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FILOSOFIA DO DIREITO ; 10

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Questões resolvidas

Considerando a obra de Luís Recaséns Sanchez, saõ feitas a afirmativas abaixo: I-A lógica do razoável não traz a única regra para que o julgador alcance uma decisão justa, pois toda ponderação parcial. II-O clássico silogismo no Direito é próprio à lógica em que a norma jurídica é vista como premissa maior em relação ao caso fático. III- A tese de Siches sustenta que a produção do Direito não termina com a promulgação da lei, mas com a individualização no mundo real, em que se desvela o real papel do julgador. É correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.

Considerando os estudos da lógica do razoável, assinale a opção que apresenta uma característica desta forma de interpretação:
Exige obediência única à lei positivada sem recurso à criatividade.
Busca a congruência entre fins e a realidade concreta.
Evita amparar-se nos ensinamentos da vida e na experiência histórica.
Valoriza a rápida aplicação da norma, sem recurso à prudência.
Mantém-se nos limites da norma positivada e da subsunção formal.

Em sua obra acerca da lógica do razoável, o jurista Luís Siches sugeriu um esquema com situações que podem se apresentar a um magistrado em seu cotidiano. Entre tais situações, teríamos:
Acerca das situações, são feitas as seguintes afirmativas:
I-Existe, aparentemente, uma norma vigente, aplicável a um caso em julgamento, de modo a produzir uma solução satisfatória. Nesta situação, o magistrado não realiza quaisquer juízos axiológicos, uma vez que a norma em seu sentido abstrato e geral naturalmente alcança a significação concreta do caso em análise.
II-No caso de dúvida sobre a aplicação de normas de mesma hierarquia, mas de conteúdo diferente, o magistrado deve escolher aquela que conduza a uma solução que, de acordo com sua valoração, melhor alcance o sentido de justiça.
III-O magistrado não deve se colocar nunca em contingência de lacuna, mesmo quando percebe que a aplicação da norma a um caso concreto pode gerar efeitos diversos ao que a mesma norma propõe ou que teria pretendido o legislador no processo de sua elaboração.
As situações II e III estão de acordo com o que se considera como razoável.
A situação I está de acordo com o que se considera como razoável.
As situações I e II estão de acordo com o que se considera como razoável.
A situação II está de acordo com o que se considera como razoável.
A situação III está de acordo com o que se considera como razoável.

Considerando os estudos da Lógica do razoável, assinale a opção que não apresenta uma característica desta forma de interpretação:
Não se apoia na subsunção formal.
Se baseia apenas na norma jurídica positivada e no ordenamento jurídico.
Não se ampara no silogismo clássico.
Se fundamenta na prudência.
Se baseia na equidade e no sentido de justo.

Considerando a relevância para a feitura de Justiça do debate sobre a lógica do razoável, são feitas as seguintes afirmativas:
I- A lógica do razoável trabalha o sentido de justo, sem fazer uma crítica elaborada da lógica tradicional aplicada ao Direito.
II- Na perspectiva daquilo que é razoável a norma jurídica é vista num contexto em que o caso fático não é premissa menor e a conclusão uma mera subsunção deste àquela.
III- A aplicação da lógica da razoabilidade está relacionada a situações com especificidades com a possibilidade de que o juiz ou intérprete recorra nos costumes e na analogia diante da falta de norma adequada.
II, apenas.
I, apenas.
III, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.

Nos estudos de hermenêutica jurídica investigamos a tese da lógica do razoável.
Assinale a opção que apresenta a postura do intérprete diante de eventuais lacunas segundo esta teoria da interpretação:
O intérprete deve buscar a aplicação da teoria pura do Direito.
O intérprete deve aplicar apenas o silogismo dedutivo.
O intérprete deve seguir a lógica do positivismo.
O intérprete deve ficar nos limites da norma positivada.
O intérprete deve buscar apoio nos princípios do direito natural.

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Questões resolvidas

Considerando a obra de Luís Recaséns Sanchez, saõ feitas a afirmativas abaixo: I-A lógica do razoável não traz a única regra para que o julgador alcance uma decisão justa, pois toda ponderação parcial. II-O clássico silogismo no Direito é próprio à lógica em que a norma jurídica é vista como premissa maior em relação ao caso fático. III- A tese de Siches sustenta que a produção do Direito não termina com a promulgação da lei, mas com a individualização no mundo real, em que se desvela o real papel do julgador. É correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.

Considerando os estudos da lógica do razoável, assinale a opção que apresenta uma característica desta forma de interpretação:
Exige obediência única à lei positivada sem recurso à criatividade.
Busca a congruência entre fins e a realidade concreta.
Evita amparar-se nos ensinamentos da vida e na experiência histórica.
Valoriza a rápida aplicação da norma, sem recurso à prudência.
Mantém-se nos limites da norma positivada e da subsunção formal.

