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* * * * EMBALAGEM Apostila Logística 2019 Prof Ms Cicarelli * * Conceito de Embalagem Conjunto de artes, ciências e técnicas utilizadas na preparação das mercadorias, com o objetivo de criar as melhores condições para seu transporte, armazenagem, distribuição, venda e consumo, ou alternativamente, um meio de assegurar a entrega de um produto numa condição razoável ao menor custo global” MOURA & BANZATO (2000, p.11). Outra definição bastante utilizada, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), (BRASIL, 2001, p. 2), define-se a embalagem para alimentos como um “invólucro, recipiente ou qualquer forma de acondicionamento, removível ou não, destinada a cobrir, empacotar, envasar, proteger ou manter, especificamente ou não”, matérias-primas, produtos semi- elaborados ou produtos acabados. * * A Evolução das Embalagens As primeiras embalagens eram identificadas exclusivamente por sua forma. A forma da ânfora ou do jarro identificava se o conteúdo era vinho ou azeite. O formato dos sacos e a amarração do fardo indicava aos comerciantes antigos o que estavam transportando * * Embalagem A embalagem é parte significativa do sistema logístico global e tem a responsabilidade de minimizar o custo de entrega e impulsionar positivamente as vendas, pois agrega valor de diversas maneiras, oferecendo proteção, utilidade e comunicação, além de manter a condição de um produto durante o sistema logístico. O desenvolvimento da embalagem acompanhou o desenvolvimento humano. Da necessidade inicial de o homem armazenar água e alimentos de algum recipiente, visando à sobrevivência própria, até o início das atividades comerciais e disseminação do uso das embalagens. Atualmente estão em todos os produtos, com formas e funções variadas, sempre coma evolução das tecnologias utilizadas, que as tornam cada vez mais eficientes e estratégicas. * * As embalagens, por serem o primeiro contato do consumidor com o produto, são consideradas como um veículo de venda e de divulgação da marca e da sua identidade, tornando-se uma das características principais na hora da compra A embalagem e o rótulo são vistos pelas empresas como um meio de comunicação entre o produto e o consumidor, além de proteger o produto durante o armazenamento e o transporte. Os rótulos, em especial, adicionam um valor que ajuda as empresas a diferenciarem seus produtos e a aumentarem o valor da marca entre os consumidores finais A embalagem é um recipiente que acondiciona o produto, tendo como finalidade protegê-lo durante o transporte, a distribuição, manuseio, contra choques, vibrações e compressões que ocorrem durante todo o percurso EMBALAGEM * * Embalagem Embalagem Aumentam a durabilidade, impedindo que haja danos durante o transporte. Além de criarem uma barreira física para a contaminação de alimentos, ajudam a manter as características deles. Cada material apresentará um tipo de barreira que ajudará na conservação dos alimentos. A embalagem apresenta papel fundamental na conservação de alimentos, matéria prima e de produtos acabado. Sem ela os demais métodos de conservação perderiam sua funcionalidade * * Inovação das Embalagens Estabelecer uma mjdança competitiva; Gostos e hábtiso dos consumidores; Adequação ao sistema de movimentação e armazenagem; Aumentor a produtividade na linha da embalagem * * EMBALAGENS Para a logística, a embalagem é item de fundamental importância, possui relacionamento em todas as áreas, e é essencial para atingir o objetivo logístico de disponibilizar as mercadorias no tempo certo, nas condições adequadas ao Menor custo possível, principalmente na Distribuição internacional. Para se ter uma idéia da representatividade da embalagem na economia, os gastos com embalagem representam aproximadamente 2% do PNB. E o Brasil perde entre 10% e 15% da sua receita de exportação por causa de embalagens deficientes. * * A embalagem é um componente muito importante na logística como um todo, principalmente na logística internacional. Dentro do processo de exportação e importação a natureza da embalagem tornou-se fundamental para o sucesso das operações. O custo da embalagem tem um impacto direto dentro do sistema logístico, mas poucas vezes esse custo é notado no consumo final. A integração da logística tende a diminuir os custos com embalagens pois ao trabalhar a embalagem dentro de um ciclo global pode-se ajustar as embalagens de acordo com as etapas desse sistema integrado. * * As funções e objetivos das embalagens variam de acordo com o sistema logístico, pois é a estrutura logística que determinará quais as funções que a mesma deverá cumprir. Poderá em alguns casos até mesmo ter uma função comercial que possibilite auxiliar e até mesmo induzir o consumo do produto. Embalagem: tem como objetivo proteger e distribuir produtos ao menor custo possível. Objetivo geral das embalagens: proteger o produto da melhor forma possível, de acordo com a(s) modalidade(s) de transporte utilizada(s), ao menor custo possível