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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAMETRO ESTAGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE PÚBLICA MANAUS-AM 2019 CENTRO UNIVERSITÁRIO FAMETRO TÁSSIDE KÁDIRA SILVA SANTOS ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE PÚBLICA-CLINICA ESCOLA Trabalho apresentado para obtenção de nota na disciplina de Estágio Supervisionado em Saúde Pública – Clínica Escola do oitavo período do curso de Bacharelado em Nutrição no Centro Universitário – FAMETRO, sob orientação da Preceptora Silmara Mundim MANAUS-AM 2019 INTRODUÇÃO O presente relatório foi redigido a partir da experiência obtida através do estágio curricular obrigatório em saúde pública – clinica escola do Centro Universitário Fametro, pela acadêmica Tásside Kádira Silva Santos, tendo preceptora a nutricionista Silmara Mundim. Realizado no período de 20 a 28 de março de 2019, o estágio curricular obrigatório teve carga horária de 6 (seis) horas diárias, sendo de segunda à sexta – feira, das 12h às 18h no período vespertino. A clínica escola fametro se localiza na avenida Constantino Nery, 22 Dom Pedro. Disponibilizando atendimento e serviços à comunidade (para todas as idades): Avaliação Nutricional Completa; Avaliação da Composição Corporal por Bioimpedância; Plano Alimentar Individualizado; Acompanhamento Nutricional e Nutrição Enteral e Parental. DADOS COLHIDOS DO PACIENTE 2.1 Identificação: Nome: K.A Gênero: Feminino Nacionalidade: Brasileira Estado Civil: Solteira 2.2 História Social: Nível de Escolaridade: Ensino Superior Incompleto / Cursando Ocupação: Estudante Renda Familiar para alimentação: 250,00 reais 2.3 Anamnese do paciente: Cirurgias e Internações: Nunca fez Doenças e Sintomas: Refluxo e Cisto nos Ovários Medicações: Anticoncepcional / Elani 28 Ciclo Menstrual: Irregular Hábitos Intestinais Frequência de Evacuação: Constipação / Até 3 dias sem evacuar Coloração das Fezes: Consistência das Fezes: Forma de salsicha, mas segmentada Hábitos Urinários Sente dor ao urinar: Não Sente ardor ao urinar: Não Coloração da Urina: Amarelada e com cheiro forte Tabagismo Sim 2x na semana Etilismo Sim 1x ao mês 4 cerveja de 600 mL Atividade Física Caminhada por 1 hora e 20 minutos Segunda a Sexta feira Aspectos Psicológicos Ansiedade 2.4 Exames Laboratoriais: Não fez nenhum recentemente 2.5 Cálculo do Recordatório 24h Refeição Alimento Proteínas Carboidratos Lipídeos Calorias Quantidade Café da Manhã Nescau Bolacha Cream Craker 5g 22,66g 32g 113,34g 6g 26g 200 kcal 766 kcal 200g 200g Almoço Bife Frito Arroz Branco 39,48g 2,32g 0,27g 25,47g 30,69g 1,18g 445,69 kcal 124,69 kcal 150g 150g Lanche da Tarde Mingau de Aveia 5,88g 19,71g 5,1g 146,42 kcal 154g Jantar Feijão Cozido Peito de Frango frito 6,69g 30,91g 19,03g 0g 0,76g 7,07g 140g 100g GERAL Quantidade: 1.044,00 g Energia: 1.986,11 kcal MACRONUTRIENTES Carboidrato (CHO): 229,82g (44,58%) Proteína (PTN): 112,94g (21,91%) Lipídios (LIP): 76,80g (33,52%) AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL Antropometria: Peso: 70,1 Kg Altura: 1,54 Cm Índice de Massa Corporal (IMC): IMC = Peso atual (kg) Altura² (m) IMC= 70,1 = 29,57 / Sobrepeso 2,37 25 a 29,9 Sobrepeso Fonte: WHO, 1997 Peso Ideal: IMC ideal x (altura) ² PI= 24,9 x 2,37 = 59,01 