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Saúde do Homem: 
ISABELLA ANDRADE 
 
Somente em 2009 surgiu a Política Nacional de Atenção integral à saúde do homem. A morbimortalidade masculina 
é diferente da feminina. 
 Eles morrem mais cedo e de causa externas 
 São mais suscetíveis a doenças cardiovasculares 
 Procuram menos o serviço de saúde 
Os especialistas que atendem o público masculino são os urologistas, proctologistas e nefrologistas. 
Dependendo da idade o exame do aparelho genital masculino inclui o exame da próstata (toque retal), que por sua 
vez também é feito para doenças do anus e reto. 
O volume urinário comum é de cerca 800 a 2500ml/dia e a capacidade da bexiga é de 400 a 600 ml (o indivíduo 
tende a esvazia-la quando o volume de líquido é de cerca de 200ml) 
Termos semiológicos relacionados as queixas principais: 
Retenção urinaria: incapacidade da bexiga esvazia-se total ou parcialmente. Podendo ser aguda (quando o paciente 
passa a sentir a bexiga tensa, distendida e dolorosa) ou crônica (dilatação gradual). A principal causa é a obstrução 
ao nível da uretra ou do colo vesical. 
Incontinência urinaria: eliminação involuntária de urina, podendo ser causada por bexiga neurogênica, cistite ou 
esforços. No idoso, a hipertrofia prostática grave pode provocar incontinência urinaria paradoxal (a próstata impede 
a saída de urina até que o volume tenha atingido o limiar) 
Oligúria: diurese inferior 400ml/dia. Decorre da redução do fluxo sanguíneo renal ou então por lesões renais 
Anúria: diurese inferior a 100ml/dia. Principal causa é a obstrução bilateral das artérias renais ou dos ureteres ou 
pela necrose cortical bilateral. 
Poliúria: excreção urinaria superior a 2500ml. Verifica-se um maior número de micções, inclusive a noite. Ocorre 
por dois mecanismos básicos: (1) por diurese osmótica, decorrente da excreção de um volume aumentado de soluto 
(por exemplo na diabetes mellitus); ou (2) por incapacidade de concentração urinária (diabetes insipidus). Além 
disso, pode ocorrer na insuficiência real crônica, quando o comprometimento renal ainda é moderado. 
Nicturia ou nocturia: necessidade de esvaziar com frequência a bexiga durante a noite 
Polaciúria: aumento da frequência urinária (intervalo entre as micções inferior a 2h), sem que haja aumento do 
volume urinário 
Urgência urinaria: necessidade urgente de urinar, que é sentida por um desconforto doloroso 
Estrangúria ou Tenesmo vesical: inflamação vesical intensa que pode provocar a emissão lenta e dolorosa de urina 
Disúria: dificuldade para urinar, sentida como um desconforto (ex: infecção urinaria) 
Hematúria: sangue na urina, pode ser micro ou macroscópico. O aspecto da urina depende da quantidade de sangue 
e do pH. Pode ser maciça, com o aparecimento de coágulos. Pequenas quantidades de sangue, em pH ácido, tinge-o 
de marrom escuro. 
Piúria: presença de pus (leucócitos) na urina 
Priapismo: ereção prolonga do pênis, geralmente sem excitação sexual 
Hemospermia: sangue no esperma 
Disfunção erétil: ocorre quando o homem não consegue ter ou manter a ereção sexual 
Hipospádia: deformidade congênita da via urinaria. A uretra se abre na parte de baixo do pênis e não na ponta 
Epispádia: deformidade congênita da via urinaria. A uretra se abre na parte de cima do pênis e não na ponta 
 
Exame do pênis: 
O orquidômetro de Prader é composto por 12 elipsóides e serve para avaliar o tamanho do testículo. 
 A partir de 4ml: puberdade 
 A partir de 12ml: adulto 
 
 
 
 
 
O câncer de testículo é um tipo raro de câncer e ocorre principalmente em 
jovens entre 15 e 35 anos. Por isso a importância do exame físico na detecção dessa patologia. 
 A prancha de Tanner serve para avaliar os órgãos 
genitais durante os estágios da puberdade até a vida 
adulta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Distúrbios no recém-nascido: 
Hérnia inguinal: 
Durante a gestação, existe uma comunicação entre a cavidade abdominal com a bolsa escrotal. Essa comunicação se 
dá através do conduto peritônio-vaginal. Até o nono mês esse conduto se fecha ficando apenas uma túnica vaginal 
sobre ele. Algumas crianças apresentam falha nesse fechamento, dando origem as hérnias inguinais que são nada 
menos do que uma passagem da alça intestinal por esse conduto. 
 
