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Leila Abboud Dias Carneiro Duas formas Responsável pela doença do sono ou tripanossomíase africana que é uma doença frequentemente fatal. África Ocidental Angola e Guiné-Bissau África Oriental Moçambique T. brucei gambiense Forma crônica T. brucei rhodesiense Subespécies Forma aguda � parasita eucariótico unicelular, possuindo corpo alongado, núcleo central, apenas uma mitocôndria alongada que alberga o cinetoplasto local onde encontra- se oDNA mitocondrial; � possui um flagelo que lhe confere motilidade. Sua membrana celular ondulante, sendo assim em consequência dos movimentos flagelares, é coberta com glicoproteínas que despertam pouca reação imunológica, permitindo que este parasita passe despercebido. •30 mil novos casos notificados a cada ano •estima-se 150 mil casos por ano•estima-se 150 mil casos por ano •se não tratada é quase sempre fatal •100 mil óbitos anualmente (OMS) � da mãe para o feto (transmissão vertical, resultando na morte deste); � em laboratório, pelo contato com o sangue contaminado; � transplante de órgãos de uma pessoa infectada para uma sadia; �também pode correr por transfusão sanguínea e contato sexual. � Presente na saliva da mosca, sendo injetado nos seres humanos quando essas alimentam-se do sangue destes. Não invade as células, alimentam-se e multiplicam-se nos � Não invade as células, alimentam-se e multiplicam-se nos fluidos corporais. � Por conseguinte, uma mosca do gênero Glossina infecta-se quando se alimenta com o sangue de um indivíduo contaminado. �Durante o período de um mês, este parasita se multiplica no organismo desse inseto, assumindo diversas formas, invadindo, por fim, as glândulas salivares da mosca. � Após a picada, o parasita irá multiplicar-se localmente por aproximadamente 3 dias, podendo resultar em um inchado edematoso, denominado cancro tripanossômico, que tende a sumir dentro de 3 semanas. � Na maior parte dos casos por T. brucei gambiense, não há o aparecimento desse inchaço; já no caso de infecção pelo T. brucei rhodesiense, aproximadamente 50% dos casos há o surgimento do edema. •estaria relacionada com mecanismos imunológicos e reações de hipersensibilidade •importante anemia (motivos desconhecidos) •lesões renais e de outros tecidos •hipertrofia dos gânglios linfáticos (variações antigênicas do parasito= intenso estímulo)intenso estímulo) •imunodepressão – susceptibilidade a infecções recorrentes, princ. aparelho respiratório •sistema nervoso: lesões conduzem a meningoencefalite � Surgem na fase de parasitemia ou replicação do parasita que multiplica-se na corrente sanguínea, a maioria deles com a mesma glicoproteína de membrana. � Inicialmente, as manifestações clínicas recorrentes são febre, tremores, dores musculares e articulares, linfadenopatia, mal estar, redução de peso, anemia e trombocitopenia.estar, redução de peso, anemia e trombocitopenia. � A infecção causada pelo T. brucei rhodesiense pode resultar em insuficiência cardíaca. Na fase aguda, é comum haver hiperatividade. �Tipicamente, os sintomas desse quadro são as convulsões epilépticas, sonolência e apatia evoluindo para o coma. O paciente progride para o óbito dentro de seis meses a seis anos após a infecção por T. brucei gambiense, e normalmente antes de seis meses para a T. brucei rhodesiense. �Tardiamente, aparece o quadro neurológico.�Tardiamente, aparece o quadro neurológico. �Na infecção por T. brucei gambiense o acometimento cerebral habitualmente se dá após 6 meses de progressão, enquanto que a T. brucei rhodesiense pode alcançá-lo dentro de apenas algumas semanas. � O diagnóstico normalmente é alcançado pela detecção microscópica do parasita no sangue ou líquor. � Outra técnica utilizada é a inoculação do sangue em cobaias, caso a parasitemia seja baixa, ou também, a detecção do seu DNA pelo PCR. � Existem vários tratamentos seguros para esta afecção; no entanto, os efeitos colaterais são fortes e os pacientes normalmente necessitam ser examinados nos anos seguintes para que seja certificado que o parasita foi realmente eliminado e não houve desenvolvimento de resistência pelo tratamento utilizado. � O tratamento com pentamidina é eficaz na fase aguda pela infecção por T. brucei gambiense, e a suramina contra T. brucei rhodesiense. Nos casos de comprometimento cerebral, o quadro pode ser irreversível. Fonte: www.infoescola. com , por Déborah C. Meldau Reino ANIMALIA Filo ARTHROPODA Sub-Filo ATELOCERATA Classe HEXAPODA / INSECTAClasse HEXAPODA / INSECTA Ordem DIPTERA Sub-Ordem BRACHYCERA (MOSCAS) Família MUSCIDAE Gênero GLOSSINA