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AULA 7 Moldagem, Fundição, RMM, Instalação, OHO Colunas1 Exame Clínico* Planejamento e Delineamento Preparo de Boca Moldagem Funcional Prova da estrutura metálica Registro Oclusal e Seleção de Dentes Artificiais Prova dos Dentes Artificiais Instalação da PPR e Orientação de Higiene Oral Proservação Etapas Clínicas Técnicas de Moldagem Moldagem de Trabalho Moldagem Funcional • Moldeira de Estoque; • Dentossuportado (Classe III , Classe IV); • Moldagem Funcional; • Moldagem de Boca Fechada; • Moldagem do Modelo Alterado; • Dentomucossuportado; • Classe I, Classe II; • Casos de Classe III e Classe IV extensas; Moldagem de Trabalho • Moldeira de Estoque; • Dentossuportado (Classe III , Classe IV); • Elastômeros – Silicones de Adição ou Condensação; Moldagem Funcional • Moldagem Funcional; • Moldagem de Boca Fechada; • Moldagem do Modelo Alterado; • Dentomucossuportado; • Classe I, Classe II; • Casos de Classe III e Classe IV extensas; Moldeira em Resina Acrílica Alívios em Cera 7 na região dentada Moldagem Funcional • Moldagem Funcional; • Moldagem de Boca Fechada; • Moldagem do Modelo Alterado; • Dentomucossuportado; • Classe I, Classe II; • Casos de Classe III e Classe IV extensas; Selamento Periférico com Godiva de Baixa Fusão Moldagem Funcional • Moldagem Funcional; • Moldagem de Boca Fechada; • Moldagem do Modelo Alterado; • Dentomucossuportado; • Classe I, Classe II; • Casos de Classe III e Classe IV extensas; Encaixotamento Como em PT • Uso de Gesso tipo IV; • Remoção do modelo em água fervente; Moldagem Funcional • Moldagem Funcional; • Moldagem de Boca Fechada; • Moldagem do Modelo Alterado; • Dentomucossuportado; • Classe I, Classe II; • Casos de Classe III e Classe IV extensas; Condições para Realizar 1. Realizada após a montagem e prova dos dentes artificiais; 2. Casos de Classe I ou II (Presença de Extremo Livre); 3. Se for impossível moldar a área edêntula durante a moldagem funcional; 4. Só poderá ser indicada quando a armação estiver estável no modelo; Moldagem Funcional • Moldagem Funcional; • Moldagem de Boca Fechada; • Moldagem do Modelo Alterado; • Dentomucossuportado; • Classe I, Classe II; • Casos de Classe III e Classe IV extensas; Pasta de óxido de Zinco-enólica Poliéter Polissulfeto Silicones Utiliza a base da prótese como moldeira Moldagem Funcional • Moldagem Funcional; • Moldagem de Boca Fechada; • Moldagem do Modelo Alterado; • Dentomucossuportado; • Classe I, Classe II; • Casos de Classe III e Classe IV extensas; Realizar a moldagem de extremos livres Indicado para casos de Classe I ou II Moldeira são as bases das próteses (Resina Acrílica) Elastômeros e Pasta Zinco-enólica Envio para o Laboratório • Solicitar a fundição da estrutura metálica, conforme o planejamento descrito, em liga de cromo e cobalto; • Enviar o modelo de estudo (cimentação da haste metálica) e trabalho delineado (placa guia de transferência); • Na guia do laboratório enviar o desenho da estrutura metálica e descrever os elementos constituintes usados; Etapas Laboratoriais Vendas Fundição Montagem dos Dentes Prensagem e Acrilização Fundição Ligas Metálicas Tipo de Ligas Descrição Aplicação Áuricas 70% alto conteúdo de ouro ouro/prata/cobre/paládio PPR, PPF, Restaurações Parciais, Núcelos Fundidos Preciosas Alto valor comercial Prata, paládio, platina PPF, Núcelos Fundidos Alternativas Mais econômicos Titânio, alumínio, cromo, cobalto, molibidenio, vanadio. PPR, PPF, Restaurações Parciais Ligas Metálicas para PPR Tipo de Ligas Vantagens Desvantagens Cobalto-Cromo