Prévia do material em texto
0 UNIVERSIDADE PAULISTA Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores de Tecnologia PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR III Biblioteca Comunitária POLO PATOS - PB 2020 1 UNIVERSIDADE PAULISTA Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores de Tecnologia PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR III Biblioteca Comunitária EMMANUEL ARAÚJO GURGEL RA: 2013206 Curso: REDE DE COMPUTADORES Semestre: 2º SEMESTRE POLO PATOS - PB 2020 2 RESUMO O SIB - Sistema de Informação de Bibliotecas é útil porque facilita a localização de livros e outros recursos da biblioteca rapidamente, otimiza a administração de empréstimos de livros, o registro de novas aquisições e os processos técnicos de catalogação e classificação dos exemplares. Apoiando assim o ensino, a pesquisa e a gestão do conhecimento da comunidade do setor. A realização do Projeto Integrado Multidisciplinar III se deu como forma de atender os requisitos das disciplinas de: Administração de Banco de Dados; Ética e Legislação Profissional; Linguagem e Programação Aplicada; e Metodologia cientifica. Dessa forma, além de expor as diretrizes do sistema informático, esse trabalho também tem como objetivo discutir o direito de conhecimento que todos os cidadãos têm acesso por direito, analisando a importância de empregar a ética na manutenção de uma biblioteca comunitária. Para embasar o trabalho, será utilizada como metodologia uma revisão bibliográfica realizada com o auxílio de livros, artigos e trabalhos com relevância acadêmica para a confecção desse trabalho. Palavras-chave: Biblioteca comunitária; Banco de Dados; Sistema de Informação; Ética; Metodologia. . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . 3 . ABSTRACT The SIB - Library Information System is useful because it facilitates the location of books and other library resources quickly, optimizes the administration of book loans, the registration of new acquisitions and the technical processes of cataloging and classifying copies. Thus supporting the teaching, research and knowledge management of the sector community. The Multidisciplinary Integrated Project III took place as a way to meet the requirements of the disciplines of: Database Administration; Ethics and Professional Legislation; Language and Applied Programming; and Scientific methodology. Thus, in addition to exposing the guidelines of the computer system, this work also aims to discuss the right of knowledge that all citizens have access by right, analyzing the importance of using ethics in maintaining a community library. To support the work, a bibliographic review carried out with the aid of books, articles and works with academic relevance for the making of this work will be used as methodology. Keywords: Community library; Database; Information system; Ethic; Methodology. . .. . . . .. . . . . .. . . . . . . .. . . . . . . 4 Sumário 1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 5 1.1 Problema de Pesquisa .......................................................................................... 6 2 ADMINISTRAÇÃO DE BANDO DE DADOS ............................................................ 8 2.1 Sistemas de Informação - Aspectos Gerais .......................................................... 8 2.2 Sistema de Informação de uma Biblioteca Comunitária ........................................ 9 2.2.1 Funcionalidades do Banco de Dados da Biblioteca ......................................... 10 2.2.1 Interface ........................................................................................................... 12 2.2.2 Cadastro do Acervo .......................................................................................... 14 2.2.3 Consulta ........................................................................................................... 16 2.2.4 Empréstimo e Renovação ................................................................................ 17 2.2.5 Relatórios Administrativos e Backup ................................................................ 18 3 LINGUAGEM E PROGRAMAÇÃO APLICADA ...................................................... 19 4 METODOLOGIA CIENTIFICA ................................................................................ 23 5 ÉTICA E LEGISLAÇÃO PESSOAL ........................................................................ 25 5.1 Ética e Legislação na Área de T.I Aplicada a Bibliotecas Comunitárias .............. 25 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................... 28 REFERENCIAS ......................................................................................................... 