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cinemática artrocinemática Descreve o movimento que ocorre entre as superfícies articulares; Ilustra o que acontece em termo de movimentos dentro da articulação; Pode ocorrer em consequência dos movimentos osteocinemáticos (rotacionais) ; TRANSLAÇÃO INTRODUÇÃO A relação convexo-côncava apresentada pela maioria das articulações: Melhora o encaixe Aumenta área de dissipação de forças de contato Ajuda a guiar o movimento entre os ossos Superfícies articulares convexo-côncavas Articulação selar Movimentos fundamentais entre superfícies articulares Rolamento Deslizamento Giro São resultado: do movimento da superfície convexa sobre a côncava ou; do movimento da superfície côncava sobre a convexa; rolamento Ocorre quando múltiplos pontos em uma superfície articular em rotação fazem contato com múltiplos pontos em outra superfície; Ex: pneu rodando no asfalto deslizamento Ocorre quando um único ponto em uma superfície articular em rotação faz contato com múltiplos pontos em outra superfície; Ex: pneu deslizando no gelo giro Ocorre quando um único ponto em uma superfície articular faz contato com um único ponto em outra superfície; Ex: pião rodando giro Cabeça do rádio sob o capítulo (PRONAÇÃO do antebraço); Cabeça do úmero com glenóide (RI e RE do ombro abduzido a 90º); giro Rolamento + deslizamento Quando a superfície móvel é a convexa Rolamento + deslizamento Quando a superfície móvel é a côncava Articulação do ombro Contração do supra-espinhoso ↓ Rolamento + deslizamento ↓ Abdução do ombro Articulação do ombro Caso não ocorra o deslizamento associado: úmero colide com tecidos moles e acrômio gerando lesão; osteocinemática cadeias cinéticas MMSS: Cinemática de segmentos distais-proximais (cadeia cinética aberta): Maioria dos movimentos dos MMSS; Segmento distal livre; Segmento proximal estabilizado Ex: Comer, arremessar osteocinemática cadeias cinéticas MMSS: Cinemática de segmentos proximais-distais (cadeia cinética fechada): Segmento proximal livre; Segmento distal estabilizado Ex: flexão na barra osteocinemática cadeias cinéticas MMII: Cinemática de segmentos distais-proximais (cadeia cinética aberta): Segmento distal livre; Segmento proximal fixo Ex: Chutar uma bola osteocinemática cadeias cinéticas MMII: Cinemática de segmentos proximais-distais (cadeia cinética fechada): Segmento proximal livre; Segmento distal fixo; Ex: Agachar osteocinemática cadeias cinéticas MMII: Obs: na verdade, nos MMII, rotineiramente ocorrem as duas cadeias cinéticas; Ex: fases de apoio e balanço da marcha Outros movimentos Tração Outros movimentos Compressão Outros movimentos Cisalhamento Leis de newton Explicam a relação entre as forças e seus efeitos no corpo, assim como a reação do corpo a essas forças; Guia tratamento e compreensão do mecanismo das lesões; No século XVII, Isaac Newton formulou leis para entender o movimento humano: Lei da inércia (1ª lei de Newton) Lei da aceleração (2ª lei de Newton) Lei da ação e reação (3ª lei de Newton) 1ª lei de newton (lei da inércia) Um corpo permanece em repouso ou em velocidade (linear ou angular) constante até sofrer ação de uma força/torque externo que mude seu estado; Ex: maior INÉRCIA é necessária pra mudar a velocidade do movimento com halter de 10kg do que um de 5kg. INÉRCIA: quantidade de energia necessária para mudar a velocidade de um corpo; 2ª lei de newton (lei da aceleração) A aceleração (linear ou angular) de um corpo é diretamente proporcional à Força (F) que a ocasiona, considerando ambas na mesma direção; A aceleração é inversamente proporcional à massa do corpo; F = m x a Impulso ou arranque exercido sobre um corpo Efeito resultante desse impulso 3ª lei de newton (lei da ação e reação) Para cada ação há uma reação igual e oposta; Os dois corpos interagem simultaneamente e o resultado é explicado também pela 2ª lei: Cada corpo experimenta um efeito diferente, dependendo da massa; Ex: A queda de uma pessoa de um edifício F = m x a Diagrama de corpo livre Análise de todas as forças que atuam no corpo durante um movimento; Interação entre o corpo e o ambiente; Setas indicam as Forças vetoriais; Diagrama de corpo livre APLICAÇÃO CLÍNICA: Em disfunções articulares (artrite, artrose): Redução do peso ↓ ativação muscular Calçados acolchoados Andar mais devagar Uso de bengalas ↓ força de reação articular ↓ dor e prevenção da degeneração articular Composição vetorial de forças Como grandezas vetoriais, as forças podem ser analisadas de diferentes maneiras, dependendo do contexto da análise; Composição vetorial: muitas forças podem ser combinadas e formar uma força única resultante (vetor único); Composição vetorial de forças Composição vetorial de forças Composição vetorial de forças