Funções e Objetivos das embalagens * * Embalagem A embalagem desempenha dois papéis: Para o marketing (propaganda), enquanto que para a logística (proteção e facilidade) Para um profissional de marketing a embalagem é muito mais uma forma de apresentar o produto, visando atrair os clientes e aumentar as vendas, do que uma forma de protegê-lo Para um profissional da área de distribuição, por exemplo, a embalagem pode ser classificada como uma forma de proteger o produto durante sua movimentação. * * Embalagem Um dos objetivos da logística é movimentar bens sem danificá-los, além de economicamente razoável. Um bom projeto de embalagem auxilia a garantir movimentação sem quebras. Além disso, dimensões adequadas de empacotamento encorajam manuseio e armazenagem eficientes. O produto e a embalagem estão estritamente interligados. Já que alguns dos principais riscos aos quais a embalagem está submetida são: choques, aceleração, temperatura, vibração, compressão, oxidação, perfuração, esmagamento, entre outros. * * Embalagem Embalagem: minimizar o custo de entrega e maximizar os atributos de vendas, Reduzir custo de avarias, desperdícios e operações logísticas, Aumentar produtividade: separação Integração da embalagem com a logística: postpnement (postergação). * * Funções da Embalagem para os Operadores Logísticos - Distribuição Preservar a qualidade dos produtos Proteger o produto Integridade física no transporte Auxiliar o consumo Orientação técnica do consumo Otimizar a movimentação do material Melhorar o controle e a armazenagem De forma simplificada podemos afirmar que a função da Embalagem é Contenção, Proteção e Comunicação. * * Funções da Embalagem para o Marketing Divulgar o produto, Divulgar informações sobre o produto, Diferenciar o produto frente a concorrência, Propaganda de forma geral * * Função da Embalagem A conteção refere-se à função de conter o produto, de servir como receptáculo, por exemplo, quando ocorre do produto vazar da embalagem, esta função não foi cumprida. A função de proteção, possibilita o manuseio do produto até o consumo final, sem que ocorra danos na embalagem, e/ou produto. Também com relação a esta função deve-se estabelecer o grau desejado de proteção ao produto. A função de comunicação é a que permite levar a informação, utilizando diversas ferramentas, como símbolos, impressões, cores, RFID1(data ou identificação via radiofrequência). * * Novas Funções de Embalagem Funcionalidade e Praticidade O ritmo de vida dos consumidores vem sofrendo grandes transformações. As pessoas necessitam de produtos que apresentem conveniência e praticidade para acompanhar sua rotina diária combinar conveniência e praticidade com um aspecto visual atraente e integrado ao cenário do ponto de venda. * *Funcionalidade e Praticidade * * Novas funções -Fáceis de Abrir e Retampar desenvolvido para facilitar o consumo e minimizar o desperdício de alimentos e bebidas * * Novas funções – Ecologicamente corretas * * Quanto a natureza e de acordo com a sua finalidade a embalagem pode ser dividida: Embalagem de consumo; Embalagem de transporte; e Embalagem industrial. * * Embalagem As Embalagens são produzidas para atender a diversos tipos de produtos, sendo assim são fabricadas com mateiras: rígidas, semirrígidas ou flexíveis - variando de acordo com sua espessura; * * Classificação das Embalagens Quanto a sua espessura As embalagens rígidas são aquelas que apresentam maior proteção do produto à ação mecânica, devido a sua maior espessura. Podem ser representadas pelas embalagens metálicas, as latas em folha de flandres e alumínio; de vidros, pelas garrafas e frascos; plásticas, pelas grades de bebidas e a de papel, destacando-se as caixas de cartão canelado. As semirrígidas são representadas pelas bandejas de alumínio; bandejas em poliestireno expandido, como os frascos, copos e potes termoformados e as caixas e cartuchos em cartolina. Já as embalagens flexíveis são aquelas que são moldadas no formato do produto a ser acondicionado, como as folhas de alumínio, os filmes plásticos e as folhas de papel, que tem a finalidade de estruturar as embalagens, aumentando assim, a barreira contra os agentes externos * * Conceito de embalagem primária, secundária e terciária Primária- embalagem que entra em contato direto com o alimentos/bebida Secundária – contém a embalagem primária Terciária ou de transporte- Contém embalagem primária e secundária e é normalmente utilizada para realizar o trasnporte * * Classificação de Embalagem Classificam-se as embalagens em: a) Primária: é a embalagem que está em contato com o produto, que o contém. Exemplo: vidro de pepino, caixa de leite, lata de leite condensado. * * Classificação de Embalagem b) Secundária: é aquele que protege a embalagem primária. Exemplo: o fundo de papelão, com unidades de caixa de leite envolvidas num plástico. É geralmente a unidade de venda no varejo. As embalagens secundárias são os acessórios que se somam à embalagem primária. Antigamente as cervejas vinham embaladas em caixas