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CENTRO	UNIVERSITÁRIO	DO	DISTRITO	FEDERAL	-	UDF	
		
 
 Prótese Dentária 
 
Manual com passo a passo das etapas 
clínico-laboratoriais de Prótese Dentária 
 
 
 
Equipe: 
 
Andréa Araújo de Vasconcellos 
Andrey Carneiros Ferreira 
Antônio Ramos Neto 
Ivana Agnoletto Souza 
 
 
 
2018
CENTRO	UNIVERSITÁRIO	DO	DISTRITO	FEDERAL	-	UDF	
		
Prótese Total 
 
 1a sessão: 
o Anamnese, exame clínico e radiográfico (interessante ter uma 
panorâmica). 
o Moldagem e obtenção do modelo anatômico 
 
 Etapa laboratorial: 
o Confecção de moldeira individual. 
 
 2a sessão: 
o Moldagem funcional, utilizando a moldeira individual, godiva e 
pasta de óxido de zinco e eugenol (pode usar também outros 
materiais, como Impregum, silicone leve). Moldar por flancos 
(etapas). 
 
o Etapa laboratorial: 
o Encaixotamento do molde para obtenção do modelo de estudo. 
Muito cuidado no vazamento. Dependendo do caso, podemos enviar 
para o protético vazar; 
o Confecção da placa base e plano de orientação em cera. 
 
 3a sessão: 
o Ajustes clínicos dos planos de orientação em cera superior: suporte 
labial, altura do incisivo, linha do sorriso, plano oclusal, corredor 
bucal, linha média, linha dos caninos, linha alta do sorriso. 
o Fazer a tomada do arco facial (ou uso da Mesa de Camper) e 
montagem em articulador semi-ajustável; 
o Ajustar o plano de orientação em cera inferior de acordo com a DVO 
definida (utilizando o compasso de Willis), e fazer o relacionamento 
maxilo-mandibular, fazendo o registro do paciente em Relação 
Cêntrica. 
o Montagem em articulador semi-ajustável do modelo inferior (pino 
no zero); 
o Escolher a cor dos dentes (escala Vita) e formato do rosto do 
paciente. 
 
 Etapa laboratorial: 
o Montagem dos dentes artificiais. 
 
 
 4a sessão: 
o Prova dos dentes. Verifiquem o check list: oclusão, linhas de 
referencia, avaliaçãoo esterica dos incisivos, aparecimento da 
gengiva, corredor bucal, dentes (tamanho, forma e cor), curva do 
sorriso, relação oclusal dos dentes, reconstituição da fisionomia, 
teste fonético, aprovaçãoo do paciente, caracterização da base). 
o Selecionar cor da gengiva (sistema STG). 
 
 Etapa laboratorial: 
o Acrilização da PT. 
 
 5a sessão: 
o Ajuste iniciais e instalação da PT; 
o Recomendações ao paciente sobre uso e manutenção. 
o Agendar retorno para controle inicial. 
 
 6a sessão: 
o Avaliar necessidade de novos ajustes na PT; 
o Avaliar as recomendações sobre uso e manutenção. 
o Agendar retorno para proservação. 
 
 
 
CENTRO	UNIVERSITÁRIO	DO	DISTRITO	FEDERAL	-	UDF	
		
Prótese Parcial Removível 
 
 1a sessão: 
o Anamnese, exame clínico e radiográfico. 
o Moldagem e obtenção do modelo de estudo. 
 OBS: Caso o paciente precise fazer exodontias, restaurações, prótese 
fixas, periodontia, etc, deve ser feito nesse momento. Só poderá seguir as 
próximas etapas da Prótese Parcial Removível após o paciente estar 
totalmente com meio bucal adequado. 
 
 Etapa laboratorial: 
o Definir de acordo com os parâmetros clínicos, o desenho da PPR. 
o Delineamento do modelo de estudo: verificar onde serão feito os 
nichos, confecção de plano guia (se necessário), fazer o guia de 
transferência do modelo de estudo para o modelo de trabalho. 
 
