neisseria meningitides, no qual esse medicamento tem ação bactericida. 
5- Mecanismo de resistência aos B- lactâmicos 
São descritas em três formas principais:
- Produção de B-lactamases: é o meio mais eficiente e comum das bactérias se tornarem resistentes aos antimicrobianos B-lactâmicos;
- Modificações estruturais das proteínas ligadoras de penicilina (PLP) codificadas pelo gene mecA;
- Diminuição da permeabilidade bacteriana ao antimicrobiano através de mutações e modificações nas porinas, proteínas que permitem a entrada de nutrientes e outros elementos para o interior da célula.
Mecanismo de resistência a Quinolonas
- Alteração na enzima DNA girasse, que passa a não sofrer ação do antimicrobiano;
- Pode ocorrer por mutação cromossômica nos genes que são responsáveis pelas enzimas alvo (DNA girasse e topoisomerase IV) ou por alteração da permeabilidade à droga pela membrana celular bacteriana (porinas);
- É possível a existência de um mecanismo que aumente a retirada da droga do interior da célula (bomba de efluxo).
Mecanismos de resistência a Aminoglicosídeos
A resistência de algumas estirpes é devida à existência de enzimas que inativam o antibiótico ao modificarem as moléculas dos aminoglicosídeos. Existem mais de nove tipos não relacionados, que acetilam, fosforilam ou adelinam os aminoglicosídeos. Os genes que codificam essas enzimas são espalhados de bactérias resistentes para bactérias ainda susceptíveis através da recombinação sexual bacteriana, com troca de plasmídeos ou transposição de DNA.
Mecanismos de resistência a Tetraciclinas
Há algumas estirpes resistentes por um de dois mecanismos, que adquirem através de genes em plasmídeos de outras bactérias. Um desses genes codifica uma proteína que ativamente expulsa a tetraciclina da célula. O outro codifica uma proteína que se liga ao ribossoma não permitindo a ação do antibiótico.
Mecanismos de resistência ao Cloranfenicol
A resistência ao cloranfenicol é produzida pela existência na bactéria da enzima acetiltransferase do cloranfenicol, produzida do gene cat. Este gene é espalhado de estirpes resistentes para não resistentes através de plasmídeos trocados nas trocas sexuais bacterianas. A acetiltransferase do cloranfenicol usa a acetil-CoA (acetil coenzima A uma molécula com grupos acetil, importante na geração de energia) para transferir dois grupos acetil para os grupos hidróxido do cloranfenicol, impedindo-o de se ligar ao ribossoma e, portanto, neutralizando a sua ação antibiótica.
6- c) Apenas I e III.
7- c) apresentam elevada resistência aos antibióticos.
8- c) Staphylococcus aureus.
9- b) Seleção natural.
10- e) Utilizar antibióticos apenas até o fim dos sintomas.
11- e) Na população em geral, e principalmente no ambiente hospitalar, há uma seleção de genes bacterianos que determinam resistência a antibióticos.
12- Consumir anti-inflamatórios antes dos exercícios não é recomendado porque pode causar alguns efeitos secundários tais como: Lesões intestinais, não evitam inflamações posteriores ao exercício, não previnem o dano muscular, não melhoram o rendimento.
13- Os medicamentos antitérmicos são utilizados no combate ou na diminuição da febre. Em um corpo febril, o antitérmico diminui a temperatura, que está acima do normal, porém ele não tem efeito algum sobre uma pessoa que não está com febre.
Sua ação inibe a atuação da enzima causadora do problema, mas mesmo que os remédios antitérmicos tragam um alívio com relação ao sintoma, eles não proporcionam a cura do distúrbio que ocasiona a dor.
O que são analgésicos
Todas as dores que sentimos, independente de qual seja, são transmitidas através do sistema nervoso. Para suprimir a dor, nada melhor do que um analgésico, tipo de medicamento que diminui ou interrompe essas vias de transmissão nervosa. Muitos dos analgésicos que conhecemos podem ter propriedades antitérmicas também.
14- Como os antitérmicos agem no corpo
Quando o nosso corpo contrai uma infecção, inflamação ou lesão no sistema nervoso, ele emite um sinal a nós avisando que algo não está certo: a febre. Com ela, uma enzima presente em nosso corpo é produzida em uma quantidade maior e que interfere diretamente no funcionamento do hipotálamo, região do cérebro que controla a temperatura do corpo.
A febre não é prejudicial, muito pelo contrário! As pequenas elevações na temperatura corporal aumentam o metabolismo e ajudam a combater infecções. Portanto, cabe aos antitérmicos agirem sobre essa reação do corpo. Dentre os tipos desses medicamentos, há aquelesque agem logo no início do processo, impedindo que a enzima seja produzida, e há outros que agem diretamente no hipotálamo, impedindo que seu funcionamento seja afetado.
15- Como os analgésicos agem no corpo
Os medicamentos analgésicos bloqueiam os receptores sensoriais de nosso corpo, fazendo com que o cérebro não receba mais o aviso de que há um foco de inflamação ou algo do tipo.
