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UNIVERSIDADE CEUMA
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CURSO DE PSICOLOGIA
Dayane Fernandes Lima Araújo – CPD :100568
Emanuelle Monteiro Lobato – CPD: 87088
Fabiana Tavares Sampaio – CPD: 86590
Julyana Pinheiro Ferreira – CPD: 84611
Késia Priscila Oliveira de Souza – CPD: 84667
Victor Gabriel Moraes – CPD: 88819
A INTERVENÇÃO DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL EM CASOS DE IDEAÇÃO SUICIDA
São Luis – MA
2019
Dayane Fernandes Lima Araújo – CPD :100568
Emanuelle Monteiro Lobato – CPD: 87088
Fabiana Tavares Sampaio – CPD: 86590
Julyana Pinheiro Ferreira – CPD: 84611
Késia Priscila Oliveira de Souza – CPD: 84667
Victor Gabriel Moraes – CPD: 88819
A INTERVENÇÃO DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL EM CASOS DE IDEAÇÃO SUICIDA
Trabalho apresentado ao Curso de Psicologia da Universidade CEUMA como pré-requisito para obtenção de nota na disciplina Teorias Cognitivas
Orientador(a): Cândida Helena Lopes Alves
São Luís – MA
2019
INTRODUÇÃO
O comportamento suicida é considerado como toda conduta auto lesiva que, pode ou não, resultar em óbito. É classificada em três categorias: ideação, tentativa e consumação do ato. O suicídio é considerado um problema de saúde pública, sendo uma das causas atuais mais frequentes de morte. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgados na véspera do Dia de Prevenção do Suicídio – 10 de setembro – de 2018, “a cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no planeta. O problema é a segunda maior causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos de idade.”. Este trabalho visa identificar como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) atua nesse cenário, seus manejos e técnicas, tanto de intervenção quanto de prevenção. Entende-se por TCC, um tipo de psicoterapia que objetiva alterar comportamentos e emoções modificando os pensamentos e sistemas de significados do indivíduo.
DESENVOLVIMENTO
Conceito de suicídio e fatores de risco
Atualmente o avanço e espaço que a tecnologia vem ganhando nos propicia certo afastamento das pessoas; passamos a ser mais ausentes nas atividades do dia-a-dia. Esse afastamento com a realidade influencia no que sentimos e como percebemos a vida. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), “no ano de 2020, cerca de 1,53 milhão de pessoas cometerão suicídio, o que representa um ato suicida a cada dois segundos (BERTOLOTE; FLEISHMANN, 2002 apud MELEIRO et. al, 2004, ROSKOSZ, CHAVES, SOCZEK, 2017). 
Por razões históricas o suicídio é um assunto de bastante tabu e preconceito, visto que, por muitos séculos – devido a razões religiosas, morais e culturais –o suicídio foi considerado um grande pecado, o que impactou na maneira como ele é visto até hoje, dificultando na busca de ajuda, de conhecimento, reconhecimento e aceitação da doença entre outras coisas, criando com isso barreiras para a prevenção. 
Reconhecer os fatores de risco é fundamental para estabelecer estratégias para sua redução. Os principais fatores de risco são a tentativa prévia de suicídio e a doença mental. Pacientes que tentaram suicídio previamente têm de cinco a seis vezes mais chances de tentar suicídio novamente e sabemos que quase todos os suicidas tinham uma doença mental, muitas vezes não diagnosticada. (ABP, 2013)
De acordo com Wenzel, Brown e Beck (2010) são usadas as seguintes nomenclaturas para o ato de tirar a própria vida: 
O suicídio é a morte causada por comportamento danoso contra si mesmo, com qualquer intenção de morrer como resultado desse comportamento;
A tentativa de suicídio pode ou não ter como resultado o sofrimento no indivíduo, pois é o comportamento não fatal contra a si mesmo, potencialmente danoso, com qualquer intenção de morrer como seu resultado, porém apenas uma tentativa;
O ato suicida pode ou não resultar a morte (suicídio), é potencialmente danoso ao indivíduo o comportamento contra si mesmo, comportamento este que tem qualquer intenção de morrer como seu resultado;
A ideação suicida são pensamentos, crenças, imagens, vozes ou outras cognições relatadas pelo indivíduo sobre terminar intencionalmente com sua própria vida.
