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Afecções do Sistema Digestório em Equinos - parte 1 
Introdução 
As afecções do sistema digestório em equinos estão frequentemente associadas ao quadro 
clínico conhecido como cólica equina, caracterizado por desconforto abdominal de 
intensidade variável. As alterações podem envolver distensão gasosa, impactações, 
deslocamentos intestinais, obstruções e lesões estrangulantes. 
Os equinos possuem particularidades anatômicas importantes que favorecem o 
aparecimento dessas afecções, como: 
● Incapacidade de vomitar; 
● Grande extensão intestinal; 
● Mesentério longo; 
● Mobilidade das alças intestinais; 
● Presença de flexuras e estreitamentos. 
 
Principais Fatores Relacionados às 
Afecções Digestórias 
Alterações alimentares 
As alterações bruscas na dieta são fatores importantes para o desenvolvimento de 
distúrbios digestórios. 
Fatores predisponentes 
● Mudança súbita de alimentação; 
● Dieta rica em concentrados; 
● Volumoso de baixa qualidade; 
● Ração de má qualidade; 
● Diminuição ou variação do nível de atividade física. 
 
Cólica Equina 
Definição 
A cólica é uma síndrome de dor abdominal associada a alterações gastrointestinais ou 
extraintestinais. 
 
Classificação da Dor 
Intensidade 
Leve 
● Inquietação discreta; 
● Escavar o solo; 
● Olhar para o flanco. 
Moderada 
● Deitar e levantar repetidamente; 
● Sudorese leve; 
● Desconforto evidente. 
Severa 
● Rolamentos constantes; 
● Sudorese intensa; 
● Taquicardia importante; 
● Risco de lesões traumáticas. 
Tipo de dor 
● Contínua; 
● Intermitente. 
 
Exame Clínico do Equino com 
Desconforto Abdominal 
Anamnese 
A avaliação clínica deve iniciar pela identificação e coleta do histórico. 
Informações importantes 
● Início dos sinais clínicos; 
● Tipo de alimentação; 
● Alterações recentes na dieta; 
● Frequência de defecação; 
● Presença de episódios anteriores de cólica; 
● Resposta a tratamentos prévios. 
 
Parâmetros Clínicos 
Frequência cardíaca 
● Valores acima de 80 bpm indicam gravidade. 
Frequência respiratória 
● Valores acima de 60 mpm podem indicar dor intensa. 
Temperatura corporal 
Pode auxiliar na identificação de processos inflamatórios ou infecciosos. 
Mucosas 
A coloração das mucosas auxilia na avaliação da perfusão. 
Alterações importantes 
● Mucosas congestas; 
● Mucosas azuladas; 
● Tempo de preenchimento capilar aumentado. 
 
 
Avaliação da Desidratação 
5% 
● Elasticidade da pele discretamente diminuída; 
● Sede. 
8% 
● Elasticidade da pele bem diminuída; 
● TPC entre 4–6 segundos; 
● Extremidades pouco frias; 
● Mucosas secas. 
10% 
● Ausência de elasticidade da pele; 
● TPC acima de 6 segundos; 
● Extremidades frias; 
● Mucosas secas; 
● Retração do globo ocular; 
● Depressão. 
 
Auscultação Abdominal 
Objetivo 
Avaliar motilidade intestinal e presença de distensão gasosa. 
Alterações observadas 
Hipomotilidade 
● Redução dos sons intestinais; 
● Sugere íleo ou impactação. 
Hipermotilidade 
● Sons aumentados; 
● Pode ocorrer em distensão gasosa. 
Ausência de sons 
● Sugere íleo paralítico grave. 
 
Sondagem Nasogástrica 
Objetivos 
● Descompressão gástrica; 
● Avaliação do refluxo; 
● Avaliação macroscópica do conteúdo. 
Aspectos avaliados 
● Volume; 
● Cor; 
● Odor; 
● Presença de sangue. 
Importância clínica 
Grande quantidade de refluxo pode indicar obstrução do intestino delgado. 
 
