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BRACARENSE, L. arte africana 
ARTE 
AFRICANA 
14 de outubro de 2014 
linha do tempo 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. linha do tempo 
pré-histórico 
25000 a.C. 
mesopotâmico 
3250 a.C. 
egípcio 
grego romano 
1200 a.C. 250 a.C. 400 d.C. 
indiano 
600 a.C. 
chinês japonês 
africano e oceânico khmeriano 
250 a.C. 650 d.C. 
localização geográfica 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. localização geográfica 
introdução 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 Existem muitos preconceitos com relação à arte africana e à 
África em geral. 
 
 A denominação genérica de africano engloba maior 
quantidade de raças e culturas do que a de europeu, já que 
no continente africano convivem milhares de línguas, 
distribuídas entre quatro famílias, que são as principais. 
 
 Daí ser particularmente difícil encontrar os traços artísticos 
comuns, embora, a exemplo da Europa, se possa falar de um 
certo aspecto identificador que os diferencia dos povos de 
outros continentes. 
introdução 
introdução 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 O fato de os primeiros colonizadores terem subestimado 
essas culturas e considerado suas obras meras curiosidades 
exóticas, provocou um saque sem sentido na herança 
cultural desse continente. 
 
 Recentemente, no século XX, foi possível, graças à 
antropologia de campo e aos especialistas em arte africana, 
organizar as coleções dos museus europeus. 
 
 Muitos objetos ficaram sem classificação, não se conhecendo 
assim seu lugar de origem ou simplesmente ignorando-se 
sua função. 
introdução 
introdução 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 A arte africana é eminentemente funcional. 
 
 Mais ainda, não pode ser entendida senão com base no 
estudo da comunidade que a produziu e de suas crenças 
religiosas. 
 
 Basicamente os povos africanos eram animistas, prestavam 
culto ao espírito de seus antepassados. 
 
 Outros chegaram a criar verdadeiros panteões de deuses, 
existindo também os povos monoteístas. Some-se a isso a 
influência dos primeiros colonizadores portugueses, que 
cristianizaram várias regiões. 
introdução 
introdução 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 O auge da arte africana na Europa surgiu com as primeiras 
vanguardas, especificamente os fauvistas e os 
expressionistas. 
 
 Estes, além de reconhecer os valores artísticos das peças 
africanas, tentaram imitá-las, embora sempre sob a ótica de 
suas próprias interpretações. 
 
 Entre as peças mais valorizadas atualmente estão, apenas 
para citar algumas, as esculturas de arte das culturas fon, 
fang, ioruba e bini, e as de Luba. 
introdução 
máscaras 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 As máscaras sempre foram as protagonistas indiscutíveis da 
arte africana. 
 
 Para os africanos, a máscara representava um disfarce 
místico com o qual poderiam absorver forças mágicas dos 
espíritos e assim utilizá-las em benefício da comunidade: na 
cura de doentes, em rituais fúnebres, cerimônias de 
iniciação, casamentos e nascimentos. 
 
 Serviam também para identificar os membros de certas 
sociedades secretas. 
máscaras 
máscaras 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 Em geral, o material mais 
utilizado foi a madeira verde, 
embora existam também peças 
singulares de marfim, bronze e 
terracota. 
 
 Antes de começar a entalhar, o 
artesão realizava uma série de 
rituais no bosque, onde 
normalmente desenvolvia o 
trabalho, longe da aldeia e usando 
ele próprio uma máscara no 
rosto. 
máscaras 
Arte de Benin 
máscaras 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 
 A máscara era criada com total 
liberdade, dispensando esboço 
e cumprindo sua função. 
 
 A madeira era modelada com 
uma faca afiada. As peças iam 
do mais puro figurativismo até 
a abstração completa. 
máscaras 
Arte congolesa 
máscaras 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 Quanto à sua interpretação, a tarefa é difícil, na medida em 
que não se conhece sua função, ou seja, o ritual para o qual 
foram concebidas. 
 
 Os colonizadores nunca valorizaram essas peças, 
consideradas apenas curiosidade de um povo primitivo e 
infiel. 
 
 Paradoxalmente, a maior parte das obras africanas 
encontra-se em museus do Ocidente, onde recentemente, 
em meados do século XX, tentou-se classificá-las. 
 
 Na verdade, os historiadores africanos viram-se obrigados a 
estudar a arte de seus antepassados nos museus da Europa. 
máscaras 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. máscaras 
Arte Ashanti Arte dan 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. máscaras 
Arte chokwe 
Arte lunda 
escultura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 As esculturas, na arte africana, tiveram uma função 
semelhante à das máscaras. 
 
