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UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA GRADUAÇÃO TECNOLOGICA EM LOGÍSTICA LAIANA MARIANO AZEDIAS LEGISLAÇÃO APLICADA A LOGÍSTICA. RIO DE JANEIRO 2017 LAIANA MARIANO AZEDIAS LEGISLAÇÃO APLICADA A LOGÍSTICA Trabalho referente a disciplina De Legislação Aplicada a Logística da Universidade Veiga de Almeida, Orientada pelo Tutor, JOSE MAURO BAPTISTA BIANCHI, Realizado pela aluna, Laiana Mariano Azedias. RIO DE JANEIRO 2017 SUMARIO INTRODUÇÃO 4 CONTEUDO 5 BIBLIOGRAFIA 7 INTRODUÇÃO Nos procedimentos fiscais na esfera do Governo Federal, sobre os tributos da competência da Receita Federal do Brasil, como o IRPJ e a CSLL, seguindo a Portaria RFB no 1.687, de 2014, artigo 2º, a fiscalização inicia-se com a emissão: I.Termo de Distribuição de Procedimento Fiscal de Fiscalização (TDPF-F), para instauração de procedimento de fiscalização. II.Termo de Distribuição de Procedimento Fiscal de Diligência (TDPF-D), para realização de diligência. III.Termo de Distribuição de Procedimento Fiscal Especial (TDPF-E), para prevenção de risco de subtração de prova. Para a RFB, o procedimento fiscal pode acontecer de duas formas básicas, a primeira a fiscalização em si, a outra é a diligência. Explique e exemplifique cada uma delas. CONTEUDO Art. 2º Os procedimentos fiscais relativos a tributos e ao controle aduaneiro do comércio exterior administrados pela RFB serão instaurados e executados pelos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, na forma do art. 7º do Decreto nº 70.235, de 6 de março de 1972, observada a emissão de: I – Termo de Distribuição de Procedimento Fiscal de Fiscalização (TDPF-F), para instauração de procedimento de fiscalização; II – Termo de Distribuição de Procedimento Fiscal de Diligência (TDPF-D), para realização de diligência; e III – Termo de Distribuição de Procedimento Fiscal Especial (TDPF-E), para prevenção de risco de subtração de prova. Art. 3º Para os fins desta Portaria, entende-se por procedimento fiscal: I - de fiscalização: ações que tenham por objeto a verificação quanto ao correto cumprimento das obrigações tributárias por parte do sujeito passivo, relativas aos tributos administrados pela RFB, bem como sobre a aplicação da legislação do comércio exterior, podendo resultar em constituição de crédito tributário, redução de prejuízo fiscal ou base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), glosa de crédito em análise de restituição, ressarcimento, reembolso ou compensação, apreensão de mercadorias, representações fiscais, aplicação de sanções administrativas ou exigências de direitos comerciais; II - de diligência: ações que tenham por objeto a coleta de informações ou outros elementos de interesse da administração tributária, inclusive para atender exigência de instrução processual. Parágrafo único. O procedimento fiscal poderá implicar a lavratura de auto de infração, notificação de lançamento, despacho decisório de indeferimento de crédito ou não homologação de compensação ou a apreensão de documentos, materiais, livros e assemelhados, inclusive em meio digital. O Termo de Distribuição do Procedimento Fiscal - TDPF conterá: a) A numeração de identificação e controle; b) Os dados identificadores do sujeito passivo; c) A natureza do procedimento fiscal a ser executado (fiscalização ou diligência); d) O prazo para a realização do procedimento fiscal; e) O nome e a matrícula do(s) Auditor (es)-Fiscal(ais) da Receita Federal do Brasil responsável(is) pelo procedimento fiscal; f) O número do telefone e endereço funcional para contato; e g) O nome e a matrícula do responsável pela expedição do TDPF. A nova regulamentação alterou ainda os prazos para conclusão dos procedimentos, o que, a nosso ver, contraria dois importantes princípios da Administração Pública: Princípio da eficiência e Princípio da Economia, que devem ser respeitados pelas normas infralegais. Com efeito, de acordo com o parágrafo 1° do artigo 11 da Portaria 1.687/2014 os prazos serão contínuos e prorrogáveis até a efetiva conclusão do procedimento fiscal: Art.11.Os procedimentos fiscais deverão ser executados nos seguintes prazos de duração: I - cento e vinte dias, no caso de procedimento de fiscalização; II - sessenta dias, no caso de procedimento fiscal de diligência. § 1º Os prazos de que trata o caput poderão ser prorrogados até a efetiva conclusão do procedimento fiscal e serão contínuos, excluindo-se na sua contagem o dia do início e incluindo-se o do vencimento, nos termos do art. 5º do Decreto nº 70.235, de 1972. Art. 13. No curso do procedimento fiscal, o Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil responsável pelo procedimento fiscal poderá ser auxiliado por outros servidores da RFB, desde que devidamente identificados, e sob responsabilidade daquele. Parágrafo único. Os servidores da RFB poderão firmar termos de retenção e demais demonstrativos auxiliares para subsidiar o procedimento fiscal, sempre sob a supervisão do Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil responsável pelo procedimento fiscal. Art. 14. Os TDPF emitidos e suas alterações permanecerão disponíveis para consulta na Internet, mediante a utilização do código de acesso de que trata o § 4º do art.4º, mesmo após a conclusão do procedimento fiscal correspondente. Art. 15. O controle administrativo dos procedimentos fiscais em andamento, efetuados com base em Mandado de Procedimento Fiscal – MPF, de que trata a Portaria RFB nº 3.014, de 29 de junho de 2011, será efetuado por TDPF, que será emitido apenas se houver alteração, nos termos do art. 9º desta Portaria. §1º O TDPF emitido nos termos do caput deste artigo terá o mesmo número e código de acesso do MPF anteriormente emitido. §2º Ficam convalidados os procedimentos fiscais iniciados com base em MPF emitidos até a data de publicação desta Portaria. BIBLIOGRAFIA http://www.liramp.com/conteudo/2635/nova-portaria-da-rfb-regulamenta-as-atividades-de-fiscalizacao http://www.normaslegais.com.br/legislacao/portaria-rfb-1687-2014.htm