29 5 1 INTRODUÇÃO Esta pesquisa refere-se ao tema do trabalho social onde parte das necessidades de uma biblioteca comunitária localizada em uma periferia, onde são feitos empréstimos intramurais e extramurais. A realização de uma análise prévia identifica que para os processos administrativos da biblioteca não existe uma plataforma de registo adequada, por isso não existe um controle adequado do seu inventário ou dos beneficiários que usufruem dos serviços prestados nas suas instalações. A investigação desta problemática é realizada com o interesse de aproveitar os benefícios que a tecnologia oferece, além da sua utilização oportuna e adequada. É por isso que um sistema de informação feito de acordo com as necessidades da fundação é a opção mais bem sucedida e eficiente para apoiar as tarefas de gestão administrativa da biblioteca (SILVIA, 2008). O objetivo do projeto é apresentar um sistema de informação funcional e autossustentável que permita gerir os processos de uma biblioteca comunitária, respondendo assim às necessidades previamente identificadas, incluindo o registo de livros, devedores e empréstimos, entre outros. É relevante o desenvolvimento do Sistema de Informação de Bibliotecas (SIB) para a gestão da informação dos diferentes meios bibliográficos da biblioteca tema desse trabalho, que tem por objetivo ter uma biblioteca com informação atualizada que forneça informação rápida e precisa sobre os diferentes meios bibliográficos com os quais que a biblioteca possui, facilitando toda a consulta dos referidos recursos pelos usuários. A principal motivação deste projeto é, portanto, melhorar o serviço de empréstimo de livros e produzir maior agilidade e eficiência tanto para o usuário quanto para o funcionário desses serviços bibliotecários. O SIB é útil porque facilita a localização de livros e outros recursos da biblioteca rapidamente, otimiza a administração de empréstimos de livros, o registro de novas aquisições e os processos técnicos de catalogação e classificação dos exemplares. Apoiando assim o ensino, a pesquisa e a gestão do conhecimento da comunidade do setor. A realização do Projeto Integrado Multidisciplinar III se deu como forma de atender os requisitos das disciplinas de: 6 Administração de Banco de Dados; Ética e Legislação Profissional; Linguagem e Programação Aplicada; e Metodologia cientifica. Dessa forma, além de expor as diretrizes do sistema informático, esse trabalho também tem como objetivo discutir o direito de conhecimento que todos os cidadãos têm acesso por direito, analisando a importância de empregar a ética na manutenção de uma biblioteca comunitária. Para embasar o trabalho, será utilizada como metodologia uma revisão bibliográfica realizada com o auxílio de livros, artigos e trabalhos com relevância acadêmica para a confecção desse trabalho. 1.1 Problemade Pesquisa Esse projeto foi confeccionado como requisito parcial para conclusão do bimestre no curso de Redes de Computadores da UNIP, está relacionado ao desenvolvimento de um banco de dados informático necessário para um sistema de controle de biblioteca, em que tem-se: criação de tabelas, ingresso de itens, inter-relacionamento de dados e rotinas de devolução e exclusão de itens. O objetivo da biblioteca comunitária é contribuir para a melhoria e elevação da qualidade de vida dos associados e da comunidade em geral, por meio da organização e realização de eventos de treinamento, culturais, recreativos e esportivos com jovens e adultos de um bairro periférico de uma grande cidade. Por ser uma entidade sem fins lucrativos, não possui poder econômico para satisfazer necessidades que possam ser supridas com tecnologia. A biblioteca onde encontram-se diversos tipos de livros como enciclopédias, livros acadêmicos, livros de leitura, entre outros. Esses elementos são emprestados à comunidade para diversas atividades. Atualmente a biblioteca não possui um controle adequado, uma vez que esses livros são constantemente emprestados sem nenhum tipo de registro, além disso, a biblioteca não possui um inventário atualizado de todo o material de leitura disponível nas instalações. Esse número está aumentando constantemente, por 7 isso não há um registro adequado dessas novas pessoas ou dos que já estão na associação. A problemática desse estudo se manifesta por meio da seguinte pergunta de pesquisa: O desenvolvimento e implementação do sistema de informação da biblioteca melhora os processos administrativos de controle e gestão dos livros disponibilizados? . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 8 2 ADMINISTRAÇÃO DE BANDO DE DADOS 2.1 Sistemas de Informação - Aspectos Gerais Um sistema de informação é um conjunto de elementos orientados para o tratamento e administração de dados e informações, organizados e prontos para uso posterior, gerados para cobrir uma necessidade ou objetivo. É importante notar que existem dois tipos de sistema de informação, formal e informal; os primeiros usam estruturas sólidas como computadores como meio de execução, os segundos são mais feitos à mão e usam meios mais antigos como papel e lápis ou boca a boca. O estudo dos sistemas de informação surgiu como uma subdisciplina da informática, com o objetivo de racionalizar a administração da tecnologia nas organizações (SÁ; ROCHA, 2017). O desenvolvimento do sistema de informação para este projeto é puramente software, portanto esta palavra deve ser definida, que possui muitas definições, portanto, uma forma de fazê-lo é que “software de computador é o produto que os programadores constroem e que é então mantida por um longo tempo. Inclui programas que são executados em um computador de qualquer tamanho e arquitetura, conteúdo que é apresentado à medida que os programas de computador são executados e informações descritivo tanto em papel quanto em formatos virtuais que abrangem virtualmente a qualquer meio eletrônico. A engenharia de software é composta por um processo, um conjunto de métodos (práticas) e uma série de ferramentas