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FORMULÁRIO DE OPERAÇÕES UNITÁRIAS I
CAPÍTULO 1: A Partícula
1.5 Distribuição de Tamanho de Partículas
1.5.1 Modelos para a Distribuição de Tamanho de Partículas
GGS: (
)
RRB: * (
)
+
Sigmóide:
(
)
Log-Normal: [
(
̅̅ ̅̅
*
√ ( )
]
Weibull: * (
)
+
a é o menor tamanho de partícula presente na distribuição.
d é o diâmetro de partícula.
̅̅ ̅ é o diâmetro médio geométrico.
k e m são parâmetros dos modelos.
y é a distribuição cumulativa menor que um dado tamanho.
é o desvio-padrão médio geométrico.
1.5.2 Diâmetro médio de Sauter
̅
∑
∫
̅ é o diâmetro médio de Sauter.
xi é a fração ponderal de partículas.
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CAPÍTULO 3: Dinâmica da Partícula
Reynolds da partícula
|( ⃗ )|
Velocidade terminal da partícula para fluido parado
√
( )
para: campo grav. e campo centr.
Região de Newton (
):
-Partículas esféricas: √
( )
-Partículas não-esféricas: √
( )
onde
Região de Stokes ( ):
-Partículas esféricas:
( )
(Equação de Stokes)
-Partículas não-esféricas:
( )
onde (
)
Região de transição (
):
(
) (correlação de Schiller-Naumann)
Região de turbulência na camada limite (
)
Correções para a velocidade terminal de esferas
-Efeito de concentração: ( )
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-Efeito de parede:
Região de Stokes: onde (
)
Região de transição:
onde
( )
( ) e
-Região de Newton:
onde
( )
- Efeito de Stokes-Cunningham:
( )
[ (
*]
[
]
Correlações de Coelho e Massarani
[(
)
]
[(
)
(
)
]
4
[
(
)
(
)
]
Em que:
(
)
( )
( )
é a área projetada da partícula.
é a intensidade do campo.
é o coeficiente de arraste.
é a concentração volumétrica de partículas.
é o diâmetro da partícula.
D é o diâmetro do tubo.
̅̅̅̅̅ é a massa molar média (ou peso molecular médio) do gás
R é a constante dos gases
é o número de Reynolds da partícula.
é número de Reynolds da partícula isolada.
⃗ é a velocidade do fluido.
é a velocidade da partícula.
é a velocidade terminal da partícula.
é a velocidade terminal da partícula a dada concentração.
é o volume da partícula.
é o livre percurso médio das moléculas do gás
é a viscosidade do fluido.
é a densidade do fluido.
é a densidade da partícula.
é a esfericidade da partícula.
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CAPÍTULO 5: Eficiência de Separação
Eficiência total ou global de separação
Razão de fluido
( )
( )
Eficiência total reduzida
Para soluções diluídas ( )
Eficiência granulométrica
|
|
( )
(
)
Eficiência granulométrica reduzida
Outras relações
∫
∫
∫
∫
∫ ( )
( )
∫
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Equipamentos em série
( )
( )
∫
é a concentração volumétrica de sólidos na entrada.
é a concentração volumétrica de sólidos no concentrado.
é a concentração volumétrica de sólidos no diluído.
é a eficiência total de separação.
é a eficiência total reduzida.
é a eficiência total do conjunto de equipamentos em série.
é a eficiência total do primeiro dos equipamentos em série.
é a eficiência total do segundo dos equipamentos em série.
é a eficiência granulométrica.
é a eficiência granulométrica reduzida.
é a eficiência granulométrica do conjunto de equipamentos em série.
é a eficiência granulométrica do primeiro dos equipamentos em série.
é a eficiência granulométrica do segundo dos equipamentos em série.
é a vazão volumétrica total de entrada.
é a vazão volumétrica total de saída no concentrado.
é a vazão volumétrica de entrada de fluido.
é a vazão volumétrica de fluido no concentrado.
é a razão de fluido.
é a vazão mássica de sólidos na entrada.
é a vazão mássica de sólidos na saída concentrada.
| é a vazão mássica de partículas de dado tamanho d na alimentação.
| é a vazão mássica de partículas de dado tamanho d no concentrado.
é a distribuição cumulativa menor que dado d na alimentação.
é a distribuição cumulativa menor que dado d no concentrado.
é a distribuição cumulativa na saída diluída.
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CAPÍTULO 6: Câmaras de Poeira
{
- Recomendações de Svarovsky
1) Teto quadrado: .
2) ⁄ onde:
- Curva
⁄
{ (
*
é a largura da câmara de poeira.
é o diâmetro de partícula.
é a eficiência granulométrica da câmara de poeira.
é a altura da câmara de poeira.
é o comprimento da câmara de poeira.
é a vazão volumétrica de entrada.
é a velocidade média do fluido na alimentação.
