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Gestão Orçamentaria e Financeira

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Questões resolvidas

Os estágios da receita e da despesa pública foram definidos pela Lei 4.320/1964 e seus conceitos permaneceram inalterados ao longo das últimas décadas. Tratamos deles em nossa última aula. Chamamos a atenção para não confundir os estágios da receita com os da despesa pública.
Assinale a alternativa correta em relação aos estágios da receita e da despesa pública:
a. O empenho consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
b. Na arrecadação, os agentes arrecadadores entregam o produto da arrecadação ao ente público. Neste estágio, portanto, ocorre a efetiva entrada, nos cofres públicos, dos recursos financeiros arrecadados.
c. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho, o qual, em regra, deve ser formalizado mediante a emissão de um documento denominado nota de empenho.
d. O pagamento corresponde a efetiva entrada, nos cofres públicos, dos recursos financeiros arrecadados (receita pública).

Você aprendeu em nosso curso que o PPA é uma criação da Constituição de 1988 e que concretiza o planejamento de médio prazo do setor público, conforme as diretrizes, objetivos e metas nele estabelecidas.
A respeito do PPA, julgue os itens a seguir:
O PPA foi concebido como um instrumento de planejamento da ação governamental de médio prazo, ao qual os orçamentos anuais devem se submeter.
Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais devem ser elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional, ou seja, aprovados em lei formal.
O PPA estabelece as diretrizes, objetivos e metas para as despesas de capital e outras delas decorrentes e às relativas a programas de duração continuada.

Todo gestor público deve entender as funções do PPA, da LDO e da LOA, pois esses são instrumentos aliados do planejamento e da boa gestão. Apresentamos no início dessa aula as principais características desses instrumentos orçamentários, cuja elaboração e aprovação por lei – apenas – se impõe sobre todos os entes federados.
Marque a opção correta com relação às disposições constitucionais acerca do orçamento público:
a. Segundo a Constituição Federal de 1988, a União e os Estados devem elaborar e aprovar, na forma de lei, seus planos plurianuais (PPA), as leis de diretrizes orçamentárias (LDO) e as leis de orçamento anuais (LOA). Diferentemente, aos municípios só é obrigatória a elaboração da LDO e da LOA.
b. O PPA, a LDO e a LOA são formalizados mediante leis ordinárias de iniciativa exclusiva do Poder Executivo.
c. Em casos emergenciais, em especial a não aprovação da lei orçamentária antes do início do exercício, o Poder Executivo poderá aprovar o orçamento por meio de medida provisória.
d. Compete à LDO estabelecer, de forma regionalizada, diretrizes, objetivos e metas da administração pública para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

Os créditos adicionais ao orçamento foram tema da última aula. Recomendamos ao aluno reler os temas em caso de dúvida, lembrando que, em matéria de orçamento, vige o princípio da legalidade, portanto só podem ser utilizados como fonte os tipos de recursos previstos em lei. Quaisquer outros são ilegais e, portanto, não são permitidos.
Dentre elas, não se inclui:
Os créditos orçamentários adicionais são um importante instrumento à disposição do gestor público durante a execução orçamentária, pois permitem enfrentar situações em que o orçamento aprovado não se mostra mais conveniente e oportuno diante de situações novas ou mudanças no planejamento.
a. O superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior.
b. O excesso de arrecadação.
c. O produto de operações de crédito autorizadas em forma que juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las.
d. A sobra orçamentária de dotações não utilizadas.

Estudamos a evolução conceitual do orçamento público e o orçamento moderno no Brasil nessa aula, na qual aprendemos que o Brasil adota as modernas práticas do orçamento-programa. Reveja os respectivos tópicos e suas anotações em caso de dúvida.
Leia com atenção os itens a seguir, que tratam da evolução conceitual do orçamento público e do orçamento moderno no Brasil, e assinale a única alternativa incorreta:
a. O processo de evolução do orçamento público se realizou por incorporação de camadas, de forma que os grandes atributos dos orçamentos que precediam determinadas ondas evolutivas, em vez de abandonados, eram mantidos ao lado de outros que a eles se somavam.
b. Um aspecto ainda não incorporado pelos orçamentos públicos é o do planejamento, de forma que o instrumento político de controle de receitas e gastos também sirva de apoio à realização das missões governamentais.
c. O orçamento-programa é o modelo conceitual orçamentário atualmente aplicado no Brasil.
d. A Lei 4.320/1964 e o Decreto-Lei 200/1967, ainda vigentes, são normativos precursores do orçamento-programa no Brasil.

