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ATUAÇÃO EM DENTÍSTICA
 e 
DOENÇA CÁRIE
Atuação em Dentística
Conceito de Dentística: 
A dentística pode ser definida como sendo a especialidade da odontologia que estuda e aplica de forma integrada o diagnostico, o tratamento e o prognóstico dental. 
Os tratamentos preventivos e restauradores devem resultar na: 
- Manutenção
- Reestabelecimento da Forma
- Função
- Estética
 
Atuação da Dentística Restauradora Tradicional
Ao longo deste século, a doença cárie foi predominantemente tratada em um modelo cirúrgico-restaurador, que incluía o diagnostico das cavidades de cárie seguido da remoção do tecido cariado e confecção de restaurações. 
A etiologia da doença carie não era considerada porque o conhecimento do processo histopatogênico e microbiano era limitado, estabelecendo uma forma mecanizada de tratar uma doença, ou seja, todos os indivíduos eram tratados da mesma maneira. 
Esse modelo de tratamento fracassou, pois era comum observarmos lesões de cáries em dentes que recentemente haviam sido restaurados. 
Além das recidivas da doença outro inconveniente desse método tradicional eram os princípios de preparo cavitário impostos por G.V Black, que incluíam formas geométricas pré estabelecidas e com “extensão para prevenção”.
 Tal método levou estudiosos a realizarem pesquisas que concluíram tais informações: 
Elderton – odontologia restauradora tradicional e visita regular ao dentista resultariam a uma adequada saúde oral
Eddie – Quanto maior a frequência de visita ao dentista, menor a quantidade de dentes hígidos. Pois, a visita ao dentista envolvia a confecção de novas restaurações. 
Davis - indivíduos que trocam de dentista recebem mais tratamento restaurador do que aqueles que permaneceram com o mesmo profissional. Isso ocorre devido a dificuldade de padronizar o tratamento da doença cárie e a falta de critérios para substituição de restaurações.
Linha de Raciocínio Básico da Prática do Modelo Cirúrgico-Restaurador (tradicional)
Dentística: Uma especialidade com atuação abrangente
O profissional que deseja atuar em dentística tem que aglutinar conhecimentos de diversas áreas da odontologia, como a cariologia, a periodontia, a endodontia, os materiais dentários, a oclusão, a ortodontia, a radiologia, a implantodontia, entre outras. 
O planejamento do tratamento dos pacientes deve ser feito através de uma inter-relação entre as diversas áreas da odontologia e deve estar comprometido com a promoção da saúde e não somente com o tratamento da doença.
É necessário sempre se atualizar quanto aos materiais e técnicas para que dessa forma seja empregado o melhor planejamento preservando o máximo de estrutura hígida. 
Essa visão moderna de atuação em dentística, faz com que praticamente desapareçam as fronteiras de ações antigamente bem estabelecidas entre os profissionais da dentística frente as outras diversas áreas da odontologia, aumentando a amplitude de procedimentos e de alternativas de tratamento fazendo com que a dentística tenha um papel cada vez mais significativo. 
ENDO
RADIO
ORTO
PERIO
OCLUSÃO
DENTISTICA
Mat. Dentários
Evolução do diagnóstico da Doença 
Cárie e dos materiais adesivos:
O maior benefício do entendimento da etiologia da doença cárie, é a possibilidade de interferir no seu processo evolutivo. Promovendo um divisor entre a prática da Odontologia:
Tradicional - Baseava o diagnóstico e o tratamento da doença cárie exclusivamente no reparo da lesão.
Atual - Está vinculado a uma promoção de saúde e contempla a verificação da atividade da doença adotando medidas educacionais e preventivas impedindo a progressão da doença (processo des-re). 
No modelo de atuação da dentística atual preservamos o máximo possível de tecido sadio tendo como objetivo restaurar a Forma, Função e Estética dental e tratar de forma não invasiva quando possível. 
Nova era da Odontologia Restauradora:
 Os dentistas contavam apenas com amálgama para dentes posteriores e o cimento de silicato e a resina acrílica para dentes anteriores. O que justificava os preparos extensos a fim de obter retenção por meio da configuração das paredes do preparo cavitário. 
Porém com avanços tecnológicos tornou-se possível uma adesão sem necessidade de preparos retentivos.
 Tais avanços são: 
Buonocore 1955 - técnica de condicionamento ácido de esmalte
Bowen 1963 – resinas compostas
Pelo insucesso nas restaurações posteriores, as resinas compostas tiveram suas formulações aprimoradas na década de 70. E na década de 80 foi introduzido no mercado as resinas compostas fotopolimerizáveis.
 