Palpação Retal 
Objetivo 
Avaliar posicionamento, distensão e consistência das estruturas abdominais. 
Estruturas avaliadas 
● Ceco; 
● Cólon maior; 
● Cólon menor; 
● Intestino delgado. 
 
Estruturas adicionais palpáveis 
Égua 
● Útero; 
● Ovários. 
Garanhão 
● Anéis inguinais internos. 
Outras estruturas 
● Bexiga. 
Afecções que Frequentemente Necessitam 
Correção Cirúrgica 
Distensão de alças intestinais 
Causa 
Acúmulo excessivo de gás ou conteúdo. 
Sinais clínicos 
● Dor abdominal intensa; 
● Distensão abdominal; 
● Alterações cardiovasculares. 
Diagnóstico 
● Palpação retal; 
● Auscultação; 
● Ultrassonografia. 
Tratamento 
● Descompressão; 
● Fluidoterapia; 
● Correção cirúrgica quando necessário. 
 
 
Torção uterina 
Causa 
Rotação do útero. 
Sinais clínicos 
● Dor abdominal; 
● Inquietação. 
Diagnóstico 
● Palpação retal. 
Tratamento 
● Correção cirúrgica. 
 
Hérnias inguinais 
Causa 
Exteriorização de alças intestinais pelo anel inguinal. 
Sinais clínicos 
● Dor abdominal; 
● Aumento de volume na região inguinal. 
Diagnóstico 
● Exame físico; 
● Palpação. 
Tratamento 
● Correção cirúrgica. 
 
Compactação de cólon 
Causa 
Acúmulo de conteúdo ressecado no intestino. 
Fatores predisponentes 
● Desidratação; 
● Dieta inadequada. 
Sinais clínicos 
● Hipomotilidade intestinal; 
● Dor variável; 
● Redução da defecação. 
Diagnóstico 
● Palpação retal; 
● Histórico clínico. 
Tratamento 
● Fluidoterapia; 
● Lubrificantes; 
● Correção da hidratação. 
 
Compactação de flexura pélvica 
Causa 
Acúmulo de conteúdo na região da flexura pélvica. 
Sinais clínicos 
● Dor moderada; 
● Hipomotilidade. 
Diagnóstico 
● Palpação retal. 
Tratamento 
● Fluidoterapia; 
● Descompactação clínica; 
● Cirurgia em casos graves. 
 
Deslocamento de cólon maior 
Causa 
Mudança da posição anatômica do cólon. 
Sinais clínicos 
● Dor recorrente; 
● Distensão abdominal. 
Diagnóstico 
● Palpação retal; 
● Ultrassonografia. 
Tratamento 
● Correção cirúrgica quando persistente. 
 
Aprisionamento nefroesplênico 
Causa 
Deslocamento do cólon para o espaço nefroesplênico. 
Sinais clínicos 
● Dor abdominal recorrente; 
● Distensão. 
Diagnóstico 
● Palpação retal. 
Tratamento 
● Correção clínica ou cirúrgica. 
 
Enterólitos 
Causa 
Formação de cálculos intestinais. 
Sinais clínicos 
● Episódios recorrentes de cólica; 
● Obstrução intestinal. 
Diagnóstico 
● Exame clínico; 
● Palpação; 
● Exames complementares. 
Tratamento 
● Remoção cirúrgica. 
 
Corpo estranho intestinal 
Causa 
Obstrução por material ingerido. 
Sinais clínicos 
● Dor abdominal; 
● Hipomotilidade; 
● Distensão. 
Diagnóstico 
● Exame clínico; 
● Palpação; 
● Exames complementares. 
Tratamento 
● Correção cirúrgica. 
 