que permitem aos desenvolvedores construir software de computador de alta qualidade (CALLADO et. al, 2012). Levando-se em consideração a definição anterior, é possível cobrir um grande tema como a arquitetura de um sistema de informação ou a arquitetura de software que, em linhas gerais, é uma visão do sistema que inclui seus principais componentes, o comportamento de esses componentes conforme percebidos pelo resto do sistema e as maneiras pelas quais os componentes interagem e se coordenam para cumprir a missão do sistema. A visão arquitetônica é uma visão abstrata, fornecendo o mais alto nível de compreensão e a supressão ou diferimento dos detalhes inerentes à maioria das abstrações. A arquitetura de software é essencial para o desenvolvimento 9 eficaz de um sistema de informação, uma vez que está incluída na parte de design. Através dela podemos identificar quantas camadas físicas e lógicas o projeto deve carregar para um comportamento eficiente, atendendo aos requisitos funcionais e não funcionais inicialmente definidos. Teoria Geral dos Sistemas (TGS) é o estudo interdisciplinar dos sistemas em geral. Seu objetivo é estudar os princípios aplicáveis aos sistemas em qualquer nível em todos os campos de pesquisa. A teoria geral dos sistemas não apenas estuda a estrutura do sistema, mas também seu comportamento, seu funcionamento, este último dependendo de sua estrutura (JANUZZI; FALSARELLA; SUGAHARA, 2014). Essa teoria basicamente afirma que o todo é maior ou menor que a soma das partes, e o explica porque não é apenas sua estrutura, mas também a relação entre suas partes, que o faz agregar valor ao sistema. Afirma ainda que os sistemas são constituídos por subsistemas e estes por sua vez fazem parte de sistemas mais complexos, mantendo uma relação entre si, que é generalizada na medida em que tudo se relaciona de alguma forma. O TGS deu origem aos termos sinergia e recursão. A sinergia é o princípio básico da teoria dos sistemas e refere-se ao fato de que o todo não é igual à soma das partes como René Descartes se referiu, nem pode ser deduzido de qualquer elemento do sistema. A recursão alude à ideia de subsistemas, sistemas e supra sistemas e postula que um objeto sinérgico é composto de partes que, por sua vez, são sinérgicas. 2.2 Sistema de Informação de uma Biblioteca Comunitária O conceito de sistema de informação para uma biblioteca comunitária não é algo novo, é utilizado para se referir a um sistema de aplicativos cuja função é estender a funcionalidade de uma biblioteca convencional, por exemplo, disponibilizando todo o seu acervo aos usuários. Uma definição mais precisa é qualquer aplicativo ou sistema destinado a prover acesso e atendimento a grandes volumes de informações, que devem ser de forma organizada e digitalizada. Um sistema de informação oferece uma grande vantagem para quem tem que manusear um grande número de volumes, 10 pois permite ao leitor acessar através de uma tela, o que procura ou procura, sem a necessidade de danificar o material original, podendo, se desejar, imprimir o texto que a pessoa precisa (WAZLAWICK, 2011). O sistema da internet em uma biblioteca, é acessível com o mínimo de equipamento: um computador, um modem, uma linha telefônica, eletricidade e acesso a e-mail ou (completo) à Internet. A Internet abre todo o seu potencial para que a interconexão entre os diversos pontos sirva para chegar àquele material que de outra forma seria quase inacessível. Existem muitas formas de organizar uma biblioteca, mas entre todas as diferenças e particularidades existem algumas características gerais que todas têm em comum. As bibliotecas geralmente têm grandes volumes de informações de alta qualidade (GUEDES; BORSCHIVER, 2005). O material é catalogado e garante que sua origem, data e outras descrições externas sejam muito precisas. Muitas das bibliotecas estão preocupadas em fornecer acesso digital a materiais existentes em coleções de bibliotecas tradicionais e se concentram em materiais que foram originalmente feitos para mídia analógica: texto digitalizado ou bibliotecas de imagens, vídeos digitalizados e segmentos audiovisuais. Outros projetos estendem a biblioteca a um conjunto de dados científicos, bibliotecas de software ou trabalho multimídia. A maior parte do trabalho nesta área concentra-se no fornecimento de conteúdo ou método de acesso melhorado, de forma a que as necessidades de informação de um determinado indivíduo sejam satisfeitas, por exemplo, um estudante de química à procura de informação para um projeto, um estudante doensino médio procurando um livro sobre química. 