A realização de receitas e despesas corresponde à materialização do orçamento público, sendo a Lei 4.320/1964 o principal referencial normativo sobre o assunto até hoje. Tratamos desse tema em nossa aula, à qual remetemos o aluno em caso de necessidade de revisão.
Acerca da concepção teórica do orçamento público e sua aplicação à realidade brasileira, assinale a alternativa errada:
a. No Brasil, só é possível arrecadar receitas previamente estimadas.
b. No Brasil, nem todas as despesas fixadas na LOA devem ser necessariamente executadas.
c. A autorização na LOA é condição necessária para a realização de despesa pública.
d. Apesar do caráter eminentemente autorizativo do orçamento em nosso país, algumas despesas estão vinculadas a determinadas aplicações, como educação e saúde.

Aprendemos neste curso que a lei orçamentária deve ser proposta pelo Poder Executivo e aprovada pelo Poder Legislativo. Como lei formal que é, não pode ser alterada unilateralmente pelo Prefeito, por meio de decreto, sob pena de ilegalidade. A propósito, vimos que um dos princípios orçamentários é a legalidade, portanto o orçamento aprovado pelo Legislativo não pode ser alterado pelo Executivo conforme suas conveniências.
Imagine-se como Prefeito do seu Município. Uma das bandeiras de sua campanha eleitoral foi o Projeto Educação, composto de reforma de todas as escolas públicas, a contratação de mais professores e adoção do ensino em tempo integral para todas as crianças. O início da execução do seu plano pode ser efetivado pelos seguintes meios, exceto:
a. Analisar as receitas e despesas do orçamento atual para verificar o montante de recursos que pode ser realocado para o Projeto Educação na próxima lei orçamentária (retroalimentação);
b. Propor inclusão no planejamento governamental, materializado pelo plano plurianual, dos investimentos cuja execução poderá superar um ano, como as obras nas escolas.
c. Realocar para o Projeto Educação as dotações autorizadas na lei orçamentária vigente por meio de decreto, para posterior aprovação pelo Poder Legislativo.
d. Caso haja recursos e queira iniciar o Projeto Educação imediatamente, poderá propor ao Poder Legislativo a aprovação de créditos adicionais, por meio de lei formal.

As inovações da LRF sobre os papeis da LDO constam do art. 4º da Lei Complementar 101, de 2000. Vimos em aula que as diretrizes orçamentárias assumiram papel de dispor sobre a o equilíbrio fiscal e suas diversas facetas. Reveja o tópico 1.2 de nossa aula em caso de dúvidas.
A LRF agregou novas atribuições à Lei de Diretrizes Orçamentárias, dentre as quais não se inclui:
a. Critérios e forma de limitação de empenho (conhecido como “contingenciamento”).
b. Condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas.
c. Dar suporte normativo ao anexo de riscos fiscais e o anexo de metas fiscais.
d. Estabelecer os limites da dívida consolidada federal.

É importante conhecermos o histórico conceitual do orçamento para entendermos como esse evoluiu ao longo dos anos para, finalmente, estar hoje integrado ao planejamento e aos objetivos estratégicos da atuação governamental. Ou seja, mais que instrumento de administração de recursos, a peça orçamentária é um elemento de planejamento de longo prazo. Recomendamos uma nova espiada em nossa aula em caso de dúvidas, bem como nos tópicos 2.3 e 2.5.
O orçamento público nasceu como matéria político-econômica e, ao longo dos anos, evoluiu para a temática do planejamento governamental, transformando-se em instrumento de orientação da atuação do Poder Público. A esse respeito, assinale o único item incorreto:
a. Os orçamentos modernos evidenciam três dimensões complementares: não apenas os insumos e os produtos resultantes das despesas orçamentárias, mas também os objetivos dos gastos públicos, estruturados em programas.
b. São estágios da despesa pública, nessa ordem: empenho, liquidação e pagamento.
c. Vigora no ordenamento jurídico nacional o chamado “princípio da anualidade tributária”, de modo que é necessária a prévia autorização orçamentária para que ocorra a arrecadação de receitas tributárias.
d. Em sua origem, o orçamento público foi concebido como instrumento de controle político utilizado pelo Poder Legislativo para a fiscalização das finanças públicas. Tratava-se do orçamento tradicional, concebido de forma unidimensional: orientado a insumos, informava apenas o que as unidades governamentais estavam autorizadas a adquirir e os tetos financeiros para esse efeito.