de papelão; hoje são unidas por plásticos. * * Classificação de Embalagem c) Terciária: As embalagens terciárias são também conhecidas como embalagens de transporte, pois são utilizadas para proteção dos produtos durante o armazenamento e o transporte. Essas embalagens são mais difíceis de serem vistas pela maioria dos consumidores. Elas não têm apelo comercial e cumprem com os objetivos logísticos: proteger no momento da armazenagem ou mesmo do transporte. São as caixas, de madeira, papelão, plástico. * * Classificação de Embalagem d) Quaternária: São embalagens que facilitam a movimentação e a armazenagem, qualquer tipo de contenedor. Exemplo: Contêiner * * Classificação de Embalagem e) Embalagem de Quinto nível: é a embalagem conteinerizada, ou embalagens especiais para envio a longa distância * * Classificação de Embalagem A tabela abaixo apresenta as classificações de embalagem que podem ser encontradas no mercado. * * Como a embalagem pode influenciar na conservação de matérias prima, produtos acabados e alimentos Barreira a umidade - impede a perda ou absorção de umidade pelo alimento. A alteração de umidade pode promover o crescimento de microrganismos, além de promover alteração de textura e sabor do alimentos Barreira a luz - impedem a oxidação de gorduras, proteínas, pigmentos evitando o desenvolvimento de sabores e odores provenientes da rancidez e de outros compostos, além de evitar a alteração de cores do alimentos Transmissão de luz nas embalagens dependerá da estrutura química do material, e os principais materiais utilizados para a fabricação de embalagens para alimentos são, os polímeros, papéis e alumínio. De acordo com as propriedades de transmissão de luz, as embalagens classificam-se em três tipos básicos: Transparentes – Vidro e filmes plásticos em geral. Opacos – Latas e folhas de alumínio. Translúcidos (intermediários) – Papel, cartão e certas garrafas plásticas * * Barreira a microrganismos – impedem a entrada de microrganismos indesejáveis que podem provocar o deterioração dos alimento, ou seja, reduzir sua vida de prateleira. Barreira Odores e sabores estranhos – impedem a passagem de sabores e odores estranhos do presentes no ambiente de armazenamento para o alimentos Barreira a Gases- impedem troca de gasosas do alimento com ambiente externo (armazenamento). Exemplo: evitam a absorção de oxigênio evitando a oxidação de compostos químicos e bem como o desenvolvimento de microrganismos aeróbicos * * Requisitos de uma embalagem a) não ser tóxica e ser compatível com o alimento, b) dar proteção sanitária c) dar proteção contra a passagem de umidade, ar e luz, d) ter resistência ao impacto, e) ter boa aparência e causar boa impressão, f) facilidade de abertura, g) limitações de forma, peso e tamanha, h) transparência quando necessário, i) facilidade de eliminação, j) baixo preço. * * Embalagem Cinco passos para definição do acondicionamento dos produtos: Definir o ambiente (riscos logísticos), Definir a fragilidade (características do produto), Escolher a melhor embalagem para oferecer a proteção necessária e fabricar um protótipo, Testar protótipo, Realizar qualquer mudança necessária no produto, logística, embalagem * * Embalagem As embalagens podem ser de papelão, tambores, fardos, plásticos, isopor, plástico bolha entre outros. O que será usado dependerá muito do que é composto o produto que será embalado. Essa escolha depende de vários fatores, entre eles: o estado físico e como ele se apresenta; se há necessidade de controlar a emperatura; se o produto é perecível ou não. Tudo isso influencia na escolha do material para compor a embalagem. * EMBALAGEM TIPOS E EMBALAGEM Prof. Paulo Roberto Leite * TIPOS DE EMBALAGENS EMBALAGENS DESCARTÁVEIS CAIXAS DE PAPELAO TAMBORES FARDOS SACOS EM GERAL MAG - SACS (BIG-BAGS) EMBALAGENS UNITIZADAS COM PLASTICOS RETRATÁVEIS OU “ STRECH” . EMBALAGENS RETORNÁVEIS: PALLETS CONTEINER ENGRADADOS ESPECIAIS ENTRE EMPRESAS Prof. Paulo Roberto Leite * Embalagem Tipos de embalagem – caixa de papelão Embalagem de baixo custo, servindo como alternativa às caixas de madeira ou compensado O papelão ondulado é uma colagem de um papel ondulado (miolo) a um papel liso (capa) A ondulação pode ser alta (4,7 mm) ou baixa (3,0 mm), tendo a alta maior capacidade de amortecimento Prof. Paulo Roberto Leite * Embalagem Tipos de embalagem – caixa de papelão Parede simples Parede dupla Prof. Paulo Roberto Leite * Embalagem Tipos de embalagem – caixa de papelão Caixa armada Caixa desarmada Operações de Almoxarifado Prof. Paulo Roberto Leite * Embalagem Tipos de embalagem – caixa de papelão Divisão interna (ou colméia) Prof. Paulo Roberto Leite * Embalagem Tipos de embalagem – tambores Aplicação abrangente: todo tipo de líquido, produtos pastosos, granulados, entre outros O revestimento interno é fundamental para a adequação do tambor ao produto que será nele acondicionado, especialmente no caso de alimentos e determinados produtos químicos Principais vantagens: capacidade de proteção, facilidade de