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FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CONTABILIDADE DO AGRONEGÓCIO Centro Universitário Exercícios baseados em estudos do Livro de Contabilidade Rural de José Carlos Marion Exercícios 1. A Cia Milharal prepara muitos hectares para plantar milho doce, voltado para produtos alimentícios. Sabendo-se que o ciclo vegetativo do milho não ultrapassa 180 dias, e que o período de semeadura será entre setembro e novembro, que o ano agrícola, consequentemente o exercício social, está fixado para 31/03, os custos para a referida cultura foram: Cultura do milho → de setembro a janeiro Em $ Adubo 58.000, Semente 122.800, Outros custos 36.000, Mão de obra – serviços de terceiros: → lavra, plantação, desbaste, capina, colheita 21.000, → debulha (destacar o grão da espiga) 4.200, → de janeiro a março Armazenamento em paiol (dois meses – aluguel) 6.500, A colheita totalizou 20.400 sacas; em 25/03 a produção foi totalmente vendida, a vista, a $ 20,00 a saca. Considerando-se que todos os custos acima foram a vista, que a empresa contraiu despesas operacionais no período, também a vista, no total de $ 120.060, apurar o lucro operacional do período, sabendo-se que a situação patrimonial ao final de agosto era: BALANÇO PATRIMONIAL EMPRESA MILHARAL 31/08/XX ATIVO PASSIVO Circulante Circulante 0 Disponível 510.000 Não Circulante 0 Cultura em formação 0 Patrimônio Líquido Produtos agrícolas 25.000 Capital 2.000.000 535.000 Lucros acumulados 335.000 Não Circulante Imobilizado 1.800.000 Total do Ativo 2.335.000 2.335.000 Observações: Como nesse exercício se solicita apenas o Lucro Operacional, não será feita a Provisão para Imposto de Renda. Pede-se: contabilizar as operações apresentadas e apresentar as demonstrações financeiras. O estoque de produtos agrícolas no valor de $ 25.000, deve permanecer no balanço. Para esse item não se dará tratamento mais aprofundado. Está se admitindo que não houve depreciação e que todo imobilizado é composto de terrenos. Se quiser descer a um nível de maior detalhe, pode-se abrir uma conta intermediária entre “Cultura em Formação” e “Produtos Agrícolas”, tem o gasto de mão de obra para debulha. Normalmente, no encerramento do Balanço Patrimonial, o saldo da conta “Cultura em Formação” é zero, pois o balanço é levantado após a colheita (ano agrícola). Pode ocorrer em situações em que haja cultura secundária em formação, por ocasião do término do ano agrícola da cultura principal. Todavia, o valor da cultura em formação deverá ser pouco relevante. 2. A Cia PUC Agropecuária apresentou os seguintes gastos para a cultura em formação da maça. Cultura do maçã → Em $ Destoca, limpeza do solo 10.800, (Arrancar os tocos das árvores abatidas) Adubação e preparo para plantio 1.200, Mudas 6.000, Mão de obra geral 16.000, Tratamento fitossanitário 4.000, Nesse período, o exercício social é encerrado. No período seguinte há novos gastos: → Em $ Manutenção da cultura em crescimento 5.000, Mão de obra 12.000, Outros gastos 10.000, Novamente o período é encerrado. Está prevista uma colheita anual de maçã durante 20 anos. Na primeira colheita, os gastos sem depreciação foram de $ 38.000. Evidenciar no grupo Estoque e Imobilizado os dados apresentados, considerando a primeira colheita terminada e não vendida. 3. A Fazenda Grande S.A. apresenta o seguinte Balanço Patrimonial em 31/12/X8: BALANÇO PATRIMONIAL EMPRESA Fazenda Grande S.A. 31/12/X8 ATIVO PASSIVO Circulante Circulante Disponível 100 Fornecedores 4.000 Insumos 800 Impostos a Pagar 1.000 Produtos agrícolas 4.000 Contas a Pagar 500 Ativo Circulante 4.900 Passivo Circulante 5.500 Não Circulante Patrimônio Líquido Imobilizado Capital 20.000 Terras 14.100 Reserva de Capital 5.000 Cafeeiro 10.000 Reserva Legal 1.000 Trator 2.000 Reserva Estatutária 2.000 Bens de Escritório 4.000 Lucros Acumulados * 1.500 Ativo Não Circulante 30.100 Patrimônio Líquido Total 29.500 Total do Ativo 35.000 Total do Passivo 35.000 Conforme a Lei nº 11.638/07, a conta Lucros Acumulados terá que ter saldo zero no final do exercício para as Sociedades Anônimas. São efetuadas as seguintes operações a partir de 01/01/X9: Início do plantio da soja, custos iniciais são: Insumo (constante em estoque) $ 700 Adubos adquiridos a prazo $ 1.800 Mão de obra paga $ 80 Outros custos $ 420 Obs. Para suportar “Outros Custos foi obtido um empréstimo $ 500, para pagar em 14/01/2x10, com juros totais de 50,00% ao ano, sendo devolvido junto com o principal. Foi vendida metade da colheita do café, a vista, constante no Estoque, por $ 6.000. A empresa iniciou a colheita da próxima safra de café, tendo os seguintes custos: Mão de obra paga $ 1.500 Outros custos a vista $ 1.400 A depreciação do trator é distribuída: metade para soja e metade para a colheita do café, já que ele é usado na manutenção e na colheita. Os valores brutos do imobilizado são: Quadro: Depreciação Terrenos Cafeeiros Tratores Bens de Escritório Valor Total 14.100 20.000 4.000 5.000 ( - ) Depreciação Acumulada - -10.000 -2.000 -1.000 Taxa de Depreciação 0 5,00% a.a. 25,00% a.a. 10,00% a.a. 6) 7) As despesas operacionais a vista, além dos juros, são: Vendas (ocorreram após o item “b” abaixo) $ 1.200 Administrativas (não inclui depreciação) $ 800 Considerando que a empresa está isenta Imposto de Renda, pede-se: Os lançamentos contábeis em razonetes, sabendo-se que os custos finais, a vista foram: Soja: $ 1.080 Café (colheita) $ 950 Obs. A empresa ainda não constituiu nova reserva. Apurar o Resultado do Período, sendo que 1/3 da soja colhida foi vendida a vista por $ 5.000. Apresentar o Balanço Patrimonial e a DRE, sabendo-se que não houve mais venda de café, embora a colheita já esteja terminada. A colheita de soja ainda não foi concluída. 8) Compare a Nova Estrutura do Balanço Patrimonial com a anterior: