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Fichamento 
- Antonio Gramsci –Cadernos do Cárcere-vol.4-
-Caderno 22- Americanismo e fordismo-
“...Pode-se dizer, de modo genérico, que o americanismo e o fordismo resultam da necessidade imanente de chegar à organização de uma economia programática e que os diversos problemas examinados deveriam ser os elos da cadeia que marcam precisamente a passagens do velho individualismo econômico para a economia programática...”(Pag:241)
“...Na Europa, as diversas tentativas de introduzir alguns aspectos do americanismo e do fordismo são devidas à velha camada plutocrática, q gostaria de conciliar o que, até prova em contrário, parece inconciliável: a velha e anacr6nica estrutura social-demográfica europeia com uma forma moderníssima de produção e de modo de trabalhar, corno aquela oferecida pelo tipo americano mais aperfeiçoado, a indústria de Henry Ford...”(Pag:242)
“...O americanismo, em sua forma mais completa, exige uma condição preliminar, da qual não se ocuparam os americanos que trataram destes problemas, já que na América ela existe "naturalmente": esta condição pode ser chamada de "unia composição demográfica racional", que consiste no fato de que não existem classes numerosas sem uma função essencial no mundo produtivo, isto é, classes absolutamente parasitarias...”(Pag:243)
“...Esta estrutura econômico-social de Nápoles (sobre a qual hoje e possível ,através da atividades dos conselhos provinciais da economia corporativa, ter informações bastante exatas )explica grande parte da cidade ,tão plena de contradições aparentes e de espinhosos problemas políticos ...”(Pag:244)
“...uma outra fonte de parasitismo absoluto foi sempre a administração do estado .Renato Spaventa calculou que ,na Itália ,um decimo da população (cerca de quatro milhões de habitantes)vive a custa do orçamento estatal...” (Pag:245)
“...A composição da população italiana já se tornara "malsã" por causa da emigração a longo prazo e da escassa ocupação das mulheres nos trabalhos que produzem novos bens; a relação entre população potencialmente" ativa e população passiva era uma das mais desfavoráveis da Europa (cf. as pesquisas sobre isso do Prof. Mortara, por exemplo, nas Prospettiue economiche de 1922)...”(Pag:246)
“...A América não tem grandes "tradições históricas e culturais”, mas tampouco está sufocada por esta camada de chumbo: é esta uma das principais razões - certamente mais importante do que a chamada riqueza natural - de sua formidável acumulação de capitais, malgrado o nível de vida de suas classes populares ser superior ao europeu. A inexistência dessas sedimentações viscosamente parasitárias, legadas fases históricas passadas, permitiu uma base sadia para a indústria e, em especial, para o comércio, possibilitando a redução cada vez maior da função econômica representada pelos transportes e pelo comércio a uma real atividade subordinada à produção, ou melhor, a tentativa de incorporar estas atividades a própria atividade produtiva (cf. os experimentos feitos por Ford e as economias obtidas por sua fábrica através da gestão direta do transporte e do comércio da mercadoria produzida, economias que influíram sobre os custos de produção, ou seja, que permitiram melhores salários e menores preços de venda)...”(Pag:247)
“...A função econômica da reprodução: ela não é apenas um fato geral, que interessa à sociedade em seu conjunto, para a qual é necessária uma determinada proporção entre as diversas atividades. Tendo em vista a produção e a manutenção da parte passiva da população (passiva em sentido normal, por idade, por invalidez, etc.), mas é também um fato "molecular", interior aos menores aglomerados econômicos, como a família...”(Pag:250)
“...Uma relação semelhante, mas com consequências antieconômicas de maior relevo, tem lugar, em toda uma série de Estados, entre as cidades industriais de baixa natalidade e o campo prolífico: a vida na indústria exige um aprendizado geral, um processo de adaptação psicofísica a determinadas condições de trabalho, de nutrição, de habitação, de costumes, etc., que não é algo inato, "natural", mas exige ser adquirido, ao passo que as características urbanas adquiridas são transferidas por herança ou absorvidas no decorrer da infância e da adolescência...”(Pag:251)
“...Por outro lado, é necessário encaminhar esta regulamentação e a criação de uma nova ética. Deve-se observar como os industriais ( especialmente Ford) se interessaram pelas ações sexuais de seus empregados e, em geral, pela organização de suas famílias; a aparência de "puritanismo" assumida por este interesse (como no caso do proibicionismo) não deve levar a avaliações erradas; a verdade é que não se pode desenvolver o novo tipo de homem exigido pela racionalização da produção e do trabalho enquanto o instinto sexual não for adequadamente regulamentado, não for também ele racionalizado...”(Pag:252)
