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2016 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
Universidade do Estado do 
Amazonas - UEA 
03/03/2016 
Odontopediatria 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com Whats app (92) 984675203 
 1 
 
Helinaldo Correa nasceu em Manicoré Amazonas em 19-11-1985 
Cursou até o 3 º período de Matemática na UFAM Campos Humaitá – Am 
Foi monitor de Prótese Parcial Removível entre Agosto a Dezembro de 2014 
Atualmente cursa Odontologia na UEA Campos Manaus – Am. 
Curriculum Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4462273Y5 
Blogger: http://correamani.blogspot.com.br/ 
Wordpress: http://helinaldouea.wordpress.com 
Twitter: https://twitter.com/Aldohelinaldo 
Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100007037956953 
Ebah: http://www.ebah.com.br/user/AAAAAqwHAAA/helinaldo-correa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com Whats app (92) 984675203 
 2 
 
 
 
Sumário 
P1 
* Revisão de Anatomia 
I) Anamnese, Exame Clínico e Plano de Tratamento. 
II) Formação, Erupção Dentária e Rizólise (Características das Dentições) 
III) Conhecimento Básico da Criança – Manejo Comportamental 
IV) Prevenção aplicada a Odontopediatria 
V) Controle da Dor e Terapêutica Medicamentosa 
VI) Exame radiográfico em Odontopediatria 
VII) Dentística em Odontopediatria 
P2 
VIII) Doença periodontal em criança 
IX) Terapia pulpar e Terapia Pulpar II 
X) Cirurgia em Odontopediatria 
XI) Traumatismo em Dentes Decíduos 
XII) Terapêutica medicamentosa 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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 3 
 
 
 
 
Revisão de Anatomia 
NÚMERO DE DENTES 
A dentição decídua se compõe de 20 dentes, 10 superiores e 10 inferiores, distintos em incisivos, 
caninos e molares. Destes dentes somente os molares decíduos não tem substitutos permanentes 
homólogos, pois eles são substituídos pelos pré-molares. (PICOSE, 1979) 
 
Possuindo menor número de peças dentárias, a dentição decídua ocupa um arco de comprimento 
bem menor que o da dentição permanente. (PICOSE, 1979) 
MORFOLOGIA GERAL DAS COROAS 
As coroas dos dentes decíduos são bastante semelhantes às dos permanentes, especialmente no 
grupo dos incisivos e caninos. Quanto aos molares, observa-se que o primeiro molar de leite de 
ambas as arcadas não tem correspondentes na dentadura permanente; são os únicos dentes decíduos 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com Whats app (92) 984675203 
 4 
 
que possuem características próprias e inconfundíveis. Os segundos molares de leite mostram 
uma semelhança muito grande com os primeiros molares permanentes, os quais irrompem 
imediatamente atrás dos decíduos, aos 6 anos. (PICOSE, 1979) 
MORFOLOGIA GERAL DAS RAIZES 
A raiz do dente de leite é mais delgada do que a do dente permanente e, relativamente, é maior. 
As raízes variam muito de aspecto, à medida que se processa a evolução. No início, isto é, 
imediatamente após a sua calcificação, elas se apresentam com o ápice truncado e terminam por um 
orifício largo, em forma de funil. Mais tarde, quando se apresentam completamente calcificadas, 
ficam com a forma definitiva na qual se percebe a agudeza dos ápices. Esta forma definitiva demora 
pouco tempo, pois alguns meses após a sua completa formação, a raiz sofre o fenômeno da 
reabsorção, que se inicia no terço apical. É a rizólise dos dentes decíduos. Esta reabsorção radicular 
vai aumentando aos poucos. O diagnóstico diferencial com o funil de formação dos dentes jovens, 
faz-se pelo aspecto bastante irregular das bordas que se estão reabsorvendo. Quando o dente 
decíduo está prestes a ser eliminado, quase toda a raiz encontra-se reabsorvida, restando somente 
um pequeno segmento cervical bastante irregular. (PICOSE, 1979) 
Nos dentes molares decíduos, as raízes (três para os superiores e duas para os inferiores) são 
achatadas e recurvadas. Esta curvatura, por vezes acentuada, serve para abrigar o germe do dente 
permanente em evolução. 
As raízes dos dentes anteriores apresentam – se desviadas para o lado vestibular, a partir do terço 
médio, porque os germes dos dentes permanentes correspondentes situam-se lingualmente em 
relação a essas raízes. (PICOSE, 1979) 
 
SISTEMA UNIVERSAL DE NOTAÇÃO DENTAL 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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 5 
 
Esse sistema é mais usado nos Estados Unidos para se referir às duas dentições por ser adaptável à 
transferência eletrônica de dados. Nesse sistema, os dentes decíduos são indicados por letras 
maiúsculas consecutivas, de A a T, começando no segundo molar superior direito e, seguindo em 
sentido horário, terminando no segundo molar inferior direito. 
Nesse sistema, os dentes permanentes são designados por números consecutivos, de 1 a 32, 
começando no terceiro molar superior direito e, seguindo em sentido horário, terminando no 
terceiro molar inferior direito. A convenção do sentido horário é também usada para registro de 
condições periodontais e restaurações presentes na cavidade oral do paciente. 
No entanto, é reconhecida a necessidade de um sistema que possa ser usado internacionalmente, 
bem como por transferência eletrônica de dados; desse modo, o Sistema de Notação Dental da 
Organização Internacional de Padronização (Sistema ISO)* foi aprovado pela Organização 
Mundial da Saúde. Com esse sistema, baseado na Federação Dentária Internacional (FDI), os dentes 
são designados utilizando-se o sistema de dois dígitos. O primeiro dígito indica o quadrante 
(discussão sobre termos gerais a seguir), e o segundo indica o dente nesse quadrante. No sistema 
ISO, portanto, os dígitos de 1 a 4 são usados no sentido horário para designar o quadrante da 
dentição permanente, e de 5 a 8, do mesmo modo, para a dentição decídua. Para o segundo dígito, 
que indica o dente, a partir da linha mediana em direção distal, os dígitos de 1 a 8 são usados para 
os dentes permanentes e, para a dentição decídua, os dígitos de 1 a 5. 
Outro sistema muito usado em ortodontia é o Método de Notação de Palmer, também conhecido 
como Sistema Militar de Numeração de Dentes. É útil para o ortodontista, pois permite identificar 
com. 
*Nota da Revisão Científica: No livro original, o autor segue o Sistema Universal de Notação 
Dental, por ser o mais utilizado nos Estados Unidos. Nesta tradução, porém, optamos pelo uso do 
sistema de dois dígitos (ISO), já que esta é a notação dental utilizada no Brasil e prevista pela FDI 
(Fédération Dentaire Internationale). (Bath-Balogh, Mary, 2012) 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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 6 
 
 
 
TERÇOS DOS DENTES 
 
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 7 
 
 
 
INCISIVO CENTRAL SUPERIOR DECÍDUO 
 
Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
 
INCISIVO LATERAL SUPERIOR DECÍDUO 
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 8 
 
 
Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
 
INCISIVO CENTRAL INFERIOR DECÍDUO 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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 9 
 
Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
 Raiz 1 
 
INCISIVO LATERAL INFERIOR DECÍDUO 
 
Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
 Raiz 1 
 
 
CANINO SUPERIOR DECÍDUO 
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 10 
 
 
Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
Numero de Raiz Raiz 1 
Comprimento 19 mm Comprimento da Coroa 7 mm 
Comprimento da raiz 12 mm 
 
CANINO INFERIOR DECÍDUO 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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 11 
 
Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
 Raiz 1 
Comprimento 17 mm Comprimento Coroa 6 mm 
Comprimento da raiz 11 mm 
 
PRIMEIRO MOLAR SUPERIOR DECÍDUO 
 
 
Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
Cúspides de 3 a 4 Raízes 3 divergentes; 2 a 4 canais 
 
PRIMEIRO MOLAR INFERIOR DECÍDUO 
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Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
Cúspides 4 (Anatomia própria) , 2 mesiais 
maiores 
Raízes 2 (1 - mesial e 1 - distal), a mesial é mais 
volumosa e apresenta 2 canais. 
 
O primeiro molar inferior decíduo tem de 2 a 4 canais. Foi relatado que cerca de 75% das raízes 
mesiais tem 2 canais, ao passo que apenas 25% das raízes distais tem mais de 1 canal. 
 
SEGUNDO MOLAR SUPERIOR DECÍDUO 
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Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
Cúspides Semelhante ao 1º molar permanente 
superior 
Raízes 3, 2 vestibular e 1 lingual 
Comprimento 17,4 mm Comprimento Coroa 5,7 mm 
Comprimento da Raiz 11,7 mm 
 
 
SEGUNDO MOLAR INFERIOR DECÍDUO 
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Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina 
Erupção (média) 9 meses 
Muda 6,5 – 7 anos 
Cúspide 5, semelhante ao 1º molar inferior 
permanente. 
Raízes 2; 2 a 5 canais 
Comprimento 18,8 mm Comprimento da coroa 5,5 mm 
Comprimento da Raiz 11,3 mm 
 
O segundo molar inferior decíduo pode ter de 2 a 5 canais; usualmente, porém, tem 3 canais. Em 
aproximadamente 85% das vezes, a raiz mesial tem 2 canais, porem a raiz distal tem mais de 1 
canal em apenas 25% das vezes. 
 (Aula I) ANAMNESE, EXAME CLÍNICO E PLANO DE TRATAMENTO. 
Semiologia 
Semiologia: estudo dos sinais e sintomas. 
Sintoma: manifestação subjetiva. 
Sinal: manifestação objetiva. 
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Sinal patognomônico: exclusivo de uma doença e indica de maneira absoluta sua existência, 
especificando-lhe o diagnóstico. 
Quadro clínico ou sintomatologia: é o conjunto de sinais e sintomas. 
Síndrome: conjunto de sinais e sintomas comuns a uma determinada doença. 
Pródromo: conjunto de sintomas que antecedem o surgimento do quadro clínico de uma doença. 
Semiotécnica (manobras de diagnóstico): técnica de colheita dos sinais e sintomas. 
Inspeção: visão a olho nu. 
Palpação: tato ou compressão. 
Percursão: batidas (ato de percutir). 
Auscultação: ouvir sons ou ruídos produzidos no organismo. 
Propedêutica clínica: interpretação dos dados da semiotécnica. 
Diagnóstico: identificação e conhecimento da doença através da observação de seus sinais e 
sintomas. 
Prognóstico: conhecimento sobre a evolução da doença. 
Tratamento ou terapêutica: conjunto de medidas utilizadas para resolução da doença ou agravo. 
Proservação: período após o tratamento em que o paciente é acompanhado. 
Anamnese 
Identificação: nome, idade (data de nascimento), sexo, raça, estado civil, procedência, endereço, 
profissão. Documentação! 
Queixa principal: razão principal da visita do paciente. Características: sucinta, com as palavras do 
paciente. Pode incluir: dor, ferida, queimação, sangramento, amolecimento de dentes, distúrbios de 
erupção dos dentes, boca seca ou excesso de saliva, inchaço, gosto ruim, mau hálito, dormência, 
estética, dificuldade para falar, dificuldade para mastigar, ausência de irrupção dos dentes 
permanentes, fatores que aliviam e exacerbam a dor e outras. 
História da doença atual: história da queixa principal, desde seu início, fatos modificadores, 
tratamentos já realizados, até o momento do exame. Pode incluir: início, duração, intensidade, alívio 
ou agravamento, o que o paciente tentou fazer para tratar, fatos ou situações que o paciente 
relaciona ao início da doença, época de irrupção e desenvolvimento dentário. 
Observar: 
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Uso de Flúor 
Sucção digital 
Onicofagia 
Limpeza da língua 
Trauma em dente (radiografia) 
Doença da mão pé e boca 
Displasia ectodérmica 
 
História pregressa: toda a história de saúde do paciente. História médica: doenças agudas ou 
crônicas, internações, cirurgias, uso de medicação, alergias, gestação, tabagismo, alcoolismo, e 
outros hábitos. História odontológica: tratamentos realizados, uso prévio de anestesia local (alergia), 
cicatrização de feridas bucais, sangramentos, doenças recorrentes (herpes, aftas), hábitos de higiene, 
leões cardíacas, hepatite e outros hábitos bucais. 
História familiar: distúrbios de saúde de ascendentes ou descendentes do paciente, história de 
contatos no convívio sócio familiar com pacientes doentes. 
Exame físico geral: estado geral do paciente (BEG), Lúcido orientado no Tempo e no Espaço 
(LOTE), debilitado, biótipo, marcha, postura, palidez, cianose, icterícia, tumefações visíveis, 
pressão arterial, frequência cardíaca, regularidade e força do pulso, fácies. 
Exame físico loco-regional: 
Extrabucal: face, olhos, nariz, ouvido, pescoço, linfonodos, musculatura cervico-facial. 
Intrabucal: pele e semimucosa dos lábios, mucosas labial, alveolar, jugal, soalho bucal, ventre da 
língua, dorso e bordas laterais da língua, gengiva e rebordo alveolar, palato duro, palato mole e 
pilares tonsilares, orofaringe. (BORAKS, 2011) 
 
IMAGINOLOGIA 
Protocolo duas Bitewing (analisar cárie) 
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Revelador 15 a 30 segundos 
Água 10 segundos 
Fixador 2 a 10 minutos 
 Anamnese e exame clínico (maior número de informação entre a criança e a mãe) 
 
 Diagnóstico (Reconhecer uma doença através dos seus sinais e sintomas) 
 
 Plano de Tratamento (Ele é individualizado para cada paciente) 
 
 Promoção de Saúde (Prevenção) 
 
No primeiro dia devemos pesar e medir a criança 
Massa em kg = É necessário por causa da dosagem de medicamentos. 
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Altura em M = É importante porque temos que analisar a curva de crescimento geral ao padrão 
normal. 
A criança tem que ser pesada para administrarmos a dose de medicamento correto 
Ex: Cálculo aproximado do peso corporal (Kg) da Criança 
Criança de 3 a 12 meses 
Peso (kg) = �����	(�����)	
	�	
�
 
Ex: 3 meses = 
	
	�	
�
 = 6 kg 
Criança de 1 a 10 anos 
Peso (kg) = idade (anos) x 2 + 9 
Ex: 10 anos = 10 x 2 + 9 = 29 kg 
Criança de 11 e 12 anos 
Peso (kg) = (�����	�	�)��	
�
 
Ex: 12 anos: 
(��	�	�)��	
�
 = 39,5 k 
Cálculo Aproximado da Dose Infantil (Fórmula de Clark) 
Dose da Criança = 
����	��	�����ç�	(��)�	 ���	��	!�"#$�	
�%
 
Observação: 70 representa o peso corporal médio (kg) de indivíduos adultos do sexo 
masculino.Portanto, a dose infantil se baseia na dose do adulto. Essa fórmula é utilizada em 
crianças a partir dos 4 anos de idade. (Referência: Armonia, Paschoal Laércio; 9 ed. São 
Paulo: Santos, 2011) 
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 19 
 
Plano de Tratamento 
Fase 1 = Avaliação e/ou urgência (dor) 
Fase 2 = Adequação do Paciente / Adequação do meio bucal 
Fase 3 = Reabilitação do Paciente 
Fase 4 = Manutenção Preventiva 
 
INFECÇÕES BACTERIANAS 
Fístulas = são indicadores de necrose pulpar 
Abscessos = Se houver um abscesso, pulpectomia ou extração são indicados. 
 
 
Sífilis Congênita = Embora agora muito rara na maior parte do mundo, a sífilis congênita 
apresenta-se com importantes manifestações dentárias para seu diagnóstico. Os incisivos decíduos 
(dentes incisivos de Hutchinson) e permanentes apresentam coroas afiladas e um chanfro central 
na borda incisal (forma de barril). Este afilamento ou aparência de chave de fenda é importante no 
diagnóstico diferencial, pois há outras causas de chanfro da borda incisal que não estão associadas à 
sífilis (p. ex., trauma). Esta morfologia semelhante à chave de fenda também é observada na 
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 20 
 
Síndrome de Nance-Horan. Na sífilis congênita, as coroas dos molares apresentam um aspecto de 
‘‘paralelepípedos’’ ou ‘‘em amora’’. (Cameron, 2012) 
 
Gengivoestomatite herpética primária = Esta é a causa mais comum de ulceração oral grave em 
crianças. É causada pelo vírus da herpes simples tipo I. Eventuais casos de infecção do tipo 2 (a 
causa usual do herpes genital) têm sido relatados, principalmente em casos de abuso sexual. Os 
efeitos clínicos das duas cepas diferentes do vírus herpes simples, no entanto, clinicamente são 
idênticos na região orofacial. Embora a maioria da população tenha sido infectada com o vírus na 
idade adulta, menos de 1% manifestam uma infecção aguda primária. Isso geralmente ocorre após 
seis meses de idade, muitas vezes coincidente com a erupção dos incisivos decíduos. O pico de 
incidência é entre 12 e 18 meses de idade. O tempo de incubação é de três-cinco dias, com um 
histórico prodrômico de 48 horas de febre, irritabilidade e mal-estar. A criança geralmente não se 
sente bem, tem dificuldade em comer e beber e, normalmente, saliva em excesso. A estomatite está 
presente, com os tecidos gengivais tornando-se vermelhos e edemaciados. As vesículas 
intraepiteliais aparecem e rapidamente se rompem formando úlceras dolorosas. Essas vesículas 
podem se formar em qualquer parte da mucosa bucal, incluindo a pele ao redor dos lábios. As 
úlceras solitárias são geralmente pequenas (3 mm) e dolorosas, com uma margem eritematosa, mas 
úlceras maiores, com margens irregulares, muitas vezes resultam da coalescência de lesões 
individuais. A doença é autolimitada e as úlceras regridem espontaneamente sem deixar cicatrizes 
dentro de 10-14 dias. (Cameron, 2012) 
 
Diagnóstico 
 
• História e características clinicas. 
• Citologia esfoliativa mostrando a presença de células gigantes multinucleadas e corpos de 
inclusão viral podem ser utilizados para diagnóstico rápido se o suporte de laboratório está à 
mão. 
• Antígeno viral pode ser detectado pela amplificação da reação em cadeia da polimerase 
(RCP). Isto às vezes pode ser útil na confirmação precoce do diagnóstico. 
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• Cultura viral. A cultura viral pode levar dias ou semanas para produzir um resultado. 
• Detecção de anticorpos virais em amostras de sangue durante as fases aguda e 
convalescente. Um aumento no título de anticorpos pode apenas fornecer uma confirmação 
tardia do diagnóstico. 
 
Conduta 
 
• Cuidados sintomáticos. 
• Incentivar a ingestão de fluidos orais. 
• Se líquidos por via oral não podem ser administrados depois de internação hospitalar é 
obrigatório o início da administração de fluidos intravenosos. 
• Analgésicos - paracetamol, 15 mg / kg, 4-4 horas. 
• Bochechos para crianças mais velhas - gluconato de clorexidina, 0,2%, 10 mL de 4-4 horas. 
• Em crianças acima de 10 anos de idade, bochechos com tetraciclina ou minociclina pode ser 
benéfico, mas deve ser evitado em crianças menores para prevenir a possível descoloração 
dos dentes. 
• Em crianças com ulceração severa, a clorexidina pode ser esfregada sobre as áreas afetadas 
com compressas de algodão. Grande parte da dor de ulceração oral é provavelmente 
consequência de infecção bacteriana secundária. A clorexidina colutório 0,2% tem se 
mostrado benéfica no controle de ulceração oral. Um enxaguatório bucal contendo 
clorexidina 0,12% e cloridrato de benzidamina (Difflam C) pode oferecer algumas 
vantagens sobre a clorexidina sozinha. 
• Os anestésicos tópicos: lidocaína viscosa 2% ou spray de lidocaína (xilocaína). Nota: o uso 
de anestésicos tópicos é muitas vezes defendido, no entanto, o efeito de uma boca dormente 
em uma criança pequena muitas vezes é mais angustiante do que a dor da doença e pode 
levar à ulceração devido a diminuição da sensação e traumatismo subsequente. 
Adicionalmente, geralmente é difícil iniciar a deglutição com um palato mole que está 
anestesiado. 
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• Quimioterapia antiviral. Suspensão oral ou intravenosa de aciclovir para pacientes 
imunossuprimidos. Este tratamento só vale a pena na fase vesicular da infecção, ou seja, 
dentro das primeiras 72 horas. Nota: o uso de medicamentos antivirais é controverso e, 
geralmente reservado para as crianças que estão imunocomprometidas. Há alguns indícios 
que sugerem, no entanto, que a administração de aciclovir nas primeiras 72 horas após a 
infecção pode ser benéfica. 
• O controle adequado da dor também é necessário com a administração regular de 
paracetamol. 
• Os antibióticos são inúteis. 
• Crianças pequenas severamente afetadas frequentemente apresentam um quadro de 
desidratação, sendo incapaz de comer ou beber. A internação hospitalar é necessária para 
esses casos com a manutenção de fluidos intravenosos. (CAMERON, 2012) 
AIDS = 
Doença da mão pé e boca = 
Candidíase = 
ANOMALIA DO DESENVOLVIMENTO DENTÁRIO 
O conhecimento da odontogênese é fundamental para o entendimento dos distúrbios do crescimento 
e desenvolvimento que afetam os dentes. Muitos desses distúrbios seguem padrão hereditário, 
outros são congênitos. (TOLEDO, 2012) 
ANOMALIA DE NÚMERO 
Anodontia verdadeira (ausência congênita de dentes) pode ser parcial ou total e acontecer em uma 
ou em ambas as dentições. A anodontia ocorre quando um ou mais botões epiteliais primitivos não 
se formam a partir da lâmina dentária. (TOLEDO, 2012) 
DISPLASIAS ECTODÉRMICAS 
 
A displasia ectodérmica descreve um grupo de distúrbios do desenvolvimento, frequentemente 
hereditário, envolvendo as estruturas derivadas do ectoderma (p. ex.: cabelos, dentes, unhas, pele e 
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glândulas sudoríparas). A forma mais comum é a hipoidrótica ligada ao cromossomo X (OMIM 
305100, EDA1, Xq12-q13.1 - braço curto do cromossomo X). Nesta condição, a apresentação usual 
é uma criança do sexo masculino com: 
• Ausência de múltiplos elementos dentários 
• Cabelos finos e esparsos 
• Pele seca 
• Hipoplasia dos maxilares. 
• Eversão dos lábios. 
• Pigmentação perioral e periorbital. 
• Os dentes são pequenos e cônicos e, com frequência, apresentam um amplo diastema 
anterior. 
As mulheres heterozigotas são muitas vezes identificadas pelo exame odontológico e suas 
manifestações podem estar limitadas a ausência de umúnico elemento dentário ou de um incisivo 
lateral conoide (hipótese de Lyon, a seguir). 
No grupo das displasias ectodérmicas, as formas de herança autossômica dominante ou recessiva 
também podem ser observadas. Nessas famílias, não haverá uma diferença tão marcante no grau da 
doença entre homens e mulheres quando comparada com a displasia ectodérmica hipoidrótica 
ligada ao X . Mutações no gene MSXl (4p16.1) foram identificadas em famílias com ausência dos 
terceiros molares e dos segundos pré-molares (com ou sem fissuras), bem como em famílias com a 
síndrome dente-prego (Witkop). Foram encontradas mutações no gene PAX9 (14q12-q13) em 
outras famílias com ausência dentária associada à forma autossômica dominante. 
 
A HIPÓTESE DE LYON (INATIVAÇÃO DO CROMOSSOMO X) 
 
 
Durante a diferenciação celular, um dos dois cromossomos X em cada célula somática feminina é 
inativado. Isto significa que em famílias com desordens ligadas ao cromossomo X, 
aproximadamente 50% das células das mulheres heterozigotas expressarão um gene mutante, 
enquanto o restante irá expressar o gene normal. Nos tecidos afetados por esta condição, tais 
mulheres têm um mosaico com células afetadas e normais. Este fato é de especial importância em 
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doenças como a hemofilia, a displasia ectodérmica hipoidrótica ligada ao X, o raquitismo resistente 
à vitamina D e a amelogênese imperfeita ligada ao X. Assim, mulheres heterozigotas com displasia 
ectodérmica hipoidrótica ligada ao X podem ter ausência dentária, embora sejam invariavelmente 
menos severamente afetadas do que os homens. De forma semelhante, ocorre na hemofilia A, onde 
mulheres heterozigotas geralmente não apresentam um sangramento clínico anormal, no entanto, 
pode ocorrer se a lionização for severamente inclinada de maneira que exista uma predominância de 
células produtoras de fator VIII sob controle do gene mutante. (CAMERON, 2012) 
 
ANOMALIA DE TAMANHO 
Estão enquadrados na anomalia de tamanho os casos Microdontia (dentes menores que o normal) e 
Macrodontia (dentes maiores que o normal). A Microdontia é mais comum e em geral, afeta os 
incisivos laterais superiores. 
ANOMALIA DE FORMA 
Fusão 
União entre dois dentes da série normal ou de um dente normal e um dente supranumerário pela 
polpa e dentina. Em geral, dois canais estão presentes. O dente origina-se a partir de dois germes 
dentários e, desta forma, o número de dentes na dentição fica normalmente reduzido em uma 
unidade. No entanto, se o dente normal for unido a um supranumerário, o número de dentes no arco 
estará normal. Acredita-se que esta fusão (entre o dente normal e o supranumerário) aconteça 
devido à proximidade dos germes dentários. 
 
Geminação 
Brotamento de um segundo dente a partir de um único germe dentário. Em geral, apenas um canal 
radicular está presente. 
Concrescência 
União de dois dentes (um dos quais pode ser um supranumerário) pelo cemento. Em geral, a 
concrescência afeta os segundos e terceiros molares permanentes em adultos mais velhos. Ao 
menos que envolvam os supranumerários, esta condição é raramente observada em crianças. 
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Taurodontismo 
Utilizado para descrever dentes molares com uma câmara pulpar que é verticalmente alargada, 
expandindo as raízes. A distância da junção cemento-esmalte à furca radicular pode ser maior do 
que a distância da furca aos ápices. Desta forma, o dente apresenta um corpo longo e raízes curtas, 
com uma tendência para uma única raiz ou deslocamento apical da bifurcação. A anomalia parece 
ser causada pelo atraso ou falha na invaginação da bainha epitelial de Hertwig. O Taurodontismo 
pode ter uma base genética. Várias síndromes e condições, tais como as displasias ectodérmicas, 
aneuploidias do cromossomo X e, algumas famílias (autossômica dominante) com amelogênese 
imperfeita apresentam essa anomalia. A aparência também pode ser refletida com dentes com uma 
única raiz, com canais pulpares maiores do que o normal. 
 
 
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(Aula II) FORMAÇÃO, ERUPÇÃO DENTÁRIA E RIZÓLISE (CARACTERÍSTICAS DAS 
DENTIÇÕES) 
ODONTOGÊNESE 
O processo de desenvolvimento do dente começa na sexta semana de vida intrauterina (embrião de 
11 mm) como resultado da interação sequencial e recíproca entre o epitélio que reveste a cavidade 
bucal e as células mesenquimais derivadas da crista Neural. (TOLEDO, 2012) 
Estudo da Dentição Decídua e Mista 
Dentição decídua é composta por 20 dentes divididos em dois arcos, sendo oito incisivos, quatro 
caninos e oito molares (Figura 1). Esses dentes possuem uma coloração branca e opaca, bem 
diferente dos permanentes. Além disso, são menores que os dentes permanentes em todas as 
dimensões. 
Os dentes anteriores decíduos são menores que seus sucessores permanentes, e os molares são mais 
largos que os pré – molares, que ocuparão as mesmas posições nos arcos. (Guedes – Pinto, 2012) 
 (Figura 1) 
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Até 6 anos de idade e a partir de 6 anos quando começa a substituir os dentes decíduos pelos 
seus sucessores permanentes. Mudando a classificação que era conhecida como dentadura 
decídua, agora mista. 
Quantas dentições e quantas dentaduras tem o ser humano? 
Dentições 2 => É o ato de se formar, só existe dente decíduo e permanente. 
Dentadura 3 => É o arco estático tenho decídua e permanente e tenho a transição das duas 
conhecidas como dentadura mista que começa sempre quando o primeiro dente permanente irrompe 
na cavidade bucal. Teoricamente pelas tabelas não sucedendo ninguém, mas transformando uma 
bateria de 20 dentes em 24, sendo dos 24, 20 decíduos e 4 permanentes. 
A Odontopediatria não é uma especialidade baseada em um conjunto particular de habilidades, mas 
uma especialidade que engloba todas as habilidades técnicas da odontologia diante de um cenário 
filosófico de compreensão do desenvolvimento infantil na saúde e na doença. Uma visita 
odontológica já não é mais uma visita ao dentista — ela deve ser considerada uma ‘‘visita de 
saúde’’. Somos parte de uma equipe de profissionais da saúde que contribuem para o bem-estar das 
crianças, seja no contexto individual como no nível comunitário mais amplo. (CAMERON, 2012) 
Na Odontopediatria faz – se: 
Endodontia 
Núcleo intra canal. 
Lembrando: O material não pode ser o mesmo do adulto porque se o dente vai ser reabsorvido, o 
procedimento que eu fizer internamente também tem que facilitar o processo fisiológico, é a arte de 
recuperação de espaço, é a arte de levantamento de dimensão vertical, é a arte de reabilitar 
esteticamente o ser humano devolvendo atividade a ele. Então é a repetição da odontologia do 
adulto. 
Falaremos sobre: formação, erupção e rizólise dentária. 
Quantos dentes têm na boca decídua? Resposta: 20. 
 
