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3 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Nivelador Automático De Cesto Aéreo Acadêmicos¹ Rudiney Sebastião Cardoso Tutor Externo² Claudio Borges RESUMO O presente trabalho acadêmico de engenharia elétrica neste quinto semestre, tem por objetivo o conceito de trabalho em automação industrial no uso de cestos aéreos com nivelador automático. O conceito deste artigo de estudo científico é descrever a história, conhecimento e seus mecanismos de funcionamentos e a aplicação de um modelo de cesto aéreos acoplado em caminhões com guindauto (muque). Neste trabalho será apresentado toda construção e funcionabilidade deste dispositivo de trabalho. Diante deste estudo acadêmico ao longo deste artigo científico Paper serão apresentados o desenvolvimento teórico, ilustrativo e prático no âmbito de trabalho de cesto em altura. O proposito deste artigo é compreender o uso e funcionamento deste modelo de nivelador automático industrial de acordo com as normas técnicas NR 12 que abrange a obrigação e uso de cestos aéreos no Brasil que vem ganhando a obrigatoriedade nas concessionárias principalmente na CELESC (Central Elétrica de Santa Catarina). Palavras-chave: Artigo científico. Nivelador automático de cesto aéreo – NR 12. SUMMARY The present academic work of electrical engineering in this fifth semester, aims at the concept of work in industrial automation in the use of aerial baskets with automatic leveler. The concept of this scientific study article is to describe the history, knowledge and its functioning mechanisms and the application of an aerial basket model coupled in trucks with crane (muck truck). In this work all construction and functionality of this working device will be presented. In view of this academic study, throughout this scientific paper, the theoretical, illustrative, and practical development will be presented in the context of basket work at height. The purpose of this article is to understand the use and operation of this model of industrial automatic leveler in accordance with the technical standards NR 12, which covers the obligation and use of aerial baskets in Brazil, which has been becoming mandatory in concessionaires, mainly in CELESC (Central Electric de Santa Catherine). KEYWORD: Scientific article. Automatic aerial basket leveler - NR 12. 1. INTRODUÇÃO No mundo atual, repleto de tecnologias e constantes inovações, fica difícil imaginar o homem sem suas máquinas e equipamentos elétricos. A automação é conceituada como um conjunto de técnicas que podem ser aplicadas sobre um processo objetivando torná-lo eficiente, ou seja, maximizando a produção com menor consumo de energia, com menor emissão de resíduos e melhores condições de segurança, tanto humana e material quanto das informações inerentes ao processo. Surgiu com objetivo de diminuir, ou até substituir o uso da mão-de-obra humana em qualquer processo. Esta busca, de acordo com Silveira & Santos (2002), vem deste a época de 3500 e 3200 a.C., com o surgimento da roda. Vale ressaltar, de um modo geral busca almejada pelo homem, surgiu a partir da descoberta de que é possível usar elementos da natureza para facilitar a sua vida. O grande marco do uso da automação foi na revolução industrial, com o uso da tecnologia no processo produtivo em nível econômico e social, iniciou-se na Inglaterra em meados do século XVIII e expandiu-se pelo mundo a partir do século XIX. A automação foi introduzida a princípio na agricultura, e mais tarde nas indústrias. Pinto (2005) aponta em sua apostila sobre instrumentação e automação industrial que a automação só ganhou destaque na sociedade quando o sistema de produção agrário e artesanal transformou em industrial. Por volta de 1788, James Watt desenvolveu um mecanismo de regulagem do fluxo do vapor em locomotivas. Isto pode ser considerado um dos primeiros sistemas de controle com realimentação e regulador e consistia num eixo vertical com dois braços próximos ao topo, tendo em cada extremidade uma bola pesada. Com isso, a máquina funcionava de modo a se regular sozinha, automaticamente, por meio de um laço de Realimentação. A partir de 1870, também a energia elétrica passou a ser utilizada e a estimular indústrias como a do aço, a química e a de máquinas-ferramenta e o setor de transportes progrediu bastante graças à expansão das estradas de ferro e à indústria naval. No século XX, a