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CASO CONCRETO 1 
 
Discursiva : O Sindicato dos Empregados de Bares e Restaurantes de Minas Gerais 
celebrou convenção coletiva de trabalho com o Sindicato Patronal de Bares e 
Restaurantes de Minas Gerais. A referida norma coletiva estabeleceu para os 
integrantes da categoria profissional representada pelo sindicato profissional, o pleno 
funcionamento dos bares e restaurantes aos domingos com o devido revezamento do 
repouso semanal dos empregados, sendo uma folga aos seus empregados aos 
domingos, a cada duas semanas inteiras trabalhadas. Finalmente, as partes 
estabeleceram um prazo de vigência de 1 (um) ano para a vigência da convenção 
coletiva. Analisando o caso concreto apresentado, esclareça se esta norma coletiva se 
caracteriza como fonte material ou formal do direito do trabalho? Esclareça ainda, a 
diferença entre fontes autônomas e heterônomas. Além disso, esclareça se em caso 
de divergência entre disposto em acordo coletivo ou convenção coletiva para membros 
da mesma categoria profissional, qual norma irá prevalecer? 
 
RESPOSTA. A convenção coletiva d e trabalho é fonte formal do Direito do 
Trabalho e não fonte material. As fontes materiais são caracterizadas por 
provirem de um momento pré -jurídico, onde os trabalhadores exercem uma 
pressão sobre o capitalismo a fim de se obter melhores condições de trabalho 
ou para assegurar algum direito, como exemplo de fonte material temos a greve, 
prevista no art. 9º da Constituição Federal. Portanto, os acordos coletivos de 
trabalho são fontes formais por possuir caráter normativo; esta é a regra que 
extraímos do caput do art . 611 da Consolidação das Leis do Trabalho. Fonte 
formais heterônomas são às normas cuja formação é materializada através de 
agente externo, um terceiro, em geral o Estado, sem participação imediata dos 
destinatários principais das regras jurídicas. São exemplos: a CR/88 , a emenda 
à Constituição, a lei complementar. Distingue-se das fontes formais autônomas, 
justamente por estas se caracterizarem pela participação imediata dos 
destinatários das regras produzidas sem interferência do agente externo. São 
estas as convenções coletivas de trabalho, o acordo coletivo de trabalho e o 
costume. 
 
(VUNESP 2018) Nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho, súmulas e 
outros enunciados de jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho 
a) não poderão criar obrigações que não estejam previstas em lei. 
b) poderão criar obrigações que não estejam previstas em lei. 
c) poderão criar obrigações desde que não haja violação das normas de ordem 
pública. 
d) poderão restringir direitos legalmente previstos, desde que haja contrapartida 
em favor do trabalhador. 
e) poderão criar obrigações que não estejam previstas em lei, desde que fiquem 
excepcionadas as empresas em recuperação judicia 
 
 
CASO CONCRETO 2 
Caso Concreto 2 
 
Discursiva: 
João foi admitido pela empresa ABC Ltda. como auxiliar de serviços gerais em 
01/02/2017. Suas funções eram desenvolvidas nas segundas, quartas e sextas das 
9:00 às 
18:00 h com intervalo de uma hora para refeição e descanso. Em 04/04/20185 o 
tomador 
de serviços informou que os seus serviços não eram mais necessários. Recebia o 
valor 
mensal de R$ 1100,00. Ele recebeu somente os dias trabalhados. Acontece que a 
Carteira 
Profissional de João não é anotada e o tomador de serviços disse que não há nenhum 
direito. Pergunta-se : 
a) Seria cabível o reconhecimento do vínculo de emprego? Quais os requisitos para 
configuração do vínculo de emprego? 
Sim, pois João apresenta os requisitos que configuram o vínculo empregatício que 
são: personalidade, onerosidade, subordinação, habitualidade e alteridade 
 
b) Qual o princípio do direito do trabalho iria amparar esta pretensão? ] 
Princípio da primazia da realidade por prevalecer a realidade dos fatos que envolvem 
a relação jurídica. 
 