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Esses dentes têm 3 ciclos que são biológicos, sendo que dois deles são comuns as 2 dentições, os 3 
ciclos são esses: eles irão se formar, irromper e depois sofrer a rizólise. Permanente vai apenas 
formar e erupcionar. 
Rizólise => É o processo de reabsorção do dente decíduo. É exclusivo de dente decíduo. Rizólise 
em dente decíduo é exclusivamentefisiológico. Os 2 dentes (decíduos e permanentes) irão formar 
e erupcionar, mas o decíduo vai sofrer rizólise fisiológica. 
No dente permanente é reabsorção interna ⁄ externa e não é fisiológico e sim, patológico. 
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Então nós temos 20 dentes decíduos na boca todos eles recebendo o mesmo dentro dos seus 
predecessores permanentes. Os dentes decíduos irão receber o mesmo nome dos seus sucessores 
permanentes. 
Com exceção do grupo de pré-molar, para dentes decíduos vou ter: incisivos centrais, laterais, 
caninos e molares decíduos superiores e inferiores na mesma numerologia que se tem para o 
permanente. 
Os permanentes que irão suceder os seus respectivos decíduos, receberão a nomenclatura de 
permanentes que vocês conhecem, lembrando que para o grupo de Pré Molares já que não tenho 
antecessor decíduo eu substituo os molares seguindo de guia de exceção dos mesmos. 
Para ficar mais claro: os Incisivos Centrais decíduos serão substituídos por incisivos Centrais 
permanentes, lateral por lateral e canino por canino, os molares decíduos serão substituídos pelos 
seus sucessores classificados como pré-molares. Quase todos os dentes decíduos possuem o seu 
diâmetro mesio-distal muito menor do que os permanentes. Quase todos, com exceção dos Pré 
Molares, onde tenho a bateria permanente com o diâmetro menor do que seu antecessor decíduo. 
Sabendo que não temos Pré Molar decíduo. Pré Molar substitui molar decíduo. E molar permanente 
não substitui ninguém, já irrompeu com a característica de ser permanente. Sai de 20 dentes para 24 
dentes, sendo que os 4 são da bateria permanente. Tivemos troca dos dentes até esse instante? 
Não. Quando passamos a ter troca desses dentes? Quando a bateria anterior até o último molar 
decíduo é substituído na sua respectiva época, sofrendo um processo que é exclusivo da dentição 
decídua. Qual é? É a rizólise. Esse procedimento é a reabsorção das raízes decídua de forma 
fisiológica, no seu tempo e com suas características. Quando o dente decíduo sai da boca cujo 
processo é exfoliação, processo da saída natural de um dente decíduo. A exfoliação está ocorrendo 
porque houve a rizólise de toda a raiz do dente, rizólise essa, provocada pelo seu substituto 
permanente. 
Só saiu sua raiz da cavidade bucal, porque minha sucessora em algum instante de crescimento tocou 
na minha raiz e houve uma diferenciação celular do que era regenerador para o que é destruidor e 
me reabsorveu, não ela necessariamente, mas o fenômeno entre mim e ela até um ponto que não há 
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mais nada que me sustente e sai e recebe o nome de exfoliação, dando lugar para que ela me suceda, 
mas ela é muito mais rápida do que eu. Exemplo: um central permanente vai substituir um 
central decíduo, e o diâmetro mesio-distal do permanente é maior, por esse motivo os dentes 
irão ficar apinhados, um colado no outro. Necessariamente vai ficar apinhado? Não. Porque 
meu arcabouço que é mandíbula e maxila irão crescer e, além disso, lá na frente eu não disse que 
tem 2 dentes que são menores que seus antecessores. Os Pré Molares são mais magros do que os 
molares, vai sobrar ou faltar espaço lá trás? Vai sobrar. Exemplo: prof. Esse dente é um 
endodontia, calma, qual o grau de rizólise? Compensa? Qual o grau de formação do sucessor? 
Compensa manter? Qual é a idade? Tem sucessor ou não tem? Quando vocês imaginam que 
começa a formação dentária? Todos os dentes irão se formar, todos os dentes irão erupcionar, todos 
os dentes decíduos irão reabsorver e todos os dentes decíduos se dentro da normalidade estiverem 
serão sucedidos pelos seus respectivos permanentes com exceção de nomenclatura dos Pré 
Molares. Acontece que este fenômeno de formação e como fenômeno eruptivo são comuns as 2 
dentições, qual é a diferença? O tempo no espaço onde isso acontece. Primeiro um vai acontecer 
sempre antes do que o outro. Mas todos irão formar, irromper e maturar. 
Nas 6 semanas de vida intrauterina já tem dente formando, obviamente que o 1º dente que 
começar a formar vai ser o 1º a aparecer na cavidade bucal. E na normalidade vai ser a 1ª a 
ser substituída, ela vai formar no mesmo tempo que ela, ela é uma central e ela uma lateral. 
Irão ser formado na mesma época? Claro que não! Qual é a prova disso? Ela erupciona antes do 
canino, ela irrompe antes do molar. Ela não foi a 1ª, então ela irá ser substituído primeiro antes da 
normalidade. Exemplo: É que quando ela se encontra em um alto grau de formação, eu o 
substituto dela entro no meu estágio inicial de formação e durante um bom período de tempo 
nós 2 estamos em gênese, formação, em época diferentes e graus diferentes, quando ela está 
terminando a coroa eu estou começando a incisal. Porque eu irei aparecer depois dela, portanto 
tenho que começar muito depois dela. Mas o que eu quero que vocês entendam é que tanto ela 
como decíduos e eu como permanente estamos sendo formado na mesma época, em instantes 
diferenciados. Sendo que o processo é o mesmo, vai chegar um ponto que ela está completamente 
formada e eu estou 1⁄4 ou a metade de formação, quando ela termina de formar 1)vai de 2 anos de 
férias 2) e entrar em um estágio de repouso onde eu não incomodo e ela ainda não responde ao meu 
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encontro até que depois desse estágio de repouso, eu mudo de movimentação e entro em um 
movimento de subida na tentativa de me aproximar dela, ela ainda é gênese mais ainda não uma 
gênese formadora é reparadora a qualquer estimulo negativo. 
Seja carie, seja endodontia, enfim ela continua sendo formada. 
Mas eu estou em um processo muito mais dinâmico, eu estou muito depois, ela já está na cavidade 
bucal, ela é decíduo, eu continuo formando, formando raiz, estou subindo, encontrando com a parte 
final formada por ela, que é a ponta da raiz, quando nós 2 nos aproximamos eu estimulo a parte 
reparadora dela a se diferenciar em células destruidoras, ela para de ter odontoblástos e passa a ter 
odontoclastos e começa a se reabsorver por proximidade minha ou por apoptose celular (há 
controvérsia!). 
O importante é que eu continuo subindo no sentido oclusal e estimulando ao que antes era gênese 
para o que é rizólise. Eu também paro para repousar, porque também não aguento estar subindo em 
oclusão o tempo todo, quando eu paro, ela tenta se neoformar, do estímulo negativo que eu gerei 
por proximidade. Ela volta a formar novamente células reparadoras, não o suficiente. O processo é 
de forma irregular, porque é de toda pela minha presença. Novamente eu continuo subindo e me 
aproximo mais, novamente àquilo que era tentativa de reparar volta a ser destruidora e ela continua 
no processo de reabsorção, até chegar ao ponto que já tenho uma boa proporção formada e ela uma 
boa proporção destruída. Ela passa a ter mobilidade. Porque eu estou reabsorvendo parte de 
sustentação dela, até chegar um ponto que esse dente não endurece mais, não tenho mais nenhum 
intervalo de mobilidade, isso é um sinal clínico que ele não precisa mais ficar na cavidade bucal. Se 
eu tiro é exodontia, se normalmente cai é exfoliação. Vai ficar um espaço, eu não estou em 
gênese, até que eu consiga ter 2⁄3 de minha raiz e ocupe um lugar reservado para mim por ela. Que 
a função maior dela, decíduo, é manter o arcabouço da minha erupção. Até que eu entre na cavidade 
bucal e ocupe o espaço. Este é o processo inicial de formação, erupção e rizólise. 
Nós 2 vamos sofrer, ela (Dentição Decídua) vai sofrer 3 processos e começa cada 5ª ou 6ª semanas 
de vida intrauterina e eu por volta da 15º , 18º semana que vou substituí-la também vou sofrer 2 
processos iguais, quando eu já estiver bastante desenvolvidopor proximidade ou fazer ela sofrer o 
terceiro que é exclusivamente da família dela, decíduo. Destes 2 fenômenos que são idênticos a nós 
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permanentes e decíduo , um deles eu vou destacar: movimento eruptivo que vocês até a aula de 
hoje, erroneamente este utilizam na clínica. 
Observação: Com menos de 15 dias não remover o dente neonatal. 
Importante! O traumatismo acelera o processo de rizólise. Porém, o processo de rizólise em 
seu estágio normal se inicia em torno de 2 a 3 anos. 
O que é erupção para vocês? Erupção é o fenômeno inteiro, desde que comecei uma pontinha de 
cúspide que se formou lá, ou pontinha de incisal se for dente anterior. Isso é erupção. A irrupção é 
o ato de aparecimento do dente na cavidade bucal, que faz parte do processo eruptivo quando 
o dente aparece na cavidade bucal ele não erupcionou, ele irrompeu. Porque ele já está 
erupcionando desde sua formação. O que erupção então? Fenômeno comum a ela e a mim. A 
erupção é o ato da formação até a vida útil desse elemento dentário. 
A gente divide a erupção em 3 momentos distintos:1) movimento pré-eruptivo, 2)movimento 
eruptivo, 3) movimento pós-eruptivo. 
Então nós dois estamos na cavidade de um bebê, com 6 semanas ela começou e eu com 18º e eu vou 
sucedê-lo como a cavidade bucal de um bebê é diminuta, eu estou afirmando para vocês que ele tem 
20 germes de dentes já em formação, vai caber aonde? Se não cabe, qual é a disposição que esses 
dentes se encontram na cavidade de um recém-nascido? Todos apinhados, então todas elas são 
quase sobrepostas uma na outra, significa que vão erupcionar sobrepostas? Não! Porque o 
movimento pré-eruptivo é que vai resolver esta situação. Então irrompeu todos os dentes 
principalmente de bateria anterior, todos apinhados na região anterior mediana do bebê, Mas só vão 
erupcionar daqui a 6 meses, durante 6 meses há crescimento ósseo, agora eu sou mandíbula, e 
acabei de entrar no mundo, durantes 6 meses eu cresço para trás, para o lado vestibular, cresço para 
cima, para formar processos alveolares para caber o dente. Então durante 6 meses tenho 
crescimento ósseo alojando todas elas como mandíbula e como maxila, quando eu migro pra trás 
elas me acompanham, principalmente os molares, quando migro para o lado, todas elas me 
acompanham, além desta movimentação se eu cresço para cima (ela sobe), essa característica de 
movimento compensatório, crescimento de arco é classificado como movimento pré-eruptivo, 
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que tem inicio desde o inicio de formação da coroa de qualquer um dos dentes, seja decíduo, 
permanente, posterior ou anterior, e termina exclusivamente com a finalização da formação 
da coroa. Então começou a formar, vou virar um decíduo, começou a formar ponta de cúspide do 
molar decíduo, já o bebê nasceu, estou no lugar do canino, vou erupcionar no lugar dele? Não! 
Porque eu só vou erupcionar com 2 e 1/2 anos de idade, durante todo esse período, essa mandíbula 
está crescendo, em movimentos clássicos para trás, para o lado e para cima, eu acompanho por uma 
questão óbvia, estou colado no osso, acompanho que o osso está fazendo, essa minha 
movimentação dentro de estrutura óssea compensatória, crescimento exclusivo do osso, recebe o 
nome de movimentação dentária pré-eruptivo. Significa que o movimento pré-eruptivo dela vai 
ser diferente de outro? Se ou não? Em termos de data? O inicio de movimento pré-eruptivo do dela, 
vai ser o mesmo da outra? Sim! Pré-eruptivo, está crescendo osso, não interessa onde está 
formado, nós vamos migrar, todo mundo migra na mesma hora. Significa que ela irrompe no 
mesmo período que ela? Não. Nós vamos passar por 3 movimentos distintos: 1) pré-eruptivo, 2) 
eruptivo e 3) pós-eruptivo. 
1) pré-eruptivo => começa com a formação do germe dentário e termina com a formação final da 
coroa estágio (1 – 6) de Nolla ou melhor, acompanha o crescimento maxilar e mandibular, por 
conseguinte, o movimento é intra – ósseo. 
2) eruptivo => começa com a formação da raiz, que ocorre com a proliferação da bainha epitelial 
de Hertwig e termina com o dente em oclusão estágio (7 – 10) de Nolla, portanto, o irrompimento 
acontece somente quando 2/3 da raiz estão completamente formados (Estágio 8 de Nolla), desta 
forma, prossegue até o contato com o antagonista. CUIDADO!!! com isso, o dente em oclusão não 
significa raiz formada, tanto que vocês fazem endo com ápice aberto. Significa 2⁄3 formados, ou 
seja, com 2/3 do sucessor permanente formado, o decíduo já não deve estar na boca. 
3) pós-eruptivo => da oclusão à saída desse elemento dentário, seja por extração, seja pelo que for, 
se tiver dentro da boca a vida inteira está em movimento pós-eruptivo. 
Formou coroa mudou de estágio? Sim! Entrou em oclusão mudou de estágio? Sim. Saiu da 
cavidade bucal terminou o estágio, não saiu continua a vida inteira formando. Ela começou a formar 
até seu final de formação de coroa, ela só pode estar em um estágio: pré-eruptiva cuja característica 
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é a compensação migratória em virtude de crescimentos em 3 sentidos de base óssea, seja maxila 
seja mandíbula. Começou a formar raiz, ela muda de estágio. Ela continua crescendo no sentido de 
compensação óssea? Sim! Mas não é essa a característica, a característica maior do movimento 
eruptivo é a migração no sentido oclusal, se for superior descendo, se for inferior subindo. Durante 
o movimento eruptivo ocorre a irrupção dentária, já que a característica do movimento é inicio de 
formação de raiz a sua entrada em oclusão. Ele se inicia com a formação da raiz, mas não é ela a 
responsável pela subida desse dente no sentido oclusal? Não! Se não estaria afirmando que dente 
sem raiz, não entra em oclusão, é um marco se coincidência histológica, não é ele o responsável 
pelo movimento. 
Entrou em oclusão, seja decíduo ou permanente eu não tenho mais nada do que estou descrevendo, 
tenho movimentos compensatórios, deposição de cemento em busca de desgaste seletivo, perdas 
precoces vizinhas etc e tal. O que é um dente migrando no sentido oclusal quando não tem 
antagonista? Como vocês chamam isso? Extrusão. É movimento pós-eruptivo. Tem que formar 
dente, está lá na barriga da mãe, todos os dentes decíduos vão ser formados em épocas distintas bem 
como seus sucessores. Os sucessores central, lateral, canino também vão formar, na mesma época 
que ela? Óbvio que não. Se não a gente ia irromper junto. Vai chegar a um mesmo ponto em que 
nós temos o mesmo ponto de formação, ela tá formando e eu estou formando e assim vai. Vai 
chegar um ponto em que ela terminou de formar, eu também terminei? Não! Vai ser muito depois. 
Vai chegar um ponto que eu vou sair do movimento pré-eruptivo e ela já está no pós; eu vou entrar 
no eruptivo, se eu continuo subindo e minha amiga continua estacionada, não vai chegar um ponto 
que eu vou encontrar com ela, ela está no pós e eu no eruptivo? Sim! Eu não tenho que irromper 
que é a característica do movimento eruptivo, como irei irromper se ela está na minha frente? 
Fazendo a rizólise, que é um processo fisiológico, por proximidade entre mim e ela, a proximidade 
leva a diferenciação celular, mas eu continuo no eruptivo até entrar em contato com meu 
antagonista. Este movimento de erupção dentária tem 3 subdivisões para os dois dentes, eu primeiro 
vou me formar como coroa. Todas as duas baterias de dentes vão sofrer o mesmo processo, e 
durante o mesmo tempo ela como pré-eruptivo e eu também. O professor diz que não na mesma 
época. Óbvio que não. Ela está terminado a cervical e eu início de cúspide. 
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Outro Exemplo: Sou incisivo central, 6 semanas comecei a formar, começo na incisal e termino na 
cervical, formei uma camada, formei após imediatamente após formar, 90% tem água, interessa 
erupcionar água? Formei e imediatamente após mineralizei, comecei a trocar composição de 90% 
de água para cristais que me interessam Hidroxiapatita, já tema dureza que quero? De 3 semanas 
para a bateria anterior a 8 semanas para bateria posterior, eu só consigo um fenômeno, que também 
é troca, que não recebe mais o nome mineralização, na Odontopediatria é maturação. 10% de 
dureza, 70% na maturação, estou dentro do alvéolo? Qual o nome da maturação? Pré-eruptivo. Se 
eu estou formando para ser maturado, tudo que houver de prejuízo sistemicamente a esse elemento 
dentário vai ter sequela na sua formação de estrutura, porque não estou fazendo a troca nesse 
instante. Enchi o moleque de flúor, o flúor vai entrar nessa composição, junto coma Hidroxiapatita, 
se tiver muita concentração de flúor sistemicamente, o que vai acontecer quando for maturar? Eu 
incorporo no elemento que não me é interessante. Quando eu apareço na cavidade bucal, apareço 
com uma sequela, qual é o nome? Se eu já tivesse formado, mineralizado, maturado eu poderia 
encher de flúor e ter uma sequela estrutural? Não! Porque já estou formado. Esse fenômeno que 
estou descrevendo é bilateral e homólogo. Ela é o 71, o 81 acontecerá igual? Igual. Na mesma 
época, na mesma idade. Se o 71 foi esfoliado, o que vou fazer como 81? Vou tirar (exodontia). Se 
um saiu fisiologicamente, o outro já deveria ter saído. Posso dizer que ao nascimento todos os 
dentes estariam em movimento pré-eruptivo? Posso! O fenômeno é único para estágios e épocas 
distintas. Não necessariamente na mesma época cronológica. Todo mundo tem início de 
movimento pré-eruptivo com início de formação de coroa, mas nem todos com 6 meses de vida. Ao 
nascimento já tenho dente permanente formado. 
 
Decíduo e permanente estão na mesma cripta óssea, mas o decíduo se afasta e cada um fica em uma 
crista, sendo unidos por um cordão gubernacular, que vai continuar até a irrupção do decíduo 
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porque vai se alargar, através de tecido Conjuntivo e permitindo que eu apareça sem 
sangramento e sem dor. Por isso, o fenômeno é fisiológico. Ocorre reabsorção de raiz do decíduo 
de forma irregular e intercalada, nunca retilíneo, nem constante. O canal que une as criptas se junta 
com tecido epitelial lá de cima, forma um canal que se alarga e o dente decíduo aparece na cavidade 
bucal, sem dor e sem sangramento porque não há circulação, não há inervação. 
1) Pré-eruptivo => começa com a formação inicial da coroa e termina com a formação final da 
coroa. 
2) Eruptivo => Termina a coroa e começa com a formação da raiz e termina com o dente em 
oclusão (movimento no sentido oclusal). 
3) Pós-eruptivo => Da oclusão à saída desse elemento dentário, seja por extração, seja pelo que for, 
se tiver dentro da boca a vida inteira está em movimento pós-eruptivo. 
A genética controla tudo, a ausência de um permanente, não significa que decíduo não vá sofrer 
rizólise. As agenesias, não tem sucessor, o dente decíduo vai ser reabsorvido em qualquer instante, 
porém não temos uma data definida (esperamos esfoliar para poder ter um tratamento), porque 
quem dita esse fenômeno de rizólise não é a minha presença, ela dita a velocidade do processo, 
quem dita é a apoptose celular, células programadas para se autodestruírem em uma determinada 
época. Fatores que aceleram o processo de rizólise: endo, cárie, trauma, doença periodontal. O 
dente decíduo é branco porque é menos mineralizado. Quanto mais mineralizado, mais 
amarelo. 
Nos dentes anteriores os permanentes se localizam pela palatina dos decíduos e nos posteriores os 
sucessores se localizam entre as raízes. 
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Observação: Carmen M Nolla is a Pediatric (Childrens Dentist) (Pediatric Dentistry dentist). 
 
Quanto mais avançado o plano de Nolla mais radical seu plano de tratamento. Se está no estágio 9 
de Nolla e tem uma endo. Você vai fazer? Não! Faz exodontia. 
Qual é o estágio de Nolla que caracteriza as duas mudanças de estágio de formação de um dente 
permanente? Qual é o estágio que caracteriza de pré-eruptivo para eruptivo? 6º. E a partir de 6 esse 
dente começou a subir no sentido oclusal? Sim! No estágio 8 de Nolla está em oclusão tudo que for 
entre 7 e 8. Qual seria o plano de tratamento? Exodontia. 
Se eu tenho 2/3 de raiz completa, já não estou afirmando que deveria estar em oclusão? Dever-se-ia 
estar em oclusão, o decíduo deveria estar na boca? Não. Casos têm 2/3 de raiz completa de uma 
bateria permanente, qual é o grau de rizólise do decíduo? 2/3. 
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(LISBOA, 2013) UFPA 
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(LISBOA, 2013) UFPA 
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Observação: Quando o grau de Nolla for entre um estágio e meio, arredondamos ao maior. 
Todo fenômeno eruptivo obedecem a dois fenômenos distintos. 
Cronologia de erupção = Idade com que cada dente aparece (dente decíduo vai de 0 a 2,5 
anos). Nasce com dente Natal, Irrompeu semanas depois dente Neonatal. Caso for um dente 
supranumerário, sim, deve ser removido. Porém, deve ser radiografado para conferir se é 
supranumerário, portanto, dentes supranumerários não tem fixação. Por isso, deve ser 
removido até porque a deglutição pode levar o paciente a óbito. A média inicial são 6 meses de 
idade. Teoricamente a criança tem que ter dente na boca. Existe uma variação de 6 meses 
para mais e para menos nos decíduos, pode nascer com dente ou ter dente após 1 ano e 2 
meses (normal). Para os permanentes essa variação aumenta em 1 ano, portanto, a média de 6 
para começar a troca, ele pode começar aos 5 anos ou aos 7 anos. 
Tanto as meninas como os meninos tem irrompção dos dentes decíduos na mesma faixa etária, os 
livros mais modernos dizem que nos meninos, dentes decíduos bateria anterior irrompem primeiro 
do que as meninas. Porém as meninas terminam a oclusão decídua primeira. Para as dentições 
permanentes as meninas são mais precoces. 
Sequência de erupção = Qual é o grupo de dente que aparece por vez na cavidade bucal. 
Na dentição permanente o primeiro molar inferior é o primeiro a aparecer na cavidade bucal, pois 
ele serve de guia para o primeiro molar superior. 
Observe: O dente girovertido na fase pré - eruptiva sem raiz pode mudar de posição porque 
haverá crescimento de mandíbula. 
 
ALTERAÇÃO DA CRONOLOGIA DE ERUPÇÃO DENTÁRIA 
 
 
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Dentes permanentes 
 Dentes Superiores Dentes Inferiores 
Incisivo Central 7 – 8 anos 6 – 7 anos 
Incisivo Lateral 8 – 9 anos 7 – 8 anos 
Canino 10 anos 9 – 10 anos 
Primeiro Pré-Molar 11 anos 9 – 10 anos 
Segundo Pré-Molar 11 – 12 anos 11 anos 
Primeiro molar 6 – 7 anos 6 anos 
Segundo molar 12 anos 12 – 13 anos 
Terceiro molar 17 – 21 anos 17 – 21 anos 
 
Sequencia Ideal de erupção dos Dentes permanentes 
Ordem Maxila Mandíbula 
1º Primeiro Molar Primeiro Molar 
2º Incisivo Central Incisivo Central 
3º Incisivo Lateral Incisivo Lateral 
4º Primeiro Pré-Molar Canino 
5º Segundo Pré-Molar Primeiro Pré-molar 
6º Canino Segundo Pré-molar 
7º Segundo Molar Segundo Molar 
 
Aula passada foi falada dos fatores de normalidade e tudo aquilo que fosse alteração do que 
considerávamos normal iríamoscomeçar a falar a partir de hoje e vamos começar a aula exatamente 
tratando desse assunto. 
Existirão ou poderão existir situações que poderão acelerar o processo de rizólise ou atrasar esse 
mesmo processo. 
Seriam fatores que fugiriam daquilo que classificamos como normalidade durante todo processo. 
São classificados como fatores locais e fatores sistêmicos e incidem sempre sobre o dente decíduo. 
Podemos acelerar ou retardar o processo a de troca, nunca o processo de formação. 
A rizólise pode ser acelerada ou atrasada. Hora nenhuma estou falando em acelerar ou 
retardar o processo de formação do sucessor. 
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Ex: o dente decíduo vai ser perdido muito antes ou muito depois do previsto nas tabelas de 
normalidades, não significa que o permanente vai substituí-lo em termos de formação muito mais 
rápido. 
Vai ser acelerado o processo não a formação do substituto. O permanente tem que erupcionar no 
grau 7 para o grau 8 de Nolla, só o permanente vai erupcionar no grau 5 ou 6 de Nolla, fugindo do 
padrão de normalidade, a prova que eu não acelerei o processo de gênese, mas acelerei o processo 
de substituição. Por isso que é fugir da normalidade. 
O permanente tem que fazer absorção da raiz do decíduo dentro da normalidade. Isso vai durar 3 ou 
2 anos. Quando tiver 2/3 reabsorvido à maturidade é grande e quando 2/3 formado há substituição. 
Só que existem fatores que aceleram o processo de rizólise da dentição decídua. Um desses 
fatores é o trauma. Ex: Ela (dentição decídua) sofreu uma queda, bateu o dente, houve uma 
intrusão desse elemento dentário. O que vai acontecer com o processo de rizólise? Que tinha que ser 
iguais ao do permanente dois terços reabsorvidos, dois terços formados? Mas ela sofreu 
traumatismo ou cárie ou um abscesso, necrose pulpar o processo de rizólise que tinha que ser igual 
ao de formação do permanente tem que ser acelerado. 
Dentição permanente acelerando um processo de destruição qual seria consequência disso? Perda 
precoce. 
Significa que quando o decíduo é perdido precocemente, o permanente pode ocupar esse espaço 
precocemente ou retardar em termos de ocupação. 
Quando mais precoce for a perda do decíduo, pior é a velocidade do permanente de erupção, porque 
menor é o grau de formação da dentição permanente. 
O permanente ainda estaria em estagio pré-eruptivo, não tem força eruptiva para entrar em oclusão. 
Quando mais novo o permanente estiver e quando mais precoce for à perda, mas atrasado é o 
processo de substituição. 
Pode acontecer de o decíduo ter 1/3 de reabsorção, sofrer traumatismo e esse processo é acelerado, 
dentição decídua fica com 2/3 de erupção e o permanente 1/3 de formação. O decíduo foi perdido e 
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permanente ocupa o espaço porque o grau de gênese permite essa substituição, mas não significa 
que o processo de formação do permanente será acelerado em função da perda precoce. A 
movimentação que é acelerada não o grau de formação. 
Isso significa que: Pode haver erupção de um permanente sem a raiz formada? Sim! Devido à perda 
precoce do decíduo acelerando o movimento eruptivo, não acelerando a gênese. 
Fatores locais que aceleram a erupção: 
Não necessariamente aceleram a gênese. 
Erupção é movimento. Gênese é formação. 
Acelera - se o processo não acelera o estágio de formação, acelera o grau de destruição. 
São fatores: 
Infecções crônicas em dentes decíduos: Ex Cárie. 
Perda precoce vai estar tanto retardando como acelerando. Se o estagio de Nolla estiver próximo 
de 7,o processo será acelerado. Se o estagio de Nolla estiver entre 5 ou em movimentação pré-
eruptiva o processo será atrasado. 
Traumatismo: sempre acelera. Quando o paciente tiver traumatismo à primeira providência é 
radiografia, segunda providência e comparar com seu homólogo que não tenha sofrido traumatismo 
e você monitora se o processo esta sendo acelerado ou não. 
Processos sistêmicos que aceleram: hipopituitarismo, hipotireoidismo. Hipopituitarismo: 
Problema na glândula hipófise do paciente. 
Ele mostra a imagem de uma radiografia: Esse dente está aparecendo muito antes do que deveria e 
isto é uma infecção crônica que acelera o processo de erupção. 
O grau de formação desse substituto que estaria aqui é o mesmo desse que já está entrando em 
erupção na cavidade bucal? Sempre, significa que esse vai erupcionar um terço desse e esse um 
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terço desse. Porque esse um terço? Perda precoce acelerou o processo de rizólise. A formação é a 
mesma independente de quando erupciona. 
Outro raciocínio: Como sei que isso foi perda precoce? Quem erupcionou primeiro? Primeiro 
molar. Vocês lembram - se de uma tabela de sequência ideal de cronologia, que pode variar de 
região para região? 
 
Vocês podem observar algumas vezes variações nas duas tabelas. 
Variação de sequência: é quando um grupo de dente erupciona antes daquilo que a tabela 
preconiza. 
Variação de cronologia: quando erupciona fora da idade prevista. 
O que é normalidade dentro de variação de cronologia? 6 meses para decíduo e 1 ano para 
permanente , para mais ou para menos. Fugiu disso é variação de cronologia. 
 Exemplo: Chega um paciente no consultório com dois anos de idade sem nenhum dente. É 
alteração de sequência ou de cronologia? Cronologia. 
Sequência favorável de erupção para a dentição decídua. 
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 (Bath-Balogh, Mary, 2012) 
 
Sequência favorável de erupção para a dentição decídua. 
 
