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Impedimento e Suspeição no CPP

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Questões resolvidas

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CURSO PREPARATÓRIO ESCREVENTE TJ-SP
Código de Processo Penal — Arts. 251 a 258
Do Juiz, do Ministério Público e dos Casos de Impedimento e Suspeição (Banca VUNESP)
Apresentação do Módulo Profissional:
Os artigos 251 a 258 do Código de Processo Penal (CPP) tratam das atribuições do Juiz na condução do processo, das
funções do Ministério Público e, fundamentalmente, das causas objetivas de IMPEDIMENTO e causas subjetivas de
SUSPEIÇÃO. Este é um dos temas de MAIOR INCIDÊNCIA HISTÓRICA nas provas da VUNESP para Escrevente Técnico
Judiciário do TJ-SP. Nesta apostila, você estudará a legislação com análise exaustiva artigo por artigo, tabelas comparativas
para não errar pegadinhas, orientações de jurisprudência sumulada e um banco completo de questões reais e inéditas
resolvidas alternativa por alternativa.
CAPÍTULO 1: O Poder de Polícia do Juiz e a Condução do Processo (Art. 251)
O artigo 251 do CPP consagra o poder de polícia do magistrado no processo penal, conferindo-lhe o dever-poder de manter
a ordem e garantir a regularidade dos atos processuais.
Art. 251. Ao juiz incumbirá prover à regularidade do processo e manter a ordem no curso dos respectivos atos, podendo, para tal
fim, requisitar a força pública.
Pontos Relevantes para a Prova do TJ-SP:
• Requisição de Força Pública: O juiz não necessita de autorização prévia nem de pedido das partes para requisitar auxílio
policial para manter a ordem nas audiências e sessões de julgamento.
• Poder Diretor: O juiz indeferirá perguntas descabidas, impertinentes ou repetitivas (Art. 212, parágrafo único, do CPP) e
zelará pela urbanidade do ato processual.
• Pegadinha da VUNESP: O magistrado exerce o poder de polícia como garantia da prestação jurisdicional imparcial e
eficiente, não se confundindo o poder de polícia com atos de investigação inquisitorial.
CAPÍTULO 2: Impedimento do Juiz — Causas Objetivas (Arts. 252 e 253)
O Impedimento constitui presunção ABSOLUTA (juris et de jure) de parcialidade. Trata-se de rol TAXATIVO baseado em
critérios objetivos e visíveis. A presença de uma causa de impedimento gera NULIDADE ABSOLUTA dos atos praticados
pelo juiz (Art. 564, I, do CPP).
Art. 252. O juiz não poderá exercer jurisdição no processo em que:
I - tiver funcionado seu cônjuge ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, como
defensor ou advogado, órgão do Ministério Público, autoridade policial, auxiliar da justiça ou perito;
II - ele próprio houver desempenhado qualquer dessas funções ou servido como testemunha;
III - tiver funcionado como juiz de outra instância, pronunciando-se, de fato ou de direito, sobre a questão;
IV - ele próprio ou seu cônjuge ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, for
parte diretamente interessada.
Apostila Mestra de Direito Processual Penal — Banca VUNESP Página 1 de 6
Art. 253. Nos juízos coletivos, não poderão servir no mesmo processo juízes que forem entre si parentes, consanguíneos ou
afins, em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive.
ALERTA MÁXIMO DA VUNESP — O GRAU DE PARENTESCO:
O CPP estabelece o parentesco até o 3º GRAU, INCLUSIVE (tanto consanguíneo quanto afim, em linha reta ou colateral).
• 1º grau: Pais e filhos.
• 2º grau: Avós, netos e irmãos.
• 3º grau: Bisavós, bisnetos, tios e sobrinhos.
• Cousins (Primos): São parentes de 4º grau. Logo, ter o primo funcionando como advogado/promotor/perito NÃO GERA
IMPEDIMENTO segundo a redação literal do Art. 252 do CPP! A VUNESP adora colocar 'primo' como alternativa para enganar o
candidato!
SÚMULA 252 DO STF:
'Na ação penal, a falta de intimação do defensor para a sessão de julgamento do recurso configura nulidade.'
Atenção do Juiz no Duplo Grau (Art. 252, III): Se o magistrado se pronunciou, de fato ou de direito, sobre a questão em
outra instância (ex.: apreciou habeas corpus ou recurso no Tribunal como Desembargador e depois atua no processo, ou
julgou como Juiz de 1º grau e depois atua no recurso), haverá impedimento absoluto.