manipulação, armazenagem e transporte Prof. Paulo Roberto Leite * Embalagem Tipos de embalagem – fardos Ideal para produtos de baixa densidade, que normalmente ocupam grandes volumes (quanto maior o volume, maior o custo do frete) O material é comprimido e preso com fitas, reduzindo seu volume e facilitando o manuseio do material nos processosde carga/descarga e movimentação interna Materiais comumente enfardados: fumo, alfafa, algodão, tecidos, resíduos de materiais (como bagaço de cana e aparas de papel), entre outros Prof. Paulo Roberto Leite * Embalagem Tipos de embalagem – recipientes plásticos Estão substituindo na indústria as embalagens convencionais de vidro, madeira e metal São fabricados com polietileno, material que permite grande flexibilidade nas formas e na capacidade volumétrica Polietileno: resina obtida do gás etileno, que por sua vez é derivado do petróleo ou do álcool etílico São mais leves que as embalagens de vidro e metal e possuem grande resistência à corrosão e à ação de ácidos, tendo também uma manutenção mais simples Prof. Paulo Roberto Leite * Embalagem Tipos de embalagem – recipientes plásticos Exigem certos cuidados: Produtos voláteis não devem ficar armazenados nesses recipientes por muito tempo, devido sua permeabilidade Devem ser preferencialmente pintados de preto, para evitar o ataque dos raios ultravioletas, que torna os recipientes quebradiços Aqueles que são feitos com resinas de alta pressão não devem ser expostos a temperaturas superiores a 70ºC Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária Definição: carga constituída de embalagens de transporte, arranjada ou acondicionada de modo que possibilite o seu manuseio, transporte e armazenagem por meios mecânicos, como uma unidade Usa-se com a empilhadeira, possibilitando uma eficiência única nos processos de carga/descarga e movimentação interna O palete é o principal dispositivo para a formação de cargas unitárias Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária – Palete Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de materiais Carga Unitária - Palete O palete é basicamente um estrado de madeira, metal ou fibra, com dimensões variadas, de acordo com sua aplicação No comércio internacional, foi adotada como medida padrão do palete 1.100 mm x 1.100 mm Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária - Palete Tipos de palete: Quanto ao número de entradas Palete de duas entradas Palete de quatro entradas (permite cruzamento) Quanto ao número de faces Palete de uma face Palete de duas faces (maior resistência) Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de materiais Carga Unitária - Palete Palete de duas entradas Palete de quatro entradas Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária - Palete Palete uma face e duas entradas Palete de duas faces e duas entradas Prof. Paulo Roberto Leite * PALLETS As vantagens estão ligados a: Redução do custo homem/hora; Menores custos de manutenção do inventário bem como melhor controle do mesmo; Rapidez na estocagem e movimentação das cargas. Racionalização do espaço de armazenagem, com melhor aproveitamento vertical da área de estocagem; Diminuição das operações de movimentação; Redução de acidentes pessoais; Diminuição de danos aos produtos; Prof. Paulo Roberto Leite * ARMAZENAGEM VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DE PALETES 1. Melhor aproveitamento do espaço disponível para armazenamento, utilizando-se totalmente do espaço vertical disponível, por meio do empilhamento máximo (sistema de blocagem); 2. Economia nos custos de manuseio de materiais (até 80%), por meio da redução do custo da mão-de-obra e do tempo necessário para as operações braçais; 3. Possibilidade de utilização de embalagens plásticas ou amarração por meio de fitas de aço da carga unitária, formando uma só embalagem individual; 4. Compatibilidade com todos os meios de transporte (marítimo, terrestre, aéreo); Prof. Paulo Roberto Leite * ARMAZENAGEM VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DE PALETES 5. Facilita a carga, descarga e distribuição nos locais acessíveis aos equipamentos de manuseio de materiais; 6. Permite a disposição uniforme de materiais, o que concorre para a desobstrução dos corredores do armazém e dos pátios de descarga; 7. Os paletes podem ser manuseados por uma grande variedade de equipamentos, como empilhadeiras, transportadores, elevadores de carga e até sistemas automáticos de armazenagem. Prof. Paulo Roberto Leite * PALLETS As desvantagens: Espaços perdidos dentro da unidade de carga; Investimentos na aquisição de páletes; acessórios para a fixação da mercadoria à plataforma e equipamentos para a movimentação das unidades de carga; O peso do pálete e o seu volume podem aumentar o valor do frete. Prof. Paulo Roberto Leite * Os paletes podem ser fabricados em: Madeira; Plástico; Metal. PALLETS Prof. Paulo Roberto Leite * Paletes de madeira – matéria-prima básica para a fabricação de paletes. Desvantagens: Durabilidade; Necessidade de reposição; Custo