Diana é empregada em uma Multinacional como secretária; Danilo é caseiro em um 
sítio 
de propriedade de Joaquim e cuida da propriedade; Magali é governanta da residência 
de 
Mônica e Márcio é trabalha em home office para a Universidade ABC como tutor on 
line. 
Nesses casos, 
a) apenas Márcio é considerado empregado doméstico. 
b) apenas Magali e Danilo são considerados empregados domésticos. 
c) apenas Diana, Magali e Márcio são considerados empregados domésticos. 
d) todos são considerados empregados domésticos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CASO CONCRETO 3 
Caso Concreto 3 
 
Discursiva: 
A empresa Infohoje Ltda. firmou contrato com Paulo, pelo qual ele prestaria consultoria 
e 
suporte de serviços técnicos de informática a clientes da empresa. Para tanto, Paulo 
receberia 20% do valor de cada atendimento, sendo certo que trabalharia em sua 
própria 
residência, realizando os contatos e trabalhos por via remota ou telefônica. Paulo 
deveria 
estar conectado durante o horário comercial de segunda a sexta-feira, sendo exigida 
sua 
assinatura digital pessoal e intransferível para cada trabalho, bem como exclusividade 
na 
área de informática. Sobre o caso sugerido, pergunta-se: 
 
 
Paulo possui direito a obtenção de vínculo de emprego com a empresa Infohoje? 
 
Em caso tipo específico de trabalhador que se enquadraria Paulo? Caracterize e 
justifique. 
 
 
 
Resposta: tem relação de emprego pois preenche todos os requi si tos SHOP E 
ADA, ele se enquadra no teletrabalhador art. 75- A e seguintes da CLT 
 
P aulo é empregado da empresa, pois presentes todos os requisitos 
caracterizadores da relação de emprego 
 
Múltipla Escolha: 
(FCC, TRT 3ª Região, 2015, Analista Judiciário) Maria, durante três anos, prestou 
serviços ao Clube de Mães Madalena Arraes, que é uma entidade sem fins lucrativos 
instituída para desenvolver atividades culturais e filantrópicas com a comunidade 
carente. 
Cumpria jornada de trabalho diário das 8 às 17 horas, com uma hora de intervalo para 
repouso e alimentação, devidamente controlada, e, enquanto estava trabalhando era 
obrigada a usar uniforme. Entregava relatórios semanais sobre as suas atividades e os 
resultados obtidos com as crianças e recebia mensalmente um valor fixo pelo trabalho 
prestado. Em relação à situação descrita, 
 
A) presentes as características da relação de emprego na relação mantida entre Maria 
e o 
Clube de Mães, deve ser reconhecido o vínculo de emprego entre as partes, não 
sendo 
óbice para tal reconhecimento o fato de o Clube de Mães ser entidade filantrópica sem 
finalidade lucrativa. 
B) somente seria possível o reconhecimento do vínculo de emprego entre as partes se 
presente a subordinação de Maria em relação ao Clube de Mães, o que não se verifica 
no 
presente caso. 
C) embora presentes as características da relação desemprego, o fato de o Clube de 
Mães 
ser entidade filantrópica sem finalidade lucrativa impede o reconhecimento do vínculo 
de 
emprego entre as partes. 
 
CASO CONCRETO 4 
Caso Concreto 4 
 
Marília era sócia da Sociedade Empresária Recanto Feliz. Não mais tendo interesse 
em 
continuar como sócia, resolveu vender suas quotas para Joaquim Barbosa. Toda a 
transação comercial tramitou normalmente e foi averbada em março do corrente ano. 
Marcio Augusto, empregado, da Sociedade Empresária resolveu acionar a empresa 
judicialmente e está em dúvidas se a ex sócia Marília possui responsabilidade sobre 
os 
supostos débitos trabalhistas. Pergunta-se: Analisando-se as alterações da Lei 
13467/2017 
quanto a figura do sócio retirante, esclareça se existe ou não responsabilidade no caso 
concreto? Fundamente. 
 
