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DENTÍSTICA I
DATA 16-02-2016
Cavidade simples – 1 face
Cavidade Composta – 2 faces
Cavidade Complexa – 3 faces – lingual ou palatal
Cavidade Oclusal (O)
Cavidade Mésio Oclusal (MO)
Cavidade Disto Oclusal (DO)
Cavidade Mésio-Ocluso-Distal (MOD)
Paredes Circundantes mesial, distal, gengival, incisal, vestibular, lingual axial, palatal Quais são as cinco paredes que circundam o dente ?
Quais são as paredes de fundo ? 
Axial – paralela ao eixo longitudinal do dente.
Pulpar – quando perpendicular ao eixo longitudinal do dente.
Angulos união das paredes circundantes
Diedros – que une duas paredes 
Triedros – que une três paredes
Cavossuperficial – junção das paredes da cavidade com a superfície externa do dente. Também chamado de margem da cavidade.
1 – Ângulo gengivo-lingual, vestíbulo-gengival
2 – Ângulo linguo-pulpar, ângulo gengivo-axial
3 – Ângulo axio-pulpar, ângulo axial-axial
Classificação das Cavidades
Áreas dos dentes que apresentam susceptibilidade á cárie: 
1 – cavidades de cicatrículas e fissuras – dentes posteriores
2 – cavidades de superfícies lisas – dentes anteriores e posteriores
CLASSE I
Cavidades preparadas em regiões de má coalescência de esmalte, cicatrículas e fissuras.
Oclusal de pré-molares e molares
2/3 oclusais da face vestibular dos molares
Lingual dos incisivos superiores 
Na face palatina dos molares superiores
CLASSE II
Cavidades preparadas nas faces proximais dos pré-molares e molares.
Superfícies lisas de dentes posteriores na mesial e distal
CLASSE III – Dentes Anteriores
Cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos sem remoção do ângulo incisal.
CLASSE IV – Dentes Anteriores
Cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos, com remoção e restauração do ângulo incisal.
CLASSE V
Cavidades preparadas no terço gengival não de cicatrículas, das faces vestibular e lingual de todos os dentes.
CLASSE VI
Cavidades nas bordas incisais e nas pontas das cúspides.
NORMAS GERAIS DO PREPARO CAVITÁRIO
1 – Forma de contorno
2 – Forma de resistência
3 – Forma de retenção
4 – Forma de conveniência 
5 – Remoção da dentina cariada remanescente
6 – Acabamento da cavidade
7 – Limpeza da cavidade
Princípios Restauradores Atuais
Promoção de saúde bucal
Prevenção de estrutura dentária
Utilização de materiais adesivos
PREPARO CAVITÁRIO PARA RESINA
1 – Forma de contorno
2 – Forma de resistencia
Obs: uma das formas para a resistência são os ângulos internos arredondados.
3 – Forma de retenção
É a forma dada a cavidade para torna-la capaz de reter a restauração, evitando seu deslocamento.
Adesão ao material á estrutura dental
Condicionamento ácido do esmalte
4 – Forma de conveniência 
É a etapa que visa possibilitar a instrumentação adequada do preparo da cavidade e a inserção.
Isolamento relativo
Isolamento absoluto
Separação dental temporária
Acesso á lesão quando é melhor retirar o tecido cariado pela lingual
5 – Remoção da dentina cariada remanescente 
Zonas de progressão da cárie : 
1 – de dentina infectada
2 – de dentina afetada
Critérios para guiar a remoção: Fucsina básica 0,5% em propilenoglicol. A fucsina serve para revelar o quanto ainda está cariado dentro.
Cor e consistência:
Mole e marrom – acastanhada: cariado
Dura e escura – tecido não cariado
Curetas de dentina 1, 7 e 18
Caneta de baixa rotação - brocas ½, 2, 4 e 6
6 - Acabamento da cavidade
Objetivo de promover um melhor vedamento marginal entre o material restaurador e a parede cavitária.
Instrumentos rotatórios = 4
Instrumentos manuais = 2
7 – Limpeza da cavidade
Visa remover todos os detritos
Jato de ar e água
Agua oxigenada 3%
Condicionamento ácido
DATA 23-02-2016
PREPARO CAVITÁRIO PARA AMÁLGAMA
1 – Forma de contorno
O esmalte sem suporte de dentina deve ser removido ou suportado por material adesivo.
Cavidades de cicatrículas e fissuras--------------------------------------------------------------
Cavidades de superfícies lisas: quanto mais perto da gengiva, mais difícil de tratar. Obs: o ponto começa na base do triangulo e termina no vértice.
2 – Forma de resistência
Quanto maior a extensão vestíbulo-lingual, menor a resistência do dente e maior a incidência de fraturas marginais.