de reposição. PALLETS Prof. Paulo Roberto Leite * Paletes de Plástico - são relativamente novos no cenário da movimentação de cargas. Vantagens: Resistência à umidade; Resistência aos agentes químicos; Baixo peso; Superfícies lisas, sem pregos, parafusos ou grampos; Baixo custo. PALLETS Prof. Paulo Roberto Leite * Paletes Metálicos – são aplicados em situações específicas como a exigência de utilização de unidade metálicas devido ao peso excessivo das cargas, altas temperaturas e trabalhos pesados. A utilização de solda elimina a necessidade de pregos e parafusos, propiciando, ainda, grande rigidez e estabilidade dimensional. PALLETS Prof. Paulo Roberto Leite * Existem alguns tipos de embalagem que não devem ser paletizados: 1. Muito fracas; 2. Muito pesadas; 3. Demasiadamente cheias; 4. Volumes com formas não usuais; 5. Mal identificados; 6. Materiais que possam ser movimentados sem palete. EMBALAGENS Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária - arranjo As caixas que contém os produtos e são colocadas nos paletes possuem diversos tamanhos e formas, a sua distribuição no palete é determinada através de técnicas de arranjo Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária - arranjo Fatores que influenciam o arranjo: tamanho da carga (as maneiras de paletizar uma carga podem ser diversas, apenas uma ou nenhuma, dependendo do seu tamanho) peso do material (o número de camadas está condicionado à resistência do palete e da embalagem) carga unitária (o comprimento, a largura e, especialmente, a altura da carga unitária, tomada como um todo, devem ser considerados) Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária - arranjo perda de espaço (alguns arranjos podem ter muitos “vazios” entre as suas unidades; além de perda de espaço, o peso é distribuído desigualmente, possibilitando o desmoronamento das pilhas) Compacidade (as várias unidades de um arranjo devem “se casar” para que haja o necessário entrelaçamento do conjunto e o espeço ocupado seja minimizado) métodos de amarração (de acordo com o tipo de fixação das várias unidades de carga em conjunto, por colagem, arqueamento com fitas metálicas ou de náilon, estas poderão ser dispostas sobre o palete sem maiores preocupações) Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária – exemplos de arranjos Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária – métodos de amarração Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária – outras opções Caçambas: recipientes em madeira ou metal, apropriados para transporte de cargas em formatos irregulares e a granel; possuem encaixes que permitem sua manipulação por máquinas Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Carga Unitária – outras opções Racks: estruturas metálicas que permitem o acoplamento de produtos montados, como por exemplo motores Berços: estruturas metálicas adequadas à peças de grande comprimento, como barras, tubos e perfis, construídosde acordo com a dimensão dos produtos que irão transportar Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Paletização O emprego de paletes e empilhadeiras proporcionou economia de até 80% no capital desembolsado com sistema de movimentação interna Economia de tempo, espaço e mão-de-obra Permitem a formação de grandes pilhas de material, protegem as embalagens e tornam operações de carga e descarga mais rápidas Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Paletização Fatores que influenciam o tipo de palete a ser utilizado: Peso, resistência, tamanho, capacidade e custo necessidade de manutenção material empregado na sua construção umidade (para os de madeira) tamanho das entradas para os garfos tipo de construção tipo de carga de movimentação capacidade de empilhamento possibilidade de manipulação por transportador viabilidade para operações de estiva Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Técnicas de Estocagem Dependendo das características dos materiais em estoque, podem ser utilizadas desde simples prateleiras até sistemas complexos de armações, caixas e gavetas Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Técnicas de Estocagem Caixas Adequadas a itens de pequena dimensões, que podem ser fabricadas pela própria empresa ou adquiridas de fornecedores especializados Podem ser utilizadas na linha de produção Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Técnicas de Estocagem Prateleiras Fabricadas com madeira ou perfis metálicos, adequadas a peças grandes, servindo também como apoio para gavetas ou caixas As prateleiras de madeira possuem a vantagem de absorver melhor impactos, enquanto que as de metal são mais flexíveis na montagem e mais resistentes a impactos Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Técnicas de Estocagem Empilhamento Diminui e até elimina a necessidade de prateleiras, devido a colocação dos paletes um em cima do outro Maximiza a ocupação do espaço vertical Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Técnicas de Estocagem – matérias-primas Podem ser estocadas de forma