CAPÍTULO 7: Ciclones
(
*
(
*
(
)
(
)
( )
é constante para uma família de ciclones geometricamente similares.
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Recomendação do Perry: ⁄ onde
é constante para uma família de ciclones geometricamente similares.
é a largura do tubo de alimentação.
é o diâmetro da seção cilíndrica do ciclone.
é a altura do tubo de entrada.
é o número de espiras.
é a potência do soprador.
é a vazão que passa por um ciclone.
é a vazão total a ser processada.
é a queda de pressão do ciclone.
é a eficiência do soprador.
CAPÍTULO 8: Hidrociclones
-Equações para as famílias de hidrociclones Rietemae Bradley e para
o hidrociclone CBV-Demco 4H
[ ( ⁄ )]
( )
( )
(
*
( )
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Faixa de validade das equações anteriores:
( )
( )
( )
- Equações para um hidrociclone qualquer
(
*
(
*
[ ( ⁄ )]
( )
(
*
(
)
(
*
( )
Na equação de Eu, todas as variáveis geométricas devem estar em centímetros.
(
*
(
*
Equação de Rosin-Rammler-Bennett Modificada (RRB)
[ ( ⁄ )
] Para hidrociclones:
é o diâmetro da seção cilíndrica do hidrociclone.
é diâmetro do hidrociclone de Bradley.
é diâmetro do hidrociclone de Rietema.
é o diâmetro do tubo de alimentação do hidrociclone.
é o diâmetro do overflow do hidrociclone.
é o diâmetro do underflow do hidrociclone.
é a vazão de alimentação do hidrociclone.
é a vazão de alimentação para o hidrociclone CBV-DEMCO 4H.
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CAPÍTULO 9: Centrífugas
- A eficiência granulométrica e o diâmetro de corte para centrífugas
tubulares
{
, *
( )
+-
[
( )
(
*]
*
( )
(
)+
{
(
)
{ * (
*
+
(
)
}
- Mudança de escala (scale up/down) de centrífugas
∑
Para 2 centrífugas operarem com o mesmo d50 :
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Centrífugas tubulares:
∑
(
)
(
)
Centrífugas de disco:
∑
(
)
é altura da centrífuga.
é o número de discos na centrífuga de discos.
é a vazão de alimentação da centrífuga.
na centrífuga tubular é o raio interno da casca cilíndrica de líquido.
na centrífuga de discos é o raio menor do disco (parte superior).
na centrífuga tubular é o raio externo da casca cilíndrica de líquido, que
é igual ao raio interno da centrífuga.
na centrífuga de discos é o maior raio do disco (parte inferior).
é o volume útil da centrífuga tubular (volume de uma casca cilíndrica).
é o ângulo formado pela parede lateral do disco da centrífuga de discos e
uma vertical.
é a velocidade angular.
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CAPÍTULO 10: Escoamento em Meios Porosos
-Equação da continuidade
( ) ( )
- Equação do movimento
{
(
* [ (
*] } ( ) ( )
- Correlação de Forchheimer
[
(√ ) ‖ ‖
]
- “Lei” de Darcy
- Determinação experimental de e (escoamento horizontal)
Fluido incompressível
Para escoamento darcyano:
Se é válido Forchheimer:
√
Fluido compressível:
Para escoamento darcyano:
̅
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Se é válido Forchheimer:
̅
√
- Correlação de Kozeny-Carmán
( )
( )
Onde: (usar para meios granulares e
para leito de esferas
- Correlação de Massarani
[ (
)
(
)
]
Onde:
Validade:
- Perda de carga no meio poroso
- Equação de Bernoulli
WB
LB
hWZZ
g
uu
g
PP
12
2
1
2
212
2
Onde:
1
2
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- Potência de bomba
Onde:
é o fator de Forchheimer.
D é o diâmetro interno da tubulação.
é o diâmetro médio de Sauter das partículas utilizadas no meio poroso.
f é o fator de atrito
é fluxo de massa ou velocidade mássica.
hL é a perda de carga total.
é a perda de carga no meio poroso.
é o comprimento do meio poroso.
LT é o comprimento equivalente total da tubulação (tubo reto + acidentes +
meio poroso).
é a força que o fluido exerce sobre a matriz sólida.
P é a pressão.
Pot é a potência da bomba
é a velocidade superficial do fluido.
Q é a vazão volumétrica do fluido
u é a velocidade média do fluido.
WB é a carga requerida da bomba.
Z é a altura do nível do tanque em relação à linha de terra.
é a queda de pressão no meio poroso.
é a porosidade do meio poroso.
é a permeabilidade do meio poroso.
é a eficiência da bomba
é a densidade do fluido.
̅ é a densidade média do gás.