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Questões resolvidas

Os estágios da receita e da despesa pública foram definidos pela Lei 4.320/1964 e seus conceitos permaneceram inalterados ao longo das últimas décadas. Tratamos deles em nossa última aula. Chamamos a atenção para não confundir os estágios da receita com os da despesa pública.
Assinale a alternativa correta em relação aos estágios da receita e da despesa pública:
a. O empenho consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
b. Na arrecadação, os agentes arrecadadores entregam o produto da arrecadação ao ente público. Neste estágio, portanto, ocorre a efetiva entrada, nos cofres públicos, dos recursos financeiros arrecadados.
c. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho, o qual, em regra, deve ser formalizado mediante a emissão de um documento denominado nota de empenho.
d. O pagamento corresponde a efetiva entrada, nos cofres públicos, dos recursos financeiros arrecadados (receita pública).

Você aprendeu em nosso curso que o PPA é uma criação da Constituição de 1988 e que concretiza o planejamento de médio prazo do setor público, conforme as diretrizes, objetivos e metas nele estabelecidas.
A respeito do PPA, julgue os itens a seguir:
O PPA foi concebido como um instrumento de planejamento da ação governamental de médio prazo, ao qual os orçamentos anuais devem se submeter.
Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais devem ser elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional, ou seja, aprovados em lei formal.
O PPA estabelece as diretrizes, objetivos e metas para as despesas de capital e outras delas decorrentes e às relativas a programas de duração continuada.

Todo gestor público deve entender as funções do PPA, da LDO e da LOA, pois esses são instrumentos aliados do planejamento e da boa gestão. Apresentamos no início dessa aula as principais características desses instrumentos orçamentários, cuja elaboração e aprovação por lei – apenas – se impõe sobre todos os entes federados.
Marque a opção correta com relação às disposições constitucionais acerca do orçamento público:
a. Segundo a Constituição Federal de 1988, a União e os Estados devem elaborar e aprovar, na forma de lei, seus planos plurianuais (PPA), as leis de diretrizes orçamentárias (LDO) e as leis de orçamento anuais (LOA). Diferentemente, aos municípios só é obrigatória a elaboração da LDO e da LOA.
b. O PPA, a LDO e a LOA são formalizados mediante leis ordinárias de iniciativa exclusiva do Poder Executivo.
c. Em casos emergenciais, em especial a não aprovação da lei orçamentária antes do início do exercício, o Poder Executivo poderá aprovar o orçamento por meio de medida provisória.
d. Compete à LDO estabelecer, de forma regionalizada, diretrizes, objetivos e metas da administração pública para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

Os créditos adicionais ao orçamento foram tema da última aula. Recomendamos ao aluno reler os temas em caso de dúvida, lembrando que, em matéria de orçamento, vige o princípio da legalidade, portanto só podem ser utilizados como fonte os tipos de recursos previstos em lei. Quaisquer outros são ilegais e, portanto, não são permitidos.
Dentre elas, não se inclui:
Os créditos orçamentários adicionais são um importante instrumento à disposição do gestor público durante a execução orçamentária, pois permitem enfrentar situações em que o orçamento aprovado não se mostra mais conveniente e oportuno diante de situações novas ou mudanças no planejamento.
a. O superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior.
b. O excesso de arrecadação.
c. O produto de operações de crédito autorizadas em forma que juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las.
d. A sobra orçamentária de dotações não utilizadas.

Estudamos a evolução conceitual do orçamento público e o orçamento moderno no Brasil nessa aula, na qual aprendemos que o Brasil adota as modernas práticas do orçamento-programa. Reveja os respectivos tópicos e suas anotações em caso de dúvida.
Leia com atenção os itens a seguir, que tratam da evolução conceitual do orçamento público e do orçamento moderno no Brasil, e assinale a única alternativa incorreta:
a. O processo de evolução do orçamento público se realizou por incorporação de camadas, de forma que os grandes atributos dos orçamentos que precediam determinadas ondas evolutivas, em vez de abandonados, eram mantidos ao lado de outros que a eles se somavam.
b. Um aspecto ainda não incorporado pelos orçamentos públicos é o do planejamento, de forma que o instrumento político de controle de receitas e gastos também sirva de apoio à realização das missões governamentais.
c. O orçamento-programa é o modelo conceitual orçamentário atualmente aplicado no Brasil.
d. A Lei 4.320/1964 e o Decreto-Lei 200/1967, ainda vigentes, são normativos precursores do orçamento-programa no Brasil.

