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4/5/2010
1
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Sistema Glicolítico
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Intensidade
Tempo de 
Duração
%
100
80
60
40
20
0
10” 2’ Acima de 2’ 
ATP
CP
Sistema 
Glicolítico Sistema Oxidativo
4/5/2010
2
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Intensidade
Tempo de 
Duração
%
100
80
60
40
20
0
Sistema 
Glicolítico
2’
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
SISTEMA GLICOLÍTICOSISTEMA GLICOLÍTICO
1.Características:
• Alta Intensidade
• Curta Duração
2. Substrato Energético
• Glicogênio
• Glicose
4/5/2010
3
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
SISTEMA GLICOLÍTICOSISTEMA GLICOLÍTICO
3. Local da Célula
• Citosol
4. Fibras Exigidas
• Rápidas (preferencialmente)
• Lentas
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
• Glicólise
Hidrólise da Glicose oriunda da corrente sanguínea,
a partir da enzima hexocinase, fornecendo inicialmente
2 mol de ATP anaeróbio.
• Glicogenólise
hidrólise do glicogênio oriundo do fígado que na
célula sofrerá a ação da enzima glicogênio fosforilase, 
fornecendo inicialmente 3 mol de ATP
A energia necessária é oriunda de 2 processos:
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4
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicose Glicogênio
2 ATP 3 ATP ATIVIDADES LEVES E MODERADAS
Ciclo de krebs e Cadeia de Transporte 
de Elétrons (glicólise aeróbia), tendo 
como produto final a formação de 
PiruvatoH 
+
ATIVIDADES INTENSAS
O H+ não consegue ser transportado
para a mitocôndria pelo NAD, junta-se 
então ao Ácido Pirúvico e Forma o 
Ácido Lático (!), que imediatamente irá 
se dissociar (hidrolisar) em Lactato e 
H+
H +
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
O que o acúmulo de H+ (hidrogênio) ocasiona na célula?
Alteração do pH celular, tornando-o Ácido.
O que é pH?
O pH refere-se a uma medida que indica se uma solução líquida é ácida (pH 
menor que 7), neutra (pH = 7), ou básica/alcalina (pH maior que 7). 
pH é o símbolo para a grandeza físico - química de “Potencial Hidrogeniônico”
Alcalose: A alcalose é um termo clínico que indica um 
transtorno no qual há um aumento na alcalinidade dos fluidos 
do corpo, isto é, um excesso de base (alcalina) nos líquidos 
corporais. Geralmente utiliza-se este termo nos casos em que 
o pH arterial é maior que 7,45.
NeutroNeutro
AlcalinoAlcalino
ÁcidoÁcido
Acidose: A acidose metabólica é o excesso de 
acidez no sangue caracterizada por uma concentração 
anormalmente baixa de carbonatos. Quando um 
aumento do ácido supera o sistema tampão do pH do 
corpo, o sangue pode tornar-se realmente ácido.
4/5/2010
5
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
De que forma o H+ (hidrogênio) é neutralizado?
1.1. Sistema TampãoSistema Tampão
Formação de molécula de H2O (água) a partir do Bicarbonato que 
forma uma Hidroxila OH-. Assim: OH + H+ = H2O
2. MCT2. MCT
Transportador de H+ na membrana celular. Coloca o H+ para fora
da célula
3. Proteínas3. Proteínas
As proteínas são alcalinas. A sua utilização pela fibra muscular
torna o pH mais alcalino, reduzindo a acidez celular.
Todos os três fatores atuam em conjunto para minimizar o efeito ácido do acúmulo de H+.
Caso este nível de H+ permaneça elevado, as enzimas celulares desnaturarão.
