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Wuchereria bancrofti
Filariose Linfática
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE – UFCG
CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES – CFP
UNIDADE ACADÊMICA DE ENFERMAGEM – UAENF
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
DISCIPLINA: PARASITOLOGIA
Cajazeiras - 2017
DISCENTES:
ALISON RENER DE ARAUJO DANTAS
FILIPE PEREIRA DA SILVA DIAS
WILLIANE DE OLIVEIRA SILVA
DOCENTE:
GEOFÁBIO SUCUPIRA
Índice
 Histórico
 Introdução
Morfologia
 Biologia
Hábitat
Periodicidade
Ciclo biológico
Transmissão
Manifestações Clínicas
 Patogenia
 Diagnóstico
Clínico
Laboratorial
 Epidemiologia
 Profilaxia e Controle
 Tratamento
Histórico 
 A ordem Spirurida apresenta grande número de 
espécies;
Mansonella ozzardi;
Onchocercidae e Dracunculidae;
Wuchereria bancrofti, Onchocerca volvulus, Mansonella
ozzardi;
 A Dirofilaria immitis
HISTÓRICO
INTRODUÇÃO
 A filariose linfática humana é causada por helmintos 
Nematoda;
Wuchereria bancrofti, Brugia malayi e B. timori;
 Ásia e África e Américas;
China, Índia, Indonésia e parte leste, cetral e oeste da 
África;
INTRODUÇÃO
 1 bilhão da população que vive em áreas de risco;
 120 milhões o número de parasitados;
 112 milhões são portadores de W.bancrofti;
 8 milhões são portadores de B. malaya ou 
B.timori(minoria);
 No continente americanoa filariose linfática é causada 
pela W. bancrofti;
MORFOLOGIA
 A W. bancrofti tem diferentes formas evolutivas nos 
hospedeiros vertebrados e invertebrados ;
 Verme Adulto Macho;
 Verme Adulto Fêmea;
Microfilária;
 Larvas; 
MORFOLOGIA
MORFOLOGIA
BIOLOGIA
 Hábitat;
 Periocidade;
Ciclo Biológico;
 Transmissão; 
HABITAT
 Permanecem nos vasos e gânglios linfáticos humanos;
 As regiões do corpo humano que normalmente se 
abrigando, é a região pélvica e, raramente mamas e 
braços;
 As microfilárias eliminadas pela fêmea grávida saem 
dos ductos linfáticos e ganham a circulação sanguínea 
do hospedeiro ;
PERIOCIDADE
 Periocidade noturna de suas microfilárias no sangue 
periférico do hospedeiro humano;
 Durante o dia essas formas se encontram nos capilares 
profundos ;
 Já a noite ,aparecem no sangue periférico, 
apresentando o seu pico mais alto por volta da meia 
noite;
PERIOCIDADE
CICLO BIOLÓGICO 
 Heteroxênico;
 A fêmea do Culex quinquefasciatus ;
 Larva Salsichóide ou L1;
 6 dias após ,ocorre a primeira muda originando a L2;
 10-15 dias depois,sofre a segunda muda transformando-
se em larva infectante (L3);
CICLO BIOLÓGICO
O ciclo no hospedeiro invertebrado é de 15 a 20 dias;
 Temperatura de 20-25°c ;
 Sete a oito meses depois, as fêmeas grávidas produzem 
as primeiras microfilárias;
Ciclo Biológico
TRANSMISSÃO 
 Unicamente pela picada do inseto vetor (fêmea de 
C.quinquefasciatus);
 A vida média de um mosquito do gênero Culex é de 
aproximadamente um mês;
O ciclo biológico do parasita é entorno de 20 dias ;
Manifestações Clínicas
 Se apresenta de diversas formas
 Vermes Adultos: Vasos Linfáticos
Microfilárias: Resposta Imune
 Fatores que Influenciam
Assintomática ou Subclínica
Microfilárias na Corrente Sanguínea
 Danos nos Vasos Linfáticos
 Danos no Sistema Renal
Infecção Aguda
Linfangite Adenite
Manifestações Crônicas
Edema linfático Elefantíase Elefantíase com detalhe
das alterações tróficas da
pele associadas a lesões
bacterianas e/ou fúngicas
Hidrocele Quilúria
Elefantíase
Eosinofilia Pulmonar Tropical
 fenômeno imunológico.
