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Cálculos Farmacêuticos
Farmacotécnica/2018
Prof Maria Sirlene Morais
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
Regras de arredondamento
Porcentagem
Conversão de unidade de medida
Regra de três (Razão e Proporção)
Diluição de concentração
Densidade
Calibração de gotas
Sistemas de medidas e outras
Outras Diluições
 Fator de Equivalência/ Fator de Correção
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
Regras para arredondamento
Se o algarismo a suprimir for inferior a 5, mantém-se o algarismo anterior. Exemplo: 6,234 → 6,23 
Se o algarismo a suprimir for superior a 5, acrescenta-se uma unidade ao algarismo anterior. Exemplo: 6,38 → 6,4
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Definição de porcentagem 
 É uma fração de denominador centesimal, ou seja, fração de denominador 100. Representamos percentagem pelo símbolo %.
A fração 30 / 100 é uma percentagem que podemos representar por 30,0%
Forma decimal 75% = 75 /100 = 0,75 
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Porcentagem peso por volume( % p/v)
 nº de gramas de um constituinte (soluto) em 100ml de uma preparação líquida (solvente). 
Ex.: Minoxidil 5 % 
 Loção hidroalcóolica qsp 100ml;
Significa: 5 partes de minoxidil (em grama) em 100 partes de loção hidroalcóolica (em ml).
 Porcentagem peso por peso, % p/p 
nº de gramas de um constituinte em 100g de uma preparação. Ex.: Creme de uréia a 10% - 100g; 
Significa: 10 partes de uréia (g) em 100 partes de creme (g).
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Porcentagem volume por volume, % v/v
nº de mililitros de um constituinte em 100ml de uma preparação. Ex.: Xarope de ácido láctico a 15% - 100ml;
Significa: 15 partes de ácido láctico (ml) em 100 partes de xarope (ml). 
Miligrama por cento, mg% 
nº de miligramas de um constituinte em 100g ou 100ml de uma preparação
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Exemplo 1: Se 4 g de ácido salicílico são dissolvidos em quantidade suficiente para preparar 250ml de solução, qual a concentração em termos de porcentagem p/v da solução?
 Pelo método da proporção:
 4g__ = X g__
 250ml 100ml
 
Resolvendo X: 
X = (100 x 4) ÷ 250 = 1,6g
Resposta: 1,6g em 100ml, ou, 1,6% p/v.
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
  Exemplo 2: Para se preparar 30g de um creme com colágeno a 5% p/p, qual a quantidade de colágeno a ser pesada?
Pelo método da proporção:
5g__ = Xg__
100g 30g
Resolvendo X: X = (30x5) ÷ 100
 X = 1,5g
Resposta: deve-se pesar 1,5g de colágeno e qsp de creme para 30g (qsp = quantidade suficiente para), ou seja, 28,5g de creme).
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Regra de Três (Razão e Proporção)
é quando se compara duas ou mais quantidades, devendo ser escritas na mesma ordem e devem estar nas mesmas unidades.
 
Exemplo 1: Se em uma solução de hipossulfito de sódio, tenho 20g em 100ml, quantos gramas de hipossulfito eu precisaria para preparar 20ml de uma solução na mesma proporção?
Resolvendo: 20g ------------- 100ml
 Xg ------------- 20ml
 
 100X = 20 x 20 
 100X = 400
 X = 400
 100
 X = 4g em 20ml
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Diluição de Concentração
é usada para calcular a concentração de uma solução preparada a partir da diluição de uma outra solução de concentração conhecida, uma proporção pode ser empregada como a seguinte:
 Q1 x C1 = Q2 x C2, onde: (C1V1=C2V2)
Q1 = quantidade conhecida
C1 = concentração conhecida
Q2 = quantidade final a ser obtida após a diluição
C2 = concentração final após a diluição
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Exemplo 1: Se 5ml de uma solução aquosa de furosemida 20% p/v for diluída para 10ml, qual será a concentração final de furosemida?
Q1 = 5ml; C1 = 20%; Q2 = 10ml; C2 = X
Então: 5(ml) x 20(%p/v) = 10(ml) x X(%p/v)
 X = 5 x 20 = 10%p/v
 10 
Resposta: 10% p/v
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Densidade
 é definida como massa por unidade de volume de uma substância em temperatura e pressão fixas. No sistema métrico internacional, é expressa como g / ml. Fórmula para calcular densidade: 
 d = m
 v
 