 (Bath-Balogh, Mary, 2012) 
Preocupa - nos muito mais uma variação de sequência do que uma variação de cronologia. Quando 
há inversão de sequência é prenúncio de má oclusão. 
O que pode ter ocorrido aqui, que fez com que houvesse alteração de sequência e cronologia, 
fazendo com que o segundo pré erupciona fora da sua posição e fora da sua idade ideal? O que 
aconteceu com seu antecessor? Perda precoce. Acelerando ou retardando? Acelerando porque o 
dente que substitui já estaria em movimento eruptivo, portanto acima do estagio 5 de Nolla. Se ele 
tivesse atrasado o que teria que fazer? Mantenedor de espaço. Esse dente estaria em movimento 
pré- eruptivo, portanto a perda precoce iria atrasar a sucessão. Concluindo para as duas situações, 
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nenhum dos dois teve processo de formação acelerada ou atrasada. Foi mexido na movimentação 
não no grau de formação. 
Outro exemplo: o processo de formação e de rizólise não é homologo e paralelo a grupos de dentes 
distintos? Qual dente tem seu grau de formação mais acelerado? Nenhum dos dois. O grau de 
formação é o mesmo. Qual dos dois tem o grau de lise acelerado? É o que está mais destruído. O 
fenômeno de gênese não vai ser igual ao da rizólise. Qualquer fator externo acelera. Se a rizólise foi 
acelerada o que vai acontecer com esse dente quando comparado com esse? Perda precoce. Quando 
sei que um dente vai erupcionar antes do outro ou muito depois? Quando sei que vai ser acelerado? 
Depende do grau de formação de Nolla do sucessor. Quanto mais precoce for mais atrasado será. 
Posso afirmar pela radiografia que vai erupcionar antes, devido estar formando mais rápido que o 
outro, ele vai erupcionar antes. É impossível fazer planejamento sem exame radiográfico na 
Odontopediatria. 
Para que lado eu tenho maior lise? Sempre para o onde a infecção crônica está presente. Ela 
acelera a lise do lado que está presente. 
Agora vamos retardar a erupção. Existem situações em que esse processovai ser retardado. O 
raciocínio é exatamente igual ao processo que acelera. 
Eu retardo o processo, mas não retardo a formação. Também os divido em locais e sistêmicos, 
sempre em dentes decíduos. 
Locais: 
Supranumerários 
Odontoma 
Dilaceração 
Anquilose 
Perda precoce (vai estar nos dois) 
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Falta de espaço 
Fibrose gengival 
Sistêmicos: Quando seria hiper e passa a ser hipor, ou seja, a produção de hormônio em quantidade 
menor do que o desejado. 
Disostose Cleidocraniana 
Hipofosfatasia- problema na bomba de fósforo e potássio. 
Lembre-se que o raciocínio é o mesmo, vou retardar o processo de lise de substituição, vou retardar 
o processo de ocupação pelo permanente, mas não retardo o seu processo de gênese. 
Geralmente os retardos geram dilaceração de raízes, ano para de crescer só não tem mais para onde 
crescer. 
Uma situação clássica: presença de odontomas. Se eu tenho um fenômeno bilateral, nele tem que 
acontecer exatamente o que acontece com ela? Se ela tiver diferente dele o que você vai fazer 
imediatamente? Pesquisar o porquê. Fugiu do normal tem que procurar uma explicação para isso. 
Exemplo: central esquerdo, lateral esquerdo permanente, canino ausente. Olhou do outro lado: um 
lateral e um canino ausente. Fugiu a sequência, a cronologia ou os dois? 
Os dois, e fugiu também o padrão de bilateralidade. Imediatamente deve-se radiografar. No mínimo 
alguma alteração local, que retarde o processo de troca. Não retardou o processo de lise porque não 
tem decíduo, mas estar retardando o processo de erupção. Na radiografia irá observar um odontoma. 
Plano de tratamento emergencial ou imediato: remoção do odontoma. Remover o fator e retardo do 
processo. 
Exemplo: Supranumerário: Lateral permanente, lateral permanente, canino decíduo, canino 
decíduo, central, supranumerário e supranumerário. 
Fugiu a cronologia e a sequência. Suspeita de problema ortodôntico. 
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O processo de formação esta sendo alterado? Não. Porque não subiu vai parar de forma? Não. Ele 
vai bater em no que estiver na frente e vai continuar formando. Imediatamente remoção do 
supranumerário para facilitar o processo de subida ou de descida. 
Quando estiver girovertido, vai continuar formando, vai chegar a dois terços de formação, mas não 
vai ter dois terços de erupção. 
Dois terços de formação independente do grau de lise qual é o plano de tratamento? Com zero de 
lise, qual o tratamento? Exodontia, porque quem dita o plano de tratamento é o grau de gênese não 
necessariamente o grau de lise. Dois terços já esta no final do movimento eruptivo já deveria estar 
em oclusão. 
Houve perda precoce do molar decíduo, que atrasou a erupção do outro, tão precoce que os dois 
sucessores fecharam o espaço destinado ao dente permanente. Um problema de cariologia aos 4 
anos de idade gera um problema ortodôntico na adolescência. Falta de espaço por perda precoce 
sem manutenção de espaço. 
O que fazer nessa situação? Recuperar espaço ortodonticamente para que pré-molar ocupe o espaço 
desejado. 
Essa é uma grande importância do dente decíduo. 
Existem situações de fribrosamento anterior, tanto para bateria decídua como para bateria 
sucessória. Há uma perda para a sucessória ou um fribrosamento para decíduo que não permite o 
aparecimento dos respectivos elementos dentários. Existem situações que além do aumento de 
volume isso também vai enegrecendo por presença de sangue. 
Existe duas escolhas clássicas que eu preciso dizer para vocês monitorar. 
A primeira só pede para vocês monitorarem, o movimento eruptivo que teria força suficiente, 
mesmo com atraso, para fazer com que esses dentes rompam todos esses tecidos e irrompam na 
cavidade bucal. 
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A segunda teoria pede que faça uma cirurgia imediata de liberação dos capuzes para que esse dente 
fique livre de força retentiva e possa ocupar seu espaço. 
Essa cirurgia recebem dois nomes: olectomia ou ulotomia. 
Ulotomia é o simples corte na liberação. 
Ulectomia é o corte acompanhado da remoção de tecido em V. Remove tudo, de modo que 
exponha a incisal dos elementos pedidos. Cerca de 3 ou 4 dias eles estão ocupando os espaços 
reservados. 
Importante!!! A gênese tem início na barriga da mãe para dente decíduo, mas até os 4 anos de 
idade ainda tem dente sendo formado nem que seja a parte final da raiz dos segundos molares 
decíduos. 
Quero dizer que a formação dos dentes decíduos começa na barriga de mãe, na 6° semana, 
por média de literatura, terminando aos 4 anos de idade. 
Outro fator importante: porque temos que saber a idade do dente? Quando mais jovem é o dente 
mais ou menos radical é o plano de tratamento? Eu posso ter um dente decíduo com dois terço de 
raiz reabsorvida e uma fístula indicando necrose, o plano de tratamento vai ser o mesmo se ele 
tivesse apenas um terço de raiz reabsorvível? 
Então a pergunta é: por que há essa diferença quando mais velho é o dente decíduo ou mais 
reabsorvível são suas raízes, mas ou menos radical é o meu plano de tratamento? Mais radical, 
porque quanto mais jovem o dente maior a capacidade de resposta tecidual do mesmo, quanto 
mais velho, menor a capacidade e menor a velocidade, portanto menor o risco eu corro no 
meu plano de tratamento. 
Com dois terço, se eu tiver necrose, sempre vai ser exodontia. Com um terço, se tiver necrose 
nunca vai ser exodontia, sempre vai ser pulpectomia. Isso é radical. 
E quando você vai de uma prevenção como proteção pulpar indireta que é o menor radical. A 
exodontia é o mais radical. 
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Dente senil: diminuição da resposta em virtude da diminuição das suas fibras e seus tecidos 
conjuntivos, quanto mais avançados a lise mais radical o plano de tratamento. 
Se um dente estiver fistulado, com pus saindo por todas laterais, paciente morrendo de dor, 
faz a radiografia e observa a necrose. Qual o plano de tratamento? Exodontia. 
Se ele tivesse 2/3 de raiz presente. Qual seria o plano? Pulpectomia. 
2/3 formado já está em oclusão, ele não tem em que está formado para ficar em oclusão. Por isso 
que o dente decíduo nos 2 anos e meio termina de erupcionar o ultimo, mas a gênese vai até aos 4 
anos. 
Para quem ainda não entendeu, quando falo gênese é formação, quando falo lise é reabsorção. 
E como são os fenômenos? Copie essa frase, que essa é a frase que tem que estar na mão. 
A lise só até decíduo. Inicia de 1 a 3 anos depois de completada a raiz. 
Quando começa a lise do 2º molar decíduo? Ele é o ultimo a formar a gênese, com 4 anos. Se a 
gênese termina aos 4 anos, a lise começa aos 7 anos de idade. A lise começa 3 anos após a gênese. 
A lise dura 4 anos. Quando vou perder o último dente decíduo? Aos 11 anos depois do inicio da 
lise. 
E assim para todos os grupos de dentes. 
Outro exemplo: 2 anos de idade terminou o lateral faz conta quando ele começa lise e quando ele 
vai perder esse dente? Com 5 começa a lise e com 9 ele perde, porque 4 anos depois termina a lise. 
O processo é de forma irregular não se absorve tudo retinho, e com intervalos. Tem momentos de 
repouso no processo de lise. 
O repouso é quando o dente tenta fazer a gênese daquilo, que está sendo reabsorvido. É a tentativa 
de reparar a agressão fisiológica que o permanente trás, mas ele não consegue tanto que ele 
mineraliza. 
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A giroversão do dente depende da posição que ele está no momento eruptivo. O movimentoinicial só de coroa não quer dizer que ele vai saltar e erupcionar. Mas entrou em um movimento de 
subida ou de descida em movimento eruptivo, fora de sua posição provavelmente vai erupcionar 
fora da posição. Ele fala que em processos cariosos não. A prova que é irregular: completamente 
reabsorvida desse lado e com da metade da raiz desse e aqui não tem mais nada. 
Isso é apenas para mostrar as irregularidades das paredes no processo de lise, não é um fenômeno 
uniforme. 
Só de curiosidade. Não vou cobrar na aula. Só para informação. Se ele já saiu da barra da crista 
óssea ele gasta 6 meses para irromper e aparecer na cavidade bucal. Se ele já irrompeu ele gasta 8 
meses para entrar em oclusão. Só para informação. Não vou cobrar isso nunca. Isso é importante: 
Isso é um germe sucessor. Isso é uma cripta. Isso é um saco e isso é osso basal. Só de curiosidade o 
osso basal tem essa forma aqui porque está sendo remodelado pela gênese do dente permanente. 
Quem é responsável pela subida e descida desse dente? 
Existem 8 ou 9 teorias que explica isso. Cada professor acredita em uma. Para nós é o folículo 
dentário. 
Quem dita à velocidade de subida e descida desse elemento para gerar lise do seu antecessor? A 
presença do sucessor. Não tendo antecessor vou ter lise do antecessor decíduo? Sim. 
Quem dita o fenômeno da lise? A apoptose celular. 
Se eu tiver o sucessor, vou obedecer todas as linhas do tempo. 
Se eu não tiver o sucessor vou continuar obedecendo ao processo. Não necessariamente as datas que 
ocorrem. 
Por que vai sofrer lise e apoptose celular? Pela morte programada. As células têm uma programação 
que vão se autodestruir a partir de tal idade com ou sem a presença do sucessor. 
Aqui tem um dente decíduo completa agenesia. Todos os dentes permanentes, velhos na boca e nem 
sinal de lise. Falem uma única coisa que poderia acelerar o processo de lise nesse dente? Que eu sei 
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que vai acontecer por apoptose, eu só não sei quando. Porque quem dita quando vai ser é a presença 
do sucessor. Na ausência dele eu sei que vai acontecer, só não sei quando. 
Agora falem um fator que aceleraria um processo de lise desse dente: Trauma, cárie... 
A partir de hoje quando houver agenesia, todo cuidado do mundo tem que ser tomado nesse dente. 
Nenhum fator que aceleraria o processo de lise pode está presente. Já que não tem o sucessor, não 
seria melhor tirar e fazer o implante¿ Vocês estão na aula de pediatria, não é de periodontia nem 
implante. Aqui vai manter esse dente até morrer. Aqui já é mais complicado: Agenesia, lise 
avançada, não tem mais nem o que manter, tem cárie, tem excesso de restauração, cárie com 
recidiva é provavelmente traumatismo que não é só pancada. Oclusão em excesso é traumatismo. 
Agora vamos começar a entender características de dentes decíduos que são superimportantes para 
a clínica. 
Dente decíduo deferente do permanente tem uma cor branca leitoso, devida ser menos 
mineralizado, não reflete a imagem da dentina, portanto é sempre mais branco. 
Observe a diferença: 
Primeira diferença clássica de substituto jovem. Esse serreado incisal. 
O segundo é nítido a transparência de incisal diferente da outra que é amarelado. 
Terceiro: diâmetro mesio distal, com exceção dos molares é sempre maior. 
Sabendo da diferença de tom que é gigante a partir desse momento já vão chegar para a mãe e 
orientar, por que elas vão achar que o permanente tem que ser branco. 
Essa característica é uma das mais importantes, por que não é só curiosidade, ele vai permear 
todo seu tratamento de dentística de dente decíduo. Eles têm os cornos pulpares muito mais 
avantajados e essa relação de tecido duro que vai de esmalte na face mais externa até a dentina da 
face mais interna é muito menor quando comparado com o mesmo grupo de dente do permanente. 
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Então os molares decíduos tem esse diâmetro de proteção muito menor quando comparado com o 
seu sucessor. 
Os cornos pulpares bem mais avantajados, isso quer dizer que o risco de exposição pulpar acidental 
ou Iatrogenia provocada durante a abertura da cavidade, é muito maior. Por isso é expressamente 
proibida à utilização de alta rotação para preparo de cavidades proximais de dentes decíduos. Deve 
ser utilizada baixa rotação ou cureta para restaurações de classe I e classe II. 
O dente decíduo tem uma contrição cervical extremamente proeminente. Coisa que o permanente 
não tem. Eles descem expulsivos e formam uma contrição a nível gengival extremamente 
acentuada. Quando chegar à parede gengival e não lembrar essas características, vai cair na metade 
da raiz acidentalmente. 
A parede gengival é intocável em virtude da constrição. Quando colocar o grampo para o 
isolamento ele deve ficar na contrição, se não ele vai voar no rosto. 
Essa contrição é mais importante que a partir de hoje vamos começar a cobrar. Na radiografia ela 
vai ser parecida com outras coisas. 
Isso vai ser cárie e isso vai ser contrição por uma questão anatômica. Poderia ser cárie? 
Poderia, se tudo isso já estivesse destruído e com placa ou biofilme presente. 
Para facilitar a vida de vocês, os dentes decíduos diferente dos permanentes não apresentam ponto 
de contatos, eles apresentam faceta de contato. No permanente tem apenas um ponto encostando no 
outro. No decíduo tem toda a face proximal em contato. 
Em dentística todas essas facetas devem ser recuperadas. Além disso, a contrição cervical. 
Tem muita estrutura de proteção para chegar à contrição, portanto a primeira coisa que você vai 
olhar na radiografia é a contrição e o contato. Se ele estiver rompido é possível uma contrição ser 
replicada, fora isso não. 
É apenas uma imagem superdimensionada de uma contrição em dente decíduo. 
Faceta de contato é apenas para molar. 
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As raízes são sempre mais longas e achatadas quando comparada com o tamanho da coroa nos 
decíduos e a divergência no sentido apical a partir do terço médio dos molares decíduos. 
Isso no meio entre as raízes é germe do sucessor, não vai pegar a radiografia e mandar para 
endodontia por achar que isso já é rarefação óssea entre as raízes. Isso é germe de sucessor 
permanente em estágio inicial de Nolla, estagio 1, isso é inicio de calcificação só estar delimitando 
a cripta, em crianças muito jovem. 
Aqui a prova disso. Processo de lise, raízes longas, achatadas, raízes completas, convergente para 
apical entre elas um germe do sucessor que pode estar no estágio de Nolla muito precoce se você 
trepanar vai cutucar e se cutucar dente em maturação pré-eruptiva, sequela o dente. Por isso, é 
importante saber localização. Na cirurgia quando vai rodar o molar, vem todo o processo, leva um 
pré junto que não deveria ter saído. 
Prismas de esmalte são dispostos diferentes dos seus homólogos permanentes. Vai ter a 
exposição do permanente formando um V de depressão diferentemente do dente decíduo. 
Só de curiosidade: Isso é constrição e isso é cárie. Por localização você ver a diferença. O 
importante saber da contrição é quando for fazer um amálgama ou resina, vai ter que colocar a 
matriz. Quando coloca essa matriz no dente permanente ela acompanha paralelamente o dente, no 
dente decíduo a matriz vai descer reta e a restauração terá um excesso perto do osso, porque a 
contrição tem que ser moldada, então é inadmissível esse tipo de tratamento sem cunha de madeira 
ou de acrílico para que o material satisfaça essa curvatura. 
Isso é importante, além do que já estudamos também, temos parede lingual e vestibular 
convergente para oclusal nunca paralelo com proeminência das gengivas.Se você no souber isso e o dente estiver todo destruído , quando colocar a matriz além do problema 
cervical, na vestibular e na lingual você terá uma sensação de que entre a matriz e a oclusal terá que 
preencher com resina. A oclusão começa bem no meio da matriz. 
Características de dentição decídua: Ela se inicia com 6 meses, a partir do incisivos centrais 
inferiores. 
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E ela se completa por volta de 30 meses ou 2,5 anos com o fenômeno do Segundo molar 
decíduo. 
Esses dentes decíduos diferentes de seus similares permanentes se encontram implantados 
verticalmente na base óssea. A implantação do permanente é inclinada, os decíduos não possuem 
nenhuma inclinação na sua implantação em virtude disso as duas curvaturas presentes na dentição 
permanente não são visualizadas na dentição decídua, portanto, em virtude de implantação em base 
óssea vertical não se observa curvatura de Wilson e nem curvatura de Spee na dentição decídua. 
Essas curvaturas passam a ter início na dentição permanente com 6 anos de idade na irrupção dos 
molares permanentes. 
 
 Curva de Wilson Curva de Spee 
 
Curva de compensação na Ortodontia fica reta e por isso, eles fazem o cliente usar ligas de 
contensão. 
Assim como os dentes permanentes, nós temos o primeiro ganho de dimensão vertical que 
acontece por volta dos 16 meses, com a irrupção e a oclusão dos primeiros molares decíduos. 
Prestem atenção: tenho os 4 dentes da bateria anterior, sem nenhum dente posterior, a relação de 
oclusão não é favorável, mas é fisiológico porque até esse estante eu não tive ganho de dimensão 
vertical, portanto a relação da bateria anterior ela é desfavorável dando a sensação ilusória de que o 
paciente tem uma sobre mordida. Sobre mordida é uma relação de mordida profunda. (overbite). 
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Isso vai ser apenas uma sensação, devido não ter levantado nenhuma dimensão vertical, porque os 
dentes posteriores ainda estão ausentes, quando estiver presente aí sim isso será resolvido. 
Vocês vão apreender na clinica como analisar se isso é normal ou não desde que ele tenha os 
molares, existe essa medida, que obedece a uma escala de normalidade, quando ela ultrapassa tem 
uma relação desfavorável. 
Essa é uma relação teoricamente desfavorável na ausência dos molares, mas que é fisiológico 
passando a ser favorável, primeira grande dimensão, erupcionando os primeiros molares 
permanentes por volta de 16 meses. 
O segundo ganho será quando essa oclusão vai ser estabilizada, acontecem até os 30 meses com o 
fechamento dessa oclusão através da oclusal do segundo molar decíduo. Nesse instante é que eu 
consigo ter um perfil definitivo de classificação dos meus arcos decíduos. 
Estabilizou a oclusão te o primeiro ganho de crescimento da dentição permanente eu tenho 
praticamente uma oclusão em repouso. 
Até 30 meses eu tenho uma característica oclusal importante estabilizando e voltando a erupcionar 
ou a voltar a ter ganho a partir do primeiro ganho de crescimento da dentição permanente que 
ocorre com 6 anos de idade com a erupção dos molares permanente. 
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Estou falando que de 0 aos 2 e meio ou até a oclusão dos molares decíduos, tenho movimentação 
intensa e crescimento violento de arcada dentaria com a estabilização da oclusão eu tenho uma 
diminuição acentuada de todos esses fenômenos, voltando a acontecer aos 6 ou 6 e meio com a 
erupção dos molares. 
Prestem atenção nesse trabalho de Baume, 1950. Baume foi um pesquisador da década de 50 que 
trabalhou com crânios de crianças. E o Baume observou que as dentições decíduas anteriores ( para 
Baume anterior é até lateral, não considerou canino, por apresentar sua característica especifica) ele 
verificou nas suas amostras que apenas havia duas possibilidade de relação de dente decíduo. 
Diastemado e não Diastemado; 
Ele classificou como diastema os espaços que era de diâmetro 0,5 mm ou acima disso. Abaixo de 
0,5mm ele não classifica como diastema. 
Esses diastemas além de ter meio milímetro teriam que ser generalizado não adianta ter diastema 
aqui e não ter aqui. Quando havia diastema em ambos os arcos de lateral a lateral acima de 
meio milímetro ele classifica arco tipo I. Não estou em classe, estou falando em tipo. 
Quando não havia diastema ele classificou do tipo II. 
 
 
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Pesquisadores posteriores à época de Baume verificaram que existiria a possibilidade do arco 
superior estar Diastemado e o inferior não ou vice e versa. E quando isso acontecer, não mais 
Baume, esse arco seria classificado como arco misto. 
Ele não considera para sua classificação dente permanente, se tive meio pedaço de cúspide ou 
meia incisão de permanente nenhuma classificação de Baume pode ser feita ela é 
exclusivamente de dente decíduo. Porque o ganho de dimensão ou ganho de crescimento do 
primeiro surto acontece com 6 anos, então, há o afastamento desses dentes gerando diastema na 
bateria anterior e isso seria fisiológico do crescimento não mais da classificação do arco. 
Ele usa essa classificação apenas para definir a harmonia da posição dos dentes sucessores. Que 
seria melhor o tipo I. Quanto maior for o espaço, melhor a possibilidade de uma relação de troca 
muito mais harmoniosa. 
Classificação do tipo de Arco, segundo os diastemas – BAUME, 1950. 
 
TIPO Diastema na região 
anterior 
Posicionamento dos dentes anteriores 
permanentes 
Arco tipo I Presente +favorável 
Arco tipo II Ausente - favorável 
Arco misto 
Tipo I – superior e Tipo II – Inferior 
Tipo II – superior e Tipo I – inferior. 
 
Além dos arcos Diastemado anteriores os pesquisadores verificaram que existiam outros espaços 
fisiológicos característicos de dentição decídua e que já estavam presentes por isso Baume não 
utiliza o canino. Que esse espaço não esta na relação do arco tipo I e é um espaço extra presente e 
classificado como espaço primata. 
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Que na bateria anterior está entre o lateral e o canino (superior) e no inferior entre o canino e 
o primeiro molares decíduos. Além dos arcos tipo I e II eu posso ter a presença de espaços 
primatas ou não tê - los. Se eu tenho que trocar um elemento muito mais largo, mesio-distal por um 
que não permite tal espaço, eu tenho que ter além de espaços sobrando, mas algum outro, quanto 
maior a presença desses espaços melhor a relação de troca. 
O que quero que fique claro é que por ele ser Diastemado, não significa que ele tem espaço 
primata e vice versa. 
Vamos imaginar que passando de segundo molar a segundo molar da bateria superior eu tenho uma 
relação onde os substitutos do canino a canino têm o seu diâmetro mesio-distal muito maior que 
seus antecessores decíduos. 
A única relação contraria seriamente o primeiro e o segundo molar onde tenho os pré - molares 
menores no seu diâmetro. Portanto, sobraria espaço atrás e faltaria espaço na frente. 
De dois a seis, não há crescimento relevante. Repouso até o primeiro molar. Quando começa a 
trocar coincide com início de crescimento. O permanente vem e momento começa a ser fechado os 
diastemas, porque a função deles é justamente compensar a diferença de tamanho. 
Mas pode ser que fique apinhado. O diâmetro é tão maior que o antecessor, que apenas o espaço de 
Baume não foi suficiente para harmonizar. Nesse caso vai migrar para o lado para fechar o espaço 
primata que também serve para discrepânciaposições anteriores, mas também não foi o suficiente, 
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contínuo, apinhar e jogar o canino para lá. Aos 10 ou 11 anos, vai começar a trocar os molares 
permanentes mesmo com a bateria apinhada porque já foi substituído os dois espaços e, além disso, 
ainda teve o crescimento ósseo comum e mesmo assim não foi suficiente. Preciso me preocupar? 
Não. Porque teoricamente, quando ocorrer à troca o fenômeno vai inverter a relação de proporção 
que aconteceu na bateria anterior. Aí sim, vamos definir literalmente as más Oclusões. 
New Space ou Espaço livre de Nance – é a diferença da discrepância entre mesial de canino e 
distal de 2º molar. Quando comparado com a mesma região dos dentes sucessores ou região do pré. 
Traduzindo: vou precisar de muito espaço anterior e pouco posterior por essa diferença. Para 
diminuir o espaço da diferença de diâmetro dos dentes eu tenho duas possibilidades de ocupar esse 
espaço de Baume quando ele existir e segundo pelo fechamento dos espaços primatas. 
Qual seria a terceira e última tentativa? New-Space quando houver a troca dos molares decíduos. 
A classificação é com os dois arcos juntos. Aqui tem um arco sem diastema com espaço primata. 
Eu posso ter presença dos dois. Quanto mais ausente tiver espaço, mais desfavorável vai ser a 
relação de troca. 
 
RELAÇÕES DE ESPAÇO NA SUBSTITUICAO DE CANINOS E PRIMEIROS MOLARES 
 
Em contraste com os dentes anteriores, os pré-molares são menores do que os molares decíduos que 
eles irão substituir. O segundo molar decíduo inferior é em média 2 mm maior do que o segundo 
pré-molar, enquanto no arco superior o segundo molar decíduo é cerca de 1,5 mm maior. O 
primeiro molar decíduo só é um pouco maior do que o primeiro pré-molar, mas contribui com 0,5 
mm adicional no arco inferior. O resultado é que cada lado no arco inferior contém cerca de 2,5 mm 
do que é chamado de espaço livre de Nance, enquanto na maxila, em média, estão disponíveis cerca 
de 1,5 mm. 
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A diferença de tamanho entre os molares decíduos e os pré – molares. 
Baume verificou todas as relações possíveis, passando uma linha imaginária nas paredes mais 
distais dos segundos molares decíduos. Ele verificou que em oclusão só existiam três possibilidades 
de relação 
Terminal de molar decíduo (Somente Mandíbula) 
1° terminal reto, plano ou paralelo: 76% das crianças, erupção em classe I (favorável + provável) 
ou classe II (desfavorável). 
 (Bath-Balogh, Mary, 2012) 
A - Plano terminal reto, no qual os segundos molares superiores e inferiores decíduos estão em 
relação de topo a topo. Isso permite que uma relação molar normal ocorra na dentição permanente. 
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2º degrau mesial para mandíbula: 14% das crianças, erupção em classe I (favorável + provável) 
ou Classe III (desfavorável). 
 (Bath-Balogh, Mary, 2012) 
B: Degrau mesial, em que o segundo molar inferior decíduo é mesial ao segundo molar superior 
decíduo. Isso possibilitará, muito provavelmente, uma relação molar normal na dentição 
permanente. 
3º degrau distal para mandíbula: 10% das crianças, erupção em Classe II – prenúncio de má 
oclusão. 
 (Bath-Balogh, Mary, 2012) 
 
Degrau Distal => Dentição decídua (vista vestibular do lado direito) na qual se observa um degrau 
distal, com o segundo molar inferior decíduo em posição distal ao segundo molar superior decíduo. 
Essa não é uma relação molar desejável, pois geralmente não resulta em uma relação molar normal 
na dentição permanente, quando ocorre à erupção dos molares e os dentes decíduos são esfoliados. 
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O nome da relação é essa, mas abrevia-se para mandíbula e para mandíbula. A mandíbula está 
desviada para mesial? Esse é o degrau mesial. 
 A mandíbula está desviada para distal? Esse é o degrau distal. 
Só existiria essas 3 posições possíveis e que essas posições eram extremamente importante, que elas 
determinam a posição de erupção do molar permanente e uma vez em oclusão desclassifica Baume 
e passa a classificar em Engle nas relações de oclusão. 
Angle utiliza as posições do molar que utilizou essa parede distal para erupcionar o molar 
permanente encosta na parede distal para subir dessa relação. 
A importância dessa relação é que ela determina o lugar que vou entrar em oclusão. E em oclusão 
tudo que Baume ditou morre e passa a ser classificado por Angle nas 3 relações clássicas de 
ortodontia. 
 
A importância da parede distal do dente decíduo é tão grande que é ele que dita para o resto da vida 
a posição que o molar permanente vai ficar. 
Baume verificou que 76% das crianças apresentavam essa classificação, isso quer dizer que a 
parede distal do superior está igual do inferior e na mesial 14% das crianças. Essa 
classificação é exclusivamente para dentição decídua. Se tiver algum pedaço de permanente na boca 
aí já e Angle. Então Baume será usado até 6 anos e meio. Não é para dentição mista. 
Desses 76%, 100% vão apresentar ou classe I ou classe II. Se for classe I, eu não vou fazer nada, se 
for classe II vai para a ortodontia (dentuço). Quem determina isso são os molares permanentes. 
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Por que estou falando que pode ter duas posições e não afirmo que não tem uma apenas? Poderia 
estar insinuando que o molar permanente em alguma época poderia migrar dessa posição de apoio? 
Sim, a uma tendência que o 1º molar migre para mesial melhorando essa relação, devido à 
diferença de espaço dos pré - molares. O molar saiu e entrou um pré - molar, vai sobrar espaço, a 
oclusão é dinâmica e então o molar vai mesializar e fecho o espaço deixado pela sucessão, através 
do nome de ESPAÇO LIVRE DE NANCE. Isso pode fazer com que uma situação desfavorável 
torne-se favorável como fechamento total da oclusão. Por isso, a possibilidade de duas 
interpretações. Se for tudo normal esse é o fenômeno. 
Quando tenho degrau distal, sempre terei prenuncio de má oclusão em erupção, classe II. Com 6 
anos, observei um degrau distal já mando para a ortodontia começar a mexer 
preventivamente. Com 4 anos de idade já sabemos o tratamento ortodôntico. 
Classifiquem esse arco segundo Baume: ele é misto para ser classificado como qualquer tipo é 
generalizado nos dois arcos. Portanto aqui é Diastemado com não Diastemado diastema é 
generalizado. Se eu perguntar na prova, vocês responderem, diastema generalizado, está certo? 
Não. Diastema de quando? 0,2 mm é diastema, mas entra na classificação? Não 0,5 mm. 
Aqui é tipo II, não tem diastema, você está vendo apenas um, e não tem mais esse outro não tem 
nada, isso aqui é espaço primata, não tem nada haver com Baume, cuidado. 
Baume é uma coisa e primata é outra. 
BAUME, 1950 - Classifica a região anterior com diastema e sem diastema. 
Tipo I – Diastema generalizado na região anterior. 
Tipo II – Sem Diastema na região anterior. 
ESPAÇOS PRIMATAS 
Arco Superior – entre incisivos laterais e caninos. 
Arco Inferior – entre caninos e primeiro molares. 
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Espaço Primata 
Classifique Baume: Não tem classificação aqui porque já tem permanente. 
O fechamento espontâneo é mais importante até os 4 anos. 
Agora para terminar: Dentadura mista: 
1° período intertransitório - Troca de incisivos ou período transitório 
Que é a fase do patinho feio? Essa fase também é fisiológica, conhece pelos aparecimentos de 
todos os dentesanteriores Diastemado com inclinações extremamente acentuadas na bateria anterior 
sucessória. 
Os dois caminhos posicionados aqui, que parece que está posicionado dentro do nariz, durante a 
erupção ele desliza sobre a face mais distal e vai fechando literalmente os diastemas, provocados 
pela própria pressão da sua coroa sobre a raiz dos laterais, mandam para a ortodontia, quando isso 
estiver terminado e não tiver fechado. 
Esta fase não coloca aparelho, vai colocar só quando não há sucessor nesse fechamento espontâneo. 
Nessa fixa estaria 70% dos adolescentes tem Diastema na linha mediana, vão ter a fase do patinho 
feio proeminente visível. 
Desses 72 ou 73 % quase todos vão ter fechamento espontâneo, 82,3% irão ter fechamento 
espontâneo, deste 6,3 % irão fechar incompletamente e 11,4 permanecerão com Diastema. Deve 
ser feito uma fase apenas o monitoramento radiográfico, pode ter um supranumerário na frente 
então sempre monitorar. 
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Existem situações que temos que lançar mão de freio. 
2° período transitório: troca de caminho e molar decíduo. 
E aqui começa o aparecimento da Curva de Spee com 6 anos. 
 