“...De qualquer modo, deve-se notar como a polêmica "literária" entre super-regionalismo e supercosmopolitismo foi tão-somente um indício fugaz da polêmica entre o conservadorismo parasitário e as tendências inovadoras da sociedade italiana...”(Pag:253)
“...Deve-se observar como não se tentou aplicar ao americanisrmo a pequena fórmula de Gentile sobre a filosofia que não se enuncia através de fórmulas mas se afirma na ação"; trata-se de algo significativo e instrutivo porque, se a fórmula tem algum valor, é precisamente o americanismo que pode reivindicá-lo [19]. Ao contrário, quando se fala do americanismo, considera-se que ele é "mecanicista", grosseiro, brutal, isto é, pura ação", contrapondo-se a ele a tradição, etc Mas esta tradição, etc., por que não é assumida também como base filosófica, como a filosofia enunciada em fórmulas daqueles movimentos os para os quais, ao cenário , a "filosofia se afirma na ação"? Esta contradição pode explicar muitas coisas: por exemplo a diferença entre a ação real, que modifica essencialmente tanto o homem como a realidade exterior (isto é, a cultura real), que é o americanismo, e o ridículo espírito de gladiador que se autoproclama ação e que só modifica as palavras e não as coisas, o gesto exterior e não o interior do homem...”(Pag:254)
“...Fovel sempre teve a aspiração de se tornar um grande líder político, mas não conseguiu porque lhe faltam algumas fundamentais: a força de vontade dirigida a um único objetivo e a não-volubilidade intelectual à maneira de Missiroli; de resto, ele frequentemente se vinculou abertamente a pequenos interesses mesquinhos...”(Pag:255)
“...o que parece significativo na tese de Fovel ,resumida por Pagne , e sua concepção da corporação como bloco industrial produtivo, autônomo destinado a resolver em sentido moderno e acentuadamente capitalista o problema de um ulterior desenvolvimento do aparelho econômico italiano ,contra os elementos semifeudais e parasitários da sociedade que se apropriam de uma parcela excessivamente vultosa da mais-valia , contra os chamados “produtores de poupança”...(Pag:256)
“...as maiores deficiências de Fovel consistem em negligenciar a função econômica que o estado sempre teve na Itália por causa da desconfiança dos poupadores em relação ao industriais ,bem como o fato de negligenciar que o fato de que a orientação corporativa não surgiu das exigências de uma transformação das condições técnicas das industrias ,nem mesmo daquelas de uma nova politica econômica, exigências agravadas pela crise de 1929...” (Pag:257)
“...além destas considerações, apresenta-se uma outra série de questões: o movimento corporativo existe e, sob alguns aspectos, as realizações jurídicas já ocorridas criaram condições formais nas quais a transformação técnico-econômica pode se verificar em larga escala, já que os operários não podem se opor a tal transformação nem podem lutar para se tornarem eles mesmos seus porta-bandeiras...”(Pag:258)
“...O Estado cria novos rentistas ou seja, promove as velhas formas de acumulação parasitaria da população e tende a criar quadros sociais fechados. Na Realidade até agora, a orientaçãocorporativa funcionou para defender posições ameaçadas de classes médias, não para eliminá-las, e está se tornando cada vez mais, em função dos interesses constituídos que surgem sobre a velha base, uma máquina de conservação do que existe tal como existe uma mola propulsora...”(Pag:259)
“...De qualquer modo, O processo seria tão longo e encontraria tantas dificuldades que, nesse meio tempo, novos interesses podem se constituir e fazer uma nova oposição tenaz ao desenvolvimento de tal processo a ponto de truncá-lo...”(Pag:260)
“...A qualidade deveria ser atribuída aos homens e não as coisas: e a qualidade humana eleva-se e se refina na medida em que o homem satisfaz um número maior de necessidades e, portanto, torna-se independente delas...”(Pag:261)
“...Mas todo novo modo de viver, no período em que se impõe a luta contra o velho, não foi sempre, durante um cerro tempo, o resultado de uma coerção mecânica? Até mesmo os instintos que haja devem ser superados como ainda demasiadamente "animalescos” foram, na realidade, um notável progresso em relação aos anteriores, ainda mais primitivos: quem poderia descrever o "custo", em vidas humanas e em dolorosas repressões dos instintos, da passagem do nomadismo à vida sedentária e agrícola? Aqui se inserem as primeiras formas de servidão da gleba e das profissões, etc...”(Pag:262)