centralizada ou descentralizada Centralizada: Facilita o planejamento da produção Inventário é realizado em um único local Melhor controle sobre peças defeituosas Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Técnicas de Estocagem – matérias-primas Descentralizada: Torna o inventário mais rápido, pois a visualização de cada item é mais rápida Facilita a distribuição dos itens para os locais de produção Melhor aproveitamento do espaço Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Técnicas de Estocagem – produtos em processo Centralizada: Maior necessidade de movimentação interna e de equipamentos transportadores Descentralizada Os materiais são armazenados em caixas e/ou paletes junto às áreas de produção Prof. Paulo Roberto Leite * Estocagem de Materiais Técnicas de Estocagem – produtos acabados Para entrega imediata: Local de armazenagem deve estar próximo à expedição Por encomenda Local de armazenagem se torna secundário Prof. Paulo Roberto Leite * Análise de Almoxarifado mercadorias Itens de maior saída devem ser colocados o mais próximo possível da expedição pilhas Devem respeitar uma distância mínima do teto do armazém Altura recomendada de 5 pilhas Prof. Paulo Roberto Leite * Análise de Almoxarifado corredores A quantidade de corredores depende da facilidade de acesso desejada Itens de maior movimentação podem ser estocados em ilhas com grande número de pilhas; itens de menor movimentação em ilhas com menor número de pilhas A largura do corredor depende dos equipamentos de movimentação, especialmente das empilhadeiras Corredores principais e de embarque devem permitir o trânsito de duas empilhadeiras Prof. Paulo Roberto Leite * Análise de Almoxarifado portas Devem permitir a passagem das empilhadeiras carregadas, com altura mínima de 2,4 m piso Deve ser construído em concreto, para resistir ao peso das pilhas e ao trânsito das empilhadeiras Prof. Paulo Roberto Leite * Análise de Almoxarifado embarque O número de docas para acostamento de veículos é calculado de acordo com a quantidade diária de embarques e o tempo de carga e descarga Próximo à área de embarque deve ser reservado um espaço para armazenagem temporária das mercadorias que serão embarcadas, sendo organizadas por praça e cliente Prof. Paulo Roberto Leite * Análise de Almoxarifado escritórios Normalmente estão localizados próximos dos locais de embarque Algumas empresas possuem instalações centrais, onde ficam os escritórios, salas de controle e manutenção outras instalações Equipamentos contra incêndio, roubos e furtos, para controle de luz, umidade e temperatura, entre outros Prof. Paulo Roberto Leite * Sistemas de Estocagem Solução básica: empilhamento direto das mercadorias, conhecido com blocagem Aperfeiçoamento: empilhamento com o uso de paletes, que protegem a mercadoria, aproveitam melhor o espaço e são extremamente eficientes em conjunto com as empilhadeiras Mercadorias frágeis ou de difícil paletização são estocadas através de prateleiras estruturadas Prof. Paulo Roberto Leite * Sistemas de Estocagem Prateleiras em 45° permitem que as mesmas sejam 42% mais compridas e facilitam a operação das empilhadeiras, que não precisam fazer curvas de 90° para se alinharem aos paletes estocados Sistema drive - in: longarinas horizontais são eliminadas, ficando ombreiras que servem de apoio para os paletes; os paletes formam corredores, através dos quais as empilhadeiras entram e saem de marcha ré Prof. Paulo Roberto Leite * Sistemas de estocagem Sistema drive-through: evolução do drive - in, em que as empilhadeiras entram com os paletes por um lado e saem com eles por outro; possui um custo de instalação maior, pois os paletes não ficam apoiados em paredes, mas em armações amarradas aos tetos, empilhadeiras especiais podem melhorar o aproveitamento do sistema Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Finalidades dos sistemas de movimentação Redução de custos Redução de custos de mão-de-obra: substituição da mão-de-obra braçal pelos meios mecânicos, liberando esta mão-de-obra para serviços mais nobres dentro da empresa, serviços esses que vão exigir menos esforço físico do homem Redução dos custos de materiais: com um melhor condicionamento e um transporte mais racional, o custo de perdas durante a armazenagem e o transporte é reduzido ao mínimo Redução de custos em despesas gerais: racionalizando-se os processos de transporte e estoque, também caem os custos de despesas gerais, pois fica muito mais fácil manter os locais limpos, evitando riscos de acidentes de pessoal e sinistro Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Finalidades dos sistemas de movimentação Aumento da capacidade produtiva Aumento de produção: conseguido pela maior rapidez na chegada dos materiais até as linhas de produção Aumento da capacidade de armazenagem: os equipamentos para empilhar permitem explorar ao máximo a altura dos edifícios, aumentando assim a capacidade de estocagem. Permitem também um melhor condicionamento, contribuindo para o aumento do espaço Melhor