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Guia Ilustrado 
para Apoio às Aulas Práticas de 
Protistas 
Monitora: Juliana C. R. Lima 
Orientador: Sergio O. Lourenço 
P á g i n a | 2 
 
 
Índice 
 
Arvore filogenética ................................................................................. 4 
 
Cyanobacteria ......................................................................................... 5 
 
Excavata .................................................................................................. 12 
 Divisão Jakobida ........................................................................... 12 
 Divisão Euglenozoa ....................................................................... 14 
 Euglenophyta ......................................................................... 14 
 Kinetoplastida ........................................................................ 20 
 Divisão Fornicata ........................................................................... 25 
 Divisão Parabasalia ....................................................................... 27 
 Divisão Preaxostyla ....................................................................... 32 
 Divisão Heterolobosea ................................................................... 34 
 
Archaeplastida ......................................................................................... 37 
 Divisão Glaucophyta ..................................................................... 37 
 Divisão Rhodophyta ...................................................................... 40 
 Divisão Chloroplastida .................................................................. 53 
 
Chromalveolata ....................................................................................... 70 
 Linhagem Alveolata ........................................................................... 70 
 Divisão Ciliophora ......................................................................... 70 
 Divisão Dinoflagellata ................................................................... 83 
 Divisão Apicomplexa .................................................................... 90 
 Linhagem Hacrobia ............................................................................ 93 
 Divisão Crypytophyta .................................................................... 93 
 Divisão Haptophyta ....................................................................... 100 
 Linhagem Stramenopiles .................................................................... 105 
 Divisão Ochrophyta ....................................................................... 105 
 Bacillariophyceae ................................................................ 105 
 Bolidophyceae ..................................................................... 118 
 Parmophyceae ..................................................................... 119 
 Dictyochophyceae ............................................................... 120 
 Eustigmatophyceae .............................................................. 122 
 Chrysophyceae .................................................................... 124 
 Pinguiophyceae ................................................................... 127 
P á g i n a | 3 
 
 
 Raphidophyceae .................................................................. 128 
 Phaeothamniophyceae ......................................................... 129 
 Chrysomerophyceae ............................................................ 130 
 Tribophyceae ....................................................................... 131 
 Phaeophyceae ...................................................................... 133 
 Divisão Opalinida .......................................................................... 141 
 Divisão Hyphochytridiomycota ..................................................... 143 
 Divisão Labyrinthulomycota ......................................................... 145 
 Divisão Bicosoecida ...................................................................... 148 
 Divisão Peronosporomicetes ......................................................... 151 
 
Amoebozoa ............................................................................................... 153 
 
Rhizaria .................................................................................................... 157 
 Divisão Actinopoda ....................................................................... 157 
 Divisão Foraminífera ..................................................................... 162 
 Divisão Cercozoa ........................................................................... 165 
 
Opisthokonta ............................................................................................ 168 
 Divisão Choanoflagellata .............................................................. 168 
 
Anexo I ...................................................................................................... 170 
 
Anexo II .................................................................................................... 186 
 
Referencias Bibliográficas ...................................................................... 190 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 4 
 
 
Arvore Filogenética 
 
Supergrupo Excavata 
 Divisão Jakoba 
 Divisão Euglenozoa 
 Classe Euglenopyta 
 Classe Kinetoplastideo 
 Divisão Fornicata 
 Divisão Parabasalia 
 Divisão Preaxostyla 
 Divisão Heterolobosea 
Supergrupo Archaeplastida 
 Divisão Gaucophyta 
 Divisão Rhodophyta 
 Divisão Chloroplastida 
Supergrupo Chromalveolata 
 Linhagem Alveolata 
 Divisão Ciliophora 
 Divisão Dinoflagellata 
 Divisão Apicomplexa 
 Linhagem Hacrobia 
 Divisão Crypytophyta 
 Divisão Haptophyta ou Primnesiophyta 
 Linhagem Stramenopiles 
 Divisão Ochrophyta 
 Classe Bacillariophyceae 
 Classe Bolidophyceae 
 Classe Parmophyceae 
 Classe Dictyochophyceae 
 Classe Eustigmatophyceae 
 Classe Chrysophyceae 
 Classe Pinguiophyceae 
 Classe Raphidophyceae 
 Classe Phaeothamniophyceae 
 Classe Chrysomerophyceae 
 Classe Tribophyceae 
 Classe Phaeophyceae 
Divisão Opalinida 
Divisão Hyphochytridiomycota 
Divisão Labyrinthulomycota 
Divisão Bicosoecida 
Divisão Peronosporomicetes 
Supergrupo Amoebozoa 
Supergrupo Rhizaria 
 Divisão Actinopoda 
 Divisão Foraminifera 
 Divisão Cercozoa 
Supergrupo Opisthokonta 
 Divisão Choanoflagellata 
 
P á g i n a | 5 
 
 
Cyanobacteria 
 
São células procariontes, dotadas de clorofila e ficobilinas, portanto, são 
fotossintetizantes. A clorofila presente é clorofila a, possuem ficoeritrina e ficocianina 
como pigmentos acessórios, além de carotenóides. Porém, as procloroficeas, um grupo 
dentro das cianobacterias, não possuem ficobilinas e tem clorofila b. Os pigmentos 
fotossintéticosestão arranjados nas membranas dos tilacoides que estão pelo citoplasma 
da célula. As ficobilinas são solúveis em água. A diversidade de pigmentos amplia o 
espectro de absorção da luz. As cianobacterias têm uma coloração peculiar, devido à 
presença da ficocianina que confere cor azulada e a clorofila que confere a cor verde. 
Recentemente foi descoberta uma cianobacterias com clorofila d. 
Há cerca de 2.000 espécies conhecidas, nenhuma delas possuem flagelos, suas paredes 
celulares são constituídas de peptideoglicano e todas são microscópicas. São bactérias 
gram-negativas. As formas encontradas dentro do grupo são cocos, bastonetes, 
elipsóides e espiraladas. Muitas espécies formam colônias e filamentos. A reprodução é 
assexuada. Um filamento de células envolvido por mucilagem recebe o nome de 
tricoma. 
As cianofíceas são principalmente dulciaquicolas e podem ser encontradas em lagos, 
lagoas, estuários, em simbiose com outros seres vivos e em solos úmidos formando o 
que se conhece como limo. 
Algumas espécies são de água 
salgada. 
Em condições adversas, como altas 
temperaturas ou alta salinidade, é 
possível encontrar alguns gêneros 
de cianobacterias. Em ambientes 
com temperaturas de 74ºC pode-se 
encontrar Synechococcus; no 
parque Yellowstone vivem varias 
cianobacterias capazes de suportar 
ambientes ácidos, quentes com 
Fig. 1:Algumas formas encontradas de cianobacterias. 
 
diversos derivados de enxofre emaltas concentrações. Em sistemas lacustres alcalinos 
na África, vivem varias espécies de cianobacterias. 
 São encontradas, em alguns gêneros filamentosos, células diferenciadas, conhecidas 
como acinetos e heterocitos. Os acinetos são células de resistência, em que as células 
vegetativas espessam suas paredes. Os heterocistos são células fixadoras de nitrogênio 
molecular e em seu interior encontram-se nitrogenases. Estas células também têm 
parede espessa. 
Existem espécies de cianobacterias associadas a florações de algas e muitas delas são 
nocivas aos seres humanos. As FAN (florações de algas nocivas) são fenômenos em que 
há o crescimento exacerbado e intenso de algas microscópicas, com conseqüentes 
impactos no ecossistema local. Esse fenômeno pode ser pequeno, como por exemplo, 
em baías ou ter proporções maiores ocorrendo em mar aberto. As florações de 
cianobacterias são mais relevantes em aguas continentais. Um conjunto de vários fatores 
como luminosidade, temperatura, disponibilidade de nutrientes e outros, favorece o 
acontecimento de florações. 
 
P á g i n a | 6 
 
 
 
Fig. 2: Lago com floração intensa de cianobacterias. 
 
As cianobacterias produzem ficotoxinas que podem ser classificadas em 
hepatotoxinas, irritantes por contato e neurotoxinas. Um exemplo de cianotoxina é a 
cilindrospermopsina, uma hepatotoxina. Mas há variedade de cianotoxinas. 
Muitas cianobacterias mantem relações mutualisticas com outros seres vivos. É o caso 
dos liquens, que são associações de cianobacterias com fungos; e as fixadoras de N2 
com briófitas. 
 
 
Fig. 3: Cultivo de cianobacterias para consumo humano, no Havaí pela 
empresa Cyanotech. 
 
Alguns gêneros têm importância econômica, como Spirulina e Arthrospira. Muitas 
são cultivadas como suplemento alimentar para humanos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 7 
 
 
 
 
 
 
Colônia de Nostoc sp. com heterocistos 
(seta). (TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
Nostoc minutum (NIES, 2011). 
 
 
Outra colônia de Nostoc sp. com 
heterocitos. (CSIC, 2011). 
 
Colônia de Nostoc sp. em maior aumento. Destaque 
para acineto e heterocisto. (RoyalBotanicGardens, 
2011). 
 
 
Colônia com 4 células de Chroococcus sp. 
Notar mucilagem ao redor das células. (CCALA, 
2011). 
 
 
Calothrix parasítica outra forma colonial. (NIES, 
2011). 
P á g i n a | 8 
 
 
 
Chroococcus sp. envolto por mucilagem, visão 
esquemática. (RoyalBotanicGardens, 2011). 
 
 
Oscillatoria princeps 
 (TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
Oscillatoria sp. em maior aumento, forma 
filamentosa e célula solitária. (Flickr, 2011). 
 
 
Filamentos de Oscillatoria sp. (Corbis, 2011). 
 
Colônias envoltas por mucilagem de Merismopedia 
spp. (RoyalBotanicGardens, 2011). 
 
 
Colônias de Gloeocapsa spp. (TheSilicaSecchiDisk, 
2011). 
 
 
Pseudonabaena galeata formas coloniais curtas. 
(NIES, 2011). 
 
 
Filamentos de Planktothricoides raciborskii. (NIES, 
2011). 
P á g i n a | 9 
 
 
 
Varias colônias de Merismopedia. 
(PPIW, 2011). 
 
 
Colônia de Eucapsis sp. envolta por 
mucilagem. (PPIW, 2011). 
 
 
Colônia de Eucapsis sp. em menor 
aumento. (Flickr, 2011). 
 
 
Synechocystis sp. (CSIC, 2011). 
 
 
Synechocystis sp. (CSIC, 2011). 
 
 
Cylindrospermopsis raciborskii (Flickr, 2011). 
 
 
Scytonema crustaceum (Flickr, 2011). 
 
 
Varias células de Microcystis aeruginosa. (NIES, 
2011). 
P á g i n a | 10 
 
 
 
 
 
 
 
Filamentos de Spirulina platensis. (NIES, 2011). 
 
 
Spirulina sp. (Flickr, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Spirulina sp. (PPIW, 2011). 
 
 
Spirulina sp. em diferentes aumentos. 
(RoyalBotanicGardens, 2011). 
 
Varias células de Microcystis sp. Na primeira foto nota-se uma aglomeração de células. Na segunda 
foto, em aumento maior, visualizam-se melhor as células. (RoyalBotanicGardens, 2011). 
 
P á g i n a | 11 
 
 
 
Filamento de Anabaena sp. 
(Last Refuge, 2011). 
 
 
Anabaena sp. Com acinetos e heterocistos. 
(Last Refuge, 2011). 
 
 
Filamento de Anabaena sp. com acineto (seta de cima) e 
heterocito (seta de baixo). (PPIW, 2011). 
 
 
Anabaena sp. com heterocistos. (Lernz, 2011). 
 
 
Arthrospira sp. (AlgaeBase, 2011). 
 
 
Diversas Arthrospira sp. (TheSilicaSecchiDisk, 
2011). 
 
 
Arthrospira sp. em maior aumento. 
(TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
Filamentos de Phormidium sp. 
(RoyalBotanicGardens, 2011).
Heterocisto 
Acineto 
P á g i n a | 12 
 
 
Supergrupo Excavata 
 
Grupo que reúne diversos organismos, com grande variedade morfológica e forma de 
vida. A sinapomorfia dos Excavata é uma depressão ventral na célula, porém, somente 
algumas poucas espécies apresentam essa depressão. Mas outras sinapomorfias existem 
no grupo, como a organização do citoesqueleto. Alguns grupos dentro de excavata são: 
parabasalia, preaxostyla, fornicata (os três não tem mitocôndrias), euglenideos, 
cinetoplastideo e jakobideos. 
 
Divisão Jakobida 
 
A maioria das espécies encontradas neste grupo é heterotrófica, algumas outras são 
parasitas e poucas espécies são fotossintetizantes. A sinapomorfia do supergrupo é uma 
depressão na célula, por onde a mesma absorve partículas alimentares. Na verdade, 
pouquíssimas espécies apresentam esta depressão e acredita-se que as demais perderam 
essa característica secundariamente. 
Há grupos desprovidos de mitocôndrias e neles encontram-se organelas chamadas 
hidrogenossomos, que produzem ATP e como co-produto, oxigênio. Todos são 
flagelados. 
 
 
Fig.: Representação esquemática de diferentes espécies de Jakobideos, os escavados típicos. 
 
Esta divisão abriga apenas 12 espécies, todas de vida livre, bacterivoros e flagelados. 
Alguns são sésseis e possuem uma lorica orgânica. Jakobideos apresentam a depressão 
típica dos escavados. 
São encontrados em água doce, no mar, solos úmidos e até em ambientes 
supersalinos. 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 13 
 
 
 
 
 
 
Jakobideo Jakoba libera. (EOL, 2011). 
 
 
Jakoba sp. (EOL, 2011). 
 
 
Andalucia sp. com depressão visível (seta). 
(EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
Malawimonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
Reclinomonas sp. com pedúnculo. 
(EOL, 2011).Histiona sp. (EOL, 2011). 
 
 
P á g i n a | 14 
 
 
Divisão Euglenozoa 
 
• Grupo Euglenida 
 
Ocorrem 900 espécies distribuídas em 40 gêneros dentro do grupo. A maioria é 
heterotrófica, algumas possuem plastos despigmentados e outras realizam fotossíntese. 
As espécies fotossintéticas são também mixotroficas. Os pigmentos encontrados são 
clorofila a, b e carotenóides. Como reserva energética eles produzem o paramilo, um 
polissacarídeo derivado da glicose. Ele forma grânulos facilmente visíveis. A maioria 
possui dois flagelos desiguais. Apresentam uma citofaringe que serve para ingestão de 
partículas alimentares e de onde os flagelos emergem. 
A maior parte dos representantes do grupo vive em água doce, como lagos e lagoas, e 
algumas espécies ocorrem no mar. Não há espécies parasitas. Algumas podem realizar 
florações. 
 
 
Fig.: Esquema de um euglenoide. 
 
Uma macha ocelar ou estigma está presente e se relaciona com a orientação 
dos movimentos da célula. As euglenas realizam um movimento peculiar chamado 
metabolia. 
Os euglenideos possuem uma película constituída por faixas de proteína abaixo da 
membrana plasmática. Não possuem parede celular. Alguns têm lorica que envolve a 
célula. Estas espécies dotadas de lorica não realizam metabolia. Quase todas as espécies 
apresentam uma fina camada de mucilagem que envolve a célula. 
Não há reprodução sexuada, a mitose é fechada e ocorre ao longo do eixo longitudinal 
da célula. 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 15 
 
 
 
 
 
Vários indivíduos de Euglena sp. (Corbis, 2011). 
 
 
Euglena sp. notar as películas. (Corbis, 2011). 
 
 
Euglena sp. realizando metabolia. Estigma na 
seta. (Flickr, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Maior aumento nas películas. (PlingFactory, 
2011). 
 
 
Euglena sp. com a película e estigma visíveis. 
(Flickr, 2011). 
 
 
Euglena spirogyra (PlingFactory, 2011). 
 
 
P á g i n a | 16 
 
 
 
Phacus pyrum uma espécie com lorica. 
(PlingFactory, 2011). 
 
 
Phacus lismorensis (PlingFactory, 2011). 
 
 
Phacus gigas (PlingFactory, 2011). 
 
 
Phacus tortus esta espécie parece girar 
ao nadar. (PlingFactory, 2011). 
 
Phacus longicauda (PlingFactory, 2011). 
 
 
Phacus sp. (MikrOscOpia, 2011). 
 
 
Trachelomonas euchlora outra espécie com 
lorica. (PlingFactory, 2011). 
 
 
Trachelomonas superba (PlingFactory, 2011) 
P á g i n a | 17 
 
 
 
Trachelomonas hystrix (PlingFactory, 2011). 
 
 
Petalomonas sp. uma espécies sem pigmentos. 
(PlingFactory, 2011). 
 
 
Peranema sp. outra espécies sem pigmento. 
Somente a ponta do flagelo se move 
durante o nado. (PlingFactory, 2011). 
 
 
Urceolus sp. (PlingFactory, 2011). 
 
Estigma de uma Euglena sp. (MikrOscOpia, 
2011). 
 
 
Lepocinclis texta (FytoPlankton, 2011). 
 