Exemplo 1: 100ml de lugol pesam 120g em mesmas condições de temperatura e pressão; calcule a densidade.
Resolvendo: d = 120g_ = 1,2 g/ml
 100ml
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Calibração de Gotas
 Uma gota é calibrada através da contagem do número de gotas requeridas para transferência de 2 mL da formulação, ou substância que se queira calibrar, do recipiente original para uma proveta graduada de 5 mL. Em seguida divide-se por 2 e estabelece- se a relação nº de gotas/mL.
Exemplo : se para um determinado líquido tem- se 40 gotas em 2 mL, quantas gotas terei em 0,50 mL?
 40 gotas -------- 2 mL
 x--------- 0,50 mL
 x = 10 gotas
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
Medidas Caseiras (para ilustrar)
1 colher das de café = 2ml
1 colher das de chá = 5ml
1 colher das de sobremesa = 10ml
1 colher das de sopa = 15ml
1 cálice = 30ml
1 copo = 150ml
 Calibração de Gotas de água
Cada gota é igual a 0,05ml; cada ml tem 20 gotas.
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Sistemas de Medidas e Interconversões
 g em mg = x 1000
mg em mcg = x 1000
g em mcg = x 1000.000
mcg em mg = ÷ 1000
mg em g = ÷ 1000
Balança analítica á partir 0,0001 g
Balança semi analítica á partir de 0,001 g
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Diluições
 Diluição pela Farmácia Magistral: é realizada para facilitar a pesagem e aumentar exatidão conforme exemplo: 
Exemplo 1: T3 (liotironina) é prescrito em mcg ( ÷ 1000.000).
Se tivermos que aviar uma receita com 10 mcg de T3 para 30 cápsulas, teremos: 
 10 mcg x 30 cápsulas = 0,0003 peso total.
Balança de precisão analítica : 4 casas decimais depois da vírgula, ou seja: 
 0.0000, mas e se oscilar??? Ou 
 Tenho balança analítica??? 0.000
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 DILUIÇÕES /FAIXAS POSOLÓGICAS
 Faixa Posológica	Diluição		Fc(x)
 até 0,1mg		1:1000		1000
 de 0,1 á 1 mg	1:100		100
 de 1 mg á 10 mg	1:10		10
Exemplos : T3/T4 ( 1 g substância para 999 g de excipiente)
 Alprazolan, Clonazepan ( 1 g substância para 99 g de excipiente)
 Ácido retinóico / Capsaiscina ( 1g para 99 g PEG)
Zolpiden, Varfarina ( 1g para 9 g de excipiente)
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Substâncias de Baixo Índice Terapêutico
 Bula simplificada
Perfil de Dissolução
Dupla checagem na pesagem operador e farmacêutico
Armazenamento e Identificação:
Matéria- Prima: ATENÇÃO! ESTA SUBSTÂNCIA SOMENTE DEVE SER UTILIZADA QUANDO DILUÍDA)
 Produto Acabado: (SUBSTÂNCIA DILUÍDA – nome da subtância + fator de diluição)
 Lista RDC 67/2007
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Fator de Equivalência(Feq)
Aplica-se quando o produto de referência é em forma de base ou anidra e a matéria-prima liberada para manipulação é em forma de sal; Dados no Certificado de Análise.
Cálculo do fator de equivalência (FEq):
	FEq = PM (Peso Molecular) do Sal_
 PM (Peso Molecular) da base
Exemplo1: Estolato de Eritromicina:
	FEq = 1056,41 (sal) = FEq = 1,44
 733,94 (base)
 