tecnologia da automação passou a contar com computadores, servomecanismos e controladores programáveis. Os computadores são o alicerce de toda a tecnologia da automação contemporânea. De fato, a automação não foi vista no primeiro momento a bons olhos pela sociedade de um modo geral, pois a substituição do trabalho humano remetia ao desemprego, fato este que só foi difundido com o passar dos anos e devido à necessidade. Com o advindo da automação, das tecnologias que surgiram após ela não foi possível voltar atrás, com o custo e benefício que qualquer sistema que venha a substituir a força humana, usar racionalmente os recursos e no ganho do tempo, abster-se da automação remete a prejuízo, não apenas do tempo, mas do mercado de uma maneira geral. Sendo assim o primeiro sistema de controle automático industrial, dando era a automação industrial que conhecemos hoje. Em 1954 foram criadas pelo americano George Devol as primeiras máquinas robôs pondo um marco no início da automação industrial. Com a 2º Revolução Industrial no século XIX, surgiu um novo conceito de automação, devido a utilização de eletricidade no processo produtivo. Na 3ª Revolução, no século XX, a tecnologia avançada dos computadores aliada ao processo produtivo de grande demanda, proporcionou avanços significativos para a indústria. Quando a automação industrial começou a ser usada no Brasil, a história da automação industrial teve sua consolidação na metade do século XX, isso porque devido as duas grandes guerras do século, os exportadores de produtos de maior complexidade na época, os países europeus, estavam se reestruturando. Foi então que o país teve a sua participação como exportador de produtos manufaturados, com pequenos graus tecnológico. O destaque da automação industrial no Brasil encontra-se nas indústrias automobilísticas e de alimentos. Porém as pequenas e médias empresas vêm se interessando pela tecnologia, principalmente devido á possibilidade dos incentivos pelo governo. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), fez um estudo para identificar os principais níveis de automação industrial do país. Aproximadamente 19% das indústrias já possuem sistemas integrados de engenharia para a elaboração e desenvolvimento de produtos. Este percentual tecnológico é de grande importância para competitividade indústria. Ou seja, a automação industrial é nada mais do que o uso da tecnologia para controlar e tornar autônoma a execução de tarefas, funções e mecanismos com objetivo de otimizar a cadeia produtiva. O uso de máquinas mais sofisticadas nesse processo faz parte da automação industrial. A indústria da tecnologia da informação cria, todos os dias, as mais diversas soluções para facilitar a rotina das empresas no sentido de prever e resolver problemas através de comandos remotos e online, por meio de aplicativos instalados em smartphone, tablet ou computador. Mas, como está a automatização das empresas atualmente. Um estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicou que dos 24 setores produtivos da indústria no Brasil, 14 possuem alguma deficiência ou não adotaram ainda tecnologias digitais e automatizadas. Segundo o IBGE, estes 14 setores representam cerca de 40% da produção industrial do Brasil. Portanto, pouco mais metade de tudo que é gerado no país parte de indústrias que ainda não adotam tecnologias da indústria 4.0. Por outro lado, o setor de TI pode se animar com um crescimento expressivo de investimento em tecnologia em outros setores, como comercio e serviço. O índice de automação do mercado Brasileiro em 2020, que mensura o nível de automação de empresas dos setores de indústria, comercio e serviços,apontou um crescimento de 3% de 2019 para 2020, com destaque para o comercio e serviços, onde à índice de automação cresceu 11% de 2017 a 2020. A palavra automação é proveniente do latim automatus e significa mover -se por si. Diversas definições estão disponíveis, mas, em resumo, automação é a aplicação de técnicas computadorizadas ou mecânicas com o objetivo de tornar um processo mais eficiente, maximizando a produção com menor gasto de energia e gerando maior segurança. Entendemos por gasto de energia a aplicação de mão de obra especializada em atividades de baixa geração de valor, gasto de tempo, desperdícios etc. (CAMPANA, OPLUSTIL,2011, p.2) Devido aos avanços tecnológicos que ocorreram nas últimas décadas, o uso da automação industrial teve um