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Profª Débora Zanutto Velasques
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Sistema Digestório
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Hum! Ta errado mamãe.
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Sistema Digestório
			Aproveita o alimento ingerido, modificando-o por processos químicos e mecânicos, permitindo que possa atravessar a parede do trato gastrointestinal e ser absorvido na corrente sanguínea e linfática. 
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Sistema Digestório
		Constitui-se de boca, faringe, esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso, reto e ânus, e órgãos anexos – glândulas salivares, gástricas e intestinais, fígado e pâncreas. 
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Sistema Digestório
	Parede do Tracto Gastrointestinal: 
	Igual do esôfago ao ânus. São 4 camadas: 
	- Túnica mucosa: mais interna. 
	- Túnica submucosa: vs, vl, nervos e glândulas. 
	-Túnica muscular: fibras musculares lisas (peristaltismo - ondas rítmicas de contração).
	- Túnica serosa: mais externa; tecido conjuntivo. 
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Sistema Digestório
	Boca: 
	cavidade bucal
	 - dentes: rígidos. Mastiga o alimento iniciando os processos mecânicos. 
	- língua: músculos - mobilidade para movimentar e deglutir o alimento; sente o gosto dos alimentos (papilas gustativas). 
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Sistema Digestório
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Sistema Digestório
	- glândulas salivares: 1 a 2 L de saliva; mantém mucosa úmida constantemente. Glândulas parótidas, submandibulares e sublingual - amilase.
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Sistema Digestório
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Sistema Digestório
Faringe: responsável por levar o bolo alimentar ao esôfago – deglutição. 
Esôfago: tubo muscular que conecta faringe ao estômago. 
		Sua cavidade distende -se na passagem de alimento. 
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ESÔFAGO
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		O conteúdo gástrico é altamente ácido e contém muitas enzimas proteolíticas. A mucosa esofágica, exceto em seu oitavo inferior, não é capaz de resistir por muito tempo à ação digestiva das secreções gástricas. 
	Felizmente, a contração tônica do esfíncter esofágico inferior ajuda a impedir a ocorrência de refluxo significativo do conteúdo gástrico para o esôfago, exceto em condições anormais.
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Sistema Digestório
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Sistema Digestório
Estômago: > dilatação do canal alimentar, armazena alimento enquanto inicia a digestão. 
		Está + à esquerda. Possui 2 orifícios: um de entrada - ósteo cárdico e um de saída - ósteo pilórico. 
	 	Posição e formato variam conforme a quantidade de bolo alimentar. 
		
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Sistema Digestório
		
- Internamente: pregas gástricas (vazio). 
- Glândulas gástricas secretam suco gástrico - quimo. 
	
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Sistema Digestório
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Sistema Digestório
Intestinos: tubo alimentar que apresenta porção mais longa e fina (6-7m) – delgado – seguida de outra mais curta e calibrosa (1,5m) – grosso. 
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Sistema Digestório
Intestino Delgado: 
		Órgão indispensável, pois o alimento é completamente digerido em seu interior. 
		Revestimento interno adaptado para absorção; grande área de superfície e suprimento sanguíneo.
	- Divide-se em: duodeno, jejuno e íleo. 
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Sistema Digestório
		Duodeno recebe secreções de fígado e pâncreas. Internamente possui vilosidades para aumentar área de absorção. 
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	Sua porção distal conecta-se ao intestino grosso pelo ósteo ileocecal que possui válvula. 
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Sistema Digestório
Intestino grosso: Porção terminal do canal alimentar. 
		Começa no ceco (dilatação) e preso a ele está o apêndice vermiforme (natureza linfóide). 
		Cólon ascendente (até fígado), cólon transverso (até baço), cólon descendente, cólon sigmóide (S alongado), reto e canal anal (abre-se na pele através do ânus). 
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Sistema Digestório
	- Função do intestino grosso: 
		Absorver água (90% do material recebido do intestino delgado é água) e eliminar os resíduos digestivos. 
	
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Sistema Digestório
Anexos do canal alimentar: além de glândulas da parede do trato digestivo, há duas grandes glândulas com secreções indispensáveis no processo digestivo. São elas pâncreas e fígado. 
Pâncreas: glândula de secreção mista localizada abaixo do estômago e dentro da curvatura do duodeno. 
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Sistema Digestório
	- função: secreção de suco pancreático, transportado pelo ducto pancreático (exócrina) e insulina, que cai direto na circulação sanguínea (endócrina). 
	