 
Euglena sp. (FytoPlankton, 2011). 
 
 
Euglena acus com grãos de paramilo destacados 
(PG). (PlingFactory, 2011). 
P á g i n a | 18 
 
 
 
 
 Astasia klebsi realizando metabolia. Flagelos na 
ponta das setas. (EOL, 2011). 
 
 
Hyalophacus sp. um gênero sem pigmentos 
idêntico ao Phacus. (micro*scope, 2011). 
 
 
 Astasia kathemerios (EOL, 2011). 
 
 
 
Strombomonas sp. (PlingFactory, 2011). 
 
 
Strombomonas sp. e Phacus sp. ambas as 
espécies são loricadas. (FytoPlankton, 2011). 
 
 
Colacium sp. um gênero colonial. (EOL, 
2011). 
 
 
 
 
P á g i n a | 19 
 
 
 
Dois indivíduos de Colacium sp. (EOL, 2011). 
 
 
Strombomonas fluviatilis (UENP, 2011). 
 
 
Calycimonas sp. (UENP, 2011). 
 
 
Euglena sp. (EOL, 2011). 
 
 
Euglena sanguinea esta espécie produz 
astaxantina, um carotenóide que confere a cor 
vermelha a ela. O pigmento é uma proteção 
contra radiação UV-B. (EOL, 2011). 
 
 
Euglena sanguinea vários indivíduos. (EOL, 
2011). 
 
 
Anisonema sp. outra espécie sem pigmentos e 
com dois flagelos visíveis. (PlingFactory, 
2011). 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 20 
 
 
• Grupo Kinetoplastida 
 
São organismos heterotróficos, com muitas espécies 
parasitas, mutualisticas, poucas espécies de vida livre e raras 
espécies coloniais. 
Eles possuem uma organela especial chamada 
cinetoplasto. O cinetoplasto é uma porção da única 
mitocôndria deles, onde se acumula material genetico. 
Possuem um núcleo grande e nucléolo bem visível. Não 
usam carboidratos como material de reserva. O numero de 
flagelos varia de um a dois, dependendo da espécie. 
Não é conhecida reprodução sexuada no grupo e a mitose 
é fechada. 
 
 
 Fig.: Esquema de um cinetoplastideo 
 
Como foi dito poucas espécies são de vida livre, como as do gênero Bodo. 
Muitas espécies são parasitas causando doenças em diversos animais e plantas. Os parasitas 
podem ter um hospedeiro ou mais. Alguns dos cinetoplastideos parasitos mais conhecidos e 
estudados são Trypanosoma cruzi, T. brucei, Leishamnia spp. e T. rangeli. 
 
Alguns parasitas: 
 
Trypanosoma cruzi se hospeda nas células de músculo liso de seus hospedeiros, causando 
aumento dessas células. Seu vetor é são os traitomineos, conhecidos como barbeiros. Em 
humanos a doença recebe o nome de Doença de Chagas. O parasito muda sua morfologia de 
acordo com as fases de seu ciclo de vida. Há quatro formas que podem ser destacadas: a 
tripomastigota metaciclica, que é a forma infectante encontrada nas fezes do barbeiro; 
amastigotas que ficam escondidos dentro da célula do hospedeiro; epimastigotas encontrados 
no intestino do barbeiro e tripomastigota sanguicola encontrado no sangue do hospedeiro. 
Trypanosoma rangeli não infecta humanos, porém, pode ser um problema em pessoas já 
parasitadas com T. cruzi. Seu vetor também são triatomineos e sua infecção em humanos ainda 
não é bem conhecida. Sua morfologia muda como ocorre em T. cruzi. 
Leishmania spp. causa a Leishmaniose, doença caracterizada pela presença de feridas 
circulares de borda elevada. É considerada uma zoonose, pois acomete os cães, que são 
considerados reservatórios. O vetor são insetos flebotomineos, ou popularmente chamados de 
mosquito palha. O parasito se desenvolve em macrófagos e células de vários tecidos, causando 
as lesões mencionadas. As formas que o parasito adquire durante o ciclo de vida são: 
promastigota metaciclico, a forma infectante e amastigotas, que se encontra dentro das células. 
Trypanosoma brucei é o agente etiológico da doença do Sono que acomete milhares de 
pessoas na áfrica. Ao contrario do T. cruzi, o T. brucei permanece no sangue do individuo e 
não invade as células. O vetor são espécies de moscas do gênero Glossina que infecta o 
individuo com tripomastigotas metaciclicos, estes viram tripomastigotas sangüíneo, são 
sugados pela mosca, viram tripomastigotas prociclicos, depois epimastigotas e novaente 
tripomastigotas metaciclicos. 
Herpetomonas sp. é um gênero de tripanosomatideo parasita do intestino de insetos e de 
répteis. 
Phytomonas sp. é um parasita tripanosomatideo de plantas. Seu hospedeiro são os pés de 
algodão ou tomate e seu vetor é um inseto do gênero Nezara viridula. 
P á g i n a | 21 
 
 
 
 
Bodo saltans espécie de vida livre. (EOL, 
2011). 
 
 
Bodo saltans (EOL, 2011). 
 
 
Bodo sp. realizando movimento. (PIS, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
Cruzella marina (EOL, 2011). 
 
 
Rhynchomonas nasuta (mico*scope, 
2011). 
 
 
 Neobodo designis (micro*scope, 2011). 
 
 
 
 
P á g i n a | 22 
 
 
 
Trypanosoma equiperdum parasita de 
equineos. (Corbis, 2011). 
 
 
Crithidia fasciculataparasita de mosquito. 
(BioLib, 2011). 
 
 
Cryptobia helicis parasita de moluscos, como 
os do gênero Helix. (EOL, 2011). 
 
 
Trypanoplasma sp. (EOL, 2011). 
 
 
Crithidia luciliae parasita do trato 
digestivo de insetos. (EOL, 2011). 
 
 
Herpetomonas sp. formas promastigotas. 
(BioLib, 2011). 
P á g i n a | 23 
 
 
 
Formas promastigotas de Leishmania sp. 
(BioLib, 2011). 
 
 
Formas amastigotas de Leishmania sp. 
(BioLib, 2011). 
 
 
Leishmania sp. (BioLib, 2011). 
 
 
Trypanosoma rangeli (BioLib, 2011). 
 
 
 
Trypanosoma brucei (BioLib, 2011). 
 
 
Trypanosoma brucei (Corbis, 2011). 
 
 
Trypanosoma cruzi forma tripomastigota 
sanguicola (BioLib, 2011). 
 
 
Tripomastigotas de T. cruzi (BioLib, 
2011). 
P á g i n a | 24 
 
 
 
 
Formas epimastigotas de T. cruzi (BioLib, 
2011). 
 
 
Epimastigotas de T. cruzi (BioLib, 2011). 
 
 
Varias formas de Phytomonas sp. (BioLib, 
2011). 
 
 
T. cruzi amastigotas no interior de células 
do tecido cardíaco. (BioLib, 2011). 
 
 
Amastigotas de T. cruzi. (BioLib, 2011). 
 
 
Forma tripomastigota de Tripanosoma 
cruzi. (BioLib, 2011). 
 
 
 
 
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Divisão Fornicata 
 
O grupo contem cerca de 100 espécies, que são parasitas, comensais e poucas de vida 
livre. São flagelados, possuindo até oito flagelos; possuem dois núcleos haplóides; 
organelas digestivas, como lisossomos e peroxissomos, não são encontrados no grupo; a 
mitocôndria esta ausente e a obtenção de energia é feita através de fermentação. Muitos são 
diplozoicos, ou seja, possuem organelas e estruturas aos pares. Algumas espécies têm o 
cariótipo diferenciado para cada núcleo. 
Nas espécies parasitas, a forma vegetativa chama-se trofozoito e a forma de resistência de 
cisto. Mas essa nomenclatura é valida para outros grupos de protistas parasitas. O cisto não 
se alimenta e nem se move, mas pode ocorrer multiplicação dentro do cisto. 
 
 
 
Não se conhece reprodução sexuada no grupo e a 
reprodução ocorre por fissão binária. 
Entre os parasitas, gêneros Giárdia e Hexamita, por 
exemplo, afetam vários animais inclusive o homem. 
 
 
 
 
 
Fig. 1: Cisto e trofozoito de Giárdia 
 lamblia 
 
Alguns parasitas: 
 
Giardia ardae ocorrem em aves. 
 
.Giardia lamblia é parasita do intestino do homem. Ela se adere a parede do intestino, e retira 
nutrientes do mesmo. Em determinados momentos, alguns indivíduos encistam e são liberados 
nas fezes. Ao ingerir água ou alimentos contaminados, outras pessoas adquirem a infecção. 
 
Hexamita meleagridis é parasita de peixes e causa ulcerações na região da cabeça. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Trofozoitos de Giardia lamblia (EOL, 2011). 
 
 
Cisto de Giardia lamblia (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
Hexamita inflata (EOL, 2011). 
 
 
Trepomonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Divisão Parabasalia 
 
Tem aproximadamente 300 espécies, todas heterotróficas e algumas parasitas. Possuem 
fibras parabasais (aparato de golgi modificado) junto à inserção do flagelo,. Apresentam, no 
mínimo, quatro flagelos e um único núcleo com poucos cromossomos; não possuem 
mitocôndrias, mas hidrogenossomos estão presentes; a membrana plasmática é ondulada. 
A reprodução é por fissão binária, embora 
reprodução sexuada já tenha sido vista em 
algumas espécies. 
A maioria das espécies são comensais de 
diversos animais, tanto vertebrados quanto 
invertebrados. Muitas espécies são parasitas e 
algumas são de vida livre. 
Algumas espécies de hipermastigotos são 
comensais de intestino de insetos xilófagos, 
como cupins. Bactérias que vivem no 
protozoário são capazes de digerir a celulose, e 
seus produtos ficam disponíveis tanto para o 
inseto quanto para o hipermastigota. 
 
 
 
 Fig.: Esquema de um hipermastigoto. 
 
Como foi dito, há diversas espécies parasitas, entre elas, pode-se citar: 
 
Histomonas meleagridis é um parasita de aves, que acomete principalmente perus. Ele 
causa ulcerações na cavidade oral do animal. As aves adquirem o parasito através de 
minhocas. 
Trichomonas tenax é parasita da cavidade oral humana. Vive em caries e tártaro. A 
transmissão é por via oral e não causa patogenias. 
Trichomonas foetus afeta bovinos e outros grandes animais, provocando abortos 
espontâneos. As femeas se recuperam após um descanso sexual. 
Trichomonas vaginalis parasita do trato genitourinario humano. Não produz cistos. Afeta 
homens e mulheres, sendo mais intensos nas mulheres. Causa coceira e corrimentos. A 
transmissão ocorre principalmente por relações sexuais, mas pode ser também por respingos 
de secreção vaginal, toalhas úmidas e roupas intimas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Octomitus intestinalis parasita de anuros. 
(EOL, 2011). 
 
 
Tritrichomonas muris parasita de répteis e 
anfíbios. (EOL, 2011). 
 
 
 
Tritrichomonas augusta (EOL, 2011). 
 
 
Trichomonas vaginalis (EOL, 2011). 
 
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 Trichomonas vaginalis (EOL, 2011). 
 
 
Monocercomonas sp. parasita de mamíferos 
e invertebrados (EOL, 2011). 
 
 
Calonympha grassii simbionte de cupim 
(EOL, 2011). 
 
 
Pseudotrichomonas sp. vida 
livre (micro*scope). 
 
 
Notar o numero de flagelos de 
Tritrichomonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
Trichomitus sp. endossimbiontes. (EOL, 
2011). 
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Pseudotrichomonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
Trichonympha sp. um hipermastigoto. (EOL, 
2011). 
 
 
 Foaina sp. (EOL, 2011). 
 
 
Trichomitopsis sp. (EOL, 2011). 
 
 
Tritrichomonas foetus (UM, 2011). 
 
 
Tritrichomonas foetus (UM, 2011). 
 
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Histomonas meleagridis (AdiFeed, 2011). 
 
 
Histomonas meleagridis (AdiFeed, 2011). 
 
 
Tritrichomonas foetus 
(AdiFeed, 2011).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Divisão Preaxostyla 
 
 
É formado por dois grupos, oxymonadida e o gênero Trimastix. Os oxymonadidas 
apresentam um preaxostilo e um axostilo contrátil ou móvel em algumas espécies. Possuem 
uma extensão anterior chamada rostelo. Em varias espécies os rostelo termina num 
apressorio usado para se fixar no hospedeiro. Possuem poucos flagelos e estes estão 
concentrados numa região da célula. São flagelos curtos. Estas características dos flagelos 
são úteis para distingui-los dos hipermastigotas. Não possuem mitocôndrias. E o número de 
núcleos varia. 
São comensais de insetos xilófagos ou são de vida livre.. Possuem bactérias simbiontes que 
digerem a celulose. 
Reprodução é assexuada, mas algumas espécies produzem gametas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Trimastix marina (TOL, 2011). 
 
 
Trimastix marina (Protist Image Data, 
2011). 
 
 
Trimastix marina (TOL, 2011).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Divisão HeteroloboseaSão organismos ameboides, alguns possuem flagelos em seu ciclo de vida. Os pseudopodes 
são pequenos e sua formação é lenta. 
Apesar da forma ameboide, elas não estão relacionadas com as amebas de Amoebozoa e 
evidencias moleculares confirmam isso. 
Dentro do grupo, as amebas acrasideas são capazes de se agregar e formar estruturas 
macroscópicas. Após se unirem, elas encistam, e os esporos são lançados e originam novas 
amebas. 
As amebas são de vida livre, porém, algumas espécies são parasitos facultativos do homem 
e alguns animais, como a espécie Naegleria fowleri. Essa espécie parasita o sistema nervoso 
central e leva a morte em poucos dias. Alguns casos já foram relatados no mundo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Vahlkampfia sp. (EOL, 2011). 
 
 
Vahlkampfia sp. (EOL, 2011). 
 
Naegleria gruberi sp. espécie não 
patogênica.(RedOrbit, 2011). 
 
 
Stygamoeba sp. (EOL, 2011). 
 
 
Willaertia sp. (EOL, 2011). 
 
 
Rosculus sp. (EOL, 2011). 
 
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Percolomonas sp. (micro*scope, 2011). 
 
 
Percolomonas cosmopolitus sp. (EOL, 
2011). 
 
 
Rosculus sp. (EOL, 2011). 
 
 
Naegleria fowleri em tecido nervoso. 
(BioLib, 2011). 
 
Naegleria fowleri trofozpoíto. 
(BioDavidson, 2011). 
 
 
Vahlkampfia sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Proleptomonas sp. 
(EOL, 2011).
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Supergrupo Archaeplastida 
 
Os indivíduos deste supergrupo possuem plastos fotossintéticos que se originaram de 
uma endossimbiose primaria com uma cianobacteria. Estes plastos em alguns grupos foram 
reduzidos ou perdidos secundariamente. Possuem clorofila a, pigmentos acessórios variam 
de acordo com cada grupo. As células não têm centríolos, possuem parede formada por 
celulose e o principal produto de reserva é o amido. 
O supergrupo engloba três divisões: Glaucophyta, Rhodophyta e Chloroplastida. 
 
Divisão Glaucophyta 
 
Grupo pequeno e raro contendo somente quatorze espécies distribuídas em três gêneros. 
São encontradas tanto em ambientes bentônicos quanto planctônicos. Todas são de água 
doce. 
As glaucofitas possuem plastos semelhantes as cianobacterias atuais, e são chamados de 
cianelas. Eles conservam residos de peptideoglicano nas membraas; material genético no 
centro da organela e apresentam ficobilinas. As características das cianelas são importantes 
para estudar a endossimbiose entre os táxons. 
Apresentam clorofila a, ficobilinas e carotenóides como pigmentos acessórios, que 
aumentam a captação de luz pela alga. 
Produto de reserva é o amido acumulado fora das cianelas. 
As células que apresentam flagelos possuem duas fileiras de apêndices diferentes dos 
mastigonemas. 
Não há reprodução sexuada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Glaucocystis nostochinearum (NIES, 2011). 
 
 
Glaucocystis nostochinearum com 
mucilagem bem visível ao redor das células. 
(NIES, 2011). 
 
 
Glaucocystis sp. mucilagem visível. 
(TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
Glaucocystis sp. esquemas e vivas. 
(RoyalBotanicGardens, 2011). 
 
 
 
Glaucocystis sp. amostra natural. 
(Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Glaucocystis sp. amostra natural. 
(Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Gloeochaete sp. amostra natural. 
(Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Cyanophora paradoxa flagelos visíveis. 
(Keweenaw.Algae, 2011). 
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Gloeochaete sp. (Keweenaw.Algae, 
2011). 
 
 
Cyanophora tetracyanea (NIES, 2011). 
 
 
Cyanophora paradoxa (NIES, 
2011). 
 