 2a sessão: 
o Preparo de boca do paciente: confecção dos nichos, planos guia. 
o Moldagem anatômica ou de trabalho. 
OBS: Lembrar que é obrigatório moldar antagonista (pode ser com 
alginato). 
 
 Etapa laboratorial: 
OBS: Deve deixar por escrito para o laboratório o nome do grampo em cada 
dente, qual conector maior será usado, assim como onde deverão estar os 
apoios, para facilitar a comunicação dentista-protético, e evitar termos 
problemas de planejamento. 
o Confecção da infraestrutura metálica. 
 
 3a sessão: 
o Prova da infra-estrutura metálica (verificar adaptação e 
assentamento, e fazer ajustes se necessário); 
o Se o paciente for extremidade livre (Classe I ou II de Kennedy, 
deverá ser confeccionada moldeira individual sobre a infra-estrutura 
metálica para a moldagem final). 
o Fazer relacionamento maxilo-mandibular com o plano de orientação; 
o Fazer tomada de arco facial e montagem em articulador semi-
ajustável; 
o Selecionar a cor do dente (pode usar escala Vita). 
 
 
 Etapa laboratorial: 
o Montagem dos dentes artificiais. 
 
 4a sessão: 
o Prova da infra-estrutura metálica com os dentes artificiais 
posicionados. 
o Nos casos de PPR Classe I ou II de Kennedy, pode fazer uma 
moldagem funcional direta. 
o Seleção da cor da gengiva artificial (sistema STG). 
 
 Etapa laboratorial: 
o Acrilização da PPR. 
 
 
 5a sessão: 
o Ajuste iniciais e instalação da PPR; 
o Recomendações ao paciente sobre uso e manutenção. 
o Agendar retorno para controle inicial. 
 
 6a sessão: 
o Avaliar necessidade de novos ajustes na PPR; 
o Avaliar as recomendações sobre uso e manutenção. 
o Agendar retorno para proservação. 
 
 
CENTRO	UNIVERSITÁRIO	DO	DISTRITO	FEDERAL	-	UDF	
		
Prótese Fixa 
 
Núcleo metálico fundido + coroa metalocerâmica. 
 
 1a sessão: 
o Anamnese, exame clínico e Raio X periapical; 
o Preparo coronário; 
o Desobstrução do conduto radicular; 
o Confecção de um provisório com pino intra-radicular (uso do metal 
pin ou de fio ortodôntico). 
o Fazer a modelagem do conduto e da porção coronária com pinjet 
para a obtenção do núcleo (se não der tempo nessa consulta, agendar 
o paciente para fazer esse procedimento). 
 
 Etapa laboratorial: 
o Fundição para obtenção do núcleo metálico fundido. 
 
 2a sessão: 
o Remoção do provisório com pino; 
o Verificar adaptação do núcleo metálico e fazer a cimentação. 
Normalmente, utiliza-se o cimento fosfato de zinco. 
o Ajuste do provisório, removendo o pino intra-radicular e fazendo o 
reembasamento. 
 
 3a sessão: 
o Refina o término cervical, verifica o espaço interoclusal. 
o Estando pronto para moldar, insere o fio retrator e molda. Pode ser 
necessário o uso de anestesia previamente à inserção do fio retrator. 
Pode moldar através da técnica de dois passos ou de um passo só, a 
critério do aluno juntamente com o professor orientador. 
o Moldar antagonista (pode ser com alginato); 
o Faz registro interoclusal. 
o Será enviado para o laboratório para a confecção do coping. 
 
 
 Etapa laboratorial: 
o Confecção de coping metálico. 
 
 4a sessão: 
o Prova e ajuste do coping; 
o Registro interoclusal com o coping em posição; 
o Moldagem de transferência e obtenção do modelo; 
o Escolha da cor desejada (escala Vita). Pode enviar fotos para o 
laboratório. 
 
 Etapa laboratorial: 
o Aplicação da cerâmica de cobertura. Pedir prova sem glaze, para 
verificar e já realizar todos os ajustes prévios à cimentação. 
 