agregamento significante nas empresas e começaram a se preocupar mais com o bem-estar de seus funcionários e o quanto ao uso de Equipamentos de proteção Individual (EPIS), por exemplo, ajuda a evitar acidentes e, posteriormente, problemas à companhia. E, então, eis que surgiu a necessidade de criar normas a serem aplicadas na indústria nacional. Isso porque cada setor necessita de EPIs e regras distintas que atendem aos mais variados profissionais. Foi assim que, em 8 de julho de 1978, a Norma Regulamentadora NR 12, foi aprovada pelo Ministério do Trabalho (MTE) com o objetivo de garantir que máquinas e equipamentos sejam seguros para o uso do trabalhador no setor industrial. Através de suas atualizações, a última ocorreu em 30 julho de 2019. Medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado (NR 35, 2016, p.3). Já a NR 35 específica para trabalho em altura fala que. NR. 35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade. Para evitar acidentes, cestos acoplados devem seguir rigorosamente as normas adequadas de segurança. Por meio de cestos acoplados na lança de um guindaste (muque), muitas atividades essenciais são realizadas. A manutenção e limpeza de uma fachada, por exemplo, pode ser realizada com o esse equipamento, bem como uso em trabalhos em redes elétricas energizadas e não energizadas. A construção civil e a indústria também se utilizam dessa prática rotineiramente para consertar máquinas e realizar acabamentos em obras. Esse tipo de operação, porém, exige cuidados extremos, qualquer erro durante a execução dessa atividade pode ser fatal. Para evitar acidentes e garantir a segurança dos profissionais, foi criada o Anexo XII dentro na Norma Regulamentadora (NR) 12 – Máquinas e Equipamentos - com foco em equipamentos de guindar para elevação de pessoas e realização de trabalho em altura com o uso de cestos acoplados ao Guindalto (muque), com nivelador automático de cesto aéreo e controlados via rádio pelo operador que fica no trabalho operando o cesto remotamente. Sendo assim não mais operado pelo operador do Guindalto “O conceito de autonomia não se relaciona apenas com questões energéticas, mas também se refere à capacidade de perceber, modelar, planejar e atuar para alcançar determinados objetivos, sem a intervenção (ou com uma intervenção muito pequena) do operador humano, já que o robô pode se locomover em ambientes estruturados ou não estruturados, total ou parcialmente conhecidos’. (GONÇALVES, 1016) Na figura abaixo temos dois exemplos, o modelo de trabalho em cesto acoplado no sistema correto e o outro uma prática fora da realidade do ano de 2023, porém ainda sendo usada por muitos. As quedas com diferença de nível têm sido uma das principais causas de acidente de trabalho graves e fatais no mundo, sendo que no Brasil é a principal causa de mortes na indústria” (LISBÔA, 2016). Na figura 1, abaixo nos mostra o procedimento de trabalho correto, porém na figura 2, temos um clássico de desleixo pela segurança e que ainda existem trabalhadores com essa prática. Figura 1 Fonte: Palfinger.com Figura 2 Fonte: Palfinger.com 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste estudo científico acadêmico de elaboração deste trabalho em fundamentação teórica e de acordo com o conceito clássico em automação industrial e na atribuição de segurança em trabalho em alturas de acordo com as normas de segurança as NR, o uso do cesto aéreo automatizado vem crescendo a cada dia no Brasil. Para evitar acidentes, cestos acoplados automatizados devem seguir rigorosamente as normas adequadas de segurança. No período considerado, cerca de 17% das unidades produtivas faziam uso de equipamentos de automação industrial no Estado de São Paulo. Se o grau de difusão de automação pode ser considerado relativamente baixo, no total do setor, comparativamente à adoção de novas estratégias de qualidade e produtividade, por exemplo, nas unidades produtivas das empresas de maior porte era relativamente elevado. Nestas, o percentual de plantas que utilizavam equipamentos de automação de manufatura ou de processo era superior a 50%. Nas unidades na faixa entre 100 e 499 pessoas ocupadas, 56,5% utilizavam equipamentos automatizados, enquanto naquelas com 500 e mais pessoas ocupadas esse percentual era de 83,4%. Observe a tabela abaixo. Por meio de cestos aéreos acoplados na lança de um guindaste, muitas atividades essenciais são realizadas. A manutenção na eletrificação