Em sua obra acerca da lógica do razoável, o jurista Luís Siches sugeriu um esquema com situações que podem se apresentar a um magistrado em seu cotidiano. Entre tais situações, teríamos:
Acerca das situações, são feitas as seguintes afirmativas:
I-Existe, aparentemente, uma norma vigente, aplicável a um caso em julgamento, de modo a produzir uma solução satisfatória. Nesta situação, o magistrado não realiza quaisquer juízos axiológicos, uma vez que a norma em seu sentido abstrato e geral naturalmente alcança a significação concreta do caso em análise.
II-No caso de dúvida sobre a aplicação de normas de mesma hierarquia, mas de conteúdo diferente, o magistrado deve escolher aquela que conduza a uma solução que, de acordo com sua valoração, melhor alcance o sentido de justiça.
III-O magistrado não deve se colocar nunca em contingência de lacuna, mesmo quando percebe que a aplicação da norma a um caso concreto pode gerar efeitos diversos ao que a mesma norma propõe ou que teria pretendido o legislador no processo de sua elaboração.
As situações II e III estão de acordo com o que se considera como razoável.
A situação I está de acordo com o que se considera como razoável.
As situações I e II estão de acordo com o que se considera como razoável.
A situação II está de acordo com o que se considera como razoável.
A situação III está de acordo com o que se considera como razoável.

Considerando os estudos da Lógica do razoável, assinale a opção que não apresenta uma característica desta forma de interpretação:
Não se apoia na subsunção formal.
Se baseia apenas na norma jurídica positivada e no ordenamento jurídico.
Não se ampara no silogismo clássico.
Se fundamenta na prudência.
Se baseia na equidade e no sentido de justo.

Considerando a relevância para a feitura de Justiça do debate sobre a lógica do razoável, são feitas as seguintes afirmativas:
I- A lógica do razoável trabalha o sentido de justo, sem fazer uma crítica elaborada da lógica tradicional aplicada ao Direito.
II- Na perspectiva daquilo que é razoável a norma jurídica é vista num contexto em que o caso fático não é premissa menor e a conclusão uma mera subsunção deste àquela.
III- A aplicação da lógica da razoabilidade está relacionada a situações com especificidades com a possibilidade de que o juiz ou intérprete recorra nos costumes e na analogia diante da falta de norma adequada.
II, apenas.
I, apenas.
III, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.

Nos estudos de hermenêutica jurídica investigamos a tese da lógica do razoável.
Assinale a opção que apresenta a postura do intérprete diante de eventuais lacunas segundo esta teoria da interpretação:
O intérprete deve buscar a aplicação da teoria pura do Direito.
O intérprete deve aplicar apenas o silogismo dedutivo.
O intérprete deve seguir a lógica do positivismo.
O intérprete deve ficar nos limites da norma positivada.
O intérprete deve buscar apoio nos princípios do direito natural.

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FILOSOFIA DO DIREITO
CCJ0161_A10_201809028191_V1 
	
		Lupa
	 
	Calc.
	
	
	 
	 
	 
	
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		Aluno: JULIANO DOS SANTOS CORTES
	Matrícula: 201809028191
	Disc.: FILOSOFIA DO DIREITO 
	2019.1 EAD (GT) / EX
		Prezado (a) Aluno(a),
Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.
Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma. Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.
	
	 
		
	
		1.
		Questão 2:
Considerando a obra de Luís Recaséns Sanchez, saõ feitas a afirmativas abaixo:
I-A lógica do razoável não traz a única regra para que o julgador alcance uma decisão justa, pois toda ponderação parcial.
II-O clássico silogismo  no Direito é próprio à lógica em que a norma jurídica é vista como premissa maior em relação ao caso fático.
III- A tese de Siches sustenta que a produção do Direito não termina com a promulgação da lei, mas com a individualização no mundo real, em que se desvela o real papel do julgador.
É  correto o que se afirma em:
	
	
	
	I, apenas.
 
	
	
	III, apenas.
 
	
	
	II e III, apenas.
	
	
	II, apenas.
 
	
	
	I e II, apenas.
 
	
Explicação:
A afirmativa I está incorreta, à medida que a lógica do razoável seria a única regra, na concepção de Siches, ao alcance de quem julga, permitindo a neutralidade necessária a uma decisão justa.L
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Considerando os estudos da lógica do razoável, assinale a opção que apresenta uma característica desta forma de interpretação:
	
	
	
	Valoriza a rápida aplicação da norma, sem recurso à prudência.
	
	
	Evita amparar-se nos ensinamentos da vida e na experiência histórica.
	
	
	Exige obediência única à lei positivada sem recurso à criatividade.
	
	
	Busca a congruência entre fins e a realidade concreta.
	
	
	Mantém-se nos limites da norma positivada e da subsunção formal.
	