A realização de receitas e despesas corresponde à materialização do orçamento público, sendo a Lei 4.320/1964 o principal referencial normativo sobre o assunto até hoje. Tratamos desse tema em nossa aula, à qual remetemos o aluno em caso de necessidade de revisão.
Acerca da concepção teórica do orçamento público e sua aplicação à realidade brasileira, assinale a alternativa errada:
a. No Brasil, só é possível arrecadar receitas previamente estimadas.
b. No Brasil, nem todas as despesas fixadas na LOA devem ser necessariamente executadas.
c. A autorização na LOA é condição necessária para a realização de despesa pública.
d. Apesar do caráter eminentemente autorizativo do orçamento em nosso país, algumas despesas estão vinculadas a determinadas aplicações, como educação e saúde.

Aprendemos neste curso que a lei orçamentária deve ser proposta pelo Poder Executivo e aprovada pelo Poder Legislativo. Como lei formal que é, não pode ser alterada unilateralmente pelo Prefeito, por meio de decreto, sob pena de ilegalidade. A propósito, vimos que um dos princípios orçamentários é a legalidade, portanto o orçamento aprovado pelo Legislativo não pode ser alterado pelo Executivo conforme suas conveniências.
Imagine-se como Prefeito do seu Município. Uma das bandeiras de sua campanha eleitoral foi o Projeto Educação, composto de reforma de todas as escolas públicas, a contratação de mais professores e adoção do ensino em tempo integral para todas as crianças. O início da execução do seu plano pode ser efetivado pelos seguintes meios, exceto:
a. Analisar as receitas e despesas do orçamento atual para verificar o montante de recursos que pode ser realocado para o Projeto Educação na próxima lei orçamentária (retroalimentação);
b. Propor inclusão no planejamento governamental, materializado pelo plano plurianual, dos investimentos cuja execução poderá superar um ano, como as obras nas escolas.
c. Realocar para o Projeto Educação as dotações autorizadas na lei orçamentária vigente por meio de decreto, para posterior aprovação pelo Poder Legislativo.
d. Caso haja recursos e queira iniciar o Projeto Educação imediatamente, poderá propor ao Poder Legislativo a aprovação de créditos adicionais, por meio de lei formal.

As inovações da LRF sobre os papeis da LDO constam do art. 4º da Lei Complementar 101, de 2000. Vimos em aula que as diretrizes orçamentárias assumiram papel de dispor sobre a o equilíbrio fiscal e suas diversas facetas. Reveja o tópico 1.2 de nossa aula em caso de dúvidas.
A LRF agregou novas atribuições à Lei de Diretrizes Orçamentárias, dentre as quais não se inclui:
a. Critérios e forma de limitação de empenho (conhecido como “contingenciamento”).
b. Condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas.
c. Dar suporte normativo ao anexo de riscos fiscais e o anexo de metas fiscais.
d. Estabelecer os limites da dívida consolidada federal.

É importante conhecermos o histórico conceitual do orçamento para entendermos como esse evoluiu ao longo dos anos para, finalmente, estar hoje integrado ao planejamento e aos objetivos estratégicos da atuação governamental. Ou seja, mais que instrumento de administração de recursos, a peça orçamentária é um elemento de planejamento de longo prazo. Recomendamos uma nova espiada em nossa aula em caso de dúvidas, bem como nos tópicos 2.3 e 2.5.
O orçamento público nasceu como matéria político-econômica e, ao longo dos anos, evoluiu para a temática do planejamento governamental, transformando-se em instrumento de orientação da atuação do Poder Público. A esse respeito, assinale o único item incorreto:
a. Os orçamentos modernos evidenciam três dimensões complementares: não apenas os insumos e os produtos resultantes das despesas orçamentárias, mas também os objetivos dos gastos públicos, estruturados em programas.
b. São estágios da despesa pública, nessa ordem: empenho, liquidação e pagamento.
c. Vigora no ordenamento jurídico nacional o chamado “princípio da anualidade tributária”, de modo que é necessária a prévia autorização orçamentária para que ocorra a arrecadação de receitas tributárias.
d. Em sua origem, o orçamento público foi concebido como instrumento de controle político utilizado pelo Poder Legislativo para a fiscalização das finanças públicas. Tratava-se do orçamento tradicional, concebido de forma unidimensional: orientado a insumos, informava apenas o que as unidades governamentais estavam autorizadas a adquirir e os tetos financeiros para esse efeito.