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Sistema Digestório
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Sistema Digestório
Fígado: maior glândula do organismo; logo abaixo do diafragma à direita. 
	- Cor vermelho-marrom e consistência firme. 
	- Funções: secreção de bile (gorduras); armazenamento de nutrientes - glicose, ferro e vitaminas através da veia porta; e desintoxicação ou excreção de resíduos e toxinas.
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Sistema Digestório
		- Da união de vários ductos forma-se o ducto hepático comum. O ducto hepático comum se une ao ducto cístico (vesícula biliar) e forma o ducto colédoco. Todos carregam bile. 
		Este vai ao duodeno juntamente com o ducto pancreático.
		
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Sistema Digestório
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Sistema Digestório
- Vesícula biliar: 
	Pequeno saco na face visceral que recebe e armazena bile (40 a 70 ml). Pode ser concentrada por absorção de água. Ducto cístico. 
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FISIOLOGIA SISTEMA DIGESTÓRIO
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Princípios Gerais da Função Gastrintestinal
		O tubo digestivo fornece ao organismo um suprimento contínuo de água, eletrólitos e nutrientes. Para desempenhar essa função, é necessário:
(1) O movimento do alimento ao longo do tubo digestivo;
(2) A secreção de sucos digestivos e a digestão do alimento;
(3) A absorção dos produtos digestivos, da água e dos vários eletrólitos;
(4) A circulação do sangue pelos órgãos gastrintestinais para transportar as substâncias absorvidas; 
(5) O controle de todas essas funções pelo sistema nervoso e pelo sistema endócrino.
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DIGESTÃO E ABSORÇÃO
		Digestão: quebra de macromoléculas em micromoléculas através da hidrólise, para que as moléculas menores possam ser absorvidas. 	
		Enzimas – aceleradoras do processo.
		Nutrição é o conjunto de processos que englobam a obtenção, a quebra, a absorção e a produção de energia.
		Os nutrientes podem ter função plástica, energética e reguladora.
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DIGESTÃO E ABSORÇÃO
		A absorção é o processo pelo qual os nutrientes, resultantes da simplificação molecular dos alimentos durante a digestão, passam para o meio interno, através das paredes do sistema digestório.
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Princípios Gerais da Função Gastrintestinal
		O tubo gastrintestinal possui um sistema nervoso próprio, denominado sistema nervoso entérico. Esse sistema situa-se totalmente na parede intestinal, começa no esôfago e estende-se até o ânus. O número de neurônios nesse sistema entérico é da ordem de cerca de 100.000.000, quase exatamente igual ao número em toda a medula espinhal, ilustrando a importância do sistema entérico para o controle da função gastrintestinal.
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SUPRIMENTO SANGUÍNEO GASTRINTESTINAL
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SUPRIMENTO SANGUÍNEO GASTRINTESTINAL
		Ao penetrarem na parede intestinal, as artérias se ramificam e emitem artérias menores que circundam o tubo digestivo em ambas as direções, sendo que as pontas desses vasos unem-se no lado da parede intestinal oposta à fixação mesentérica. A partir das artérias, artérias ainda muito menores penetram na parede intestinal e disseminam-se (1) ao longo dos feixes musculares, (2) nas vilosidades, e (3) nos vasos da submucosa, sob o epitélio, para atender a funções secretoras e absortivas do intestino.
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SUPRIMENTO SANGUÍNEO GASTRINTESTINAL
		O fluxo sanguíneo pela vilosidade intestinal, é transportado por pequenas arteríola e vênula que possuem interconexões por meio de um sistema de múltiplos capilares em alça. 
		As paredes das arteríolas são altamente musculares, sendo também extremamente ativas no controle do fluxo sanguíneo da vilosidade.
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SUPRIMENTO SANGUÍNEO GASTRINTESTINAL
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TIPOS FUNCIONAIS DE MOVIMENTOS NO TUBO GASTRINTESTINAL
		Ocorrem dois tipos básicos de movimentos no tubo gastrintestinal:
(1)Movimentos propulsivos, que impelem o alimento ao longo do tubo digestivo com velocidade apropriada para que ocorram a digestão e a absorção,
(2)Movimentos de mistura, que mantêm o conteúdo intestinal sempre misturado.
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PERISTALTISMO
