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UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRACIELI VIRGINIA DA SILVA CAMPOS
PRÁTICA PEDAGÓGICA III
MIRASSOL /SP
2019
GRACIELI VIRGINIA DA SILVA CAMPOS
PRÁTICA PEDAGÓGICA III
Trabalho apresentado ao curso de Licenciatura em pedagogia da Universidade de Uberaba como requisito para aprovação na 
 				 disciplina 980230 – Prática Pedagógica III.
 Professora tutora Vanessa das Dores Duarte Teruel
MIRASSOL /SP
2019
1 – LIVROS DIDÁTICOS
1 INTRODUÇÃO 
A questão do livro didático (LD), nas últimas décadas, tem sido um tema muito pesquisado e analisado em seus mais variados aspectos (pedagógico, político, econômico e cultural), tornando-se reconhecido e constituído como um instrumento de grande valor educacional. Sabe-se que, o material didático está presente no trabalho pedagógico desde a época do período colonial do Brasil (RIBEIRO, 2003), sendo essas obras criadas para oferecer apoio ao processo de ensino, atuando como construtor do conhecimento. 
O livro didático surgiu para ser um complemento no processo de aprendizagem e fazer parte da construção da formação do cidadão. Sendo assim, é importante que se tenha em vista que o livro didático é um instrumento de crescimento e deve de ser valorizado por todos os que o utilizam, tanto para quem ensina quanto para quem aprende.
Foi nas décadas de 70 e 80 que o material didático assumiu um papel significativo no sistema educacional brasileiro, sendo indispensável para a composição do currículo escolar. Atualmente, segundo Andrea Verdélio, “FNDE é responsável pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) que tem como principal objetivo a distribuição de coleções de livros didáticos aos alunos da educação básica. O PNDL tem mais de 30 anos, mas a distribuição de livros no Brasil já acontece há mais de 80 anos.” 
Tendo em vista tudo isso, para a elaboração desse trabalho foi escolhido o livro didático de português do primeiro ano - ciclo I, ÁPIS – Ana Maria Trinconi – Terezinha Bertin – Vera Marchesi – Editora ática – PNLD 2019 2020 2021 e 2022. Ensino Fundamental - Anos iniciais. Componente curricular: Língua Portuguesa. A escolha desse livro se deve ao fato de que a língua portuguesa é a base para toda construção de conhecimento, pois é através da língua portuguesa que tudo começa, aprendemos a conhecer e reconhecer as letras, desde as iniciais de nosso nome ao tentar formar uma palavra ou uma frase mais complexa. Não obstante, não é difícil se perguntar por que estudá-la por toda a vida? Eis, que há muitas razões, todavia, se resume ao fato de que apenas falar não basta, é preciso saber ler, escrever, interpretar, é preciso saber tudo isso já que aprender o português é condição básica para uma boa comunicação, além de ser essencial para o aprendizado de outras disciplinas. 
A língua portuguesa é nossa língua materna, mesmo sendo materna não quer dizer que nós aprendemos o português da noite para o dia, o primeiro contato que temos com língua vem de nossos pais, da família de modo geral, pois são eles que insistentemente repetem por várias vezes até conseguimos balbuciar as primeiras falas, mas o esforço não vem só de casa, a escola também é responsável pela grande parte do processo de aprendizado. 
Inicialmente aprendemos de maneira lúdica com jogos, desenhos, brincadeiras, histórias infantis, e com o passar do tempo vai mudando, começamos a consolidar essa aprendizagem de maneira mais complexa, à vista disso, passa a fazer parte do contexto escolar a classe gramatical das palavras, verbos, sujeitos, artigos, adjetivos, advérbios, pronomes, preposição, conjunção, sem falar nas redações, ortografias, interpretações de textos, literatura, escolas literárias, entres muitas outras já que a lista não tem fim. A língua portuguesa sempre terá algo novo pra aprendermos.
Ao analisar esse livro é possível adquirir muitos conhecimentos novos para a prática pedagógica no cotidiano escolar, uma vez que o livro nos leva a refletir e a evoluir em muitos aspectos de como se deve ensinar. Com a leitura desse livro, é possível perceber que existe várias formas diferentes para ensinar um aluno, através de cartazes informativos, estimulando-os a usarem a criatividade, por meio de métodos lúdicos envolvendo desenhos, recortes, colagens, entre outros.