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
1. O que é Lactato?
R: Lactato é um composto orgânico produzido naturalmente no corpo humano e 
também utilizado como fonte de energia para atividades físicas em gerais. O lactato é 
encontrado nos músculos, no sangue, e em vários órgãos. A presença de lactato é 
necessária para que o corpo funcione propriamente. É o produto final do metabolismo 
da glicose na via glicolítica, formado em condições de oxigenação inadequada nas 
fibras musculares com poucas mitocôndrias. (Powers e Howley, 2000)
2. De onde vem o Lactato?
R: A principal fonte de produção de lactato é a quebra de carboidratos chamados 
de glicogênio. Glicogênio se quebra em uma substância chamada piruvato e produz 
energia. Geralmente esse processo é referido como Energia Anaeróbia devido a não 
utilização de Oxigênio. Quando piruvato se quebra ainda mais, esse processo produz 
ainda mais energia. Esta energia é chamada de energia aeróbia devido a utilização do 
Oxigênio. Se o piruvato não se quebra, este geralmente é transformado em lactato. 
3. Quando Lactato é produzido?
R: Quando a intensidade da atividade física é elevada a ponto das reações 
metabólicas não obtiverem energia aeróbia. A ineficácia em utilizar o piruvato como 
energia, fará com que ele fique elevado e seja convertido em lactato. 
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
4. Para onde o Lactato vai?
R: Inicialmente quando é produzido, o lactato tem a tendência de sair do músculo 
onde se encontra, e acaba entrando em outros músculos vizinhos (fibras lentas) 
na corrente sangüínea, ou no espaço entre células musculares contendo uma menor 
concentração de lactato. Quando o lactato é recebido em um músculo qualquer 
provavelmente será transformado novamente em piruvato para ser utilizado como 
energia aeróbia. O lactato pode ser utilizado como combustível pelo coração, e 
também pode ser convertido novamente em glicose e glicogênio no fígado. Há 
algumas evidências em que certas quantidades de lactato podem também ser 
transformadas em glicogênio nos próprios músculos. 
3. Como medir o Lactato?
R: A grande maioria das medidas de lactato utilizam amostras sangüínea. Quando 
uma amostra de sangue é utilizada, a quantidade de lactato no sangue é expressada 
como uma concentração de milimols por litro. Como exemplo, os níveis de lactato em 
humanos durante repouso estão geralmente entre 1.0 mmol/l e 2.0 mmol/l. 
O acúmulo de lactato é um importante indicador de treinamento. Quando 
lactato é produzido, isto é uma indicação de que a energia aeróbia está 
sendo limitada durante a atividade.
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Limiar Anaeróbio x Limiar de Lactato
• Ponto máximo onde a produção 
é igual a remoção;
• Geralmente, este momento ocorre
em concentrações sangüíneas de
lactato de 4 mmols (Mader, 1978)
• Deflexção da curva de concentração
para a esquerda.
• Quanto maior a capacidade de realizar
exercícios em intensidades maiores neste 
nível de concentração, maior o condicionamento,
ou seja, maior o Limiar de Lactato.
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Como medir os níveis de lactato?
Métodos Diretos
1. Amostra de sangue
2. Ergoespirometria
Métodos Indiretos
1. Protocolos de determinação
de velocidade do limiar (VLan)
Weltman, e deflexção da FC 
de Conconi
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
• Limiar Anaeróbio
LIMIAR DA DEFLEXÃO DA FC CONCONI
A determinação indireta do limiar 
anaeróbio através da identificação, 
em um teste progressivo, do ponto de 
deflexão da freqüência cardíaca 
(PDFC), a partir do qual ocorre a 
perda da linearidade em resposta ao 
aumento da intensidade do Exercício.
CONCONI (1982)
Devido à praticidade e fidedignidade, 
pode-se sugerir o LC como o método 
para determinação do LAn mais 
indicado para academias.