 5a sessão: 
o Ajuste da coroa. Lembrando que se a coroa não entrar, os ajustes 
deverão ser feitos na região interproximal, já que a prova do coping 
foi feita e verificada a adaptação cervical. 
 
 6a sessão: 
o Cimentação (normalmente com fosfato de zinco ou cimento de 
ionômero de vidro – para cimentação); 
o Instruções de higienização. 
 
 7a sessão: 
o Avaliar as recomendações sobre uso e manutenção. 
o Agendar retorno para proservação. 
 
 
 
CENTRO	UNIVERSITÁRIO	DO	DISTRITO	FEDERAL	-	UDF	
		
Prótese Fixa 
 
Núcleo metálico fundido + coroa em E-max. 
 
 1a sessão: 
o Anamnese, exame clínico e Raio X periapical; 
o Preparo coronário; 
o Desobstrução do conduto radicular; 
o Confecção de um provisório com pino intra-radicular (uso do metal 
pin ou de fio ortodôntico). 
o Fazer a modelagem do conduto e da porção coronária com pinjet 
para a obtenção do núcleo (Se não der tempo nessa consulta, agendar 
o pacientepara fazer esse procedimento na próxima sessão). 
 
 Etapa laboratorial: 
o Fundição para obtenção do núcleo metálico fundido. 
 
 2a sessão: 
o Remoção do provisório com pino; 
o Verificar adaptação do núcleo metálico e fazer a cimentação. 
Normalmente, utiliza-se o cimento fosfato de zinco. 
o Ajuste do provisório, removendo o pino intra-radicular e fazendo o 
reembasamento. 
 
 3a sessão: 
o Refina o término cervical, verifica o espaço interoclusal. Estando 
pronto para moldar, insere o fio retrator e molda. Pode ser necessário 
o uso de anestesia previamente à inserção do fio retrator. Pode 
moldar através da técnica de dois passos ou de um passo só, a 
critério do aluno juntamente com o professor orientador. 
o Moldar antagonista (pode ser com alginato); 
o Faz registro interoclusal. 
o OBS: Nos casos de coroas em E.max, não há prova de coping. Nesse 
caso, após a moldagem já deverá ser escolhida a cor do substrato 
(dente) e a cor desejada para a coroa. Existe a opção de pedir para o 
protético enviar uma prova em cera nos casos de coroas em E-max, 
verifique com o professor orientador. 
 
 Etapa laboratorial: 
o Injeção da cerâmica (e.max) se não for pedido prova em cera OU 
confecção da coroa em cera para prova clínica. 
 
 4a sessão: 
o Se coroa em E.max pronta, sem prova em cera: verificar a adaptação, 
contatos interproximais, oclusão e se a cor está boa. Após ajustes, 
fazer a cimentação (preferência por cimento resinoso). Pular para a 
6a sessão. 
o Se coroa em E.max e foi pedido prova em cera: verificar a 
adaptação, contatos interproximais e oclusão. Não esquecer de 
enviar a cor do substrato (dente remanescente) e a cor desejada. 
 
 Etapa laboratorial: 
o Injeção da cerâmica (e.max) (se tiver sido pedido prova em cera). 
 
 5a sessão: 
o Ajuste da coroa (cervical, interproximal e oclusal); 
o Cimentação (preferência usar cimento resinoso); 
o Instruções de higienização. 
 
 6a sessão: 
o Avaliar as recomendações sobre uso e manutenção. 
o Proservação. 
 
CENTRO	UNIVERSITÁRIO	DO	DISTRITO	FEDERAL	-	UDF	
		
Prótese Fixa 
 
Pino de fibra de vidro + coroa: 
 
 
 1a sessão: 
o Anamnese, exame clínico e Raio X periapical; 
o Preparo coronário; 
o Desobstrução do conduto radicular (apenas remoção da guta-percha. 
Não deverá ser removida dentina radicular); 
o Cimentação do pino de fibra de vidro e confecção do núcleo de 
preenchimento na porção coronária; 
o Provisório. 
 
