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Estudo Dirigido Epidemiologia Módulo 2 2.1 Quais são as três medidas epidemiológicas de ocorrência de doença e como se relacionam? R: População de risco (indivíduos que podem vir a ter a doença); letalidade (índices de mortalidade infantil e adulto); morbidade. Elas são baseadas nos conceitos fundamentais deincidência e prevalência. 2.2 A taxa de prevalência é uma medida útil da frequência do diabetes tipo 2 (não insulinodependente) em diferentes populações? Quais são as possíveis explicações para as diferenças na prevalência de diabetes indicadas na tabela 2.3? R: Sim. A taxa de prevalência de diabetes tipo 2 (não insulinodependente) tem sido medida em várias populações utilizando-se o critério proposto pela OMS. A diferença provavelmente se deve a fatores sociais e ambientais na determinação dessa doença bem como a necessidade por serviços de saúde entre diabéticos em diferentes populações. 2.3 Qual é o risco atribuível na população ou a fração atribuível (proporção) para fumantes no exemplo da Tabela 2.4? R: Na tabela 2.4 existe a relação entre hábito de fumar e a taxa de incidência de acidente vascular cerebral (AVC) entre as mulheres (30-55 anos) ao longo de 8 anos de observação. Com isso, A taxa de densidade de incidência de acidente vascular cerebral para toda a população foi de 30,2 por 100 mil pessoas/ano de observação; a taxa foi maior entre as mulheres fumantes do que entre as não fumantes, e intermediária entre as ex-fumantes. 2.4 Quais medidas são utilizadas para comparar a frequência de doenças nas populações e que informações elas fornecem? R: A densidade de incidência, incidência cumulativa, duração média, prevalência e letalidade. 2.5 O risco relativo para câncer de pulmão associado ao fumo passivo é baixo, mas o risco atribuível na população é considerável. Qual é a explicação para isso? R: Porque o risco atribuível é o risco em um grupo exposto menos o risco em um grupo não exposto. Já o risco relativo é o resultado da divisão entre a ocorrência de doença no grupo exposto pela ocorrência de doença no grupo não exposto. 2.6 Qual a principal razão para a padronização de taxas em uma população conforme população padrão (Segi, OMS ou europeia)? R Porque permitem a comparação entre os resultados de duas ou mais populações que diferem quanto às características básicas que, de forma independente, influenciam o risco de morte, tais como idade, raça, nível socioeconômico, entre outros. 2.7 Se você quer saber onde a maioria dos óbitos per capita por câncer ocorre dentro de um país, qual é a taxa mais apropriada: a taxa bruta de mortalidade ou a taxa padronizada por idade? R: Taxa bruta de mortalidade 2.8 A taxa de mortalidade geral para todos os tipos de câncer na Costa do Marfim é 70 por 100 mil habitantes, enquanto a taxa de mortalidade padronizada por idade é 160 por 100 mil habitantes. Qual é a explicação para a grande diferença entre essas duas taxas? R: A taxa padronizada fornece o número de casos que seriam esperados, se as taxas específicas por idade da população padrão fossem verdadeiras também para a população que está sendo estudada. A escolha da população padrão é arbitrária, mas pode ser problemática quando se compara taxas entre países com renda baixa com países com renda alta, ou no caso, em países com menor incidência, como a Costa do Marfim. 2.9 A taxa de mortalidade geral para todos os tipos de câncer é 242 por 100.000 habitantes no Japão e de 70 por 100 mil habitantes na Costa do Marfim. A taxa de mortalidade no Japão é mais alta do que na Costa do Marfim? R: Sim