(Aula III) CONHECIMENTO BÁSICO DA CRIANÇA – MANEJO COMPORTAMENTAL 
 
Esse assunto é importantíssimo porque 85 % a 90% do tratamento infantil estar baseado no manejo 
do paciente (psicologia). O restante é a técnica do profissional e a habilidade nos procedimentos. 
Crescimento e Desenvolvimento 
Crescimento=> É o aumento normal da quantidade de substância viva, e corresponde ao aspecto 
quantitativo do desenvolvimento biológico. Exemplo: O crescimento de uma criança. Será que é 
condizente com a idade cronológica da criança? O crescimento, por exemplo, para aos 18 anos. 
Desenvolvimento=> Tem função qualitativa de desenvolver as tarefas mais complexas. Quando 
nascemos temos apenas duas características nata: respiração e sucção. As outras coisas têm que 
desenvolver para adquirir a habilidade. Ex: pegar, levantar, sentar, falar etc. Forma 
multidimensional. 
O desenvolvimento acompanha o homem por toda a sua existência; é multidimensional ( 1. Físico 
motora; 2. Cognitivo; 3. Emocional; 4. Social). É integral, contínuo e ocorre em interação; segue o 
padrão porem é único para cada criança. 
Desenvolvimento psicológico infantil 
0 a 3 anos: choro é normal, é dependente do cuidador. 
4 a 6 anos: independente 
6 a 8 anos: entende mais com linguagem acessível 
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A atitude dos pais é reflexo no comportamento infantil. 
Atitude dos pais e reflexos no comportamento infantil 
Superproteção: preservação de experiências 
Exemplo: A mãe cuida de tudo do filho tanto que não deixa ele pensar. 
Negligencia: permissividade 
Exemplo: Meu filho é o máximo, meu filho pode tudo, meu filho só come sorvete. 
Influência da mídia no comportamento infantil 
Sensualidade, agressividade, padrões de beleza. 
Comportamento que podem ocorrer no atendimento odontológico 
Medo e odontologia: reação frente a uma ameaça real e concreta. 
Pode ser: 
 Objetivo (experiências próprias anteriores) 
 Subjetivo (experiências de outras pessoas) 
Está relacionado: 
• Falta de confiança no profissional 
• Medo de perder o controle 
• Medo do desconhecido e invasão (a criança ainda está na fase oral de Freud, por isso a boca 
é o meio por onde ela conhece o mundo, por isso, o medo à invasão do intimo). 
• Ansiedade: reação de fantasias, expectativas irreais, ansiedade dos pais, estado de defesa 
contra algum perigo abstrato. 
Choro na Odontopediatria 
Princípios básicos: 
 De 2 anos a 2 anos e 6 meses: manifestação de desconforto normal em crianças; sem reações físicas 
que possam dificultá-la ou impedi-lo 
Tipos de choro: 
(1) com lagrimas significa dor, medo, cansaço. 
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(2) sem lágrima é birra. 
Observe: O tempo ideal para atendimento das crianças são 30 minutos. 
Ansiedade 
• Reação proveniente de fantasias 
• Expectativas irreais, ansiedade dos pais 
• Estado de defesa contra algum perigo abstrato 
 
Categorias do comportamento infantil 
Cooperativo: conversa expressa curiosidade, compreendem os procedimentos e seguem as 
instruções propostas. 
Potencialmente cooperativo: tímido (envergonhado) e/ou conversam mais etc. 
• Cooperação tensa (medo e ansiedade) 
• Rebelde (protesto do limite) 
• Choro continuo (vazão a ansiedade) 
• Estoico (mais passivo – pode ser violentado em casa) 
• Incontrolada (choro, chutes, raiva/medo) 
Falta de capacidade cooperativa 
• Menores de 3 anos, deficientes físicos ou mentais que limitam seriamente a capacidade de 
comunicação; dificuldade de comunicação com o dentista; dificuldade de entender a razão 
do procedimento. 
• Promover o autocontrole da criança 
• Diminuir o medo e ansiedade 
• Construir um relacionamento entre profissional e criança. 
Técnicas não farmacológicas (prova de concurso) 
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• Comunicação não verbal – estabelecida: sorria e simpática 
• Amabilidade e entendimento 
• Olhar 
• Toque sutil 
Procedimentos técnicos para condicionar o paciente 
• Descensibilização: aproximação passo a passo, comece pelo mais simples. 
• Falar, mostrar e fazer: Falar ao paciente o que irás fazer. 
• Distração: desfocar a atenção da criança do atendimento odontológico: músicas, 
brinquedos. 
• Verbalização constante 
• Reforço positivo: reforço com atitudes comportamentais cooperativas (incentivo). 
• Irritação ou modelamento (positivo ou negativo): mostrar os procedimentos fáceis para as 
crianças. Modelamento negativo: se um chora todos choram ao mesmo tempo. 
Controle da voz 
• Alteração controlada e proposital 
• Orientar o comportamento 
• Restabelecer autoridade 
Abordagens Físicas 
• Assinatura dos pais no prontuário (autorização) 
Contenção física: 
• Ativa 
• Passiva (contensão) 
• Física (abridor de boca) 
Técnica da mão sobre a boca (Concurso) (somente os PROFESSORES poderão fazer – está 
contraindicado: nas crianças com imaturidade emocional, pouca idade e incapacidade mental). 
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Técnicas do uso do espelho: procedimentos simples 
Técnicas farmacológicas: não iremos utilizar na Odontopediatria, mas sim, em pacientes especiais. 
• Sedação 
• Anestesia Geral (pacientes especiais) 
1ª Consulta 
Ser amistoso e simpático, não realizar procedimentos invasivos (se possível/exceto nos casos de 
urgência), falar com os pais separados da criança, ser uma consulta rápida. 
Comunicação não verbal: emoção que deixa transparecer, como se relaciona com o responsável, 
como se apresenta no consultório. 
Observe: Para usar Benzodiazepínicos temos que ter no consultório a parte de revitalização 
de pessoas (injeção de adrenalina, tubo de oxigênio). Benzodiazepínicos e antialérgicos 
Horário de consulta (consultório) 
Fugir dos horários de sono, intercalar criança não cooperativa com a cooperativa, os piores são o 
ultimo ou o primeiro horário. 
Todo material deverá estar acessível, e, portanto, nada de material dentro do armário. 
Observe: As mães são necessárias na presença dos pacientes pequenos e no dia da anamnese, 
utilizar agulha longa somente quando o paciente tiver o 1º molar permanente. 
 
(Aula VI) PREVENÇÃO APLICADA A ODONTOPEDIATRIA 
Não damos o diagnóstico sem profilaxia do campo diagnosticado. Por conseguinte, caso o 
paciente apresente zero de cárie devemos avaliar:• Risco de cárie 
• Atividade de cárie 
Todo mundo pode receber restauração de resina composta na boca? 
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Resposta: Não! A resina é um material poroso que adere biofilme mais que uma superfície 
dentaria de esmalte. 
Se o esmalte não suportou um ataque ácido de biofilme, a resina composta irá suportar? 
Resposta: Não! 
O paciente com alto risco de atividade de cárie e com presença de biofilme, bem como excesso 
de consumo de sacarose pode receber restaurações de resina composta? 
Resposta: Claro que não! 
Agora se você trabalhou os fatores que levaram a necessidade de restauração de resina. Ele pode 
receber o material que quiser. Pois você controlou a doença e não a sequela da doença. Então, na 
Odontopediatria é inadmissível a partir de hoje que qualquer tratamento reabilitador seja 
realizado sem antes adequar o meio bucal do paciente. 
Adequar o meio é propiciar o ambiente que iremos trabalhar para que seja mantido um quadro de 
saúde. 
Ex: Extrair uma raiz residual é adequar o meio. 
Uma colega chegou a policlínica e tinha 25 lesões de cárie na bateria anterior, e todas as lesões 
estavam ativas. Qual é o risco dela ter cárie? 
Resposta: Ela não tem risco, ela é uma paciente doente. 
Cárie é uma doença multifatorial na associação de 4 fatores principais e mais de 22 fatores 
secundários. 
Porém para definirmos didaticamente temos que ter: 
• Substrato 
• Tempo 
• Hospedeiro 
• Dieta 
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Adequar o meio é trabalhar esses 4 fatores principais. 
Consumir açúcar é risco de cárie? 
Resposta: Não necessariamente. Então, adequar o meio é fazer o consumo de açúcar próximo 
de uma refeição principal e acompanhado de uma higienização após o consumo. 
O que é risco? 
Resposta: Consumir açúcar. 
O que é adequar o meio? 
Resposta: Fazer o paciente responder positivamente ao que antes era estimulo negativo. 
O paciente chega ao consultório cheio de mancha branca ativa, ele tem risco de ficar doente? 
Resposta: Ele é doente (atividade de cárie). 
O paciente chega ao consultório cheio de mancha branca inativa, porém faz excessivo consumo 
de sacarose e não tem boa higiene bucal. Qual o risco de ele ficar doente? 
Resposta: O risco é alto (quanto mais fatores estiverem alterados e individualizados em 
uma doença maior é seu risco). 
Quando o paciente chegar à clínica traçar – se - á o plano de tratamento, porque se não souber 
diagnosticar, não saberá tratar. O interessante é dizer tudo o que levou a chegar naquela situação. 
Por isso, não podemos entrar no ciclo repetitivo. Devemos trabalhar saúde e não a doença. 
Aplicar flúor durante o tratamento inteiro é adequação do meio, pois adequação do meio bucal 
são medidas que são tomadas isoladamente ou não depende do perfil cariogênico de cada 
paciente e que somados ou não irão levar a uma melhora da qualidade pontual da saúde bucal 
daquele paciente para que ele possa controlar os fatores etiológicos da doença, no nosso caso, 
cárie. 
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Então, o objetivo da adequação do meio bucal é deixar os fatores de risco da cárie 
completamente controlado. Desde o controle de biofilme até a exodontia sistemática de nichos 
retentivos de biofilme dental. 
• Interromper a cadeia de infecção do paciente 
• Instruir a higiene bucal 
• Escavação e selamento em massa 
• Aplicar agente microbiano 
• Instruir dieta 
• Aplicar flúor 
• Remover Iatrogenia 
• Extrair raízes residuais 
Isso isoladamente ou em todas as suas complexidades, juntos ou não, a partir de hoje passam a se 
chamar adequação do meio bucal. 
Escavar e fechar seja com óxido de zinco é apenas uma das etapas de adequação do meio bucal. 
Qual é dos alunos que observa o elemento que ira restaurar se pelo menos tem biofilme? Ou isola 
sem observar e só descobrimos depois que tiramos o grampo e está cheio de biofilme? 
Porém o paciente pode ter interrompido isso através da escovação, faz higienização 
maravilhosamente bem, há ionômero de vidro em tudo. Já aplicamos clorexidina e flúor, mas não 
conseguimos diminuir a presença de lesões ativas, por exemplo, porque não fizemos instrução de 
dieta para o paciente. 
Portanto, existe um paciente que tem todos os dentes lindo, mas não apliquei o flúor. 
Todo mundo precisa de flúor? 
Resposta: Sim, todo mundo! Mas nem todo mundo precisa da mesma quantidade de flúor 
no mesmo período de tempo e ano. Somente que determinará será o risco de cada paciente 
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que é pontual. Assim sendo, isso é cíclico e precisa ser avaliado sempre que o paciente 
chegar ao consultório. 
Então, primeiramente devemos adequar o meio bucal para poder o paciente receber a 
restauração, por exemplo. 
Ao nascimento do bebê a cavidade da criança é estérea, pesquisas comprovam que até 10 horas 
após o nascimento do recém-nascido a cavidade bucal é livre de bactéria, porém a partir deste 
período começa a ter culturas bacterianas nesses pacientes infantis, alguns trabalhos, por 
exemplo, atribuem essas bactérias oriundas do trato genital da mãe se o parto for natural. 
Outros a contaminação vertical da própria mãe, o que quer dizer no primeiro instante e não 
adianta falar em prevenção em bebê se não prevenirmos e tratarmos a mãe, pois ela é o vetor de 
transmissão direta conhecida como transmissibilidade vertical. 
Teremos presença dos grupos dos Streptococcus, M. oralis e salivares nenhum dos três é de 
caráter patogênico, apesar destes grupos a flora na cavidade bucal é não patógena. 
A higienização do bebê sem dente é fundamental? 
Resposta: É por uma questão de hálito. 
É necessária a utilização de produto antibacteriano para essa higienização de bebê? 
Resposta: Não, porque temos culturas bacterianas não patógenas. Caso eu utilize 
antimicrobiano eu posso modificar o meio neutralizando essas bactérias e favorecendo o 
aparecimento de bactérias oportunistas. Transformando o que era natural em uma 
microflora bacteriana. Então, devemos higienizar, mas sem presença de antimicrobiano. 
PREVENÇÃO APLICADA 
Gengivite (4 a 11 dias, subclínica) 
Periodontite 
Cárie 
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São doenças infecto contagiosas bacterianas causadas por biofilme dental 
Biofilme Dental (escova dental é indicada para remover o biofilme dental) 
Objetivo da remoção mecânica do biofilme 
• Eliminar os depósitos de resquício alimentares de microrganismo e da matéria que 
não foi calcificada. 
Escova usada nos bebês é a monobloco cerdas macia, por conseguinte, higienizar a boca do 
bebê pelo menos uma vez por dia até o 3º mês com gaze seca ou dedeira. Não é 
recomendado higienizar mais vezes por causa das imunoglobulinas que são absorvidas na 
cavidade bucal aumentando a imunidade do bebê. 
Observação: Regiões de difícil acesso a escovação. 
Lingual = dos molares inferiores 
Vestibular = dos molares superiores 
O hábito de higiene bucal deverá estar incorporado aos outros hábitos de higiene geral 
• Cortar as unhas 
• Cortar os cabelos 
• Tomar banho 
• Lavar as mãos 
Escova dental 
Posição de Starley = é a posição para a higienização do bebê 
Para bebês abaixo de 3 anos, usa – se a posição de joelho a joelho. 
Técnica de escovação (Técnica de Fones) é feita a escovação em grupos de até 3 dentes 
(movimentos circulares). 
Fio Dental 
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Método do fio livre (Spool)Método de Loop (mais indicado para a criança) 
Agentes Químicos 
• Eficácia = Que consiga abranger os microrganismos patógenos da cavidade bucal mutans 
etc. 
• Segurança = Não deve ser tóxico. 
• Substantividade = Capacidade de adsorção nas superfícies, com posterior liberação em 
níveis terapêuticos. 
• Estabilidade = Ser estável à temperatura ambiente. 
Dentifrícios fluoretados apresentam de 500 a 1500 ppm de Flúor (F) na forma de fluoreto de 
sódio (NaF) ou monofluorfosfato (MFP). 
A nova recomendação é que a criança faça uso de dentifrícios fluoretados acima de 1000 ppm 
pelo menos uma vez por dia. (segundo a academia americana de Odontopediatria e a 
associação brasileira de Odontopediatria) 
Observe: A fluorose se dar pela frequência e quantidade da escovação por dia, ou melhor, o 
uso racional do flúor. 
Na alimentação o flúor é encontrado nos Brócolis. 
Técnica Transversal 
1000 ppm de Flúor (F) equivale a um grão de ervilha = 0,30 mg. 
Culotório 
NaF – 0,05% (227ppm) – diário 
NaF – 0,2% (909 ppm) – semanal 
Os mais usados em Odontopediatria são: 
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• Fluorfosfato acidulado a 1,23% - gel ou espuma durante 1 minuto (aplicado com 
moldeira) 
• Fluoreto de sódio Neutro (gel) – indicado para crianças 
• Verniz fluoretado – inativação do processo carioso 
Pacientes com restaurações estéticas e crianças = flúor neutro 
Técnica de Remineralização 
• Profilaxia 
• Lavar e secar (isolamento relativo com rolete de algodão) 
• Aplicação do flúor 
• Fluorterapia no mínimo 4 sessões (quatro semanas consecutivas) 
2º Protocolo (Professora Marisa) 
• Profilaxia 
• Lavar e secar 
• Condicionamento ácido como se fosse fazer uma restauração 
• E aplicar o flúor 
O condicionamento ácido provoca a desmineralização e aumenta a absorção do flúor, porém 
desmineralizar somente na primeira sessão. 
A CÁRIE DENTÁRIA 
O termo cárie dentária é usado para descrever os resultados (sinais e sintomas) de uma dissolução 
química da estrutura dentária causada pelos eventos metabólicos ocorrendo no Biofilme (Placa 
dentária) que cobre a área afetada. (FEJERSKOV, 2011) 
Doença em processo crônico que progride muito lentamente na maioria dos indivíduos. 
 CÁRIE DENTÁRIA (Conceito para concurso): Doença multifatorial, dinâmica, crônica, 
localizada, que ocorre a partir do biofilme dental presente na superfície dentária, resultando em uma 
alteração do equilíbrio entre a superfície dentária e o fluído do biofilme que com o passar do tempo 
leva a perda de mineral, ou seja, a desmineralização. (FEJERSKOV, 2007) 
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Então, não apenas os fatores etiológicos, mas também, os fatores modificadores secundários 
influenciam na doença. 
Diagrama (Gráfico de Keys, 1960, com modificações), representando os fatores que interagem na 
formação das cáries: microbiota cariogênica, dieta contendo carboidratos (principalmente 
sacarose) consumidos frequentemente (fatores externos), hospedeiro suscetível (fatores internos) e 
tempo de exposição. 
 
A tríade de Keys é por si só insuficiente para impedir a progressão das perdas dentárias, pois falta o 
tempo. Keys não considerava em sua época o tempo como um fator causador da cárie. NEWBRUM 
(1988) acrescentou um quarto fator – o tempo – que deve ser considerado em qualquer discussão 
sobre a etiologia da cárie. 
Doença Cárie => Desequilíbrio no processo saúde doença e pode estar ou não, associada a 
determinados sinais que são as lesões de cárie. 
 
Etiologia da Cárie 
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• Streptococcus Mutans 
• Actinomyces 
• Lactobacillus 
Lesão de Cárie Microrganismos 
Esmalte Streptococcus Mutans (concurso) 
Lactobacillus 
 
Sulcos e Fissuras Streptococcus Mutans (concurso) 
 
Superfície Lisa Lactobacillus 
 
Dentina Lactobacillus 
 
Actinomyces 
Raízes Actinomyces 
 
 
Observe: bactérias do grupo Mutans 
Dieta 
• Quantidade de carboidratos ingeridos e, também com a consistência do alimento e 
frequência da ingestão. 
• Carboidratos podem ser fermentados diretamente ou a partir de sua acumulação na placa sob 
a forma de polissacarídeos intra ou extracelulares. 
 
Hospedeiro 
• Dente 
• Mineralização 
• Flúor 
• Posição do dente no arco (dentes anteriores são melhor de higienizar) 
• Morfologia Dental 
Saliva 
• Importante é a xerostomia noturna. 
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A saliva é muito importante porque ela tem a função de ser antimicrobiana, lubrificação, digestiva, 
reparo na mucosa e também não esquecendo a (capacidade tampão) => a saliva possui bicarbonato 
que é básico e que neutraliza o PH ácido da boca, por isso, é muito importante termos muita saliva. 
Atualmente o fluxo salivar é objeto de estudo como proteção da doença cárie. 
Capacidade Tampão => É a capacidade que a saliva tem de neutralizar os ácidos produzidos 
pelos microrganismos cariogênicos presentes no Biofilme. 
PH quanto mais acido ele for mais prevalecerá a proliferação de bactérias 
PH crítico quanto mais baixo ele for mais tende a acontecer a desmineralização 
PH crítico 
• Sem ausência de Flúor 
 
Esmalte----------------------------------------------------------------Dentina 
 
5,5 6,5 
• Com Flúor 
Esmalte 
 
4,5 
O pH critico para iniciar a desmineralização sem a presença de flúor deverá esta em 5,5. Já na 
presença de flúor este pH deverá esta em 4,5. O pH crítico é o pH que marca o inicio da 
desmineralização ou remineralização. 
Processo Des X Re 
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Processo de alternância entre Desmineralização e Remineralização. Lembrando que o pH neste caso 
fica em torno de 5, 5, ou melhor, pH < 5,5 (pH critico) (concurso) 
Alteração no esmalte (tempo) 
1 semana: Alterações ultra - estruturais 
2 semana: Lesão subsuperficial ( visível com a secagem e quando vista no microscópio) 
3 semana: Alterações macroscópicas visíveis sem secagem com ar. Aumento progressivo da lesão. 
Mancha branca em esmalte 
Ativa: Opaca e rugosa 
Inativa: Brilhante e lisa e / ou pigmentada e escura. 
Película Adquirida em 24 horas 
Fatores comportamentais 
• Também chamado de fatores secundários ou modificadores 
• Aumentam ou diminuem a defesa do hospedeiro pela ação ao substrato 
• Alteram o potencial cariogênico do substrato. 
• Alteram a microflora bacteriana. 
Adequação do meio bucal 
• É um conjunto de procedimentos que visam a diminuição dos níveis de microrganismos 
cariogênicos. 
Finalidade da adequação do meio bucal 
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• Adequar o paciente para receber os demais tratamentos 
• Estabilizar a atividade de cárie 
• Condicionamento psicológico da criança 
• Favorecimento da maturação pós – eruptiva do esmalte. 
Características de virulência das bactérias 
• Acidogênicos = produz ácidos. 
• Acidúricos = consegue sobreviver no meio ácido 
Janela de infectividade 
• A mãe é a maior fonte de transmissão de bactérias para as crianças. 
• Soprar comida, beijar na boca etc. 
Bífidobactérias 
• Microrganismo cariogênicos que estão instalados no trato gastrointestinais, porém 
também são responsáveis pela progressão da cárie. 
Cândidas 
• Estão presentes na cárie dental em menor quantidade. 
Escavação e selamento em massa 
É realizado com isolamentorelativo e sem anestesia 
Devemos remover e selar a cavidade para que impeçamos a progressão da doença, no caso 
a lesão cariosa e reduzir o número de microrganismos. 
• Dentina infectada = A zona externa da lesão, denominada de dentina infectada, é 
constituída de tecido dentinário necrótico, com perda praticamente completa do seu 
conteúdo mineral, rede de colágeno irreversivelmente degradada e presença de um 
grande número de microrganismos essencialmente proteolíticos. (REV ODONTOL 
BRAS CENTRAL 2011; 20 (53)) 
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Dentina cariada Superficial ou externa (INFECTADA): (prova 2014/1) 
 
• Irreversivelmente desnaturada (PODRE) 
• Não remineralizável 
• Muito infectada 
• Não sensível e Morta 
 
• Dentina afetada = A zona interna, denominada de dentina afetada ou contaminada, 
apresenta – se endurecida em relação à dentina infectada, embora ainda com menor 
conteúdo mineral e maior número de porosidades na zona de dentina intertubular, quando 
comparada a dentina hígida. (REV ODONTOL BRAS CENTRAL 2011; 20 (53)) 
 
Dentina cariada profunda (AFETADA), Não sofreu desnaturação das fibras colágenas (parte 
proteica do tecido), parcialmente afetada, sensível e vital: (prova 2014/1) 
 
• Reversivelmente desnaturada 
• Remineralizável 
• Pouco infectada 
• Sensível e vital 
 
DE ACORDO COM A PROFUNDIDADE. 
 
1. Superficial. (esmalte) 
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2. Rasa 
3. Média 
4. Profunda 
5. Bastante profunda. 
OBS: Devemos observar a polpa e a junção Amelodentinária e também se o paciente é 
idoso ou jovem. A escavação em selamento em massa está indicada para as cavidades rasas 
e médias (confirmada pelo exame radiográfico). 
O aspecto da lesão cariosa indica como iremos fazer o selamento 
Oxido de zinco e eugenol (ação anti-inflamatória e hidroscópica, por conseguinte ajudam a 
reduzir o numero de microrganismo em até 30 %). O eugenol tem um efeito analgésico. 
• A ESCAVAÇÃO É FEITA COM BROCAS OU CURETAS DE DENTINA => 
CLOREXIDINA => BOLINHA ESTÉRIL DE ALGODÃO => HIDRÓXIDO DE 
CÁLCIO (BASE) => ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL 
Ionômero de vidro (Ação antimicrobiana libera flúor) 
• Broca Carbide 
• Clorexidina 
• Bolinha de algodão 
• Manipulação (cimento de hidróxido de cálcio e soro fisiológico) 
• Cimento de ionômero de vidro 
• Esmalte incolor ou sistema adesivo 
 
V) CONTROLE DA DOR TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA 
Segurança => 
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Eficácia => 
Inibidores da Cox – 2 
Tratamento da artrite Reumatóide 
Anestesia local em Odontopediatria 
• Preparo Psicológico da Criança 
• Anestésico Tópico (Importante) 
• Considerações Farmacológicas 
Avaliação da dor na criança 
• Idade da criança 
• Experiências anteriores 
• Manuseio da seringa Carpule 
• Desviar a atenção 
• Explicar as sensações 
• Psicologia infantil 
Anestesia Tópica 
Emla 5% - 5g cream (Lidocaína e Prilocaína a 2,5 %) 
• Secar a mucosa com jatos de ar e gaze. 
• Aplicação com cotonete 
• Deixar em contato de 2 a 3 minutos 
• Isolamento relativo 
• Jato de ar 
• Sugador 
Anestésicos Locais 
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A anestesia local é definida como um bloqueio reversível da condução nervosa, determinando perda 
das sensações sem alteração do nível de consciência (Ferreira, 1999). 
A cadeia intermediária é de grande relevância, já que há grandes diferenças no grau de 
lergenicidade, na potência e no metabolismo, quando comparamos os dois grupos de fármacos 
(Tortamano; Armonia, 2001). 
• Amida (-NHCO-) => 
A maioria dos medicamentos são biotransformados no fígado por sistemas enzimáticos, 
especialmente pelas enzimas do citocromo P450 (CYP). Estas enzimas são responsáveis pela 
inativação de xenobióticos (substâncias estranhas ao organismo) que estão presentes no ambiente, 
na dieta e/ou fármacos que poderiam se acumular causando toxicidade. Trata-se de um sistema de 
defesa essencial presente nos seres humanos e outras espécies (Gonzalez and Tukey, 2006). 
Amina 
Hidrofílico 
Ionizável 
Latência 
Pka – PH 
Mecanismo de ação do anestésico 
Vasoconstritores 
Promove o tempo de trabalho adequado 
Agentes hemostáticos 
Propriedades desejáveis dos anestésicos 
Contra – indicação 
• Alergia aos componentes (condição rara) 
• Distúrbios de coagulação 
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• Vasoconstritor adrenalina – hipertensão e arritmia 
• Diabéticos 
Anestésico Local 
Éster (Tetracaína, benzocaína) 
 Amida (Prilocaína, Lidocaína, Bupivacaína, Articaína) 
 
TÉCNICAS ANESTÉSICAS 
• Mesmas técnicas utilizadas em adultos 
• Aspectos anatomo - fisiológicos das crianças 
• Técnicas infiltradas ou por bloqueio regional 
Anestésicos (Técnica infiltrativa) 
• Em pelo menos 3 pontos (mesial, médio e distal) 
Técnica de Bloqueio Regional na criança 
• Inferior a 6 anos: Ligeira inclinação da agulha para administrar o anestésico. 
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• 6 a 10 anos: agulha na altura do plano oclusal 
• 10 a 16 anos: Agulha 5 mm do plano oclusal 
• Acima de 16 anos: 
Regras Básicas 
• Demonstrar tranquilidade 
• Estabilização da cabeça 
• Penetração gradativa da agulha, mantê – la a vista. 
• Não retirar a agulha, não interromper. 
• Conversar durante o procedimento 
• O controle da dor deverá ser efetivo antes de iniciar o procedimento 
• Não mostrar a agulha 
• Orientar os pais, atitude durante o procedimento. 
• Estirar o lábio, estender a mucosa e depois tracionar contra a agulha. 
• Iniciar por anestesia menos desconfortáveis 
CÁLCULO DA DOSE TOXICA 
 
Lidocaína 2% com adrenalina 1:50000 
Dose máxima por kg 4,4 mg/kg peso da criança 30kg 
4,4 mg -------------------------1kg 
X-------------------------------30kg 
X = 132 mg 
2% = 2g de sal em 100 ml = 2000 mg em 100 ml 
• Volume do tubete = 1,8 ml 
• Logo em um tubete = 36 mg 
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2000 mg------------------------100ml 
X-------------------------------1,8ml 
X = 36 mg 
Por conseguinte, & '
�
�
(
, isso representa 3,6 tubetes de anestésico. 
 
 
 
 
(Aeronáutica 2010) Pergunta: Leia a afirmação abaixo e, em seguida, assinale a alternativa 
que preenche correta e respectivamente as lacunas. Em anestesiologia na odontopediatria, o 
uso de Mepivacaína a 2% com noradrenalina 1:100 000 ou adrenalina 1:10 000, temos como 
dose máxima a administração de __________ mg para ____________kg de peso corpóreo. 
A. 44/ 15 – 1,5 
B. 110/ 30 – 8 132 – 30 -8 
C. 154/ 40 - 5 
D. 66/ 15 – 1,8 
Para responder você tem que saber "de cor" a dose máxima da Mepivacaína, que no caso é de 
4,4mg/Kg. 
Regra prática: ),)	+	,-./
01
 
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Tendo este dado, basta ir para as alternativas e fazer uma pequena conta matemática para conferir 
uma por uma. 
Vamos escolher o peso do paciente como base. Na primeira alternativa o paciente tem 15 Kg. 
15 X 4,4 = 66. 
A letra A é incorreta, pois da a resposta como sendo 44. Passamos para a segunda. 
30 X 4,4 = 132 
Letra B também errada pois dá a resposta com 110 kg. Seguinte. 
40 X 4,4 = 176 
Letra C incorreta pois dá a resposta como 154. Sendo assim a resposta correta só pode ser a Letra 
D, cujo cálculocoincidentemente já havíamos verificado no teste da primeira alternativa. 
POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES DA ANESTESIA 
• Úlcera traumática => 
• Hematoma => 
• Trismo => 
• Paralisia Facial => 
• Parestesia => 
• Fratura Agulha => 
• Lipotimia => 
• Náusea e Vômitos => 
NOVAS TECNOLOGIAS 
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PRESCRIÇÃO PEDIÁTRICA 
• Dose conforme peso corpóreo 
• Em geral, acima de 30 kg dose do adulto. 
• Via de administração (Via oral) deve ser preferida 
• Uso interno 
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RECEITA 
Para----------------------- 
Uso interno --------------------------Via Oral 
Paracetamol 200mg/ml 01 frasco. 
Tomar 25 gotas de 6 em 6 horas por 3 dias. 
Manaus,---- de -----de 20----- 
 
ANALGÉSICOS 
• Dor após exodontias e outros procedimentos 
• Dor decorrente de traumatismos dentários e de tecido mole. 
• Dor decorrente de patologias pulpares. 
DIPIRONA 
O mecanismo de ação analgésico da dipirona está ligado à inibição em nível periférico da síntese 
das prostaglandinas, impedindo com isso a sensibilização dos algioceptores. Entretanto, no caso da 
dipirona sua ação também é demonstrável no bloqueio da percepção dolorosa no tálamo. Além do 
mais, a ação da dipirona sobre prostaglandinas é qualitativamente diferente da do ácido 
acetilsalicílico, o que explica a sua melhor tolerabilidade gastrointestinal. A dipirona é eficaz 
também nas dores oriundas de espasmos de musculaturas lisas das vísceras ocas 
Mecanismo de ação inibe a entrada de Ca++ 
• Excelente para dores já instaladas, pois A principal indicação do uso da dipirona é como 
analgésico e antitérmico. 
Novalgina (bebê) -------------50mg/ml 
Dipirona monoidratada ---------------------500 mg/ml 
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Posologia => dose 15 mg / kg ----------------- 1gota / 2 kg (máximo de 20 gotas), intervalo de 6 em 
6 horas. 
15 mg -------------------------1 kg 
X-------------------------------15 kg 
X = 225 mg 
50 mg -------------------------1 ml 
225 mg------------------------- X 
X = 4,5 ml 
Peso da Criança em Kg Quantia em ml 
5-8 1,25 – 2,5 
9-15 2,5 - 5 
16-23 3,75 – 7,5 
25-30 5 - 10 
31-45 7,5 - 15 
46-53 8,75 – 17,5 
 
DIPIRONA EM GOTAS 
Dose: 15 mg / kg 
15 mg------------------------1 kg 
X----------------------------15 kg 
X = 225 mg 
POSOLOGIA 1 GOTA / 2 KG (MÁXIMO DE 20 GOTAS) 
Ex: Criança de 15 Kg 
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20 gotas--------------------------500 mg 
X ---------------------------------225 mg 
X = 9 gotas 
DIPIRONA 
• AGRANULOCITOSE 
A agranulocitose se caracteriza por uma acentuada queda na taxa de granulócitos no sangue, que se 
manifesta na clínica como ulcerações na garganta, no trato gastrointestinal e outras mucosas, que se 
seguem por infecções graves. 
A agranulocitose foi descrita pela primeira vez por Schultz, em 1922, que deu este nome. O autor 
distinguiu as alterações provocadas pela agranulocitose e as causadas pelas outras afecções da 
garganta. A etiopatologia da doença começou a ser descrita por Bock e Wiede em 1930, onde 
concluíram que se devia dar maior atenção a agentes químicos e menos a agentes infecciosos. Em 
1932, Kracke demonstrou o efeito tóxico de benzeno e fenol sobre a medula óssea que produziram 
agranulocitose em animais. Madison e Squier, em 1934, demonstraram que a agranulocitose pode 
ser provocada pela aminopirina, que é a substância precursora da dipirona. Em 1935, Plum deu 
ênfase ao papel da aminopirina na indução da agranulocitose. 
 