Fonte: Apostila Hospital das Clínicas de Goiás –HC / UFG, 2010 DOBRAS E CIRCUNFERÊNCIAS DCT (mm): 25 mm DCB (mm): 20 mm DCSI (mm): 25 mm DCSE (mm): 34 mm CIR. BRAÇO (cm): 31 cm CIR. CINTURA (cm): 86,5 cm Cir. ABDOMINAL (cm): 95cm CIR. QUADRIL (cm): 110 CM Classificações: Circunferência do braço (CB) Adequação da CB (%) = CB obtida (cm) x 100 CB percentil 50 19 a 24.9 anos percentil 50 de 26,5 Fonte: FRISANCHO, 1981. CB (%) = 31 x 100 = 116,98 / Sobrepeso Classificação do estado nutricional segundo adequação da CMB Adequação da CB (%) Estado nutricional 110 a 120 Sobrepeso 110 a 120 Sobrepeso Fonte: WHO, 1998. Circunferência muscular do braço (CMB) CMB (cm) = CB – (3,14 x PCT ÷ 10) CMB = 31 – (3,14 x 25 ÷ 10) = 23,15 CB: circunferência do braço (cm) PCT: prega cutânea tricipital (mm) Adequação da CMB (%) = CMB obtida (cm) x 100 CMB percentil 50 19 a 24,9 anos percentil 50 de 20,7 Fonte FRISANCHO, 1981 CMB = 23,15 x 100 = 111,83 20,7 Adequação da CMB (%) Estado nutricional ≤ 90 Eutrofia Fonte: WHO, 1998. Circunferência da cintura (CC) Classificação CC = 86,5 / Risco Aumentado SEXO RISCO AUMENTADO RISCO MUITO AUMENTADO Mulheres 80 a 88 cm > 88 cm Fonte: WHO, 1998. Relação cintura-quadril (RCQ) RCQ = Circunferência da cintura (cm) Circunferência do quadril (cm) RCQ = 86,5 = 0,78 / Eutrofia 110 Sexo Risco Aumentado Feminino ≥ 0,85 Fonte: WHO, 1998. Percentual de gordura 4 dobras Somatório (Σ 4DC) = DCT + DCB + DCSI + DCSE 4 Dobras = 25 + 20 + 25 + 34 = 104 Mulher 16 a 29 anos = 37,8% Fonte: DURNIN; WORMERSLEY, 1974. Classificação do percentual de gordura, sexo feminino. Classificação Idade 18 a 25 anos muito alto > 31 Fonte: POLLOCK; WILMORE, 1993 Peso de Massa Gorda Peso Atual (kg) x % de gordura ÷ 100 70,1 x 37,8 ÷ 100 = 26,49 Peso de Massa Magra Peso atual (kg) – peso da gordura (kg) 70,1 – 26,49 = 43,61 Exame Físico Cabelos Quebradiços Face Sem alterações Olhos Com mancha de bitot Cavidade Oral Língua sem rachaduras Pele Hidrata e corada Unhas Sem manchas Edemas Sem alterações EXAMES LABORATORIAIS Paciente não fez nem exame recentemente 4. ANAMNESE CLÍNICA Analisando os cálculos antropométricos da paciente constatou-se que a mesma apresenta elevado índice de gordura corporal, aumentando o risco de problemas de saúde, porém, a mesma não apresentou anormalidade em relação a problemas cardio vascular, verificado pela relação cintura-quadril (RCQ). O exame físico da paciente mostrou deficiência de ferro e zinco na qual a mesma apresenta os cabelos quebradiços, e apresentou também mancha de bitot que indica quantidade insuficiente de vitamina A no organismo. 5. ESTUDO DOS ASPECTOS FISIOPATOLÓGICOS Refluxo Gastresofágico Refluxo gastresofágico: é o retorno involuntário e repetitivo do conteúdo do estômago para o esôfago. Os alimentos mastigados na boca passam pela faringe, pelo esôfago (um tubo que desce pelo tórax na frente da coluna vertebral) e caem no estômago, situado no abdômen. Entre o esôfago e o estômago, existe uma válvula que se abre para dar passagem aos alimentos e se fecha imediatamente para impedir que o suco gástrico penetre no esôfago, pois a mucosa que o reveste não está preparada para receber uma substância tão irritante. Crianças pequenas podem apresentar episódios de refluxo em virtude da fragilidade dos tecidos existentes