 
Cyanophora paradoxa 
(CSIC, 2011).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Divisão Rhodophyta 
 
Divisão das algas vermelhas, grupo com cerca de 4000 a 6000 espécies. A maioria vive no 
mar em águas tropicais e temperadas quentes e algumas poucas são de água doce. Formas 
macroscópicas e com grande diversidade é o mais comum no grupo, enquanto que formas 
unicelulares planctônicas são poucas. Dentre as formas estruturais presentes no grupo, 
podem-se citar formas filamentosas, calcificadas, parenquimatosas, talos laminares e outras. 
São algas de porte pequeno. Há cerca de 20 gêneros e 150 espécies de água doce. Algumas 
espécies são parasitas. 
Há registros fosseis do grupo que datam de 570 milhões de anos atrás. 
Nas formas filamentosas, o crescimento pode ser uniaxial (uma célula na região apical é 
responsável pelo crescimento) e multiaxial ( crescimento ocorre por varias células apicais). 
Na maioria das espécies que apresentam talo, os filamentos são justapostos que em corte 
transversal dá a impressão de parênquima. Este tipo de organização em rodofitas é chamado 
pseudoparenquimatoso. No corte transversal é possível notar a diferença entre as células 
medulares e corticais. 
As rodofitas não possuem flagelo nunca! Essas algas não têm centríolos. 
Os plastos estão na periferia ou no centro da célula, em número variado. Os pigmentos 
presentes são clorofila a, ficobilinas e carotenóides tanto xantofilas quanto carotenos. O 
pigmento dominante no grupo é a ficoeritrina-b, que confere a cor vermelha as algas. Mas 
isso não é uma regra e outros pigmentos podem ser predominantes. Em Batrachospermum 
sp. a clorofila esta em maior quantidade que a ficoeritrina-b e portanto esta espécies é verde. 
Assim elas podem apresentar cores como marrom, amarelo-esverdeado, rosado, vermelho 
escuro e verde. 
O produto de reserva é o rodamilo, que ocorre como grânulos no citoplasma. 
As células apresentam parede celular constituída por celulose. Mas outros polímeros 
podem ocorrer associados à celulose, como mananas e xilanas. Polissacarídeos sulfatados 
também podem estar presentes como agaranas e carragenanas. Estes dois últimos têm 
importância econômica e comercial. As agaranas são usadas para produzir gelatinas (doces 
gelatinos também) e géis para meios de cultura. A principal fonte de agar é Gracilaria spp. 
As carragenanas são usadas como gelificantes de laticínios e emprodutos cremosos. As 
principais fontes são Kappaphycus, Eucheuma, Chondrus e outras. 
 
 
Fig. 1: Exemplos do uso de agar. A. gelatina a base de 
agar. B. pó de agar. C. placas de petri com meio de 
cultura de agar. 
 
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Além dos polissacarídeos, a parede celular pode conter carbonato de cálcio, e estas algas 
são chamadas de algas calcarias. Estas algas podem ser incrustantes ou eretas. 
A reprodução pode ser vegetativa, esporica ou gamética. A reprodução assexuada nas 
formas macroscópicas ocorre por fragmentação do talo e formação de propágulos e as 
microscópicas fazem fissão binária. A reprodução sexuada envolve alternância de gerações, e 
muitas espécies apresentam um ciclo de vida triasico. O gameta feminino é chamado de 
carpogônio e o masculino de espermácio. 
 
 
Fig. 1: Área de cultivo de Hypnea musciformis. 
 
Muitas espécies de interesse econômico são cultivadas. Há espécies comestíveis, como as 
que são usadas para preparar nori; são usadas em cosméticos, para alimentação de 
maricultura e para produzirem fertilizantes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 1: Diversos produtos em que rodofitas foram usadas. A- Salada feita com legumes e alga, B- 
Diferentes produtos cremosos que contem carragenana, C- Nori, feito de algas prensadas, D- Ração 
de peixe, E- Cosméticos. 
P á g i n a | 42 
 
 
 
 
 
Rhodymenia sp. (Seaweeds of Índia, 
2009). 
 
 
Rhodymenia californica (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
 
Pugetia firma (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Callophyllis flabellulata (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
 
Plocamium pacificum (Seaweeds ofÍndia, 2009). 
 
 
Plocamium raphelisianum uma 
espécies iridescente. (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
P á g i n a | 43 
 
 
 
Plocamium sp. (University of Hawaii, 
2011). 
 
 
Botryocladia skottsbergii (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
 
Botryocladia pseudodichotoma (Seaweeds 
of Índia, 2009). 
 
 
 
Lithothamnion sp. uma alga calcaria 
incrustante. (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Scinaia complanata (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
 
Scinaia complanata corte do talo. 
(Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Eucheuma sp. espécie usada em 
saladas. (Simply Senz, 2011). 
P á g i n a | 44 
 
 
 
As três cores que o gênero Eucheuma 
pode apresentar. (Manufactures, 2011). 
 
 
Plocamium corallorhiza (ECSD, 2011). 
 
 
Chondrus sp. (Mar e vita, 2011). 
 
 
Gracilaria sp. (Mar e vita, 2011). 
 
 
Filamentos de alga vermelha. (Flickr, 
2011). 
 
 
Batrachospermum turfosum espécie de 
água doce. (Dr Ralf, 2011). 
 
 
 
 
P á g i n a | 45 
 
 
 
Phymatolithon purpureum outra espécie 
incrustante.(AlgaeBase, 2011). 
 
 
Acanthophora dendroides (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
 
Meristotheca papulosa (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
 
Rhodymenia sonderi (Seaweeds of Índia, 
2009). 
 
Gastroclonium iyengarii esta espécie tem os 
talos mais antigos marrons e os mais novos 
verde claro. (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Centroceras clavulatum (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
 
Centroceras clavulatum aumento no 
talo. (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Hypoglossum heterocystideum 
(Seaweeds of Índia, 2009). 
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Botryocladia leptopoda (Seaweeds of Índia, 
2009). 
 
 
Acanthophora dendroides (Seaweeds of 
Índia, 2009). 
 
 
Chondria armata (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Digenea simplex (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
Laurencia obtusa (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Células de uma alga vermelha, notar os plastos 
vermelhos ricos em ficoeritrina.. (University of 
Guam, 2011). 
 
 
Kappaphycus alvarezii espécie usada na 
produção de carragenanas. (Seaweeds of Índia, 
2009). 
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Kappaphycus alvarezii corte do talo. A região 
medular (clara e com células grandes) é bem 
diferente da região cortical (mais escura e com 
células menores). (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Hypnea spinella (Seaweeds of Índia, 
2009). 
 
 
Jania rubens alga calcaria articulada. 
(Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Corallina berteroi sp.alga calcaria articulada. 
(Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Cryptonemia undulata (Seaweeds of Índia, 2009). 
 
 
Halymenia porphyraeformis (Seaweeds of Índia, 
2009). 
 
 
Grateloupia fi licina (Seaweeds of Índia, 2009). 
P á g i n a | 48 
 
 
 
Jania rubens mais uma alga calcaria 
articulada. (Seaweeds of India, 2009). 
 
 
Detalhe da ramificação da alga calcaria 
Jania rubens (Mar e vita, 2011). 
 
 
Corallina elongata calcaria. (Mar e vita, 
2011). 
 
 
Detalhe da ramificação da alga calcaria 
Corallina elongata. (Mar e vita, 2011). 
 
 
Palmaria sp. (Mar e vita, 2011). 
 
 
Pterocladiella melanoidea (Mar e vita, 2011). 
 
 
Lithophyllum frondosum incrustante. 
(Seaweeds of India, 2009). 
P á g i n a | 49 
 
 
 
Antithamnion plumula notar a organização 
das células. (Marburg University, 2011). 
 
 
Batrachospermum sp. esta espécie é verde 
e de água doce. (Marburg University, 
2011). 
 
 
Bonnemaisonia sp. (Seaweeds of India, 
2009). 
 
Bonnemaisonia sp. aumento nas 
ramificações. (Marburg University, 2011). 
 
 
Chondrus sp. (Mar e vita, 2011). 
 
 
Porphyridium sp. uma das poucas espécies 
unicelulares. (Marburg University, 2011). 
P á g i n a | 50 
 
 
 
Antithamnion densum (AlgaeBase, 2011). 
 
 
Corte do talo de Pterocladiella sp. Reparar na 
diferença entre córtex e medula. (Mar e vita, 
2011). 
 
 
Pterocladiella sp. (Mar e vita, 2011). 
 
 
Chondria scintillans (Mar e vita, 2011). 
 
Porphyra umbilicalis (TreeHuger, 2011). 
 
 
Única camada de células de Porphyra 
umbilicalis. (MarLin, 2011). 
 
 
Porphyra sp. (JOB, 2011). 
 
 
Phymatolithon calcareum espécie 
calcaria que forma rodolitos. (Mar e 
vita, 2011). 
P á g i n a | 51 
 
 
Obs: Percebe nas imagens da organização 
celular das algas, não há diferenciação 
significativa. 
 
 
Rhodella sp. (EOL, 2011). 
 
 
Ceramium pallidum (WoRMS, 2011). 
 
 
Ceramium pallidum aumento. (WoRMS, 
2011). 
 
Porphyridium cruentum (Sea Frant, 2011). 
 
 
Chondrus sp. (WoRMS, 2011). 
 
 
Polysiphonia sp. Tetrasporofito com esporo 
em divisão tetraedrica. (WoRMS, 2011). 
 
P á g i n a | 52 
 
 
 
Laurencia obtusa (MarLin, 2011). 
 
 
Phymatolithon lamii. (MarLin, 2011). 
 
 
Lomentaria articulata (Seaweeds of 
India, 2009). 
 
 
 
Polysiphonia lanosa (MarLin, 2011). 
 
 
Asparagopsis armata (MarLin, 2011). 
 
 
Asparagopsis armata (MarLin, 2011).
 
 
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Divisão Chloroplastida 
 
Divisão que compreende as algas verdes. Com cerca de 17.000 espécies, o grupo apresenta 
grande diversidade morfológica. São encontradas espécies macroscópicas e microscópicas, 
sendo a maioria unicelular. As formas macroscópicas podem ser filamentosas, cenocíticas e 
talosas. As unicelulares podem ser cocoides, monodais, colônias filamentosa e colônias 
pequenas, medias e grandes. As algas verdes vivem em quase todos os ambientes, como 
terra, água doce (90%), ambiente marinho, em simbiose com diversos organismos, de 
mamíferos a liquens, no gelo, troncos de arvores, desertos e outros. 
 
 
Fig: Diversidade morfológica das algas verdes. (Phycology, 2011). 
 
O plasto das algas verdes é envolto por duas membranas, e possui clorofilas a e b, 
carotenóides como as xantofilas neoxantina, astaxantina e zeaxantina, alem de beta-caroteno. 
O pigmento mais abundante é a clorofila, porém, algumas espécies podem ter outros 
pigmentos mais abundantes e ter sua coloração diferente, podendo ser vermelho, amarelo e 
marrom. Algumas espécies perderam o plasto secundariamente e são incolores, exercendo 
heterotrofia. Um grupo é parasita de animais e humanos, e um outro é parasita de plantas. 
Mixotrofia também pode ocorrer entre as algas verdes. Os plastos apresentam diversidade 
morfológica que tem importância taxonômica. O numero de plastos pode variar dento de 
cada grupo. 
O produto de reserva é o amido. 
A parede celular é de celulose na maioria das vezes, outros polímeros podem estar 
presentes como manose e xilose. Espécies calacarias ocorrem no grupo. Não há produção de 
ficocoloides em algas verdes! 
As algas verdes exercem relações mutualisticas com uma serie de organismos. São 
encontradas em pelos de animais terrestres, no interior de cnidários, ciliados, poríferos e nos 
liquens. 
P á g i n a | 54 
 
 
Algumas espécies têm importância econômica. Muitas são de fácil cultivo, e são usadas na 
alimentação de organismos aquáticos. 
Também são vendidos encapsulados de algas como complemento alimentar. Alguns 
gêneros são cultivados para extração de carotenóides como astaxantina e beta-caroteno. 
Outras são consumidas como alimento, principalmente no extremo oriente. 
Os efeitos nocivos associados às clorofitas são florações realizadas por espécies 
unicelulares, que apesar de não produzirem toxinas elas diminuem a concentração de 
oxigênio e aumenta a concentração de matéria orgânica, o que é prejudicial para outros seres 
que vivem naquele lugar; são bioinvasores de varias regiões, competindo com as algas locais 
e causando desequilíbrio ecológico na região; como são resistentes a baixa salinidade e 
excesso de material orgânico crescemabundantemente em regiões poluídas; crescem sobre 
monumentos e acelera sua deterioração pelo consumo de elementos que compõe o 
monumento e estão associadas ao limo. 
A reprodução pode ser assexuada ou sexuada com formação de gametas. A reprodução 
assexuada pode ser vegetativa com fragmentação de talo ou filemento, formação de esporos; 
formas coloniais podem gerar colônias filhas por formação de zoósporos. Na reprodução 
sexuada ocorre formação de gametas, e pode ser isogamia, anisogamia e oogamia. 
Dentre os gêneros vistos em aula, pode-se destacar Micrasterias, Caulerpa, Scenedesmus, 
Dunaliella, Haematoccocus, etc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 55 
 
 
 
 
Microalgas: 
 
 
Pediastrum sp. gênero muito comum em 
águas continentais. (SBAE, 2011). 
 
 
Pediastrum angertiniense (PIS, 2011). 
 
 
Pediastrum angulosum colônia com três 
células vivas. (PIS, 2011). 
 
 
Pediastrum simplex (PIS, 2011). 
 
 
 
 
 
 
Scenedesmus maximus (PIS, 2011). 
 
 
Scenedesmus quadricauda (PIS, 2011). 
 
 
Scenedesmus denticulatus (PIS, 2011). 
 
 
Scenedesmus acuminatus (PIS, 2011). 
P á g i n a | 56 
 
 
 
Scenedesmus acuminatus (PIS, 2011). 
 
 
Scenedesmus ovalternus (PIS, 2011). 
 
 
Tetrallantos sp. (PIS, 2011). 
 
 
Tetradesmus sp. (PIS, 2011). 
 
 
 
Dicellula sp. (PIS, 2011). 
 
 
Golenkinia sp. (PIS, 2011). 
 
 
Golenkinia sp. (PIS, 2011). 
 
 
Botryococcus sudetica (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 57 
 
 
 
Botryococcus braunii (PIS, 2011). 
 
 
Haematococcus pluvialis cistos vermelhos 
devido a astaxantina, uma xantofila. Notar a 
mucilagem (seta). (SBAE, 2011). 
 
 
Haematococcus lacustris individuo 
tornando-se vermelho no centro. (NIES, 
2011). 
 
 
Haematococcus sp. (PIS, 2011). 
 
Haematococcus sp. com mucilagem visível 
ao redor de cada célula. (PIS, 2011). 
 
 
Tetraselmis suecica células com mucilagem 
ao redor e flagelos. (SBAE, 2011). 
 
 
Um individuo de Tetraselmis sp. com os 
dois flagelos visíveis (seta). (EOL, 2011). 
 
 
Pyrobotrys sp. (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 58 
 
 
 
Zygnema sp. apresenta plastos estrelados. 
(Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Zygnema sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Zygnema sp. (PIS, 2011). 
 
 
Spirogyra sp. esta espécie tem plastos em 
espirais. (SBAE, 2011). 
 
 
 
 
Spirogyra sp. (PIS, 2011). 
 
 
Euastrum sp. (PIS, 2011). 
 
 
Euastrum sp. (PIS, 2011). 
 
 Spirogyra sp. (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 59 
 
 
 
Xanthidium antilopaeum (PIS, 2011). 
 
 
Staurastrum sp. (PIS, 2011). 
 
 
Staurastrum sp. (PIS, 2011). 
 
 
Xanthidium cristatum (PIS, 2011). 
 
Staurastrum armigerum (PIS, 2011). 
 
 
Actinastrum sp. (RoyalBotanicGardens, 
2011). 
 
 
Ankistrodesmus sp. (RoyalBotanicGardens, 
2011). 
 
 
Ankistrodesmus sp. (PIS, 2011). 
P á g i n a | 60 
 
 
 
Burubokete sp. pêlos urticantes na ponta 
(seta) (PIS, 2011). 
 
 
Docidium sp. (RoyalBotanicGardens, 2011). 
 
 
Docidium sp. (RoyalBotanicGardens, 2011). 
 
 
Chaetophora elegans (PIS, 2011). 
 
Chaetophora sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Trentepohlia sp. (PIS, 2011). 
 
 
Cladophora sp. (PIS, 2011). 
 
 
Cladophora sp. (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 61 
 
 
 
Pseudendoclonium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Draparnaldiopsis sp. (PIS, 2011). 
 
 
Micractinium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Selenastrum sp. (PIS, 2011). 
 
 
 
Ankyra sp. (PIS, 2011). 
 
Echinosphaerella sp. (PIS, 2011). 
 
 
Gloeomonas sp. (PIS, 2011). 
 
 
Gloeomonas sp. (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 62 
 
 
 
Polytoma sp. gênero sem cloroplastos, mas 
com leucoplastos presentes. (PIS, 2011). 
 
 
Polytoma sp. (PIS, 2011). 
 
 
Dunaliella sp. (PIS, 2011). 
 
 
Dunaliella sp. espécies flagelada que produz 
beta-caroteno, um carotenóide. (PIS, 2011). 
 