		O movimento propulsivo básico do tubo gastrintestinal é o peristaltismo. Um anel contrátil aparece em torno do intestino, e, a seguir, move-se para adiante: esse movimento é análogo a colocar os dedos ao redor de um tubo distendido, apertando-os e movendo-os para a frente, ao longo do tubo. Naturalmente, qualquer material que estiver à frente do anel contrátil será movido para adiante.
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PERISTALTISMO
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MOVIMENTO DE MISTURA
		Os movimentos de mistura são bastante diferentes nas diversas partes do tubo alimentar. Em algumas áreas, as próprias contrações peristálticas provocam a maior parte da mistura, o que ocorre principalmente quando a progressão do conteúdo intestinal para a frente é bloqueada por um esfíncter, de modo que a onda peristáltica só pode misturar e
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MOVIMENTO DE MISTURA
	comprimir o conteúdo intestinal, em vez de propeli-lo para frente. Outras vezes, ocorrem contrações constritivas locais, a intervalos de poucos centímetros na parede intestinal.
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Transporte e Mistura do Alimento no Tubo Alimentar
		Para que ocorra o processamento ótimo do alimento no tubo digestivo, o tempo em que ele deverá permanecer em cada segmento do tubo é de suma importância. Além disso, é preciso que ocorra mistura apropriada. 
	Como as necessidades de mistura e de propulsão são muito diferentes em cada estágio do processamento, cada um desses aspectos é controlado por múltiplos mecanismos automáticos de feedback nervosos e hormonais.
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FUNÇÕES MOTORAS DO ESTÔMAGO
 		As funções motoras do estômago são três: 
	(1) Armazenamento de grandes quantidades de alimento até que possam ser acomodadas no duodeno,
	(2) Mistura desse alimento com as secreções gástricas até formar uma mistura semi-líquida, denominada quimo,
	(3) Esvaziamento lento do alimento do estômago para o intestino delgado, com velocidade adequada para a digestão e a absorção eficientes pelo intestino delgado.
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FUNÇÕES MOTORAS DO ESTÔMAGO
		Os sucos digestivos do estômago são secretados pelas glândulas gástricas, que recobrem quase toda a parede do corpo do estômago. Essas secreções entram imediatamente em contato com o alimento armazenado situado na superfície mucosa do estômago; quando o estômago está cheio, ondas constritoras peristálticas fracas, também denominadas ondas de mistura, movem-se em direção ao antro, ao longo da parede do estômago. 
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FUNÇÕES MOTORAS DO ESTÔMAGO
		A medida que as ondas constritoras progridem do corpo gástrico para o antro, elas se tornam mais intensas, e algumas ficam extremamente fortes, formando poderosos anéis peristálticos de constrição que forçam o conteúdo antral sob pressão elevada em direção ao piloro.
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FUNÇÕES MOTORAS DO ESTÔMAGO
		A medida que cada uma dessas ondas peristálticas se aproxima do piloro, o próprio músculo pilórico se contrai, dificultando ainda mais o esvaziamento através do piloro. Por conseguinte, a maior parte do conteúdo antral é espirrada para trás, através do anel peristáltico, em direção ao corpo do estômago. 
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FUNÇÕES MOTORAS DO ESTÔMAGO
		Assim, o movimento do anel peristáltico constritivo, combinado com a ação de esguicho, conhecido como "retropulsão", é um mecanismo de mistura de suma importância no estômago.
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	O Revestimento do estômago formado por um epitélio interno, uma lâmina própria média, musculares, mucosa e externa. As células superficiais produzem o muco que protege o estômago do ataque de ácidos e enzimas digestivos.
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Glândulas
		Quando o epitélio se invagina para a LÂMINA PRÓPRIA em várias regiões do estômago (cárdia, fundo gástrico e piloro), há formação de diferentes glândulas tubulares gástricas. Estas glândulas são constituídas por células que secretam muco, enzimas, ácido clorídrico, ou hormônios.Profª Débora Zanutto Velasques
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Glândulas e células
(1) As células em cálice, que secretam muco; 
(2) As células de paneth, que secretam lisozima, o fator de necrose tumoral (TNF) e as criptidinas, que são homólogas das defensinas dos leucócitos e supostamente estão relacionadas com o sistema de defesa do hospedeiro; 
(3) Os enterócitos absortivos; 
(4) As células enteroendócrinas, das quais existem mais de 10 populações distintas que produzem os hormônios gastrintestinais.