 Aliado a esse fato, a odontologia restauradora presenciou uma evolução significativa nesses últimos 20 anos com relação aos sistemas adesivos.
Proporcionando a adesão tanto em esmalte quanto em dentina e em diversos materiais restauradores quando empregado a técnica do condicionamento ácido total. Tornando os preparos cavitários menos invasivos. 
A filosofia da dentística restauradora atual é “Restaurar preservando”. Minimizando ao máximo a remoção de tecido dental hígido na etapa de preparo cavitário. 
Quanto ao planejamento.... 
Caso o paciente apresente sinais da atividade da doença cárie, é importante determinar por meio de exame clinico e radiográfico ou métodos complementares de diagnóstico: 
Localização
tipo 
extensão da doença cárie
	
Após definir a característica da lesão, optaremos pela técnica de restauração direta ou indireta:
Técnica direta: menor custo e preparos mais conservadores.
Técnica indireta: possibilita um comportamento mecânico superior da restauração ao longo do tempo, sendo indicada para restaurações mais extensas. 	
O compromisso do profissional que atua em dentística com seu paciente, não termina com a realização de eventuais restaurações, pois ele deve executar um programa de manutenção periódico e preventivo tanto do quadro de saúde quanto das restaurações de seu paciente ao longo do tempo.
Princípios de preparo cavitário preconizados por Black:
Classe l e Classe ll de Black:
Classe lll e Classe lV de Black:
Classe V de Black:
Atualização dos princípios cavitários para uma melhor comunicação entre os profissionais da área:
Doença Cárie: Manifestações Clínicas, Diagnóstico e Terapêutica
Na odontologia é essencial que o profissional tenha um bom conhecimento do processo de evolução da doença cárie e de meios que propiciem um exame clinico eficiente. 
O estudo dos aspectos dará ao CD uma maior consciência em relação às limitações e indicações do tratamento a ser empregado.
É necessário ressaltar que as lesões em esmalte e em dentina podem ser paralisadas quando o fator etiológico for removido.
Lesão de Cárie na Superfície Oclusal
Desde a época de Greene Vardiman Black a odontologia tem um desafio que é a compreensão do processo de desenvolvimento da lesão de cárie na superfície oclusal. 
Nas décadas de 20 e 30 desenvolveu-se a odontomia profilática, na qual tecido hígido era removido com a finalidade de transformar as fissuras em sulcos acessíveis a limpeza pela escova dental.
 Outro tratamento preconizado eram as restaurações preventivas nas quais superfícies sem cárie eram restauradas. A presença desses acidentes anatômicos nos dentes posteriors propicia a retenção de placa bacteriana e resíduos alimentares, mesmo que seja de modo não-visivel, promovendo uma forte correlação com a carie dental.
 No entanto, observa-se que a placa bacteriana localizada no fundo dos acidentes anatômicos não é viável, sendo representada por bactérias fantasmas, sem núcleo e calcificações.
Lesão de cárie na superfície proximal
Localização preferencial a região mais cervical e para vestibular do ponto de contato devido a um maior acumulo de placa bacteriana nessas áreas.
Progressão lenta mas está ligada diretamente a cada indivíduo. Pois possui uma série de fatores, como o flúor e as oscilações na dieta.
Lesãode Cárie na Superfície Radicular
Está mais presente em idosos.
Fatores como a retração gengival com exposição da superfície radicular ao meio bucal, podem favorecer o acúmulo de placa bacteriana sobre a região mais cervical dos dentes. Por constitui-se em uma área de especial estagnação de restos alimentares.
Dificilmente visualizada antes de atingir a dentina, pois o cemento possui estrutura muito fina - 20 a 50um, o que permite seu avanço rápido para a dentina.
Diagnóstico Visual e Tátil
Lesão de cárie Ativa (mancha branca):
Apresenta-se clinicamente opaca, rugosa, encontrada preferencialmente em locais de maior dificuldade de limpeza, podendo estar associada a gengivite.
Lesão de Cárie Inativa:
Pode apresentar-se pigmentada ou com coloração clara, superfície de esmalte lisa, brilhante ou polida.
Lesão de Cárie Ativa com Cavitação:
Coloração clara, fundo amolecido e apresentando mancha branca ativa nos bordos.
 