2.2.1 Funcionalidades do Banco de Dados da Biblioteca No início não havia computadores, quando havia, a forma mais antiga de armazenamento era plana, em grandes fitas magnéticas ou perfuradas. Em seguida, os cientistas da computação começaram a organizar seus dados em dois tipos de modelos: o modelo hierárquico e o modelo de rede. No modelo hierárquico, os tipos de informação foram classificados em forma de árvore. Em 11 um determinado banco de dados, por exemplo, a raiz dessa árvore eram os registros da empresa (GUIMARÃES, 2008). Cada empresa armazenaria os dados de um conjunto de departamentos, estes seriam responsáveis por manter os dados de seus funcionários, e assim por diante. Além do conjunto de departamentos, uma empresa pode possuir outro conjunto de registros, como imóveis ou algo parecido. O problema, como é fácil imaginar, é que o mundo real não se adapta facilmente a esse tipo de organização. Portanto, "registros virtuais" são adicionados a esse modelo de dados, que são, no fundo, uma forma primitiva de ponteiros entre registros. O modelo de rede é um pouco mais flexível. Um registro pode conter um conjunto de outros registros. Além disso, cada um desses registros pode pertencer ao conjunto de outros registros. Isso foi conseguido por meio de ponteiros (PINHEIRO, 2006). Esses modelos desapareceram, por se tratarem de sistemas de navegação, pois para obter os dados era necessário ter uma ideia clara de como os dados estavam organizados. Mas o que mais afetou esses modelos foi a falta de ferramentas que facilitassem as consultas aos bancos de dados. Foi aí que apareceu um matemático da IBM, que não inventou o conceito de registro porque ele já existia, mas percebeu que se organizassem cada registro como um simples campo, poderia ser desenhado um sistema matemático que permitiria a decomposição das informações sobre esses registros planos, com a segurança de poder restaurar esses dados posteriormente, com a ajuda de operações algébricas. A teoria matemática por trás desse modelo é conhecida como álgebra relacional e é a base de nossa conhecida linguagem SQL e QBE (SILVA, 2008). Desta forma, qualquer pessoa pode interagir com um banco de dados. No mercado existem muitos gerenciadores de banco de dados. A questão é quais são os critérios para avaliar um gerenciador de banco de dados? As exigências da biblioteca comunitária, estabelecidas pela instrução e da qual já se obtiveram vários detalhes, residem na consulta e empréstimo de livros pela comunidade, muitos dos quais. Há um grande número de pedidos de livros por parte dos usuários não são atendidos, porque não há livros deixados nas prateleiras para emprestar, porque estão sendo usados ou estão em más condições físicas. 12 O desenvolvimento do SIB é feito em java, pois é uma linguagem de programação que facilita a realização das interfaces e a conexão com o banco de dados. Para o desenvolvimento do sistema, foi escolhido o ambiente integrado de desenvolvimento, por ser de maior conhecimento para os desenvolvedores e, portanto, maior facilidade para futuras alterações do sistema, se necessário. O sistema de gerenciamento de banco de dados é MySQL licenciado pela ORACLE CORPORATION. Este gerenciador de banco de dados foi escolhido por ser um dos que proporciona fácil gerenciamento do desenvolvimento e conexão com o ambiente integrado de desenvolvimento. O sistema de informação baseia-se nos registos dos jovens que usufruem dos serviços da fundação, pelo que é de vital importância obter as formas físicas a biblioteca comunitária consegue desenvolver da mesma forma no sistema, onde pode capturar as mesmas informações e o sistema é 100% útil para a instituição. 2.2.1 Interface Quando um livro é adquirido, antes de ser admitido na biblioteca, ele deve ser levado ao depósito onde um número de estoque é colocado após a revisão. Mais tarde, ele é levado para a biblioteca onde o assistente o classifica e adiciona um token de controle para estatísticas futuras. Para a classificação dos livros é utilizado o sistema SCDD20 (Sistema de Classificação Decimal DEWEY - CDD), que é realizado da seguinte forma: Primeiramente, o livro é colocado no índice geral de áreas, seguido de um número obtido no índice específico por assunto que depende do conteúdo do livro. Além disso, conterá outros códigos como autor, volume, cópia e uma faixa colorida que indica o tipo de livro. A classificação do CDD segue a seguinte ordem: 000 – Obras Gerais 100 – Filosofia 200 – Religião 300 – Ciências Sociais 400 – Linguística 500 – Ciências Puras 13 600 – Ciências Aplicadas 700 – Belas Artes 800 – Literatura 900 – História, Geografia, Biografia O código do autor é obtido em uma tabela. Escolhendo as três primeiras letras do sobrenome do autor. Se houver dois autores, serão escolhidas as três primeiras letras do sobrenome do primeiro autor e, se houver mais de três autores, serão escolhidas as três primeiras letras do título do livro. O código do volume depende do número de volumes que possuem um título. O código de emissão depende do número de exemplares existentes na biblioteca do mesmo livro A faixa colorida será vermelha se for um livro de reserva, amarela se for um livro geral e puder ser emprestado e azul se for a única cópia e não pode ser emprestado. Embora o sucesso de um sistema ou produto baseado em computador seja medido de várias maneiras, a satisfação do usuário está no topo da lista. Ao compreender como os usuários finais (e outras partes interessadas) desejam interagir com um sistema, a equipe de software estará mais bem equipada para caracterizar adequadamente os requisitos e fazer análises e modelagens significativas do projeto. Assim, a modelagem dos requisitos com UML começa com a criação de cenários na forma de casos de uso, diagramas de atividades, entre outros. Para o seguinte diagrama do projeto do sistema de informação, o modelo de visão da arquitetura 4 + 1 é levado em consideração, que é baseado em múltiplas visões simultâneas. As visualizações geralmente descrevem o sistema do ponto de vista de diferentes partes interessadas, como usuários