 
Análise do Líquido Peritoneal 
Paracentese abdominal 
Permite avaliação do líquido peritoneal. 
Aspectos analisados 
● Físicos; 
● Químicos; 
● Microbiológicos. 
Alterações importantes 
Líquido serossanguinolento 
Pode indicar: 
● Punção esplênica; 
● Necrose intestinal. 
Líquido castanho-escuro ou verde com odor fétido 
Sugere: 
● Ruptura intestinal; 
● Enterocentese. 
 
Exames Complementares 
Hemograma 
Auxilia na avaliação inflamatória e sistêmica. 
Proteína total e fibrinogênio 
Avaliam inflamação e estado sistêmico. 
Hemogasometria 
Avalia distúrbios ácido-básicos e eletrolíticos. 
Avaliação hepática e renal 
Importante para monitoramento sistêmico. 
Endoscopia e laparoscopia diagnóstica 
Utilizadas em casos específicos para investigação complementar. 
 
Tratamento Geral das Afecções Digestórias 
Fluidoterapia 
Objetivos: 
● Correção da desidratação; 
● Correção eletrolítica; 
● Restabelecimento da perfusão. 
Descompressão gástrica 
Indicada em casos de refluxo ou distensão. 
Controle da dor 
Realizado conforme intensidade do desconforto. 
Correção cirúrgica 
Indicada principalmente em: 
● Obstruções; 
● Estrangulamentos; 
● Deslocamentos; 
● Hérnias; 
● Enterólitos. 
Afecções do Sistema Digestório em Equinos - 
parte 2 
Síndrome da Úlcera Gástrica Equina (SUGE) 
Definição 
A síndrome da úlcera gástrica equina é caracterizada pela presença de erosões ou 
ulcerações na mucosa gástrica dos equinos, podendo acometer tanto a mucosa escamosa 
quanto a mucosa glandular. 
 
Anatomia Relacionada 
O estômago dos equinos possui duas regiões principais: 
Mucosa Escamosa 
● Não possui secreção de ácido. 
● Possui menor proteção contra o conteúdo ácido do estômago. 
● É mais suscetível ao desenvolvimento de úlceras. 
Mucosa Glandular 
● Responsável pela secreção de: 
○ Ácido clorídrico○ Pepsina 
○ Bicarbonato 
○ Muco 
● Possui mecanismos de proteção contra a ação ácida. 
Margo Plicatus 
● Estrutura anatômica que separa a mucosa escamosa da mucosa glandular. 
 
Causas e Fatores Predisponentes 
A formação de úlceras gástricas está relacionada principalmente ao desequilíbrio entre 
fatores agressivos e mecanismos de proteção da mucosa. 
Principais causas e fatores associados 
Jejum prolongado 
● O ácido gástrico permanece em contato contínuo com a mucosa escamosa. 
● A ausência de alimento reduz o efeito tamponante da saliva e da fibra. 
● Favorece erosão e ulceração da mucosa. 
Estresse 
● Aumenta a produção de ácido. 
● Reduz os mecanismos protetores da mucosa gástrica. 
Exercício intenso e treinamento 
● Muito comum em equinos atletas. 
● Associado ao aumento da pressão intra-abdominal e maior contato do ácido com 
regiões suscetíveis do estômago. 
Categoria animal predisposta 
● Equinos atletas. 
● Potros. 
 
Sinais Clínicos 
Os sinais clínicos podem variar conforme a intensidade das lesões. 
Principais sinais observados 
● Dor abdominal recorrente. 
● Desconforto abdominal. 
● Hiporexia ou redução do apetite. 
● Queda de desempenho esportivo. 
● Bruxismo em potros. 
● Salivação. 
 
 
Diagnóstico 
Gastroscopia 
É o exame utilizado para confirmação diagnóstica. 
Importância 
● Permite visualização direta das lesões. 
● Avalia localização e extensão das úlceras. 
● Auxilia na diferenciação entre lesões de mucosa escamosa e glandular. 
 
Tratamento 
Omeprazol 
Principal fármaco utilizado. 
Mecanismo de ação 
● Inibidor da bomba de prótons. 
● Reduz a secreção de ácido gástrico. 
 