CAPÍTULO 3: Suspeição do Juiz — Causas Subjetivas (Arts. 254 a 256)
A Suspeição trata de vínculos afetivos, morais ou econômicos que abalam a imparcialidade do magistrado. Gera presunção
RELATIVA (juris tantum) e nulidade relativa (deve ser alegada no prazo legal sob pena de preclusão). Diferente do
impedimento, o rol de suspeição admite interpretação analógica em certos contextos doutrinários, mas para a prova da
VUNESP exige-se o conhecimento decorado das hipóteses do Art. 254.
Art. 254. O juiz dar-se-á por suspeito, e, se não o fizer, poderá ser recusado por qualquer das partes:
I - se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer deles;
II - se ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente, estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter
criminoso haja controvérsia;
III - se ele, seu cônjuge, ou parente, consanguíneo ou afim, até o terceiro grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a
processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes;
IV - se tiver aconselhado qualquer das partes;
V - se for credor ou devedor, tutor ou curador, de qualquer das partes;
VI - se for sócio, acionista ou interessado em sociedade de comércio interessada na causa.
Art. 255. O impedimento ou suspeição decorrente de parentesco por afinidade cessará pela dissolução do casamento que lhe
deu causa, salvo havendo descendentes. Todavia, na linha reta, o parentesco por afinidade do cônjuge sobrevivente persiste.
Art. 256. A suspeição não poderá ser declarada nem alegada quando a parte injuriar o juiz ou de propósito der motivo para
criá-la.
Análise Detalhada dos Artigos 255 e 256:
• Parentesco por Afinidade e Dissolução do Casamento (Art. 255):
- Regra geral: A dissolução do casamento CESSA o parentesco por afinidade (ex.: ex-sogro, ex-cunhado).
- Exceção 1: Se houver descendentes (filhos do casal), a afinidade NÃO cessa para fins de impedimento/suspeição!
CÓDIGO DE PROCESSO PENAL — ARTS. 251 A 258 | CURSO TJ-SP
Apostila Mestra de Direito Processual Penal — Banca VUNESP Página 2 de 6
- Exceção 2 (Linha Reta): Na linha reta (sogros, genro, nora, enteados), a afinidade do cônjuge sobrevivente PERSISTE
SEMPRE, mesmo com o falecimento do cônjuge!
• Proibição da MÁ-FÉ e Provocação (Art. 256):
- O réu que desacata ou injuria o juiz durante a audiência NÃO PODE alegar suspeição por 'inimizade capital'. Se permitida,
a parte escolheria o juiz que bem quisesse (violação ao Juiz Natural).
- A criação intencional da causa de suspeição pela parte invalida a alegação.
QUADRO COMPARATIVO MASTER: IMPEDIMENTO X SUSPEIÇÃO
CRITÉRIO IMPEDIMENTO (Art. 252) SUSPEIÇÃO (Art. 254)
Natureza dos Vínculos Objetiva, visível e funcional. Subjetiva, psíquica e afetiva.
Presunção Absoluta (juris et de jure). Relativa (juris tantum).
Gravidade da Nulidade Nulidade Absoluta (Art. 564, I). Nulidade Relativa (deve ser arguida em prazo).
Rol Legal Taxativo (numerus clausus). Exemplificativo/subjetivo segundo doutrina.
Exemplos Típicos • Juiz atuou como advogado/perito/testemunha/MP.
• Juiz atuou em outra instância no processo.
• Cônjuge/parente até 3º grau é advogado/MP/perito.
• Amigo íntimo ou inimigo capital.
• Aconselhou qualquer das partes.
• Credor, devedor, tutor, curador.
• Sócio ou acionista da empresa parte.
CAPÍTULO 4: Do Ministério Público e sua Extensão aos Impedimentos (Arts.
257 e 258)
Art. 257. Ao Ministério Público incumbirá promover a ação penal e a fiscalização da execução da lei.
Art. 258. Os órgãos do Ministério Público não poderão funcionar nos processos em que o juiz for impedido ou suspeito, havendo
entre eles parentesco por consanguinidade ou afinidade em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive. Parágrafo
único. Estendem-se aos órgãos do Ministério Público, no que couber, as prescrições relativas aos impedimentos e às
suspeições dos juízes.
Análise Prática dos Arts. 257 e 258 para a VUNESP:
1. Dupla Função do MP (Art. 257): Atua como parte (autor da ação penal pública) e como custosiuris (fiscal da ordem
jurídica).
2. Incompatibilidade Simultânea Juiz-MP (Art. 258): O Promotor de Justiça NÃO pode atuar em processo conduzido por
Juiz com quem guarde parentesco (consanguíneo ou afim) até o 3º GRAU, INCLUSIVE.
3. Extensão do Regime de Impedimentos e Suspeições (Art. 258, parágrafo único): As mesmas hipóteses que impedem
ou tornam suspeito o magistrado aplicam-se ao Promotor de Justiça (ex.: Promotor amigo íntimo do réu ou inimigo capital do
assistente da acusação).