finais, desenvolvedores ou gerentes de projeto. A interface do sistema proposto apresenta um menu onde o administrador ou usuário tem acesso a um grande número de opções. É uma aplicação que auxilia o usuário na catalogação de livros, no recebimento e empréstimo de exemplares, sendo de fácil manuseio para usuários e voluntários da biblioteca. As principais opções disponibilizadas na interface são: Seção de cadastro do usuário: É o perfil do usuário, que contém informações importantes sobre ele, como nome e sobrenome, endereço, telefone, e-mail e CPF/RG. O sistema oferece ainda a possibilidade do usuário 14 receber um lembrete via e-mail quanto o prazo para devolução estiver se esgotando; Disposição do acervo literário disponível: Os livros são classificados em ordem alfabética, organizados por seções; Consulta de reserva: O usuário pode verificar se o livro que ele quer emprestar está reservado (e quando a reserva acabará) ou se encontra disponível para empréstimo; Relatório/Histórico: Possibilita que o usuário consulta a quantidade de livros que o usuário já emprestou da biblioteca, que títulos foram, as datas de retirada e devolução, empréstimos que não foram devolvidos, entre outros. A Interface da aplicação será demonstrada na figura 1, contempla as principais atribuições do sistema como: cadastro, empréstimo, consultas, devoluções e relatórios. Figura 1. Interface da Aplicação Fonte: Elaboração Própria (2020). 2.2.2 Cadastro do Acervo Para a realização do cadastro de obras, os voluntários que atuam na biblioteca farão o preenchimento de todas as informaçõesrelativas ao livro: título do livro, nome do autor, ano de publicação, editora, ano de publicação. Será 15 disponibilizado também um campo para que o voluntário classifique o estado de conservação do livro e possíveis avarias. Cabe ressaltar que a biblioteca comunitária irá funcionar por meio de doações e os livros nem sempre são bem conservados, por isso há a necessidade de um trabalho de curadoria das obras para garantir a sua conservação. Quando o cadastro do livro é finalizado, o sistema idealizado irá gerar um código para identificação, além de um código de barras para facilitar as atividades operacionais da biblioteca. Figura 2. Cadastro de Obras no Acervo da Biblioteca Comunitária Fonte: Elaboração Própria (2020). Já no fluxograma 1, será apresentada uma simulação da maneira como uma obra que irá compor o acervo da biblioteca é realizado, o processo abrange a seleção, catalogação e classificação do livro que integrará o sistema da biblioteca analisada. Fluxograma 1 - Processo de Cadastro de Livros 16 Fonte: Elaboração Própria (2020). 2.2.3 Consulta O procedimento de consulta e empréstimo de um livro é realizado da seguinte forma: ao entrar na biblioteca, o usuário utilizará os computadores localizados nas dependências da biblioteca para usufruir do sistema que oferece o serviço de busca de livros na biblioteca por Autor, Assunto ou Título deste. Isso lhe dará a lista dos documentos encontrados ao fazer a consulta, os quais possuem um código de classificação que deve ser entregue ao assistente de circulação e empréstimo, que se encarregará de procurar o livro nas estantes da biblioteca. Se o usuário for fazer uso do documento nas áreas de leitura da biblioteca, ele entregará seu cartão ao auxiliar e assinará a folha de controle para que o documento seja entregue. Se o usuário desejar levar o livro para casa, será verificado o tipo de usuário e o tipo de livro, dependendo disso, saber-se-á em que dia o livro poderá ser levado e quando deverá ser devolvido. Adicionalmente, 17 o assistente gere tabelas de controle de crédito por área de acordo com a sua classificação geral e por carreira, para efeitos estatísticos no final do mês. 2.2.4 Empréstimo e Renovação A realização do empréstimo é iniciada quando o usuário insere seu usuário e senha na tela do sistema. Em seguida, o usuário será direcionado para o seu perfil, onde há informações gerais sobre o mesmo, endereço, e-mail, nome e sobrenome, CPF/RG entre outros para que ele possa confirmar seus dados. Após selecionar o livro desejado, o usuário se dirigirá ao balcão para retirada da obra com o voluntário da biblioteca. O usuário assinará um cartão de empréstimo, com um termo de comprometimento que o livro deverá ser reposto caso ele seja perdido, depredado ou danificado de qualquer forma. A aplicação informa ao voluntário a localização da obra (exemplo, Estante D, Fileira 2, Seção de Ficção Cientifica). Por fim, o usuário receberá um comprovante com a data que o empréstimo foi realizado e a data que ele deverá ser resolvido ao acervo, assim como as penalidades em caso de atraso (multa ou suspensão dos empréstimos provisoriamente). Figura 3. Interface do Menu de Empréstimos (Administrador) Fonte: Elaboração Própria (2020). 18 Na figura 4 será apresentado um diagrama de sequência, de como os empréstimos são realizados: Figura 4. Diagrama de Sequência Fonte: Elaboração Própria (2020). 2.2.5 Relatórios Administrativos e Backup Na tabela 1, o sistema se constitui como uma ferramenta muito relevante para a administração da biblioteca. A aplicação fornece dados como. Tabela 1. Dados fornecidos pelo relatório do Sistema da Biblioteca Comunitária Fonte: Elaboração Própria (2020). 