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20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 1/10
Painel / Meus cursos / Gestão Orçamentária e Financeira / Aula 1 / Questionário 1
Iniciado em quarta, 20 nov 2019, 11:30
Estado Finalizada
Concluída em quarta, 20 nov 2019, 14:53
Tempo
empregado 3 horas 23 minutos
Notas 6,00/10,00
Avaliar 18,00 de um máximo de 30,00(60%)
Questão 1
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Assinale a alternativa correta em relação aos estágios da receita e da
despesa pública:
 
a. O empenho consiste na verificação do direito adquirido pelo
credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do
respectivo crédito.
b. Na arrecadação, os agentes arrecadadores entregam o produto
da arrecadação ao ente público. Neste estágio, portanto, ocorre a
efetiva entrada, nos cofres públicos, dos recursos financeiros
arrecadados.
c. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho, o qual,
em regra, deve ser formalizado mediante a emissão de um
documento denominado nota de empenho. 
d. O pagamento corresponde a efetiva entrada, nos cofres
públicos, dos recursos financeiros arrecadados (receita pública).
Sua resposta está correta.
Os estágios da receita e da despesa pública foram definidos pela
Lei 4.320/1964 e seus conceitos permaneceram inalterados ao longo
das últimas décadas. Tratamos deles em nossa última aula. Chamamos
a atenção para não confundir os estágios da receita com os da despesa
pública.
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 2/10
Questão 2
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
A respeito do PPA, julgue os itens a seguir:
O PPA foi concebido como um instrumento
de planejamento da ação governamental
de médio prazo, ao qual os orçamentos
anuais devem se submeter.
Verdadeiro

Os planos e programas nacionais,
regionais e setoriais devem ser elaborados
em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional, ou
seja, aprovados em lei formal. 
Verdadeiro

O PPA estabelece as diretrizes, objetivos e
metas para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e às relativas a
programas de duração continuada. 
Verdadeiro

Sua resposta está correta.
Você aprendeu em nosso curso que o PPA é uma criação da
Constituição de 1988 e que concretiza o planejamento de médio prazo
do setor público, conforme as diretrizes, objetivos e metas nele
estabelecidas. 
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 3/10
Questão 3
Incorreto
Atingiu 0,00 de 1,00
Marque a opção correta com relação às disposições constitucionais
acerca do orçamento público:
 
a. Segundo a Constituição Federal de 1988, a União e os Estados
devem elaborar e aprovar, na forma de lei, seus planos plurianuais
(PPA), as leis de diretrizes orçamentárias (LDO) e as leis de
orçamento anuais (LOA). Diferentemente, aos municípios só é
obrigatória a elaboração da LDO e da LOA. 
b. O PPA, a LDO e a LOA são formalizados mediante leis
ordinárias de iniciativa exclusiva do Poder Executivo.
c. Em casos emergenciais, em especial a não aprovação da lei
orçamentária antes do início do exercício, o Poder Executivo poderá
aprovar o orçamento por meio de medida provisória.
d. Compete à LDO estabelecer, de forma regionalizada, diretrizes,
objetivos e metas da administração pública para as despesas de
capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas
de duração continuada.
Sua resposta está incorreta.
Todo gestor público deve entender as funções do PPA, da LDO e da
LOA, pois esses são instrumentos aliados do planejamento e da boa
gestão. Apresentamos no início dessa aula as principais características
desses instrumentos orçamentários, cuja elaboração e aprovação por
lei – apenas – se impõe sobre todos os entes federados. Reveja nosso
material em caso de dúvida.
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 4/10
Questão 4
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Os créditos orçamentários adicionais são um importante instrumento à
disposição do gestor público durante a execução orçamentária, pois
permitem enfrentar situações em que o orçamento aprovado não se
mostra mais conveniente e oportuno diante de situações novas ou
mudanças no planejamento. É que os créditos adicionais permitem
tanto incluir despesas inicialmente não previstas como para reforçar
dotações de despesas já autorizadas. Para serem aprovadas, as
propostas de créditos suplementares e especiais precisam indicar as
fontes de recursos. Dentre elas, não se inclui:
 