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Conceitos importantes: Água de Cristalização (água de hidratação ou ainda água de constituição): é a água ligada quimicamente à molécula. É difícil de ser removida sem desnaturar a substância.Exemplo: Alendronato de Sódio Trihidratado.
 Base: substância na sua forma livre.
 Sal: produto da reação (neutralização) entre um ácido e uma base. Freqüentemente, é usado o termo “sal” como sinônimo de “princípio ativo”, “substância” ou “matéria-prima”
 Substância Anidra: substância que não possui água de cristalização na sua estrutura molecular.
 Substância Hidratada: substância que possui água de cristalização na sua estrutura molecular. 
Substância Sesquihidratada: substância que contém 1 e ½ molécula de água de cristalização em sua fórmula química. 
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 FC= 100/teor
 Sais minerais ou minerais aminoácidos quelados para os quais se deseja teor elementar; Exemplo: Vitamina E 50% fc = 2.
 Agentes nutracêuticos disponíveis em formas diluídas ; Exemplo : Betacaroteno 10% fc = 10; 
 Necessidade de correção pelo produto inovador (Farmacopéias e outros compêndios); Exemplo: Omeprazol pellets 8,5% fc= 11,76; Itraconazol pellets 22% fc= 4,55.
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Fitoterápicos com Ativos Padronizados
 usar ou não o fator de correção vai depender do produto de referência.
Exemplo: Ginkgo biloba extrato seco 24% - o produto de referência no mercado não utiliza o fator de correção, ou seja, para cada mg de Ginkgo biloba ext. seco é utilizada 1mg realmente.
Kawa-kawa 30% - o produto de referência usa o fator de correção igual a 3,33. 
Isoflavonas de soja – normalmente é vendida em torno de 40% de concentração e sempre se utiliza o fator de correção correspondente.
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Cálculo de Miliequivalentes (mEq):
	mEq = Peso molecular / 1000
 Valência 
Exemplo 1: Qual é o miliequivalente do Citrato de potássio?
PM Citrato de potássio (C6H5K3O7.H2O) = 324
Eqg = 324 = 108
 3 (valência)
mEq = 108_ = 0,108g ou 108mg
 1000
 20 mEq de citrato de potássio correspondem a que quantidade de citrato de potássio?
20 x 108mg = 2160mg ou 2,16g de citrato de potássio.
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Unidades de Medidas – UI, UTR, UFC : é a atividade específica de uma droga contida numa quantidade determinada de um padrão (medida de atividade ou potência da substância).
 Exemplo 1: Formulação com 5000UTR de Thiomucase:
Sabendo-se que 350.000UTR’s de Thiomucase equivalem a 1g de Thiomucase, calcula-se:
	350.000 UTR -------------1g
	5.000 UTR ---------------- X
 
	X = 5000 x 1 = 0,014g
 350.000
 Os cálculos em UI’s , e UFC seguem o mesmo princípio.
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 Quantidade Suficiente para (qsp):
Exemplo (creme): Uréia ------5%
 Óleo de Amêndoas ---- 10%
 Creme base qsp ------- 100g
 