Varias colônias de Volvox sp. (PIS, 2011). 
 
 
Volvox sp. (PIS, 2011). 
 
 
Volvox sp. (PIS, 2011). 
 
 
Hydrodictyon sp. (PIS, 2011). 
P á g i n a | 63 
 
 
 
Hydrodictyon sp. (PIS, 2011). 
 
 
Maior aumento em Hydrodictyon sp. (PIS, 
2011). 
 
 
Closterium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Closterium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Staurastrum alternans (PIS, 2011). 
 
 
Staurastrum kouwetsii (PIS, 2011). 
 
 
Cosmarium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Cosmarium sp. (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 64 
 
 
 
Micrasterias americana (PIS, 2011). 
 
 
Micrasterias mahabuleshwarensis (PIS, 
2011). 
 
 
Micrasterias laticeps (PIS, 2011). 
 
 
Micrasterias pinnatifida (PIS, 2011). 
 
 
Micrasterias pinnatifida (PIS, 2011). 
 
 
Micrasterias foliacea (PIS, 2011). 
 
 
Micrasterias rotata (PIS, 2011). 
 
 
Micrasterias rotata (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 65 
 
 
 
Netrium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Netrium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Trebouxia sp. (PIS, 2011). 
 
 
Onychonema sp. (PIS, 2011). 
 
 
Desmidium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Desmidium. swartzii (PIS, 2011). 
 
 
Coleochaete sp. (PIS, 2011). 
 
 
Tetraselmis cordiformis (PIS, 2011). 
 
 
P á g i n a | 66 
 
 
Macroalgas 
 
 
Enteromorpha compressa (Seaweeds of 
India, 2009). 
 
 
Células de Enteromorpha compressa 
(Seaweeds of India, 2009). 
 
 
Enteromorpha intestinalis (Seaweeds of 
India, 2009). 
 
 
Ulva conglobata (Seaweeds of India, 2009). 
 
 
 
Ulva fasciata (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Células com cloroplastos na extremidade. 
Ulva fasciata (Seaweeds of India, 2009). 
 
 
Cladophora sp. (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Cladophora vagabunda (Seaweeds 
of India, 2009). 
P á g i n a | 67 
 
 
 
Chaetomorpha antennina (Seaweeds of 
India, 2009). 
 
 
Boergesenia forbesii (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Valonia aegagropila (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Bryopsis pennata (Seaweeds of India, 
2009). 
 
Trichosolen mucronatus (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Trichosolen mucronatus (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Dictyosphaeria cavernosa (Seaweeds of 
India, 2009). 
 
 
Caulerpa microphysa (Seaweeds of India, 
2009). 
P á g i n a | 68 
 
 
 
Caulerpa microphysa (Maré e vita, 2011). 
 
 
Caulerpa racemosa (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Caulerpa racemosa nessa imagem é 
possível notar o estolão. (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Caulerpa racemosa (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Codium dwarkense (Seaweeds of India, 2009). 
 
 
Codium decorticatum (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Caulerpa taxifolia (Seaweeds of India, 2009). 
 
 
Caulerpa taxifolia estolão seta (Seaweeds of 
India, 2009). 
 
P á g i n a | 69 
 
 
 
Trichophilus welckeri vive em relação 
mutualistica em pelos de preguiça. (EOL, 
2011). 
 
 
Anadyomene sp. (Seaweeds of India, 
2009). 
 
 
Acetabulária sp. apesar de macroscópica, 
ela é unicelular. (ProProfs, 2011).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 70 
 
 
Supergrupo Chromalveolata 
 
Os membros de chromalveolata são morfologicamente e ecologicamente muito diversos. É 
um supergrupo grande, com muitas espécies. Os indivíduos deste grupo possuem um plasto 
resultante de uma endossimbiose secundaria, entre um hetetrofo e um membro de 
Archaeplastida. Há indivíduos que perderam a capacidade fotossintética, como os membros 
de Apicomplexa, e outros perderam o próprio plasto, como os membros de Ciliophora. 
Algumas destas espécies que perderam o plasto secundariamente readquirirama 
capacidade fotossintética através de uma endossimbiose terciária. 
Chromalveolata pode ser dividido em: Stramenopiles, grupo formado por espécies dotadas 
de um flagelo com mastigonemas tripartidos (ex: diatomaceas, ocrofitas, etc.); Alveolata, 
composto por espécies que apresentam alvéolos sob a membrana plasmática (ex. ciliados, 
dinoflagelados) e Hacrobia, formado pelas criptofitas, haptofitas e outros grupos pequenos de 
heterótrofos. 
 
Linhagem Alveolata 
 
Linhagem definida por características ultra-estruturais. A característica do grupo é a 
presença de alvéolos sob a membrana plasmática. As funções dos alvéolos são 
desconhecidas, mas alguns autores sugerem que ajudaria a dar estabilização a membrana 
plasmática, ou ainda participação no transporte de íons e na ingestão de partículas. 
 
Divisão Ciliophora 
 
São conhecidas cerca de 12.000 espécies marinhas e de água doce. A maioria das espécies 
é de vida livre e planctônica, porém formas bentônicas ou sésseis, coloniais e alguns parasitas 
também ocorrem no grupo. Não há formas pluricelulares e sua locomoção ocorre por 
movimentação dos cílios, que também forma uma corrente de água que leva nutrientes ao 
individuo. Acineta e Vorticella são exemplos de dois ciliados sésseis, em que os cílios criam 
uma corrente de água como mencionado acima. Algumas espécies podem produzir cistos, 
como a espécie parasita Balantidium coli que habita o intestino do homem, mas outras 
espécies parasitam animais também. Todos são desprovidos de plastos. Possuem dois 
núcleos, o macronúcleo e o micronúcleo. O micronucleoo esta associado à reprodução 
sexuada, e o macronúcleo é responsável pelas funções metabólicas e reprodução assexuada. 
Ocorre ampla diversidade no grupo. 
São encontradas espécies anaeróbicas e desprovidas de mitocôndrias. Sob os cílios há 
corpos basais com duas raízes microtubulares e uma raiz fibrosa; as raízes mais os corpos 
basais formam um conjunto denominado infraciliatura. São protistas muito velozes, devido 
aos movimentos dos cílios. 
Todos são heterotróficos, mas alguns são capazes de manterem algas endossimbioticas. 
Essa realação é mutualística, porém o ciliado pode consumir a alga a qualquer momento. 
Vacúolos alimentares são abundantes e vacúolos contrateis estão presentes em espécies de 
água doce, como o Paramecium. Consomem bactérias, fitoplâncton, pequenos metazoários 
(especialmente larvas pequenas), partículas e detritos em suspensão na água. Muitos são 
assimétricos, apresentando movimentos irregulares, e alguns tocam o substrato com os cílios, 
é o caso do gênero Euplotes. Formas sesseis podem expandir-se ou contrair-se para capturar 
partículas. Em Vorticella é possível observar seu pedúnculo expandir e retrair. Não há 
espécies de importância econômica. 
 
P á g i n a | 71 
 
 
 
 Fig: Diversidade morfológica de ciliados. (Microbus, 2011). 
 
Os ciliados possuem organelas especiais chamadas tricositos. Estas organelas estão 
associadas a defesa, e são disparadas quando a célula é estimulada. Não são visíveis em 
microscopia óptica. 
A reprodução pode ser assexuada ou sexuada. A conjugação é um tipo de reprodução 
sexuada comum no grupo. 
Os gêneros encontrados com mais frequência nas praticas são Vorticella, Paramecium, 
Stentor, Euplotes, Acineta, e Tintinidios. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 72 
 
 
 
 
 
Paramecium aurelia (Wikipedia, 2011). 
 
 
Paramecium sp. com vários indivíduos. 
(EOL, 2011). 
 
 
Paramecium bursaria com a citofaringe 
visível (seta). (EOL, 2011). 
 
 
 
Paramecium bursaria com algas verdes 
no interior. (EOL, 2011). 
 
 
Paramecium sp. vacúolo contrátil 
visível (seta). (Corbis, 2011). 
 
 
Didinium sp. (Savalli, 2011). 
 
P á g i n a | 73 
 
 
 
Didinium sp. (Pling, 2011). 
 
 
Didinium sp. (Pling, 2011). 
 
 
Stylonychia sp. . (AmateurMicrography, 
2011). 
 
 
Didinium chlrelligerum com algas no 
interior. (PlingFactory, 2011). 
 
Stylonychia mytilus (Flickr, 2011). 
 
 
Stylonychia sp. (AmateurMicrography, 
2011). 
 
 
Stylonychia sp. (Keweenaw-Algae, 2011). 
 
P á g i n a | 74 
 
 
 
Carchesium sp. uma colônia. (Water, 
2011). 
 
 
Carchesium sp. uma colônia. (Microscopy 
UK, 2011). 
 
 
Stentor sp. uma forma séssil. (Flickr, 
2011). 
 
Vários indivíduos de Stentor sp. 
aderidos a sujeira. (Rpg Group, 2011). 
 
 
Apesar de ser séssil, ele pode se soltar 
e nadar. (PSI, 2011). 
 
 
Dois indivíduos de Stentor sp. (PSI, 
2011). 
 
P á g i n a | 75 
 
 
 
Dileptus sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Dileptus sp. (Mikroskopie, 2011). 
 
 
Dileptus sp. (bestpicturesof, 2011). 
 
 
Zoothamnium sp. espécies séssil. (Flickr, 
2011). 
 
Dois indivíduos de Zoothamnium sp. 
(Flickr, 2011). 
 
 
Zoothamnium sp. (EOL, 2011). 
 
 
Colpidium sp. (Flickr, 2011). 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 76 
 
 
 
Colpidium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Colpidium sp. (AmateurMicrography, 
2011). 
 
 
Euplotes sp. parece caminhar sobre a alga. 
(FieldOfScience, 2011). 
 
 
 
 
 
 
Euplotes sp. cílios (seta). 
(AmateurMicrography, 2011). 
 
 
Euplotes sp. (AmateurMicrography, 
2011). 
 
 
Ophrydium sp. (Flickr, 2011). 
 
P á g i n a | 77 
 
 
 
Ophrydium sp. cílios (seta). 
(AmateurMicrography, 2011). 
 
 
Spirostomum teres (EOL, 2011). 
 
 
Spirostomum ambiguum (EOL, 2011). 
 
Spirostomum ambiguum (EOL, 2011). 
 
 
Vorticella sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Vorticella sp. com varias microalgas no 
interior. (AmateurMicrography, 2011). 
 
 
P á g i n a | 78 
 
 
 
Vorticella sp. com pedúnculo contraído. 
(SciencePhotoLibrary, 2011). 
 
 
Vários indivíduos de Vorticella sp. 
(OCEANO, 2011). 
 
 
Vorticella sp. (SciencePhotoLibrary, 
2011). 
 
 
Tokophrya sp. (PlingFactory, 2011). 
 
 
Tokophrya infusionum (PlingFactory, 
2011). 
 
 
Tokophrya sp. vista por cima. 
(SciencePhotoLibrary, 2011). 
 
 
Tetrahymena sp. (SciencePhotoLibrary, 
2011). 
P á g i n a | 79 
 
 
 
Tetrahymena sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Epistylis sp. (PIS, 2011). 
 
 
Epistylis sp. colônia. (PIS, 2011). 
 
 
Acineta sp. a diferença entre a Acineta 
e a Tokophrya esta no tamanha dos 
cílios. (Flickr, 2011). 
 
 
Acineta sp. (Corbis, 2011). 
 
 
Loxodes sp. (Flickr, 2011). 
 
 
 
P á g i n a | 80 
 
 
 
Loxodes vorax (Flickr, 2011). 
 
 
Strobilidium caudatum vista de cima 
(seta). (EOL, 2011). 
 
 
Strobilidium caudatum coroa de cílios 
(seta). (ZINNES, 2011). 
 
 
 
 
 
 
Phacodinium metchnikoffi (EOL, 
2011). 
 
 
Phacodinium metchnikoffi (EOL, 
2011). 
 
 
Tintinnidium fluviatilis (ZINNES, 
2011). 
 
 
Codonella lacustris (ZINNES, 2011). 
P á g i n a | 81 
 
 
 
Codonella cratera (ZINNES, 2011). 
 
 
Coleps hirtus (ZINNES, 2011). 
 
 
Coleps hirtus com placas calcarias. 
(ZINNES, 2011). 
 
 
Favella sp. (ZINNES, 2011). 
 
Favella sp. (ZINNES, 2011). 
 
 
Parafavella sp. (ZINNES, 2011). 
 
 
Parafavella sp. (ZINNES, 2011). 
 
 
Eutintinnus sp. (ZINNES, 2011). 
 
P á g i n a | 82 
 
 
 
Eutintinnus sp. (ZINNES, 2011). 
 
 
Tintinnopsis sp. (ZINNES, 2011). 
 
 
Tintinnopsis sp. (ZINNES, 2011). 
 
 
Codonellopsis sp. (ZINNES, 2011). 
 
 
Codonellopsis sp. (ZINNES, 2011). 
 
 
Perceba a diferença de tamanho entre 
Cyclidium sp. e Paramecium sp. 
(SciencePhotoLibrary, 2011). 
 
 
Cyclidium sp. 
(SciencePhotoLibrary, 2011).
 
 
P á g i n a | 83 
 
 
Divisão Dinoflagellata 
 
Há cerca de 2100 a4000 espécies distribuídas em 550 gêneros. A maioria das espécies é 
marinha, mas há também espécies de agua doce. Cerca de metade das espécies não 
possuem plastos e são, portanto, heterotróficas. Algumas espécies possuem plastos e 
realizam nutrição heterotrófica, sendo assim, mixotroficas. 
Possuem dois flagelos, que propiciam deslocamento em giros. São de vida livre, algumas 
formas causam danos a outros organismos, algumas espécies formam colônias, cadeias de 
células, formas desprovidas de flagelos e em alguns ciclos de vida, um estádio ameboide. 
Pode haver espécies parasitas, como as do gênero Amoebophrya, que parasita outros 
dinoflagelados. Algumas espécies acumulam grânulos de amido como produto de reserva, 
que podem ser vistos sob microscopia óptica. Lipídios dispersos em gotículas no 
citoplasma também ocorrem como produtos de reserva. 
 
 
Fig: Estrutas gerais de um dinoflagelado. 
 
No grupo, há ampla diversidade de formas. Porém, pode-se destacar dois padrões 
básicos: o desmocontos tem os dois flagelos inseridos na posição anterior da célula, sendo 
que um deles, tipicamente espiralado, pode circundar a célula ao longo de um sulco 
discreto e difícil de visualizar em microscopia óptica; o outro padrão é o dinocontos, os 
quais dispõem de flagelos inseridos lateralmente e um dos flagelos (flagelo transversal) se 
aloja num grande sulco que circunda completamente a célula, o cíngulo. A estrutura que 
recobre as células dos dinoflagelados é chamada de teca. Na realidade, as células são 
recobertas por um sistema de camadas periféricas de vesículas membranáceas (os 
alvéolos), o qual é conhecido como anfiesma. Em muitas espécies, o anfiesma contem 
placas de celulose, que confere certa rigidez a célula. Estas espécies são chamadas de 
tecadas; aqueles que não possuem uma estrutura rígida são chamados não tecados. Na 
verdade, todas as espécies são tecadas, porém o grau de estruturação e rigidez varia entre as 
espécies. As placas tecais tem grande importância taxonômica, e podem ser vistas sob 
microscopia óptica. 
Durante a reprodução, algumas espécies podem produzir cistos. Estes quando as 
condições ambientais são favoráveis, desencistam e inicia o cilco reprodutivo. Os cistos são 
morfologicamente bem diferentes da célula vegetativa. Durante condições adversas, pode 
haver formação de cistos também. Estes cistos eclodem quando as condições voltam ao 
normal. 
Alguns dinoflagelados são bioluminescentes. Como é o caso dos gêneros Noctilluca e 
Pyrocystis. 
P á g i n a | 84 
 
 
Muitos dinoflagelados são capazes de realizar florações. Esse fenômeno é caracterizado 
pela multiplicação excessiva de algas, neste caso dinoflagelados. Noctiluca scintillans, 
Cochlodinium e Gymnodinium são algumas das espeies que realizam florações. 
Os dinoflagelados mais encontrados nas praticas são Pyrocystis lúnula, Peridininiu,, 
Prorocentrum,, Ceratium, Amphidinium, e Dinophysis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 85 
 
 
 
 
 
Pyrocystis lunula uma espécies 
bioluminescente. (NIES, 2011). 
 
 
Pyrocystis lunula (EOL, 2011). 
 
 
Gymnodinium sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gymnodinium catenatum (EOL, 
2011). 
 
 
Gymnodinium catenatum espécie que produz 
toxina. (FytoPlankton, 2011). 
 
 
Dinophysis acuminata (Flickr, 
2011). 
 
 
 
P á g i n a | 86 
 
 
 
Dinophysis sp. (EOL, 2011). 
 
 
Dinophysis caudata (EOL, 2011). 
 
 
Dinophysis acuminata (EOL, 2011). 
 
 
Peridinium sp. flagelos na ponta da 
seta. (IFW, 2011). 
 