Ângulo cavo-superficial (ângulo externo) = 90º a 70º
*Istmo Oclusal ponta de uma cúspide a outra cúspide, se a cavidade for maior que 1/3, cavidade de média a grande é indicada amálgama. Se a cavidade for média a pequena, indicada resina.
*Parede pulpar e parede gengival tem que estar paralelos.
Profundidade da Cavidade: tem que ter 1,5mm no mínimo, pois se for fino, a camada de amálgama fratura.
Curva Reversa de Hollemback
Uma manobra indicada para a obtenção de ângulo cavo-superficial adequado na parede vestibular da caixa proximal é a execução da curva reversa de Hollemback, que garante ângulo de 90º com a superfície externa do dente e oferece volume adequado ao material restaurador.
Convergência das caixas oclusal e proximal !!!!!!!
3 – Forma de retenção
Para cavidades simples
Profundidade da cavidade
Quanto mais profunda que larga, fica mais alta retentiva.
4 – Forma de conveniência 
Instrumento que facilita o trabalho: matriz, cunha, isolamento, matriz, afastador dental, transiluminação.
5 – Remoção da dentina cariada remanescente
Brocas 1/2, 2, 4, 6, 329 e 330
Curetas de raspagem 17 e 18
6 – Acabamento da cavidade
7 – Limpeza da cavidade
A aplicação de flúor sobre o preparo cavitário diminui a desmineralização nas margens de restaurações de amálgama.
DATA 23-02-2016
PROMOÇÃO DE SAÚDE: CÁRIE E DECISÕES DE TRATAMENTO
Objetivos:
Quando restaurar e deter a doença cárie
Diagnóstico e planejamento
Cárie é transmissível: Doença bacteriana infecciosa
Caráter multifatorial: carboidratos e saliva
É medida pela presença de placa bacteriana
Queda do pH das placas. pH -7 = desmineralização
Estreptococos grupo mutans
Transmissível 
pH esmalte é 4,5. pH dentina é 5,5
PLACA DENTAL – PREVENÇÃO E CONTROLE DE ATIVIDADE CARIOSA
Formação do biofilme é o evento que medeia as principais doenças bucais
Microbiota:
Ambiente moderado ao açúcar >5,5 remineralização
Consumo frequente de açúcar <5,5 desmineralização
Diagnóstico da cárie : radiografia, exame clínico, transiluminação.
DIAGNÓSTICO CLÍNICO E OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS LESÕES DE CÁRIE
1 – O primeiro sinal clínico de atividade cariosa é a área esbranquiçada, opaca e rugosa do esmalte.
2 – As lesões que ostentam microcavidades no esmalte é o segundo estágio da lesão cariosa.
3 – As perdas minerais mais severas são representadas na dentina.
4 – Cavidades que atingiram a polpa.
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS PARA TRATAMENTO RESTAURADOR QUESTÃO DE PROVA
Sintomas de pulpar para tratamento restaurador
Cárie de superfície lisa, julgada se disseminada em dentina
Cárie de cicatrículas e fissuras que envolvem mais do que apenas o esmalte e dentina superficial
Prejuízo da oclusão ou função
A saúde dos tecidos periapicais
Uma resposta alérgica 
DATA 01-02-2016
Capeamento Pulpar
Exposição pulpar sem contaminação aplicar SA e restaurar
Exposição pulpar com contaminação 
curetar a polpa + Ca(OH) e P.A
cimento de Ca(OH)
sela a cavidade IRM ou restauração definitiva
Pulpotomia 
Remoção da polpa da câmara pulpar
Pó de Ca(OH)
Base de C.I.V e restauração permanente
O que é e como é o Tratamento Expectante ? (serve para formar a dentina terciária) QUESTÃO DE PROVA
Quando tem muita dentina afetada, protege com pó ou pasta de Ca(OH) + material temporário
Espera 30-45-60 dias
Restauração definitiva
PROTEÇÃO DO COMPLEXO DENTINO PULPAR QUESTÃO DE PROVA
DIRETA – Tratamento direto na polpa, quando sangra
Pulpotomia
Capeamento
INDIRETA – Nãohouve exposição da polpa
Forramento
Tratamento expectante
MATERIAIS DE FORRAMENTO PARA RESTAURAÇÃO EM AMÁLGAMA
Adesivos: são conservadores e pela hibridização.
Fluoretos: diminui em 60% cárie secundária e a sensibilidade pós-operatória pela formação do fluoreto.
FORRAMENTO PARA RESINA QUESTÃO DE PROVA
Usar sistema adesivo
Base C.I.V (compatibilidade, adesão)
Cavidade muito profunda (Hidróxido de cálcio e C.I.V)
Rasa Sistema adesivo
Média Sistema adesivo
Profunda C.I.V + sistema adesivo
Bastante Profunda Hidróxido de cálcio + C.I.V resino modificado + Sistema adesivo
ADESÃO DENTAL
É o mecanismo que “une” dois materiais em íntimo contato através de uma interface
Força de adesão = bom material e boa técnica
Durabilidade
Adesão x Coesão
União de duas moléculas de A e B, se unem dentro do próprio material.
