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Wilson Neves

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Questões resolvidas

De acordo com a tradicional classificação dos princípios de Direito do Trabalho, na concepção do jurista Américo Plá Rodriguez, o princípio de proteção estaria melhor expresso
na condição mais benéfica e na norma mais favorável. na razoabilidade e na irrenunciabilidade. na irrenunciabilidade e na máxima in dubio pro operario na condição não benéfica na boa-fé e na condição mais benéfica.
Item A
Item B
Item C
Item D
Item E

Considere: I. As convenções coletivas e os acordos coletivos de trabalho são exemplos de fontes formais autônomas do Direito do Trabalho. II. A legislação trabalhista faz referência aos costumes como fonte integradora do Direito do Trabalho. III. A jurisprudência não é considerada fonte formal de Direito do Trabalho, uma vez que não há previsão legal para sua utilização, bem como se refere apenas a casos concretos e específicos. Marque as alternativas Corretas:
I, II e III.
I e III, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.

Quando estiver o aplicador diante de situações em que há duas situações distintas, deverá este acolher aquela mais benéfica ao trabalhador, no entanto nunca afrontando a vontade da lei. Esta determinação respeita o princípio:
princípio da ilegalidade.
Princípio da Supremacia Legal.
Princípio da Inviolabilidade no domicílio.
princípio do indubio pro operario.
Princípio da Impossibilidade de Transferência.

Indique a alternativa que melhor representa o conceito atinente ao Princípio da Irrenunciabilidade
o trabalhador deve aceitar todo e qualquer tipo de trabalho.
o trabalhador pode decidir quantas horas quer trabalhar, recebendo remuneração integral
o trabalhador não deve reconhecer um acordo trabalhista
o trabalhador não pode renunciar aos seus direitos.
o trabalhador pode renunciar as horas extras laboradas em período de compensação.

Quando falamos que os fatos se sobrepõem aos documentos na relação de trabalho, estamos falando de um princípio trabalhista. Qual é esse princípio?
Norma mais favorável Isonomia Primazia da realidade In dúbio pro operário Irrenunciabilidade de direito

(CESGRANRIO - 2013) A obrigação de pagamento de horas extras a todos os empregados que não possam ser qualificados como ocupantes de cargos de gestão ou exercentes de atividades externas, nos termos do artigo 62 da CLT, é um exemplo da aplicação do princípio da
prevalência da norma mais benéfica primazia da realidade irrenunciabilidade de direitos norma de hierarquia continuidade da relação de emprego

O prazo prescricional para ajuizamento de ação judicial, após a extinção do contrato de trabalho, para pleitear créditos resultantes das relações de trabalho para os trabalhadores urbanos e rurais, respectivamente, é de
cinco anos e cinco anos, até o limite de dois anos. cinco anos e dois anos, até o limite de cinco anos. cinco anos e cinco anos, até o limite de três anos. dois anos e dois anos, até o limite de cinco anos. dois anos e cinco anos, até o limite de cinco anos.

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Questões resolvidas

De acordo com a tradicional classificação dos princípios de Direito do Trabalho, na concepção do jurista Américo Plá Rodriguez, o princípio de proteção estaria melhor expresso
na condição mais benéfica e na norma mais favorável. na razoabilidade e na irrenunciabilidade. na irrenunciabilidade e na máxima in dubio pro operario na condição não benéfica na boa-fé e na condição mais benéfica.
Item A
Item B
Item C
Item D
Item E

Considere: I. As convenções coletivas e os acordos coletivos de trabalho são exemplos de fontes formais autônomas do Direito do Trabalho. II. A legislação trabalhista faz referência aos costumes como fonte integradora do Direito do Trabalho. III. A jurisprudência não é considerada fonte formal de Direito do Trabalho, uma vez que não há previsão legal para sua utilização, bem como se refere apenas a casos concretos e específicos. Marque as alternativas Corretas:
I, II e III.
I e III, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.

Quando estiver o aplicador diante de situações em que há duas situações distintas, deverá este acolher aquela mais benéfica ao trabalhador, no entanto nunca afrontando a vontade da lei. Esta determinação respeita o princípio:
princípio da ilegalidade.
Princípio da Supremacia Legal.
Princípio da Inviolabilidade no domicílio.
princípio do indubio pro operario.
Princípio da Impossibilidade de Transferência.