19 3 LINGUAGEM E PROGRAMAÇÃO APLICADA Aprender a linguagem C atualmente é imprescindível. Porque é uma das linguagens de programação mais bem projetadas, eficientes e fáceis de usar da atualidade. C é uma linguagem bastante simples, que sobreviveu ao passar do tempo, com sistemas operacionais, compiladores, ferramentas de sistema e muitas coisas necessárias para o funcionamento de aplicativos escritos em linguagens de nível superior (DO LAGO PEREIRA, 2010). Seu design minimalista, harmonioso e correto difere de outros que parecem remendados e forçados a se adaptar a certos paradigmas. C é usado no kernel Linux, nos BSDs, macOS e na API do Windows WinAPI) é exportado como funções e estruturas C. C é uma linguagem de programação de propósito geral que oferece economia sintática, controle de fluxo e estruturas simples e um bom conjunto de operadores. Não é uma linguagem de alto nível e sim uma linguagem pequena e simples e não é especializada em nenhum tipo de aplicação. Isso a torna uma linguagem poderosa, com um campo de aplicação ilimitado e, acima de tudo, é aprendida rapidamente. Em nenhum momento, um programador pode usar toda a linguagem (STROUSTRUP, 2000). C trabalha com tipos de dados que são diretamente tratáveis pelo hardware da maioria dos computadores modernos, como caracteres, números e endereços. Esses tipos de dados podem ser manipulados por operações aritméticas fornecidas por computadores. Ele não fornece mecanismos para tratar outros tipos de dados além dos básicos, e o programador deve desenvolvê- los. Isso permite que o código gerado seja muito eficiente e, portanto, o sucesso que teve como linguagem de desenvolvimento de sistemas (PRICE; TOSCANI, 2008). Não fornece outros mecanismos de armazenamento diferente de dados estáticos e não fornece mecanismos de entrada ou saída. Isso permite que a linguagem seja reduzida e os compiladores fáceis de implementar em diferentes 20 sistemas. Ao contrário, essas deficiências são compensadas pela inclusão de funções de biblioteca para realizar todas essas tarefas, que normalmente dependem do sistema operacional. Originalmente, o manual de referência da linguagem para o público em geral era o livrode Kernighan e Ritchie, escrito em 1977. É um livro que explica e justifica totalmente o desenvolvimento de aplicações em C, embora utilizasse construções, na definição de funções, que poderiam causar confusão e erros de programação que não foram detectados pôr o compilador. Conforme os tempos mudam e as necessidades mudam, em 1983 a ANSI estabeleceu o comitê X3J11 para desenvolver uma definição moderna e compreensível de C. O padrão é baseado no manual de referência original de 1972 e é desenvolvido no mesmo espírito de seus criadores originais (SOUZA; SOARES & GOMES, 2011). A primeira versão do padrão foi publicada em 1988 e todos os compiladores agora usam a nova definição. Uma contribuição muito importante do ANSI consiste na definição de um conjunto de bibliotecas que acompanham o compilador e as funções nelas contidas. Muitas das operações comuns com o sistema operacional são realizadas por meio dessas funções. Uma coleção de arquivos de cabeçalho, cabeçalhos, nos quais os tipos de dados e funções incluídos em cada biblioteca são definidos. Os programas que usam essas bibliotecas para interagir com o sistema operacional obterão um comportamento equivalente em outro sistema (FEOFILOFF, 2008; FARREL, 2010). A linguagem utilizada para ser utilizada na aplicação da biblioteca comunitária seria a Java. A fase inicial do sistema permitiria a inclusão de obras no acervo e novos usuários, divididos em duas etapas. Posteriormente a aplicação entraria em modo de atendimento, possuindo um menu com informações claras para o usuário: - Empréstimo; - Devolução; - Consulta de posição do usuário. Na figura 5 será apresentada uma simulação de um sistema para catalogação de obras e registro de usuário. 21 Figura 5. Simulação do Sistema para Catalogação de Obras e Registro de Usuário22 Fonte: Deitel; Deitel (2011). 23 4 METODOLOGIA CIENTIFICA Para muitas pessoas, a pesquisa é uma atividade complicada, difícil de realizar, estranha para as pessoas comuns, exclusivamente para aqueles que têm uma mente privilegiada, ou para os muitos estudiosos que têm os mais altos graus acadêmicos que são realizados exclusivamente em centros ou instituições especializada, com orçamentos elevados e equipamentos sofisticados. O pesquisador científico busca resolver problemas, responder perguntas, ou compreender ou prever fenômenos; A diferença é que é feito de forma ordenada e sistematizada, utilizando o método científico, de forma que o conhecimento obtido seja verdadeiro e confiável. A pesquisa científica, portanto, é como qualquer tipo de pesquisa, só que mais rigorosa e realizada com maior disciplina. É o meio que permite estabelecer novas teorias ou modificar as existentes, gerando conhecimentos que transformem a realidade e resolvendo os problemas sociais, científicos, tecnológicos e filosóficos que surgirem (DEMO, 2008). A pesquisa científica orienta o pesquisador em seu raciocínio e abordagem da realidade, ordena suas ações e fornece critérios de rigor científico, está ligada à realidade, ao contexto cultural, social e político, e ao campo do saber disciplinar. O conhecimento que gera ultrapassa fronteiras, conecta pesquisadores de diferentes partes do mundo e de diferentes disciplinas e contribui para o