SILVA e Col (2005)
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
• Limiar Anaeróbio
ART WELTMAN ART WELTMAN -- PISTAPISTA
CORREÇÃO DO TEMPO
Tc = (tempo em seg x 100) / 60
Tc = (46 x 100) / 60
Tc = 4600 / 60
Tc = 76,6 ou 77
Percorrer 3200 metros no menor tempoPercorrer 3200 metros no menor tempo
Fazer a correção do tempoem segundosFazer a correção do tempo em segundos
Ex: 3200 metros em 15’ 46”Ex: 3200 metros em 15’ 46”
Utilizar este valor
VELOCIDADE DO LIMIAR 
VL = 509,5 – (20,82 x Tc)
VL = 509,5 – (20,82 x 15,77)
VL = 509,5 – 328,33
VL = 181,17 metros / minuto
Passar a VL em m/min para Km/hora
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
ART WELTMAN ART WELTMAN -- PISTAPISTA
VELOCIDADE DO LIMIAR 
VL = 181,17 metros / minuto
• Limiar Anaeróbio
TRANSFORMAÇÃO DA VL 
VL km = VL m/min x 0,06
VL km = 181,17 x 0,06
VL km = 10,87 Km / hora
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COMO TREINAR? COMO TREINAR? 
VELOCIDADE DO LIMIAR 
VL = 10,87 Km/h
TEMPO POR VOLTA 
Tv = (Distância x 3,6) / VL
Tv = (258 x 3,6) / 10,87
Tv = 928,8 / 10,87
Tv = 85 segundos ou 1’25”
1. Qual a Distância (ex: 258m)
2. Determinar o tempo por volta
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Dividir o Tempo total da volta por 4
Tv = 85 segundos ou 1’25”
85 / 4 = 21 segundos por parcial85 / 4 = 21 segundos por parcial
21”
42”
63”
85”
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
MÉTODOS DE TREINAMENTOMÉTODOS DE TREINAMENTO
INTERVALADO - ADULTO
AA – Anaeróbio Alático 
AL – Anaeróbio Lático
R – Recuperação (intervalo entre séries)
A – Ativa (entre 40 a 50% do VO2)
P – Passiva (abaixo de 40% do Vo2)
L – Longa (acima de 1:4)
C – Curta (abaixo de 1:4)
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
MÉTODOS DE TREINAMENTOMÉTODOS DE TREINAMENTO
INTERVALADO
• AARAC – resistência a acidose
• AARPL – restauração de ATP
• ALRAL – remoção de acidose
• ALRAC – resistência a acidose
• AARPC – mista (resistência a acidose e pouco 
restauração de ATP)
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Anota aí...Anota aí...Anota aí...Anota aí...Anota aí...Anota aí...Anota aí...Anota aí...
Próxima Aula:
Produção de ATP 
a partir do 
Glicogênio e da 
Glicose
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Fornecimento de ATP a partir da quebra da Glicose e do Glicogênio pela via aeróbia.
Local da célula: MITOCÔNDRIASMITOCÔNDRIAS
Quantidade de ATPs: 36 a 39 ATPs36 a 39 ATPs
Células Envolvidas: MuscularesMusculares
Fundamental para a manutenção das atividades com intensidades elevadas e períodos de tempo relativamente pequeno.
Os íons de H+ são oxidados na mesma 
velocidade que são produzidos. Este 
processo é conhecido como
“Estado estável”. Temos ao final a 
formação de PiruvatoPiruvato e HH22OO.
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Fundamental para a manutenção das atividades com intensidades elevadas e períodos de tempo relativamente pequeno.
Inicialmente a Glicose fornece 2 ATP, e o Glicogênio 3 ATP ainda no citosol celular.
Essa formação inicial é conhecida
Como “a Nível do Substrato”.
A continuidade da Glicólise e da 
Glicogenólise só é possível devido
o transporte dos íons de H+ 
reduzidos para NADH. Este 
transporte é mediado por duas 
lançadeiras, que se localizam na 
membrana mitocondrial. 
Vamos começar a contar?Vamos começar a contar?Vamos começar a contar?Vamos começar a contar?Vamos começar a contar?Vamos começar a contar?Vamos começar a contar?Vamos começar a contar?
A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:
Glicose = 2 ATPGlicose = 2 ATP
Glicogênio = 3 ATPGlicogênio = 3 ATP
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Lançadeiras de H+, fundamentais para a manutenção da atividade intensa.