Indique a alternativa que melhor representa o conceito atinente ao Princípio da Irrenunciabilidade
o trabalhador deve aceitar todo e qualquer tipo de trabalho.
o trabalhador pode decidir quantas horas quer trabalhar, recebendo remuneração integral
o trabalhador não deve reconhecer um acordo trabalhista
o trabalhador não pode renunciar aos seus direitos.
o trabalhador pode renunciar as horas extras laboradas em período de compensação.

Quando falamos que os fatos se sobrepõem aos documentos na relação de trabalho, estamos falando de um princípio trabalhista. Qual é esse princípio?
Norma mais favorável Isonomia Primazia da realidade In dúbio pro operário Irrenunciabilidade de direito

(CESGRANRIO - 2013) A obrigação de pagamento de horas extras a todos os empregados que não possam ser qualificados como ocupantes de cargos de gestão ou exercentes de atividades externas, nos termos do artigo 62 da CLT, é um exemplo da aplicação do princípio da
prevalência da norma mais benéfica primazia da realidade irrenunciabilidade de direitos norma de hierarquia continuidade da relação de emprego

O prazo prescricional para ajuizamento de ação judicial, após a extinção do contrato de trabalho, para pleitear créditos resultantes das relações de trabalho para os trabalhadores urbanos e rurais, respectivamente, é de
cinco anos e cinco anos, até o limite de dois anos. cinco anos e dois anos, até o limite de cinco anos. cinco anos e cinco anos, até o limite de três anos. dois anos e dois anos, até o limite de cinco anos. dois anos e cinco anos, até o limite de cinco anos.

Prévia do material em texto

GST1714_EX_A1_201803544465_V1
 
 
 
 
LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E
PREVIDENCIÁRIA
 1a aula
 Lupa 
Vídeo
 
PPT
 
MP3
 
 
Exercício: GST1714_EX_A1_201803544465_V1 06/11/2018 11:41:04(Finalizada)
Aluno(a): WILSON CEZAR NEVES 2018.3 EAD
Disciplina: GST1714 - LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E
PREVIDENCIÁRIA 201803544465
 
 
 1a Questão
De acordo com a tradicional classificação dos princípios de Direito do Trabalho, na concepção
do jurista Américo Plá Rodriguez, o princípio de proteção estaria melhor expresso
 na condição mais benéfica e na norma mais favorável.
na razoabilidade e na irrenunciabilidade.
na irrenunciabilidade e na máxima in dubiopro operario
na condição não benéfica
na boa-fé e na condição mais benéfica.
 
 
Explicação:
Gabarito: Item D
Explicação: Do princípio da proteção já tratamos anteriormente, mas resta-nos destacar as
três vertentes que dele se destacam: o in dubio pro misero, a aplicação da norma mais
favorável ao trabalhador e a aplicação da condição mais benéfica ao obreiro.
A própria enunciação da aplicação da norma mais favorável, per si, já explica o seu conteúdo.
É, por exemplo, observar a norma mais benéfica dentre as várias normas a serem aplicadas
numa escala hierárquica. A aplicação da condição mais benéfica deve ser entendida sob a
ótica de que as vantagens já adquiridas pelos trabalhadores não podem mais ser retiradas,
como uma expressão do direito adquirido (art. 5º XXXVI, da CF/88). A revogação de qualquer
benefício só será aplicada aos contratos de trabalho futuros e não aqueles que estão sendo
executados.
Particular atenção merece a regra do in dubio pro misero, pois a partir do seu entendimento,
coadunado com os Princípios Gerais do Processo, buscaremos solucionar os questionamentos
propostos.
Consiste o in dubio pro misero em aplicar, na dúvida, "a regra mais favorável ao trabalhador,
ao analisar regra que encerra um preceito trabalhista" , conforme definição objetiva de
SERGIO PINTO MARTINS. É aplicar, dentre os diferentes entendimentos da norma, aquele que
mais beneficia o trabalhador. Não se trata, entretanto, chama a atenção AMÉRICO PLÁ
RODRIGUEZ, de "corrigir uma norma, nem sequer integrá-la: somente cabe utilizar esta regra
quando existe uma norma e unicamente para determinar-lhe o verdadeiro sentido, entre os
vários possíveis" 
Destaca-se a afirmação do professor SERGIO PINTO MARTINS: "o in dubio pro operario não
se aplica integralmente ao processo do trabalho, pois, havendo dúvida, à primeira vista, não
se poderia decidir em favor do trabalhador, mas verificar quem tem o ônus da prova no caso
concreto, de acordo com as especificações dos arts. 333 do CPC e 818 da CLT" 
 
Gabarito Coment.
 