de rede de distribuição e subestação por exemplo, pode ser realizada com o esse equipamento, bem como a poda de árvores próximo as redes elétricas. A construção civil e a indústria também se utilizam dessa prática rotineiramente para consertar máquinas e realizar acabamentos em obras. Esse tipo de operação, porém, exige cuidados extremos. Qualquer erro durante a execução dessa atividade pode ser fatal. Para evitar acidentes e garantir a segurança dos profissionais, foi criada o Anexo XII dentro na Norma Regulamentadora (NR) 12 – Máquinas e Equipamentos - com foco em equipamentos de guindar para elevação de pessoas e realização de trabalho em altura com o uso de cestos automatizados. O Anexo XII da NR12 foi publicado no Diário Oficial da União em dezembro de 2011. Na época, fizeram parte das discussões fabricantes e usuários de cestos acoplados, além de pessoas e entidades neutras (como representantes de universidades e de órgãos públicos). O Diretor Comercial da PALFINGER, Silvio Gateli, participou do grupo de trabalho que definiu as normas junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. A discussão das regras teve duração de cerca de dois anos. O convite a PALFINGER para participar dessa ação foi realizado em função da marca estar à frente em tecnologia no segmento. A empresa, antes mesmo da norma entrar em vigor, já contava com equipamentos na Europa que eram referência em segurança. Na atualidade a empresa Tezza Montagens Elétricas Ltda, adquiriu o caminhão de cesto automatizado da PALFINGER, o mesmo caminhão que ela usava em exposições e eventos sobre o cesto acoplado automatizado. A empresa pioneira em trabalhos no sistema elétrico de distribuição a Tezza Montagens Elétrica, com sua matriz na cidade de Orleans, Santa Catarina. Devido as exigências da concessionaria CELESC, no âmbito de segurança foi a primeira empresa no sul do estado a adquirir o cesto acoplado automatizado juntamente com o seu moderno caminhão. “Antes da NR 12, apenas a NR 18 citava trabalho em altura, com apenas na construção civil e para elevadores de carga. Não existia requisitos específicos para os guindastes, então convidaram empresas referências no assunto para desenvolver a norma juntamente com usuários e entidades neutras. Nesse sentido, nos chamaram para fazer parte do grupo de trabalho em 2009 e ficamos muito orgulhosos com o convite”, conta Gateli, (PALFINGER.com, 2020). Fonte: Tezza montagens elétricas/acervo acadêmico funcionário da empresa. Fonte: Tezza montagens elétrica /acervo acadêmico funcionário da empresa. 3. METODOLOGIA Fundada a empresa em julho de 1990, a ALFATRONIC INDUSTRIA E COMERCIO DE AUTOMAÇÃO EIRELI, é uma empresa que desenvolve soluções para a indústria, fabricando e comercializando equipamentos elétricos eletrônicos. Distribui a marca ABB, um dos maiores fabricantes de equipamentos elétricos de baixa e alta tensão. A Alfatronic é parceira em todos os níveis, e para tanto possui departamento de engenharia capaz de assessorar, dimensionar e projetar, utilizando o que há de mais moderno em tecnologia de automação. A Alfatronic se destaca como a grande fabricante nacional de controle remoto para guindastes e caminhões de elevação (muque), onde tem a sua linha de automação voltada na fabricação de rádios controle na movimentação e elevação dos cestos acoplados com controle nivelador automático AFT. A Alfatronic trabalha inteiramente com tecnologia nacional, permite controlar os movimentos dos equipamentos através de 6 Joystick (permitindo o controle de até 8 movimentos), com proporcionalidade e suavidades, bem como demais funções do caminhão, tais como buzina, liga/desliga o motor, aceleração/desaceleração do motor. Fonte: alfatronic.com Conforme a figura abaixo, temos um diagrama de funcionamento do controle integrado de guindaste instalado no caminhão Guindalto, sistema automatizado pela Alfatronic. Fonte: alfatronic.com Conforme a figura abaixo, a imagem temos os receptores do controlador integrado do AFT-RCT-TRM6+AFT-LME, usado no sistema do Guindaste. Fonte: alfatronic.com.br 3.1. CONHECENDO ALFATRONIC - CONTROLE NIVELADOR AUTOMATICO AFT. A Alfatronic tem como missão atender as necessidades e expectativas dos clientes, fornecendo soluções inovadoras, eficazes e confiáveis para auxiliar o trabalho de movimentação de cargas. Um modelo automatizado que vem ganhando forças na indústria 4.0. Sendo assim desenvolvemos este manual com objetivo