na transição entre o estômago e o esôfago. Na maioria dos casos, o problema desaparece espontaneamente. Sintomas: azia ou queimação que se origina na boca do estômago, mas pode atingir a garganta; dor torácica intensa, que pode ser confundida com a dor da angina e do infarto do miocárdio; tosse seca; doenças pulmonares de repetição, como pneumonias, bronquites e asma. Causas: alterações no esfíncter que separa o esôfago do estômago e que deveria funcionar como uma válvula para impedir o retorno dos alimentos; hérnia de hiato provocada pelo deslocamento da transição entre o esôfago e o estômago, que se projeta para dentro da cavidade torácica; fragilidade das estruturas musculares existentes na região Incidência: A doença do refluxo gastresofágico (DRGE) é, provavelmente, uma das doenças mais prevalentes no mundo que compromete significativamente a qualidade de vida. Sua incidência no Brasil é de 12%, o que corresponde a 20 milhões de indivíduos Tratamento: O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico. O clínico inclui a administração de medicamentos que diminuem aprodução de ácido pelo estômago e melhoram a motilidade do esôfago. Paralelamente, o paciente recebe orientação para perder peso, evitar alimentos e bebidas que agravam o quadro, fracionar a dieta, não se deitar logo após as refeições e praticar exercícios físicos. A cirurgia pode ser realizada de maneira convencional ou por laparoscopia e está indicada nos casos de hérnia de hiato, para os pacientes que não respondem bem ao tratamento clinico ou quando é necessário confeccionar uma válvula antirrefluxo. Ela é sempre um procedimento adequado, quando a repetição do refluxo gastresofágico provoca esofagite grave, uma vez que a acidez do suco gástrico pode alterar as células do revestimento esofágico e dar origem a tumores malignos Cisto nos Ovários Um cisto é uma estrutura fechada em formato de saco. É dividido do tecido circundante por uma membrana. O cisto trata-se uma bolsa anormal de fluido, semelhante a uma bolha. Contém material líquido, gasoso ou semi-sólido. A porção externa ou capsular de um cisto é chamada de parede do cisto. Um cisto no ovário ocorre quando o líquido se acumula dentro de uma fina membrana dentro do ovário. O tamanho pode variar de tão pequeno como uma ervilha para maior que uma laranja. A maioria dos cistos ovarianos, entretanto, é pequena e inofensiva. Os cistos no ovário ocorrem com maior frequência durante os anos reprodutivos, mas podem aparecer em qualquer idade. Muitas vezes o cisto no ovário não apresenta sinais ou sintomas, mas os cistos ovarianos às vezes podem causar dor e sangramento. Se o cisto tiver mais de 5 centímetros de diâmetro, pode ser necessário remover cirurgicamente. Principais Sintomas de Cisto no Ovário: A maioria dos cistos é assintomática, ou seja, não apresenta sintomas. Se os sintomas estão presentes, eles nem sempre são úteis para diagnosticar um cisto no ovário, porque outras condições, como a endometriose, apresentam sintomas muito parecidos. Os sintomas de cisto no ovário podem incluir: Menstruação irregular e possivelmente dolorosa: pode ser mais pesada ou mais clara do que antes; dor na pélvis: pode ser uma dor persistente ou uma dor intermitente aborrecida que se espalha para a parte inferior das