Ângulo de contato – Molhabilidade
Quanto menor o ângulo de contato, maior o molhamento.
Esmalte Dental
Derivado do ectoderma
Tecido hipermineralizado
Tecido acelular, avascular e de extrema dureza
Mineral 96 %
Orgânico 1%
Água 3%
CONDICIONAMENTO ÁCIDO EM ESMALTE
Aumenta a energia livre de superfície
Aplicação de ácido fosfórico 50%, durante 60 segundos monocálcio fosfato monohidratado.
Aplicação de ácido fosfórico com concentração abaixo de 27%, durante 60 segundos Dicálcio fosfato diidrato.
Aplicação de ácido fosfórico na [ ] entre 30-40% resulta na superfície de esmalte aparentemente muito retentiva.
**O condicionamento ácido do esmalte no tempo de 15 a 60 segundos resulta na mesma rugosidade de superfície.
Dentina
Parcialmente mineralizado
Grande volume de água
Penetra por uma malha densa de canalículos dentinários
Túbulos Dentinários
Superfície – 0,7 um
Polpa – 2,6 um
Prolongamentos citoplasmáticos de odontoblastos primários
Dentina Superficial
Dentina Profunda quanto mais túbulos dentinários, maior será a adesão
Lama Dentinária
Qual a função do ataque ácido na dentina ? QUESTÃO DE PROVA
É a retirada da lama dentinária, pois abre os canalículos dentinários.
Efeito do condicionamento ácido na dentina
Remove cristais de hidroxiapatita
Expõe o colágeno
Diminui a energia livre de superfície
Primers:
Solução de monômeros dissolvidos em solventes orgânicos
Restaura a energia livre de superfície da dentina
Solvente
Adesivos á base de álcool são menos susceptíveis a variações de acordo com a unidade da dentina.
SISTEMA ADESIVO
COMO FORMA A CAMADA HÍBRIDA ? QUESTÃO DE PROVA
1 – Retira o tecido cariado.
2 – Faz o condicionamento ácido fosfórico 37% por 15 segundos.
3 – Lavar pelo dobro do tempo com seringa tríplice.
4 – Faz a secagem = bolinha de algodão dentro da cavidade, segurar com a pinça e secar com o ar (esmalte seco, dentina úmida).
5 – Adesivo: pegar com o microbrush o adesivo, levar á cavidade e esfregar por 10 segundos, jato de ar e esperar. Colocar outra gota de adesivo e esfregar por 10 seg. e secar com jato de ar de longe e esperar o seu solvente (água, acetona) e o excesso de adesivo. Por fim, polimerizar por 10 segundos.
CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS ADESIVOS
Por condicionamento ácido
Condicionamento ácido total
Autocondicionante
Condicionamento Ácido Total
Remove o mineral da zona + superficial da dentina.
Uso universal: bons valores de adesão no esmalte
Fotoativados – Restaurações Diretas
Adaper schotchosond multi uso
Prime e Bond NT
Excite
Condicionamento Ácido Total: Ativação Dual
Prime e Bond NT + Self Aire Activat
Excite DSC
All Bond 2
3 componentes – Ácido + prime + adesivo
2 componentes – Ácido + adesivo
Autocondicionantes
Fotoativado:
Adaper prompt. L. poop.