de estabelecer parâmetros necessários ao bom desempenho e segurança do Controle Remoto, Controle de Movimento e Inclinação e Controle Nivelador de Cesto Aéreo na operação dos guindastes, oferecendo informações e instruções quanto a operação e manutenção, visando obter o máximo desempenho, durabilidade e vantagens que o equipamento pode-lhe oferecer. [...] mesmo em gaiola não é possível garantir que em uma operação errada a mesma não venha a cair. Cabe ressaltar que não tem como travar esta gaiola nos garfos de uma empilhadeira e que é possível inclinar a torre para frente, manobra essa que fará a gaiola cair, ocasionando um acidente grave ou fatal. Em suma, gaiola não é um acessório de empilhadeira que se adquire no mercado, a mesma tem que ser fabricada, ou seja, é uma improvisação e, portanto, não deve ser utilizada. (FRAGNANI, 2018, P.29) Fonte: alfatronic.com.br Os controles inferiores do guindaste não devem ser operados com trabalhadores na caçamba, exceto em emergência ou quando a operação ou atividade assim o exigir. Também estes dispositivos atendem a Norma ABNT NBR 14768:2015 itens: dispositivo de parada de emergência nos comandos superior e inferior, devendo manter-se funcionais em ambos os casos; controles inferiores prontamente acessíveis e dotados de um meio de prevalecer sobre o controle superior de movimentação da caçamba; sistema estabilizador, com indicador de inclinação instalado junto aos comandos dos estabilizadores, em ambos os lados, para mostrar se o equipamento está posicionado dentro dos limites de inclinação permitidos pelo fabricante; Dispositivos Limitadores e Indicadores; Controles; Sistemas elétricos e fenômenos relacionados; Anexo C1 e anexo D. válvula seletora, junto ao comando dos estabilizadores, que numa posição bloqueie a operação dos estabilizadores e na outra posição os comandos de movimentação da(s) caçamba(s); Os equipamentos de guindar que possuam mais de um conjunto de controle inferior devem possuir meios para evitar a operação involuntária dos controles, enquanto um dos controles estiverem sendo Operado. Comando do tipo PVE (Proporcional Valve - Electro-hydraulic Actuator), é um comando dotado de válvulas proporcionais dotadas de uma atuação eletro-hidráulica, é usado em equipamentos de guindar com maior capacidade de carga, por possuírem uma maior vazão, reduzindo o aquecimento gerado pela utilização de bombas hidráulicas maiores. Entretanto, esses comandos são acionados proporcionalmente por um sinal de tensão, e não por um sinal PWM. (MÂNICA,2022, p.14) Fonte: alfatronic.com Controles inferiores prontamente acessíveis e dotados de um meio de prevalecer sobre o controle superior de movimentação da caçamba; 3.1 g) dispositivo de parada de emergência nos comandos superior e inferior, devendo manter-se funcionais em ambos os casos; 3.1 q) sistema mecânico e/ou hidráulico que permita o nivelamento do cesto, evite seu basculamento e assegure que o nível do cesto não oscile além de 5° em relação ao plano horizontal durante os movimentos do braço móvel ao qual o cesto está acoplado. Em (MAJEWSKI et al., 2017), foi elaborado um controle remoto para a otimização do movimento do guindaste. Dessa forma, são estabelecidos os pontos finais e iniciais e, na sequência, o guindaste realiza o movimento mais eficiente para chegar no ponto final. Fonte: alfatronic.com O equipamento dispõe de diversos dispositivos de segurança. Estes dispositivos, permitem que o guindaste seja usado sob condições de segurança com todas as configurações de carga. Fonte: Tezza montagens elétricas / acervo acadêmico funcionário da empresa. Fonte: alfatronic.com A identificação dos equipamentos deve ser é feita através da plaqueta de identificação e adesivos colados no equipamento. Plaquetas de Identificação devem contém informações quanto a razão social, endereço do fabricante, número de série, ano de fabricação, modelo, peso, capacidade e pressão de trabalho do equipamento, Adesivos de Identificação e Instruções Os adesivos contêm informações quanto ao modelo do equipamento, capacidades de carga, instruções de segurança e operação. O Controle Inclinação Automático Alfatronic AFT-CSA foi desenvolvido para o controle automático de inclinação (+/-5°) em cestos aéreos acoplados à guindautos. Em conjunto com o estrutural do cesto e com o Controle Remoto e Momento Alfatronic AFT-RCTTRM6+LME permite atender integralmente a NR 12 - Anexo XII - Equipamentos