costas e as coxas; dispareunia: é dor pélvica que ocorre durante a relação sexual. Algumas mulheres podem experimentar dor e desconforto no abdômen após o sexo; problemas intestinais: incluem dor ao passar fezes, pressão nos intestinos ou necessidade frequente de passar um banquinho; problemas abdominais: pode haver inchaço, inchaço ou peso no abdômen; problemas urinários: a mulher pode ter problemas para esvaziar completamente a bexiga ou pode ou sentir a necessidade de urinar com frequência; anormalidades hormonais: raramente, o corpo produz quantidades anormais de hormônios, resultando em mudanças na forma como os seios e os cabelos crescem. Tratamentos para Cisto no Ovário: O tratamento para cisto no ovário dependerá da idade da pessoa, se esta sofre menopausa ou não, do tamanho e aparência do cisto, além dos sintomas. Espera vigilante (Observação): Às vezes, espera-se uma espera atenta, especialmente se o cisto é um cisto pequeno e funcional (2 a 5 centímetros) e a mulher ainda não sofreu menopausa. Uma análise de ultrassom irá verificar o cisto um mês ou mais depois, para ver se ele foi-se. Pílulas anticoncepcionais: Para reduzir o risco de novos cistos em desenvolvimento nos futuros ciclos menstruais, o médico pode recomendar pílulas para controle de natalidade. Os contraceptivos orais também podem reduzir o risco de desenvolver câncer de ovário. 6. HÁBITOS ALIMENTARES Nos cálculos feitos no recordatório de 24h da paciente identificou que a mesma consumia quantidade muito baixa para alguns macronutriente e uma quantidade muita alta para outro visto, que o Ministério da Saúde informa que para carboidratos a % fique em torno de 60 a 70%, lipídios de 20 a 25% e proteínas de 15 a 20%. A base de sua dieta que é o carboidrato estava muito abaixo do que é recomendado pelo ministério da saúde e a proteína e o lipídios mostrou um valor muito alto para o recomendado. A mesma informou no ato da consulta que faz a ingestão de bebidas alcoólicas e o tabagismo, e informou também que tem refluxo, e a recomendações para tal patologia proíbe o uso dessas drogas, sendo assim o habito alimentar e o consumo errado de certas substâncias prejudicava a mesma e a levaram a procurar ajuda nutricional para reparar tais erros, e assim foi proposto um plano alimentar para que a paciente possa seguir para uma mudança de habito alimentar e melhora de vida. 7. TRATAMENTO DIETOTERÁPICO O presente tratamento dietoterápico tem como objetivo reduzir o índice de sobrepeso da paciente, assim como levar a paciente a hábitos saudáveis alimentares. Calculo Necessidade energética segundo FAO (2004) GET= TMB X FA, sendo: GET: gasto energético total TMB: taxa metabólica basal FA: fator atividade (1,64) Atividade Moderada Peso: 59.01 Idade: 18-30 = 14,818 x P + 486,6 TMB= 1,361.01 GET = 2,232.05 Cálculos de consumo de macronutrientes VET: 2,232.05 Kcal g g/kg Carboidrato (60%) 1339,23 334,8 5,67 Proteína (15%) 334,8 83,7 1,41 Lipídios (25%) 558,01 62,0 1,05 A seguir o plano alimentar proposto a paciente: Refeição / Hora Alimento Quantidade Café da Manhã 07:00h Suco de Goiaba 1 copo 200mL Tapioca 1 Unidade pequena Manteiga 1 colher de café Mamão 1 fatia pequena Lanche da Manhã 10:00h Maça 1 Unidade Almoço 13:00h Arroz integral (cozido) 4 col. Sopa Cheia Feijão Cozido 1 