 
Peridinium sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Ceratium hirundinella (Corbis, 2011). 
 
 
Ceratium hirundinella (Paleos, 2011). 
P á g i n a | 87 
 
 
 
Ceratium hirundinella (EOL, 2011). 
 
 
Ceratium horridum comum no plâncton. 
(EOL, 2011). 
 
 
Ceratium symmetricum (EOL, 2011). 
 
 
Ceratium azoricum (EOL, 2011). 
 
Ceratium compressum (EOL, 2011). 
 
 
Prorocentrum sp. flagelo visível (seta). 
(EOL, 2011). 
 
 
Prorocentrum sp. (EOL, 2011). 
 
 
Prorocentrum sp. (EOL, 2011). 
P á g i n a | 88 
 
 
 
 Pfiesteria piscicida produz toxinas que 
matam os peixes. (EOL, 2011). 
 
 
Amphidinium testudo (EOL, 2011). 
 
 
Amphidinium corpulentum (EOL, 2011). 
 
 
Amphidinium operculatum (EOL, 
2011). 
 
 
Noctiluca sp. outra espécies bioluminescente 
comum na nossa costa. (EOL, 2011). 
 
 
Noctiluca sp. (EOL, 2011). 
 
P á g i n a | 89 
 
 
 
Protoperidinium sp. (EOL, 2011). 
 
 
Protoperidinium sp. (EOL, 2011). 
 
 
Protoperidinium divergens (AlgaeBase, 
2011). 
 
Protoperidinium crassipes (EOL, 
2011). 
 
 
Protoperidinium depressum É possível ver 
as placas que recobrem as células. (EOL, 
2011).
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 90 
 
 
Divisão Apicomplexa 
 
São conhecidas cerca de 5000 espécies de apicomplexos, todas parasitas intracelulares de 
humanos e animais. O filo compreende os coccídeos (parasitas de muitos vertebrados), os 
gregarinídeos (parasitas do trato intestinal de invertebrados), os piroplasmas (transmitidos a 
vertebrados por carrapatos) e hemosporídeos (parasitas do sangue de vertebrados 
transmitidos por moscas ou carrapatos). Diversas doenças importantes são causadas por 
apicomplexos, como: a coccidiose em coelhos e aves; a malária, em humanos; a 
toxoplasmose, em humanos e animais; a babesiose, em cães e bovinos. A maioria das 
espécies precisa de dois hospedeiros para completar seu ciclo de vida. 
 
 
Fig: Estruturas de apicomplexa. 
 
Alguns parasitas 
 
Plasmodium sp é causador da malaria em diversas espécies. Em humanos as espécies de 
interesse são são P. falciparum, P. vivax, P. malariae e P. ovale, sendo o primeiro o mais 
agressivo. A doença é transmitida pela picada de mosquitos do gênero Anopheles 
infectados com o parasita. Mas outros mosquitos também podem funcionar como vetores. 
Os sintomas são dor de cabeça, fadiga, náuseas e febre. A febre é bem característica, pois 
ocorre em ciclos de 48 horas ou 72 horas dependendo da espécie. O parasita muda sua 
morfologia dependendo do estagio de seu ciclo de vida. 
P. relictum é causador da malaria em aves. 
Toxoplasma gondii acomete vários mamíferos, como gambás, humanos, cachorros e 
gatos. Este último é o seu hospedeiro final. A transmissão ocorre pelas fezes do gato ou por 
ingestão de carne contaminada. Em pessoas saudáveis, os sintomas não se manifestam. A 
toxoplasmose congênita e a ocular são as mais perigosas. Este parasita também apresenta 
diversas morfologias de acordo com o ciclo de vida. 
Babesia sp. é transmitido por carrapatos a cães e ao gado. Ele causa a babesiose canina 
ou babesiose bovina. O parasita infecta e destrói as hemácias do animal, causando intensa 
anemia. Uma vez infectado, o animal apresenta como sintomas a perda de apetite, febre, 
desânimo, fezes acompanhadas de sangue, palidez nas mucosas conjuntiva e bucal, além de 
sangramentos no nariz, boca e ponta das orelhas. 
 
Eles possuem um plasto não 
fotossintetizante circundado por três ou quatro 
membranas. É o apicoplasto. Pode ser uma 
evidencia de endossimbiose que ocorreu no 
passado. Os apicomplexos possuem uma 
estrutural apical, chamada de complexo apical. 
Esta estrutura serve para penetrar nas células 
do hospedeiro. Os esporozoitos têm formato 
alongado e é ele que penetra na célula. Cistos 
também podem ocorrer no grupo. Não 
possuem flagelos nem pseudopodes, 
movendo-se apenas por flexões da célula. 
Recentemente foi descoberta uma espécie com 
plastos fotossinteticamente ativos, é a 
Chromera velia. Foi encontrado em 
associação com corais e seus plastos possuem 
4 membranas.P á g i n a | 91 
 
 
 
 
 
Babesia gibsoni (Cornel University). 
 
 
Figura acima: Babesia canis 
Figura abaixo: Babesia gibsoni (Cornel 
University). 
 
 
Babesia canis (HistoVet, 2011). 
 
 
Plasmodium sp. trofozoito anelar. 
(TOLWeb, 2011). 
 
 
Plasmodium falciparum com gametocito 
(maior) e trofozoitos anelares. (Diagnostic 
Findings, 2011). 
 
 
Plasmodium relictum de aves. 
(Oracle, 2011). 
 
P á g i n a | 92 
 
 
 
Chromera velia um apicomplexa 
fotossintetizante. (VEDA, 2011). 
 
 
Chromera velia (University of Sydney, 
2011). 
 
 
Toxoplasma gondii trofozoitos (BioLib, 
2011). 
 
 
 
 
 
 
 
Chromera velia (Catalog of 
Organisms, 2011). 
 
 
Toxoplasma gondii (BioLib, 2011). 
 
 
Toxoplasma gondii (BioLib, 2011). 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 93 
 
 
Linhagem Hacrobia 
 
Esta linhagem foi reconhecida recentemente, e envolve haptofitas, criptofitas e outros 
grupos pequenos de protistas. Compreende uma grande diversidade de protistas incluindo 
flagelados, formas amebóides, microalgas e heterotrofos. Os dois maiores grupos de 
hacrobia são as haptofitas e as criptofitas. Há outros grupos, como os katablefaridios, que 
podem ser, localmente, abundantes. 
 
Divisão Chryptophyta 
 
Esta divisão abrange um número indeterminado de microorganismos flagelados 
uniceleulares. Em amostras naturais, aparecem de modo discreto ou imperceptível. São 
reconhecidos cerca de 12 a 23 gêneros, dependendo da fonte consultada, e cerca de 100 
espécies marinhas e 100 espécies de agua doce. 
As criptofitas não possuem parede celular, mas um revestimento especial esta presente, é 
o periplasto. Este é constituído por placas proteinaceas de diferentes formas de tamanhos 
sob a membrana plasmática e também de uma camada de placas e/ou escamas sobre a 
membrana plasmática. As células são geralmente elipsoides, achatadas dorsiveltralmente, 
sendo dotadas de dois flagelos originados na região lateral ou subapical da célula. Os 
flagelos se originam de uma depressão na célula chamada vestíbulo. Estes flagelos são 
levemente diferentes entre si, na forma e tamanho. O maior apresenta duas fileiras de 
mastigonemas e o menor apresenta uma só. Junto ao vestibulo, há duas estruturas chamadas 
corpos de Maupas, cuja função é desconhecida, mas acredita-se que elas estejam 
envolvidas na remoção e digestão de membranas supérfluas. As criptomonadas ao 
movimentar-se realizam rotação durante o deslocamento. Amido e gotículas de lipídios são 
as reservas energéticas da célula. 
 
 
Fig: Formas de Chryptophyta. (Phycology, 2011). 
 
 São estruturas em forma de fitas enroladas em espiral, que são descarregadas de suas 
vesículas mediante estimulo na célula. Cada célula tem vários ejectiossomios grandes 
juntos ao vestíbulo e outros menores distribuídos pela célula. Presume-se que ação dos 
Ocorre um ou dois plastos grandes no 
grupo. Os pigmentos fotossintéticos são: 
clorofila a, clorofila c2, carotenoides 
(carotenos: alfa-caroteno, beta caroteno; 
xantofilas: crocoxantona, monadoxantina, 
zeaxantina e aloxantina, sendo esta só 
encontrada nas criptofitas) e ficobilinas. 
Nem todas as espécies são 
fotossintetizantes. Devido a variedade de 
pigmentos há grande diversidade de 
coloração no grupo. Geralmente, não há 
mancha ocelar nas criptofitas, mas quando 
existem, são glóbulos esféricos situados no 
centro da célula. Elas possuem um único 
núcleo, grande e localizado na porção 
posterior da célula. Apresentam 
nucleomorfo. 
Outra organela presente nas criptofitas 
são os ejectiossomios. 
P á g i n a | 94 
 
 
ejectiossomios seja um mecanismo de defesa contra a perturbação causada por herbívoros 
ou mesmo recurso para fuga da predação. 
Algumas espécies são capazes de realizar florações, como as espécies do gênero 
Cyamonas ou diversas espécies do mar do norte. Florações de Chroomonas lacustres e 
Cryptomonas spp. São comuns em lagos antárticos perenemente cobertos por gelo, 
contribuindo com mais de 70% da biomassa do fitoplancton naqueles locais. 
Uma situação interessante, é que muitas criptofitas são incorporados a organismos 
mixotroficos. Tanto a célula inteira quanto somente os plastos podem permanecer no 
interior dos organismos. 
Os gêneros mais comumente vistos em aulas são Cryptomonadas, Rhodomonas e 
outros. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 95 
 
 
 
 
 
1: Cryptomonas 2: Chroomonas 3:Rhodo
monas . (NIES, 2011). 
 
 
Cryptomonas rostratiformis (NIES, 
2011). 
 
 
Rhodosporidium graminis flagelos 
visíveis (seta). 
 
 
 
 
 
 
Cryptomonas sp. em amostra natural. 
(Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Cryptomonas ovata. 
(Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Cryptomonas ovata 
(Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
 
P á g i n a | 96 
 
 
 
Chroomonas sp. (RoyalBotanicGardens, 
2011). 
 
 
Chroomonas nordstedtii (NIES, 2011). 
 
 
Chroomonas nordstedtii 
(TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
 
 
Comparação de tamanho entre Chroomonas 
nordstedtii e uma diatomácea, outro membro 
de Chromalveolata. (PlingFactory, 2011). 
 
 
Chilomonas sp. (PlingFactory, 2011). 
 
 
Cryptomonas sp. (EOL, 2011). 
 
P á g i n a | 97 
 
 
 
Chilomonas paramaecium (PIS, 2011). 
 
 
Chilomonas paramaecium (PIRX, 2011). 
 
 
Chilomonas sp. (PIRX, 2011). 
 
 
Rhodomonas salina (CSIC, 2011). 
 
 
Rhodomonas sp. (SBAE, 2011). 
 
 
Campylomonas sp. (CH Diagnostic, 2011). 
 
 
Campylomonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
Proteomonas sulcata (EOL, 2011). 
 
P á g i n a | 98 
 
 
 
Hemiselmis andersenii (EOL, 2011). 
 
 
Hemiselmis andersenii (EOL, 2011). 
 
 
Teleaulax acuta (EOL, 2011). 
 
 
 
Leucocryptos marina (EOL, 2011). 
 
 
Leucocryptos marina (NIES, 2011). 
 
 
Goniomonas sp. gênero sem cloroplastos. 
(NIES, 2011). 
 
P á g i n a | 99 
 
 
 
Goniomonas sp. (NIES, 2011). 
 
 
Geminigera sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Geminigera sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 100 
 
 
Divisão Haptophyta ou Prymnesiophyta 
 
Existem cerca de 280 espécies conhecidas, sendo a maioria marinha fotoautotrofica, mas 
existem espécies mixotroficas. Esta divisão compreende organismos flagelados 
unicelulares e formas vegetativas solitárias ou coloniais não flageladas, que possuem 
estádios flagelados em alguma parte do ciclo de vida. Uma característica marcante do 
grupo é a presença de uma estrutura em forma de fio chamada de haptonema. Sua função 
não é devidamente compreendida ainda. O nome haptophyta foi atribuído em função do 
haptonema. As primnsesiofitas são pequenas, pertencentes ao nanoplancton, podendo ser 
dominantes nessa fração do plâncton. As células das primnesiofitas são geralmente 
cobertas por escamas, e muitas delas as escamas são mineralizadas. Há um total de 40 
gêneros, com cerca de 200 especies que compreende os cocolitoforideos, grupo 
caracterizado pela presença de escamas ornamentadas e muitas vezes impregnadas com 
carbonato de cálcio. Outros 11 gêneros abrigam cerca de 80 espécies não ornamentadas 
com cocolitos, incluindo as espécies mixotroficas. 
Os pigmentos fotossintetizantes presentes nas primnesiofitas são clorofilas a, c1e c2, 
carotenoides como a fucoxantina, beta caroteno, diadinoxantina e derivados da fucoxantina. 
Os carotenoides estão em grande concentração, mascarando a cor da clorofila e dando as 
espécies do grupo uma coloraçãoamarelada, diversos tons de marrom e dourado. O 
produto de reserva é a crisolaminarina, um tipo de polissacarídeo derivado da glicose. 
Gotículas de lipídeos também podem ocorrer dispersas pelo citoplasma. 
Elas possuem dois flagelos lisos, com tamanhos relativamente iguais e lisos. Entre os 
flagelos encontra-se o haptonema. Os flagelos estão inseridos na região anterior ou lateral 
da célula. 
Os cocolitoforideos são importantes devido as suas relações com os ciclos 
biogeoquímicos do enxofre e carbono. Os cocolitos são formados pela deposição de seus 
materiais de origem via secreção do aparato de Golgi. 
Varias espécies estão envolvidas em fenômenos de floração intenso causando danos a 
biota marinha. Dentre as espcies que causam realizam florações pode-se citar Phaeocystis 
globosa e alguns representes do gêneros Prymnesium, Chrysochromulina, a espécie 
Emiliana Huxley e Geophyrocapsa oceânica. Crescimentos densos de Chrysochomulina 
causam danos as guelras de peixes; Prymnesium produzem ictiotoxinas responsáveis pela 
morte de peixes e o gênero Phaeocystis comum nos mares do Norte e Báltico, produzem 
uma espuma densa e esbranquiçada que fica na superfície da agua. A espécie Phaeocystis 
antartictica cresce abundantemente mas não provoca floração, outras espécies também 
crescem abundantemente e não causam florações. 
As primnesiofitas são importantes no ciclo do enxofre no mar. Phaeocystis, Emiliana e 
vários outros gêneros são fontes importantes de dimetilsulfito (DMS). O dimetilsulfito é 
usado pelas primnesiofitas como osmorregulador. As células ao se romperem ou serem 
digeridas pelo zooplanctom, liberam DMSP que na agua do mar é convertido a DMS e 
acido acrílico. Tais substancias contem enxofre oxidado, que causam duas consequencias; 
chuvas acidas e seus aerossóis contribuem para nucleação de nuvens no mar. Enquanto que 
o afundamento dos cocolitos sequestram o carbono para o fundo do oceano. Os cocolitos 
são foramados de carbonato de cálcio que se deposita em redes de fibrilas celulósicas 
produzidas pelo complexo de Golgi. A calcificação dos cocolitos depende da fotossíntese 
pois é nesse momento que o carbono é aprisionado. Além disso, a fotossíntese gera a 
energia necessária para deslocar o material em que o cálcio se deposita. Os cocolitos são 
densos e aumentam a velocidade de afundamento das células, então elas podem se desfazer 
de algumas placas para se tornarem mais leves e flutuarem. 
Os gêneros mais comuns na aula são Pavlova, Chromulina, Isochrysis e outras. 
P á g i n a | 101 
 
 
 
 
 
 
Chrysochromulina sp. (EOL, 2011). 
 
 
Chrysochromulina sp. com dois flagelos 
lisos visíveis e o haptonema no centro 
(seta). (EOL, 2011). 
 
 
Chromulina spp. (EOL, 2011). 
 
 
Isochrysis sp. (NHM, 2011). 
 
 
Isochrysis sp. (NHM, 2011). 
 
 
Isochrysis sp. (SBAE, 2011). 
 
 
Pleurochrysis roscoffensis (NIES, 2011). 
P á g i n a | 102 
 
 
 
Pavlova sp. (Tree of Taxa, 2011). 
 
 
Chrysochromulina polylepis (PIS, 2011). 
 
 
Prymnesium parvum (Marine Drugs, 2011). 
 
 
Prymnesium sp. (NHM, 2011). 
 
 
Prymnesium calathiferum (NIES, 2011). 
 
Phaeocystis sp. (NIES, 2011). 
 
 
Phaeocystis sp. (NHM, 2011). 
 
 
Phaeocystis globosa (NHM, 2011). 
 
 
Phaeocystis sp. (NHM, 2011). 
 
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Pavlova sp. (NIES, 2011). 
 
 
Pavlova pinguis (NIES, 2011). 
 
 
Pavlova sp. (EOL, 2011). 
 