Baixa Densidade Alto módulo de elasticidade Resistente a descoloração Baixo Custo Elevada contração Titânio Biocompatível Baixo módulo de elasticidade Susceptível ao desgaste e deformação Maior espessura Áuricas Menor Módulo de Elasticidade Excelentes propriedades Mecânicas Custo elevado Técnicas Técnica da Cera Perdida Frasagem de Metal (Cad-Cam) Técnica da Cera Perdida Padrão em Cera Inclusão em Revestimento Perda da Cera Fundição propriamente dita Técnica da Cera Perdida 1. Alívio do modelo de trabalho, onde for localizado as selas e conector maior Técnica da Cera Perdida Técnica da Cera Perdida 2. Obter o modelo de refratário Técnica da Cera Perdida Técnica da Cera Perdida 2. Obter o modelo de refratário Técnica da Cera Perdida Revestimento aglutinado por gesso Técnica da Cera Perdida 2. Obter o modelo de refratário e delineamento Técnica da Cera Perdida *Delineamento Técnica da Cera Perdida 3. Enceramento do modelo de refratário Técnica da Cera Perdida Técnica da Cera Perdida 4. Conduto de alimentação e Cadinho Técnica da Cera Perdida Técnica da Cera Perdida 5. Posicionamento sobre o Anel e Forno de Cera Técnica da Cera Perdida Técnica da Cera Perdida 6. Fundição Propriamente Dita Técnica da Cera Perdida Técnica da Cera Perdida 7. Desinclusão, Acabamento e Polimento Técnica da Cera Perdida Modelo de Estudo Modelo de Trabalho Modelo de Trabalho Alterado Moldelos PPR Modelo de Refratário Prova da Estrutura Metálica Colunas1 Exame Clínico* Planejamento e Delineamento Preparo de Boca Moldagem Funcional Prova da estrutura metálica Registro Oclusal e Seleção de Dentes Artificiais Prova dos Dentes Artificiais Instalação da PPR e Orientação de Higiene Oral Proservação Etapas Clínicas Pontos a serem avaliados 1. Observar se a estrutura metálica condiz com o planejamento; 2. Passividade da estrutura em boca; 3. Retenção e adaptação dos componentes da PPR; 4. Distância entre a sela e fibromucosa (Silicone ou Cera); 5. Necessidade de Ajustes. Relação Maxilomandibular e Seleção de Dentes Colunas1 Exame Clínico* Planejamento e Delineamento Preparo de Boca Moldagem Funcional Prova da estrutura metálica Registro Oclusal e Seleção de Dentes Artificiais Prova dos Dentes Artificiais Instalação da PPR e Orientação de Higiene Oral Proservação Etapas Clínicas Dimensão Vertical (DV) é o espaço intermaxilar de um indivíduo, que é observado nas mais variadas posições que a mandíbula possa ocupar em relação à maxila, medido no PLANO VERTICAL. Cerveira Netto, 1987 Dimensão Vertical A DVR é independe da presença de dentes (Thompson, 1946; Heartwel e Rahn, 1974). Pode mudar no decorrer da vida (Leof, 1950; Talgren, 1966). Prof. TJA Paes Jr Dimensão Vertical Dimensão Vertical OCLUSÃO (DVO) Posição de contato dentário Transferida para o ASA pelos planos de orientação em cera ! Prof. TJA Paes Jr Dimensão Vertical Espaço Funcional Livre Posição de repouso mandibular (tônus muscular) DVR – DVO = EFL DVO + EFL = DVR DVR – EFL = DVO 3,0 mm Prof. TJA Paes Jr Dimensão Vertical Espaço Funcional de Pronúncia O espaço funcional livre é uma medida fisiológica, ao passo que o espaço funcional de pronúncia é obtida por um método fonético. EFL • Tônus muscular • Estático EFP • Fonação • Funcional • Menor Dimensão Vertical DVO PLANOS DE ORIENTAÇÃO EM CERA TRANSFERIR PARA ASA DETERMINAR ADV Prof. TJA Paes Jr Dimensão Vertical Métodos para determinar a DV • BOSS (Potência Muscular) • MONSON (Deglutição) • Máscara Facial (Extrações prévias) • WILLIS* Diretos • SEARS (Paralelismo entre arcos) • TURNER E FOX (Estético)* • SILVERMAN (Fonético)* Indiretos Dimensão Vertical Método de Turner e Fox (Estético/Plenitude Facial) Reconstituição facial tendo-se como referências: -Conformação dos sulcos nasogenianos, -Harmonia do terço inferior, -Obtenção da plenitude facial (DVR). Dimensão Vertical Método de Silverman (Fonético) Necessidade de avaliação do espaço funcional de prenuncia - EFP. Mississipi Massachussets Sessenta e seis EFP Dimensão Vertical Sempre menor que o EFL O mau estabelecimento da DV leva a: DTM; Dificuldade de fala e mastigação; Surgimento de hábitos parafuncionais; Dimensão Vertical • RELAÇÃO CÊNTRICA (RC) • MÁXIMA INTERCUSPIDAÇÃO HABITUAL (MIH) • OCLUSÃO EM RELAÇÃO CÊNTRICA (ORC) Posição de Trabalho Situações Clínicas/ Posições de Trabalho RC MIH OC Prótese Total Dupla X X Prótese Total + PPR X PPR + Dentes Naturais X PPR Dupla (Classe II) X PPR Dupla (Classe III) X PPR Dupla (Classe IV) X PPR Dupla (Classe I) X Posição de Trabalho Relação Cêntrica (RC) “Para se registrar a RC corretamente é necessário ser capaz de defini-la antes” Kingery (1959) Posição condilar; Posição ântero-superior do côndilo em relação a eminência articular; Posição Ortopédica; Posição Confortável e Aceita pelos pacientes. Posição de Trabalho Paiva, 2007 (Cap 8; 104 -107p.); Mezzomo et al., 2008; Telles et al., 2009; Pegoraro et al., 2013; Okenson, 2000; Dawson , 1993. Manipulação do mento, deglutição e retrusão da língua para alcançar a RC, guiar o paciente durante o fechamento. Relação Cêntrica (RC) Posição de Trabalho Máxima Intercuspidação Habitual (MIH) Posição em que ocorre o máximo número de contatos entre os dentes posteriores maxilares e mandibulares, com os côndilos fora da posição de Relação Central. Posição de Trabalho Oclusão Cêntrica (OC) RC MIH Ausência de contatos prematuros , não havendo interferências em RC; ocorre em 10% da população; adotada em reabilitações orais extensas. OC Posição de Trabalho Posição de Trabalho Montagem em ASA (Tomada do Arco Facial) Envio para o Laboratório • Solicitar a montagem dos dentes artificiais; • Determinar a cor (escala utilizada); • Em caso de envolvimento de dentes anteriores, determinar o tamanho e formato; Envio para o Laboratório • Solicitar a acrilização das PPRs; • Determinar a cor da resina para gengiva (escala utilizada); • Selecionar o tipo de ciclo de polimerização; Instalação, Ajuste, Higienização e Proservação Colunas1 Exame Clínico* Planejamento e Delineamento Preparo de Boca Moldagem Funcional Prova da estrutura metálica Registro Oclusal e Seleção de Dentes Artificiais Prova dos Dentes Artificiais Instalação da PPR e Orientação de Higiene Oral Proservação Etapas Clínicas Instalação, Ajuste, Higienização e Proservação Instalação, Ajuste, Higienização e Proservação •Alívio de freios e bridas (se necessário) e grampos; •Área de compressão; •Evidenciar com pasta branca (pasta óxido de zinco e eugenol). Contatos Simplificados: 1. Função adequada; 2. Estabilidade Oclusal; 3. Facilidade de obtenção; 4. Qualquer tratamento restaurador; 5. Contatos puntiformes; 6. Próximo ao centro dos dentes posteriores; 7. Leve contato em dentes anteriores; 8. Eliminar contatos em FV, FP, Ponta de cúspide. Instalação, Ajuste, Higienização e Proservação Instalação, Ajuste, Higienização e Proservação PPR não convencionais PPR PF Coroas Fresadas + Attachment PPR Conjugada por sistema de encaixe Coroas Fresadas e Attachments Coroas Fresadas e Attachments • Attachments ou Encaixes são dispositivos de retenção; •Coroas Fresadas; •Conectores menores; • Conecta a coroa fresada a prótese removível; • Sucesso da reabilitação