A forma que as informações são apresentadas é simplesmente fantástica, há muitas cores e desenhos, o que facilita o entendimento da criança sobre a matéria. As atividades são muito bem elaboradas, pois mesmo usando palavras que as vezes não faz parte do repertorio infantil, consegue deixar claro o que as crianças devem fazer. Há também espaços onde os alunos podem soltar a imaginação criando conforme amplia seu conhecimento, como por exemplo a criação de uma capa de um livro, onde os mesmos são os autores da história. Além do mais, esse livro didático em questão, também oferece atividades para serem recortadas, o que ajuda muito na coordenação motora fina da criança. 
A escolha da Unidade Seis se deve ao fato de que aborda os textos instrucionais, essa unidade tem vários pontos positivos, o que mais chama atenção é a forma como as informações são apresentadas, de uma maneira clara e objetiva, ademais também ensina o aluno a criar desenhos a partir de suas mãos como ferramenta. Outro ponto interessante do livro, é que ele instrui a criança a criar seu próprio dedoche, estimulando ainda mais sua imaginação ao pedir para que a criança crie animais de sua preferência. Enfim, esta unidade faz com que a criança aprenda enquanto brinca.
Seguindo essa linha, em termos de escrita, é importante da enfoque para as listas, textos de memória (como parlendas e poemas) e atividades com o nome próprio e os dos colegas, rodas de leituras onde cada dia é possível apresentar um texto diferente, sendo alguns dias com contos, em outros, lendas ou texto informativos, conforme eles forem aprendendo e conhecendo as história, nesse contexto é possível que o aluno escreva seus títulos preferidos e desafie a turma a ler o que está escrito, e incentivar elas escreverem textos variados, como lista, cruzadinhas, bilhete, usar filmes de animação para um trabalho em sala, brincadeiras, enfim, temos infinitas possibilidades para incluímos na aprendizagem de nossas crianças.
Diante disso, é possível dizer que o livro didático, de uma forma geral, auxilia, orienta e até mesmo direciona o currículo escolar e o processo de ensino aprendizagem. Sabemos que o livro didático, na maioria das vezes, é o único material utilizado pelo professor e pelos alunos, a vista que ele direciona os conteúdos básicos que serão abordados e apoia a prática de ensino-aprendizagem. Não se deve perder de vista que o livro didático é apenas um recurso para que o professor possa desempenhar um papel mais efetivo no processo educativo, por isso ao escolher o material precisa ter em vistas que ele deve de se apresentar de forma clara e objetiva, sendo possível entendê-lo em todas as suas dimensões e complexidades, é que seja um instrumento de trabalho ao qual o educar utilize dentro do ambiente escolar, mas que realize estudos do mesmo para que tenha resultados satisfatórios. 
Como futura educadora, pretendo avaliar o nível de alfabetização de cada criança para saber o que cada uma já sabe, porque mesmo antes de entrar na escola muitas crianças já estão cercadas por textos de todas as formas, elas possuem conhecimento de mundo. Em uma sala de primeiro ano podemos encontrar crianças em várias etapas. Segundo Emília Ferreiro, a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, em seu processo de aprendizagem a criança passa por etapas, com avanço e recuos, até que possa se apoderar do conhecimento linguístico. De acordo com a teoria da Psicogênese da língua e da escrita, toda criança passa por quatro fases até que estejaalfabetizada, sendo elas: pré-silábica, silábica, silábico-alfabético e alfabético. 
Contudo, é importante identificar o nível que cada aluno se encontra, para orientá-lo no processo de construção da escrita criando para ele infinitas possibilidades de aprendizagem. Todavia, é importante que a escola apresente aos pais esses processos de níveis da psicogênese da escrita, pois, contribui imensamente no processo de alfabetização. Além do mais, os alunos vão se sentir mais acolhidos e o aprendizado será mais suave, sem muitas cobranças, pois entender esses níveis é de fundamental importância para o desenvolvimento das nossas crianças
 2.1 ENTREVISTA 
 1° Professora
Glaucia Costa 
 1° ano do Ensino Fundamental na escola da rede Pública Matiel Pires.
Como você escolhe seus livros didáticos usados em sala de aula?
A escolha do livro didático é realizada após um ciclo de três anos, é um material regular e gratuito à escola pública municipal ao qual trabalho, sendo assim, é oferecido pelo MEC. A escola recebe o material enviado por diversas editoras e temos um prazo para analisar cada obra. 
Como estabelece critérios para as escolhas destes?
