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•••• A via permanente da ferrovia 
Texto atualizado em 26 de Fevereiro de 2008 - 
 
por Sílvio dos Santos * 
 
 
Caros leitores, 
 
Hoje, vamos dar uma pequena idéia da via permanente, que 
constitui a linha por onde os trens trafegam. 
 
************************* 
 
A linha por onde o trem circula é denominada de via 
permanente, sendo composta por diversos elementos, cada um 
com uma função específica. Para ilustrar este artigo, 
utilizaremos quadros e figuras elaboradas pelo ferroviário 
Telmo Giolito Porto, professor da Escola Politécnica da 
Universidade de São Paulo, como já fizemos no tema 
sinalização ferroviária. 
 
 
 
 
A via permanente é composta pelos trilhos, dormentes, lastro, 
sub-lastro e sub-leito, além das fixações e placas de apoio que 
unem os trilhos aos dormentes. 
 
As barras dos trilhos têm o comprimento de 12 ou 18 metros e 
são unidas por meio de talas de junção ou soldadas, formando 
assim um trilho contínuo. 
 
 
 
A soldagem dos trilhos pode ser feita em um estaleiro de solda 
no canteiro de obra ou no próprio local. Enquanto no canteiro 
se obtém uma melhor qualidade, existe a dificuldade do 
transporte das barras soldadas que atingem centenas de 
metros. 
 
 
 
 
 
 
Os trilhos são assentados sobre as placas de apoio e são presos 
aos dormentes através das fixações que podem ser rígidas ou 
elásticas. Os retensores também auxiliam a manter o 
alinhamento dos trilhos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os dormentes usualmente são de madeira ou de concreto, os 
quais ficam assentados no lastro que é composto de pedra 
britada com uma granulometria específica. Sob o lastro, são 
executadas ainda duas outras camadas: a de sub-lastro e a de 
sub-leito, que têm função de distribuir ao solo os pesos e 
esforços que todo o conjunto da via permanente está 
submetido. 
 
Em função da utilização desses diversos componentes, que 
devem estar sempre ajustados, a execução de uma ferrovia é 
onerosa e necessita de manutenção permanente para que 
todos os componentes possam trabalhar adequadamente. 
 
 Por exemplo, se em uma rodovia ocorrer um pequeno 
recalque devido a problema de adensamento de solo, o 
conjunto do pavimento acompanha esse recalque formando 
uma depressão e o rodado do caminhão também acompanha a 
nova conformação da pista de rolamento. Na ferrovia, esse 
pequeno recalque provocaria um descarrilamento, pois todo o 
conjunto desde os trilhos, fixações e dormentes ficariam 
desalinhados e deixariam de guiar as rodas do trem. 
 
 
 
 
 
 
Em função dessas características, acrescidas da pequena 
inclinação longitudinal, rampa até 1%, e de raios amplos, 
maiores que 500 metros, que os trens longos e pesados 
necessitam, o custo de implantação de uma ferrovia (trens de 
carga com locomotivas diesel) é em média de 4 a 5 vezes o de 
uma rodovia de pista simples. Entretanto deve-se lembrar que 
o custo operacional de uma ferrovia moderna é da ordem US$ 
20,00/1.000 tku (tonelada x quilometro útil), enquanto o da 
rodovia supera os US$ 35,00/1.000 tku. 
 
Referências bibliográficas 
Um Estudo Sobre a Participação do Modal Ferroviário no Transporte de Cargas 
no Brasil, dissertação de mestrado UFSC, Sílvio dos Santos - 2005. 
www.poli.usp.br/d/ptr2501

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