R: Deverá ser abordada a responsabilidade subsidiária disposta no artigo 10-A CLT. 
Art 10-A. O sócio retiranteresponde subsidiariamente pelas obrigações trabalhistas da 
sociedade relativas ao período em que figurou como sócio, somente em ações 
ajuizadas até dois anos depois de averbada a modificação de contrato, observada a 
seguinte ordem de preferência; (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017) 
 
Múltipla Escolha: 
(CESPE 2018) Acerca dos grupos econômicos e da sucessão de empregadores, 
julgue 
os itens a seguir, considerando a reforma trabalhista de 2017. 
I Uma vez caracterizada a sucessão trabalhista, apenas a empresa sucessora 
responderá pelos débitos de natureza trabalhista, podendo-se acionar a empresa 
sucedida somente se comprovada fraude na operação societária que transferiu as 
atividades e os contratos de trabalho. 
II Para a justiça do trabalho, a mera identidade de sócios é suficiente para configurar a 
existência de um grupo econômico. 
III Configurado o grupo econômico, as empresas responderão subsidiariamente pelas 
obrigações decorrentes das relações de emprego. 
Assinale a opção correta. 
a) Apenas o item I está certo. 
b)Apenas o item III está certo. 
c) Apenas os itens I e II estão certos. 
d) Apenas os itens II e III estão certos. 
e) Todos os itens estão certos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CASO CONCRETO 5 
Caso Concreto 5 
 
Discursiva: 
Em 2010, Platão foi contratado pelo Município do Belo Horizonte para prestar serviços 
internos ligados à administração pública. Em meados de 2016, por meio de uma ação 
civil pública intentada pelo Ministério Público, a administração pública teve que romper 
com os serviços prestados por todos aqueles que não ingressaram em seus quadros 
por 
concurso público. Platão, indignado, procurou um advogado e entrou com uma 
Reclamação Trabalhista, pleiteando o reconhecimento do vínculo com o Município de 
Belo Horizonte e o consequente pagamento das verbas decorrente deste vínculo. 
Diante 
do caso apresentado, responda justificadamente: Platão terá êxito na Reclamação 
Trabalhista no que concerne ao reconhecimento do vínculo empregatício e 
consequentemente a existência do contrato de trabalho? Justifique indicando a 
posição 
jurisprudencial sobre a matéria. 
Não terá êxito na solicitação do reconhecimento do vínculo empregatício já que o art. 
37, II da CF/88 define que a investidura em cargo ou emprego público depende de 
aprovação em concurso público. 
 
b) Platão faz jus a o pagamento de alguma parcela em decorrência da 
prestação de serviços acima referida? 
 
Súmula nº 363 do TST CONTRATO NULO. EFEITOS (nova redação) - Res. 121/2003, 
DJ 19, 20 e 21.11.2003 A contratação de servidor público, após a CF/1988, sem 
prévia aprovação em concurso público, encontra óbice no respectivo art. 37, II e 
§ 2º, somente lhe conferindo direito ao pagamento da contraprestação pactuada, 
em relação ao número de horas trabalhadas, respeitado o valor da hora do 
salário mínimo, e dos valores referentes aos depósitos do FGTS. 
 
 
Múltipla escolha: 
(FCC - 2018) Mario presta serviços com subordinação, mas sem continuidade, 
havendo 
alternância de períodos de prestação de serviços e inatividade, determinados em 
horas, 
dias ou meses. Ênio assume os riscos de sua atividade econômica, não possui 
subordinação e presta serviços sem exclusividade, de forma contínua ou não. 
Finalmente, 
Joaquim foi contratado verbalmente, possuindo subordinação, horário de trabalho a 
cumprir e salário fixo mensal, prestando serviços no local do contratante. 
Considerando a 
legislação vigente e as alterações introduzidas pela Lei n° 13.467/2017, as 
modalidades 
de trabalho de Mário, Ênio e Joaquim são classificadas, respectivamente, como sendo 
a) trabalho em regime de tempo parcial, avulsa e contrato individual de trabalho. 
b) autônoma, intermitente e contrato individual de trabalho. 
c) contrato individual de trabalho, intermitente e autônoma. 
d) avulsa, autônoma e intermitente. 
e)intermitente, autônoma e contrato individual de trabalho. 
 