O livro didático usado em sala de aula é um material de apoio importante para o professor, o processo de sua escolha deve de ser uma análise criteriosa levando em consideração as atividades propostas na obra, sua organização, e principalmente se está de acordo com o plano escolar da instituição. 
Você adota livros que você escolhe? Ou que a escola onde trabalha, é que determina? Ou ambas as situações?
A escolha de livro é realizada pelo ciclo de ensino, sempre é feito a escolha de duas obras, sendo caracterizadas como primeira e segunda escolha. A escola dá autonomia para escolher o que queremos, contudo após essa primeira fase, as escolhas são enviadas para o órgão responsáveis, e cabe a eles o envio, as vezes recebemos o que escolhemos, e outras o que a maioria da rede municipal escolheu, como ocorrido na escolha de 2018. 
Para trabalhar com o livro – em sala de aula -  você se limita a fazer só o que os autores pedem? Ou vai mais além? Ou ambas as situações?
Independente da obra escolhida é necessário que se complemente com atividades extras, pois cada turma tem um rendimento e é preciso adequar todo o conteúdo de acordo com a clientela. 
Você lê e analisa bem o livro que adota, antes dos seus alunos?
Sim, é preciso conhecer o conteúdo e já preparar as atividades complementares com antecedência, pois dessa forma facilita e enriquece o trabalho. 
O (s) livro (s) que tem adotado – têm sido positivos para o seu trabalho docente? Ou não? Poderia trabalhar bem...mesmo sem eles?
Mesmo que não seja a escolha do educador, o material deve de ser visto pelo professor como algo positivo, pois o livro didático é um norte em sala de aula, principalmente quando se está iniciando a profissão. Com o ganho de experiência, o livro didático deixa de ser exclusivo para ser mais uma das ferramentas de uso em sua prática pedagógica, e somente com experiência é possível ao professor trabalhar sem ele, desde que seja disponibilizado outros recursos que supram a as necessidades educacionais. 
Qual a importância do papel do professor como desafiador.
Na verdade, tenho comigo que o professor é um mediador da aprendizagem. Pois, a gente se coloca entre o aluno e a aprendizagem, mediando o saber, o conhecimento. Diferentemente do que acontecia algumas décadas atrás, quando o professor era o detentor de todo saber. Frente a isso, o papel do professor ganha um novo significado e torna-se muito importante para a transformação do processo de aprendizagem, sendo que hoje o educador trabalha para tornar o aluno critico pronto para atuar na sociedade.
Na sua opinião qual seria a Autonomia pedagógica do professor diante o sistema educacional?
Isso depende muito da instituição de ensino ao qual o professor trabalha, em alguns lugares a direção da escola permite que se trabalhe da melhor maneira que lhe convém, desde que tenha bons resultados, em outros (principalmente em escolas particulares) é necessário seguir a política da escola sem exceções.
A relação de conteúdo é adequada?
Na maioria das vezes o conteúdo condiz com o que está no plano de ensino, sendo adequado para a aprendizagem.
A linguagem é clara e precisa?
Geralmente sim, pois os livros são criados de acordo com a faixa etária. 
O conjunto dos conteúdos, assim como o tratamento didático dado a eles, é adequado para seu aluno e está de acordo com o currículo?
Durante a escolha procuramos sempre escolher livros que contemplam a maioria dos conteúdos dispostos no plano de ensino, para que esteja mais próximo da realidade da sala de aula em questão. 
Os textos das explicações são acessíveis para o aluno?
Nem sempre. É nessas situações que entra o papel do professor ser mediar da aprendizagem, pois os alunos precisam muitas vezes do esclarecimento, da explicação para chegar ao entendimento do que é proposto no livro. 
O livro do professor contribui o suficiente para o melhor uso do material?
A maioria dos livros traz além das respostas uma explicação adequada, isso facilita muito no momento da explicar as atividades. 
 
			2.2 Entrevista 
2° Professora 
 Flavia Morette 
 3° ano do Ensino Fundamental no Colégio Educar de Mirassol 
Como você escolhe seus livros didáticos usados em sala de aula?
De acordo com a BNCC, que auxilia e guia o trabalho pedagógico do professor, e será instrumento valioso para o trabalho em sala de aula.
2. Como estabelece critérios para as escolhas destes?
A metodologia, o autor da obra, propostas inovadoras, a linguagem da obra, adequação do componente curricular material de apoio ao professor, se contempla a área das tecnologias.
 3. Você adota livros que você escolhe? Ou que a escola onde trabalha, é que determina? Ou ambas as situações?
ambas as situações, as duas são levadas em pauta, os critérios da questão anterior.