concha Media Cheia Filé de Frango Grelhado 1 unidade 140g Purê de batata 1 col. de sobremesa Salada (Alface, Pepino e tomate) Á vontade Suco de Maracujá 1 Copo de 200mL Melancia 1 fatia Peq. Lanche da Tarde 16:00 Iogurte Desnatado 1 unidade Banana prata 1 unidade Aveia 1 Col de Chá Cheia Jantar 19:00 Arroz Integral 2 col. Sopa Cheia Feijão Cozido 2 col. Sopa cheia Carne Moída refogada 3 Col de Sopa Cheia Cenoura Cozida Picada 1 col. Sopa cheia Batata Doce Cozida Picada 1 col. Sopa Cheia Ceia 22:00h Mingua de Aveia 1 Copo 200mL Tabela de Cálculos: GERAL Energia: 2,232,05 MACRONUTRIENTES Carboidrato (CHO): 311,00 g Proteína (PTN): 91,53 g Lipídios (LIP): 56,36 g MICRONUTRIENTES Valor de Referência Vitamina A = 734,88 mcg 700 mcg Vitamina D = 0,03 mcg 5 mcg Vitamina C= 383,41 mg 75 mg Cálcio = 855,7 mg 1.000 mg Ferro = 13,13 mg 18 mg Selênio = 54,08 mcg 55 mcg Zinco = 8,2 mg 8 mg Assim a dieta da paciente se adequou as necessidades propostas pelo Valor Energético Total (VET), sendo uma dieta normocalorica, normoproteica e normolipidica. 8. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO A paciente não usa nenhum medicamento com interação droga-nutriente. 9. ATIVIDADE DESENVOLVIDAS (Foto em Anexo) Juntamente com a nutricionista preceptora do local de estágio optamos por fazer uma ação com os pacientes encontrados no local, essa ação teve como objetivo informar os 10 passos da alimentação saudável, com o intuito de alertar os participantes como criar bons hábitos alimentares, como ter uma alimentação de qualidade e como evitar alguns alimentos prejudiciais para o aparecimento de doenças crônicas. 10. CONCLUSÃO O estágio curricular em saúde pública – unidade clinica escola foi cheio de grandes experiências e aprendizados, tive o imenso prazer de acompanhar como é a rotina do nutricionista nesse ambiente, entendendo a necessidade no paciente, elaborando uma dieta para atender suas necessidades. Assim encerro essa etapa com enorme satisfação em colocar em pratica tudo que aprendemos em sala de aula, e muita grata pela nossa professora preceptora Silmara Mundim, que foi excepcional em ajudar, ensinar e está sempre disponível para tirar todas as minhas dúvidas e me auxiliar em todas as etapas, muito obrigada. Refeição Alimento Proteinas (g)Carboidratos(g)Lipidios (g) Calorias (kcal)Quantidade Mamão 1,0416,680,2466,31 Fatia pequena Café da manhã Suco de Goiaba 0,8937,490,33149,481 copo 200 mL Tapioca 0,0431,85,45173,911 unidade pequena Manteiga sem sal 0,0201,6214,341 colher de chá rasa ColaçãoMaça 0,3920,720,26781 Unidade pequena Almoço Arroz Intregral1,211,651,0761,414 colheres de sopa Feijão Cozido 6,6919,030,76106,991 concha média cheia filé de frango grelhado41,520,438,71257,081 filé medio Abobora Cozida picada0,43,910,9625,341 colher de sopa Melância 0,181,6306,521 Fatia Pequena Lanche da Tarde Iogurte Desnatado710,2072,591 unidade Banana Prata 1,1423,360,0688,421 unidade Aveia em flocos 0,160,670,063,841 colher café cheia Jantar Arroz Integral0,098,740,0946,063 Colheres de sopa Feijão Cozido1,624,620,1825,952 colheres de sopa Cenoura Cozida Picada0,282,630,0511,251 colher sopa Beterraba cozida picada0,241,40,036,161 colher sopa Carne Moída 12,050,4310,42146,562 colheres de sopa Ceia Mingau de Aveia 6,7222,535,83167,341 copo 250mL