A partir dessas nomenclaturas é preciso avaliar o grau de intenção que levam o indivíduo a tentativas, ideação ou conclusão do ato de tirar a própria vida. Em alguns casos a identificação do desejo de viver ou morrer se torna difícil de ser realizado, sendo comum a ambiguidade de sentimentos. Wenzel, Brown e Beck, (2010) afirmam ainda que o sujeito que atenta contra a própria vida pode apresentar questões implícitas quando demonstra seu desejo de morte, através de seu comportamento no momento, ou explícitas quando a pessoa comunica diretamente o seu desejo de cometer o ato.
Ao contrário do que as pessoas acreditam, o comportamento suicida não está relacionado só ao ato consumado em si, mas também aos pensamentos e tentativas (STORINO et al., 2018). Os transtornos bipolares do humor, abuso de álcool, esquizofrenia, transtornos de personalidade são transtornos associados ao suicídio (MELEIRO, 2004). Segundo (McGIRR, A. et al, 2007) o suicídio está 99% associado a transtornos mentais, entre eles, a Depressão Maior se destaca.
O comportamento suicida pode ser atribuído a vários fatores, entre eles existem os fatores biológicos, sociológicos e psicológicos e geralmente também atribuída a um ou mais transtornos como a depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia e também ao uso de álcool e outros substancias psicoativas (STORINO et al., 2018).
Para Anderson Pereira et al. (2018):
Ao contrário dos fatores de proteção, os fatores de risco se relacionam com eventos e características negativas da vida, e sua presença aumenta as chances de problemas físicos, emocionais e sociais de se manifestarem. Estes fatores tendem a aumentar a vulnerabilidade dos indivíduos a situações adversas, e cada um pode reagir de maneira diferente a estes fatores. Portanto, não é apenas a presença destes fatores que define seu impacto na vida do indivíduo, mas também a intensidade, a frequência e a maneira como são interpretados. São exemplos de fatores de risco: família de origem disfuncional, instabilidade econômica, experiências de violência física/sexual, vivência em comunidades violentas e condições de trabalho insalubres. Comportamentos de risco, como o uso de drogas e sexo desprotegido também podem ser considerados fatores de risco.
O Suicídio está entre umas das maiores causas de morte no mundo. Tradicionalmente, a taxa de mortalidade por suicídio sempre foi maior entre adultos, entretanto no Brasil o aumento de casos em faixas etárias mais jovens aumentou nas últimas décadas. Hoje, a adolescência é considerada uma fase turbulenta, de mudanças fisiológicas e psicológicas, envolvendo questões afetivas, familiares e sociais.
Destacam-se seis fatores de risco no comportamento suicida:
O aumento na prevalência de transtornos depressivos;
O aumento do uso abusivo de substâncias psicoativas;
Mudanças psicobiológicas;
Aumento no número de estressores sociais;
Mudança nos padrões de aceitação de comportamento suicida;
Aumento nas taxas de tentativas de suicídio. (DIEKSTRA & GARNEFSKI, 1995; ROGERS 2001; WEIR, 2001, apud ALMEIDA, 2013)
A drogadição e Transtorno psiquiátrico estão presentes em 90% dos suicídios nos Países como Europa e Estados Unidos (Moscicki, 1995). Comportamentos agressivos e impulsivos estão presentes em: indivíduos com depressão maior e suicídio; em vítimas de suicídio que apresentavam outros diagnósticos, tais como Abuso de Substâncias e Transtorno de personalidade Borderline.
A intervenção da Terapia Cognitivo-Comportamental na ideação suicida 
Um dos princípios da TCC é ensinar o paciente a ser seu próprio terapeuta, é preciso fazer com que o mesmo entenda seus pensamentos, comportamentos e emoções. (BECK, 1997; HENRIQUES et al., 2003). Para que exista uma melhora significativa e duradoura no comportamento do paciente, os terapeutas trabalham em um nível bem profundo, começam a trabalhar com as crençasbásicas do paciente sobre si, as pessoas ao seu redor e sobre o mundo.
Existem inúmeros tipos de psicoterapia, cada uma com uma abordagem teórica diferente. Entre as várias técnicas usadas pelos profissionais da área da Psicologia Clínica, está a Teoria Cognitivo-Comportamental (TCC). Aaron Beck, conhecido como pai da TCC, “concebeu uma psicoterapia estruturada, de curta duração, voltada para o presente, direcionada para a solução de problemas atuais e modificação de pensamentos e comportamentos disfuncionais” como aponta sua filha Judith Beck (2013, p. 22). Beatriz Ramaglia, especialista em TCC, conceitua esta como:
uma abordagem terapêutica estruturada, diretiva, com metas claras e definidas pelo psicólogo e paciente, focada no momento presente e utilizada para tratar desde problemas emocionais diversos (Transtornos Psicológicos), como comportamentos disfuncionais (TOC), dificuldades relacionais e aprendizagem de novas habilidades.