CASO CONCRETO 6 
Caso Concreto 6 
 
Discursiva: 
Anacleto, policial militar, trabalhou para a empresa Indústria Mundo Novo Ltda. como 
agente de segurança, nos horários em que não estava a serviço da corporação militar. 
Na 
referida empresa, Anacleto cumpria expressamente as ordens emanadas da direção, 
recebia um salário mensal, e trabalhava de forma contínua e ininterrupta, todas as 
vezes 
que não estava escalado na corporação. Considerando a situação apresentada e a 
jurisprudência sumulada pelo TST, esclareça se é possível o reconhecimento de um 
contrato de emprego entre Anacleto e a Indústria Mundo Novo Ltda? 
Múltipla escolha: 
R: Estão presentes as características da relação de emprego, é legítimo o 
reconhecimento do vínculo de emprego entre a empresa Indústria Mundo Novo Ltda. e 
Anacleto, independentemente do eventual cabimento de penalidade disciplinar 
prevista no estatuto do policial militar. 
 
 
1- (FCC 2017) A respeito das formas de invalidade do contrato de emprego, a doutrina 
e a jurisprudência prevalentes estabelecem que : 
a)o reconhecimento de relação empregatícia do apontador de jogo do bicho é 
possível, 
uma vez que não se trata de objeto ilícito, mas sim de um vício que gera nulidade 
relativa. 
b) a contratação do serviço suplementar do trabalhador bancário, seja na admissão ou 
no curso do contrato, não é considerada nula, logo, não gera efeito pecuniário em 
razão do princípio da livre autonomia da vontade contratual que determina que as 
relações contratuais de trabalho podem ser objeto de livre estipulação das partes 
interessadas. 
c) se convalidam os efeitos do contrato de trabalho que, considerado nulo por 
ausência de concurso público, quando celebrado originalmente com ente da 
Administração pública indireta, continua a existir após a sua privatização. 
d) a contratação de servidor público, sem prévia aprovação em concurso público, 
encontra óbice no art. 37, II e § 2° , da Constituição Federal, sendo afastada a teoria 
trabalhista das nulidades e restando negada qualquer repercussão justrabalhista, 
porque o valor protegido é a realização da ordem pública. 
e) o reconhecimento de relação de emprego entre policial militar e empresa privada 
não é legítimo, mesmo que presentes os requisitos previstos em lei trabalhista, em 
razão de exercício de trabalho ilícito por expressa vedação legal, cabendo penalidade 
disciplinar prevista no estatuto administrativo da corporação militar. 
 
 
 
 
 