4. Distinção Crucial de Prova (Recusa do MP): Ao contrário do Juiz, o membro do MP não pode se dar por suspeito por
razões de foro íntimo sem fundamentação objetiva, em razão do princípio do Promotor Natural.
CÓDIGO DE PROCESSO PENAL — ARTS. 251 A 258 | CURSO TJ-SP
Apostila Mestra de Direito Processual Penal — Banca VUNESP Página 3 de 6
CAPÍTULO 5: Banco de Questões Oficiais da VUNESP Comentadas Opção por
Opção
QUESTÃO 01 — VUNESP — TJ-SP — Escrevente Técnico Judiciário
Em matéria de impedimentos e suspeições dos magistrados no processo penal, assinale a alternativa correta de acordo com
a redação expressa do Código de Processo Penal:
A) O parentesco entre o juiz e o advogado de uma das partes em 4º grau da linha colateral (primo) gera impedimento absoluto do
magistrado.
B) A suspeição do juiz não poderá ser declarada nem alegada quando a parte injuriar o juiz ou de propósito der motivo para
criá-la.
C) O impedimento decorrente de parentesco por afinidade cessa com a dissolução do casamento em qualquer hipótese, mesmo
havendo descendentes.
D) Se o juiz for credor ou devedor de uma das partes, haverá causa de impedimento absoluto de jurisdição.
E) O juiz estará impedido de atuar se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes.
GABARITO: B
Análise Detalhada das Alternativas:
• A) INCORRETA: O Art. 252, I, do CPP limita o impedimento por parentesco ao 3º grau, inclusive. Primos são parentes em 4º grau na
linha colateral, não gerando impedimento legal.
• B) CORRETA: Redação literal do Art. 256 do CPP: 'A suspeição não poderá ser declarada nem alegada quando a parte injuriar o juiz ou
de propósito der motivo para criá-la.' Impede a provocação dolosa para afastar o juiz natural do processo.
• C) INCORRETA: O Art. 255 do CPP expressamente ressalva: cessa pela dissolução do casamento, SALVO HAVENDO
DESCENDENTES.
• D) INCORRETA: Ser credor ou devedor de qualquer das partes é hipótese de SUSPEIÇÃO (Art. 254, V), e não de impedimento.
• E) INCORRETA: Ser amigo íntimo ou inimigo capital gera SUSPEIÇÃO (Art. 254, I), e não impedimento.
QUESTÃO 02 — VUNESP — TJ-SP — Escrevente Técnico Judiciário
Nos termos do Código de Processo Penal, o juiz não poderá exercer jurisdição no processo em que:
A) for amigo íntimo ou inimigo capital do réu ou do querelante.
B) tiver aconselhado qualquer das partes sobre a causa.
C) tiver funcionado seu cônjuge como perito ou órgão do Ministério Público.
D) for credor ou devedor, tutor ou curador de qualquer das partes.
E) for sócio ou acionista de sociedade comercial interessada na causa.
GABARITO: C
Análise Detalhada das Alternativas:
• A) INCORRETA: Amigo íntimo ou inimigo capital é causa de SUSPEIÇÃO (Art. 254, I).
• B) INCORRETA: Tiver aconselhado qualquer das partes é causa de SUSPEIÇÃO (Art. 254, IV).
• C) CORRETA: Trata-se de hipótese expressa de IMPEDIMENTO prevista no Art. 252, I, do CPP (ter funcionado o cônjuge como perito ou
MP). O impedimento impede o exercício da jurisdição.
• D) INCORRETA: Ser credor, devedor, tutor ou curador é causa de SUSPEIÇÃO (Art. 254, V).
• E) INCORRETA: Ser sócio ou acionista de sociedade interessada é causa de SUSPEIÇÃO (Art. 254, VI).
CÓDIGO DE PROCESSO PENAL — ARTS. 251 A 258 | CURSO TJ-SP
Apostila Mestra de Direito Processual Penal — Banca VUNESP Página 4 de 6
QUESTÃO 03 — VUNESP — TJ-SP — Oficiais e Servidores da Justiça
A respeito das garantias de imparcialidade e atuação do Ministério Público e do Juiz no processo penal, assinale a afirmativa
correta:
A) As causas de impedimento e suspeição previstas para os juízes não se aplicam aos membros do Ministério Público.
B) O Promotor de Justiça poderá atuar no processo em que o juiz for seu parente de 2º grau, desde que concorde a defesa.
C) Estendem-se aos órgãos do Ministério Público, no que couber, as prescrições relativas aos impedimentos e às suspeições dos
juízes.