Princípios ativos: 5 + 10g = 15g
Creme: 100g – 15g = 85g
Pesar 15g dos princípios ativos e 35g de creme.
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
Exercícios 
Preparo de Soluções estoques 
1- Solução de ácido cítrico 10,0% p/v (ajuste do pH) volume:50ml
 2- Soluções estoques no controle de qualidade: Solução de NaOH 20,0% p/v (ajuste de pH) volume: 60 mL
 3- Prescrições médicas: Hipossulfito de sódio 40% ......10 mL
 4- Extrato glicólico de Babosa 5 % Xampu Base qsp 200 mL
5- Cetoconazol 2 % creme base qsp 30 g
6- Uréia 10% creme base qsp 50 g
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 7- Calcule a quantidade a ser pesada para as seguintes formulações a) Ciproheptadina 2,5mg/5mL
 Xarope base qsp
 Modo de usar: Tomar 5 mL 2 vezes ao dia por 10 dias
 b) Amoxacilina tri hidratada 500 mg com 30 cápsulas
Dados: PM tri hidratada = 419,46
 PM anidra(que vc tem no estoque)=365,41
 c) Lisinopril diidratado 20mg c/30 cápsulas
Dados: PM diidratado = 441,52
PM Lisinopril = 405,42
Cálculos Farmacêuticos: aplicação na Farmácia Magistral
 8- Calcule a quantidade correta de matéria- prima para o preparo da seguinte prescrição:
 Zinco 40mg ; Cobre 2mg
Vitamina C 60 mg; Vitamina E 30 mg
Betacaroteno 5000 UI; Selênio 40 mcg - Manipule 30 cápsulas
Segundo Certificado de Análise :
Zinco foi fornecido diluído a 20% 
Cobre á 13,66%
Vitamina C é pura
Vitamina E diluída a 50%
Betacaroteno possui 1.670 UI/mg com teor á 10%
Selênio com teor á 0,2%
Bigliografia
 ALLEN JR, Loyd V.; POPOVICH, Nicholas G.; ANSEL, Howard C. Formas Farmacêuticas e Sistemas de Liberação de Fármacos-9. Artmed Editora, 2013.
 THOMPSON, Judith E.; DAVIDOW, Lawrence W. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos. Artmed Editora, 2016.
DE OLIVEIRA FERREIRA, Anderson; BRANDÃO, Marcos. Guia prático da farmácia magistral. Pharmabooks, 2008.
 DE ORIENTAÇÃO, MANUAL; FARMACÊUTICO, A. O. MANUAL DE EQUIVALÊNCIA SAL/BASE.
DADOS AULA PRÁTICA
Cafeína : Propriedades físicas e químicas 
 Estado físico: Sólido
Cor: Branco 
Odor: Inodoro 
Valor pH (solução aquosa) 5.5 – 7.0 
Ponto de fusão 234 – 239 ºC 
Solubilidade em água (20°C) :Pouco solúvel
Etanol: Ligeiramente solúvel 
Éter : Ligeiramente solúvel 
Clorofórmio :Solúvel
DADOS AULA PRÁTICA
 Cimetidina: Propriedades físicas e químicas 
Estado físico: Sólido 
Cor: Branco Odor: Leve-desagradável 
Valor pH (solução aquosa) 8.0 – 9.0 
Ponto de fusão 139 – 144 ºC 
Solubilidade em água (20ºC) : Insolúvel (1:10); Solúvel (1:88)
DADOS AULA PRÁTICA
 Propranolol: Propriedades físicas e químicas 
Estado físico: Sólido 
Cor: Branco 
Odor: Praticamente inodoro 
Valor pH (solução aquosa 1 %) 5.0 – 6.0 
Ponto de fusão: 163 – 166 ºC 
Solubilidade em Água: Solúvel (1:20) 
Etanol Solúvel (1:20) 
Clorofórmio Levemente Solúvel
 Éter Praticamente insolúvel
DADOS AULA PRÁTICA
 Piroxican: Propriedades físicas e químicas 
Estado físico: Sólido 
Cor: Branco-amarelado 
Odor: Inodoro
Valor pH (suspensão aquosa ) 5.0 – 6.0 
Ponto de fusão 198-200 ºC 
Solubilidade em água (20ºC): Praticamente insolúvel 
Etanol : Ligeiramente solúvel
Clorofórmio :Solúvel 
Eter:Praticamente insolúvel
DADOS AULA PRÁTICA
Paracetamol: Propriedades físicas e químicas
Estado físico: Pequenos cristais 
Cor: Branco Odor: Inodoro 
 Ponto de fusão 168 – 172 ºC 
Solubilidade em água (20 °C) : ligeiramente solúvel
Etanol (20ºC) : solúvel 
Acetona (20ºC): solúvel
DADOS AULA PRÁTICA
Captopril: Propriedades físicas e químicas 
Estado físico: Sólido 
Cor: Branco
Odor: Sulfuroso 
Valor pH (solução aquosa ) aprox. 2.5 
Ponto de fusão aprox. 105 ºC 
Solubilidade em Água :Solúvel
Etanol: Solúvel 
Clorofórmio : Solúvel 
DADOS AULA PRÁTICA
Metronidazol: Propriedades físicas e químicas 
Estado físico: Sólido 
Cor: Amarelo 
Odor: Inodoro 
Ponto de fusão 159 – 163 ºC 
Solubilidade em Água : Insolúvel (1:10) 
Etanol: insolúvel (1:10) 
Clorofórmio :Solúvel (1:250)
 Éter Ligeiramente solúvel
Bibliografia
 ANSEL, Howard C.; POPOVICH, Nicholas G.; ALEN JR, Loyd V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. In: Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 2000.
DE OLIVEIRA FERREIRA, Anderson; BRANDÃO, Marcos. Guia prático da farmácia magistral. Pharmabooks, 2008.
DA FARMACOPÉIA, Comissão Permanente de Revisão. Brasileira. Farmacopéia Brasileira, v. 4, 2001.

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