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C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
BORBOLETA PARA CAlXllHO PARA JANELA 
00 TIP0 GUlLHOTlkA - PAbRA SUPERIOR 
02.243 
NBR 8213 
EspecificaqZio 
OUT/1983 
SUMARIa 
1 Objetivo 
2 Defini@es 
3 CondiG& gerais 
4 Condi@es especificas 
5 Inspe@o 
6 Aceita@o e rejei@o 
1 OBJETIVO 
Esta Norma fixa as condicGes exigiveis na fabricacso, dimensionamento e especifi - 
catso de borboleta para caixilho para janela do tipo guilhotina, padrzo super 
rior, a ser empregado em edificacges. 
2 DEFINI@ES 
Para OS efeitos desta Norma szo adotadas as definicoes de 2.1 a 2.5. 
2.1 BorboZeta 
Mecanismo que permite dar dois posicionamentos nos caixilhos das esquadrias, ten - 
do a caracteristica de SKY independente para cada caixilho. 
2.2 corpo 
Peca que f 
queio. 
ixa o conjunto no batente e serve de eixo para o movimento de blo- 
2.3 Asa 
Conjunto de duas pecas que giram na horizontal bloqueando ou liberando OS caixi- 
1 hos cada uma i ndependentemente. 
2.4 Eixo 
Peca solid&-ia corn o corpo e asa formando conjunto e dando movimento ao mesmo. 
Origem: ABNT 2:02.01-039/83 
CB-2 - Comiti Brasileiro de Constru@o Civil 
CE-2:02.01 - Comissfio de Estudo de Fechadura 
SISTEMA NACIONAL DE ABNT - AssOaACAO BRASILEIRA 
METROLOGIA, NORMALIZACAO DE NORMAS T&NlCAS 
E QUALlDADE INDUSTRIAL tB 
pa(wn-cho~: borboleta. janela. 
I 
NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA 
~~~- 
CW: 683.353.1 Todos 01 dimitos mewados 4 p5ginas 
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2.5 Caixi Zho 
Element0 construtivo constituido de uma ou mais folhas nas quais se fixam as cha - 
pas de vidro. 
3 CONDI@ES GERAIS 
3.1 Este tipo de borboleta possui combinados OS elementos definidos nesta Nor- 
ma, conforme mostra a Figura e Tabela 1. 
cotas em mm 
FIGURA 
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NBR 821311983 
TABELA 1 - Especifiaq$io dos componentes 
3 
Componen tes 
1 - 2 asa 
3 corpo 
4 eixo 
5 parafuso 
Material Espessura 
min. (mm) 
zama k 4 
t latso 195 
zama k 4 
1 atso 295 
1 at50 
aw 
Superf icie Aca bamen to 
isenta de re c romado 
barbas - 
isenta de re cromado 
barbas - 
I cromado 
pol ida I cromado 
3.2 As diversas peGas da borboleta devem ser construidas corn OS materiais espy 
cificados da Tabela 1, ou corn materiais de caracteristicas fisicas equivalentes 
ou superiores aos citados. 
3.3 A borboleta deve ter suas dimens6es minimas conforme as especificadas na 
Tabela 1 e Figura e ter seu funcionamento conforme 2.1. 
3.4 A protesao e embelezamento aplicados ,?I superficie das peGas sso dados pe- 
lo acabamento, onde set-i colocada a marca do fabricante. 
3.5 Por superficie entende-se o estado em que a face externa das peGas deve se 
apresentar para 0 funcionamento. 
3.6 As borboletas devem ser acondicionadas em inv6lucros de modo a garantir a 
permanhcia de todas as caracteristicas do produto. 
4 CONDIC6ES ESPECCFICAS 
A resisthcia mecgnica da borboleta 6 garantida pela espessura minima constante 
na Tabela 1. 
5 INSPECiiO 
5.1 Local 
A inspeCs 6 realizada no local de entrega dos produtos ou em laborathio, quan - 
do da receptzo dos mesmos pelo consumidor. 
5.2 Seqiie’ncia dos -trabaZhos da inspe&o 
52.1 Sio verificados no local da recepsao, atravgs da inspetio visual, no mi - 
nimo, OS requisitos de dimensao, funcionamento e acabamento. 
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5.2.2 Sso verificados em laboratorio, simulando uma utilizacgo prolongada do 
produto por meio de recursos mekicos, a durabilidade e OS esforcos a que o mes - 
mo pode ser submetido. 
5.3 Amostragem 
5.3.1 0 nGmero de amostras a retirar do lote para a inspeczo visual 6 de acordo 
corn a Tabela 2. 
TABELA 2 - Formaqio da amostra 
Tamanho do lote para amostragem 
I 
No de amostra a reti rar 
la 50 
I 
1 
51 a 100 
I 
2 
101 a 200 I 3 
201 a 500 I 4 
501 a 1000 
I 
5 
1001 e mais I 0,5% do total 
5.3.2 Cada amostra retirada do lote constitui urn corpo-de-prova. 
6 ACElTACiiO E REJEIC?iO 
6.1 Se as amostras retiradas conforme a Tabela 2 atenderem 2s prescricoes desta 
Norma, o lote e aceito. 
6.2 Se qualquer corpo-de-prova apresentar defeito de fabricaC:o ou falha de fun- 
cionamento, e substituido por outro. 
6.3 Para lotes de ate 100 unidades, se qualquer amostra falhar, o lote pode ser 
rejeitado ou o comprador pode ensaiar cada uma das pecas separadamente e rejei- 
tar apenas as reprovadas. 
6.4 Se for obtido qualquer valor dimensional diferente, falha de funcionamento 
e de acabamento, inclusive na repeticzo do ensaio, o lote e rejeitado. 
IMPRESSA NA ABNT - RIO DE JANEIRO

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