 
 
 2a Questão
Considere:
I. As convenções coletivas e os acordos coletivos de trabalho são exemplos de fontes formais
autônomas do Direito do Trabalho.
II. A legislação trabalhista faz referência aos costumes como fonte integradora do Direito do
Trabalho.
III. A jurisprudência não é considerada fonte formal de Direito do Trabalho, uma vez que não
há previsão legal para sua utilização, bem como se refere apenas a casos concretos e
específicos. Marque as alternativas Corretas:
 I e III, apenas.
I, II e III.
 I e II, apenas.
III, apenas.
II, apenas.
 
 
Explicação:
Explicação / Gabarito - 
As fontes formais podem ser divididas em autônomas, quando provenientes dos próprios
sujeitos participantes da relação de trabalho, ou heterônomas, quando a norma jurídica é
elaborada por um terceiro, alheio à relação de trabalho. Assim, podemos apresentar a
seguinte classificação:
a) fontes materiais: fatores econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos, biológicos, que
influenciaram a produção da norma;
b) fonte formal autônoma: contrato de trabalho, regulamento de empresa, acordo coletivo de
trabalho e convenção coletiva de trabalho,
c) fonte formal heterônoma: Constituição Federal, leis, medidas provisórias, tratados
internacionais (em especial as convenções da Organização Internacional do Trabalho), normas
regulamentares e decretos do Ministério do Trabalho e Emprego, sentença normativa
(proveniente do julgamento de dissídio coletivo).
Lembramos, ainda, que o art. 8º da CLT aponta como solucionar as lacunas do direito do
trabalho, situação que pode ser explorada no exame de Ordem como métodos de integração
da norma trabalhista ou identificação das fontes supletivas e subsidiárias do direito do
trabalho:
CLT, Art. 8º ¿ As autoridades administrativas e a Justiça do Trabalho, na falta de disposições
legais ou contratuais, decidirão, conforme o caso, pela jurisprudência, por analogia, por
equidade e outros princípios e normas gerais de direito, principalmente do direito do trabalho,
e, ainda, de acordo com os usos e costumes, o direito comparado, mas sempre de maneira
que nenhum interesse de classe ou particular prevaleça sobre o interesse público.
 
 
 
 3a Questão
Quando estiver o aplicador diante de situações em que há duas situações distintas, deverá
este acolher aquela mais benéfica ao trabalhador, no entanto nunca afrontando a vontade da
lei. Esta determinação respeita o princípio:
 princípio da ilegalidade
Princípio da Inviolabilidade no domicílio
Princípio da Impossibilidade de Transferência.
Princípio da Supremacia Legal
 princípio do indubio pro operario
 
 
 
 4a Questão
A aplicação da condição mais benéfica é garantia para a proteção do trabalhador que por sua
vez decorre
 do princípio da irrenunciabilidade de direitos
do princípio da primazia da realidade
do princípio da continuidade da relação empregatícia
do princípio da razoabilidade
 do princípio da norma mais favorável
 
 
Explicação:
Gabarito: Item A.
Explicação : 
Princípio da Norma Mais Favorável
Enuncia a idéia diversa daquela apresentada por Kant, quanto à hierarquia das normas (com
a Constituição Federal no vértice). No direito do trabalho, o ¿vértice¿ da pirâmide é ocupado
pela norma mais favorável ao trabalhador.
Este princípio informa que havendo conflito entre duas ou mais normas vigentes e aplicáveis à
mesma situação jurídica, deve-se preferir aquela mais vantajosa ao trabalhador.
O requisito principal de aplicação do princípio é a pluralidade de normas jurídicas vigentes e
aplicáveis, em tese a determinado caso concreto.
Gabarito Coment.
 