DIPIRONA E AGRANULOCITOSE: UM BREVE HISTÓRICO 
 
Em muitos países (Austrália, Canadá, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos da América do Norte) 
a dipirona foi considerada perigosa, sendo proibida a sua comercialização, com base em estudos não 
comprovados. Com isso surgiram dados fora de proporção que foram aceitos sem grandes críticas 
depois de publicados 
PARACETAMOL 
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O paracetamol é um fármaco de ação analgésica e antipirética, obtido através da metabolização da 
fenacetina, um analgésico derivado do alcatrão. Seu mecanismo de ação consiste em inibir a enzima 
responsável pela síntese de prostaglandina no cérebro, reduzindo a febre e induzindo a analgesia. 
Bebezinho => 100 mg / ml 
Bebê => 32 mg / ml 
Criança => 200 mg / ml 
Solução Oral Gotas 
200 mg / ml-------------------------------------------------------� Suspensão 32 mg / ml 
(14 a 16 gotas = 1 ml) Suspensão 100 mg / ml 
Dose (mg / kg) 1 gota / kg (máximo de 20 gotas) Intervalo (4 – 6) horas 
10 mg----------1 kg 
x---------------15 kg 
X= 150 mg 
 
16 Gotas ---------------------200 mg 
 X------------------------------150 mg 
X = 12 
 
Bebê 
 
32 mg--------------------------1 ml 
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150 mg-------------------------X 
X = 4,6 ml 
 
Amoxicilina + Clavulanato 
de Potássio 
250 mg/ 5 ml + 62,5 mg / 5 ml Pó por suspensão oral 75 ml 
após constituição 
Amoxicilina 250 mg/ 5 ml Pó por suspensão oral 150 ml 
após constituição 
Amoxicilina 500 mg Cápsula 
Atenolol 50 mg Comprimido 
Captopril 25 mg Comprimido 
Carbamazepina 200 mg Comprimido 
Dipirona Sódica 500 mg/ml Suspensão Oral 
Frasco com 20 ml 
Dipirona Sódica 500 mg Comprimido 
Diclofenaco Sódico 50 mg Comprimido 
Eritromicina (Estolato) 50 mlg/ml Suspensão oral frasco com 
105 ml 
Ibuprofeno 50 mlg/ml Suspensão oral frasco com 
30 ml 
Ibuprofeno 300 mg Comprimido 
Ibuprofeno 600 mg Comprimido 
Loratadina 10 mg Comprimido 
Paracetamol 500 mg Comprimido 
Paracetamol 200 mlg/ml Liquido Frasco com 15 ml 
Nimesulida 50 mg Suspensão oral frasco com 
15 ml 
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VI) EXAME RADIOGRÁFICO EM ODONTOPEDIATRIA 
Desde 1985 o raio X é um dos mais importantes meio de diagnóstico, sendo um exame auxiliar para 
diagnóstico, plano de tratamento e tratamento do complexo dento-maxilo-facial. As radiografias são 
essenciais para o sucesso do tratamento em crianças. 
Deve ser armazenada em perfeitas condições, por isso a importância de secar adequadamente, uma 
vez que podem ser solicitadas pelo paciente ou perito, além do mais, ela funciona como um 
documento legal para o Cirurgião Dentista em caso de processo judicial. 
 
• Os dados epidemiológicos sobre a prevalência 
• Padrão e progressão da doença na população 
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• Exposição aos fluoretos 
• Situação socioeconômicos e cultural da família e experiências anteriores e presentes de 
lesão de cárie. 
• Higiene oral e dieta 
• Familiarizar a criança com o aparelho. 
• Utilizar filme compatível com a cavidade bucal da criança. 
• Realizar primeiro as tomadas fáceis, pois as mais difíceis são as centrais inferiores e as 
superiores posteriores. 
IMPORTANTE! Diluir o anestésico tópico (ponta da espátula) no soro fisiológico ( metade do 
copinho de café) e mandar o paciente bochechar, isso para pacientes que tem ânsia de vômito 
para a tomada radiográfica. 
EXAMES RADIOGRÁFICOS 
• Recursos Semiotécnico 
• Auxiliar no diagnóstico• Elaboração do plano de tratamento 
• Acompanhamento e controle 
Tomada Radiográfica => achados radiográficos 
Processamento 
Interpretação 
Proteção às radiações 
• As crianças são mais suscetíveis aos efeitos 
• Células Gametas 
• Menor estado de Diferenciação 
Proteção do Paciente 
• Filmes, Filtros e tipos de cones. 
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• Filmes – ultrarrápidos 
• Filtros – diminuir a radiação de fótons 
• Cones longos e abertos: diminuem a propagação de radiação 
• ALARA sigla de “as low as reasonably achievable” minimiza os efeitos da radiação 
 
PROCESSAMENTO DO FILME 
 
• Fixador 10 minutos. 
• Água 10 segundos 
• Revelador 30 segundos 
 
PROTEÇÃO DO PROFISSIONAL 
• Posicionar – se atrás da barreira mecânica 
• Posição de Mason Hong 
• Filmes radiográficos Nº 0, Nº 2, Nº 4 
 
TÉCNICA RADIOGRÁFICA INTRABUCAL 
• Método da Bissetriz (Cilindro Curto) 
• Alongamento 
• Encurtamento 
• Ideal 
 
DESVANTAGEM 
• Posicionar corretamente a cabeça do paciente 
• Corretas angulações vertical e horizontal 
• Correta... 
 
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Método do Paralelismo (Cone Longo) 
• Vantagem 
 
• Desvantagem 
 
Técnicas para prematuros, recém – nascidos, lactantes até 3 anos 
• Filme Nº 2. 
• Oclusal de Maxila e Mandíbula 
Técnicas para crianças de 3 a 6 anos 
• Variação da técnica periapical 
 
Técnicas para crianças de 3 a 6 anos 
• 2 películas radiográficas 
• 1 película de chumbo entre as duas 
 
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Periapical modificada na Região de molares Decíduos 
• Algodão 
• Película 
• Fita 
 
Técnica interproximal 
• Ângulo vertical + 8º e + 10º 
• Paralelo as faces Proximais 
Técnica interproximal para crianças de 3 a 6 anos 
• Película 
• Fita 
 
 
Técnica Oclusal 
Técnica de Clarck 
• Alterações na maxila e na mandíbula 
Técnica de Muller – Winter 
• Periapical Normal 
• Semi Oclusal 
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TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS EXTRAS BUCAIS 
 
Técnicas da Radiografia Panorâmica 
• Vantagem 
• Exames de todos os dentes em uma tomada radiográfica 
• Facilidade de técnica 
• Baixa de radiação recebida 
• Requer o mínimo de colaboração do paciente 
• Bom instrumento para demonstração para o paciente 
 
Técnica Lateral de Fazzi 
 
(FOUSP) 
• A película radiográfica fica fora da boca do paciente. 
Protocolo de tomadas radiográficas em Odontopediatria (Adaptado de Fraga, Simões e Bonecker, 
2010) 
 
 
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Condição Região Anterior Região Posterior Total de Radiação 
Prevenção Dente 
Decíduo 
1 periapical superior 
ou 1 periapical inferior 
2 interproximais 3 tomadas 
radiográficas 
Tratamento Curativo 
Dente Decíduo 
1 superior e 1 inferior 4 periapicais 6 tomadas 
radiográficas 
Tratamento Curativo 
Dente Misto 
4 periapicais 4 interproximais 8 tomadas 
radiográficas 
Prevenção Dente 
Permanente 
1 periapical 4 interproximais 5 tomadas 
radiográficas 
Tratamento Curativo 
Dente Permanente 
1 periapical 1 interproximal 2 tomadas 
radiográficas 
 
INTERPRETAÇÕES RADIOGRÁFICAS DAS ANOMALIAS DE DESENVOLVIMENTOS 
DENTÁRIOS 
• Fusão = é a união de dois dentes pela raiz e coroa clinica 
• Geminação = imagem em Y, duas câmaras pulpares, única raiz. 
• Amelogênese imperfeita Hipoplásica 
• Macrodontia 
• Taurodontia 
• Dens in dent =Dente invaginado, um dente dentro de outro dente. 
• Hipoplasia do esmalte 
• Amelogênese imperfeita Hipocalcificada 
• Anquilose 
• Dentes Natal e Neonatal (Lesão de Riga – Fede) 
Observação: A técnica radiográfica interproximal modificada é usada para tratamento 
endodôntico em molares superiores. 
Usar brocas guettes nº 1 e nº 2 para preparos somente na embocadura do dente. 
• Película radiográfica 
• Fita 
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Anestésico tópico – alguns autores recomendam a utilização de anestésico tópico, principalmente na 
região inferior para diminuir o incômodo causado pelo filme, entretanto, este não deve ser usado na 
região de assoalho de boca, pois se trata de uma região super vascularizada e a absorção do 
anestésico será rápida e o risco de toxicidade maior devido a alta concentração do anestésico. 
 
Indicações para exame radiográfico: 
Diagnóstico de cárie; 
Diagnóstico de erupção – para saber em qual estágio de Nolla está (quando está no estágio 8, com 
2/3 de raiz formada, a força de erupção é maior), saber o índice de rizólise, saber se vale a pena 
extrair etc; 
Patologias; 
Traumas; 
Terapia pulpar. 
 
Critérios de seleção para o exame radiográfico: 
Idade do paciente; 
Nível de cooperação; 
Tamanho da boca; 
Estágio da dentição; 
Risco de cárie. 
 
Técnica ideal: 
Menor tempo; 
Menor número de tomadas; 
Menor exposição; 
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Boa imagem. 
 
Técnicas radiográficas – há as técnicas intrabucais (interproximal, oclusal e periapical) e as extra 
bucais (Panorâmica Telerradiografia e lateral). 
1. Técnica interproximal – chamada de asa de mordida ou Bitwing, é indicada para diagnosticar 
cárie interproximal, avaliar a relação entre a cárie e a câmara pulpar e avaliar o contorno de 
restaurações. Vai ser usado uma película 0 ou 2, que será posicionada entre a língua e a face lingual 
dos posteriores, o feixe é direcionado para a oclusal e será radiografada região proximal dos 
posteriores. 
2. Técnica oclusal – nessa técnica será usada uma película 2 ou oclusal (mesmo em bebês vai 
utilizar a 2), o longo eixo do filme fica de comissura a comissura, o plano oclusal deve estar 
paralelo ao solo e a incidência será na glabela (maxila) e na base da mandíbula, quando o paciente 
deve estar com a cabeça para trás (mandíbula). 
3. Técnica periapical – existem duas formas de ser feita, pela bissetriz ou paralelismo, isso 
depende do nível de cooperação do paciente e do tamanho da boca, escolher o tamanho da película; 
deve-se ficar atento ao picote, que deve estar voltado para oclusal/incisal. É indicada para 
diagnóstico de cárie (incipiente ou recidiva), avaliar relação do decíduo com o permanente, avaliar 
relação da cárie com a polpa, avaliar reabsorção interna ou externa, avaliar forma da câmara e dos 
condutos e avaliar a cronologia de erupção. 
4. Técnica periapical modificada (oclusal) – é usada para dentes anteriores, usa a película 2, para 
observar cárie e trauma. O longo eixo do filme fica na altura das comissuras e o feixe incide na 
ponta do nariz (maxila) e no mento (mandíbula). 
5. Ortopantomografia (panorâmica) – pouca exposição, proporciona uma visão ampla da ATM, 
espaço presente e espaço requerido, ótima para quem recusa filme intrabucal, entretanto, o paciente 
deve ficar imóvel por 15 segundos e ela não oferece uma boa imagem para diagnóstico de cárie (só 
mostra se a cárie for muito grande). O filme e o feixe movem-se em sentidos opostos, mas com 
mesmo tempo e velocidade, é a mais indicada. 
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6. Telerradiografia – indicada para planejamento ortodôntico, é o traçado cefalométrico, oferece 
uma padronização. Há algumas variações, como a técnica de Fazzi, que é indicada quando há 
intrusão de decíduoanterior; usa um filme periapical ou oclusal, que fica fora da boca, segurado 
com o indicador e o polegar, seguindo a linha da pupila, é especifica para Odontopediatria. 
7. Lateral de nariz – é a técnica de andreasen, indicada quando há intrusão de decíduo, usa um 
filme oclusal, o longo eixo do filme fica perpendicular ao solo e paralelo a face do paciente, a 
incidência é entre a ponta do nariz e o lábio superior. 
8. Técnica de Clark – é uma variação, indicada para localização de dentes inclusos, para saber se 
está por palatina/lingual ou por vestibular. Primeiro faz uma tomada ortorradial e depois desloca o 
feixe para mesial ou distal, se a imagem acompanha o feixe é porque está por palatina/lingual, mas 
se ela se desloca em sentido oposto é porque está por vestibular. 
 
O exame radiográfico ideal para Odontopediatria é a panorâmica com complementação (periapical, 
por exemplo). 
Interpretação – deve ser sistemática, evitando esquecer áreas, com máscara, megascópio e lupa 
(quanto menos luz passa para o olho do operador, melhor é a interpretação). 
Diagnóstico radiográfico: 
Distúrbio do desenvolvimento dos dentes: 
Raiz supranumerária – pode acometer tanto dentição decídua como permanente, importante 
diagnosticar para saber se pode fazer exodontia ou endodontia. A técnica ideal é a periapical e a 
técnica de Clark. 
Agenesia – é a ausência de dentes, pode acometer dentição decídua ou permanente, é importante o 
diagnostico para saber se é agenesia ou se o dente está incluso (diagnostico diferencial). A tomada 
ideal é a periapical e panorâmica. 
Dente natal/neonatal – importante diagnostico diferencial entre dente decíduo ou supranumerário, a 
tomada ideal é a periapical e oclusal. Importante avisar aos pais. 
Amelogênese imperfeita – a radiografia mostra imagens radiopacas e radiolúcida nas coroas, canais 
amplos e rizogênese atrasada; a tomada ideal é a periapical e panorâmica. 
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Dentinogênese imperfeita – há desgaste de cúspide, canais atresiados, dentina reacionária, 
obliteração da câmara pulpar. A tomada ideal é a periapical. 
 
ANOMALIAS NA FORMA DOS DENTES 
 
Geminação – tentativa de divisão de um germe dental, resultando em duas coroas com uma única 
raiz; a radiografia mostra duas coroas separadas por uma linha radiolúcida e única raiz. A tomada 
ideal é a periapical. 
Fusão – é a tentativa de fusão de dois dentes, que podem ser decíduos, permanentes ou 
supranumerários, resultando em uma coroa e duas raízes; a radiografia mostra coroa única com duas 
raízes. A tomada ideal é a periapical. 
Concrescência – pode não ser mostrada na radiografia. 
Hipoplasia de esmalte. 
Taurodontia – a radiografia mostra uma câmara pulpar alongada, com a furca mais perto do ápice, 
mais embaixo do que o normal. A tomada ideal é a periapical e a panorâmica. 
 
O raio - x provoca alteração no núcleo ou citoplasma das células, causando destruição celular 
transitória ou definitiva. Pode causar câncer de pele, gônadas, seios, tireóidea, medula óssea, 
glândulas salivares e cegueira. A célula mais diferenciada e o tecido mais jovem são mais sensíveis. 
Proteção da radiação – paciente: 
Avental plumbífero – 0,5mm de chumbo; 
Protetor de tireóidea; 
Aparelho com cilindro aberto; 
Colimador retangular; 
Filmes D e E – revelação mais rápida; 
Posicionador – minimiza chances de erro; 
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Qualidade da câmara escura; 
Técnica correta; 
Apenas tomadas necessárias. 
 
Proteção da radiação – profissional: 
De 1,80 metros a 2 metros do aparelho; 
135° do feixe principal; 
Não ficar atrás da ampola – libera radiação secundária; 
Não ficar perto da cabeça do paciente; 
Não ficar na direção do feixe primário; 
Aparelho com retardo – hoje é proibido. 
 
Se tiver alguém junto com o paciente, ele também deve ser protegido. 
Tomadas todas as precauções, o profissional estará seguro de que nenhum malefício ocorrerá ao 
paciente e, através do exame radiológico, terá melhor diagnóstico e prognostico junto com os 
exames clínicos. 
 
VII) DENTÍSTICA EM ODONTOPEDIATRIA 
 
Usamos os seguintes grampos para os dentes decíduos 
1º Molar Decíduo 02, 208 
2º Molar Decíduo 26 ou 14 
1º Molar Permanente 26, 27 ou w8A. 
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Dentes Anteriores 212, 211 ou 02 
MATERIAIS E TÉCNICAS RESTAURADORAS EM ODONTOPEDIATRIA 
 
ATIVIDADE X RISCO 
• Atividade: o paciente tem a doença, não importando qual é. 
• Risco: probabilidade do paciente em desenvolver uma doença ou analise dos fatores que 
levam ao aparecimento da doença – quantificar; pode ser alto, médio ou baixo. 
Obs: só sabemos o risco do paciente se a doença estiver controlada; pode ter cavidade, mas não 
atividade. 
Perfil: 
Perfil 1: com atividade de carie que necessita de tratamento restaurador. 
Exceção para restaurar na primeira sessão: quando apresentar envolvimento estético. 
• Perfil 2: com atividade que não precisa de tratamento restaurador; o paciente será 
monitorado mas será controlado/prevenção; 
• Perfil 3: sem atividade de carie que não precisa de tratamento restaurador; pode ser 
reabilitado na 1º sessão, porque está em equilíbrio; a dentina era patológica mas reverteu 
para inativa – esclerose da dentina – e agora está equilibrado = o paciente pode ser 
reabilitado na hora que desejar porque já foi reabilitado/equilibrado naturalmente. 
• Perfil 4: sem atividade de carie que não precisa de restauração. 
Porque restaurar dente decíduo? 
• Recuperar ou preservar a dimensão vertical e distancia mesiodistal para os molares 
permanentes. 
• Fonação, deglutição e posição lingual (interposição lingual) 
• Psicológico e estética 
Diagnóstico 
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• Fazer profilaxia para dar diagnóstico 
• Radiografar 
• Secar o dente para fazer diagnóstico 
• Radiografia que diagnostica a carie – interproximal porque devemos saber o grau de relação 
polpa x carie que deve ser maior a 0,5 mm 
• Não fazemos teste pulpar como o adulto. 
Plano de tratamento e diagnostico 
• Paciente com lesão da doença tem 2 possibilidades: ou ele tem lesão da doença ou ele não 
tem lesão visível da doença clinicamente - RADIOGRAFIA 
• Somente na oclusal: radiografei e verifiquei que a lesão está clinicamente ativa – cavitado 
em esmalte ativo; castanho; amolecido – e radiografia está restrito ao esmalte: tratamento é 
adequação de meio + monitoramento da lesão. 
• Atividade em cavidade – cureta – ionômero – volta após 6 meses – radiografia + 
clinico/visual; 
Se a lesão progrediu – medir com régua – houve a progressão monitorada pelo profissional 
devemos fazer restauração imediatamente tanto pra oclusal como proximal. 
ATENÇÃO, RECEITA DE BOLO: 
• Situação 1: primeira visita do paciente não podemos diagnosticar a atividade pelo raio - x, 
somente por característica clinica -> caria ativa ou inativa (característica clinica); esmalte ou 
superficial da dentina devemos fazer curetagem + ionômero OU oxido de zinco e eugenol 
com o objetivo de diminuir o conteúdo necrótico da lesão com isso eu adéquo o meio bucal; 
ele está doente porque ele teve um monte de coisa que levou a cavidade. 
• Situação 2: lesão restrita a 2 áreas superficiais de dentina e esmalte mas ele não tinha lesão 
aguda, ele não estava em atividade -> ele está doente? NÃO, então eu posso restaura-lo 
porque só tenho a sequela. 
 
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OBSERVE: Clinicamente alesão está ativa se apresentar as características clínica da cárie ativa e 
inativa, porém, só saberemos se a lesão na radiografia (imagem radiolúcida – cárie) está ativa se eu 
comparar a radiografia inicial com a radiografia após os 6 meses de monitoramento até um ano. 
 
• Paciente com lesão enegrecida: cientificamente não precisa ser restaurado, mas por 
estética, vamos restaurar. 
ADEQUAÇÃO DO MEIO 
• Pacote de medidas que realizamos para equilibrar a saúde do meio que pode ser por 
escovação, selante, extração de raiz residual, curetagem e escavação. 
• Interrupção de cadeia de infecção 
• Instrução de higienização 
• Remoção de Iatrogenia 
• Orientação de dieta 
• Paciente com alto risco -> usar flúor de alta concentração 
Isolamento: 
DENTE DECIDUO PERMANENTE 
1 molar 02 e 208 
2 molar 26 e 14 
1 molar 26,27 e W8A 
Dentes anteriores 212, 211 e 02 
 
• A pediatria aceita um menor numero de envolvimento de dentes no isolamento; 
• Classe I -> pode isolar só o dente da classe I 
• Classe II -> 1 para frente e 1 para trás 
• Ultimo dente: 2 ou 3 pra frente e pode receber amarria, não precisa do grampo 
• Endo: somente no dente que estamos trabalhando. 
• Necessário devido ao material utilizado; a criança se sente mais protegida; 
Remoção de tecido de cariado 
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Fazer anestesia, baixa rotação com broca compatível; 
Cavidade rasa: remoção total da carie 
Cavidade profunda: Na pediatria trabalhamos com remoção parcial do tecido cariado 
• Circundante – remove tudo 
• Fundo – remove parcialmente 
Condicionamento ácido em dentes decíduos 
No total deve ser 15 segundos (dentina + esmalte) onde 7 segundos são na dentina e 8 
segundos no esmalte. Por exemplo: condicionamento ácido no esmalte e conta até 8 
segundos e, após o tempo, coloca - se mais 7 na dentina, totalizando 15 segundos (8 no 
esmalte +7 na dentina). 
 
PROFUNDIDADE LIMPEZA PROTEÇÃO 
Superficial/Média Cond. Ácido 
Profunda Sol. De Ca(OH)2 ou Cimento de hidróxido de cálcio e/ou 
ionômero +adesivo 
Muito profunda Sol. De Ca(OH)2 Cimento de hidróxido de cálcio + 
ionômero +adesivo 
Exposição pulpar Sol. De Ca(OH)2 + soro 
fisiológico 
Cimento ou pó de hidróxido de 
cálcio + ionômero +adesivo 
 
Observação: 
Caso o dente for esfoliado em 6 meses, coloca ionômero porque o dente já vai cair! 
 
VIII) Doença periodontal em criança 
Doença periodontal => Condições patológicas que afetam os tecidos periodontais. 
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A doença periodontal não é comum na criança, é mais comum no adolescente. O que se tem dito é 
que a doença periodontal é uma infecção característica da fase adulta. Não que a criança não possa 
ter doença periodontal, ela vai ter sim, em alguns casos. A doença periodontal se caracteriza por ser 
uma doença de caráter crônico, diferente da periodontite agressiva que surge, instala - se 
rapidamente e deixa sequelas permanentes. Tem se falado que a gengivite não tratada durante a 
infância e adolescência pode evoluir para uma periodontite, uma doença periodontal mais grave na 
fase adulta. 
Por que estudar a doença periodontal na infância? 
• Diagnóstico precoce 
• Maior chance de sucesso no tratamento 
• Menor o dano causado 
O papel do odontopediatra 
• Detectar alterações periodontais na criança e estabelecer um plano de tratamento 
adequado. 
Fator Determinante 
• Biofilme Dental 
• Papel específico da Microbiota 
Fatores Predisponentes ou Co - fator 
• Trauma Oclusal 
• Iatrogenia (o que mais causa doença periodontal pela restauração mal adaptadas, sem ponto 
de contato). 
• Fatores Genéticos (às vezes existe paciente que a mãe já tem certa informação e observa 
isso nos filhos e encaminha logo para fazer um tratamento com o especialista para evitar que 
o paciente desenvolva a doença). 
Fatores Moduladores / Modificadores ou Sistêmicos 
• Diabetes Mellitus e Tabagismo (são fatores de risco sistêmicos comprovado 
cientificamente) 
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• Alterações Hormonais 
• Estresse Emocional (pode alterar a secreção de produtos de defesa do hospedeiro. Um 
exemplo seria a diminuição da produção de imunoglobulina-A (IgA). Este é o anticorpo 
predominante na saliva e pode ser considerado o agente antibacteriano mais importante em 
um quadro de saúde (McCleland et al.1985). A sua diminuição provoca destruição tecidual 
ativada por produtos bacterianos, provavelmente, mediada por meio de citocinas liberadas 
por células do sistema imune ativadas, entre outras, levando a um desequilíbrio na relação 
parasita–hospedeiro. 
• Pacientes Soropositivos (precisa de vários trabalhos científicos para comprovar) 
Em relação à etiopatogenia da doença periodontal, a gente tem que ter noção da especificidade do 
biofilme periodontal. A placa deve ser específica, ter uma quantidade suficiente de microrganismos. 
E a gente pode ter uma placa que não é tão periodontopatogênica. Tá relacionado também com a 
susceptibilidade de cada indivíduo. Eu posso ter placa, mas se eu não tiver susceptibilidade, eu 
posso não desenvolver a doença periodontal. E a gente tem que ter noção também que as 
doenças periodontais estão associadas com as doenças ou alterações sistêmicas. Não que a alteração 
sistêmica vá desenvolver a doença periodontal, mas as alterações sistêmicas podem agravar o 
quadro da doença periodontal. 
Nós temos o periodonto de proteção e o de sustentação. A principal função do periodonto é inserir 
o dente nos tecidos ósseos, tanto na maxila quanto na mandíbula, para manter a integridade da 
mucosa mastigatória. Então temos o periodonto de proteção que engloba a gengiva: sulco 
gengival, gengiva marginal e gengiva inserida e o periodonto de sustentação que engloba o osso 
alveolar, ligamento periodontal e cemento. A integridade desses tecidos é primordial para o 
desenvolvimento do sistema estomatognático de modo geral. 
Gengiva marginal 
• Circunscreve o colo do dente; 
• Na dentição decídua, 
• Apresenta-se mais brilhante, larga, com bordas arredondadas; 
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• É facilmente afastada. 
 
Gengiva Inserida 
Histologicamente, a gengiva inserida, possui um tecido conjuntivo denso fibroso. 
Principal função: uma barreira de resistência aos impactos dos alimentos durante a mastigação. 
Corresponde à faixa que vai do término da porção apical do epitélio juncional até a linha 
mucogengival. 
 
Aspectos clínicos 
Possui projeções epiteliais discretas que se acentua com a idade 
• Espessura: 1 a 6 mm na dentição decídua e 1 a 9 na permanente 
• A largura varia de acordo com o dente 
• Há menor quantidade de fibras colágenas e maior vascularização 
• Tecido epitelial apresenta se mais delgado e com menor grau de queratinização 
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Essas características modificam-se em função da demanda fisiológica e com a idade. 
Área interproximal 
É constituído pela gengiva papilar vestibular, gengiva papilar lingual (COL). 
• Área do COL: Maior vulnerabilidade ao inicio de Doença periodontal, em função da retentividade 
das superfícies dentárias, o que favorece o deposito de placa bacteriana. 
A característica fundamental do COL é ser recoberto por epitélio não queratinizado, portanto, 
menos preparado para resistir às enzimas e toxinas da placa bacteriana. 
 
 
Aspectos clínicos 
Apresenta-se mais larga no sentido VL com profundidade maior que no adulto. 
Devido aos diastemas apresenta- se em forma de sela, 
Forma piramidal é determinada pela superfície de contato 
 
Sulco Gengival 
Espaço compreendido entre a vertente interna da gengiva marginal e o dente 
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• Profundidade média: 2 mm nas faces V e L; 3 mm nas faces proximais 
• Dois tipos de epitélio, o sulcular e o epitélio juncional. 
• Epitélio juncional: organicamente aderido ao dente e é dotado de grande permeabilidade 
O epitélio juncional é considerado de grande importância no início e na progressão da Doença 
Periodontal. 
 
 
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No periodonto a gente tem a gengiva, ligamento periodontal, cemento, osso alveolar. Esses 
componentes fazem parte do que a gente chama de aparelho de inserção ou tecido de suporte do 
dente. Eles estão intimamente ligados e um está na dependência do outro. 
A gengiva tem a cor rosa e ela termina na margem gengival livre, e ela tem um contorno festonado. 
A gengiva tem 2 partes. A gengiva aderida ou inserida que tá mais para apical na mucosa e a 
gengiva livre que contorna o colo do dente e ela é mais livre, frouxa em relação à inserida. A 
coloração varia de rosa a vermelho vivo. Essa coloração varia dependendo da vascularização, da 
quantidade de queratinização dessa gengiva. A gengiva da criança é um pouco mais rosa em 
relação à do adulto. 
 