Deafil se Bond
Xeno III
I Bond
Ativação Dual
Clearfil livre Bond 2V
NRC + Prime e Bond NT/Self Cure Activetor
Critérios para boa adesão Questão de prova
Alta energia de superfície
Grande área de contato
Umedecimento (dentina)
Baixa tensão superficial 
Pouca viscosidade
Pequeno ângulo de contato 
Pouco contração de polimerização
DATA 08-03-2016
FOTOPOLIMERIZAÇÃO – FUNDAMENTOS E MÉTODOS
Polimerização
A reação de polimerização de um sistema resinoso compreende a união de diversas moléculas de um monômero formada por um polímero
Dureza
Resistência ao desgaste
Grau de conversão
Profundidade de cura
Contração de polímero
Polimerização de Sistemas Resinosos
Sistema quimicamente ativados
Sistema fotoativados 
Sistema dual
Métodos de Ativação
Sistemas Quimicamente Ativados:
Peróxido de Benzoíla + Amina 3ª
Sistema pasta-pasta
Polimerização uniforme
Independe de carga e espessura
Característica:
Mistura pasta-pasta
Incorporação de bolhas
Tempo de polimerização
Instabilidade de cor
Porosidade
Desvantagens:
Manchamento
Propriedades físicas
Desgaste
Sistemas Fotoativados Questão de prova
Luz + canforquinona + amina alifática
Fotopolimerizadores: 400 – 520 nm
Canforquinona: 468 nm
Sistema Dual
São os sistema quimicamente e fotoativados juntos
Resina Composta Questão de prova
Híbridas
Microhíbridas
Micropartículas
Nanohíbridas
Nanopartículas
Unidade ou fotoativação
Halógena ou led’s de última geração
Intensidade de Luz
400-800 mW/cm²
DATA 17-05-2016
Tática Operatória
Restauração de Dentes Anteriores Fraturados
Diagnóstico
Fratura de Esmalte
Fratura de Esmalte/Dentina
Sem exposição pulpar, sem invasão
Sem exposição pulpar, com invasão
Coronal á margem óssea
Apical á margem óssea
Opções de Tratamento
Exodontia
Controle vigilante 
Tratamento restaurador
Planejamento
Tipo de fratura
Fragmento/remanescente dental
Idade do paciente
Grau de erupção dental
Estado endodôntico
Oclusão
Exigência estética
Linha de sorriso
Tempo
Técnicas
Colagem de fragmento dental
Restauração adesiva direta
Vantagens de colagem de fragmentos
Estética
Função
Simplicidade
Fatores emocionais
Tática Operatória
Profilaxia – limpa o dente
Escolha da cor
Ensaio restaurador
Isolamento do campo
Reparo Dental
Ausência do Preparo
Vantagens:
Restaurações reversíveis
Maior aceitação do paciente
Eliminação do uso da anestesia
Maior quantidade de estrutura dental em substituição de restaurações
Estética aceitável
Desvantagens:
Sobrecontorno
Excesso em área não condicionada
Dificuldade estética
Preparo em Bisel ou Chanfrado
Vantagens:
Término definida
Facilidade de acabamento
Melhor padrão de condicionamento
 Melhor selamento marginal
Aumento da força de união
Melhor estética
Desvantagens:
Restaurações irreversíveis
Risco de lesão
Formação de lama dentinária
Aspecto fisiológico
Fatores Determinantes na Extensão do Bisel
Exigência estética
Quantidade de estrutura dental
Qualidade da estrutura dental
Contatos proximais
Antagonistas
Idade do paciente
Tipo de resina
Pocedimentos Adesivos
Inserção das Resinas
Minimizar contração de polimerização
Dirigir os vetores de contração a direção da estrutura dental
Maximizar as forças de adesão
Minimizar stresses
Criar aspecto policromático
CLASSE III ---------------------ESTÁ INCOMPLETO ESSE DIA
CAPÍTULO 10 
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE III
O uso de brocas, por menores que sejam, levaria a um desgaste desnecessário de estrutura sadia.
ETAPAS:
1 – afastamento mediato, pelo uso de tiras ou anéis de borracha, posicionadas entre os dentes, 24 - 48 horas antes da sessão restauradora.
2 – Para que o espaço seja mantido, entretanto, imediatamente após a realização de uma pasta profilática e taça de borracha, é importante a sua estabilização com uma cunha de madeira.
3 – Realiza-se a seleção de cores com a escala de cores ou pela aplicação de pequenas bolinhas.
4 – Campo operatório é isolado e tem início o preparo cavitário. 
*Recomenda-se que o dente adjacente seja protegida com uma matriz metálica.
5 – A superfície da cavidade deve serlimpa com um jato de bicarbonato de sódio ou com pasta profilática
6 – Depois da limpeza, o dente vizinho é protegido com uma fita veda-rosca.
7 – Realiza-se a camada híbrida.
8 – Preenchimento com resina composta.
9 – Realização do acabamento e polimento. Discos de lixa flexíveis em granulação decrescente. Discos de feltro para obtenção de brilho e lisura superficial.
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE III ACESSO PALATAL
1 – A sequencia operatória inicia-se pela demarcação dos contatos oclusais com uma folha de papel articular, seguida pela execução de uma profilaxia com taça de borracha e pasta profilática.
2 - Seleção de Cores.
3 – Isolamento do campo operatório.
4 – Separação dental com cunha de madeira e tem a função de prender uma matriz metálica para proteção do dente adjacente.
5 – Remoção do tecido cariado e início dos procedimentos adesivos. Colocar uma tira de poliéster entre o dente a ser restaurado e a cunha.
6 – Realizar a camada híbrida.
7 – Preenchimento com resina composta.
8 – Acabamento e polimento são realizados com lixas abrasivas de granulação decrescente.
*O acabamento é feito com borrachas abrasivas e o polimento com escovas Robinson e pastas especiais.
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE III ACESSO VESTIBULAR
1 – Profilaxia.
2 – Seleção de cores.
3 – Isolamento do campo operatório.
4 – Proteção do dente adjacente (cunha e matriz metálica).
5 – Camada Híbrida.