 Apesar disso, encontraram-se também amostras de uma arte 
representativa, como alguns retratos intencionalmente 
naturalistas de reis e membros das cortes de certas nações, 
nas quais ocorreu uma organização mais parecida com a das 
monarquias ocidentais. 
 
 As sociedades de religião animista realizavam um tipo de 
escultura cuja função era substituir os membros falecidos 
da família. 
escultura 
escultura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 
 As figuras de culto com fins mágicos, que a exemplo dos 
relicários abrigavam uma diversidade de objetos, eram uma 
espécie de assemblages especialmente realizadas por 
bruxos, seguindo uma fórmula específica. 
 
 Os povos politeístas, como os yorubas e os binis, modelaram 
peças de grande valor, em marfim, ouro e bronze, de um 
desenho singular, muitas delas encomendadas pelas cortes 
europeias. 
escultura 
escultura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 
 Quanto à técnica, os africanos 
utilizaram o processo da cera 
perdida, um século antes dos 
europeus. 
 
 As obras de arte mais comuns 
obtidas por esse processo eram 
bustos e cabeças, como as do 
tesouro do rei de Benim, 
saqueado no século XIX pelas 
tropas inglesas. 
escultura 
Cabeça. Arte bini. 
escultura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 Foi dessa forma que chegou até a 
Europa grande parte das 
esculturas de marfim, ferro e 
bronze. 
 
 As figuras eram de um 
naturalismo surpreendente, e 
nelas podiam ser vistos muitos dos 
costumes rituais desses povos. 
 
 No entanto, quando não eram 
figurativas, apresentavam então 
traços estilísticos muito 
diferentes, que refletiam a 
liberdade criativa de seus artistas. 
escultura 
Pequenas figuras de 
antepassados. Arte baulê. 
escultura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 No que se refere à 
ourivesaria, um dos 
povos que melhor 
trabalharam nessa área 
foram os aschantis, já 
que o ouro abundava em 
suas terras. 
 
 Esse povo produzia peças 
de um preciosismo e uma 
delicadeza 
surpreendentes na 
técnica da filigrana. 
 
escultura 
Elmo. 
escultura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 
 Os nativos da Costa do 
Marfim, além de peças 
religiosas, produziram obras 
com fins decorativos, entre 
elas máscaras muito 
naturalistas de personagens 
legendários, que eram 
utilizadas numa cerimônia 
de caráter muito parecido 
com uma representação 
teatral. 
escultura 
Bracelete. 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. escultura 
Roca de fiar. Arte baulê. 
Cabeça de iyoba. Arte bini. 
arquitetura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE,L. 
 
 A arquitetura africana teve um caráter utilitário, em vez de 
comunitário, e salvo raras exceções nunca foi empregada, 
como no resto das civilizações, como representação de 
poder. 
 
 Comum a todos os povos foi a utilização de materiais 
pertencentes à sua região geográfica e o uso intencional e 
comedido dos materiais em equilíbrio com o meio ambiente. 
 
 Independentemente de sua hierarquia, todos possuíam o 
mesmo tipo de casa, não como expressão de igualdade, mas 
de pertinência ao mesmo grupo. 
arquitetura 
arquitetura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 
 
 
 Os materiais utilizados 
variavam, então, segundo a 
região, mas normalmente 
eram semelhantes: desde o 
barro até fibras secas 
tecidas, ou uma 
combinação de vários. 
arquitetura 
Cabana de fulbe. 
arquitetura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 De modo geral, o povoado se protegia com uma muralha de 
barro, que rodeava e marcava os limites da aldeia. 
arquitetura 
Detalhe do muro e entrada do templo de Zimbábue. 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. arquitetura 
Vista do templo de Zimbábue. 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. arquitetura 
Cabanas circulares de construção tradicional. Gana. 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. arquitetura 
Detalhe de uma 
mesquita. 
arquitetura 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. 
 A exceção a esse tipo de arquitetura rudimentar são os 
povos de Gana e Mali, no sudoeste, que construíram palácios 
de plantas variadas e o reino de Lalibela, a leste, onde, a 
partir do século XIII, foram escavados edifícios e templos 
nas rochas das montanhas. 
arquitetura 
Mesquita de Djinjer-ber. 
14 de outubro de 2014 BRACARENSE, L. arquitetura 
Igreja escavada na 
rocha (fachada).

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