 
CASO CONCRETO 7 
Caso Concreto 7 
 
Discursiva: 
1- A empresa Olimpos Metalúrgica decidiu terceirizar o setor de limpeza contratando 
os serviços de Atlas Limpadora que forneceu três faxineiras por um período de 10 
meses. Após o término do contrato entre as empresas, as três faxineiras foram 
dispensadas pela empresa Atlas Limpadora, sem receber qualquer indenização 
rescisória, com 2 meses de salários em atraso e ausência do recolhimento do FGTS 
do 
período. Nessa situação, conforme entendimento sumulado pelo TST, bem como a 
Legislação em vigor, sabendo-se que a terceirização foi regular, qual a 
responsabilidade da empresa Olimpos em relação aos direitos das faxineiras? 
R: A responsabilidade será subsidiária em razão de terceirização regular, alcançando 
todos os direitos não cumpri dos pela empresa empregadora do período 
Múltipla Escolha : 
Apolinário foi contratado, no dia 20 de nov. de 2017, pela empresa Terceirize Aqui 
Ltda. 
para exercer a função de operador de telemarketing. Essa empresa fornece os 
serviços de 
seus trabalhadores para outras empresas, como Telefonia Ltda. e Ligações Ilimitadas 
Ltda., as quais têm como função basilar a venda de planos de telefonia e atendimento 
às 
reclamações de serviços já prestados.Há cinco meses, a empresa Terceirize Aqui 
Ltda. 
realizou contrato com a empresa Telefonia Ltda., terceirizando os serviços de 
Apolináriona função de operador de telemarketing. Com base na Lei nº 13.429/2017, que dispõe, 
dentre outras peculiaridades, sobre as relações de trabalho na empresa de prestação 
de 
serviços a terceiros, e na Lei nº 13.467/2017, que alterou a Consolidação das Leis 
Trabalhistas, assinale a alternativa correta sobre a temática da terceiriza cinco meses, 
a 
empresa Terceirize Aqui Ltda. realizou contrato com a empresa Telefonia Ltda., 
terceirizando os serviços de Apolinário na função de operador de telemarketing. Com 
base na Lei nº 13.429/2017, que dispõe, dentre outras peculiaridades, sobre as 
relações de 
trabalho na empresa de prestação de serviços a terceiros, e na Lei nº 13.467/2017, 
que 
alterou a Consolidação das Leis Trabalhistas, assinale a alternativa correta sobre a 
temática da terceirização. 
a) Caso Apolinário seja dispensado sem justa causa e não receba as verbas 
rescisórias 
devidas pela empresa Terceirize Aqui Ltda., ele terá direito de pleitear as referidas 
verbas 
junto à empresa Telefonia Ltda., pois Apolinário encontra-se laborando efetivamente 
nesta última, o que a torna solidariamente responsável pelas obrigações trabalhistas 
referentes ao período em que ocorrer a prestação de serviços, tendo respaldo na Lei 
que 
trata da organização da seguridade social no que se refere ao recolhimento das 
contribuições previdenciárias. 
b) Na posição das empresas contratantes Telefonia Ltda. e Ligações Ilimitadas Ltda., 
também poderiam estar pessoas físicas celebrando contratos com a empresa 
Terceirize 
Aqui Ltda. 
c) A empresa Telefonia Ltda. irá remunerar e dirigir o trabalho de Apolinário enquanto 
este estiver prestando serviços no local. 
d) Apolinário não poderia ser direcionado como empregado terceirizado para as 
empresas 
Telefonia Ltda. e Ligações Ilimitadas Ltda., pois as atividades exigidas por essas 
empresas do prestador de serviço é atividade principal, e a terceirização é permitida 
exceto para a realização da atividade principal da empresa. 
e)A empresa Telefonia Ltda. pode requisitar a Apolinário que também exerça as 
atividades de limpeza e higienização do ambiente de trabalho, pois trata-se de 
atividades meio 
da empresa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CASO CONCRETO 8 
 
Caso Concreto 8 
Descrição 
CASO CONCRETO: 
1- Luciano, chefe de departamento de uma grande rede de supermercados, após 
quatro 
anos e meio de vínculo de emprego, foi promovido ao posto de gerente, sendo 
designado 
para atuar em outra filial da empresa, instalada na periferia da mesma cidade onde 
possui 
domicílio, com plenos poderes de gestão e representação. Com a promoção, ele 
passou a 
perceber gratificação adicional de função, equivalente a 80% de sua anterior 
remuneração 
pelo exercício do cargo de confiança. Passados onze anos de vigência dessa 
situação, 
resolveu a empresa destituir Luciano do posto gerencial, revertendo-o ao seu cargo 
efetivo sem justo motivo e suprimindo a gratificação de função. Inconformado, Luciano, 
procura você como advogado e solicita que ingresse com ação judicial para que o 
adicional seja restabelecido, alegando, que houve uma alteração prejudicial em seu 
contrato de trabalho. Analisando a situação hipotética e com base na Lei 13467/2017, 
esclareça se Luciano possui ou não razão em sua argumentação? 
 
a) Luciano faz jus ao pagamento do adicional de transferência previsto no §3º 
do art.469 da CLT? Por quê? 
Luciano não terá direito ao adicional de transferência porque o cargo que ele 
ocupará será de confiança que está excluído desse benefício. 
b) Deveria ser mantido o pagamento da gratificação de função ao Luciano, 
referente aos últimos 5 meses do pacto laboral, após a sua destituição do posto de 
gerente? Justifique, apontando o entendimento do Tribunal Superior do Trabalho 
sobre o tema. O pagamento da gratificação referente aos últimos 5 meses é 
devido, visto que essa gratificação deverá ser incorporada ao salário, direito 
adquirido, porque o trabalhador a recebeu, ininterruptamente, durante mais de 10 
anos. 
 