a. O superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do
exercício anterior.
b. O excesso de arrecadação.
c. O produto de operações de crédito autorizadas em forma que
juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las
d. A sobra orçamentária de dotações não utilizadas. 
Sua resposta está correta.
Os créditos adicionais ao orçamento foram tema da última aula.
Recomendamos ao aluno reler os temas em caso de dúvida, lembrando
que, em matéria de orçamento, vige o princípio da legalidade, portanto
só podem ser utilizados como fonte os tipos de recursos previstos em
lei. Quaisquer outros são ilegais e, portanto, não são permitidos.
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 5/10
Questão 5
Incorreto
Atingiu 0,00 de 1,00
Leia com atenção os itens a seguir, que tratam da evolução conceitual
do orçamento público e do orçamento moderno no Brasil, e assinale a
única alternativa incorreta:
 
a. O processo de evolução do orçamento público se realizou por
incorporação de camadas, de forma que os grandes atributos dos
orçamentos que precediam determinadas ondas evolutivas, em vez
de abandonados, eram mantidos ao lado de outros que a eles se
somavam. 
b. Um aspecto ainda não incorporado pelos orçamentos públicos
é o do planejamento, de forma que o instrumento político de
controle de receitas e gastos também sirva de apoio à realização
das missões governamentais.
c. O orçamento-programa é o modelo conceitual orçamentário
atualmente aplicado no Brasil.
d. A Lei 4.320/1964 e o Decreto-Lei 200/1967, ainda vigentes, são
normativos precursores do orçamento-programa no Brasil.
Sua resposta está incorreta.
Estudamos a evolução conceitual do orçamento público e o orçamento
moderno no Brasil nessa aula, na qual aprendemos que o Brasil adota
as modernas práticas do orçamento-programa. Reveja os respectivos
tópicos e suas anotações em caso de dúvida.
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 6/10
Questão 6
Incorreto
Atingiu 0,00 de 1,00
Acerca da concepção teórica do orçamento público e sua aplicação à
realidade brasileira, assinale a alternativa errada:
 
a. No Brasil, só é possível arrecadar receitas previamente
estimadas.
b. No Brasil, nem todas as despesas fixadas na LOA devem ser
necessariamente executadas. 
c. A autorização na LOA é condição necessária para a realização
de despesa pública.
d. Apesar do caráter eminentemente autorizativo do orçamento
em nosso país, algumas despesas estão vinculadas a determinadas
aplicações, como educação e saúde.
Sua resposta está incorreta.
A realização de receitas e despesas corresponde à materialização do
orçamento público, sendo a Lei 4.320/1964 o principal referencial
normativo sobre o assunto até hoje. Tratamos desse tema em nossa
aula, à qual remetemos o aluno em caso de necessidade de revisão.
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 7/10
Questão 7
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Imagine-se como Prefeito do seu Município. Uma das bandeiras de sua
campanha eleitoral foi o Projeto Educação, composto dereforma de
todas as escolas públicas, a contratação de mais professores e adoção
do ensino em tempo integral para todas as crianças. O início da
execução do seu plano pode ser efetivado pelos seguintes meios,
exceto:
 
a. Analisar as receitas e despesas do orçamento atual para
verificar o montante de recursos que pode ser realocado para o
Projeto Educação na próxima lei orçamentária (retroalimentação);
b. Propor inclusão no planejamento governamental,
materializado pelo plano plurianual, dos investimentos cuja
execução poderá superar um ano, como as obras nas escolas.
c. Realocar para o Projeto Educação as dotações autorizadas na
lei orçamentária vigente por meio de decreto, para posterior
aprovação pelo Poder Legislativo. 
d. Caso haja recursos e queira iniciar o Projeto Educação
imediatamente, poderá propor ao Poder Legislativo a aprovação de
créditos adicionais, por meio de lei formal.
Sua resposta está correta.
Aprendemos neste curso que a lei orçamentária deve ser proposta pelo
Poder Executivo e aprovada pelo Poder Legislativo. Como lei formal que
é, não pode ser alterada unilateralmente pelo Prefeito, por meio de
decreto, sob pena de ilegalidade. A propósito, vimos que um dos
princípios orçamentários é a legalidade, portanto o orçamento
aprovado pelo Legislativo não pode ser alterado pelo Executivo
conforme suas conveniências.
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 8/10
Questão 8
Incorreto
Atingiu 0,00 de 1,00
A LRF agregou novas atribuições à Lei de Diretrizes Orçamentárias,
dentre as quais não se inclui:
 