GLICEROL-FOSFATO
Lançadeira encontrada nas células 
dos músculos esqueléticos e células 
cerebrais. Cada vez que um íon de 
H+ passa pela lançadeira, são 
produzidos 2 ATP. Como durante a 
glicólise ainda no citosol são 
formados dois NADH, o H+ passa 
duas vezes pela lançadeira, gerando 
no total 4 ATP.
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Lançadeiras de H+, fundamentais para a manutenção da atividade intensa.
ASPARTATO-MALATO
Lançadeira encontrada nas células 
dos rins, fígado e coração. Cada 
vez que um íon de H+ passa pela 
lançadeira, são produzidos 3 ATP. 
Como durante a glicólise ainda no 
citosol são formados dois NADH, o 
H+ passa duas vezes pela 
lançadeira, gerando no total 6 ATP.
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...
•• A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:
Glicose = 2 ATPGlicose = 2 ATP
Glicogênio = 3 ATPGlicogênio = 3 ATP
•• Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:
GlicerolGlicerol--Fosfato = 2 ATP x 2 = 4 ATPFosfato = 2 ATP x 2 = 4 ATP
AspartatoAspartato--Malato = 3 ATP x 2 = 6 ATPMalato = 3 ATP x 2 = 6 ATP
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Coenzimas fundamentais durante a Glicólise.
NAD
NAD vem do inglês Nicotinamide adenine 
dinucleotide. É uma coenzima que 
apresenta dois estados de oxidação: 
NAD+ (oxidado) e NADH (reduzido). A 
forma NADH é obtida pela redução do 
NAD+ com dois elétrons e aceitação de 
um próton (H+). É um transportador de 
H+ durante a fosforilação oxidadtiva. 
Cada vez que o NAD transporta um H+ 
são formados 3 ATP
Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Coenzimas fundamentais durante a Glicólise.
FAD
FAD é uma enzima capaz de sofrer ação 
redox, presente em diversas reações 
importantes no metabolismo. O FAD pode 
existir em dois estados de oxidação e o seu 
papel bioquímico envolve frequentemente 
alternância entre esses dois estados. O FAD 
é capaz de se reduzir a FADH2, estado em 
que aceita dois átomos de hidrogénio: O 
FADH2 é uma molécula transportadora de 
energia metabólica, sendo utilizada como 
substrato na fosforilação oxidativa 
mitocondrial. Cada vez que é reoxidado o 
FAD, forma 2 ATP2 ATP.
Flavina Adenina Dinucleotídeo
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...
•• A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:
Glicose = 2 ATPGlicose = 2 ATP
Glicogênio = 3 ATPGlicogênio = 3 ATP
•• Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:
GlicerolGlicerol--Fosfato = 2 ATP x 2 = 4 ATPFosfato = 2 ATP x 2 = 4 ATP
AspartatoAspartato--Malato = 3 ATP x 2 = 6 ATPMalato = 3 ATP x 2 = 6 ATP
•• Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:
NAD = 3 ATPNAD = 3 ATP
FAD = 2 ATPFAD = 2 ATP
Fisiologia do ExercícioFisiologia do ExercícioGlicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Ciclo de Krebs ou Ciclo do Ácido Cítrico
O ciclo de Krebs, corresponde à uma série de 
reações químicas que ocorrem na vida da célula e seu 
metabolismo. Descoberto por Sir Hans Adolf Krebs
(1900-1981).
O ciclo é executado na mitocôndria e trata-se de uma 
parte do metabolismo dos organismos aeróbicos 
(utilizando oxigênio da respiração celular); O ciclo de 
Krebs é uma rota que possui a finalidade de oxidar a 
acetil-CoA (acetil coenzima A), que se obtém da 
degradação de carboidratos, ácidos graxos e 
aminoácidos a duas moléculas de CO2. Este ciclo 
inicia-se quando o piruvato que é sintetizado durante a 
glicólise é transformado em acetil CoA (coenzima A) 
por ação da enzima piruvato desidrogenase. Este 
composto vai reagir com o oxaloacetato que é um 
produto do ciclo anterior formando-se citrato. Após o 
ciclo de krebs ocorre outro processo denominado 
fosforilação oxidativa.