Uma das complicações da hérnia inguinal é o encarceramento, situação em que o conteúdo herniário não reduz 
espontaneamente, ficando preso. Geralmente é acompanhado de endurecimento e dor maior do que o normal. A 
hérnia inguinal encarcerada se não tratada reduz o fluxo sanguíneo para as estruturas presas, fenômeno chamado 
de hérnia estrangulada, podendo levar até necrose. 
A hérnia inguinal pode ser direta e indireta. Nos RN a hérnia inguinal é do tipo indireta. 
 São muito mais frequentes no lado direito 
 Hérnias indiretas: está ligada a persistência do contudo peritônio vaginal. Quando não há fechamento, ou 
ocorre um fechamento parcial, permanece uma comunicação entre a cavidade abdominal e a região 
inguinal, permitindo o aparecimento da hérnia inguinal indireta. No exame físico, quando faz a palpação da 
região, introduz-se o dedo indicador através anel inguinal na bolsa escrotal e solicita-se que o paciente 
assopre contra sua mão (manobra de valsava). A hérnia bate na ponta do dedo (choque ponta do dedo). 
 Hérnias diretas: não são resultados de alterações congênitas e sim do enfraquecimento da musculatura. 
Localizam-se preferencialmente no triangulo de Hasselbach. O saco herniário é composto só pelo peritônio. 
Nesse tipo de hérnia não existe orifício natural para ocorrer o estrangulamento. No exame físico, a hérnia 
bate lateralmente ao dedo do examinador. 
 Exame físico para detecção da hérnia. 
Hidrocele: 
A hidrocele é o acumulo de líquido seroso no interior da túnica vaginal do testículo. Nos RN, os processos vaginais se 
encontram fechados, com frequência observa-se resquício de liquido peritoneal no interior da túnica vaginal do 
testículo. Esse tipo de hidrocele é chamada de não comunicante ou infantil. O líquido é reabsorvido naturalmente 
durante os dois primeiros anos de vida. 
 Na hidrocele não comunicante não há variação aguda de volume 
 Já na hidrocele comunicante ocorre um aumento súbito do volume. Podendo variar de volume durante o 
decorrer do dia ou aumentar com esforços, são redutíveis com manobras de palpação do escroto. 
 
 
A hidrocele pode acontecer tanto em crianças como em adultos. A ecografia escrotal pode ser solicitada para 
facilitar o diagnóstico. 
DIFERENÇA DA HÉRNIA INGUINAL PARA HIDROCELE: 
A falha do fechamento é o mecanismo comum de formação das duas patologias. Quando a falha ocorre apenas na 
porção final, ocorre acúmulo de líquido na túnica vaginal ao redor do testículo, chamada de hidrocele não 
comunicante. Quando persiste uma comunicação estreita que só permite a passagem de líquido entre a túnica 
vaginal e a cavidade abdominal, ocorre a hidrocele comunicante. Quando ocorre variação de tamanho durante o dia, 
sugere-se a forma comunicante. 
 Por sua vez, na hérnia inguinal a falha é maior permitindo a passagem de uma alça intestinal 
 
Com a manobra de Valsalva (assoprar forçadamente contra as mãos) a hérnia inguinal “salta”, sendo esse um dos 
mecanismo de diferenciação da hérnia inguinal para hidrocele. 
 
Outro mecanismo é a transiluminação que uma vez contendo conteúdo herniário não permite a passagem de luz, 
diferente da hidrocele. 
 
A hérnia inguinal é dolorosa, diferente da hidrocele que apresenta-se indolor (a menos que atinjam proporções 
enormes). 
Criptoquidia: 
É a ausência de testículos na bolsa escrotal. A descida do testículo envolve uma série longa e complexa de 
alterações de posicionamento da gônada desde a fase embrionária, isto é, desde a 7º a 8º semana de gestação até 
sua colocação final no escroto. 
 
Distúrbios na adolescência: 
A principal patologias é: escroto agudo. Que deve ser diferenciado de, torção testicular, traumas,processo 
inflamatórios (orquite/orquiepididimite) ou tumores. 
Escroto agudo: 
É caracterizado por uma dor na bolsa escrotal que precisa ser avaliada pois pode ser indicativo de orquiepididimite 
ou torção testicular. No escroto agudo, o paciente apresenta náuseas e vômitos. 
 Caso a dor seja crônica, com febre ou disúria, apresentando eritema na pele escrotal e com melhora ao 
elevar o testículo (Prehn +) suspeitar de orquiepididimite. 
 Caso a dor seja aguda, com início súbito, sem febre ou disúria mas com náuseas e vômitos, sem qualquer 
alteração na pele do escroto e sem melhora ao elevar o testículo (Prehn -), suspeitar de torção testicular e 
encaminhar diretamente para cirurgia (quanto mais precoce maior a chance de não perder o testículo). 
Outra forma de diferenciar é através do reflexo cremastérico; 
 Quando a base da coxa é estimulada, a face interna (músculo cremaster) se contrai fazendo com que o 
testículo do mesmo lado se eleve. Caso haja torção testicular, esse reflexo estará abolido. 
 