• Apresenta – se mais avermelhada e mais flácida 
• Fatores que influenciam na variação de cor gengival 
• Grau de vascularização 
• Menor queratinização 
• Espessura do epitélio 
• Pigmentação fisiológica de gengiva 
Não esquecendo que a coloração da gengiva pode sofrer uma variação em relação à pigmentação 
racial. Pessoas da raça negra têm uma coloração de gengiva um pouco mais escura comparando 
com pessoas que têm a pele branca. A superfície pode ser opaca, no caso dos adultos. No caso das 
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crianças ela se apresenta mais brilhante por causa da vascularização. E ela tem uma consistência 
firme. 
Mucosa Alveolar 
 
A principal característica é sua grande mobilidade 
Apresenta freios, bridas e inserções musculares. 
Apresenta se mais flácida e fina, com coloração mais intensa do que no adulto. 
FREIOS 
Normais 
 
Patológico 
 
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Então, a gente tem uma variação de epitélio que recobre a gengiva e a mucosa bucal do modo geral. 
Tem o epitélio oral que fica voltado para a cavidade oral, é o epitélio de revestimento externo. Tem 
o epitélio do sulco oral, que fica voltado para o dente, mas ele não fica aderido ao dente. Já o que 
está aderido ao dente é o epitélio juncional, que promove o contato dessa gengiva com o dente. 
Entre o epitélio oral e o juncional a gente tem uma gama de tecido conjuntivo, e esse tecido 
conjuntivo está aderido ao osso alveolar. O osso alveolar está dividido em lâmina dura e osso 
esponjoso. A lâmina dura é a parte do osso alveolar que vai recobrir o alvéolo. E o osso esponjoso é 
aquele osso que apresenta trabeculado. Na criança, o trabeculado é menor, é mais espaçoso, por 
causa da menor calcificação que existe no osso infantil, é menos calcificado que o osso de um 
adulto. A lâmina dentária vai ser mais fina e o ligamento periodontal vai ser mais grosso, mais 
fibroso na criança. O osso que circunda o dente, aproximadamente 1 mm em relação a junção 
esmalte-cemento é o que a gente vai chamar de crista alveolar. Ela está até 1 mm em relação a 
Junção cemento esmalte. 
PERIODONTO DE SUSTENTAÇÃO 
• Osso alveolar 
• Ligamento periodontal 
• Cemento 
Osso alveolar 
• Mantém o equilíbrio de neoformação e reabsorção óssea. 
• Constituído de dois tipos de tecido ósseo: compacto e medular 
• Compacto aquele reveste o alvéolo dentário 
• Porções medulares correspondentes ao trabeculado 
• Crista alveolar e septos interdentais planos 
• Lâmina dura é menos espessa 
• Há trabeculado menor com espaços medulares maiores, maior vascularização e suprimento 
linfático. 
Ligamento Periodontal 
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• Existente entre o cemento radicular e o osso alveolar 
• Espessura varia de acordo com a idade e a demanda funcional 
• A espessura é 0,25mm, porém, na dentição decídua apresenta se mais amplo. 
• Os feixes de fibras são menos densos 
• Maiores suprimentos sanguíneo e linfático 
 
Ligamento Periodontal 
Periodonto de Sustentação 
 
• Células mesenquimais indiferenciadas / fibroblastos e osteoblastos 
• Colágeno é constantemente remodelado e renovado (fibroblastos e fibroclastos) 
• Osteoblastos formação de novo osso 
• Osteoclastos e cementoclastos = Remoção de osso e cemento 
• Vasos sanguíneos e células do sistema vascular 
• Terminações nervosas (percepção de dor e propriocepção) 
• Fluido “amortecedor” 
Cemento Radicular 
Principal função é servir de ancora para fibras do ligamento periodontal. 
• Espessura 
• Menos espesso e denso 
• Varia com a idade e a região da raiz. 
• Uma espessura maior se faz necessária em áreas de maior solicitação do dente, começo no 
ápice e áreas de bi e trifurcação. 
Erupção 
Sulco Gengival: 
 
• 5 a 7 mm sem dor ou sangramento 
 
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Com o estabelecimento do contato oclusal, o epitélio juncional permanece próximo á junção 
esmalte cemento. 
 
ADOLESCÊNCIA 
 
• Há aumento do número de fibras colágenas 
• Diminui a vascularização 
• Profundidade do sulco gengival considerada normal de 2 mm nas faces Vestibular e Lingual 
e 3 mm nas faces proximais 
• Papila interdental deve preencher o espaço interproximal e estar perfeitamente adaptada 
• Maior prevalência de doenças periodontais e perda óssea 
--‐ILVA, 
Existem algumas diferenças anatômicas básicas em relação ao periodonto da criança e do 
adulto. A gengiva está num processo de erupção, então isso é passivo. Como é passivo, esse 
epitélio juncional sofre variações de movimento. Porque uma hora a gente tem um dente que está 
irrompendo (a gente tem um sulco mais curto). Só que dependendo da extensão de erupção que esse 
dente tem, a gente pode ter um epitélio juncional mais longo. Mas isso não caracteriza uma doença 
periodontal, isso é um processo fisiológico da erupção. Se a gente tiver um epitélio juncional mais 
longo, a gente vai ter uma parede gengival mais flácida, menos aderida. Não significa que a gente 
tem um processo de formação de uma bolsa, só tem um dente no processo de erupção, e isso faz 
com que haja um alongamento desse sulco gengival, desse epitélio. 
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A gengiva da criança é mais flácida, pode se encontrar mais brilhante que a do adulto, pode ir do 
rosa claro ate o vermelho. Em relação à papila interdental, a forma da papila está relacionada com a 
presença ou ausência de diastemas. No caso das crianças que apresentam diastemas generalizados, 
essa papila vai ter um formato trapezoidal. E nas crianças que não apresentam diastemas, as papilas 
terão o formato piramidal, igual as do adulto. São essas as diferenças básicas existentes entre a 
criança e o adulto. 
Em relação à etiologia, a gente vai ter fatores que são determinantes, fatores que predispõem e 
fatores que são modificadores da doença periodontal. 
Um fator determinante para a doença periodontal é o biofilme e o cálculo. Mesmo ele sendo um 
fator determinante, temos que observara composição desse biofilme, a susceptibilidade do 
individuo. Por que podemos encontrar um biofilme que não é periodontopatogênico? Então a 
composição dessa placa determina realmente a doença periodontal. E a composição da placa varia 
de indivíduo para indivíduo, e no mesmo indivíduo ela varia em relação à localização (o cálculo sub 
e supra gengival, cálculos em regiões lisas ou rugosas). O cálculo subgengival tem mais 
microrganismos aeróbios, a agressividade do cálculo sub é maior, e os microrganismos são mais 
agressivos dos que os do cálculo supragengival. 
Quando a gente tem um periodonto hígido, a gente observa uma quantidade maior de 
microrganismos como as espiroquetas e os cocos gram positiva. O Biofilme é sim fator 
determinante, mas depende também da capacidade de defesa do indivíduo. 
Existem dois microrganismos presentes no Biofilme que vão determinar a agressividade da doença 
periodontal, que são as Porphyromonas gengivalis e a Prevotella intermédia. 
Outro fator que é determinante para a doença periodontal é o cálculo. O cálculo não é comum nas 
crianças, mas algumas apresentam em menor quantidade. O cálculo apresenta uma superfície 
rugosa, facilitando o acúmulo de mais placa e das toxinas produzidas pelos microrganismos. Ele 
passa a ser também um fator predisponente, um fator que facilita o acúmulo de um fator 
determinante. O cálculo mais comum em crianças é supragengival. Existe uma correlação negativa 
entre a presença de cálculo e atividade de cáries. As crianças que tem cálculo ou que tem uma 
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doença periodontal, não tem atividade de cárie muito exacerbada. Por quê? Os microrganismos da 
cárie e da doença periodontal são distintos, e a criança que tem cálculo apresenta o índice de cálcio 
maior na saliva, por isso há uma mineralização da placa pré-existente e atividade de cárie é menor. 
Então os fatores predisponentes são aqueles que propiciam a presença dos fatores etiológicos 
determinantes (placa e cálculo). Quais são eles? Apinhamento dental; formato da arcada; cavidades 
de cárie atuam como fatores determinantes, agem como nichos (precisamos selar essas cavidades); 
restaurações defeituosas; uso de aparelhos ortodônticos. Todos esses fatores devem estar associados 
à má higiene bucal. 
Os fatores modificadores são aqueles que atuam em conjuntos com os fatores determinantes e vão 
modificar o curso da doença periodontal, agravando o quadro. O principal deles é a diabetes, visto 
que causa um espessamento dos vasos capilares, dificultando a migração das células de defesa, o 
organismo não consegue mandar todo o seu exército para defender contra a agressão que os fatores 
determinantes estão causando. A presença da glicose no fluido gengival o torna mais espesso, isso 
também dificulta a migração leucocitária e a higienização, da remoção dessa placa que se torna 
mais viscosa, mais aderida ao dente. E a diabetes vai causar uma alteração no processo de formação 
do colágeno e isso dificulta o reparo tecidual. É um fator mais amplo. Não é que a diabetes favoreça 
o acúmulo de placa, mas ela faz com que o acúmulo de placa torne a doença periodontal mais 
agressiva. O tipo de diabetes mais comum na criança é o tipo 1. 
Outro fator modificador é o respirador bucal, que é muito comum na clínica de Odontopediatria, e a 
gente chama também de Síndrome da face alongada. A fisionomia do paciente respirador bucal é 
característica. Ele tem um olhar cansado, paciente com olheiras porque não dorme direito, nariz 
com a base larga, face alongada (dólicocefálico), boca entreaberta. Essa boca entreaberta faz o 
ressecamento da mucosa, faz absorção do fluido gengival e torna a placa mais espessa. A paciente 
não tem um selamento dos lábios, então esses dentes ficam expostos a um ressecamento da placa e 
isso faz com que a doença periodontal seja mais grave nesses pacientes. O tratamento desses 
pacientes é mais amplo. 
Outro fator é o uso de medicamentos. Anticonvulsivantes, nifedipina e ciclosporina. Os pacientes 
que fazem uso desses medicamentos podem apresentar uma hiperplasia gengival medicamentosa, e 
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ela faz com que haja acúmulo de biofilme. A hiperplasia começa a aparecer de 2ª 3 semanas após o 
inicio do uso, e ela alcança o pico máximo de 18 a 24 meses de tratamento. E o grau com que vai 
acontecer essa hiperplasia é proporcional à dose de medicação. A gente não fala para o paciente 
deixar de tomar a medicação, temos que controlar o acúmulo de placa, trabalhar na motivação desse 
paciente. 
Outros fatores modificadores são principalmente as alterações hormonais que ocorrem na 
puberdade, a partir de 10 ou 11 anos de idade o paciente entra na pré-adolescência e puberdade, 
nesta fase há uma alteração hormonal muito intensa, principalmente nas meninas, e se trata de um 
fator modificador da DP. 
Alterações dos componentes celulares, as discrasias sanguíneas, anemia, a própria leucemia, são 
alterações que facilitam o acúmulo de placa pois há uma alteração celular que dificulta a migração 
das células de defesa, então a presença da placa vai ser facilitada (gengivite facilitada por uma 
alteração humoral, do sistema de defesa do organismo). 
Deficiências nutricionais e vitamínicas, principalmente a falta de vitamina C (escorbuto), boca de 
trincheira. 
Não podemos negligenciar a LEUCEMIA, sangramento gengival sem acumulo de placa pode ser 
um sinal de alterações como a leucemia. Pacientes com manchas arroxeadas tanto na face quanto na 
mucosa, palidez cutânea e dores nos ossos, entre outros sintomas. A leucemia linfoblastica aguda é 
muito comum na criança. 
Outro fator modificador é o contato oclusal prematuro, não que este facilite a doença periodontal, 
mas ele faz uma deiscência deste tecido, podendo ocorrer uma recessão gengival e é a recessão 
gengival que vai facilitar o acúmulo de placa. 
GENGIVITE 
• Doença periodontal inflamatória que atinge somente o periodonto de proteção 
• Gengivite pode ser crônica ou aguda, generalizada ou localizada. 
• Primeiro sinal: edema e alteração de cor, só com o avanço surgem sangramentos. 
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• Grande prevalência em crianças e adolescentes. 
Etiologia 
• Fator etiológico determinante 
• Placa e cálculo 
• Fatores predisponentes 
• Exfoliação e erupção 
• Fatores modificadores 
• Puberdade, respiração bucal. 
Alterações Clínicas 
• Alterações de cor: gengiva avermelhada 
• Gengiva marginal não se apresenta completamente adaptada à superfície dentária, aumento 
de volume, posicionando se em direção oclusal ou incisiva. 
• Papila gengival com aumento de volume, aprofundamento na área de COL e possível 
sangramento a sondagem. 
• Gengiva inserida lisa e brilhante 
• Sulco gengival aumento da profundidade de sondagem (bolsa gengival) 
• Dor, exsudato purulento. 
 
 
 
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Tratamento 
• Controle do Biofilme dentário 
• Identificação dos grupos de risco 
• Motivação e orientação de 
• Higiene bucal 
• Auxílio e supervisão dos pais 
• Profilaxia profissional periódica 
• Agentes quimioterápicos 
• Clorexidina 
• Tratamento dos fatores predisponentes e modificadores 
• Ortodontia, dentística, médico, Fonoaudiólogo. 
 
Presença de cálculo 
 
• Raspagem radicular 
• Polimento 
• Aplicação de flúor 
• Orientação de higiene 
 
Gengivite de Erupção 
 
Características clínicas 
• Acentuada proeminência da margem gengival 
• Margem gengival não recebe proteção do contorno coronário do dente e sofre impacto 
contínuodos alimentos 
 
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Biofilme => Trauma => Inflamação 
• Erupção não causa gengivite! 
• Acúmulo de biofilme, sim! 
 
 
Gengivite da Puberdade 
 
• Gengivite crônica característica da adolescência 
• Quantidade de fatores irritantes locais não compatíveis com a resposta inflamatória severa 
• Resposta exagerada é atribuída a influencia hormonal, própria da idade. 
 
OBSERVAÇÃO 
 
 
• Aumento exagerado do volume gengival, no qual as papilas Invadem parte das superfícies 
livres dos dentes. 
 
 
A gengivite ocorre na região de papila interdental em crianças, sem sangramento a sondagem. Isto 
só ocorre quando a Doença Periodontal estiver num estágio avançado. A sondagem não é um 
parâmetro usado na clínica de Odontopediatria. Atentar para: 
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Alterações de cor, formato, textura e volume da gengiva; 
Há um aumento de volume do fluido gengival e tudo isso associado a uma precária higiene bucal. 
A criança apresenta uma menor quantidade de formação da placa só que há uma diferença na 
composição da microbiota, em relação à virulência dos microrganismos envolvidos. 
A 1ª manifestação clínica: Edema e alteração de cor. 
Avanço da doença: algum sangramento gengival. 
84 a 98% de crianças na faixa etária de 1 a 5 anos apresentam gengivite da dentição decídua. Isto 
está relacionado a falta do desenvolvimento motor que facilita a higienização pela própria criança, 
por isso a higienização deve ser supervisionada. 
GENGIVITE RELACIONADA À RIZÓLISE: 
O dente começa a ter mobilidade, pois está se desprendendo do osso e do Ligamento Periodontal, a 
rizólise causa um processo inflamatório local e com a mobilidade há acumulo de placa bacteriana 
que aumenta o grau de inflamação dessa gengiva ao redor do dente em rizólise. É transitório e 
resolvido com a escovação. 
GENGIVITE NA FASE ERUPTIVA 
Dente irrompendo, aumento do sulco gengival, que o normal seria de até 2 mm, nesta fase esse 
sulco pode ter até 7 mm. Isto é normal, não é uma formação de bolsa. Essa gengiva frouxa facilita o 
acúmulo de biofilme, causando uma inflamação local. O próprio formato da arcada dificulta a 
remoção do biofilme. 
RETRAÇÕES GENGIVAIS 
Estão relacionadas às inserções dos freios (principalmente o freio labial), às maloclusões, ao 
próprio traumatismo, à escovação inadequada, a criança não tem destreza e coordenação suficiente 
para uma boa escovação, a escova errada, e a força com que o demônio escova os dentes. Tudo isso 
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leva à retração gengival, o que facilita o acumulo de biofilme, fora os hábitos nocivos, chupar a 
chupeta do lado errado, para o lado de dentro. Pacientes com distúrbios psíquicos também. 
Hiperplasia Gengival 
 
 
Alterações Clínicas 
• Hiperplasia gengival inicialmente na região das papilas gengivais e, com o decorrer do 
tempo, atinge as outras faces dos dentes. 
Biofilmes Associados a outros fatores 
Ex: Hiperplasia gengival medicamentosa 
 
Fibrose Gengival hereditária 
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Tratamento 
• Cirurgia periodontal, quando muito avançado 
• Controle do biofilme rigoroso 
• Eliminar o agente modificador 
Gengivite associada a respiração bucal 
• Apresenta – se com a gengiva ressecada e fibrótica. 
• Localiza – se na região ântero – superior e, eventualmente, na ântero – inferior. 
• Nota – se aumento de volume gengival com alteração de cor e textura 
• Presença de bolsa gengival. 
 
Gengivoestomatite herpética aguda 
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• Causada pelo vírus herpes simples 
• Infecções primárias pode ocorrer dos 2 aos 6 anos 
Sinais e sintomas 
• Elevação da temperatura corpórea 
• Aumento da salivação 
• Mal - estar, anorexia. 
• Dor 
• Presença de vesículas que pode se romper formando úlceras dolorosas cobertas por 
membranas de cor acinzentada. 
• Inflamação circunscrita 
7 a 10 dias com regressão espontânea 
CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS PERIODONTAIS 
Doenças Gengivais 
1. Gengivites associadas à presença de placa 
2. Gengivite modificada por fatores 
i. Sistêmicos 
ii. Medicamentosos 
iii. Nutricionais 
3. Hiperplasia gengival 
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Periodontites 
1. Periodontite crônica 
2. Periodontite agressiva 
i. Generalizada 
ii. Localizada 
3. Periodontite como manifestações de doenças sistêmicas 
4. Formas necrotizantes de doenças periodontais 
Diagnóstico 
Anamnese detalhada 
• Inspeção de sinais clínicos gengivas (alteração 
de forma e cor) 
• Avaliação clínica 
• Profundidade de sondagem 
• Presença ou ausência de sangramento 
• Presença de recessão ou hiperplasia 
• Tomadas radiográficas 
Retração gengival 
Manifestação de colapso periodontal, onde ocorre migração apical da margem livre da gengiva, 
desnudando parte da raiz. 
 
Etiologia 
• Biofilmes 
• Fator modificador 
• Alterações anatômicas 
• Freio lingual 
• Má oclusão 
• Distúrbios patológicos 
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• Escovação inadequada 
• Trauma oclusal 
• Hábitos nocivos 
 
Doenças Periodontais destrutivas na infância e adolescência 
 
Periodontite 
 
Inflamação que envolve o periodonto de proteção e sustentação 
 
 
PERIODONTITE EM CRIANÇAS 
 
• Relativamente rara; 
• Perda precoce de dentes decíduos; 
• Manifestações de doenças sistêmicas; 
• Periodontite agressiva 
 
Etiologia 
• Fator determinante 
• Modificador 
• Sistêmico 
• Quando detectadas, a criança deve se submeter a uma serie de exames com a finalidade de 
detectar possíveis alterações sistêmicas. 
 
Periodontite agressiva em crianças 
Prevalência relatada na literatura de até 26,9% 
Pode afetar a dentição decídua ou mista 
Alterações 
• Surtos de perda óssea ocorrem mais frequentemente na erupção da dentição decídua e início 
da puberdade 
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• Severa inflamação gengival, perda óssea, mobilidade dental. 
Etiologia 
Microrganismos extremamente virulentos relacionados aos quadros mais graves de doenças 
periodontal como: actinobacillus actinomycetemcomitans (A.a), Prevotella intermedia (P.i), 
Capnocytophaga species, Porphyromona gengivalis (P.g). 
Periodontite agressiva em adolescentes 
Estudos epidemiológicos demonstram uma prevalência de 15% 
Alterações 
 
• Rápida perda óssea alveolar em um ou mais dentes permanentes 
 
• Na localizada: perda de inserção interproximal em 2 primeiros molares e incisivos 
permanentes. 
• Microbiota é composta por microrganismos anaeróbios gram – negativos 
• Estudos demonstram que os indivíduos afetados têm defeitos de quimiotaxia ou de 
fagocitose de neutrófilos. 
 
A periodontite agressiva pode ser localizada ou generalizada. 
Sinais clínicos de uma gengivite associados à perda de inserção. Sulco gengival maior que 2 mm, 
não confundir com o sulco da fase eruptiva. 
Fechar diagnóstico: radiografias interproximais, perda da crista alveolar e ao menos 2 dentes 
permanentes envolvidos. Pode acometer a dentição decídua, principalmente na forma generalizada 
da doença, mas é mais observada quando da erupção dos permanentes. Geralmente os dentes 
acometidos são os incisivos e o 1º molar. 
A Periodontite AgressivaGeneralizada pode estar associada a doenças sistêmicas, geralmente 
síndromes. Pacientes com condição imune alterada, facilitando o acumulo de placa e 
surgimento da Doença Periodontal. 
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Síndrome de Papillon-Lefevre (perda de inserção, destruição óssea, causando migração dentária, 
alteração do epitélio, Hiperqueratoses palmo plantar); 
Hipofosfatasia; 
Síndrome Chediak-higashi; 
Leucemia; 
Histiocitose X; 
Acrodinia; 
Deficiência de Adesão Leucocitária; 
Diabetes juvenil; 
Síndrome de Down; 
Infecção por HIV; 
Síndrome de Enlers. 
A forma Generalizada apresenta-se durante ou após a erupção dos dentes decíduos, é uma 
inflamação aguda, com uma destruição muito rápida dos tecidos de sustentação do dente, está 
associada à uma otite média e infecções de pele e do trato respiratório. Está associada a outras 
doenças sistêmicas, sinais de alerta. 
Periodontite Agressiva Localizada 
É uma inflamação mais suave, branda. Destruição óssea de uma evolução mais lenta acomete 
poucos elementos dentários. 
Para fazer o diagnóstico da forma agressiva da Doença Periodontal, precisamos relacionar os 
achados clínicos e radiográficos, além de características do paciente, em relação à idade e a relação 
com a carga hereditária. 
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Crianças e adolescentes com doenças sistêmicas apresentam maior risco de desenvolver a Doença 
Periodontal severa e generalizada durante ou imediatamente após a erupção da dentição primária ou 
decídua, como consequência de uma gengivite placa-dependente. Fator determinante mais fator 
modificador. É um paciente de alerta! 
Diferença entre a forma Localizada e a Generalizada 
Localizada Generalizada 
Surto a partir dos 4 anos de idade A partir da erupção dos dentes, decíduos ou 
permanentes. 
Alguns dentes Acomete todos os dentes 
Inflamação moderada; 
 
Gengiva vermelha, brilhante. Pode estar 
associada à recessão gengival. 
Destruição óssea mediana Destruição rápida de estrutura óssea 
Defeitos funcionais relacionados aos 
neutrófilos, sistema inume. 
Relacionada a otites e infecções do trato 
respiratórios recorrentes 
Responde bem à terapia mecânica, raspagem 
e uso de antibióticos. 
Sem muito sucesso, tanto com a terapia 
mecânica quanto aos antibióticos. 
 Perda dentária inevitável, motivar o paciente. 
Depois que perdeu, reabilitar o paciente. 
 
Doença Periodontal Necrosante 
GUNA (Gengivite ulcerativa Necrosante Aguda) - ulceração ou necrose da margem gengival em 
que há destruição da papila interdentárias, inversão da papila. O que era trapezoidal passa a ser 
socavada. 
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Sinais mais característicos da GUNA 
• Tecido gengival avermelhado 
• Inversão de topografia papilar 
• Presença de pseudomembranas sobreposta a gengiva 
• Áreas de necrose 
• Sangramento espontâneo 
• Halitose 
• Aumento de temperatura corpórea 
• Enfartamento ganglionar 
TRATAMENTO 
 
• Controle de placa rigoroso 
• Raspagem e profilaxia profissional Periódica 
• Tratamento do problema sistêmico 
• Verniz de Clorexidina 
• Processo de erupção dos dentes 
• Troca dos dentes posteriores 
• Plano de tratamento e periodicidade do retorno 
 
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Se esta gengivite não for tratada, vai envolver os tecidos periodontais de suporte e recebe a 
denominação de Periodontite Ulcerativa Necrosante, a PUN. Os pacientes que podem estar 
susceptíveis a desenvolver essas patologias são os imunodeprimidos. 
IX) Tratamento Endodôntico conservador em dentes decíduos. 
 
Proteção pulpar Indireta (Capeamento indireto) 
Indicações: 
• Lesões de cárie próxima à polpa 
• Ausência de dor espontânea 
• Polpa Jovem, criança com pouca idade 
• Nenhuma alteração dos tecidos periodontais 
• Dentes que permitem o selamento e possíveis de serem restaurados 
Objetivo 
• Remoção do tecido cariado, não é adequação. 
• Inviabilizar o meio ambiente para as bactérias e dar tempo para que o dente reaja. 
Técnica: 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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• Anestesia 
• Isolamento Absoluto 
• Remoção do tecido cariado 
• Irrigação – seringas com clorexidina 
• Colocação do agente capeador (cimento de hidróxido de cálcio) restrito a parede de fundo, 
porque ele solta facilmente e forma gaps na restauração, remoção de todo o tecido cariado, e 
em seguida, restaurar tudo. Caso deixarmos carie isso é chamado de adequação, por 
conseguinte, quando não deixamos carie podemos restaurar definitivamente. 
Proteção pulpar direta (Capeamento direto) 
Indicações: 
Quando observamos que está muito próximo da câmara pulpar e no ato de remoção da cárie 
ocorre exposição pulpar. Porém a cavidade tem que está limpa, principalmente nas paredes 
circundantes. 
• Ausência de dor espontânea 
• Pequenas exposições por trauma acidental 
• Hemorragia mínima (quando ficar fluindo sangue é sinal de inflamação pulpar) 
• Dentes jovens 
• Dentes passivos de serem selados/restaurados. 
Contra - Indicações: 
• Exposição pulpar por cárie (Na primeira curetagem já atingimos a polpa) 
• Histórico de dor espontânea (Inflamação Pulpar) 
Quando tivera contato com a polpa usamos o pó do hidróxido de cálcio (aplicado com a colher 
de dentina) e sobre ele o cimento de hidróxido de cálcio, porque queremos a formação de uma 
barreira mineralizada sobre a qual irá se conservar as características normais. 
Proteção pulpar indireta 
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É o capeamento pulpar indireto; é o forramento de cavidades profundas, indicado quando 
removemos uma lesão de carie completa e foi removida uma grande quantidade de dentina por isso 
fazemos uma proteção para evitar sensibilidade do paciente. Às vezes se remove tanto que é 
possível visualizar a polpa por transparência da dentina. 
INDICADO: 
• Lesão de carie próximo à polpa 
• Sem dor espontânea (porque se tiver dor, será pulpite irreversível ou até necrose pulpar); 
• Crianças de pouca idade e todos os pacientes (o tecido mais jovem e a polpa mais jovem e 
está apta a reagir); 
• Não tem comprometimento de fibras biológicas, espessamento do ligamento periodontal, 
comprometimento do tecido, lesão periapical; 
• Pacientes selados ou sedados (não entendi qual é) 
Remove toda a circundante e depois a de fundo, mas por transparência é possível ver a polpa; O 
forramento é barreira mecânica – coloca DYCAL, CALEM/cimento de hidróxido de cálcio – 
apenas no assoalho porque ele se deteriora se tocar nas circundantes; a cavidade está muito funda 
para fazer reposição da dentina usamos o ionômero de vidro porque teremos a reposição da dentina 
e a estética. 
O forramento não é adequação visto que nós tiramos toda a dentina cariada. O ionômero não é 
material provisório, é um material restaurador, mas somente na FACULDADE nos usamos como 
material provisório. 
OBS: Só colocar o pó em meio úmido, caso não tiver úmido, colocar o cimento! 
PROTEÇÃO PULPAR DIRETA: é o capeamento pulpar direto usado na ausência de dor 
espontânea, pequenas exposições por trauma ou Iatrogenia (já está limpo, mas a última passada da 
cureta expõem a polpa); hemorragia mínima (pega a bolinha de algodão estéril); dentes jovens; 
Contra - indicado: 
• Exposição por cárie; escavar e ainda está com cárie e você expõe; 
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• Histórico de dor espontânea e inflamação pulpar 
Técnica: 
• Anestesia 
• Isolamento Absoluto 
• Remoção do tecido cariado 
• Irrigação – seringas com clorexidina 
• Colocação do agente capeador pó de hidróxido de cálcio ou em solução aquosa. 
• Sub-base – Cimento de hidróxido de cálcio 
• Restauração. 
Usar solução aquosa ou pó de hidróxido de cálcio -> Coloca a colher de dentina no pó e coloca o pó 
na perfuração; pó na perfuração -> cimento de hidróxido de cálcio – barreira mecânica -> 
cimento de ionômero de vidro (está muito fundo – fazer uma subase para a restauração). 
Cavidades proximais a parede de fundo é a axial! Depois de colocar o forramento, se for 
condicionar o dente, temos que fazer antes a proteção do Dycal (hidróxido de cálcio) porque 
molhou ele dissolve. O Dycal não pode ser molhado, ele se dissolve. 
Perfuração local: compressão com a bolinha – hemostasia, forrar com o hidróxido de cálcio em pó 
(PA). E depois forra com o cimento de hidróxido de cálcio na parede de fundo. 
Com exposição pulpar fazer o condicionamento ácido nas margens e sobre o Dycal porque o ataque 
ácido sobre a polpa causa uma necrose pulpar. Nas primeiras 24 horas eu tenho que proteger o 
ionômero para não sofrer molhamento excessivo para não ocorrer embebição e sinérese. 
Objetivo do capeamento pulpar indireto => é dar capacidade ao dente de neoformar uma 
estrutura rígida como as pontes de dentina para promover o fechamento da exposição. 
Não existe tratamento expectante no dente decíduo: a conduta do expectante é colocar o 
hidróxido de cálcio, aguardar 45 dias e depois retornar para remover o tecido cariado do fundo e o 
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hidróxido de cálcio, porém no decíduo, tratamento expectante não ocorre – uma vez fechado, 
proservar! Coloca o hidróxido de cálcio e controla depois. 
OBJETIVO: 
• Formação de uma barreira mineralizada – ponte de dentina – sob a qual a polpa seja 
conservada dentro de suas características normais. 
PULPOTOMIA 
Estava restaurando e ao invés de tirar pouco, eu removi muito ou o paciente chegou com exposição 
com polpa vital, trauma grande de coroa: 
• Grandes exposições pulpares 
• Dentes com menos de 2/3 com reabsorção radicular: dente decíduo mais jovem -> Precisa – 
se de muita raiz para reagir e ter muita vitalidade – dente com 1/3 de raiz está próximo da 
esfoliação – ele não tem capacidade de fechar os cotos pulpares; 
• Tecido pulpar com corpo 
• Hemostasia espontânea 
• Dente possível de ser selado/restaurado 
Observação: O dente na boca é um mantenedor de espaço biológico 
Contraindicação: 
• Dente com dor espontânea contínua, não cessa com analgésico. 
• Edema, fístula, mobilidade acentuada. 
• Dentes com mais de 2/3 com raiz absorvida ou fraturada 
• Degeneração acentuada 
• Impossibilidade de restauração 
Vantagens: 
• Conserva a polpa radicular viva 
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• Previne acidentes (faz a odontometria bem realizada e não cutuca o germe ao ultrapassar o 
periápice) 
• Curto Tempo operacional porque termina na mesma seção, não prejudica ou altera o 
desenvolvimento do germe do permanente. 
• Não traumatiza o periápice 
• Pulpectomia nos insucessos 
• Não prejudica ou altera o desenvolvimento do germe adjacente. 
Técnica: 
1. Anestesia 
2. Isolamento absoluto – contaminou? Você perde o tratamento conservador. 
3. Remoção do tecido cariado 
4. Endo Z para remover o teto da câmara pulpar – não corta na ponta 
5. Colher de dentina para cortar a polpa da câmara pulpar ate a região radicular 
6. Irrigar com soro fisiológico ou água destilada 
7. Hemostasia / secagem com bolinha de algodão (Formocresol) 
8. Colocação do agente capeador 
9. Colocação de uma Sub – base – Óxido de zinco e eugenol, Cimento de fosfato de zinco, 
cimento de Hidróxido de cálcio (Ca (OH) 2) 
10. Restauração (Cimento de Ionômero de Vidro, porque a resina não polimeriza na 
presença de Eugenol) 
 Capeadores: 
 
1. Formocresol: termina o tratamento na mesma seção 
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2. Hidróxido de cálcio: sua desvantagem é que termina o tratamento em duas sessões onde 
a primeira é o curativo e a segunda para finalizar. 
 