Existem no mercado dois tipos de analgésicos: o periférico e o central.  O periférico é o mais comum, encontrado nas farmácias, e, após ser ingerido, ele se espalha por toda a corrente sanguínea até chegar ao local em que a dor se encontra, onde o corpo absorve o medicamento. Já os analgésicos centrais são utilizados em casos mais graves e atuam diretamente no sistema nervoso central, que é composto pelo cérebro e pela medula espinhal, fazendo com que a percepção de dor seja eliminada de todo o nosso corpo.
16- Anti-inflamatórios são medicamentos utilizados para amenizar os sinais e sintomas de um estado inflamatório. A inflamação é uma defesa inespecífica do organismo contra uma agressão tecidual. Entretanto, em alguns momentos esse processo se intensifica e é necessário o uso de medicamentos para contê-lo. Basicamente existem duas subclasses de anti-inflamatórios, os esteroidais ou corticoides e os não-esteroidais ou AINEs. Os anti-inflamatórios corticoides são amplamente usados na clínica, tem ação anti-inflamatória por impedir a produção de substâncias mediadoras da inflamação, entre eles podemos destacar a dexametasona, a mometasona, a betametasona, a predinisolona, a hidrocortisona, etc. 
17- Os anti-inflamatórios agem no organismo inibindo a ação de uma enzima chamada ciclooxigenase (COX), a qual permite o aumento da produção de uma substância chamada prostaglandina, responsável pelo surgimento do quadro inflamatório. Portanto, o combate à COX diminui a produção da prostaglandina e, consequentemente, combate a inflamação, dor e febre. 
  
18- A inflamação é uma resposta do sistema imunológico a uma infecção ou lesão dos tecidos. Por esse processo, o fluxo sanguíneo para a região atingida aumenta, transportando células do sistema imunológico com o intuito de combater o agente agressor. Os anti-inflamatórios são medicamentos que impedem ou amenizam essa reação e minimizam os sintomas da inflamação como calor, rubor e dor.
19- Os efeitos terapêuticos e colaterais dos AINES resultam principalmente da inibição da enzima COX, reduzindo assim, a síntese das PG e diminuindo a intensidade do processo inflamatório. De acordo com as funções fisiológicas das isoformas da COX, postulou-se que AINES inibidores específicos da COX-2 impediriam o processo inflamatório sem causar os efeitos colaterais gástricos resultantes da inibição da COX-1. Em geral, os AINES inibem de forma variável as duas isoformas da COX em suas dosagens terapêuticas. Eles também antagonizam os receptores de PG, reduzem a permeabilidade capilar, diminuindo o edema e vermelhidão, e inibem a liberação de PGE1 o que leva a redução do estado febril.
A administração local de drogas, mais precisamente de AINES, apresenta inúmeras vantagens em relação a outras formas de administração. Dentre elas estão: i) evitar problemas gastrointestinais; ii) evitar o metabolismo hepático de primeira passagem; iii) reduzir efeitos sistêmicos; iv) manter uma liberação constante do princípio ativo no sítio de aplicação.
20- Uma substância que reduz a atividade das plaquetas do sangue. “A dengue causa queda do número de plaquetas, e o AAS aumenta ainda mais o risco de hemorragia. Portanto, todas as medicações que têm ácido acetilsalicílico na composição devem ser evitadas. Analgésicos como Doril e Melhoral e anti-inflamatórios como Aspirina são alguns dos remédios populares que contêm AAS na fórmula.
21- b) A utilização do paracetamol é considerada segura em doses terapêuticas, inclusive, em ensaios clínicos, observou-se pouca indução de ulcerações e sangramentos digestivos.
22 a) Paliativo.
23- Os riscos vão varia de acordo com o tratamento feito, mas os malefícios são
enormes. A maioria dos medicamentos é metabolizada pelo fígado, e as
bebidas alcoólicas também. Quando se está tomando uma quantidade alta de
analgésicos, isso acaba alterando o funcionamento do órgão, ou seja, o fígado
já está sobrecarregado dos medicamentos, e ele precisa fazer o mesmo papel
com o álcool. O álcool tem um efeito diurético, por conta disso o analgésico vai
ser eliminado pela urina antes de ser absorvido pelo organismo.
24- a) Em dias quentes, é comum que uma pessoa tenha uma urina mais concentrada em virtude da perda de água também pela transpiração, reduzindo a quantidade de água eliminada pela urina.
25- d) biotransformação.
26- a) A fervura altera o sabor do leite em razão da caramelização da lactose, concentração de substâncias e destruição de certas enzimas.
27- e) Nenhuma das alternativas.
28- a) A atividade das enzimas é reduzida, uma vez que essas sofrem desnaturação e não se associam ao substrato.
29- a) Vitamina D e Cálcio.
30- a) Quando ingerido em doses iguais por homens e mulheres, costuma ser encontrado em concentração plasmática mais elevada em mulheres devido ao menor volume sanguíneo do corpo feminino.
31- e) carboxila de um aminoácido e o grupo amina do outro.
32- e) antitérmicos e anti-inflamatórios não esteroides.
33- d) Temos como resultado desse processo: água, gás carbônico e oxigênio gasoso.
34- e) meia vida
35- e) Somente IV.