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SISTEMA DE ENSINO ONLINE CONECTADO
LICENCIATURA/ EM PEDAGOGIA
Projeto de Intervenção Pedagógica Voltado Aos Alunos Da Educação de Jovens e Adultos
 Juliana Tainá Florêncio Da Silva 
RA:2323800906
Tutora à Distância:
Eliane Vieira Pinheiro
Gloria de Dourados/MS
2019
Juliana Tainá Florêncio Da Silva 
Trabalho apresentado ao Curso de Licenciatura em Pedagogia - Universidade Anhanguera Educacional 
Orientador: Tutora – Elaine Vieira Pinheiro.
. 
Gloria de Dourados/MS
2019
Sumário
Introdução..................................................................................................................04
Fundamentação Teórica.............................................................................................05
Plano de Ação............................................................................................................07
Conclusão...................................................................................................................10
Referências Bibliográficas..........................................................................................11
Introdução
Analisando um pouco a história da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Brasil, podemos observar que existem mudanças significativas e essenciais referentes a esta modalidade educacional no Brasil, principalmente na legislação e na metodologia utilizada no processo ensino-aprendizagem. Tais mudanças se mostram necessárias para que possamos democratizar cada vez mais a educação, principalmente a de adultos. Pudemos observar, que a não mais infantilização dos métodos de alfabetização de adultos, vem aumentando cada vez mais a procura de adultos a esta modalidade, enriquecendo o processo de ensino-aprendizagem, nos ajudando a responder quem são os educandos e seus educadores.
O que se pode observar no Brasil é que, a todo o tempo surgem no processo educacional novas campanhas de alfabetização, com a finalidade de envolver a sociedade na responsabilidade pela educação de adultos. Identificamos então que a partir deste pressuposto, a educação de adultos não acontece somente no ambiente oficial, o ambiente escolar, mas sim em várias esferas educacionais como ONG’s e sistemas privados, afim de diminuir cada vez mais, o déficit educacional pertinente aos adultos.
As mudanças ocorridas ao longo dos anos na legislação, por exemplo, nos mostram um avanço considerável no objetivo implantado a educação de adultos. O dever de formar cidadãos para o mercado de trabalho, por exemplo, busca suprir uma necessidade do sistema de capital, ao mesmo modo que supre uma necessidade de este jovem adulto de concluir seus estudos para poder se inserir neste mercado.
A diferença social e cultural que marca a escola e suas relações humanas, pode ser um ambiente propício para a expressão das experiências de vida que cada aluno possui. No caso dos adultos, muitos deles são pessoas que vieram de outros estados, possuindo na sua bagagem cultural conhecimentos do mundo da vida. Por isso cabe ao profissional crítico a tarefa de explorar tais conhecimentos e buscar relações entre eles e aqueles necessários a aprendizagem na escola.
04
Fundamentação Teórica
Os registros e análises históricas sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no contexto da educação brasileira permitem inferir que ela tem sido conduzida, durante décadas, sob uma visão compensatória, utilitarista, emergencial e descontínua, construída, segundo Ventura (2011), sob a predominância de políticas frágeis do ponto de vista institucional, e aligeiradas, da perspectiva de qualidade do processo educacional.
Uma concepção de leitura que se distancia das tradicionais já fora proposta por Paulo Freire, o qual defende que a leitura inicia na compreensão do texto: A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior.
 Leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele.
Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão
do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção
das relações entre o texto e o contexto.
Seguindo este raciocínio, corroborando com a especialista no assunto, Magda Soares, é preciso ter clareza em definir que a alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; 
A linguagem é um fenômeno social porque se constrói e ganha significação através de um processo de interação com o outro.  Está presente em todas as atividades humanas, assumindo um caráter multiforme. A variação linguística é uma decorrência das diversas possibilidades de manifestação verbal que o sistema linguístico põe à disposição de seus falantes. Verificamos que esse tema é pouco abordado em relação ao ensino de língua materna – se abordado, ainda não é satisfatoriamente. Notamos que as escolas pouco discutem essa questão, ressaltando sempre a norma culta. Entretanto, acreditamos que cabem as mesmas contemplarem também a variação da língua.   
05
As instituições escolares devem dar ênfase a esse assunto para desmistificar a crença de que há uma única língua correta, principalmente, para alunos da EJA que apresentam características distintas. Com intuito de examinar como se dá a discussão sobre variação nas turmas da EJA a partir do material de apoio do professor, neste trabalho, analisaremos uma coleção de livros didáticos. Almejamos fornecer subsídios para o ensino/aprendizagem de língua portuguesa, bem como promover uma reflexão sobre o assunto para ressaltar que o papel da escola não é o da substituição de um modelo de linguagem por outro, mas o da adequação.  