6 – A resina composta é inserida contra uma matriz de poliéster estabilizada por uma cunha de madeira, que também promove um pequeno afastamento dental, sendo o incremento fotopolimerizado com a matriz ainda em posição.
7 – Acabamento e polimento.
CAPÍTULO 11
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE IV
TÉCNICA DA GUIA DE SILICONE
Lesões classe IV são aquelas em que ocorre envolvimento da face proximal e do ângulo incisal dos dentes anteriores.
ETAPAS:
1 – Avaliação prévia e demarcação dos contatos oclusais.
2 – Profilaxia.
3 – Seleção de Cores.
4 – Confecção da Guia de Silicone.
5 – Inserir um fio retrator no sulco gengival e os dentes adjacentes são protegidos com veda-rosca.
6 – Camada híbrida.
7 – Preenchimento com resina composta inicialmente aplicados na matriz de silicone (camada fina).
OBS: aplicação dos compósitos para esmalte e dentina em espessuras compatíveis com os tecidos que serão substituídos.
8- Compósito fotoativado pelo tempo recomendado pelo fabricante, e a matriz é removida.
9 – Primeiro incremento de compósito (dentina) é inserido a reproduzir os três “lóbulos” ou “mamelões”.
10 – Reproduzir o halo incisal opaco na borda incisal dos dentes.
11 – Segunda camada de compósitos nos lóbulos.
12 – Aplicar um compósito + translúcido na região incisal, de forma a preencher os vales existentes entre os mamelões.
13 – Último incremento de compósito á restauração, de forma a completar o volume da coroa como mínimo de excesso possível. Compósito de esmalte.
14 – Acabamento e Polimento.
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE IV COM COMPÓSITOS
TÉCNICA DE RECONSTRUÇÃO Á MÃO LIVRE
1 – Profilaxia da região, seja por meio de pastas profiláticas aplicadas com taça de borracha ou escova Robinson, ou ainda, de um jato de bicarbonato.
2 – Seleção de cores.
3 – Isolamento do campo operatório com lençol de borracha.
4 – Remoção da restauração insatisfatória, sendo as pontas diamantadas, empregadas em alta rotação e sob refrigeração
5 – Indispensável a inserção de uma tira de matriz metálica junto á superfície do dente adjacente, sendo estabilizada por uma cunha de madeira.
6 – (Alternativa), na finalização do processo, é o uso de uma lâmina de bisturi nº 12 para cortar e remover resíduos do compósito
7 – Na sequencia, optamos pela execução de um bisel vestibular, que se caracteriza por um desgaste realizado nas margens do preparo cavitário
(OBS) O bisel tem 2 funções: permitir uma transição mais gradual entre a espessura de resina composta da região restaurada em direção ao remanescente dental e expor uma maior quantidade de esmalte instrumentado
8 – Após a finalização d preparo cavitário, a superfície é limpa e são realizados os procedimentos adesivos
9 – Dentes adjacentes são protegidos do condicionamento ácido e da aplicação do sistema adesivo, por uma tira de poliéster.
10 – Uma nova tira de poliéster é adaptada e estabilizada com uma cunha de madeira.
11 – A pressão digital é indicada para melhorar a adaptação da matriz ao longo da margem de esmalte palatal e para conferir à matriz uma curvatura côncava. 
12 – Reconstrução da dentina é iniciada por meio dos mamelões.
13 – Filete fino e sutil, na região da borda incisal.
14 – Último incremento de dentina é inserido e conformado, a definir a forma final dos mamelões dentinários.
15 – O espaço entre os mamelões e o halo opaco é preenchido com um compósito translúcido e opalescente.
16 – Camada de resina composta que reproduz o esmalte vestibular (auxílio de pincéis).
17 – Atenção especial no ajuste oclusal.
18 – Acabamento e execut-se o polimento da restauração.
CAPÍTULO 12
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE V COM COMPÓSITOS
LESÕES NÃO CARIOSAS
Manifesta-se como perdas de estrutura dental na região cervical dos dentes. Indicado quando há comprometimentos estético, funcional e em casos de hiper-sensibilidade, corrosão, abrasão e abfração.
1 – Seleção de cor.
2 – Isolamento do campo operatório com o auxílio de grampos retratores (212).
3 – Camada híbrida.
4 – Devem ser utilizados pequenos instrumentos de resina composta, inseridos e adaptados sequencialmente, primeiro á margem cervical e depois á margem oclusal da cavidade.
(OBS) Uso de pincéis é recomendado.
5 – O acabamento limita-se á remoção de eventuais excessos de adesivos e resina nas margens da restauração. (Lâminas de bisturi nº12 e discos flexíveis abrasivos).
6 – O polimento final é realizado com pastas de polimento, aplicados com escova Robinson ou discos de feltro.
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE V COM COMPÓSITOS
LESÕES CARIOSAS
1 – Profilaxia com jato de bicarbonato.