distribuição de armazenagem: com a utilização de dispositivos para formação de cargas unitárias é possível montar um sistema de armazenagem muito mais bem organizado Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Finalidades dos sistemas de movimentação Melhores condições de trabalho Maior segurança: a adoção de cargas unitárias e equipamentos de movimentação, como empilhadeiras, diminui o risco de acidentes nas operações, obedecidos os critérios de segurança Redução da fadiga/maior conforto para o pessoal: a força de trabalho é utilizadabasicamente na operação dos equipamentos, havendo substancial diminuição de trabalho manual Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Finalidades dos sistemas de movimentação Melhor distribuição Melhoria na circulação: através da criação de corredores bem definidos com endereçamento fácil e equipamentos eficientes; a integração das unidades de produção com os centros de distribuição aumenta ainda mais a eficiência do sistema Localização estratégica do armazém: a criação de pontos de armazenagem em locais distantes da fábrica e colocados próximos aos pontos consumidores é possível graças à utilização de equipamentos de movimentação e armazenagem, que reduzem os custos do processo Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Finalidades dos sistemas de movimentação Melhor distribuição Melhoria dos serviços ao usuário: a proximidade dos centros de distribuição e centros consumidores reduz as quebras e perdas, de forma a entregar produtos melhores e mais baratos aos consumidores Maior disponibilidade: a eficiência gerada pelos sistemas de movimentação permite uma distribuição mais abrangente, atingindo um público consumidor maior Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Sistemas de Movimentação Ocorrências que indicam necessidade de revisão do sistema de movimentação de materiais: homens manipulam cargas de mais de 30 kg e mulheres carregam objetos com peso superior a 10 kg materiais são desviados do caminho mais direto e natural de sua transformação no processo fabril, para fins de inspeção, conferência e outras razões o pessoal da produção abandona seus postos para efetuar operações de transporte interseções ou cruzamentos freqüentes de trajetórias de materiais em movimento Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Sistemas de Movimentação Ocorrências que indicam necessidade de revisão do sistema de movimentação de materiais: os trabalhadores da produção param até que sejam supridos de matéria-prima os materiais vão e voltam na mesma direção por mais de uma vez no seu processo de transformação cargas acima de 50 kg são levantadas mais de 1 metro sem ajuda mecânica Prof. Paulo Roberto Leite * Tipos de Movimentação:: A) Manual; B) Mecanizada; C) Automatizada. Equipamentos de Movimentação: Empilhadeiras e Pequenos Veículos Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação transportadores: correias, correntes, fitas metálicas, roletes, rodízios, roscas e vibratórios guindastes, talhas e elevadores: guindastes fixos e móveis, pontes rolantes, talhas, guinchos, monovias, elevadores etc. veículos industriais: carrinhos de todos os tipos, tratores, trailers e veículos especiais para transporte a granel equipamento de posicionamento, pesagem e controle: plataformas fixas e móveis, rampas, equipamentos de transferência etc.; contêineres e estruturas de suporte: vasos, tanques, suportes e plataformas, estrados, paletes, suportes para bobinas e equipamento auxiliar de embalagem Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação A escolha deve levar em conta uma série de fatores, como características dos produtos que serão movimentados, quantidade, características da edificação (espaço entre colunas, piso, desníveis, portas...), área disponível, fontes de energia, entre outros Outro fator importante é a flexibilidade desejada, de acordo com possíveis mudanças nos produtos ou nos métodos de produção Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação Equipamentos como os transportadores exigem pouca supervisão, ao contrário de tratores, empilhadeiras e outros veículos, que além do operador, exigem manutenção mais intensa Em situações de intensa movimentação, justifica-se a utilização de equipamentos automáticos ou semi-automáticos, bem como de equipamentos mais velozes (esses equipamentos também compensam pessoal inexperiente e altos níveis de perdas) Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação Equipamentos como os transportadores exigem pouca supervisão, ao contrário de tratores, empilhadeiras e outros veículos, que além do operador, exigem manutenção mais intensa Em situações de intensa movimentação, justifica-se a utilização de equipamentos automáticos ou semi-automáticos, bem como de equipamentos mais velozes (esses equipamentos também compensam pessoal inexperiente e altos níveis de perdas) Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação Os equipamentos diferem também quanto à trajetória que possibilitam na movimentação dos materiais