4. Você lê e analisa bem o livro que adota, antes dos seus alunos?
Sim, antes leio e analiso cada critério e faço minhas anotações particulares e intervenções que julgo coerente aos meus alunos
 5. O(s) livro(s) que tem adotado – têm sido positivos para o seu trabalho docente? Ou não? Poderia trabalhar bem...mesmo sem eles?
Sim, tem sido positiva e norteadoras ao meu trabalho docente, juntamente com outras tecnologias que juntas auxiliam e estimulam no processo de ensino-aprendizagem.
 6. Qual a importância do professor como desafiador?
O professor deve ser mediador do conhecimento e estimular os alunos ao prazer de se aprender sobre determinados conteúdos exigidos a sua idade. Cabe a nós professores fazermos essa reflexão e sempre estarmos atentos a essas novas tendências e inseri-las da melhor forma na sala de aula.
 7. Na sua opinião qual seria a Autonomia pedagógica do professor diante o sistema educacional? 
Acredito que o professor de hoje, tem conhecimento para utilizar estratégias educativas, seja por meio de livros didáticos já colocados a ele, este por sua vez pode inserir seu modo particular de ensinar anexando com outros meios de tecnologias que sirvam de estímulos e auxiliem no processo de ensino-aprendizagem. E aqueles que são livres para escolha de total, torna-se mais rico e prazeroso tanto ao professor quanto ao aluno, pois tornará o trabalho em sala de aula ainda mais potencializado.
8. Para trabalhar com livro -em sala de aula- você se limita a fazer só o que os autores pedem? Ou vai mais além? Ou ambas as situações?
 Vou mais além, há sempre novas possibilidades, e muitos recursos que enriquecem, ainda mais o trabalho em sala de aula.
9. A relação do conteúdo é adequada?
Sim, é de acordo com a BNCC.
 10. A linguagem é clara e precisa?
Possui linguagem clara, e conta sempre com propostas inovadoras e faz uso das diversas tecnologias presentes em nossos dias.11. O conjunto dos conteúdos, assim coo tratamento didático dado a eles, é adequado para o seu aluno e está de acordo com o currículo?
Sim, está de acordo com a BNCC.
12. Os textos dão explicações acessíveis para o aluno?
Sim, trabalham com assuntos pertinentes a nossa atualidade e dentro da grade da idade do aluno.
13. O livro do professor contribui o suficiente para o melhor uso do material?
Sim, faz uma orientação teórica para que o professor entenda por que ensinar tal assunto, e assim poder fazer suas intervenções que julgar pertinentes e necessárias a sua sala.
 
 14. Você como professor atuante como podemos analisa-los sob a ótica do aluno, ou seja, que função deve desempenhar para auxiliar os alunos em sua aprendizagem?
Para o aluno este livro adotado pela escola, possui uma linguagem clara, adota sempre temas relevantes a idade e atualidade, conta com o auxílio de tecnologias, atividades práticas e que exigem interação com o lúdico, e aulas práticas sendo estimulador e forte potencial na construção de seus conhecimentos.
2.3 Entrevista 
3° Professora 
Lucimara Socorro Velho Trolezi
 2° ano do Ensino Fundamental na Rede Municipal Lauro Rocha.
1. Como você escolhe seus livros didáticos usados em sala de aula?
 Os livros didáticos são escolhidos pelos pares. Os professores de cada ano se reúnem para analisar em todas as opções que foram enviadas e assim fazer a escolha do mais adequado.
2. Como estabelece critérios para as escolhas destes?
Observamos se os conteúdos estão de acordo com os que trabalhamos no ano, se os textos são pertinentes a faixa etária, se a letra é apropriada para a turma (letra de impressa para um primeiro ano), os tipos de exercícios, entre outros.
3. Você adota livros que você escolhe? Ou que a escola onde trabalha, é que determina? Ou ambas as situações?
 Nem sempre é adotada a primeira escolha do professor. Fazemos a escolha de 3 opções e escola envia ao Departamento de Educação.
4. Para trabalhar com o livro – em sala de aula -  você se limita a fazer só o que os autores pedem? Ou vai mais além? Ou ambas as situações? 
Na maioria das vezes, vamos além. O livro é uma base ou um complemento para explorarmos um determinado conteúdo 
5. Você lê e analisa bem o livro que adota, antes dos seus alunos? 
 Sim. Ao prepararmos a aula, analisarmos como iremos introduzir o conteúdo e o uso que faremos do livro. Se para introduzir ou para complementar.