 06
Plano De Ação
Tema
Leitura e Saber na EJA.
Objetivos
· Levar o educando da EJA a compreender que a leitura e a escrita são fontes inesgotáveis de conhecimento e que precisam ser compartilhadas no meio escolar e na sociedade em geral. 
· Desenvolver e estimular aos alunos das etapas iniciais da EJA, práticas de leitura e escrita proporcionando uma aprendizagem mais eficiente;
· Promover um intercâmbio entre o projeto “Leitura e o saber na EJA” e os Ambientes de Aprendizagens;     
· Conduzir os educandos da EJA, etapas iniciais a compreensão e valorização da arte da escrita e leitura como uma vivência diária no caminho do saber. 
· Acrescentar ao cotidiano escolar a prática da leitura do livro como umas das prioridades no processo de aprendizagem;
· Desenvolver as habilidades linguísticas: falar, escutar, ler e escrever.
Justificativa
Sabendo que o aluno da EJA nas etapas iniciais tem pouco contato com a leitura e escrita em seu ambiente familiar e assim, apresentando na escola, dificuldades de aprendizagem decorrentes dessa carência, dessa forma sentiu-se a necessidade da elaboração de um projeto voltado para leitura e escrita na 1ª e 2ª etapa correspondentes às séries iniciais do Ensino Fundamental, visando despertar o gosto e o hábito da leitura e da escrita, como suporte e condição indispensável ao desenvolvimento social,  cultural e da  realização individual de cada  educando.
Portanto não basta ler e produzir textos variados, nas salas da EJA é importante que, ao fazê-lo, ampliemos o rol de estratégias de leitura e conhecimentos letrados de nossos alunos, seu domínio das propriedades dos gêneros textuais com que se familiarizam, no dia a dia da sala de aula, de modo a poder também produzi-los por escritos.
Trabalhando em conjunto com os setores: Biblioteca, LIED, Sala de Leitura e TV Escola, teremos uma integração que será de grande relevância dentro do contexto escolar ao que os alunos da EJA estão inseridos.
07
Diante do exposto, entendemos que a educação, liberta e projeta o indivíduo a um melhor conhecimentoe maior integração ao mundo que o cerca e, para esse fim, propomos um projeto direcionado aplicado através de estudos práticos e técnicas condizentes com o contexto vivenciado pelos educandos da EJA, conduzindo-os à formação indispensável para o exercício da cidadania.
Definição das ações e estratégias
O “Plano De Ação Leitura e o saber na EJA” será desenvolvido por uma equipe de educadores dos Ambientes de Aprendizagens como: Sala de Leitura, Laboratório de Informática Educativa (LIED), TV Escola e Biblioteca, juntamente com os professores das turmas da 1ª e 2ª etapa EJA, Ensino fundamental.
            O mesmo terá início no 1º semestre de 2019, no período de maio a dezembro do referido ano letivo com ações a serem desenvolvidas em dias definidos, tendo duração das atividades no horário normal das aulas, sendo que o atendimento será semanal, por turma, nos ambientes de aprendizagem. Os coordenadores dos ambientes de aprendizagem, em pesquisa junto aos professores das turmas sobre as dificuldades apresentadas pelos alunos, estabelecerão as diretrizes norteadoras do trabalho a ser desenvolvido buscando a melhoria do processo ensino e aprendizagem.
            Considerando os educandos seres ativos, o plano de ação desenvolverá metodologias para trabalhar leitura e escrita de forma dinâmica utilizando atividades diversificadas com leituras de diferentes gêneros e automatização da escrita.
            Concluindo, o plano de ação apresenta metodologias que suscitarão a motivação intrínseca dos alunos para que assim encontrem sentido e necessidade de ler, escrever e entender o mundo em que estão inseridos.
Materiais utilizados:
· Revista/Livros
· CDs/Gravador
·  Notebook/Data show
·   DVD/Vídeo/TV
· Pincel/tinta
·  Papel
·  Tesoura/ Cola
08
·  Papeis (40kg, cartão, cartolina, etc.)
·  Lápis/borracha
·  Giz de cera
· Lápis de cor
· Régua\Papel A4
Avaliação
A avaliação do projeto será continua e realizada no processo, levando em consideração o interesse, a participação e o rendimento de cada educando, sociabilidade, criatividade, dificuldades, experiências e descobertas.