enriquecimento da formação universitária e profissional (MATTAR NETO, 2002). A metodologia é muito importante no mundo da ciência e do conhecimento, referindo-se neste caso sob o conceito de método científico, embora também seja aplicável, por exemplo, ao local de trabalho, onde temos uma metodologia de trabalho que nos leva a um desempenho superior e produtividade, bem como uma metodologia de estudo que permite alcançar uma maior eficiência no estudo e na realização de algum trabalho. Gutierrez (1986) lembra ainda que “o método utilizado para a compreensão científica da sociedade pode ser aplicado para o conhecimento da estrutura e funcionamento da organização produtiva, mas, por outro lado, sua aplicação a uma parcela da sociedade implica a concordância pelo menos no 24 essencial, com suas conclusões para o ambiente social e uma articulação entre o todo e as partes de forma coerente”. 25 5 ÉTICA E LEGISLAÇÃO PESSOAL 5.1 Ética e Legislação na Área de T.I Aplicada a Bibliotecas Comunitárias O surgimento da informática e dos sistemas de informação, aliado ao desenvolvimento tecnológico, tem causado uma mudança radical na sociedade nas últimas décadas. Hoje pode-se constatar que os computadores se tornaram uma ferramenta muito importante, cuja expansão é tal que podem ser encontrados em muitos lugares diferentes: integrados em carros, aeroportos, bancos, hospitais, centros de pesquisa e em tantos lugares mais, projetado para as tarefas de armazenamento, controle e manipulação da informação ou dos vários processos que são necessários (MOURA JÚNIOR; HELAL, 2014). Portanto, grande atenção deve ser dada ao impacto que o uso de computadores tem, especialmente porque a informática é uma disciplina em constante atualização que apoia todas as disciplinas e está presente em todas as organizações, bem como pelas repercussões sociais e econômicas ou moral que poderia ter um mau uso da informação, um mau design dos sistemas de informação, uma falha no hardware ou software. É necessário que se conscientize da importância de garantir que os objetivos genuínos de automatizar o processamento da informação sejam atendidos, que o desenvolvimento e o uso dos sistemas de informação respondam aos princípios éticos, portanto, este capítulo inclui temas como a perspectiva ética em automação, valores éticos em sistemas de informação, código de ética para TI. No caso da informática, um profissional pode ser instruído que o desenvolvimento de software deve se esforçar para obter produtos da mais alta qualidade, principalmente quando o produto final se destina a funcionar em ambientes onde a tecnologia está em jogo, privacidade, segurança física e moral e o bem-estar geral de algum grupo de pessoas. É o caso do controle informatizado do tráfego aéreo em aeroportos ou de atendimentos clínicos em hospitais, casos em que é fácil entender que a qualidade do software utilizado para auxiliar nessas tarefas desempenha um papel muito importante, uma vez 26 que um erro no projeto, programação ou uso podem resultar em sérios danos ou até mesmo na perda de vidas humanas. Muitos são casos em que se observam comportamentos irresponsáveis e moralmente criticáveis por descuidos e omissões no desenvolvimento de sistemas de informação, devido à pouca atenção à segurança do computador, erros no código do programa, testes incompletos, análises insuficientes e privacidade de informações vulneráveis. A responsabilidade em relação ao software não se esgota no seu desenvolvimento; Existem outros grupos de pessoas cuja atitude e comportamento também podem causar danos, como é o caso de pessoas que estão relacionadas à aquisição e uso de software (FREIRE, 2010). No próximo termo temos os usuários do software, de quem depende o uso adequado que lhe é dado, principalmente porque, mesmo quando o produto é de boa qualidade e oferece muita segurança, o usuário final ainda não está isento de sofrer qualquer dano devido ao uso indevido ou negligência dos usuários encarregados de operar o software. Foi mencionada parte da responsabilidade que cabe aos criadores, compradores e usuários do software, mas nada foi dito sobre a parte da sociedade que é afetada. A responsabilidade que lhe incumbe é exigir que sejam feitas leis, tanto na esfera governamental como em todas e cada uma das empresas que se envolvem com a utilização e desenvolvimento de software, que regulem a utilização de meios computacionais e evitem ou punir o abuso, a negligência e a imprudência que possam ocorrer (GOMES; BOTTENTUIT; OLIVEIRA, 2008). É preciso que os colaboradores da biblioteca vejam as TIC como uma oportunidade de chegar a mais pessoas, como uma possibilidade de empoderá- los para que, por meio do uso da informação para a criação de conhecimento, transformem essas ferramentas em meios de comunicação cidadãos que possibilitem a formação cidadã crítica e participativa. Portanto, é necessário adquirir certas habilidades que possibilitem seu uso correto, mas ao invés de aprender seu uso instrumental, é utilizá-los como meio para a gestão crítica da informação. Ou seja, habilidades são necessárias para usar as informações aproveitando as vantagens das TIC. 27 Apesar deste grande panorama que se apresenta para as bibliotecas hoje, ainda há uma importante tarefa a ser realizada e é o processo de conscientização dos bibliotecários para o papel fundamental