Lesão de Cárie Inativa com Cavitação:
Coloração escurecida, fundo endurecido a sondagem, margens definidas e sem o halo de mancha branca ativa nos bordos da cavidade.
Para uma adequada observação devemos:
Secar as superfícies com jateamento de ar, após profilaxia prévia.
Unir o exame clínico ao exame radiográfico.
Imagem Radiográfica
Método para auxiliar o diagnóstico da cárie
Permite proservar o desenvolvimento ou não da lesão de cárie, sendo um método não invasivo.
Avalia a profundidade da lesão em relação a câmara pulpar e ao espaço biológico e identifica as lesões em sítios de difícil acesso (proximais e subgengivais)
Vantagens:
- Permite proservar o desenvolvimento ou não da lesão de cárie;
- É um método não invasivo;
- Avalia a profundidade da lesão em relação a câmara pulpar e ao espaço biológico;
- Identifica as lesões em sítios de difícil acesso (proximais e subgengivais).
Desvantagens: 
- Incapaz de detectar lesões em estágio precoce de desenvolvimento principalmente pela sobreposição das estruturas mineralizadas sobre a área de desmineralização incipiente bem como ausência ou presença de caries proximais
- Exposição da radiação
Bite-wing ou Interproximais.
Periapicais.
“O aspecto histológico estará sempre a frente da imagem radiográfica”
A interpretação radiográfica requer o conhecimento da histopatogenia da doença, sendo que a visualização da situação clinica (fatores locais) é a chave no processo de decisão por um processo invasivo ou não.
FOTI (fibra óptica para transluminação)
DIOFOTI (digital imaging fiber-optic transillumination)
Fluorescência a Laser (LF)
Fluorescência a Laser com uso de Corantes (DELF)
Detecção Eletrônica de Cárie
Métodos Não-Invasivos de tratamento da Cárie Dental
Em determinadas situações é possível estabelecer o diagnóstico da lesão em seu estágio inicial, podendo lançar mão de um tratamento não invasivo que resulte em saúde oral.
Até qual estágio de progressão clínica da lesão pode-se intervir com as medidas não invasivas?
FLÚOR
Papel decisivo no processo de reduzir a progressão das lesões de cárie ou a dissolução de esmalte, atuando como um elemento cariostático. 
Interfere no equilíbrio dinâmico da interface entre a superfície mineral e os fluidos orais
Diminui a tensão superficial da superfície dentária e adesão dos microrganismos
Efeito antienzimático e antimicrobiano e bactericida 
Sua ação depende: 
Do sal utilizado
Da concentração
Do pH 
Da Duração e frequência de aplicação 
 - Determinou-se que é importante sua presença em níveis constantes na cavidade bucal.
Aplicação tópica
Modos de aplicação do gel de flúor: 
Com algodão sob isolamento absoluto
Moldeira 
Escova
Critérios Biológicos para a Remoção de Dentina Cariada
1859, Sir John Tomes: “É melhor que a camada de dentina descolorida permaneça para a proteção da polpa do que corrermos o risco de sacrificar o dente.”
Quando remover o tecido cariado?
Como removê-lo?
Há microrganismos viáveis na dentina remanescente? 
 Eles podem desencadear a uma recidiva?
Quando a dentina sofre um ataque carioso, fica subordinada em duas camadas:
Uma porção mais externa “Infectada”, que deve ser removida durante o procedimento restaurador.
Camada mais profunda “Contaminada”, reversivelmente desnaturada e passível de remineralização, devendo ser preservada.
Utilização de corantes para remoção de dentina cariada:
Dureza Superficial
Método mais utilizado pelos profissionais para remoção de dentina cariada e apresenta vantagens:
Previne a remoção de dentina desorganizada ou infectada 
Oferece uma forma de resistência ao preparo cavitário (a dentina remanescente não estará amolecida e não se deslocará após a confecção da restauração)
Porém o método não permite a distinção entre camada infectada e profunda, fazendo com que o CD remova a camada não infectada com a colher de dentina . 
Em função da penetração bacteriana no interior dos túbulos dentinários, é impossível executar a remoção de todos os microrganismos patogênicos, desse modo, grande quantidade deles permanece viável e imediato...
Por isso alguns autores sugerem o uso de desinfetantes (cloreto de benzalcônico e clorexidina) no preparo cavitário após sua remoção de dentina cariada. 
Embora esses produtos sejam microbianos, eles possuem uma ação limitada, uma vez aplicados na cavidade por um curto periodo de tempo!
E em restaurações adesivas, a formação de camada híbrida e o selamento dos túbulos faz com que a aplicação de um agente bactericida possa ser questionada.

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