de Guindar para Elevação de Pessoas e Realização de Trabalho em Altura. De tecnologia inteiramente nacional, permite controle do ângulo de inclinação de cestos aéreos acoplados à guindastes, dentro de +/- 5°, com proporcionalidade e suavidade (controle PWM). Possui botão de parada de emergência, chave manual/automático e chave para operação em manual de +/- inclinação. Leds indicadores de carga de bateria e alarme sonoro de carga mínima. Cabo para alimentação do sistema com conector automotivo(acendedor) e baterias internas que permitem autonomia de trabalho. Saídas para carregador XLR(Canon) e motor. Caixa compacta IP 65 em chapa com pintura ecoat+epoxi. Sistema eletrônico e baterias incorporadas a uma única caixa. Fácil instalação através de 4 parafusos. Saida CAN para utilização em conjunto com AFT-RCT-TRM6+LME, oferecendo inúmeras vantagens de otimização e possibilitando atendimento integral à NR 12. Atuador Linear reforçado, em aço, curso 305mm (12"), dimensionado para cesto duplo. Fonte: alfatronic.com Fonte: alfatronic.com.br Ficha técnica do conjunto AFT- CSA do equipamento de elevação cesto acoplado. Fonte: afatronic.com Fonte: google imagens. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO Com base neste estudo apresentado de automação industrial, na aplicação do uso de cestos niveladores em caminhãoautomatizados. A automação industrial é hoje sem dúvida, um grande nicho de mercado na indústria 4.0, envolve projetos milionários e cada vez mais ocorrem avanços e melhorias, a cada dia surgem novos produtos e tecnologias de segurança na prevenção de acidentes de trabalho, é preciso intender a história de segurança do trabalho, para que possamos entender este estudo. A NR- 12 que trata de equipamentos de guindar em trabalhos em altura com o uso de pessoas, em função da ocorrência de inúmeros casos de acidentes com cestas aéreas ouve uma procura por adaptação que provocaram a facilidade e a segurança dos trabalhadores. No setor elétrico na década de 70, as cestas aéreas (denominadas “maracangalhas”) eram equipamentos importados e de boa qualidade, porém esses equipamentos não contavam com o aprimoramento desejado automação industrial, alavancas de comando, proteção dos painéis, botões de segurança e controladores de nível e outros. Com o passar do tempo foram sendo solucionados a partir da experiencia em campo e exigências de mais segurança do Ministério do Trabalho. Nesta época quando se falava em cestas aéreas entendia se tratar de um “copo” ou uma caçamba ou ainda um compartimento. Atualmente, seguindo o conceito acima para cestas aéreas para identificar o compartilhamento do trabalhador em altura. Em dezembro de 2011, o Ministério do Trabalho, elaborou o Anexo XII – Equipamentos de Guindar para Elevação de Pessoas e Realizar Trabalhos em Altura. Essa medida deu-se pela existência de equipamentos inseguros especificamente no setor elétrico, onde acidentes eram graves e fatais. Em 2015 foi realizado o Workshop nacional sobre segurança no trabalho em altura apresentada pela concessionária COPEL. Hoje as NBR cuidam da segurança e equipamentos em trabalho em altura. A NR-10, especialmente em análise de riscos, abrange o planejamento, métodos de trabalho equipamentos. Conforme a imagem abaixo verificamos a taxa de mortalidade de trabalhadores de 1999 a 2013. o r Fonte:cadernos.ensp.fiocruz.br Inspeção de equipamentos de cestos aéreos automatizados. Fonte: conectar. online Para demostrar este estudo acadêmico em automação industrial, relacionado ao uso de cestos aéreos acoplados e nivelados ao Guindalto, serão apresentados os resultados e análise obtidos do uso do cesto automatizado em campo. Nesta fundamentação teórica, foi feita o acompanhamento de trabalho do cesto acoplado ao Guindalto do caminhão Ford da empresa Tezza Montagens Elétrica. Foram feitos os acompanhamentos e análises em campo observando passo a passo deste belíssimo trabalho em redes de distribuição padrão CELESC. Para que possamos intender o funcionamento do caminhão Guindalto, no seu sistema hidráulico e elétrico com o manuseio do cesto acoplado com o uso do controle de frequência em rádio. Este caminhão foi preparado para operar a distância no Guindalto, Tanto para trabalhos em elevação com peso já destinado pelo fabricante quanto a trabalhos com cestos tripulados remotamente. A figura abaixo nos mostra o caminhão da marca Ford com o Guindalto da PALFINGER automatizado, e