2 – Seleção de cor do compósito.
3 – Isolamento com lençol de borracha, associado a um grampo retrator (212).
4 – O tecido cariado é removido com brocas esféricas lisas, com tamanho adequado á cavidade e em baixa rotação.
5 – Camada híbrida.
(OBS) Utilizar resinas compostas microparticuladas, devido ao seu menor módulo de elasticidade e á facilidade de polimento
(OBS) Resinas micro-híbridas e nanoparticuladas uso de pequenos incrementos para minimizar os estresses da contração de polimerização.
6 – 1º incremento de resina nas paredes gengival e axial e fotopolimerizar por 5 segundos.
7 – 2º incremento de resina nas paredes oclusal e axial.
8 – Último incremento do mesmo compósito é aplicado no centro da cavidade (recomendável o uso de pincéis).
9 – Inserir compósito de esmalte.
10 – Acabamento com uma sequencia de discos abrasivos em ordem decrescente de abrasividade.
11 – Polimento com o auxílio de disco de feltro
CAPÍTULO 16
ACABAMENTO E POLIMENTO DE RESTAURAÇÕES DIRETAS ANTERIORES
Pode ser dividida em 3 etapas:
1ª – Acabamento inicial
2ª – Acabamento intermediário
3ª – Polimento final
1ª – Acabamento inicial
Objetivo definir a anatomia primária do dente (remoção de excessos proximais – utilizar lâmina de bisturi n
º 12 e tiras de lixa).
2ª – Acabamento intermediário
Após 48horas, o paciente volta ao consultório para o acabamento intermediário. 
Iniciado com discos flexíveis abrasivos, tendo como objetivos: 
refinar a relação altura-largura; 
definir a localização dos contatos proximais; 
ajustar os planos de inclinação vestibular; 
esculpir a forma ideal das ameias incisais.
A superfície vestibular dos dentes anteriores normalmente apresenta suaves depressões longitudinaisque acompanham a divisão entre os lóbulos de desenvolvimento (há duas depressões ou sulcos longitudinais). Para reproduzir essa característica pode-se empregar uma ponta diamantada trococônica extrafina, posicionada lateralmente de forma que apenas a ponta ativa tenha contato com a superfície dental (direcionada para a mesial e a seguir para distal).
Para realizar a suavização, podem ser empregadas borrachas ou discos flexíveis com baixa abrasividade.
3ª – Polimento final
Escovas Robinson ou discos de feltro.
CAPÍTULO 17
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE I COM COMPÓSITOS
TÉCNICA DE ESTRATIFICADO Á MÃO LIVRE
1 – Seleção de cores.
2 – Isolamento absoluto do campo operatório.
3 – Fazer preparo cavitário com brocas esféricas lisas em baixa rotação (1/2, 2, 4 e 6).
4 – Camada híbrida.
5 – O primeiro passo é a reconstrução da dentina, com compósitos mais saturados e menos translúcidos. A técnica envolve a conformação sequencial da dentina de cada uma das cúspides e das cristas marginais (fotopolimerizar por 5 segundos cada).
O princípio básico de estratificação natural é a sobreposição de compósitos com características ópticas distintas, a fim de conferir policromatismo ás restaurações.
6 – O dique de borracha é removido e os contatos oclusais são checadas. Na presença de discrepâncias, pequenos ajustes devem ser realizados com pontas diamantadas com granulação fina e extrafina.
7 – Foram empregadas borrachas sequenciais em ordem decrescente de abrasividade (verde, amarela e branca).
PREPARO E RESTAURAÇÃO CLASSE I COM COMPÓSITOS
TÉCNICA DA MATRIZ OCLUSAL DE ACRÍLICA
1 – Essa técnica envolve o registro da morfologia pré-operatória com um material transparente, criando um pequeno “carimbo” que seria empregado na inserção das resinas compostas, para transferir a anatomia original do dente á restauração.
2 – Feito isso, o dente é limpo com pasta profilática, aplicada com escovas Robinson.
3 – Seleção de cor.
4 – A superfície que se deseja copiar é isolada com vaselina líquida, com o auxílio de um pincel descartável (para que a matriz seja removida facilmente).
(OBS) Não deixar excessos, principalmente nos sulcos.
5 – Importante que se confeccione um pequeno cabo para facilitar a apreensão e manipulação da matriz durante os procedimentos restauradores. Após retirada lavar com detergente para remover os resíduos de vaselina, e armazenada em água até o momento de sua utilização.
6 – Após isolamento absoluto do campo operatório, a matriz é reposicionada sobre o dente e uma pequena marcação é confeccionada com uma caneta para facilitar o futuro reposicionamento.
7 – Preparo cavitário é iniciado em alta rotação pela fossa central, e em primeiro momento, visa a criação de um acesso á lesão cariosa.