OBSERVAÇÃO: 
Usamos preferencialmente a técnica do FORMOCRESOL 
VANTAGENS: 
• Age à distância desnaturando as proteínas e os tecidos (tomar o cuidado para secar bem a 
gaze para ficar só o cheirinho porque os gases já dissolvem o tecido, cair - se uma gota na 
polpa, a polpa será mumificada). 
• Potente Germicida 
• Irritante aos tecidos, porém de ação mais suave quando usada a fórmula de Burckley 
• NÃO PODEMOS USAR O TRICRESOL! O ideal é usar o formocresol diluído em 1/5 na 
água destilada/soro -> 4 gotas de água destilada + 1 gota de formocresol. 
 
Técnica do Formocresol 
Coloca a bolinha seca com formocresol durante 5 minutos e nesse período, eu manipulo a pasta de 
oxido de zinco, eugenol e formocresol -> consistência firme para rolar na placa e colocar só no 
assoalha da câmara pulpar. A base será o cimento de hidróxido de cálcio, ionômero de vidro. Se for 
usar o ionômero preenche tudo até a oclusal e na sessão seguinte, rebaixa e faz amalgama. 
A câmara pulpar sofreu exposição com a broca esférica, passa a broca endo Z para remover o teto, o 
coto pulpar, coloca na embocadura a colher de dentina na região de coto (consistência dura, 
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goiabada, carne de panela), irrigação com soro, aspiração, lavou a câmara, seca para hemostasia, 
bolinha com formocresol, espatular o agente capeador: pasta de oxido de zinco, eugenol e 
formocresol para o forramento do assoalho, sub - base e restaura. 
Observação: Perfurou o dente: exodontia! 
Hidróxido de Cálcio 
Propriedades 
• Induz a formação de tecido calcificado 
• Reduz a inflamação pulpar 
• Combate a infecção residual dos canais 
• Previne e trata reabsorções radiculares 
• Bem tolerado pelos tecidos 
• Aumento do PH 
• Diminui a atividade osteoclástica 
• Ativa a fosfatase alcalina 
Técnica do Ca (OH) 2 exige duas sessões 
• Colocação de uma bolinha de algodão embebida em corticosteroide – 48 horas 
• Colocação do agente capeador - pasta de hidróxido de cálcio + água destilada 
• Colocação de uma sub – base de hidróxido de cálcio 
• Restauração 
Técnica: 
• Anestesia 
• Isolamento Absoluto 
• Remoção do tecido cariado 
• Remoção do teto da câmara pulpar – endo Z 
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• Remoção da polpa coronária – curetas 
• Irrigação – soro fisiológico ou água destilada 
• Hemostasia / secagem – bolinhas de algodão 
• Colocação do agente capeador pó de hidróxido de cálcio ou em solução aquosa. 
• Colocação de uma Sub-base – Cimento de hidróxido de cálcio, Óxido de zinco e eugenol, 
Cimento de fosfato de zinco. 
• Restauração. 
ENDODONTIA TRATAMENTO PEDIATRIA 
Tratamento: realizar excelente instrumentação mecânica para remover o tecido necrosado, impedir 
que leve infecção para o dente permanente; a instrumentação auxilia para que os irrigantes, 
curativos de demora materiais obturadores (selado hermeticamente nos canalículos dentinários 
confinando as bactérias – isso será efetuado com os materiais obturadores e não com os cones, 
conforme o utilizado no permanente) consigam se aderir ás paredes visando eliminar as bactérias o 
máximo possível. 
Anatomia dos canais: 
� Coto pulpar proeminente na mesial; tem amplitude, os canais são amplos,#60 nos 
anteriores, #40 nos posteriores decíduos. 
� Molares superiores: 3 raízes; 
� Molares inferiores: 2 raízes; 
 
PROTOCOLO: 
• Seleção do caso 
• Diagnóstico 
• Tratamento endodôntico 
• Proservação 
Seleção do Caso 
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• Contraindicações Relativas 
• Contraindicações absolutas 
• Valor estratégico do dente decíduo 
 
1. Seleção do caso 
Relativo: 
• Idade da criança: será que a mãe deseja que contenha a criança? 
• Habilidade técnica; 
• Presença de abcessos apical – nos anteriores - ou região de furca – posteriores – é relativo 
porque eu passo antibiótico para diminuir o Trismo ou infecção e, posteriormente, 
instrumentar; 
• Reabsorção patológica de raízes 
• Idade da criança: não completou 1 ano mas já está com o dente destruído 
 
Contra indicação absoluta: 
 
• O dente decíduo não consegue ser mantido; 
• Destruição total da coroa; no decíduo não fazemos aumento de coroa clinica. 
• Alveólise 
• Reabsorção patológica 
• Raiz/furca que está aberta e ao fazer o acesso é possível ver o permanente. 
• Dentes para baixo da margem gengival. 
Valores estratégicos de dentes decíduos: 
Quanto menor a criança, maior o valor porque o dente passará mais tempo na boca da criança, ou 
seja, demorará a erupcionar o dente permanente – será um mantenedor biológico. 
2. Tratamento endodôntico 
3. Proservação 
 
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Diagnóstico: é polpa viva ou polpa morta? É necropulpectomia ou biopulpotomia? É importante 
diferenciar pelo primeiro curativo e pela anestesia: bio deve ser bem anestesiado, na necro será para 
colocar o grampo. 
BIOPULPECTOMIA: 
• Abriu a câmara pulpar e não tem polpa. 
• Polpa enegrecida 
• Vermelho cianótico – esta perdendo oxigenação 
• Hemostasia espontânea 
• A criança não deixa os pais dormirem a noite, ela deita e chora de dor -> aumenta a pressão 
intradental ao deitar; 
• Não sabe apontar o dente que dói; 
• Dor espontânea sabe identificar o dente; 
• Sangramento em vermelho cianótico/escuro -> esta entrando em necro, fazer pulpectomia; 
• Hemorragia continua; 
• Reabsorção pulpar interna: fazer tratamento imediato. 
 
PROTOCOLO: 
1ª Consulta 
Anestesia 
Isolamento absoluto 
Abertura endodôntica 
A primeira medicação na bio é otosporim (corticoide) 
Restauração prévia e retornar após 48 horas (é o ideal). 
 
2ª Consulta 
Anestesia 
Isolamento absoluto 
Remoção da restauração/curativo 
Odontometria 
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Esvaziamento e modelagem dos canais 
Irrigação/Aspiração 
Secagem dos canais 
Curativo de Demora – Ca (OH) 2 + Propilenoglicol 
Restaurações provisórias 
 
3ª Consulta 
Anestesia 
Isolamento absoluto 
Remoção da restauração 
Remoção do curativo 
Irrigação/Aspiração 
Secagem dos canais 
Obturação dos canais – Óxido de Zinco e Eugenol 
Restaurações provisórias 
 
NECROPULPECTOMIA: 
• Tem fistula 
• Se tiver raiz avaliar se vale manter o dente 
• Lesão periapical 
• Alteração na cor da coroa – alerta!!! Mas não é diagnostico porque pode estar enegrecido 
por trauma. 
• Abcesso; geralmente vem acompanhado abcesso + fistula. Não apertar o abcesso! 
• Geralmente vem aberto 
• Curativo é formocresol - > retorna após 72 horas. 
 
Radiografias são três (3) 
• Inicial 
• Odontometria 
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• Final 
Observação: A área do istmo fica sempre na mesial 
PROTOCOLO: 
 
• 1ª Consulta 
• Anestesia 
• Isolamento absoluto 
• Abertura endodôntica 
• A primeira medicação – formocresol 
• Restauração prévia 
 
• 2ª Consulta 
• Anestesia 
• Isolamento absoluto 
• Remoção da restauração/curativo 
• Odontometria 
• Esvaziamento e modelagem dos canais 
• Irrigação/Aspiração 
• Secagem dos canais 
• Curativo de Demora – Ca (OH) 2 + Propilenoglicol 
• Restaurações provisórias 
 
• 3ª Consulta 
• Anestesia 
• Isolamento absoluto 
• Remoção da restauração 
• Remoção do curativo 
• Irrigação/Aspiração 
• Secagem dos canais 
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• Obturação dos canais – Óxido de Zinco e Eugenol 
• Restaurações provisórias 
 
TRATAMENTO: 
• Exame clínico 
• Radiografia inicial 
• Seleção do caso 
• Anestesia: bio ou necro? Evitar dar intrapulpar 
• Isolamento absoluto: apenas no dente em questão; grampo sem asa; 
• Acesso endodôntico: igual ao dente permanente: forma triangular nos dentes anteriores com 
acesso pela palatina; nos posteriores trapezoidais nas regiões mesial evitando as áreas de 
ponte de esmalte; entrar pela face destruída e estender; nos inferiores temos a visão direta 
dos canais; a câmara é ampla. Dar preferência pela endo Z porque tem desgaste 
compensatório no istmo e ela não corta na ponta! Broca esférica para entrar na câmara 
pulpar e depois troca para a ENDO Z. 
• Medicação previa: corticosteroide na polpa viva e formocresol na polpa necrosada – 
colocar uma bolinha seca – se escoar a polpa será mumificada e ainda matará o dente 
permanente. Fecha com cotosol. 
• Odontometria: já veio na 1º consulta e foi para casa com curativo; pegar o RAIO - X 
INICIAL, verificar com a régua e medir: ponto de referência - a oclusal dos anteriores e 
posteriores e, na porção APICAL, temos 3 referências que depende da posição do germe 
permanente: ANGLE MODIFICADO 
 
1. Vértice radicular 
2. Bordo incisal do germe do permanente 
3. Área da reabsorção radicular 
 
 
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ODONTOMETRIA 
 
Ponto de referência oclusal 
• Borda incisal / oclusal do dente decíduo 
Ponto de referência apical 
• Vértice radicular 
• Borda incisal 
• Reabsorção radicular 
 
Usar lima de pequeno calibre, encher de stop até o comprimento desejado, se ultrapassar teremos 
que recuar se ficar aquém temos que entrar mais. 
O comprimento de trabalho exploratório é o comprimento aparente do dente onde eu tiro 2 mm. Até 
o ápice radicular ou ate a área de reabsorção - subtrair os 2 mm. Se ficar aquém, devo somar a área, 
se ficar além devo subtrair. 
O comprimento real do dente é o comprimento exploratório. Nós vamos usar três limas todas no 
mesmo comprimento: não temos batente, não temos escalonamento, não temos formação de 
degrau, não usamos o cone de guta percha. 
O cimento obturador pode ser extravasado e, ao erupcionar o permanente, o cimento sairá. 
Usaremos limas de, no máximo a 21 mm. Nos posteriores usar com segurança até #40, anteriores 
até #60. Primeira lima de escolha: deve entrar com certa folga – não entra travando ou com muita 
folga. Fazer movimentos de limagens. 
Ex: 
Incisivo: lima # 40 até #60 
 
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Canino: lima da 2ª série de #40 até lima #50. 
Molares inferiores: limas da 2ª série 
 
Brocas usadas na câmara pulpar na mesial Endo Z e broca esférica. 
 Broca 1014 
Endo Z 
Irrigação e aspiração: hipoclorito de sódio a 1% (boa capacidade de limpeza, antimicrobiano, 
dissolve tecido orgânico, ação desodorizante). A cânula não pode travar na embocadura do canal, 
ela deve entrar com folga, não fazer pressão. Igual do dente permanente, secar com pontas de papel 
o permanente até o comprimento de trabalho, se vier com sangue é porque ultrapassou. 
Curativo de demora: na primeira sessão foi formocresol (necro) ou corticosteroide(bio); na 2º 
sessão fez a instrumentação e curativo de demora com hidróxido de cálcio para neutralizar os 
odontoblástos e paralisar a reabsorção -> haver uma neoformação durante 1 mês e acompanha com 
a radiografia: abre limpa, fecha o canal, acompanha. 
Veiculo de escolha do material: deve ser dispersante – deve colocar maior quantidade de 
hidróxido de cálcio no meio para ser dispersado para a raiz – glicerina, PMCC não são dispersantes; 
soro PODE -> consistência de meleca, você coloca na endo z e coloca no interior do canal. 
Iodofórmio mancha o dente! 
Proservação 
 Exemplo 
Ex: Elemento 55 decíduo, possui 3 raízes, duas na vestibular mesial e Distal, ambos com 10 
mm e uma raiz palatina com 11 mm. 
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X) Cirurgia em Odontopediatria 
Os princípios básicos que regem a cirurgia bucal em crianças são os mesmos que orientam a 
cirurgia bucal em adultos, a saber: necessidade e oportunidade; assepsia e antissepsia, técnica 
cirúrgica atraumática e realizada com instrumentais adequados. (GUEDES – PINTO, 2012) 
Indicações 
• Raízes residuais 
• Grande destruição coronária 
• Retenção prolongada no arco 
• Rizólise irregular 
• Necessidade ortodôntica (pedir documentação do ortodontista por escrito) 
Contra indicação 
• Estomatites infecciosas (para qualquer tratamento) 
• Discrasias sanguíneas (hemofílicos) 
• Cardiopatias 
• Abscessos dento alveolares e celulites (Trismo) 
• Doenças infecciosas 
• Suspeitas de Neoplasias infecciosas 
Instrumentais 
Fórceps 1 = Todos os dentes anteriores 
Fórceps 18 R = Molares superiores direito. 
Fórceps 18 L = Molares superiores esquerdos 
Fórceps 17 = Usado em todos os molares inferiores. 
Espátula 7 / Sindesmotomo 
Alavancas infantis 
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Exodontia 
Ex: Reabsorção irregular de raiz, Alveólise (destruição da tábua óssea vestibular). 
 
 
Técnica 
• Antissepsias e assepsia 
• Anestesia 
• Sindesmotomia 
• Luxação (jamais fazer movimento de intrusão) 
• Extração 
• Curetagem 
• Sutura 
• Orientação 
• Prescrição 
Anestesia 
Técnica Transpapilar => Aplica – se de vestibular para lingual ou palatina. 
Luxar = tem que fazer manobra de champrecht 
Sutura = somente no caso em que não estiver aparecendo às pontas de cúspides dos dentes 
permanentes. 
Sepultamento de Raiz na odontopediatria 
Extração de supranumerário 
Técnica de Clark 
Localizar dentes supranumerários 
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Ulotomia = incisão 
Ulectomia = Remoção cirúrgica do tecido que reveste a face oclusal da coroa dentária. 
Indicações 
Frenectomia = remoção do freio 
Frenectomia labial 
• Restrições de movimentos do lábio 
• Interferência da fala 
• Alterações estéticas 
Técnica cirúrgica 
Pós – operatório 
Analgésico 
Repouso Labial 
Evitar alimentos quentes 
Frenectomia Lingual 
Indicações 
• Anquiloglossia 
• Língua presa 
Problemas 
Dicção 
Autólise exercida pela língua 
Sobre o... 
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Característica 
Ponta de língua em V 
Técnica cirúrgica 
Pós – operatório 
Analgésico (Ibuprofeno) 
Desconforto devido a movimentação da língua 
Mucocele e remoção de tecidos moles 
Medicação pós – operatório 
Ulectomia – remoção de toda a parte superior de cistos que ocorrem quando os permanentes 
irrompem; 
Ulotomia – incisão única (não é mais feita) para expor o permanente; 
Frenectomia – persistência da implantação do freio na área de papila incisiva (que deveria migrar 
apicalmente); verificar se, ao puxar o lábio, ocorre isquemia na região que pode ir até a papila 
incisiva no palato. Se sim, a Frenectomia está indicada, sendo melhor que seja feita durante a época 
em que os caninos permanentes estiverem irrompendo (verificar com o ortodontista da criança). Só 
é feita precocemente quando houver prejuízo à fonação e alimentação, além de prejuízos 
periodontais. É feita uma incisão no periósteo e todas as fibras devem ser removidas dessa região 
vestibular até a palatina (tanto as fibras colágenas quanto as musculares) com cinzel. 
Freio lingual: no recém-nascido, posiciona-se da base da língua até o processo alveolar mandibular; 
com o desenvolvimento da arcada, músculos e ossos, o freio assume nova posição. Um freio lingual 
curto pode limitar a sucção, a fala e o crescimento mandibular (é preciso intervir precocemente). É 
feita passagem de um fio de sutura na ponta da língua para imobilizar o órgão. A incisão pode ser 
feita com tesoura ou com bisturi, deixando um formato de losango só então é feita a divulsão e 
remoção de todas as inserções. É necessário acompanhamento com fonoaudiólogo, antes e depois. 
Mucocele – Anestesia local, ao redor da mucocele. A incisão é feita de forma a não rompê-la, de 
modo que se possa divulsionar e retirar a lesão por inteiro; 
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XI) Traumatismo em Dentes Decíduos 
É uma das maiores causas de atendimento infantil, pois é exatamente na “faixa” da Odontopediatria 
que as crianças estão aprendendo a caminhar. 
Entende – se por traumatismo dentário uma lesão de extensão, intensidade e gravidade variáveis, de 
origem acidental ou intencional, causada por forças que atuam no órgão dentário decorrente de 
acidentes, espancamento etc. 
O traumatismo bucofacial em lactantes e pré – escolares é um tema relativamente pouco 
pesquisado, se compararmos à vasta publicação concernente às lesões que ocorrem em escolares e 
adolescentes. Contudo, estudos têm evidenciados que cerca de um terço das crianças em fase de 
dentição decídua sofrem lesões traumáticas na região bucal. 
As crianças pertencem ao “grupo de risco” de traumatismo dentário são as com 1 a 3 anos de idade, 
sendo os meninos um pouco mais propensos a traumas. Nesse aspecto, ressalta – se que os traumas 
tendem a predominar no momento em que a criança começa a levantar – se sozinha, a andar, a 
correr, a tentar ficar de independente, porém ainda sem coordenação motora que lhe permita 
movimentos precisos e seguros. 
Os incisivos superiores, em especial os centrais são os mais, são os dentes mais afetados, sem 
predileção pela hemiarcada. Entretanto, o uso de chupeta de forma assimétrica, desviada para um 
dos lados, pode predispor a traumatismos neste lado. 
Traumatismo múltiplos, que lesam dois ou mais dentes decíduos, apresentam alta prevalência. Isso 
pode ser explicado pelos seguintes fatores: as crianças menores não têm coordenação suficiente 
para se protegerem no momento do acidente, possuem estruturas periodontais mais vulneráveis a 
lesões e os dentes decíduos ocupam menor espaço na arcada, proporcionalmente aos permanentes. 
XII) TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA 
A diferença entre o medicamento e o veneno é a dose administrada. 
A resposta da criança ao medicamento está condicionada a: 
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Idade 
Tamanho 
Peso Corporal = É muitíssimo importante! 
Estágio de desenvolvimento 
Analgésico = Tem função antipirética, porém quando administrado com os carboidratos ( ), eles 
tem uma absorção diminuída. 
Paracetamol = Dor forma preventiva 
Dipirona = Dor instalada 
Antinflamatório = 
Antipirético = 
Observação: A dose da medicação é individualizada baseada no peso corporal da criança. 
Dipirona (Solução Oral) = 1 gota a cada 2 kg de 6 em 6 horas. 
Paracetamol (Solução Oral) = 1 gota a cada 1 kg de 6 em 6 horas 
Existeuma divergência na literatura de 4 em 4 horas ou de 6 em 6 horas, porém determinada 
de 6 em 6 horas na pediatria da UEA, tanto para a Dipirona quanto para o Paracetamol. 
A criança tem que ser pesada para administrarmos a dose de medicamento correto 
Ex: Cálculo aproximado do peso corporal (Kg) da Criança 
Criança de 3 a 12 meses 
Peso (kg) = �����	(�����)	
	�	
�
 
Ex: 3 meses = 
	
	�	
�
 = 6 kg 
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Criança de 1 a 10 anos 
Peso (kg) = idade (anos) x 2 + 9 
Ex: 10 anos = 10 x 2 + 9 = 29 kg 
Criança de 11 e 12 anos 
Peso (kg) = (�����	�	�)��	
�
 
Ex: 12 anos: 
(��	�	�)��	
�
 = 39,5 k 
Cálculo Aproximado da Dose Infantil (Fórmula de Clark) 
Dose da Criança = 
����	��	�����ç�	(��)�	 ���	��	!�"#$�	
�%
 
Observação: 70 representa o peso corporal médio (kg) de indivíduos adultos do sexo 
masculino. Portanto, a dose infantil se baseia na dose do adulto. Essa fórmula é utilizada em 
crianças a partir dos 4 anos de idade. (Referência: Armonia, Paschoal Laércio; 9 ed. São 
Paulo: Santos, 2011) 
Antinflamatório esteroidais – Corticóides, deve – se ter cautela em crianças que tem doenças 
sistêmicas ou fúngicas, infecções disseminadas, diabetes ou qualquer outra doença que cause uma 
queda na imunidade. Tudo porque os corticoides diminuem a imunidade, portanto o paciente ficará 
em um quadro de risco. Usaremos sempre os corticoides em crianças? Não! Usaremos em dores 
mais intensas, exemplo, extração traumática (supranumerário, odontoma), principalmente no pré - 
operatório. 
Betametasona = 2 gota por kg 30 minutos antes do procedimento para evitar que tenha dor e 
formação do edema (cada ml (20 gotas); contém 0,5 mg). 
Ibuprofeno = Antinflamatório e analgésico 1 gota por kg de 6 em 6 horas ou de 8 em 8 horas até 
3 dias. Portanto, o pico máximo de edema é 72 horas. Tomar 30 minutos antes do procedimento. 
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Nimesulida = 1 gota por kg de 12 em 12 horas. Não deve ser usado em crianças abaixo de 7 anos 
de idade. 
ANESTÉSICO PARA CRIANÇAS 
É muito comum atendermos crianças que tem reação aos anestésicos. 
Uma regra básica é usar 1 tubete de anestésico para cada 10 kg do paciente. 
Antibioticoterapia => 
Prescrevemos o antibiótico quando tivermos pacientes com comprometimentos sistêmicos, gânglios 
infartados, paciente não conseguiu comer, paciente teve febre, mal estar, dificuldade de abrir a 
boca, ou seja, quando existe um comprometimento do quadro de saúde geral desse paciente. O 
simples fato dele está com o rosto inchado e com abscesso que conseguimos localizar, não nos dar o 
direito de administrar o antibiótico para este paciente. Desta forma, devemos ter os sinais e 
sintomas de comprometimentos sistêmicos para poder prescrever o antibiótico. Exemplo, paciente 
possui um edema na região de mandíbula e não está conseguindo abrir a boca. Sendo que neste caso 
poderia ter uma evolução para angina, então, é muito melhor intervir. 
Dose de ataque = adulto (2 g de Amoxilina 1 hora antes do procedimento); criança (50 mg por kg), 
porém avaliar necessidade de dose de ataque. Em caso de endocardite bacteriana! 
Medicamento Posologia Intervalo de administração 
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Dipirona gotas ( 500 mg/ml) 
*Contraindicado na gravidez 
e lactação. 
5 a 8 kg / 3 a 6 gotas / dose 
9 a 15 kg / 7 a 12 gotas / dose 
16 a 23 kg / 13 a 16 gotas / 
dose 
24 a 30 kg / 18 a 21 gotas / 
dose 
31 a 45 kg / 22 a 30 gotas / 
dose 
46 a 53 kg / 30 a 37 gotas / 
dose 
A cada 6 horas * cálculo 
simplificado de 1 gota/kg 
corresponde a 23 mg/kg/dose 
o que é a dose máxima 
prevista: muito alta para 
crianças pequenas. 
Paracetamol gotas (200 
mg/ml) 
1 gota/kg de peso (máximo 35 
gotas) 
 A cada 6 horas 
Betametasona gotas (0,5 mg/ 
1 ml ou 20 gotas) 
0,5 a 6 mg/ dia, 1 a 2 gotas/ 1 
kg peso 
Dose única pré operatória 30 
min antes do procedimento 
Cloridrato de Benzidamina 
gotas (30 mg/ml) Benflogin 
1 gota/kg de peso até 6 anos 
(1- 1,5 mg/kg/dose: máximo 
35 gotas) 
A cada 6 ou 8 horas (máximo 
de 3 dias) 
Ibuprofeno gotas (50 mg/ml) 1 gota/kg de peso (máximo de 
40 gotas por dose) 
A cada 6 horas (de 3 a 5 dias) 
Nimesulida gotas 50 mg/ml 
Suspensão 50 mg/ 5 ml 
Evitar em menores de 3 anos 
(1 gota/kg de peso; 1 ml / 4kg 
peso 
A cada 12 horas (de 3 a 5 
dias) 
 
Amoxilina 40 a 50 mg / kg / dia ------------------máximo de 100 mg / kg / dia ------ de 8 em 8 horas 
A Amoxilina para crianças se apresenta em suspensão, pois no vidro vem o pó e precisamos por na 
água filtrada ou fervida para diluímos e então termos a suspensão. Portanto, a suspensão tem um 
prazo de validade de 7 a 10 dias. 
125 mg / 5 ml 
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250 mg / 5 ml => Encontrado no serviço de saúde. 
500 mg / 5 ml 
Ex. Uma Criança que tem 23 kg. Qual a dose de Amoxilina ideal? 
1 kg -------40 mg 
23 kg ------X mg 
X =920 mg 
Usando 250 mg / 5 ml que é o mais comum temos: 
250 mg --------- 5 ml 
920 mg -------- X ml 
250 X = 4600 
X = 18,4 ml 
Porém ela deve ser administrada 3 vezes ao dia, então: 
X = 18,4 ml / 3 = 6,1 ml de 8 em 8 horas 
Portanto, as medidas na embalagem são: 2,5ml; 5 ml; 7,5 ml e 10 ml. Destarte, devemos fornecer 
uma seringa de 5 ou 10 ml para a mãe do paciente, pois isso facilitará a administração da medicação 
que será de 6 ml a cada 8 horas. 
O tempo de administração seria, começar por 3 dias, não melhorou, 5 dias e continua não 
melhorando, 7 dias. Isso deverá ser avaliado para cada caso. 
Por conseguinte, devemos ficar atento à exposição desnecessária do paciente ao uso do antibiótico. 
Infeções graves com bactérias anaeróbicas (gram negativas) devemos lançar mão do metronidazol. 
Metronidazol ------------------ 20 a 30 mg / kg / dia de 8 em 8 horas. 
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Metronidazol Suspensão --------- 200 mg / 5 ml 
Geralmente usamos a menor dose, mas no caso da Amoxilina obrigatoriamente usaremos os a dose 
maior que será 50 mg, por causa dessa dose ser recomendada para a endocardite bacteriana. 
Eritromicina => 30 – 50 mg ---- 4 vezes por dia, ou seja, de 6 em 6 horas, não ultrapassando 500 
mg/ dia. Suspensão -------- 200 mg / 5 ml. 
Em caso de alergia as penicilinas usar a: 
Azitromicina = 15 mg / kg crianças usar 1 hora antes do procedimento e 1 vez por dia, porém 
existe relatos de problemas gastrointestinais, bem como é uma droga de valor muito alto. 
Suspensão -------- 200 mg / 5 ml. 
Para infecções fúngicas usar: 
Nistatina = gotas na comissura labial 4 vezes ao dia 
No caso de ulcerações 
Omcilon – A em Orabase = em caso de ulcerações 
Mude corticoides => Trauma de escovação ou paciente mordeu 
Clorexidina 
Gengiva Estomatite herpética primária aguda => acontece principalmente na fase de 2 a 3 anos de 
idade, pois em idade escolar. 
As úlceras demoram de 7 a 14 dias para cicatrizar, 
Violeta + anestésico + sacarina + água. 
 
 
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PROVAS QUESTÕES DE CONCURSO 
 
1) (Aeronáutica 2012) Analise as afirmativas, dos itens abaixo, sobre a diferença fundamental 
no tecido conjuntivo gengival da dentição decídua comparada a do permanente. 
I. Na dentição decídua há menor quantidade de fibras colágenas. 
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II. Na dentição decídua há presença de maior quantidade de tecido conjuntivo frouxo. 
III. Na dentição decídua há maior vascularização. 
IV. Na dentição decídua há menor vascularização. 
Estão corretas apenas as afirmativas 
a) I e II. 
b) I e III. 
c) II e III. 
d) II e IV. 
2) (Aeronáutica 2012) O diagnóstico das lesões cariosas em seu estágio inicial é importante 
para uma filosofia de mínima intervenção. De acordo com a superfície oclusal pigmentada, informe 
se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta 
a sequência correta. 
( ) As lesões cariosas incipientes podem ser monitoradas sem necessidade de realizar selantes ou 
tratamentos invasivos. 
( ) Nos diagnósticos duvidosos, o acompanhamento vigilante deve anteceder a decisão restauradora. 
( ) O selamento oclusal com selante opaco, tornou-se uma medida ineficaz para evitar uma 
intervenção invasiva desnecessária. 
( ) Lesões escurecidas podem estar relacionadas ao processo de remineralização ou a um selamento 
biológico. 
a) F – F – V – F 
b) F – V – V – F 
c) V – F – F – V 
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d) V – V – F – V 
3) (Aeronáutica 2012) Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta. A 
decisão entre selar e não selar o dente deve ser baseada na análise do paciente como um todo. 
Avaliar a atividade de cárie é importante para a tomada de decisões: manchas brancas opacas no 
esmalte são sinais de lesões ativas e, manchas brancas rugosas são sinais de lesões inativas. Assim, 
o selamento ______________ pode ser realizado como parte do Tratamento Restaurador 
Atraumático (ART), com uso do _______________ que está indicado para _______________. 
a) definitivo / selante resinoso / molares em oclusão normal 
b) provisório / selante resinoso / molares em oclusão normal 
c) provisório / cimento de ionômero de vidro / molares em erupção 
d) definitivo / cimento de ionômero de vidro / molares em erupção 
 
4) (Aeronáutica 2012) São sinais e sintomas da gengivoestomatite herpética aguda: 
a) ausência de dor, temperatura corporal normal e aumento de salivação. 
b) presença de dor, tecido gengival avermelhado, elevação da temperatura e não é contagiosa. 
c) presença de dor, tecido gengival avermelhado, elevação da temperatura corporal e é contagiosa. 
d) ausência de dor, tecido gengival avermelhado, aumento de salivação e necrose do bordo gengival 
 
5) (Aeronáutica 2012) A lesão de cárie incipiente pode ser observada clinicamente através da 
Mancha Branca Ativa (MBA). Histologicamente, esta lesão está dividida em 4 zonas. Indique, entre 
as alternativas abaixo, a zona que apresenta uma área de remineralização, pois recebe depósitos de 
minerais perdidos durante a desmineralização. 
a) Zona escura. 
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b) Corpo da lesão. 
c) Zona superficial. 
d) Zona translúcida. 
 