 
Ochrosphaera neapolitana (NIES, 2011). 
 
 
Spongomonas sp. (PIS, 2011). 
 
 
Spongomonas sp. (PIS, 2011). 
 
 
Emiliania huxleyi (cocolitoforideo) 
(NHM, 2011). 
 
 
Gephyrocapsa oceanica (cocolitoforideo) 
(NHM, 2011). 
 
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Coccolithus pelagicus (cocolitoforideo) 
(NHM, 2011). 
 
 
Coccolithus pelagicus (cocolitoforideo) 
(NHM, 2011). 
 
Pleurochrysis placolithoides (NHM, 
2011). 
 
Coccolithus pelagicus 
(cocolitoforideo) (NHM, 2011). 
 
 
Hymenomonas sp. (cocolitoforideo) 
(NHM, 2011). 
 
 
Hymenomonas sp (cocolitoforideo) 
(NHM, 2011). 
.
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 105 
 
 
Linhagem Stramenopiles 
 
Linhagem com grande número de protistas e muito diversificada. As espécies possuem 
dois flagelos diferentes entre si, um deles é dotado de projeções minúsculas semelhantes a 
pêlos e o outro é liso. Há espécies fotoautotróficas, mixotróficas, heterotróficas por 
ingestão e por absorção e parasitas. Alguns táxons que compõe Stramenopiles são 
ochrophyta, opalinida, pseudofungos e outros. 
 
 
Fig. 1: Esquema de um flagelo típico de stramenopiles. 
 
Divisão Ochrophyta 
 
É composto por 13 classes de algas com clorofila c e cor marrom. Os produtos de reserva 
são a crisolaminarina, a laminarina e gotículas de lipídeos. A cobertura das células varia 
consideravelmente de acordo com a espécie, podendo ser estruturas de sílica, paredes de 
celulose e acido alginico. Existem usualmente dois flagelos heteromórficos, sendo que um 
de seus flagelos apresenta mastigonemas tripartidos. 
 
• Classe Bacillariophyceae (Diatomaceas) 
 
A classe abriga cerca de 285 gêneros com numero de espécies entre 10.000 e 12.000. As 
diatomáceas podem ser encontradas em água doce, água salobra, no gelo, em ambientes 
terrestres úmidos, em substratos como rochas, plantas e algas submersas, pode ser 
marinhas, sendo abundantes em águas costeiras, com hábitos planctônicas ou bentônicas. 
Também podem ocorrer como simbiontes. São unicelulares não flageladas com formas 
coloniais, cadeias de células e solitárias. Alguns gametas podem apresentar flagelos. O 
tamanho das células pode varias entre 2,0micras até 2,0mm de diâmetro, com a maioria das 
espécies fazendo parte do microplancoton. Formas coloniais ficam aderidas devido a 
mucilagens. As cadeias de células são unidas pelas frústulas. 
Os produtos de reserva são a crisolaminarina e gotículas de óleo; estes apresentam 
também a função de contribuir para o controle do posicionamento de diatomáceas 
planctônicas na coluna d´água. As diatomáceas apresentam um núcleo mais ou menos 
centralizado. Os plastos possuem clorofilas a e c, e os carotenóides beta-caroteno, 
fucoxantina, diatoxantina e diadinoxantina como seus principais pigmentos fotossintéticos. 
Por causa dos carotenóides, elas apresentam uma coloração marrom amarelado. Os plastos 
são envolvidos por quatro membranas. São geralmente pequenos, discóides e numerosos 
em diatomaceas centricas, já as diatomaceas penadas possuem, na maioria das vezes, dois 
plastos grandes e achatados. 
A principal característica das diatomáceas são as frústulas que recobrem a célula. As 
frústulas são formadas por sílica e tem grande importância taxonômica devido as suas 
P á g i n a | 106 
 
 
ornamentações bem distintas. As frústulas são formadas por valvas com tamanho desigual, 
a maior é chamda de epivalva e a menor de hipovalva. A região de contato entre elas é 
chamado de cíngulo. Espinhos ocorrem em muitas espécies e estão relacionadas a defesa e 
aumento do atrito das células com a águas. O conjunto da frústulas mais a membrana 
células é chamado de teca, e esta é dividida em epiteca e hipoteca. Tradicionalmente, as 
diatomáceas são classificadas em dois grandes grupos, em função da morfologia de suas 
frústulas: diatomáceas penadas com simetria bilateral e diatomáceas centricas com simetria 
radial. A visualização de detalhes das frústulas exige tratamento das células e uso de 
microsocpoia eletrônica. 
 
Fig: (B) Visão ventral da frústula. (C) Visão lateral da frústula. 
(Phycology, 2011). 
 
É comum a ocorrência de células achatadas em espécies planctônicas, pois aumenta a 
relação superfície/volume e diminui a velocidade de afundamento. Algumas diatomáceas 
penadas são dotadas de uma fenda ao longo do eixo longitudinalda face ventral da frústula, 
conhecida como rafe. Esta estrutura relaciona-se com a produção de movimentos de 
deslizamento sobre o substrato. Diatomaceas cêntricas e penadas desprovidas de rafe, não 
são capazes de realizar movimentos. Algumas espécies com poros apicais são capazes de 
secretar substancias intracelulares através deles e realizar movimentos de deslizamento. 
Algumas diatomaces, quase todas do gênero Pseudo-nitzchia, produzem toxinas que 
afetam o homem. É conhecido como acido domoico e seus derivados. As espécies Pseudo-
nitzschia australis, P. multiseries (sinônimo: P. pungens f. multiseries) e P. 
pseudodelicatissima, certamente são produtoras de acido domoico. Uma outra espécie, a 
Nitszchia navis-varingica foi recentemete associada a produção de acido domoico num 
tanque de camarões no Japão. A gravidade da intoxicação depende da dose ingerida da 
toxina. 
O tratamento requer apoio medico. Há diatomaceas que não produzem toxinas, mas que 
afetam o homem indiretamente. É o caso das espécies Chaetoceros concaviecorne e C. 
convolutus que devido aos numerosos e longos espinhos, danificam as brânquias dos 
peixes, levando-os a morte e causando prejuízos ao cultivo. 
Como as frústulas são muito resistentes a dissociação em meio aquático, confere as 
diatomaceas boa conservação na natureza. Muitas espécies são cultivadas devido a seu 
valor nutricional e facilidade de cultivo, entre as espécies cultivadas estão: Phaeodactylum 
tricornutum e Thalassiosira weissflogii, dentre várias outras. 
 
 
 
P á g i n a | 107 
 
 
 
 
 
Pinnularia sp. (Nikon Small World, 
2011). 
 
 
Pinnularia viridis (PIS, 2011). 
 
 
Pinnularia brebissonii (Flickr, 2011). 
 
 
Pinnularia brebissonii (Flickr, 2011). 
 
 
 
 
 
Pinnularia sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Pinnularia sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Pinnularia sp “comidas” por amebas. 
(Flickr, 2011). 
 
 
Pinnularia sp. (Flickr, 2011). 
P á g i n a | 108 
 
 
 
Navicula cuspidata (BioDidac, 2011). 
 
 
Navicula capitatoradiata (BioDidac, 
2011). 
 
 
Navicula sp. (BioDidac, 2011). 
 
 
Navicula sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
 
Navicula sp. (BioDidac, 2011). 
 
 
Biddulphia sp. (PIS, 2011). 
 
 
Biddulphia sp. os espinhos auxiliam na 
formação das cadeias de células. 
(BioDidac, 2011). 
 
 
Odontella aurita (BioDidac, 2011). 
P á g i n a | 109 
 
 
 
 
Odontella aurita com espinhos. (PIS, 
2011). 
 
 
Odontella sp. (SBAE, 2011). 
 
 
Caloneis amphisbaena (Nikon Small 
World, 2011). 
 
 
Meridion circulare (BioDidac, 2011). 
 
 
Meridion circulare (BioDidac, 
2011). 
 
 
Meridion circulare (Keweenaw.Algae, 
2011). 
 
 
Triceratium formosum (AlgaeBase, 
2011). 
 
 
Triceratium pentacrinus 
(AlgaeBase, 2011). 
 
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Triceratium favus (AlgaeBase, 2011). 
 
 
Triceratium sp. (AlgaeBase, 2011). 
 
 
Triceratium grande (AlgaeBase, 2011). 
 
 
Eunotia serra (Flickr, 2011). 
 
 
Eunotia sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Stauroneis anceps (Flickr, 2011). 
 
 
Gyrosigma sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Gyrosigma spencerii (Flickr, 2011). 
 
 
Gyrosigma sp. (Flickr, 2011). 
 
P á g i n a | 111 
 
 
 
Gyrosigma sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Actinocyclus normannii (Flickr, 2011). 
 
 
Actinoptychus splendens (Flickr, 2011). 
 
 
Asterionella formosa (Corbis, 2011). 
 
 
Asterionella sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Asterionella sp. (Nikon Small World, 2011). 
 
 
Melosira varians (Flickr, 2011). 
 
 
Melosira sp. (Corbis, 2011). 
 
 
Melosira sp. (Corbis, 2011). 
 
P á g i n a | 112 
 
 
 
Stephanopyxis palmeriana (Corbis, 
2011). 
 
 
Stephanopyxis sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Thalassionema sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Cymbella aspera (Flickr, 2011). 
 
 
 
 
 
Cymbella lanceolata (CIMT, 2011). 
 
 
Cymbella sp. (Corbis, 2011). 
 
 
Cymbella cymbiformis (Corbis, 
2011). 
 
 
Coscinodiscus sp. comum no 
plâncton. (Corbis, 2011). 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 113 
 
 
 
 
Coscinodiscus sp. é uma espécie 
marinha. (CIMT, 2011). 
 
 
Coscinodiscus sp. (CIMT, 2011). 
 
 
 Lioloma pacificum (CIMT, 2011). 
 
 
Guinardia striata (CIMT, 2011). 
 
 
Cocconeis pediculus (CIMT, 2011). 
 
 
Nitzschia palea (CIMT, 2011). 
 
 
Nitzschia lorenziana (CIMT, 2011). 
 
 
Nitzschia lorenziana (CIMT, 2011). 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 114 
 
 
 
Encyonema prostratum (CIMT, 2011). 
 
 
Encyonema silesiacum (CIMT, 2011). 
 
 
Fragilaria sp. espécie colonial. (CIMT, 
2011). 
 
 
Fragilaria sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Fragilaria capucina (Keweenaw.Algae, 
2011) 
 
 
 
Diatoma sp. (Keweenaw.Algae, 2011). 
 
 
Diatoma sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Corethron hystrix notar o tamanho 
dos espinhos. (CIMT, 2011). 
 
 
Ditylum brightwellii (CIMT, 2011). 
 
P á g i n a | 115 
 
 
 
Ditylum sp. (SBAE, 2011). 
 
 
Neidium productum (CIMT, 2011). 
 
 
Neidium productum (CIMT, 2011). 
 
 
Acanthoceras sp. (Keweenaw.Algae, 
2011). 
 
 
 
Pseudo-nitzschia gênero contem 
espécies produtoras de toxinas, como 
acido domoico. (CIMT, 2011). 
 
 
Pseudo-nitzschia pungens (SBAE, 
2011). 
 
 
Gomphonema sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Gomphonema sp. (CIMT, 2011). 
 
P á g i n a | 116 
 
 
 
Gomphonema spp. (SBAE, 2011). 
 
 
Asterionellopsis sp. (SBAE, 2011). 
 
 
Asterionellopsis sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Chaetoceros curvisetus (CIMT, 2011). 
 
 
Chaetoceros sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Licmophora sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Licmophora sp. (CIMT, 2011). 
 
 
Thallasiosira sp. cadeia de células. (CIMT, 
2011). 
 
 
 
P á g i n a | 117 
 
 
 
Thalassiosira eccentrica (CIMT, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Thalassiosira pseudonana (SBAE, 
2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 118 
 
 
 
• Classe Bolidophyceae 
 
Classe pequena, pouco conhecida de biflagelados marinhos pertencentes ao picoplanctos. 
Há somente um gênero com duas espécies na classe. São autotróficos. 
 
 
 
 
Bolidomonas mediterranea (Plankton 
net, 2011). 
 
 
Bolidomonas pacifica (Plankton net, 
2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bolidomonas pacifica (Plankton net, 
2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 119 
 
 
 
• Classe Parmophyceae 
 
 
São conhecidos três gêneros e sete espécies nets classe. São todos marinhos, cocoides e 
cobertos por 5 ou 8 placas silicosas. São abundantes nos ambientes em que ocorrem. 
. 
 
 
 
 
Tetraparma insecta (Broom et al, 1999). 
 
 
Tetraparma pelágica (Broom et al, 1999). 
 
 
Triparma laevis (Broom et al, 1999). 
 
 
 
 
 
 
 
Tetraparma pelagicus (Broom et al, 1999). 
 
 
Triparma columaceae (Broom et al, 1999). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 120 
 
 
• Classe Dictyochophyceae 
 
Maioria das espécies monadais, com dois flagelos, um liso e outro plumoso. São 
fotossinterizantes e alguns mixotroficos. Porém, dois gêneros são heterotróficos. Possuem 
estruturas feitas de sílica. Há três gêneros dentro da classe. Alumas espécies são abundantes. 
 
 
 
 
 
Dictyocha speculum (EOL, 2011). 
 
 
Dictyocha fibula (EOL, 2011). 
 
 
Dictyocha sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dictyochafibula (WoRMS, 2011). 
 
 
Dictyocha speculum (Algae of the Noth Sea, 2011). 
 
 
Dictyocha speculum (Algae of the Noth Sea, 2011). 
 
 
 
P á g i n a | 121 
 
 
 
 
Ciliophrys infusionum (EOL, 2011). 
 
 
Pteridomonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
Dictyocha sp. (Algae of the Noth Sea, 2011). 
 
 
Ciliophrys sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 122 
 
 
• Classe Eustigmatophyceae 
 
Formado por espécies cocoides ou coloniais, muito semelhantes a algas verdes, sem clorofila 
c. Há cerca de oito gêneros e quinze espécies que habitam o mar, solo úmido e água doce. 
Possuem um estigma verdadeiro alaranjado. O material que forma a parede celular não é 
conhecido, mas sabe-se que muitas espécies são envoltas por mucilagem. A reprodução é 
assexuada. 
 
 
 
 
Eustigmatos magnus (CFB, 2011). 
 
 
Eustigmatos splendida (PIS, 2011). 
 
 
Nannochloropsis sp. (EOL, 2011). 
 
 
Chlorobotrys regularis (CCALA, 2011). 
 
 
Eustigmatos vischeri (CCALA, 2011). 
 
 
Nannochloropsis sp. (CCALA, 2011). 
 
 
P á g i n a | 123 
 
 
 
Pseudocharaciopsis ovalis (CCALA, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 124 
 
 
 
• Classe Chrysophyceae 
 
Nesta classe encontram-se duzentos gêneros e cem espécies, a maioria é dulciaquicola e 
poucas espécies são marinhas. O grupo é mais comum em águas temperadas e frias. 
Podem ter hábitos planctônicos, geralmente as formas cocoides, ou bentônicos, geralmente 
as formas coloniais. São fotossintetizantes, alguns mixotroficos e heterotróficos. São 
flageladas. Escamas ocorrem em alguns grupos. Estomatocistos são formas de resistência 
que algumas espécies produzem. Essas formas são cobertas por paredes sílicosas. São 
conhecidos registros fosseis. A crisolaminarina é o principal produto de reserva. A 
reprodução pode ser sexuada, mais rara, ou assexuada. A assexuada inclui divisão binária 
de formas vegetativas. 
Muitas crisofíceas são capazes de realizar florações mas não há registaros sobre 
produção de toxinas. Apesar disso, há danos para biota local. 
 
 
 
 
Dinobryon divergens (NIES, 2011). 
 
 
Dinobryon sertularia (PIS, 2011). 
 
 
Dinobryon sertularia (PIS, 2011). 
 
 
 
 
 
Synura sp. (FreshWaterLife, 2011). 
 
 
Synura sp. (PIS, 2011). 
P á g i n a | 125 
 
 
 
Chrysosphaera paludosa. 
(TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
Synura sp. (TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
Mallomonas sp. (RoyalBotanicGardens, 
2011). 
 
 
Ochromonas sp. (TheSilicaSecchiDisk, 
2011). 
 
Ochromonas sp. (TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
Ochromonas sp. (CSIC, 2011). 
 
 
Chrysamoeba sp. (EOL, 2011). 
 
 
Mallomonas sp. (TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
P á g i n a | 126 
 
 
 
Mallomonas sp. (TheSilicaSecchiDisk, 
2011). 
 
 
Chrysodidymus sp. (TheSilicaSecchiDisk, 
2011). 
 
 
Dendromonas sp. (PIS, 2011). 
 
 
Dendromonas sp. (PIS, 2011). 
 
Anthophysis sp. (PIS, 2011). 
 
 
Anthophysis sp. (PIS, 2011). 
 
 
Chrysocapsa sp. (PIS, 2011). 
 
 
Chromulina sp. (PIS, 2011). 
 