Explicação:
São características vindas da aplicação da lógica do razoável: 
· Não se ampara no silogismo;
· Não se apoia na subsunção formal;
· Fundamenta-se na prudência;
· Baseia-se na equidade e no sentido de justo;
· Está condicionada pela realidade concreta do mundo;
· Está impregnada de critérios estimativos ou axiológicos;
· Reporta-se a uma determinada situação real;
· É regida por razões de congruência ou adequações entre valores e fins/entre fins e a realidade concreta;
· Está orientada pelos ensinamentos de vida e experiência histórica;
· Enseja a aplicação das normas jurídicas segundo princípios de razoabilidade.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Em sua obra acerca da lógica do razoável, o jurista Luís Siches sugeriu um esquema com situações que podem se apresentar a um magistrado em seu cotidiano. Entre tais situações, teríamos:
I-Existe, aparentemente, uma norma vigente, aplicável a um caso em julgamento, de modo a  produzir uma solução satisfatória. Nesta situação, o magistrado não realiza quaisquer juízos axiológicos, uma vez que a norma em seu sentido abstrato e geral naturalmente alcança a significação concreta do caso em análise.
II-No caso de dúvida sobre a aplicação de normas de mesma hierarquia, mas de conteúdo diferente, o magistrado deve escolher aquela que conduza a uma solução que, de acordo com sua valoração, melhor alcance o sentido de justiça.
III-O magistrado não deve se colocar nunca em contingência de lacuna, mesmo quando percebe que a aplicação da norma a um caso concreto pode gerar efeitos diversos ao que a mesma norma propõe ou que teria pretendido o legislador no processo de sua elaboração.
Acerca das situações, são feitas as seguintes afirmativas:
	
	
	
	As situações I e II estão de acordo com o que se considera como razoável.
 
	
	
	As situações II e III estão de acordo com o que se considera como razoável.
	
	
	A situação I está de acordo com o que se considera como razoável.
 
	
	
	A situação II está de acordo com o que se considera como razoável.
 
	
	
	A situação III está de acordo com o que se considera como razoável.
 
	
Explicação:
Com relação à situação I, não está de acordo com o que se entende como razoável, porque:
Aparentemente, existe uma norma vigente, aplicável ao caso em julgamento, de modo a lhe produzir uma solução satisfatória. Mas, mesmo nesta situação, o magistrado realiza uma série de juízos axiológicos: para encontrar a norma, para apreciar a prova e qualificar os fatos, e para adequar o sentido abstrato e geral da norma à significação concreta do caso controvertido. 
Com relação à situação II,   há concordância com a lógica do razoável proposta pro Siches.
Acerca da situaçao III, observa-se a questão da contingência de lacuna, conforme se lê abaixo:
À primeira vista, o juiz, por se deixar influenciar por nomenclaturas e conceitos classificatórios contidos em uma norma, pensa estar diante da regra que cobre o caso. Mas, quando ensaia mentalmente, a aplicação da lei à controvérsia sub judice, percebe que sua aplicação levaria a uma consequência diversa do resultado a que a norma propõe, contrária aos efeitos que o legislador pretendeu ou que teria pretendido se tivesse em vista a controvérsia concreta da questão. Em tal circunstância, o juiz deve afastar a norma aparentemente aplicável à espécie e colocar-se em contingência de lacuna.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		Considerando os estudos da Lógica do razoável, assinale a opção que não apresenta uma característica desta forma de interpretação:
	
	
	
	Se baseia na equidade e no sentido de justo.
	
	
	Se baseia apenas na norma jurídica positivada e no ordenamento jurídico.
	
	
	Não se apoia na subsunção formal.
	
	
	Não se ampara no silogismo clássico.
	
	
	Se fundamenta na prudência.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Considerando a relevância para a feitura de Justiça do debate sobre a lógica do razoável, são feitas as seguintes afirmativas:
I- A lógica do razoável trabalha o sentido de justo, sem fazer uma crítica elaborada da lógica tradicional aplicada ao Direito.
II- Na perspectiva daquilo que é razoável a norma jurídica é vista num contexto em que o caso fático não é premissa menor e a conclusão uma mera subsunção deste àquela.
III- A aplicação da lógica da razoabilidade está relacionada a situações com especificidades com a  possibilidade de que o juiz ou intérprete recorra nos costumes e na  analogia diante da falta de norma adequada.
	
	
	
	II e III, apenas.
 
	
	
	I, apenas.
 
	
	
	III, apenas.
 
	
	
	I e III, apenas.
	
	
	II, apenas.
 
	
Explicação:
Na afirmativa I, é necessário observar que a lógica do razoável elabora uma interessante crítica à lógica tradicional aplicada ao Direito em que podemos observar o clássico silogismo: a norma jurídica como premissa maior; o caso fático como premissa menor e a conclusão como subsunção do fato na norma jurídica.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		Nos estudos de hermenêutica jurídica investigamos a tese da lógica do razoável. Assinale a opção que apresenta a postura do intérprete diante de eventuais lacunas segundo esta teoria da interpretação:
	
	
	
	O intérprete deve buscar a aplicação da teoria pura do Direito.
	
	
	O intérprete deve aplicar apenas o silogismo dedutivo.
	
	
	O intérprete deve seguir a lógica do positivismo.
	
	
	O intérprete deve buscar apoio nos princípios do direito natural.
	
	
	O intérprete deve ficar nos limites da norma positivada.
	
	
	
	
	Legenda:   
	 
	 Questão não respondida
	 
	 
	 Questão não gravada
	 
	 
	 Questão gravada
	
Exercício inciado em 06/03/2019 20:15:27.

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