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Semântica e Pragmática
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Avaliação Discursiva 4 - Veteranos
Você deve responder a duas questões no mesmo campo de resposta, produzindo um texto entre 10 e 15 linhas (entre 800 e 1200 caracteres) com suas próprias palavras, para cada resposta. Não são permitidas cópias do material didático nem de outras mídias faladas ou audiovisuais, sob pena de anulação da resposta ou pontuação correspondente. É importante ter originalidade e apresentar clareza na produção, vocabulário adequado, coerência com o questionamento citado e com as regras ortográficas.
Em caso de tecer comparações ou optar por citações, estas deverão ser referenciadas (na referência indicar ano, página do livro, links, que usou como aporte) e não podem ultrapassar 20% do texto total.
Então, bom trabalho! Escreva com suas próprias palavras, responda o que foi pedido e demonstre seus conhecimentos.
Questão A
No livro Léxico e Semântica (Alta Books Editora), do autor Claudio Cezar Henriques, em um dos temas sobre o estudo da significação, Henriques cita veementemente o linguista Rodolfo Ilari. Este, demonstra que uma de suas preocupações é a pouca atenção quanto à dinâmica das aulas de língua portuguesa. Na visão de Ilari, as aulas poderiam ser mais dinâmicas, demonstrando usos reais da prática oral e escrita para pessoas que já têm tal idioma como língua materna.  Ilari afirma que há um empobrecimento no ensino da produção textual, uma das melhores formas de se praticar a língua de forma competente. Assim, Ilari (2011, p. 11 apud HENRIQUES, 2018, p. 128) argumenta que: “O tempo dedicado a esse tema é insignificante, comparado àquele que se gasta com “problemas” como a ortografia, a acentuação, a assimilação de regras gramaticais de concordância e regência, e tantos outros, que deveriam dar aos alunos um verniz de “usuário culto da língua”.
Explique, a partir do fragmento de texto acima, por que as questões gramaticais se sobressaem ao estudo efetivo das produções de sentido de um texto? Cite um exemplo que você tenha presenciado, em seu dia a dia, sobre essa questão.
Hoje compreendo que o “problema da aprendizagem” não está centrado no aluno, mas na relação de ensino que se estabelece entre professores e alunos, sujeitos que se afetam reciprocamente, mediados pela linguagem, tomando o conhecimento como foco de atenção de ambos.
Sobre questões educacionais que dizem respeito direta ou indiretamente às dificuldades de aprendizagem e à problemática do fracasso escolar de crianças, adolescentes e adultos; no entanto, sinto que pouca coisa mudou em minha prática pedagógica. Percebo, hoje, que a escolha pelo curso de Psicopedagogia caminhou no sentido de reafirmar o problema da aprendizagem como se ele estivesse centrado no aluno
Olhando para a relação de ensino nas suas condições sociais de produção, pude apreender possibilidades de mudança da prática educativa que estão pautadas na própria dinâmica interativa ali produzida. Os alunos indiciam sentido ao que estão produzindo nas atividades que a professora propõe para a produção de textos. Posto isto, o trabalho com a produção de texto em sala de aula está engendrado ao trabalho com a linguagem e sobre a linguagem enquanto lugar de interação e interpretação com o outro e com o mundo em que está insolando para a relação de ensino nas suas condições sociais de produção, pude apreender possibilidades de mudança da prática educativa que estão pautadas na própria dinâmica interativa ali produzida. Os alunos indiciam sentido ao que estão produzindo nas atividades que a professora propõe para a produção de textos. Posto isto, o trabalho com a produção de texto em sala de aula está engendrado ao trabalho com a linguagem e sobre a linguagem enquanto lugar de interação e interpretação com o outro e com o mundo em que está inserido.
Acredito que por estar impregnado do cheiro, das cores e sabores, dores e amores da sala de aula, outros professores, como eu, poderão se interessar em realizar sua leitura. 21 Segundo porque contribui com a academia na divulgação de resultados científicos, causando impacto sobre as práticas na escola.
Nesse sentido a aproximação da experiência, através da dinâmica interlocutora vivida nas relações de ensino implica não só uma metodologia, mas uma concepção de língua e linguagem. A escolha do referencial teórico metodológico e o desenho da pesquisa serão tratados a seguir.
Questão B
As aulas de semântica e pragmática costumam gerar muitos questionamentos, dada à amplitude de conteúdos que nelas se inserem. Trabalhar com significação é algo que gera curiosidade, pois a utilizamos largamente em nosso cotidiano, sem nos darmos conta de como uma única palavra pode ter vários sentidos. Uma aula criativa é aquela que consegue criar a motivação necessária para que os estudantes coloquem na prática, o que aprendem com o embasamento teórico.
Dada essa questão, vamos refletir como o conceito de intertextualidade e suas possíveis interações: polifonia, dialogismo, heterogeneidade, citação, paródia, paráfrase, estilização, apropriação, plágio, pastiche, fazem parte do universo social. No cenário de uma sala de aula, uma aluna muito curiosa e extremamente atenta às explicações de sua docente, questiona se fazer paráfrase não era o mesmo que cometer um plágio “disfarçado de citação indireta”, pois estamos, da mesma forma, utilizando as ideias de outrem para tecer as nossas. A professora tentou usar alguns exemplos para mostrar a diferença que existe entre plágio e paráfrase, mas não conseguiu sanar a dúvida da aluna.
Estamos diante de um problema que precisa ser resolvido. Portanto, você como professor/professora dessa aluna, como explicaria o conceito de intertextualidade pelo viés da paráfrase, diferenciando tal conceito de um plágio? Quais recursos você utilizaria para que aluna definitivamente não tivesse mais dúvidas? Cite um exemplo que ilustre corretamente sua explicação.
Explicaria ao educando que ele pode estar utilizando mecanismos que são bastante úteis nesta tarefa. Pode-se mudar a classe gramatical de uma palavra, a forma verbal, trocar um substantivo por um sinônimo, usar conectivos que ofereçam outro ponto de vista, utilizar expressões que são equivalentes dentro de um mesmo contexto, reconstruir termos da oração de forma diferente tal como desarticulando-as, usando comparativos de superioridade e/ou inferioridade. Estes são alguns elementos que podem ajudar a fugir do plágio, porém entender do assunto falado é indispensável.
A elaboração de paráfrases em um trabalho acadêmico pode contribuir com a prática de todos estes elementos citados acima e sendo bem utilizados pode-se evitar que o texto seja considerado plágio. Sendo assim, a paráfrase exige do aluno habilidade de manipulação da linguagem, caso o aluno não tenha tal habilidade desenvolvida o suficiente, o mesmo pode fazer paráfrases de vários textos até que aperfeiçoe esta faculdade, quanto mais se parafraseia mais experiência se adquire e mais se foge do plágio, porque paráfrase se aprende na prática.
Dessa forma o plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra de qualquer natureza contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem a permissão do autor.

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