6) (Aeronáutica 2012) O material restaurador de eleição empregado na técnica do Tratamento 
Restaurador Atraumático (ART) é o cimento de ionômero de vidro (CIV). Baseando-se em suas 
propriedades: 
I. O CIV é um agente quimioterápico devido à sua liberação de fluoretos. 
II. O CIV não atua sobre as bactérias na parte interna e externa do dente. 
III. O flúor do CIV pode ser libera do continuamente por 8 anos. 
IV. Apesar do CIV apresentar ação bacteriostática e bactericida não é capaz de alterar o ciclo de 
Krebs das bactérias. 
Estão corretas apenas as afirmativas 
a) I e II. 
b) I e III. 
c) II e III. 
d) III e IV. 
 
7) (Aeronáutica 2012) Analise os itens abaixo, com relação às alterações sistêmicas que estão 
associadas a periodontite na dentição decídua. 
I. Leucemia e Síndrome de Down. 
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II. Síndrome de Pierre Robin e Leucemia. 
III. Papillon-Lefèvre e Diabetes Juvenil. 
IV. Síndrome de Gardner e Síndrome de Down. 
Estão corretas apenas as alternativas 
a) I e II. 
b) I e III. 
c) III e IV. 
d) II e IV. 
 
8) (Aeronáutica 2012) Os dentes decíduos apresentam diferenças significativas em relação aos 
dentes permanentes. Sobre as características histológicas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o 
que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
( ) Os prismas de esmalte na região cervical acompanham a direção dos túbulos dentinários. 
( ) O esmalte superficial é aprismático. 
( ) Os prismas de esmalte dos dentes decíduos na região cervical direcionam para oclusal e incisal. 
( ) O esmalte do dente decíduo se apresenta mais calcificado do que o dente permanente. 
a) F – V – V – F 
b) V – V – F – F 
c) F – F – V – V 
d) V – V – F – V 
 
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9) (Aeronáutica 2012) Em dentes decíduos anteriores tratados endodonticamente com lesão cariada 
extensa pode-se optar pela utilização de retenções adicionais no canal radicular. Para não interferir 
no ciclo de esfoliação fisiológica, estas retenções não devem exceder a: 
a) 2,5 mm. 
b) 3 mm. 
c) 4 mm. 
d) 5 mm. 
 
10) (Aeronáutica 2012) Em um traumatismo em dentes permanentes em crianças, o exame de 
percussão está indicado para ser utilizado de maneira suave para verificar o comprometimento das 
estruturas de suporte do dente. O teste de percussão horizontal avalia: 
a) fratura apical. 
b) lesão do ligamento apical. 
c) ocorrência de lesão apical. 
d) dano no ligamento periodontal lateral. 
 
11) (Aeronáutica 2012) O padrão de lesões de cárie em crianças de pouca idade tem características 
peculiares. Em relação à cárie de acometimento precoce, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o 
que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
( ) Envolve a superfície dental considerada de baixo risco à cárie. 
( ) Ausência de lesões cariosas nos incisivos inferiores decíduos. 
( ) Os primeiros dentes a serem afetados são as superfícies oclusais dos primeiros molares decíduos. 
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( ) Os fatores imunológicos do paciente são relevantes para a etiopatogenia. 
a) F – V – V – F 
b) V – F – F – V 
c) F – F – V – F 
d) V – V – F – V 
 
12) (Aeronáutica 2012) Indique, entre as alternativas abaixo, a conduta clínica para o caso. 
Paciente com 4 anos de idade sofreu uma queda e após os exames clínico e radiográfico 
minuciosos, o profissional observou que houve luxação intrusiva do dente 51, não atingindo o 
sucessor permanente. 
a) Realizar a exodontia. 
b) Realizar o tracionamento ortodôntico. 
c) Aguardar a reerupção por 90 a 180 dias. 
d) Reduzi-lo para a posição normal e imobilizá-lo 
 
13) (Aeronáutica 2012) O selante resinoso constitui um recurso preventivo, seguro e eficaz, mas o 
controle periódico se faz necessário. Portanto, o período crítico de retenção ocorre nos primeiros: 
a) 7 dias. 
b) 15 dias. 
c) 30 dias. 
d) 6 meses. 
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14) (Aeronáutica 2012) O diagnóstico correto do traumatismo é de grande importância, pois 
orienta o tratamento e prognóstico. Quanto às lesões de suporte dos dentes, informe se é verdadeiro 
(V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência 
correta.( ) Na concussão não há presença de sangramento em nível de gengiva marginal. 
( ) Na subluxação há ruptura de alguma fibras do ligamento periodontal e do feixe vásculo nervoso. 
( ) Na concussão, o dente não se apresenta sensível à percussão vertical e horizontal. 
( ) Na subluxação, o dente pode se apresentar com mobilidade pela movimentação no alvéolo e 
reação inflamatória no periodonto. 
a) V – V – F – V 
b) F – F – V – F 
c) F – V – V – F 
d) V – F – F – V 
 
15) (Aeronáutica 2012) Nas restaurações proximais, é necessário a utilização de matrizes. Quando 
se usa o grampo para isolamento do campo operatório, a matriz que melhor se adapta é: 
a) matriz em “T”. 
b) matriz soldada. 
c) matriz de Lewitt. 
d) matriz seccionada 
 
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16) (Aeronáutica 2012) O capeamento pulpar indireto na criança e adolescente consiste na 
remoção parcial da dentina cariada e, que após a realização do procedimento deve monitorar o 
procedimento com acompanhamento clínico e radiográfico e: 
a) sem a reabertura dentária. 
b) reabertura do dente após 45 dias. 
c) reabertura do dente após 60 dias. 
d) reabertura do dente após 3 meses 
 
17) (Aeronáutica 2012) Sobre o reimplante de um elemento dentário, na dentição permanente, 
assinale a alternativa correspondente. 
a) Após o reimplante, a reabsorção cemento dentinária é uma alteração patológica que pode causar 
insucesso do tratamento. 
b) Após o reimplante, a vascularização para a reparação tecidual é maior no terço médio da raiz, 
comparado às regiões cervicais e periapicais. 
c) Após o reimplante, durante o processo de reparação, a revascularização da membrana periodontal 
está organizada de forma ordenada. 
d) Após o reimplante, o ligamento periodontal vitalizado pode diminuir a ocorrência de reabsorção 
radicular e aumentar a anquilose alveolodentária. 
 
18) (Aeronáutica 2012) Em relação à doença “cárie” e o Tratamento Restaurador Atraumático 
(ART), marque a alternativa correta. 
a) O ART apresenta pequena abrangência em áreas de difícil acesso. 
b) O ART está indicado somente para população sem assistência odontológica. 
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c) O ART não requer equipamentos sofisticados, porém a infraestrutura deve ser complexa. 
d) O ART apresenta-se como medida de saúde pública, por meio do controle da doença cárie com 
máxima prevenção e mínima intervenção. 
 
19) (Aeronáutica 2012) A pasta Guedes-Pinto é um medicamento para tratamento pulpar em 
dentes decíduos. Em relação a composição da pasta: 
I. O Iodofórmio é antisséptico e radiolúcido. 
II. O Rifocorto apresenta uma associação de corticosteroide e antibiótico. 
III. O Iodofórmio favorece a estimulação biológica. 
IV. O paramonoclorofenol é um agente antimicrobiano com baixa citotoxidade. Estão corretas 
apenas as afirmativas 
a) I e II. 
b) II e III. 
c) III e IV. 
d) II, III e IV 
 
20) (Aeronáutica 2012) Os critérios para a remoção de dentina cariada têm sido extensivamente 
discutidos. Indique, entre as alternativas abaixo, a dentina que tem como características menor grau 
de desmineralização, preservação da malha de colágeno, sendo passível de recuperação. 
a) Dentina afetada. 
b) Dentina infectada. 
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c) Dentina superficial. 
d) Dentina esclerótica 
 
21) (Aeronáutica 2012) Marque a sequência correta, de acordo com o trauma, tipo e tempo de 
contenção em crianças com dentes permanentes. 
a) subluxação, flexível e 2 meses. 
b) fratura radicular, rígida e 30 dias. 
c) luxação extrusiva, rígida e 3 meses. 
d) luxação lateral sem fratura do rebordo alveolar, semirrígida e 14 dias. 
 
22) (Aeronáutica 2012) Em relação a pulpotonia em dentes decíduos é incorreto afirmar que 
a) a técnica utilizada não deve alterar o ciclo biológico do dente. 
b) está indicada em dentes que não possuam mais de 2/3 de reabsorção radicular. 
c) a resposta favorável da polpa não está relacionada com a baixa resistência da criança. 
d) as porcentagens de sucesso da pulpotomia estão relacionadas com a saúde do paciente. 
 
23) (Aeronáutica 2012) Marque a alternativa correta em relação à microbiota cariogênica capaz de 
realizar a colonização primária na superfície dentária. 
a) Lactobacillus e Streptococcus casei. 
b) Lactobacillus e Streptococcus mutans. 
c) Lactobacillus e Streptococcus sanguinis. 
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d) Streptococcus mutans e Streptococcus sobrinus 
 
24) (Aeronáutica 2012) A anatomia dos dentes decíduos apresenta-se como estrutura complexa que 
merece destaque no tratamento pulpar. Diante do exposto é incorreto afirmar que: 
a) a rizólise favorece a trepanação com o uso dos instrumentos endodônticos. 
b) a escolha do medicamento no tratamento pulpar não interfere no sucesso do tratamento. 
c) a configuração interna da área radicular é um fator desencadeante de problemas 
pulpoperiodontais. 
d) a presença de lesão óssea na região da bifurcação está relacionada aos forames presentes nesta 
região 
 
25) (Aeronáutica 2012) Quando ocorre o traumatismo na dentição decídua, de acordo com a 
severidade, existem possibilidades de injúrias ao dente permanente. Marque a alternativa que 
relaciona duas possíveis complicações, de acordo com o Centro de Pesquisa de Traumatismo da 
USP. 
a) Laceração e hipoplasia. 
b) Hipoplasia e dilaceração. 
c) Hipocalcificação e reabsorção interna. 
d) Hipocalcificação e amelogênese imperfeita. 
 
26) (Aeronáutica 2012) Em relação às características clínicas da gengiva normal da criança, 
marque a alternativa incorreta: 
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a) O formato da gengiva papilar do arco tipo II de Baume é trapezoidal. 
b) A gengiva marginal apresenta festonamento com uma borda bem evidente. 
c) A superfície da gengiva inserida se apresenta com pontilhados menos pronunciados. 
d) A gengiva marginal posiciona-se mais coronariamente em relação à junção cemento esmalte 
 
27) (Aeronáutica 2012) Sobre a presença da doença “cárie”, por meio dos seus sinais e sintomas, 
torna-se importante o diagnóstico da lesão de cárie em esmalte. Diante do exposto, marque a 
afirmativa correta. 
a) O exame radiográfico é um excelente método de diagnóstico para as lesões em esmalte. 
b) A inspeção visual é um excelente método para detectar lesões oclusais em esmalte, podendo ser 
utilizado como método único para diagnóstico. 
c) A sonda exploradora durante o exame táctil deve ser utilizada sem pressão, com a ponta romba 
de aproximadamente 0,4 mm de diâmetro. 
d) O exame táctil com sonda exploradora de ponta afiada utilizado em superfícies oclusais com 
mancha branca ativa não é capaz de fraturar a camada superficial dessa lesão de cárie. 
 
28) (Aeronáutica 2012) A Dentística Operatória em Odontopediatria está relacionada às diferenças 
entre dentes decíduos e permanentes. É correto afirmar que 
a) os molares decíduos apresentam um colo mais estreito que o dos permanentes, provocando um 
abaulamento da região cervical. 
b) a localização das áreas de contato situam-se mais para o terço oclusal, diferente dos permanentes 
que são mais próximos ao terço cervical. 
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c) os incisivos decíduos tem a distância mésio-distal maior que a cérvico incisal, enquanto os 
permanentes apresentammaior distância na altura. 
d) as superfícies vestibular e lingual ou palatina dos molares decíduos tem uma convergência de 
gengival para oclusal, o que resulta em face oclusal mais larga. 
 
29) (Aeronáutica 2012) A respiração bucal é um hábito deletério que deve ser observado pelo 
Odontopediatria, como fator etiológico de maloclusão dentária, muscular e esquelética. Analise as 
alternativas que denotam a consequência desse hábito. 
I. Falta do vedamento labial pode determinar a hipotonia labial. 
II. Presença de um palato ogival. 
III. Presença de sobremordida profunda. 
Está (ão) correta (s) apenas a (s) alternativas 
a) II. 
b) I e II. 
c) II e III. 
d) I, II e III. 
 
30) (Aeronáutica 2012) De acordo com a literatura, a gengivite tem sido muito estudada nas 
últimas décadas. Assim, no Brasil, a média da prevalência de gengivite em crianças de 7 a 12 anos 
de idade é de: 
a) 50%. 
b) 65%. 
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c) 80%. 
d) 90%. 
 
31) (Aeronáutica 2012) O freio lingual é uma estrutura anatômica que histologicamente apresenta 
fibras colágenas, elásticas e representada por: 
a) epitélio estratificado cúbico. 
b) epitélio estratificado prismático. 
c) epitélio pavimentoso queratinizado. 
d) epitélio pavimentoso estratificado desqueratinizado. 
 
32) (Aeronáutica 2012) Está(ão) relacionado(s) com a presença do diastema na região anterior e 
superior: 
I. dentes supranumerários na linha mediana. 
II. hábitos anormais. 
III. anquiloglossia. 
IV. discrepância entre a base óssea e o tamanho do dente. 
Estão corretas apenas as alternativas 
a) II e III. 
b) III e IV. 
c) I, II e IV. 
d) I, II, III e IV. 
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33) (Aeronáutica 2012) “Paciente do sexo feminino com 5 anos de idade necessita submeter-se a 
exodontia do dente 74. A criança apresenta cardiopatia congênita e não é alérgica a medicamentos.” 
O profissional deve: 
a) prescrever tetracilcina – 50mg/kg de peso corporal, via oral, antes do procedimento. 
b) prescrever amoxicilina – 50mg/kg de peso corporal, via oral, antes do procedimento. 
c) prescrever claritromicina – 50mg/kg de peso corporal, via oral, antes do procedimento. 
d) evitar o uso de antibióticos, pois a profilaxia é desnecessária na exodontia de decíduos. 
 
34) (Aeronáutica 2012) Os princípios cirúrgicos se fazem necessários para a realização da 
ulectomia, que quando bem indicada terá uma incisão: 
a) circunferencial. 
b) horizontal. 
c) triangular. 
d) vertical. 
35) (Aeronáutica 2012) Quanto a ação local dos anestésicos utilizados em Odontopediatria e das 
substâncias neles contidas é correto afirmar que: 
a) o uso de vasoconstrictores é usado em anestesia local para reduzir a toxicidade. 
b) a utilização do vasoconstrictor, noradrenalina, está indicada para pacientes com hipertireoidismo. 
c) com a utilização do vasoconstrictor, torna-se necessário o emprego de maior volume de 
anestésico. 
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d) o uso de vasoconstrictores associados a anestésicos locais tem como objetivo uma maior 
absorção deste pelo sistema cardiovascular. 
 
36) (Aeronáutica 2012) Após a realização de um exame clínico, o profissional observou que um 
dos dentes do paciente apresentava-se com uma alteração na coroa, caracterizada por uma 
invaginação. Radiograficamente, verificou-se uma imagem radiopaca restrita à região de cíngulo. 
Baseando-se nas características clínica e radiográfica, o provável diagnóstico é: 
a) Dens in dent. 
b) Taurodontismo. 
c) displasia dentinária. 
d) odontodisplasia regional. 
 
37) (Aeronáutica 2012) A odontossecção é uma técnica cirúrgica indicada para 
a) dentes natais. 
b) raízes residuais. 
c) dentes anquilosados. 
d) dentes com rizólise acentuada. 
 
38) (Aeronáutica 2012) Em Odontopediatria, qual é a complicação anestésica mais comum? 
a) Escara. 
b) Equimose. 
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c) Úlcera traumática. 
d) Dor devido à infecção 
 
39) (Aeronáutica 2012) Radiograficamente, a tentativa de divisão de um germe dentário com 1 raiz 
e 1 ou 2 canais radiculares, apresentando-se clinicamente uma coroa com aspecto bífido é uma 
anomalia que ocorre na fase de botão. Essa 
condição denomina-se 
a) dens in dent. 
b) dilaceração. 
c) fusão. 
d) geminação. 
 
40) (Aeronáutica 2012) Nos pacientes infantis ocorrem situações em que alguns anestésicos são 
contraindicados. Em uma criança portadora de anemia com risco de metamoglobinemia, o 
anestésico contraindicado é: 
a) bupivacaína. 
b) lidocaína. 
c) prilocaína. 
d) procaína. 
 
41) (Aeronáutica 2012) Dentre os vários métodos empregados para avaliação de comportamento, a 
classificação de Frank é atualmente o principal método. Determine sua escala de classificação. 
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a) Proteção excessiva, repulsa, ansiedade excessiva e dominação. 
b) Definitivamente negativo, negativo, positivo e definitivamente positivo. 
c) Criança que coopera, criança medrosa, criança teimosa e criança rebelde. 
d) Criança que chora, criança tímida e assustada, criança vergonhosa e retraída, criança nervosa e 
histérica. 
 
42) (Aeronáutica 2012) Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo. A seguir, 
indique a opção com a sequência correta. 
( ) Os raios-x são altamente energéticos, com capacidade de atravessar as estruturas que compõem o 
corpo humano. 
( ) Os efeitos biológicos estocásticos das radiações ocorrem com limiar de dose como a indução de 
câncer. 
( ) Os efeitos biológicos não estocásticos das radiações são proporcionais à dose. 
a) F – V – V 
b) V – F – V 
c) F – F – V 
d) V – V – F 
 
43) (Aeronáutica 2012) Os acidentes e complicações decorrentes da anestesia são situações que 
devem ser evitadas. Para que não ocorra fratura da agulha, alguns cuidados devem ser considerados, 
exceto: 
a) Não usar agulhas muito finas. 
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b) Não inserir totalmente a agulha. 
c) Não utilizar agulhas reesterilizadas. 
d) Não introduzir agulha em locais inflamados. 
 
44) (Aeronáutica 2012) Determine a fase fetal onde a lâmina dentária mostra 
os centros de proliferação das células epiteliais. 
a) 5ª semana. 
b) 6ª semana. 
c) 8ª semana. 
d) 17ª semana. 
 
45) (Aeronáutica 2012) A técnica de controle de comportamento conhecida como “mão sobre a 
boca” provoca controvérsias. De acordo com a literatura é correto afirmar que. 
a) está indicada para crianças incapacitadas fisicamente, imatura e sob medicação. 
b) deve ser utilizada em crianças de pouca idade, imatura com incapacidade física ou emocional. 
c) não está indicada para crianças com pouca idade, pelo qual não conseguem entender a causa e o 
efeito do ato. 
d) deve ser utilizada em crianças incapacitadas mentalmente, que têm um comportamento hostil, 
desregrado ou histérico. 
 
46) (Aeronáutica 2012) Conhecendo as regiões de crescimento no complexo craniofacial, marque a 
alternativa que indica os principais locais de crescimento da maxila. 
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a) Palato duro e tuberosidade. 
b) Tuberosidade e processo alveolar. 
c) Processo alveolare espinha nasal. 
d) Região anterior da maxila e palato duro 
 
47) (Aeronáutica 2012) A dentinogênese imperfeita, radiograficamente é caracterizada por dentes 
a) com raízes cônicas, curtas e câmaras pulpares obliteradas. 
b) com esmalte hiperplásico, raízes geralmente longas e pontiagudas. 
c) com raízes geralmente longas e com espessamento do espaço periodontal. 
d) com ausência de esmalte, desgastados pela atrição, raízes com forma e tamanho normais. 
 
48) (Aeronáutica 2012) Para a realização da técnica do bloqueio do nervo alveolar inferior em 
crianças, o cirurgião-dentista deve considerar a seguinte diferença anatômica. 
a) aos 7 anos de idade, a espinha de Spix situa-se 5 mm acima do plano oclusal. 
b) aos 5 anos de idade, a espinha de Spix está situada abaixo do plano oclusal dos molares decíduos. 
c) em crianças com 12 anos de idade, a espinha de Spix está localizada em nível do plano oclusal do 
primeiro molar permanente. 
d) em crianças com 8 anos de idade, a espinha de Spix está situada 10 mm acima do plano oclusal 
do primeiro molar permanente. 
 
49) (Aeronáutica 2012) Como pode ser classificado o medo de uma criança que vivenciou 
experiências que ocorreram em ambientes semelhantes ao consultório odontológico? 
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a) Medo indutivo. 
b) Medo subjetivo. 
c) Medo objetivo direto. 
d) Medo objetivo indireto. 
 
50) (Aeronáutica 2012) As anomalias como Macrodontia, Taurodontismo e Dens in Dent são 
causadas por transtornos de desenvolvimento ocorridos em que fase do desenvolvimento dental? 
a) Iniciação. 
b) Proliferação. 
c) Histodiferenciação. 
d) Morfodiferenciação. 
 
GABARITO 
 
1 B 11 D 21 D 31 D 41 B 
2 D 12 C 22 C 32 C 42 B 
3 C 13 D 23 D 33 B 43 D 
4 C 14 A 24 B 34 A 44 C 
5 A 15 D 25 B 35 A 45 C 
6 B 16 A 26 A 36 A 46 B 
7 B 17 A 27 C 37 C 47 A 
8 A 18 D 28 A 38 C 48 B 
9 D 19 B 29 B 39 D 49 D 
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10 D 20 A 30 D 40 C 50 D 
 
Concurso 
1) (PM- GO- 2013) Técnica radiográfica em que se associam duas ou mais radiografias periapicais 
para determinar posição de corpos estranhos no sentido vestíbulo pala tino na maxila e que se baseia 
no princípio da Paralaxe. Trata -se da técnica: 
a) peripical da bissetriz 
b) Clarck 
c) oclusal anterior da maxila 
d) Miller Winter 
 
 2) (PM- GO- 2013) Paciente do sexo masculino, 8 anos de idade, apresenta diastemas entre os 
incisivos centrais superiores permanentes. Esta condição, conhecida como “Fase do Patinho Feio”, 
é frequente nessa idade. A conduta e a origem desta condição são, respectivamente: 
A ) observação, irrompimento dos incisivos laterais com inclinação mesial 
b) utilização de elásticos cruzados, irrompimento dos incisivos laterais, previamente aos incisivos 
centrais. 
c) observação, irrompimento dos incisivos centrais com inclinação distal. 
d) utilização da Placa de Hawley, irrompimento dos incisivos centrais com inclinação mesial. 
 
3) (PM- GO- 2013) A fase da dentadura mista é classificada em três períodos: primeiro período 
transitório, período intertransitório e segundo período transitório. É uma das características do 
primeiro período transitório: 
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a) irrupção dos primeiros molares permanentes 
b) troca dos caninos decíduos 
c) troca dos molares decíduos 
d) irrupção dos segundos molares permanentes 
 
4) (PM- GO- 2013) Paciente do sexo feminino, 9 anos de idade, apresenta clinicamente o dente 85 
em infraoclusão e o 46 mesializado. O exame radiográfico mostrou a presença do germe do dente 
45 com 2/3 de rizogênese e anquilose das raízes do dente 85. O tratamento para o dente 85 é: 
a) esperar a esfoliação 
b) extruir ortodonticamente 
c) distalizar o dente 46 e esperar a esfoliação 
d) extrair imediatamente 
 
5) (PM- GO- 2013) Pródromos são sintomas que precedem o aparecimento de manifestações 
típicas de doenças. O termo patognomônico refere - se a algo característico ou típico de uma 
moléstia, permitindo diagnosticá - la e distingui - la de outras doenças. No sarampo o sinal 
patognomônico, que pode ser diagnosticado pelo cirurgião – dentista, são pequenos pontos brancos 
circundados de uma zona avermelhada que se agrupam na mucosa interna das bochechas. Tais 
manchas denominam – se: 
a) manchas de Forshimer 
b) púrpura 
c) polimorfismo regional 
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d) sinal de Koplik 
 
6) (PM- GO- 2013) O risco para o desenvolvimento da doença cárie na dentição decídua está 
associado a uma dieta cariogênica e a uma higiene bucal desfavorável, sendo mais prevalente nos 
pacientes que possuem: 
a)Arco de Baume tipo I na maxila e mandíbula 
b)Arco de Baume tipo II na mandíbula e I na maxila 
c) Arco de Baume tipo I na maxila e II na mandíbula 
d) Arco de Baume tipo II na maxila e mandíbula 
 
7) (PM- GO- 2013) Toda exodontia de um dente decíduo deveria ser considerada como uma perda 
precoce. Qual exodontia pode ser realizada sem trazer problemas de perda de espaço? 
a) 1/3 de rizólize e dente permanente no estágio 4 de Nolla 
b) 2/3 de rizólize e dente permanente no estágio 7 de Nolla 
c) 2/3 de rizólise e dente permanente no estágio de cripta 
d) Dente permanente no estágio 3 de Nolla, independentemente da quantidade de rizólize do dente 
decíduo 
 
8) (PM- GO- 2013) As crianças diferem dos adultos em relação aos aspectos psicossociais, 
comportamentais e fisiológicos. As mudanças no desenvolvimento afetam a resposta a fármacos, 
por isso a prescrição medicamentosa deve ser segura, precisa e eficaz. O cálculo da dose de 
medicamentos para a prescrição em crianças é baseado: 
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a) no peso corpóreo 
b) na idade e na altura 
c) na idade 
d) no princípio ativo do medicamento 
 
9) (PM- GO- 2013) O controle do comportamento infantil é baseado em princípios científicos e 
permite que a criança desenvolva uma relação de confiança e atitude positiva com o odontopediatra. 
A técnica que guia e reforça o comportamento através do contato, postura e expressão facial, é: 
a) dizer, mostrar e fazer 
b) o reforço positivo 
c) o controle da voz 
d) a comunicação não - verba 
 
10) (Aeronáutica 2013) Os germes dentários dos dentes permanentes se desenvolvem a partir da 
lâmina dentária. Em que período de vida ocorre o desenvolvimento dos incisivos permanentes? 
a) 12º mês de vida. 
b) 18º mês de vida. 
c) 5º mês de vida intrauterina. 
d) 7º mês de vida intrauterina 
 
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11) (Aeronáutica 2013) Segundo Logan & Kronfeld, a erupção dos 1° pré-molares superiores se dá 
por volta dos: 
a) 7 – 8 anos. 
b) 8 – 9 anos. 
c) 9 – 10 anos. 
d) 10 – 11 anos. 
 
12) (Aeronáutica 2013) O medo é uma das principais forças motivadoras da conduta humana. 
Como pode ser classificado o medo em que as crianças ouvem experiências desagradáveis vividas 
por terceiros, não estando obrigatoriamente ligada à verbalização do problema por parte dos 
adultos? 
a) Indutivo. 
b) Subjetivo. 
c) Objetivo indireto. 
d) Do desconhecido. 
 
13) (Aeronáutica 2013) A ausência congênita de dentes pode ser uni ou bilateral. Os dentes 
permanentes mais frequentemente ausentes são: 
a) 2° pré-molares, 3º molares e incisivos laterais superiores. 
b) incisivos laterais superiores,3º molares e 2º pré-molares. 
c) 3º molares, incisivos laterais superiores e 1º pré-molares. 
d) 3º molares, incisivos laterais superiores e 2° pré-molares. 
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14) (Aeronáutica 2013) Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e, em 
seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
( ) A Síndrome de Papillon-Lefevre é uma doença caracterizada por manifestações bucais e 
dermatológicas, e apresenta doença periodontal apenas na dentição decídua com perda precoce do 
suporte ósseo. 
( ) A osteogênese imperfeita tipo II é severa com extrema fragilidade óssea e fraturas frequentes. 
( ) A Síndrome de Pierre Robin é caracterizada por micrognatia, retração da língua e fissura 
palatina. 
a) V – V – F 
b) F – V – V 
c) V – F – V 
d) F – F – F 
 
15) (ABC – São Bernardo) Quanto à oclusão na dentição decídua, é CORRETO afirmar que 
a) o plano pós-lácteo é de 16% com degrau mesial. 
b) o plano pós-lácteo é de 10% com degrau distal. 
c) a forma dos arcos é elíptica. 
d) o primeiro levantamento de mordida acontece dos 18 aos 24 meses de idade. 
e) a guia incisal se estabelece com a erupção dos caninos inferiores e superiores. 
 
16) (ABC – São Bernardo) Na dentição decídua, a ATM é uma articulação: 
a) bem definida. 
b) definida e desenvolvida em 50%. 
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c) parcialmente anquilosada. 
d) mal definida, com ramo desenvolvido e ao nível do plano oclusal. 
e) bem definida, porém incompletamente desenvolvida ao nível do plano oclusal. 
 
17) (ABC – São Bernardo) Para manter o comprimento do arco, a sequência mais favorável da 
erupção dos dentes permanentes se encontra na alternativa: 
a) Arco superior 6 1 2 5 4 3 7 
b) Arco superior 6 1 2 4 3 5 7 
c) Arco superior 6 1 2 4 5 3 7 
d) Arco inferior 6 1 2 4 5 3 7 
e) Arco inferior 6 1 2 3 5 4 7 
 
18) (ABC – São Bernardo) Fator hereditário etiológico de mal oclusão está indicado na alternativa: 
a) Displasia esquelética de classe II 
b) Impacção dos caninos superiores 
c) Dentes com hipoplasia medicamentosa 
d) Diastema anterior por fase do “patinho feio” 
e) Dentes de Hutchinson 
 
19) (ABC – São Bernardo) Na área odontológica, o uso de antimicrobianos é comum. Em relação 
a esse uso, o metronidazol apresenta eficácia nas infecções bacterianas, em que sua dosagem e 
frequência sejam, respectivamente, de: 
a) 400 mg de 12/12 h. 
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b) 500 mg de 6/6 h. 
c) 1.000 mg de 48/48 h. 
d) 400 mg de 8/8 h. 
e) 600 mg de 4/4 h. 
 
20) (ABC – São Bernardo) Assinale a alternativa que apresenta a complicação pós-anestésica 
mais comum em odontopediatria, considerando que esses acidentes e complicações são raros nessa 
especialidade odontológica, quando a anestesia local é bem conduzida. 
a) Trismo 
b) Paralisia temporária 
c) Úlcera traumática 
d) Fratura da agulha 
e) Hemorragia 
 
GABARITO 
1 - B 5 - D 9 - D 13 - D 17 - C 
2 - C 6 - D 10 - C 14 - B 18 - A 
3 - A 7 - B 11 - D 15 - B 19 - D 
4 - C 8 - A 12 - B 16 - D 20 - C 
 
 
 
 
 
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