Múltipla Escolha: 
1- Maria trabalha para a sociedade empresária Alfa S.A. como chefe de departamento. 
Então, é informada pelo empregador que será transferida de forma definitiva para uma 
nova unidade da empresa, localizada em outro estado da Federação. Para tanto, 
Maria, 
obrigatoriamente, terá de alterar o seu domicílio. Diante da situação retratada e do 
entendimento consolidado do TST, assinale a afirmativa correta. 
A) Maria receberá adicional de, no mínimo, 25%, mas tal valor, por ter natureza 
indenizatória, não será integrado ao salário para fim algum. 
B) A empregada não fará jus ao adicional de transferência porque a transferência é 
definitiva, o que afasta o direito. 
C) A obreira terá direito ao adicional de transferência, mas não à ajuda de custo, haja 
vista o caráter permanente da alteração. 
D) Maria receberá adicional de transferência de 25% do seu salário enquanto 
permanecer 
na outra localidade. 
 
 
 
CASO CONCRETO 9 
Caso Concreto 9 
Descrição 
CASO CONCRETO: 
1- João, empregado da empresa Beta, sentiu-se mal durante o exercício da sua 
atividade e 
procurou o departamento médico do empregador, que lhe concedeu 15 (quinze) dias 
de 
afastamento do trabalho para o devido tratamento. Após o decurso do prazo, João 
retornou ao seu mister mas, 10 (dez) dias depois, voltou a sentir o mesmo problema 
de 
saúde, tendo sido encaminhado ao INSS, onde obteve benefício de auxílio doença 
comum. Diante da situação, responda, justificadamente, aos itens a seguir. 
A) A quem competirá o pagamento do salário em relação aos primeiros 15 dias de 
afastamento? 
A) durante os primeiros 15 dias de afastamento por motivo de doença competirá à 
empregadora o pagamento do salário, na forma do Art. 60, § 3º, da Lei 8.213/91 OU 
Art. 476 da CLT OU Decreto n. 3.048/99, Art. 75. 
 
B) Caso o INSS concedesse de plano a João, dada a gravidade da situação, a 
aposentadoria por invalidez, que efeito jurídico o benefício previdenciário teria sobre o 
contrato de trabalho? 
B) O contrato ficará suspenso até que haja a recuperação, na forma do Art. 475, da 
CLT 
 
 
Múltipla Escolha: 
(AOCP 2018) Mário e José são funcionários da Empresa Eletrônicos Ltda. Em uma 
conversa, Mário contou que irá precisar ser afastado de seu cargo, pois assumirá um 
mandato como dirigente sindical, e José informou ao colega de trabalho que irá se 
casar no mês seguinte. Considerando os casos ora apresentados, em qual situação 
devem permanecer os contratos de trabalho de Mário e José, respectivamente? 
a)Mário tem direito à suspensão contratual e José tem direito à interrupção contratual. 
b)Ambos têm direito à suspensão contratual. 
c)Mário tem direito à interrupção contratual e José tem direito à suspensão contratual. 
d)Ambos têm direito à interrupção contratual. 
e)Mário terá seu contrato rescindido por parte do empregador, pois não é sabido o 
período em que o mesmo permanecerá como dirigente sindical, e José tem direito à 
suspensão contratual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CASO CONCRETO 10 
Caso Concreto 10 
 
CASO CONCRETO: 
1- Marilene foi admitida em 01 do corrente ano e trabalha na Sociedade Empresária 
ABC 
Ltda., e, mensalmente faz viagens a trabalho. O valor das diárias é variável, mas a 
média 
que ela recebe é no importe de 70% do salário do seu salário. O empregador informou 
que as diárias para a viagem não são consideradas salário, e, portanto não constituem 
base de incidência. Marilene disse que o empregador está errado, tendo em vista que 
a 
lei estabelece que se o percentual ultrapassar 50% os valores devem serconsiderados 
salário. Analisando o caso concreto, e, com base nas alterações trazidas pela Lei 
13467/2017, esclareça se Marilene possui ou não razão em sua argumentação? 
R: O argumento de Marilene está correto. O parágrafo 2º d o artigo 45 7 da CLT 
dispõe: "Não se incluem no s salários as ajudas de custo, assim como as diárias 
para viagens que não exceda d e 5 0% (cinquenta por cento ) d o salário erc ebid o 
pelo empregado. " Mais s e f ic ar c omp ro vado que foram paga as diárias d e 
viagens em valor superior a 5 0% do salário do trabalhador, ele terá direito à 
integração destas diárias à sua remuneração para todos os efeitos . 
 