Manejo e Pontos Importantes 
Medidas importantes 
● Reduzir períodos prolongados de jejum. 
● Fornecer alimentação frequente. 
● Priorizar fornecimento de volumoso. 
● Reduzir fatores estressantes. 
Erros comuns 
● Manter o animal longos períodos sem alimentação. 
● Subestimar sinais leves de desconforto abdominal. 
 
Cólica Equina 
Definição 
O termo cólica refere-se à manifestação de dor abdominal em equinos. 
 
Sinais Clínicos da Cólica 
A intensidade dos sinais pode variar conforme a gravidade da afecção. 
Sinais observados 
● Inquietação. 
● Escavar o solo. 
● Olhar para o flanco. 
● Dor abdominal. 
 
Compactação Intestinal 
Características 
A compactação intestinal está relacionada ao acúmulo de conteúdo firme no intestino 
grosso. 
 
Sinais Clínicos 
● Dor leve a moderada. 
● Dor intermitente. 
● Anorexia. 
● Fezes ressecadas. 
● Presença de muco nas fezes. 
 
Diagnóstico 
Palpação retal 
Pode revelar: 
● Distensão intestinal. 
● Presença de conteúdo firme. 
● Massa compatível com compactação. 
 
Lesões Estrangulativas 
Características 
As lesões estrangulativas estão associadas a comprometimento vascular intestinal. 
 
Sinais Clínicos 
● Dor intensa. 
● Dor contínua. 
● Dor refratária à analgesia. 
 
Importância Clínica 
Possuem pior prognóstico devido ao risco de: 
● Isquemia intestinal. 
● Necrose intestinal. 
 
Arterite Verminótica 
Etiologia 
Associada ao parasita: 
● Strongylus vulgaris. 
 
Patogenia 
As lesões nas artérias mesentéricas provocam: 
● Redução do fluxo sanguíneo intestinal. 
● Isquemia intestinal. 
● Predisposição ao estrangulamento intestinal. 
 
Consequências 
Pode evoluir para: 
● Necrose intestinal. 
● Cólica grave. 
● Comprometimento vascular importante. 
 
Tratamento e Controle 
Objetivo principal 
● Eliminar larvas migratórias. 
● Reduzir progressão das lesões vasculares. 
Medidas importantes 
● Controle antiparasitário adequado. 
 
Pontos Clínicos Importantes 
Diferença entre cólica leve e lesão estrangulativa 
Compactação intestinal 
● Dor leve a moderada. 
● Dor intermitente. 
● Evolução geralmente menos grave. 
Lesão estrangulativa 
● Dor intensa. 
● Dor contínua. 
● Pior prognóstico. 
● Maior urgência clínica. 
 
Sinais de Alerta 
Dor refratária à analgesia 
Pode indicar: 
● Lesão estrangulativa. 
● Maior gravidade clínica. 
● Necessidade de intervenção rápida. 
 
Resumo Geral das Principais Afecções 
Afecção Principais 
causas 
Sinais 
clínicos 
Diagnóstico Tratamento/Control
e 
Síndrome da 
Úlcera 
Gástrica 
Equina 
Jejum, estresse, 
treinamento 
intenso 
Dor 
abdominal, 
hiporexia, 
queda de 
desempenho 
Gastroscopi
a 
Omeprazol e manejo 
alimentar 
Compactação 
intestinal 
Acúmulo de 
conteúdo firme 
intestinal 
Dor leve, 
fezes 
ressecadas, 
muco fecal 
Palpação 
retal 
Manejo clínico e 
monitoramento 
Lesão 
estrangulativa 
Comprometimento 
vascular intestinal 
Dor intensa e 
contínua 
Avaliação 
clínica 
Emergência clínica 
Arterite 
verminótica 
Strongylus 
vulgaris 
Cólica e 
isquemia 
intestinal 
Associação 
clínica e 
vascular 
Controle 
antiparasitário 
 