8 – A seguir, o tecido cariado é removido com curetas ou brocas esféricas lisas, de tamanho compatível com a cavidade, em baixa rotação.
9 – Camada híbrida.
10 – Camada de dentina no fundo da cavidade: mesiopalatal, vestibulomesial, fotopolimerizar 5 segundos cada e por último 40 segundos.
11 – Procedimentos de acabamento e polimento foram inteiramente realizados com borrachas abrasivas e escovas especiais para polimento.
CAPÍTULO 18
PREPARO E RESTAURAÇÕES CLASSE II COM COMPÓSITOS
TÉCNICA DA SLOT HORIZONTAL
1 – Profilaxia.
2 – Seleção de cores.
3 – Isolamento absoluto do campo operatório.
4 – Tira de matriz metálica é inserida no espaço interproximal e estabilizada com uma cunha de madeira, a fim de garantir a proteção do dente adjacente durante as manobras do preparo cavitário.
5 – Tecido cariado é removido com brocas esféricas lisas em baixa rotação.
6 – Camada híbrida.
7 – Dentes adjacentes são protegidos com veda-rosca ou uma tira de poliéster.
8 – Incrementos de resina.
9 – Acabamento e polimento (tiras de lixa de granulação fina).
PREPARO E RESTAURAÇÕES CLASSE II COM COMPÓSITOS
TÉCNICA DA MATRIZ METÁLICA PARCIAL BICONVEXA
Protocolo de uso de uma matriz metálica parcial biconvexa (quando há envolvimento de apenas uma das faces proximais) associada a um grampo metálico.
1 – 1º passo é a demarcação dos contatos.
2 – A superfície do dente é limpa e as cores selecionadas.
3 – Os procedimentos de preparo, bem como a restauração, são realizados sob isolamento absoluto.
4 – Essas matrizes são disponibilizadas em diversos tamanhos, específicos para pré-molares e molares. Após a inserção da matriz é importante estabilizá-la e adaptá-la com uma cunha de madeira de tamanho adequado.
5 – Realizada a inserção da cunha, o anel metálico do sistema de matriz é posicionado com o auxílio da pinça porta-grampos, de forma a exercer pressão entre o dente a ser restaurado e o dente adjacente.
(OBS) Uma alternativa á utilização das cunhas de madeira é o uso das cunhas elásticas.
* as cunhas elásticas são disponibilizadas em diferentes tamanhos, identificados pela cor: (azul > amarelo > verde).
6 – Camada híbrida.
7 – Inserção de resina é iniciada pela caixa proximal.
*pincéis podem ser empregados para promover alterações sutis no contorno do compósito. Após a última fotoativação da parede proximal, anel, matriz e cunha são removidas e a restauração e completada como se fosse exclusivamente oclusal.
8 – Concluído o procedimento de inserção e escultura dos compósitos, o dique de borracha é removido, a restauração é avaliada.
9 – Contatos oclusais devem ser checados excessos podem ser removidos com pontas diamantadas de granulações fina e extrafina.
10 – Acabamento com discos abrasivos flexíveis; tiras de lixa (acabamento proximal).
PREPARO E RESTAURAÇÕES CLASSE II COM COMPÓSITOS
TÉCNICA DA MATRIZ METÁLICA CIRCUNFERENCIAL OU PORTA-MATRIZ
Preparos cavitários classe II que envolvem as duas faces proximais, ou que não há uma boa adaptação das matrizes metálica parciais biconvexas.
1 – Profilaxia.
2 – Seleção de cores.
3 – Remover o tecido cariado.
4 – Isolamento absoluto do campo operatório.
5 – Nas faces proximais é essencial proteger os dentes adjacentes com uma matriz metálica, estabilizada com o auxílio de uma cunha de madeira
(OBS) Matrizes muito baixas não oferecem suporte adequado durante a inserção do material, ao passo que matrizes altas dificultam os procedimentos operatórios.
6 – (OBS) Apenas uma cunha é utilizada de cada vez, no espaço interproximal do lado que está sendo restaurado.
7 – Finalizada a reconstrução das paredes proximais, resta apenas a restauração da face oclusal. O conjunto porta-matriz/matriz e cunha de madeira podem ser removidos.
CAPÍTULO 6
RESINAS COMPOSTAS
Há quatro componentes principais, sendo as características e os percentuais de cada um deles variando de um material para outro:
Carga inorgânica
Matriz orgânica
Agente de união
Sistema acelerador-iniciador
Carga inorgânica
Formada por partículas de vidro, quartzo e/ou sílica, presentes em diferentes tamanhos, formas e quantidades – a principal classificação dos compósitos baseia-se no tamanho das partículas de carga.
Matriz orgânica
Dimetacrilato como o Bis-GMA ou VDMA, associado a outros monômeros de menor peso molecular, necessários para regular a viscosidade.