Múltipla Escolha : 
FCC 2018 - José Henrique, vendedor de uma fábrica de geladeiras e outros 
eletrodomésticos do Paraná, foi transferido em 01 de fevereiro de 2018 para trabalhar 
na mais nova filial da fábrica em Cabo de Santo Agostinho, mudando-se com a 
família e passando a viver naquele Município. Além de seu salário fixo, recebeu ao 
final do mês de fevereiro comissão pelas vendas realizadas, ajuda de custo no valor 
correspondente a 40% da sua remuneração mensal e prêmio do dia do "representante 
de eletrodomésticos" (paga todo ano no mês de fevereiro). Possui plano de saúde 
médico e odontológico e um curso de inglês totalmente pagos pela empresa. O 
empregado foi reclamar com seu gerente o não pagamento do adicional de 
transferência. Nesse caso, têm natureza salarial as comissões, 
a)a ajuda de custo e o prêmio do dia do “representante de eletrodomésticos”; o plano 
de 
saúde e o curso de inglês caracteriza salário utilidade; o empregado tem direito ao 
adicional de transferência. 
b)a ajuda de custo e o prêmio do dia do “representante de eletrodomésticos”; o plano 
de 
saúde e o curso de inglês não caracteriza salário utilidade; o empregado tem direito ao 
adicional de transferência. 
c)o que não ocorre com a ajuda de custo e com o prêmio; o plano de saúde e o curso 
de 
inglês não caracteriza salário utilidade; o empregado não tem direito ao adicional de 
transferência. 
d) e a ajuda de custo, o que não ocorre com o prêmio; o plano de saúde e o curso de 
inglês caracteriza salário utilidade; o empregado não tem direito ao adicional de 
transferência. 
e) e o prêmio, o que não ocorre com a ajuda de custo; o plano de saúde e o curso de 
inglês não caracteriza salário utilidade; o empregado tem direito ao adicional de 
transferência. 
 
CASO CONCRETO 11 
 
Caso Concreto 11 
Descrição 
CASO CONCRETO: 
1- (FGV 2018) Lino foi empregado da sociedade empresária Calçados de Borracha 
Ltda. 
por quatro anos, atuando internamente como empacotador e, depois, como auxiliar de 
máquinas. Trabalhava de segunda-feira a sábado, das 6h às 12h, com pausa de 15 
minutos. Após ter sido dispensado por alegação de justa causa, Lino ajuizou 
reclamação 
trabalhista requerendo o pagamento de adicional de periculosidade, pois se deslocava 
para a empresa e dela retornava de motocicleta, conforme fotografias que juntou aos 
autos, tendo comprovado, documentalmente, ser proprietário de uma motocicleta e ter 
autorização escrita da empresa para estacioná-la no pátio da ré. Lino ainda informou 
que 
a empresa custeava 40% da mensalidade do curso supletivo que ele frequentava, 
conforme recibos que juntou, requerendo, então, a integração desse valor ao seu 
salário 
como utilidade, com pagamento dos reflexos devidos. Diante da situação retratada, 
como 
advogado(a) contratado(a) para defender a sociedade empresária, responda às 
indagações 
a seguir. 
A) Em relação ao pedido de adicional de periculosidade, que tese você 
advogaria? Justifique. 
R: No caso apresentado, o reclamante não atuava como motociclista, mas sim para 
deslocamento particular, sem risco de morto, pelo que descaracteriza atividade de 
risco, daí porque não há previsão legal para o pagamento do adicional de 
periculosidade, conforme previsto no Art. 193, 4º, da CLT. 
B) Em relação ao pedido de integração dos 40% da mensalidade do curso supletivo, 
que 
tese você advogaria? Justifique. 
R: A educação, em estabelecimento de ensino próprio ou de terceiros, 
compreendendo os valores relativos à matrícula, mensalidade, anuidade, aos livros e 
ao material didátic o, não é considerada salário in natura por expressa disposição 
legal, conforme o aart. 458, 2º, inciso II, CLT. 
MÚLTIPLA ESCOLHA: 
1- (FCC 2018 - ADAPTADA) Conforme regras insculpidas no Título referente às 
normas gerais de tutela do trabalho contidas na Consolidação das Leis do Trabalho 
sobre segurança e medicina no trabalho, 
a)o adicional de periculosidade será de 10% para atividades que envolvam risco de 
roubos ou outras espécies de violência física, 20% para atividades com energia 
elétrica e 
40% para serviços com uso de motocicleta, sempre calculados sobre o salário-base do 
trabalhador. 
b)as atividades insalubres são aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, 
impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos em condição de risco 
acentuado. 
c)o trabalho em condições insalubres, acima dos limites de tolerância estabelecidos 
por 
norma, assegura ao empregado o adicional de 30% sobre o salário contratual. 
d)o direito do empregado ao adicional de insalubridade ou de periculosidade cessará 
com 
a eliminação do risco à sua saúde ou integridade física, nos termos da CLT e das 
normas 
expedidas pelo Ministério do Trabalho. 
CASO CONCRETO 12 
 