D) O juiz não possui autorização legal para requisitar força pública durante as audiências instrução e julgamento.
E) O parentesco por afinidade na linha reta do cônjuge sobrevivente cessa automaticamente com o falecimento do cônjuge.
GABARITO: C
Análise Detalhada das Alternativas:
• A) INCORRETA: O Art. 258, parágrafo único, estende expressamente ao MP as regras de impedimento e suspeição.
• B) INCORRETA: O Art. 258, caput, proíbe expressamente a atuação do MP quando houver parentesco com o juiz até o 3º grau, sendo
norma cogente imutável por acordo das partes.
• C) CORRETA: Redação exata do Art. 258, parágrafo único, do CPP.
• D) INCORRETA: O Art. 251 confere expressamente ao juiz a prerrogativa de requisitar força pública para manter a ordem.
• E) INCORRETA: O Art. 255 dispõe que, na linha reta, o parentesco por afinidade do cônjuge sobrevivente PERSISTE.
QUESTÃO 04 — VUNESP — TJ-SP — Adaptada ao Padrão Atual
Considere a seguinte situação hipotética: O Juiz de Direito 'Dr. Marcos' foi designado para presidir uma ação penal em que o
réu é seu devedor de quantia vultosa referente à compra de um imóvel. Ademais, o advogado do réu é seu sobrinho (parente
consanguíneo de 3º grau). Diante desses fatos e da disciplina do Código de Processo Penal, assinale a opção correta:
A) O Dr. Marcos está impedido em razão da dívida e suspeito em razão do advogado.
B) O Dr. Marcos está suspeito em razão da dívida e impedido em razão do advogado.
C) O Dr. Marcos está impedido em relação a ambas as situações.
D) O Dr. Marcos está suspeito em relação a ambas as situações.
E) Não há impedimento nem suspeição, pois dívidas civis não interferem no processo penal.
GABARITO: B
Análise Detalhada das Alternativas:
• Ser credor ou devedor das partes é causa de SUSPEIÇÃO (Art. 254, V, do CPP).
• Ter sobrinho (parente consanguíneo de 3º grau) atuando como advogado da parte é causa de IMPEDIMENTO (Art. 252, I, do CPP).
• Portanto, o magistrado está suspeito em razão da dívida e impedido em razão do advogado. Alternativa B correta!
CÓDIGO DE PROCESSO PENAL — ARTS. 251 A 258 | CURSO TJ-SP
Apostila Mestra de Direito Processual Penal — Banca VUNESP Página 5 de 6
QUESTÃO 05 — VUNESP — TJ-SP — Questão Inédita de Fixação
Sobre o impedimento e a suspeição no processo penal (arts. 251 a 258 do CPP), assinale a alternativa incorreta:
A) Nos juízos coletivos, não poderão servir no mesmo processo juízes que forem entre si parentes consanguíneos até o terceiro
grau, inclusive.
B) O juiz que atuou como testemunha no mesmo processo está impedido de nele exercer jurisdição.
C) Ao Ministério Público incumbe promover a ação penal e a fiscalização da execução da lei.
D) O juiz que pronunciou decisão sobre a questão em outra instância está impedido de atuar na instância inferior.
E) A alegação de suspeição pelo réu é acolhida mesmo quando ele próprio tiver provocado a causa de suspeição
intencionalmente.
GABARITO: E
Análise Detalhada das Alternativas:
• As alternativas A, B, C e D trazem disposições exatas dos artigos 253, 252 II, 257 e 252 III do CPP.
• E) INCORRETA (Gabarito procurado): O Art. 256 do CPP veda expressamente a alegação de suspeição quando a parte 'de propósito
der motivo para criá-la'. A assertiva contraria frontalmente a norma legal.
RESUMO DE VÉSPERA — O QUE MEMORIZAR PARA A VUNESP
1. Impedimento (Art. 252): Causa objetiva = Nulidade Absoluta. Atuação prévia no processo (advogado, perito, testemunha,
MP, juiz de outra instância) ou parentesco até o 3º grau, inclusive.
2. Suspeição (Art. 254): Causa subjetiva = Nulidade Relativa. Amigo íntimo, inimigo capital, credor/devedor, aconselhou a
parte, tutor/curador,sócio.
3. Primos (4º Grau): NÃO geram impedimento!
4. Provocação do Réu (Art. 256): Réu que desacata o juiz de propósito NÃO pode alegar suspeição.
5. Extensão ao MP (Art. 258): O Promotor não pode atuar em processo presidido por Juiz parente até o 3º grau, e
submete-se às mesmas regras de impedimento e suspeição.
CÓDIGO DE PROCESSO PENAL — ARTS. 251 A 258 | CURSO TJ-SP
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