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Ciclo de Krebs ou Ciclo do Ácido Cítrico
3 ATP (NAD)
3 ATP (NAD)
3 ATP (NAD)
2 ATP (FAD)
15 ATPs15 ATPs
++
Cada vez que o Piruvato roda o Krebs forma 
15 ATPs. Como para cada processo temos a 
formação de duas moléculas de Piruvato, 
Este processo é duplicado, ou seja, 30 ATPs30 ATPs
são Formados!!!
3 ATP (NAD para entrar)
1 ATP (livre)
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...Vamos continuar contando...
•• A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:
Glicose = 2 ATPGlicose = 2 ATP
Glicogênio = 3 ATPGlicogênio = 3 ATP
•• Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:
GlicerolGlicerol--Fosfato = 2 ATP x 2 = 4 ATPFosfato = 2 ATP x 2 = 4 ATP
AspartatoAspartato--Malato = 3 ATP x 2 = 6 ATPMalato = 3 ATP x 2 = 6 ATP
•• Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:Coenzimas:
NAD = 3 ATPNAD = 3 ATP
FAD = 2 ATPFAD = 2 ATP
•• Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:
15 ATP x 2=15 ATP x 2=
30 ATPs30 ATPs
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no músculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esquelético gera?gera?gera?gera?gera?gera?gera?gera?
•• A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:
GlicoseGlicose
•• Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:
GlicerolGlicerol--FosfatoFosfato
•• Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:
36 ATP36 ATP
2 ATP2 ATP
4 ATP4 ATP
30 ATP30 ATP
+
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no músculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esqueléticomúsculo esquelético gera?gera?gera?gera?gera?gera?gera?gera?
•• A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:
GlicogênioGlicogênio
•• Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:
GlicerolGlicerol--FosfatoFosfato
•• Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:
37 ATP37 ATP
3 ATP3 ATP
4 ATP4 ATP
30 ATP30 ATP
+
4/5/2010
18
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no A Glicose no músculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíaco gera?gera?gera?gera?gera?gera?gera?gera?
•• A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:
GlicoseGlicose
•• Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:
AspartatoAspartato--MalatoMalato
•• Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:
38 ATP38 ATP
2 ATP2 ATP
6 ATP6 ATP
30 ATP30 ATP
+
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Glicólise e Glicogenólise AeróbiaGlicólise e Glicogenólise Aeróbia
A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no A Glicogênio no músculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíacomúsculo cardíaco gera?gera?gera?gera?gera?gera?gera?gera?
•• A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:A nível do substrato:
GlicogênioGlicogênio
•• Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:Lançadeiras:
AspartatoAspartato--MalatoMalato
•• Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:Ciclo de krebs:
39 ATP39 ATP
3 ATP3 ATP
6 ATP6 ATP
30 ATP30 ATP
+
4/5/2010
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Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
Ciclo de CoriCiclo de Cori
O ciclo de Cori, ciclo dos Cori ou via glicose-
lactato-glicose consiste na conversão da 
glicose em lactato, produzido em tecidos 
musculares durante um período de deprivação 
de oxigénio, seguida da conversão do lactato 
em glicose, no fígado. O ciclo de Cori é uma 
cooperação metabólica entre músculos e 
fígado. Com um trabalho muscular intenso, o 
músculo usa o glicogênio de reserva como 
fonte de energia, via glicólise. Ao contrário do 
que muitos pensam não é o acúmulo de lactato 
no músculo que causa dor e fadiga muscular , 
mas o acúmulo do acidez gerado 
glicolidicamente. Os músculos são capazes de 
manter a carga de trabalho na presença de 
lactato se o pH for mantido constante.
Fisiologia do ExercícioFisiologia do Exercício
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Sistema 
Glicolítico

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