 
 
P á g i n a | 127 
 
 
 
• Classe Pinguiophyceae 
 
Classe composta por cinco gêneros monoespecificos, com formas cocoides, loricadas, 
palmeloides ou monadais. Algumas são planctônicas, e outras bentônicas. São 
fotoautotroficas. São extremamente ricas em lipídeos como Omega-3 e desperta o interesse 
para uso em aqüicultura. Não reprodução sexuada e a assexuada ocorre por fissão binária ou 
formação de zoósporo. 
 
 
 
 
Polypodochrysis tiessieri (EOL, 2011). 
 
 
Glossomastix crysoplasta (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pinguiococcus pyrenoidosus (EOL, 2011). 
 
 
Phaeomonas parva (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 128 
 
 
• Classe Raphidophyceae 
 
Os organismos desta classe são célula sem parede celular ou escamas. As formas variam de 
ovoide, piriformes, achatadas ou assimétricas. Dentre as ocrofitas, este é o único grupo com 
tricocistos. Possuem dois flagelos, um liso e curto e outro longo com mastigonemas. São 
encontradas tanto em ambientes marinhos quanto de agua doce. São fotoautotroficas. Há 
formação de cistos e esporos. Não se reconhece reprodução sexuada na classe. Algumas 
podem realizar florações, com produção de toxina que não afeta o homem, mas que provoca 
danos à biota. 
 
 
 
 
Vacuolaria sp. (PIS, 2011). 
 
 
Vacuolaria sp. (PIS, 2011). 
 
 
Merotrichia sp. (PIS, 2011). 
 
 
Merotrichia sp. (PIS, 2011). 
 
 
Merotrichia sp. (PIS, 2011). 
 
 
Merotrichia sp. 
(PIS, 2011).
 
 
 
P á g i n a | 129 
 
 
• Classe Phaeothamniophyceae 
 
Todas as espécies são de agua doce e uma vive em ambiente salobra. São formadas por 
talos filamentosos palmelopides ou cocoides. Não tem reprodução sexuada. A reprodução 
assexuada ocorre por zoósporo ou autósporo. 
 
 
 
 
Phaeoschizochlamys mucosa (EOL, 2011). 
 
 
Phaeothamnion confervicola (EOL, 2011). 
 
 
Phaeothamnion confervicola (EOL, 2011). 
 
 
 Phaeothamnion confervicola (CCALA, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 130 
 
 
• Classe Chrysomerophyceae 
 
Formada por sete gêneros e doze espécies, a classe não apresenta nenhum caráter derivado e 
nem há respaldos moleculares que dêem suporte ao grupo. São algas bentônicas, com formas 
palmeloides ou filamentosas. Não há reprodução sexuada e a reprodução assexuada é feita 
por zoósporo. 
 
 
 
 
Giraudyopsis sp. 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 131 
 
 
• Classe Tribophyceae 
 
São algas amarelo-esverdeadas ou verde-claro facilmente confundidas com as clorofitas. 
Porém, neste grupo, o produto de reserva não é o amido, característica que ajuda a distingui-
las das clorofitas. O produto de reserva das triboficeas são gotículas de lipídeo. O talo das 
algas pode ser cenocíticos, cocoides, monadais, amebóides, palmeloides ou filamentosos. 
Ocorre cerca de 90 generos com aproximadamente 600 especies. São encontradas em água 
doce e solos úmidos, e algumas espécies ocorrem em água salobra e ambiente marinho. O 
grupo forma cistos endógenos de natureza silicosa, são os estomatocistos. A parede celular é 
constituída por redes de celulose. A reprodução pode ser assexuada ou sexuada. Na assexuada 
ocorre formação de sinzoosporos. A reprodução sexuada foi vista somente em dois gêneros. 
 
 
 
 
Vaucheria sp. Desenvolvendo gametângio. 
(TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
Peroniella sp. (TheSilicaSecchiDisk, 2011). 
 
 
 
Ophiocytium sp. (TheSilicaSecchiDisk, 
2011). 
 
 
Botrydiopsis sp. (TheSilicaSecchiDisk, 
2011). 
 
 
P á g i n a | 132 
 
 
 
 
Centritractus belenophorus (PIS, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 133 
 
 
• Classe feofícea 
 
Classe das algas pardas, com 250 generos e 1500 especies. A maioria vive no mar, 
mas cerca de 30 especies são encontradas em água doce. Não há espécies terrestres. As 
algas são bentônicas, exceto algumas formas flutuantes de sargassum. São 
cosmopolitas, porem, são abundantes em águas temperadas e frias, em que atingem os 
maiores tamanhos. Enquanto que em zonas tropicais elas são menos abundantes e 
menores. Há grande diversidade de formas, como filamentos microscópicos, filamentos, 
talos, laminas pequenas, laminas grandes, formas crostosas e etc. Aquelas que atingem 
maior tamanho, possuem estruturas chamadas aerocistos, que são vesículas cheias de ar 
que auxilia na flutuação dos talos. Não há formas unicelulares. As feofíceas possuemestruturas bem diferenciadas, algumas possuem até parênquima verdadeiro. 
A parede celular é formada por redes de celulose impregnadas com alginatos, 
substancias formadas por dois ácidos uronicos. A presença de alginatos confere 
flexibilidade ao talo e resistência contra micróbios. O alginato tem aplicação comercial, 
como agentes geleificantes, estabilizantes e 
emulsificantes, e é usado em cervejas, 
tintas e outros. Laminaria é um dos gêneros 
que se extrai alginatos. Além do comercio 
dos alginatos, as feofíceas são também 
consumidas como alimentos, como corre no 
Japão e no Chile. 
O numero de plastos varia de acordo com 
o gênero. Os pigmentos fotossintetizantes 
são clorofila a, c1 e c2, beta-caroteno, 
violaxantina e fucoxantina, sendo este 
ultimo o responsável pela cor marrom nas 
algas. O produto de reserva originado da 
fotossíntese é a laminarina, um 
polissacarídeo formado por ligações entre 
glicose. O manitol também pode ser 
acumulado em grande quantidade como 
produto de reserva e acredita-se que tenha 
função de crioproteção. Vesículas especiais 
chamadas de fisoide, estão 
Fig. 1: Esquema das partes de uma macroalga. 
 
espalhadas pelo citoplasma.Estas vesículas contem taninos e terpenos que especula-se 
tenha função de proteção contra herbivoria, contra microorganismos e contra danos dos 
raios UVB.
As principais estruturas de uma macroalga gigante são apressorio, estipe, 
pneumatocistos e as laminas. 
As algas pardas gigantes formam “florestas” submersas nas quais muitos outros 
organismos são encontrados. Muitos animais se alimentam das algas e se abrigam nelas. 
Elas também servem como substratos para outras algas e animais. 
A reprodução é sexuada ou assexuada, com ciclos diplobiontico e haplobiontico, 
podem ser isomórficas e heteromórficas. 
 
 
Estipe 
Estipe 
Lâmina 
Pneumatocistos 
P á g i n a | 134 
 
 
 
 
 
Durvillaea antarctica (WWF, 2011). 
 
 
Aumento nas ramificações de Halopteris 
sp.University of Marburgo, 2011). 
 
 
Sphacelaria sp. esporângio unilocular. 
(University of Guam, 2011). 
 
 
Padina sp. (University of Guam, 2011). 
 
 
Sargassum sp. (University of Guam, 2011). 
 
 
Laminaria setchellii (SeaNet, 2011). 
 
 
Fucus gardneri (SeaNet, 2011). 
P á g i n a | 135 
 
 
 
Silvetia compressa (SeaNet, 2011). 
 
 
Cystoseira osmundacea (SeaNet, 2011). 
 
 
Desmarestia ligulata (SeaNet, 2011). 
 
 
Macrocystis pyrifera (SeaNet, 2011). 
 
 
Nereocystis luetkeana (SeaNet, 2011). 
 
 
Dictyoneuropsis reticulata (SeaNet, 2011). 
 
P á g i n a | 136 
 
 
 
Eisenia arborea (SeaNet, 2011). 
 
 
Stypopodium flabelliforme (AlgaeBase, 2011). 
 
 
Fucus vesiculosus (The seaweed site, 2011). 
 
 
Cladostephus spongiosus (The seaweed site, 
2011). 
 
 
Chordaria flagelliformis (Seaweeds of Alaska, 
2011). 
 
 
Colpomenia peregrina (The seaweed site, 2011). 
 
 
Corte do talo de uma feofícea. Medula e córtex 
visivelmente distintos.( Ficologia Virtual, 2011). 
 
 
Colpomenia peregrina (The seaweed site, 2011). 
P á g i n a | 137 
 
 
 
Colpomenia sp. (The seaweed site, 2011). 
 
 
Ectocarpus sp. ( Ficologia Virtual, 2011). 
 
 
Ectocarpus conifervoides (Flickr, 2011). 
 
 
Ectocarpus sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Elachista flaccida (AlgaeBase, 2011). 
 
 
Eisenia arborea esta espécie apresenta estruturas 
bem diferenciadas. (Natural History Photography, 
2011). 
 
 
Eisenia arborea (Natural History Photography, 
2011). 
 
P á g i n a | 138 
 
 
 
Fucus sp. ( Ficologia Virtual, 2011). 
 
 
Fucus vesiculosos ( Ficologia Virtual, 2011). 
 
 
Hincksia sp. ( Ficologia Virtual, 2011). 
 
 
Repare no apressorio de Laminaria sp. 
(German Botanical Society, 2011). 
 
 
Laminaria sp. (German Botanical Society, 
2011) 
 
 
Laminaria sp. (UCSC, 2011). 
 
 
Macrocystis integrifolia com vesículas de ar. 
(UCSC, 2011). 
 
 
P á g i n a | 139 
 
 
 
Macrocystis pyrifera (UCSC, 2011). 
 
 
Macrocystis pyrifera (UCSC, 2011). 
 
 
Perceba o tamanho das algas. (Flickr, 2011). 
 
 
Undaria sp. ( Ficologia Virtual, 2011). 
 
 
Undaria sp. (UCSC, 2011). 
 
 
Undaria sp. (UCSC, 2011). 
 
 
Sargassum sp. (UCSC, 2011). 
 
P á g i n a | 140 
 
 
 
Padina sp. (UCSC, 2011). 
 
 
Sargassum sp. com as extremidades modificadas 
para reprodução. (Flickr, 2011). 
 
 
 
Dictyota tsukuba 
( Ficologia Virtual, 2011). 
 
 
Dictiopteris australis 
( Ficologia Virtual, 2011).
Dictyota bartayresiana 
 ( Ficologia Virtual, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 141 
 
 
Divisão Opalinida 
 
Neste grupo são encontrados organismos conhecidos como opalinidios. São cobertos 
por fileiras de numerosos flagelos curtos, semelhantes a ciliados. Mas esses flagelos 
ocorrem de forma obliqua na célula. As células são grandes, podendo ser vistas a olho nu. 
Vivem como comensais ou parasitas de anuros (mais comum), repeteis e peixes. No 
grupo há cerca de 150 especies conhecidas. 
São todos heterotróficos e podem incorporar partículas por qualquer região da célula. 
Apresentam, no mínimo, dois núcleos, mas é comum espécies com dezenas de núcleos. 
Esses núcleos são sempre idênticos. 
A reprodução pode ser assexuada ou sexuada. Na reprodução assexuada ocorre fissão 
binária, o mais comum, e plasmotonia para algumas espécies. A reprodução sexuada é 
por singamia anisogamica. O ciclo de vida de seus hospedeiros influencia na reprodução 
dos opalinideos. Na fase reprodutiva de anfíbios, as células formam cistos, e durante a 
fase não-reprodutiva dos anfíbios as células são trofozoitos e se dividem por fissão 
binária. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 142 
 
 
 
 
 
 
 
Opalina sp. (EOL, 2011). 
 
 
Cepedea sp. (EOL, 2011). 
 
 
Cepedea sp. (EOL, 2011). 
 
 
Opalina sp. (EOL, 2011). 
 
 
Protoopalina sp. 
(EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 143 
 
 
Divisão Hyphochytridiomycota 
 
São organismos saprotrofos ou parasitas de algas, fungos e oósporos e esporos de 
oomycetos. Há seis gêneros e vinte e três espécies na divisão. Ocorrem no solo e água doce 
e raramente no mar. Apesar da pouca quantidade de espécies, elas são cosmopolitas. A 
parede celular é composta por quitina e celulose. As hifas podem ser septadas ou 
cenocíticas. 
A reprodução sexuada é pouco conhecida. Na reprodução assexuada há formação de 
zoósporos flagelados. Os hifoquitridios podem ser holocarpicos, o talo todo se converte em 
uma estrutura reprodutiva. Eucarpicos em que só uma parte se converte na estrutura 
reprodutiva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 144 
 
 
 
 
 
 
Hyphochytrium catenoides (EOL, 2011). 
 
 
 
Anisolpidium sp. repare que ele esta no interior da célula 
da alga. (setas). (PIS, 2011). 
 
 
Hyphochytridium sp. (EOL, 2011). 
 
 
Hyphochytrium sp. 
(EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Divisão Labyrinthulomycota 
 
A característica mais marcante da divisão é a formação de uma rede ectoplasmatica que 
forma anastomoses. Uma organela espeial presente no grupo, chamada brotossomo, é 
responsável por secretar e lançar as redes ectoplasmaticas sobre o sedimento. As proteínas 
actina e miosina estão presentes nas secreções e contribuem para o seumovimento. Além 
disso, essas redes ectoplasmaticas permitem a absorção de partículas alimentares pela 
secreção de enzimas extracelulares. O talo é coberto por escamas finas. A divisão é 
formada por aproximadamente 50 especies. 
Eles podem ser encontrados em regiões estuarinas e litorâneas, são heterótrofos e 
algumas espécies exercem parasitismo. Labyrinthula zosterae é parasita de uma planta 
marinha, e outras espécies parasitam gramas. São importantes na decomposição de matéria 
orgânica nos ambientes em que vivem. 
Algumas espécies apresentam grandes concentrações de ácidos graxos poliinsaturados 
que tem valor comercial como suplemento alimentar. Por causa disso, algumas espécies 
são cultivadas para extrair os ácidos graxos. 
A reprodução assexuada ocorre por formação de zoósporos mas nem todas as espécies o 
produzem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 146 
 
 
 
 
 
 
 
Labyrinthula sp. (EOL, 2011). 
 
 
Labyrinthula zosterae causa doença em 
gramas(EOL, 2011). 
 
 
Aplanochytrium sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
Schizochytrium sp. (EOL, 2011). 
 
 
Aplanochytrium sp. (EOL, 2011). 
 
 
Schizochytrium limacinum (EOL, 2011). 
 
 
 
 
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Thraustochytrium sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
Labyrinthula terrestris 
(EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 148 
 
 
 
Divisão Bicosoecida 
 
Nesta divisão encontram-se organismos biflagelados, heterotróficos, livre-natantes ou 
sésseis com lorica. Podem ser marinhos ou viver em água doce. São coloniais ou solitários. 
As espécies não são abundantes em seus habitats. Se alimentam de partícula e bactérias que 
estão no meio. Possuem umcitostomo pelos quais as partículas são fagocitadas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 149 
 
 
 
 
 
 
Pseudobodo sp. (EOL, 2011). 
 
 
Cyathobodo sp. (EOL, 2011). 
 
 
Cafeteria roenbergensis (EOL, 2011). 
 
 
 
Adriamonas peritocrescens (EOL, 2011). 
 
 
Pseudobodo sp. (EOL, 2011). 
 
 
Bicosoeca sp. (EOL, 2011). 
 
 
P á g i n a | 150 
 
 
 
Bicosoeca sp. (EOL, 2011). 
 
 
Cafeteria sp. (EOL, 2011). 
 
 
Bicosoeca sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 151 
 
 
Divisão Oomycota ou Peronosporomycetes 
 
A divisão conta com cerca de 800 de protistas fungoides que habitam, em sua maioria, a 
agua. Vivem em agua doce, salobra ou salgada. São heterotróficos, absorvem partículas do 
meio ou outros organismos. Alguns são saprotroficos, com papel importante na 
decomposição de matéria orgânica. Outros, ainda, são parasitas de plantas, animais e outros 
protistas. 
A parede celular contem celulose e glucanos. O produto de reserva é a micolaminarina, 
semelhante a laminarina. Os oomicetos são filamentosos. 
 
Parasitismo e Efeitos Nocivos 
 
Saprolegnia sp. causa lesões em peixes cultivados em tanques, aquários ou em aguas 
estagnadas e populações densas. Também são parasitas de invertebrados aquáticos. 
 
Pythium insidiosum agente etiológico da pitiose, doença que acomete mamíferos como 
cavalos, cães, gatos e o homem. São infecções cutâneas severas. 
 
Mildio é o nome dado há doença que aomete plantas provocadas por fungos e 
pseudofungos. Muitos oomicetos são causadores do míldio. Algumas espécies do gênero 
Pythium causam tombamento de mudas, ou seja, apodrecimento das mesmas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 152 
 
 
 
 
 
Saprolegnia sp. (EOL, 2011). 
 
 
Saprolegnia sp. (EOL, 2011). 
 
 
Peronospora sp. (EOL, 2011). 
 