No que diz respeito à avaliação geral do Projeto “Leitura e o Saber na EJA” será feita ao termino de cada bimestre com reuniões, pontuando os aspectos positivos ou a melhorar que venham a garantir o bom desempenho pedagógico do projeto.
09
Conclusão
De tudo que a escola pode oferecer de bom aos alunos é a leitura, sem dúvida, o melhor, a grande herança da educação. Este é o prolongamento da escola na vida, já que a maioria das pessoas, no seu dia-a-dia, lê muito mais do que escreve. Portanto, deveria se dar prioridade à leitura no ensino, sem desprezar evidentemente à escrita. É importante ensinar a leitura não apenas de frases ou textos, mas também de problemas de matemática, provas etc. assim, devemos fazer com que o aluno compreenda a importância da escrita e leitura para o transcorrer de suas vidas. E desta forma fazer com que o educando adulto perceba que escrever e ler depende de empenho, dedicação, compromisso, compreendendo que o talento da escrita nasce na frequência com que ela é experimentada. 
Alfabetizar grupos sociais que encaram a escrita como uma simples garantia de sobrevivência na sociedade é diferente de alfabetizar grupos sociais que acham que a escrita, além de necessária, é uma forma de expressão individual de arte, passatempo, etc. Numa sociedade tão saturada de escrita como a grande cidade contemporânea, raramente encontramos pessoas completamente analfabetas. Obviamente que, como consumidor da palavra escrita, o analfabeto está em desvantagem em relação àqueles indivíduos que, tendo passado por um processo regular de escolarização, dominam a lógica do mundo letrado. Mas ele sabe coisas sobre esse mundo, tem consciência de que domina completamente o sistema de leitura e escrita e está, ativamente, buscando estratégias pessoais para lidar com os desafios que enfrenta nas esferas da vida que exigem competências letradas. 
A consideração do lugar social do analfabeto, juntamente com a idéia dos diferentes graus de analfabetismo, coloca a questão do analfabetismo no mundo letrado menos como um problema que diz respeito às relações entre culturas e modos de pensamento. Isto é, o analfabeto não é qualquer indivíduo tecnicamente definível como privado da capacidade de leitura e escrita e, portanto, necessitado de uma ação alfabetizadora que simplesmente lhe permita o acesso ao sistema simbólico da escrita. Ao contrário, a questão central parece ser o enfrentamento de um grupo cultural de origem iletrada (e rural, tradicional, sem qualificação profissional) com o modo de pensar dominante na sociedade letrada e urbana, escolarizada, industrializada, marcada pelo conhecimento científico e tecnológico. 
10
Referências Bibliográficas
JULIÃO, E. F.; BEIRAL, H. J. V.; FERRARI, G. M. As políticas de Educação de Jovens e Adultos na atualidade como desdobramentos da constituição e da LDB. POIÉSIS – Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação, v. 11, n. 19, p. 40-57, Jan/Jun. 2017. Disponível em: http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Poiesis/article/view/4725. Acesso em 17 jul. 2019.
BARBOZA, L. da S. Variação Linguística e o Ensino de Língua Materna: Uma análise de livros didáticos na Educação de Jovens e Adultos – EJA. Revista do Centro de Educação, Letras e Saíde da Unioeste. V. 16, no . 2, 2014. Disponível em: http://erevista.unioeste.br/index.php/ideacao/article/view/7879. Acesso em: 19 jul. 2019. 
DIOGO, E. M.; GORETTE, M. da S. Letramento e Alfabetização: uma prática pedagógica de qualidade. X Congresso Nacional de Educação – EDUCERE. I Seminário Internacional de Representações Sociais, Subjetividade e Educação. Disponível em: https://educere.bruc.com.br/CD2011/pdf/5806_2767.pdf. Acesso em: 17 jul. 2019.
  FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes Necessária à pratica educativa São Paulo: Paz e Terra, 1996. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia da autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam 46ª ed. São Paulo: Cortez, 2005.
ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia de; MORAIS, Artur Gomes; LEAL, Telma Ferraz. Alfabetizar Letrando na EJA: Fundamentos teóricos e propostas didática /organização .Belo Horizonte: Autentica Editora ,2010
MOREIRA, R. M.; SOUZA, M. das D. A. A leitura de mundo como ponto de partida para a leitura da palavra: desafio da formação e prática de educadores de programas de alfabetização de jovens e adultos. V Seminário Nacional – Formação de Educadores de Jovens e Adultos. 13 a 15 de maio – Faculdade de Educação – UNICAMP, Campinas, SP. Disponível em: http://sistemas3.sead.ufscar.br/snfee/index.php/snfee/article/view/209. Acesso em: 17 jul. 2019.
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