 Hiper-resposta imunológica. 
 IgE e hipereosinofilia. 
 Abscessos eosinofílicos  fibrose intersticial crônica. 
Patogenia
 Resultante da presença de vermes adultos e 
microfilárias;
 Infecção x doença;
 Ações mecânica e irritativa;
 Ação mecânica;
 Estase linfática com linfangiectasia;
 Linforragia, ascite linfática e quilúria.
 Ação irritativa:
 Linfangite retrógrada;
 Adenite;
 Urticárias e edemas extrafocais.
Diagnóstico
Clínico
 Laboratorial : 
Pesquisa de Microfilárias
 Técnica de Filtração em Membrana de Policarbonato
Knott
Pesquisa de Anticorpos e Antígenos circulantes
Pesquisa de DNA
Pesquisa de Vermes Adultos 
Pesquisa no Vetor
Epidemiologia
 112 milhões de pessoas infectadas, em pelo menos 80 países
 Haiti, Republica Dominicana, Guiana e BRASIL.
 Ação de controle pelo serviço nacional de malária/ DNERu/ 
SUCAM
 Recife, Olinda, Jabotão e Paulista (PE), Maceió (AL) e Belém 
(PA)
 Maceió: em 1999, 0,74%; em 2000, 0,54%; em 2001, 0,49%; em 
2002, 0,10% e em 2003, 0,07%. 
 Em Belém; 9,8% em 1951, 4,3% em 1962, 0,01% em 1993 e, 
0,0% em 2003.
 Dados atuais da OMS; um único foto no estado do 
Pernambuco. 
Profilaxia e Controle
 Tratamento as pessoas infectadas;
Combate ao inseto vetor;
Melhoria Sanitária.
Combate ao inseto vetor
 Contra as larvas 
 Larvicidas Químicos
Organofosforado ou carbamatos e piretróides
 Larvicidas Biológicos
Bacillus sphaericus ou B. thuringiensis
 Contra insetos adultos
 Malathion e piretróides
 Proteção Individual
 Repelentes;
 Mosquiteiros;
 Tela nas janelas, portas.
 Educação e Saneamento Ambiental
Tratamento da filariose
 Citrato de dietilcarbamazina (DEC): 6mg/kg/dia via oral durante 12 dias
 Reações adversas: febre, cefaleia, dores no corpo e nas articulações, mal-
estar, hematúria transitória.
 Reações locais: linfangite, funiculite, orquite. 
 DEC + ivermectina ou albendazol.
Tratamento dos linfedema
Referências
 http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=4608:o-brasil-
avanca-para-a-eliminacao-da-transmissao-da-filariose-linfatica&Itemid=812
 HTTP://WWW.DW.COM/PT-BR/CINCO-MEDICAMENTOS-PRODUZIDOS-NO-BRASIL/A-17001194
 HTTPS://PT.SCRIBD.COM/DOCUMENT/140957351/GUIA-FILARIOSE-WEB
 GOOGLE IMAGENS
 NEVES, D.P. PARASITOLOGIA HUMANA – 11ª EDIÇÃO
 HTTPS://WWW.GOOGLE.COM.BR/SEARCH?Q=DIA+E+NOITE&SOURCE=LNMS&TBM=ISCH&SA=X&VED=0AHUK
EWJARRCJ6PNUAHVMIJAKHCAPCVWQ_AUICIGB&BIW=1517&BIH=681#IMGRC=C0WT547DOVYQN
M:
 HTTPS://WWW.GOOGLE.COM.BR/SEARCH?Q=CICLO+BIOLOGICO+DA+FILARIOSE&SOURCE=LNMS&TBM=ISCH
&SA=X&VED=0AHUKEWJROAH_6PNUAHUDE5AKHRXNAAEQ_AUICIGB&BIW=1517&BIH=681
 HTTPS://WWW.GOOGLE.COM.BR/SEARCH?BIW=1517&BIH=681&TBM=ISCH&SA=1&Q=+FILARIOSE&OQ=+FIL
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