Os transportadores, uma vez montados, têm sua trajetória fixada sem margem de manobra Os veículos, como empilhadeiras, permitem uma flexibilidade muito grande nas definições das trajetórias Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação – transportadores contínuos Ideais para situações de movimentação constante entre dois pontos fixos Podem ser transportadores de roletes, de rosca, oscilatórios ou de arraste São muito utilizados na mineração, diversas indústrias, terminais de carga e descarga, e armazéns de granéis Existem versões sofisticadas, informatizados, que executam paradas em pontos fixos para determinadas operações Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação – transportadores contínuos Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação – pontes rolantes São equipamentos adequados a áreas restritas, como almoxarifados e pequenos depósitos Transportam as cargas por elevação com uma viga suspensa e um trilho no alto, por onde se movimenta um carrinho Dependendo da movimentação e do peso do material, o ritmo de trabalho das pontes rolantes pode ser classificado como ocasional, leve, moderado, constante e pesado Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação – pontes rolantes Possuem comandos elétricos, que são acionados da cabine ou do piso, por um sistema de botoeiras São dotadas de sistemas de proteção para prevenção de acidentes Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação – pórticos São compostos por uma viga elevada, auto-sustentável, com rodas que se movimentam sobre trilhos Utilizados em áreas externas, especialmente quando a utilização de pontes rolantes se torna onerosa Apropriados para armazenamento em locais descobertos, carga e descarga em áreas sem plataformas de embarque e no levantamento de comportas em usinas elétricas Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação – pórticos Uma variação do pórtico é o semi-pórtico, muito usado nos pátios das construções; possui apenas uma perna, com a outra ponta correndo sobre uma parede ou estrutura de sustentação O semi-pórtico pode trabalhar em conjunto com pontes rolantes Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação – stacker crane É o sistema mais avançado para áreas restritas, consistindo numa torre apoiada sobre um trilho inferior e guiada por um trilho superior; pela torre corre uma cabina de comando com garfos acoplados que carregam os paletes Sua adoção permite um estreitamento dos corredores, visto que exigem um espaço muito menor que as manobras das empilhadeiras Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – carrinhos É o mais simples equipamento para movimentação sem limites fixos Princípio básico: plataforma sobre rodas com um timão direcional Existem diversos modelos, desde os carros usados em estradas de ferro e fazendas até carrinho projetados para atender a necessidades específicas de determinadasindústrias Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – carrinhos Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – paleteiras Mecanismo com braços metálicos em forma de garfo específicos para o transporte de paletes O modelo mais simples possui um pistão hidráulico que levanta a carga e o deslocamento é provocado pelo próprio operador Para situações de longos deslocamentos utiliza-se as paleteiras motorizadas Podem operar em conjunto com tratores, carrinhos elétricos e empilhadeiras, quando as cargas forem muito pesadas Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – paleteiras Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – empilhadeiras Equipamento fundamental nas operações de movimentação devido sua capacidade e eficiência no empilhamento de cargas São carros que elevam a carga com seus garfos, movem-se por motores e cobrem distâncias consideráveis Existem três tipos básicos quanto à forma: frontais de contrapeso, frontais que equilibram o peso na própria base e laterais Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – empilhadeiras Os modelos movidos a gasolina, GLP, diesel ou álcool devem ser operados em áreas abertas, e quando em áreas fechadas, deve haver um sistema de ventilação eficiente Em áreas de pouca ventilação ou com produtos sensíveis a gases, devem ser utilizadas as empilhadeiras elétricas Em locais com pisos irregulares, as empilhadeiras com contrapeso são mais adequadas, devido o maior diâmetro das rodas Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – empilhadeiras Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – empilhadeiras Prof. Paulo Roberto Leite * Movimentação de Materiais Equipamentos de movimentação sem limites – empilhadeiras Fatores que devem ser levados em conta na escolha do tipo de empilhadeira: Tipo e peso da carga Dimensões da carga Ciclo de movimentação de cargas Tipo de terreno a ser percorrido Desníveis no percurso Obstruções no percurso Largura dos corredores Montagem do layout de produção e de armazenamento Altura utilizada para a estocagem Características ambientais do depósito * * * Logística Empresarial *