A Terapia Cognitivo-Comportamental visa alterar comportamento e emoções por meio da modificação de pensamentos e crenças centrais dos pacientes – os sistemas de significados, construídos desde a infância e reafirmados ao longo da vida. Para a Dra. Marilda Lipp, fundadora da IPCS (Instituto de Psicologia e Controle do Stresse), o objetivo geral da TCC é “’modificar hábitos que não são adaptativos’” (WOLPE, 1976, apud LIPP, entre 2013 e 2019), através do fortalecimento e manutenção, ou da eliciação de comportamentos incompatíveis com tais hábitos.”
Judith Beck (2013, p.24) conta que “mais de 500 estudos científicos demonstram a eficácia da terapia cognitivo-comportamental” em vários transtornos psiquiátricos e problemas psicológicos até o presente momento. Entre os quais podemos citar: transtorno depressivo maior; transtorno de ansiedade generalizada; transtorno do pânico; transtorno obsessivo-compulsivo; abuso de substância; transtorno de déficit de atenção/hiperatividade, transtornos alimentares, ideação e pensamento suicida etc. 
Neste trabalho, vamos falar sobre como a TCC atua no tratamento de pessoas com ideação e pensamento suicida. O suicídio tem sido silenciado ao longo dos anos pela sociedade, autoridades responsáveis, profissionais de saúde e familiares, a reflexão e analise deste fenômeno mostra que é escondido um problema grave de saúde pública no brasil e no mundo (BOTEGA, 2002). 
Para prevenção desta problemática é necessário que o assunto seja tratado abertamente com a sociedade, de forma realista, responsável, acabando com o silencio acerca do fenômeno.
A concepção de suicídio como ideia de que a história do indivíduo é pautada pelo sofrimento, atos de desesperos, depressão, insanidade, levanta uma discussão sobre as dificuldades de compreender e abordar essas pessoas na dissolução de suas questões pessoas, as dificuldades que é de detectar os sinais de desesperança, os pedidos de ajuda muitas vezes emitidos por sinais verbais e não verbais, alertas estes que são frequente ao surgimento do desejo de morte e da própria ideação suicida. Quando se pensa na morte, há a reflexão sobre a nossa própria finitude, isso traz se sensação de amedrontamento, perturbação. Logo a reflexão acerca da morte voluntária (suicídio) é assustadora, pois deixa uma situação desconfortável no ambiente onde ocorreu, viabilizando sentimentos, ideias e fantasias sobre tal cena de terror.
O silêncio acerca do suicídio, a falta de informação e esclarecimentos sobre os fatores de risco desse comportamentos suicida, por parte dos familiares, profissionais de saúde, vínculos sócias, originam uma grande arritmia entre as necessidades da pessoa com ideação suicida e as atitudes das pessoas que convivem com ela para com seu comportamento, este fator aumentaria as possibilidades de se evitar o ato suicida. Percebendo uma mudança no comportamento, um isolamento social, desvalorização de si mesmo e de pensamentos otimistas, ideias de autopunição, pensamentos e verbalizações pessimistas e comportamentos que põe em risco sua saúde física, podem ser finais claros de um pedido de ajuda, amparo, suplica de socorro. A impossibilidade de distinguir alternativas viáveis para solucionar problemas está diretamente relacionado com o comportamento suicida, o indivíduo opta pela morte por não se sentir capaz de esclarecer seus problemas, por ser uma fuga de situações de estresse, para se livrar de situações de sofrimento. Detectando os sintomas da depressão e tratando eles de forma adequada, facilmente se reduz as taxas de suicídio (BARBOSA, MACEDO, SILVEIRA, 2011).
Cerca de 15 a 25% das pessoas que tentam suicídio, tentarão se matar no ano seguinte e 10% efetivamente conseguem se matar nos próximos 10 anos (BOTEGA, 2002). A partir desses dados observa-se que a negligência que acontece por parte dos serviços de saúde e profissionais, que atendem pessoas com tentativa de suicídio, mas não as acompanham pós-evento, um descuido com a importância do encaminhamento para os serviços de atenção em saúde mental para um tratamento em a orientação familiar, para saber lidar com a pessoa e com a situação a tentativa de suicídio. É provável que haja falta de profissionalismo e técnicas de profissionais, pois a detecção de sinais e sintomas, como os da depressão podem ser feitas por uma investigação cuidadosa, atenda do histórico da pessoa 
Desmistificar o tema suicídio, ainda muito tratado como tabu, se torna necessário, levado em consideração que o ato suicida acarreta ao meio social um evento traumático. Por ser um assunto polêmico, que gera demasiada angustia e fantasias, aumenta a necessidade de sensibilizar a sociedade para a grande importância de não se ter medo e sim ser mais acolhedor, dar ouvidos ao outro e atenção ao sofrimento do outro, fazendo da intervenção uma possibilidade de ajuda. A educação é o item mais importante na diminuição nos índices de suicídio, segundo Schneidman (1996).