 
Pode-se solicitar um exame complementar como a ecografia a cores, com analise do fluxo sanguíneo. 
Distúrbios no adulto: 
Os principais distúrbios do adulto são varicocele, hérnia e hidrocele 
Varicocele: 
A varicocele é uma anomalia vascular do escroto, causada pela dilatação das veias do plexo pampiniforme do 
testículo. Geralmente é assintomática (ou com uma sensação de peso que piora quando o paciente está de pé), é 
identificada principalmente quando o casal suspeita de infertilidade. 
 
Podemos dizer que nada mais é do que varizes das veias testiculares. Na 
maioria dos casos a varicocele atinge principalmente o lado esquerdo isso 
ocorre devido a anatomia: 
 A veia direita desemboca na veia cava inferior em um ângulo de 45°, 
já a veia testicular esquerda drena para veia renal esquerda (de menor 
calibre) e com um ângulo de 90°, o que dificulta o escoamento do sangue. 
 
A varicocele se não tratada pode causar infertilidade, isso se explica devido: 
 Com aumento do fluxo sanguíneo a temperatura no testículo aumenta resultando em uma diminuição na 
taxa de espermatozoides. 
A varicocele tem sido diagnosticada e classificada com exame físico, USG com doppler, termografia e venografia 
 Grau 0: varicocele presente, porém é subclínica só detectável com uso de exame de imagens. 
 Grau 1: não é visível e nem palpável quando o paciente está em pé sem realizar esforço, entretanto quando 
se realiza a manobra de valsava ela se torna palpável 
 Grau 2: não é visível, mas é palpável quando o paciente está em pé sem realizar esforço. Torna-se visível 
quando o paciente realiza a manobra de valsava 
 Grau 3: visível e papel quando o paciente está em pé sem realizar esforço 
 
Distúrbios no idoso: 
O câncer de próstata e Hiperplasia prostática benigna são as principais patologias que afetam os idosos. 
Hiperplasia prostática benigna: 
Cerca de 50% dos homens com 60 anos apresentam HPB e 90% dos homens com mais de 85 anos. 
Os sintomas da hiperplasia benigna da próstata são classificados como obstrutivos ou irritativos. 
 Obstrutivos: os sintomas obstrutivos incluem hesitação (aumento do tempo para o início da micção), 
intermitência (para e depois continua a urinar), esvaziamento incompleto da bexiga, jato urinário fraco e 
prolongado. 
 Irritativos: os sintomas irritativos incluem aumento da frequência urinaria (polaciúria), noctúria. 
Observação: os sintomas irritativos e obstrutivos são considerados como sintomas do trato urinário inferior 
Câncer de próstata: 
O excesso de peso corporal está associado ao maior risco de câncer de próstata avançado. 
 
 
Exame da próstata: 
O exame da próstata está indicado a qualquer momento que aparecer os seguintes sinais e sintomas: 
 Sangramento anal ou fezes com sangue 
 Muco ou secreção nas fezes 
 Alteração no hábito intestinal (diarreia ou constipação) 
 Alteração na forma das fezes (afinadas ou em bolinhas) 
 Vontade frequente de evacuar com evacuação incompleta 
 Dor ou desconforto abdominal e anal 
 Lesão (nódulo) anal 
Não se deve fazer o exame em caso de condições anais dolorosas tais como a trombose hemorroidária, fissura anal, 
abscesso anorretal, estenose anal e o pós-operatório recente de cirurgia. 
O câncer de colorretal possui localizações e aspectos clínico-patológicos múltiplos e não possui sintomas ou sinais 
patognomônicos, podendo ser detectado em vários estágios de evolução histopatológica e clínica. Destes fatos 
resulta, em grande parte, a dificuldade do seu diagnóstico e a afirmativa de que a suspeita de câncer pode surgir 
diante dos sintomas os mais variados possíveis. 
O toque retal é o teste mais utilizado, apesar de suas limitações, uma vez que somente as porções posterior e 
lateral da próstata podem ser palpadas, deixando 40% a 50% dos tumores fora do seu alcance. As estimativas de 
sensibilidade variam entre 55% e 68%. O valor preditivo positivo é estimado entre 25% e 28%. Quando utilizado em 
associação à dosagem do PSA com valores entre 1,5ng/ml e 2,0 ng/ml, sua sensibilidade pode chegar a 95%. 
No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-
melanoma). Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países 
em desenvolvimento. Não há unanimidade sobre a realização de rastreio a partir de 50 anos ou diagnóstico precoce 
 
Técnica do exame: 
Antes do exame, realizar a higienização das mãos. Deve-se explicar ao paciente o que vai acontecer: 
o Diga ao paciente que você logo irá inspecionar a porção final 
do intestino (e próstata), examinando o ânus e apalpando 
dentro do ânus com um dedo. Explique que, em princípio, o 
exame é indolor, mas o paciente pode sentir alguns impulsos 
(vontade de urinar durante o exame da próstata ou vontade de 
defecar durante a inspeção das mucosas intestinais). Também 
mencione que isso não vai levar a micção ou defecação real. 
Peça ao paciente para avisá-lo, no entanto, se ele sentir dor. 
o Deve-se solicitar também que o paciente faça o exame com a 
bexiga vazia. 
o Pode-se utilizar um foco de luz auxiliar 
Observação: se o paciente estiver sozinho, peça para um 
assistente estar presente durante o exame. Isso protege o 
paciente e o médico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Etapas do exame da região anal: 
Primeiro deve-se fazer a inspeção perianal estática e dinâmica. A inspeção da região perianal e períneo é melhor 
realizada enquanto o paciente está de pé, curvando-se, com braços apoiados sobre a mesa de exame e os pés 
ligeiramente afastados. Esta posição é preferida se existirem sintomas anais. A inspeção também é possível 
enquanto o paciente estiver deitado em decúbito lateral com as pernas flexionadas e ligeiramente rotadas para trás. 
o Estática: a pele da região glútea é observada à procura de lesões visíveis. Afastam-se as nádegas para a 
exposição do ânus e região perianal onde se observa o triângulo perineal anterior e posterior, a fenda 
interglútea e a fenda anal, analisando as características da pele regional – textura, coloração, pregueamento, 
etc. 
Pode diagnosticar a doença hemorroidária externa, manchas ou lesões de pele sugestiva do prurido anal, doenças 
dermatológicas, plicoma sentinela da fissura anal, abscesso, fístula, cicatriz ou deformidade. Um ânus aberto em 
repouso (“anus patulous”) pode ser devido ao prolapso retal externo, anomalias neurológicas, lesão do esfíncter ou 
sinal de uma pessoa anoreceptivo. 
 
 
o Dinâmica: é realizada em seguida a estática aproveitando o afastamento manual dos glúteos e solicitando ao 
paciente a provocar um esforço evacuatório (manobra de Valsalva). 
Nessas circunstâncias, de forma variável, é possível a análise visual do canal anal abaixo da linha pectínea e, 
eventualmente, tem-se a oportunidade de constatar a descida ou não de mamilos hemorroidários internos e do 
prolapso anal externo(na sua suspeita solicita ao paciente para senta-se e realizar o esforço evacuatório como se 
estivesse sentado no vaso sanitário). 
Dor anal provocada pelo afastamento das nádegas pode indicar algum processo infeccioso ou uma fissura anal. 
Os procedimentos são os seguintes: 
1. Coloque as luvas (de procedimento) 
2. Peça ao paciente pra ficar na posição que mais lhe agrada 
3. Sente-se em um banquinho atrás do paciente 
4. Separe as nádegas e faça a inspeção 
5. Abra o ânus com cuidado e peça para o paciente realizar uma leve pressão no abdômen inferior. 
Toque da próstata: 
Após a lubrificação do dedo indicador, deve-se introduzir com a palma da mão voltada para baixo (exceto na posição 
ginecológica). O toque retal pode ser realizado quando o paciente está deitado de costas (decúbito dorsal) ou de 
lado (decúbito lateral). Cada posição tem suas vantagens e desvantagens. Qualquer que seja a posição do paciente, o 
exame é realizado com o dedo indicador pois permite uma melhor sensibilidade e um grau maior de flexibilidade 
para alcançar todos os lados da próstata. 
O toque retal é contraindicado em doentes com uma fissura anal ou abscesso perianal. 
 
o Incialmente deve-se avaliar cuidadosamente o tônus do esfíncter 
anal. Em seguida, introduza o dedo de modo a perceber a superfície 
posterior da próstata em sua totalidade. Seus limites devem ser notados, 
assim como seu tamanho. 
o A região perianal também deve ser palpada. 
o Para avaliar o reto de forma precisa, deve-se girar o dedo no sentido 
horário e depois no sentido anti-horário. 
o Após retirar o dedo, deve-se também avaliar a luva se contêm 
alguma secreção anormal. (Não verifique a luva se o paciente estiver 
observando.) 
 
Posições para realização do exame: 
Existem diferentes posições para se realizar o exame do toque retal como: 
 Em decúbito lateral (posição de sims) 
 
 Genupeitoral (tórax e joelhos apoiados sobre a cama ou maca de exame) 
 
 Em pé apoiado na mesa 
 
 Ginecológica

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