a. Critérios e forma de limitação de empenho (conhecido como
“contingenciamento”).
b. Condições e exigências para transferências de recursos a
entidades públicas e privadas.
c. Dar suporte normativo ao anexo de riscos fiscais e o anexo de
metas fiscais. 
d. Estabelecer os limites da dívida consolidada federal.
Sua resposta está incorreta.
As inovações da LRF sobre os papeis da LDO constam do art. 4º da Lei
Complementar 101, de 2000. Vimos em aula que as diretrizes
orçamentárias assumiram papel de dispor sobre a o equilíbrio fiscal e
suas diversas facetas. Reveja o tópico 1.2 de nossa aula em caso de
dúvidas. 
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 9/10
Questão 9
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
O orçamento público nasceu como matéria político-econômica e, ao
longo dos anos, evoluiu para a temática do planejamento
governamental, transformando-se em instrumento de orientação da
atuação do Poder Público. A esse respeito, assinale o único item
incorreto:
 
a. Os orçamentos modernos evidenciam três dimensões
complementares: não apenas os insumos e os produtos resultantes
das despesas orçamentárias, mas também os objetivos dos gastos
públicos, estruturados em programas.
b. São estágios da despesa pública, nessa ordem: empenho,
liquidação e pagamento.
c. Vigora no ordenamento jurídico nacional o chamado “princípio
da anualidade tributária”, de modo que é necessária a prévia
autorização orçamentária para que ocorra a arrecadação de
receitas tributárias. 
d. Em sua origem, o orçamento público foi concebido como
instrumento de controle político utilizado pelo Poder Legislativo
para a fiscalização das finanças públicas. Tratava-se do orçamento
tradicional, concebido de forma unidimensional: orientado a
insumos, informava apenas o que as unidades governamentais
estavam autorizadas a adquirir e os tetos financeiros para esse
efeito.
Sua resposta está correta.
É importante conhecermos o histórico conceitual do orçamento para
entendermos como esse evoluiu ao longo dos anos para, finalmente,
estar hoje integrado ao planejamento e aos objetivos estratégicos da
atuação governamental. Ou seja, mais que instrumento de
administração de recursos, a peça orçamentária é um elemento de
planejamento de longo prazo. Recomendamos uma nova espiada em
nossa aula em caso de dúvidas, bem como nos tópicos 2.3 e 2.5.
20/11/2019 Questionário 1
https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=4368298 10/10
Questão 10
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Marque a opção correta com relação às disposições constitucionais
acerca do orçamento público:
 
a. Segundo a Constituição Federal de 1988, a União e os Estados
devem elaborar e aprovar, na forma de lei, seus planos plurianuais
(PPA), as leis de diretrizes orçamentárias (LDO) e as leis de
orçamento anuais (LOA). Diferentemente, aos municípios só é
obrigatória a elaboração da LDO e da LOA.
b. O PPA, a LDO e a LOA são formalizados mediante leis
ordinárias de iniciativa exclusiva do Poder Executivo. 
c. Em casos emergenciais, em especial a não aprovação da lei
orçamentária antes do início do exercício, o Poder Executivo poderá
aprovar o orçamento por meio de medida provisória.
d. Compete à LDO estabelecer, de forma regionalizada, diretrizes,
objetivos e metas da administração pública para as despesas de
capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas
de duração continuada.
Sua resposta está correta.
Todo gestor público deve entender as funções do PPA, da LDO e da
LOA, pois esses são instrumentos aliados do planejamento e da boa
gestão. Apresentamos no início dessa aula as principais características
desses instrumentos orçamentários, cuja elaboração e aprovação por
lei – apenas – se impõe sobre todos os entes federados. Reveja nosso
material em caso de dúvida.

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