	Afecções do Sistema Digestório em Equinos - parte 1 
	Introdução 
	Principais Fatores Relacionados às Afecções Digestórias 
	Alterações alimentares 
	Fatores predisponentes 
	Cólica Equina 
	Definição 
	Classificação da Dor 
	Intensidade 
	Leve 
	Moderada 
	Severa 
	Tipo de dor 
	Exame Clínico do Equino com Desconforto Abdominal 
	Anamnese 
	Informações importantes 
	Parâmetros Clínicos 
	Frequência cardíaca 
	Frequência respiratória 
	Temperatura corporal 
	Mucosas 
	Alterações importantes 
	 
	Avaliação da Desidratação 
	5% 
	8% 
	10% 
	Auscultação Abdominal 
	Objetivo 
	Alterações observadas 
	Hipomotilidade 
	Hipermotilidade 
	Ausência de sons 
	Sondagem Nasogástrica 
	Objetivos 
	Aspectos avaliados 
	Importância clínica 
	Palpação Retal 
	Objetivo 
	Estruturas avaliadas 
	 
	Estruturas adicionais palpáveis 
	Égua 
	Garanhão 
	Outras estruturas 
	Afecções que Frequentemente Necessitam Correção Cirúrgica 
	Distensão de alças intestinais 
	Causa 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	Causa 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	Hérnias inguinais 
	Causa 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	Compactação de cólon 
	Causa 
	Fatores predisponentes 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	Compactação de flexura pélvica 
	Causa 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	Deslocamento de cólon maior 
	Causa 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	Aprisionamento nefroesplênico 
	Causa 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	Enterólitos 
	Causa 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	Corpo estranho intestinal 
	Causa 
	Sinais clínicos 
	Diagnóstico 
	Tratamento 
	 
	Análise do Líquido Peritoneal 
	Paracentese abdominal 
	Aspectos analisados 
	Alterações importantes 
	Líquido serossanguinolento 
	Líquido castanho-escuro ou verde com odor fétido 
	Exames Complementares 
	Hemograma 
	Proteína total e fibrinogênio 
	Hemogasometria 
	Avaliação hepática e renal 
	Endoscopia e laparoscopia diagnóstica 
	Tratamento Geral das Afecções Digestórias 
	Fluidoterapia 
	Descompressão gástrica 
	Controle da dor 
	Correção cirúrgica 
	Afecções do Sistema Digestório em Equinos - parte 2 
	Síndrome da Úlcera Gástrica Equina (SUGE) 
	Definição 
	Anatomia Relacionada 
	Mucosa Escamosa 
	Mucosa Glandular 
	Margo Plicatus 
	Causas e Fatores Predisponentes 
	Principais causas e fatores associados 
	Jejum prolongado 
	Estresse 
	Exercício intenso e treinamento 
	Categoria animal predisposta 
	Sinais Clínicos 
	Principais sinais observados 
	 
	Diagnóstico 
	Gastroscopia 
	Importância 
	Tratamento 
	Omeprazol 
	Mecanismo de ação 
	Manejo e Pontos Importantes 
	Medidas importantes 
	Erros comuns 
	Cólica Equina 
	Definição 
	Sinais Clínicos da Cólica 
	Sinais observados 
	Compactação Intestinal 
	Características 
	Sinais Clínicos 
	Diagnóstico 
	Palpação retal 
	Lesões Estrangulativas 
	Características 
	Sinais Clínicos 
	Importância Clínica 
	Arterite Verminótica 
	Etiologia 
	Patogenia 
	Consequências 
	Tratamento e Controle 
	Objetivo principal 
	Medidas importantes 
	Pontos Clínicos Importantes 
	Diferença entre cólica leve e lesão estrangulativa 
	Compactação intestinal 
	Lesão estrangulativa 
	Sinaisde Alerta 
	Dor refratária à analgesia 
	Resumo Geral das Principais Afecções

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