depende da capacidade do dentista e técnico. • Indicação: necessidade de estética, migrações, giroversões e extrusão dentais; •Contra-indicado: Saúde periodontal e higiene deficiente. Coroas Fresadas e Attachments “ A extração de todos os dentes naturais e a colocação de PT não é o tratamento mais desejável, pois leva à perda da sensibilidade, progressiva reabsorção alveolar além da transferência de todas as forças oclusais para o rebordo residual” Telles, D (2003) Reabsorção óssea “ Overdenture é uma prótese parcial removível ou total, fabricada sobre dentes ou raízes suporte, ou sobre implantes osseointegrados, obtendo suporte ainda do rebordo residual. Renner,1990 Casquete Metálico “ Overdenture é uma prótese parcial removível ou total, fabricada sobre dentes ou raízes suporte, ou sobre implantes osseointegrados, obtendo suporte ainda do rebordo residual. Renner,1990 Sistema Barra Clip “ Overdenture é uma prótese parcial removível ou total, fabricada sobre dentes ou raízes suporte, ou sobre implantes osseointegrados, obtendo suporte ainda do rebordo residual. Renner,1990 Sistema O’ring Indicação e Contra-indicação •Poucos dentes remanescentes •Prognóstico duvidoso (P.P.F. ou P.P.R.) •Relação coroa/raiz alterada •Prótese Total desfavorável •Pobre higiene oral •Paciente desmotivado •Dentes mal posicionados •Custo •Psicológicas Paranhos et al, 1999 Graser & Rogoff, 1990 Paranhos et al, 1999 Overdenture Considerações Descrição Vantagens Manutenção do osso alveolar Preservação da propriocepção Eficiência mastigatória Melhor condição de suporte, retenção e estabilidade Redução do trauma psicológico Walters, 1990 Paranhos et al, 1999 Desvantagens Tempo adicional de trabalho Maior custo (Tratamento Endodôntico, Cirurgia Periodontal, Implantes) Manutenção rigorosa Técnica mais trabalhosa Renner, 1990 Paranhos et al, 1999 Considerações Descrição Longevidade de 38 a 80 meses (média de 59,6 meses) Reitz, Weiner & Levin, 1980 Principais Problemas Risco de doenças periodontais (94% dos pacientes – 5 anos) Risco de cáries (2,7% a 20,6% dos pacientes - 5 anos) Ettinger, Taylor & Scandrett, 1984 Overdenture Tipo de Prótese Antagonista Padrão de Oclusão Prótese Total Mucossuportada Dentes Naturais Oclusão Mutuamente Protegida Prótese Total Mucossuportada Oclusão Mutuamente Protegida Overdenture Tipo PT Prótese Total Mucossuportada Oclusão Balanceada Bilateral Oclusão Lingualizada em rebordos muito reabsorvidos Padrão de Oclusão Perda da DV Referências Batista AUD, Russi S, Arioli Filho JN.Comparações entre overdentures e próteses totais fixas sobre implantes. Revisão da Literatura. Rev.ABONac. 2005; 13(4): 208-13. Batista AUD, Russi S, Arioli Filho JN, Oliva E. Overdentures sobre implantes: Revisão de Literatura. Rev. Bras. Implantodont. Prótese Implant. 2005;12 (45): 67-73. DI FIORE, S. R.; DI FIORE, S. R. Atlas de prótese parcial removível: princípios biomecânicos, bioprotéticos e de oclusão. São Paulo: Santos, 2013. TODESCAN, R.; SILVA, E. E.; SILVA, O. J. Atlas de prótese parcial removível. Ed. Santos, 1ª edição, 1996. TELLES, D.; HOLLWEG, H.; CASTELLUCI, L. Prótese total Convencional e Sobre implantes. Ed. Santos, 1ª edição, 2003. Guilherme AS, Freitas GC, Carvalho Junior H, Moura MS, Fernandes AF, Da Cunha CS. Prótese parcial removível (PPR) com attachments extracoronários resilientes tipo Odontofi x®: relato de casos clínicos. PCL 2004; 6(34):549-57. Vitor Guarçoni de Paula, Fabio Cesar Lorenzoni, Gerson Bonfante. Próteses parciais removíveis não convencionais -parte I. FULL Dentistry in Science. 2011; 2(7).