“...As crises de libertinismo foram numerosas: toda época histórica teve a sua. Quando a pressão coercitiva é exercida sobre todo o complexo social (e isso ocorre sobretudo depois da queda da escravidão e do advento do cristianismo), desenvolvem-se ideologias puritanas, que dá6 a forma exterior da persuasão e do consenso ao uso intrínseco da força...” (Pag:263)
“...É preciso insisti r no fato de que, no terreno sexual. o fator ideológico mais depravam-te e “regressivo” é a concepção iluminista e libertária própria das classe não ligadas estritamente ao trabalho produtivo, concepção que, a partir dessas classes, contagia as classes trabalhadoras...”(Pag:264)
“...A crise pode se torna “permanente”, ou seja, de Perspectiva catastrófica, já que só a coerção poderá definila, uma coerção de novo tipo, na medida em que exercida pela elite de uma classe sobre a própria classe; só pode ser uma auto coerção, ou seja, uma autodisciplina...”(Pag:265)
“...Na América, a racionalização do trabalho e o proibicionismo estão indubitavelmente ligados: as investigações dos industriais sobre vida intima dos operários, OS serviços de inspeção criados por algum empresas para controlar a “moralidade" dos operários são necessidades do novo método de trabalho...” (Pag:266)
“...O industrial americano se preocupa em manter a continuidade da eficiência física do trabalhador, de sua eficiência muscular-nervosa: é de seu interesse ter um quadro estável de trabalhadores qualificados, um conjunto permanentemente harmonizado, já que também o complexo humano (o trabalhador coletivo) de uma empresa é uma maquina que não deve ser excessivamente desmontada com frequência ou ter suas peças individuais renovadas constantemente sem que isso provoque grandes perdas...”(Pag:267)
“... As tentativas feitas por Ford para intervir, com um corpo de inspetores, na vida privada de seus empregados e para controlar como eles gastava os salários e como viviam são um indicio destas tendências ainda "privadas" ou latentes, que podem se tornar, num certo ponto, ideologia estatal, articulando-se com o puritanismo tradicional, ou seja, apresentando-se como um renascimento da moral dos pioneiros, do “verdadeiro” americanismo, etc...”(Pag:268)
“...Este conjunto de constrangimentos e coerções diretos e indiretos exercidos sobre a massa produzirá certamente resultados; e surgirá assim uma nova forma de união sexual, cujo traço característico fundamental parece dever ser a monogamia e a estabilidade relativa...”(Pag:269)
“...estes fenômenos ,característicos das classes altas ,tornarão mais difícil a coerção sobre as massas trabalhadoras para adequá-las as necessidades da grande indústria ; de qualquer modo ,determinam uma fratura psicologia e aceleram a cristalização e a saturação dos grupos sociais ,tornando evidente sua transformação ...”(Pag:270)
“...o interesse do trabalhador pelo conteúdo intelectual do texto mede-se por seus erros ,ou seja ,é uma deficiência profissional :sua qualificação e avaliada precisamente pelo seu desinteresse intelectual ,isto é ,por sua “mecanização”...” (Pag:271)
“...quando o processo de adaptação se completou ,verifica-se na realidade que o cérebro do operário ,em vez de mumificar-se alcançou um estado de completa liberdade...” (Pag:272)
“...Na realidade a indústria americana que paga altos salários desfruta ainda de um monopólio que resulta do fato de ter iniciativa dos novos métodos ;aos lucros de monopólio correspondem salários de monopólio .Mas o monopólio será necessariamente limitado...”(Pag:273)
“... A instabilidade do quadro de trabalhadores qualificados demonstra que as condições normais de concorrência entre os operários (diferença de salário) só atuam, no que se refere à indústria Ford, dentro de certos limites: não atua O diferente nível entre as mediadas salariais e não atua a pressão do exército de reserva dos desempregado. Isto significa que se deve procurar, na indústria Ford, algum elemento novo, que será a origem real tanto dos ''altos salários" como dos outros fenômenos referidos (instabilidade, etç)...”(Pag:274)
“...Em medida limitada, mas ainda assim relevante, verificavam-se e verificam-se fenômenos semelhantes àqueles determinados em larga escala pelo fordismo em certos ramos da indústria ou em estabelecimentos não "fordizados". Constituir um quadro orgânico e bem articulado de operários fabris qualificados OU uma equipe de trabalho especializada jamais foi tarefa simples: ora, uma vez constituídos esse quadro e essa equipe, seus componentes, ou parte deles, acabam por vezes não só se beneficiando com um salário de monopólio, mas também não são demitidos no caso de uma redução temporária da produção; seria antieconômico dispersar os elementos de um rodo orgânico constituído com esforço, já que seria quase impossível voltar a agrupa-los, na medida em que a reconstrução deste todo com elementos novos, aleatórios, custaria tentativas e gastos não indiferentes...”(Pag:275)