Caso Concreto 12 
CASO CONCRETO : 
1- Laura trabalha na Sociedade Empresária Alfa Barra há seis anos e recebe o valor 
mensal de R$ 3000.00. Marília trabalha na mesma empresa há um ano e exerce 
idêntica 
função, recebendo o valor de R$ 2.500,00. Marília esta inconformada pois deseja 
receber 
idêntico salário que Laura. Ela asseverou que desempenha idênticas funções com 
igual 
produtividade e com a mesma perfeição técnica. Alegou ainda, que a diferença de 
tempo 
na função é inferior a dois anos. O empregador alegou que nenhum direito é devido, 
tendo em vista que a diferença no tempo de serviço é superior a quatro anos. 
Pergunta-se:Analisando as alterações da Lei 13467/2017, esclareça se Marília possui 
ou não direito a equiparação salarial ? Fundamente. 
No caso de Laura, que trabalha na Sociedade Empresária Alfa Barra, devemos 
considerar que a mesma já exerce a função há seis anos. Ao analisarmos o caso de 
Marília, que deseja obter uma equiparação salarial, precisamos abordar a letra da Lei 
13467/2017. 
5º A equiparação salarial só será possível entre empregados contemporâneos no 
cargo ou na função" - ou seja, por contemporâneos compreende-se pessoas que 
estejam exercendo há mesma função em tempos próximos, o que não é o caso.O 
pedido de Marília é improcedente, e podemos confirmar isso no art. 461 da CLT, 
sendo que um dos requisitos da equiparação salarial é "Que não haja diferença do 
tempo de serviço entre os empregados da mesma função superior a dois anos - se o 
tempo de serviço na função for superior a dois anos, impossibilita a equiparação". 
 
 
MÚLTIPLA ESCOLHA: 
(FCC 2018) 
Considere as afirmativas abaixo a respeito da equiparação salarial. 
I. Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo 
empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, ou dentro da mesma região 
metropolitana, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, etnia, 
nacionalidade ou idade. 
II. Para efeito de se aferir trabalho de igual valor, para fins de equiparação salarial, 
considera-se o feito com igual produtividade e com a mesma perfeição técnica, entre 
pessoas cuja diferença de tempo de serviço para o mesmo empregador não seja 
superior a quatro anos e a diferença de tempo na função não seja superior a dois 
anos. 
III. Não se poderá falar em equiparação salarial quando o empregador tiver pessoal 
organizado em quadro de carreira ou adotar, por meio denorma interna da empresa 
ou 
de negociação coletiva, plano de cargos e salários, devidamente homologado no 
Ministério do Trabalho. 
IV. No caso de comprovada discriminação por motivo de sexo ou etnia, o juízo 
determinará, além do pagamento das diferenças salariais devidas, multa, em favor do 
empregado discriminado, no valor de 50% do limite máximo dos benefícios do 
Regime Geral de Previdência Social. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) I e III 
b) I, II e III 
c) II e IV 
d) II, III e IV 
e) I, III e IV

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