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CAPÍTULO 11: Filtração
- Filtração plana com formação de torta compressível
Definindo:
〈 〉
( 〈 〉)
Equação de trabalho da filtração:
(
〈 〉
)
Determinação experimental de 〈 〉 e (filtração a P constante):
〈 〉
Para tortas compressíveis:
〈 〉 ( )
, torta incompressível.
, tortas industriais.
- Filtro-prensa
Lavagem da torta:
Produção de filtrado:
Volume de torta:
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Scale up de filtro:
( )
(
*
Onde:
e
na lavagem simples.
na lavagem completa.
- Filtro de tambor rotativo a vácuo
Condições normais:
Para tortas secas:
Se lavagem é importante:
- Filtro folha
(
*
Em condições normais:
Para filtração com pré-capa:
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é área total de filtração.
é a área efetiva de filtração no filtro de tambor rotativo.
Afq = área filtrante efetiva por quadro do filtro-prensa.
é a área total de filtração no filtro-prensa industrial.
é a área total de filtração no filtro-prensa piloto.
é a concentração da suspensão a ser filtrada, dada pela razão entre a
massa de sólidos e a massa de líquido na suspensão.
é a espessura do quadro.
é a espessura do quadro do filtro industrial.
é a espessura do quadro do filtro piloto.
é um fator de ampliação de escala do filtro-folha para o filtro de tambor rotativo.
fsub é a fração submersa da área total de filtração do filtro de tambor rotativo.
é o número de quadros do filtro-prensa industrial.
é a vazão volumétrica a serobtida no filtro de tambor rotativo industrial.
é a produção de filtrado.
é a resistência do meio filtrante.
é o tempo de filtração.
é o tempo de desmantelamento, limpeza e montagem do filtro-prensa.
é o tempo de filtração no filtro industrial.
é o tempo de lavagem da torta.
é tempo de lavagem no filtro industrial.
é o tempo de filtração no filtro piloto.
é o volume de filtrado em um ciclo de filtração.
é o volume de filtrado em um ciclo de filtração no filtro industrial.
é o volume de fluido de lavagem.
é o volume de filtrado em um ciclo de filtração no filtro piloto.
é o volume da torta.
é a resistividade local da torta.
〈 〉 é a resistividade média da torta.
é a queda de pressão total (torta + meio filtrante).
é a porosidade local da torta.
〈 〉 é a porosidade média da torta.
e são as densidades do fluido e do sólido, respectivamente.
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CAPÍTULO 12: Sedimentação
Vazão de concentrado:
Equação de trabalho:
(
*
Área do sedimentador:
onde:
( )( )
Onde:
Influência da temperatura:
( ⁄ )
( ⁄ )
Altura do sedimentador:
( )
Onde: e
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é a área mínima requerida.
é a área de projeto do sedimentador.
é a fração volumétrica em um nível L qualquer.
é a fração volumétrica do underflow.
é o diâmetro correspondente a .
é a altura total do sedimentador.
é a altura da zona de compressão.
é a zona de submersão da alimentação.
é a capacidade de armazenamento.
é a vazão de alimentação do sedimentador.
é o tempo crítico.
é o tempo mínimo correspondente ao .
é o tempo para atingir-se na proveta fração volumétrica de sólidos igual
a do underflow.
é a velocidade superficial de ascensão do fluido.
é a altura de interface necessária para a obtenção de na proveta.
é a altura inicial da interface no teste de proveta.
Sedimentadores Lamelados:
onde:
- A é a área do sedimentador vertical equivalente
- N é o número de lamelas
- Alamela é a área de uma lamela (placa)
- é o ângulo que a placa faz com a horizontal
A
lamela
cos5,0 lamelaNAA
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12) Fluidização
- Queda de pressão em leito fluidizado
[( ) ]
Para fluidizações com gás, como :
( )
- Velocidade mínima de fluidização
(
√
* ( )( )
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- Potência consumida na fluidização
Fluidização com líquido:
Fluidização com gás:
[ (
*
]
Onde:
Recomendação de Kunii-Levenspeil:
é a área da seção transversal do leito fluidizado
é o comprimento do leito fluidizado.
é o comprimento do leito fluidizado em dada condição operacional.
é o comprimento do leito nas condições de fluidização mínima.
é a pressão do fluido antes do distribuidor.
é a potência consumida na fluidização.
é a velocidade superficial do fluido no leito fluidizado.
é a velocidade superficial do fluido na fluidização mínima.
é a vazão volumétrica fornecida pela bomba.
é a vazão volumétrica antes do distribuidor.
é a carga da bomba.
é a queda de pressão no leito fluidizado.
é a queda de pressão do distribuidor.
é a porosidade do leito fluidizado em dada condição.
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é a porosidade mínima de fluidização.
é a permeabilidade do leito fluidizado em dada condição operacional.
é a permeabilidade do leito na fluidização mínima.
é a eficiência da bomba (fluid. com líq.) ou do soprador (fluid. com gás).
é a densidade do fluido.
é a densidade do sólido.