 	A Teoria cognitivo comportamental voltada para pacientes suicidas observa os episódios de vida do paciente, mais atentamente se houver algum tipo de ligação com crises suicidas. Nas primeiras etapas do tratamento psicológico baseado na TCC, é importante identificar o modo de pensamento do sujeito em questão, com o objetivo de verificar a existência de comportamentos adaptativos e habilidades desenvolvidas ou não. “Acredita-se que déficits cognitivos individuais podem ser considerados fatores de risco ao desenvolvimento do pensamento suicida.” (ROSKOSZ, CHAVES, SOCZEK (2017, p. 10).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Tratou-se de realizar um estudo acerca do suicídio e foi possível constatar a complexidade do tema e procurou-se, por meio desse trabalho, pesquisar e entender como a Terapia Cognitivo-Comportamental é aplicada em pacientes com tentativas, ideação suicida e suicídio em si. Conclui-se então que o índice de suicídio tem crescido cada vez mais, se tornando um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Suas causas são influenciadas por diversos fenômenos e a TCC é muito bem aplicada para tratamento com esses indivíduos. Nota-se também que a depressão e a ansiedade recebem tratamento parecido com a intervenção do tratamento suicida, principalmente pelo fato do suicídio estar associado muita das vezes a transtornos psicológicos. 
REFFERÊNCIAS
ALMEIDA, Rosa Maria Martins de; FLORES, Antoniéle Carla Stephanus; SCHEFFER, Morgana. Ideação suicida, resolução de problemas, expressão de raiva e impulsividade em dependentes de substâncias psicoativas. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 26, n. 1, p. 1-9, 2013.
BARBOSA, Fabiana de Oliveira; MACEDO, Paula Costa Mosca; SILVEIRA, Rosa Maria Carvalho da. Depressão e o suícido. Rev. SBPH, Rio de Janeiro. v. 14, n. 1, p. 233-243, jun. 2011. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-08582011000100013&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 30 mar. 2019.
BECK, J. S. (1997). Terapia cognitiva: Teoria e prática. Porto Alegre: Artmed
LIPP, Marilda. Teoria Comportamental e Cognitiva. Estresse. Entre2013 e 2019. Disponível em: <http://www.estresse.com.br/publicacoes/terapia-comportamental-e-cognitiva/>. Acesso em: 30 de Mar. 2019.
MARBACK, Roberta Ferrari; PELISOLI, Cátula. Terapia cognitivo-comportamental no manejo da desesperança e pensamentos suicidas. Rev. bras.ter. cogn., Rio de Janeiro, v. 10, n. 2, p. 122-129, dez. 2014. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-56872014000200008&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 30 mar. 2019. 
PEREIRA, Anderson Siqueira et al. Fatores de risco e proteção para tentativa de suicídio na adultez emergente. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 23, n. 11, p. 3767-3777, Nov. 2018. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232018001103767&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 30 Mar. 2019.
RAMAGLIA, Beatriz. Terapia Cognitiva Comportamental: O Que é, Como Funciona e as Técnicas. Psicologia Viva. 2018. Disponível em: <https://www.psicologiaviva.com.br/blog/terapia-cognitivo-comportamental/>. Acesso em: 30 de Mar. 2019.
ROSKOSZ, Flávia; CHAVES, Simone r; SOCZEK, Kelly. Suicídio na adolescência e terapia cognitivo-comportamental. Trabalhos de Conclusão de Curso-Faculdade Sant'ana, 2017.
STORINO, Bárbara Diniz et al. Atitudes de profissionais da saúde em relação ao comportamento suicida. Cad. saúde colet., Rio de Janeiro, v. 26, n. 4, p. 369-377, Dec.  2018.  Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-462X2018000400369&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 30 Mar.  2019.
WENZEL, A., BROWN, G. K., & BECK, A. T. (2010). Terapia cognitivo-comportamental para pacientes suicidas. Porto Alegre: Artmed.

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