o seu funcionamento destacado numericamente. Fonte: imagens criadas pelo acadêmico. Ao iniciar os trabalhos em campo local predestinado pelo chefe de turma, o condutor do veículo também especializado no controle de operação do Guindalto (motorista operador de Guindalto), ele é responsável pelas manobras no veículo e Guindalto. Posiciona se o veículo no local ideal para o trabalho, operador aciona o controle hidráulico, abre as sapatas com sensores de nivelamento retira o Guindalto do berço e inicia o posicionamento para a acoplagem do cesto nivelador. Fonte: Tezza montagens elétricas / acervo acadêmico funcionário da empresa. Fonte: Tezza montagens elétricas / acervo acadêmico funcionário da empresa. Nota se que a acoplagem é perfeita entre o Guindalto e o cesto de fibra nivelador. Fonte: Tezza montagens elétricas / acervo acadêmico funcionário da empresa. Após a liberação do acoplamento, o eletricista operador remoto está pronto para a pilotagem e o apto para o serviço. Todas as manobras são feitas remota mente através do controle Joystick. Um sistema de automação industrial criado para usos exclusivos. Fonte: Tezza montagens elétricas / acervo acadêmico funcionário da empresa. O sistema todo do caminhão é automatizado, desde a bomba hidráulica, mangueiras e seus componentes hidráulicos aos instrumentos eletrônicos, sensores, cesto nivelador, bateria e joystick e seus sistemas de automação de rádio comunicador e câmeras ao vivo comunicação caminhão COD- CELESC, são todos requisitos obrigatórios exigidos pelas NR. Sistemas de monitoramento nos caminhões são exigência da concessionaria CELESC, onde monitora todos os trabalhos exercidos com o Guindalto e trabalhos em altura com o cesto. Não é permitido cestos normais que não estejam em conformidade com a NR e fabricação de produtos automação industrial padrão. Fonte: Tezza montagens elétricas / acervo acadêmico funcionário da empresa. Todos os procedimentos de operação e manutenção básica do cesto acoplado, são apresentados aos operadores eletricistas durante o curso ministrados por profissionais técnicos da empresa. Fonte: Tezza montagens elétricas / acervo acadêmico funcionário da empresa 5. CONCLUSÃO A conclusão deste trabalho científico em automação industrial no tema de cestos aéreos acoplados niveladores, sendo este trabalho acadêmico designado pela universidade UNIASSELVI, Bacharel em Engenharia Elétrica, tem como objetivo maior mostrar em trabalho teórico sobre automação industrial, neste artigo em relevância ao cesto aéreo acoplado nivelador automatizado. A composição deste artigo mostra a obrigatoriedade em segurança de pessoas exigido pelo Ministério Do Trabalho, foram apresentados os funcionamentos de equipamentos do Guindalto com seus sistemas hidráulicos e elétricos e peças de automação industrial. Logo neste trabalho ficou o destaque para o cesto acoplado ao Guindalto. Através de imagens dos equipamentos e os trabalhos realizados, podemos ver na teoria e prática usada em campo, demostrada através de imagens da empresa Tezza, desde o acoplamento inicial até o seu trabalho final a desacoplagem. Foram vistas várias situações em que foram empregadas a automação industrial em Hidráulica, elétrica, equipamentos eletrônicos e comunicação, uma visão básica dos equipamentos. Foram analisados alguns pontos positivos e negativos sobre este trabalho do cesto acoplado nivelador, em campo neste caso exclusivo em trabalhos de altura em destacamos o brilhante movimento articulado do cesto, mantendo a estabilidade em seu nivelamento. Excelente trabalho de alcance do comunicador joystick com a central de automação do Guindalto. Movimentos suave tanto no giro quanto na elevação e distância nas lanças do Guindalto. Mas temos também os pontos negativos, a acoplagem do Guindalto ao cesto, só se dá para fazer a colocação da acoplagem com mais de duas pessoas, em caso de terrenos com declives e aclives o funcionamento dos sensores de nivelamento das sapatas do Guindalto trava, e ficam inoperantes todos os sistemas do Guindalto, inclusive o funcionamento do caminhão. Estes pequenos detalhes ainda não foram solucionados pela indústria de automação, mas como os órgãos de segurança do governo que fazem as fiscalizações e obrigam o uso das normas através de suas NR. Sendo assim obrigando as empresas de automação buscarem a cada dia novas ideias e equipamentos para a praticidade e segurança e saúde do homem, levando a