 
 
 5a Questão
Indique a alternativa que melhor representa o conceito atinente ao Princípio da
Irrenunciabilidade
 o trabalhador não pode renunciar aos seus direitos.
o trabalhador não deve reconhecer um acordo trabalhista
o trabalhador pode renunciar as horas extras laboradas em período de compensação.
o trabalhador deve aceitar todo e qualquer tipo de trabalho.
o trabalhador pode decidir quantas horas quer trabalhar, recebendo remuneração
integral
 
 
Explicação: O princípio da irrenunciabilidade indica situações jurídicas em que o trabalhador
não pode abrir mão dos direitos sociais conferidos pela Constituição, sob pena de insegurança
jurídica destes direitos frente às negociações individuai ou coletivas.
Gabarito Coment. Gabarito Coment. Gabarito Coment.
 
 
 
 6a Questão
Quando falamos que os fatos se sobrepõe aos documentos na relação de trabalho, estamos
falamos de um princípio trabalhista. Qual é esse princípio?
 Norma mais favorável
Isonomia
 Primazia da realidade
In dúbio pro operário
Irrenunciabilidade de direito
 
 
Explicação: Na justiça trabalhista os fatos são mais importante de que qualquer documento
na relação trabalhista
 
 
 
 7a Questão
(CESGRANRIO - 2013) A obrigação de pagamento de horas extras a todos os empregados
que não possam ser qualificados como ocupantes de cargos de gestão ou exercentes de
atividades externas, nos termos do artigo 62 da CLT, é um exemplo da aplicaçãodo princípio
da
 prevalência da norma mais benéfica
primazia da realidade
 irrenunciabilidade de direitos
norma de hierarquia
continuidade da relação de emprego
 
 
Explicação:
Gabarito: Item C.
Explicação - 
Art. 62 - Não são abrangidos pelo regime previsto neste capítulo:
I - os empregados que exercem atividade externa incompatível com a fixação de horário de
trabalho, devendo tal condição ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no
registro de empregados;
II - os gerentes, assim considerados os exercentes de cargos de gestão, aos quais se
equiparam, para efeito do disposto neste artigo, os diretores e chefes de departamento ou
filial.
1. O princípio da irrenunciabilidade dos direitos ¿ Os direitos do trabalhador são
irrenunciáveis, ou seja, ele não pode abrir mão de direitos que são seus de acordo
com as leis trabalhistas. Não se admite que o trabalhador renuncie a direitos
trabalhistas. Se ocorrer, não terá validade alguma esse ato. A renúncia a qualquer
direito trabalhista é nula, e serão nulos de pleno direito os atos praticados com o
objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos do direito do
trabalho.
 
 
 
 8a Questão
O prazo prescricional para ajuizamento de ação judicial, após a extinção do contrato de
trabalho, para pleitear créditos resultantes das relações de trabalho para os trabalhadores
urbanos e rurais, respectivamente, é de
 cinco anos e cinco anos, até o limite de dois anos.
cinco anos e dois anos, até o limite de cinco anos.
cinco anos e cinco anos, até o limite de três anos.
 dois anos e dois anos, até o limite de cinco anos.
dois anos e cinco anos, até o limite de cinco anos.
 
 
Explicação:
Gabarito / Explicação: Item C
 
Explicação: 
CLT - Decreto Lei nº 5.452 de 01 de Maio de 1943
Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho.
Art. 11. A pretensão quanto a créditos resultantes das relações de trabalho prescreve em
cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção
do contrato de trabalho. (Redação dada pela Lei nº 13.467, de 2017) (Vigência)
I - em cinco anos para o trabalhador urbano, até o limite de dois anos após a extinção do
contrato; (Incluído pela Lei nº 9.658, de 5.6.1998) (Vide Emenda Constitucional nº 28 de
25.5.2000)
Il - em dois anos, após a extinção do contrato de trabalho, para o trabalhador rural. (Incluído
pela Lei nº 9.658, de 5.6.1998) (Vide Emenda Constitucional nº 28 de 25.5.2000)

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