 
Leptomitus sp. 
(EOL, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 153 
 
 
Supergrupo Amoebozoa 
 
Neste supergrupo encontram-se as amebas verdadeiras. São de vida livre, podendo 
algumas, exercer parasitose ou ainda serem comensais. Há cerca de 2.800 espécies 
aproximadamente. O tamanho varia de 100micras até 3mm, porém alguns gêneros chegam 
a 5mm, como a Pelomyxa. As amebas vivem principalmente em água doces e ambientes 
terrestres úmidos, e algumas poucas vivem em água salgada. Elas são muito sensíveis as 
mudanças osmóticas. Assim, as espécies de água doce possuem um vacúolo contrátil 
responsável pela regulação osmótica. As espécies marinhas são desprovidas desse vacúolo 
bem como as formas parasitarias. Em microscopia óptica, ele esta visível na maioria das 
vezes. Em algumas, é possível ver vários vacúolos digestivos, mostrando atividade da 
ameba. É possível ver também, no seu interior, alguns microorganismos ou particulas 
recentemente fagocitado. Entre os microorganismos estão diatomáceas e algas verdes, mas 
outros também podem estar presentes. 
Uma característica que distingue os amoebozoarios de rhizaria, é a presença de flagelos 
em algumas espécies durante parte do ciclo de vida. Outra característica peculiar do grupo, 
é a formação de pseudopodes para locomoção e alimentação. Estes podem ser de dois 
tipos: lobopodes, que são largos e comum em organismos grandes; e filopodes, que são 
finos, mas não ramificados, comum em organismos pequenos. Os pseudopodes são 
ligeiramente diferentes entre alguns gêneros. Em Chaos, as projeções são digitiformes; em 
Pelomyxa a célula se desloca como um todo sem emitir pseudopodes; em Mayorella os 
pseudopodes são mais finos, e há gêneros em que os pseudopodes são longos e finos, 
dando um aspecto estrelado a ameba. É possível identificar duas regiões nos pseudopodes, 
uma mais externa, é o ectoplasma e outra mais interna, o endoplasma. O ectoplasma é 
hialino e sem organelas enquanto o endoplasma é mais denso e pode apresentar algumas 
organelas. 
Em geral, as amebas apresentam um único núcleo,mas amebas grandes podem apresentar 
mais de um núcleo 
Alguns gêneros formam uma carapaça que envolve a célula, chamada de testa ou teca. 
São chamadas de amebas tecadas. Essas testas podem ser sintetizadas pela própria ameba. 
Essas testas apresentam um padrão mais organizado. Ou podem ser formadas por 
partículas que grudam numa substancia que recobre a ameba. Em Arcella, a testa é feita de 
uma proteína que endurece apos ser secretada. A testa de Difflugia é formada a partir de 
partículas que são fagocitadas e depois exocitadas junto a um cimento que ajuda a gruda-
las. Uma teca orgânica com escamas silicosas podem ser observadas em Euglypha. 
Estas espécies projetam seu pseudopodes para fora das teças. As amebas são ligadas as 
testas por fios de protoplasma. 
Os gêneros Amoeba, Pelomyxa, Chaos, Arcella, Difflugia, Euglypha e Saccamoeba são 
os mais encontrados durante as praticas. Porém, outros gêneros podem aparecer nas 
amostras. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 154 
 
 
 
 
Amebas tecadas: 
 
 
Arcella sp. emitindo pseudopodes (Flickr, 
2011). 
 
 
Arcella gibbosa emitindo pseudopodes 
(Flickr, 2011). 
 
 
Arcella sp. vista de cima (Flickr, 2011). 
 
 
Difflugia acuminata somente a teca 
(Flickr, 2011). 
 
 
Difflugia sp. emitindo pseudopodes (Flickr, 
2011). 
 
 
Difflugia sp. celula saindo da teca (Flickr, 
2011). 
 
 
Euglypha sp. testa com projeções 
(espinhos) (Flickr, 2011). 
 
 
Euglypha sp. somente a testa (Flickr, 2011). 
P á g i n a | 155 
 
 
 
 
Euglypha sp. conteudo celular e 
espinhos na testa(Flickr, 2011). 
 
Amebas nuas: 
 
 
Saccamoeba sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Chaos sp. e seus pseudopodes 
digitiformes (Flickr,2011). 
 
 
Amoeba proteus (Flickr, 2011). 
 
 
Pelomyxa sp. sem pseudopodes (Flickr, 
2011). 
 
 
Astramoeba radiosa (Flickr, 2011). 
 
 
Amoeba sp. (Flickr, 2011). 
 
 
Pelomyxa sp. (Flickr, 2011). 
P á g i n a | 156 
 
 
 
 
Splendens sp. (Toronto Wildlife, 2011). 
 
Ceratiomyxa fruticulosa (Toronto 
Wildlife, 2011). 
 
 
Physarum polycephalum (Flickr, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 157 
 
 
 
Supergrupo Rhizaria 
 
Supergrupos formado protistas amebóides com espécies que variam amplamente em sua 
morfologia. Há formação de diferentes tipos de pseudopodes podendo ser reticulares, largos 
ou extremamente finos suportados por microtubulos. Suas mitocôndrias são tubulares. 
Muitos membros do supergrupo apresentam estruturas de proteção como tecas, testas de 
carbonato de calcio e esqueletos silicosos. A maioria é de vida livre, ocorrendo em água 
doce, água salgada e ambientes terrestres úmidos. 
O supergrupo é composto por 3 filos: 
 
- Actinopoda: ameboides dotados de axópodes, comuns no plâncton marinho 
- Foraminífera: ameboides com pseudópodos reticulosos e exoesqueleto de CaCO3, 
abundantes no mar. 
- Cercozoa: formado por ameboides dotados de pseudópodes finos e ramificados comuns 
no solo e em água doce. 
Analises moleculares confirma o parentesco entre eles. As mesmas analises separam o 
supergrupo de amoebozoarios, lembrando que flagelos nunca ocorrem em Rhizaria. 
 
Divisão Actinopoda 
 
Contem cerca de 4500 espécies distribuídas em 4 classes: Radiolaria, Phaeodaria, Heliozoa 
e Acantharia. Seus pseudopodes são finos conhecidos como axopodes e sustentados por um 
eixo interno de microtubulos. Esses axopodes funcionam para locomoção e alimentação. Sua 
mobilidade é menor se comparado aos amoebozoarios. Eles realizam contrações e distensões 
rápidas ao longo do próprio eixo longitudital. A locomoção em geral é passiva, sendo 
transportados pela água. Muitos apresentam esqueletos silicosos que são preservados em 
registros fosseis. Phaeodaria, Radiolaria e Acantharia são marinhos e planctônicos, enquanto 
que Heliozoa são predominantemente dulciaquicolas, habitando tanto o bentos quanto o 
plâncton. Esses heliozoarios podem se fixar ao substrato por um pedúnculo proteinaceo. 
 
 
Fig: Esquema de actinopoda. (Flickr, 2011). 
 
Algumas espécies apresentam microalgas realizando endossimbiose temporária ou 
associadas aos axopodes: são as zooxantelas e clorelas. Todos são heterotróficos. Possuem 
muitos vacúolos digestivos. As presas pequenas são digeridas neles e as presas grandes são 
digeridas extracelularmente. A maioria das espécies apresenta um núcleo que é oval. A 
reprodução pode ser assexuada ou sexuada, porem, esta ultima só foi confirmada para 
algumas espécies de heliozoarios. 
P á g i n a | 158 
 
 
 
 
 
Heliozoario. (Flikr, 2011). 
 
 
Actinispherium sp. (Flikr, 2011). 
 
 
Actinispherium sp. capturando partícula 
alimentar. (Flikr, 2011). 
 
 
Um heliozoario com plastos no seu interior. 
(Flikr, 2011). 
 
 
Clathrulina sp. com pedúnculo e axopodes 
retraídos. (Flikr, 2011). 
 
 
Várias testas de radiolarios. (Corbis, 2011). 
 
 
Diversos radiolarios. (Corbis, 2011). 
P á g i n a | 159 
 
 
 
Testas de varias especies de 
radiolarios. (Flikr, 2011). 
 
 
Radiolarios vivos. (Flikr, 2011). 
 
 
Outra testa de radiolario. (Flikr, 
2011). 
 
 
Radiolarios em meio ao plâncton. (Australian 
Museum, 2011). 
 
 
Diploconus fasces (OOVM, 2011). 
 
 
Diploconus fasces (OOVM, 2011). 
 
 
Phyllostaurus sp. (OOVM, 2011). 
P á g i n a | 160 
 
 
 
 Lithoptera mulleri (OOVM, 2011). 
 
 
Nassularian radiolarian (PIS, 2011). 
 
 
Clathrulina sp. (PIS, 2011). 
 
 
Rabdiophrys sp. (PIS, 2011). 
 
 
Acanthocystis sp. (PIS, 2011). 
 
 
Acanthocystis turfacea (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 161 
 
 
 
Acanthocystis aculeata (PIS, 2011). 
 
 
Acanthocystis sp. (PIS, 2011). 
 
 
Actinophrys sp. em divisão. (PIS, 
2011). 
 
 
Actinophrys sp. (PIS, 2011). 
 
Raphidiophrys sp. (PIS, 2011). 
 
 
Raphidiophrys sp. (PIS, 2011). 
 
 
Actinosphaerium sp. (PIS, 2011). 
 
 
Actinosphaerium sp. (PIS, 2011)
P á g i n a | 162 
 
 
 
Divisão Foraminífera 
 
Neste grupo encontram-se cerca de 40.000 especies descritas, sendo a maioria delas 
fosseis. Vivem no mar e em água doce, podendo ser bentônicos ou planctônicos. São todos 
heterotróficos, porém muitos abrigam algas endossimbiontes (clorofitas, diatomáceas, 
criptofitas, etc.), o que confere uma cor verde ou amarronzada ao foraminífero. Outros 
realizam cleptoplastia, mantendo somente o plasto no seu interior. Podem ser onívoros, 
carnívoros ou herbívoros, e se alimentam por fagocitose. 
Os pseudopodes servem para locomoção de formas bentônicas, que rastejam no substrato. 
A locomoção é realizada por reticulopodes, que são pseudopodes finos, que se 
interconectam e formam uma rede. Não há eixo central de microtubulos, como visto em 
actinopoda. 
Todos os foraminíferos são cobertos por uma testa feita de carbonato de cálcio. Elas 
podem ser secretadas ou formadas por aglutinações de materiais do ambiente, que confere 
um aspecto granuloso ao foraminífero. Elas são sinapomorfias dos foraminíferos e permite 
distinção entre as espécies de forma segura. Há câmaras interconectadas, na qual o 
protozoário de encontra. A abertura do forame marca a região ventral da testa. Devido a sua 
composição, as testas fornecem material fóssil. As testas apresentam grande diversidade 
morfológica. Rochas calcarias podem ser formadas a partir de foraminíferos. Depoisitos de 
testas não são comuns em águas profundas, pois a baixa temperatura e alta pressão tende a 
dissociação do carbonato de cálcio. 
O núcleo pode ser oval ou esférico, em múltiplos ou sozinhos. Tanto reprodução 
assexuada quanto sexuada ocorre no grupo. Fissão múltipla ou brotamento são os tipos de 
reprodução assexuada. Na reprodução sexuada ocorre alternância de gerações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 163 
 
 
 
 
 
Globigerinella siphonifera (OOVM, 2011). 
 
 
Globigerinella sp. (OOVM, 2011). 
 
 
Globigerinella sp. (OOVM, 2011). 
 
 
Elphidium sp. (UnderWater, 2011). 
 
 
Diversas testas de foraminíferos. (MJC, 2011). 
 
 
Textularia sp. (Quekett, 2011). 
 
P á g i n a | 164 
 
 
 
Elphidium crispum (Quekett, 2011). 
 
 
Peneroplis planatus (SciencePhotoLibrary, 
2011). 
 
 
Peneroplis planatus (SciencePhotoLibrary, 
2011). 
 
 
Nodosaria sp. (NaturaMediterraneo, 2011). 
 
 
Orbulina sp. (ICZN, 2011). 
 
 
Globigerina sp. (Corbis, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 165 
 
 
Divisão Cercozoa 
 
Organismos amebóides, com pseudopodes finos e ramificados. Eles partem de um ponto 
da célula numa forma arborescente. Ocorrem no mar, solo úmido e água doce. Flagelos 
nunca ocorrem neste grupo. São em sua maioria, heterotróficos. 
 
 
Fig: Esquema de cercozoa. 
 
• Cloraracniofitas 
 
Seres fotossintetizantes, originados de uma endossimbiose secundaria. Seus plastos 
possuem clorofilas a e b. Formam colônias reticuladres no substrato. Vivem no mar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 166 
 
 
 
 
 
Cercomonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
Cercomonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
Cercomonas sp. (EOL, 2011). 
 
 
 
Protaspis sp. (EOL, 2011). 
 
 
Protaspis sp. (EOL, 2011). 
 
 
Cercomonas sp. (PIS, 2011). 
 
P á g i n a | 167 
 
 
 
Monocercomonas sp. (EOL, 2011). 
 
• ChloraracniophytasChlorarachnion reptans (EOL, 2011). 
 
 
Chlorarachnion reptans (NIES, 2011). 
 
 
Chlorarachnion sp. (EOL, 2011). 
 
 
Bigelowiella sp. 
(EOL, 2011) 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 168 
 
 
Supergrupo Opisthokonta 
 
Grupo muito diversificado, formado por protistas, animais e fungos. Não há 
representantes com pigmentos fotossintéticos. Possuem um flagelo posterior liso que esta 
presente em algum estagio da vida do organismo. Alguns táxons perderam o flagelo 
secundariamente. As mitocôndrias possuem cristas planas. 
 
Divisão Choanoflagellata 
 
São pequenos, vivem tamto no mar quanto em água doce, possuem um flagelo posterior 
circundado por um colarinho, são loricados. Há cerca de 150 especies que podem ser livres 
ou coloniais. Alimentam-se de bactérias e partículas orgânicas. A reprodução é assexuada 
com formação de zoósporo ou de forma vegetativa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 169 
 
 
 
 
 
Vários coanoflagelados presos a uma 
alga. (Flickr, 2011). 
 
Coanoflagelados aderidos ao pedúnculo 
da Vorticella. (Flickr, 2011). 
 
 
Salpingoeca sp. 
(Flickr, 2011).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 170 
 
 
Anexo I 
 
Ciclos de vida das Algas: 
 
Tipos de gametas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
•isogamia - gametas moveis do 
 mesmo tamanho 
 
 
•anisogamia - gametas moveis 
 quase do mesmo tamanho 
 
 
 
•oogamia - gameta masculino pequeno e móvel, 
 gameta feminino grande e imóvel. 
P á g i n a | 171 
 
 
Clorofitas 
• Spirogyra sp. 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 172 
 
 
 
• Volvox sp. 
 
 
 
 
P á g i n a | 173 
 
 
 
• Chara sp. 
 
 
 
 
P á g i n a | 174 
 
 
• Codium tomentosum 
 
 
P á g i n a | 175 
 
 
• Acetabulária acetabulum 
 
 
 
 
P á g i n a | 176 
 
 
• Ulva lactuca 
 
 
 
P á g i n a | 177 
 
 
• Urospora mirabilis 
 
 
P á g i n a | 178 
 
 
Rhodophyta 
• Porphyra umbilicalis 
 
 
P á g i n a | 179 
 
 
• Asparagopsis armata 
 
 
P á g i n a | 180 
 
 
Phaeophyceae 
• Fucus vesiculosus 
 
 
 
P á g i n a | 181 
 
 
• Ectocarpus siliculosus 
 
 
 
 
P á g i n a | 182 
 
 
• Dictyota dichotoma 
 
 
 
P á g i n a | 183 
 
 
• Laminaria flexicaulis 
 
 
 
 
P á g i n a | 184 
 
 
• Cutleria multifida 
 
 
 
P á g i n a | 185 
 
 
Dinoflagellata 
• Glenodinium lubiniensiforme 
 
 
 
P á g i n a | 186 
 
 
Anexo II 
 
Ciclo de vida de parasitas 
 
Esatagipos de Tripanossomatideos. 
 
 
Fig: Formas de tripanossomatideos (Phycology, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 187 
 
 
• Trypanosoma cruzi 
 
 
 
• Leishmania sp. 
 
 
P á g i n a | 188 
 
 
 
• Plasmodium sp. 
 
 
 
• Babesia sp. 
 
P á g i n a | 189 
 
 
 
• Toxoplasma gondii 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Giardia lamblia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P á g i n a | 190 
 
 
Bibliografias 
 
Sites 
 
Algae Resource Database, 2009. Disponível em: 
http://www.shigen.nig.ac.jp/algae/top.jsp;jsessionid=4FBA38F301554F278FE674304025
F7D5.lb1. Acessado em: 09/08/2011. 
Arizona State University, 2011. Disponível em: http://www.savalli.us/. Acessado em: 19/08/2011. 
Atlas Protozoa, 2010. Disponível em: http://www.atlas-protozoa.com/index.php. Acessado 
em: 09/08/2011 
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