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Rota de sinalização intracelular simples, ativada por uma molécula sinalizadora extracelular e sua ligação ao receptor. Formas de sinalização intercelular DEPENDENTE DE CONTATO PARÁCRINA SINÁPTICA ENDÓCRINA (C) PARÁCRINA (D) SINALIZAÇÃO VIA GAP JUNCTION Uma célula animal depende de sinais extracelulares múltiplos. SOBREVIVE DIVIDE DIFERENCIA MORRE Sistema endócrino Ver arquivo sistema endócrino Sistema de cascata hormonalLocalização de receptores hormonais Receptores nucleares e suas moléculas sinalizadoras. Respostas induzidas pela ativação de um receptor hormonal nuclear. RESPOSTA RPIMÁRIA PRECOCE AO HORMÔNIO ESTERÓIDE RESPOSTA SECUNDÁRIA TARDIA AO HORMÔNIO ESTERÓIDE Receptores de superfície celular. A. Receptores associados a canais iônicos B. Receptores associados a proteína G C. Receptores associados a enzimas Mecanismo de ação de tipos de proteínas de sinalização intracelular ao longa da rota de sinalização desde o receptor de superfície até o núcleo. Proteínas de sinalização intracelular 1. Proteínas transmissoras - propagam a mensagem ao próximo componente da cascata. 2. Proteínas mensageiras – carregam o sinal de uma parte da célula a outra. 3. Proteínas adaptadoras – conectam proteínas sinalizadoras. 4. Proteínas amplificadoras – intensificam o sinal recebido por meio da produção de grande quantidade de mediadores intracelulares. 5. Proteínas transdutoras – alteram a forma do sinal. 6. Proteínas de bifurcação – propagam o sinal de uma rota para outra. 7. Proteínas integradoras – recebem sinais de uma ou mais rotas sinalizadoras. 8. Proteínas reguladoras de genes latentes – são ativadas na superfície celular por receptores ativos e migram para o núcleo onde estimulam a transcrição gênica. Tipos de proteína de sinalização intracelular. Receptores associados a proteína G e seu mecanismo de ação. Ativação da proteína quinase A Regulação da transcrição gênica via AMP-c. A ligação de um sinal extracelular ao receptor associado a proteína G ativa a adenilato ciclase produzindo AMP-c. O que resulta na ativação da PKA no citosol. As subunidades catalíticas vão para o núcleo e fosforila a proteína de ligação ao CRE (CREB). Este liga-se ao co-ativador a proteína de ligação ao CREB (CBP), que estimula a transcrição gênica. Sinalização hormonal através do sistema Fosfatidilinositol Modelo de regulação da atividade da guanilato ciclase após ligação do Fator Natriurético Atrial A insulina liga-se ao receptor e leva a autofosforilação da subunidade e a fosforilação de resíduos de tirosina no substrato para o receptor de insulina (IRS). O IRS fosforila o domínio SH2 da SHP2, uma tirosina fosfatase e o domínio SH3 da molécula adaptadora GRB2. A GRB2 ativada recruta SOS1 que por sua vez ativa a proteína Ras que altera a transcrição gênica e participa ativamente de mecanismos de proliferação e diferenciação celular promovidos pela insulina. OIRS também ativa fosfoinositídeo 3 quinase (PI3K) que aumenta a concentração intracelular de PIP3 e PIP. Este ativam uma proteína quinase B que entre os seus papéis tem a capacidade de promover a liberação de GLUT4 de vesículas citoplasmática para a membrana promovendo a captação de glicose. Ação da insulina sobre o receptor de tirosina quinase. Calmodulina e a ativação de CAM-quinase II . Estrutura da Calmodulina Ativação de CAM-quinase II Mecanismos pelo quais as células-alvo tornam-se dessensibilizadas . SEQÜESTRO DO RECEPTOR DOWN-REGULATION DO RECEPTOR INATIVAÇÃO DO RECEPTOR INATIVAÇÃO DA PROTEÍNA SINAL PRODUÇÃO DE INIBIDORES Diferentes respostas induzidas pela liberação do neurotransmissor acetilcolina. O óxido nítrico sinaliza através de sua ligação direta a uma enzima intracelular . A acetilcolina atua indiretamente, induzindo a produção de NO pelas células endoteliais que age sobre as células musculares lixas relaxando-a, o que aumenta o fluxo sangüíneo através do vaso.