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Glândulas e células
		Microscopicamente, a mucosa é projetada para uma área absortiva máxima com os vilos fazendo protrusão para dentro do lúmen. Os vilos são mais altos no duodeno distal e no jejuno proximal, e mais curtos no íleo distal. 	
		Os enterócitos absortivos representam o principal tipo celular na mucosa e são responsáveis pela digestão e absorção. 
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Glândulas e células
		As suas superfícies luminais são recobertas por microvilos que repousam sobre uma teia terminal. Os microvilos aumentam a capacidade absortiva em 30 vezes. Para aumentar ainda mais a absorção, os microvilos são recobertos por uma capa peluda de glicoproteínas, o glicocálix. 
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REGULAÇÃO DO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO
		A velocidade com que se esvazia o estômago é regulada por sinais provenientes do estômago e do duodeno. Os sinais gástricos são principalmente dois: 
	(1) sinais nervosos causados pela distensão do estômago pelo alimento, 
	(2) o hormônio gastrina liberado pela mucosa antral em resposta à presença de certes tipos de alimentos no estômago. 
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REGULAÇÃO DO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO
			Ambos os sinais aumentam principalmente a força da bomba pilórica, e, ao mesmo tempo, inibem ligeiramente o piloro, promovendo, assim, o esvaziamento gástrico.
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REGULAÇÃO DO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO
		Por outro lado, os sinais provenientes do duodeno deprimem a bomba pilórica e, em geral, aumentam simultaneamente o tônus pilórico. 
		Quando um volume excessivo de quimo ou quantidades excessivas de certos tipos de quimo entram no duodeno, fortes sinais de feedback negativo, tanto nervosos quanto hormonais, deprimem a bomba pilórica e aumentam o tônus do esfíncter pilórico. 
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DIGESTÃO E ABSORÇÃO
		O processo da digestão é controlado pelo sistema nervoso autônomo e por hormônios inicia-se na boca com a mastigação do alimento. A visão o cheiro e o sabor do alimento estimulam o sistema nervoso central, e este por meio de nervos, estimula as glândulas salivares a secretar salivas, fenômeno conhecido como salivação e as glândulas estomacais a secretar enzimas digestivas e acido clorídrico. 
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DIGESTÃO E ABSORÇÃO
		O estômago produz o suco gástrico, um líquido claro, transparente, altamente ácido, que contêm ácido clorídrico, muco, enzimas e sais. Alem da estimulação nervosas o estomago também recebe estimulações hormonais.
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CONTROLE DAS SECREÇÕES 
		O quimo também estimula o intestino a liberar no sangue um hormônio inibidor de atividade gástrica, cuja principal função é diminuir os movimentos peristálticos estomacais, danado mais tempo para que a digestão ocorra.
		A estimulação é proporcional ao teor de gorduras ou carboidratos no quimo.
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CONTROLE DAS SECREÇÕES 
		A presença de alimentos ricos em proteínas no estomago libera no sangue o hormônio gastrina. Hormônio produzido pela própria mucosa gástrica que estimula a produção do suco gástrico, 30% do suco gástrico é produzido pela estimulação nervosa os outros 70% é pela gastrina, que ao ser liberada pela mucosa cai na corrente sanguínea e volta para o estômago para estimular a produção do suco gástrico.
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CONTROLE DAS SECREÇÕES 
		O controle das secreções que atuam no intestino resulta de uma consequência de sinais químicos, dos quais participam vários hormônios. O primeiro sinal é dado pela entrada de quimo no duodeno, que libera a secretina no sangue, ela inibe a secreção gástrica do estomago e reduz a mobilidade intestinal, estimula a liberação de secreção pancreática rica em bicarbonatos , a produção de bile pelo fígado e a secreção do suco entérico pela parede intestinal.
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CONTROLE DAS SECREÇÕES 
		Gorduras ou proteínas parcialmente digeridas presentes no quimo estimulam células do duodeno a liberar sangue o hormônio colecistoquinina. 
		Pela circulação sanguínea este hormônio atinge a vesícula biliar, estimulando a contração de sua musculatura e a expulsão da bile para o duodeno. Também estimula o pâncreas para liberar suco pancreático.
 
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