6. O (s) livro (s) que tem adotado – têm sido positivos para o seu trabalho docente? Ou não? Poderia trabalhar bem...mesmo sem eles?   
Os livros sempre têm seus pontos positivos. São fontes de apoio para o trabalho docente e cabe a cada professor a melhor forma de usa- ló com produtividade.
7. Qual a importância do papel do professor como desafiador?
O professor é o mediador e deve instigar a curiosidade e o interesse do aluno permitindo que ele entenda que o conhecimento é algo construído em um processo de aprendizagem constante. O docente tem que desafiar seus alunos a querer ir além.
8. Na sua opinião qual seria a Autonomia pedagógica do professor diante o sistema educacional? 
 Hoje está complicado ser professor. É muita cobrança sem pensar no que é mais importante que é a efetiva aprendizagem do aluno. 
9. A relação de conteúdo é adequada?
 Os conteúdos, muitas vezes, não seguem a sequência do plano.
10. A linguagem é clara e precisa? 
 Sim
11. O conjunto dos conteúdos, assim como o tratamento didático dado a eles, é adequado para seu aluno e está de acordo com o currículo?
 Os livros de português e matemática estão mais próximos do currículo. 
No município, foi feito um currículo único que segue a ordem dos livros adotados.
 
12. Os textos da explicações acessível para o aluno? 
Nem sempre. Mas fazemos adequações.
13. O livro do professor contribui o suficiente para o melhor uso do material?
Sim. Ele traz muitas dicas.
14. Você como professor atuante como podemos analisa- lós sob a ótica do aluno, ou seja, que funções deve desempenhar para auxiliar os alunos em sua aprendizagem?
 O professor tem papel de facilitar a aprendizagem dos alunos e, para isso precisa buscar meios para despertar o interesse e a autonomia dos mesmos. 
 2. 4 Conclusão
Diante dos estudos realizados o livro didático é considerado um instrumento norteados do trabalho pedagógico, compondo dessa forma as atividades diárias da sala de aula; e cabe ao professor dispor- se de seus conhecimento e orientações, decidir qual o melhor a ser adotado em sala de aula , e também destacar a importância do uso de outras tecnologias juntamente a prática pedagógica fortificando, potencializando e estimulando ainda mais o processo de aprendizagem.
Busquei neste trabalho, fazer uma análise de como o livro didático vem sendo utilizado pelos professores em sala de aula, através de algumas entrevistas realizadas com professores da rede particular e da rede pública, visando salientar pontos de vistas sobre a eficiência e/ou ineficiência do livro didático em sala de aula.
Sendo assim, o livro didático é um instrumento muito importante, porém os professores devem ser capacitados, e serem mediadores do conhecimento, fazendo assim suas adequações e promover aos alunos ao crescimento sob as perspectivas linguística sócio afetivas e cognitivas.
Eu como uma futura educadora, acredito que o livro didático é um instrumento norteador e eficiente no processo de ensino – aprendizagem, mas o que revoga ao professor o papel de mediador e entusiasta em sala de aula, cabe a nós futuros educadores através de nossa formação fazermos o uso e as intervenções necessárias e adequadas aos alunos que vamos ensinar a cada ano.
Trabalho em uma escola particular, que usa o sistema apostilado, e de alguma forma acabo acompanhando o dia a dia das professoras que procuram conciliar com novas tecnologias que acreditam serem indispensáveis nos dias de hoje, estão sempre em busca de instrumentos e recursos que venham a enriquecer a sua pratica pedagógica, de forma a contribuir para a formação de cidadãos críticos, conscientes e reflexivos.
Acho muito importante que o professor utilize o livro como aliado, em recurso para que, através dele e das tecnologias tenhamos um desempenho em um ensino de qualidade, com aulas dinâmicas e produtivas.
Referências 
Candombá – Revista Virtual, v. 7, n. 1, p. 20-3
V. dos A. dos Santos e L. Martins A importância do livro didático 3, jan – dez 2011
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/a-importancia-da-lingua-portuguesa/19064
https://www.somospar.com.br/saiba-como-o-livro-didatico-impacta-no-processo-de-alfabetizacao/
VERDÉLIO, Andrea. Livro didático é construção do cidadão. Reportagem, Brasília, ano 2017, Disponível em: < http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-02/livro-didatico-e-instrumento-de-construcao-do-cidadao-diz-coordenadora>. Acesso em: 07 de set. 2019.

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