Agente de união
Durante o processo de fabricação dos compósitos, a superfície das partículas é recoberta por um agente de união, como o silano – capaz de se unir tanto á carga inorgânica, quanto da matriz polimérica.
Sistema acelerador-iniciador
Responsáveis pela reação de polimerização. A reação inicia-se com a mistura de duas pastas, uma contendo o acelerador (amina orgânica) e outra, o iniciador (peróxido orgânico).
*O fotoiniciador + utilizado é a canforquinona, que tem seu pico de absorção na faixa de luz com comprimento de onda de 470 nm. QUESTÃO DE PROVA
CLASSIFICAÇÃO DAS RESINAS COMPOSTAS
Grau de Viscosidade
A maior parte dos materiaisé disponibilizada em uma consistência regular ou convencional, padrão para a execução da maioria dos procedimentos restauradores.
Baixa Viscosidade
Provém do profissional que prefere utilizar compósitos de baixa viscosidade conhecidos como FLOW, em virtude de sua maior fluidez são indicados para:
Área de difícil acesso devido a disponibilização em seringas de ponta fina, que possibilita aplicação intermediária entre o adesivo e o compósito convencional devido ao seu baixo modo de elasticidade.
Selamento de fóssula e fissuras.
Cimentação de restauração indireta.
Alta Viscosidade
Recomendado para dentes posteriores e indevidamente chamados de compósitos condensáveis uma vez que o volume do material não é reduzido pela aplicação de pressão, na tentativa de associar a resina composta do amálgama.
Apresentam alta viscosidade, necessitando de + pressão durante a inserção e adaptação á cavidade.
Apresenta grande quantidade de carga e consequentemente, boas propriedades físico-mecânicas.
Boa alternativa para dentes posteriores.
Tamanho das partículas de carga
A quantidade de carga de uma resina composta é o principal fator determinante de suas propriedades físico-mecânicos.
Quanto maior o percentual de carga inorgânica, maior a resistência, maior o módulo de elasticidade e menor concentração de polimerização.
Macropartículas
1ª resinas empregadas no mercado, apresentavam partículas consideravelmente grandes com até 4um.
Desvantagens no bom polimento e principalmente a dificuldade na obtenção da lisura superficial ao longo do tempo = matriz orgânica frágil.
O resultado é uma superfície com aspecto opaco e irregular, além de maior propenso a incorporação do pigmento
Micropartículas
Tamanho médio de 0,04 um
Bom polimento, brilho e lisura superficial por + tempo.
Infelizmente, não permite a incorporação direta de um grande volume de carga do material.
Insuficiente para situações que existem maior resistência.
Híbridos
Apresentam partículas com 0,2-6 um associados a micropartículas 0,04um; permite melhorar a incorporação de partículas de carga á matriz orgânica.
Boas propriedades físico-mecânicos e lisura superficial aceitável.
Maior resistência 
Boa propriedade mecânica
Microhíbridas 
Com partículas entre 0,04um – materiais conhecidos como compósitos de uso universal.
Nanopartículas
Partículas inorgânicos com tamanho entre 20 e 75 nanômetros (principal vantagem)
Maior volume de carga á matriz permitindo combinar boas propriedades físico-mecânicas
Bom polimento, pois partículas extremamente pequenas .
Propriedades Opticas
Resinas com diversas finalidades (+estética)
Variedade de cores é fundamental para reproduzir as características cromáticas dos dentes naturais, relacionados á sobreposição de espessuras variadas de esmalte á dentina.
Dentina + Saturado – Translúcido
Esmalte + Translúcido – Saturado
Os compósitos para esmalte caracterizam-se por permitir a passagem da luz = maior translucidez de modo a copiar a relação óptica existente entre o esmalte e a dentina nos dentes naturais, conhecida como técnica de estratificação natural e permite a obtenção de resultados estéticos agradáveis desde que as matérias sejam aplicadas de forma correta.
Resinas extremamente opacas
Recomendados para o mascaramento de escurecido ou manchados e para a caracterização de restaurações.
Materiais brancos e opacos podem ser empregados por exemplo, para criar zonas de intensa reflexão de luz, simulando hipoplasia de esmalte.
Altamente Translúcidos
Indicados para reproduzir áreas com alta translucidez, como o terço incisal dos dentes anteriores, além das propriedades ópticas, como a opalescência e fluorescência similares ás dos dentes naturais, de modo que permite que as restaurações comportem-se adequadamente no que diz respeito á interação com a luz sob diferentes ângulos de observações e fontes luminosas variados.
Terço incisal de dentes anteriores.
Simular características ópticas de opalescência e fluorescência dos dentes anteriores.
RESUMO DE DENTÍSTICA 1 FEITO COM
Aulas ministradas
Áudios das aulas
LIVRO: Odontologia Restauradora – Fundamentos & Técnicas Vol.1 Baratieri

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