automação industrial ao patamar gigantesco. “Passamos pela era da automação como um raio, e sem pedir licença, entramos na quarta fase da revolução Industrial: a era da sustentabilidade e conectividade, em um mundo globalizado” Rodrigues, Marcos Vinicio, oPensador.com. Este artigo teve a colaboração de imagens e conceitos de trabalhos cedidos pala empresa @Tezza montagens Elétricas. É possível acessar e conhecer as empresas envolvidas através da internet, @Palfinger e @ALFATRONIC. REFERÊNCIAS ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR-6023. Informação e documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. Alfatronic.com.br, Cestos acoplados. Ava.uniasselvi.com.br, Seminário interdisciplinar, UNIASSELVI> BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 35 – Trabalho em Altura. Brasília: Ministério do Trabalho e Emprego, 2016. Disponível em: . Acesso em: 12 mar.2017. CAMPANA, OPLUSTIL, 2011, p.2 FRAGNANI, Anatã Geraldi. Adequação de ambientes e dos equipamentos. Tubarão, 2018. Google imagens, Cestos aéreos acoplados ao Guindalto. GONÇALVES, 1016, Conceito da autonomia. Lume.ufrgs.br/handle/10183/240133 MAJEWSKI et al., 2017, foi elaborado um controle remoto para a otimização do movimento do guindaste. MÂNICA,2022, p.14, Electro-hydraulic. NR 35, 2016, p.3, Normas técnicas brasileiras. Palfinger.com.br/pt-br, Guindalto. Repositório.animaeducação.com.br Rodrigues, Marcos Vinicio, O Pensador, Pensador.com/frases. Tezza Montagens Elétricas, Facebock.com 1 Nome dos acadêmicos 2 Nome do Professor tutor externo Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo I - dd/mm/aa image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.jpeg image18.jpeg image19.jpeg image20.png image21.png image22.png image23.jpeg image24.jpeg image25.png image26.png image27.png 1 Nome dos acadêmicos 2 Nome do Professor tutor externo Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo I - dd/mm/aa AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Nivelador Automático De Cesto Aéreo Acadêmicos¹ Rudiney Sebastião Cardoso Tutor Externo² Claudio Borges RESUMO O presente trabalho acadêmico de engenharia elétrica neste quinto semestre, tem por objetivo o conceito de trabalho em automação industrial no uso de cestos aéreos com nivelador automático. O conceito deste artigo de estudo científico é descrever a história, conhecimento e seus mecanismos de funcionamentos e a aplicação de um modelo de cesto aéreos acoplado em caminhões com guindauto (muque). Neste trabalho será apresentado toda construção e funcionabilidade deste dispositivo de trabalho. Diante deste estudo acadêmico ao longo deste artigo científico Paper serão apresentados o desenvolvimento teórico, ilustrativo e prático no âmbito de trabalho de cesto em altura. O proposito deste artigo é compreender o uso e funcionamento deste modelo de nivelador automático industrial de acordo com as normas técnicas NR 12 que abrange a obrigação e uso de cestos aéreos no Brasil que vem ganhando a obrigatoriedade nas concessionárias principalmente na CELESC (Central Elétrica de Santa Catarina). Palavras-chave: Artigo científico. Nivelador automático de cesto aéreo – NR 12. SUMMARY The present academic work of electrical engineering in this fifth semester, aims at the concept of work in industrial automation in the use of aerial baskets with automatic leveler. The concept of this scientific study article is to describe the history, knowledge and its functioning mechanisms and the application of an aerial basket model coupled in trucks with crane (muck truck). In this work all construction and functionality of this working device will be presented. In view of this academic study, throughout this scientific paper, the theoretical, illustrative, and practical development will be presented in the context of basket work at height. The purpose of this article is to understand the use and operation of this model of industrial automatic leveler in accordance with the technical standards NR 12, which covers the obligation and use of aerial baskets in Brazil, which has been becoming mandatory in concessionaires, mainly in CELESC (Central Electric de Santa Catherine). KEYWORD: Scientific article. Automatic aerial basket leveler - NR 12. 1. INTRODUÇÃO No mundo atual, repleto de tecnologias e constantes inovações, fica difícil imaginar o homem sem suas máquinas e equipamentos elétricos. A automação é conceituada como um conjunto de