“...O sistema que o Governo Italiano intensificou nestes anos (prosseguindo uma tradição já existente, ainda que em menor escala )parece ser o mais racional e orgânico ,pelo menos para um grupo de países :mas que consequências poderá ter ?Diferenças entre ações ordinárias e ações preferenciais entre estas e as obrigações e entre ações e obrigações do mercado livre e obrigações e títulos do estado ...”(Pag:276)
“...O estado e assim investido de uma função de primeiro plano no sistema capitalista ,como empresa (holding estatal)que concentra a poupança a ser posta a disposição da indústria e da atividade privada ,como investidor a médio e longo prazo (criação italiana dos vários institutos de credito mobiliário ,de reconstrução industrial ,etc ; transformação do Banco comercial ,consolidação das Caixa Econômicas criação de novas formas na poupança postal , etc)...”(Pag:277)
“...Deste conjunto de exigências, nem sempre confessadas, nasce a justificação histórica das chamadas tendências corporativas, que se manifestam predominantemente como exaltação do Estado em geral, concebido como algo absoluto, e como desconfiança e aversão em face das formas tradicionais do capitalismo. Daí se segue que, teoricamente te, o Estado parece ter sua base político-social na "gente miúda" e n intelectuais; mas, na realidade, sua estrutura permanece plutocrática torna-se impossível romper as ligações com o grande capital financeiro: de resto, é o próprio Estado que se torna o maior organismo plutocrático, a hoolding das grandes massas de poupança dos peque capitalistas...”(Pag:278)
“...Mas o problema não é saber se na América existe uma nova civilização, uma nova cultura, mesmo que ainda no estado de "farol",e se elas estão invadindo ou já invadiram a Europa: se o problema tivesse de ser posto assim, a resposta seria fácil: não, não existe, etc., e, de resto, o que se faz na América é apenas remoer a velha cultura europeia...”(Pag:279)
“...os elementos de "nova cultura" e de "novo modo de vida" que hoje se difundem sob a etiqueta americana não passam das primeiras tentativas feitas As cegas, devidas não tanto a uma "ordem" que nasce de uma nova estrutura, que ainda- não se formou, mas à iniciativa superficial e macaqueadora dos elementos que começam a se sentir socialmente deslocados pela ação (ainda destrutiva e dissolutora) da nova estrutura em formação. O que hoje é chamado de "americanismo" é em grande parte a critica antecipada feita pelas velhas camadas que serão esmagadas pela possível nova ordem e que já são vitimas de uma - onda de pânico social, de dissolução, de desespero; é uma tentativa de reação inconsciente de quem é impotente para reconstruir e toma como ponto de apoio os aspectos negativos da transformação. Não é do grupos sociais "condenados" pela nova ordem que se pode esperar reconstrução, mas sim daqueles que estão criando, por imposição através do próprio sofrimento, as bases materiais desta nova ordem estes últimos "devem" encontrar o sistema de vida "original" e não marca americana, a fim de transformarem em "liberdade" o que hoje “necessidade"...”(Pag:280)
“...Que não se trate, no caso do americanismo (entendido não só como ida de bar, mas também como ideologia do Rotary Club), de um novo tipo de civilização, é algo que pode ser deduzido do fato de que nada mudou no caráter e nas relações dos grupos fundamentais: trata-se de um prolongamento orgânico e de uma intensificação da civilização europeia, que apenas assumiu uma nova epiderme no clima americano. A observação de Pirandello sobre a oposição que o americanismo encontra em Paris (mas no Creusot?) e sobre a acolhida imediata que teria tido em Berlim prova, de qualquer modo, a diferença não de natureza, mas apenas de grau, em relação ao "europeísmo’’. Em Berlim, as c1asses médias já haviam sido arruinadas pela guerra e pela inflação, e a indústria berlinense, em seu conjunto, tem características diferentes da parisiense: as classes médias francesas não sofreram as crises ocasionais, como a inflação alemã , nem a crise orgânica de 1929 e ss., com o mesmo ritmo acelerado registrado na Alemanha. Por isso, ê verdade que em Paris o americanismo aparece como um cosmético, como superficial moda estrangeira...”(Pag:281)

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