 2a sessão: 
o Fazer a moldagem com fio retrator. Lembrar de moldar antagonista e 
fazer registro inter-oclusal. 
o Se for fazer a coroa em E.max, já seleciona a cor do substrato e a cor 
desejada. Pode fazer prova em cera (ver página anterior). Pular para 
4a sessão. 
o Se for fazer coroa metalocerâmica, solicitar a confecção do coping 
metálico. 
 
 Etapa laboratorial: 
o Confecção de coping metálico. 
o Se for em E.max, a coroa já será feita (ou pede prova da coroa em 
cera). Pula para a 4a sessão. 
 
 3a sessão: 
o Prova e ajuste do coping metálico; 
o Moldagem de transferência e obtenção do modelo; 
o Escolha da cor desejada. Pode enviar fotos para o laboratório. 
 
 
 
 Etapa laboratorial: 
o Para coroas em metalocerâmica, aplicação da cerâmica de cobertura 
(sem glaze). 
 
 4a sessão: 
o Se metalocerâmica: ajuste da coroa ainda sem glaze. Lembrando que 
se a coroa (se for metalocerâmica) não entrar, os ajustes deverão ser 
feitos na região interproximal, já que a prova do coping foi feita e 
verificada a adaptação cervical. 
o Se coroa em e.max sem prova em cera: cimentação (cimento 
resinoso). Próxima etapa é proservação. 
o Se coroa em e.max com prova em cera: verificar adaptação, contatos 
interproximais e interoclusal. Verificar qual cor desejada e a cor do 
substrato. 
 
 5a sessão: 
o Ajuste da coroa (cervical, interproximal e oclusal); 
o Cimentação (preferência usar cimento resinoso para e.max e fosfato 
de zinco para metalocerâmicas); 
o Instruções de higienização. 
 
 6a sessão: 
o Avaliar as recomendações sobre uso e manutenção. 
o Proservação. 
 
 
CENTRO	UNIVERSITÁRIO	DO	DISTRITO	FEDERAL	-	UDF	
		
Prótese Fixa 
 
Coroa sem núcleo metálico nem pino pré-fabricado ou Onlay: 
 
 
 1a sessão: 
o Anamnese, exame clínico e Raio X periapical; 
o Preparo coronário; 
o Provisório. 
o Se der tempo, já pode fazer a moldagem com fio retrator. Lembrar 
de moldar antagonista e fazer registro inter-oclusal. 
o Se for fazer a coroa ou onlay em E.max, já seleciona a cor do 
substrato e a cor desejada. 
 
 Etapa laboratorial: 
o Se metalocerâmica: confecção de coping metálico; 
o Se for em E.max, a coroa já será feita (ou pede prova da coroa em 
cera). Pula para a 3a sessão. 
 
 2a sessão: 
o Se coroa metalocerâmica: prova e ajuste do coping metálico; 
o Moldagem de transferência e obtenção do modelo; 
o Escolha da cor desejada. Pode enviar fotos para o laboratório. 
 
 Etapa laboratorial: 
o Se metalocerâmica: aplicação da cerâmica de cobertura sem glaze. 
o Se e.max para prova em cera: confecção da coroa em cera. 
o Se e.max sem prova em cera: injeção da cerâmica. 
 
 3a sessão: 
o Se metalocerâmica: ajuste da coroa. Lembrando que se a coroa não 
entrar, os ajustes deverão ser feitos na região interproximal, já que a 
prova do coping foi feita e verificada a adaptação cervical. 
o Se coroa em e.max sem prova em cera: cimentação (cimento 
resinoso). Próxima etapa é proservação. 
o Se coroa em e.max com prova em cera: verificar adaptação, contatos 
interproximais e interoclusal. Verificar qual cor desejada e a cor do 
substrato. 
 
 4a sessão: 
o Verificar ajustes da coroa (cervical, interproximal e oclusal); 
o Cimentação (preferência usar cimento resinoso para e.max e fosfato 
de zinco para metalocerâmicas); 
o Instruções de higienização. 
 
 5a sessão: 
o Avaliar as recomendações sobre uso e manutenção. 
o Proservação. 
 
 
CENTRO	UNIVERSITÁRIO	DO	DISTRITO	FEDERAL	-	UDF

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