que desempenha nos processos bibliotecários, pois embora nos últimos anos tem havido um forte movimento para o desenvolvimento de programas nesse sentido, o que se evidencia em acordos, declarações e manifestos a partir de congressos, encontros internacionais, ainda existem muitas pessoas que desconhecem essas práticas e, portanto, não as realizam em seus bibliotecas. Da mesma forma, há um maior desenvolvimento desse tipo de estratégia nas bibliotecas comunitárias, que ainda contam com programas inovadores que têm conferido à biblioteca um papel de destaque. Com base nisso, é necessário divulgar e estimular o desenvolvimento de iniciativas em bibliotecas comunitárias, bem como sistematizar aquelas que até agora têm sido referências, a fim de promover cada vez mais o desenvolvimento de programas vinculados aos processos de formação cidadã.Sobre a ética dos voluntários/funcionários que integram a biblioteca comunitária, Silva (2012) lembra que são atitudes éticas desde aquelas de não sonegar informações, interagir e se comunicar com o público sem distinção de cor, raça, nacionalidade, religião ou ideologia política, atender com educação e respeito todos os usuários da biblioteca e por fim, busca de atualizações e capacitações para oferecer o melhor atendimento possível. 28 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Com a finalização do Projeto Integrado Multidisciplinar III realizado no curso de Redes de Computadores é possível afirmar que os objetivos instituídos inicialmente foram alcançados. A realização do presente trabalho evidenciou a importância dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, discorrendo a respeito da importância da tecnologia da informação para facilitar o cotidiano operacional de uma biblioteca comunitária. 29 REFERENCIAS CALLADO, António et al. Sistemas de informação e estratégia em organizações agroindustriais. Economia Global e Gestão, Lisboa, v. 17, n. 1, p. 09-24, abr. 2012 . Disponível em . Acesso em 29 de Setembro, 2020. DEITEL, Paul. DEITEL, Harvey. C: Como Programar. Editora Makron Books, 6ª edição, 2011. DEMO: Pedro. Metodologia para quem quer aprender. São Paulo: Atlas, 2008. DO LAGO PEREIRA, Silvio. Algoritmos e Lógica de Programação em C: Uma Abordagem Didática. Érica, 2010. FARREL, Joyce. Lógica e Design de Programação. Cengage Learning, 2010. FEOFILOFF, Paulo. Algoritmos em Linguagem C. São Paulo: Campus, 2008. FREIRE, Gustavo Henrique de Araújo. Sobre a ética da informação. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ÉTICA DA INFORMAÇÃO, 1, 2010. GOMES, Henriette Ferreira; BOTTENTUIT, Aldinar Martins; OLIVEIRA, Maria Odaisa Espinheiro de. (Org.). A ética na sociedade, na área da informação e da atuação profissional: o olhar da Filosofia, da Sociologia, da Ciência da Informação e da formação e do exercício profissional do bibliotecário no Brasil. Brasília, DF: Conselho Federal de Biblioteconomia, 2009. p. 43-64. GUEDES, V.; BORSCHIVER, S. Bibliometria: uma ferramenta estatística para a gestão da informação e do conhecimento, em sistemas de informação, de comunicação e de avaliação científica e tecnológica. In: Proceedings CINFORM – VI Encontro Nacional de Ciência da Informação. Salvador – Bahia, 2005. GUIMARÃES, Célio Cardoso. Fundamentos de Banco de Dados: modelagem, projeto e linguagem SQL. Campinas: Editora Unicamp, 2008. GUTIERREZ, Gustavo Luis. A metodologia científica e o estudo das organizações. Rev. adm. empres. São Paulo, v. 26, n. 1, p. 91-96, Mar. 1986 . Disponível em: . Acesso em 12 de Setembro, 2020. JANNUZZI, Celeste Aída Sirotheau Corrêa; FALSARELLA, Orandi Mina; SUGAHARA, Cibele Roberta. Sistema de informação: um entendimento conceitual para a sua aplicação nas organizações empresariais. Perspect. Ciênc. inf., Belo Horizonte, v. 19, n. 4, p. 94-117, Dez. 2014. Disponível em: 30 . Acesso em 25 de Setembro, 2020. MÁTTAR NETO, J. A. Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, 2002. MOURA JUNIOR, Pedro Jácome de; HELAL, Diogo Henrique. Profissionais e profissionalização em Tecnologia da Informação: indicativos de controvérsias e conflitos. Cad. EBAPE.BR, Rio de Janeiro, v. 12, n. 2, p. 321-338, Junho 2014. PINHEIRO, L. V. R. P. Fontes ou recursos de informação: categorias e evolução conceitual. Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, 2006. PRICE, Ana Maria de Alencar; TOSCANI, Simão Sirineo. Implementação de Linguagens de Programação: Compiladores. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2008. SA, Filipe; ROCHA, Álvaro. Tendências em Sistemas e Tecnologias de Informação. RISTI, Porto, n. 22, p. ix-xi, jun. 2017. Disponível em . Acesso em 01 out. 2020. SILVA, Ana Claudia Perpétuo de Oliveira da. A ética no pensamento expresso de líderes de bibliotecas comunitárias no Brasil. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 13, 2012, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2012. SILVIA, Patrícia Maria. O comportamento dos usuários de bibliotecas em sistemas de informação. Transformação. 2008, vol.20, n.3, pp.255-263. ISSN 0103-3786. SOUZA, Marco Antônio Furlan de; SOARES, Marcio Vieira; GOMES, Marcelo Marques. Algoritmos e Lógica de Programação. 2. ed. Cengage Learning, 2011. STROUSTRUP, Bjarne. A Linguagem de programação C++ 3.ed. Editora Bookman, 2000. WAZLAWICK, Raul. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2011.