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Psicologia Social comunitária, comunidade e SUAS.
O artigo “Atuação do Psicólogo, SUAS/CRAS e Psicologia Social Comunitária: Possíveis articulações”, foi escrito por Silva, J. V., pós-graduanda no MBA Gestão de pessoas, pela Universidade Federal do Tocantins - UFT, e Corgozinho, J. P., Mestre em Ciências do Ambiente pela Universidade Federal do Tocantins - UFT. Palmas -TO. ( 2011). As autoras realizaram um levantamento histórico da Assistência social, e do surgimento do SUAS/CRAS como parte do tripé da seguridade social no Brasil. O texto também faz uma alusão das mudanças na Psicologia social comunitária e como se dá sua prática na comunidade, bem como a comunidade se comporta com essas medidas. Dessa forma as autoras procuraram desenvolver uma conversa entre, as ferramentas sociais e psicológicas interventivas, com os programas sociais existentes de combate a vulnerabilidade, e a comunidade assistida.
A análise histórica feita no artigo sobre a construção do SUAS e serviços agregados, está evidenciando as formas de gestões, e ações desenvolvidas dentro do programa de proteção básica e especial, assim como, especificando as unidades criadas por esse serviço, suas dinâmicas funcionais, e projetivas para com a sociedade. Fica claro, dentro dos programas sociais ofertados a população, que o trabalho do psicólogo fica dividido entre uma autonomia acirrada, e um trabalho multiprofissional, mesmo com duas possibilidades de atuação, o psicólogo enfrenta dificuldades, pois existem defasagens de políticas públicas em relação a extensão dos direitos sociais. Toda a cúpula de assistência a sociedade é muito recente, ou seja, os profissionais não tem uma qualificação ideal dos seus afazeres, as atualizações dos direitos sociais enfrentam mudanças econômicas e políticas constantemente, o que inviabiliza por muitas vezes a comunidade a conhecer e lutar pela sua proteção. 
O trabalho desenvolvido se estrutura em fundamentações legislativas, teóricas- metodológicas e cronológicas. Tem como objetivo informar como se formou a assistência Social no Brasil, como é a atuação do Psicólogo nesses serviços de garantia e fortalecimento dos direitos sociais e combate a vulnerabilidade, qual a comunicação do profissional e das unidades de serviços como CRAS e CREAS, e como se dá a prática do Psicólogo dentro destes.
 	A escrita, exibe um referêncial cronológico até a atualidade das práticas da Psicologia Social Comunitária, o que aponta grandes avanços na psicologia, mas, ainda sim é possivel observar que em quesito práticas psicológicas sociais comunitárias, e conquista de espaço de trabalho, tem muito a melhorar e ampliar; como superar as barreiras de atuação profissional, aumento da quantidade de profissionais nos serviços de assistência as pessoas vulneráveis, maior divulgação e atenção para as especializações e desafios dos psicólogos atuantes na comunidade. 
Com o objetivo de integridade social, fortalecimento de vínculos e desenvolvimento familiar e comunitário, o artigo assinala o foco de tarefas das intituições sociais, e do trabalho do psicólogo social comunitário, portanto, associando esses dois pólos, o foco de trabalho é o mesmo; melhorar a consciência coletiva, entender o psiquismo individual, assegurar bem estar coletivo, mudar as condições de vida das pessoas. Segundo Silva e Cogorzinho (2011, p. 19) “Busca-se, portanto, desenvolver sujeitos autônomos, comprometidos com sua realidade, pois, ao criar possibilidades, estes poderão sair da situação de vulnerabilidade social em que se encontram”. No entanto, vale ressaltar que as autoras enfatizam a importância da participação ativa do sujeito convivente no grupo, para que ele faça transformações também, contribuindo com a mudança da realidade e alcance da autonomia do coletivo.
Contudo, o artigo faz ótimas referências, consegue permanecer no foco de observação do texto, que é a articulação do SUAS/CRAS, com a psicologia social comunitária, também apresentando uma hipotética opção para a melhoria dessa relação, e inserção do pscilógo no CRAS. É uma leitura recomendada a graduandos de psicologia, recém formados que desejam conhecer a práxis da psicologia social comunitária e se especializar, pois tem bases legislativas sustentáveis para pesquisa. 
 Referência Bibliográfica:
SILVA, J. V.; CORGOZINHO, J. P. Atuação do Psicólogo, SUAS/CRAS e Psicologia Social Comunitárias: Possíveis articulações. Palmas, TO. Disponível em:
 http://www.scielo.br/pdf/psoc/v23nspe/a03v23nspe.pdf. Acessado em 16.mar.2020.
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